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ANO 3 . Nº 6 . MAIO / JUNHO 2014 www.portalredebrasil.com.br

NEGÓCIOS

Comitiva do Ceará participa da Feira APAS 2014

QUALIFICAÇÃO

Associados participam de seminários do "Qualifica ACESU"

RIQUEZA CEARENSE O brilho e a alegria das Quadrilhas Juninas

MAURÍCIO REIS:

O talento revolucionário por trás da MReis há 50 anos.


riqueza CEARENSE

Quadrilha Junina: a dança que embala e alegra muitos brasileiros

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reditada por vários historiadores como uma dança de origem holandesa com influência portuguesa e inglesa, as quadrilhas juninas tiveram seu apogeu no século XIII, na França, que a adotou e a levou para os palácios, tornando-a, assim, uma dança nobre e popular nos salões aristocráticos e burgueses do século XVII em todo o mundo ocidental. Durante a Guerra dos Cem Anos, deflagrada entre os franceses e a Inglaterra, serviu também

para promover uma transferência cultural entre esses países. No Brasil, suas primeiras manifestações ocorreram durante o período colonial, com a chegada da Família Real, em meados de 1530, fazendo bastante sucesso nos salões brasileiros a partir do século XIX, quando ficou originalmente conhecida como "Quadrilha de Arraiais", por fazer parte das festividades típicas do mês de junho. Aos poucos, esta contradança foi caindo no gosto do povo, que modificou suas evoluções básicas

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e introduziu outras, alterando inclusive suas músicas e melodias. A sanfona (ou acordeom), o triângulo e a zabumba são os instrumentos musicais que geralmente acompanham as quadrilhas. Embora comemoradas nos quatro cantos do Brasil, é na região Nordeste que as festas juninas e os festivais de quadrilha possuem maior expressão. É também nesta época que se intensificam as homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como normalmente


Foto: Sormando Eugênio

a região apresenta um período de seca prolongada, os nordestinos aproveitam o momento para agradecer as chuvas raras nas localidades, sendo este um dos assuntos comumente retratados nas danças. Já bastante conhecida pelo público dos festivais, a Quadrilha Ceará Junino (Sociedade Cultural Ceará Junino) aborda em seus espetáculos, temas que retratem bem o nordeste brasileiro. Para a concepção, são feitas pesquisas durante um período de cinco

tina e, principalmente, da proximidade com o público. “O povo cearense é muito festeiro e procura preservar a cultura de dançar quadrilha, exatamente pela oportunidade de mostrar essa arte, que é passada de geração em geração. Para se ter uma ideia, em nosso Estado, temos quadrilhas com mais de 40 anos de existência! E os festivais juninos espalhados por aí tornaram-se uma oportunidade única para mostrar um pouco da nossa cultura, através da dança, das músicas e do intercâmbio cultural promovido por este movimento. É exatamente por isso que a identificação pelos festejos se tornou tão forte e característico em nossa região”. Mas nem só de festa vivem os “profissionais do São João”. Há também inúmeras dificuldades para preparar uma quadrilha e deixá-la pronta para competir com as demais. “São muitos os gastos para se colocar uma quadrilha no festival: a compra de figurino, por exemplo, é paga pelos próprios brincantes; os gastos com materiais para cenário; equipe de apoio; transportes – tanto para a equipe em geral como para os materiais da cena; os profissionais Foto: Sormando Eugênio

Quadrilha Ceará Junino durante suas apresentações

meses sobre o assunto proposto. Após este período, é formatado um projeto que é apresentado a todos os membros do grupo. “Atualmente, as quadrilhas juninas se tornaram empresas profissionais de fato. Quando se termina o período das apresentações em julho, já se inicia a montagem para o ano seguinte. Após os estudos e a escolha do novo tema, iniciamos a construção do projeto em si, onde o estilista começa a desenhar figurinos, a equipe de produção idealiza o cenário, o coreógrafo monta o espetáculo, o conjunto regional prepara o repertório, o diretor de casamento monta o texto, etc. É também, neste momento, que ocorrem as oficinas de música, teatro e dança para os brincantes. Para que a quadrilha esteja totalmente pronta são necessários, aproximadamente, oito meses corridos”, afirma o diretor geral da Ceará Junino, Roberto Carlos de Sousa. Criada a partir das conversas de um grupo de amigos, que desejavam formar uma quadrilha para animar o bairro, a Ceará Junino tornou-se realidade em 20 de julho de 2003. Em seus 11 anos de existência, o grupo já participou de mais de 250 festivais e venceu vários deles. Entre as premiações, destacam-se: o Troféu São João de 2006, como a quadrilha que mais ganhou festivais no Estado; o Festival Ceará Junino (promovido pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará); Festival Interestadual de Quadrilhas Juninas de Mossoró, onde foi tricampeã; Interestadual do município de Maracanaú, neste foi bicampeã; Festival Regional da Rede Globo Nordeste 2010, realizado na cidade de Olinda (PE), onde se destacou como a grande campeã. Para Roberto, o sucesso advém da retratação da realidade nordes-

Roberto Carlos de Sousa, diretor geral da Ceará Junino

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Foto: Sormando Eugênio

Leny Vasconcelos, noiva da Ceará Junino

reconhece e nos ajuda a manter essa tradição”, lembra Roberto. E para quem tem o sonho de um dia dançar quadrilha, o diretor lembra: “nossos ensaios sempre começam no último final de semana de janeiro do ano corrente. Os brincantes interessados passam por uma oficina de dança, que tem duração de dois meses, aqueles que conseguem apresentar uma boa desenvoltura ficam no grupo como dançarinos, os demais são aproveitados no casamento, na produção geral, ou de alguma outra maneira. Essa é uma forma de sempre incluir todos em nosso grupo”. E complementa: “é um objetivo da Ceará Junino preservar e manter sempre viva essa tradição linda que é dançar quadrilha. A população do Nordeste gosta demais deste ‘vício sadio’.

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Muitos até tentam, mas poucos conseguem se distanciar deste universo, pois parece que já está em nosso sangue”. Foto: Sormando Eugênio

diversos, que são músicos, diretor de casamento, estilista, costureiras, sapateiros, maquiadores, aderecistas, chapeleiro, etc. Vale salientar que, no caso da Quadrilha Ceará Junino, todos os profissionais trabalham exclusivamente para o grupo, e isso tem um custo bem maior. Para incentivar as empresas de eventos juninos, tanto o Governo do Estado do Ceará como a Prefeitura Municipal de Fortaleza, lançam editais onde as quadrilhas apresentam projetos e os selecionados recebem uma verba que ajuda a custear alguns gastos. “A Ceará Junino sempre foi contemplada por essas premiações. Participamos de alguns festivais que são apoiados pela Secretaria de Cultura do Estado, isso nos deixa muito feliz, pois o Poder Público

Mara Alexandre, rainha da Ceará Junino


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EVENTO

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m comemoração aos seus 20 anos de atuação, a Rede Uniforça foi homenageada na Câmara Municipal de Fortaleza (CMF) com uma sessão solene, no dia 13 de março. Na ocasião, estiveram presentes o criador da Associação, o empresário José Joacy Fonseca (conhecido como Zezão); o presidente da Uniforça, Antônio Nidovando Pinheiro; o presidente da Associação Cearense de Supermercados (ACESU), Severino Ramalho Neto; o diretor comercial da DAG Distribuidora, Mauricio Sleiman, e o diretor da J.A Distribuidora, Jocélio Parente, estas duas últimas agraciadas com a placa “Distribuidor Parceiro de 2013”. Criada em 1994, e funcionando em uma sala simples anexa ao Supermercado Zezão, a Rede Uniforça conta atualmente com mais de 60 sócios, entre empresários e donos de aproximadamente 48 supermercados, e gera cerca de 5 mil empregos. A sede está localizada na Rua Alberto de Oliveira, 857 – Barra do Ceará, num espaço de 10mil m². O local conta com um centro de distribuição de frutas e hortaliças.

