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“E
m menos de dez anos a Força Aérea Brasileira modificou totalmente a sua forma de empregar o poder aeroespacial. Até então, operávamos de forma semelhante ao que foi empregado na guerra do Vietnã e outras, das décadas de 70 e 80”, afirma o Tenente-Brigadeiro-do-Ar Gilberto Antonio Saboya Burnier, hoje à frente do Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR), ao falar sobre a importância dos conhecimentos aprendidos com o Exercício Cruzeiro do Sul (CRUZEX). O primeiro treinamento ocorreu em 2002. “Por meio de um processo de lições aprendidas, disseminamos internamente, para todos os níveis, manuais doutrinários, documentos e normas operacionais que são adaptadas a cada novo conhecimento. Criamos cursos e estágios para os
nossos militares, visando a especialização nas diversas atividades que são desenvolvidas nas modernas operações aéreas em combate. Mas, talvez, a maior mudança que realizamos foi a adaptação do currículo do Curso de Comando e Estado Maior, que é ministrado na Escola de Comando e Estado-Maior (ECEMAR) para todos os oficiais superiores da Força Aérea. A modernidade e os conhecimentos que são ministrados neste curso não ficam atrás do que é ensinado nas melhores Forças Aéreas do mundo”, afirma o Comandante do COMGAR, um dos responsáveis pela criação do exercício. Leia a íntegra da entrevista com o Comandante do COMGAR na edição deste mês da revista Aerovisão, em www.fab.mil.br. Acompanhe as notícias do exercício em: www.cruzex.aer.mil.br
CRUZEX - Entenda o conflito fictício
S2 Sérgio / CECOMSAER
CRUZEX ajudou a revolucionar o emprego da Força Aérea
O Tenente-Brigadeiro-do-Ar Burnier, Comandante do COMGAR
Aeronaves de caça brasileiras envolvidas A-1
F- 2000
A-29
F-5EM
ASAS QUE PROTEGEM O PAÍS