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ara os motoristas de Belo Horizonte, a boa noticia de 2014 está na redução do valor do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que caiu cerca de 5,8% este ano. No entanto, a má noticia, é que mesmo com aumento na arrecadação de 12,8%, cerca de R$3,39 bilhões em 2014, os condutores vão continuar tendo problemas nas vias, já que pouco é investido nas malhas viárias.

Para os fãs que já estavam com saudades de ouvir à tradicional e boa viola caipira do cantor Almir Sater, os dias 3 e 4 de abril podem ser a oportunidade que muitos esperavam. Isso, por que o compositor vai subir nos palcos mineiros para relembrar os seus sucessos no Cine Teatro Brasil. Leia mais na matéria dos jornalistas: Frederico Gazel e Felipe de Jesus. Confira!

A jornalista Karine Alonso traz nesta edição, um presente para os leitores da RCE: uma entrevista especial com o jornalista - Fael Camisa 12. Conhecido pelo seu Blog ‘Camisa 12’ e por ter passado pelo programa Golasô da TV Bandeirantes, o jornalista que agora é blogueiro oficial do Diário dos Associados, (no Super Esportes) fala sobre o seu início de carreira e diz que sua coluna do D.A será um espaço mais voltado para o futebol e menos para a arquibancada.

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Edição 21 - ANO 5 - Março e Abril de 2014 -

R$ 1,00

Publicação da Agência de Comunicação e Publicidade Correio Eletrônico (ACPCE) www.jornalcorreioeletronico.com.br Todos os Direitos reservados

Revista

Foto Magnus Carlsen : Revista Época

No Brasil !!!

Magnus Carlsen

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magine poder ver o seu ídolo internacional bem de perto. Que tal poder desafiá-lo a uma partida? Esta é a sensação de centenas de enxadristas que terão a oportunidade na visita da estrela mundial Magnus Carlsen ao Brasil. No dia 06 de Março, o número 1 do mundo participará do IV Torneio Aberto Internacional de Xadrez Festa da Uva 2014, na cidade de Caxias do Sul-RS Brasil. Confira a matéria especial do jornalista e enxadrista Frederico Gazel sobre as façanhas do jogador norueguês.

Livro: O Efeito Facebook

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udo começou como uma novidade entre estudantes no alojamento de uma das universidades mais exclusivas e prestigiadas do mundo: Harvard. Veja como uma Rede Social vem transformando a comunicação no mundo e outros detalhes em ‘O Efeito Facebook’, livro do jornalista e exex-editor da revista Fortune, David Kirkpatrick. Além de escritor e jornalista, ele se apresenta em rádios e televisões para falar sobre o universo da tecnologia e suas inovações. Confira!

Leia mais:

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Teologia: Uma boa opção quem deseja ter um curso superior e seguir uma carreira religiosa e acadêmica

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studar está ficando cada vez mais acessível no Brasil. Prova disso são as numerosas bolsas de estudo (Fies) disponibilizadas pelo Governo Federal anualmente. No entanto, uma boa oportunidade para quem deseja estudar e não consegue uma bolsa de estudo é o curso de Bacharel em Teologia Livre. Mais acessível financeiramente, o curso pode ser integralizado ao MEC com mais 10 meses de estudo dando direito ao diploma de Bacharel em Teologia pelo MEC. Confira no EDITORIAL do jornalista e Mestrando em Comunicação - Jornalismo e CI - Felipe de Jesus, as vantagens do curso.

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Filme: Intrigas de Estado

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ma pessoa baleada em um beco e uma assistente de um congressista assassinada em frente ao metrô. Estes são alguns dos fatos narrados em Intrigas de Estado e que aos olhos do telespectador, não tem nenhuma ligação. No entanto, para o jornalista veterano, Cal McAffrey (Russel Crowe) este pode ser o começo de uma brilhante reportagem investigativa. Confira mais no artigo do colunista Fernando Roger e do jornalista Felipe de Jesus a indicação deste premiado filme de Kevin MacDonald, diretor de O Último Rei da Escócia.

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Revista

Editorial Felipe de Jesus

Bacharel Livre em Teologia:

Um curso para todos

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ada vez mais os brasileiros estão podendo ter a oportunidade de estudar, seja através das bolsas de estudo por meio do Governo Federal, ou mesmo pelas mensalidades, que a cada dia ficam mais baixas para atrair estudantes. Mas além dos cursos tradicionais, como Administração, Jornalismo, Publicidade, Direito, Engenharia e etc, um curso que também tem aberto as portas para muitas pessoas, é o de Teologia. E se engana quem acha que o curso tem apenas o Bacharel, pois ele tem também os níveis de: PósPós-graduação, Mestrado, Doutorado e PósPós-Doutorado. No entanto, muitas pessoas deixam de dar credibilidade ao curso, por causa do MEC. No entanto, o Bacharel Livre em Teologia, é praticamente um curso superior, pois ele é dividido em 60 disciplinas e pode ser concluído de 2 a 3 anos dependendo da disponibilidade da pessoa. Fora isso, o MEC agora faz a integralização de créditos para os que desejam ter o diploma reconhecido pelo órgão. Mas mesmo para os que desejam ter um conhecimento mais aprofundado da Bíblia e não possuem recursos financeiros para fazêfazê-lo com a integralização do MEC, o curso é uma oportunidade para os que desejam trabalhar com a palavra de Deus e ter uma graduação. Mas além de ser uma oportunidade de realizar uma graduação, o estudo da Teologia é uma forma de conhecer mais sobre a história religiosa e sobre a nossa formação. Atualmente, muitos comunicadores como, historiadores, jornalistas, marqueteiros e etc, estão fazendo o curso, como, uma forma de agregar mais e mais conhecimentos. Por isso, fica provado que a Teologia é cada vez mais, um curso para todos!!

