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Revista

Pará+ JANEIRO 2017

BELÉM-PARÁ

WWW.PARAMAIS.COM.BR

ISSN 16776968

EDIÇÃO 179

R$ 8,00

Pará e o Turismo Sustentável 10 anos de Sucesso do SIMINERAL Cevital investe no Estado Capa 179.indd 1

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A gente se orgulha muito de você. E trabalha pra você ta Mais mobilidade. Estadualização da BR-316. O Governo do Estado conseguiu. O Pará recebeu a concessão para administrar o trecho de 16 quilômetros da BR-316, que vai do Entroncamento até Marituba, quase na entrada de Benfica, incluindo a Alça Viária. Com isso, será possível executar obras de melhoria do tráfego, beneficiando milhares de pessoas em Belém e toda a Região Metropolitana. O trecho terá três faixas em cada sentido, drenagem, ciclovias, iluminação em LED, bicicletário e passarelas, além de pista central exclusiva para o BRT Metropolitano, que vai virar realidade.

Nova Avenida Independência. A nova via, entregue pelo Governo do Estado, tem 9 km de extensão, da Rodovia do 40 Horas até a BR-316. Interliga a Região Metropolitana e é a nova entrada e saída de Belém. Tem pista dupla, ciclofaixas, iluminação e urbanização, além de 4 pontes e 21 passarelas.

Mais esporte e lazer.

Arena Para paraenses a Arena para 12 mil instalações

Guilherme Paraense (Mangueirinho). encher as arquibancadas de torcedores e os de orgulho, o Governo do Estado construiu Guilherme Paraense, com capacidade pessoas, totalmente refrigerado, modernas e padrão olímpico. Um novo palco para grandes eventos esportivos e shows musicais entregue à população de Belém e do Pará.

Mais qualidade de vida.

Mai

Macrodrenagem do Tucunduba.

Par

Uma das mais importantes ações do Governo do Estado na área de saneamento, a obra irá beneficiar mais de 250 mil pessoas. As vias marginais ganharam asfalto e uma ponte de concreto. E vão receber também guarda-corpo, calçadas, meio-fio e drenagem profunda no igarapé.

O Pa cont pra c pórti audi post alegr

Feliz Aniversário, B 14

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ocê também se orgulhar da gente.

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s, pé.

Ao completar 401 anos, Belém pode se orgulhar do seu povo. Forte, trabalhador, capaz de vencer as dificuldades e seguir em frente para construir um futuro melhor. Neste momento em que a crise afeta a todos os estados brasileiros, e também o Pará, essa força é ainda mais importante. O Governo do Pará se une aos paraenses de Belém e de todo o estado no esforço coletivo para concluir as obras em andamento e manter os salários em dia. Obras que só são possíveis graças ao imposto que você paga. Belém quer o melhor de nós. E o melhor que podemos e devemos fazer é caminhar juntos. E ainda mais fortes.

Duplicação da Av. Perimetral.

Prolongamento da Av. João Paulo II. Quase 5 km de pista dupla estão sendo asfaltados. A avenida terá duas pontes de ferro, além de ciclovias. Será a nova alternativa para entrada e saída de Belém, e uma barreira de proteção para o Parque do Utinga. As obras seguem em frente.

3,1 km com pista dupla, canteiro central, meio- fio e calçada já foram entregues. E recebem agora sinalização e ciclofaixa. A segunda etapa, de 1,4 km, avança rumo à UFPA. Os moradores comemoram o bom andamento da obra, que prevê projeto paisagístico para a avenida.

Mais cidadania. Estação Cidadania.

Mais verde. Parque do Utinga. O Parque do Utinga será um espaço para a contemplação e preservação da natureza. Ideal pra caminhadas, passeios de bike e trilhas, terá pórtico de entrada, estacionamento, bicicletário, auditório, lojas e banheiros. Um novo cartãopostal de Belém, cujas obras avançam para a alegria da população.

A população de Belém e Região Metropolitana pode agora usufruir dos serviços de mais um posto da Estação Cidadania. No espaço, criado pelo Governo do Estado no Shopping Bosque Grão-Pará, é feita a emissão de documentos: RG, carteira de trabalho, primeira habilitação, título de eleitor, e outros, tudo com comodidade e rapidez. A nova Estação Cidadania vem se juntar a outras quatro implantadas no Estado: Guamá e Jurunas, na capital, e Marabá e Santarém, no interior, que já atenderam cerca de dois milhões de usuários.

o, Belém. www.paramais.com.br

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Pará desponta em Ano Internacional do Turismo Sustentável

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N E S TA E D I Ç Ã O

PUBLICAÇÃO

Editora Círios SS Ltda CNPJ: 03.890.275/0001-36 Inscrição (Estadual): 15.220.848-8 Rua Timbiras, 1572A - Batista Campos Fone: (91) 3083-0973 Fax: (91) 3223-0799 EDITORA CÍRIOS ISSN: 1677-6968 CEP: 66033-800 Belém-Pará-Brasil www.paramais.com.br revista@paramais.com.br

ÍNDICE

Simineral comemora 10 anos de profícua parceria com a sociedade paraense

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DIRETOR e PRODUTOR: Rodrigo Hühn; EDITOR: Ronaldo Gilberto Hühn; COMERCIAL: Alberto Rocha, Augusto Ribeiro, Rodrigo Silva, Rodrigo Hühn; DISTRIBUIÇÃO: Dirigida, Bancas de Revista; REDAÇÃO: Ronaldo G. Hühn; COLABORADORES*: Anete Costa Ferreira, Ascom Setur, Ascom, Célio Munhoz, DCOM PMA, Naldy Feitosa, Mundo Vestibular, Walfrido Amanajas; FOTOGRAFIAS: Agência Brasil/EBC, Antônio Silva, Cláudio Santos, Cristino Martins, Eliseu Dias, Eunice Pinto, Rodolfo Oliveira,Thiago Gomes /Agência Pará, Ascom, Jean Barbosa, Rai Pontes/ Ascom Seduc,Tássia Barros – Comus; DCOM PMA, Igor de Souza – Ascom Sectet, João Gomes, S3A Fotografia, Secom; DESKTOP: Rodolph Pyle; EDITORAÇÃO GRÁFICA: Editora Círios * Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores.

Ananindeua se transforma com obras e população vive melhor

C A PA

14 Cevital, multinacional argelina, investe no Pará

20 Banco da Amazônia disponibiliza mais de R$ 2 Bi para o Pará em 2017 Mercado do Ver-o-Peso, visto do Forte do Castelo, em Belém Foto: Claudio Santos/Ag. Pará

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2017 é o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento

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Feriados prolongados a visão do Turismo e da Indústria Reis, Reises e Reisadas

FAVOR POR

CIC

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1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral

ST A

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I LE ESTA REV

Dicas para memorizar estudos

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Pará desponta em Ano Internacional do Turismo Sustentável Texto Ascom Setur Fotos Cláudio Santos, Cristino Martins, Rodolfo Oliveira,Thiago Gomes / Agência Pará, Jean Barbosa, Rai Pontes/ Ascom Seduc,Tássia Barros - Comus

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escolha de 2017 como o “Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento” pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) vem diretamente ao encontro do trabalho realizado pelo Governo do Pará, que investe fortemente em um novo padrão de governança e desenvolvimento econômico e social para as suas regiões com a elaboração e discussão de agendas estratégicas que têm como pilar a sustentabilidade do ecossistema amazônico. Entre essas iniciativas está o “Pará Sustentável”, apresentado pelo governador 6

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Complexo Feliz Luzitânia www.paramais.com.br

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Simão Jatene, em novembro do ano passado. O “Pará Sustentável” é um projeto tem como objetivo geral reduzir a pobreza e a desigualdade no Estado e está ancorado em três pilares, o “Pará 2030”, voltado para as matrizes econômicas, incentivando as cadeias produtivas para fomentar a geração de emprego e renda; o “Pará Social”, destinado ao desenvolvimento familiar e inclusão social, e o “Pará Ambiental”, direcionado para a sustentabilidade e preservação do meio ambiente. Teatro da Paz na Praça da República

Estádio Olímpico Mangueirão

“Neste cenário, todos têm que assumir seu papel e nós, como gestores públicos, temos mais responsabilidade ainda na implementação efetiva desse novo modelo de gestão e desenvolvimento para o Estado”, afirma Simão Jatene. Entre as instituições que fazem parte desse trabalho está o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU Habitat) e o Instituto Dialog.

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A data indicada pelas Nações Unidas busca promover uma “melhor apreciação dos valores inerentes às diferentes culturas, contribuindo assim para o fortalecimento da paz no mundo”. A iniciativa também é resultado da postura da “comunidade internacional que adotou

a nova Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aprovados pela Assembleia Geral da ONU, onde o turismo aparece como meta em três dos novos objetivos globais da ONU”. O documento também destaca que “a resolução reconhece a importância do turismo internacional e, em particular, a designação de um ano internacional de turismo sustentável para o desenvolvimento, para promover uma melhor compreensão entre os povos em todo o mundo, levando a uma maior conscientização sobre o rico patrimônio das diversas civilizações”.