“Quando começamos éramos apenas um grupo de oito amigos supermercadistas e atacadistas. Hoje estamos presentes em 15 bairros de Fortaleza e Região Metropolitana, além de várias lojas no interior do Estado”, lembra Joacy, criador da Rede Uniforça. “Hoje tenho três lojas Zezão, uma no Cristo Redentor e outra no Carlito Pamplona, mas a primeira delas já tem 27 anos, ou seja, antes de fazer parte da Uniforça eu possuía uma loja e empregava 20 pessoas. Tenho mais de 250 funcionários, esse crescimento só foi possível porque estamos nessa parceria. Como o volume de pedidos aumentou, passamos a barganhar melhores preços e vender mais barato aos clientes”, ressalta o empresário. De acordo com o presidente da Rede Uniforça, Antônio Nidovando Pinheiro, a Associação contribui diretamente para o setor supermercadista cearense. “Temos um grande número de lojas associadas. Somente em Fortaleza são mais de 38 lojas e outras 18 no interior do Ceará, o que demonstra nossa força e equilíbrio, além de contribuir fortemente para geração de empregos e renda em

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Fotos: Antônio Vieira

Fotos: Antônio Vieira

Rede Uniforça comemora 20 anos e recebe homenagem na CMF José Joacy (Zezão)

Antonio Nidovando

Jocélio Parente (J.A Distribuidora)


Fotos: Antônio Vieira

Mauricio Sleiman (DAG Distribuidora)

todo o Estado. Ao longo destes 20 anos, juntos, conseguimos trazer inovação, treinamentos e capacitação diversas. Sozinhos, não teríamos conseguido nada”, comemora o presidente. Segundo Severino Ramalho, “atualmente, a Uniforça é a segunda maior rede do Ceará e quinta do país, o que demonstra a força do associativismo que ela possui”. Na ocasião, Severino foi homenageado devido às ações realizadas em sua gestão. “A ACESU tem trabalhado de forma muito ativa buscando

fortalecer o setor supermercadista cearense, por isso, através desse Troféu, queremos passar nosso agradecimento pelo esforço demonstrado pela Associação, em querer trazer capacitação para o nosso segmento. Além de outras ações que já estão gerando bons resultados para o setor local”, ressaltou o presidente da Rede Uniforça. A sessão solene em homenagem aos 20 anos da Rede Uniforça ocorreu no Plenário Fausto Arruda e teve como autor o vereador Joaquim Rocha.

Vereador Joaquim Rocha

Severino Ramalho Neto (Acesu) Vice presidente da CMF, vereador José do Carmo

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Fotos: Antônio Vieira

José do Carmo e Zezão Lira e Jocélio

Antônio Nidovando e Zezão Joaquim Rocha e Antonio Nidovando

Vereador Joaquim Rocha e Antonio Nidovando

Mauricio e Murilo Vereador Joaquim Rocha e Jocélio Parente

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Fotos: Antônio Vieira

Vereador Joaquim Rocha e Maurício Sleiman Personalidades homenageadas pela Uniforça

Vereador Joaquim Rocha e Severino Ramalho Neto Público prestigia solenidade

Personalidades homenageadas pela Uniforça Zezão discursa para o público

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Fotos: Antônio Vieira

Nidovando e Zezão com amigos

Público presente na CMF

Convidados do evento

Equipe Rede Uniforça

Zezão concede entrevista para a TV Fortaleza

Homenageados

Antonio Nidovando concede entrevista para a TV Fortaleza

Mesa da solenidade

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EVENTO

FrutBiss investe em embalagem Sleeve e ganha premiação nacional

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empresa cearense de picolés e sorvetes “FrutBiss” recebeu em abril deste ano, o mais importante prêmio brasileiro do setor de embalagens – o Embanews Troféu Roberto Hiraishi, em São Paulo. A FrutBiss foi vencedora na categoria Tecnologia e Qualidade, se destacando por ser a primeira empresa do seguimento

a adotar uma nova tecnologia nas embalagens dos produtos de 2 litros, a Sleeve. A inovação garante a inviolabilidade e a ampliação da área de impressão, para fins decorativos, além de não permitir sua deterioração quando em contato com ambientes úmidos. “Resolvemos inovar a nossa embalagem a fim de oferecer mais qualidade e conforto aos clientes. Observamos que os

Pote de 2 litros do sorvete FrutBiss

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pacotes de papelão se desmanchavam com a umidade e isso não era interessante. Adotamos a Sleeve, produzidas pela Propack e está sendo um sucesso! A mudança trouxe um aumento nas vendas de 15%”, afirma o empresário e diretor da FrutBiss, Gutemberg Costa.


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EVENTO Fotos: Antônio Vieira

Super Rede

comemora 13 anos e apresenta estratégias de vendas

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o último dia 10 de março, a Super Rede apresentou aos seus associados, as estratégias de vendas a serem realizadas nos supermercados. Em comemoração ao aniversário da Associação, a campanha ganhou o nome de “13 anos – Grandes ações para comemorar o maior sucesso de vendas”. A mesma será veiculada entre os dias 6 de abril a 8 de junho de 2014. Durante todo o período, serão apresentadas na mídia, spots e imagens relativas à campanha. Ao todo, serão 345 inserções em VT de 30 segundos, veiculados na TV Verdes Mares,

TV Cidade e TV Jangadeiro, além de 685 spots, também de 30 segundos, nas rádios FM 93, Jangadeiro, Liderança e Dom Bosco. Anúncios e encartes em jornais e a utilização da rede Elemídia – monitores localizados em terminais de ônibus. Dentre as propostas, foram priorizadas as datas comemorativas da Páscoa e do Dia das Mães, com peças pensadas especificamente para cada tema, além de ações realizadas nas lojas associadas. Segundo o superintendente do Super Rede, Paulo Ângelo Cardillo, "este trabalho não é somente uma troca comercial, mas também uma forma de in-

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tercâmbio de informações, que fortalece as pequenas e médias empresas, além de deixá-las mais próximas dos consumidores finais". Em 2012, pelo terceiro ano consecutivo, a Super Rede é eleita a maior central de negócios do Brasil, segundo o ranking da Abras (Associação Brasileira de Supermercados), ficando em pé de igualdade com as 30 de maior destaque nacional naquele ano. Fundada em 2001, a Central de Negócios tem como principal objetivo ofertar produtos a preços mais acessíveis para o consumidor.


Fotos: Antônio Vieira

Apresentação das estratégias promocionais da Super Rede

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Fotos: Ant么nio Vieira

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EVENTO Fotos: Antônio Vieira

Comitiva do Ceará participa da Feira APAS 2014

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ntre os dias 5 e 8 de maio, ocorreu no Expo Center Norte, em São Paulo, o maior evento do setor supermercadista mundial – o 30º Congresso e Feira de Negócios em Supermercados. Conhecida como Feira APAS 2014 e realizada pela a Associação Paulista de Supermercados (APAS), o encontro teve como objetivo criar estratégias competitivas para garantir o sucesso dos negócios. Participaram da Feira, o diretor da Revista Nosso Setor, Antônio Vieira; o presidente da

Rede Unidec de Fortaleza/CE, Carlos Amorim; a consultora da APAS e especialista em Redes e Centrais de Negócios, Ester Beluzzi; o presidente da Rede Integrada, José Itamar; o gestor do Sebrae Ceará, Ivan Moreira, e o gerente comercial da Rede Amec de Quixadá/CE, Falcão Araújo, dentre outros. Durante a passagem por São Paulo, os empresários cearenses também realizaram uma visita técnica a Rede Assupir, localizada na cidade de Piracicaba, no estado paulista. Iniciada há dois anos, a partir da ideia empre-

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endedora dos supermercadistas das cidades de Piracicaba, Rio das Pedras, Limeira, Iracemápolis, Monte Mor, Santa Barbara d’Oeste, São Pedro e Capivari, a Rede Assupir tem a finalidade de fortalecer o poder de negociação dos pequenos e médios supermercados junto aos maiores fornecedores do país. Com o tema “Confiança: fundamento do Time Campeão”, a Feira APAS 2014 promoveu a integração entre consumidores, industriais, fornecedores e órgãos governamentais.


