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PROCESSOS

EDIFÍCIO CIDADE


EDIFíCIO cidade PROPOSIÇÕES ARQUITETÔNICAS EM CAMPINAS “A IDENTIDADE DE FORMA”


UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE ARQUITETURA E URBANISMO

PROFESSORES CAP Eulalia Portela Negrelos Joubert Jose Lancha Paulo Cesar Castral Paulo Yassuhide Fujioka Simone Helena T. Vizioli

CADERNO DE PROCESSOS DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DO ALUNO DE GRADUAÇÃO RAFAEL DE OLIVEIRA SAMPAIO

são carlos 2011


C

CONCEITOS

LEITURA E ANÁLISE DE REFERÊNCIAS: CONSTRUÇÃO DE UM CONCEITO


O

OBJETOS

sÍNTESE DE CONCEITOS: DA IDEIA À FORMA - EXPLORAÇÃO FORMAL, CONSTRUÇÃO DE REPERTÓRIO


MEIO

M

LEITURA E PROBLEMATIZAÇÃO: INTERPRETAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO RELAÇÕES EXISTENTES NO MEIO


S A M P A I O

Jaguariuna 10 Pedreira

Paulinia 9 Sumaré

Hortolândia

7

8 Morungaba 1

Montemor

Valinhos

D E

O L I V E I R A

DIMENSÃO TERRIRORIAL

2

R A F A E L

PAS - ANÁLISE URBANA

. TGI I

MAPA 1

Macrozona 4 Perímetro Urbano Limite Municipal Rodovias de Acesso 1 - SP065 Rod. Dom Pedro I

6 Indaiatuba

3 5

4

2 - SP330 Rod. Anhaguera

3 - SP334 Rod. Miguel Melhados C 4 - SP348 Rod. Bandeirantes 5 - SP073 Rod. Lix da Cunha 6 - SP075 Rod. Santos Dumont

7 - SP101/303 Rod. Alberto Panzam

8 - SP101 Rod. Francisco Aguirre P

9 - SP332 Rod. Milton Tavares de S

10 - SP340 Rod. Adhemar Pereira d


S A M P A I O

4 2

VETOR NORTE

VETOR OESTE

VETOR LESTE

3 Área de Projeto Centro Expandido

D E

O L I V E I R A

EXPANSÃO TERRIRORIAL

Vetores

R A F A E L

PAS - ANÁLISE URBANA

. TGI I

MAPA 2

Áreas de Expansão

1

VETOR SUDESTE

1 - Dácada de 60 - Distrito in Habitação periférica de camadas baixa renda 2 - Dácada de 60 - Comércio / depequeno e médio porte - Hab camadas sociais de renda média 3 - Décadas de 60 / 80 - Co Armazenamento - Habitação de sociais de renda média e alta 4 - Décadas de 60 / 80 - Indústria e diversificados - Habitação de cama de baixa renda 5 - Décadas de 70 / 90 diversificado pequenas industrias de camadas sonciais de renda méd


CONFIGURAÇÃO URBANA

S A M P A I O O L I V E I R A D E R A F A E L

AS - ANÁLISE URBANA

. TGI I

MAPA 3

Centro Urbano

Setor de expação Primá

Setor de expação Secun Área de Projeto Vázios Urbanos Linha Férrea


Área de Projeto Vázios Urbanos Linha Férrea


4 2

3 Área de Projeto Áreas de Expansão

5

1

1 - Dácada de 60 - Distrito industrial Habitação periférica de camadas sociais d baixa renda 2 - Dácada de 60 - Comércio / Indústr depequeno e médio porte - Habiração d camadas sociais de renda média 3 - Décadas de 60 / 80 - Comércio Armazenamento - Habitação de camad sociais de renda média e alta 4 - Décadas de 60 / 80 - Indústria e comérc diversificados - Habitação de camadas socia de baixa renda 5 - Décadas de 70 / 90 - Comérc diversificado pequenas industrias - Habitaçã de camadas sonciais de renda média

PRODUCED BY AN AUTODESK EDUCATIONAL PRODUCT


รrea de Projeto Centro Bairro Vila Ferreira Vila Operรกria


Área de Projeto Centro Bairro Vila Ferreira Vila Operária Pontos de Relação Areas de Atuação


P

PROPOSIÇÕES

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO PROJETUAL: PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO


1

PROPOSTA

A PRIMEIRA PROPOSTA SURGE COM O REPERTÓRIO DE FORMAS E AÇÕES DESENVOLVIDAS POR MEIO DOS OBJETOS, LEITURAS E LEVANTAMENTOS REALIZADOS.