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Turismo

Vista aérea de Belém

Para dar forma concreta à meta, o Governo criou a Secretaria de Estado de Turismo, coordenadora do Sistema Estadual de Gestão do Turismo e responsável pelo desenvolvimento e fortalecimento do setor; e definiu um planejamento estratégico, o “Ver-o-Pará”, para sustentar o trabalho do setor como política pública capaz de gerar desenvolvimento com sustentabilidade e justiça social. Hoje o Ver-o-Pará está integrado ao Pará 2030. No planejamento adotado para fortalecer o turismo paraense a preocupação com os aspectos da sustentabilidade, lembra que mais da metade do estado é uma área protegida com 684 mil km2 de extensão com 64 unidades de conservação públicas e 43 terras indígenas demarcadas, ações que permeiam a direção dos principais documentos publicados pelas Nações Unidas. “Isto mostra na prática, claramente, a necessidade que temos, enquanto mundo globalizado, de desenvolver estratégias que possam manter esse mundo, seus biomas, dentro de um processo de equilíbrio, na relação que existe nos aspectos que relacionam a cultura do homem desenvolve com o que a natureza precisa interagir, sem ser degrada”, reconhece o secretário de Estado de Turismo (Setur), Adenauer Góes. Adenauer Góes, secretário de Estado de Turismo (Setur)

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O titular da Setur enfatiza que hoje se sente a necessidade de compatibilizar a economia com a sustentabilidade, e quando se pensa nesse cenário é indiscutível que o turismo é reconhecido nos no mundo como atividade, que se bem planejada, trabalhada, menos impacta em relação à degradação e perde desse equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a natureza”, completa o secretário Góes. “Então, o turismo ganha uma consistência, cada vez maior, não apenas não só dos organismos internacionais, neste caso a ONU, mas a compreensão empresarial de que é a alternativa mais capaz, desenvolvida pelo mundo moderno, de

gerar emprego, de multiplicar renda, de valorizar a cultura do homem, dentro da visão de sustentabilidade e equilíbrio com a natureza”, enaltece Adenauer Góes. Aeroporto Val de Cans

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Pará é um dos destinos preferenciais do turista brasileiro para 2017 Uma pesquisa anual sobre as tendências de viagem do buscador Skyscanner apontou o Estado do Pará como um dos destinos preferenciais do turista brasileiro para o ano de 2017, sendo o destaque nacional ao lado da Serra Gaúcha. De acordo com os dados da plataforma web, Belém registrou um crescimento de interesse dos internautas em 29%, enquanto que outras localidades como Santarém, Alter do Chão e Carajás despertaram um aumento de interesse em 35% dos usuários que acessam o buscador online voltado ao segmento de viagens e turismo. Os números da base de dados dos Skyscanner refletem o comportamento de usuários brasileiros nos últimos quatro anos. A partir das estatísticas fornecidas foi possível o portal elaborar uma lista de 12 destinos que podem ser tendências de viagens para o próximo ano, no país e no exterior. Entre os destinos nacionais, o Pará se destacou pela gastronomia, cenário musical, belas praias e negócios. A lista dos 12 destinos-tendência para 2017 (em ordem alfabética) é formada por Brasília, Brisbane (Austrália), Caribe Colombiano (San Andres e Cartagena), cidades históricas de Minas Gerais, Curaçao, Maceió, Mendoza (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Pará (Belém, Santarém, Alter do Chão e Carajás), Portugal (Lisboa e Porto), Serra Gaúcha e Tel Aviv (Israel).

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Voe Pará

Programa Voe Pará Para atender este interesse do público em ter a capital paraense como portão de entrada no Pará e primeiro local de visitação, para posteriormente conhecer as localidades no interior do Estado, o programa Voe Pará, lançado pelo governador Simão Jatene, em junho deste ano, como uma das medidas do Pará 2030, oferece ao turista essa possibilidade de chegar noutros destinos usufruindo de uma extensa malha aérea regional. “O Pará tem uma dimensão continental. O Voe Pará traz mobilidade e acessibilidade para as pessoas.

O programa facilita os deslocamentos seja para fazer turismo, a trabalho ou em casos de saúde. É importante na vida de quem viaja e de quem recebe este viajante, pois faz com que a economia local gire”, explica o secretário de Estado de Turismo, Adenauer Góes. Hoje, através do Voe Pará foram viabilizados voos regulares para Breves, Soure, Paragominas, Redenção e Marabá, que vem se somar a outros destinos já atendidos anteriormente como Santarém e Altamira, por exemplo. “É importante que nós possamos entender os diferentes níveis de aviação. Você tem a aviação regional, a nacional e a internacional. E é a interligação desta malha aérea, que propicia o mundo ficar pequeno, promovendo o turismo”, conclui Adenauer.

Mercado do Ver-o-Peso visto do Forte do Castelo

Belém vista do Mangal das Garças

Estação das Docas-Pavilhão Interno mostrando a movimentação Parque do Utinga

Mangal das Garças

CASA DA BOMBA Manutenção de bombas d’água Rebobinagem de motores elétricos Limpeza de poço artesiano

99354-5808 / 98833-3924 / 99161-9960 98305-0755 / 3081-0354 Av. Tavares Bastos, 1330 - Próximo a Yamada Marambaia - Belém/Pa 10

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Avanços em Belém

Reconhecida pela Unesco como Cidade Criativa da Gastronomia, o Governo criou em junho passado, o Polo de Gastronomia da Amazônia, que vai funcionar no Complexo Feliz Lusitânia, e será gerido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), com apoio da Secretaria de Estado de Turismo (Setur).

A Cidade Limpa, empresa de proteção ambiental opera a +10 anos no Estado do Pará e está devidamente licenciada pelos órgãos competentes: SEMA, IBAMA, ANVISA, CAPITANIA DOS PORTOS, CREA-PA, Corpo de Bombeiros e Prefeitura Municipal de Belém. A empresa está apta a dar destinação final, de forma correta a resíduos industriais líquidos, pastosos e sólidos, além de resíduos hospitalares.

A atração de turistas pelo condão da culinária deu um grande salto em 2015. Em outubro, foi lançado o projeto do Polo de Gastronomia e menos de um mês depois a culinária paraense roubou a cena na ExpoMilão, na Itália, um evento que atrai turistas dos quatro cantos do mundo para conhecer sabores de todos os continentes. “A gastronomia do Pará é a que melhor representa o Brasil, com características bem peculiares e uma variedade ímpar de ingredientes”, acentuou o governador Simão Jatene, no lançamento oficial do Polo de Gastronomia. O polo se destina a consolidar o saber gastronômico, valorizando o conhecimento e a prática da culinária, transformando Belém em referência internacional do setor e agregando oportunidades de empreendimento nos setores de alimentos, serviços e turismo e beneficiando a cadeia produtiva ligada à gastronomia. A escola de gastronomia, o laboratório de alimentos e o restaurante se conectam para criar um só ambiente de aprendizado, inovação e degustação. A chegada do Polo de Gastronomia da Amazônia fortalece a atividade turística no Pará na hora certa. Iniciativas como a criação da Rota Turística Belém-Bragança, a manutenção de voos internacionais de Belém para os Estados Unidos, Portugal, Guiana Francesa e Suriname, a criação da lancha rápida para o Marajó, entre outros projetos, dão ainda mais qualidade ao turismo.

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Simineral comemora 10 anos de profícua parceria com a sociedade paraense Fotos Igor de Souza – Ascom Sectet, S3A Fotografia

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Fecomércio, Simineral e ACP

José Fernando Gomes Jr. e o Deputado Federal Joaquim Passarinho

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Sindicato das Indústrias Minerais do Pará (Simineral), comemorou sua primeira década de existência no auditório Albano Franco, da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), tendo como destaque a motivação do investimento para o fortalecimento no setor dentro do Estado e na procura em dar uma contrapartida às comunidades dos municípios onde estão localizados os projetos de mineração. A importância da mineração para o desenvolvimento do Estado foi o enfoque principal da solenidade do décimo aniversário do Simineral. José Fernando Gomes Júnior, presidente do Simineral, agradeceu aos parceiros da entidade nessa década de funcionamento. “Para se tornar um sindicato forte, pujante, que a sociedade abraçou, somente com uma forte parceria com todos os setores da sociedade”. José Fernando, também destacou entre as conquistas do sindicato – a instituição do dia 14 de março como o dia Estadual da Mineração no Pará, o Anuário da Mineração, a Frente Parlamentar de

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José Fernando Gomes e o vice-governador José Marinho

Apoio ao Desenvolvimento Sustentável da Mineração e a Casa da Mineração – o ponto de encontro do setor mineral paraense para discussões com as esferas públicas e privadas e sociedade civil. O concurso de redação sobre o setor, com a participação de mais 10 mil alunos, e o Prêmio Hamilton Pinheiro de Jornalismo, também foram colocados em relevância pelo presidente do Simineral. Para o vice-governador José Marinho, os dez anos do Simineral mostram a consolidação do setor em sua contribuição à economia e sociedade paraenses. O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki, salientou a parceria e o diálogo constante entre o Governo do Estado e o setor mineral. “É importante para o Pará e a sociedade que a economia esteja bem, o que tem reflexos no bem-estar social. O Pará é um estado dos mais importantes do Brasil no setor mineral e ele está ligado diretamente a vários de nossos municípios. O Governo entende isso, tanto que é parceiro do setor em vários pontos do Programa Pará 2030”.

