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Sonia Guggisberg Arte MULTIMIDIA


Sonia Guggisberg Em sua trajetória artística, construiu um pensamento poético em torno do conceito de mobilidade e imobilidade, criando relações e tensões entre o que faz mover e o que estanca. Doutora em comunicação e semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (Bolsa Fapesp) e mestre em artes pela universidade Federal de Campinas, São Paulo. A artista também tem em seu currículo a formação em desenho industrial. Chegou a expor pinturas, porém na década de 90, influenciada por artistas brasileiros neoconcretistas como Lygia Clark e Hélio Oiticica, ela passa a produzir esculturas moles, com materiais flexíveis como feltro, lona e borracha, que a artista chamou de “Corpos e Dobras”. Neste momento, a produção era sobre objetos que permitissem estabelecer relações plásticas e construtivas, as matérias ganhavam corpo na manipulação, e a ação da artista era trabalhar o plano com dobras.

As obras eram intrinsecamente efêmeras, já que essas dobras eram estruturadas pela artista no espaço expositivo onde era criado relação da escultura com o espaço. Neste período que a artista trabalha com esculturas moles, e questões como instabilidade e efemeridade, o conceito de mobilidade x imobilidade, se revela para a artista, e esse assunto passa a ser recorrente em sua pesquisa. Dos feltros e borrachas passa a utilizar tubos flexíveis para chegar aos infláveis e à água, série que a artista chamou de “Amorfos”.

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Em seguida, inicia sua tese de mestrado com “Bolhas Urbanas”, onde Sonia abandona as paredes e passa a ocupar diferentes espaços urbanos. Nessas instalações em espaços públicos, a artista criou um jogo de tensões entre ar e água, duas matérias que guardam em si a impossibilidade de serem moldadas, porém dessa relação a artista criou bolhas enormes que foram expostas junto a patrimônios históricos abandonados, que tinham como objetivo, explorar as possíveis relações na efemeridade da obra em relação ao descaso com nossa história e memória.

O movimento presente nas estruturas moles e efêmeras é substituído por imagens fotográficas e imagens em movimento. Em 2006 a artista passa a se dedicar à fotografia e ao vídeo, criando videoinstalações com projeções no chão. As projeções criavam espaços virtuais, atravessando a superfície do solo, criando espaços dentro de espaços, propondo reflexões sobre questões humanas acerca da clausura, confinamento e pressões. A artista coloca imagens de nadadores dentro de bolhas de água em objetos, e na projeção, o nadador nada sem cessar com os pés amarrados. Em ambas as situações aborda as questões citadas à cima. O conceito de movimento com suas tensões, seu inverso, passa a ser a linha condutora de sua pesquisa. A água passa a ser matéria constitutiva e preponderante em sua pesquisa. A água como patrimônio de vida, coloca a artista para a superfície do solo em, seguida em seu local de origem, o subsolo, onde se encontram as reservas subterrâneas. Essa pesquisa deu origem a videoinstalação “Nascente”, projeção de uma nascente em espelho de água dentro do antigo cofre do Centro Cultural do Banco do Brasil, propondo uma reflexão entre mananciais naturais e as reservas financeiras do país. Agregando um engajamento sócio político para o trabalho, que a despertou para entender e a investigar o subsolo da cidade de São Paulo, voltando seu olhar enfaticamente para questões sociais e políticas do mundo contemporâneo. Imobilidade ganha outro viés, que consiste na reflexão sobre a morosidade da condição sociocultural do mundo contemporâneo. Em seguida passa a investigar desmanche do espaço urbano, através das demolições, e a ressignificação, a capacidade de reformulação destes mesmos espaços. Nos últimos anos passou a pensar novas possibilidades para o vídeo documental e suas extensões, assunto de seu doutoramento. O corpo desse pensamento são obras de sua pesquisa:


O documentário “Subsolo” (sobre o solo subterrâneo da Av. Paulista). Videoinstalação “Cachoeiras Urbanas” (integra uma pesquisa que se dirige para o pensamento sobre estruturas que não se estruturam, que se tornam fluídas e estão sujeitas a se desfazerem, redesenhando não só as cidades, mas as redes de relações sociais e políticas). “Castelo de Cartas” ( constrói um testemunho sobre o desmanche na cidade em um mosaico de nove telas simultâneas). “Sistemas Ecos” (proposta coletiva de compartilhamento de linguagens artísticas e obras inéditas concebidas por um grupo de convidados).

No “Sistemas Ecos” a artista dirigiu e trabalhou, onde artistas experientes e alunos (artistas aprendizes), elaboravam novas maneiras de organização em diferentes saberes artísticos, estabelecendo conexões de troca e a produção coletiva de trabalhos que refletissem as questões urbanas da grande metrópole. Não por acaso a escolha da realização do projeto, foi a Praça Victor Civita. Anteriormente ao projeto, o espaço estava degradado e contaminado pela incineradora por 40 anos de despejos de lixos, e agora está revitalizado, oferecendo possibilidades culturais para o público. Deste projeto “Sistemas Ecos”, que aconteceu em 2013, a artista criou dois trabalhos: “Mercúrio”, que nasce da pesquisa sobre o solo contaminado por resíduos depositados na Praça Civita. “Samarinas” (Last Dream), integra uma série de vídeo instalações que partiram da observação do redesenhar urbano da cidade de São Paulo, onde imagens de demolições foram captadas, mas que também conta o fim de uma história familiar, porém comum quando se trata da cidade de São Paulo.