O PROJETO CONSISTE NA FORMAÇÃO DE PLANOS HORIZONTAIS QUE SE INTERLIGAM E SE LIGAM A DIFERENTES PONTOS DO TERRENO. NOS PLANOS CONFIGURADOS, SÃO INSERIDOS VOLUMES PRISMÁTICOS QUE PASSAM A ESTABELECER RELAÇÕES ENTRE ELEMENTOS FLUXOS E FIXOS PRESENTES NO CONJUNTO (OBJETO - MEIO). O CONJUNTO CONFIGURADO SOFRE AINDA A AÇÃO DE “DELIMITAÇÃO” POR MEIO DA INSERÇÃO DE UMA GRANDE COBERTURA, QUE, AO SOFRER A AÇÃO PLÁSTICA DO CORTE, PEMITE QUE O EDIFÍCIO SE RELACIONE DE DIFERENTES FORMAS COM O AMBIENTE CIRCUNDANTE, FORMANDO UMA LÓGICA INTERNA PRÓPRIA DE FUNCIONAMENTO.


. TGI I


AÇÕES PROJETUAI R A F A E L

D E

O L I V E I R A

S A M P A I

C O N S T R U Ç Ã O T E N S Ã O


proposta 1 - cobertura


proposta 1 - pavimento 2


proposta 1 - pavimento 1


proposta 1 - pavimento t


proposta 1 - perspectiva externa - vista da Av. Andrade neves

proposta 1 - perspectiva externa - vista da Rua barĂƒo de parnaĂ?ba


proposta 1 - perspectiva externa - vista da Av. bar채o de Itapura


cobeRtura

PAV 2

PAV 1

PAV T PAV -1


proposta 1 - perspectiva interna - rampa de acesso do pavimento -1


proposta 1 - perspectiva interna - vista do pavimento 1 sentido รกtrio


proposta 1 - perspectiva - vista d0 pavimento 2 sentido รกtrio


2

PROPOSTA

A SEGUNDA PROPOSTA surge a partir do dos estudosDESENVOLVIdos nA PRIMEIRA, CARACTERIZANDO-SE, NO ENTANTO, POR REPRESENTAR UMA MAIOR PREOCUPAÇÃO COM OS DETALHES, COMO A DEFINIÇÃO DOS PRINCIPAIS ACESSOS E A MANEIRA NA QUAL O EDIFÍCIO SE RELACIONA COM SEU ENTORNO. FOI CONFIGURADA UMA NOVA DIMENSÃO ESPACIAL INTERNA ATRAVÉS DA ADIÇÃO DE PATAMARES, DEFINIÇÃO DE RELAÇÕES ENTRE OS PAVIMENTOS E ORDENAÇÕES VOLUMÉTRICAS INTERNAS, COM O INTUITO DE CONFIGURAR ALGUNS TIPOS DE ESPACIALIDADES E ESPECIFICIDADES DESEJADAS. PARA SE CHEGAR A TAIS QUESTÕES, FOI TOMADO COMO PRINCÍPIO O ESTUDO APURADO SOBRE O RELEVO CARACTERÍSTICO DA ÁREA, ASSIM COMO A RELAÇÃO VOLUMÉTRICA ENTRE O NOVO EDIFÍCIO E O SEU CONTEXTO. O ESTUDO E DESENVOLVIMENTO DE TAIS ASPECTOS AMPLIARAM A NOÇÃO DA CONFIGURAÇÃO ESPACIAL INTERNA E EXTERNA, TORNANDO POSSÍVEL PENSAR NA RELAÇÃO DESSE NOVO OBJETO ARQUITETÔNICO E SUAS DINÂMICAS DE USO E FUNCIONAMENTO.