Fala leitor..

Este espaço é para os leitores da ‘Revista Correio Eletrônico’ deixarem seus comentários sobre as nossas matérias, artigos e capa preferida . Participe, o seu comentário pode sair na próxima edição!

Felipe de Jesus Editor Geral E-mail: jornalcorreioeletronico@gmail.com

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Presidente /Jornalista e Publicitário Responsável Felipe José de Jesus Jornalista (JP) - (FENAJ:15.263-MG - SJPMG) - (Federação Nacional dos Jornalistas - Brasília) Publicitário - (APPB:3.040- RP/SP) - (Associação dos Profissionais de Propaganda do Brasil - RP- SP) Editor Geral do JCE: Diretor de Redação / Editor de Economia e Finanças e Entretenimento Extensão Universitária: Comunicação Empresarial Pós graduado (Lato Sensu) em Administração e Marketing Mestrando em Comunicação Social: Especialização em Jornalismo e Ciências da Informação TI

Conselho Editorial RCE - Jornalistas (JP) Karine Alonso Jornalista (JP) - (FENAJ:16.315.MG - SJPMG) - (Federação Nacional dos Jornalistas - Brasília) Diretora / Editora de Esportes e Fotografia (Imagem em Pauta) Pós graduando em Jornalismo Esportivo Frederico Gazel Jornalista (JP) (FENAJ:15.423-MG - SJPMG) - (Federação Nacional dos Jornalistas - Brasília) Diretor / Editor de Xadrez - (Xadrez) Mestre FIDE (Mestre da Federação Internacional de Xadrez)

Parceiros/ Colunistas Jô Amaral - (Jornalista - JP) Reg. Prof.12.127-MG - (Coluna: Em Campo) Fernando Roger- (Marketing JCE) - (Coluna: Cinema em Pauta) Colaborou nesta edição: Jornalista: Lucas Nascimento (MG) e Taíze Odelli

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Todos os Direitos Reservados - 2012

u sempre curti Pop/Rock e lendo esta revista, eu tive a oportunidade de confirmar o quanto o movimento continua firme em Minas Gerais. Sabemos que discos vendem pouco hoje, mas os shows continuam firmes e fortes. A edição ficou muito bacana e tomara que o movimento tenha ido para frente, ou pelo menos, que os integrantes continuem a batalhar pelo espaço que há muitos anos está esquecido no Brasil, o espaço para a boa e velha musica popular brasileira. Não sou contra funk, ou outros gêneros musicais. Na verdade, sou a favor da proliferação de novos talentos no Pop/Rock. Abraços para todos da equipe e para as bandas participantes. A capa ficou linda!!! Renata Mendes, Marketing e professora de matemática

FilieFilie-se e adquira a carteira de associado - Contato BH: (031) 82548254-5811 / 85618561-5255


Fotos: Almir Sater - Assessoria de Imprensa

Show em BH....

Almir Sater sobre a internet: “Seu eu fizer um site oficial vou ter a responsabilidade de colocar conteúdo nele sempre e não quero isso”

Almir Sater volta a BH para tocar clássicos e apresentar último CD Jornalistas (JP) - Especial Cultura Felipe de Jesus e Frederico Gazel

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ara os fãs que já estavam com saudades de ouvir à tradicional e boa viola caipira do cantor Almir Sater, os dias 3 e 4 de abril podem ser a oportunidade que muitos esperavam. Isso, por que o compositor vai subir nos palcos mineiros para relembrar os seus sucessos, como, Cavaleiro da Lua, Trem do Pantanal, Um Violeiro Toca, Tocando em Frente e Chalana. O show será realizado no Cine Theatro Brasil Vallourec em Belo Horizonte/MG e é uma realização do empresário e produtor cultural Jackson Martins. De acordo com Almir Sater que foi reconhecido pela Revista Rolling Stone Brasil em 2013, como um dos trinta maiores instrumentistas da música brasileira, o seu show terá também hits do seu último CD - 7 Sinais. “O álbum é o meu décimo de carreira e traz um repertorio diversificado e, além disto, traz também algumas participações especiais com Dominguinhos e Luiz Carlos Borges. Entre as faixas deste

disco, Cubanita é um dos destaques, pois a canção é charmosa e muito bem feita”, comenta. Já sobre o seu afastamento de oito anos dos estúdios de gravação, já que o CD - 7 Sinais foi lançado em 2006, Sater declara que hoje está mais focado em shows, pois eles dão mais lucros. “Disco hoje é filantropia, e filantropia tem que ser feita quando está a fim. Como não tenho pressão de gravadora nem nada e o que sustenta minha família são os shows, então, esta é minha prioridade. É diferente compor quando se é menino. Você produz muito. Depois de um tempo, até pelo fato de ter família, isso nos absorve. Hoje parece que sei mais o que quero, sou um pouco mais exigente. Meu estúdio é em casa, mas está meio mofado”, declara. Influências adversas >> Em relação ao seu estilo musical, o cantor diz que têm outras influências além do violão clássico. Já sobre suas composições que ficaram eternizadas na MPB, ele diz que não existe uma receita para escrever. “Minha viola agrega um toque mais sofisticado ao instrumento e estilos como blues e rock, embalados pela pegada do folk, gerando uma mistura de música folclórica, erudita e popular. Não dispenso jamais o meu violão folk de 12 cordas. Para compor não há uma fórmula

