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(47)3056.7444 (47)9779.7857 (47)9779.7877 Rua 900, n 135 Sala 04 Centro | Galeria Maison Balneário Camboriú-SC



E n xova is de ca ma

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Babies & Kids

que alegria!

Nosso segundo bebê, EDITORIAL

Enfim, o segundo Babies & Kids está no nosso colo. Assim como nosso primeiro “filho”, este também foi cuidadosamente planejado, gestado e gerado cheio de amor e expectativas e com conteúdos que encham de conhecimento os olhos e o coração de quem o lê. Esta segunda edição foi preparada como um presente, algo para ser curtido e estudado, com o objetivo de ajudarmos a criar um mundo mais sábio, leve e consciente na criação das nossas crianças.

Seu sonho de gerar uma criança ainda não foi possível? Uma matéria sobre fertilização e reprodução assistida mostra as possibilidades que a tecnologia e a medicina nos trazem nos dias atuais. E você poderá conhecer também uma escola internacional – a primeira e única no Vale do Itajaí – que tem a proposta de preparar jovens para o mundo globalizado. Vem com a gente embalar este “Babies”!

Do ponto de vista sentimental, o segundo Babies tem um significado ainda mais especial para mim. Ele chega no momento mais pleno da minha vida: a maternidade! Meu primeiro filho, Álvaro, nasceu praticamente na mesma época em que gerávamos a revista, dando um novo significado à produção e organização de um dos produtos mais lindos da Perfil Editora. É por meio da segunda edição do Babies & Kids que eu e várias novas (e antigas) mamães poderemos ampliar informações sobre os benefícios de um quarto montessoriano, projetado especialmente para ser curtido e habitado por crianças pequenas. Aqui você também entenderá alguns dos motivos da cólica em bebês, com dicas e sugestões para acalmá-los, ou ainda saber um pouco mais sobre a rotina e a importância de um sono tranquilo para o seu filho.


Luciana Coutinho Publisher -  lucianacrt


Av. Coronel Marcos Konder, 1207 Embraed Centro Empresarial, sala 68 - Centro - Itajai - SC CEP 88301320 47 33489998 | 47 33445017  revistabemestar  bemestarib

DIRETORA GERAL Elisabete Coutinho DIAGRAMAÇÃO E REVISÃO NUCLED André Rocha Elizabeth Gonzaga da Rocha Rafael Foigt REDAÇÃO

Luciana Zonta Joana Gall FOTO CAPA Fernanda Reis IMPRESSÃO Gráfica Mayer Tiragem: 10.000

Baixe o aplicativo gratuito para folhear o anuário Babies & Kids Online  


Babies & Kids

ÍNDICE A maternidade: expectativas x realidade ARTIGO

12 14


A “fotografia”do bebê na barriga ULTRASSOM

Amamentar: persistência é fundamental GRAVIDEZ


BLW: introdução direcionada pelo bebê

Dentro da rotina é mais tranquilo ROTINA


Contando carneirinhos SONO

Meu filho tem os dentes separados. E agora? ODONTOLOGIA



22 26 28


Cólicas? Calma é o remédio BEM-ESTAR

É comum. Mas não é normal REFLUXO


Aprendendo a crescer ESTÍMULOS


Tem um “intruso” na nossa casa! CIÚMES

Valley School vira referência em escola internacional no Vale do Itajaí ENSINO


50 54 56 60


Feitos para os pequenos DECORAÇÃO

Um quarto pra sonhar Pequeninos cheios de estilo!



Opções para todas as necessidades CARRINHO DE BEBÊ


Aquarela Estúdio EDITORIAL

Preparativos para o grande dia A CHEGADA



Casa na Mata: como nos tempos da vovó ESPAÇO INFANTIL

Fran Negredo EDITORIAL



Celebração cheia de estilo! BATIZADO

Festa com a cara do dono ANIVERSÁRIO


A maternidade: expectativas x realidade

Babies & Kids


Quando entramos no mundo da maternidade, surgem muitas alegrias, sonhos, dúvidas, inseguranças, desejos, expectativas. Mas, tem algo que pouco se fala: que a maternidade é colocada, muitas vezes, de forma romântica, como se só tivesse momentos lindos e maravilhosos. Entretanto, no dia a dia, surgem muitos desafios e dificuldades, e justamente pela maneira como ela é imposta, as pessoas se sentem culpadas por admitir que existe, sim, esse lado. Mas tudo bem, porque isto faz parte e também é possível passar por estes momentos de maneira leve e feliz.

Ao engravidar, a mulher passa por diversas mudanças físicas e emocionais. Vivenciar todas estas transformações é maravilhoso e mágico, mas não para todas as mulheres. Uma queixa muito frequente entre as gestantes é da enxurrada de questionamentos e palpites que elas recebem logo após a descoberta da gravidez (e continuam depois que o bebê nasce). “Você vai fazer parto normal, cesárea ou humanizado?”, “Vai amamentar até que idade?”, “Vai colocar na escola, deixar com a avó ou largar o trabalho?”, enfim, são diversas questões. Cada um tem uma forma de pensar e agir, não existe apenas uma maneira correta de gestar, parir, educar, criar…portanto, deixo algumas dicas fundamentais para promover saúde emocional tanto da mãe quanto do bebê, afinal, o bebê precisa do seu bem-estar para se sentir bem também.

1. Procure um bom profissional para esclarecer suas dúvidas ao longo da gestação e no puerpério (obstetra, psicólogo, pediatra, doula, por exemplo); 2. Tente não criar muitas expectativas, pois você pode (e vai) se frustrar; 3. Sem dúvida alguma, a amamentação é o melhor e mais saudável alimento que você pode dar ao seu bebê até pelo menos os seis meses de vida, mas se por algum motivo você não conseguir amamentar, não se culpe, você não é menos mãe por isso; 4. Você vai receber muitas visitas após o nascimento, mas como mãe e bebê estão se adaptando a nova rotina, é super aceitável que você prefira descansar, por isso, peça que se possível, as pessoas liguem antes para agendar; 5. Assuma as suas escolhas, você não precisa justificá-las a ninguém; 6. Aceite que a maternidade é linda e encantadora, mas nem todo dia e a todo momento, às vezes ela pode ser bastante assustadora, e tudo bem, você também não é menos mãe por admitir isso; 7. E por último, dê sim muito amor, aconchego e colo ao bebê, especialmente nos primeiros meses de vida. Pesquisas apontam que crianças criadas com afeto, tendem a ser adultos mais seguros e confiantes.

E lembre-se, preparar o enxoval, o quarto, as roupas do bebê é fundamental, mas fazer o pré-natal psicológico é tão essencial quanto. Se você quer passar por esta fase de uma maneira mais leve e tranquila, vem comigo. Sou psicóloga, mãe de dois, e criadora do projeto Gestando e Aprendendo, e tenho certeza que posso te ajudar a enfrentar todos esses desafios! Acompanhe meu trabalho nas redes sociais ou entre em contato comigo.

Ana Paula Petry


Psicóloga graduada pela UNIVALI e pós-graduada pelo ICTC em Terapia Cognitiva, com formação em Coaching Psychology pela Academia do Psicólogo. Atua na área clínica, com atendimento de crianças e adultos, além de realizar atendimentos de coaching para mães, grupos e cursos de gestantes, workshops e palestras.

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A ansiedade por conferir a imagem do pequeno bebê na barriga da mãe costuma tomar conta de casais “grávidos” desde a descoberta da gestação. Será que o bebê está bem? O peso está certo? Como está o seu desenvolvimento intrauterino? Dos exames de ultrassom que uma gestante geralmente é orientada a fazer em 40 semanas, dois deles tem papel fundamental: o que mede a translucência nucal e o morfológico.

Como é um exame simples e não invasivo, ou seja, não há risco para mamãe e nem para bebê, deve ser realizado rotineiramente no pré-natal em todas as mamães grávidas. A partir do cálculo desse risco verifica-se a necessidade de se realizar outros exames para se ter a certeza do diagnóstico, possibilitando tratamento mais específico e aconselhamento para o casal sobre as possíveis anomalias do bebê.