proposta 2 - anรกlises e estudo de relevo


PROPOSTA 2 - ESBOÇOS


proposta 2 - perspectiva - forma atual do terreno


proposta 2 - corte do terreno a a

proposta 2 - corte do terreno b b


proposta 2 - forma atual do terreno


proposta - estudo de relevo


proposta 2 - pavimento T


proposta 2 - pavimento 1


proposta 2 - pavimento 2


proposta 2 - pavimento 3


proposta 2 - cobertura


proposta 2 - corte a a

proposta 2 - corte b b


proposta 2 - perspectiva externa - vista da AV. Andrade neves ligação entre o edifício e a avenida na cota 679


proposta 2 - perspectiva externa - vista da Rua barテバ de parnaiba ligaテァテ」o entre o edifテュcio e a Rua na cota 685


proposta 2 - perspectiva externa - vista da aV. Andrade neves


cobertura

PAV 3

cotaS 691 e 693

PAV 2

cotaS 687 e 689

PAV 1

cotaS 683 e 685

PAV T

cotaS 679 e 681

PAV -1 cota 675


proposta 2 - perspectiva interna - vista do pavimento 1 - sentido รกtrio


proposta 2 - perspectiva interna - vista do pavimento t - rampa de acesso


3

PROPOSTA

A TERCEIRA PROPOSTA APRESENTADA É FRUTO DO CONTÍNUO PROCESSO DE DESENVOVIMENTO EXPERIMENTADO ATÉ ENTÃO.

O PROJETO, PARTINDO DE TODOS OS ASPECTOS JÁ LEVANTADOS, SE DESTACA POR APRESENTAR NOVAS DEFINIÇÕES - NOVAS EXPLORAÇÕES SOBRE AS RELAÇÕES ENTRE PISOS INTERNOS, VOLUMES, ESPAÇOS, MATERIALIDADE, DINÂMICAS DE USO E FLUXO, ASSIM COMO A PROPOSTA DE UM POSSÍVEL PROGRAMA ACARRETOU NA GERAÇÃO DE CONSIDERÁVEIS MUDANÇAS NA CONFIGURAÇÃO INTERNA DO COMPLEXO. TENDO EM MENTE AS PROPOSTAS ARQUITETÔNICAS DESENVOLVIDAS ATÉ ENTÃO, ESTAS APRESENTAM A CRIAÇÃO DE UMA INSTÂNCIA ESPACIAL ALTERNATIVA AO CONTEXTO INSERIDO, QUE PULSA E REFLETE A DINÂMICA DE USO E MULTIFUNCIONALIDADES PRESENTES NA PRÓPRIA CIDADE DE CAMPINAS, TENTANDO EXPLICITAR UMA DE SUAS MAIORES CARACTERÍSTICAS - A AMBIGUIDADE.


projeto - lOCALIZAÇÃO


projeto - Hipsografia


projeto - perspectiva EXterna - vista DO ENCONTRO DA AV. ANDRADE NEVES COM A aV. BARテグ DE ITAPUTRA


projeto - VISTA EXTERNA - IMPLANTAÇÃO


projeto - perspectiva EXterna - vista DA AV. ANDRADE NEVES


projeto - perspectiva EXterna - VISTA DA aV. ANDRADE NEVES proposta 2 ligação entre o edifício e a avenida na cota 679


projeto - perspectiva EXterna - VISTA DA aV. ANDRADE NEVES ligação entre o edifício e a avenida na cota 681


projeto - perspectiva EXterna - vista DO ENCONTRO DA Rua barÃo de parnaÍba COM A aV. BARÃO DE ITAPUTRA


projeto - perspectiva EXterna - VISTA DA Rua baráo de parnaiba ligação entre o edifício e a RUA bARÃO DE pARNAÍBA na cota 684


