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Perfil

Ft. Paulo Cintura

www.inx.com.br/fisio&terapia

Ano 1 no 4 Agosto/Setembro 1997


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fisio&terapia #4

04

agenda

Confira os cursos e eventos dos próximos dois meses

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made in USA

Veja porque alguns fisioterapeutas estão indo para os Estados Unidos

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RTA

Nesta edição vamos dissecar RTA

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Amputados

2ª parte - Tratamento Ambulatorial

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Incontinência Urinária

Tem cura pela fisioterapia. Veja com a Dra. Marta Chacel

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Fisioterapia no Trabalho

Dois colegas dissertam sobre o tema

Fisio&terapia (#4) Agosto/Setembro - 1997 é publicada pela editora fisio&terapia - Rua José Linhares. 134 - Leblon - Rio de Janeiro - RJ Cep 22430-220 - Tel. (021) 294-9385 / 528-0000 Cód. 231754 - Assinaturas podem ser feitas por R$ 10,00 (por semestre - 3 edições) nos pontos de venda ou mandando seus dados completos para a redação da revista através da home-page: www.inx.com.br/fisio&terapia - e-mail: oston@inx.com.br ou cartas para o endereço acima.

perfil

O Ft. Paulo Cintura fala um pouco sobre as suas aulas de cinesioterapia ativa assistida

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Mês

Curso/Evento

Local

Período

Inscrições

Agosto Crioterapia (teórico-prático) Associação Fluminense de Reabilitação 2 e 3 Tel: (021)610-2626 * 719-1201 Seminário Internacional-Aplicações Fisioterapêuticas São Pedro - São Paulo 2e3 Tel: (019) 422-1066 utilizando a bola suíça 422-1771 Maitland Piracicaba - São Paulo Tel: (019) 422-1066 422-1771 Fisioterapia Pulmonar e Ventilação Mecânica UNESA Início no dia 05 Tels: (021) 503.7000 (fisioterapeutas e acadêmicos dos 503.7066  503.7067 dois últimos períodos) Fax: (021) 503.7227 Fisioterapia em U.T.I UNESA Início no dia 05 Tels: (021) 503.7000 (somente para graduados) 503.7066  503.7067 Fax: (021) 503.7227 Espondiloterapia - Terapia Vertebral Instituto de Yoga e Terapia Aurora 8 Tel: (021) 205-1570 Atuação Fisioterápica nas Paralisias Faciais Associação Fluminense de Reabilitação 9 a 23 Tel: (021)610-2626 * 719-1201 Jornada de Fisioterapia Respiratória Universidade de São Paulo (Unifesp) 16 e 17 Tel: (011) 576-4238 549-1830 Técnicas Osteopáticas Kinésicas em 3 níveis Início no dia 22 Tels: (021) 255-8940 225-4751 Shantala - Massagem para bebês Instituto de Yoga e Terapia Aurora 30 Tel: (021) 205-1570 Tratamento Cinesioterápico nas Alterações Posturais Associação Fluminense de Reabilitação 30 a 28.09 Tel: (021)610-2626 * 719-1201 Setembro Interpretação de imagens Radiológicas Associação Fluminense de Reabilitação 1 a 26/11 Tel: (021)610-2626 * 719-1201 Fitoterapia - Uso das plantas medicinais Instituto de Yoga e Terapia Aurora 3 Tel: (021) 205-1570 II Encontro de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da Região Serrana Feso - Teresópolis 5, 6 e 7 Tels: (021) 643-3000 Fisio aplicada as LER Piracicaba - São Paulo 12 a 14 Tels: (019) 422-1066 422-1771 Fisioterapia em Estética (teórico e prático) Ibam 20 e 21 Tels: (021) 594-4570 1º Congresso Prazer & Saúde de Naturopatia e 25 a 28 Tels: (021) 256-8920 Medicina Natural e Terapias Complementares Curso Internacional de Osteopatia 30.09 a 10.10 Tel (021) 205-5782 288-8920 Outubro Congresso Brasileiro de Fisioterapia Anhembi - SP 1 a 5 Tels:(011) 584-8969 577-1717 Técnica de Desbloqueio Articular UNESA Início no dia 08 Tels: (021) 503.7000 503.7066  503.7067 Fax: (021) 503.7227 Curso internacional de fisioterapia Ortopédica Centro de convenções do 10,11 e 12 (043) 322-4754 Traumatológica e Esportiva. Hotel Sumatra (Londrina - PR) Fisioterapia em Traumatologia Ibam 18 e 19 Tel: (021) 591-4570 Curso Propriocepção(teórico-prático) Associação Fluminense de Reabilitação 4,5,11,12,18 e 19 Tel: (021)610-2626 * 719-1201 #4

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Mês

Curso/Evento

Local

Novembro

Período

V Semana da Fisioterapia - Universidade Unifenas - Faculdade de Fisioterapia 1a semana de Alfenas Fisioterapia Desportiva Associação Fluminense de Reabilitação 8, 9, 15 e 16 Como Confeccionar Órteses em Fisioterapia Universidade Gama Filho 17 e 21 Como Prescrever Órteses e Prótese Universidade Gama Filho 24 e 28 em Fisioterapia

Inscrições Tel: (035) 291-4305 Tel: (021)610-2626 * 719-1201 Tel: (021) 599-7136 Fax (021) 599-7217 Tel (021) 599-7136 Fax (021) 599-7217

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A Revista Fisio&terapia agradece as cartas. Escreva para a redação, a sua opinião é muito importante para nós!