Participantes interagem e realizam visitas

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Oscar Carlos, Antonio Carlos e Natanael Gomes

Participantes na Apas, em São Paulo

Participantes da Feira Apas

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Carlos Amorim e Antônio Moura


Entrevista com participantes da APAS 2014: ça de todos os associados. Nesse momento, estamos buscando parceria com o SEBRAE e com ACESU, que nos protege e ajuda, e assim, unindo-nos uns aos outros, temos certeza que mais associados irão participar dos próximos eventos.

Carlos Amorim Presidente da Rede Unidec de Fortaleza

Revista Nosso setor: Atualmente, quantos associados da Rede Unidec está presente? E quantos estão presentes na Feira? Carlos Amorim: No total nós somos 23 lojas. Neste evento estão presente três dos nossos empresários associados. RNS: Temos muitas novidades nessa Feira da APAS. Do que foi visto, há algo que você pretende levar e apresentar aos seus associados? CA: Aqui em São Paulo percebemos a grande necessidade de construir o nosso próprio Centro de Distribuição. Também tivemos a oportunidade de conhecer novos produtos, além do privilégio de poder participar deste grande evento. RNS: Você acredita que mais associados deveriam participar de eventos como estes? Por quê? CA: Primeiramente, no caso do pequeno comerciante, é difícil sua participação por que alguns não possuem uma gestão profissional, tendo dificuldade de sair das suas lojas. Mas acredito que é importante sim, a presen-

RNS: Quais os projetos da Rede Unidec para o ano de 2015? CA: O CD é uma das principais metas e a profissionalização dos meus associados e dos meus colaboradores.

Falcão Araújo Gerente comercial da Rede Amec Quixadá

Revista Nosso Setor: Para você, em quê a Feira APAS pode contribuir para o crescimento dos associados? Falcão Araújo: Participar da APAS e ter a certeza de que vamos realizar uma boa aproximação entre associados e fornecedores, o que facilita a prospecção de novos negócios. A visita técnica à Assupir, por exemplo, nos fez perceber o quanto o fortalecimento da cadeia é importante. Nossos associados também entenderam que participar de uma central de negócio pode nos tornar bem mais competitivos.

José Itamar

Presidente da Rede Integrada de Fortaleza

Revista Nosso Setor: Qual a importância da Feira APAS para você? José Itamar: Quem vem pra esse tipo de feira, vem em busca de conhecimento e prospecção de novos fornecedores diretos. Para nós, participar da Feira APAS 2014 foi muito proveitoso, pois tivemos contatos com várias empresas que até então não tínhamos. Esse contato nos ajuda a buscar mais parceria com essas empresas. RNS: Já que uma Feira do porte da APAS é tão importante para os associados, quais as dificuldades que impossibilitam da participação de mais integrantes nesse tipo de evento? JI: A Rede integrada tem atualmente mais de 140 associados. Se tivéssemos a condição de trazer todos, com certeza viriam, pelo menos, 100 pessoas. Porém, como isso não é possível, buscamos trazer os membros das diretoria, e as informações aqui recebidas serão passadas para o restante, que não poderam estar aqui. RNS: Qual a importância que o Sebrae tem hoje para as

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Centrais de Negócios e para o pequeno varejo do Ceará? JI: O Sebrae tem sido nosso parceiro desde a época da nossa formação. Ele sempre nos apoia. Como a Rede Integrada possui associados de pequeno porte, é fundamental o apoio e assessoria do Sebrae. E isso, eles tem feito sempre.

Ester Beluzzi Consultora Apas e Especialista em Redes e Centrais de Negócios

Revista Nosso Setor: Qual o segredo para o sucesso de uma central de negócio? Ester Beluzzi: Os negócios realizados entre pessoas que possuem bons relacionamentos são a principal estratégia para o sucesso. Confiança, honestidade, integridade também são fundamentais, porém se não há uma boa relação entre a Central e seus associados, não há como evoluir. Temos vários exemplos de Centrais bem sucedidas, dentro no estado São Paulo, que se tornaram referência por conta do excelente relacionamento interpessoal e comercial. RNS: Atualmente, quantas centrais têm no estado de São Paulo? EB: Hoje, somos 18 centrais de negócios, que juntas somam 308 lojas, espalhadas em 151 cidades do estado de São Paulo.

RNS: Qual o faturamento anual dessas 18 centrais de negócios? EB: Para o ano de 2014, temos uma estimativa de faturamento da ordem de R$ 5 bilhões. Um volume bem considerável e que distribui-se nas 18 centrais. RNS: Qual o grande desafio para as Centrais de Negócios em 2015? Como é possível obter um crescimento positivo? EB: Tenho visto uma evolução das Centrais que vai além do comercial. O supermercadista que, até então olhava apenas para o faturamento, passou também a participar das Centrais de Negócios visando agregar serviços ao seu consumidor. O mesmo ocorreu com os gestores da associações, que perceberam a necessidade de agregar serviços para os seus associados. Uso sempre o exemplo da Rede Integrada, que tem conseguido se manter exatamente por oferecer serviços diversos as outras oito redes que a compõem. A mesma coisa ocorre com as centrais em São Paulo. Acredito que em um futuro bem próximo, as Centrais de Negócios que proporcionam serviços diferenciados ou que os agregam, irão obter bem mais sucesso. RNS: Em nossa vinda a São Paulo, alguns representantes das Centrais de Negócios cearenses estiveram na Rede Assupir. O que você acha dessa Rede e do seu processo de criação? EB: Estive presente na primeira reunião da Assupir, ou seja, conheço a Rede desde o seu início. Durante os encontros seguintes, realizei uma palestra para mostrar os cenários das Centrais

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de Negócios no país. Fiquei feliz quando eles se constituíram como uma central e por perceberem que, juntos, chegariam bem mais longe. Além disso, estão investindo na Rede, contratando novos profissionais, etc. Enfim, realmente, a Rede Assupir deve se destacar cada vez mais no Estado, até por conta do seu poder econômico, pois fatura cerca de R$ 33 a 35 milhões de por mês, o terceiro maior faturamento de uma Rede de Negócios no Brasil.

José Ivan Moreira

Gestor estadual do SEBRAE do Ceará

Revista Nosso Setor: O estado do Ceará é muito avançado no que se refere a associativismo. Para fortalecer essa relação, quais os projetos e ações do Sebrae com foco nesse fortalecimento? Ivan Moreira: Teremos o Encontro Nacional das Centrais de Negócios, que ocorrerá nos dias 15 e 16 de setembro, em Belo Horizonte, onde levaremos um grupo de empresários, não só de segmento supermercadista, mas também de farmácia, pet shop, material de construção e outros que atuem com CN no Ceará. Esse encontro será muito interessante para desenvolver outros segmentos também.


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EVENTO

destaca RH como departamento estratégico

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vezes isso fica apenas no discurso”, disse o palestrante. A importância do planejamento e da inclusão do RH nas decisões estratégicas da empresa foram o destaque do evento. Uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em 2013, traçou o perfil dos funcionários supermercadistas cearenses e suas maiores dificuldades no que diz respeito à contratação. De acordo com o “Estudo do Capital Humano em Supermercados”, cerca de 80% dos colaboradores estão na faixa etária entre de 18 e 35 anos, apontando uma maioria de jovens no ramo varejista. Segundo Eduardo Gomes de Matos, está atento a essas informações é um dos pontos fortes para mudar a realidade da alta rotatividade de funcionários no segmento supermercadista. “O empresário precisa conhecer sua equipe e suas necessidades, por isso, não deixe de realizar pesquisas, fique atento aos indicadores que mostram dados vitais para um bom gerenciamento da empresa. Não é possível seguir um modelo gerencial de 20 anos atrás. É necessário se adaptar as mudanças e