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O presidente do Simineral com Adnan Demachki, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme)

secretário Adnan Demachki, Carlos Gatti, da Votorantim, vice-governador Zequinha Marinho e o presidente do Simineral Pará+

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Janaina Donas, da Alcoa, recebendo o prêmio do Vice-Governador Zequinha Marionho e o Secretário Adnan Demachki

A Grande Família animou as comemorações do 10º aniversário do Simineral

A Imerys, representada por Thamyris Assunção, foi umas das homenageadas

Théo Perola Negra, da Associação Carnavalesca A Grande Família, encerrou a noite cantando a homenagem que a Escola de Samba irá fazer ao minério paraense no carnaval 2017

José Fernando Gomes Jr., o deputado estadual e presidente da Frente Parlamentar da Mineração Raimundo Santos, Walter Alvarenga, presidente Interino do IBRAM, e o deputado Federal Joaquim Passarinho

Fernando Gomes Jr, com um grupo de jovens empresários, entre eles nosso diretor Rodrigo Hühn

O Setor Mineral representa 85% das exportações paraenses, somando 30% do PIB estadual. É responsável por 290 mil empregos diretos e indiretos e, até 2021, deve gerar mais 90 mil vagas. Neste mesmo período, tem investimentos previstos em U$$ 29 bilhões no Pará. “O Simineral é um exemplo de dinamismo e competência, que enriquece o sistema federativo. A gente leva esta experiência, esta mensagem, esse modo de trabalhar para os outros sindicatos, mantendo as nossas diversas categorias motivadas”, destacou o presidente do Sistema Fiepa, José Conrado Santos. Para o cônsul do Japão no Pará, Masahiko Kobayashi, a mineração continuará sendo uma das principais fontes de desenvolvimento do Estado. A diretora da empresa Alcoa, Janaína Donas, afirmou que o Simineral tem atuado com eficácia na defesa dos interesses do setor em competitividade

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Belo Sun, por Mauro Barros, foi representada

e relacionamento com agentes econômicos e sociedade. O gerente executivo da Mina de Sossego da Vale, Adler Silveira, afirmo que a empresa tem orgulho em participar da entidade. “O sindicato faz com que possamos atuar de forma ordenada e respeitando o meio ambiente, junto com a comunidade e tendo segurança nas operações”, salientou. O deputado federal Joaquim Passarinho elogiou a aproximação do Simineral com as empresas e a socialização das informações. “O Simineral é um exemplo de gestão sindical”’, resumiu o presidente da Fiepa, José Conrado. Empresários de outros setores e membros dos poderes Executivo, Legislativo e Judicário foram homenageados. O evento serviu também para o lançamento do 1º Prêmio Inovação na Mineração. Dando continuidade à programação comemorativa dos dez anos, em fevereiro,

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haverá assinatura de convênios, em março, a Simineral lançará a edição especial do Anuário Mineral do Pará (6ª edição), que além de trazer dados atualizados dos números expressivos da produção, exportação, investimentos, geração de empregos e benefícios para a comunidade, esta edição trará depoimentos de várias empresas e personalidades parceiros do sindicato nesta jornada, além de contar um pouco dessa história e da importância do sindicato para o desenvolvimento e conhecimento do setor na região. A cada mês terá uma atração – exposições, eventos com a comunidade e a homenagem durante o carnaval no desfile da Grande Família. Será um ano marcado por uma extensa programação comemorativa. O setor responde por 85% das exportações paraenses, ou seja, 30% do PIB estadual, com aproximadamente 290 mil empregos diretos e indiretos. www.paramais.com.br

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FACIAPA foi um dos homenageados pelo Simineral

O escritório Silveira, Athias recebeu sua homenagem

Sindicato das Indústrias Minerais do Pará (Simineral) O Pará é um dos maiores produtores mundiais de minério, sendo o setor mineral primordial para a economia do Estado, gerando investimentos, empregos, renda e novos negócios. Por conta desta relevância, em 15 de janeiro de 2007, foi criado o Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), com o propósito de buscar soluções para desafios em comum entre as mineradoras, funcionando como um espaço de articulação entre o setor produtivo, governos e comunidades, tendo fundamental papel para o impulsionamento e desenvolvimento da atividade mineral. A constituição do sindicato foi por iniciativa das empresas ALCOA, CADAM, Imerys RCC, Mineração Rio do Norte (MRN) e Vale, e hoje já possui outras associadas, como Avanco Resources Limited, B&A Mineração, Belo Sun Mineração, Brazauro Recursos Minerais S/A, ESCO, Hydro, Mineração Buritirama S/A, Palmyra Recursos Naturais e Votorantim. O primeiro presidente foi Eugênio Victorasso, da Vale. E em outubro de 2011 tomou posse José Fernando Gomes Júnior, diretor de relações institucionais da Vale, para seu primeiro mandato. Em 2014 ele foi reeleito e permanece no cargo até 2018.

Empresas associadas ao Simineral foram homenageadas

Entidades de classe tambêm foram agraciadas

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Adnan Demachki, José Conrado Santos, Presidente da FIEPA e José Fernando Gomes Jr. Presidente do SIMINERAL

Homenagens/ Reconhecimento O Simineral já recebeu reconhecimento internacional, além de várias homenagens, entre elas, dois prêmios internacionais: o Latin American Marketing Personality Awards – LAMPA, em 2015, e o Latin American Sales Personality Award – LASPA, em 2016. A homenagem reconhece a excelência dos serviços prestados ao setor mineral e aos demais setores pelo Sindicato, bem como o posicionamento institucional da entidade dentre os mais destacados setores da economia de mercado. Além disso, o Simineral foi lembrado pelos relevantes serviços de informação que vem desenvolvendo desde 2012, com a publicação do primeiro Anuário Mineral do Pará. A Câmara Municipal de Belém também homenageou, em 2016, o Simineral com a entrega do diploma e medalha Brasão D’Armas, a mais alta condecoração concedida pelo Poder Legislativo, pelo importante serviço do sindicato à frente do setor mineral local. Pará+

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1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral

Foto Igor de Souza – Ascom Sectet, S3A Fotografia

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inda durante a festa de comemoração dos 10 anos do Simineral, e tendo como objetivo, reconhecer o mérito de iniciativas, atividades e projetos que promovam melhoria da Indústria Mineral no Pará, contribuindo para criação, disseminação e difusão de práticas inovadoras em seus amplos segmentos, foi lançado o 1º Prêmio Estadual de Inovação na Indústria Mineral, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e do Sindicado das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral). “Nossa meta com esse Prêmio, elaborado em parceria com a Sectet, é mostrar à sociedade paraense as boas práticas existentes no setor 16

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mineral, executadas tanto pelas grandes mineradoras quanto pelas micro e pequenas empresas”, ressaltou o presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior, durante a comemoração, que reuniu diversos representantes do Governo e do setor produtivo. O titular da Sectet, Alex Fiúza de Mello, comentou sobre a relação entre o Governo do Estado e o setor produtivo no Pará. “A Sectet vem estreitando relações com as instituições representantes da classe empreendedora paraense, tendo em vista as nossas ações em ciência, tecnologia e educação profissional que tocam diretamente o interesse dos produtores do Estado. Esse Prêmio, então, já é um resultado dessa aproximação e uma iniciativa simbólica que pode se estender a outros setores da economia paraense”, afirmou o secretário.

