Auditório lotado na posse de Sebastião Campos
diz respeito ao tratamento tributário dispensado à energia elétrica. O Estado, lembrou ele, já é um grande produtor e vai se tornar, dentro dos próximos cinco anos, o maior exportador brasileiro de energia elétrica. Apesar disso, pelo fato de ser a energia tributada sobre o consumo – no destino –, o Pará não arrecada um centavo de imposto sobre a energia que sai daqui pelos linhões da Eletrobras para ir gerar emprego e renda em outros Estados. “Iremos estabelecer fóruns de discussões que nos indicarão ações a serem tomadas, principalmente no campo institucional. Não receber um único centavo pela energia gerada em nosso solo, e consumida por boa parte dos demais estados da Federação, sem qualquer benefício para nossa população, é situação que não nos parece justa”, defende.
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Fecomércio nova gestão pelo desenvolvimento.indd 18
Campos e esposa Graça
Para Campos, “esse tratamento perverso dispensado ao Pará pretende ignorar deliberadamente o fato de ser ele o responsável pela geração do segundo maior saldo da balança comercial brasileira. A revisão do pac-
to federativo, temos convicção, vai nos ajudar a resolver entraves tão nocivos para o nosso Estado e para o nosso povo”, completou. A participação ativa da Fecomércio nesses debates será a principal contribuição do setor para o desenvolvimento do Pará e do Brasil. “Nossos governantes e legisladores precisam ser informados sobre as mazelas que afligem o comércio, para que possam traçar suas estratégias de governo e estabelecer as bases jurídicas para tal, em benefício do progresso de nosso estado, com reflexo no bem estar de nossa população. Se a Fecomércio, minimamente, conseguir entregar essas informações de forma correta e com bases científicas, já terá contribuído de forma satisfatória. Nos esforçaremos para tal”, conclui Sebastião Campos.
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