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Limite Máximo

Motores estão activos em Famalicão De sde o Ka r t in g a t é à V el oc id a de , pa ss a ndo pe lo s Ra l is o u pe lo T o do - o - T er r e no , o co nc el h o de F a ma l ic ã o e st á be m r e pr es ent a do . Na i mpo ss ib i li da d e de da r vo z a to do s os pi l ot o s e na v e g a do r es f a m a li ce nse s, d es ta c a mo s a que le s q ue tê m c on seg u id o ma i o r de st a que . A to d os o s que ele va m o no sso co nce lho em t er m os d e de spo r to s mo to r i za d os , a qu i f i ca o t r ib ut o d o O P .

Os desportos motorizados continuam a atrair muitos famalicenses, quer para participar quer para assistir às diversas competições nacionais e estrangeiras. Em Famalicão, terra de aficionados por excelência, os motores continuam a trabalhar em prol do espectáculo. Neste Especial do OP fique a conhecer tudo aquilo que se passou nesta temporada e o que ainda está para vir.


II

opinião especial: 22 de Agosto de 2007

especial

Apesar das dificuldades sentidas pelo Team Famalicão José Janela está confiante

"Foi um ano difícil"

Paulo Marques traça objectivos para nova época

Rumo a Dakar

para a próxima temporada? Os projectos para a nova temporada, como é sabido, passam por fazer o Dakar com o Paulo Marques. Estamos a trabalhar nesse sentido e estamos animados com a possibilidade de isso se concretizar e vamos aguardar as respostas a partir de Setembro ou Outubro. O projecto foi apresentado a várias empresas e vamos ver se isso se concretiza. Da minha parte, e do Paulo Marques, tudo começamos a fazer nesse sentido e o Team Famalicão vai apostar novamente nos Ralis e na Velocidade. Para o ano é uma garantia que esses dois campeonatos serão também a nossa nova aposta.

Para além das provas nacionais em que pretende marcar presença, juntamente com o Team Famalicão, José Janela aposta na continuidade do projecto. Outro dos objectivos para a nova temporada é participar no Dakar com uma equipa totalmente famalicense e ao lado de Paulo Marques. Pedro Reis Sá OPINIÃO SPORT: Qual é o balanço que faz desta temporada? JOSÉ JANELA: É um balanço positivo, apesar de ter sido um ano de contenção, uma vez que tivemos dificuldades em arranjar patrocinadores para fazer uma época a 100 por cento. Também estamos em várias frentes e, desta forma, também há dificuldade em fazer um campeonato a 100 por cento e com resultados mais positivos. Estamos a participar no Todo-o-Terreno, como também nos ralis que têm gastos enormes e este foi um ano de contenção. Mas, neste momento, estou satisfeito com a temporada do Te-

am Famalicão e nunca fica mal a uma estrutura como a nossa, com tão poucos recursos. Em que competições é que o Team Famalicão vai participar? Estamos na Velocidade, também no Todo-o-Terreno, nos Ralis e posso adiantar, em primeira-mão, que vamos estar também presentes no PTPT que é o campeonato de Velocidade mais importante do nosso calendário. Contamos com António Areal, num apoio, por assim dizer, para definir o Team Famalicão, uma vez que também vai ter uma série de despesas. Arranjamos o apoio logístico e, em parte, técnico. Por isso o Team Famalicão, ao nível do campeonato, está muito bem representado, mas ainda temos um Team bastante jovem. Temos três anos numa cultura muito própria, ainda é muito cedo para enveredarmos por grandes voos e enquanto não tivermos patrocinadores fortes não poderemos apresentar mais do que isto. Podemos já falar de projectos

Era importante ter uma equipa 100 por cento famalicense e apoiada pelo Team Famali cão? Isso era óptimo. Efectivamente era excelente para mim, para o Paulo Marques e para Famalicão termos uma equipa 100 por cento famalicense. Isso implicava desde os pilotos à parte técnica e das empresas pois era Famalicão que estava representado a todos os níveis. É um desejo nosso, estamos a trabalhar nesse sentido e posso garantir que na parte técnica também irão dois famalicenses. É o nosso desejo, como famalicenses, tanto eu como o Paulo e estamos a tentar divulgar ao máximo a nossa terra. E ao nível de apoios como está o Team Famalicão? Foi um ano difícil, estamos a trabalhar nesse sentido, para o Dakar, com a possibilidade que a prova tem e, apesar dos valores serem maiores, penso que há mais facilidades. Vamos trabalhar nesse sentido e há muito tempo para dar a resposta definitiva. O Paulo vai ter que angariar uma parte e eu vou ter que angariar outra, vai ser uma luta em conjunto e espero que, ao fim de três anos de tentativas possa voltar ao Dakar. *com Sandra Lopes