Recebi o exemplar nº 3 da Revista e gostei muito do que vi , li e naveguei na internet: -excelente apresentação visual (simples e objetiva) -excelentes matérias científicas e educativas -excelente apresentação da agenda de cursos. Este trabalho valoriza, une e engrandece a classe e a profissão de Fisioterapeutas, quem aprendi a admirar, acompanhar no dia a dia, investir e sempre que possível orientar apresentando novos produtos. Os meus sinceros parabéns a toda equipe da Revista e a todos os Fisioterapeutas. Eduardo V. Moreno Criticalmed

Quero parabenizá-lo pela iniciativa de fazer uma revista informal e ao mesmo tempo muito informativa para acadêmicos e profissionais. Parabéns e obrigada por desenvolver um trabalho importante e interessante para todos da área de fisioterapia. Beatriz Soter

graduação (lato sensu) em ensino superior e curso de mestrado em educação física oferecido em cooperação com a Universidade de La Havana - Cuba há 18 anos. Nesta carta, não pretendo criticar os colegas que também lecionam ou as instituições de nível superior, mas tão somente alertar para o fato de que apesar da fisioterapia ser um curso, uma profissão reGostei muito da revista. cente, pode estar malogrando, e é Coloco o CREFITO 5 à disposição. através de você, aluno, que há de Em breve com seu site na internet. ser possível uma mudança. É você, Dr.Fernando Prati aluno, que precisa perceber a nePresidente do CREFITO 5 cessidade do aprender, do querer, do saber, do cobrar, do lutar, do Não podemos pensar na Fisiotera- vencer! É esta consciência madura pia, com seus conceitos e conheci- que nós professores, fisioterapeumentos específicos, sem analisá-la tas, co-participantes na formação mediante a estrutura educacional destes profissionais queremos e e a própria conduta do aluno precisamos testemunhar, para que Recebi a Revista desse bimestre e em relação aos seus objetivos e o seu crescimento e participação gostaria de parabenizar esta. anseios no decorrer da sua vida sejam efetivos e dignos, resultanA qualidade está ótima, estou acadêmica. do em um exercício cônscio de adorando!! É preocupante e alarmante a sua profissão, onde a relação do Sou mais uma caloura de Fisiotera- situação na qual se encontra não sorver-absorver entre o alunado pia e somente o curso de Fisioterapia, e aquilo que a instituição oferece, Gostaria de receber a nº 1, pois mas também a maneira como possa refletir eminentemente no quero colecionar. estão entrando, no mercado, estes futuro de cada um de vocês. Um abraço, Ana Beatriz profissionais. Caminho para a vida é de quem Tenho minhas experiências como guarda o ensino. Pv:10:17. Quero Parabenizá-los pelos ótimos fisioterapeuta, mas a maior parte Jorge Teixeira, Professor da textos e assuntos abordados, Pois do meu currículo profissional é Unesa e UCB. é muito dificil encontrar uma Revis- como professor, educador, respalta assim de qualidade. dado pelo curso de licenciatura Atenciosamente plena em educação física, curso de Monica Vieira Teixeira. especialização em nível de pós-

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A Demanda de Fisioterapeutas nos Estados Unidos A fisioterapia nos EUA é uma profissão que vem expandindo muito nos últimos anos. O crescimento da fisioterapia é provavelmente o resultado de um aumento da população geriátrica americana, um aumento da participação da população em atividades de risco de lesões músculo/esqueléticas como esportes, e também do novo papel da fisioterapia na reabilitação industrial. Esta população em alto risco de problemas músculo esqueléticos multiplicou o número de fisioterapeutas no mercado de trabalho americano. O número de fisioterapeutas, de acordo com a APTA (American Physical Therapy Association), cresceu de 6600 em 1966 para mais de 85000 nos anos 80. Apesar do número de fisioterapeutas ter multiplicado por mais de dez vezes nos últimos anos, a demanda de fisioterapeutas ainda é muito grande. A falta de fisioterapeutas nos EUA e tão grande que outros profissionais surgiram nestes últimos anos para ajudar a suprir a nossa carência. Na área de esportes apareceu o profissional chamado “athletic trainer” que é especialmente treinado para tratar atletas, estes treinadores atléticos atuam principalmente na prevenção de acidentes, na preparação física de atletas machucados, e também nos primeiros socorros de lesões. Na área de fisioterapia respiratória apareceu o profissional chamado “respiratory therapist” que é treinado para tratar pacientes com problemas pulmonares, o terapeuta respi-

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rapeutas estrangeiros na ausência de profissionais americanos para suprir o mercado de trabalho. Existe um grande número de fisioterapeutas estrangeiros trabalhando nos EUA. Na Flórida, parece que a maioria de profissionais estrangeiros são do Canadá, Filipinas, Índia, e da Holanda. A condição de vida e os bons salários atraem o profissional estrangeiro para os EUA. O Uma das soluções da APTA para profissional americano em média suprir a demanda de fisioterapeutas e mais bem pago do que a maiofoi a criação do “physical therapy ria dos fisioterapeutas do primeiro assistant.” O assistente de fisiotemundo, entre estes, o fisioterapeurapeuta como chamado nos EUA é ta inglês, canadense, australiano, um profissional que recebe instrue holandês. O salário de recém ções diretamente do fisioterapeuta, formados nos EUA na Flórida está este não pode tratar sem autorizapor volta dos 36.000 a 40.000 ção deste último. O assistente tem dólares anuais. Este salário pode que frequentar um curso de nível chegar ate a 50000 em lugares técnico superior de dois anos num mais remotos e principalmente na “college” antes de receber sua liárea de geriatria. O fisioterapeuta cença. O assistente pode realizar brasileiro também pode aproveitar quase todo tipo de tratamento fisio- esta oportunidade para trabalhar terápico (ultra-som, eletroterapia, nos EUA. Além dos bons salários, implementação de exercícios, etc.) os EUA também oferecem cursos com poucas exceções (mobilizade aperfeiçoamento profissional em ção vertebral). Os assistentes não abundância que é um bônus para podem fazer uma avaliação fisioterapeutas interessados em apriterápica que é obrigatória antes de moramento profissional. O que o qualquer tratamento nos EUA. O profissional brasileiro precisa é faassistente de fisioterapeuta e geral- lar inglês fluentemente e saber usar mente um profissional muito bem termos técnicos fisioterápicos para educado e respeitado. Este profispassar no exame americano de fisional também está em demanda sioterapia, o resto é principalmente no mercado de trabalho americano. coragem. ratório fornece toda a fisioterapia respiratória (drenagem, exercícios respiratórios, tapotagem, sucção, inalação, etc.) em vários hospitais americanos. Mesmo o aparecimento destes novos profissionais para suprir a falta de fisioterapeutas não foi capaz de suprir a demanda de pacientes que requerem nossos cuidados.