No ano seguinte no Sistemas Ecos 2014 a artista realizou “Lost Souds”, onde fez uma longa pesquisa sobre a história local do incinerador, e procurou recriar os sons e ruídos do entorno do local, o cotidiano vivido ali. O trabalho traz ao público a oportunidade de ativar a memória local. Todos os vídeos da artista e os detalhes de todos seus trabalhos, podem ser vistos em seu site:

www.soniaguggisberg.com www.sistemasecos.com

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Recentemente Sonia Guggisberg apresentou uma exposição individual em Nova Iorque, no início deste ano 2015, no Media Noche New Media Gallery and Digital Film studio, intitulada “Crossing Images”, que exibia 3 videoinstalações. Um vídeo exibia uma série de edifícios sendo destruídos em São Paulo. A segunda instalação em vídeo narra uma demolição acompanhado por melancólicas memórias e nostalgia. Na terceira vídeo instalação, as imagens mostram o cruzamento de viagens através do campo suíço e a fusão com imagens de São Paulo e seus povos.

http://medianoche.us/exhibits/exhibit.php?exhibit=Crossing_Images

E em São Paulo apresentou exposição individual na Galeria Rabieh, intitulada Em Trânsito, com videoinstalação, vídeo-loop e fotografias, com imagens de suas viagens pela Alemanha e Suíça, captadas para dar continuidade em seu pensamento sobre movimento x imobilidade, memória, tempo, velocidade, fluxos e dimensões. Essas imagens ao se fundirem como em “Crossing Images”, confundem a percepção do que é estático e do que está em movimento, ou em “Horizonte Móvel”, videoinstalação constituída por 3 projeções simultâneas de grande dimensão, de ondas gigantescas de água das Cataratas do Niágara, devido ao grande volume de água, jamais chegam a quebrar criando uma mobilidade suspensa.

Em todos os vídeos e imagens da mostra “Em Trânsito”, podemos observar presença constante dos conceitos de movimento, tempo e memória. Sonia Guggisberg foi a única artista brasileira a ser selecionada para o vídeo Guerrilha 2015.

O Vídeo Guerrilha é uma intervenção urbana que estimula a produção artística na arquitetura e no espaço público das cidades, projetando em grandes formatos obras de diferentes linguagens e autores. É um festival que pretende rodar diversas cidades do Brasil e do mundo, promovendo o intercâmbio artístico, cultural e profissional não só de artistas, mas também de cidadãos, estudantes e organizações. Mais detalhes sobre o vídeo Guerrilha pode ser visto no site:

http://www.videoguerrilha.com.br/o-projeto Nesta matéria todos poderão apreciar e conhecer um pouco mais, a beleza poética e o engajamento político social desta grande artista!


EMTR창nsito


Escadas 0,75 x 100 m Fog | 2015 Fotografia digital montada em ACM, 2015. Imagens captadas na travessia do lago Constance, Suíça. (Fotografias feitas em celular) Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh

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Ă‚ncora, 2015 VĂ­deo-loop Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh


No Horizon 120 x 0,80m Fog | 2015 Fotografia digital montada em ACM, 2015. Imagens captadas na travessia do lago Constance, Suíça. (Fotografias feitas em celular) Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh

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Tríptico: Mar Fog | 2015 Fotografia digital montada em ACM, 2015. Imagens captadas na travessia do lago Constance, Suíça. (Fotografias feitas em celular) Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh


Bola 1 0,75 x 100 m Fog | 2015 Fotografia digital montada em ACM, 2015. Imagens captadas na travessia do lago Constance, Suíça. (Fotografias feitas em celular) Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh


Bola 2 0,75 x 100 m Fog | 2015 Fotografia digital montada em ACM, 2015. Imagens captadas na travessia do lago Constance, Suíça. (Fotografias feitas em celular) Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh


Horizonte Móvel | 2015 vídeo instalação com projeção tripla ( 2012) Imagens captadas na Niagara Falls, Canadá. Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh


Barco, 2012 2 VĂ­deo-loop Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh

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Barco | 2011 Vídeo- instalação 2+6 “Diálogos do Moderno ao Contemporâneo”, Torre Santander, São Paulo, SP Imagens captadas na Niagara Falls, Canadá.


Crossing Imagens / São Paulo | 2015 Fotografia digital montada em metacrilato – 230 x 0.50 m Imagens captadas em diferentes trajetos de trens na Alemanha e Suíça Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh

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Crossing Imagens / São Paulo | 2015 Fotografia digital montada em metacrilato - 261 x 0,50m Imagens captadas em diferentes trajetos de trens na Alemanha e Suíça Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh

Crossing Imagens / São Paulo | 2015 Fotografia digital montada em metacrilato - 200 x 0,50m Imagens captadas em diferentes trajetos de trens na Alemanha e Suíça Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh

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Crossing Imagens / São Paulo | 2015 Fotografia digital montada em metacrilato - 292 x 0,50m Imagens captadas em diferentes trajetos de trens na Alemanha e Suíça Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh

Crossing Imagens / São Paulo | 2015 Fotografia digital montada em metacrilato - 300 x 0,50m Imagens captadas em diferentes trajetos de trens na Alemanha e Suíça Curadoria Priscila Arantes Galeria Rabieh


Crossing Images / New York | 2015 Exposição Media Note New Media Gallery and Digital Film Studio 2015 Curadoria Judith Scalona

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Ecologias

Urbanas


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Last Dream - Samarina | 2013, Videoinstalação vídeo loop 5′ – container and rubble Exposição : Sistemas Ecos – Praça Vitor Civita, São Paulo. Prêmio Brasil de Fotografia espaço Porto Seguro, São Paulo. Curadoria Prêmio Brasil de Fotografia: Ensaios


Subsolo| 2013 Filme Documentรกrio 26min

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Subsolo| 2013 Filme Document叩rio 26min Bienal de Arquitetura de S達o Paulo, Centro Cultural S達o Paulo , SP. Curadoria Bienal de Arquitetura de S達o Paulo - Guilherme Wisnick

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Mercúrio | 2013 Fotografia em MDF – 6m x 4m Exposição Sistemas Ecos – Praça Victor Civita, São Paulo SP Curadoria Sistemas Ecos


Grade| 2012 Curadoria Priscila Arantes SITE SPECIFIC – Espaço Quadrado Paço das Artes, Cidade Universitária, SP.