O famalicense Paulo Marques é um dos mais emblemáticos pilotos do concelho, embora este ano tenha participado em poucas provas nacionais. O "Marquês", como é conhecido nas lides do Dakar, aponta agora baterias para aquela que é a maior prova do Todo-o-Terreno mundial. Pedro Reis Sá* O P I N I Ã O SP O R T : E st á c o n fi r m a d a a p re s en ç a d a d up l a fa m al ic en s e P a u l o M a r q u e s/ J o s é J a ne l a n a e d i ç ã o d e st e a no d o D a k a r ? P aulo Mar ques : Até ao início da prova tudo pode acontecer. Claro que da nossa parte é impensável dar uma garantia absoluta que lá estaremos, mas é esse o objectivo e é para isso que estamos a trabalhar. Este ano, e com um carro próprio, as coisas tornam-se um pouco mais complicadas e demoram mais tempo a fazer, pois temos que organizar a parte técnica e de assistência em prova, tendo em conta que pretendemos levar uma equipa de famalicenses. Neste momento estão inscritos piloto, co-piloto e mais dois assistentes. Agora há que reunir as condições necessárias que permitam realizar o nosso objectivo e neste campo a obtenção de patrocínio é fundamental. M a s o o b j e ct i v o d e s t e a n o e r a p a r t i c i p a r e m m a i s pr o v a s d o n a c i o n a l d e T o d o - o - T e r re n o ? É um facto. O nosso objectivo era participar em três ou quatro das mais importantes provas do campeonato. Claro que o ideal era entrar em todas, mas as coisas não estão fáceis em termos de apoios e por isso vamos ver se ultrapassamos esta grande barreira de reunir apoios para podermos fazer o Dakar. Estamos confiantes que será possível e como disse é nesse sentido que todo o trabalho está a ser feito.

P ar a a l é m d o D a ka r, o q u e é q u e t e n s p l a n e ad o p a r a o p r ó xi m o a no ? E q u e b al a n ç o é p o s s í v e l p a ra j á f a z e r d o an o c o m p e t i t i v o d e 2 00 7 ? Bem, 2007 fica marcado pelo facto de ter conseguido terminar o Dakar. E se não fossem os problemas no Toyota Land Cruiser e algum azar poderia ter alcançado uma melhor classificação. Ainda assim atingi o principal objectivo que foi o de levar o carro até às praias de Dakar. Ainda em relação a este ano acabei por fazer uma prova com o novo carro adquirido ao Ricardo Leal dos Santos, um Mitsubishi Pajero D.I.D., onde em Macedo de Cavaleiros acabei por me sair bem, lutando pelos cinco primeiros lugares em algumas partes do percurso. Esta prova deume algum alento. No entanto, a falta de apoios impediu-me de realizar mais provas, uma situação que espero conseguir melhorar agora em 2008. C o s t u m av a d i z e r- s e q u e F am a l i c ã o e r a a c a p i t a l d o de s p o r t o a u t o m ó v e l nacional. Pensa que os piloto s fa m a l i ce n s e s e s t ã o a pe r d e r a l g u m a r e p r e s e nt a t i v i d a d e ? Na verdade, se há uns anos atrás sobrava dinheiro das empresas do concelho para o apoio ao desporto automóvel, actualmente a crise, sobretudo na área têxtil no Vale do Ave, não viabiliza a realização de alguns projectos que estão dependentes desse apoio e como toda a gente sabe o desporto automóvel é caro. Nessa perspectiva julgo que existem não só menos projectos, como também menos pilotos. No entanto, Famalicão tem pergaminhos na modalidade e muitos pilotos não estão em actividade por manifesta falta de apoios. Mas oxalá os ventos mudem para haver mais gente no desporto motorizado. * c o m R i c ar d o R i b e i r o


