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Aviação

Sinal verde DESDE O DIA 10 DE FEVEREIRO, A ADMINISTRAÇÃO FEDERAL DE RECEITAS PÚBLICAS DA ARGEN-

tina (Afip) começou a implementar no Aeroporto de Ezeiza mudanças nos controles de entrada no país, que serão estendidos a todos os outros aeroportos internacionais. A partir de modificações no Regime Geral de Bagagens, o órgão garantiu que a atenção ao passageiro será agilizada, simplificando as formalidades e requisitos exigidos ao se realizar os trâmites aduaneiros. O novo procedimento começa assim que o passageiro retira sua bagagem da esteira e consiste basicamente no uso do semáforo, que esteve vigente até 2010, em dois passos. Primeiro, o

passageiro deve completar a Declaração de Aduanas, formulário que é entregue pela companhia aérea antes do pouso e vale para uma família inteira. Em seguida, os passageiros devem se dirigir aos corredores identificados com No tiene para declarar ou Tiene para declarar. Quem optar pela primeira opção, aperta o botão e se a luz verde acender, pode seguir tranquilamente. No caso de luz vermelha, o passageiro deverá submeter sua bagagem a uma revista não invasiva, via scanner, para verificar se os itens carregados correspondem com o formulário. Quem optar pelo corredor Tiene para declarar, passará pelo serviço aduaneiro,

Semáforo deve agilizar trâmite aduaneiro em aeroportos internacionais na Argentina

que realizará comprovação da bagagem e cobrará os valores correspondentes. No caso de não existir diferença entre o

valor declarado e o valor averiguado, o passageiro poderá concluir o trâmite em poucos minutos.p

Mercado

Termômetro do Turismo DE ACORDO COM O TERMÔMETRO DO TURISMO, ELABORADO PELA ESCOLA DE ECONOMIA e Negócios da Universidade de San Martín, na Argentina, 38% dos atores no mercado de Turismo no país vizinho esperam um começo de ano melhor que o primeiro trimestre de 2016 e 9% acreditam que o contexto será muito melhor que no ano passado. Para essa pesquisa foram entrevistadas cerca de 100 pessoas, entre profissionais e experts dos setores

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público, privado e acadêmico. Entre aqueles que confiam em uma melhora das condições, os principais argumentos são o aumento da demanda por férias e certas medidas governamentais, como a devolução do IVA (imposto sobre valor agregado, equivalente ao ICMS) da hotelaria aos estrangeiros, além do aumento da conectividade. Por outro lado, três em cada dez afirmam que haverá uma piora das condições de negócios e 23% consideram

que não haverá mudanças. O Índice de Confiança do setor, que está em 111 em uma escala de zero a 200, mostra uma leve queda das expectativas em comparação ao ano passado, quando o valor era de 116. No ano passado, 16% dos entrevistados esperavam que 2017 fosse pior que 2016. Uma característica de todos os termômetros da Universidade de San Martín é que ao longo do ano passado as expectativas prévias sempre foram maiores que as avaliações posteriores

de cada trimestre. No último trimestre de 2016 essa decepção também foi notada. Para 29% dos consultados, o fechamento de 2016 foi pior que o final de 2015, enquanto 5% considerou muito pior, e a maioria (35%) considerou que não houve mudanças. Para 31% dos entrevistados houve melhoria no período. Entre as razões apontadas para a piora do último ano estiveram o consumo moderado, afetado pela incerteza econômica, e os custos que continuaram altos.p

23/02/2017 20:08:32

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Jornal panrotas 1258 ladevi  

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