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Cachoeiras Urbanas| 2012 Vídeo – loop 6'


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Cachoeiras Urbanas| 2012 Vídeo – loop 6' Instituto Figueiredo Ferraz Curadoria Cauê Alves


(I)MOBILIDADE


Submers達o | 2014 / 2015 Print on canvas 7,50m x 57m 46 - 47


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Liberdade Virtual | 2014 Projeção de vídeo na tela submersão Virada Cultural


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Fundo| 2010 Exposição Individual – site specífic, Som: Dudu Tsuda Curadoria de Rejane Cintrão Centro Cultural do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos


Km/Tempo | 2010 Vídeo Instalação (8 telas) Vivo Art.Mov – artista convidada Curadoria Lucas Bambozzi

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Deriva | 2010 série (I)mobilidade Videoinstalação 3 telas sincronizadas Exposição Sujeito: Corpo SESC Pinheiros, SP Curadoria SESC


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Buracos| 2010 Videoinstalação - 8m x 8m


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Buracos| 2010 Série (I)mobilidade Videoinstalação - 8m x 8m Exposição - Oca / Ibirapuera São Paulo Curadoria Marcelo Dantas Apoio: Cinemalink


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1-Nadador II | 2009 - série (I)mobilidade Videoinstalação – Loop Exposição Tempo ‘buscar’, SESC Piracicaba, SP Curadoria Sesc 2-Nadador I | 2007 SESC Pinheiros, SP Curadoria Juliana Monachesi

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Contra Corrente | 2009 - Série (I)mobilidade Videoinstalação – Loop (F.A.q.2) Sincretismo dos sentidos, SESC Ipiranga, SP Curadoria: Lali Krotoszynski | Mário Ramiro | Sérgio Basbaum


Lenรงol Freรกtico


Lençol Freático | 2008 Exposição Individual Fotografia e videoinstalação Centro Cultural Banco do Brasil – SP Curadoria e texto Paula Alzugaray

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Bolhas

Imagem


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Bolhas Imagem | 2007 Exposição - Mergulho SESC Pinheiros, SP Curadoria -Juliana Monachesi


Bolhas Urbanas 70 - 71


Bolha Urbana I | 2006 Instalação feita na Vila Maria Zélia SP Trabalho de Mestrado

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Bolhas Urbanas II | 2006 Instalação Arquivo Histórico Municipal São Paulo, SP Trabalho de mestrado


Bolhas Urbanas III | 2007 Casa Modernista SP Trabalho de Mestrado

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Bolhas| 2005 Instalação – Pvc, ar, e água 1.50 m x 10 m x 3 m Vale no Anhangabaú, SP Curadoria Júlio pessoa Virada Cultural


Amorfos


Amorfos | 2003 Esculturas infláveis. PVC, ar, água e alumínio. Galeria Virgílio - SP Texto curatorial Georgia Lobachef


Amorfos | 2002 Esculturas infláveis PVC, e tubos flexíveis em aço inox. Galeria Baró Senna -SP

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Amorfos | 2002 Esculturas infláveis, PVC, ar, areia, tubos flexíveis Galpão 15 - Brooklin SP Coordenação Curatorial de Geórgia Lobacheff


AteliĂŞ da artista em 2002

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Corpos de

Dobras


Corpos de Dobras “12 tiras” | 2001 Borracha 2.20 m x 12 m x 1.60 m MUMA Curitiba Exposição individual Museu Metropolitano de Curitiba-PR Curadoria Fabiana Werneck


“Corpos “| 2000 Feltro, borracha e fio de aço 3.20 m x 4.50 m x 8 m Capela Morumbi Curadoria Museu da Cidade

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Vidas Suspensas | 2000 Texto curatorial Fabiana Werneck Feltro e borracha Galeria Millan SP


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Corpos de Dobras The body of the folds - Correio | 1999 Esculturas em feltro Curadoria/ Katia Canton Centro Cultural dos Correios RJ.


Skin Soul | 2003 Esculturas em Feltro Centro Cultural Banco do Brasil-SP Curadoria Kรกtia Canton

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Corpos de Dobras The body of the folds | 1999 Esculturas em feltro Curadoria e texto Katia Canton Galeria SESC Paulista SP


Exposições 2015 Prêmio Brasil Fotografia - Ensaios ESPAÇO PORTO SEGURO, São Paulo. Exposição Individual - Sonia Guggisberg “Crossing Images”. Three new vídeo instalations at Media Noche New Media Gallery and Digital Film Studio, NY. Seminário Internacional Diálogos Transdisciplinares: arte e pesquisa Paço das Artes – USP Pesquisas de artistas II Simpósio de Etnologia – SIEEF 12th Congress: Zagreb, Croatia, apresento: Red. Athens ( Documentário, curta ) O Espírito de Cada Época – Instituto Figueiredo Ferraz – Ribeirão Preto - Obra: Cachoeiras Urbanas ( videoinstalação) Festival Internacional de Vídeo Art ((id) art_fest) trabalho: Last Dream, Videoinstalação. Palazzo Bonfranceschi, Via Cavour 14, historical center of Belforte del Chienti, Italy. Simposio Valletta Valletta International Visual Arts (VIVA) Curadoria Raphael Vella St James Cavalier Centre for Creativity in Valletta, Malta; ( http://www.sjcav.org/ ) Nottes Biancas, Valletta. Malta. Exposição Individual IN TRansit, 2015 Galeria Rabieh - Curadoria Priscila Arantes examples to follow! expeditions in aesthetics and sustainability Rauch Museum Wendelin-Rauch- Straße D-97896 Freudenberg/ Main www.rauchmuseum.de www.z-n-e.info Video Guerrilha 2015

Artista Convidada

CAF. Madrid Artista pesquisadora convidada http://commonactionforum.net/

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www.soniaguggisberg.com.br


O Instituto Tomie Otake apresenta em São Paulo a exposição "Frida Kahlo - conexões entre mulheres surrealistas no México"


A exposição é composta por cerca de 100 obras de 16 artistas, focando especialmente as artistas mulheres nascidas ou radicadas no México, todas protagonistas ao lado de Frida Kahlo.

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Com curadoria da historiadora mexicana Teresa Arcq, que organizou uma exposição exclusiva para o Brasil, onde reuniu dos trabalhos de Frida Kahlo, 20 telas, 13 obras sobre o papel, 9 desenhos, 2 colagens e 2 litografias. Apresentando uma ampla mostra do seu pensamento plåstico.