Esta demanda de fisioterapeutas nos EUA abre as portas para profissionais estrangeiros com a mesma qualificação e educação universitária americana. Hospitais e clínicas americanas podem contratar fisiote-

Carlos Ladeira Mestre de Ciência em Fisioterapia.


Nesta edição veremos o que é R.T.A

Reequilíbrio Tóraco-Abdominal

Por Mariangela Pinheiro de Lima

O terapeuta habilitado para tratar através do método RTA desenvolve um profundo senso de observação da postura, dos movimentos e do padrão de respiração do paciente, já que a interação destes demonstra a qualidade da mecânica respiratória ·Há uma incoordenação entre respiração e atividade motora do indivíduo e são verdadeiros guias na aplicação da técnica. global: os músculos respiratórios realizam, além da função res- Para alcançar seus objetivos, aplica ao paciente massagens piratória uma série de outras ações que fazem parte de funções musculares e mio-fasciais, alongamento e fortalecimento dos presentes em nossas Atividades de Vida Diária. Por exemplo: o músculos respiratórios acessórios, facilitação e fortalecimento do O interesse em desenvolver uma técnica destinada ao músculo peitoral é acessório da inspiração e tem como função diafragma, reestruturação do posicionamento articular normal tratamento do paciente pneumopata nasceu da dificuldade de no indivíduo sadio a estabilização do gradil costal para facilitar e estimulação tátil e proprioceptiva. Todo o manuseio deve ser aplicação das técnicas tradicionais de fisioterapia respiratória o trabalho do diafragma. Este mesmo músculo é também res- integrado às atividades normais do paciente de acordo com sua com crianças, principalmente pelo caráter brusco de algumas ponsável por movimentos como adução, rotação interna e flexão idade e possibilidades. manobras e pela escassez de resultados obtidos em relação à do braço, entre outros. Na vigência de uma doença respiratória mecânica respiratória. Os resultados então, relacionavam-se este músculo passa a trabalhar pela respiração elevando o gradil O manuseio do método RTA baseia-se nas alterações globais acima descritas e é realizado de forma mais passiva nos pacienapenas à desobstrução brônquica que é um dos objetivos entre costal a cada inspiração, e este trabalho além de prejudicar o tantos a alcançar com o paciente. Assim, através de profunda movimento de descida do diafragma também interfere nas AVDs tes hospitalizados e em situações de crise das doenças crônicas observação global daquelas crianças e de embasamento na tornando difíceis movimentos que nos parecem simples como o e torna-se mais ativo quando o paciente pode responder a este fisiologia respiratória chegou-se às seguintes conclusões: ato de pentear os cabelos ou escovar os dentes. Isto ocorre por- tipo de solicitação terapêutica sem entrar em esforço respiraque além da dificuldade ventilatória imposta pela pneumopatia, tório. O padrão de respiração anormal muda gradativamente ·O aumento da resistência ao fluxo aéreo, presente nas patologias durante a terapia e aproxima-se da normalidade; desta forma os músculos respiratórios têm que executar simultaneamente obstrutivas e a diminuição da complacência dinâmica dos pulmões há maior geração de fluxo aéreo e conseqüente desobstrução duas ações paradoxais, já que para a realização das AVDs a característica das patologias restritivas, promovem uma modificação brônquica. cintura escapular deve estar estável e o movimento do tórax do padrão de respiração do indivíduo, que passa a usar os para cima, na respiração, suprime a estabilidade e provoca É importante ressaltar que o treinamento muscular aplicado músculos acessórios da respiração também durante o repouso. esforço respiratório. ao paciente jamais impõe resistência às vias aéreas , já que ·As disfunções respiratórias originam uma alteração de padrão o aumento da resitência ao fluxo é causa da deterioração da O exemplo dado acima ilustra como a movimentação geral postural que, na criança, começa sempre com acentuação da eficiência mecânica respiratória do paciente. interfere na respiração e vice-versa. Mesmo atividades que extensão da coluna vertebral. A este componente de alteração dependem essencialmente dos membros inferiores como a A formação de profissionais habilitados para o Reequilíbrio postural somam-se outros como: pescoço curto, elevação com marcha, podem interferir no trabalho do diafragma e acentuar a Tóraco-Abdominal neonatal, pediátrico e em adultos é minisprotusão ou retração dos ombros, elevação de costelas e esterno, dificuldade respiratória do paciente. O fato é que para ter uma trada em várias cidades do Brasil somente pela Ft. Mariangela e em alguns casos, retrações costais e ou esternais. É importante vida qualitativa é necessário coordenar respiração com atividade Pinheiro de Lima e equipe e os interessados podem se informar ressaltar que tais sinais estão presentes não só no paciente motora global e este é o resultado final a ser alcançado pelo através do telefone: (048) 228-0972 ou do E-mail: crônico, mas também no agudo. terapeuta que trata através do RTA; proporcionar um bom mariange@beenet.com.br ·As alterações posturais derivam do encurtamento e da fraqueza padrão de respiração tanto no repouso quanto no exercício e dos músculos respiratórios e das mudanças que ocorrem no desta forma evitar situações de desconforto respiratório intenso Próximos cursos: São Paulo, Salvador e Recife volume pulmonar que é dependente do tipo de pneumopatia, se como a fadiga muscular respiratória. obstrutiva ou restritiva. O Reequilíbrio Tóraco-Abdominal (RTA) é uma técnica fisioterápica que foi desenvolvida para o tratamento de disfunções respiratórias, mas também pode ser aplicado como auxiliar no tratamento de alterações posturais e neurológicas. Nasceu aqui mesmo no Brasil, na cidade de Curitiba, dentro de um Hospital Pediátrico e sua idealizadora , Ft. Mariangela Pinheiro de Lima, vive atualmente em Florianópolis.