específica. Eu costumo dizer que entro em um estado de composição, se os instrumentos estiverem do lado e surgir uma inspiração, a coisa acontece”, completa. Site e redes sociais >> Questionado sobre a sua baixa utilização da internet, já poucas fotos, vídeos e músicas ficam disponibilizadas e ainda não existe um DVD seu ao vivo, Sater diz não tem tanta paciência. “Seu eu fizer um site oficial vou ter a responsabilidade de colocar conteúdo nele sempre e não quero isso. Tenho a felicidade de contar com pessoas generosas que estão postando informações sobre shows e agenda e está dando certo. DVD é muita plástica e pouco conteúdo. Eu realmente não quero ficar fazendo caras e bocas para produzir um DVD. Prefiro que só foquem na minha música, por isso, em meus shows é liberado filmar”, relata. Apresentação >> Para sua apresentação, Sater já havia declarado a imprensa nacional, que ela é bem simples. “Será um show comum, com uma banda bastante pantaneira tornando a apresentação muito instrumental. Meu estilo é um som que sempre está em contato com a natureza. Esse é meu cenário”, conclui.

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Fotos: Divulgação do livro - Efeito Facebook e entrevista

Literatura RCE...

O Efeito Facebook, de David Kirkpatrick O jornalista David entrevistando Zuckerberg : Aquisição milionária do WhatsApp em fevereiro de 2014

Jornalista (JP) Taize Odelli - (Texto do Blog pessoal)

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ntes de começar a ler O Efeito Facebook, do jornalista David Kirkpatrick, o leitor deve ter em mente que o livro não pretende polemizar a criação da empresa que atinge a marca de bilhões de dólares criada por uma pessoa recém saída da adolescência. Não, o livro passa bem longe do que Ben Mezrichfez em Bilionários Por Acaso, que inspirou o filme A Rede Social, de David Fincher. O que Kirkpatrick fez foi especular menos e informar mais. Publicado pela Intrínseca (mesma editora de Bilionários), O Efeito Facebook traz toda a trajetória da rede social mais popular do mundo até o momento: do quarto de Mark Zuckerberg em Harvard ao grande escritório que atualmente ocupa em Palo Alto. O autor tem a preocupação de justificar logo no início o porquê de fazer um livro sobre um site. E a justificativa está em uma manifestação realizada em Bogotá contra as FARC, força armada revolucionária da Colômbia que mantinha várias pessoas em cativeiro durante anos, uma delas a candidata à pre-

sidência Ingrid Betancourt. O protesto que reuniu milhões de pessoas no mundotodo nasceu na internet, ou melhor, no Facebook. Kirkpatrick quer com o livro mostrar a importância da rede social, o caráter transformador que site mostrou ter. A partir disso, o jornalista segue em um relato cronológico da história do site, resultado de várias entrevistas realizadas com os principais envolvidos na sua criação, como o próprio Zuckerberg, seus sócios e também seus investidores. Aí está a grande diferença entre O Efeito Facebook e Bilionários Por Acaso, que romantiza a criação do site e se baseia basicamente no relato de Eduardo Saverin, quem primeiro injetou dinheiro no projeto e acabou sendo “chutado” da empresa. Bilionários é um livro cheio de suposições, o que não entra naspáginas do livro de Kirkpatrick, muito mais rico em informações. Há nele Saverin de menos – embora não deixe de lado os casos dos processos dele e dos irmãos Winklevoss – e Zuckerberg de mais. O livro quer justamente mostrar como um site criado por um garoto de 20 anos se tornou um dos empreendimentos de maior sucesso da última década. Como esse garoto teve que aprender de uma hora para outra a ser CEO, a negociar e a manter o seu negócio funcionando. Por isso o que vemos é um Zuckerberg menos traidor e mais preocupado em fazer o Facebook crescer e, principalmente, aumentar o valor dele aos olhos dos usuários. Tornar o site verdadeiramente útil. Essa filosofia de negócio de Zuckerberg fez o Facebook ter pouco ou nenhum lucro durante anos, o que só aumenta o caráter de fenômeno do site: como algo que não gera retorno financeiro é tão estimado pelos investido-

res? Toda a cena que envolvia injeções de dinheiro para manter o site no ar e funcionando com a qualidade esperada é exaustivamente narrada por Kirkpatrick. O que Mark Zuckerberg pensava do Facebook estava explícito em cada página. O Facebook é uma rede para conectar pessoas com quem já se mantinha alguma relação. Não é um site de relacionamentos para conhecer gente nova, embora isso também aconteça, mas um meio para se manter informado sobre sua rede de amigos. O fato de ser lançado apenas para universitários certamente influiu no seu sucesso. Como afirma Zuckerberg, é na universidade que as relações pessoais se intensificam. Por isso o site foi tão bem acolhido. Quando o assunto era pensar em que seus usuários queriam, Zuckerberg quase sempre acertava. Todos os altos e baixos do Facebook são apresentados para mostrar como funcionava o desenvolvimento do site e a cabeça de seu fundador, a visão que ele tinha de seu negócio e a reação de seus usuários a cada nova mudança. A questão da privacidade dos membros do Facebook tem destaque no livro. O Facebook claramente usa as informações que seus usuários divulgam em seus perfis para a publicidade. A preocupação é: o que uma empresa com dados privados de milhões de pessoas vai fazer com eles? Embora tenha mecanismos para aumentar a privacidade dos usuários, eles são pouco utilizados por conta de sua complexidade, conta Kirkpatrick. O Efeito Facebook é um livro para adoradores do site, de tecnologia e do mercado da internet. Apesar dos erros de revisão – nem o nome de Zuckerberg escapa deles –, contém material completo e bem organizado sobre esse sucesso que a cada dia consegue mais e mais usuários.