Frida Kahlo “Autorretrato com macacos” 1943 (óleo sobre tela) The Vergel Foundation 102 - 103


Frida Kahlo durante a sua breve vida, pintou apenas 143 telas, sendo que 20 destas obras est達o presentes na exposi巽達o, e 6 pinturas s達o autorretratos


Frida Kahlo “Diego em meu pensamento” 1943 (óleo sobre tela) The Vergel Foundation 104 - 105


Frida Kahlo “Autorretrato com tranças” 1941 (óleo sobre tela) The Vergel Foundation 106 - 107


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Frida Kahlo “Autorretrato com colar” 1933 (óleo sobre tela) The Vergel Foundation

Frida Kahlo “Retrato de Diego Rivera” 1937 (óleo sobre madeira masonite) The Vergel Foundation


Martin Munkácsi “Diego Frida” 1934 gelatina prata (impressão tardia por Joan Munkácsi) The Vergel Foundation

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Diego Rivera “Nu Frida Kahlo” 1930 (Litografia) The Vergel Foundation


Frida Kahlo “Cromóforo, Auxocromo” 1944 (colagem e tinta) The Vergel Foundation

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Outras protagonistas deste movimento de mulheres sul realistas mexicanas, que estiveram ao lado de Frida Kahlo, foram, Maria Izquierdo, Remedios Varo e Leonora Carrington. Nas próximas páginas vocês poderão apreciar uma pequena mostra dos trabalhos destas poderosas mulheres.

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Leonora Carrington “ A artista viajando incógnita” 1949 (Óleo sobre tela) Coleção Rowland Weinstein Cortesia Weinstein Gallery


María Izquierdo “Carroça” 1946 (Óleo sobre tela) Coleção Sepulveda Fernandez

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Remedios Varo “Carroça” 1955 (Óleo sobre madeira masonite) Coleção do Museu de Arte Moderna do México


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Os figurinos originais de Frida Kahlo estão expostos na Casa Azul no México, de onde não é permitido sair. A curadoria da exposição, a partir das fotografias de Nickolas Muray, produziu réplicas que se aproximam muito das originais de Frida Kahlo.

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Frida Kahlo compunha o seu figurino com muitas cores, tecidos e vestimentas de vários povos e tribos do México. Ela era uma personificação da cultura mexicana. Com muita personalidade, presença e atitude.

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Nickolas Muray “Frida Kahlo em um banco #5” 1938 (Impressão Carbro) The Vergel Foundation


Frida Kahlo “Menina tehuacana, Lucha maria o sol e a lua” 1942 (Óleo sobre madeira masonite) Coleção Pérez, Simon, México 136 - 137


Frida Kahlo “Colagem com duas moscas” 1953 (Colagem e aquarela sobre papelão) The Verger Foundation


Frida Kahlo “Retrato de Miguel N. Lira ” 1927 (Óleo sobre tela) Cortesia do Governo do Estado de Tlaxcalteca, Instituto Tlaxcalteca da Cultura Museu de Arte Tlaxcalteca

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Rosa Rolanda “Autorretrato” 1958 (Óleo sobre tela) Coleção do Museu de Arte Moderna do México


Alice Rahon “Andrógino” 1946 (Marionete em arame) Coleção do Museu de Arte Moderna do México

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A exposição possui vários registros fotográficos. Destacam-se os trabalhos de Lola Álvarez Bravo, Lucienne Bloch, Kati Horna e as imagens icônicas de Frida Kahlo produzidas pelos fotógrafos Nickolas Muray, Bernard Silberstein, Hector Garcia, Martim Munk e em uma litografia de Diego Rivera, Nu (Frida Kahlo), 1930..


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Lucienne Bloch “Frida Kahlo no hotel Barbizon Plaza” 1931 (Óleo sobre tela) The Vergel Foundation

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Frida Kahlo “conexões entre mulheres surrealistas no México” Visitação de 27 de setembro de 2015 a 10 de janeiro de 2016 De terça a domingo, das 11h às 20h R$ 10,00 e R$ 5,00 (até 10 anos grátis); às terças grátis

compra de ingressos: ingresse.com, aplicativo do Instituto Tomie Ohtake, ou na bilheteria do Instituto de terça a domingo, das 10h às 19h.

Instituto Tomie Ohtake Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropés 88) Pinheiros SP Fone: 11 2245 1900


Duda Penteado

Paulistano formado em comunicação pela FIAM – São Paulo na década de 90, sempre frequentou ateliês de arte, fazendo cursos, e aumentando seu repertório artístico. Orientado pelo artista contemporâneo Elias Muradi, Duda inicia seu pensamento plástico com a série “Elemental Fossils”, nesta série o artista criava composições com ossos e se apropriava de ossos de boi compondo esculturas. Neste momento Duda desperta para o potencial transformador da arte. Em meados dos anos 1990, Duda inicia um curso de inglês e viaja para Nova Iorque, com seu portfólio em baixo do braço. Passou por muitas experiências e vários trabalhos para sua subsistência. Ficou um tempo sem produzir arte, passando a observar e absorver tudo a sua volta. Mudou- se do Brooklyn e passou a residir em Kew Gardens Queens com amigos, local onde produziu e experimentou muita arte. 148 - 149


Em 1996, Duda passa a trabalhar em um importante estúdio de impressão nova iorquino, na Brand x Editions, onde conheceu a mestra impressora, Sheila Marbain, uma das precursoras do processo de monotipia em seda, o silk- monotype. Desse convívio e aprendizado, o artista incorpora as experiências em seu trabalho. Conviveu com expoentes do movimento Pop Art. Na mesma época, Duda recebeu uma bolsa integral do Vermont Studio Center, maior programa dos Estados Unidos de artistas residentes. Com a vivência do ateliê, o artista cria um corpo com ações educativas, e começa um ciclo de oficinas e palestras em várias universidades norte americanas, promovendo e trabalhando em projetos sociais, para crianças e jovens. A partir desse momento, a construção de seu pensamento plástico se configura e fundamenta – se em um diálogo constante entre arte, sociedade, política e educação. Que podemos observar tanto nas suas ações educativas, mas também em suas pinturas, murais e esculturas.