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Foto: Divulgação

mpresários associados, colaboradores e gestores de Recursos Humanos estiveram reunidos para mais um Qualifica ACESU, realizado dia 30 de abril, no auditório da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas - FCDL. O tema escolhido teve foco no departamento de Recursos Humanos dos supermercados, que possuem papel relevante e, muitas vezes, não são direcionados e vistos como parte estratégica para o crescimento da empresa. “Por ser um tema muito importante, sempre busco falar desse assunto no Mercadinho São Luiz, pois a nossa equipe de profissionais faz toda a diferença nas decisões, no andamento gerencial e no sucesso da empresa”, destacou o presidente da ACESU, Severino Ramalho Neto. O palestrante Eduardo Gomes de Matos iniciou sua apresentação ressaltando a fala do presidente da ACESU. “Recursos Humanos é um dos assuntos mais palpitantes hoje no ramo empresarial. Como o próprio título da palestra sugere, as pessoas são os principais pilares de uma empresa, porém, muitas

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

“Qualifica Acesu”

buscar sempre ferramentas qualificadas”, ressaltou Eduardo. Entre as dicas apontadas na palestra, o papel de desenvolver nas pessoas a visão sistêmica, focada no cliente e nos resultados, foi simulada por meio de uma dinâmica. A iniciativa mostrou a capacidade e o envolvimento do trabalho em equipe, quando todos focam em um só objetivo. “Essa dinâmica foi muito interessante para vermos na prática o que foi passado nos slides apresentados, inclusive, vou aplicar na minha equipe também”, disse a Gerente de RH, do Center Box Supermercados, Milena Medeiros. Para finalizar o evento, os convidados puderam tirar suas dúvidas e dar sugestões sobre o tema. A mesa de debates foi formada pelo presidente da ACESU, Severino Ramalho Neto e os diretores da Gomes de Matos, Eduardo Gomes de Matos e Alberto Mistrelo.

Palestrante Eduardo Gomes de Matos


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EVENTO Foto: Drawlio Joca

ACESU promove I Fórum de Fortalecimento do Varejo Cearense

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cou por conta da apresentação do ranking regional do setor varejista, que compõe o autoserviço alimentar do Ceará. A programação contou com a palestra sobre “Gestão de Performance – em busca de maior produtividade e resultados para o negócio”, ministrada pelo sócio da R-Dias, Alexandre Ribeiro. Debates sobre cases do Moinho Dias Branco, DAG Distribuidora e TOTV’S Corporações, também ocorreram no encontro. Para o presidente da ACESU,

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Severino Ramalho Neto, o Fórum foi uma ótima oportunidade para evidenciar a força do mercado local. “O índice que temos hoje, se baseia em dados nacionais, mas queremos reunir esses mesmas informações apresentando o crescimento local. Mostrando como o nosso segmento tem se desenvolvido e faz parte de uma das atividades mais importantes para a economia, não só do nosso Estado, mas em todo o País”, enfatizou o presidente. Foto: Drawlio Joca

representatividade nacional e regional do setor supermercadista foi o assunto escolhido pela Associação Cearense de Supermercados (ACESU), para o I Fórum de Fortalecimento do Varejo Cearense, que ocorreu em março, no Hotel Gran Marquise. O evento, que reuniu associados de todo o Estado, faz parte de uma série de ações propostas pela Associação, para o ano de 2014, que tem como foco mostrar um retrato mais fiel do setor. Durante o evento, os convidados tiveram a oportunidade de aprimorar o conhecimento sobre gestão e relacionamento colaborativo com os fornecedores presentes. Além de um maior contato com as práticas do mercado e o relacionamento com seus pares do varejo. A atração principal fi-


Confira os melhores momentos do evento Fotos: Drawlio Joca

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Fotos: Drawlio Joca

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EVENTO Foto: Juscelino Maciel Juliane Silveira (Primeira Dama), Prefeito Kaio Gurgel, Secretário Alexandre Moreira e Deputado Mauro Filho

Lançamento da Pedra Fundamental do I Condomínio Industrial Químico do Ceará

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o último dia 10 de maio, o prefeito da cidade de Guaiúba, Kaio Virgínio Gurgel, deu início as construções do primeiro Condomínio Industrial Químico do Estado do Ceará, com a colocação da pedra fundamental. Estiveram presentes na solenidade, empresários e representantes das empresas do setor químico que serão construídas no Condomínio, prefeitos de cidades vizinhas - como Manuel Bandeira, prefeito de Redenção, e Alexandre Alencar, prefeito de Pacatuba; além de secretários municipais, vereadores e os deputados estaduais Mauro Filho, Dedé Teixeira e Lula Morais. O secretário de Desenvolvimento

Econômico do Ceará, Alexandre Moreira, ressaltou que a obra será uma realidade para o desenvolvimento econômico do município. A construção será realizada pela Prefeitura Municipal de Guaiúba, em parceria com o Sindicato das Indústrias Químicas, Farmacêuticas e da Destilação e Refinação do Petróleo do Ceará (SindQuímica – CE), Governo do Estado do Ceará e a empresa Fortsan do Brasil. Farão parte do Condomínio Industrial Químico as seguintes empresas: Policlass, Fortcolor, Kibo Plástico, Intraplast, Fortsan do Brasil, Daneto, Veloflex, Limpa Fácil, Multiplast, Fortfix, PHD, Biomatika, Bspet, Nutrilem, Metalcare, Nossa Tinta, Bik

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Bambini, Wana Química, Dialcalis, WU Perfumes, Talimpo, Cigel, CB Ltda e Forplast. Para a obra, estão previstos investimentos da ordem de R$100 milhões. Na ocasião, foi entregue pelo prefeito Kaio Gurgel, a Lei de doação dos terrenos aos representantes das 24 industrias que serão instaladas no espaço. Toda a área doada pela Prefeitura tem 45 hectares e foi dividida em lotes de 0,9 a 1,4 hectares. Segundo Kaio, “a criação do Condomínio Industrial será um importante passo para a economia local e o desenvolvimento do município. Criamos este polo com a ideia de termos toda a estrutura administrada pelos próprios empresários,


Foto: Juscelino Maciel

que irão custear energia, telecomunicações e laboratórios de qualidade. O Poder Público arcará com a montagem da estrutura. Depois, caberá às empresas criar equipamentos como: restaurantes, espaço para eventos, laboratórios para análise de qualidade e centros de treinamentos, dentre outros, cujo investimento total será de 65 milhões. O Condomínio Industrial irá gerar em torno de 2 mil empregos diretos”, afirma o prefeito. De acordo com o presidente do SindQuímica, Marcos Soares, além da localização do município ser estratégica, Guaiúba possui todas as condições necessárias para a realização de investimentos no Condomínio Industrial.

Colocação da pedra fundamental

Quanto a mão de obra para as empresas que serão implantadas, estão sendo capacitados alunos da Escola Técnica Profissionalizante do Estado. “Após a construção do Condomínio Industrial, Guaiúba deixará de ser uma cidade dormitório. O

povo poderá trabalhar na cidade e investir o seu dinheiro dentro do município, criando assim, uma maior geração e circulação de renda” declarou o secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Matheus Holanda.

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EVENTO

“Promoções nem sempre imperdíveis” é tema de seminário da ACESU

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isando capacitar associados através de palestras, a Associação Cearense de Supermercados (ACESU), realizou no dia 2 de abril, no auditório da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL), mais uma edição do “Qualifica ACESU”. Com o tema “Promoções nem sempre imperdíveis”, o seminário abordou assuntos como a realização de ofertas e promoções de forma planejada, sua eficiência e o impacto sobre os resultados no setor supermercadista. Para o consultor da Gomes de Matos, Jacyntho Ferreira Gomes, que ministrou a palestra, o empresário precisa estar atento ao momento certo para fazer promoções. “É importante estar atento e perceber que nem sempre vender com margens lá embaixo significa ganho, muitas vezes estamos colocando produtos para vender em promoção com margem negativa. Ou seja, não importa o quanto nós estamos vendendo, mas o quanto nós estamos ganhando. Na Copa, por exemplo, não é o momento para fazer uma promoção de cervejas, visto que essa será uma época de grande consumo”, ressalta o consultor.

José Ximenes proprietário do Super Frangolândia

Para o membro da diretoria da ACESU e proprietário do Super Frangolândia, José Ximenes, a realização de debates como estes é de estrema importância para o setor, uma vez que traz esclarecimentos diversos sobre gestão mercadológica e administrativa de cada associado.