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Categorias As empresas interessadas em participar da premiação poderão submeter projetos em quatro categorias: Gestão de Inovação, voltada para projetos que fortaleçam um ambiente propício à inovação; Inovação de Processos; Inovação de Produtos, que diz respeito aos bens e serviços necessários à operação da planta industrial; e Inovação em Tecnologias Socioambientais, com ênfase em Responsabilidade Social Corporativa, ou seja, projetos que envolvam ações com comunidades em vista da geração de emprego e renda. As inscrições são gratuitas e poderão ser efetuadas até o dia 20 de março deste ano, por meio do envio da ficha de inscrição devidamente preenchida para o e-mail: premioinovamineralpa@ gmail.com. A premiação dos vencedores das quatro categorias será feita por meio de entrega de troféus em cerimônia a ser realizada no dia 4 de maio deste ano. www.paramais.com.br

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Ananindeua se transforma com obras e população vive melhor

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os últimos quatro anos, os mais de 500 mil habitantes de Ananindeua viram a cidade passar por uma grande transformação. Vias, praças, mercados públicos, escolas, unidades de saúde, residenciais, feiras e ginásios poliesportivos revitalizados e novos mudaram a cara do município. Obras marcantes e que, na prática, melhoram o dia a dia dos cidadãos. A Prefeitura Municipal de Ananindeua (PMA), no comando do prefeito Manoel Pioneiro, já entregou quase 400 ruas drenadas e pavimentadas em todo o município. Novas vias que trazem acessibilidade, mobilidade urbana, urbanização e também saúde pública. Para dar conta de atender a alta demanda de serviços a serem realizados, uma das medidas adotadas foi a reativação da Usina de Asfalto do município, em janeiro de 2013. A usina produz carradas de asfalto do tipo CBUQ (Concreto Betuminoso Usinado a Quente), o mais empregado atualmente em obras de pavimentação, garantido a qualidade e durabilidade do asfalto por muito mais tempo. Uma necessidade em região de sol forte e tão chuvosa quanto a amazônica. Águas Brancas, Águas Lindas, Cidade Nova, Coqueiro, Curuçambá, Distrito Industrial, Guanabara, Jaderlândia, 40 Horas e Paar são apenas alguns exemplos de bairros contemplados com um trabalho que traz mudanças positivas para o cotidiano da população, em especial dos moradores de zonas periféricas ou de maior vulnerabilidade social, transformando a cara da cidade e a paisagem urbana local. “Aqui estava complicado a gente trafegar, pois tinha muitos buracos. Mas a situação já está bem melhor”, observou o motorista José Carlos Abreu, ao falar da Rua Jibóia Branca, via utilizada por ele para se deslocar até a Rodovia Mário Covas. Outra realidade na cidade são as moradias habitacionais próprias. Ananindeua já recebeu 10 empreendimentos habitacionais, garantindo as famílias de baixa renda um lugar digno para se viver. Através do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal, em parceria com a Caixa Econômica, a PMA tem se empenhado para buscar mais novas moradias e em breve mais famílias vão realizar o sonho de ter a tão sonhada casa própria. Os Residenciais Padre Pietro Gerosa, Clodomir Nazaré de Belém, Ananin, Torres do Aurá,

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Uirapuru, Juscelino Kubitschek, Tancredo Neves, Maguariacú, Ulisses Guimarães e Bem viver, juntos somam mais de 4.500 unidades habitacionais entregues para população pela Prefeitura de Ananindeua, desde o início de 2013. A cidade também ganhou os novos mercados municipais do Centro, 40 Horas e do Paar, que foram totalmente construídos, com espaço para estacionamento e local adequado para que os feirantes possam trabalhar com tranquilidade. Além deles os mercados do Elo Perdido e Guanabara passaram por ampla revitalização. Um exemplo, são os feirantes que antes ficava localizado nas proximidades da rotatória do Paar, receberam um espaço adequado e preparado para comercialização de seus produtos, como peixes, verduras, camarão, caranguejo e peixe salgado. A Prefeitura fez obras e serviços estruturais no mercado, o que incluiu drenagem, iluminação, pavimentação da Rua Rio Purus no entorno da feira, acesso a cadeirantes, banheiros, cobertura e pintura do local.Jaqueline Suellen, feirante há 18 anos no Paar, falou com alegria do novo local de trabalho: “Nós temos um local novo para trabalhar. Antes, ficávamos no meio da rua pegando sol e chuva. Agora, estamos em feira coberta e segura”. Já o feirante Joaquim da Silva recuperou a autoestima e motivação em trabalhar na feira. “Já não tinha mais esperanças de ter um local próprio para trabalhar. Mas, hoje o nosso sonho virou realidade. Estamos aqui recebendo essa nova estrutura com boxes das mãos do nosso prefeito. Foi um presente de ano novo”, comemorou ele, que tem mais de 20 anos no Paar. Na educação, a gestão municipal construiu 13 novas unidades de educação nos bairros do Paar, Distrito Industrial, Coqueiro, Jaderlândia, Icuí, Guanabara, Águas Lindas e Aurá. Natália Silva, de 11 anos, aluna da Escola Municipal Frederico Souza, no Distrito Industrial, conta que desde que a escola recebeu nova estrutura, seu desempenho tem sido melhor. “Estudar aqui é muito bom. Temos muito recursos e também os professores são de qualidade. Eles não faltam as aulas. Além disso, aprender ficou muito melhor agora com uma biblioteca grande e com muitos livros. Com toda essa estrutura meu desempenho escolar melhorou muito e fico até mais tempo na escola”.

Com o foco no comprometimento de toda a sociedade. São realizadas ações de cidadania, educação, transporte, saúde

8 mil foram disponibilizadas para atender alunos da Educação Infantil e cerca 32 mil para o Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA)

Desde que a escola recebeu nova estrutura, seu desempenho tem sido melhor

Quero Ler - aprender ficou muito melhor agora com uma biblioteca grande e com muitos livros Dentre os 10 novos espaços de educação construídos, 4 Centros Municipais de Referência em Educação infantil (CMREI)

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Junto com o Tancredo Neves (na foto) já somam mais de 4.500 unidades habitacionais entregues para população pela Prefeitura de Ananindeua, desde o início de 2013 MinhaCasa MinhaVida, Ananindeua já recebeu 10 empreendimentos habitacionais, garantindo as famílias de baixa renda um lugar digno para se viver

CMREI Uirapuru

Paar ( na foto), Águas Brancas, Águas Lindas, Cidade Nova, Coqueiro, Curuçambá, Distrito Industrial, Guanabara, Jaderlândia, 40 Horas, são apenas alguns exemplos de bairros contemplados com um trabalho que traz mudanças positivas para o cotidiano da população

Manoel Pioneiro, com o Governador Simão Jatene e o presidente da Alepa, Márcio Miranda na Avenida Independência ENa área esportiva e no lazer, a população pode contar com 35 quadras de esporte pela cidade e a revitalização total do Ginásio Poliesportivo Almir Gabriel, apto até para receber competições nacionais

A Prefeitura de Ananindeua (PMA), no comando do prefeito Manoel Pioneiro, já entregou quase 400 ruas drenadas e pavimentadas em todo o município

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Com os investimentos, a rede municipal conta atualmente com 78 unidades escolares, sendo possível ofertar mais 40 mil vagas. Desse total, cerca de 8 mil foram disponibilizadas para atender alunos da Educação Infantil e cerca 32 mil para o Ensino Fundamental e Educação de Jovens e Adultos (EJA). Na área esportiva e no lazer, a população pode contar com 35 quadras de esporte pela cidade e a revitalização total do Ginásio Poliesportivo Almir Gabriel, apto até para receber competições nacionais. Na saúde, onze postos de saúde foram reformados e três construídos, além do Hospital Infantil Dr. Celso Leão, que também tive o prazer de entregar. Atualmente, a população de Ananindeua também pode contar com um novo centro de especialidades odontológicas completamente equipado. Outra atenção especial foi dada aos Centros de Referência da Assistência Social (Cras). Foram estruturados totalmente nove deles e quatro foram ampliados para melhor atender o cidadão, assim como a reforma do Centro Especializado de Assistência Social (Creas). Na educação, foram entregues 10 novos espaços de educação construídos: 3 Unidades de Educação Infantil (UEI), 4 Centros Municipais de Referência em Educação infantil (CMREI) e 3 Escolas Municipais de Ensino Fundamental; 26 espaços ampliados e reformados; 23 espaços revitalizados; 12 coberturas de quadras; e 7 construções de ginásios com vestiários.

Ainda deverão ser entregues 03 novas espaços localizados, na Guanabara, no Maguari, e no Coqueiro. Com isso, mais alunos terão acesso à educação pública de qualidade. “Mesmo com a crise vamos continuar trabalhando no saneamento, educação, saúde, segurança, em todas as áreas da gestão e alcançando todos os bairros do município. O ano está apenas começando e muitas outras obras serão entregues e serviços serão prestados para a nossa população neste 2017”, afirma Manoel Pioneiro.

