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Fotografia: http://www.dnoticias.pt/multimedia/


Mensagem do Presidente da Escola A Escola Básica do 1º, 2º e 3º Ciclos com Pré-Escolar-Professor Manuel Francisco Santana Barreto, situada na Fajã da Ovelha, Município da Calheta, Madeira, com grande satisfação felicita todos os Formandos do Curso de Educação e Formação de Adultos de Nível B3 (3º Ciclo). A Escola é uma Instituição viva que alberga em si uma preocupação da qualificação da população Adulta e está atenta aos desafios do Futuro da Comunidade. A esperança de valorizarmos os Formados (as) cujos alicerces assentam nas vivências e nas bases sólidas do conhecimento e do ousar saber das vivências de

cada Adulto e das aprendizagens realizadas ao longo da Vida. A nossa missão é permitir um olhar ao Futuro como um meio de constante renovação dos saberes adquiridos e reconhecimento, validação e certificação de competências de cada Formando. Proporcionar oportunidades e apostar na qualificação é o interesse máximo da Escola onde o Saber e o Conhecimento são necessários para a vida futura de cada um de vós e permitir a possibilidade de novas aberturas no mercado de trabalho, sobretudo para os mais jovens.

A Escola têm-se pautado por ter um desempenho pela exigência, pelo rigor e pela dedicação, e, por isso mesmo, quero registar um agradecimento a todos que por cá passaram e frequentaram o Curso de Educação e Formação de Adultos (EFA) e, ao longo do ano, nos têm acompanhado neste propósito: Coordenadora, Mediadores, Formadores (as), Formandos (as) e demais Colaboradores (as). Aos Formandos (as) dou de novo as felicitações e apresento votos dos maiores

sucessos nas vossas Vidas. Presidente do Conselho Executivo,

Delfim Lourenço


Introdução A presente publicação, Gastronomia Regional Madeirense, é o resultado de uma ação pedagógica conjunta e multidisciplinar dos Formandos do Curso de Educação e Formação de Adultos (EFA) de Nível B2+B3 (2º e 3º Ciclos) e Formadores da Escola E.B.1,2,3, P/E Professor Francisco Manuel Santana Barreto. Os Cursos de Educação e Formação de Adultos são uma oferta de educação e formação para os Adultos que pretendam elevar as suas qualificações. Os Formandos têm a possibilidade de adquirir habilitações escolares e/ou competências profissionais, com vista a uma (re)inserção ou progressão no mercado de trabalho. Os Cursos EFA organizam-se numa perspetiva de aprendizagem ao longo da vida e em percursos de formação, definidos a partir de um diagnóstico inicial avaliativo realizado pela equipa pedagógica e formadora do Curso EFA, dando lugar a um processo de reconhecimento e validação das competências que os adultos foram adquirindo ao longo da vida. Os percursos formativos são desenvolvidos de forma articulada, integrando uma formação de base e num modelo de formação modular, tendo por base os referenciais de formação que integram o Catálogo Nacional de Qualificações. O desenvolvimento de uma formação centrada em processos reflexivos e de aquisição de competências, que estão implícitas no currículo do Curso EFA, contempla cinco áreas de Competências-Chave que estão enquadradas no Referencial de Competências-Chave do Ensino Básico, a saber: i) Matemática para a Vida; ii) Linguagem e Comunicação (Língua portuguesa e Língua Inglesa; iii) Cidadania e Empregabilidade; iv) Tecnologias da Informação e Comunicação; e v) Aprender com Autonomia. Foi a partir da frequência dos Formandos nas várias Áreas de Competências- Chave e com a colaboração do seu Mediador, Coordenadora e Formadores que se optou pelo estudo e desenvolvimento do

Tema de Vida: Gastronomia Regional Madeirense. Numa fase inicial, partiu-se de pesquisas relacionadas com as origens gastronómicas da Madeira e o modo como confecionavam as refeições.


Numa segunda fase, os formandos realizaram pesquisas relacionadas com os produtos alimentares endémicos (que só existem na ilha), que serviu de base para a realização de uma visita de estudo ao banco de sementes na Universidade da Madeira. Esta visita de estudo serviu, essencialmente, para nos dar a conhecer quais as espécies/sementes que melhor probabilidade apresentam para enfrentar os desafios decorrentes das alterações

climáticas e quais as espécies com maior e melhor valor nutricional, bem como, saber o processo de conservação, armazenamento e renovação das sementes. Foi feita uma abordagem sobre o estudo que o ISOPLEXIS faz aos fungos na agricultura e a relação com outras plantas, tirando partido dos seus benefícios e tentando colmatar/eliminar os problemas. Numa terceira fase, os formandos foram incumbidos de selecionar e compilar receitas

regionais madeirenses com as quais se sentiam familiarizados e atribuindo-lhes um cunho pessoal. Neste sentido, os formandos ficaram responsáveis por confecionar uma receita e realizar o registo fotográfico que serviu para ilustrar a presente publicação e posterior apresentação do tema de vida. Numa última fase, de modo a que a publicação não fosse unicamente constituído por uma mera compilação de receitas, a equipa formativa sugeriu aos formandos que fossem contempladas uma série de curiosidades relacionadas com: a origem das receitas, festividades, tradições e valores nutricionais. Assim, foram registadas nesta publicação, algumas especialidades gastronómicas, em homenagem ao Curso EFA B2+B3.

