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Edição nº 1.325 - Ano 26 | 20 a 26 de junho de 2018 | www.panrotas.com.br

R$ 11,00

Recém-inaugurado na Itália, o MSC Seaview vem para a próxima temporada e promete mexer com o setor de cruzeiros no Brasil. Há quem diga que ele muda completamente o jeito de se navegar por aqui. Conhecemos a embarcação de duas mil cabines e trouxemos todos os detalhes para você vender o maior navio a navegar no País

Divulgaçào MSC

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PRESIDENTE

José Guillermo Condomí Alcorta CHIEF EXECUTIVE OFFICER (CEO) José Guilherme Condomí Alcorta (guilherme@panrotas.com.br)

CHIEF EVENTS OFFICER (CEVO) Heloisa Prass

CHIEF TECHNOLOGY OFFICER (CTO) Ricardo Jun Iti Tsugawa REDAÇÃO

CHIEF COMMUNICATION OFFICER (CCO) E EDITOR-CHEFE: Artur Luiz Andrade

(artur@panrotas.com.br) Coordenadores: Eduarda Chagas, Henrique Santiago e Rodrigo Vieira Reportagens: Beatrice Teizen, Janize Colaço, Karina Cedeño, Marcel Buono e Raphael Silva Estagiários: Felipe Lima, Leonardo Ramos, Marcos Martins e Marina Marcondes (RJ) Fotógrafos: Emerson de Souza, Jhonatan Soares e Marluce Balbino (RJ) MARKETING Analista: Erica Venturim Assistente: Renata Cruz (suportemkt@panrotas.com.br) PRODUÇÃO Aline Monteiro (aline@panrotas.com.br), Pedro Moreno (pedro@panrotas.com.br) e William Martins (willian@panrotas.com.br) COMERCIAL Executivos: Flávio Sica (sica@panrotas.com.br) Ivie Furlan (ivie@panrotas.com.br) Priscilla Ponce (priscilla@panrotas.com.br) Rene Amorim (rene@panrotas.com.br) Ricardo Sidaras (rsidaras@panrotas.com.br) Big Data: Igor Vianna (igorvianna@panrotas.com.br) Jéssica Andrade (jessica@panrotas.com.br) Assistentes: Ítalo Henrique (italo@panrotas.com.br) Rafaela Aragão (rafaela@panrotas.com.br) FALE CONOSCO Matriz: Avenida Jabaquara, 1.761 – Saúde São Paulo - Cep: 04045-901 Tel.: (11) 2764-4800 Brasília: Flavio Trombieri (flavio@panrotas.com.br) Tel: (61) 3224-9565 Rio de Janeiro: Simone Lara (simone@panrotas.com.br) Tel: (21) 2529-2415/98873-2415 MARKETING DE DESTINOS Pires e Associados (jeanine@pireseassociados.com.br) ASSINATURAS Chefe de Assinaturas: Valderez Wallner Para assinar, ligue no (11) 2764-4816 ou acesse o site www.panrotas.com.br Assinatura anual: R$ 468 Impresso na Referência Gráfica (São Paulo/SP)

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ÍNDICE

nº 1.325 | 20 a 26 de junho de 2018 | www.panrotas.com.br

SEÇÕES 05 Editorial 06 Check-In

– Academia de Viagens na Verbo Divino

16 Infográfico – Dados de viagens globais da Ford 26 Memória 27 LGBTravel 28 Diagnóstico – Dados da ABR sobre o início do ano 34 Espaço Alagev – Hotelaria tem bons resultados em um 2018 nebuloso 41 Follow – Accor Brasil

12 Stabia TMC

Agência curitibana está de casa nova

18 MSC Seaview

Tudo sobre o maior navio que navegará no Brasil

30 Portas Abertas Quem é quem na Opus Viagens e Eventos

36 United Airlines

Em entrevista, VP para as Américas sustenta que o Brasil é protagonista para a aérea

Brasileiro ama comprar no Exterior, e os Estados Unidos são um paraíso para a maioria de nossos turistas. Portanto, acompanha esta edição o Guia de Compras nos Estados Unidos 2018, um material completo da PANROTAS com as principais lojas, shoppings, outlets, aberturas, regras de bagagens e pechinchas no destino. Boa leitura e boas compras! 4

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Editorial

TRAZEMOS INSPIRAÇÃO

U

m dos muitos memes de sucesso na internet mostra algumas figuras com a frase: “trago verdades”. Em tom irônico, geralmente são verdades engraçadas ou que cutucam feridas abertas da sociedade. No jornalismo “trago verdades” é um mantra que não pode ter outras interpretações. Mas o conteúdo das notícias, mesmo sendo verdadeiro, não é verdade ou regra ou cláusula pétrea para todos. Ainda mais em nosso caso, em que vivemos em uma indústria dinâmica, complexa e repletas de cases e exemplos de sucesso, que podem dar certo para um grupo, mas não para outros. No Brasil, por exemplo, a consolidação aérea é um sucesso e uma força que não se repete com essa intensidade em outros mercados. Os motivos são vários, e já discutidos nesse e em outros espaços da PANROTAS. Por aqui, também o modelo de empresas aéreas low cost/low fare não funciona, e não adianta se perguntar por que não temos passagem aérea a um dólar ou euro. A resposta é repleta de verdades brasileiras, do governo aos modelos de negócios, e não é saudável ficar comparando maçãs com bananas. Em outros casos, verdades para modelos empresariais são tão diferentes quanto as estratégias de players do mesmo segmento. O que deu certo para uma empresa pode não dar para outra.

Tudo isso para falarmos que, ao apresentarmos, em nossas séries de vídeo, em nossas reportagens ou entrevistas, cases reais e verdadeiros, queremos também que eles sirvam de inspiração. E inspirar alguém pode significar levar essa pessoa a fazer exatamente o oposto. Ou adaptar o que foi mostrado para sua realidade. Ou aproveitar apenas o que for condizente com seu negócio. Talvez as falas de outros ajudem vários a vencer a falta de criatividade e de ideias. Mas para tudo isso, é preciso ouvir, ler, entender e aí analisar segundo sua ótica, atividade, necessidade. Nem todo mundo tem milhões de reais para investir ou passou pelos problemas e desafios de uma empresa que a levaram a superar os obstáculos de forma imprevista, impensável e improvisada, mas com sucesso. Queremos, sim, trazer os fatos. As notícias. As verdades da indústria de Viagens e Turismo. E quanto mais dados, números, estatísticas (tema da próxima edição da Revista PANROTAS) e cases tivermos para mostrar a vocês, mais facilidades vocês terão de absorver o melhor de cada vídeo, reportagem ou notícia da web. Nós trazemos as verdades, que irão impactá-los e inspirá-los, mesmo que seja para negar essas verdades (para seus negócios ou modelos de trabalho), agregar novidades, mostrar novos ângulos, repetir o que você já sabe. Inspirados, trabalharemos melhor. E inspiraremos a muitos outros.n

Artur Luiz Andrade Editor-chefe e Chief Communication Officer da PANROTAS artur@panrotas.com.br

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Check-in Mercado

GERAÇÃO DE VALOR

Aconteceu no Guarujá (SP), no início do mês, a Convenção de Vendas da Trend 2018. Com o tema Geração de Valor, o evento reuniu mais de 150 participantes. Entre os fornecedores parceiros, apoiaram: Avianca, Avis Budget, Movida, Travel Ace, Travel Plan e Unidas. A empresa aproveitou a ocasião para anunciar promoções e contratações no time de São Paulo, além de premiar os maiores vendedores. André Pedroso acaba de ser promovido a supervisor para a regional, respondendo diretamente a Esequiel Santos, gerente de Relacionamentos e Vendas. Além deles, Gustavo Magalhães acaba de ser contratado para atender às agências da região de Campinas, e Mônica Dantas para a de Sorocaba.n

Luis Paulo Luppa, presidente do Grupo Trend

NOVA ACADEMIA

Viviânne Martins, Patricia Thomas, Bernardo Barros e o restante do time da Academia de Viagens Corporativas agora estão em nova sede, na rua Verbo Divino 2001, na capital paulista. E também em nova fase da academia, com eventos em parceria com a Acte, novos treinamentos e palestras, e ainda as edições do Abroad pelo País. O próximo evento da empresa é o Acte Abroad Summit, dia 1º de agosto, no Prodigy Santos Dumont, no Rio de Janeiro, que já conta com mais de 50 clientes inscritos, do Rio e outras localidades. Depois do Rio, o Acte Abroad Summit segue para Campinas (SP), em outubro, e México, em novembro.n Patricia Thomas, Viviânne Martins e Bernardo Barros, da Academia de Viagens Corporativas

INTERNACIONALIZAÇÃO

Eduardo Aoki, CEO da Intermac, diz que a empresa é pioneira no setor ao sair do Brasil e ir ao Exterior