Segundo a médica especialista em Medicina Fetal, Mylene Lavado, que atua na clínica Clius, de Itajaí, a Translucência Nucal é medida geralmente entre a 11ª e a 13ª semana de gestação para avaliar as possibilidades de alteração cromossômica (como a Síndrome de Down), malformações ou síndromes genéticas. “O exame não oferece a certeza absoluta, mas revela um risco grande de alguma alteração. Fazer o diagnóstico precoce é fundamental para a realização de um tratamento o mais breve possível”, explica.

O ultrassom morfológico, por sua vez, é um exame de rotina feito normalmente entre 20 e 24 semanas de gravidez. Segundo Dra. Mylene, serve para avaliar o desenvolvimento do bebê com bastantes detalhes, incluindo os órgãos internos.  O ultrassom morfológico do segundo trimestre é uma boa oportunidade de ver o bebê, porque ele ainda aparece quase inteiro na tela.  É uma ocasião que vale a pena levar o papai ou uma pessoa próxima para participar da experiência.

GRAVIDEZ DE RISCO Segundo Dra. Mylene, a gestação é definida como um processo natural, que ocorre geralmente sem intercorrências. Apesar disto, existe uma pequena parcela das gestantes que, por terem características específicas, apresentam maiores probabilidades de evolução gestacional desfavorável, tanto para o feto quanto para a mãe. Essa parcela constitui o grupo chamado de gestantes de alto risco. “Quando há dificuldades para ‘segurar’ a gravidez e ter um recém nascido saudável é fundamental o auxílio de profissionais capacitados para um desfecho gestacional o mais favorável possível”, explica a profissional.

“Quando há dificuldades para ‘segurar’ a gravidez e ter um recém nascido saudável é fundamental o auxílio de profissionais capacitados para um desfecho gestacional o mais favorável possível”

EXAMES DA CLIUS • Ultrassonografia em Ginecologia e Obstetrícia • Medicina Fetal • Ultrassom 3D e 4D • Dopplerfluxometria Colorida

Mylene Lavado Médica especialista em Medicina Fetal


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Amamentar: GRAVIDEZ

persistência é fundamental!


A amamentação no seio é a forma ideal de alimentação nos primeiros meses de vida dos bebês, disso ninguém duvida. Além de fornecer os nutrientes necessários para o desenvolvimento da criança, o ato de amamentar também é um momento especial entre mãe e filho, uma oportunidade de estreitar os laços. Porém, nem sempre a amamentação ocorre de forma tão tranquila. A ginecologista, obstetra e terapeuta sexual Miriam Manica explica que, ao longo dos anos, muitas mulheres têm sido erroneamente orientadas a não amamentar diante de algumas situações, como o uso de medicamentos ou a ocorrência de mastite, por exemplo. “Na maioria das situações, jamais se deve suspender a amamentação, mesmo que por uma semana, o que pode resultar num desmame permanente”, explica. Em algumas situações a amamentação realmente é contra indicada, como em casos de HIV, já que existe o risco de transmissão de mãe para filho. Nas hepatites virais, Miriam afirma que o bom senso deve prevalecer, pois mesmo quando o bebê recebe a vacina, a amamentação pode não ser indicada. Nestes casos, é recomendada a fórmula infantil ou leite pasteurizado, disponível em bancos de leite.



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DOENÇAS DURANTE A AMAMENTAÇÃO Algumas doenças corriqueiras durante a amamentação »» Mastite: caracterizada pela infecção nos seios »» Abscesso mamário: quadro com necessidade de tratamento com antibióticos e muitas vezes, intervenção cirúrgica »» Infecções cutâneas nas mães, resfriados e gripes »» Mãe HIV+ »» Hepatites virais »» Herpes simples na mãe »» Sarampo, Rubéola e Sífilis »» Doenças autoimunes (como exemplo a púrpura, doença autoimune da tireóide, anemia hemolítica) »» Doenças da criança, como diarreia e vômitos »» Doenças respiratórias »» Icterícia (conhecida como amarelão) Para a médica, em grande parte destas situações, a amamentação no peito pode continuar sendo realizada. “O importante é analisar cada caso individualmente e fazer um pré-natal dentro do que é aconselhado pela Organização Mundial da Saúde”, ressalta. Uma das doenças mais conhecidas pelas mulheres, por exemplo, é a mastite – uma inflamação das glândulas da mama causada pelo acúmulo de leite e que acontece com maior frequência no pós-parto. A mastite pode ocorrer em uma mama ou nas duas e as características são mamas vermelhas, endurecidas, doloridas e quentes. Uma das maneiras de se evitar a inflamação é evitar o acúmulo de leite nos ductos.


De acordo com Miriam, no decorrer da gestação esta e outras dúvidas podem ser esclarecidas nas consultas – lembrando que são necessários pelo menos seis encontros com o médico durante o pré-natal. Se a mãe já está passando pela segunda gestação e sofreu com alguma doença durante a amamentação do primemiro filho, não significa que o problema irá ocorrer novamente. “As doenças, exceto as crônicas, não são recorrentes. Sendo assim, a nova gestação é uma nova realidade e as experiências anteriores acabam facilitando a vida”, afirma.

A HORA DE MAMAR Antes do bebê nascer, muitas mães estudam e se preparam para o momento da amamentação. Na prática, algumas dicas podem ajudar. • Bombinhas para tirar o leite: algumas vezes a mãe produz muito leite e deseja doar ou precisa armazenar para dar ao bebê em diferentes horários. Existem dois tipos de bombas: as manuais e as elétricas. As manuais são mais baratas e a mãe controla a força na sucção, o ponto negativo é que demora mais. Já as elétricas usam pilhas ou tomadas e a velocidade da sucção pode ser ajustada na própria máquina. • Ordenha manual: alguns especialistas afirmam que as bombas podem machucar o seio, por isso indicam a ordenha com as mãos. Para isso a mãe deve lavar bem as mãos, prender os cabelos e usar uma máscara ou lenço na boca. A mulher deve fazer um movimento com os dedos indicador e polegar, pressionando o seio até o mamilo. • Armazenamento do leite: o leite deve ser armazenado em um recipiente de vidro limpo e esterilizado, para isso ele deve ser lavado em água fervente por 15 minutos. Ele pode ser armazenado em congelador (dentro da geladeira) durante uma semana. Se for congelado no freezer, pode ficar por três meses. • Quanto tempo deve durar cada mamada? Isso depende muito de cada bebê e de cada mãe. Também vai variar conforme a idade do neném, um recém-nascido pode demorar muito mais do que um bebê de seis meses, por exemplo. O importante é permitir que o bebê tenha o seu tempo e aproveite ao máximo o leite – principalmente no final da mamada, quando o leite é rico em gordura e vitaminas lipossolúveis. • É importante que o bebê mame completamente em um seio, para só depois oferecer o outro. Isso porque o leite no início da mamada é diferente do leite do final. No princípio ele é mais aguado e tem mais proteínas e açúcares. Já no final, o leite é rico em gordura e tem mais calorias. É importante que o bebê consuma todo o leite, por isso deve-se alternar os seios a cada mamada. • O uso de conchas pode ajudar a mãe, mas alguns cuidados devem ser tomados para que não prejudique a saúde nem a amamentação. As conchas são utilizadas por baixo do sutiã e geralmente servem para corrigir o mamilo invertido ou plano e facilitar a pega do bebê. Também pode coletar o leite que fica “vazando” e proteger um mamilo rachado. Porém, elas não podem apertar, devem ser lavadas e fervidas diariamente e, dependendo do tipo, não pode ser usada por mais de três horas. Conchas muito apertadas podem fazer mal aos seios, e não é recomendado que se durma com elas.


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introdução alimentar direcionada pelo bebê


A partir do sexto mês de vida, o leite materno ou fórmula láctea não suprem todas as necessidades nutricionais da criança. É neste período que coincide com maior maturação gastrointestinal do bebê, é que podemos iniciar a introdução de outros alimentos. Culturalmente fazemos esta introdução com papas, misturando ingredientes e ofertando à criança com o uso de colher. Isso porque antigamente acabávamos introduzindo alimentos antes dos seis meses, quando a criança ainda não tinha maturidade para preensão palmar. Descrito pela autora britânica Gill Rapley, um novo método de introdução alimentar tem chamado a atenção de muitos pais: o BLW (Baby-led Weaning – Desmame guiado pelo bebê).