especial

opinião especial: 22 de Agosto de 2007 III

Apesar do balanço positivo em pleno campeonato

Mauro Marques quer mais O piloto famalicense Mauro Marques faz um balanço positivo da época que está a decorrer em que participa no Campeonato Nacional de Kart, categoria Júnior. Contudo, Mauro abre já perspectivas para a época que se avizinha, na qual o piloto espera ainda melhorar e que os resultados sejam ainda mais positivos. A presente temporada é classificada pelo jovem piloto como "azarada" até porque teve a transição de marcas em pleno campeonato, algo que dificultou ainda mais a tarefa dado o material utilizado ser diferente e obrigar a uma adaptação. Ainda assim, Mauro refere que a mudança de chassis foi ao mesmo tempo importante. "O material com que competia anteriormente estava com muitos problemas e em parceria com a equipa foi se restruturando e integrando uma nova marca, a TonyKart, com parceria da Norma-Racing", diz o famalicense. O piloto refere que foi "importante para melhor a mudança que tive da Jesolo para a TonyKart". "São coisas muito diferentes. Não é por acaso que a Tony-Kart é a actual campeã mundial de equipas. Contudo consegui pôr a minha equipa numa parceria com a da Norma-Racing/Tony Kart, o que se têm demostrado eficazes". Quanto ao campeonato nacional, o piloto destaca a elevada competitividade. "Na prova estão as equipas oficiais, o que torna o trabalho muito árduo e trabalhoso. A categoria Júnior é muito competitiva e a mínima falha deita tudo a perder. Tenho como exemplo uma corrida em que o motor gripou quando ia em terceiro e faltavam poucas voltas para o final. O material é muito importante mas nem sempre faz milagres. Além disso a competitividade é alta e os pilotos estão todos a um nível muito igual", realça. Relativamente ao próximo ano competitivo, o piloto entrará numa fase de estudo, assim que acabar a última prova do Nacional de Karting e da Taça de Portugal que se realizará em Fátima, e em Outubro já terá novidades. Em Setembro, Mauro Marques estará no Sul de Espanha onde irá utilizar os novos motores KF3. Essas provas terão grelhas de 60 pilotos, num campeonato complicado onde marcarão presença todas as equipas italianas de karting. A próxima prova do Campeanato Nacional de Kart é em Palmela, Setúbal, onde o piloto espera que tudo corra "na perfeição", partindo na semana seguinte para Espanha.

Piloto vai competir em Espanha quando terminar campeonato Nacional


IV

opinião especial: 22 de Agosto de 2007

especial

Campeonato Nacional FPAK de Ralis

Ausências de vulto

O Campeonato Nacional da FPAK de Ralis apresentou-se este ano com as ausências de Armindo Araújo e do famalicense Miguel Campos, primeiro e segundo classificados, respectivamente, no ano transacto. São duas perdas importantes que ainda assim não diminuíram o interesse e emotividade das provas. Neste ano o destaque vai para os S2000 que lutam pelos primeiros lugares. Bruno Magalhães, em Peugeot 2007, Vitor Sá com o famalicense Justino Reis (no início do campeonato), o Fiat Punto de José Pedro Fontes, Vítor Pascoal ou mesmo Fernando Peres e Ricardo Teodósio, com os seus Mitsubishi Lancer EVO IX, têm trazido atractivos suficientes ao Nacional de Ralis. Bruno Magalhães lidera Bruno Magalhães lidera o Nacio-

nal de Ralis com 13 pontos de vantagem sobre Vítor Pascoal. A três ralis do final, o piloto da Peugeot está perto de conseguir suceder a Armindo Araújo. A fechar o pódio está José Pedro Fontes a apenas um ponto de Vítor Pascoal. O próximo Rali do Centro vai ser uma cartada importante na luta pelo triunfo final, num rali onde Bruno Magalhães parte com vantagem, naquela que será a segunda prova de asfalto da temporada. Ao longo da temporada Vítor Pascoal foi sempre regular, mas as vitórias de Bruno Magalhães permitem que o jovem piloto esteja na primeira posição do campeonato. Numa competição onde Famalicão teve Justino Reis ao lado de Vítor Sá para além de Ricardo Costa e Nuno Almeida. Também Pedro Rodrigues com Sérgio Rocha ao seu la-

Sérgio Rocha em Espanha Sérgio Rocha esteve esta temporada a fazer algumas provas em Espanha. As diferenças são muitas, quer na quilometragem quer nas condições que apareceram para este navegador. "Aprendi muito e é mais aliciante do que em Portugal. Que me desculpem os portugueses, mas em Espanha vive-se mais o rali e estes são pensados por e para os pilotos. Infelizmente parece que estamos uns anos atrás na capacidade organizativa dos ralis", concluiu Sérgio Rocha.