“Através destas ações da ACESU, estamos vivenciando um momento rico que irá elevar nossos conhecimentos, o que nos permitirá avaliar e discutir para melhorar sempre mais, nos deixando oferecer sempre o melhor aos nossos clientes”, finaliza o empresário.

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EVENTO Foto: Antônio Vieira

Medeiros Supermercado de cara nova

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o dia 10 de abril, os moradores do Conjunto Prefeito José Walter foram beneficiados com a ampliação do Medeiros Supermercado. A loja foi reinaugurada com o slogan “Onde a família faz economia”. Entre os presentes estavam o proprietário do supermercado Medeiros, José Edson Medeiros; o presidente da AGB Refrigeração, Américo Guedes Neto; o presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), José do Egito, e o presidente da Rede Parceria, Marcos Cabral. Durante a solenidade, os convidados e clientes recebe-

ram as bênçãos do Padre José Dantas, que realizou a consagração do local. Dentre as mudanças na loja está a ampliação da área comercial, que passou de 850m² para 1.250m². Todo climatizado, o espaço conta agora com um mix de produtos de mais de 16 mil itens e está apto para atender confortavelmente todos os consumidores do próprio bairro, além das localidades adjacentes, como Mondubim, Planalto Airton Sena, Itapery, entre outros. Já tendo feito parte de várias associações, o Medeiros Supermercado compõe, atualmente, a Rede Parceria. “Para a Rede é uma honra estar na reinaugura-

ção do supermercado Medeiros, até porque esse estabelecimento é exemplar, pois possui qualidade e preço justo, além de o seu nome agregar valor à Associação”, afirma Marcos Cabral. Para o diretor comercial da J.A. Distribuidora, Jocélio Parente, “é um prazer ver alguém como o Medeiros e seu filho Tharles conseguirem vencer e manter-se firme por meio de um trabalho continuado, desenvolvendo a economia do bairro e visando a satisfação do cliente. O supermercado oferece a opção de fazer compras em um lugar que não deixa nada a desejar. Completo e de qualidade!”.

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Fotos: Antônio Vieira

“Há algum tempo nossa clientela já nos pedia essa ampliação, e contando sempre com a ajuda da família, dos meus filhos e dos nossos funcionários, temos o objetivo de manter uma loja moderna aos padrões dos grandes supermercados, além de buscarmos oferecer aos nossos clientes um serviço de qualidade. Focando no atendimento diferenciado, na variedade de produtos e preço justo. Também gostaria de agradecer aos nossos vizinhos que contribuíram para aumentar este local”, ressalta o proprietário José Edson. Segundo o proprietário da Frutbiss, Gutenberg Costa, a parceria com o Medeiros Supermercados já dura cerca de 10 anos. “É uma honra para nós podermos acompanhar o crescimento de um lutador como é o Medeiros. Eu particularmente fico muito feliz em ver que ele está obtendo sucesso em seu empreendimento. Nossa parceria vai longe, pois, ao longo destes anos, sempre participamos dos seus eventos e vamos lutar para que ele se fortaleça cada dia mais”, ressalta Gutemberg. Para o presidente da AGB Refrigeração, Américo Guedes Neto, uma das grandes mudanças realizadas no Medeiros Supermercados foi a melhoria na parte de refrigeração da loja, que passou a contar com locais exclusivos, como balcão para carnes e espaço para hortifruti.

Américo Guedes, Rômulo Medeiro, Tharles Medeiros e Huelder Góes

Anastácio de Castro, Mario Otoni, Erimar Firmino e Raimundinha

Anderson Monteiro, Moisés Martins e Mário Mesquita

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Fotos: Antônio Vieira

História O Medeiros Supermercado surgiu em 1976, quando ainda era uma pequena mercearia com poucas variedades de produtos. Dois anos depois, em 1978, o proprietário, Edson Medeiros, comprou uma casa e contratou alguns funcionários. Já em 1980, a mercearia passou a ocupar não somente uma, mais sim, duas áreas residenciais. Em 1982, quando Medeiros se casou, sua esposa foi fundamental para o estabelecimento, passando a ajudá-lo nos negócios. Mas foi em 1991, que a mercearia Medeiros passou a ser uma sociedade limitada, com a denominação de Mercantil Medeiros LTDA, composta por dois sócios. No ano de 2008, o estabelecimento passou a ter o nome fantasia de Medeiros Supermercado. Atualmente, o empreendimento conta com 130 empregos diretos e mais 10 funcionários externos. Além de José Edson, o seu filho, Tharles Medeiros, também atua na empresa, na função de diretor comercial e administrativo.

Convidados pestigiam o evento

Everardo, Zeca Militão, Juliano e Irineide Alves

Serviço:

Medeiros Supermercados Av. J, número 130 – 1º Etapa, Conjunto Prefeito José Walter – Fortaleza/CE Fone: (85) 3291-2233. Horário de Funcionamento: 7h às 22h Gilberto de Freitas, José Nazário, Sheila, Ana Clarisa, Clemilton e Reginaldo

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Fotos: Antônio Vieira

Hudson e Tavares

Huelder Góes, Americo Guedes Neto, Jairo Martins e Carlos Eduardo

Jocélio Parente e Gualdenes Albuquerque

Ivo Júnior, Felipe Douglas e Nil Tavares

Thales Medeiros

Luiz Kleber, Valnei e Gutemberg

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Fotos: Antônio Vieira

Marcos Cabral, José Medeiros, José Nazário e Vandevan Oliveira

Medeiros, Rosemary Melo, Huelder Góes e Américo Guedes

Nelson Junior, Murilo Taváres e Valdevan Oliveira

Pedro Henrique, Diego Nascimento, Antônio Cezar, Tharles Medeiros e Nobre Rabelo

Takaki, Arlindo Coelho, Adriano Peixoto, Chico Welington, Jarbas, Moisés e Everardo

Taís Alves, Ana Claúdia, Dayana Gomes e Tamires Gomes

Thiago Marques, Franze Feijó, Chico Leite, Kennis e Jarbas

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Thiago Marques, Murilo Tavares e Jairo Martins


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EVENTO

Max Rede comemora sete anos e homenageia fornecedores parceiros

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ompletando sete anos de existência, a Max Rede já é considerada uma das melhores associações do Estado. E para celebrar o aniversário, a central de negócios apresentou aos associados, no dia 17 de maio, os resultados da última campanha. No even-

to, os fornecedores parceiros da Max Rede receberam homenagens e comendas pelos serviços prestados à Associação. Segundo a pesquisa realizada pela Revista Nosso Setor - Especial de Centrais de Negócios 2013, a Max Rede ficou em 4º lugar na preferência dos consumidores. Em seus sete anos de

Fotos: Antônio Vieira

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atuação, o grupo já conseguiu implantar melhorias nas lojas associadas, aumentar o número de lojas de colaboradores e alavancar os lucros de faturamento. Além disso, o espaço físico, equipamentos, mix e a qualidade de produtos, e o atendimento também passaram por transformações positivas.


Confira entrevista com alguns dos homenageados

Alberci da Silva (Neném) Presidente da Max Rede

Revista Nosso Setor: Durante sua gestão, a Max Rede completou sete anos de história.  O que você tem a dizer sobre a campanha de aniversário? Os resultados de vendas nesse período foram satisfatórios? Aberci da Silva: Estamos finalizando a campanha Max Rede e procuramos unir todos os associados para estarmos juntos nesta comemoração. E para contemplar os nossos fornecedores, resolvemos homenageá-los com comendas e prêmios. Em relação aos resultados, podemos afirmar que eles foram satisfatórios, tanto para a associação quanto para os fornecedores. Em 2015, prepararemos uma festa bem mais bonita e com uma premiação maior. Pois, com isso quem ganha é o consumidor, já que fazemos tudo para vê-los em nossas lojas.  Buscamos sempre melhorar os espaços e aumentar a  variedades de produtos, tanto nos supermercados da capital quanto do interior. Tudo isso contribui para fazermos uma Max Rede bem mais forte e competitiva.