A técnica não é nova, mas ganhou com a autora uma estruturação e foi categorizado como método. A ideia é simples: dispor os alimentos cortados em pedaços grandes ao alcance da criança para que ela escolha, pegue, explore e leve o alimento à boca. A criança é que vai, por conta própria, diminuindo o número de mamadas e aumentando a aceitação de alimentos sólidos. Importante lembrar que o aleitamento materno deve ser estimulado após os seis meses de vida até por volta dos dois anos de idade.

O BLW oferece à criança um mundo de cores, texturas, aromas e sabores. Estimula uma relação saudável e lúdica dela com a comida. Isso tudo é perdido com o método tradicional de papinhas, umas vez que os alimentos são todos misturados e ofertados num mesmo momento. Além disso, o BLW estimula o sentido de autonomia da criança, uma vez que ela é a protagonista da alimentação. O maior medo das mães sobre a técnica: engasgos. Aos seis meses porém, os bebês já estão mais preparados para pega e mastigação do alimento. O desenvolvimento neurológico da criança segue uma sequência lógica: primeiro aprende a mastigar, depois a buscar e pegar alimentos. Por último é que ela desenvolve o tato fino de preensão polegar-indicador, ou seja, a chance dela se engasgar com alimentos pequenos é mínima, uma vez que por conta própria ela não consegue alcançá-los. Os diversos estudos sobre o método não demonstram aumento de engasgos nas crianças. Existe sim um reflexo natural chamado de “gag”, no qual a criança pode até ficar vermelhinha, tossir, lacrimejar, mas não ocorre obstrução da via aérea por alimento. A técnica exige a observação atenta dos pais sempre!

COMO REALIZAR O BLW? Coloque o bebê sentado na cadeira, de preferência no horário de refeição da família, e disponha os alimentos na mesa de modo que a criança consiga interagir com a comida. Explore formatos, modos de preparo (crus ou cozidos), cores e texturas. É natural que no início ele mais brinque do que coma. Não force e nem direcione o alimento à boca. É preciso tempo e paciência. A técnica serve para todos os bebês? Não... é necessário avaliação médica com o pediatra e/ou nutricionista materno-infantil. Para bebês prematuros ou com atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor pode ser que não seja praticável no tempo cronológico. Independe do método de introdução alimentar escolhido (papas, BLW ou misto), os pais devem ofertar alimentos frescos, comida caseira e não industrializada. Hábitos alimentares saudáveis começam desde cedo. *O autor é médico pediatra.


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Quando uma família espera a chegada de um bebê, todos se preparam. Os pais organizam o lar e a rotina na espera do filho que vai nascer. Os primeiros dias são de surpresas, mas também de adaptações. E nos primeiros meses, principalmente, algumas famílias acabam passando por um processo ainda mais desafiador: as cólicas.



Cerca de 20% dos bebês têm cólicas nas primeiras semanas de vida. A nutricionista Alini Faqueti, especialista em Nutrição Clínica e Funcional, explica que a causa desses sintomas ainda não foi definida, mas pode ser atribuída a imaturidade do aparelho digestivo do bebê. Ou seja, a cólica pode ser considerada normal e natural. “Ela é geralmente identificada pelos pais quando o recém-nascido, além do choro, apresenta irritabilidade e angústia, mesmo estando de barriguinha cheia, com fralda limpa e roupas confortáveis”, comenta. Muitas pessoas acreditam que, para os bebês que mamam no peito, a alimentação da mãe tem relação direta com as cólicas. Alini afirma que esta é uma questão muito controversa, já que os estudos sobre o tema ainda são escassos. “No entanto, duas classes de alimentos poderiam estar relacionadas às cólicas: os potenciais alergênicos como leite, trigo, amendoim, ovo, soja; e os vegetais crucíferos como repolho, brócolis, couve-flor, couve, rabanete”, completa. “Há ainda alguns outros alimentos que são frequentemente associados com as cólicas como alho, cebola, chocolate e café”.

“Ela é geralmente identificada pelos pais quando o recém-nascido, além do choro, apresenta irritabilidade e angústia, mesmo estando de barriguinha cheia, com fralda limpa e roupas confortáveis”

Para a nutricionista, os alimentos não devem ser excluídos do cardápio da mãe, a não ser que a criança apresente alguma alergia como, por exemplo, a proteína do leite de vaca (ocorre quando o sistema imunológico reconhece as proteínas do leite como um agente agressor, o que pode desencadear uma série de sintomas como gases, diarreia ou distensão abdominal). Já a intolerância à lactose acontece quando o organismo produz pouca, ou não produz, a quantidade de enzima lactase responsável pela digestão da lactose. Com isso pode ocorrer o acúmulo de lactose no intestino, que acaba fermentando e também causa gases, cólicas e diarreia. A dica da especialista é que as mães observem sua alimentação e o efeito que pode causar no bebê – não apenas nas cólicas, mas no comportamento, na vontade de mamar e nas fezes. “Caso identifiquem um alimento que associem com algum desconforto do filho, sugiro que diminuam o consumo e substituam adequadamente por outro, sem perder a qualidade nutricional. Do mais, o ideal é manter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e água, e evitar os alimentos ultraprocessados, ou seja, aqueles vendidos em embalagens coloridas e brilhantes nos supermercados”, explica.

Colic Calm é um remédio homeopático 100% natural. Funciona instantaneamente! Ele só precisa ser dado assim que os sintomas de desconforto infantil tornamse evidentes. Não existe a necessidade de doses regulares, e ao contrário de outras fórmulas, não é necessário grandes esperas para que faça efeito sobre os problemas do seu bebê. Embora originalmente concebido para o tratamento de cólicas e gases nos bebês, muitos pais também relataram grande sucesso em aliviar refluxo ácido. Ao contrário dos medicamentos que são comumente prescritos nos dias de hoje, Colic Calm não altera o equilíbrio do delicado sistema digestivo dos bebês. Os ingredientes homeopáticos de Colic Calm estimulam as propriedades de autocura do organismo. Este produto também ajuda o sistema digestivo do bebê a se ajustar a novos alimentos, alivia soluços e dores de estômago, que muitas vezes são resultado do aumento da produção de saliva durante a dentição.

Dicas da especialista • É recomendado oferecer chás para as crianças que estão com cólica? Não. Nenhum outro líquido ou alimento deve ser oferecido à criança que está em aleitamento materno exclusivo antes dos seis meses. • Que outras práticas os pais podem adotar para auxiliar no alívio das dores? O amor é o principal remédio para o alívio das cólicas! O amor próprio com o qual os pais aceitam que a cólica é um processo natural e não de culpa. Além de todo esse amor, compressas com fraldinhas levemente aquecidas, massagem na barriguinha do bebê e movimentar as perninhas como “pedalar no ar”, podem ajudar a reduzir essas dores. • O que mais pode ser feito? A mãe que amamenta pode tomar alguns chás, como o de funcho, camomila e erva doce. Outra dica também é colocar o bebê deitado de bruços para aliviar, sempre sob supervisão.

Você sabia? Você sabia que as necessidades nutricionais da mamãe aumentam quando ela está amamentando? Nos primeiros meses de vida do bebê, quando ele mama em intervalos curtos de tempo, a alimentação da mãe precisa ganhar um up para dar conta de tanta demanda. Nesse período é bom a mãe caprichar na alimentação, lembrando que, quanto mais naturais e frescos forem os alimentos, mais ricos em nutrientes eles serão. É bom evitar alimentos ultraprocessados que são ricos em açúcar, sal, gordura e aditivos químicos.


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É comum, mas não é normal ESPECIALISTA




Quando um bebê nasce, pode levar algum tempo até que seu corpo funcione perfeitamente bem. No começo, muitos imprevistos surgem surpreendendo os pais e um deles é o vômito. A criança pode regurgitar por diversos motivos e, sem saber a origem do problema, a família fica preocupada. O pediatra neonatologista e professor do curso de Medicina da Univali, Roque Antônio Foresti, explica que a primeira dúvida a ser esclarecida é: o seu filho vomita frequentemente? Se a resposta for sim, muitas razões levam a este problema e um médico sempre deve ser consultado. O vômito em recém-nascidos (bebês com até 28 dias) e lactantes (bebês em fase de amamentação) pode ter origem em várias causas, como má formação congênita, alteração da atividade gastrointestinal ou intolerâncias alimentares.