Coordenadora dos Cursos de Educação e Formação de Adultos

Manuela Pereira


Equipa Técnico-Pedagógica ano letivo 2017/2018

Área de Competência

Formador(a)

Aprender com Autonomia (A.A)

José Fernandes

Cidadania e Empregabilidade (C.E)

Manuel Rodrigues

Linguagem e Comunicação (L.C)

Liliana Nobre

Linguagem e Comunicação/Língua Estrangeira (L.C-L.E)

Teresa Ribeiro

Matemática para a Vida (M.V)

Lara Costa

Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC)

Paulo Ventura


Formandos

Leonardo

Rui

Tânia

João Goretti

Teresa Irene

Graça

Dolores


08

Sopas Sopa de trigo pilado Sopa de couve Sopa de moganga/boganga

Pratos de carne

Pratos de peixe

12

Dobrada Carne de vinha d´alhos Espetada Picadinho

18

Semilhas murchas com atum de escabeche Semilhas rachadas com grão e bacalhau Filete de espada com batata doce Milho cozido com molho vilão e chicharros

24

Doces

Bolo de mel Bolo preto Bolo de castanha Bolo de banana Bolo de batata doce Bolo de anona

Bebidas

Pão

32

Poncha regional Aguardente com mel Licor de baga de uveira mirtilo Pé-de-cabra

39

Pão caseiro Bolo de vilão ou bolo de noiva Malassadas Bolo do caco


A

tualmente os produtos regionais são considerados como uma riqueza cultural e

em parte o turismo na Madeira". https://www.madeira-web.com/pt/o-que-se-passa/eventos-madeira.html

festas gastronómicas, são uma forma de divulgação dos produtos regionais e cativar também

Santana), vinho madeira (Funchal e Estreito de Câmara de Lobos) são entre muitas outras

(Câmara de Lobos), cebola (Caniço), cereja (Jardim da Serra), limão (Freguesia da Ilha -

(Curral das Freiras), anona (Faial), maçã (Camacha), lapa (Paul do Mar), espada preto

como sejam as festas: do pêro (Ponta do Pargo), banana (Madalena do Mar), castanha

Os motivos para a realização de algumas festas populares como referências gastronómicas,

tradicionais.

Madeira (Machico, Santana, Calheta, Caniço (…) que se fazem vivências culturais e

económica que se deve preservar e defender. É sobretudo nas Festas Gastronómicas da


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ngredientes: 3 l de água 250 gr de trigo grão 250 gr de feijão 500 gr de semilhas 400 gr de carne de porco salgada 1 couve pequena 4 cenouras 2 cebolas abóbora amarela q.b

odo de preparação: Ponha o trigo de molho de um dia para outro. Deite-o na panela juntamente com a água e a carne salgada, coza uma hora e deixe descansar. Depois, junte as semilhas, as cenouras, a couve, a cebola, o feijão e deixe cozer lentamente. Retifique o sal e está pronta a servir.


ngredientes: 5 l de água 3 kg de semilha 3 cebolas grandes 3 dentes de alho 2 cenouras couve.

odo de preparação: Numa panela deite a água, as cebolas, os alhos, as cenouras e o sal. Deixe cozer, e com a varinha mágica reduza a puré. Deite a couve aos pedacinhos e deixe cozer. Retifique o sal. Junte o azeite e está pronta.


ngredientes: 1 kg de moganga 300 gr de carne de cozer 250 gr de ervilhas 3 tomates pequenos 1 cebola grande 4 batatas pequenas 100 gr de letria 1 dl de azeite 3 litros de água sal q.b.

odo de preparação:

Fotografias da formanda: Graça

Fernandes

Misturam-se todos os ingredientes numa taça e coloca-se a carne a marinar de um dia para o outro. No dia seguinte, cozer um pouco a carne na

marinada. Numa frigideira com óleo, frita-se a carne. No fim, coloca-se a carne já frita na marinada onde foi previamente cozida e deixa-se levantar fervura. Assim que ferve, a carne está pronta.

“Moganga, mogango ou boganga, são nomes vulgares, dados a algumas variedades de abóbora de cor branca e esverdeada na parte de fora e branca por dentro, com um sabor muito próprio. É muito comum, na freguesia de São Roque do Faial e de muitas freguesias da costa norte da ilha, fazer-se sopa com este legume.” http://www.somosmadeira.com/2017/02/sopa-de-moganga.html


Fotografia do formando: JoĂŁo

Helena

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ngredientes: 250 gr de dobrada de porco 4 limões 1 cebola pequena 3 dentes de alho 100 gr de cenouras 1 colher de chá de pimentão doce 1 colher de chá de colorau 1 folha de louro 100 gr de batata 100 gr de feijoca cozida 1 chouriço de sangue 1 chouriço de carne azeite ou banha q.b.

odo de preparação: De véspera certifique-se que a dobrada está bem limpa e arranjada. Coloque a dobrada de molho, junte os limões cortados às rodelas e deixe repousar. No

dia seguinte, faça um refogado com a cebola, o alho e o azeite ou banha. Junte as cenouras aos cubos e, depois, adicione a dobrada, previamente cozida e cortada em pedaços com a folha de louro. Quando apurar, polvilhe com pimentão doce, colorau e água. Corte as batatas e junte ao preparado, juntamente com as feijocas cozidas e os chouriços. Depois de tudo cozido, coloque numa travessa alta e guarneça com os chouriços cortados às rodelas. Sirva com arroz branco. Se gostar, também pode

adicionar uma orelha de porco e um pouco de toucinho.


