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TELEVISÃO OFICIAL:


editorial CARNAVAL DE TORRES VEDRAS Está de volta mais uma edição do Carnaval mais Português de Portugal! Este ano, com o tema “Brinquedos e Brincadeiras”, são esperadas cerca de 350 mil pessoas. Um grande evento para Torres Vedras, para a região e para o país no qual se encontram gentes de todo o Mundo! De 24 de fevereiro a 1 de março, Torres Vedras transforma-se num ponto de paragem obrigatório. São dias de animação intensos e vividos tanto pela população local como pelos visitantes de uma forma entusiasmante. Sendo por tradição uma altura em que este grande “reino” é entregue a Suas Altezas Reais os Reis do Carnaval, é também a sua responsabilidade ordenar que todos os foliões se divirtam e disfrutem destas belas paragens. Estamos certos que será isso que o Rei Dom Troikado Chamuçado da Bela Geringonça e a Rainha Dona Klintoriana Emproada Emborrachada farão. O Carnaval é, portanto, um evento aglutinador e multigeracional. Um evento de todos e para todos. A maior prova disso é o seu vasto programa, que consegue estar direcionado para pessoas de todas as idades. Desde a inauguração do monumento, ao enterro do entrudo, existem muitos momentos de animação que nos marcam e diferenciam. Falo-vos por exemplo da visita da Comitiva Real do Carnaval a Lisboa, do corso escolar, dos corsos diurnos e noturnos ou do Baile de Máscaras Tradição, mas também das praças com animação, dos bares e discotecas. Uma palavra a todas as pessoas que direta ou indiretamente estão envolvidas no Carnaval. Habitantes e comerciantes locais, empresas criativas, grupos de mascarados e associações carnavalescas, todos juntos transmitem esta nossa tradição que há muitos anos está enraizada na identidade cultural e social da cidade e dos torrienses. As forças de segurança e de proteção civil desempenham também um importante papel neste grande evento. Importa ainda referir todos aqueles que de uma forma anónima preparam este grande evento ao nível promocional, administrativo, técnico e operacional, contribuindo para o reforço da imagem de marca da nossa Cidade e do nosso Concelho, bem como todos os nossos parceiros e patrocinadores, alguns locais e também nacionais, que engrandecem e prestigiam ainda mais este nosso evento. Segundo estudos do Instituto Politécnico de Leiria, o Carnaval de Torres Vedras gera um impacto na economia local de 9 milhões de euros e uma visibilidade cada vez maior nos meios de comunicação nacionais e internacionais. Todos juntos fazemos deste “o Carnaval Mais Português de Portugal”! Viva o Carnaval de Torres… Com muita intensidade junto de Suas Altezas Reais, os Reis do Carnaval! Este ano com nova Rainha, a quem desejo um longo reinado…

O presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras

Carlos Manuel Antunes Bernardes

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O TEXTO ABAIXO EXIBIDO É DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA REAL CONFRARIA DO CARNAVAL DE TORRES.

El Rei Dom Troikado Chamuçado da Bela Geringonça e Dona Klintoriana Emproada Emborrachada, reis do Carnaval mais Português de Portugal, ouvido o Primeiro Ministro, ainda em funções mas sabe-se lá até quando, ouvido o Conselho de Ansiãos (que pela frente pouco falam) e ainda os Confrades, os Fidalgos, o Conselho Régio, o Putin, o Trump, o Costa, e o Secretário de Estado das Autarquias declaram: 1º Que nesta velha e sempre famosa Cidade de Torres Vedras, fique até 01 março, suspenso o poder local eleito (que agora mando eu, e o Presidente vai de Agostinha). 2º Que todos os foliões usem da maior compostura e máxima alegria, sigam as instruções do Intendente da Polícia, bebam uns púcaros e se divirtam à grande e à Torriense. 3º Que é proibido entrar no corso sem pagar. 4º Que continua a ser proibido apalpar Sua Majestade a Rainha. Palácio Real, fevereiro de 2017

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA REAL CONFRARIA DO CARNAVAL DE TORRES.