RNS: Em relação ao CD (Centro de Distribuição), a Max Rede pensa em ter o seu próprio espaço? AS: Viemos amadurecendo essa ideia já há algum tempo. Sabemos que nós, associados, encontramos várias dificuldades em conseguir bons preços. Porém, em nossa última reunião, foi dado um aval para construir o CD, e agora vamos planejar o seu funcionamento.  Para o final de 2014 e início de 2015, pretendemos estar com nossa distribuição ocorrendo por meio do CD da própria Max Rede. RNS: O governo do Rio Grande do Norte aprovou um Projeto de Lei onde as centrais de negócios tem concessão para construir o seu CD. Dentre os benefícios fiscais concedidos, está a redução dos custos para a aquisição do terreno. Já para melhorar a lucratividade do estabelecimento participante, os lojistas compram e recebem a mercadoria, cada um com sua nota fiscal, tendo até oito dias para sua retirada, o que reduz o gasto com contratação de pessoas para fazer a descarga do produto. Você acha que, se esse sistema de distribuição fosse implantado no Ceará, ajudaria os lojistas? AS: Sim, esse projeto seria de grande valia e a ajudaria bastante os lojistas. Mas o Governo do Ceará precisaria nos conceder algumas facilidades.  Hoje, o setor supermercadista é o que

gera mais emprego, tanto na capital quanto nos municípios do interior. Se o fossemos melhor amparados pelo Estado, poderíamos gerar mais empregos, inclusive, relacionados ao menor aprendiz.

Daniel Felício Gestor da Max Rede

Revista Nosso Setor: Como a campanha da Max Rede foi bem divulgada, você acredita que o fornecedor ficou satisfeito com essa ação? Ao que você atribui o sucesso dessa campanha? Daniel Felício: Realmente, a palavra que melhor define essa campanha é "sucesso".  Iniciamos as ações em novembro do 2013, e encerramos em março deste ano. Notamos, neste período, que tivemos um aumento em nosso número de patrocinadores, então, focamos na venda de seus produtos e, com certeza, o retorno foi bastante satisfatório. E a maior prova disso é que todos os fornecedores estiveram presentes em nossa festa de sete anos. E essa é a estratégia da Max Rede, unir forças para conquistar o primeiro lugar na preferência dos clientes e se solidificar ainda mais no mercado estadual do nosso seguimento.

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RNS: Como vocês estão se preparando para a comemoração de oito anos de criação da Max Rede? DF: Na verdade, estamos no encerramento da campanha de sete anos mas, praticamente, já começamos a trabalhar o aniversário seguinte da Max Rede. Como temos a certeza do comparecimento dos nossos patrocinadores, como ocorreu esse ano, a ideia é ter mais veiculações na mídia e aumentar o número de prêmios. Em 2013, por exemplo, nenhuma campanha investiu tanto em mídia como a nossa Rede. Foram cerca de R$ 300 mil somente em propaganda, divulgações em rádios, TV's, revistas, banners, outdoor, e até em fardamentos exclusivos para o período. No aniversario de oito anos não será diferente, levaremos o nome da Max Rede e dos nossos patrocinadores em todos os nossos produtos e ações.

Gutemberg Costa, Diretor presidente da FrutBiss

Revista Nosso Setor: A FrutBiss foi citada por ter participado ativamente da campanha de sete anos da Max Rede, e se tornado um dos principais fornecedores do período. Ao que você achou dessa homenagem?

Gutemberg Costa: Me sinto honrado por saber que o trabalho foi reconhecido. É uma satisfação participar de uma rede que, assim como a nossa empresa, é genuinamente. Fico feliz em ver que o nosso setor está em amplo crescimento, e sem a necessidade de uma empresa externa adentrar em nosso mercado.  Apesar disso, algumas associações locais de supermercados ainda estão enfrentando dificuldades, exatamente pela chegada de grandes grupos supermercadistas. Porém, é preciso não deixar se intimidar e atuarmos juntos sempre.

no ranking de marcas mais lembradas pelos consumidores. Ao que você atribui esse resultado? GC: Na verdade, a pesquisa da revista Supermercado Moderno foi realizada pela Nilsen Company. As informações foram coletadas através do ticket de venda dos estabelecimentos. Para nós é uma imensa alegria ver nosso trabalho gerando resultados, principalmente quando se compete com marcas de peso, como  Unilever, Nestlé e Kibon. Acredito que esse resultado venha de um trabalho forte e continuo, buscando sempre oferecer o melhor para nossos consumidores.

RNS: Em relação ao resultado dessa campanha, houve algum diferencial no volu- RNS: Há planos de expanme de vendas? O resultado são para outros estados, via foi satisfatório? distribuidor? GC: Com certeza foi muito GC: Atualmente, para expanbom, principalmente porque dirmos, teria que ser via distriaproximamos o cliente que  buidor, pois não temos como acompanha essa redes e asso- atender diretamente o consuciações para perto de nós. As- midor final. Prefiro continuar sim, eles têm a certeza de que focando no Ceará, para não não estamos interessados ape- deixar lacunas. E caso fossemos nas em repassar nossos produ- expandir, teríamos que ter esse tos, mas sim, de participar do distribuidor em estados chaves, cotidiano deles. Hoje, quando porém, realmente esse ainda um cliente compra um produ- não é o momento da FrutBiss. to FrutBiss, ele esta adquirindo, agregado ao produto, alegria e RNS: Qual o perfil do distrisatisfação. Uma campanha des- buidor que se adequada ao sas, como a da Max Rede, faz sistema da FrutBiss? com que a confiança do consu- GC: O perfil é de uma empresa midor final em nossa empresa que já lida com cadeia de distriaumente a cada dia. buição de mercadorias, pois não é um mercado fácil. O ideal é RNS: Segundo uma pes- que seja uma empresa que já tequisa realizada pela revista nha uma certa experiência com Supermercado Moderno no logística e distribuição, que posNorte-Nordeste, a FrutBiss sa fazer um  investimento junto se encontra em quinto lugar com a nossa empresa.

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Fotos: Ant么nio Vieira

Convidados e homenageados da Max Rede

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Fotos: Ant么nio Vieira

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HISTÓRICO Banco de imagens C

Riva Saúde Ambiental, como tudo começou...

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niciei minhas atividades em 1991, e mesmo com toda a dificuldade financeira que a época também proporcionava, a determinação e perseverança se tornaram minha companhia. Como todo início, nada é fácil, sem clientes, sem dinheiro, sem logística e sem experiência no ramo, a única confiança que eu podia ter era depositando minha fé em Deus. Quando oferecia o serviço e escutava um, dois ou três “nãos”, ao invés de desestimular, encontrava forças e fazia com que os obstáculos me fortalecem mais e mais. E isso, garanto até hoje, que foi o neces-

sário para construir uma bela empresa. Aos poucos fomos realizando os primeiros contatos e conquistando os primeiros clientes. Com o passar do tempo, atingimos uma clientela bem seleta oriunda de vários segmentos, desde residências e empresas pequenas a empresas de grande porte, como padarias, lojas, supermercados, restaurantes, hotéis, hospitais, indústrias, repartições públicas, entre outros. Hoje, a meta da Riva Saúde Ambiental é capacitar os nossos colaboradores para que eles atendam nossa clientela com qualidade e conhecimento, fa-

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zendo que esses consumidores fiquem satisfeitos com os serviços prestados e nos procurem sempre que necessário. De maneira ética, respeitando nossos princípios, trabalhando com transparência, honrando com nossos compromissos e entendendo que a concorrência também é saudável para o cliente, atuamos de acordo com as normas vigentes de controle ambiental e nos encontramos dentro dos padrões da Anvisa e das leis complementares. Atender de maneira ágil e com qualidade é a missão da Riva Saúde Ambiental. Aqui, a saúde da sua casa e do seu trabalho em ótimas mãos!