ngredientes: 2 chávenas de vinho 1 chávena de vinagre 1 chávena de água 2 kg de carne de porco 3 cabeças de alho 3 folhas de louro pimenta malagueta q.b. 1 Colher de sopa de sal

odo de preparação: Misturam-se todos os ingredientes numa taça e coloca-se a carne a marinar ¹ de um dia para o outro. No dia seguinte, cozer um pouco a carne na marinada. Numa frigideira com óleo, frita-se a carne. No fim, coloca-se a carne já frita na marinada onde foi previamente cozida e deixa-se levantar fervura. Assim que ferve, a carne está pronta. marinar ¹

“Marinar os alimentos é dos procedimentos mais antigos da culinária. Há 5000 anos atrás, este método era utilizado como uma forma de conservar os alimentos, para fazer face à sazonalidade dos alimentos e à escassez de produção em determinados épocas do ano. Hoje em dia , a marinada é usada sobretudo como forma de dar sabor aos alimentos. No entanto, o ato de marinar pode ser utilizado para outros fins específicos como: amaciar, adicionar ou retirar humidade e preservar os alimentos….” http://www.cozinhatradicional.com/glossario-de-culinaria/#marinar

Come-se carne de vinha de alhos no Natal, porque alguns dos colonos, na altura da colonização da Madeira, eram do Minho e trouxeram a tradição de fazer a carne um pouco parecida com os rojões. Esta iguaria culinária está também relacionada com a tradição natalícia insular, a matança do porco. Quase todas as famílias matavam o porco “na Festa” (designação madeirense para a quadra do Natal). A matança era uma festa que reunia a família e, ao cortar o porco, já se reservava parte de febras e carne própria para a vinha de alhos. Quando se chega a dois ou três dias antes do Natal, a dona de casa, a mãe de família vai à púcara, tira os pedaços de carne, pica em cubos e faz, então, uma vinha de alhos já própria para a cozedura.


ngredientes: Para 2 pessoas: 300/400 gr de carne de vaca tenra 2 paus de louro alho e sal q.b.

odo de preparação:

Fotografia do formando: João

Helena

Com uma faca afiada, aguce as pontas dos paus de loureiro de forma a criar espetos. Corte a carne em cubos grandes e iguais. Espete os pedaços de carne nos espetos, deixando alguns espaços entre eles. Salpique com sal alho. Quando retirar do braseiro, sacuda o excesso de sal. Sirva com milho frito, bolo do caco e manteiga de alho.

“É o prato típico madeirense por excelência, sendo originalmente confecionado com carne de vaca e em espetos do pau de loureiro. A carne deve ser tenra e suculenta, com uma camada de gordura na parte exterior da peça. Durante muito tempo estas espetadas só eram servidas nos arraiais ou romarias madeirenses. Estas festas eram uma rara oportunidade para que os populares pudessem comer carne de vaca, que devido ao seu custo só ia à mesa da população menos abastada de “festa em festa” . Foi só nos anos 50 que do séc. XX que esta espetada da gastronomia tradicional madeirense foi introduzida na restauração, pela mão de Francisco Freitas, na freguesia de Estreito da Câmara de Lobos, que instituiu o primeiro restaurante de espetadas da Madeira” http://www.cozinhatradicional.com/?s=espetada


ngredientes: 50 gr margarina 300 gr de carne de vaca partida em cubos 2 dentes de alho 1 folha de louro 1 colher de chá ervas aromáticas 1 dl vinho branco sal a gosto.

odo de preparação:

Fotografias da formanda: Dolores

Gouveia

Coloque uma frigideira em lume brando e derreta a margarina. Deite a carne e mexa um pouco. Deite os alhos esmagados com a casca. Junte o louro partido em bocados. Junte o sal a gosto e as ervas aromáticas. Mexa tudo. Junte o vinho e voltar a mexer até a carne ficar cozinhada e com molho. Pode acompanhar com batata frita e pão caseiro.

“O Picadinho é um prato tradicional da Madeira e muito servido nos restaurantes da Ilha da Madeira. O picado tradicional consiste em pequenos pedaços de carne frita com alho numa panela, às vezes com a adição de pimentão vermelho, servido num grande prato acompanhado por batatas fritas.” http://blog.madeira.best/picadinho-madeirense-receita/?lang=pt-pt

pi·ca·di·nho (picado + -inho) adjectivo 1. [Pouco usado, Popular] Que se melindra com facilidade; que se ofende por qualquer futilidade. 2. [Culinária] Prato de carne cortada em pedaços pequenos, geralmente com molho. "picadinho", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, https://www.priberam.pt/dlpo/picadinho


ngredients: 50 g margarine 300 g beef cut into cubes 2 garlic cloves 1 bay leaf 1 teaspoon of aromatic herbs 1 dl white wine salt to taste.

ethod:

Fotografias da formanda: Dolores

Gouveia

Place a frying pan over low heat and melt the margarine. Add the meat and stir a little. Add the crushed garlic with the peel. Add the bay leaf cut into pieces. Season it with salt to taste and herbs. Stir it up. Pour the wine and stir until the meat is cooked and with sauce. You can serve it with chips and homemade bread.