Suas pinturas são fortes expressões, com traços gestuais e um desenho que se estrutura com linha contínua, que se sobrepõem, criando planos de cores fortes e vibrantes, com muita textura, que nos remetem a vísceras, e uma aura de mistério, fazendo o espectador mergulhar em seu mundo carregado de ícones e figuras de seu inconsciente criando uma suspensão para reflexões existenciais de vida e morte, matéria e espírito. Duda Penteado vive entre Brasil e Estados Unidos, expondo seus trabalhos, realizando palestras e oficinas. Durante todos esses anos expõe aqui no Brasil, nos estados Unidos e em outros países. Mesmo vivendo nos Estados Unidos e absorvendo toda a cultura social e política, em um determinado momento o artista sentiu a necessidade de fazer um mergulho em suas raízes brasileiras. Em 2012 passou dez dias no Xingu, Mato Grosso, na tribo Mehinako, e participou das festas do Quarup. Uma forte impressão que teve dos índios e o fato de todas as crianças fazerem arte. Deste convívio, Duda repensa o conceito de civilização e as práticas da cidadania brasileira. E dessas experiências sobre a vida indígena brasileira, preparam o artista para a sua participação no Evento Rio Transcultural, que se realizou no Rio de Janeiro, no início de 2013. Duda Penteado é um artista inquieto, e atuante, cheio de projetos. Está em exposição individual no Museu Afro Brasil, no Parque Ibirapuera, São Paulo, até 03 de janeiro de 2016, com a mostra “Raízes e Fragmentos. Uma Viagem ao Território Mental”. Nas páginas que seguem, mostramos um pouco da bela exposição e algumas obras das várias fazes do artista Duda Penteado.


Ra铆zes e Fragmentos Uma viagem ao territ贸rio mental


Sem tĂ­tulo 2012 TĂŠcnica mista sobre papel 70 x 50 cm

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1-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm

2-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm

3-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm

4-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm


Sem tĂ­tulo 2012 TĂŠcnica mista sobre papel 70 x 50 cm 154 - 155


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1-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm 3-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm

2-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm 4-Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm


Sem tĂ­tulo 2012 TĂŠcnica mista sobre papel 70 x 50 cm

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Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm

Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm

Sem título 2012 Técnica mista sobre papel 70 x 50 cm


SertĂŁo iluminado 2013 TĂŠcnica mista sobre tela 150 x 130 cm

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Coração 2013 Técnica mista sobre tela 130 X 150 cm

Clube Privado 2014 Técnica mista sobre tela 130 x 150 cm


Encruzilhada 2013 TĂŠcnica mista sobre tela 130 x 160 cm


Meditação 2013 Técnica mista sobre tela 100 x 80 cm

Marionete 2013 Técnica mista sobre tela 100 x 80 cm


Serra da Capivara 2013 TĂŠcnica mista sobre tela TrĂ­ptico 100 x 80 cm

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Ebulição 2013 Técnica mista sobre tela 150 x 130 cm 164 - 165


Encontro 2013 TĂŠcnica mista sobre tela 130 x 150 cm


Guerreiro Alado 2012 TĂŠcnica mista sobre tela 237 x 125 cm 166 - 167


Archival

1995 - Present


Na outra página: Calvin Does”nt/ Reg.E Gaines – Poetry 2000 Acrílico sobre tela 51 x 74 pol. David and The Bird / Reg.E Gaines - Poetry 2000 Acrílico sobre tela 49 x 69 pol. Crislada 2001 Técnica mista sobre madeira 47 x 69 pol.

ABC/ Reg.E Gaines /Poetry 2000 Acrílico sobre tela 30 x 48 pol.


Troubadour I 2009 Acrílico sobre papel 48 x 48 pol.

Troubadour II 2009 Acrílico sobre papel 25 x 32 pol.

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Fish Bones 1998 AcrĂ­lico sobre tela 38 x 35 pol.

Seahorse 1997 TĂŠcnica mista sobre tela 30 x 40 pol.


Beauty

for Ashes


Beauty for Ashes 2002 TĂŠcnica mista sobre tela 96 x 48 pol.


Tower 2002 TĂŠcnica mista 48 x 12 x 12 pol.

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1-Movies are not entertainment 2005 Técnica mista sobre madeira 48 x 56 pol. 2–We are You 2005 Acrílico sobre tela 48 x 24 pol. 3-Flag e Target 2005 Técnica mista sobre madeira 48 x 36 pol.

2

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Triacono Elemental Fossils I 1998 - AcrĂ­lico sobre tela - 34 x 56 pol.


Todos fazem parte da sĂŠrie: Elemental Fossils II 1999 Monotipia em seda 23 x 19 pol.


1

3

2

4

1-Moala /elemental Fossils I 1999 Monotipia em seda 42 x 30 pol

3-Cadono/elemental Fossils I 1999 Monotipia em seda 42 x 30 pol

2-Maratum/elemental Fossils I 1999 Monotipia em seda 42 x 30 pol

4-Mandivula /elemental Fossils I 1999 Monotipia em seda 42 x 30 pol

5-Trepole / Elemental Fossils I 1999 Aquarela sobre papel 14 x 20 pol

7-Garabe/ Elemental Fossils I 1999 Aquarela sobre papel 14 x 20 pol

6-Vegila/ Elemental Fossils I 1999 Aquarela sobre papel 14 x 20 pol

178 - 179


5

6

7


Glocallica

Glocallica série XXV 2010 acrílico sobre tela 59 x 31 pol.


Glocallica série XXII 2010 Acrílico sobre tela 39 x 39 pol. 182 - 183


1

2

3

4

1- Glocallica Serie I (A) 2009 Acrílico sobre papel 25 x 36 pol.

3- Glocallica Serie II (A) 2009 Acrílico sobre papel 25 x 36 pol.

2- Glocallica Serie I (B) 2009 Acrílico sobre papel 25 x 36 pol

4- Glocallica Serie II (B) 2009 Acrílico sobre papel 25 x 36 pol.


Glocallica serie XIII 2009 AcrĂ­lica sobre papel 36 x48 Pol.


1 2 1

1-Glocallica serie VII – 2009 Acrílica sobre papel 36 x48 pol 2-Glocallica serie XII - 2009 Acrílica sobre papel 36 x48 pol 3 -Glocallica serie V - 2009 Acrílica sobre papel 36 x48 pol 3

2

3


In Search of

Paradise


1

1- In Search of Paradise XVI 2008 Acrílico sobre tela 30 x 24 pol 2

2-Cage / In Search of Paradise XXIV 2006 Acrílico sobre tela 30 x 24 pol 3 –Day / In Search of Paradise XXIV 2006 Acrílico sobre tela 36 x 60 pol 3


Night / In Search of Paradise XXIV 2006 AcrĂ­lico sobre tela 36 x 60 pol


www.dudapenteado.com


194 - 195


O Museu Afro Brasil juntamente com a Fundação Pierre Verger, apresenta a exposição “As Aventuras de Pierre Verger”, composta por cerca de 270 fotografias do etnólogo, fotografo e babalaô Pierre Verger.