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Cinema RCE...

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altando praticamente um mês para o fim de 2013, os comerciantes da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) já se preparam para a data mais importante do segmento, o Natal. Prova disso Foto: Divulgação Intrigas de Estado visto na expectativa dos empretambém da Câmara de Dirigen-

5 pode ser sários e tes Lojis-

Russell Crowe / Cal McAffrey Redação do Washington D.C. e o Washington Globe Um repórter especial. Conhece as pessoas certas nos lugares certos, produz matérias em até 5 minutos, tem faro apurado e está pronto para ouvir, qualidades comuns nos jornalistas mais velhos de profissão

Intrigas de Estado: O bom e velho jornalismo a

favor da notícia que não é produzida por meio da internet Filme tem momentos parecidos com ‘Todos os Homens do Presidente’, de 1973 ,mas não fica para trás no quesito qualidade e proximidade no cotidiano da profissão jornalística tas Belo zonte já

(CDL/

Artigo - Especial a-

postam e um crescimento exponencial das Colunista RCE: venFernando Roger das Estudante: Graduando em Tecnologia da deInformação (TI)

Jornalista (JP) e Editor Felipe de Jesus Mestrando em Comunicação Social Jornalismo e Ciências da Informação (CI)

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ara os que são apaixonados por filmes de investigação, imprensa e muito suspense, Intrigas de Estado é a pedida certa. O longa gravado em 2009 para 2010, não foi tão ovacionado pela crítica “Holliwodiana”, mesmo tendo sido produzido por Kevin MacDonald, diretor de O Último Rei da Escócia. No entanto, aqui no Brasil, o filme foi alvo de ótimas criticas, principalmente pelos principais sites de resenhas e avaliações cinematográficas. Para os que não sabem, Intrigas de Estado (State of Play, 2009), é uma adaptação para o cinema de uma série dramática da BBC exibida em 2003, que teve em seu elenco original: Bill Nighy, James McCavoy e John Simm, mas com o mesmo nome: State Of Play. No filme, a trama começa a se desenvolver a partir da morte de Sonia Baker, membra integrante do staff de Stephen Collins (Ben Afleck) mas o lobby que ela investigava deixa de ser a indústria petrolífera para se tornar a armamentista.

em

BH), Mas a grande diferença que vemos entre a série e o filme de 2009 acontece dentro do próprio jornal. Cal McAffrey interpretado por Russell Crowe é um Repórter Especial e ao seu lado está a blogueira Del la Frye (Rachel McAdams), jornalista jovem, inexperiente e cheia de vontade. A disputa que existe entre a dupla do jornal dá o tom do filme todo. Cal, na época de estudante de jornalismo, foi colega de quarto do Stephen (Ben Afleck), também estudante de jornalismo e por ficar sabendo da morte de sua assessora e de seu caso amoroso com ela, tenta ajudar o amigo. Porém, a novata Del La Frye, fica sabendo do fato e escreve um post no seu Blog falando sobre o relacionamento extra-conjugal entre Stephen e Sonia. Após a publicação do artigo no blog do jornal, sobre o escândalo amoroso político sem uma boa apuração (jornalística), surgem as críticas sobre o velho e o novo jornalismo da internet. Vale mais uma notícia rápida em um blog, ou uma matéria trabalhada (e eternizada) nas páginas de um jornal impresso e de seu site? É com esta ideia que o cineasta escocês Kevin Macdonald (O Último Rei da Escócia) deixa a sua opinião e dá espaço para que o espectador/leitor pense a sua. O que mais vale quando se procura uma notícia verdadeira, um boato, ou um fato averiguado e publicado sob fontes documentais e pessoais? Pela importância do bom desempenho do jornalismo na trama do filme, a comparação com ‘Todos os Homens do Presidente’, de 1973 é mais do que obrigatória. Cobrança dos editores >> Mesmo com estes pós e contra no desempenho da profissão, Cal consegue continuar sua investigação com o apoio de sua parceira, Del La. No entanto, a editora-chefe, Cameron Lynne (Helen Mirren) em meio as cobranças de (suítes matérias que complementam o fato) fica sem saber

de Horique se dá espaço para a investigação sobre o assassinato da jovem ou segue piamente as ordens dos donos do jornal, que querem vender mais jornais impressos a base do sensacionalismo. Por causa da forte cobrança da imprensa e pelo andamento das investigações, Stephen a pedido de Cal, faz uma declaração em rede nacional, TV e jornais (juntamente com sua esposa traída) para falar sobre o envolvimento com Sonia Baker e a pressão do partido que o financiava. Após a declaração ele aparece na redação do Washington D.C. para uma exclusiva ao jornal. As investigações continuam, até que Cal descobre que Stephen não era apenas um político envolvido com uma assistente e pressionado por seu partido, mas sim, um dos possíveis mandantes do assassinato de Sonia Baker. Fora isso, Cal descobre que as declarações do amigo ao jornal foram falsas. Fatos curiosos >> Um lado interessante do filme, está nos caminhos escolhidos por dois amigos que fizeram o mesmo curso superior. Stephen e Cal são dois parceiros que seguiram caminhos opostos em suas vidas: um é um promissor político engomadinho e o outro segue o caminho, como um jornalista gorducho com os cabelos longos e desgrenhados. Todavia, o interessante neste filme e fácil de se perceber, é que sua única e maior preocupação é com o jornalismo de resultados para a sociedade. Leitores, não citamos o final do filme, mas ‘Intrigas de Estado’ pode ser comprado nas melhores lojas de CD´s e DVD´s e também pode ser assistido por meio da internet. Fica a dica de Cinema desta edição e nos encontramos na próxima Revista Correio Eletrônico. Até lá !!