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ngredientes: 4 batatas 4 cenouras 2 batatas doces 3 ramos de salsa 1 cabeça de alho ½ de grão de bico 4 ovos 4 postas de bacalhau 1 chávena de arroz azeite e vinagre a gosto.

odo de preparação:

Fotografia da formanda: Goretti

Helena

Coza as semilhas, a batata doce, os ovos e as cenouras. Noutra panela, coloque meio quilo de grão de bico a cozer durante uma hora. À parte, coza o arroz e noutra panela as quatro postas de bacalhau. Molho: Misture a salsa e o alho com o azeite e o vinagre. Numa travessa coloque as semilhas, a batata doce, os ovos, as cenouras, o grão e o arroz. Por cima disponha o bacalhau. Regue tudo com o molho.

“semilha Madeira - se.mi.lha nome feminino batata” https://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa/Semilhas


ngredientes: Semilhas murchas 2 kg de semilhas médias 3/4 kg de sal 3 l de água.

Atum de escabeche 2 kg de atum fresco sal q.b 4 dentes de alho 1 molhinho de salsa pimenta (quem gosta) 2 cebolas azeite e vinagre q.b.

odo de preparação: Semilhas murchas Numa panela, coloque a água temperada com sal e deixe ferver cerca de 10 minutos. Lave bem as semilhas com várias águas e deite na panela. Verifique se a água não tapa por completo as semilhas, caso contrário, retire a água em excesso. Verifique se as semilhas estão murchas e, de seguida, escorra a água para servir. Nota: as semilhas não podem partir-se, têm de se colocar inteiras para o sal não penetrar.

Atum de escabeche Faça uns cortes no peixe e deite sal, deixando o peixe no sal até o dia seguinte, para ganhar gosto. Ferva o peixe durante 15 minutos em água. Depois de cozido, tire as espinhas e a pele e desfaça em pedaços. Corte as cebolas às rodelas e pique os alhos e a salsa bem miudinhos. Deite este preparado no atum juntamente com azeite e vinagre a gosto.


ngredientes: 4 filetes de peixe-espada preto 4 batatas doces 2 ovos 1 chávena de farinha de trigo 3 dentes de alho 12 colheres de azeite 1 piripiri picado 1 ramo de salsa sumo de limão q.b Sal.

odo de preparação:

Fotografia do formando: Leonardo

Silva

Coloque os filetes de molho com leite e sal. Escorra e tempere com salsa, alho e sumo de limão. Deixe cerca de uma hora a marinar. Entretanto, coza a batata doce (com casca) e tempere com sal. Barre os filetes de peixe com os alhos picados, o piripiri, o sal, a salsa e uma colher de azeite e sumo de limão. Passe os filetes por ovo e farinha e leve a fritar. Deixe repousar em papel absorvente. Sirva os filetes com batata doce.

Sabia que?

Quanto mais amarela e laranja for a batata-doce, mais rica é em vitamina A “A batata-doce é um tubérculo de cor alaranjada e sabor adocicado, originário da América Central, com uma enorme riqueza nutricional, que lhe confere propriedades benéficas a nível da saúde.” “Comparativamente à batata comum, a batata-doce é mais calórica, por conter mais açúcar. Contudo,

tem praticamente o dobro da fibra, sendo composta essencialmente por fibra solúvel, que confere saciedade e atrasa a absorção dos açúcares” https://rotasaude.lusiadas.pt/batata-doce-fonte-de-saude/


ngredients: 4 black scabbardfish fillets 4 sweet potatoes 2 eggs 1 cup of wheat flour 3 garlic cloves 12 tablespoons of olive oil 1 chopped chilli pepper 1 bunch of parsley lemon juice to taste salt.

Fotografia do formando: Leonardo

Silva

ethod: Soak the fillets in milk and salt, drain and season it with parsley, garlic and lemon juice. Let it to marinate for about an hour. Meanwhile bake the sweet potato (with peel), seasoned with salt. Coat the fish fillets with the chopped garlic, chilli pepper, salt, parsley, a spoonful of olive oil and lemon juice. Dip the fillets in the flour and into the beaten eggs and fry. Let them rest on absorbent paper. Put the fish fillets in 4 dishes with sweet potatoes.


ngredientes: 12 chicharros 2 dentes de alho salsa picada q.b. órégãos q.b. pimenta ou piripiri q.b. 1 raminho de segurelha 300 ml de vinho branco 100 ml de vinagre óleo q.b.

odo de preparação: Arranje e lave os chicharros, tempere com sal, alho, pimenta, salsa, orégãos e um raminho de segurelha. Misture o vinho branco com o vinagre e verta sobre os chicharros deixando na marinada obtida pelo menos quatro horas. Passado o tempo da marinada escorra os chicharros, reservando a marinada, e frite em óleo quente. Após fritar retire e deixe arrefecer o óleo e com a frigideira fora do lume verta a marinada

levando ao lume a deixe apurar, (deixar ferver um pouco). Verta o molho sobre os chicharros e está pronto a servir. Sirva com batatas cozidas ou milho cozido ou frito.