real confraria do carnaval de torres A Real Confraria do Carnaval de Torres foi a primeira confraria do Carnaval existente em Portugal. Tem como objetivo central promover a imagem do Carnaval de Torres Vedras, preparando cada Carnaval, assegurando a participação dos cidadãos e mantendo a sátira e a espontaneidade que lhe são características. A Real Confraria do Carnaval de Torres propõe-se, nos seus Estatutos, organizar “festas, recepções, banquetes, provas, concursos e outras manifestações”; apoiar o estudo e divulgação de trabalhos sobre o Carnaval de Torres; glorificar as “virtudes, tradições e história” do Entrudo torriense; defender a “genuinidade, tipicidade e prestígio” do Carnaval local; colaborar e/ou associar-se a “organizações nacionais e estrangeiras similares”; e procurar apoios para o “surgimento, promoção e manutenção do Museu do Carnaval de Torres”. Uma das marcas do nosso Carnaval é durante 6 dias de paródia existir um regime figurado personalizado num reino anarca em que o Rei, sempre mono e corno, pensa-se (talvez a sério para alguns) manda em detrimento do poder eleito. Tal teatro político, é montado nos anos 20 do século passado, à semelhança do que se vivia noutros carnavais europeus como o de Nice (França) onde em muito o de Torres se inspira. Numa chegada triunfante, Sua Majestade, o Rei, primeiro sozinho, depois acompanhado, antes coroado, agora por coroar, irrompe no meio de um grande séquito que o aguarda, hoje tal como no passado, na Estação dos Comboios, alusão à referência da altura que era o Rei Sol à chegada ao Rossio naquele que foi o Carnaval lisboeta. Álvaro André de Brito, primeiro dos nossos coroados, recebe em 1923, pelas mãos de fervorosos republicanos, a função de ser o representante do Carnaval de Torres e objeto de sátira ao regime anterior, a monarquia. Missão que Jaime Alves, primeira das Rainhas, reitera em 1924 quando se junta a este. A sátira não se fica por esta ser uma matrafona, mas alarga-se aos símbolos reais, corno e abano, sinais de infidelidade e pobreza respetivamente. Longo reino tiveram os primeiros que pelo povo se fizeram coroar, pois pelo povo e para o povo é feito o nosso Carnaval, só serão substituídos em 1951 quando tomam o poder o Rei Levy Miguel dos Santos e a Rainha António Agostinho, reis que vivem a revitalização do Carnaval saído do pós guerra. Só em

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1966 surgem outros, João Maria Brandão de Melo e José Abrantes, Rei e Rainha que fizeram a ponte entre o antes e o pós 25 de Abril e acompanham o inicio da modernização e comunicação do Carnaval de Torres, o que a juntar aos longos anos de reinado faz de ambos uma referência do entrudo torreense. Em 1983 temos a substituição de José Abrantes, que não desaparece da família real ao ser a Rainha-mãe, por Luís Reis (Nanã) que tem um reinado efémero, cedendo o lugar ao seu irmão Alfredo Reis (Mima), que reinará durante 20 anos a partir de 1986 e será Rainha de 3 Reis. Mas esta coisa do sangue é algo que fala alto, pois em 1990 João Maria Brandão de Melo abdica da coroa após 24 anos de reinado a favor do seu filho Bruno que reina desde o ano seguinte até 1996, tempo no qual agrega às funções reais a responsabilidade de produzir os carros de Carnaval. É em 1997 que a Rainha Mima conhece o seu último companheiro, António Miranda Santos, juntos tornam-se um marco do nosso Carnaval sendo referência a várias gerações e sendo os Reis que vão à televisão, desde diretos televisivos a programas inteiros de televisão (ex. Nós os Ricos, RTP), Mima e Miranda são personagens da história moderna do Carnaval torreense. Abdicam juntos em 2006, dando lugar a Ricardo Miranda Santos, ocasião em que o sangue torna à linha de sucessão, e Pedro Adam. Este último abdica após 10 anos de Rainha, sendo substituído por Ricardo Rodrigues que este ano é coroado pela primeira vez. Mas isto de ser Rei e Rainha do Mais Português de Portugal não é tarefa fácil e complica-se com os dias que antecedem, no qual as requisições são várias, com os diretos para rádios e televisões, entrevistas mil, muitas horas de corso, apalpadelas ao cu da Rainha – embora proibido por decreto há quem goste de confundir aqui e além-fronteiras, hoje e ontem, a mais matrafona das matrafonas com uma senhora – e, talvez a parte mais complicada, a solidão, pois enquanto as ruas estão cheias, do alto do seu carro, Rei e Rainha estão para cada um como parceiros inevitáveis desta loucura que é o Carnaval de Torres, na certeza que no ano seguinte a loucura será maior. Chalaça sem trapaça Vinhaça com fartança Paródia sem desgraça Carnaval com cagança Torres, Torres, Torres – Ena Pá! 7


O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA ASSOCIAÇÃO MINISTROS & MATRAFONAS.

ministros & matrafonas O grupo de matrafonas surgiu espontaneamente desde os primeiros anos do Carnaval de Torres, sendo um grupo masculino de foliões. Com o passar dos anos, viu-se que havia necessidade de nos agregarmos em Ministros e Matrafonas, para que o acompanhamento aos Reis e o corso fosse mais organizado. No final dos anos 70 começou-se a reunir o grupo de homens que habitualmente participavam no corso e foi destas reuniões de preparação do Carnaval que surgiu a proposta de criarmos a Associação Ministros & Matrafonas. A associação foi oficialmente constituída no ano de 1986. Com o decorrer dos anos esta associação teve uma evolução muito significativa, a nível de guarda roupa, que deixou de ser alugado em Lisboa e passou a ser confeccionado localmente, embora pontualmente seja alterado.