“Vomitar nunca é normal, mas é comum”, alerta o professor. “Muitas vezes a mãe chega na consulta já com o possível diagnóstico pronto, mas temos que entender que existem uma série de fatores que devem ser analisados”, completa. Ainda de acordo com o médico, algumas vezes o bebê regurgita simplesmente porque mama demais. “Muitas vezes a criança procura o seio constantemente e não é porque está com fome, mas para ficar próxima da mãe. Nestes casos, quando ela já mamou demais, acaba vomitando porque tem uma capacidade gástrica inferior ao que comeu”, comenta. “Existe um jargão médico que chamamos de ‘vomitador feliz’. Este é o bebê que vomita, mas ganha peso, mama no peito, não tem problema pulmonar e não chora. Ou seja, é saudável. Nestes casos não temos razão de interferir”.

O REFLUXO Dentre as possibilidades de uma criança vomitar existe também uma doença chamada refluxo. O professor Roque explica que o diagnóstico é muito mais clínico do que laboratorial. Ou seja, podem ser realizados diversos exames como cintilografia, cenografia e ultrassonografia, porém, a avaliação vai depender muito da análise de cada médico. Alguns fatores são identificados na hora de diagnosticar esta doença, como o choro. O refluxo causa a esofagite, que é uma irritação, inflamação ou inchaço no esôfago. A criança chora por causa da dor. Além disso, ela passa a diminuir o ganho de peso, tosse bastante, tem obstrução nasal e outras doenças pulmonares. Outro fator que deve ser analisado com atenção é a náusea. Conforme o especialista, sempre que houver náusea antes do vômito já é um sinal de doença (não necessariamente refluxo). “Cada caso deve ser analisado de forma individual, mas o tratamento clínico é pouco efetivo. Na maioria das vezes o bebê vai crescendo, corrigindo a postura e acaba melhorando”, explica. O professor ainda completa que, em casos extremos, pode existir a necessidade de uma operação. Nestes casos mais complicados, um gastroenterologista pediatra também deve ser consultado.


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A rotina de uma família é essencial para manter a ordem das atividades e a programação do dia a dia. Para os bebês, ela apresenta diversas vantagens: torna o cotidiano mais tranquilo e determina os horários e os hábitos da criança. Sem rotina, os bebês não sabem o que vai acontecer durante o dia e ficam mais agitados.

O dia de um bebê

Quer conhecer mais sobre a rotina do Benjamin? Confira um exemplo:

Viviane Faria Silva é pediatra e homeopata e explica que as crianças se sentem melhor em saber o que virá em determinado horário. Isso traz organização no seu dia a dia, com mais satisfação e, consequentemente, melhor estado mental, emocional e físico. “Serão bebês mais seguros e felizes”, completa. A médica ainda afirma que a rotina ajuda os pais a lidarem melhor com esse bebê, diminuindo o estresse e facilitando a interação saudável com o filho. Existem técnicas onde as rotinas podem ser definidas pelos bebês, pelos pais e as mistas. Basicamente, nos primeiros dias de vida, a rotina do bebê é definida pelos seus horários de fome e sono, que é a técnica da Livre Demanda, conforme explica Viviane. Nessa técnica o bebê deve ser alimentado e colocado para dormir quando demonstrar fome e sono e não em horários regulares. Aos poucos, o bebê vai se adequando e criando a sua própria rotina. Mesmo assim, a mãe poderá estabelecer uma rotina de ordem de atividades como oferecer o peito, colocar para arrotar e dar o outro peito em cada mamada. Isso vai determinando um padrão de comportamento e auxiliando no estabelecimento da rotina. Raphaela Noêmia Dutra é mãe do pequeno Benjamin Dutra Rosa, de seis meses. Ela conta que só conseguiu realmente estabelecer uma rotina a partir dos terceiro mês de vida do filho - antes foi um período de adaptação. “Fomos testando os melhores horários para o banho e para a soneca até nos adaptarmos. A rotina é extremamente importante porque ele fica mais calmo, já vai entendendo o que acontece e tudo flui de forma mais tranquila”, completa. A pediatra explica que, de fato, não existe uma idade certa para começar a determinar uma rotina, nem mesmo um consenso entre os especialistas. Porém, muitos pediatras sugerem que eles estão prontos por volta dos dois meses de idade. Antes dessa idade, é preciso compreender que um recém-nascido está descobrindo tudo ao seu redor, tudo é novo. Mas, de qualquer forma, os pais podem começar a ensinar algumas coisas básicas. “Por exemplo, ele não nasce sabendo dormir a noite toda, precisa aprender a diferenciar a noite do dia. Uma ponto importante é que a mãe alimente o bebê conforme ele sentir necessidade, ajudando-o a se perceber nas suas próprias necessidades também”, afirma.

 7h / 8h

Momento de acordar

 9h

Primeira mamada do dia

 9h30

Passeio no parque, na pracinha, no quintal. Também pode ser uma visita a algum parente

 11h

Retorno para casa

 11h30


 12h30

Soneca da tarde

 15h30

Hora de acordar

 15h40

Lanchinho da tarde

 16h

Momento de brincar

 17h

Hora do banho, escovar os dentinhos, pentear os cabelos

 19h


 19h30

Leitura de um livrinho

 20h

Vai dormir no bercinho


É relativo, pode acordar para mamar de duas a três vezes










47 3346.8608 47 9238.0584 47 9942.3997


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neirinho r a c o d s n a t n o C


O bebê chega em casa e a noção de tempo muda completamente. As horas passam mais rápido, ou lentamente, às vezes o dia fica curto e as noites muito longas. Isso porque, muitas vezes, é normal os pais acordarem durante a madrugada por causa do filho pequeno – principalmente as mães que amamentam no peito.


A médica pediatra especialista em Terapia Intensiva Pediátrica e professora no curso de Medicina da Univali, Janaina Sortica Fachini, explica que nos primeiros três meses de vida é esperado que o bebê acorde a cada três horas para mamar, pois seu estômago é pequeno e ele está em fase de grande demanda de energia, necessitando de mamadas mais frequentes. “Depois do primeiro trimestre, além das mamadas se espaçarem, o bebê passa a produzir o hormônio que faz seu organismo diferenciar o dia da noite. Entre o terceiro e o quarto mês de vida, o bebê pode ficar até

quatro horas sem mamar, depois este tempo de sono vai aumentando até que, entre seis e oito meses, a maioria dos bebês já pode dormir a noite toda”, explica. “A partir dos oito meses, quando o bebê já recebe alimentação sólida completa, não há mais necessidade de acordar durante a noite para amamentação”. Ainda de acordo com a professora, quem dita o ritmo de sono do bebê será, principalmente, a atitude dos pais. Por exemplo, se o bebê dorme no quarto dos pais e, ao menor movimento no berço a mãe já o amamenta, ele manterá o hábito de amamentação na madrugada por períodos mais prolongados. Além disso, é fundamental lembrar que a posição correta para o sono do neném é de barriga para cima ou de lado. “A posição ventral, chamada posição de bruços, deve ser evitada, pois está associada ao que chamamos morte súbita do lactente, e também facilita asfixia do bebê e engasgos com leite”, completa a médica.

“A partir dos oito meses, quando o bebê já recebe alimentação sólida completa, não há mais necessidade de acordar durante a noite para amamentação” Dra. Janaina Sortica Fachini

Em algumas situações é comum que o bebê troque o dia pela noite. Nos primeiros três meses de vida ele tende a seguir o ritmo da mãe, mas é importante que os pais diferenciem os horários logo no início. Mesmo que o bebê durma bastante, a dica é deixar os ambientes mais iluminados com a luz do sol e mais tranquilos durante a noite. Além disso, também é indicado evitar brincadeiras agitadas de noite, quando está na hora de se preparar para o sono. “Os bebês reagem aos estímulos do ambiente, então é importante evitar agitação e muito barulho à noite para que tenham um bom sono”, completa. Para a médica, outra atitude que ajuda a determinar o sono das crianças é por meio da rotina. Em casa, por exemplo, os bebês devem dormir sempre no mesmo horário (entre 19 e 21h) e no mesmo local (de preferência sua cama ou berço). Pode-se usar algum objeto como os famosos “cheirinhos” (toalhas, fraldas, etc), móbiles ou bichinhos para facilitar o sono do bebê.