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ngredientes: 2 kg de farinha 1 kg de açúcar 500 gr de manteiga 400 gr de banha 1 l de mel de cana 1 cálice de aguardente 1 garrafa de cerveja preta 1 cálice de vinho Madeira 25 gr de canela em pó 25 gr de erva doce 25 gr de bicarbonato de soda 5 gr de cravinho em pó 6 colheres de sopa cheias de fermento em pó 1 noz moscada ralada 300 gr de miolo de nozes 300 gr de amêndoa picada sumo e raspa de 3 laranjas raspa e sumo de limão.

odo de preparação: Derreta as gorduras com o mel, deixe amornar e junte todos os ingredientes amassando bem. Leve a cozer em forno brando em formas bem untadas (é preferível forrar o fundo das formas com papel vegetal e tornar a untar). Os bolos

não devem ser altos.


ngredients: 2 kg flour 1 kg sugar 500 g butter 400 g lard 1 l molasses 1 cup brandy 1 bottle black beer 1 glass Madeira wine 25 g cinnamon powder 25 g fennel 25 g baking soda 5 g ground cloves 6 tablespoons full of baking powder 1 grated nutmeg 300 g walnut kernels 300 g chopped almonds juice and zest of 3 oranges lemon juice and zest

ethod: Melt the fat with the molasses, let it cool a little and add it to all the ingredients mixing well. Bake it in the oven in a well-greased cake tins (it is preferable

to cover the bottom of the tins with greaseproof paper and grease it again). The cakes should not be high.


ngredientes: 3 chávenas de farinha com fermento2 chávenas e meia de açúcar 5 ovos ½ chávena de mel de cana raspa de 1 limão 3 colheres de chá de canela moída ½ colher de chá de noz moscada 2 colheres e meia de fermento 2 chávenas de leite 1 chávena de óleo.

Fotografia da formanda: Goretti

Helena

odo de preparação: Numa taça à parte, bata os ovos, o açúcar e o óleo. A este preparado, junte o mel de cana, a raspa de limão, três colheres de canela moída, meia colher de chá de noz moscada, duas colheres e meia de fermento, três chávenas de farinha e duas chávenas de leite. Leve ao forno moderado durante cerca de 45 minutos.


ngredientes: 400 gr de miolo de castanha 200 gr de açúcar 6 ovos 2 colheres de chá de pó royal Baunilha q.b.

odo de preparação: Descasque as castanhas e coza em água temperada com sal. Depois de cozidas escorra a água tire a pele e passe pelo passe-vite. Bata o açúcar com as gemas durante 20 minutos. Junte a baunilha, o fermento, o miolo de castanha e bata bem. Junte as claras batidas em castelo e leve a cozer em forma untada de margarina e polvilhada de farinha.

“Já diz o povo: “Cruas, assadas, cozidas ou engroladas, com todas as manhas, bem boas são as castanhas.”“ Características e benefícios:

“O valor nutricional da castanha é reconhecido desde sempre – rica em fibra, vitaminas do complexo B e antioxidantes. O seu elevado teor de amido distingue-a dos outros frutos e aproxima-a dos cereais e da batata. De consumo versátil, come-se sozinha ou como parte integrante de pratos, sobremesas, licores e aperitivos.” Curiosidade

“5 castanhas equivalem a: 1 pão de mistura (50g); 1 fatia fina de broa (70g); 4 colheres de sopa de arroz ou massa cozinhados; 4-5 colheres de sopa de flocos de aveia.” https://www.pingodoce.pt/escola-de-cozinha/ingredientes/castanha-batata-antigamente/


ngredientes

:

2 chávenas de farinha 1 chávena de açúcar 1 colher de chá de fermento 1/2 chávena de leite uma pitada de sal 1/4 de chávena de margarina 3 bananas bem maduras 1/2 colher de chá de baunilha.

odo de preparação:

Fotografias da formanda: Irene

Fernandes

Bata o açúcar com a margarina. De seguida, deite os ovos, misture a soda com o leite e mexa bem. Peneire a farinha e junte o fermento e o sal. Descasque as bananas e esmague bem com ajuda de um garfo. Misture tudo muito bem. Unte uma forma com margarina e polvilhe com farinha. Coloque no forno pré-aquecido a 180 graus durante cerca de 60 minutos. Verifique com um palito se está cozido e acompanhe com chá.

“Tudo começou na ilha da Madeira, mundialmente conhecida como 'Pérola do Atlântico' pelas suas paisagens verdejantes, temperaturas amenas e as condições únicas à beira-mar, que fazem da ilha o cenário ideal para a cultura do fruto mais procurado do país: a Banana da Madeira.” Características e benefícios:

“A grande concentração de potássio, o mineral necessário para a contração muscular, ajuda a evitar cãibras e fadiga e faz da Banana da Madeira um alimento recomendado para atletas de alta-competição. Para além disso, é rica em fibra e tem 3 açúcares naturais - sacarose, frutose e glicose.” http://www.abananadamadeiravem.com/pt


ngredientes: 2 chávenas e ½ de farinha 2 colheres de chá de fermento 1 colher de chá de soda ¾ de colher de chá de sal 2 colheres de chá de canela 1 chávena de manteiga 1 chávena de açúcar 4 gemas 2 colheres de chá com raspa de limão 2 chávenas de batata crua ralada ¾ chávenas de amêndoa picada 1 chávena de passas 4 claras em castelo

odo de preparação: Bata o açúcar, a manteiga e as gemas. Adicione os ingredientes secos. Junte, por fim, a batata, a amêndoa e as passas. Envolva com as claras em castelo. Leve ao forno pré-aquecido a 180 graus durante cerca de 45 minutos.