Para além do guarda roupa também houve uma evolução organizativa do grupo. A atividade principal desta associação é o “Carnaval” e para o efeito participamos em todas as atividades e iniciativas que somos convidados, para além das nossas iniciativas, tais como: levar o carnaval aos lares do nosso concelho, organizar assaltos de Carnaval com o grupo e a banda Osga, encontro semanal com os associados na nossa sede social, passeios pedestres e de btt, jantar de Natal para associados e familiares, piqueniques, participação na Feira S. Pedro com uma tasquinha, Festa de Verão (carnaval), entre outros. Resumindo, temos uma atividade associativa regular durante todo o ano, e cerca de uma centena de associados, embora o grupo de Carnaval seja constituído por cerca de 60 elementos. A nossa sede social encontra-se em plena zona histórica da cidade, sendo um local de vista obrigatória para quem quer conhecer um pouco da história e do registo fotográfico do nosso Carnaval. O nosso grupo tem uma mais valia que é a OSGA - Orquestra Sinfónica da Guarda Armada, sendo esta um grupo de músicos que nos acompanha em todas as nossas iniciativas e a quem deixamos o nosso reconhecimento. O mesmo para a nossa amiga e caracterizadora Ana Maria Batalha. A nova rainha do Carnaval de Torres é um dos elementos deste grupo, facto que nos orgulha! Votos de um excelente Carnaval!

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA ASSOCIAÇÃO MARIAS CACHUCHAS.

marias cachuchas FUNDAÇÃO Fundada a 26 de Março de 2011 por Carla Pires, Paula Pires, Tânia d’Almeida e Mafalda Ferreira (cofundadora), o projecto foi apresentado a outros companheiros habituais de folia com o mesmo espirito e paixão pelo Carnaval, e que se comprometeram a promover e divulgá-lo. É a primeira Associação do género criada por mulheres, com Associados de ambos os géneros. Nos meses seguintes, definiram-se os elementos que identificam as Mc’s: • O logótipo e o traje. • As categorias de Sócios - Marias Cachuchas, Mariazinhas (menores de idade), Cachuchinhas (novos elementos) e Honoráveis (homenagem a pessoas externas ao grupo). • A figura de Madrinha/Padrinho para integrar novos elementos no grupo. • Elaboração dos Estatutos e Regulamento Interno e registo do primeiro em Notário a 14 de Junho de 2011. • Eleição dos 1ºs Corpos Dirigentes a 23 de Junho de 2011. ELEMENTOS CARACTERÍSTICOS A Maria Cachucha Recuperou-se uma personagem típica torriense, a Maria da Purificação da Silva (1900-1960), uma mulher que desafiava as convenções sociais da época pela forma como se apresentava e vivia a sua vida: convivia com homens, bebia bagaço, fumava cigarrilha, trabalhava no matadouro e tinha bigode. O Cocotte Fazia parte das tradições carnavalescas de Torres Vedras, tendo sido eliminado das batalhas de flores e substituído pelo cubo. As Mc’s defendiam a reintegração da tradição, o que veio a acontecer nos Corsos Diurnos de 2013. ALGUMAS ACTIVIDADES/PARTICIPAÇÕES - Festas de apresentação e várias temáticas (bares e discotecas). - Tertúlia sobre o Carnaval de Torres Vedras. - Concurso de expressão plástica e concurso de fotografia. - “Padrinhos” do regresso do Cocotte. - Recolha de alimentos e bens essenciais (Casa Mãe do Gradil). - Marchas de Santo António. - Mesa de Honra no Turres Veteras dedicado ao Carnaval. - Participação em todos os eventos oficiais do Carnaval e Carnaval de Verão. - Participação em estudos sobre o Carnaval de Torres. - Colaboração no processo de submissão da candidatura a Património Imaterial. - Festa de inauguração da Sede das Marias Cachuchas. - Organização da iniciativa de recolha de brinquedos, jogos didáticos e livros para entregar a instituições e crianças carenciadas.