GESTA VIDA Gostou destas dicas? A professora Janaina também faz parte de um projeto de extensão realizado na Univali chamado Gesta Vida. Estes e outros assuntos são discutidos durante os encontros. O curso prepara as futuras mamães a manter uma vida saudável, durante e depois da gestação. Os encontros são gratuitos e direcionados às gestantes de Itajaí e região. As atividades são realizadas semanalmente, com 1h30 de duração. Durante as aulas, as gestantes aprendem sobre mitos e verdades, os riscos que devem ser evitados, os exercícios físicos indispensáveis para essa fase, a importância do planejamento familiar, quais os alimentos adequados para o período da gravidez, entre outras temáticas. Para entrar em contato basta ligar no telefone: (47) 3341-7788.


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Chamamos de diastemas os espaços que existem entre os dentes, seja na dentição decídua (de leite), mista (pré-adolescência) ou definitiva (adulta). Durante a dentição de leite na maioria das crianças é normal que os dentes sejam separados, afinal os dentes de leite são muito mais estreitos que os definitivos. Os dentes permanentes por serem maiores e mais largos sairão ocupando o lugar dos dentes de leite, ou seja, necessitam desse espaço, que é habitual e fisiológico até por volta dos seis ou sete anos. Portanto, não há necessidade de preocupação quando existem espaços entre os dentes nesta fase, a não ser que os espaços sejam muito, mas muito grandes. Os problemas são mais importantes quando esses espaços não existem porque sendo assim, aonde vão se colocar os dentes definitivos? É bom que as crianças tenham espaço entre os dentes de leite. Estudos demonstram que 40% das crianças que não possuem espaços nas arcadas dentárias durante a dentição de leite apresentarão APINHAMENTO DENTAL (dentes tortos) na idade adulta. Apesar de benéficos os espaçamentos necessitam de cuidados com a higienização correta. Caso contrário, podem surgir doenças como a cárie dental. Por isso, é importante a utilização diária do fio dental desde o nascimento dos primeiros dentinhos. Lembrando que, para as crianças de pouca idade a tarefa de passar o fio dental realizada pelos pais pode ser facilitada com a introdução do FLOSSER (passador de fio descartável).

Por Dra. Mariana Feliciani Wippel Graduada em Odontologia UFSC Especialista em Ortodontia pela ABCD Especialista em Odontopediatria pelo IOA


O DIASTEMA NA FASE DO PATINHO FEIO (PRÉ-ADOLESCÊNCIA) Como ortodontista e odontopediatra, recebo muitos pais preocupados com o posicionamento dentário de suas crianças na época da troca da dentição decídua (de leite) para a permanente, chamada dentição mista. Uma das preocupações mais comuns é com o diastema (espaço) existente entre os incisivos centrais permanentes superiores, prejudicando a estética facial. Apesar deste diastema geralmente ser normal até a erupção dos caninos superiores, em alguns casos ele pode ser causado pelo aumento de volume ou mau posicionamento do freio labial superior (que é aquela faixa de tecido que começa na gengiva bem no meio dos incisivos centrais superiores e vai até a parte de dentro do lábio superior, ligando-os. Nestes casos é preciso realizar um pequeno procedimento cirúrgico chamado de FRENECTOMIA LABIAL, a fim de remover o excesso ou reposicionar o freio, permitindo assim o fechamento espontâneo do espaço entre os dentes incisivos.

IDADE ADULTA Por volta dos 12 anos é imprescindível uma reavaliação ortodôntica (a primeira avaliação deve ser realizada na idade de seis a sete anos) para identificar a real necessidade de fechar os espaços entre os dentes com aparelho ortodôntico. Na idade adulta espaços dentários são considerados antiestéticos e se não tratados na idade certa podem favorecer o surgimento de hábitos indesejáveis como, por exemplo, interposição lingual durante a fala, deglutição atípica, dificuldade de pronunciar corretamente algumas palavras e até mesmo introspecção social.

Dra. Mariana Feliciani Wippel

ORTODONTIA E ODONTOPEDIATRIA  @clinicaviadental  clinicaviadental


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No dia a dia, o bebê e a família passam juntos por diversas fases de aprendizagem e amadurecimento. Para aproveitar cada uma delas ao máximo e ter uma participação ativa na rotina da criança, os pais podem – e devem – estimular os filhos. Os incentivos variam muito e também dependem da idade e das características de cada bebê: alguns vão brincar mais, outros falar mais cedo, e alguns podem caminhar mais tarde.

Para o médico pediatra Fabio Alves Schneider é importante oferecer cuidados e estímulos desde o nascimento, uma vez que o sistema nervoso da criança está em constante aprimoramento. “Sabemos que os estímulos propiciam o desenvolvimento do cérebro de uma maneira pró-ativa, fazendo com que a criança aprenda com maior rapidez a ter uma interlocução com o ambiente e os outros”, explica. Ainda de acordo com o especialista, o contato direto com a pele do bebê durante o banho, a massagem lenta e constante do seu corpinho, conversar com a criança, cantarolar músicas ou contar histórias, deixar sob seu ângulo de visão objetos lineares com alternância de cores escuras e claras, são algumas atitudes que provocam reações e sensações no bebê e ajudarão no seu desenvolvimento cerebral. A estudante Florence Butschkau Monteiro é mãe de duas crianças e concorda que os estímulos são fundamentais. Ela conta que seus filhos estão em constante observação, por isso aprendem muito com os pais. “Em algumas atividades que são estimulados eles conseguem aprender mais rápido, desenvolvem com mais facilidade”.

“Sabemos que os estímulos propiciam o desenvolvimento do cérebro de uma maneira pró-ativa, fazendo com que a criança aprenda com maior rapidez a ter uma interlocução com o ambiente e os outros” Dr. Fabio Alves Schneider


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Florence acredita também que a presença de outras crianças pode incentivar neste aprendizado. Sua filha mais velha, a Mayara, frequentou a escolinha logo cedo. “Senti essa diferença com meu segundo filho, o Felipe, pois foi tudo ao contrário. A nossa condição permitiu que ele fosse para a creche somente aos dois anos, então demorei um pouco a perceber que ele precisaria de mais estímulos dentro de casa, já que não tinha nenhum convívio fora”, relembra. Ainda de acordo com ela, algumas atividades que a família organiza para incentivar o aprendizado são as leituras, brinquedos mais desafiadores e conversar bastante – até no banho.



Nem todos aprendem com a mesma facilidade, agilidade e velocidade. Isso não implica, necessariamente, em algum atraso do desenvolvimento ou doença.

Converse sempre com o pediatra a respeito da aprendizagem, evitando comparações do tipo “o meu outro filho na idade dele já fazia isso”.

Tenha a compreensão entre o momento do estímulo e o momento do descanso. Até mesmo os grandes atletas precisam alternar seus treinos com momentos de relaxamento. Logo, se o bebê começa a se mostrar desinteressado por aquele estímulo ou brincadeira, agitado ou choroso, não insista.

Não infantilize ao ensinar palavras para seu filho. Lembre-se que ele está em fase de aprendizagem e que vai aprender o que você ensinar. Se você ensinar errado, aprenderá errado.

Nomeie as coisas que a criança aponta, por exemplo ela aponta uma bola e fala “bo”. Você deve pegar a bola mostrar para a criança e falar “bola”, olhando para ela e certificando-se de que ela está ouvindo.

Leia para seu filho, não importa a idade que ele tem. Ler fará com ele possa ter contato auditivo com um maior número de palavras, aumentando o seu vocabulário. Quando a criança estiver maior mostre as letras e figuras do livro, equanto o lê. Em uma fase mais adiante em que ela esteja sendo alfabetizada, leia o livro junto com ela. Posteriormente, deixa-a ler o livro para você. E, por fim, quando a mesma já dominar a leitura, peça-a que conte a história sem ler, com suas próprias palavras.


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Tem um “intruso” na nossa casa!