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A Intermac Assistance iniciou sua expansão na América do Sul ao oficializar sua representação no Paraguai, Chile e Argentina. Em entrevista à reportagem da revista PANROTAS, o CEO Eduardo Aoki afirma que o projeto é “ousado” e pretende cobrir mais da metade do continente até o segundo semestre deste ano. “Nossa intenção é que essa fatia represente para a Intermac no mínimo 30% daqui a um ano.” O modelo de negócios da Intermac nesses países será baseado em produtos low cost, revelou Aoki, sem mais detalhes.n

DE VOLTA A LINDÓIA

A Feira da Aviesp volta a Águas de Lindóia (SP) após dez anos. O local escolhido é o Monte Real Resort, em 25 e 26 de abril de 2019. A edição de 2018 aconteceu novamente em Campinas (SP), com 1,35 mil expositores e 2,24 mil agentes.n

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Mercado

Caroline Putnoki fará seu primeiro Encontros à Francesa à frente do Atout France

STOPOVER EM FORTALEZA

O passageiro que voar Air France-KLM via Fortaleza pode desfrutar gratuitamente de uma parada na capital cearense sem alterar o preço final da passagem. O stopover da companhia europeia é válido tanto na ida quanto na volta de sua viagem na Europa, e mantém a mesma franquia de passagem. Não há limite de dias no destino de parada, independentemente de qual seja. É preciso apenas respeitar a estada máxima permitida no tempo total da viagem, com base nas condições tarifárias. A parada grátis em Fortaleza é permitida para viagens iniciadas em Belém, Manaus, Natal, Recife e Salvador. Os trechos domésticos são feitos com a Gol.n

AZUL E BEIJING AIRLINES

MAIS FORTALEZA

Sempre perto da realização da Abav Expo, o evento Encontros à Francesa, organizado pela Atout France para promover a França de forma mais profunda e olho no olho entre compradores brasileiros, fará sua quarta edição em Fortaleza. Depois de três anos no Sofitel Jequitimar, no Guarujá, em São Paulo, o Encontros à Francesa ocorrerá no Gran Marquise Fortaleza, nos dias 24 e 25 de setembro, com patrocínio da Air France-KLM e da Gol, que acabam de inaugurar um hub na capital cearense.n

A Azul Linhas Aéreas fechou um codeshare com a Beijing Capital Airlines, aérea chinesa com quem já tinha um acordo de interline desde julho do ano passado. Com a aliança, a brasileira poderá vender passagens dos voos Lisboa-Pequim, operados pela Beijing, onde incluirá seu código de voos (AD); já a companhia chinesa colocará seu código (JD) nas operações da Azul para Lisboa - a aérea anunciou recentemente que dobrará o número de voos diários entre a capital portuguesa e Campinas (Viracopos) a partir de dezembro deste ano.n

DA BAGAGEM AO PÃO DE QUEIJO

A Avianca Brasil aumentou em um terço, ou pouco mais de 30%, os valores cobrados por despacho de bagagem em voos domésticos. A partir de agora, nas rotas nacionais a inclusão de uma bagagem extra de até 23 quilos sairá pelo preço de R$ 40, R$ 10 a mais do que os R$ 30 cobrados anteriormente. A segunda sai por R$ 60, enquanto as demais custarão R$ 80 por peça. A cobrança vale para peças extras e também para a tarifa Promo, a única que não inclui bagagens no valor da passagem, apenas considerando a mala de mão. A Flex inclui duas peças de 23 quilos, enquanto a Economy permite uma mala de mesmo peso sem custos. Também neste mês, a companhia aérea anunciou que oferecerá, em parceria com o Guaraná Antarctica, coxinha, pão de queijo, brigadeiro e guaraná aos passageiros de 271 voos nacionais. A iniciativa, “que tem por objetivo deixar mais especiais as viagens com algumas iguarias tipicamente brasileiras”, vai até 13 de julho.n 8 6 a 12.indd 8

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Gente

CESTRONE DEIXA O INFINITY

RADISSON BLU CONTRATA

Alberto Cestrone deixa o comando do Infinity Blue Resorts & Spa, de Balneário Camboriú (SC), onde ficou durante seis anos como diretor geral. Por mais que a saída tenha surpreendido parte do mercado, o Grupo Embraed, proprietário do resort desde 2011, destaca que os investimentos anunciados serão mantidos e a relação com agentes e operadores, estreitada. O grupo atua em outras áreas da economia, como o setor imobiliário, e agora une os departamentos para que haja apenas um núcleo responsável. “Agora chegou a vez do Infinity, e não temos pressa para anunciar a sucessão de Cestrone”, justifica a presidente do Embraed, Tatiana Rosa.n

LOS CABOS BUSCA MAIS BRASILEIROS Gisele Torrano agora com Los Cabos Tourism Board

De olho no mercado brasileiro, o destino de Los Cabos, no México, anunciou Gisele Torrano (foto), da Eagles Team, como representante no Brasil. Ela trabalhará em ações de promoção com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento de Los Cabos no País. Ex-Meliá, Gisele atende pelo (11) 99185-8053 ou gtorrano@terra.com.br.n

Fabiana Colossio é a nova gerente de Vendas do Radisson Blu São Paulo. A profissional, que atuou por 16 anos no Maksoud Plaza, também na capital paulista, onde esteve à frente da diretoria de Marketing e Vendas, assumiu esse que é um dos empreendimentos de luxo da Atlantica Hotels. Pretendo agregar ao hotel todo o conhecimento adquirido durante minha trajetória profissional e, assim, potencializar ao máximo os resultados do empreendimento”, afirmou.n

DA CONSOLIDAÇÃO AO MARKETING

Marcela Andreta deixa a Prime Consolidadora após dois anos. A ex-Flytour trabalhava como uma das principais executivas no escritório de São Paulo da empresa gaúcha, e vai trabalhar no Grupo LTM, em Alphaville, onde atuará no departamento de Marketing e Produtos do braço LTM Viagens.n

HOTELBEDS PROMOVE EXECUTIVA

Juliana Luengo, da Hotelbeds, promovida a gerente nacional

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A distribuidora de alojamento e produtos complementares para agências de viagens Bedsonline promoveu Juliana Luengo de gerente comercial no Brasil para gerente no País. A profissional tem 15 anos de experiência, incluindo seis de Bedsonline. O principal destino internacional da broker para os brasileiros é Orlando, seguido por Paris, Nova York, Miami e Lisboa. Entre os domésticos, São Paulo lidera, seguido por Rio de Janeiro, Gramado (RS), Salvador e Maceió. “Apesar de nos aproximarmos da baixa temporada no Brasil, vemos consistência nos principais destinos para o mercado - estes são ótimos momentos para o Turismo por causa do clima ameno e do menor número de visitantes nos locais turísticos”, avalia a nova gerente nacional.n

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Divulgação

Cruzeiros

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LUXO BILIONÁRIO

Silversea Whisper, da companhia que agora tem maioria de suas ações com a Royal Caribbean

A Royal Caribbean volta a atacar no luxo e, além de Azamara e Celebrity Cruises, que estão debaixo de seu guarda-chuva, agora é dona de 67% da Silversea Cruises, considerada do segmento de ultra-luxo. Para deter tal participação acionária, a empresa norte-americana desembolsou US$ 1 bilhão. A Silversea tem valor de mercado estimado em US$ 2 bilhões. Por parte da Royal Caribbean, o objetivo é diversificação de portfólio e aumento da oferta para o cruzeirista de alto padrão.n

The B Uniworld

EMOÇÕES NO FAVOLOSA Divulgação

Roberto Carlos volta a um navio da Costa Cruzeiros no ano que vem. O cantor confirmou que fará o “Emoções em Alto Mar” pela 13º vez em um navio da armadora italiana. O Costa Favolosa será palco para o rei entre 16 e 20 de fevereiro de 2019, período em que o transatlântico estará em águas sul-americanas. Com a confirmação, a empresa amplia a oferta de roteiros de três e quatro noites para a temporada 2018/2019. A companhia marítima realizará oito minicruzeiros entre dezembro e fevereiro. Destes, seis farão escala em Balneário do Camboriú (SC), com direito a excursões para o Beto Carrero World.n

O QUINTO DA FAMÍLIA

AGENTE NAVEGA DE GRAÇA

O U By Uniworld, pertencente ao grupo The Travel Corporation, lança uma nova promoção para os profissionais do trade: a Sell 3 Sail Free. Ao vender três cruzeiros que navegam na Europa, o agente de viagens embarca de graça. As viagens vendidas devem ocorrer ao longo de 2018, porém têm de ser pagas integralmente até 30 de setembro. Para resgatar a cortesia e ter acesso a uma cabine single, o agente deve enviar os números das reservas válidas, dados pessoais, informações da agência e duas opções de roteiro para saídas em 2018 ou 2019. Acompanhantes são permitidos mediante pagamento do valor promocional do cruzeiro. No entanto, vale lembrar que a promoção não é válida para grupos.n

A MSC Cruzeiros e a STX France assinaram um pedido para a construção de um quinto navio de cruzeiro da classe Meraviglia, com entrega prevista para 2023. O acordo para a construção de mais um meganavio de cruzeiro representa investimento adicional de 900 milhões de euros.n 20 a 26 de junho de 2018 — PANROTAS