Disco Clássico....

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Foto: Divulgação Legião Urbana

Legião Urbana

CD ‘Descobrimento do Brasil’ fará 21 anos em 2014 Disco é uma prova de que as bandas atuais de Pop/Rock precisam aprender muito

Jornalista (JP) Felipe José de Jesus

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m disco contemporâneo, acima do seu tempo e que consegue agradar os amantes da música brasileira do início ao fim. Descobrimento do Brasil, marca uma era de sucessos da banda Legião Urbana, que já vinha há pelo menos há uns 8 anos tocando em todas as rádios nacionais. Com canções que falam de amizade, amor, política e também infância, o CD - D.B, gravado entre outubro e novembro de 1993, mostra uma face mais madura dos três músicos da Legião Urbana. Dado Villa Lobos aparece de cabelo grande e tocando guitarras a lá ‘Johnny Marr’, do então extinto grupo - The Smiths, Marcelo Bonfá, afinado na bateria e Renato Russo magistral como sempre, e com uma voz e afinação além do já conhecido em seus 10 anos de carreira à frente da Legião Urbana. No entanto, o que surpreende neste disco que também foi lançado em vinil (na verdade no fim da fabricação de vinis no Brasil) é a forma como as canções foram projetas para a gravação do disco, mostrando (a meu ver) o estado de espírito dos músicos naquela época. Em Vinte e Nove, Renato dá uma dimensão da perda de um amor e as conseqüências em 29 acontecimentos (diversos) e de como as amizades são importantes neste processo. Já na canção Perfeição, Russo fala da ilusão e da alienação do povo frente a acontecimentos e a política nacional. Já na faixa que dá nome ao disco, Descobrimento do Brasil, o cantor se debruça em uma declaração de amor, principalmente neste ponto da canção. “Estou pensando em casamento mas ainda não posso me casar/ Eu sou rapaz direito/ E fui escolhido pela menina mais bonita”. Fora estas canções o disco prossegue com Os Barcos que fala e um amor acabado e segue por, Vamos Fazer um Filme, Os Anjos e termina em Só Por Hoje, que fecha o disco com o trecho: “E só por hoje, ao menos isso eu aprendi”. O disco que completou 20 anos em 2013, mostra que ainda vi-

Marcelo Bonfá, Dado Villa Lobos e Renato Russo em 1993 - A música ‘Perfeição’ ganhou prêmios na MTV Brasil vemos em um país com muita corrupção, muita alienação e com pouco vontade de mudanças. Fora isso, ele mostra a duras penas para as novas bandas que estão começando no Pop/ Rock, que ter a possibilidade de gravar por contra própria, divulgar pela internet em MP3, fazer um ensaio fotográfico e liberar para todos na web, ainda não é o caminho para se buscar a perfeição, o sucesso, como já dizia a canção do próprio disco Descobrimento do Brasil. Mesmo com tantos recursos disponíveis, poucos discos conseguem aparecer na mídia e serem consumidos a revelia pelos apaixonados por música e isso, exatamente pela falta de “alguma coisa”, que ficou lá trás, algo que apenas as bandas, como, Legião Urbana, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Kid Abelha e etc tinham: vontade, empenho, desempenho e muita, mas muita literatura na bagagem. O segredo do sucesso não está estampado neste disco não (escrito entre linhas). Porém ele é a prova mais concreta do que não fazer

para não errar na indústria fonográfica que hoje pelo o que parece, só se importa com os shows. São quase 21 anos de lançamento do CD - Descobrimento do Brasil e o melhor de tudo isso, é saber que daqui há 40 anos, o disco vai continuar a ser um exemplo para as novas gerações.


Economia...

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Foto: Felipe José de Jesus

Arrecadação do IPVA chegará a R$3,39 bi, mas estradas ainda precisam de mais investimentos

Jornalista (JP)

Paulo Menezes “O IPVA não tem destinação exclusiva para questões voltadas para trânsito e estradas”

Felipe José de Jesus

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ara os mais de cinco milhões de motoristas habilitados em Belo Horizonte, a boa noticia de janeiro de 2014 está na redução do valor do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), que caiu cerca de 5,8% este ano. No entanto, a má noticia de acordo com especialistas, é que mesmo com o abate no imposto e o aumento na arrecadação que será de 12,8% divulgado pelo Governo de Minas Gerais, os condutores vão continuar tendo problemas nas vias, já que os valores angariados não são aplicados corretamente. Cerca de R$ 3,39 bilhões serão coletados neste ano, já em 2013 o valor foi de R$2,12 bilhões. De acordo com o economista Paulo Henrique de Menezes, professor da Faculdade Pitágoras um dos motivos para o aumento da arrecadação está na alta e aberta concessão de crédito. “Havendo uma redução no valor do imposto e o aumento geral na arrecadação, a conclusão há um aumento na quantidade de veículos que irá fazer o pagamento do imposto. A confirmação está no aumento do tráfego, engarrafamentos e problemas de mobilidade que estamos enfrentando na capital, e também em cidades de Minas. O aumento também é confirmado pelos incentivos tributários e a política de concessão de crédito. Os financiamentos de veículos aumentaram e com prestações de 60 vezes sem entrada”, lembra. Em relação ao problema enfrentado por diversos motoristas, que são as estradas mal conservadas, com