projeto - perspectiva EXterna - VISTA DA Rua barテバ de parnaiba


projeto - perspectiva interna - pavimento 5 - sentido escola


projeto - perspectiva EXterna - VISTA DA Rua barรกo de parnaiba


projeto - perspectiva EXterna - VISTA DA Rua barรกo de parnaiba


projeto - perspectiva EXterna - VISTA DA Rua barรกo de parnaiba


projeto - perspectiva interna - pavimento 5 - sentido escola


projeto - perspectiva interna - pavimento 5 - sentido escola


projeto - perspectiva interna - pavimento 5 - sentido escola


PROJETO - DETALHE DO corte do terreno A A


PROJETO - DETALHE DO corte do terreno b b


PROJETO - Corte do EDIFÍCIO A A


PROJETO - Corte do EDIFÍCIO b b


PROJETO - Corte do EDIFÍCIO c c


PROJETO - Corte do EDIFÍCIO d d


pROJETO - eSQUEMA DE corte do terreno a a


pROJETO - eSQUEMA DE corte do terreno c c


pROJETO - eSQUEMA DE corte do eDIFÍCIO a a


pROJETO - eSQUEMA DE corte do eDIFÍCIO b b


pROJETO - eSQUEMA DE corte do eDIFÍCIO c c


pROJETO - eSQUEMA DE corte do eDIFÍCIO d d


cobertura Estrutura CIRCULAÇÃO VERTICAL

PAV 3 cota 693

PAV 3 cota 690

PAV 2 cota 687

PAV 1 cota 684

PAV T

cotaS 679 e 681

PAV -1

cotas 674 e 676


PAVIMENTO -1

cotas 674 e 676 PRÁTICA ESPORTIVA TEATRO APRESENTAÇÕES COMÉRCIO projeto - relações entre dinâmicas de ambientes - pavimento -2 e -1


1 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento -1 - rampa de acesso


projeto - planta e relação volumÉtrica - pavimento -2 e -1


projeto - planta e relação volumÉtrica - pavimento -2 e -1


projeto - planta e relação de programa - pavimento -2 e -1


projeto - planta e relação de programa - pavimento -2 e -1


3

2 1

projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento -2 e 1


projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento -2 e -1


3 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento -1 - ÁREA DE CONVIVÊNCIA


2 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento -1 - galeria


PAVIMENTO T

cotas 679 e 681 PRÁTICA ESPORTIVA TEATRO APRESENTAÇÕE projeto - relações entre dinâmicas de ambientes - pavimento T


1 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento t - PRAÇA E PISTA DE SKATE


projeto - planta e relação volumÉtrica - pavimento T


projeto - planta e relação volumÉtrica - pavimento T


projeto - planta e relação de programa - pavimento T


projeto - planta e relação de programa - pavimento T


3 1

2

projeto projeto - planta - cONFIGURAÇÃO e relação DE de AMBIENTES programa - pavimento T


projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento T


3 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento t - PRAÇA E TRATRO


2 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento T - ÁREA DE CONVIVÊNCIA


PAVIMENTO 1

cota 684 bIBLIOTECA COMÉRCIO projeto - relações entre dinâmicas de ambientes - pavimento 1


3 proJETO - perspectiva interna - vista do pavimento 1 - sETOR COMERCIAL ligação entre o edifício e a RUA bARÃO DE pARNAÍBA na cota 684


projeto - planta e relação volumÉtrica - pavimento 1


projeto - planta e relação volumÉtrica - pavimento 1


projeto - planta e relação de programa - pavimento 1


projeto - planta e relação de programa - pavimento 1


3

2

1

projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 1


projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 1


1 proJETO - perspectiva interna - vista do pavimento 1 - ÁREA COMERCIAL E DE CONVIVÊNCIA


2 proJETO - perspectiva interna - vista do pavimento 1 - ÁREA E DE CONVIVÊNCIA


PAVIMENTO 2

cotas 687 cINEMAS APRESENTAÇÕES OFICINAS BIBLIOTECA projeto - relações entre dinâmicas de ambientes - pavimento 2