A três provas do final Já não existem muitas oportunidades para rectificar o que quer que seja em termos de classificação geral final. Com um interregno de quase dois meses, o regresso da competição está marcado para Setembro. Assim, faltam disputar as seguintes provas: 20 a 22 Setembro – Rali Centro de Portugal (Clube Automóvel da Marinha Grande) 26 e 27 Outubro – Rali Mortágua (Clube Automóvel do Centro) 23 e 24 Novembro – Rali Casinos do Algarve (Clube Automóvel Algarve)

Sem competir esta temporada nos ralis

Miguel Campos espera regressar

do participa neste Nacional que tem poucos famalicenses. "O concelho perdeu representatividade" Em virtude de algumas dificuldades pelas quais passa o país, os famalicenses também não aderiram em grande número ao campeonato nacional. Nas palavras de Justino Reis, navegador famalicense, o problema é "a conjuntura económica natural que tem acontecido por tudo o país e não só em Famalicão. A dificuldade monetária e a divisão por outras modalidades no desporto automóvel faz com que os pilotos não adiram tanto ao Nacional de Ralis", refere Justino. "As saídas de Duarte Costa, João Ruivo ou Miguel Campos, participantes habituais foram sentidas, ou então projectos que seleccionam algumas provas apenas para demonstrar o seu valor", concluiu o navegador famalicense. Também Nuno Almeida, navegador de Ricardo Costa, é da mesma opinião, referindo que "a hegemonia em Famalicão desapareceu um pouco sendo que o piloto que era neste momento o mais representativo, Miguel Campos, não está. Espero que o Miguel regresse, mas mesmo assim o concelho ainda tem bons pilotos e navegadores presentes". Pelo mesmo diapasão alinhou Sérgio Rocha, navegador de Pedro Rodrigues, que acrescentou é "escassa a representatividade do concelho mas pode ser apenas momentaneamente e apenas uma infeliz coincidência". Por isso, o co-piloto espera que já "na próxima temporada Miguel Campos, José Janela, Duarte Costa ou João Ruivo voltem ao Nacional para Famalicão continuar com a representatividade que tinha".

Campos cumpre ano sem competição

O desporto motorizado em Famalicão sempre viveu dos ralis piratas e das provas regionais, mas também de pilotos e co-pilotos de renome. Um dos pilotos famalicenses que deu nas vistas e é certamente um dos porta-estandartes é Miguel Campos. O mesmo piloto que este ano não está a competir, fazendo uma paragem forçada na sua carreira no desporto motorizado. O piloto de ralis evidenciou-se ao longo dos tempos, estando este ano "parado" a tentar consolidar um projecto que lhe permita para a próxima temporada lutar pelo Campeonato Nacional de Ralis. Como quem sabe nunca esquece, aguarda-se o regresso de Campos ao volante. A carreira de Miguel Campos está numa pausa "forçada", como diz o piloto. "Embora esteja a custar imenso espero que a minha carreira nas lides automobilísticas não fique por aqui". Há 16 anos consecutivos que Miguel Campos competia e por isso espera ain-

da nesta temporada participar numa prova mediática que lhe permita algum retorno e não cair no esquecimento. Sem revelar qual a prova que vai realizar, muito brevemente o piloto famalicense vai incorporar uma prova numa outra modalidade sem ser os ralis. O regresso de Miguel Campos "só acontecerá se o projecto for mesmo para conseguir lutar pelo primeiro lugar e possa ter possibilidades de resultados positivos", refere o piloto adiantando que tem vindo "a fazer diversos esforços para regressar com um carro actual". "O importante é apostar nos sítios certos e ter os apoios indicados que permitam estar ao melhor nível. Hoje em dia os apoios escasseiam e infelizmente nem só o nome ou os resultados nos permitem ter apoios", diz Campos salientando que tudo irá fazer "para na próxima temporada estar no activo e a lutar pelo lugar mais alto do pódio", rematou. P. R .S .