buracos e etc, Menezes diz que isso acontece por falta de investimentos adequados do governo. “O IPVA não tem destinação exclusiva para questões voltadas para trânsito e estradas. O dinheiro é coletado no caixa central do governo que gastará com saúde, educação, manutenção dos funcionários seguindo a Lei do Orçamento. Nossas estradas continuam ruins por falta de investimentos adequados por parte do governo, que continuará mantendo o imposto, mesmo com a previsão de privatização, cobrança de pedágio nas estradas segundo a recente concessão entre Brasília e Juiz de Fora. Os motoristas continuarão tendo problemas enquanto os gastos não forem otimizados e feitos com mais responsabilidade”, salienta. Impedimentos Questionado sobre o que impede a máquina pública de investir mais nas estradas, o economista diz que existem dois graves problemas. “O primeiro é o respeito à responsabilidade fiscal, esta é a limitação boa, por que exige do governo ser responsável com a forma de alocar os recursos. Em segundo, é uma questão de prioridade política, há diversas disputas sobre as responsabilidades dos trechos entre Município, Estado e Governo Federal, cada um quer em-

purrar para o orçamento do outro as despesas necessárias com manutenção de vias e asfaltamento. É necessário coordenação de trabalhos e colaboração mútua”, adiciona. Ainda de acordo com o economista, “o Governo Federal tende a privatizar as rodovias que são de sua responsabilidade, como vem feito há alguns anos, enquanto o Estado e Município não colocam estas questões como centro da estratégia, mas apenas reparos emergenciais ou obras eleitoreiras”, completa. Menor em 2015 Para Menezes, o ritmo de arrecadação do IPVA poderá ser menor no ano que vem. Segundo ele, só haverá um aumento superior ao ano de 2014 ser houver um reajuste alto no imposto. “O aumento da arrecadação só poderá ocorrer em duas hipóteses. A primeira é aumentar o valor do imposto, já à segunda será a continuação do aumento na quantidade de veículos novos emplacados em Minas. Porém, os incentivos fiscais que foram dados às montadoras estão sendo gradativamente retirados para um retorno à normalidade e o crédito está mais restrito pela inadimplência. Ou seja, os carros estão ficando mais caros, portanto, não é um panorama favorável ao crescimento em 2015”, conclui.

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Capa RCE...

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Fotos - Magnus Carlsen - Divulgação WEB e Revista Época/ Brasil

Campeão Mundial de Xadrez chega ao Brasil e agita legião de enxadristas Pela segunda vez no país, jovem

norueguês participa de encontro internacional do esporte

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Jornalista (JP) - Matéria especial Frederico Gazel

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Magnus Carlsen: Sucesso nos tabuleiros e com as mulheres. Ele foi eleito pela revista feminina ‘Cosmopolitan’ como um dos homens mais sensuais de 2013 .

magine você ver seu ídolo internacional bem de perto. Que tal poder desafiá-lo a uma partida? Esta é a sensação de centenas de enxadristas que terão a oportunidade na visita da estrela mundial Magnus Carlsen ao Brasil. No dia 04 de Março, o número 1 do mundo chegará ao país, e participará do IV Torneio Aberto Internacional de Xadrez Festa da Uva 2014, na cidade de Caxias do Sul-RS. Serão palestras, desafios simultâneos, e dois torneios, sendo um fechado (Magnus e mais 3 Grandes Mestres) e um torneio aberto com a presença do campeão mundial. Até o momento, estão inscritos mais de 250 participantes para ver e sentir de perto as emoções de estar ao lado do atual recordista dos tempos. A atração conta com uma valiosa premiação que tem a bagatela cifrada em R$20mil, sendo R$6mil ao campeão do torneio aberto. A marca do campeão >> Com apenas 24 anos e uma extensa bagagem no curriculum, Magnus já surpreendia ainda quando criança. Seu pai conta que o ensinou a jogar, mas que Magnus não parecia ter se empolgado no primeiro momento. Pouco depois, tomou interesse e começou a levar o xadrez a sério. Aos 12 anos já havia se tornado Mestre Internacional da FIDE (Federação Internacional). No ano seguinte teve um expressivo resultado, ao empatar uma partida com o lendário campeão mundial Garry Kasparov em 2004 na capital da Islândia em Reykjavík com apenas 13 anos. Pouco depois atingiu maior título do esporte, o de “Grande Mestre Internacional”. No ano passado Magnus disputou a final do campeonato mundial de xadrez, sagrando-se campeão invicto frente ao desafiante indiano, e ex-campeão mundial Viswanathan Anand, de 43 anos. Magnus ainda detém do maior rating (pontos internacionais) da história do xadrez alcançando a expressiva marca de 2872 pontos superando seu sucessor Garry Kasparov que havia conseguido 2851. Enxadristas acreditam ser um marco para o esporte no Brasil >> Está não é a primeira vez que um campeão mundial de xadrez visita o Brasil.Na história recente do país em 2012 no


Um jeito diferente de ser feliz

Grand Slam de Xadrez, a cidade de São Paulo já havia recebido Magnus Carlsen, -que já era o número 1 da lista de rating (pontos) dos melhores jogadores, embora não teria conquistado ainda o título de Campeão Mundial. Em 2011, o lendário e multicampeão Garry Kasparov esteve no Brasil participando de palestras, seminários e uma entrevista ao programa do Jô Soares da Rede Globo. Na visão do Grande Mestre de Xadrez (GM) e número 1 do país, Rafael Leitão, o Brasil enriquece muito com a vinda destas estrelas. “É muito importante para a popularização do xadrez por aqui.Atraímos mais espaço na mídia, incentivo a jovens enxadristas e há mais interesse para patrocinadores. Isso ajuda a movimentar nosso xadrez e a vinda de campeões mundiais é sem dúvida um marco histórico” contou Rafael.Outro Grande Mestre de xadrez Krikor Sevag Mekhitarian, acredita que com a passagem do campeão mundial, outros brasileiros vão tomar conhecimento deste fato. “É de grande importância, poder vê-lo jogando aqui - certamente as pessoas fora do meio do xadrez também ficarão sabendo - assim como foi no Grand Slam por exemplo, e ainda mais agora que ele é campeão mundial, um dos mais jovens da história, vai dar uma grande repercussão. E para nós que somos do meio, é uma oportunidade única de ver o ‘cara’ em ação, jogando”, apontou. Krikor ainda lembra do grande desafio de medir forças com Carlsen mas ressalta que os brasileiros podem dar muito trabalho. “O que todos querem com certeza é caprichar, e tentar jogar com ele em algum momento. Fazer o campeão mundial ter que usar a cabeça, se esforçar pra ganhar de você numa