“A batata-doce teve a sua origem na América Central e chegou à Europa no século XVI, sendo tão antiga

em Portugal como a batata. Comparativamente à batata comum, a batata-doce é mais calórica, por conter mais açúcar. Contudo, tem praticamente o dobro da fibra, sendo composta essencialmente por fibra solúvel, que confere saciedade e atrasa a absorção dos açúcares” https://rotasaude.lusiadas.pt/batata-doce-fonte-de-saude/

Características e benefícios:

“A nível nutricional é das fontes vegetais mais ricas em vitamina A. A presença desta vitamina, bem como de antocianinas, responsáveis pela sua tonalidade alaranjada e púrpura, tornam-na num alimento com um elevado potencial antioxidante e anti-inflamatório. http://www.abananadamadeiravem.com/pt


ngredientes: 1 anona, grande e madura 250 gr de farinha de trigo 225 g de açúcar 125 gr de manteiga à temperatura ambiente 3 ovos grande (claras e gemas separadas) 50 ml de leite raspa de casca de 1 limão pequeno 1 colher (chá) bem cheia de fermento em pó manteiga e farinha para a forma.

odo de preparação: Pré-aqueça o forno a 170 graus. Unte uma forma redonda de chaminé com manteiga e polvilhe com farinha; reserve. Abra a anona no sentido longitudinal. Retire a polpa para

uma tigela com o auxílio de uma colher. Descarte as sementes e triture a polpa. Reserve. Bata muito bem o açúcar com manteiga até obter um creme. Junte as gemas e volte a bater muito bem. Adicione a polpa de anona, a raspa de limão e o leite; bata novamente. Incorpore a farinha previamente peneirada com o fermento aos poucos batendo sempre. Bata as claras em castelo firme. Envolva delicadamente as claras no preparado, sem bater, levantando de baixo para cima com o auxílio de uma espátula.

Transfira o preparado para a forma. Leve ao forno a 170 graus durante 45 minutos. Verifique a cozedura do bolo com um palito ou uma lâmina fina. Retire o bolo do forno e deixe repousar durante 5 minutos antes de desformar delicadamente sobre uma grelha. Deixe arrefecer por completo antes de fatiar. Fonte: receita adaptada da revista TeleCulinária nº 1472 (Portugal)


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ngredientes: Para 6 pessoas 125 ml de mel de abelha 125 ml de sumo de limão 250 ml de aguardente de cana meia laranja (opcional)

odo de preparação: Misture muito bem o mel com o sumo de limão. Junte a aguardente e volte a agitar bem a mistura. Adicione o sumo da meia laranja e, caso esteja calor, coloque a poncha no frigorífico e sirva bem fresquinha. História

“Um antecedente longínquo desta bebida já era usado nas navegações portuguesas e castelhanas do século XVI e resultava de uma calda elaborada para conservar o limão, usado nas viagens para prevenir o escorbuto (devido à carência de vitamina C). O limão era conservado durante as longas viagens, em aguardente e melaço de cana produzidos na Madeira desde o final do século XV, a partir da cana de açúcar introduzida na ilha logo após o início da colonização e por iniciativa do Infante D. Henrique, o Navegador. Características e benefícios: O Conselho do Governo aprovou em março de 2014 uma proposta de Decreto Legislativo Regional que confirma a indicação geográfica protegida ‘Poncha da Madeira’ e regula a sua produção e comércio.” http://www.allfromportugal.pt/content/poncha-da-madeira

“O mel é um alimento natural, vindo das abelhas. É um hidrato de carbono de absorção muito rápida e que pode ter um impacto positivo na nossa saúde, se consumido de forma moderada e equilibrada. .”

“O mel é rico em antioxidantes que têm como função a redução de radicais livres em excesso que podem ser

prejudiciais à saúde. Este alimento tem na sua composição polifenóis que minimizam os efeitos dos radicais livres. De acordo com um estudo, a combinação mel e canela, reforça o seu papel de alimento anticancerígeno” http://www.vidaativa.pt/a/os-beneficios-do-mel/


ngredients

: 6 people

125 ml honey 125 ml lemon juice 250 ml rum half an orange (optional)

ethod: Mix the honey very well with the lemon juice. Add the rum and stir the mixture well again. Add the juice of half an orange and, if it is a hot day, place “poncha� in the refrigerator and serve it very fresh.


ngredientes

:

2 limões (sumo) 250 ml de aguardente branca de cana de açúcar 2 colheres de sopa de mel de abelha

odo de preparação:

Fotografias do formando: Rui

Gouveia

Num recipiente, deite o mel e o sumo de limão. Misture muito bem com um mexilhote (conhecido por pau de poncha). Depois junte a aguardente e volte a misturar bem.


ngredientes: 1 l de álcool: 1 kg de açúcar: 2 l de água: 2 kg de baga de uveira “mirtilo”

odo de preparação: Deite o álcool num vidro e deite a baga até ficar abafada pelo álcool.