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Pancorp Karina Cedeño – Curitiba

NOVA SEDE Maior e com mais clientes. É assim que a Stabia TMC inaugurou sua nova sede em Curitiba, localizada na avenida República Argentina, 1.237 – sala 1.110. Realizada no último dia 7, a mudança é a segunda da TMC, que começou suas atividades em 2009. O crescimento físico está diretamente ligado ao faturamento da agência corporativa curitibana. “Em 2012 sentimos a necessidade de expandir o nosso espaço, já que estávamos com um número de clientes mais elevado, bem como a quantidade de nossos consultores. Alugamos uma sala adicional no antigo prédio e a equipe ficou dividida em dois andares. Então achamos necessário unificá-la e passamos todos para o nono andar, cuja sala era maior. Mas depois de um tempo ela ficou apertada novamente e viemos para cá. De 37 metros quadrados que tínhamos lá, passamos para 86 metros quadrados aqui”, conta o CEO da Stabia, Fabio Antununcio. O bem-estar dos funcionários foi a prioridade levada em conta na mudança, é bem verdade, mas o novo espaço já foi projetado para se adaptar a uma perspectiva de crescimento da empresa no futuro. “Aqui podemos expandir o operacional em até 200% sem ter que mudar para outro lugar. E o ambiente favorece a sinergia entre os departamentos (comercial, financeiro e operacional), ao mesmo tempo em que preserva a individualidade de cada um deles”, comenta o CEO da TMC, que hoje possui dez funcionários, contando com os sócios.

O CEO da Stabia, Fabio Antununcio (de camisa rosa, ao centro), junto aos participantes do evento de inauguração da nova sede da TMC

CONSULTORIA INTELIGENTE O grande diferencial da Stabia, segundo o CEO da TMC, é a consultoria em gestão de viagens oferecida pela empresa. “É preciso ir muito além da emissão, a qual consideramos uma commodity e deixamos a cargo de nossos sistemas tecnológicos. O nosso foco é oferecer consultoria e apoio ao cliente, mostrando a ele por meio de relatórios e dados o que é mais viável para o perfil de sua empresa, ajudando-a a reduzir custos”, explica Antununcio, citando alguns exemplos do trabalho realizado pela TMC. Uma das maneiras de aplicar essa consultoria é com a elaboração de relatórios de Business Intelligence. Com ele, a Stabia mapeia onde e como o orçamento está sendo gasto, o que pode ser melhorado, como está a adesão às políticas de viagens e menor preço, entre outros fatores. “Além disso buscamos a redução de custos por meio de acordos com companhias aéreas, locadoras de veículos e hotéis”, acrescenta o CEO da Stabia. A expectativa é de que os negócios da TMC cresçam 15% em relação ao ano passado e a carteira de clientes ativos (que hoje são 35) aumente em torno de 8%. “Além da nova sede, estamos apostando em outras modernizações em nossa empresa: remodelamos o marketing digital, a identidade visual, o site e as mídias digitais”, conta Antununcio. A empresa possui um escritório comercial como parceiro em São Paulo e projetos pilotos de representação em outras regiões, como o Nordeste, por exemplo. A PANROTAS viajou a convite da Stabia TMC.n

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Artigo

NOSSA ROTA DA SEDA Vinicius Lummertz, Ministro do Turismo

Um dos grandes marcos do Turismo brasileiro concretizou-se nos primeiros dias deste ano com o lançamento em Nova York do visto eletrônico para norte-americanos, que deve duplicar o fluxo dos cerca de 500 mil turistas daquele país para o Brasil. Em vez de esperar 30 dias e pagar US$ 160 pelo documento, a partir de agora serão, em média, 72 horas e US$ 40. Nos três primeiros meses em que o e-visa entrou em vigor nos EUA, foi registrado aumento de 50,5% na emissão de vistos para os turistas daquele país. O número de vistos solicitados saltou de 29.223 para 44 mil. Se considerarmos o gasto médio de US$ 1.230, temos uma projeção de US$ 18 milhões a mais na economia brasileira. A medida gerou ganhos representativos com nosso segundo maior parceiro comercial, imagina se ampliarmos a mesma para o primeiro, a China, hoje também o maior investidor no Brasil. Ao dar esse passo, estaremos abrindo o País para algo muito maior, inédito no planeta, ampliando a concepção de um programa lançado pelo governo chinês em meados do ano passado. O ‘One Belt One Road’ (um cinturão, uma rota), é o maior plano de investimentos da história da humanidade, e tem como inspiração a milenar Rota da Seda, que ligava pelo comércio a Ásia e a Europa – o pioneiro movimento da globalização. O plano dos chineses está alicerçado na astronômica cifra de US$ 5 trilhões, três vezes o PIB do Brasil. A nova rota prevê investimentos ao longo de 40 anos em 65 países que, juntos, concentram 63% da população do planeta. Porém, o que nos diferencia de boa parte desses países é que o acesso dos chineses ao Brasil não tem como se dar via terrestre. Excetuando o transporte marítimo que já se realiza e avança ano a ano pelos portos, a via que nos liga à essa nova Rota da Seda é aérea e podemos batizá-la de ‘silk skies’, algo como ‘céus de seda’. Nessa nova rota, o Turismo tem papel fundamental para atração de uma fatia desses trilhões do ‘One Belt One Road’ e dos turistas chineses, que são hoje os que mais viajam e deixam dólares ao redor do planeta. O Turismo deve ser uma das principais pontes de integração entre os dois países. Uma das boas notícias desse novo cenário que se descortina para o Brasil é que os próprios chineses têm um 14

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modelo de Turismo que pode ser aplicado aqui, inclusive pelas semelhanças continentais dos dois países. De acordo com a OMT, 135 milhões de chineses viajaram pelo mundo. No Turismo interno os números são ainda mais impactantes: foram 4,4 bilhões de viagens (2016), o que significa que cada chinês fez, em média, três viagens por ano dentro do país. Não tenho dúvida de que a China redefinirá o mundo e pode vir a salvá-lo, porque acumula capital e tecnologia em escala global — queiram ou não os que continuam conflitando teorias e ideologias oitocentistas acerca do sistema “comunista” ou “capitalista” daquele país. Seja interna ou externamente, o que a China faz hoje objetiva melhorar a qualidade de vida do seu povo, até porque chineses descontentes foram sempre panelas de pressão revolucionárias – esta é a sabedoria confucionista. Desde 1981, retiraram 853 milhões de pessoas (isto é, quatro vezes a população do Brasil) da linha da pobreza – quase 80% da redução do número de pessoas pobres no mundo. O Brasil também tem esse objetivo – melhorar a qualidade de vida do seu povo – e possibilidades de realizar acúmulo de capital e tecnologia para ser um dos protagonistas do futuro da humanidade. A aproximação de Brasil e China é mais que desejável. É necessária para conseguirmos atingir os nossos objetivos. Nesse sentido, o Ministério do Turismo participou do China Beijing International Fair for Trade in Services (CIFTIS), maior evento de serviços da China. Durante o encontro, foram tratadas as ações que vêm sendo planejadas pelo governo brasileiro. Entre eles estão as ações de marketing e promoção, a ampliação de três para 12 visa centers no país até o final deste ano e alinhamento para a formalização de parcerias estratégicas com agentes e operadores de Turismo do maior país do mundo. Um item de destaque da agenda de estreitamento de laços com a China é a discussão sobre a implantação do e-visa aos chineses. Essa seria uma ação concreta para pavimentar a participação no ‘silk skies’, a nova Rota da Seda do planeta.n

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Infográfico

Os meses de espera acabaram. Está no ar o Connect Stories, série produzida pela PANROTAS em parceria com Gol, Delta e Air France-KLM. São 12 vídeos muito exclusivos com alguns dos maiores tomadores de decisão do mundo de viagens corporativas, gestores de grandes empresas nacionais e internacionais, como a Ford Motor Company, baseada em Detroit. O vídeo já está no www.panrotas.com. br/connectstories, mas enquanto isso você tem um aperitivo do tamanho dos players que revelam alguns de seus segredos e inspiram os leitores da PANROTAS:

US$ 300 milhões por ano

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132 mil bilhetes aéreos por ano =

gastos de mais de US$ 100 milhões

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Principais destinos: América do Norte Detroit (EUA) Louisville (EUA) Kansas (EUA) Chicago (EUA) Cidade do México Hermosillo (México) Toronto (Canadá)

América do Sul São Paulo Rio de Janeiro Salvador

Ásia-Pacífico Xangai (China) Nanquim (China) Chennai (Índia) Bangcoc (Tailândia)

60% 40%

viagens domésticas(EUA)

US$ 110 milhões em hospedagem

internacionais

US$ 6 milhões

com aluguel de carro

Número de eventos que organiza

250 a 300

saiba mais em: panrotas.com.br/connectstories 16 e 17_2.indd 17

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Cruzeiros Beatrice Teizen — Gênova (Itália)

