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A EPIGRAFIA LATINA NOS CONCELHOS DE MANGUALDE E PENALVA DO CASTELO: REVISÃO DOS CONHECIMENTOS

Responsável: Pedro Pina Nóbrega

Apoio da ACAB – Associação Cultural Azurara da Beira


A Epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo: revisão dos conhecimentos

1. Título do Projecto O título escolhido para este projecto, A Epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo: revisão dos conhecimentos, abrange tudo aquilo a que nos propomos: rever os conhecimentos sobre a epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo.

2. Responsáveis pelo projecto. Identificação. É responsável pelo projecto Pedro Pina Nóbrega, finalista da Licenciatura em Arqueologia e História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, cujo Curriculum Vitae se anexa.

3. Enquadramento institucional O Projecto enquadra-se institucionalmente na ACAB – Associação Cultural Azurara da Beira, da qual é membro o responsável deste projecto. A direcção da ACAB designou como responsável pelo acompanhamento deste projecto o seu presidente o Dr. António Bernardo Lopes Marques Marcelino, licenciado em História e Arqueólogo.

4. Resumo Partindo do trabalho académico1 por nós realizado cujo objecto de estudo foi a Epigrafia latina dos concelhos acima referidos; Tendo assumido que este trabalho constituiria apenas um ensaio para outro trabalho mais profundo, onde os dados aí lançados seriam revalidados num trabalho de consulta bibliográfica mais demorado; Tomando como referência as seguintes obras: Levantamento Arqueológico do concelho de Mangualde, de Luís Filipe Coutinho Lopes Gomes. [s.l: s.n.]. 1985; O Património Arqueológico do concelho de Mangualde, Luís Filipe Coutinho Gomes e Pedro Sobral de Carvalho. Mangualde: Câmara Municipal de Mangualde. 1992; A Civitas de Viseu, João Luís Inês Vaz. Coimbra: Comissão de Coordenação Regional do Centro. 1997; Queremos

agora

efectuar

uma

consulta

bibliográfica

mais

demorada

e

pormenorizada, com o intuito de revalidar os dados conhecidos. Não pretendemos apenas consultar a bibliografia referida nas obras supra mencionadas, mas efectuar igualmente 1

Este trabalho que se intitulou A Epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo, foi apresentado à disciplina de Leitura e Interpretação Epigráficas, leccionada pelo Prof. Dr. Amílcar Guerra, tendo sido aprovado com 15 valores.

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A Epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo: revisão dos conhecimentos

uma pesquisa na imprensa regional e paroquial extinta, nomeadamente até 1974, no Epistolário do Dr. José Leite de Vasconcellos, que se correspondeu com muitos indivíduos destes concelhos. Serão novamente observados alguns monumentos epigráficos cuja leitura suscite maiores dúvidas.

5. Objectivos e resultados esperados Os objectivos delineados por nós são: 1. Levantamento bibliográfico sobre a epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo; 2. Localização dos monumentos referidos na bibliografia já consultada e cujo paradeiro se desconhece. 3. Confronto entre os conhecimentos actuais e aqueles constantes de relatos publicados na imprensa regional extinta e no Epistolário do Dr. José Leite de Vasconcellos. Relativamente aos resultados esperados eles são simplesmente a revalidação dos conhecimentos e uma melhor compreensão dos monumentos epigráficos já conhecidos.

6. Estado actual dos conhecimentos As obras acima referidas da autoria de Luís Filipe Coutinho Gomes, deste autor em conjunto com Pedro Sobral Carvalho e de João Luís Inês Vaz, constituem digamos assim o quadro de referência para este nosso projecto2. Para além de abundante bibliografia, nestes trabalhos são efectuadas revisões de conhecimentos e apresentados alguns dados inéditos.

7. Descrição do programa de trabalhos Para uma melhor organização e aproveitamento do tempo decidimos organizar o nosso programa de trabalhos em trimestres, sendo a sua duração total de quatro trimestres, entre Julho de 2003 e Junho de 2004. 7.1. – 1º Trimestre Neste primeiro trimestre o nosso trabalho consistirá em consultar os diversos documentos em posse da Associação Cultural Azurara da Beira3. Esta instituição, que conta já mais de 20 anos de existência, para além de ter apoiado as obras referidas de 2

Contudo, e apesar de ter sido consultada pelo referidos autores, não deixaremos de ter também como referência a Monografia de Mangualde da autoria de Valentim a Silva. 3

Esta consulta integra-se simultaneamente neste projecto e no projecto A Presença Romana nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo: revisão dos conhecimentos.