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA ASSOC. DOS FIDALGOS DO CARNAVAL DE TORRES VEDRAS.

fidalgos Criados no ano de 2007 e acompanhando a chegada ao trono dos então novos Reis Ricardo Miranda e Pedro Adam, os Fidalgos têm como atividade a promoção do Carnaval Torriense através da participação, quando estamos em condições, em ações organizadas como são os casos da apresentação do Carnaval, chegadas dos Reis, corsos e enterro do entrudo, integrando sempre a comitiva Real, onde somos facilmente identificáveis pelas nossas belas vestes integralmente brancas, (opção que tomámos apenas para facilitar a vida à comunidade daltónica), e por um comportamento “exemplar” que levou alguns dos “chefes do Carnaval” a tratarem-nos carinhosamente como os “Insubordinados dos Fidalgos”. Além de assinalar o nosso 10º aniversário, o Carnaval 2017 marca o início de uma nova etapa na vida do grupo com a constituição da ASSOCIAÇÃO DOS FIDALGOS DO CARNAVAL DE TORRES VEDRAS, um objetivo que perseguíamos quase desde a hora da formação mas que só agora foi possível concretizar e que nos lançará novos e importantes desafios, principalmente desafios líquidos. Outra novidade será a abertura do grupo a novos elementos, além da integração a “tempo inteiro” da ex-rainha Pedro Adam, e da promoção do nosso fotógrafo/segurança/relações públicas/motorista a Fidalgo, vamos também contar (para já) com 2 novos elementos, “amigos de longa data” que a partir deste ano passam também a viver e a sobreviver ao Carnaval connosco. Diz-se que o Carnaval de Torres Vedras é a maior desorganização organizada do País, nós Fidalgos apostamos em continuar a ser a desorganização mais desorganizada do Carnaval mais Português de Portugal, assim o nosso padroeiro e Mártir o queira… Fiquem a conhecer-nos melhor seguindo-nos nas nossas páginas nas diversas redes sociais: Facebook: www.facebook.com/FidalgosCarnavalTorresVedras Instagram: www.instagram.com/fidalgostvd Youtube: www.youtube.com/FidalgosCarnavalTVD Tinder: Por enquanto ainda não temos...mas só por enquanto! Bom Carnaval a todos! Fidalgos; hoje uma associação, um dia destes…UMA NAÇÃO!

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO ABAIXO EXIBIDO É DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA ASSOC. LÚMBIAS GRUPO CARNAVALESCO.

lúmbias Somos Associação Lúmbias Grupo Carnavalesco , fundada em 1998, na cidade do carnaval mais Português de Portugal ( Torres Vedras ). A nossa maior inspiração é a mítica imagem da matrafona, um dos maiores símbolos do nosso Carnaval se não mesmo o maior.

E foi neste sentido que nos constituimos Associação legal em 2005, para promoção e preservação e divulgação da tradição do nosso carnaval. Em 1998 , quando iniciamos eramos cerca de 40 elementos, todos de matrafonas e loiras que são dois requisitos das Lúmbias. Hoje somos mais de 80 elementos distribuídos pelas seguintes categorias : Sócios efectivos, Sócios efectivos infantis, Sócios honorários e Sócios de mérito. Temos por tradição elaborar um traje todos os anos e com o qual desfilamos todos os dias(noites) desse carnaval. Mas nem só de carnaval vive a nossa associação. Desde 2011 que organizamos o Passeio Lúmbias T T que tem vindo a ser um grande sucesso no seio dos amantes deste desporto todo o terreno , temos recebido cerca de 300 participantes, tanto do nosso concelho como de concelhos vizinhos. Em que damos a conhecer as paisagens da nossa bela região. No próximo ano queremos festejar os nossos 20 Anos com todos os nossos grandes amigos e foliões que comparecerem na nossa cidade, prometemos dar muita alegria , luz, musica, loucura e muito boa disposição ao sabor da nossa carrinha e reboque. Viva o Carnaval de Torres! Saudações Carnavalescas.

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DO GRUPO DE MASCARADOS “PAPA-BOLACHAS”.

papa-bolachas 1º Lugar Concurso Mascarados 2016 [votação do público ] O nosso grupo, em representação da Associação Desportiva Cultural e Recreativa de Orjariça decidiu no ano de 2016 ter como “figurão” o conhecido Monstro das Bolachas. Muito pelo azul e rodeados de bolachas lá fomos nós desfilar naquele que é o Carnaval Mais Português de Portugal!! Mantendo a tradição desde de 1998, todos os anos a preparação da nossa máscara começa muito antes dos melhores 6 dias de festa do ano. Ainda decorrem as épocas festivas do Natal e do Ano Novo, quando as ideias começam a surgir… Deitando mãos à obra, rodeados de tesouras, agulhas e tecidos coloridos, tudo começa a tomar forma no seio das nossas casas! Com a originalidade, o amor ao Carnaval e companheirismo como pilares essenciais do nosso grupo, a interajuda predomina durante todo o processo de construção das máscaras. Damas e Cavalheiros, Ginastas, Amoladores de Tesouras, Globos D´oiro, Araras, Leões e companhia… muitas já foram as máscaras escolhidas e as quais desfilaram ao longo de todos estes anos no nosso Carnaval. Para todos nós, o Carnaval significa a altura do ano pela qual todos nós ansiamos! São semanas de preparação, horas de trabalho, dedicação e amor que nos caracterizam! Tal como alguém um dia defendeu no nosso grupo, com toda a alma e coração, mais do que um concurso de máscaras propriamente dito, o importante é, acima de tudo, o orgulho e amor que sentimos em fazer parte desta grande festa!