Brasil no topo do

mercado de cruzeiros Aproveitar o sol, o mar e a natureza: esta é a proposta do novo navio da frota da MSC, o Seaview, irmão gêmeo do Seaside, inaugurado em dezembro, em Miami. Lançado oficialmente em uma cerimônia no dia 9 de junho, em Gênova, na Itália, o MSC Seaview em breve navega rumo ao Brasil para a temporada 2018/2019, com saída de estreia em 7 de dezembro, no Porto de Santos (SP). Prova incontestável da importância que a MSC dá ao mercado brasileiro. Seu mais novo e imponente navio será nosso por quatro meses. 18

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Com itinerários que passam por Salvador, Ilhéus (BA), Porto Belo (SC), Balneário Camboriú (SC), Copacabana (RJ), Ilha Grande (RJ) e Búzios (RJ), a embarcação é a cara do País e do brasileiro. “Internamente, na MSC, o chamamos de navio brasileiro. Acreditamos que será particularmente bem-sucedido no Brasil, pois nossos clientes pediam espaços externos para aproveitar bastante o sol e é isto que estamos oferecendo”, conta o CEO da MSC Cruzeiros, Gianni Onorato. Vender pacotes para a estreia no País não está sendo difícil

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O espaço da piscina recebeu os shows da inauguração oficial O átrio, localizado no quinto andar

A inauguração oficial contou com queima de fogos

e, sem divulgar números, o diretor geral da armadora no Brasil, Adrian Ursilli, afirma que as vendas estão indo muito bem. “Por ser uma novidade, as tarifas do Seaview estão 10% mais altas que as dos outros navios, mas estamos trabalhando com expectativa de 100% de ocupação (em base dupla).” A CVC, inclusive, já vendeu dez mil cruzeiros para o navio com um pouco mais de sete meses de antecedência do início da temporada em águas brasileiras. Este é um bom termômetro para mostrar todo o potencial da maior embarcação da história a operar no Brasil. CARACTERÍSTICAS Com um conceito completamente novo, o MSC Seaview leva o lado de fora para dentro. As superfícies envidraçadas por todo o navio possibilitam que, por onde se ande, sempre haja um corredor externo ao lado, dando a possibilidade de ver o mar e a luz do sol – características perfeitas para o consumidor brasileiro e também para o verão europeu.

Ao todo, são 2.066 cabines, sendo 1.312 externas com varanda. Destas, 86 suítes são da luxuosa classe Yacht Club, que é alçada a novo patamar, 108 modulares, 28 com banheira de hidromassagem privativa, 72 cabines deluxe e 51 para hóspedes com mobilidade reduzida. BARES E GASTRONOMIA Ao todo são dez restaurantes. Deles, três à la carte misturam culinária mediterrânea e internacional; dois bufês com estações de dife-

rentes estilos gastronômicos; e cinco restaurantes sofisticados de chefs renomados, como o pan-asiático Roy Yamaguchi, que tem três diferentes unidades, e o espanhol Ramón Freixa, além da churrascaria Butcher’s Cut. No quesito bares e lounges, são 19 as opções. Dois deles da tradicional marca de chocolate italiana Venchi, que abusam da criatividade para ir além de crepes e sorvetes, sempre com a iguaria de cacau. Há também o Garage Club, que, durante t

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O cassino do MSC Seaview tem como diferencial o bar 360º Ao todo, são 2.066 cabines, sendo 1.312 externas com varanda

O restaurante assinado pelo chef Roy Yamaguchi

o dia, é dedicado aos adolescentes, e, à noite, oferece coquetéis para os adultos. O Champagne Bar tem diversas opções de drinques com espumantes e o Sports Bar transmite partidas de diferentes modalidades esportivas. ENTRETENIMENTO O Seaview é repleto de opções de diversão. Além das quatro piscinas em diferentes andares, cinco toboáguas e parque aquático, o navio conta com um teatro de 947 lugares que tem, três vezes por dia, apresentações ao estilo Broadway. Duas pistas de boliche em tamanho real, simulador de F1, sinuca, biblioteca, cinema 4D, cassino, sala para bebês de zero a dois anos, em parceria com a marca Chicco, para crianças de 20

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três a seis, com brinquedos da Lego, e para adolescentes, com videogames, estão à disposição do hóspede. O MSC Aurea Spa, restrito para maiores de 18 anos, é um espaço de tratamentos estéticos completos, com saunas seca e a vapor, sala de gelo, esteiras para relaxar, área termal e massagens de diferentes tipos, entre outros atrativos. PACOTES Os pacotes de bebida variam entre all inclusive deluxe (seleção da lista do bar, vinhos em taças, bebidas e coquetéis premium, do minibar e água fornecida na cabine), classic e light. Cada um dá direito ao consumo ilimitado de bebidas por dia, restringindo certos tipos de acordo com a escolha. Para as crianças valem os mesmos, mas com bebidas

não-alcoólicas. O hóspede pode optar também por pacotes de vinho, cerveja, água, refrigerante e bebidas nos restaurantes durante as refeições. O pacote de spa inclui opções de tratamento estético e de beleza, como massagens balinesas de 30, 45 e 55 minutos, além de passe para a área termal do cruzeiro, manicure e pedicure, depilação, drenagem linfática e tratamentos faciais. Em todos os destinos de escalas, a MSC oferece possibilidades de excursão para todos os tipos de público para que o cruzeirista aproveite os momentos em terra. Os roteiros incluem os principais pontos turísticos do local. E há também os planos de internet que podem ser adquiridos nas modalidades por dia ou por cruzeiro.n

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Entrada do Yacht Club toda envidraçada

YACHT CLUB

O Mini Club Lego é destinado para crianças de três a seis anos

A classe Yacht Club é o que tem de mais luxuoso no Seaview. É um iate dentro do navio e, no Seaview, são 86 cabines. As camas de solteiro podem ser convertidas em uma de casal e há amplo armário e banheiro com chuveiro e banheira. Máquina de café expresso, mesa de jantar e banheira de hidromassagem também estão na cabine. O hóspede desfruta de área privativa para check-in e check-out prioritários, concierge exclusivo e serviço de mordomo 24 horas, acessórios para uso a bordo (roupão e pantufas), bebidas inclusas nas áreas do Yacht Club e no frigobar da cabine, acesso direto e privado ao spa e serviço de quarto 24 horas. Entre outros benefícios estão também menu de travesseiros, bebidas inclusas no almoço e jantar no restaurante exclusivo da classe e acesso aos lounges The One Sun Deck e Top Sail Lounge. A área não é exclusividade do Seaview. Há outros Yacht Club em navios como Preziosa e em todos os novos lançamentos da companhia.n

Uma das quatro piscinas espalhadas pelo navio

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Quem estreou, gostou

Aldo Leone Filho, da Agaxtur

Valter Patriani, da CVC

André Vieira, diretor da Snow Operadora

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“Esse navio representa tudo que há de diferente e muda completamente o jeito de fazermos os cruzeiros marítimos no Brasil. É uma revolução”, comentou o presidente da Agaxtur, Aldo Leone Filho, presente na inauguração. Segundo ele, a cada 20 anos há um salto neste mercado e o Seaview é o marco deste período. E os agentes de viagens têm a obrigação de entendê-lo. Além disso, Leone destacou a relação custo-benefício do Yacht Club, fora as opções de entretenimento que o cruzeiro oferece. “Não só pelo tamanho do navio, mas pelo alto número de atividades. E o Yacht Club é uma grande evolução em relação ao Divina, da classe Fantasia. Há uma relação de preço, comparando com resorts e pacotes no Exterior, muito razoável.” As diversas opções de atrativos também foram enfatizadas pelo vice-presidente da CVC, Valter Patriani. “Os navios passaram por uma evolução e hoje em dia estão com a cara da Disney, repletos de atrações. Se você vier dez vezes aqui, as dez vezes serão diferentes. ” Outro ponto ressaltado por Patriani foi o de democratização dos cruzeiros. Até o final dos anos 1990, eram opção voltada para as classes mais altas. No entanto, a partir dos anos 2000, tornou-se um produto de consumo da classe média brasileira. Antes um sonho para muitos brasileiros, agora é algo acessível e possível. “Nunca na história recebemos um navio zerado e isso é muito bacana. Além de estar entre os cinco melhores do mundo, ao lado do irmão gêmeo, está indo para o Brasil como primeira temporada. Como dica aos agentes de viagens, estamos fazendo a propaganda deste e do Seaside junto. São dois navios iguais e duas opções de roteiro. É um navio em que se fala português e isso é uma conquista.” E por que o agente de viagens deve vender o Sea-