Ananindeua muda olhar do cidadão

A iniciativa consiste em integrar a população com a Prefeitura de Ananindeua. O Ananindeua busca o foco no comprometimento de toda a sociedade. São realizadas ações de cidadania, educação, transporte, saúde, dentre outras. O órgão público vai manter uma relação direta com as comunidades, lideranças, institutos e ONGs. O Ananindeua tem a função de mostrar para a população que somente com a união entre órgão público e sociedade civil haverá uma cidade melhor. Na prática, a Prefeitura de Ananindeua quer estimular os moradores a olharem a cidade como todo. Ananindeua já é um decreto que institui grandes ações de integração durante todo ano nos bairros da cidade. Pará+

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Cevital, multinacional argelina, investe no Pará

Além do projeto de siderúrgica, importação e exportação de alimentos no Pará Empresários da Cevital apresentaram ao presidente Michel Temer, em Brasília, o projeto de implantação de uma indústria siderúrgica em Marabá

Fotos Antônio Silva/Ag. Pará, Secom

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epresentantes da multinacional argelina Cevital estiveram recentemente no Brasil para dar seguimento ao projeto de criação e implementação da siderúrgica no sudeste do Pará. O presidente do grupo, Issad Rebrab, e os executivos Adam Iskounem e Paulo Hegg estiveram reunidos com o governador Simão Jatene, no Palácio do Governo, em Belém, para discutir mais detalhes sobre a implementação. A reunião de trabalho, tendo à frente do grupo que atua diretamente na implantação do empreendimento o secretário Adnan Demachki, tratou de temas importantes para a viabilização do empreendimento, como incentivos fiscais, pequeno desvio da Transamazônica, que atualmente corta o terreno da

Alpa, cronograma de implantação do empreendimento, entre outros temas. Há um ano a Cevital vem, em conjunto com o Governo do Estado, trabalhando para a implementação da siderúrgica em território paraense. Em outubro do ano passado, o grupo assinou um Protocolo de Intenções de Investimentos em diferentes áreas, como agroindústria, siderurgia e logística. De um ano para cá, o projeto já obteve grandes avanços e, em breve, deve receber as licenças para avançar ainda mais.

Ferrovia

Além do avanço das etapas de consolidação da siderúrgica, também esteve em pauta durante a reunião os estudos da ferrovia paraense (Fepasa). O grupo, que é líder na produção de alimentos na África, também é um dos maiores

do mundo na produção e processamento de grãos, além de possuir unidades de apoio logístico na Europa, possuindo conhecimento em ferrovias. Segundo o andamento dos estudos, a Fepasa será fundamental para a siderúrgica escoar a sua produção, com capacidade prevista para transportar 10 milhões de toneladas de carga, o que é um atrativo para outras indústrias para a região, melhorando de forma significativa a logística na região, que já possui rodovias e projetos para hidrovia. Na Europa, a empresa também se destaca na produção de trilhos, com uma fábrica sediada na Itália, e agora pretende ser a primeira a produzir trilhos na América Latina, com a siderúrgica de Marabá. “Temos mercado para exporter e teremos mercado interno para vender, por isso sabemos que o projeto é bastante viável e sustentável”, destacou Adam Iskounem, executivo da Cevital. O titular da Codec, Olavo das Neves, também apresentou um resumo das tratativas que vêm sendo desenvolvidas com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, no processo de licenciamento da Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Marabá. “A criação de uma ZPE, além de ser fundamental para a geração de emprego e renda no Estado,

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também é importante para a viabilização da instalação da siderúrgica e de outras grandes empresas que certamente vão chegar para aproveitar a estrutura logística. Esse sera um ganho que vai ter impacto positivo para todo o estado do Pará”, afirmou Olavo. “A Codec tem discutido e avançado nessas proposições e até o final de novembro o projeto final deve ser apresentado”, destacou o titular da companhia.

Protocolo de intenções entre o Governo do Estado do Pará, Vale e Cevital Groupe

Para chegar ao patamar atual, o Governo do Estado do Pará e as empresas Vale e Cevital Groupe, assinaram, início de 2016, um protocolo de intenções para a processo de implantação de uma siderúrgica em Marabá, no sudeste paraense. O documento foi assinado pelo governador do Estado, Simão Jatene, pelos presidentes das companhias, Murilo Ferreira, da Vale, e Issad Rebrab, da Cevital, e outras autoridades, como o senador Flexa Ribeiro e os deputados federais Beto Salame e Julia Marinho, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa), Márcio Miranda, secretários de Estado, deputados estaduais, prefeitos e representantes de entidades empresariais. O protocolo trata dos parâmetros que embasam o projeto de implementação de uma siderúrgica em Marabá, que vinha sendo estudado

GRÁFICA

Fácil

Reunido com o presidente da República, Michel Temer, e ministros do governo, Issad Rebrad disse que estuda também, a instalação de uma indústria de óleos vegetais no Pará e o aporte de recursos para facilitar a compra de produtos agropecuários brasileiros pelo mercado argelino

pela Vale e agora passará a ser conduzido pela gigante argelina. A empresa já havia investido cerca de US$ 300 milhões, incluindo gastos no desenvolvimento de engenharia, com vistas a construção da siderúrgica em Marabá. Entre os termos do acordo, a Vale coloca a disposição da Cevital, além de cooperação técnica, todos os estudos e projetos já elaborados, a transferência do terreno de sua propriedade que seria destinado a construção da Alpa, suprimento em bases comerciais de minério de ferro e serviços logísticos para o empreendimento, além das licenças ambientais do referido projeto. “A Vale irá ceder tudo isso sem ônus ao empreendedor. A mineradora está muito satisfeita em manter esse entendimento mútuo com o Go-

verno do Estado e quer continuar a dar a sua contribuição para que esse grande empreendimento importante para a região se torne perene e reduza as disparidades sociais”, apontou o presidente da Vale, Murilo Ferreira. Quando estiver em funcionamento, a siderúrgica de Marabá deve gerar 2,5 mil empregos diretos, além de seis a oito mil empregos indiretos. “Acreditamos que isso vai proporcionar uma reforma muito grande dentro do setor, em Marabá, através da geração desses empregos. O panorama social da cidade deve ser sensivelmente modificado com esses investimentos”, avaliou Paulo Hegg, representante da Cevital no Brasil, para quem o Pará é a porta de entrada do grupo no país.

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Verticalização da produção

Simão Jatene e os presidentes das companhias Vale e Cevital, Murilo Ferreira (e) e Issad Rebrab (d), respectivamente, com o protocolo de intenções assinado

Siderúrgica vai fabricar trilhos para ferrovias e aço em pó A siderúrgica de Marabá terá capacidade para gerar 2,7 milhões de toneladas de aço com a produção de bobinas de aço, ferro gusa, “biletts”, “blooms”, entre outros. Issad Rebrad, presidente da Cevital Groupe, anunciou também que um dos produtos da siderúrgica de Marabá será a fabricação de trilhos para a estrada de ferro. A empresa é líder na Europa na produção de trilhos, com uma fábrica sediada na Itália e agora pretende ser a primeira a produzir trilhos na América Latina. “Marabá será conhecida, brevemente, como a principal fornecedora de trilhos para estrada de ferro de toda a América Latina”, garantiu Rebrad ao informar que a empresa também vai trazer para o Pará a tecnologia de aço em pó, que poucas empresas no mundo detêm. A Cevital também vai disponibilizar aço com preços competitivos para empresas implantadas no polo metal mecânico que deve ser desenvolvido em Marabá, um sonho antigo da população. O governador Simão Jatene reiterou a responsabilidade de todos os envolvidos em reportar para a sociedade todos os passos que estão sendo dados na

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direção da atração de empresas para o Pará, como é o caso da instalação da siderúrgica em Marabá. “O que nós não queremos é reproduzir o que se fez no passado, onde criou-se uma dramática expectativa de negócios que foi frustrada, machucando muitas pessoas. O que nos queremos é que esse projeto nasça entranhado não apenas nos desejos dos seus atores, mas no seio da sociedade”, ponderou Jatene, que pediu para que a população acompanhe cada um dos movimentos, entendendo as dificuldades de cada passo dessa implantação. “Isso certamente tornará o ambiente mais amistoso, cooperativo e lucrativo. É isso que nós estamos querendo. Que cada um saiba os passos que serão dados, especialmente neste momento de crise. O principal é que esse movimento não é fruto de mera vontade política, que sempre existiu, mas principalmente resultado de um esforço para tornar o projeto economicamente viável e atrativo aos investidores. O Estado deve criar condições para isso e foi o que buscamos fazer”, disse Jatene, que em maio de 2015 esteve na Argélia conhecendo a estrutura da Cevital, uma das maiores empresas do continente africano, com atuação em diversos ramos e segmentos.