Psicóloga dá dicas de como lidar com a chegada do segundo filho e o que fazer para amenizar o ciúme do irmão mais velho

O bebê pequeno e fofo que acaba de chegar em casa parece ter mais força do que realmente aparenta. Em cinco dias fora da barriga da mamãe, o irmãozinho tão esperado durante nove meses já recebeu uma dezena de visitas, ganhou outra dezena de presentes, exige atenção extra da mamãe – antes exclusiva ao primogênito –, chora de madrugada para mamar e depende de outra pessoa para quase tudo. Mesmo quando muito esperado pelo irmão mais velho, o segundo (ou terceiro ou quarto) bebê da casa pode causar uma avalanche de emoções e, principalmente, de reações nos manos mais velhos. O ciúme está entre um dos sentimentos mais comuns e saber lidar com ele vai depender, em boa parte, do preparo e paciência dos pais e cuidadores mais próximos.


A psicóloga e professora doutora Josiane da Silva Delvan, coordenadora do curso de Psicologia da Univali, explica que muitas crianças ficam felizes com o nascimento de um irmão. Neste caso, provavelmente, os pais conversaram bastante com o mais velho sobre a chegada do novo integrante da família. “Recomenda-se que ele participe dos preparativos para o nascimento, como a escolha do nome,

roupinhas, móveis para o quarto e os brinquedos do bebê”, cita Josiane. Durante essas conversas, segundo a psicóloga, é importante destacar como a família irá se organizar para a chegada do bebê e como será essa convivência. “Mas não basta apenas a conversa. Quando o bebê chegar, o irmão mais velho não poderá ter menor espaço nas relações familiares

e toda a atenção ficar dirigida apenas ao mais novo. Os pais, avós, tios e amigos precisam reservar tempo e destinar atividades que devem ser realizadas com o filho maior para que este compreenda que a família se ocupa dele também, destacando os aspectos positivos do convívio entre irmãos”, detalha. De acordo com Segundo Josiane, o ciúme está associado ao fato das crianças pequenas temerem perder os pais por conta de fantasias alimentadas devido à sua ainda limitada compreensão sobre os fenômenos. Essas fantasias, algumas vezes, são reforçadas por ameaças do tipo “se não fizer isso, vou embora e não volto mais” ou “um dia eu vou embora dessa casa” e que deixam a criança insegura quando os pais não estão presentes. EDUCAPAIS Josiane coordena o Programa EducaPais, um grupo de discussão e troca de experiências mediado pelo curso de Psicologia da Univali. Nos encontros são apresentadas técnicas para disciplinar os pequenos de maneira saudável. Acadêmicas do último ano da graduação conduzem o trabalho do grupo, sob a supervisão de Josiane, com o objetivo de ajudar as famílias no desenvolvimento de habilidades para criarem um ambiente saudável, com afeto e atenção. Os encontros são semanais e a participação é gratuita. Informações pelo (47) 3341-7586.

COMO AMENIZAR O CIÚME - Envolva o primeiro filho nos preparativos para a chegada do bebê - Torne o primeiro filho o “irmãozão” do mais novo - Peça ajuda do mais velho para cuidar do bebê - Elogie as boas atitude do irmão mais velho - Separe um tempo só para o mais velho - Mostre que ele também já foi bebê - Aceite a ajuda do pai, avós, tios e amigos para dar atenção aos filhos


Valley School vira referência em escola internacional no Vale do Itajaí

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Da porta para dentro, o inglês é o idioma oficial entre alunos e professores. Além das disciplinas obrigatórias do programa brasileiro de ensino, temas globais e multiculturais fazem parte do dia a dia de crianças e adolescentes que frequentam a Valley International School, em Itajaí. Fundada em 2015, a primeira escola internacional da região do Vale foi criada com a proposta de oferecer uma referência acadêmica e de reconhecimento global. Com objetivo de preparar os alunos para que sejam cidadãos do mundo por meio de um convívio multilíngue e de programas que pro-


movam a cultura brasileira e as estrangeiras, a Valley International School promove a globalização dentro da sua comunidade escolar pelo uso das línguas de instrução portuguesa e inglesa, e pelo respeito e incentivo das línguas diversas, garantindo uma integração e compreensão solidária dos povos e das culturas.

Além do currículo brasileiro que segue a legislação educacional nacional, os alunos participam de um programa com visão internacional e rigor acadêmico que incentiva o conhecimento por meio da pesquisa. As aulas do currículo internacional são ministradas em inglês, promovendo desde a primeira infância, a ampliação e a eficiência na comunicação em dois idiomas e, consequentemente, maiores oportunidades culturais, sociais e acadêmicas.

Segundo Juliana Lage, diretora pedagógica da Valley School, a primeira língua da escola é o inglês, língua de instrução. Entretanto, adaptação das crianças vindas de escolas bilíngues ou tradicionais acontece de maneira gradual e contínua. Com uma carga horária semi-integral – a aula inicia às 8h e encerra às 15h15 – a Valley tem mais tempo de oferecer o programa de imersão e de vivência que se propõe a fazer.


Parceiros da unidade Balneário Camboriú e Itajaí:

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Feitos para os pequenos

PENSADO PARA QUE A CRIANÇA APRENDA SOZINHA POR MEIO DE SUAS EXPERIÊNCIAS, QUARTO MONTESSORIANO DISPENSA BERÇOS, ARMÁRIOS ALTOS E BRINQUEDOS ELETRÔNICOS Um quarto sem berço, com móveis baixinhos e onde todos os brinquedos estão ao alcance da criança. Desenvolvido a partir do método criado pela médica italiana Maria Montessori, em 1907, o quarto montessoriano é pensado para que criança torne-se capaz de aprender sozinha por meio de suas próprias experiências, desenvolvendo-se de forma criativa, confiante e independente para, no futuro, ser um adulto de igual comportamento. Ao invés de camas altas, colchões no chão oferecem maior liberdade para os pequenos, que podem deitar e levantar quando quiserem. Segundo a arquiteta Rafaela Mafra Rossi, diretora da Arbos Arquitetura e mãe de Leonardo, dois anos, o quarto montessoriano é projetado para os bebês e não para adultos. O método sugere a setorização em cinco espaços: o de brincar; o de descansar; o de se conhecer; o de conhecer o mundo, e o espaço livre para ter liberdade de movimentos e iniciativas próprias.


Em um típico quarto montessoriano, armários altos não existem, pois os móveis devem estar projetados para a altura da criança para que tenha acesso a tudo. A ideia é que a criança tenha acesso a sua roupa e a escolha ou a guarde desde pequeno, conhecendo suas responsabilidades e ajudando a manter em ordem seu espaço.

Rafaela conheceu o método durante o curso de gestante. Depois de comentar com o marido, a arquiteta pesquisou sobre o assunto, conversou com pedagogas e pais que mantém os filhos em escolas montessorianas e decidiu executar para o seu bebê. “O Leo ama o quarto dele, chega em casa e vai correndo para lá, onde fica brincando até o momento de nos chamar para ir brincar junto com ele. Eu e meu marido sentamos no chão e voltamos a ser crianças no mini mundo que projetamos para ele”, diz.

Os brinquedos devem ser poucos e estar dispostos de forma que a criança possa pegá-los à vontade. De preferência, devem ser de materiais encontrados na natureza como lã, algodão, madeira e palha. Nada de eletrônicos, de solução aberta, já que a criança deve aprender o que fazer com o brinquedo, tendo possibilidade de acertar e errar, montar, desmontar, criar novos usos e associá-lo com outros brinquedos.

Ela explica que também adaptou uma porta na cozinha para as louças que ele usa e, de manhã, ajuda a arrumar a mesa com seus objetos. “Algumas amigas e clientes também adotaram a ideia e chegaram a desmontar o quarto tradicional depois de tudo decorado, tamanha era a nossa satisfação e segurança do Leo”, conta.

“O Leo ama o quarto dele, chega em casa e vai correndo para lá, onde fica brincando até o momento de nos chamar para ir brincar junto com ele. Eu e meu marido sentamos no chão e voltamos a ser crianças no mini mundo que projetamos para ele” Rafaela Mafra Rossi - Arquiteta


Babies & Kids PARTICULARIDADES DO QUARTO MONTESSORIANO Berço não existe, o local de dormir passa a ser um colchão no chão para a liberdade de movimento da criança;

Todos os móveis devem estar projetados para a altura da criança para ela ter acesso a tudo;

Os brinquedos devem ser poucos e ficam em móveis resistentes e baixos. As únicas prateleiras recomendadas são para livros, também na altura da criança;


Espelho tem fundamental importância: ajuda a compreender os limites do corpo, formam a identidade e dão o prazer de ver a imagem do rosto humano.