view e não os concorrentes na temporada brasileira? “Este será o melhor navio que já navegou em águas brasileiras, é um produto diferenciado como realmente nunca se viu”, afirmou o diretor da Snow Operadora, André Vieira. Vieira destacou também a animação presente nos navios da MSC, algo que os brasileiros adoram. O átrio do Seaview, localizado no quinto andar, conta com bar e DJ e duas mil pessoas conseguem assistir simultaneamente aos shows. “É um ponto obrigatório para se reunir à noite e as famílias também amarão o navio, com atrativos como Kid’s Club e parques aquáticos.“ PARA O CORPORATIVO Para o setor corporativo o Seaview também é um marco. Segundo o presidente da Copastur, Edmar Bull, o novo produto permite a realização de eventos e viagens de incentivo privados que não necessitam de criação, pois já está tudo lá dentro. É possível criar algo grandioso sem gastar a mais, já que não haverá custos de equipamentos, transporte e outros gastos que um evento normalmente tem. A classe Yacht Club, inclusive, é uma opção para eventos de todos os tamanhos, mas principalmente para os grandes. Nela podem ficar hospedados os presidentes, diretores e executivos de alto escalão de uma empresa e o restante dos funcionários nas outras cabines. “Nós, agentes de viagens corporativas, precisamos aprender a trabalhar com esse tipo de produto. Ainda não sabemos muito bem. Este navio trará muitos ganhos para o corporativo. É realmente uma das únicas vezes que estamos levando um cruzeiro deste alto nível para o Brasil.” O impacto do Seaview já reflete também nos planos das empresas para o ano que vem. “Já tenho cotação deste navio para o aniversário de 100 anos de um cliente em 2019. E começamos a trabalhar junto a ele mais ou menos um ano antes. Nunca recebi tantas mensagens de clientes perguntando sobre um produto”, contou o sócio-diretor da Renase, Rodrigo Stocco. Para ele, o valor agregado do cruzeiro, seja pela infraestrutura ou pela possibilidade de mesclar

Edmar Bull, da Copastur

Rodrigo Stocco, sóciodiretor da Renase

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apresentações corporativas e lançamentos com entretenimento e lazer é um grande fator de decisão das companhias. “Quando vou ao meu cliente, já falo que o Seaview é a maior atração. Dependendo da época do ano, fazer o evento em um navio é até mais barato do que em um hotel.” DIRETOR NO BRASIL “Será uma novidade interessante para o nosso mercado, pois além de ter essa visão e curtição do mar, que o brasileiro adora, ele tem grandes áreas externas para esse contato com a natureza, mas também ambientes incríveis em termos de entretenimento, como diversas áreas de bar e para festas. Vamos poder brincar muito com isso no Brasil”, afirmou Ursilli. De acordo com o executivo, a MSC é uma companhia global, mas possui forte atuação local. Por isso, apesar de a embarcação ter toda a culinária internacional, quando ela chegar ao País, no cardápio não poderá faltar arroz e feijão, picadinho, estrogonofe e feijoada. Outros produtos de entretenimento, como bandas, também já estão sendo analisados com seis meses de antecedência para a temporada brasileira. “Outro grande ponto que faz a diferença são todas as tarifas em reais, sem conversão, e com parcelamento em até dez vezes. É um diferencial competitivo excelente e uma vantagem para o consumidor. Um custo-benefício e valor agregado enormes.”n

BANCO DE DADOS MSC Seaview // Cabines: 2.066 // Tipos de cabines: 11 // Área pública: 323 metros de comprimento e 72 metros de altura // Passageiros: 5.331 // Tripulação: 1.413 // Comprimento: 323,3 metros // Altura: 72 metros // Peso: 154 mil toneladas // Velocidade: 21,3 nós // Piscinas: 4 // Restaurantes: 10 // Bares e lounges: 19 // Saídas (todas de Santos): 07/12 - 4 noites 11/12 - 4 noites 13/12 - 6 noites 15/12 - 7 noites

22/12 - 7 noites 29/12 - 7 noites 05/01 - 7 noites 12/01 - 7 noites 19/01 - 7 noites 26/01 - 7 noites 02/02 - 7 noites 09/02 - 7 noites 16/02 - 7 noites 23/02 - 3 noites 26/02 - 4 noites 02/03 - 7 noites 09/03 - 6 noites 15/03 - 3 noites 18/03 - 3 noites 21/03 - 3 noites 24/03 - 3 noites 27/03 - 3 noites 30/03 - 14 noites 13/12/19 - 6 noites*

*primeiro da temporada 2019/20

A PANROTAS viajou a convite da MSC Cruzeiros, com proteção GTA t

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Inauguração MSC Seaview

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O CEO da MSC Cruzeiros, Gianni Onorato

O prefeito de Gênova, Marco Bucci

Ignacio Palacios, da MSC, Edmar Bull, da Copastur, Aldo Leone Filho, da Agaxtur, Valter Patriani, da CVC, Rodrigo Stocco, da Renase, e Roberto Affonseca, da MSC

O presidente executivo da MSC Cruzeiros, Pierfrancesco Vago

Adrian Ursilli, da MSC, e Edmar Bull, da Copastur Junto ao comandante do Seaview, Pier Paolo Scala, a atriz Sophia Loren fez o tradicional corte de faixa

Rafael Sacomani, da MSC, entre Vilani Oliveira e Daniel Issa, da Ciatour

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Fábio e Caroline Leandrini, da Viagens Total

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Ignacio Palacios, da MSC, com Cesar Lobo, da Lobotur

O Governador da Ligúria, Giovanni Toti

Achille Staiano, da MSC, entre Olga Maria Leone e Aldo Leone, da Agaxtur

Rodrigo Stocco, da Renase, com Rose e Gilmar Villain, da TW Tour

Marcelo Paolillo, da Flytour MMT, e Ignacio Hidalgo, da MSC Andrea Gangale e Riccardo Casalino, da MSC

As crianças do coral Piccolo Coro Dell’Antoniano

Leandro Sommerfeld, da Marítimos, e sua filha Sarah, com Patricia Leone, da Agaxtur

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Memória

Henrique Santiago

RESPOSTA À CRISE

Em 1993, a aviação mundial vivia em crise. No Brasil, esse cenário não era diferente, pois a inflação de dois dígitos na gestão de Fernando Collor impedia a economia de avançar – e os brasileiros de viajar. Há mais de duas décadas, a extinta Vasp, que causa suspiros aos mais saudosistas (e arrepios em outros), se arriscou a investir em promoções tão atrativas como as de hoje. Em uma época de real desvalorizado, a companhia aérea oferecia uma série de opções com aéreo reduzido em até 40%, algo que pode ser comparado à alta do dólar que tornou possível ir e voltar aos Estados Unidos por US$ 200. Em meio aos preços reduzidos, a transportadora aérea também enxugava sua malha com a intenção de melhorar sua eficiência. Essa necessidade veio com a chegada da 26 26.indd 26

baixa temporada, que fez com que a Vasp reorganizasse seus voos e priorizasse as conexões, mas sem deixar de voar a outras praças. A palavra de ordem na empresa era conectar destinos a mais destinos. Com isso, tornou-se comum naquele período a operação de voos desde São Paulo e Rio de Janeiro a Salvador com a integração em outras cidades nordestinas, como Recife e Fortaleza. Outra realidade do momento foi o cancelamento temporário de rotas consideradas secundárias, como Porto Velho, Campinas (SP), Macapá, Belém e Corumbá (MS). Já para o internacional, a extensão para Bruxelas, Seul, Aruba, Buenos Aires, Los Angeles e São Francisco, nos Estados Unidos, foi mantida.

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Divulgação/ San Francisco Travel

LGBTravel

Marcos Martins

Clube norte-americano vai realizar festa para a comunidade LGBT

BALADA E ESPORTE

A equipe de beisebol San Francisco Giants vai realizar no dia 21 de junho a Giants LGBT Night, a partir das 17h, no AT&T Park. Os ingressos para a noite no estádio dão acesso a uma festa de esquenta antes da partida contra o San Diego Padres, além de uma mochila exclusiva da San Francisco Pride, que acontecerá nos dias 23 e 24 de junho. Parte da renda será revertida para organizações locais sem fins lucrativos da comunidade LGBT. Neste ano, a 48ª edição da parada de São Francisco possui o tema “Generations of Strenght” (Gerações de Força), em homenagem a líderes do movimento. A marcha desce a Market Street e chega ao City Hall, na Civic Center Plaza, mesmo lugar onde o político e ativista gay Harvey Milk discursou para a multidão em 1978, durante o Gay Freedom Day.n

CAPACITAÇÃO FOCADA

Ivan Martinez-Vega e Diana Pomar, do Conselho de Promoção Turística do México

O México recebe, anualmente, mais de 39 milhões de visitantes estrangeiros e, desse número, estima-se que cerca de três milhões de pessoas fazem parte da comunidade LGBT. De olho nesse público, o destino começou há três anos um programa de capacitação para operadoras e agências de viagens que tenham interesse no segmento. O objetivo é desenvolver mais produtos e ajudar as regiões mexicanas a se promoverem internacionalmente. Os focos do programa são os destinos de Puerto Vallarta, Cancun, Riviera Maya e Cidade do México. “Desde o final de 2015 estamos presentes em vários fóruns internacionais e somos membros da International Gay & Lesbian Travel Association (IGLTA). Essa é uma forma de mostrar aos profissionais da indústria que o tema vai desde a conscientização sobre direitos humanos às atrações propriamente ditas de cada região”, afirma o diretor para a Flórida e Caribe do Mexico Tourism Board, Ivan Martinez-Vega. A diretora para o Brasil do Conselho de Promoção Turística do México, Diana Pomar, também adiantou que há conversas com a Câmara de Comércio e Turismo LGBT do Brasil para possíveis alianças.n 20 a 26 de junho de 2018 — PANROTAS