A atração de empresas interessadas em verticalização de matéria prima para o Pará faz parte da estratégica do Estado em verticalizar a sua produção. A agregação de valor é a maneira mais eficaz de desenvolver uma economia e, consequentemente, proporcionar um crescimento mais uniforme, pois gera mais receita, renda e emprego. Além disso, com produtos mais elaborados, é possível atingir também mercados mais exigentes. Para o titular da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki, que integrou a comitiva que esteve na Argélia, resultando no interesse da Cevital em investir no Pará, e conduziu as negociações entre a empresa e a Vale, esse projeto traduz os esforços que o governo vem empenhando em busca de diversificação e desenvolvimento da economia paraense. “O grupo argelino vem realmente ao anseio do Estado, que é de agregar valor a seus produtos e vários investimentos de acordo com as potencialidades de cada município. Com isso, vem a geração de milhares de empregos, e esse é o grande desafio em um momento em que o país já perdeu milhares de postos de trabalho. Sabemos que ainda existem muitos desafios pela frente, mas a ideia desse termo de acordo é justamente unir esforços para superá-los”, explicou o secretário. O protocolo também prevê um contrato de fornecimento de minério de ferro pela Vale com preços mais competitivos para a siderúrgica, viabilizando economicamente a fábrica, com redução do custo de produção. A Vale irá ainda construir um ramal ligando a área da siderúrgica à Estrada de Ferro Carajás, reduzindo custos de infraestrutura para a siderúrgica. A Cevital também se comprometeu em fornecer aço mais barato para venda interna em Marabá. A iniciativa vai atrair mais investimentos para a verticalização da produção local. Já o Governo do Estado, além de intermediar a implementação da siderúrgica no sudeste paraense, firmou compromisso de

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garantir os incentivos fiscais para a atividade, conforme já previa lei aprovada na Alepa, e sancionada pelo poder Executivo Estadual, confirmando com a proposta a estratégia do governo estadual em criar mecanismos e priorizar as empresas que busquem verticalizar a produção em território paraense.

Ajudando a concretizar

Durante a visita as instalações do Complexo Agroindustrial da Cevital, em Bejaia Adnan Demachki, titular da Sedeme, está tentando viabilizar uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE), em Marabá

Atualmente, o Executivo paraense se empenha em viabilizar a Zona de Processamento de Exportação (ZPE) de Marabá e analisa incentivos fiscais, licenciamentos ambientais e a resolução judicial das áreas disponíveis para o empreendimento. “O papel do Estado é criar as condições físicas, jurídicas e de logística para que haja atratividade da região de Marabá para a implantação da indústria, pois a empresa deverá ter competitividade para fazer frente junto às siderúrgicas chinesas’’, frisou o secretário. Adnan Demachki ainda observou que não só a região de Marabá, mas todo o Pará poderá ganhar com a chegada da usina, caso o projeto tenha êxito. “Estamos nos comprometendo, mais uma vez, com as demandas que nos exigem tempo, energia, dinheiro e muito diálogo, entre nós da administração pública e até com outras esferas administrativas”, acrescentou Adnan.

O presidente do grupo Cevital, Issad Rebrab, e os executivos Adam Iskounem e Paulo Hegg estiveram reunidos com o governador Simão Jatene, o procurador adjunto da Procuradoria Geral do Estado (PGE), Henrique Reis; o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Adnan Demachki; o titular da Companhia de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará (Codec), Olavo das Neves e equipe técnica da Sedeme e Codec, para discutir detalhes sobre a implementação do polo siderúrgico em Marabá, no sudeste paraense. O projeto do empreendimento está em pleno desenvolvimento de estudos. Sua implantação vem avançando com discussões e superando obstáculos impostos pela crise econômica nacional.

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Feriados prolongados: a visão do Turismo e da Indústria Fotos Agência Brasil/EBC, João Gomes

Projeção do Ministério do Turismo considera acréscimo de 22 dias de folga em 2017. Mais de 10,5 milhões de viagens deverão ser feitas. Dos 12 dias não trabalhados no país, apenas um será num fim de semana. Dos outros 11, cinco caem na terça ou na quinta-feira, o que facilita o “enforcamento” de um dia. A indústria brasileira poderá perder R$ 66,8 bilhões

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iagens nos fins de semana prolongados por feriados que caem na segunda, terça, quinta ou sexta-feira devem injetar R$ 21 bilhões a mais na economia brasileira em 2017, segundo projeção do Ministério do Turismo. O levantamento, feito em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), considerou um acréscimo de 22 dias de folga no calendário, quando 10,5 milhões de viagens deverão ser feitas. Na contramão de outros setores que projetam prejuízos com os feriados, como o comércio e a indústria, o Ministério do Turismo acredita que as viagens e o consumo nos dias de folga gerarão renda e emprego. De acordo com o presidente da Associação Brasileira das Agências de Viagem (Abav), Edmar Bull, as empresas do segmento já começaram a sentir o impacto dos feriados com o aumento na procura por pacotes de viagens. A entidade estima que a demanda por viagens de lazer em 2017 deverá crescer entre 8% e 14%. “Os brasileiros vão poder viajar mais, gastando menos, porque uma das vantagens da ocupação pulverizada ao longo do ano é o maior equilíbrio na equação oferta x demanda, o que impacta diretamente na composição das tarifas aéreas e hoteleiras”, comentou Bull.

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Feriados O feriado que deve gerar maior impacto é o Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, quando 1,94 milhão de viagens movimentarão R$ 3,9 bilhões na economia. O levantamento leva em consideração os feriados de 21 de abril (Tiradentes, sexta-feira), 1º de maio (Dia do Trabalho, segunda-feira), 15 de junho (Corpus Christi, quinta-feira), 7 de setembro (Independência do Brasil, quinta-feira), 12 de outubro (Dia de Nossa Senhora Aparecida, quintafeira) e 2 de novembro (Finados, quintafeira). O Carnaval, a Semana Santa, o Natal e Réveillon foram desconsiderados, porque via de regra geram fins de semana prolongados e a ideia da projeção foi levantar qual o valor a ser acrescentado na movimentação econômica nacional em 2017.

Dos 12 dias não trabalhados no país, apenas um será num fim de semana. Dos outros 11, cinco caem na terça ou na quinta-feira, o que facilita o “enforcamento” de um dia. Mesmo que não sejam contabilizados como feriados, esses “enforcamentos” certamente desestimulam a atividade produtiva, resultando em perda de produtividade. A federação lembra, que as perdas não se restringem às empresas. As paralisações na atividade industrial provocam uma grande queda de arrecadação tributária para o governo. A Firjan estima que esta perda pode chegar a R$ 27,6 bilhões este ano, o equivalente a R$ 2,5 bilhões a cada feriado nacional, considerando os tributos federais, estaduais e municipais.

Feriados de 2017 podem custar 66 bilhões à indústria

Nos feriados de 2017, as praias de Outeiro vão bombar

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Por outro lado, a indústria brasileira poderá perder R$ 66,8 bilhões com os nove feriados nacionais e os pontos facultativos deste ano. O valor representa 4,4% do PIB ( soma dos bens e riquezas produzidos no país) industrial do país, o maior percentual registrado desde 2008. É o que aponta o estudo “O Custo Econômico dos Feriados Federais para a Indústria”, divulgado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O levantamento tem como base a relação de feriados e pontos facultativos divulgada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. O estudo não contabiliza a Quarta-feira de Cinzas, por ser ponto facultativo até as 14h, e o Dia do Servidor Público. A Federação das Indústrias ressalta que o país ainda convive com mais de 40 feriados estaduais e outros municipais.

A indústria brasileira poderá perder R$ 66,8 bilhões com os feriados nacionais deste ano

Entre as propostas da federação está a de que os feriados que caem no meio de semana sejam deslocados para segunda ou sexta-feira. De acordo com a Firjan, a medida contribuiria para a redução do “custo Brasil” e para o aumento da competitividade da indústria. Além disso, que em meses com a ocorrência de dois ou mais feriados, estes ocorram no mesmo dia, de forma a preservar o número de dias úteis. A federação informa, ainda, “que em vista da urgente necessidade de estimular a atividade produtiva e, ao mesmo tempo, ajustar as contas públicas, a mudança seria extremamente oportuna”.

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2017 é o Ano do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento Fotos Eliseu Dias, Eunice Pinto/Agência Pará

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secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, OMT, Taleb Rifai, afirmou que 2017 é o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento. Rifai disse que “não foi uma mera coincidência a Assembleia Geral da ONU ter decidido por esta escolha”. Segundo ele, “o turismo tem sido reconhecido cada vez mais como um setor que pode ajudar a construir um mundo melhor”.

Potencial Em seus sete anos no cargo, Rifai disse que viu durante esse período “o turismo se transformar em um dos mais im-

portantes setores socioeconômicos dos tempos atuais”. Ele disse ter visto também o aumento do compromisso da comunidade internacional, “com muitos países percebendo o potencial para o turismo se tornar o pilar do desenvolvimento”. O chefe da OMT declarou que “a prova desse compromisso é a inclusão do turismo entre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, ODSs, por 193 países, em 2015”.