Com a curadoria e coordenação da Alex Baradel, que é o responsável pelo acervo da Fundação Pierre Verger. Ele reuniu além das 270 fotografias que Verger registrou em diversas partes do mundo, vídeos, tecidos artesanais de vários países e artes sequenciais (quadrinhos).

196 - 197


Todo este material reunido, ilustra muito bem a exposição que foi elaborada focando além do grande público, o público infanto-juvenil, que poderá apreciar e conhecer vários trabalhos de um dos maiores nomes da fotografia mundial. Dividida em 9 módulos, descrevendo as aventuras de Verger em Paris, Polinésia, Saara, China, Peru, e na África. Com 11 ilustrações do artista visual baiano Bruno Marcello (Bua), que acompanham a mostra, retratando o personagem Verger em diversos episódios e contextos vividos por ele.


POLINÉSIA 198 - 199


200 - 201


SAARA 202 - 203


204 - 205


206 - 207


A exposição se destaca também por explorar o paralelo entre a obra de Verger e As Aventuras de Tintim, histórias em quadrinhos editadas entre 1929 e 1983, bastante populares e que se tornaram clássicas graças ao apuro estético dos traços e aos roteiros bem elaborados pelo autor belga Georges Prosper Reni, mais conhecido como Hergé.


208 - 209


CHINA 210 - 211


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214 - 215


A exposição também traz várias revistas e publicações que utilizavam os registros fotográficos de Pierre Verger pelo mundo.


216 - 217


218 - 219


PERU


220 - 221


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テ:RICA


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Este é o armário em que Pierre Verger guardava as caixas de negativos e a sua máquina fotográfica Rolleiflex, a qual fez a maioria dos seus registos fotográficos.

244 - 245


246 - 247


“As Aventuras de Pierre Verger” de 1/10 a 30/12/2015 Museu Afro Brasil Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Parque Ibirapuera, Portão 10 São Paulo - SP Tel.: 11 3320-8900


Isabelle

Ribot


Les Trois Soeurs 2011 Acrílico sobre tela 265 x 230 cm

Isabelle Ribot é francesa, nasceu na Normandia. Morou em Paris, Lisboa, e desde 2002 está no Brasil. Cosmopolita, sempre viajando, explorando e guardando em sua caixa criativa suas impressões. Sempre com olhar curioso, sem preconceitos, tirando proveito de todos os becos. Isabelle constrói seu repertório poético, como uma colcha de retalhos, trazendo uma história de cada canto. Histórias que se fundem em histórias, em metros e metros de belas linhas, curvas e cores.

250 - 251


A artista tem uma maneira curiosa, inusitada e original, de mostrar e vendar seus trabalhos. Pinta suas narrativas em bobinas de tela que podem chegar a 30 metros e já na exposição se acontecer de alguém querer comprar já começa a cortar sua pintura. Mas se engana quem acha que a artista estraga a obra, ela simplesmente divide sua história, leva encanto à todos os cantos. Essa ação traduz muito a personalidade da artista, com muitas histórias para contar, dividir, partilhar, e sem se apegar, traço dos viajantes. As pinturas são encantadoras, prendem o espectador que quer conhecer um pouco mais da narrativa. Cada personagem, cheio de personalidade, transborda seu entorno, fato este que corrobora para as composições não se perderem. As figuras vivas, sensuais, divertidas. Em meio a naipes, relógios, números, malabares, bailarinas, histórias ricas de cores, texturas e detalhes de linhas curvas e onduladas que nos remetem a art nouveau. Nas paisagens urbanas, a artista também parece contar sua história, com seu olhar pessoal, colori, as paletas cinzas das grandes metrópoles, pois vê cor e vida, com seu olhar arguto de artista. Seus jogos coloridos, curiosos, com regras insólitas, que divertem por não serem atreladas na lógica, e sim na beleza e no acaso, faz o espectador correr por caminhos de um ideal, tirando-os do real.

Com um extenso currículo a artista vive da sua arte, expondo suas obras, ministrando cursos, oficinas e palestras no Brasil e em muitos países. Sempre sorrindo e disposta Isabelle transborda criatividade, parece sempre estar pronta para alguma ação. Vive intensamente explorando novas possibilidades, caminha com coração. Nas páginas que seguem, toda sua magia!


Commedia Dell'arte 2012 Tela inteira 1,60 x 10m AcĂ­lico sobre tela Acima nas 2 pĂĄgs detalhes


La Vie Tourne - Commedia dell ‘ Arte 2012 Acrílico sobre tela – 160 x 230 cm Na outra página: Imensidão - Commedia dell ‘ Arte 2012 Acrílico sobre tela sobre madeira e resina


1

2

Na outra página: Le Voyage 2010 Acrílico sobre tela 1- Surprise – Commedia dell’Arte 2011 Acrílico sobre tela 160 x 230 m 2- Introducion à la Commedia dell’Arte 2013 Acrílico sobre tela, sobre madeira e resina


Na outra página: IDoru Mise à Nu 2008 Acrílico sobre tela 170 x 130 cm Idoru Les Jeux Sout Faits 2008 Acrílico sobre tela 180 x 125 cm


Craps (Jogo criado pela artista) 2010 Objeto Acrílica vidro e madeira

Regra do jogo criada pela artista: CRAPS : “Jogue os dados. O total dos números demostra que : a) você ganhou. Parabéns ! b) você perdeu. Que pena... c) não valeu. Jogue de novo d) .......”

260 - 261


Regra do jogo criada pela artista: Magic Queen Game A história do jogo "Este é um jogo datado da segunda metade do século 21. Em 2085, Isabelle Ribot, então com 124 anos de idade morava em São Paulo. Ela criou um jogo: possibilidades, aberturas, estratégias e táticas..."

Magic Queen Game I (Jogo criado pela artista) 2009 Objeto Tabuleiro, chave, pedra, figuras plastificadas.


Regra do jogo criada pela artista: Baralho e flores

"Regras do jogo : - para começar, olhe bem as cartas. Qual delas você prefere ? - para continuar, escolha um peoa mas não toque nele - o dado vai fazer você ganhar 100 pontos.... “ Magic Queen Game II (jogo criado pela artista) 2006 Objeto Acrílica, madeira, plástico e papel

262 - 263


Le Jeu du cadave exquis (jogo criado pela artista) 2011 Objeto Acrílica, madeira, acrílico, e papel.