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·As modificações no padrão de respiração e postura interferem no desenvolvimento sensório motor dos bebês e alteram as coordenações e o equilíbrio de crianças maiores e adultos.

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Tratamento Fisioterápico no Amputado de Membro Inferior no Período Ambulatorial 1 - Introdução O período ambulatorial começa após a alta hospitalar onde começaremos intensificar suas atividades fisioterápicas preparando o paciente para sua recuperação funcional e protetização. Essa é considerada uma das fases mais importante e portanto são estabelecidas etapas de tratamento no sentido de preparar o paciente para o possível uso de prótese e da readaptação as atividades de vida diária normais . Estas etapas são compostas de fortalecimento muscular visando o condicionamento físico geral do corpo , seguido de dissensibilização do coto , enfaixamento compressivo do coto e atividades neuroevolutivas . Andar com muletas é começado tão logo seja possível . É importante ressaltar que as fases citadas acima , são realizadas de forma conjunta isto é, paralelamente com intensidade progressiva e não de forma isolada .

O edema está sempre presente nesta fase ambulatorial e deverá ser intensificado através do enfaixamento para o futuro encaixa com a prótese. Quanto a dor e sensação fantasma devemos ser criteriosos na coleta desses dados pois a maioria dos pacientes relatam estes sintomas, portanto devemos saber sobre a forma de dor se é contínua, intermitente ou esporádica, o tipo de dor em forma de pontada, queimação, formigamento e em que hora sente a dor se é de manhã, tarde ou noite. A localização também é importante, se é no pé, antepé ou no local de amputação. Quanto a sensação fantasma se sente coceira ou a presença da perna amputada e se levou alguma queda ao acordar ou durante o dia pensando estar com a perna amputada. Os sinais vitais com pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória são dados fundamentais que devem ser tomados várias vezes durante as sessões de tratamento ambulatorial.

Geralmente os pacientes quando chegam para o tratamento ambulatorial vem de cadeira de rodas deprimidos , pouco falantes , com um olhar triste , sem perspectiva de vida e pouca mobilidade , relatando dor no coto de amputação seguindo sempre da dor fantasma e da 3- Etapas de tratamento, definições , objetivos e suas seqüências de sensação fantasma . Com o passar das sessões fisioterápicas ensinamos o paciente a andar de muletas e realizar uma série de atividades que lhe proporcionaram algum grau de independência tratamento fisioterápico: A) Dissensibilização: permitindo realizar atividades básicas já permitindo alguma função em seu dia a dia . Após um a dois meses de tratamento já percebemos uma mudança no aspecto geral do paciente demostrando mais positividade em sua expressão e fala, encontra-se mais independente diante de sua amputação e ansioso para colocar sua prótese e voltar as suas atividade diárias e profissionais .

2 - Exame Físico O fisioterapeuta deve medir e registrar os atributos físicos do paciente, como as amplitudes de movimento ativos e passivos de todas as articulações dos membros inferiores de ambos os membros. Contraturas em flexão do joelho e quadril comprometem o alinhamento e o aspecto protéticos. Contraturas graves impedem a adaptação dos componentes convencionais, ou podem contraindicar a provisão de qualquer prótese. Os efeitos deletérios das contraturas são especialmente sérios em amputação bilateral. Deve ser avaliada a força muscular. Frequentemente o paciente geriátrico com doença vascular passa por níveis reduzidos de atividade física, pois a perna dói, e ocorrem ulcerações no pé. Tal indivíduo pode apresentar uma notável debilidade, que pode interferir com o uso ou pode carecer de uma unidade de travamento do joelho.

Definição: São estímulos sensitivos que são realizados na extremidade distal do coto que irão levar ao saturamento dos receptores e das vias aferentes sensitivas , visando uma normalização da sensibilidade local. Objetivo: Alcançar a diminuição da hipersensibilidade local para que seja suportável a adaptação a prótese , através de movimentos lentos e graduais começando do estímulo mais fino para o mais áspero sendo passado de uma fase para outra a medida que o próprio paciente relatar não ser mais um incomodo o estímulo realizado pelo fisioterapeuta. Etapas de Dissensibilização: 1º - Algodão 2º - Esponja de face fina 3º - Esponja de face grossa 4º - Lixa fina 5º - Lixa grossa 6º - Calor superficial pode ser utilizado como o objetivo pré-cinético 7º - Ultra-som pulsátil com dose de 0.5 podendo ser utilizado até 1.5 wcm2 podendo ser utilizado de 3 a 5 minutos com frequência de 1 Mg.Hz 8º - Tateatização são tapinhas realizados pelo fisioterapeuta na extremidade distal do coto de amputação, também são utilizadas tábuas finas ou papel dobrado. 9º - Pressão do coto sobre sacos de areia.

A análise do coto de amputação é fundamental neste processo ambulatorial. A cicatriz cirúrgica deve ser examinada observando se está aderida ou sem aderência e de que forma se apresenta, se é terminal, anterior, posterior, caso esteja aberta deve ser relatado. O neuroma pode estar presente através formigamentos ou pontadas na extremidade do coto, também devemos observar B) Enfaixamento: as sobras dos retalhos cirúrgicos nas extremidades também chamadas de orelha de cão que Objetivo: Afunilar o coto para a perfeita adaptação a próteses. podem vir a interferir no processo de protetização. Neste momento também devemos observar Condutas do Enfaixamento: se existe um coxim gorduroso adequado, pois o coto ideal deve ser compacto evitando uma massa muscular exagerada que fique sobrando causando movimento inadequado junto ao osso e - O coto pode ser enfaixado com ataduras elásticas , ou crepom , feitas para apoiar e sustentar também ao contrário com ausência de massa muscular o contato da prótese passa a ser direto no os tecidos em cicatrização , para reduzir o edema e produzir o formato cilíndrico desejado osso do coto podendo causar feridas de contato. para o uso da prótese ;