Oportunidade Para Rifai, este ano representa uma oportunidade única para promover a contribuição do turismo para alcançar o futuro que todos querem. Além disso, é uma oportunidade para determinar o papel que

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Para Adenauer Góes, titular da Setur, hoje se sente a necessidade de compatibilizar a economia com a sustentabilidade

o turismo vai ter na Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Ele explicou que “através das viagens, as pessoas passam a ter mais compreensão, tolerância e empatia pelo próximo”. Segundo Rifai, esses são pontos

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essenciais numa era de globalização onde a “aldeia global só pode prosperar através de uma vida harmoniosa”.

Força crescente “O turismo, seja internacional, seja doméstico, é uma força crescente. Para que todos tenham uma ideia: em 2016, foi superada a marca de 1,2 bilhão de pessoas viajando internacionalmente e mais de 7 bilhões de pessoas viajando dentro de seus próprios países. Então, o turismo é uma força econômica, pode dar uma contribuição enorme ao

desenvolvimento social, à promoção da cultura, à preservação do meio ambiente.” Ele afirmou ainda, que o turismo se “encaixa muito bem na nova agenda urbana”.

Mundo melhor Márcio Favilla defendeu também que o turismo é um “instrumento para o entendimento, compreensão mútua e paz entre os povos”. “O turismo é um instrumento para a construção de um mundo melhor muito

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além dos aspectos econômicos que o turismo gera e pode trazer de benefícios para os países e comunidades visitados. O turismo continua crescente em âmbito internacional apesar dos desafios geopolíticos que estamos vivendo.” Ele afirmou que nos últimos seis anos a atividade tem crescido nos últimos seis anos acima da média do crescimento da economia mundial e do comércio internacional. Favilla acredita também que o turismo é uma atividade resiliente, que se “recupera de momentos difíceis e impactos adversos”. Ele disse que a OMT trabalha com Ministérios do Turismo que países que enfrentam dificuldades devido a questões de segurança “para que as situações sejam superadas”.

Segundo o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, OMT, Taleb Rifai, o turismo tem sido reconhecido cada vez mais como um setor que pode ajudar a construir um mundo melhor

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Banco da Amazônia disponibiliza mais de R$ 2 Bi para o Pará em 2017 Presidente do Banco da Amazônia, Marivaldo Melo, destacou a importância do turismo para a região

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Texto Ascom Fotos Ascom

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ara 2017, o Banco da Amazônia tem previsto para o Estado do Pará investimentos na ordem de R$ 2,05 bilhões, sendo R$ 1,4 bilhão do FNO e R$ 629,86 milhões de crédito de sua carteira comercial, recursos esses que atenderão empreendimentos de todas as regiões do Pará. Uma das potencialidades apontadas no Plano de Aplicação de Recursos do Banco para o Estado está o desenvolvimento do turismo, e de mais 29 projetos sustentáveis prioritários para o Pará, como cadeia de cacau orgânico, que beneficiará a Mesorregião da Transamazônica, as indústrias de transformação de insumos agrícolas (calcário e fosfato), que atingirão os municípios de Redenção, Santana do Araguaia, Cumarú do Norte e Bannach. Além do projeto de hortifrutigranjeiros, previsto para o município de Santarém e para a Região Oeste do Pará. No que concerne aos investimentos e realização de negócios sustentáveis nas mesorregiões e microrregiões as oportunidades englobam, por exemplo, desde a produção de cacau, uma atividade bem estruturada e em expansão, que já conta com grandes empresas de comercialização instaladas no Estado, passando pelo manejo florestal e o reflorestamento, até a pecuária de corte e leiteira e o beneficiamento de frutas regionais, especialmente o açaí. Quanto aos Arranjos Produtivos Locais, o Banco da Amazônia selecionou, dentre outros APLs, investir em agroenergia, com destaque para a cultura de óleo de palma – dendê, com fins bioenergéticos e alimentares, pecuária de corte e leiteira, fruticultura (açaí e cacau), mandiocultura e a cultura de grãos (soja, milho, arroz e feijão).

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O evento contou com a presença de vários empresários, associações, entidades parceiras e autoridades.

Cultura e Turismo O incentivo à cultura amazônica é realizado pelo Banco, por meio do Programa “Amazônia Mais Cultura” que conta com recursos do FNO Amazônia Sustentável. “Trata-se de uma das iniciativas para o desenvolvimento regional sustentável que financia produção, circulação e comercialização de produtos culturais, contribuindo para a geração de emprego e renda na região. É uma importante âncora na valorização da cultura amazônica, em consonância com a agenda social do Governo Federal, que tem neste segmento um dos eixos prioritários e estratégicos”, explica o presidente do Banco, Marivaldo Melo. Um importante passo em contribuição para a cultura e turismo da Região Norte foi dado no último dia 22/12, em evento de apresentação das suas linhas de financiamentos do Banco para o desenvolvimento sustentável no Estado do Pará. Na ocasião, foi celebrado contrato com o Complexo Gastronômico Cabôca, situado no polo turístico da região metropolitana de Belém. Segundo o diretor Comercial e de Distribuição do Banco, Luiz Cláudio Sampaio, o turismo é um dos segmentos prioritários para o Banco da Amazônia, por ser o grande propulsor da economia local e do desenvolvimento da região, englobando toda a cadeia produtiva e todos os portes do empreendedorismo. “Queremos começar 2017 prospectando novos clientes. A promoção deste evento serviu para mostrar que o turismo é um importante elo produtivo”, informou. De acordo com o presidente da Instituição, Marivaldo Melo, estamos incentivando uma indústria que precisa atrair mais turistas porque é uma forma de desenvolver a Amazônia de forma sustentável. “O turismo gera riqueza, emprego e não tem nenhum impacto ambiental. Com certeza é uma atividade muito sustentável e tem tudo a ver com a Região”, acrescentou. www.paramais.com.br

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O empresário Paulo Victor, no momento da assinatura do contrato entre o Banco da Amazônia e a empresa Cabôca

Complexo O Complexo Cabôca é um atrativo turístico por ser um casarão do século XVIII que vai oferecer excelente ambiente com shows de músicas de artistas regionais e nacionais e um centro gastronômico com pratos da culinária paraense e portuguesa, com destaque para a fabricação de cervejas artesanais. Este empreendimento vai gerar cerca de 50 empregos diretos e 200 indiretos, além de ser um complexo estratégico para o fortalecimento do turismo no Estado. “Com a liberação dos recursos do FNO, conseguimos marcar até a inauguração da Cervejaria que ocorrerá até junho de 2017. A Cervejaria abrirá oferecendo cervejas clássicas e feitas com insumos da Amazônia, mas também com toda uma abordagem cultural e amazônica. Vamos oferecer shows, artes integradas, integradas, plásticas, fotografia, enfim, a Cabôca será um grande centro cultural em Belém”, afirmou Ney Messias, empresário e diretor de marketing da empresa. A Cervejaria Cabôca irá fabricar e comercializar cervejas especiais e sazonais, com ingredientes amazônicos e insumos de arranjos produtivos regionais. As cervejas serão fabricadas a partir do cacau e da mangaba, por exemplo, e outros frutos típicos que serão comprados de agricultores familiares, fortalecendo as cadeias produtivas locais.

A expectativa é iniciar atividades da cervejaria em junho de 2017 e produzir, inicialmente, cerca de 80 mil litros por mês e gerar mais de 50 empregos diretos e 300 indiretos. Para o superintendente do Pará e Amapá, Pedro Paulo Busatto, com mais este projeto, a Instituição espera alavancar os negócios nestes setores e gerar emprego e renda para a população do Pará. “Vamos beneficiar a comunidade local, pois no espaço do Casarão, haverá a realização de projetos sociais para crianças e idosos”, acrescentou.

Amazônia conta mais de R$ 7 bi para fomentar a economia O valor de R$ 7,9 bilhões é a disponibilidade de recursos do Banco da Amazônia para toda a Região Amazônica em 2017. Desse total, R$ 4,6 bilhões são originários do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO). As demais são do Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) e do Orçamento Geral da União (OGU). O restante, R$ 2,9 bilhões, pertence à carteira de crédito comercial da Instituição. Esse volume de recursos e suas prioridades econômicas estão elencados no Plano de Aplicação de Recursos Financeiros para Rondônia em 2017, disponível no site do Banco (bancoamazonia.com.br). De acordo com o gerente de

Gestão de Programas Governamentais, Oduval Lobato, dos R$ 4,6 bilhões do FNO, operado com exclusividade pelo Banco, mais de 70% serão aplicados em municípios com comprovada carência econômica e social, conforme previsto na Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), do Governo Federal. “A PNDR tem por objetivo reduzir as desigualdades entre as regiões brasileiras e promover um maior equilíbrio no acesso a oportunidades de desenvolvimento, levando em consideração fatores como inclusão social, produtividade, sustentabilidade ambiental e competitividade econômica”, informou. Segundo o presidente do Banco, Marivaldo Melo, neste momento de retração da economia, a Instituição oferece o crédito necessário com taxas reduzidas para empreendedores da Região Amazônica dos mais diversos portes para fomentar a economia e gerar renda para a população. “O Banco está disponível para investidores interessados em realizar seus projetos na região. Estamos trabalhando de forma aderente com as regras de transparência e governança de mercado, buscando dar agilidade e resposta aos clientes e acionistas com eficiência e qualidade, oferecemos as melhores taxas do mercado e temos o compromisso de contribuir para o crescimento da economia”, finaliza.