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Diagnóstico Marcel Buono — Guarujá (SP)

Alberto Cestrone e Sérgio Souza, presidente e vice-presidente da ABR, respectivamente

MISSÃO ABR

Entre os dias 8 e 9 de junho, a Associação Brasileira de Resorts (ABR) deu o pontapé inicial no Resorts Educacional, um workshop voltado para agente de viagens, que será realizado quatro vezes por ano, abrangendo diversas regiões do Brasil. O primeiro deles foi sediado no Casa Grande Hotel, no Guarujá (SP), onde cerca de 50 agentes e 15 resorts associados estreitaram relações em busca de negócios futuros. E o momento econômico e financeiro do País foi pauta inevitável no encontro. “Infelizmente, o Turismo ainda não tem uma bancada forte nem no Senado, nem na Câmara. Temos, no máximo, simpatizantes pela causa. Corremos o risco, inclusive, de perder o Ministério do Turismo, que passaria a integrar o Ministério da Cultura. Por isso, é preciso mostrar a importância do setor para o Brasil, com todo

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seu potencial econômico e de geração de empregos”, declarou o presidente da ABR, Alberto Cestrone. A ABR reúne 48 estabelecimentos associados distribuídos em 13 Estados. Juntos, eles são responsáveis por cerca de 18 mil empregos diretos e por um faturamento anual próximo aos R$ 2 bilhões, sendo que cerca de 35% das despesas são referentes à folha salarial de funcionários. Cestrone acredita que esse montante pode se avolumar com a nova proposta de capacitação. “Queremos expandir ainda mais a associação para que ela esteja presente em todo o território nacional. Vamos fazer como políticos que saem em carreatas pelo País em ano eleitoral. Esse workshop foi um primeiro exemplo do nosso plano. Ainda faremos outros três neste ano: no Paraná, no Nor-

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de retomada dos resorts são reais”, destacou Cestrone. A pesquisa realizada pela entidade também revelou que os resorts receberam 2,42 hóspedes por unidade habitacional no primeiro trimestre de 2018, superando os 2,3 de 2017. Ao mesmo tempo, os dados indicaram maior rentabilidade na venda por pessoa, resultando em uma receita média por hóspede de R$ 438,34. “O brasileiro, no geral, tem a infeliz mania de achar que tudo o que vem de fora é melhor. É o caso, por exemplo, dos resorts do Caribe em comparação com os nossos. Sabemos que não é verdade. O nosso serviço, inclusive, tem melhor avaliação internacional”, comentou o vice-presidente da ABR, Sérgio Souza. Em 2009, a presença de estrangeiros em resorts brasileiros era de 42%. Hoje em dia, essa média caiu para 9%.

deste e no Centro-Oeste, e outros quatro em 2019, atendendo a todas as regiões do Brasil”, prometeu o presidente. Nos três primeiros meses deste ano, a taxa de ocupação média dos resorts brasileiros foi de 74,4%, o que representou um acréscimo de 10,9% em relação à mesma época do ano passado. Dentro do período avaliado, janeiro foi o mês de maior destaque, com 82,1% de ocupação. Os dados são da ABR em conjunto com o Senac-SP. O desempenho do setor também foi positivo em relação às receitas. O Revpar médio (receita bruta das diárias por quarto disponível) apresentou crescimento de 10,17%, alcançando o valor de R$ 1.059,33, enquanto o Trevpar (receita neta do empreendimento dividida por quarto disponível) registrou valor médio de R$ 787,92, representando um aumento de 28,76% em comparação com o primeiro trimestre de 2017. “Não foi só o número de hóspedes que aumentou, mas os gastos deles também. Com a retração da economia nacional, os viajantes perceberam que as opções brasileiras proporcionam experiências altamente diferenciadas e todos esses ótimos números confirmam que nossas expectativas

LEI GERAL E CASSINOS Uma das pautas sendo debatidas em Brasília é a nova Lei Geral do Turismo, que promete uma série de medidas benéficas para o setor. Entre elas, a redução da cota de quartos reservados para hóspedes com necessidades especiais, que cairá de 10% para 5%. “Todos sabíamos que esses 10% ficavam muito acima da real demanda nacional. Nós temos uma taxa de ocupação de 0,1% nesses quartos tanto em hotéis como em resorts brasileiros. Até nos Estados Unidos essa taxa não ultrapassa o 1,2%”, explicou Cestrone, que também falou sobre a proposta de legalização dos cassinos no Brasil. “A Lei dos Cassinos é bastante controversa e eu questionei vários pontos dela recentemente, quando estive em Brasília. Um deles era a obrigatoriedade de experiência no negócio para operar cassinos no Brasil, o que achamos um absurdo. Sabemos que temos poucos brasileiros com experiência no assunto, mas não podemos excluir as empresas nacionais desse mercado. Outra obrigatoriedade prevista era a de que os cassinos só poderiam ser montados em resorts integrados. Ou seja, precisaríamos construir novos empreendimentos para atender às exigências ou então financiar grandes reformas nos atuais, o que inviabilizaria o negócio. Fizemos uma forte pressão entre os políticos e conseguimos retirar a Lei dos Cassinos da Lei Geral do Turismo”, completou o presidente.n

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Portas Abertas

OPUS VIAGENS E EVENTOS

Karina Cedeño

Opus cresceu seu número de funcionários vertiginosamente nos últimos quatro anos

No escritório da Opus Viagens e Eventos, da janela do 13º andar, é possível ver, em meio a tantos prédios do bairro do Tatuapé, em São Paulo, o edifício onde ficava a antiga sede da empresa. A distância até lá é pouca, bem como o tempo de vida da agência: quatro anos. Porém, nesse curto período de tempo, a Opus registou um crescimento relâmpago. Quando foi fundada, em 2014, a empresa contava com 12 funcionários. Hoje, já são 62. O setor de eventos, seu carro-chefe, também foi turbinado: os 389 eventos realizados há quatro anos foram multiplicados para 1.147 em 2017. E os resultados atingidos em quatro anos de operações superam a barreira dos 100% de crescimento no faturamento. Se em 2014 a marca faturou cerca de R$ 26,2 milhões, o ano passado registrou um total de R$ 58,8 30

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Os diretores da Opus, Thiago Vasconcellos e Wagner Carvalho

milhões em volume de negócios. Mas qual é o segredo para atingir patamares tão altos em tão pouco tempo? Um deles, sem dúvida, é o fato de a empresa dispor de departamentos exclusivos, como o de Mini-Meetings, e uma pessoa específica para Compliance. A personalização do atendimento ao cliente é levada a sério, e explica em grande parte o sucesso da agência corporativa.

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//Nome: Opus Viagens e Eventos // Endereço: rua Padre Adelino, 2.074 – 10º e 13º andares // Diretores: Wagner Carvalho e Thiago Vasconcellos // Fundação: 2014 // Departamentos: a agência está dividida em dois andares, abrangendo os departamentos de Eventos e RSVP (sendo este último não terceirizado), Corporativo, Financeiro, Lazer, Aéreo, Mini-Meetings, Compliance, RH e Design. // Diferencial: “A gente não sabe muito bem o que os outros fazem, mas sabemos muito bem o que nós fazemos. Aqui na Opus temos a filosofia de atender o cliente em todas as suas demandas, por isso temos profissionais dedicados a áreas específicas, como RSVP, Mini-Meetings e Compliance. Investimos em uma equipe capacitada para fornecer ao cliente todas as informações de que ele precisa, de forma detalhada e transparente, e a maior parte do lucro da Opus é investida na empresa e nos funcionários. Nossa infraestrutura tecnológica é da melhor qualidade, porque temos a preocupação de fazer com que as pessoas se sintam bem e orgulhosas de trabalhar aqui”, conta um dos diretores, Wagner Carvalho. // Produto mais forte: Eventos, responsável por mais de 70% das vendas da empresa. “A expectativa é crescer 10% em eventos este ano, em relação ao ano passado. O primeiro semestre já mostrou resultados melhores do que os obtidos no mesmo período de 2017”, conta Carvalho. Tanto ele como Thiago Vasconcellos, também diretor da Opus, estão otimistas com as perspectivas para este ano. “Embora seja um ano de Copa do Mundo e eleições no Brasil, o que traz muitas incógnitas, estamos otimistas”, conclui Vasconcellos. // Investimentos: “C o m e ç a m o s a t r a b a l h a r recentemente com um novo sistema da Inteegra para RSVP, que permite ao cliente acessar e acompanhar os procedimentos on-line, além de termos uma parceria com a proprietária da Evento Único, Roberta Nonis, que faz um trabalho de consultoria e capacitação com nossos profissionais de eventos, promovendo pesquisas para entender a visão dos funcionários e clientes da Opus e unir as duas pontas, além de promovermos outros eventos, como o que fizemos recentemente trazendo palestras do gestor de Viagens da Philips, Fernão Loureiro, e do professor Luiz Marins”, contam os ▶ diretores da Opus.