1 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento 2 sentido รกtrio - cINEMA AO AR LIVRE


projeto - planta e relação volumétrica - pavimento 2


projeto - planta e relação volumétrica - pavimento 2


projeto - planta e relação de programa - pavimento 2


projeto - planta e relação de programa - pavimento 2


1

projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 2


projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 2


PAVIMENTO 3

cota 690 cINEMA APRESENTAÇÕES eSCOLA COMÉRCIO projeto - relações entre dinâmicas de ambientes - pavimento 3


1 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento 3 - eSTAR CAFÉ


projeto - planta e relação volumétrica - pavimento 3


projeto - planta e relação volumétrica - pavimento 3


projeto - planta e relação de programa - pavimento 3


projeto - planta e relação de programa - pavimento 3


1 projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 3


projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 3


PAVIMENTO 4

cotas 693 cINEMA APRESENTAÇÕES eSCOLA OFICINAS projeto - relações entre dinâmicas de ambientes - pavimento 4


1 pROJETO - perspectiva interna - vista do pavimento 4 - sENTIDO Ă TRIO


projeto - planta e relação volumétrica - pavimento 4


projeto - planta e relação volumétrica - pavimento 4


projeto - planta e relação de programa - pavimento 4


projeto - planta e relação de programa - pavimento 4


1

projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 4


projeto - cONFIGURAÇÃO DE AMBIENTES - pavimento 4


projeto - planta e relação de programa - cobertura


1 pROJETO - perspectiva eXterna - vista dA cOBERTURA - RECORTES


projeto projeto--planta plantaeerelação relaçãode volumétrica programa - cobertura


projeto - planta e relação volumétrica - cobertura


4

PROPOSTA

A QUARTA PROPOSTA SURGE DIRETAMENTE DE UM PROCESSO DE REELABORAÇÃO DA TERCEIRA PROPOSTA.

A PARTIR DE ANÁLISES, PRINCIPALMENTE SOBRE AS RELAÇÕES FORMAIS ESTABELECIDAS, FOI POSSÍVEL DAR ÍNICIO A UM PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO FORMAL. O SISTEMA UTILIZADO NA CONFIGURAÇÃO DOS ESPAÇOS É ALTERADO. NO ENTANTO, A FORMA COM QUE O PROGRAMA SE ARTICULA INTERNAMENTE É MANTIDA (FIXO FIXO-FLUXO FLUXO).

A MATERIALIDADE É OUTRO ASPECTO QUE PASSA POR UMA REVISÃO. APESAR DE MANTIDOS OS PRINCIPAIS MATERIAIS QUE CONSTITUEM O SÃO REARTICULADOS, A COBERTURA DO EDIFÍCIO QUE ERA CONSTITUÍDA BASICAMENTE POR UMA GRANDE CASCA DE CONCRETO GANHA UMA NOVA CONFIGURAÇÃOE PASSA A SER CONSTRUÍDA POR UM NOVO SISTEMA ESTRUTURAL METÁLICO COMPOSTO POR VIGAS CALHA, ABÓBADAS DE VIDRO E UM REVESTIMENTO EXTERNO DE CHAPAS DE AÇO CORTEN.