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Yahoou! Festas é uma das melhores opções de espaço para realização de festas infantis, teens e eventos adultos corporativos na cidade de Itajaí e região.

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Anuário Babies e Kids: Como surgiu a ideia da loja? Contem um pouco dessa trajetória. Joli: Tudo começou em 2007, quando a Linda engravidou da Pietra e queria um enxoval personalizado, com detalhes exclusivos e que transmitissem um pouco do que ela estava sentindo naquele momento único de sua vida. Eu já estudava Design na FMU, em São Paulo, e perdemos muitos dias tentando achar uma loja que nos atendesse. Começamos, então, a preparar tudo: o enxoval, lembrancinhas e quadros, tudo feito por nós. Descobrimos habilidades que nem imaginávamos! Assim, surgiu a ideia de uma loja, inicialmente aberta em São Paulo. Um ano depois, começamos a participar da feira de bebê e gestante em Belo Horizonte e deu tão certo que ela começou a atender as clientes na casa dela. Mudamos para Belo Horizonte, onde hoje temos duas lojas. Em Balneário Camboriú, sempre foi um sonho (realizado há quetro anos), pois nossa família sempre morou na cidade.

Babies e Kids: Como foram os primeiros anos de empresa e o que mudou de lá para cá? Joli: Foram anos de aprendizado. Mesmo me formando em Design, a gente só aprende com a experiência. E esse espaço (quarto do bebê) é muito especial, não se aprende na faculdade. Nesses nove anos de estrada, estudamos e pesquisamos muito. No começo, terceirizamos a parte de costura e, com o tempo, abrimos nosso próprio ateliê. Os projetos que antes eram rabiscos em papéis agora são em 3D, onde os papais podem ver como vai ficar o quartinho em uma perspectiva com qualidade fotográfica.   Babies e Kids: Qual o público da marca? Joli: Nosso principal público são as gestantes, mas a maioria volta para fazer o quartinho do bebê que cresceu e agora exige um espaço mais adequado à idade. Atender uma mamãe que volta é ainda mais especial, pois mostra que agradamos tanto da primeira vez que fez com que ela voltasse a nos procurar.   Babies e Kids: Qual o tipo de quarto que mais enriquece o espaço? Joli: O estilo provençal sempre encanta bastante, tanto para a menina quanto para o menino. É um estilo romântico e bebês sempre exigem mais delicadeza e romantismo. Mas há também os papais modernos, que buscam linhas retas.    Babies e Kids: O que esta em alta na decoração? Joli: Mães de meninas ainda preferem o estilo clássico, romântico. Móveis com curvas e texturas, enxovais ricos em detalhes e rendas de princesa. Mães de meninos já gostam do reto e cores mais fortes. A novidade do momento é a linha Montessoriana. O método é antigo, mas agora vem ganhando o coração dos consumidores. São quartos lúdicos onde tudo é pensado para incentivar o desenvolvimento do bebê. Babies e Kids: Quais são as maiores realizações profissionais em todo esse tempo nesse segmento? Joli: As realizações são muitas. Temos clientes em todo o Brasil, que pegam avião e atravessam o país para terem um quarto da Joli. Isso não tem preço e nos faz querer ser sempre melhores. Nosso Instagram tem mais de 70 mil seguidores que nos dão um retorno muito positivo. É o gás que nos move todos os dias à procurar por novidades.   Babies e Kids: Qual a principal dica que vocês dariam para as mamães de primeira viagem? Joli: Comecem com um projeto para não comprar nada além do necessário. Priorizar a segurança, (hoje todos os nossos berços são certificados pelo Inmetro) é imprescindível, além do conforto e acessibilidade do quarto. 


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Pequeninos cheios de estilo! Os tempos mudaram e a nova geração parece nascer com um chip extra de conexão com as novidades do mundo. Este dispositivo imaginário estende-se para assuntos como tecnologia, consumo e moda. Sim! As crianças já decidem suas roupas, sapatos e presentes cada vez mais cedo. Selecionamos produtos lindos encontrados nas operações para o público infantil do Balneário Shopping que fazem o maior sucesso entre os pequenos. Confira!


Look em 3 peças (BABY BEST)

O conjunto de inverno da Baby Best (tamanhos RN ao G) vem com body de algodão, acompanhado de calça e casaco em plush. Lindo e confortável!

Mickey no pé (CROCS)

Confortável, prático e leve, o Crocs da linha Disney – com o adorado Mickey em destaque – é um dos calçados preferidos da criançada.

Bem-vindo bebê! (PUC)

O kit com body, calça, casaco e luvinhas, tudo embalado em uma linda lata de boas-vindas, é o presente perfeito para visitar o bebê pela primeira vez.

Menina fashion (LILICA & TIGOR)

A jaqueta com detalhes em matelassê é uma das queridinhas deste inverno da Lilica e Tigor. Acompanha luvas e é garantia de criança quentinha.


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Princesas em festa (CIA DA CRIANÇA)

Descolada e versátil (TRICK NICK)

É jaqueta e também é colete. A transformação depende da colocação/retirada das mangas com zíper. Puro charme para os meninos!

Este vestido de festa em cetim e organza, com aplicações de flores em alto relevo, encanta qualquer princesa apaixonada por cor de rosa.


Multiatividades (RI HAPPY)

Esta mesa de atividades – exclusividade da Ri Happy – estimula o desenvolvimento do bebê com música, sons e cores.

Para deixar a fralda (ALÔ BEBÊ)

O troninho de sapo da Fischer Price encanta e diverte a criança em fase de largar as fraldas. Com duas partes destacáveis, é fácil e prático de limpar.

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A fábula das mamães começa com era uma vez uma mãe à procura do carrinho perfeito. Cada uma tem uma necessidade diferente, mas todas sempre buscam qualidade, segurança e conforto para seus bebês. Nós listamos algumas opções para ajudar as mamães nesta saga. Todos os carrinhos que serão apresentados abaixo possuem o certificado de qualidade do INMETRO, e você encontra nas lojas Georgia Baby.



Este carrinho é ideal para as mamães que buscam conceito, design inovador e exclusividade. O I-move é um carrinho de passeio, que acompanha moisés, bebê conforto, bolsa com trocador e capa de chuva. E ainda é possível fazer um giro de 360° com I-move.

Liteway é um mix de conforto, leveza e elegância. Da linha dos carrinhos de passeio da Chicco, para as mamães que gostam de explorar lugares com os seus bebês. Além da comodidade ele garante segurança ao ultrapassar os obstáculos, devido às rodas da frente.

Principais características

Principais características

• Ideal para crianças de 0 a 15kg

• Ideal para crianças de 0 a 15kg

• Fechamento envelope e compacto

• Cinco posições no encosto reclinável

• Rodas frontais direcionáveis

• Fechamento guarda-chuva

• Estrutura em alumínio

• Peso 10kg

• Tecido tecnológico

• Estrutura em alumínio

• Peso 34kg (completo)

• Tecido acolchoado

• Sistema de giro 360°

• Rodas da frente diferenciadas

• Bolsa com trocador

• Opcional - Capota integral (ideal para o verão)

• Base para o veículo e bebê conforto

• Opcional – Capa de chuva

(em média três anos e meio)


(em média três anos e meio)

• Moisés • Capa de chuva

Preço médio


Preço médio



O Stokke Crusi tem altura diferenciada, conforto e flexibilidade. Este carrinho é mais robusto e moderno. Pode ser usado ainda como moisés ou como cadeira de carrinho de bebê em uma posição mais alta, o que traz a criança para mais perto de seus pais. Além de ser ideal para crianças de até quatro anos e meio.

• Rodas grandes em borracha (diminuem impactos)

Principais características

• Ventilação na capota, o que permite a mamãe olhar seu bebê.