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SENAI Hotel Oásis Hotel Quality Hotel Vila Galé Gran Marquise Hospital Angeline Hospital Unimed Shopping Aldeota

Desratização

Camundongo, rato de telhado e rato de esgoto

CIP

Controle Integrado de Pragas

Repelência

Morcegos e pombos

MIP

Manejo Integrado de Pragas Tratamento do Mosquito Aedes Egipt com máquinas Fog e Fumacê Tratamento das Larvas do Mosquito Aedes Egipt com Larvicidas Biológicos

Desinsetização

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Descupinização

Atendimento 24 horas. 85 3272 - 8273 ORÇAMENTO 85 3257 - 6753 85 3227 - 4268 GRÁTIS! 85 3044 - 6097

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MATRIZ - FORTALEZA - CE Vila União - Rua Edgar Pinho Filho, 284 85 9675 - 7244 / 8737 - 6163 FILIAL SOBRAL-CE Centro - Rua Paulo Aragão, 295 85 9675 - 7244 / 88 8805 - 1771 FILIAL JUAZEIRO DO NORTE - CE Tiradentes: Rua Professor Ivanir Feitosa, 754 85 9675 - 7244 / 88 8805 - 1771

www.rivadedetizacao.com.br rivadedetizacao@secrel.com.br maiO/junhO 2014 « www.portalredebrasil.com.br

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artigo Banco de imagens

Visto de Trabalhado para Estrangeiros na Copa de 2014

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pouco mais de um já foram vendidos mais de 2,3 mês para o gran- milhões de ingressos, dentre os de evento futebo- quais aproximadamente 43% lístico de 2014, as serão destinados a estrangeiexpectativas são ros. Mas não é apenas de turisgrandes. Apesar das polêmicas tas que estará compostoo gruque a Copa de 2014 tem ge- po de estrangeiros que chegará rado, a exemplo do alto custo ao Brasil. Para tornar possível a dos estádios/arenas versus o realização do evento, virão ao baixo avanço da infraestrutura, Brasil diversos técnicos, executivos, médicos, é praticamentreinadores e te um consenso “Segundo atletas. Há ainque esse torneio colocará o Brasil da casos em que informações empresas com no radar interdivulgadas pela nacional durante domicílio no Brasil resolvem esse período de FIFA, já foram contratar mão pouco mais de vendidos mais de obra externa 30 dias. com experiênSegundo inde 2,3 milhões formações divulcia nesse tipo de de ingressos.” evento. gadas pela FIFA,

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Com a finalidade de regular especificamente a situação daqueles que viessem ao Brasil em missão profissional, o Conselho Nacional de Imigração – CNIG –órgão colegiado vinculado ao Ministério do Trabalho e do Emprego, criou a Resolução Normativa nº 98/2012, a qual disciplinou a obtenção de Visto Temporário de Trabalho para esses casos específicos. Tal visto é enquadrado como um Visto Temporário Especial (TE)e uma de suas vantagens é a rapidez de sua concessão, na medida em que deve ser analisado dentro de 5 dias, ao invésde 30 dias como nos casos dos demais vistos de trabalho. O Visto Temporário Especial ainda elimina a exigência de uma série


de documentos, como comprovação de escolaridade e experiência profissional. A única exigência será um termo em que as entidades contratantes assegurem a vinculação do estrangeiro com os eventos.A vinculação do profissional estrangeiro aos eventos será comprovadamediante requerimento expedido pela FIFA oupor terceiro por ela indicado. Os pedidos de autorização de trabalho poderão ser efetuados por meio eletrônico, em sistema disponibilizado no site do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE ou através do envio da documentação física endereçada aoCNIG em Brasília. Caberá ao MTE decidir sobre as autorizações de trabalho, encaminhando-as ao Ministério das Relações Exteriores

para concessão e entrega do Visto nas repartições consulares brasileiras no exterior. Tais Vistos terão prazo de até dois anos, podendo ser prorrogados, respeitando sempre como data limite o último dia do ano da realização do evento para o qual foi concedido. Assim, os vistos concedidos para a Copa do Mundo de 2014 expirarão em 31 de dezembro. Importante destacar que essas regras sobre o Visto Temporário Especial também se aplicam às Olimpíadas e Paralimpíadas. Com a criação desse regulamento, o ingresso de estrangeiros para atuação profissional na Copa foi bastante simplificado, reduzindo custos burocráticos e o tempo para obtenção do visto, facilitando a troca de

experiências e o ingresso de pessoas extremamente capacitadas, com atuação anterior em grandes eventos esportivos. Sem dúvida, um passo importante e que contribuirá para a repercussão positiva do evento na comunidade internacional.

Gabriela Figueiras Sócia Coordenadora da Área Empresarial de Queiroz Cavalcanti Advocacia

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Consumidores estão mais exigentes

D

e acordo com o presidente da Associação Cearense de Supermercados (ACESU), Severino Ramalho Neto, o consumidor se tornou mais exigente e consciente na hora da compra. “Observamos que o consumidor evoluiu mais rápido que as próprias lojas, exigindo delas, novas formas de comercializar, e criando, muitas vezes, uma forte identidade com determinada marca”, destaca.

Conforme diz Severino, há 20 anos o varejo alimentício no Ceará comercializava em torno de quatro a cinco mil itens. Hoje, o setor quadruplicou essa quantidade, passando a ofertar aproximadamente 16 mil. “A estabilidade da moeda proporcionou a existência de um mix maior de produtos. Antes do Real, o brasileiro encontrava apenas duas marcas de cerveja, por exemplo. Atualmente, são mais de 200 disponíveis. Portanto, a variedade é grande”, afirma.

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Lojas em evolução Ao mesmo tempo em que a quantidade de produtos aumentou, observa Severino Neto, diversificou-se também os modelos de lojas que se instalaram no Estado. “Todas as grandes redes vieram para o Ceará, incluindo aí os diversos modelos por elas adotados, o que envolve produtos e serviços diferentes. Isto dá conveniência ao atacado”, relata o líder classista.


Não é à toa, explica o presidente da ACESU, que as vendas do setor de supermercados cresceram e continuam a crescer ano após ano, considerando essa nova realidade do mercado cearense. “Aqui no Ceará, o ritmo de crescimento da economia passou a ser superior à média nacional. Uma espécie de recuperação das deficiências que tínhamos no passado. E esse vigor reflete-se na alimentação. Com mais emprego e poder aquisitivo, o cearense passou a consumir mais. A estabilidade provocou tudo isso”, comemora.

Oportunidade no interior A nova dinâmica econômica do interior, assim como acontece no restante do Brasil, conforme aponta o estudo da Nielsen Company,

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Vendas seguem crescendo

Em 20 anos, o varejo alimentício do Ceará quadruplicou a oferta de itens

também aparece como oportunidade para o varejo cearense, confirma o presidente da ACESU. “O crescimento das cidades menores tem proporcionado uma expansão das redes locais e externas que atuam no Estado. Atualmente, o interior tem peso grande no setor. Juazeiro e Crato atraíram

as grandes cadeias de supermercados nacionais. Já nos demais municípios, foram os supermercadistas locais que se expandiram. Todos esses lojistas estão satisfeitos com seus investimentos”, conclui o presidente da ACESU. Fonte: Jornal Diário do Nordeste