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Reis, Reises e Reisadas Texto Anete Costa Ferreira*

Cantando as Janeiras com as crianças

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emonta a tempos imemoriais as festividades em honra aos Reis Magos que se inicia nos primeiros dias do Ano Novo, conhecida por “Janeiras ou o Cantar os Reis”. Esse cantar é considerado como o mais rico do Cancioneiro Popular Português. Os cânticos entoados no primeiro mês do ano e especialmente nos dias 5 e 6 são dedicados ao Deus Jano, de Janua, o Deus das Portas e da Entradas. Figura mitológica romana, representada por duas caras, ligadas à ideia de entrada, em especial, à noção de transição de conhecimento do passado e do futuro. Por muito tempo foi considerado porteiro dos céus e, por isso respeitado pelos romanos que esperavam a sua proteção, pedindo que afastasse os espíritos maus das casas. Durante o Império Romano, o povo cantava nas ruas desejando felicidades no Ano Novo a todas as pessoas. Estudiosos, consideram essa origem pagã, uma imitação das Satunais Romanas que posteriormente foi convertida à religião católica, confirmada através dos calendários Juliano e Gregoriano. A festa chega a Portugal, inicialmente juntando pessoas de parcos recursos, que formavam grupos, saindo pelas ruas a noite, cantando, desejando “Felicidades no Ano Novo” aos vizinhos e aos moradores de grandes posses financeiras. No final pediam as sobras do Natal e da passagem do Novo Ano. Essa confraternização deu origem as “Janeiras”. Esse ancestral cantar popular de louvor é revestido do espírito alegre, sobressaindo sua criatividade e beleza pela composição de pequenos grupos corais entoando loas religiosas. O acompanhamento é feito por músicos que tocam pandereta, bombo, flauta e viola. Ao grupo juntam-se alunos, professores e todos os moradores formando um grande cortejo, percorrendo as ruas cantando os Reis, desejando Bom Ano às famílias e à comunidade em geral.

Cantar os Vários são os nomes atribuídos a esse festejo, “Reis, Reises e Reisadas” como forma de cristianizar as “Janeiras”. De acordo com a vontade do povo tanto o “Reiseiro” – cantador dos Reis -, como o “Janeireiro” – cantador das Janeiras, são imbuídos do espírito de felicitar a coletividade portuguesa no Novo Ano, mantendo a tradição, que vem passando de geração a geração, visando manter vivo os festejos em Portugal. Nas aldeias, dentre outras finalidades, há a colheita de alimentos para serem distribuídos aos cantadores, como recompensa pelas longas caminhadas que fazem. Essa dádiva é representada por castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela, chocolates e dinheiro. No final do cortejo, o grupo reúne-se e faz a divisão dos bens que receberam. Gente adulta, jovens e crianças vão em arruadas noturnas pelas aldeias, enquanto nas cidades a apresentação é feita durante o dia com os grupos entoando cânticos aos “Reis”, “Reises” e “Reisadas” exaltando as “Janeiras” nas felicitações de Bom Ano a todo povo português. (*) Correspondente em Portugal.

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“Janeiras vimos cantar!” Vimos cantar as Janeiras Janeiras vimos cantar Para dar as boas festas E um bom ano desejar Nesta casa tão bonita Ó, I, Ó, ÁI Gente nobre aqui mora Ó, I, Ó, ÁI Traga de lá a Janeira Ó, I, Ó, ÁI Não nos deixe ir embora Vimos cantar as Janeiras Janeiras vimos cantar Para dar as boas festas E um bom ano desejar A todos muito obrigado Ó, I, Ó, ÁI Já nos vamos retirar Ó, I, Ó, ÁI Viva à gente desta casa Ó, I, Ó, ÁI No céu já tem um lugar Vimos cantar as Janeiras Janeiras vimos cantar Para dar as boas festas E um bom ano desejar

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Dicas para memorizar estudos

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ão é errado afirmar-se que memória e inteligência são essencialmente a mesma coisa. Explica-se por quê: a função intelectual só é possível a partir das informações que temos registradas na memória. Ninguém consegue pensar sobre o que não sabe, no entanto, consegue pensar muito bem se tiver “armazenadas” boas informações a respeito do assunto. Deu pra entender? Importante: raciocinar nada mais é do que “comparar informações que temos na memória”. Assim sendo, pode-se afirmar, com segurança, que todo raciocínio é uma comparação, seja ela entre dados isolados, conceitos, procedimentos, etc. Todos nós sabemos, entretanto, que é tão fundamental “aprender” quanto “lembrar” daquilo que se aprendeu, não é mesmo? Sem “Aprender” é tão fundamental, quanto “lembrar” daquilo que se aprendeu

“lembrar” das coisas que estudamos, toda esta aprendizagem perde o seu valor prático e não nos serve para nada. Por isso mesmo, a maneira de aprender é decisiva. Se você tenta memorizar amontoando informações, desordenadamente, terá dificuldades de lembrar. No entanto, se você “associa” as informações, terá mais facilidade para recuperá-las na memória. Para facilitar essa “lembrança”, todavia, existem diversas técnicas agrupadas numa ciência bastante interessante chamada Mnemotécnica (ou Menmônica) que já era praticada pelos antigos gregos, pelos fenícios, árabes etc. O que a ciência moderna fez foi, simplesmente, recuperar e adaptar tais técnicas para a nossa realidade cultural. Um exemplo: se você tem dúvida se sargento se escreve com G ou com J, pode memorizar simplesmente associando “SARGENTO” com “GARCIA” (aquele conhecido personagem dos filmes do Zorro). Você poder fazer o desenho dessa informação. Feito isso, basta colar este “desenho” na mesa onde você estuda ou trabalha, e deixar lá por alguns dias. Você nunca mais esquecerá. Você vai gastar pouco tempo para fazer esse desenho, bem menos do que gastaria se usasse os métodos convencionais de memorização. Há também outros aspectos importantes que devem ser considerados. Por exemplo: As pessoas costumam ler livros didáticos ou apostilas de forma desordenada, muitas

“Correr para aprender” não é “acelerar a aprendizagem

vezes até alucinadamente, afinal elas “precisam aprender” e acham que lendo depressa reterão mais informações. No entanto, isso é um erro grave. Em vez de agir assim, faça desta forma: 1. Só comece a estudar quando estiver relaxado. Não adianta estudar estando ansioso. Tome um refresco de maracujá ou um chazinho suave de erva-cidreira. Só então pegue no livro.

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Cole esse mapa na sua mesa ou na parede. Deixe-o lá por alguns dias e dê uma passadinha de olhos nele sempre que puder

2. Divida o tempo que você vai gastar na leitura em blocos de, no máximo, 6 minutos. Enquanto lê, vá circulando as informações importantes e ligando-as por setas coloridas. Como se estivesse “brincando de estudar”. 3. A cada 6 minutos, pare uns 2 minutos. Levante-se, ande um pouco, converse com alguém. Só depois continue a leitura.

Vá fazendo (numa folha de papel em branco) um mapa mental. Faça o mais colorido e expressivo que puder

4. Não se preocupe em memorizar nada. Isso só fará aumentar sua tensão. Simplesmente vá lendo e circulando as informações importantes. 5. A cada meia-hora, pare por uns cinco minutos. Dê uma relaxada. A qualidade do seu desenho vale pouco; o que vai valer é o ato de “desenhar as informações”. Isso facilitará muito o trabalho da memória

6. Recomece voltando ao início, passando os olhos pelas informações assinaladas e vá fazendo (numa folha de papel em branco) um mapa mental. Faça o mais colorido e expressivo que puder. A qualidade do seu desenho vale pouco; o que vai valer é o ato de “desenhar as informações”. Isso facilitará muito o trabalho da memória. 7. Cole esse mapa na sua mesa ou na parede. Deixe-o lá por alguns dias e dê uma passadinha de olhos nele sempre que puder, porém, bem naturalmente. 8. Se pretende continuar lendo por mais de meia-hora, divida o tempo em blocos assim como descrito acima. 9. Não ultrapasse duas horas contínuas de leitura. Lembre-se de que nosso cérebro esgota com facilidade quando submetido muito tempo a uma mesma operação. Se, contudo, for muito necessário, a cada duas horas dê uma paradinha de 15 minutos; ouça música, tome um suco, divirta-se um pouquinho. 10. Lembre-se de que “correr para aprender” não é “acelerar a aprendizagem”.

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Pará e o Turismo Sustentável; 10 anos de Sucesso do SIMINERAL; Cevital investe no Estado

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