Deixe em infusão durante um mês. Faça a calda com a água e o açúcar e deixe ferver durante 10 minutos. Deixe arrefecer. Junte a infusão com a calda, esprema as bagas, coe e engarrafe. Está pronto! Uveira da Serra (Vaccinium padifolium)

“A uveira também conhecida popularmente como uva-da-serra ou remania é uma planta da família Ericaceae. Trata-se de uma espécie comum endémica da ilha da Madeira, sendo característica do urzal de substituição da floresta da Laurissilva do Til, surgindo também nestes bosques e em locais expostos, entre os 800 e os 1700 metros de altitude.” https://educalingo.com/pt/dic-pt/uveira “A uveira-da-serra produz, em abundância, bagas de cor azul ceroso, com uma estrela de cinco pontas na sua parte superior, ricas em vitamina A, com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.” Estes "mirtilos" exclusivos da Madeira são bastante agradáveis quando consumidos frescos e produzem uma excelente compota, que, segundo a tradição popular, deve ser usada contra a tosse e a gripe. É muito apreciado em doces e sobremesas variadas como tartes, semifrios, queques, mousse, bolos, pudins, crepes, gelados, iogurtes e biscoitos.” http://www.somosmadeira.com/2015/06/uveira-da-serra.html

Saúde

“O Mirtilo possui um valor nutritivo indiscutível; é um fruto conhecido pela sua riqueza em diversas vitaminas como a A, B, C e PP, possuindo ainda sais minerais, magnésio, potássio, cálcio, fósforo, ferro, manganês, açucares, pectina, tanino, ácidos cítrico, málico e tartárico. Conhecido como o rei dos antioxidantes e o fruto da juventude, o Mirtilo está no topo dos alimentos com maior teor de antioxidantes, ultrapassando as vantagens de outros vegetais como repolhos, espinafres e brócolos. O Mirtilo é aceite como uma planta medicinal, da qual se podem usar quase todas as partes da planta, flores, folhas, fruto e raízes..” http://www.feiradomirtilo.pt/mirtilo-na-saude


ngredients: 1 l alcohol 1 kg sugar 2 l water 2 kg blueberries

ethod: Pour the alcohol into a glass and add the berries until they are covered by the alcohol. Let them infuse for a month. Make the syrup with water and sugar and boil it for 10 minutes. Let it cool down. Add the syrup to the infusion, squeeze the blueberries, strain and bottle it. It’s ready!


ngredientes

:

2,5 dl de vinho madeira seco 1 cerveja preta açúcar q.b. 1 colher de sopa de chocolate em pó casquinha de limão

odo de preparação:

Fotografias do formando: Leonardo

Silva

Num jarro, coloque bastante gelo moído. De seguida, o açúcar, o chocolate, o vinho seco e a cerveja, mexendo vigorosamente com o mexilhote. Depois, verta a bebida para um copo com a casquinha de limão.


Fotografia: Júlio Pereira e Alexandre Serra, “Gastronomia da Madeira”, 4º edição

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ngredientes

:

5 kg de farinha 1 kg de batata doce 50 gr de fermento de padeiro sal, água q.b.

odo de preparação:

Fotografias da formanda: Graça

Fernandes

Coza a batata doce e passe-a no ralador. Depois, coloque a farinha num alguidar de madeira, com uma cova no meio onde se coloca o fermento. Adicione água morna temperada de sal e a batata. Amasse com os punhos até a massa ficar elástica. Depois, tape com uma toalha e deixe descansar durante uns 10 minutos. Quando fizer "bexiga", tenda os pães em forma de pão vulgar. Deixe levedar durante mais ou menos uma hora numa toalha branca e coloque um cobertor sobre a toalha para fazer a "cama" do pão.


odo de preparação: Quando ao tocar com o dedo a massa ceder, leve-a a cozer 30 minutos em forno “pestana”. Ao entrar no forno a oração tradicional é a seguinte: "Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo". Depois de arrumados os pães, sacuda a farinha do tendal na porta do forno e diga: "Pega lá o que é teu". Durante a amassadura não é permitido à pessoa que amassa beber água, embora o esforço seja grande.

Fotografias da formanda: Graça

Fernandes


:

1 kg de farinha ¼ kg de açúcar 125 gr de margarina 60 gr de fermento de padeiro 3 dl de leite 1 l de água 1 pau de canela erva doce em grão 1 pitada de sal mel a gosto

Fotografia: Júlio Pereira e Alexandre Serra, “Gastronomia da Madeira”, 4º edição

ngredientes

odo de preparação: Aqueça o leite e derreta nele o sal e o açúcar. Coza a erva e a canela durante cerca de 15 minutos, num litro de água. Coe e reserve. Amasse a farinha, o fermento, a margarina e junte a infusão feita anteriormente, devidamente coada, até ficar uma massa fofa. Deixe os bolos a levedar até dobrar o tamanho. Leve-os ao forno

a cozer. Depois dos pães cozidos e quase frios, unte a parte superior com manteiga, previamente derretida, com um pincel.

“História “…. O tradicional 'bolo de noiva', também designado por 'bolo da serra', ou 'bolo doce', é conhecido em toda a ilha, embora a sua origem seja incerta. Várias referências comprovam a sua presença, em festividades distintas. Todavia, a maior parte das fontes bibliográficas fazem alusão à presença destes bolos, de confeção simples e com grande durabilidade, nos casamentos. Estas oferendas simbolizariam, conforme expressa a tradição, a abundância, a partilha e a alegria que os noivos desejavam para a sua vida. .” Fonte: https://www.jm-madeira.pt/palcos/ver/24530/Gastronomia_Tradicional_O_bolo_de_noiva_em_exposicao_no_Museu_Etnografico


ngredientes

:

5 kg de farinha 1 kg de batata doce 50 gr de fermento de padeiro sal, água q.b.

odo de preparação: Coza as batatas e descasque-as. Ferva a metade da erva doce num pouco de água e deixe arrefecer. Num alguidar deite a farinha, o açúcar, os ovos e a raspa de limão e a outra metade da erva doce. Dissolva o fermento num pouco de água morna. Esmague as batatas bem e misture tudo e vá misturando sempre até a massa ficar elástica como se fosse massa para pão. Corte aos pedaços com ajuda de uma faca.