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- A pressão realizada deve ser maior de distal para proximal ; - A atadura de crepom somente deve ser utilizada enquanto o paciente estiver com os pontos da cirurgia , após a retirada utilizar a atadura elástica ; - O paciente deve permanecer vinte e quatro horas enfaixado retirando a atadura elástica 03 a 04 vezes ao dia, para uma auto-massagem e recolocar novamente a atadura elástica ; - Quanto ao tipo de enfaixamento possuímos dois tipos o espiral e o tipo em oito . C) Etapas Neuroevolutivas: Definição: É a evolução normal dentro dos padrões de infância. Objetivos: É uma programa de atividades variadas onde consta de uma série de exercícios que usam várias habilidades funcionais e que normalmente são ensinadas em uma sequência que se aproxima do desenvolvimento da infância. Atividades a serem usadas: - Rolar; - Assumir postura pupy , onde o paciente assume a postura de decúbito ventral com os cotovelos apoiados na cama e realiza transferência de peso para a direita e para a esquerda, desenvolve a liberação dos segmentos e promove a extensão do mesmos, nesta atividade o paciente realiza a dissociação da cintura escapular; - Anfíbio, o paciente mantendo a postura de decúbito ventral flete a coxo femural e joelho alternadamente e com isso promoveremos a dissociação das cinturas escapular e pélvica; - Assumir a postura de quatro apoios com o apoio de todos os membros realizando o balanceio para frente, para trás e para os lados, liberando os segmentos superiores e executando os movimentos de abdução e extensão de membros inferiores; - Assumir a postura ajoelhada realizando movimentos de báscula anterior e posterior e promovendo equilíbrio de tronco e a postura de cabeça; - Transporte de peso na posição sentada , ântero-posterior para os lados; - Instruir sobre os padrões de marcha e a colocação de muletas na posição ajoelhada.

NOTA : Quando todas as atividades forem realizadas sem dificuldade, inicia-se o treino de marcha na posição de pé . O objetivo é a reeducação motora global dentro de um novo esquema corporal . D) Fortalecimento: Restabelecimento Físico Geral: Visamos a melhora do amputado , isto é sua força , resistência , coordenação motora , respiração, etc. A cinesioterapia deve ser intensificada também de forma progressiva para potencializar toda sua musculatura que será necessária durante a reeducação de marcha com prótese. Cinesioterapia específica para o coto: O objetivo será o combate às retrações musculares e o fortalecimento . No amputado acima do joelho existe uma tendência às contraturas em flexão e abdução , que são mais evidentes nos cotos curtos . Deve-se fortalecer mais as musculaturas adutoras , extensoras e rotadoras internas de coxo femural e extensora de joelho caso amputação abaixo do joelho. Cinesioterapia geral: É trabalhado todo o corpo através da cinesioterapia respiratória , fortalecimento abdominal , quadrado lombar , os membros superiores para utilização de muletas e priorizar o fortalecimento no membro não amputado para aumentar sua potência, resistência e equilíbrio. Obs: Na próxima edição continuaremos com a Protetização no Amputado de Membro inferior.

Antonio Vital Sampol - Fisioterapeuta Professor das Universidades: Gama Filho, Castelo Branco e Seflu

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Revista

MATT DI

E

Nacionais e Importados

FREGUESIA

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Incontinência Urinária (Na mulher, no homem, e na criança) Depois de passarmos o mês de novembro/97 em Paris, Dra Carla Torrieri e eu Marta Chacel, tomamos consciência do largo espectro que possui este assunto para nós fisioterapeutas, e quão pouco nós sabemos de prática para encaminhar uma dinâmica com real competência. Trata-se de assunto pouco esclarecido e explorado por nossos colegas, se considerarmos o trabalho e ação que testemunhamos e aprendemos com os terapeutas do Hospital Rotschild, onde tivemos todo tempo a parte prática e esclarecimento teórico.

Por

A incontinência urinária tem sim tratamento em fisioterapia, tudo depende do diagnóstico preciso e precoce, da extensão da lesão, do nível de compreensão do paciente e sua integração ao tratamento, da experiência e vivência pessoal do fisioterapeuta e, por último do equipamento adequado e convenientemente manuseado.

Dra. Marta Chacel

Conforme considerações do Prof. Alain Bouncier, Fisioterapeuta e Mestre no assunto, autor de livros bastante didáticos, sobre as disfunções do assoalho pélvico feminino, que incluem problemas da incontinência urinária, do relaxamento pélvico até o prolapso genital, e incontinência fecal, as condições modernas de vida amontoam o trabalho de força das mulheres assim como seu desejo de estarem sempre em boa forma através do esporte e de programas de condicionamento, que resultam em sintomas urológicos que representam grande risco para o assoalho pélvico, pois são levadas a fazer uso de muita força (carga) para manter-se em forma. A fisioterapia do assoalho pélvico não é invasiva, opção de baixo risco e considerado tratamento de primeira linha. A incontinência urinária é reconhecida principalmente em idosos que são comumente levados a unidades geriátricas. Esportes e atividades físicas que demandam carga pesada agem em mulheres jovens, causando problemas uroginecológicos. #4