PROJETO - ESQUEMAS


P

PROJETO

APRESENTAÇÃO DO PROJETO: PROPOSTA FINAL - PLANTAS, CORTES, MODELOS E SIMULAÇÕES


cobertura

PAV 6 cota 701

cota 693

Estrutura

PAV 5

PAV 3

CIRCULAÇÃO VERTICAL

cota 697

PAV 4

cota 689

PAV 2

PAV -1

PAV -2

PAV 1

PAV T

PAV -3

cota 685

cota 681

cota 673

Cota 677

Cota 669

cota 665


PAV 1

PAV T

PAV -1 PAV -2 PAV -3

O PRIMEIRO PAVIMENTO É MARCADO TAMBÉM PELA PRESENÇA DE UMA GRANDE PRAÇA (16). É NELE QUE SE TEM O PRIMEIRO CONTATO COM O GRANDE ÁTRIO INTERNO DO EDIFÍCIO. NESTE ESPAÇO ESTÁ PREVISTO UM CONJUNTO DE ELEMENTOS QUE PERMITA A PERMANÊNCIA E O ESTAR, O GRANDE ÁTRIO CENTRAL, EM OPOSIÇÃO AO VOLUME DO CINEMA, POSSIBILITA A REALIZAÇÃO DE DIVERSOS TIPOS DE EVENTOS COMO FEIRAS E APRESENTAÇÕES, INCLUSIVE SESSÕES DE CINEMA AO AR LIVRE. A PRAÇA SE LIGA TAMBÉM À BIBLIOTECA ATRAVÉS DE UM ESPAÇO INTERNO TRANSIÇÃO/ LEITURA (17). NESSA MESMA COTA, NO OUTRO SENTIDO, SE ENCONTRA O SETOR DE APOIO DA ESCOLA DE TEATRO (ZELADORIA E CAMARIM) (15) O PAVIMENTO TÉRREO SE DESTACAPOR SEU CARÁTER DE INTERLIGAÇÃO, POSSIBILITANDO O ACESSO AO EDIFÍCIO DIRETAMENTE DO NÍVEL DA RUA ATRAVÉS DE DOIS PONTOS, SENDO O PRIMEIRO A PRAÇA DE RECEPÇÃO (9) E O SEGUNDO A PRAÇA COBERTA (11). É ATRAVÉS DELE QUE SE ACESSA O TERCEIRO PAVIMENTO DO TEATRO (FOYER TÉCNICA), A SEGUNDA SESSÃO DA BIBLIOTECA (14), O RESTAURANTE (13) E O PRIMEIRO PAVIMENTO DA ESCOLA DE TEATRO (RECEPÇÃO) (10). ESTE PAVIMENTO TAMBÉM SE LIGA AOS PAVIMENTOS 1 E -1 ATRAVÉS DE DUAS GRANDES RAMPAS, ONDE SE CONFIGURAM ESPAÇOS DE ESTAR E EXPOSIÇÃO. ESTE PAVIMENTO SE CARACTERIZA POR RELACIONAR EM UM MESMO PLANO TRÊS ESPAÇOS COM DINÂMICAS E USO DISTINTOS. NELE ESTÃO PRESENTES A GALERIA (5), O TEATRO (FOYER E ADM.) (7) E O PRIMEIRO PAVIMENTO DA BIBLIOTECA (CAFÉ) (8). OS ESPAÇOS POSSUEM UMA DIMENSÃO AUTÔNOMA. NO ENTANTO, SÃO INTERLIGADOS E PERMEADOS POR UM CONJUNTO DE PRAÇAS E ESPAÇOS DE ESTAR. OS ESPAÇOS LIVRES SE TORNAM AQUI AMBIENTES DE ENCONTRO E PERMANÊNCIA E POSSIBILITAM UM CONTATO VISUAL COM A REGIÃO EXTERNA DO EDIFÍCIO, DIMINUINDO A SENSAÇÃO DE CLAUSURA NORMALMENTE PRESENTE EM SUBTERRÂNEOS. SÃO NOS DOIS PRIMEIROS PAVIMENTOS SUBTERRÂNEOS QUE SE ENCONTRAM OS ESTACIONAMENTOS E A ORIGEM DOS QUATRO NÚCLEOS DE CIRCULAÇÃO VERTICAL. ESPECIFICAMENTE NO PAVIMENTO -2, ESTÁ LOCALIZADA A ENTRADA DO ESTACIONAMENTO (1) E O PRIMEIRO PAVIMENTO DO TEATRO (3). NESTE PRIMEIRO PAVIMENTO DO TEATRO É QUE SE LOCALIZAM O PALCO DE APRESENTAÇÃO E OS CAMARINS.