especial

opinião especial: 22 de Agosto de 2007

No novo formato designado de Open de Ralis

Famalicenses presentes em grande número O Campeonato Open de Ralis é indubitavelmente a grande mudança introduzida pela Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) na estrutura regulamentar dos variados campeonatos de Ralis para a temporada 2007. Com a criação desta nova competição termina o ciclo decadente em que se encontrava o agora extinto Nacional de Promoção e abre-se a porta a um campeonato, há muito aclamado, não só pelos intervenientes como também pela grande maioria dos aficionados da modalidade. Em especial destaque neste Open, e no tocante aos pilotos e co-pilotos do concelho, está João Ruivo, ao volante de Fiat Stilo, que enveredou por este campeonato depois de não ter conseguido apoios para disputar o Nacional de Ralis. Alberto Silva é o co-piloto desta dupla famalicense que ocupa o quinto posto da classificação geral, totalizando 63 pontos. Outra dupla famalicense que tem dado boa conta de isso, sobretudo no Regional, é Alfredo Guimarães e Domingos Mendes, em Mazda 323, ocupando neste momento o 18º posto do Open com 22 pontos somados. A aposta desta dupla vai no entanto para o Regional Norte onde neste momento ocupam a primeira posição e ao que tudo indica vão garantir o título. A fechar o pódio na geral, em termos de participantes famalicenses, está a dupla Hélder Ribeiro e Daniel Ribeiro, em Peugeot 205, na 22ª posição com 21 pontos amealhados. Hélder Ribeiro tem conseguido melhores prestações no asfalto, onde amealhou todos os pontos obtidos até ao momento. Para além destas três duplas, existem ainda outros famalicenses a disputar o Open que até ao

momento estão mais discretos. Recorde-se que o líder deste campeonato é Pedro Peres, com 111 pontos, seguido de Luís Mota com 87 e Rui Azevedo com 85. A luta promete ser renhida até ao final, com as últimas quatro provas a serem disputadas nas pistas de terra. A juntar um número elevado de viaturas das diferentes vertentes já existentes no nosso país, os aficionados podem continuar a vibrar com os Ralis, com

maior competitividade, aumentando o interesse quer para o público quer para os próprios pilotos. Com a possibilidade de se verem diferentes bólides a lutarem em conjunto, este novo formato o Open de Ralis trouxe também uma maior visibilidade para pilotos e máquinas com a Start Sign a ajudar e muito nas organizações dos Ralis e na dinamização do mesmo.

Pedro Silva/Vitor Martins

P.R.S.

Admissão de veículos Para esta competição são admitidas todas as viaturas que possuam homologação FIA em vigor, mas a cilindrada terá de ser igual ou superior a 2000cc e não podem concorrer veículos que não disponham de quatro rodas motrizes. Serão ainda admitidas todas as viaturas cuja homologação FIA já caducou, mas que estejam autorizadas, em 2007. Haverá ainda três classes em disputa: veículos de duas rodas motrizes, Clássicos e tracção integral. Quanto à pontuação, o esquema é muito semelhante a dos Campeonatos Regionais, já que o concorrente que terminar no primeiro lugar do pódio recolhe 20 pontos, o segundo 17 e o terceiro 15, seguindo-se a pontuação até ao ponto único e à medida que os lugares se sucedem. Há ainda pontos para os quatro primeiros das duas rodas motrizes que recebem segundo a ordem de chegada, cinco, quatro, três e dois pontos, respectivamente. Para os Clássicos aplica-se também esta regra, enquanto para os 4x4 apenas o primeiro e o segundo classificados têm direito à atribuição de pontos. Este campeonato, que integra todo o tipo de máquinas, promete emotividade para os espectadores e mesmo para os concorrentes, uma vez que a competição está acesa.

Frederico Ferreira/Octávio Araújo

O que falta? Até ao final do Open de Ralis faltam disputar quatro provas, todas elas em terra, fechando no fim-de-semana de 1 e 2 de Dezembro. Provas a disputar: 15 e 16 Setembro – Rali Loulé (Clube Automóvel Algarve) 12 e 13 Outubro – Rali Murça (Clube Automóvel Régua) 9 e 10 Novembro – Rali Vila Real (Clube Automóvel Vila Real) 1 e 2 Dezembro – Rali Estrela Vigorosa Sport (Estrela Vigorosa Sport) João Ruivo/Alberto Silva