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Magnus (criança)

Um talento precoce: Aos 12 anos de idade ele conquistou o título de Mestre Internacional da Fide

partida mano a mano, deve ser uma coisa difícil de descrever”, acrescentou o Grande Mestre brasileiro. O Mestre da Federação Internacional, Alfeu Varela Bueno,é um dos inscritos na Simultânea de Xadrez em que o desafiante enfrente diversos tabuleiros ao mesmo tempo. Alfeu não esconde a euforia de jogar com o ‘mito’ do xadrez mundial. “É uma satisfação muito grande, raríssimos jogadores tem a oportunidade de jogar com o Campeão Mundial, há inúmeros Grandes Mestres que nunca chegaram perto por exemplo, a motivação é enorme”, contou. O Torneio >> A competição que Magnus Carlsen vai jogar juntamente com os outros enxadristas está marcada para os dias 8 e 9, (sábado e domingo) e já conta com outras presenças marcantes. Dentre os destaques, estão além do GM, Rafael, atual campeão brasileiro: GM Gilberto Milos (hexacampeão nacional), GM Henrique Mecking (o Mequinho, considerado o 3º melhor jogador do mundo) e a presença de Sergei Tiviakov da Holanda (que também já figurou entre os melhores do mundo). Dezenas de outros mestres do Brasil e até mesmo de

países próximos da fronteira também participam. A organização espera mais de 400 inscritos para o evento. Este não foi o primeiro desafio de trazer um expressivo jogador na terra do samba. Em edições passadas, a Festa da Uva trouxe estrelas de ponta como o Ucraniano Vassily Ivanchuk que figura entre os melhores enxadristas do mundo-, e Judit Polgar, que é a melhor enxadrista feminina de todos os tempos. Para esta edição, o diretor do evento André Ricardo Boff contou que a escolha de trazer o ídolo da atualidade aconteceu antes mesmo de Magnus se tornar campeão mundial. “Comecei a definição de quem seria a estrela do evento ainda na olimpíada na Turquia onde fiz diversos contatos. Estava com várias opções, mas no fundo já sabíamos quem era o alvo e ainda no início do ano passado fizemos contato” ressaltou. << Veja abaixo a programação de Magnus Carlsen >>

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Magnus em 2012: O número 1 da lista de rating (pontos) dos melhores jogadores do mundo

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4 de março - Chegada a Porto Alegre/RS 6 de março, às 10h - Simultânea às cegas para deficientes visuais 6 de março, às 21h - Palestra (Custo R$ 100) 7 de março, às 14h - Final do Torneio Fechado 7 de março, às 16h - Coletiva de imprensa 7 de março, às 19h - Simultânea para 35 enxadristas no Shopping Iguatemi (Custo R$ 400) 8 e 9 de março - Participação no Torneio Aberto 10 de março - Retorno Outros detalhe podem ser conferidos no site:

http://xadrezcaxias.com.br/

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Entrevista RCE...

Fotos: Arquivo pessoal do jornalista Rafael de Sousa Lima Entrevista cedida gentilmente a jornalista - Karine Alonso (RCE)

A voz da Massa

Fael Camisa 12 Relacionamento com o Atlético começou no berço

Jornalista (JP)

contato maior com a Galoucura, pois ela fica no portão onde registro os vídeos”, diz.

Karine Alonso

R

afael de Sousa Lima é um dos nomes e representantes mais famosos entre os atleticanos. O relacionamento dele com o Atlético começou no berço e o laço profissional se intensificou com o blog ‘Camisa 12’ em 2009 e, a partir do sucesso do blog, ele ficou ainda mais conhecido como Fael Camisa 12. Os grandes destaques do seu site sempre foram os vídeos das arquibancadas que tiveram efeito rápido nas redes sociais. Além dos vídeos, o conteúdo é composto por imagens, matérias, arquivos e vários outros meios que oferecem um contato maior com o leitor. Fora estes conteúdos, as crônicas também são destaques do blog, tanto que deram origem a criação do livro ‘A tradução do sentimento Alvinegro’, que é uma coletânea das crônicas publicadas em seu blog. Para se aproximar ainda mais do jornalismo, em 2010 Fael ingressou no curso de Comunicação Social - Jornalismo e no ano seguinte, o seu blog foi eleito o melhor blog esportivo do país, segundo o TopBlog. O sucesso ultrapassou a internet e foi parar nas telinhas. Em 2012 ele recebeu o convite da TV Band Minas para representar o Galo no programa Golasô. E em 2014 está sob o comando do espaço atleticano no site - Super Esportes, do jornal Estado de Minas. Simpático, alegre, confiante, apaixonado e jornalista. Fael sabe da responsabilidade de representar a tão apaixonada torcida atleticana e com isso sempre se preocupa em manter um bom relacionamento entre as torcidas. “Sempre procuro divulgar todas as torcidas na internet. Quando existe algo que eu possa publicar nos blogs, elas também me enviam material. Existe um