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Existem opções de tratamento, fazendo uma combinação entre exercícios de Músculos Pélvicos, modificação de comportamento específico e estimulação elétrica através de indutores especialmente desenhados e adequados para homens e mulheres, e naturalmente a compreensão do paciente. As várias formas de terapias usadas para evitar cirurgias e aperfeiçoar resultados pós-operatórios são considerados tratamento conservadores e de médio prazo. Houve grande interesse na recuperação pélvica da incontinência desde 1948, por conta do pós parto. A reeducação dos músculos do assoalho pélvico passou a ser reconcebido como tratamento na mulher com incontinência urinária, seja através de várias técnicas usando estimulação elétrica, seja por biofeedback ou simplesmente exercícios domiciliares, que passou a ser desenvolvida para melhorar os resultados em fisioterapia urodinâmica ou uroginecológica. O sistema do controle urinário dificilmente depende de vários fatores: suporte uretral proximal, fechamento do anel vesical, e o mecanismo uretral intrínseco. Uma falha de um desses fatores pode ocasionar pressão intra abdominal, que excede a resistência do sistema de suporte em pacientes com relaxamento do assoalho pélvico se o suporte normal é perdido, em stress de incontinência, a desfeito de um suporte normal, alterações do esfíncter uretral pode levar a perda urinária (vazamento). O mecanismo da incontinência urinária tem uma lógica que envolve a relação entre o suporte pélvico (Incontinência Urinária) má posição anatômica) e o mecanismo interno e externo esfincteriano (lesão uretral intrínsica). A musculatura do assoalho pélvico tem papel importante na continência urinária, e qualquer lesão nessa estrutura pode ser responsável pelo desenvolvimento de stress urinário incontinente.

suporte e por um sistema muscular representado pelos músculos dos elevadores do ânus. Os músculos do assoalho pélvico desempenham duas grandes funções: de suporte e esfincteriana e contribuem para manutenção da continência aumentando a pressão intrauretral, e estabilizando a fáscia endopélvica de suporte, durante a ativação desses músculos. Temos muito aspectos anatômicos e mecânicos a considerar mas isto tomaria muito tempo e espaço (vale estudar). Os sintomas de incontinência urinária freqüentemente aparecem depois de um longo período de pé e aumenta à medida que as atividades do dia progridem, representando a chamada síndrome do relaxamento pélvico. Os exercícios pélvicos melhoram a resistência uretral e o suporte visceral pélvico, aumentando o trabalho dos músculos peri-uretral voluntários. Os exercícios do assoalho pélvico aumentam o mecanismo de fechamento ativo do esfíncter, modificando a razão pressão transmissão. O teste da musculatura do assoalho pélvico é essencial antes de se começar qualquer programa de exercícios. A falta de conhecimento sobre a estrutura e função dos músculos do assoalho pélvico tornam difícil a percepção das sensações de sua alteração, pois durante a concentração dos músculos pélvicos, os pacientes demostram falta de conhecimento da propriocepção. A técnica é ensinar aos pacientes pelo auto exame digital, a isolar ou recrutar os músculos pubococcygeos, evitando os músculos agonistas e antagonistas. Mulheres com incontinência urinária severa respondem pior ao treinamento conservador, incluindo treinamento dos músculos pélvicos, do que as mulheres com incontinência moderada ou simplesmente urinária.

Os mecanismos de suporte normal incluem: 1- O eixo do osso pélvico, 2- A fáscia endopélvica, 3- A musculatura do assoalho pélvico. Os órgãos pélvicos estão suspensos por sistemas de ligamentos como mecanismo suspensório e de 15

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Continuação na próxima edição


d o i s

c o l e g a s

Estudar acometimentos provocados e/ou agravados pelo trabalho é estudar as relações de trabalho e saúde pela sua negação. É certo que todo trabalhador está sujeito a doenças; o que é inadmissível é o fato de que tais doenças poderiam ser evitadas. Constatou-se ainda que todas as doenças músculo-esqueléticas de natureza profissional são elegíveis para o tratamento fisioterápico. Este fato por si só seria suficiente para que as grandes empresas mantivessem um serviço de fisioterapia integrado ao setor de saúde ocupacional. Este serviço atuaria de forma corretiva através de ambulatório e de maneira preventiva através da elaboração de folhetos informativos; escolas de posturas e avaliações e projetos ergonômicos. Esta empresa teria um retorno à médio e longo prazo. Destacam-se abaixo as vantagens que um Depto. de Fisioterapia no próprio local de trabalho pode oferecer: - Economia homem X hora devido ao atendimento local.

Erimilson Roberto Pereira R. Oscar 104/301 – Quintino – RJ Cep:21380-190 Fisioterapeuta – Ergonomista

d i s s e r t a m

s o b r e

- Redução do absenteísmo por lesão músculo-esquelética. - Redução do uso do plano de saúde. - Tratamento altamente especializado. - Rápida recuperação. - Adoção de política prevencionista. - Criação de identidade própria com a empresa. - Atuação integrada de fisioterapia e ergonomia. - Apoio ao setor de Saúde Ocupacional. Há poucas pesquisas quanto a lesões de causas e/ou agravos ocupacionais, porém as poucas existentes mostram índices alarmantes semelhantes aos de qualquer epidemiologia já vivenciada. Relaciona-se abaixo algumas dessas pesquisas: - Finochiaro costatou, em 1976, que em cinco mil processos judiciais em São Paulo, a lombalgia por acidente de trabalho foi a causa do afastamento de 2.836 pacientes (56,7%). - Amaral afirma que 70 a 80 % da população das nações altamente industrializadas tem ou terá um problema de dor nas costas entre 20 e 55 anos de idade, ou seja, na fase mais produtiva da vida. - Teixeira relata que alguns estudos sobre dor mostram que esta ocorre na região lombar em 16 a 29,7% dos casos.

o

t e m a

- A revisão de 1978 do INAMPS mostra que as afecções de coluna ocupam o segundo lugar nos afastamentos temporários (auxílio doença) e também na aposentadoria definitiva dos operários por doença. - Segundo o INAMPS, em 1980, os neuro cirurgiões realizaram 3.497 operações e os ortopedistas 742 operações de hérnia de disco lombar. Quanto às lesões por esforços repetitivos, o trabalho mais conclusivo foi feito por Bárbara Silvers, na Escola de Saúde Pública da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Considerando-se que o índice alarmante dos acidentes de trabalho refletem as condições da organização do trabalho e que os serviços de saúde pública existentes são insuficientes frente ao grande número de acidentados por doenças profissionais e ocupacionais e que, os serviços privados que atendem acidentes de trabalho não possuem programas de prevenção articulados com o processo de atendimento é que recomenda-se que haja um serviço de fisioterapia em toda grande empresa.