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opini達o especial: 22 de Agosto de 2007

especial


especial

Concessionário levou a cabo iniciativa de promoção

"Verão Seca by Daro" Esta Acção da Daro, "Verão Seca By Daro", teve lugar no Seca Bar, em Vila do Conde, entre os dias 15 e 19 de Agosto, sendo que o seu ponto alto aconteceu na noite de 6ª feira, 17 de Agosto, com muita animação suplementar e distribuição de brindes. Tudo isto em paralelo com as viaturas que já estavam expostas desde o dia 14 de Agosto, nomeadamente os novos Ford Mondeo e Focus CC. Pelo segundo ano consecutivo estiveram neste bonito espaço de Vila do Conde, com o intuito de reforçar a notoriedade local e regional dos produtos e serviços Ford e Daro. Visam sobretudo estar próximos de um elevado número de potenciais clientes, dos mais diversos "targets", e demonstrar a juventude, dinâmica e evolução dos novos produtos Ford. Ao longo de cinco dias e outras tantas noites, milhares de pessoas clientes deste espaço hoteleiro e todas as outras que apenas passaram e circularam na área desta Acção garantiram com toda a certeza o sucesso e visibilidade de mais esta iniciativa Ford Daro. Segundo o relações públicas da Ford Daro, Justino Reis, esta iniciativa é o espelho do espírito do concessionário visando passar a palavra "feel the diference" da Ford. "É importante para a Daro estar presente nestas iniciativas em conjunto com o Seca Bar para estarmos perto dos nossos clientes". Para Justino Reis "a aceitação foi muito positiva tendo diversas pessoas dos mais diversos "target´s" demonstrando interesse pelos carros, apreciando o espírito da marca. A Daro está presente há cerca de um ano em Vila do Conde e na Póvoa de Varzim e as expectativas tem sido muito boas e com estas iniciativas retribuímos com o nosso papel localmente", acrescentou o relações públicas do concessionário Daro. Também Paulo Lopes, responsável do Seca Bar, estava satisfeito com a festa em parceria com a Ford, "não sendo a primeira vez que fazemos este tipo de festas com a Daro, conseguimos sempre com a Ford dinamizar a curva do Castelo, tendo tudo a ver com o nosso público alvo. A cidade ganha e os nossos clientes também", concluiu.

opinião especial: 22 de Agosto de 2007 VII


VIII opinião especial: 22 de Agosto de 2007

especial

Campeonato Nacional de Montanha

José Pedro Gomes na 8ª posição Arcindo Guimarães Decorridas que estão três jornadas do Campeonato Nacional de Montanha 2007, de um total de sete provas, o piloto famalicense José Pedro Gomes ocupa um modesto oitavo posto da classificação absoluta (sétimo da categoria 1), num campeonato que para já é liderado por Pedro Salvador. Este posicionamento na classificação do piloto do Ford Escort é justificado pelo facto de apenas ter pontuado na Rampa de Figueiró dos Vinhos, segunda prova da temporada, e da ausência de pontos na jornada inaugural na Serra da Estrela, assim como na última prova realizada em Bragança. Nesta última, Pedro Gomes teve de enfrentar problemas inesperados devido ao mau funcionamento do alternador da sua viatura, justamente numa altura em que a mecânica do Escort não dava indicação de qualquer anomalia. Na jornada brigantina, o piloto ainda conseguiu um bom resultado nos treinos cronometrados, atingindo o segundo posto, mas na partida para a subida o motor recusou-se a trabalhar, dando lugar à frustração da equipa, que até esperava um bom resultado tendo em vista a recuperação de lugares na tabela classificati-

Época azarada para José Pedro Gomes

va. "Este campeonato não tem sido ‘grande espingarda’. Fomos para a Serra da Estrela, partimos o motor, ganhámos em Figueiró, fomos para Bragança, tínhamos o segundo melhor tempo nos treinos e a seguir o carro decidiu não trabalhar, devido ao alternador que carregava em demasia", explicou o piloto ao OPINIÃO SPORT. "Estamos convictos que, faltando ainda cinco provas, iremos dar boa luta, havendo razoabilidade e bom senso entre todos e contando que os meus adversários também poderão ter os seus azares. Agora, se os meus adver-

sários continuarem fiáveis, temos que admitir que não teremos hipótese nenhuma", acrescenta José Pedro Gomes. A próxima ronda, a quarta do Campeonato Nacional de Velocidade, terá lugar já no próximo fim-de-semana, em Murça (25 e 26 de Agosto). "É uma rampa muito engraçada, tem uma parte inicial muito lenta e uma parte final muito rápida. Nas partes lentas as quatro rodas motrizes tiram vantagem, como é o meu caso, mas vai depender muito da temperatura do asfalto, que se estiver meio frio poderemos fazer tempos excelentes", concluiu o piloto, convicto, de res-

Famalicense apenas pontuou uma vez

to, de que irá fazer um bom resultado nesta jornada. Depois de Murça, seguir-se-

ão a Rampa do Caramulo, Rampa da Penha e Rampa do Sport Clube da Régua.