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CAFÉ COM CONVIDADO

Mauricio Reis: 50 anos de sucesso à frente da

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riada em outubro de Como no Ceará este segmento é 1964, a MReis Logística muito grande, atendíamos diretae Transporte é, atual- mente os supermercados maiores mente, uma das referên- e para esses menores, criamos uma cias no setor em todo o equipe específica de vendedores e Ceará. Sua história tem início bem atendíamos através da distribuiantes dos anos 50 quando o pro- dora. Deu tão certo que conseguiprietário, Maurício Brasil dos Reis, mos agregar todos estes perfis, e hoje com 76 anos, foi morar no passamos a atender os grandes Rio de Janeiro, a convite de um ir- supermercados também, como o mão. Lá ele teve suas primeiras ex- grupo Pão de Açucar, Mercadinho periências no ramo comercial, na São Luiz, entre outros”, ressalta antiga Carioca Industrial. Maurício. Não se adaptando ao clima Atualmente, trabalham na da cidade e nem as relações pré- MReis, o proprietário Mauricio e -estabelecidas na empresa, Maurí- os seus dois filhos, Maurílio Reis, cio retornou a Fortaleza e passou que atua no segmento administraa trabalhar com um tio. Alguns tivo e comercial, e o irmão Mauro anos depois, já sozinho, Maurício Reis, responsável pela gestão fifundou a primeira empresa de re- nanceira, comercial e operacional presentação comercial do Ceará, a da empresa. MB dos Reis. Dentre os seus clienDe acordo com Maurílio, a tes iniciais estavam: Tabajara Do- MReis gera, aproximadamente, 90 ces, Jandaia Sucos e a Indústrias empregos diretos e mais de 30 inReunidas Raymundo Da Fonte S/A. diretos, além de ter frota própria e Em seguida, conquistou o Mer- cerca de outros 20 carros terceiricado Gomes de zados. Freitas, o Romcy A MReis está “A MReis gera, S/A e a Guliver, localizada em Fordos brinquedos aproximadamente, taleza, numa área Forte Atari. Nessa de 16 mil m². Den90 empregos época, Mauricio já tre os projetos de tinha cerca de 20 diretos e mais de expansão estão anos. Em meados as construções de 30 indiretos.” de 2004, devido a filiais em Teresiuma exigência do na e São Luiz. Na mercado, a empresa transformou- operação logística, cerca de 50% -se em operação logística. “Essa da atuação é realizada para supermudança ocorreu pela necessida- mercados, o restante é destinado de de atender o pequeno varejo. à empresas de outros seguimen126 | MAIO/JUNHO 2014 « www.portalredebrasil.com.br

tos. Dentre o mix de produtos trabalhados pela MReis estão os relacionados à papelaria, perfumaria, higiene pessoal e produtos de limpeza. Em 2013, a empresa cresceu em torno de 22%, ou seja, 5% a mais que no ano anterior, quando pontuou 17% de crescimento em 2012. Até o final de 2014, a MReis projeta crescer cerca de 25%. Para Maurício, a introdução de produtos nos supermercados é muito criteriosa. “Sempre tivemos muito cuidado quando vamos captar uma empresa. Só adicionamos um produto ao nosso mix se ele tiver qualidade e rentabilidade. Não pedimos para um supermercadista fazer uma experiência em sua loja. Nós lançamos um produto, tentamos introduzi-lo aos poucos, porém, se ele não obtiver um volume de vendas rentável, recolhemos o mesmo. Portanto, só atuamos com mercadorias que sejam interessantes para todos”, explica. Confira a entrevista com o criador da MReis, Maurício Reis: Revista Nosso Setor – Como o senhor iniciou sua carreira? Maurício Reis – Sempre atuei no ramo de vendas. Meu primeiro trabalho foi como camelô, e depois, já no Rio de Janeiro, fui para a companhia Carioca Indus-


trial, ainda nos anos 50. Depois, já aos 18 anos, fui convocado para o exército e tive que retornar a Fortaleza, do contrário, seria preso devido ao Sistema de Representação, o que de fato aconteceu, pois quando fui me apresentar já tinha passado o prazo, então fiquei retido por mais de um mês. Saindo da prisão, fui trabalhar como vendedor de sapatos na antiga “Calçado Chic” e ganhei fama de vendedor brincalhão, o que me fez conquistar muitos clientes. Em seguida, fui vendedor do doce de cajú da Tabajara, que era de um tio e possuia sede em Aracati. Também fui vendedor da Jandaia Sucos. Nessa época, cheguei a atender mais de 100 estabelecimentos em Fortaleza e me deram até uma Kombi para vender os produtos. Então aproveitei a oportunidade e pas-

sei a vender castanha assada. Arranjei uma máquina para fechar os pacotes e comercializava para os turistas nos hotéis. Sempre foi uma paixão minha trabalhar nesse ramo. Inventei muita coisa: criei máquinas registradoras, colocava carros de som em frente as loja, ensinava aos novos funcionários como arrumar as mercadorias nas prateleiras, e adorava criar ações para enfeitar as lojas e estimular as vendas durante as datas comemorativas. Depois de anos trabalhando e adquirindo conhecimentos, resolvi montar, aos 26 anos, a primeira empresa de representação do Ceará, foi aí que surgiu a MReis Logística e Transporte. RNS – Para o senhor, qual a grande diferença no mercado daquela época para os dias atuais?

MR – Muita coisa mudou! Quando cheguei ao Rio de Janeiro, só existam mercearias aonde o cliente chegava ao balcão e pedia um arroz, e o vendedor colocava a concha no saco de grãos, retirava o pedido e embalava. Hoje, estas mercearias praticamente não existem mais, elas se transformaram em grandes lojas e supermercados, com tudo informatizado, muitos funcionários e uma diversidade grande de marcas. Antes o dono ficava na calçada chamando o freguês, hoje é exatamente o contrário. RNS – No mercado, há carência de profissionais qualificados para o seu setor? Se sim, como a MReis lida com isso? MR – Sabemos da carência do mercado, porém, somos conhe-

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Foto: Mara Cybele

Mauricio Reis, proprietário da MReis, e Antônio Viera, diretor comercial da Revista Nosso Setor


cidos como um celeiro de preparação de profissionais. Temos um investimento bom e um IDH forte. Para nós, é melhor investir um pouco mais e deixar o profissional com a cara da empresa, do que contratar pessoas com vícios de outros trabalhos mal sucedidos. No ano passado, por exemplo, um de nossos coordenadores foi contratado pela M.Dias Branco e um outro foi atuar na Jangadeiro Têxtil. RNS – Como é realizado o trabalho da MReis? MR – Realizamos diversos tipos de operações. Para alguns clientes, fazemos um serviço completo, como para a Raymundo Da Fonte, onde realizamos desde a venda inicial até a operação logística. Pegamos o produto na fábrica deles e levamos para o galpão da MReis, quando chegam em nossa empresa, despachamos para os demais clientes. Em seguida, contamos com uma equipe de promotores que retira o produto do CD (Centro de Distribuição) da loja e coloca nas prateleiras. Chamamos esse serviço de ‘A a Z’, pois realizamos todo o processo. Já para outros clientes, fazemos apenas a armazenagem e a distribuição. Possuímos, ainda, uma equipe de merchandising com 22 pessoas que atuam dentro dos supermercados. Resumindo, nosso processo come-

ça com a venda, em seguida vem o transporte, armazenamento, distribuição e promotoria na loja. RNS – O que o setor supermercadista representa para a MReis? MR – No segmento supermercadista o que se sobressai é a distribuição em si, para não haver ruptura, porque se um determinado local não possui um produto, aquela venda foi perdida e não será recuperada. Então a operação é muito importante. Por isso, não temos dúvidas de que o setor supermercadista foi responsável pela expertise que hoje a MReis possui. RNS – Dentre todos os serviços disponibilizados pela empresa, tem algum que o senhor reconhece como um diferencial? MR – Além de realizarmos todo o serviço logístico que uma empresa necessita, também tem um sistema de CFTV gratuito que monitora nosso trabalho. Disponibilizamos aos clientes, imagens do nosso sistema de distribuição com atualização em tempo real. RNS – Como seus filhos iniciaram os trabalhos na MReis? É mais fácil agregar familiar aos negócios e obter o sucesso? MR – Tenho três filhos, dois deles trabalham comigo, o Maurílio e o Mauro, minha outra filha tem sua

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empresa própria e trabalha com exportação de tecidos. O Maurílio começou como entregador, depois foi motorista e cobrador, ou seja, passou por todos os estágios da empresa. E com o Mauro não foi diferente. A partir desse envolvimento e dedicação, ambos tiveram capacidade de gerir a empresa, e hoje gerenciam com muita qualidade, desempenho e compromisso. RNS – E para finalizar, qual o diferencial da MReis? MR – O diferencial da nossa empresa é o tipo de serviço que oferecemos. Captamos somente materiais de qualidade e temos uma excelente prospecção de vendas. Para fazer parte da MReis, o produto deve agradar primeiro a gente, só assim, temos a certeza que ele também irá agradar nossos clientes e será, consequentemente, bem recebido no mercado.

Prêmios recebidos: • Fornecedor do Ano de 2005, pelo Grupo Pão de Açúcar • Fornecedor do Ano de 2011, pela ACESU • Representantes mais antigo e atuante no mercado em 2012, pela Adagi


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Nosso Setor Ceará - Maio e Junho