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA GATE7.

monumento ao carnaval 2017 Este é o momento mais importante do ano! No sótão da casa de bonecas, Anabel Merkle ensaia mais um dos seus momentos de terror: controla com o comando à distância o robot da austeridade. Do alto da varanda do Parlamento Europeu manipula, com frieza e movimentos programados, as marionetas da nação, que tão obedientemente executaram e executam as medidas mais agrestes e indesejadas (são eles Passos e Costa). O boneco Cameron, vítima das suas próprias brincadeiras, está de saída do Parlamento (Brexit). O elenco de pinóquios conta ainda com outros “artistas” os ex-primeiros ministros. À direita os pinóquios de direita (Passos, Santana, Durão e Cavaco) agradecem ao público (que são os verdadeiros bonecos) os votos, os sacrifícios e o aperto do cinto. À esquerda os pinóquios de esquerda (Soares, Guterres, Sócrates e Costa), orgulhosos com o sucesso da sua peça de teatro que deixa os espetadores defraudados e “depenados”. E neste elenco de mentirosos reina a arte da representação ao melhor nível…e quem vier atrás que feche a porta! De olhos postos no chão, amargurados e resignados, os membros da família Lego Silva abandonam o palco rumo a um futuro incerto e pouco promissor. Estão no fundo da pirâmide, e foram as vítimas fáceis da avalancha das medidas de austeridade do robot, aplicadas pelas marionetas Passos e Costa e o conluio dos bancos. No fundo do palco jaz (emoldurado) o símbolo máximo do poder e corrupção de bancos e banqueiros (Ricardo Salgado), que em muito contribuíram para que a família Silva veja a sua casa penhorada a voar (nem o Bobi lhes ficou para consolo)… e tudo o vento levou! O velhinho Fiat 600, herdado do avô, também não escapou à penhora, e o biberão vazio do bebé augura pouca abundância e tempos difíceis. Os heróis do Toy Story, assistem na 1ª fila a todas estas brincadeiras (de mau gosto). Estão em choque, desiludidos e tristes com a vida real dos humanos. Woody lavado em lágrimas de amargura, partilha o lenço molhado com Jessie. O Sr. Cabeça de Batata arranca os próprios olhos, decidido a não continuar a assistir a tão deprimente peça. E o herói Buzz Lightyear, está prestes a suicidar-se com a sua própria pistola de laser…não se conforma. E a crise estende-se ao sub-palco (o espelho do sub-mundo), onde a Barbie, depois de muitos anos na ribalta, se vê forçada a prostituir-se para manter o nível de vida a que se habituou. E enquanto o chulo Ken conta as notas, o Nenuco, o Noddy e o ursinho Teddy Bear, esperam impacientes a sua vez, e que Bob o Construtor acabe depressa o servicinho…. Noutro quarto podem ainda ver-se os Piçamons (versão fálica dos Pokémons) disponíveis para os caçadores mais auspiciosos. E para os mais corajosos há ainda o salão dos walking deads – seres tenebrosos inspirados em personagens verídicas do Carnaval de Torres (eles “andem” aí!!). E os foliões podem ser voyeurs desta dimensão alternativa, o verdadeiro bas fond, se ousarem dar uma espreitadela a estas divisões situadas na base do monumento. Brinquedos, brincadeiras, teatro, marionetas, jogos (de poder), espetáculo, arte, lágrimas e gargalhadas, pinóquios e pinocadas, previstos e imprevistos…. Está tudo aqui no verdadeiro monumento ao Carnaval mais português de Portugal. 18


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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DOS AUTORES DOS CARROS.

carros carnaval torres vedras 2017

taça eiffel

a geringonça

Campeões, campeões, campeões, Portugal, Portugal, Portugal!!! Esta teve umgostinho especial.... mas custou muito a engolir (que o digam os “gauleses”!). E a seleção não trouxe só a taça da Europa, “carrega” sem esforço a torre que não se vestiu de verde e vermelho... Assim com’assim arranja-se cá um cantinho para ela. CR tem honras de campeão, e mesmo “no estaleiro” é o homem que ergue o troféu, o ícone máximo da seleção! Mas o homem do jogo e da vitória destaca-se no alto, e ainda se pergunta como é que tudo aquilo aconteceu. Grande Éder, o homem da bola que virou lenda...! E o timoneiro, no alto da sua Fé, invoca os seus homónimos Santos, e agradece tamanho feito. Afinal somos grandes, pá!