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* Por Luís Guilherme Barbosa

Surge um novo campo de trabalho para o Fisioterapeuta: A Saúde Ocupacional. É a dinâmica do trabalho preventivo, que sai de uma disciplina obscura nos currículos para ganhar força e adeptos dedicados e estudiosos. Não se trata, simplesmente, de transferir para dentro das empresas o atendimento fisioterápico clássico que conhecemos tão bem, mas da inserção de procedimentos novos de trabalho, redimensionados para atender as necessidades do empregado e da empresa. A empresa brasileira moderna está vivendo um processo de readaptação, com a Globalização da Economia, sendo necessário ser eficiente e com baixos custos. Para obter esse resultado as empresas aplicam Sistemas de Qualidade Total e podem continuar “vivas” no mercado. Não se pode, porém, trabalhar com Qualidade Total sem considerar os aspectos diretamente ligados ao ser humano. “As lesões do sistema músculo-esqueléticos têm sido um grande problema para a saúde ocupacional, no que se refere ao absenteísmo, nos últimos anos” (Salles – 1991). Num cenário onde cada vez mais pessoas usam o microcomputador despendendo grande parte do tempo às suas estações de trabalho informatizadas; aliado ao mobiliário inadapto, à falta de conscien-

tização e treinamento de colaboradores e supervisores, existe um favorecimento ímpar para o surgimento de doenças ocupacionais, em especial aquelas resultantes de esforços repetitivos, “cuja incidência maior recai sobre as mulheres” (Oliveira – 1991). “As lesões por Esforços Repetitivos podem estar se tornando um problema epidêmico nas empresas” (Codo e Almeida – 1991). Em considerando que a empresa não pode se dar ao luxo de Ter um alto índice de absenteísmo, visto que o afastamento de um empregado interfere muito no andamento da atividade do local em que trabalha, ou seja: - afeta o moral do grupo ao gerar preocupação nos executantes das mesmas tarefas e, quanto maior for o tempo de afastamento, maior será a preocupação; - interfere na relação com a família e nas atividades de vida diária, fazendo o indivíduo sentir-se incapaz, gerando um problema social (Codo e Almeida – 1991); - a empresa fica sem sua força de trabalho, mesmo que temporariamente, gerando custos relevantes, que se agravam muito quando o afastamento é definitivo, visto que treinar um trabalhador não é barato. São fatores de interferência direta na produtividade,“ fazendo-se necessário lutar contra essas lesões que crescem a cada

ano”(Oliveira – 1991). Diante de um problema de tão grande monta é fácil prever que o Fisioterapeuta do Trabalho deve ter uma formação diferenciada, para poder identificar os mecanismos de instalação dessas lesões, interferindo na sua evolução, juntamente com a equipe da saúde ocupacional. Sua formação necessita de conhecimentos de administração – para melhor entendermos os processos de organização do trabalho; de segurança industrial – identificando condições de risco; de serviço social – para entender o trabalho de modo mais abrangente; de psicologia do trabalho – quando vislumbra os meios de autodefesa do trabalhador e, finalmente, é claro que devemos conhecer os processo produtivos da empresa – para saber onde interferir pró-ativamente.

Referências Bibliográficas (Erimilson Roberto Pereira): 1- AMARAL, Silvio, KNOPLICH, José – Lombalgia, uma enfermidade social, temas de Saúde Ocupacional, nº 27, dez. 1994. 2- CECIN, H. Alexandre – Dor lombar e trabalho pesado: Aspectos epidemiológicos, Ver. Bras. Reumatol. – vol. 32, nº 4, jul/ago 1992. 3- KNOLICH, José – Enfermidades da coluna vertebral, Ed. Panamed, SP, 1983. 4- TEIXEIRA, Silvia – Dor, Ver. Medicina Social, nº 101, out. 1994.

Referência Bibliográfica (Luís Guilherme Barbosa) 1- CODO, W.; ALMEIDA, M.C. (organizadores) – L.E.R., diagnóstico, tratamento, prevenção. Petrópolis, RJ. Vozes, 1995. 2- OLIVEIRA, Chrysostomo Rocha de – Lesões por esforços repetitivos. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, nº73, vol.19, abril/maio/junho, 1991. Luís Guilherme Barbosa é Fisioterapeuta, Mestrando em Engenharia de Produção na COPPE/UFRJ e Professor das Universidades Gama Filho, Nova Iguaçú e Salgado Oliveira.

Luís Guilherme Barbosa Fisioterapeuta - Mestrando em Engenharia de Produção COPPE - UFRJ e Prof. das universidades Gama Filho, Nova Iguaçu e Salgado de Oliveira

TERAPIA OCUPACIONAL m o C TERAPEUTA OCUPACIONAL 17

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Cinesi arte, cultura e lazer