• Ideal para crianças de 0 a 21kg

• Cesto grande • Fechamento envelope • Tecido tecnológico • Assento reversível – para mãe ou para o mundo • Altura e ângulo ajustáveis

(em média quatro anos e meio)

• Estrutura em alumínio

Preço médio

R$ 6.999,00



Este é o queridinho dos famosos! Daniele Winits, Lázaro Ramos e até Ronaldo Fenômeno já desfilaram com seus bebês neste carrinho. Mamães que investem em conceito, status e design inusitado, podem apostar suas fichas no Quinny que não haverá arrependimentos.

O Mobi Safety é para aquelas mamães que prezam por segurança, conforto e praticidade. Além do preço ser acessível, este carrinho não dispensa comodidade, pois oferece um assento de reclínio que forma um berço, com apoio para os pés do bebê.

Principais características

Principais características

• Ideal para crianças de 0 a 15kg

• Ideal para crianças de 0 a 15kg

(em média três anos e meio)

(em média três anos e meio)

• Cinco posições no encosto reclinável

• Estrutura de alumínio

• Tecido Neoprene

• Assento reclinável em três posições

• Estrutura em alumínio

• Capota removível

• Fechamento guarda-chuva

• Barra frontal removível

• Capa de chuva

• Fechamento guarda-chuva

• Cesto de compras

• Assento reversível – para mãe ou para o mundo

• Adaptadores para o bebê conforto

• Acompanha bebê conforto e base para o veículo

• Assento reversível - para mãe ou para o mundo

• Peso 10kg

• Peso 7kg Preço médio

R$ 4.699,00

Preço médio

R$ 2.290,00


O sonho de ser criança EDITORIAL CRIANÇA A SONHAR

De poder brincar e se divertir, de correr, pular, jogar bola, brincar de boneca, gritar de felicidade a cada conquista, sonhar com um mundo lindo e mágico daqueles que tem nos livrinhos... E o mais importante sobre sonhar: realiza-los de forma confortável, lúdica e divertida!


BRUNA REBELO CRISTINA CHENG Fotógrafas Especialistas em Newborn “Juntamos nossos sonhos, um pouquinho das habilidades de cada uma, dois corações cheios de amor e diversão em sobra. O resultado não poderia ser diferente: imagens registradas em momentos de pura ternura e muito carinho.” Meus caminhos, de repente, como em um piscar de olhos, me levaram para este mundo mágico e encantado. Confesso que a convivência com meu filho Gabriel me inspira e quando menos percebo, virei criança, sou como eles e quero tanto quanto eles fazer a bagunça que for necessária para que as fotos retratem um pouco da emoção daquele exato momento. Cristina Cheng FOTOS: AQUARELA ESTÚDIO LOOKS E ACESSÓRIOS: BÊ-Á-BÊ TREND FOR KIDS LAÇOS E TIARAS: NINI NATI CABELO E MAQUIAGEM: UP HAIR BY CISSA GUIMARÃES KOMBI: KOMBIFLOR TENDA: KARTABIL MAKING OF: RIVER FILMES LOCAL: SÍTIO VALE DOURADO, POMERODE  CRISTINA CHENG  BRUNA REBELO PHOTOGRAPHY



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Uma festa de antigamente, com direito a amarelinha, contação de histórias e teatro de boneco de pano. Na mesa de doces, tem nega maluca, pudim de leite, canudinho de maionese, bala de coco e café passado. O ambiente - cercado de árvores frutíferas e muito espaço livre – dispensa vídeo-games, tablets e outros jogos eletrônicos para abraçar um propósito diferente: criar uma releitura sofisticada das antigas festas em família, onde as mesas eram comunitárias, as conversas compartilhadas e as brincadeiras, de época.


Babies & Kids Em Itajaí, a empresária Lenise Hamm trouxe um pouco da “casa da nossa avó” pra a Casa na Mata, um espaço que mistura natureza e uma estrutura especial para festas que agradam convidados de diferentes idades. Lenise foi buscar inspiração na originalidade das brincadeiras que ela própria curtia na infância para trazer uma nova atmosfera criativa e natural para o lugar. O quintal com nada menos que 1 mil metros quadrados vira uma espécie de oásis da diversão para a criançada. Ali são organizadas brincadeiras como corridas de saco, esconde-esconde, elástico e passa anel. Se o dono da festa desejar, Lenise também promove oficinas de escultura de balão, de cupcake, de pintura e decoração de bolachinhas da vovó, de futebol e até oficina de costura. “A proposta é um retorno às origens, com resgate da cultura e dos costumes dos pais e avós dos pequenos”, detalha a empresária.

“A proposta é um retorno às origens, com resgate da cultura e dos costumes dos pais e avós dos pequenos” Lenise Silva Hamm


Casa na Mata Rua Pedro Guerreiro Junior, nº 67 Fazenda, Itajaí - SC 47 2125 4220 • 9974-0015

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Preparativos para o grande dia A chegada de um bebê é sempre um momento especial e cheio de alegria para toda a família. Por isso, comemorar as boas-vindas e os anos de vida com amigos e familiares faz-se indispensável, pois é uma tradição que une e festeja momentos tão importantes e únicos.

Quando se trata do início de uma vida, não podemos esquecer dos tão aguardados e curtidos meses de gestação, aquele contato entre mãe e filho especial e que gera uma grande euforia e deixa a imaginação correr solta ao sonhar em como deve ser o mais novo rostinho que fará parte de suas vidas. Entretanto, esse é um momento cheio de novidades e afazeres, que requer planejamento prévio para que tudo ocorra da maneira perfeita e que a família toda esteja pronta para a chegada desse novo ser de luz. Dentre os afazeres, se encontra o famoso “chá de bebê”, um momento ímpar para reunir amigos e familiares para comemorar a chegada do novo membro da família e também acaba contribuindo muito com o enxoval do bebê, por isso merece todo o esforço dedicado e geralmente é feito entre o 7º e 8º mês de gravidez. Para que os preparativos não fiquem todos apenas para a futura mãe, ela pode solicitar a ajuda de uma amiga ou parente para ser “ajudante de chá de bebê”. Organizar o chá de bebê e uma tarefa prazerosa, mas que envolve muitos detalhes, como os convites, decoração, a lista de presentinhos, os convidados, os comes e bebês, brincadeiras, lembrancinhas... Mas, todo esforço vale a pena! Afinal, essa será a primeira festinha do bebê e todos as pessoas especiais estarão lá por causa dele, demonstrando seu carinho e passando muito amor para o bebê. Tudo bem, ele não verá nada, mas seguramente irá sentir todo o carinho!


Logo após o chá de bebê, a grande espera gira em torno do nascimento, e quando é chegada a hora não pode haver alegria maior! Muitos pais optam em dividir essa alegria com convidados queridos para apresentar o seu bem mais valioso, e muitas vezes esse primeiro contato acontece na própria maternidade. Neste momento e necessário verificar com a maternidade a possibilidade de visitas e horários que as mesmas acontecem da melhor forma possível sem causar preocupação aos papais. E assim que iniciar as visitas será só amor e alegria! E para essa hora é importante deixar marcado esse momento, seja com fotos ou até mesmo pequenas lembranças que demonstram o amor por esse novo viajante no mundo. E para ajudar as famílias a fazerem desses momentos, únicos, a GIG FESTAS conta com uma linha completa de decorações específicas para chás de bebê e embalagens para lembrancinhas tanto para o chá, quanto para a recepção desse anjinho no mundo. Os temas giram em torno de tons pastéis e personagens amigáveis que se mostram peças-chave para tais ocasiões, pois passam uma imagem de calma, harmonia e alegria!

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Fotografia Infantil A fotografia tem a possibilidade de eternizar os momentos, por meio dela, podemos lembrar com carinho de cada fase da nossa vida


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Mesa posta, louças especiais e detalhes em branco definem um mundo à parte para a celebração do batizado de uma criança. O primeiro sacramento é único e especial e o almoço deve fazer jus ao momento. Balões brancos, louças em porcelana e baixelas em prata para comportar os doces combinam perfeitamente com a ocasião. Um doce de batizado!


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O aniversário é um dos dias mais legais do ano. Para o adulto ou para a criança, a festa representa mais do que mudar de idade, mas reunir os amigos, brincar e comemorar a dádiva da vida. Em uma festa personalizada, a decoração e os detalhes devem ter a cara do aniversariante, assim como propõe Lenise Hamm, profissional especializada em organização de eventos. Parabéns por tanta criatividade!


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