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Fael em dois momentos na TV Bandeirantes

Paixão e Profissão Jornalismo e futebol nem sempre andam juntos. Críticas aparecem e a forma de diferenciar a profissão e o amor ao clube é uma tarefa difícil, mas não impossível. Fael não nega sua paixão pelo GALO, mas sabe muito bem analisar a situação do clube, fazer críticas e apontar dificuldades. “No começo passei por algumas situações de preconceito. Quando ia ao aeroporto, jornalistas chegaram a tentar dar uma `empurradinha’ para que eu saísse de onde eu estava. Já ouvi e li indiretas em redes sociais também, mas não deixo que isso interfira principalmente na minha motivação. Acho que a balança da paixão e profissão é mais para quem trabalha com outros clubes. No meu caso é mais como não deixar a paixão cegar para que eu faça textos equilibrados nos bons e maus momentos do clube”, relata. 2014 com o pé direito Fael atualmente é blogueiro oficial do Diário dos Associados e entrou como substituto de Fred Melo Paiva e o convite só fez reafirmar a moral e o sucesso do jornalista apaixonado: “Quando o Fred me perguntou se eu topava assumir o blog foi inevitável o sorriso no rosto, mas ao mesmo tempo pesou a camisa, pois é um baita escritor. Alguns dias depois recebi a ligação do D.A. e acertamos tudo. Procuro revezar textos de análise do time com factuais relacionados à torcida. Já falei sobre estreia de bandeira, corredor fechado pela PM, entre outros assuntos. Não é tão diferente do Camisa 12, mas será um espaço mais voltado para o futebol e menos para a arquibancada”, conclui o jornalista.


Geral...

Foto: Zoom Comunicação

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Hábito de leitura nas empresas pode trazer efeitos positivos no mercado Jornalista (JP) Lucas Nascimento e Felipe de Jesus

L

er livros, revistas e jornais ajudam na formação intelectual e pessoal do ser humano e, acima de tudo, servem para suscitar opiniões sobre vários assuntos de acordo com especialistas. No entanto, hoje a leitura não é só relevante dentro das escolas e em casa, mas também dentro das empresas. Isso por que muitas companhias, pensando em melhorar as habilidades dos seus funcionários, estão incentivando o hábito de leitura dentro das empresas e já estão percebendo mudanças no comportamento, principalmente no clima organizacional. Em entrevista, César Costa, consultor organizacional/diretor presidente da Rhumo Consultoria e criador da leitura dentro das empresas, explica que ler é um entretenimento somador para as instituições brasileiras. “É um conhecimento permanente e compartilhado. É uma forma de lazer, pois você pode fazer a hora que quiser e em qualquer lugar. É um hobbie completo e interessante, pois ajuda a desenvolver a pessoa como indivíduo. Já no lado profissional, dentro das empresas, a leitura ajuda a compreender e entender melhor alguns conceitos relacionados ao trabalho. A pessoa escreve, redige e fala melhor. Isto ajuda na argumentação, no

César Costa

“É um hobbie completo e interessante, pois ajuda a desenvolver a pessoa como indivíduo”

vocabulário e acima de tudo, no desenvolvimento de projetos empresariais”, comenta. Sobre o desempenho dos funcionários, Costa, lembra que a criatividade é um dos primeiros indícios deste hábito. “O costume da leitura estimula a criatividade do profissional, pois ele consegue ter diferentes pontos de vistas e de argumentação. A pessoa que lê com frequência também tem a capacidade de fazer boas propostas e projetos que beneficiem a empresa. Ou seja, tudo o que eles aprendem na teoria com os livros, são aplicáveis no dia a dia, com isto a empresa ganha e os funcionários também”, ressalta.Questionado sobre como as companhias podem criar

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meios de incentivo a leitura, Costa diz que montar uma biblioteca é uma das saídas. “Ter um espaço enriquecido com muitos títulos, seja de auto-ajuda, motivação, empresarial, por exemplo, cria várias possibilidades de arranjo entre os funcionários, tais como troca, empréstimo e grupos de discussões. As vantagens são diversas para ambos os lados. Quanto mais qualificados estão os profissionais, melhores serão suas habilidades e idéias. A empresa ganha em desenvolvimento de equipe e melhora o relacionamento interno”. Leitura e aprendizado Visando o desenvolvimento pelo gosto da leitura, o Instituto Brasileiro de Gestão Avançado (IBGA) criou o Programa de Incentivo à Leitura e Aprendizado (PILA), que de acordo com consultor e neurocientista do instituto, Aguilar Pinheiro, se propõe também a uma ampliação da bagagem profissional. “Formar a cultura crítica sobre o ambiente corporativo e ao mesmo tempo, capacitar os funcionários para discutir os temas lidos e associar o aprendizado da leitura à sua atividade dentro da empresa. O jovem lê pouco e, leituras sobre negócios, raramente”, diz. Segundo Pinheiro, auto-estima e confiança ao iniciar uma conversa com clientes são alguns dos grandes benefícios desse hábito. “Como as leituras são selecionadas de acordo com a função e as necessidades de desenvolvimento de cada pessoa, a perspectiva de carreira também é enriquecida”, conclui.


Divulgação

O jornalismo se modificou, as máquinas de escrever foram trocadas pela tecnologia. Os computadores e a Internet, hoje reinam no século 21. Porém, algo ainda continua o mesmo: jornalismo sério com profissionalismo e credibilidade, poucos conseguem oferecer para os leitores. (Felipe José de Jesus)

Revista

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Revista Correio Eletrônico 21ª Edição - Março e Abril de 2014  

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