Classificação Absoluta 1º Pedro Salvador, 28 pontos 2º António Nogueira, 22 pontos 3º Paulo Ramalho, 22 pontos 4º David Saraiva, 12 pontos 5º Joaquim Teixeira, 9 pontos 6º João Portinha, 8 pontos 7º Joaquim Rino, 5 pontos 8º José Pedro Gomes, 3 pontos 9º António Barros, 3 pontos 10º Benito Varela, 2 pontos 10º Manuel Ferreira da Silva, 2 pontos


especial

Adélio Machado vai cumprir últimas provas do Nacional TT

"Já estamos mais virados para o Dakar"

opinião especial: 22 de Agosto de 2007 IX

Piloto famalicense Miguel Barbosa

"Entrar bem na nova época" Já está programada alguma coisa para a próxima temporada? Sim, já estamos a pensar na próxima época, que já não falta muito, e por isso estamos a programar tudo ao pormenor. Queremos começar muito fortes.

Depois de lhe ter fugido a possibilidade de ser campeão na categoria T2, a três provas do final do Nacional de TT, Adélio Machado vai agora atacar o segundo posto. Ao mesmo tempo, o piloto famalicense prepara já mais uma participação no Dakar. Arcindo Guimarães* OPINIÃO PÚBLICA: O campeonato não começou da melhor maneira, contudo quais são as expectativas para o que resta da temporada no que toca ao agrupamento T2? ADÉLIO MACHADO: Para já, posso dizer que já resolvi o problema dos pneus, uma vez que no Rali Transibérico tive sete furos. O carro estava a andar mais e como tal os pneus não aguentavam, mas acho que agora nas próximas jornadas não haverá problemas a esse nível. O carro está andar bem e espero ganhar corridas, o que mesmo assim não dará para me tornar campeão. Mas vou tentar ainda chegar ao segundo lugar do agrupamento neste nacional. Um objectivo que poderá então transitar para a próxima temporada? Sim. O carro, que fez o Dakar do ano passado, não era propriamente destinado a Bajas. Isto porque estava muito pesado e a andar pouco. Um carro para Bajas tem que ser um pouco mais leve e rápido. Agora o carro está a andar muito bem e como tal vamos entrar para sermos campeões. No entanto, só o tempo o dirá se isso é possível ou não.

Ainda com uma curta carreira no Karting, o famalicense pretende continuar a apostar na modalidade e a somar resultados positivos.

Apesar de já ter falhado esse objectivo de ser campeão de agrupamento, o mais importante agora continua também a ser rodar tendo em vista o próximo Dakar? Exacto. Agora já só faltam três provas para o final do campeonato, vou tentar conquistar o segundo lugar, mas como disse, isto agora já se trata de preparação para o Dakar pois já me encontro a utilizar "settings" que irei precisar na prova africana. Vou também testar certas suspensões que poderei vir a utilizar no Dakar, portanto estamos já mais virados para essa grande prova do que propriamente para o campeonato nacional. Sem esque-

Padock em força no Dakar

Terminadas que estão as inscrições para a 30ª edição do Dakar, terceira consecutiva com partida da capital portuguesa, a Padock Competições, com sede em Famalicão, garantiu a presença de seis viaturas/equipas na maior prova de Todo-o-Terreno do mundo. A Padock Competições tornou-se, assim, na maior estrutura privada de sempre na história do desporto motorizado português presente na grande aventura de TT do mundo. Numa parceria com a Toyota France, a Padock Competições terá ao dispor das suas equipas as melhores condições de trabalho, quer na preparação dos Toyota’s Land Cruiser quer no apoio logístico que antecederá a partida de Lisboa até à capital Senegalesa – Dakar. Das instalações da estrutura portuguesa irão partir seis viaturas da marca nipónica inscritas na categoria T2, sendo que cinco têm já o "cunho" dos pilotos: Adélio Machado, Céu Pires de Lima, Luís Pimentel, Nuno Pereira, Hélder Oliveira/Francisco Esperto. Sendo já uma referência do Todo-o-Terreno nacional, a Padock Competições começa a afirma-se além fronteiras. Dando azo à sua vontade de vencer, a estrutura sedeada em Famalicão acaba de aumentar a sua "frota" ao adquirir mais um Toyota Land Cruiser, a viatura que "levou" Mário Ferreira e José Sousa, no ano de estreia, até Dakar.