Departamento Financeiro: Tassia Felinto, Camila Florio, Barbara Funier e Karina Oliveira

Departamento Financeiro: Deize Silva, Marcelo Gomes, Claudia Brito (Compliance) e Sandra Silva (Financeiro)

Departamento de Eventos e RSVP: Luciana Homora, Marina Rojas, Claudia Keller, Cintia Naoko e Luciana Gois

Departamento de Eventos: Emanuela Sá, Camila Navarro, Claudia Vaz, Marcos Prasciano, Glaucia Rezende e Karla Silva

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▶ Fabio Rocha (gerente do departamento Aéreo), Adriana Fernandes (gerente do departamento de Mini-Meetings), Karina Oliveira (gerente do departamento Financeiro) e Murilo Bizon (gerente do departamento Corporativo)

Departamento de Eventos e Mini-Meetings: Marcelo dos Anjos, Caroline Penna, Luana Alcides, Adriana Fernandes, Mariana Loterio e Mayara Donofre

Werles Mendes (Financeiro), Joyce Mello, Murilo Bizon, André Santos, Barbara Gama, Caroline Alves, Diogo Silva e Matheus Monteiro (todos do Corporativo)

Danilo Lohnhoff (Aéreo), José Carlos (Aéreo), Ellen Souza (RH), Fabio Rocha (Aéreo) e Juliana Bocci (Lazer)

// Lado bom do Turismo: “Saber que tudo é uma questão de vocação. Quando o profissional está vocacionado para fazer algo, faz bem, com prazer, e tudo é bom apesar dos percalços. Acredito que a história da Opus está relacionada com a vocação. Eu era um executivo de multinacional e o Thiago era da agência que me atendia. Quase que por acaso acabamos formando uma sociedade e somos vocacionados para isso, já que gostamos profundamente do que fazemos”, comenta Carvalho. // Lado ruim do Turismo: “Hoje a administração de uma agência de viagens e eventos exige um gerenciamento financeiro extremamente apurado. Pagar o fornecedor antes de receber ainda é uma permanente preocupação para todo mundo e não é um processo simples uma agência bancar um evento de grande porte para um cliente. É preciso negociar, mas nem sempre isso acontece ou é possível receber adiantamentos. Sendo assim, ou a agência tem uma reserva financeira para suprir buracos de caixa ou não vai conseguir trabalhar mais”, salienta Carvalho. // Principais desafios: “Manter a qualidade que temos desde o início com uma equipe cinco vezes maior do que quando começamos. Não é porque somos uma grande agência que o cliente será apenas mais um aqui dentro. Sabemos que ele não gosta de se sentir assim e por isso o nosso atendimento é bastante personalizado. Também sabemos que antes de correr atrás de um novo cliente é preciso valorizar aqueles que já conquistamos. Eles poderão trazer novos cientes, desde que você os leve muito a sério. É preciso também explorar novas possibilidades com o mesmo cliente, por exemplo, se ele fez um grande evento, pode também fazer um mini-meeting e vice-versa”, destaca Vasconcellos. Carvalho também destaca o fato de que é um desafio constante continuar prestando o melhor atendimento possível. “Desde a fundação da Opus nunca perdemos um cliente. Não temos executivos de Contas nem equipe comercial, e todos os nossos clientes chegaram por meio de indicações, referências, ligações. Tudo isso ocorreu graças à qualidade de atendimento e ao fato de estarmos sempre disponíveis para os nossos clientes”, conclui Carvalho.n

Josi Tepper, da recepção

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da Air Europa no Brasil, Luis Sobrinho

MANTENEDORES ALAGEV

EVENTOS E VIAGENS CORPORATIVAS www.alagev.org | Edição 25 – 20 de junho de 2018 Parte integrante da Revista PANROTAS

GESTÃO DE

INCERTEZAS Beatrice Teizen

Copa do Mundo e eleições presidenciais. O ano traz uma série de desafios que afetam todos os setores. Com o Turismo e as viagens – corporativas e a lazer – não é diferente. E, consequentemente, as indústrias que envolvem esses deslocamentos, como hotelaria, também são afetadas. Em meio a um cenário nebuloso, alguns dos principais hoteleiros do Brasil encaram este final de primeiro semestre como bem-sucedido, e projetam uma segunda metade desafiadora, mas nem por isso pessimista. “Falo com muita satisfação que o primeiro semestre, após tempos difíceis devido aos problemas políticos e econômicos, foi bom e nos fez voltar a acreditar em todo o potencial de negócio que o nosso mercado possui”, afirma o diretor de Vendas e Marketing do Intercontinental Hotel Group (IHG), Marcel Marin. 34

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De acordo com Marin, os eventos e reservas de grupo voltaram a acontecer e houve semanas de cidade com ocupação 100% devido aos acontecimentos realizados em São Paulo. O corporativo, tanto local quanto das empresas globais, retornou com a rotina de viagens a negócios e a capital paulista está sendo cada vez mais utilizada nos finais de semana. “Todos estes fatores resultaram em um semestre otimista para a recuperação de um passado recente.” O diretor de Marketing e Vendas da Hplus Hotelaria, Luiz Daniel Guijarro, também teve suas expectativas quanto ao volume de negócios do primeiro semestre atendidas. “Em alguns momentos elas até superaram. Especificamente em Brasília, temos os meses de janeiro e fevereiro fracos, mas neste ano foram os melhores da história da Hplus. Maio

foi sofrível, devido a feriados e à greve dos caminhoneiros, mas junho está indo muito bem.” O segundo semestre traz alguns desafios e incertezas devido às eleições presidenciais. Para Marin, o desejo é de continuidade do que já vem acontecendo no primeiro período, de crescimento. “Mas sabemos que a relação entre flutuações econômicas e decisões políticas durante a eleição é um fato”, afirma. BUDGET MAIS ENXUTO “Quando observamos os orçamentos dos hotéis para o segundo semestre, já foi considerada uma baixa da atividade política aqui em Brasília. Sempre em ano de eleição o movimento fica mais baixo por aqui, porque muitos dos políticos retornam aos seus Estados. A atividade econômica acaba dependendo da políti-

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Luiz Daniel Guijarro, da Hplus

ca, mas ainda acreditamos em um período bom, considerando os fatores que conseguimos controlar”, complementa Guijarro. GREVE DOS CAMINHONEIROS Além do torneio mundial de futebol e a escolha do presidente brasileiro, o País também enfrentou, em maio, uma greve dos caminhoneiros que afetou diversos setores, como o de combustível e mantimentos. Muitas empresas, como fábricas, tiveram de parar a produção devido à falta de insumos. Na hotelaria o impacto também foi sentido, mas o setor sou-

Marcel Marin, do IHG

be como transformar esse momento de dificuldade em oportunidade, segundo o diretor de Vendas e Marketing do IHG. “Vejo hoje uma hotelaria com profissionais preparados para gerenciamento de crises e nestes momentos o trabalho em equipe é fundamental. Precisamos operar identificando onde é possível reduzir gastos e comunicando imediatamente com fornecedores para certificar-se que não faltará nada e, caso falte, qual a melhor estratégia para suprir. A perda de receita é inevitável, mas o importante é o quanto podemos minimizar o resultado

negativo, sem impactar na experiência do hóspede.” Nesses casos onde não é possível ter controle, é preciso ficar atento. “A greve tomou uma dimensão enorme que parou o País. Não apenas para a hotelaria, mas diversos setores podem ter consequências de médio e longo prazos. Por isso essas situações não controláveis – diferentemente da Copa, que já estava na programação das pessoas – acabam sendo mais preocupantes”, finaliza Guijarro.n

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Aviação Karina Cedeño

A diretora da United Airlines no Brasil, Lucimar Reis, com o vice-presidente de Vendas da companhia para as Américas, Jake Cefolia

UNITED MAIS PRÓXIMA

Satisfeito com os resultados no Brasil. É assim que o vice-presidente de Vendas da United Airlines para as Américas, Jake Cefolia, se refere aos investimentos da aérea no País. Focada em ações sustentáveis e com boa representatividade feminina em sua equipe, a companhia norte-americana mostra a força de seu nome ao deixar de lado a antiga imagem de ser inflexível e distante do mercado brasileiro para se 36

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tornar mais próxima e, digamos, unida com clientes e parceiros. A proximidade com o trade, antes questionada, é nítida nos dias de hoje, e o feedback que a aérea recebe é prova disso. “Não tive essa visão de a companhia ter sido distante e inflexível, porque desde que eu trabalho com a equipe da Lucimar Reis percebo que ela está bastante engajada e focada em clientes corporativos diretos, e pos-

so dizer que durante essa conferência (GBTA, realizada em São Paulo no último dia 11), muitos deles me abordaram para falar sobre o ótimo trabalho que a nossa equipe faz por eles, sendo engajada e compreensiva com suas demandas, e o quanto eles consideram isso importante. Também sei que temos um ótimo relacionamento com os agentes de viagens e nos posicionamos de forma que os ajude a obter t