PAV 5

O QUINTO E ÚLTIMO PAVIMENTO ACESSÍVEL PELO PÚBLICO SE DESTACA POR APRESENTAR O SEGUNDO PAVIMENTO DA ESCOLA (ADMINISTRAÇÃO E SALAS DE AULA) INTERLIGADO A DOIS GRANDES AMBIENTES DE ESTAR/PRAÇA EXPOSIÇÃO (15). NELE TAMBÉM SE LOCALIZA O SEGUNDO PAVIMENTO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL (17) COM A DIRETORIA E APOIO. ESTÃO PRESENTES NESTE PAVIMENTO E ACIMA DELE OS DOIS ÚLTIMOS CONJUNTOS DE ESPAÇOS DA ESCOLA DE TEATRO COMPOSTOS POR ÁREA TÉCNICA E TÉCNICA DE PALCO, ADMINISTRAÇÃO E SALA DE PROFESSORES.

PAV 4

É NO QUARTO PAVIMENTO QUE SE LOCALIZA O PRIMEIRO PAVIMENTO DA ADMINISTRAÇÃO GERAL DO EDIFÍCIO (12), ASSIM COMO A PRAÇA DE ACESSO DA ESCOLA E SEU PRIMEIRO PAVIMENTO (CARACTERIZADO PELA PRESENÇA DE ATIVIDADES DIDÁTICAS, RECREAÇÃO E PRÁTICAS ESPORTIVAS (13). NESTE PAVIMENTO, TAMBÉM DÁ ACESSO À SEGUNDA SALA DE CINEMA, ASSIM COMO À SALA DE AULA DA ESCOLA DE TEATRO, À SEÇÃO DE ESTUDO DE LUZ DA ESCOLA DE TEATRO (11) E A UM CONJUNTO DE NÚCLEO DE OFICINAS E COMÉCIO.

PAV 3

eM OPOSIÇÃO A MULTIPLICIDADE DO SEGUDO, O TERCEIRO PAVIMENTOSSE DIFERENCIA POR APRESENTAR OUTRO CONJTOS DE PRAÇAS, ESPAÇOS DE ESTAR E EXPOSIÇÕES(8), ESTÃO AINDA PRESENTES NúCLEOs DE COMÉCIO NO ENTANTO EM UM UM NÚMERO MENOR. nESTE PAVIMETO SE ENCONTRAM ESPAÇOS DE oFICINAS/aTELIERS, O ÚLTIMO PAVIMENTO DA BIBLIOTECA COM SUA aDMINISTRAÇÃO (5) ASSIM COMO A áREA DE SOM E FIGURINO DA ESCOLA DE TEATRO (7).

PAV 2

O SEGUNDO PAVIMENTO É MARCADO PELA GRANDE DIVERSIDADE DE ESPAÇOS E DINÂMICAS. INICIALMENTE É ATRAVÉS DELE QUE O EDIFÍCIO SE INTERLIGA COM A RUA (BARÃO DE PARNAÍBA E MARQUÊS DE TRÊS RIOS) NOS DOIS PONTOS MAIS ALTOS DO TERRENO, PRIMEIRAMENTE NA EXTENSÃO CALÇADA/PAVIMENTO - RUA INTERNA (3) E NO SEGUNDO ACESSO DA BILIOTECA (4). POR ESTABELECER UMA LIGAÇÃO DIRETA COM A RUA, ESTE PAVIMENTO SE CONFIGURA POR UM CONJUNTO DE NÚCLEOS DE COMÉRCIO E ESPAÇOS DE LAZER E ESTAR. É NELE TAMBÉM QUE ENCONTRAMOS O ACESSO PARA A PRIMEIRA SALA DE CINEMA (1), O FOYER E MINI TEATRO DA ESCOLA DE TEATRO (2).