É difícil para não dizer impossível fazer andar esta geringonça de roda quadrada. O menino Costa empoleirado no comando experimenta traquinices arrojadas, mas tem perna curta (como a mentira), e não chega aos pedais. Conta com a coleguinha Catarina que vai oleando as engrenagens, para reduzir os muitos atritos. O camaradinha Jerónimo até vai colaborando, martelada aqui, foice em seara alheia acolá… O hiperativo menino Marcelo, roda no seu skate de alta velocidade, em mil e um afazeres, contrastando com a inércia da geringonça… e sonha que quando for grande há-de ser presidente para por isto a mexer. Autor: Gate7

Autor: Gate7

que susto Na casa das brincadeiras do Zé foi abrir a sua arca de brinquedos e apanhou um enorme susto. Saltitando subitamente de uma caixa, Mário Centeno, tenta apanhar o porquinho-mealheiro do Zé. Vários brinquedos transbordando da caixa e em redor do carro completam a cena. Autor: Fernando Sarzedas

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DOS AUTORES DOS CARROS.

carros carnaval torres vedras 2017

o dono dos brinquedos

dominó da europa

No infantário “Eurolândia”, nem todos os meninos têm os mesmos direitos. O menino Wolfgang Schauble tem a mania que é dono de tudo e de todos e que é ele quem manda e quem tem direito a todos os brinquedos. Na sua prepotência, puxa para si todos os brinquedos ficando o Zé Portuga chorando e suplicando para que lhe deixe também brincar com alguns brinquedos.

As peças não se equilibram e estão desalinhadas. Já nem a poderosa Merkle domina o dominó, e as peças derrubam-se e sucumbem à lei do mais pesado…da mais pesada neste caso. E a peça que lhe servia de suporte está de saída e o sucesso das políticas deste jogo está comprometido. O arame farpado feito de estrelas da UE (que não impediu o Brexit), tenta barrar a livre circulação, que foi uma das bandeiras do “regime” europeu. Está tudo em causa….

Autor: Fernando Sarzedas Autor: Gate7

caçando zékemons Nos últimos tempos uma nova brincadeira tem atraído muitos jovens (e também menos jovens) e tornou-se um vício para muita gente – A caça aos Pokémons. Também os políticos desta nossa cidade da brincadeira entraram nesse jogo e correm atrás destes Zékemons, um híbrido de Pikatchu e Zé Povinho… Autor: Fernando Sarzedas

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DOS AUTORES DOS CARROS.

carros carnaval torres vedras 2017

to(y)rres stories, em busca do choupal perdido Depois de uma desgastante e árdua procura das árvores centenárias do choupal, onde outrora brincavam com os meninos, os brinquedos – já cansados - aventuram-se num labirinto infindável de passadiços em betão, com viadutos envidraçados. Instalam-se finalmente num bloco de betão armado que julgam ser uma televisão. Aí sonham com o futuro museu dos brinquedos, esperando que uma redoma bem polida os acolha, num lugar de destaque. Woddy o Xerife (Carlos Bernardes), que comandou os seus amigos nesta busca infrutífera, ensaia as poses para o futuro museu, na esperança de agradar a todos e de ser escolhido para lugar de destaque. O Buzz Lightyear (Bruno Ferreira) não duvida dos seus poderes, e acredita que o futuro lhe reserva um lugar de maior relevo. E a Jessie (a grande companheira) não se aventura longe dos amigos e vai para onde eles forem, desde que possa extravasar a sua genica. O imponente e trapalhão dinossauro REX alomba com os três ETs (extra-terrestes) (Hugo Lucas, Ana Umbelino e Cláudia Horta Ferreira). Autor: Gate7