Regra do jogo criada pela artista: A Caixa das Palavras e o jogo do “cadave exquis” : Esta caixa contém 120 palavras. Escolhe 10 delas e escreve uma frase POETICA Feche os olhos... “


Boite à Musique 2006 Objeto Acrílica, madeira e filme fotográfico

264 - 265


Le Voyage 2008 Objeto Cabide, selos, camurça, acrílica e tela.


Tarot 2012 AcrĂ­lico sobre tela 265 x 165 cm

266 - 267


Queem I 2006 AcrĂ­lico sobre tela 180 x 100 cm

Queem II 2009 Nanquim sobre tela 180 x 100 cm


Idoru 10 - 2008 AcrĂ­lico sobre tela 180 x 125 cm


Le Mystére Idoru 2008 Acrílico sobre tela 170 x 130 cm


270 - 271


1

2 Na outra página: Magic Idoru 17/33 possibilités Idoru Acrílico sobre tela

2008

1-Les liens d'Idoru 18/33 possibilités Idoru 2008 Acrílico sobre tela 2-La transparence Idoru 20/33 possibilités Idoru 2008 Acrílico sobre tela


1 1-Idoru Ro 19/33 possibiités Idoru 2008 Acrílico sobre tela 2- Idoru décroche la lune 15/33 possibilités Idoru 2008 Acrílico sobre tela 3-Possibilité Idoru 12/33 2008 Acrílico sobre tela 4-Idoru dévoilée 16/33 possibilités Idoru 2008 Acrílico sobre tela

5-Ah Idoru 13/33 possibilités Idoru 2008 Acrílico sobre tela

272 - 273


2

3

4

5


Na outra página: Idoru 10 - 2008 Acrílico sobre tela 1,50m x 1,80m Idoru lou - 2008 Acrílico sobre tela 1,50m x 1,80m


São Paulo 2010 Acrílico sobre tela 1,40m x 1,10m


1

2 1 - Au Bord 1997 Acrílico sobre tela 1m x 1,50m

2 - La Ville en Couler 2005 Acrílico sobre tela 1,10m X 1,40m


1

2

1 - São Paulo 2013 Acrílico sobre tela 1,40m x 1,60m 2-O Varal 1998 Acrílico sobre tela 0,80m x 1,10m

278 - 279


1

2

2-Rio Tietê 2003 Acrílico sobre tela - Detalhe 1 -Rio Pinheiros 2003 Acrílico sobre tela - Detalhe


As de Couer 2012 Acrílico sobre tela 1,15m x 0,98m 280 - 281

Na outra página: Série “Cartas” 2011 à 2012 110 x 80 cm


Na outra pĂĄgina e nesta detalhe de: Idoru forever 2007 AcrĂ­lico sobre tela A tela mede 2,60 x 30m


Bagatelle 2005 AcrĂ­lica sobre tela 1m x 10m


Idoru forever 2007 AcrĂ­lico sobre tela 2,60 x 30m Galeria MZ Urban Art Chelsea NY


Isabelle Ribot cortando sua obra “Idoru Forever” Acrílico sobre tela -2,60 x 30m. Exposta na galeria Galeria MZ Urban Art Chelsea NY. Na página ao lado, Isabelle e Michel Haillard, na mesma exposição, marcando trecho da história/ obra, a ser cortada.

288 - 289


www.isabelleribot.com


290 - 291


Eduardo Kerges é formado em artes plásticas pela FAAP. Com seu belo traço, Eduardo passou por vários lugares, criando belas e irreverentes composições, para publicidade, eventos, promoções, editoriais e estamparias. Para uma pessoa com seu talento, não é difícil dividir-se em várias áreas. Em seus desenhos, utiliza técnicas variadas, mas na grande maioria, usa lápis, lápis de cor, canetas, marcadores, aquarelas e colagens. Todo o processo criativo, nasce no espaço da folha de papel, à mão. Em seguida, entra a tecnologia do computador, as vezes finalizando, porém muitas vezes, imprime a arte que já foi trabalhada para novamente trabalhar à mão, para em seguida escanear e finalizar.


Eduardo já foi convidado para ministrar workshop sobre ilustração editorial e processo criativo. Eduardo já trabalhou criando projetos gráficos e editoriais, e colaborou como ilustrador para várias publicações, como na americana Grafuck, Trip, Simples, Ele Ela, S/N◦, Bons Fluídos, Caros Amigos e Hardcore, onde ilustrou uma seção mensal por cerca de 3 anos, entre outras. Desde 2012 colabora frequentemente com a revista Playboy, ilustrando a coluna Playboy Responde. Sua produção é muito intensa, selecionamos algumas ilustrações que foram feitas para livros, revistas e pôsteres. Fizemos a diagramação colocando mais de um trabalho em uma mesma página, para que todos pudessem apreciar um maior número de desenhos. Mas em seu site, todos poderão apreciar todos seus projetos na integra.


296 - 297


Junto ao escritor e jornalista Ronaldo Bressane, publicou a trilogia Infernos Possíveis (Com Arte, 1999), 10 Presídios de Bolso (Altana, 2001) e Céu de Lúcifer (Azougue Editorial, 2003). Esteve à frente do coletivo La Tosca, com Ronaldo Bressane, a ilustradora Eva Uviedo, o jornalista Bruno Torturra e Karina Garcia, fazendo camisetas, pôsteres, arte etc. Recentemente junto a Eva e Ronaldo, retomaram o projeto La Tosca, para participarem da próxima feira Plana, no início de 2016, onde será lançado algumas artes novas no formato de zines e pôsteres. Os detalhes do projeto podem ser encontrados no site:

www.latosca.com.br Em 2008, Eduardo Kerges participou da Mostra SESC de Artes, e por estar em parceria com a Grafuck, expôs trabalhos na galeria Nucleus, na Califórnia. Recentemente também colaborou com os coletivos Vértices Casa e o Arte’r.