O raciocínio utilizado para o desenvolvimento do edificio possui em grande parte relação com as estruturas de cirtculção. Além de garantir a relação do edificio com o contexto em que está inserido , as relaçoes de fluxo tambem são resposáveis pela criaçao de diferentes dinamicas dentro do próprio edifício. Desta forma foi possível desenhar um conjunto de percursos que determinam distintos momentos e espaços ao longo da extensão do edifício

ESCOLA DE TEATRO gALERIA CINEMA ADMINISTRÇÃO OFICÍNAS / ATELIERS ESCOLA BILBIOTECA TEATRO COMÉRCIO

A partir de uma análise detalhada sobre os possiveis fluxos existentes suas temporalidades e intensidades foi possível desenvolver grande parte das áreas de estar, exposição, pátios , espaços livres de aglomeração ou meditação. As relações e dinâmicas anteriormente levantadas fixo Fixo-Fluxo Fluxo) foram nesse sentido essenciais na elaboração do último desenho desenvolvido para o interiro do edificio, suas aberturas, sendo elas acessos ou os recortes na cobertura. Essas relações permitem a criação de espaços dinÂmicos EM QUE OS PROGRAMAS SE COMPORTAM DE MANEIRA AUTONOMA E PASSAM A SE ARTICULAR MUITAS VEZES EM FUNÇAO DESSAS DINÂMICAS A relação de fluxos exitente no edifício e mais um ponto em que é possivel contemplar a relação do mesmo cm o meio urbano e virse versa, mesmo se fazendo uma leitura de possibilidades de dinamicas e interações fica evidentes que essas relaçoes podem e devem mudar com co tempo e diferentes formas de uso que o edifício venha um dia apresentar


ESCOLA DE TEATRO gALERIA CINEMA ADMINISTRÇÃO OFICÍNAS / ATELIERS ESCOLA BILBIOTECA TEATRO COMÉRCIO


proJETO - perspectiva externa - vista Da Av. bar達o de itapura


proJETO - perspectiva externa - vista do enconttro da Av. Bar達o de Itapura com a av. andrade neves


proJETO - perspectiva externa - vista do enconttro da rua barão de parnaíba coma rua a Rua marques de Três Rios


pROJETO - perspectiva externa - vista da Av. Andrade Neves


proJETO - perspectiva externa - vista do enconttro da rua barĂŁo de parnaĂ­ba


pROJETO - perspectiva externa - vista Noturna


proJETO - perspectiva Interna - teatro


pROJETO - perspectiva interna - Teatro


proJETO - perspectiva Interna - รกtrio da Biblioteca


pROJETO - perspectiva externa - Praรงa / acesso a Galeria


proJETO - perspectiva Interna - Galeria


pROJETO - perspectiva Interna - Galeria


proJETO - perspectiva externa - vista da prtaรงa de


pROJETO - perspectiva externa - vista praรงa


proJETO - perspectiva interna - vista da praรงa coberta


pROJETO - perspectiva interna - vista da praรงa do รกtrio


proJETO - perspectiva externa - vista do enconttro da Av. andrade neves


pROJETO - perspectiva interna - vista da praรงa do รกtrio


proJETO - perspectiva externa - vista da Rua marques de TrĂŞs Rios


pROJETO - perspectiva Interna - Biblioteca


proJETO - perspectiva externa - vista da rua barão de parnaíba - extensão da rua para o edifício


pROJETO - perspectiva Interna - vista da rua interna


proJETO - perspectiva Interna - vista nos sentido do テ》rio - cinema ao ar livre


pROJETO - perspectiva externa - vista da Escola


proJETO - perspectiva Interna - Cinema


pROJETO - perspectiva interna - sess達o de cinema


proJETO - perspectiva Interna - vista nos sentido do テ》rio


pROJETO - perspectiva externa - mirante vista para a cdade- CafĂŠ


proJETO - perspectiva Interna - Administração Geral


pROJETO - perspectiva interna - Escola de Teatro


proJETO - perspectiva Interna - Abiente de estar e exposições


pROJETO - perspectiva interna - prรงa da escola


proJETO - perspectiva Interna - vista da quadra poliesportiva da escola


pROJETO - perspectiva Interna -Pรกtio central - escola


arte que te abriga arte que te habita arte que te falta arte que te imita arte que te modela arte que te medita arte que te mora arte que te mura arte que te todo arte que te parte arte que te torto ARTE QUE TE TURA Paulo Leminski


TGI.II 2011 rafael de Oliveira Sampaio



TGI II . Edifício Cidade - Processos