Fotografias das formandas: Irene

Fernandes e Graça Fernandes


odo de preparação: Deite a farinha, enrole e estique como se fosse uma tira e vá espalmando com a mão. Coloque uma toalha de pano na mesa e disponha as tiras separadas. No fim, cubra bem para ficarem quentes e poderem levedar da melhor forma. Depois de lêvedas, corte com uma tesoura em forma diagonal e frite em óleo quente. À medida que vai fritando, coloque numa travessa e deite um pouco de açúcar por cima.

Fotografias das formandas: Irene

Fernandes e Graça Fernandes

História

“As Malassadas são uma especialidade Madeirense, própria da época carnavalesca. São consumidas, especialmente na Terça-Feira Gorda, o dia antes da Quarta-Feira de Cinzas e o último do Carnaval da Madeira. Acerca do seu nome existem duas versões: segundo uns, deveriam chamar-se Melassadas porque antigamente entrava na sua composição melaço de cana, sendo neste caso a grafia mais correta a de Melaçadas. Outros, versão que parece mais certa, defendem que o nome Malassadas tem origem no processo de fabrico do doce. Também no cancioneiro tradicional do Carnaval há referência às Malassadas: «As filozes que nos puseres / Trazei-as numa razoila / Que a gente há-de se pôr nelas / Que nem porcos em papoila.»“ https://tradicional.dgadr.gov.pt/pt/cat/doces-e-produtos-de-pastelaria/187-malassadas


ngredientes

:

1 kg de farinha 750 gr de batata doce 25 gr de fermento de padeiro 1 pitada de sal 150 ml de água

odo de preparação: Descasque as batatas, leve a cozer em água e reduza-as a puré. Desfaça o fermento num pouco de água e adicione também o sal. Coloque a farinha numa superfície limpa, abra um buraco no meio, coloque a batata doce, o fermento, e amasse tudo muito bem. Deixe a massa fermentar durante 2 a 3 horas. Divida a massa em pequenas porções e espalme-as (numa superfície polvilhada com farinha). De seguida, coza a massa numa chapa bem quente, de ambos os lados.

Fotografias do formando: Leonardo

Silva

“Pão de trigo, tradicional da Ilha da Madeira, com formato redondo e achatado. Desde sempre que este pão é uma iguaria muito apreciada pelos Madeirenses. Reza a história que o Bolo do Caco era cozido em cima de um caco de basalto e que por isso adquiriu esta designação. História

“Muitos forais quinhentistas decretavam a proibição de construir fornos particulares. Esta proibição levava a que a população fosse cozer o pão aos fornos comunitários do Domínio Senhorial que pertenciam ao rei (Reguengos), ou aos grandes senhores (Honras) ou às ordens religiosas (Coutos), tendo que pagar por isso. O bolo do caco, por ser um pão que não necessitava de forno para ser confecionado, podia ser produzido por toda a população, nas casas mais humildes, sem necessidade de se pagar pela sua cozedura. O facto de não precisar de forno, generalizou o seu fabrico popular. A junção de bata-doce na confeção da massa é outro dos aspetos característicos deste tipo de pão. Hoje em dia já é cozido em cima de uma chapa ou de uma pedra, sendo este facto o que o distingue do pão tradicional.” http://originalcaco.com/menu/bolo-do-caco/


Um adeus até breve Os Formandos do Curso EFA ao se inscreverem sentiam medo pelo desconhecido… Mas depressa ficaram felizes desde a primeira sessão comentaram: Professora pensando bem, na nossa idade! Mas com encorajamento muita força anímica não desistiram!... Foram continuando buscaram conhecimentos tornaram-se cada vez mais fortes, esforçaram-se por voar em céu aberto. Cada dia a tentar conquistar saberes e descodificar competências. Nesta Escola que vos há de recordar!... e hoje cá estamos felizes na etapa final do Curso. A vida tem um mar de desafios, nós somos o que a vida nos faz. O que é importante é que só com as Novas Oportunidades tiveram a vossa voz e a vossa vez! O Curso jamais será esquecido! Parabéns e votos de felicitações Bem hajam! Professora: Manuela

Pereira


Agradecimentos Secretaria Regional de Educação da RAM; Conselho Executivo da EB123/PE Professor Francisco Manuel Santana Barreto; Equipa Técnico-Pedagógica dos anos letivos 2015/2018; Câmara Municipal da Calheta; Universidade da Madeira; AICA - Associação de Investigação Científica do Atlântico; EPHTM - Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira, Professor Doutor Paulo Gomes e Chefe Miguel Rodrigues; Sociedade de Engenhos da Calheta; PANOESTE; Coordenador e mediador dos Cursos EFA, José Xavier Dias; e a todos os que, direta ou indiretamente colaboraram no desenvolvimento e conclusão do Curso EFA.


GastronomiaRegionalMadeirense  

Tema de Vida

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