No Art Club da Chilli Beans, foi convidado para criar uma série de trabalhos. Neste link abaixo, tem mais desenhos e uma entrevista que Eduardo concedeu para Chilli Beans Art Club.

chillibeans.com.br/app/webroot/Artclub-Eduardo-Kerges

C

Nos últimos anos passou pela, AV Produções, Ponto de Criação, Vintage Comunicação / Grupo Miksom e, Promovisão onde, além função de designer, assumiu parte da direção do departamento de criação. Hoje encontra-se como designer e diretor de arte na TV1 Experience, divisão de eventos do Grupo TV1. Vamos deixar o making off das artes que fez para a banda Daniel Belleza & Os Corações em Fúria:

www.youtube.com/watch?v=Uyo6tkvaPT0 Nas páginas a seguir, algumas das suas incríveis ilustrações. E nos links abaixo, pode- se conhecer muito mais desse ilustre ilustrador

www.kerges.com.br www.kergesdesign.blogspot.com


300 - 301


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304 - 305 304 - 305


www.kerges.com.br www.kergesdesign.blogspot.com www.latosca.com.br


Nasceu em Minas Gerais, passou a infância em Sergipe, voltou para Minas e em 2006 foi para São Paulo fazer a faculdade de fonoaudiologia, exercendo a profissão por 3 anos. Mas a movimentação do mundo falou mais alto e hoje se dedica a fotografia, ao vídeo, a escrita e naturalmente a arte.


338 - 339


340 - 341


A sua trajetória na fotografia começa em 2013, juntamente com sua amiga e fotógrafa Núbia Abe, criam o projeto “Além” coletivo de arte político-poética.


342 - 343


Foram produzidos vários trabalhos pelo “Além” coletivo de arte político-poética. “Fizemos alguns projetos, PELOS PELOS, que discute a autonomia da mulher sobre seu próprio corpo, ALÉM DO GÊNERO, sobre a transgeneridade, AFETO, mostrando diferentes formas de afeto (gays, idosos, grupos...) e a VIVÊNCIAENSAIO de peladice (que chamamos de "Nus que aqui estamos por vós esperamos"), no qual propomos uma vivência coletiva após um bate papo sobre a questão, e tem um caráter quase terapêutico”. Diz Mateus Lima.


344 - 345


346 - 347


Mateus Lima, gosta do movimento e da diversidade do mundo. Paralelo aos trabalhos com o projeto “Além”, ele possui projetos e ensaios individuais. Nas páginas seguintes segue uma série de ensaios fotográficos. Entre eles, vocês poderão ver e apreciar fotografias que registram o renascimento, os movimentos de uma brincadeira com um bambolê, os encantos de uma bruxa no coração de uma floresta, a solidão numa metrópole e vários retratos do cotidiano. Um material diversificado e bem humano.

Mateus Lima Fotógrafo Performer Videomaker Escritor Educador limamateus@gmail.com São Paulo – Brasil

www.limamateus.com.br

348 - 349


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Uma Publicação:

Ottica AudioVisual Direção, Direção de Arte, Projeto Gráfico, Criação Editorial, Diagramação, Textos e Produção:

Fernando Rozzo e Regina de Barros Poema: “O meu olhar” (Fernando Pessoa) Criação e Arte Final (tabela Snellen): Fernando Rozzo

Os direitos das imagens e dos textos assinados pelos artistas, colaboradores ou pela equipe da “Ottica Art Magazine!” são de propriedade dos autores. As imagens e fotografias de divulgação foram cedidas pelos artistas, galerias, museus, empresas, instituições ou profissionais referidos nas matérias. A reprodução de toda e qualquer parte da revista só é permitida com a autorização prévia dos editores.

otticaaudiovisual.wix.com/otticaaudiovisual otticaaudiovisual@gmail.com 380 - 381


Agradecimentos:

- Sonia Guggisberg - Duda Penteado - Isabelle Ribot - Eduardo Kerges - Mateus Lima - Museu Afro Brasil (Gabriel Cruz) - Instituto Tomie Otake

- Guto Lacaz (Poemas Visuais) - Pool de Comunicação (Luana Ferrrari)

Fotografias : Nino Resende - capa e pags. 78 e 79. (mat. Sonia Guggisberg) Sonia Guggisberg - pags. 10 à 81, 84 à 95. André Batistella - pag. 82 e 83. (mat. Sonia Guggisberg) Mario Grisoli – pags. 92 e 93. (mat. Sonia Guggisberg) Eric Lehrer – pags. 180 à 188.) (mat. Duda Penteado) Charles Flores – pags. 168 à 179 (mat. Duda Penteado) Katy Segal - pags. 248 à 250, 260 e 263. (mat. Isabelle Ribot) Isabelle Ribot – pags. 252 à 285. Dominique Descamps – pags.286 à 289. (mat. Isabelle Ribot) Michel Haillard – pag. 288. (mat. Isabelle Ribot) Eduardo Kerges – pag. 335 (mat. divulgação) Mateus Lima – pags. 336 e 349 Regina de Barros – pags. 113,115,116,117,126.127,139 e 141 (mat. Exposição Frida Kahlo – Instituto Tomie Otake) Fernando Rozzo – pags. 6 e 97 (mat. Sonia Guggisberg), 146 à 167 e 189 (mat. Duda Penteado), 99 à 114,118 à 125,128 à 134,136 à 138, 140,142 à 144 (mat. Exposição Frida Kahlo – Instituto Tomie Otake), 193 à 203, 205,207 à 209,212 à 217,220 à 223,225 à 227,229 à 233, 234 à 237,239 e 241 à 247 (mat. Exposição Pierre Verger – Museu Afro Brasil) Exposição “Frida Kahlo – Conexões entre mulheres surrealistas no méxico” Instituto Tomie Otake - Pags. 98,114,135, e 146 (mat. divulgação) Exposição “As Aventuras de Pierre Verger” – Museu Afro Brasil – Fundação Pierre Verger - pags. 192,204,206,221,218,224,228,233,238 e 240


Ottica Art Magazine! #6  

"Ottica Art Magazine! #6", traz na capa artista visual Sonia Guggisberg, as exposições "Frida Kahlo – Conexões entre Mulheres Surrealistas n...

Ottica Art Magazine! #6  

"Ottica Art Magazine! #6", traz na capa artista visual Sonia Guggisberg, as exposições "Frida Kahlo – Conexões entre Mulheres Surrealistas n...

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