carro dos reis Em tempos, o carro dos reis era o Carro Triunfal, aquele que, puxado por bois e revestido a flores, transportava consigo as duas figuras mais emblemáticas do Carnaval de Torres Vedras, os Reis! Agora, a presença de suas altezas neste carro é erguida por toda a tradição do carnaval mais português de Portugal, por todas as figuras que, ao longo de décadas de história deste carnaval e da cidade de Torres Vedras, erguem, protegem e exaltam no seu topo estas duas figuras tão ilustres. Um carro mecanizado e interativo, representado por um enorme coche dourado puxado a bois onde esculpidas as diversas figuras que irão escoltar eternamente as suas altezas reais, entre elas: Cavalos, Ministros, Matrafonas (Corneta), Maria Cachucha, Confraria do Carnaval, Zés Pereiras, Xico da Bola e, como não poderia faltar, o Bobo da Corte, figura que acompanhava sempre os reis e que brindava o público que permanecia nas ruas por onde passavam. Um carro nobre, cheio de detalhes e que surge como uma peça de arte que não deixará ninguém indiferente, nem à sua passagem, nem à sua história! É o Carnaval de Torres Vedras intemporal, imperial e sobre Rodas! Autor: Creative Factory

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DO GABINETE DE ARQUITETURA RESPONSÁVEL PELO PROJETO.

centro de artes e criatividade A festa do Carnaval ocupa desde há muito tempo um lugar central no imaginário da cidade de Torres Vedras. A construção de um Centro de Artes do Carnaval constitui por isso uma oportunidade única para dar corpo a essa referência colectiva. O Centro de Artes do Carnaval aspira à expressão de uma permanência e intemporalidade que lhe permita ser palco da transitoriedade de que é feita a festa do Carnaval. Para tal, a nova construção não deverá apresentar-se como um lugar neutro, ensimesmado ou amnésico. Importa, isso sim, que venha promover, por um lado, a reabilitação da memória do lugar e que ofereça, simultaneamente, um novo espaço público central para a cidade – uma Praça. O conjunto organiza-se em três níveis. No piso térreo, no antigo Matadouro e em contacto mais directo com o exterior, organizam-se o Átrio, o Auditório, as Exposições Temporárias e a Loja. Ainda no piso térreo, mas localizados no corpo novo, além da recepção, organizam-se as instalações sanitárias associadas ao bengaleiro, diversas áreas técnicas e o Centro de Documentação. No piso superior, no novo corpo suspenso sobre o Matadouro e até à Praça do CAC, desenvolve-se a nave da Exposição Permanente, na sua continuidade, as Reservas e os espaços administrativos. No piso intermédio, implanta-se, por um lado, os espaços de recepção de serviço e as instalações sanitárias e vestiários dos funcionários e, por outro, a Área Oficinal e a Cafetaria, focos de vivência da Praça que se associam também ao final do percurso da visita. Entre o início e o final deste percurso situam-se um pequeno pátio, à cota da rua, parcialmente coberto e com uma forte relação com a cidade e o espaço público, será não só apropriado como extensão das exposições temporárias, mas também, quando necessário, como extensão da área de Cafetaria, no piso superior. Os princípios que ditaram as opções quanto aos processos e materiais construtivos para a edificação são os que consideramos essenciais em relação a um edifício público desta natureza: a funcionalidade, a segurança, o conforto e a economia – neste caso de importância vital, dado o valor do orçamento disponível para a intervenção – reflectidos na sua fácil manutenção, eficiência e durabilidade. 26


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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA REAL CONFRARIA DO CARNAVAL DE TORRES.

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valente Nesta terra já vem de longe sabermos receber quem vem por bem. E com todo o bem, recebemos de braços abertos aquele amigo, vindo do alentejo, que se instalou na nossa cidade e sendo acarinhado pelas gentes desta segunda terra, em breves instantes mostrou ser um amigo de muitos amigos. A sua enorme vontade em colaborar, nas várias organizações, onde realizou trabalhos de enaltecer, devido a um todo de bem fazer, retribuiu com alto valor todo o seu saber. Inteligente e amigo, logo foi procurado para ingressar nas várias comissóes e direções de coletividades desempenhando funções que muito contribuiram para oferecer tanto e tão bom. Foi convidado a entrar no carnaval de torres, porque a lei da época obrigava a existir um socorrista dentro do recinto do corso. Como tinha o curso de primeiros-socorros, o seu envolvimento no carnaval começou dessa forma. Nesses anos, a comissão do carnaval de torres era totalmente independente da câmara e trabalhava em prol de associações da terra, numa espécie de desorganização organizada. Mais tarde, entrou para essa comissão, para fazer a locução de propaganda em carros durante o corso. Com o enorme trabalho nas comissões de carnaval e, com toda a sua magia e saber foi um impulsionador da real confraria do carnaval de Torres. Vieste para ficar, viveste sempre rodeado de amigos, que tudo fizeste para contribuir nas várias (muitas) ajudas que tanto beneficiaram coletivamente e não só, quando eras procurado. A nossa cidade bastante te deve, acima da bondade, oferecendo com amor, com amizade, com inteligência o muito de bonito, enriquecendo o que de outra forma não seria possível. Foste pedra forte de muitas coletividades. Não mais serás esquecido. Mereces ser figura grande, nas páginas de ouro da nossa cidade. Valente, quem te esquecerá? Valente, ficarás para sempre a figura que deixa saudade! Foste um herói a quem muito agradecemos!