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Fotos: JosĂŠ Goes


o terapia

Tempos


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Ft. Paulo Cintura O perfil desta edição é o Showman da educação física, porém, o título é de um fisioterapeuta, isso mesmo, o Dr. Paulo Cintura é fisioterapeuta formado a mais de vinte anos e começou sua carreira trabalhando em locais como o Iaserj, Associação Fluminense de Reabilitação em Niteroí e um hospital de reabilitação do Rio de Janeiro, me conta rindo bastante, que deste último, para tristeza de seus pacientes foi gentilmente convidado pela diretoria a se retirar, pois exibia filmes eróticos a seus pacientes. Paulo não estava tão errado assim, pois com a revolta de seus pacientes em menos de um mês os mesmos filmes eram exibidos, só que desta vez com acompanhamento de uma sexóloga que era uma senhora velhinha e solteira, será que ela entendia mesmo de sexo? Seu relacionamento com os pacientes era sempre assim, passava seus natais e Reveillon junto aos pacientes, coisa que muitas vezes os próprios familiares não fazem. Chegou a passar seis Natais e Reveillons com eles, e não era raro dar uma passadinha no fim da tarde para vizitá-los e acabar ficando. Começou a estudar fisioterapia porque tinha grande interesse em se formar em Educação Física, mas sua mãe queria que ele fosse médico, daí ficou no meio termo. Tudo começou com a fisiote- rapia e foi através dela que as portas foram se abrindo. Certo dia na academia onde malhava o professor faltou e, por ser fisioterapeuta e conhecer bastante de educação física, os colegas pediram para que ele desse a aula. Devido ao extremo conhecimento e o dinamismo que tem sua aula foi um sucesso e no mesmo dia foi contratado para continuar dando suas aulas de Cinesioterapia Ativa Assistida. Tal acontecimento desencadeou uma série de ofensas de todas as partes e de todas as formas por parte dos profissionais de educação física, ele me conta que certa vez ao ser chamado de modo pejorativo de estrela, respondeu: - Estrela são vocês, eu sou o céu que conserva todas as pequeninas estrelinhas (Gargalhadas), dizia também que O sol nasce para todos, só que sombra e água fresca é só para fisioterapeutas. Segundo o Dr. Paulo Cintura, “Se sou capaz de fazer cinesioterapia em pacientes debilitados, porque não faria em pessoas sadias?!” e assim foi, e em pouco tempo suas aulas já estavam lotadas e conhecidas em todo o Rio de Janeiro. Ele brinca dizendo que o resultado de suas aulas se deve ao fato do fisioterapeuta ter um conhecimento muito maior do que um professor de educação física e aconselha inclusive a que todos façam uma faculdade de fisioterapia. 21

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Pouco tempo depois suas aulas já estavam no rádio. Começou na Rádio Estácio FM, no programa Ginástica no Verão e posteriormente na Radio Antena 1 FM com o programa Energia Paulo Cintura, um programa de Rock, onde trabalhava como apresentador e dava dicas de saúde. Nesta mesma época gravou dois discos, um de ginástica com encarte para acompanhamento e outro cantando o Rap da Saúde, que contava a história do Carlão Pano de Chão, um cara que vivia drogado e após muita malhação, largou as drogas e se transformou no Rei da Malhação. A televisão também entrou nessa história, começou gravando o programa B.B Vídeo na TV Record, fez um vídeo com a participação da Monique Evans, teve participação em algumas novelas interpretando o próprio Paulo Cintura, gravou comerciais, e até um filme com o Sérgio Malandro. Quando o programa A Escolinha do Professor Raimundo passou a ser diário, foram criados novos personagens, e ele foi convidado a estrear um, novamente o do próprio professor Paulo Cintura. Atualmente continua a exercer sua profissão, só que agora exclusivamente à amigos e parentes, quebrando o provérbio santo de casa não faz milagres. Se orgulha da fisioterapia pois considera a profissão mais indicada para tratar pacientes tanto no campo físico como no emocional, mais até que o médico e que o psicólogo. Atualmente diz que só quer sossego, ficar curtindo a namoradinha em casa, com uma vida saudável e regada de muito esporte, sem carnes, bebidas, cigarros, sempre de bermuda e chinelos Havainas, da forma mais descontraída possível, também não é muito chegado a sair na nigth, e quanto ao casamento, acha que é como casa mal assombrada, quem tá fora quer entrar e quem tá dentro reza pra sair! Continua na TV gravando um programa de Esportes Náuticos que estava no ar na TV Record e passará em breve para a CNT ou TV Bandeirantes. Quando perguntado se teria alguma mensagem para finalizar, ele riu e disse: Gostaria de dizer aos colegas de Educação Física, que todos os desentendimentos do passado me chatearam bastante, mas perdoo a todos pois compreendo que eles estavam apenas defendendo seus interesses, e principalmente SAÚDE É O QUE INTERESSA O RESTO NÃO TEM PRESSA!!! Valeu Paulo.


EDITOR Oston de Lacerda Mendes

Terapia Manual

DIRETORIA Michel de Lacerda Mendes João Marcelo S. Gigliotti JORNALISTA RESPONSÁVEL Marcos Antônio Alves nº M.T.B. 6036 DRT-MG PROJETO GRÁFICO Oficina Detrês (021) 256-3806

2ª parte Incontiência Urinária

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CORRESPONDENTES Dra. Carmen Verônica (UNESA-Barra) l Fabrício Escudine (IBMR) l José Maurício (FRASCE) l Dra. Hélia Pinheiro R. Corrêa (UCB) l Katia Mara Tavares (Unifenas) l Vanessa de Souza Lara Lima (Niterói) l Dr. Carlos Ladeira (Flórida-USA) Fabiano Moreira (UGF)

COLABORARAM NESTA EDIÇÃO Dr. Henrique Baumgarth, Prof. Wilson Chagas de Araújo (Unigranrio), Johnny Walker (sem ele não iríamos a lugar algum), Paulo e Sonia (Markatexto), Ana Teresa (ABBR), Dr. Mauro da Silveira (Aferj / Sinfito), Dr. Marcos Vinícios e Dra. Vania A. de Carvalho e Dra. Maria Rita (Fisioraim), Robson Barcelos e Erika Velasco (IBMR) AGRADECIMENTO ESPECIAL Dra. Jeanne Malheiro Dinesen PONTOS DE ASSINATURA Livrarias Lippi (FRASCE & UFRJ) / Álvaro (IBMR) / Palmieri (Seflu) Unibancas (UNESA- Bispo) Marcela (UNIG) / Colmed (Marilia - SP) JAIR (CASTELO BRANCO) Fotos do Paulo Cintura (capa e matéria) JR - Studio Fotográfico & Produções Artísticas Ltda. Tel.: (021) 266-3081

Em Breve! Relançamento da nº 1 apenas para assinantes Não nos responsabilizamos pelas opiniões, conceitos e sugestões emitidas em artigos assinados, o objetivo é apenas mostrar diferentes formas de atuação entre profissionais. Revista em fase de testes (parte final) Acesse a Fisio&Terapia através de: http://www.inx.com.br/fisio&terapia e-mail: oston@inx.com.br irc: #fisio&terapia (irc.inx.com.br) Tels: (021) 294-9385  256-0268  256-3806

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