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t melhores resultados e conquistar seus clientes”, destaca Cefolia. “Devo acrescentar que Lucimar reorganizou a equipe no Brasil de uma forma que permite à United expandir seu alcance, mais do que fizemos antes, considerando que historicamente sempre estivemos focados quase que inteiramente na região metropolitana do Rio de Janeiro e de São Paulo. Com a reestruturação, passamos a ter uma presença maior em outras localidades. Estamos muito felizes com os resultados aqui”, complementa o VP da United. O Brasil é a menina dos olhos para a aérea na América do Sul, sendo o maior gerador de receita na região. “Os negócios aqui têm se fortalecido de um ano e meio para cá. Notamos um pouco de calmaria nos últimos meses, mas é mais por causa da proximidade das eleições. O País é visto como um mercado importante não só para as Américas como para o mundo todo, e vamos continuar nos concentrando para atender nossos clientes aqui e nos certificarmos de que somos uma peça-chave na indústria da aviação do País”, comenta o VP de Vendas da United para as Américas. PARCERIA COM AZUL O investimento na Azul Linhas Aéreas (hoje a United tem 8% de participação na companhia brasileira), é considerado estratégico para ele. “E tem o potencial de se tornar algo maior”, complementa (a expectativa agora gira em torno de uma joint venture, após a aprovação do acordo de céus abertos pelo Senado no início de março deste ano). O fato de o hub da Azul estar localizado em Campinas (SP), distante uma hora do aeroporto de Guarulhos (SP), não é visto como um empecilho para ele. Pelo contrário. “Isso nos dá amplitude na cobertura entre as duas áreas, lembrando que há alguns voos da Azul que se conectam com o nosso serviço em Guarulhos. É claro que gostaríamos de ver a Azul operar mais voos lá, mas o seu hub em Campinas (SP) já opera notavelmente bem”, elogia Cefolia. A Azul é a aérea que opera em mais destinos no País. Pontualidade e regularidade nos voos continua sendo um item de extrema importância para a United. “Registramos 38

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Jake Cefolia em entrevista para a PANROTAS

Lucimar Reis é pivô da reorganização da United no Brasil, segundo Cefolia

em todo o ano de 2017 e até o momento em 2018 o melhor desempenho de horário de partida em relação a todos os nossos concorrentes nos Estados Unidos. Sabemos que os clientes realmente apreciam a pontualidade. Eles não querem perder suas reuniões e nós não queremos que eles as percam”, comenta Cefolia, reiterando o quão importante é para a aérea garantir a confiabilidade dos passageiros. “Temos um programa de compromisso de performance global com nossos clientes corporativos, o qual os compensa com benefícios e reduções de

taxas caso a United não cumpra suas metas operacionais. Mas acredite, eles não querem ser pagos por esse motivo”, salienta Cefolia. “Até agora não tivemos que pagar essa compensação aos clientes, o que mostra que temos grande responsabilidade no que diz respeito aos nossos compromissos operacionais. Estamos realmente orgulhosos do trabalho de nossas equipes, tanto nos voos como nos aeroportos, e sabemos que esse é um bom momento para voar de United ou trabalhar para ela”, opina o VP da aérea norte-americana.

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Cabine Polaris

POLARIS A nova classe executiva Polaris pouco a pouco vai tomando conta da frota da aérea: quase todos os B777-300ER já estão equipados com os novos assentos (14 foram entregues no ano passado, três este ano e a aérea deve receber mais um até final de 2018). “Nossos B767-300ER e B777200ER também já iniciaram o re-

trofit”, conta Cefolia. A implementação das novas poltronas no restante da frota será concluída até 2021 e os novos assentos já vêm esporadicamente ao Brasil com o Boeing 767, mas a vinda definitiva deve acontecer até o final deste ano. As duas primeiras rotas que receberão a novidade sairão de São Paulo e Rio

de Janeiro para Houston (EUA). No que se refere aos lounges da Polaris, os primeiros aeroportos a recebê-los foram os de Chicago, São Francisco e Newark, que deverão ser seguidos por Houston até o final deste ano. “Em seguida teremos os novos lounges em Los Angeles e Washington, para então serem construídos em localidades t

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t internacionais, como Hong Kong, Tóquio e Londres”, conta o VP de Vendas da United para as Américas. CONECTIVIDADE Os serviços de wi-fi oferecidos pela aérea também têm sido melhorados. A aérea tem três provedores de serviços wi-fi diferentes e todos eles passaram por recentes melhorias no que se refere à cobertura e velocidade das conexões. E quais outras novidades podemos esperar? “Estamos testando um novo processo de embarque nos Estados Unidos. O grande problema do processo atual é que temos cinco grupos de embarque e cada em tem sua própria fila, que começa a se formar com antecedência. Isso acaba gerando um congestionamento na área de embarque e, às vezes, até mesmo nas passarelas, dificultando a circulação de pessoas que nem estão nesse voo. A ideia é que o nosso novo processo tenha apenas duas faixas de embarque. Ainda teremos os cinco grupos de passageiros, mas só chamaremos as pessoas quando chegar a hora de seu grupo embarcar. Consequentemente, o congestionamento será evitado. Esse é um exemplo tangível de algo que vamos fazer para melhorar a experiência dos clientes e dos aeroportos”, conta. Ele também cita os novos restaurantes do Aeroporto Internacional de Newark (EUA), construídos em parceria com a emprea OTG, responsável também por toda a remodelação do Terminal C do aeroporto. A ideia é tornar a espera dos passageiros mais confortável, e para isso os restaurantes oferecem um Ipad nas mesas, permitindo que os passageiros não apenas peçam suas refeições e bebidas, como também digitalizem seus cartões de embarque e sejam notifi-

Polaris Lounge SFO

cados quando for a hora de embarcarem em seu voo. A ideia da aérea é segmentar os clientes não mais por comportamento (viajante a lazer ou negócios), mas por atributos de produto. “Isso significa que teremos todo tipo de produto, Economy, Economy Plus, Premium Plus, Premium Economy, a classe executiva Polaris, e essa é uma maneira de criar mais segmentos de demanda”, explica Cefolia. Sustentabilidade também é outro fator que está no foco da aérea, que implantou um programa de lavagem de motores das aeronaves que permite a economia de combustível e, consequentemente, reduz as emissões atmosféricas. A companhia foi vencedora na categoria ‘Emissões Atmosféricas’ com esse projeto, realizado por sua equipe de manutenção nos aeroportos de São Paulo (GRU) e Rio de Janeiro (GIG), onde a United possui operação, e a companhia também foi reconhecida na 13º edição do Prêmio

Brasil Ambiental da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro (Amcham Rio). A FORÇA DAS TMCS No que se refere ao mercado de viagens corporativas, Cefolia acredita que o papel das TMCs se tornará cada vez mais importante para as empresas. “As agências de viagens corporativas veem negócios competitivos entre si e a concorrência continua a motivá-los a inovar para atender bem seus clientes, demonstrando que seus serviços são valiosos e valem as taxas que elas cobram”, pontua o executivo. Ele considera que o papel da TMC se tornará ainda mais importante, e boa parte disso se deve ao fato do aumento do enfoque em questões de duty of care. “A TMC continua sendo a melhor escolha para entender e identificar onde os viajantes estão e quais são suas necessidades”, finaliza Cefolia.

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ACCOR NO BRASIL Raphael Silva

A conexão da Accor Hotels com os fãs brasileiros nas redes sociais é praticamente uma vitrine. Isso mostra que o foco da rede francesa no País, onde tem cerca de 250 unidades, não fica apenas no discurso de seus executivos. Seja para as acomodações, destinos ou ações da rede, Facebook e Instagram aparecem como a ‘porta de entrada’ aos interessados em obter um pouco mais de informação sobre a marca. Se o objetivo da rede social é interagir, nada melhor que repostar a foto de um seguidor. Foi isso o que a Accor fez com Caio, aproveitando para mencioná-lo e, ao mesmo tempo, promover o Mercure Rio Vermelho (BA).

Seguindo as ativações temáticas, essa foi a vez de a rede hoteleira ser reconhecida. No post em que exaltou a causa LGBT, ganhou elogios dos seguidores durante a campanha contra o preconceito.

Promover o hotel não é o suficiente. Sendo assim, a Accor também utiliza os destinos para atrair fãs no Instagram, apostando, claro, em belas fotos, e na conexão com suas acomodações. PERFIL Facebook:@AccorHotels.Brazil 1.690.347 curtidas na página

Instagram: @AccorHotels_BR 18,8 mil seguidores

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Recém-inaugurado na Itália, o MSC Seaview vem para a próxima temporada e promete mexer com o setor de cruzeiros no Brasil. Há quem diga que...

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