fevereiro 2017


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BIBLIOTECA

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LARGO JUSTINO FREIRE

SECRETARIADO 919 923 595

ESCOLA PRIMÁRIA Nº1, RUA HENR. NOGUEIRA

POSTO DE TURISMO 261 314 094 RUA 9 DE ABRIL

PSP

261 330 770

POLÍCIA DE SEGURANÇA PÚBLICA

BOMBEIROS 261 322 122

VOLUNTÁRIOS DE TORRES VEDRAS

DES

NAR

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legenda mapa: RECINTO DIURNO RECINTO NOTURNO PALCOS SECRETARIADO

BB

BILHETEIRAS ENTRADAS [ ACESSO AOS CORSOS ]

+

POSTO DE SOCORROS

RUA ARO ÁLV

LOJA DE MERCHANDISING OFICIAL CARNAVAL TORRES

RÃO

GAL

farmácias de serviço: 24 fev.: farm.SANTA CRUZ_261 337 350 25 fev.: farm.CHOUPAL_261 114 108 26 fev.: farm.ESPADANAL_261 313 585 27 fev.: farm.GARÇÃO_261 911 440 28 fev.: farm.GARCIA ALVES_261 311 241 01mar.: farm.TORREENSE_ 261 313 801

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O TEXTO E IMAGENS ABAIXO EXIBIDOS SÃO DA INTEIRA RESPONSABILIDADE DA ASSOCIAÇÃO DE INTERCÂMBIO MUNICIPAL.

“le vrai carnaval c’est à torres vedras” “the real carnival is in torres vedras” Até os nossos amigos das cidades geminadas ( Villenave d`Ornon e Wellington) sabem que brincar ao Carnaval é connosco! Há mais de uma década que a ASSIM (Associação de intercâmbio Municipal) “brinca” aos intercâmbios Carnavalescos com Villenave d’Ornon e desde 2014 com Wellington. No nosso Carnaval de 2016, para além do já conhecido “light man” (que nos traz sempre grandes, coloridos e iluminados brinquedos) recebemos um grupo de Majoretes. Desde 2014 que a “ASSIM”, em pareceria com a Câmara Municipal, a Promotorres e a Real Confraria do Carnaval, promove participações de grupos torrienses no Carnaval de Wellington, que se realiza em Setembro. Desta feita, também em 2016 desfilámos em terras do duque de Wellington com os nossos tradicionais “Ministros e Matrafonas”, num intercâmbio com as “Majorettes” Wellington juntamente com outro grupo de majoretes francesas da cidade de La Roche-Chalais. Não é difícil de adivinhar o sucesso que foi a “invasão” do espírito da folia torriense. Foi uma representação cheia de alegria, risos e de interacção com o público. Foram momentos de divulgação da nossa tradição foliónica, assim como de aprendizagem de outras formas de Carnaval. Foi uma curta mas fantástica estadia com uma agenda cheia de actividades: visita a 2 estaleiros de construção de enormes carros alegóricos repletos de luzes movimento e música; jantar dançante com as “Majorettes”, visita à cidade e participação no desfile nocturno. Para o carnaval de 2017 teremos a presença de 31 elementos de 4 grupos diferentes: A Banda d’Ornon que vem tocar no nosso corso com uma fusão de músicas francesas e brasileiras; O “light man” e os seus amigos irão exibir os seus brinquedos iluminados; As Majoretes de Wellington mostrarão as suas coreografias; E também pela primeira vez os professores das majoretes de La Roche-Chalais virão em “estágio foliónico”. Esperemos que consigam apreender rápido o nosso espírito brincalhão e por sua vez incuti-lo nas suas meninas Majoretes para desfilarem no Carnaval 2018. É carnaval nada parece mal mas parece muito bem aos nosso amigos da geminação virem divertir-se connosco. E como povo acolhedor que somos, em conjunto deliramos e foliamos em “Las Vedras”. Do ponto de vista da ASSIM, esta troca de brincadeiras e de tradições, torna a nossa folia ainda mais rica e completa reforçando os nossos lemas: “É Carnaval nada parece mal”, “Carnaval mais português de Portugal” Pouco nos importa as vontades dos “desgovernos” europeus ou da “Descomunidade Europeia” para nós geminação o que importa é unir os povos neste delírio que é “Las Vedras”. Viva o Carnaval de Torres Viva a Geminação 32


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Revista Carnaval de Torres Vedras 2017  

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