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A Epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo: revisão dos conhecimentos

Luís Filipe Coutinho Gomes e deste autor em conjunto com Pedro Sobral de Carvalho, tem realizado diversas actividades no âmbito do Património Cultural, como o seu levantamento e inventário, sondagens e escavações arqueológicas, edições, etc. É hoje uma referência incontornável para a História de Mangualde. Para além deste trabalho iremos rever todo o nosso trabalho académico, fazendo o levantamento das incorrecções e dos problemas suscitados. Inicio da nossa consulta4 pela imprensa regional já extinta. Na consulta utilizaremos os exemplares em posse do Dr. António Marques Marcelino, os depositados na Biblioteca Nacional, na Hemeroteca Municipal de Lisboa. Iniciaremos esta tarefa pelo Jornal Novo Tempo, recentemente republicado em fac-símile, de seguida prosseguiremos com o Jornal A Reacção e a Voz de Fornos do Dão. 7.2. – 2º Trimestre Continuação da consulta da imprensa regional extinta: Gazeta de Mangualde, do Conspirador, do Beirão, do Povo Beirão, d’O Amigo da Justiça e do Correio de Penalva. 7.3. – 3º Trimestre Conclusão da consulta da imprensa regional extinta, debruçando-nos agora sobre os boletins paroquiais ou jornais de índole religiosa publicados nos concelhos alvo do nosso estudo, nomeadamente: O Penalvense, Mira Serra, Família Paroquial (Cunha Baixa e Mesquitela), Família Paroquial (Santiago de Cassurrães), O Despertar de São João da Fresta, Arauto da Verdade, Antas a Nossa Terra, Comunidade Cristã, Castelo de Penalva, Mensagem, Mira Serra, Terra de Tavares. Inicio do estudo do Epistolário do Dr. José Leite de Vasconcellos5, depositado no Museu Nacional de Arqueologia. 7.4. – 4º Trimestre Conclusão do estudo do Epistolário do Dr. José Leite de Vasconcellos. Consulta de toda a bibliografia referida por João Luís Inês Vaz, Luís Filipe Coutinho Gomes e Pedro Sobral Carvalho e outra do nosso conhecimento que não pode, por diversos motivos, ser consultado para a elaboração do trabalho académico já referido.

8. Gestão do projecto Como já ficou demonstrado este projecto terá como único participante o seu responsável, que desenvolverá todas as actividades referidas no ponto anterior. 4

Esta consulta integrar-se-á no projecto A arqueologia na imprensa regional extinta de Mangualde e Penalva do Castelo.

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Este estudo integrar-se-á no projecto Os concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo no Epistolário de José Leite de Vasconcellos.

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A Epigrafia latina nos concelhos de Mangualde e Penalva do Castelo: revisão dos conhecimentos

A ACAB indicou como responsável pelo seu acompanhamento o Dr. António Bernardo Lopes Marques Marcelino. Ao longo da duração do projecto o responsável compromete-se a elaborar relatórios trimestrais de progresso e um relatório final que serão apresentados ACAB, no prazo de um mês para os trimestrais e de três meses para o final.

9. Difusão dos resultados esperados O único meio de difusão que achamos conveniente é a publicação monográfica do nosso trabalho académico, revisto com base em todas as informações que adquirimos ao longo dos quatro trimestres, a qual será assegurada pelo responsável do projecto. À ACAB será reservado o direito de assegurar a publicação do presente trabalho, ficando o responsável com os respectivos direitos de autor.

10. Meio necessários Para a execução deste projecto não necessitaremos de mais meios materiais para além daqueles que dispomos e que foram utilizados na elaboração do nosso trabalho académico. Relativamente aos meios financeiros não prevemos despesas, a não ser em fotocópias e impressões, que serão suportadas pelo responsável.

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