cer é claro o segundo lugar no T2. E no Dakar, a missão será ganhar a categoria T2? É o que ainda vamos ver. Se não houver azares de maior… No ano passado estávamos a andar bem, houve aquele problema com o meu co-piloto e fui obrigado a abandonar. No Dakar é tudo muito imprevisível. Mas o objectivo passa novamente por tentar o primeiro lugar no agrupamento T2. Explique-nos como é viver o Dakar por dentro. O Dakar é um misto de alegrias e de sofrimento: 15 dias de boa disposição e 15 dias de sofrimento…há de tudo. Um ambiente completamente diferente do campeonato português, uma aventura fora do comum. Passamos o dia a sofrer e chegamos à noite já esquecidos daquilo que se passou e prontos para o dia seguinte. E depois é o ambiente excepcional que se vive nesta prova, com muitos colegas, como o Paulo Marques, por exemplo. Espero que cheguemos os dois ao fim. Isso seria óptimo. E a estrutura da Paddock, agrada-lhe? Está a funcionar como previsto. Está a funcionar bem, tudo está em ordem e por isso vamos continuar até ao fim do campeonato. Depois ela não interfere directamente no Dakar, uma vez que iremos utilizar a estrutura da Toyota France, mas para o campeonato está tudo a correr bem. O Adélio Machado é ainda uma figura recente dos desportos motorizados, contudo nos últimos anos tem dado nas vistas de forma muito regular. Qual é o segredo para que isso aconteça? Não há segredo nenhum. Simplesmente sempre disse que o que queria fazer teria de ser bem feito. Nada mais do que isso. Por vezes nem tudo corre como a gente quer, mas pelo menos tentamos fazer as coisas bem feitas e com honestidade. * Com Pedro Reis Sá

OPINIÃO SPORT: Que balanço faz da temporada? MIGUEL BARBOSA: Tem sido uma temporada positiva. A equipa não estava nada à espera destes resultados. Mas também nos temos preparado para isso e penso que estamos a ser uma revelação. Vai continuar no Karting? Sim, penso fazer mais uma época no Karting e depois apostar num Troféu de Promoção ou em alguma competição semelhante.

E estar "muito forte" passa por onde? Principalmente estar mentalmente preparado para enfrentar os adversários desde o princípio e também fisicamente. Pretendo entrar de pés bem assentes no chão na nova temporada. Como vês a relação de irmãos no Karting, uma vez que a Margarida também participa em corridas… É boa porque desta forma trocamos ideias sobre os adversários e tentamos estudar-nos mutuamente. Enquanto um está de fora, o outro está lá dentro e depois quando chegamos dos treinos trocamos ideias. É interessante. Achas que a Margarida está a gostar da experiência de estar no Karting? Acho que sim. Acho que o que lhe dá mais gozo é ser a única rapariga participante no Troféu e isso dá-lhe ainda mais gozo.

Seguindo as pisadas do irmão mais velho no Karting

Margarida Barbosa dá luta aos rapazes Pode dizer-se que é uma família que se dedica aos karts e por isso não é de estranhar que Margarida também se dedique à competição. A jovem famalicense é estreantes nestas andanças mas esse facto não a tem impedido de deixar uma boa imagem. Como está a ser a experiência ao volante de um kart? A experiência está a ser boa. É o primeiro ano que estou a competir e penso que estou a um nível bom. Estou a gostar, é um desporto que me interessa e por ser uma rapariga, no meio de tantos rapazes, também me dá um gozo especial. E dá gozo ganhar aos rapazes? Não é a questão de dar gozo. É a questão de ser o primeiro ano, sou novata e, desta forma, dá-me gosto e maior vontade de competir com eles. Mas dou sempre o meu melhor independentemente dos adversários. Já tens alguma coisa preparada para a próxima temporada? Ainda não estamos a pensar o que vou seguir. Quero pensar numa coisa de cada vez e agora o meu pensamento está centrado nas últimas corridas de Karting. Depois logo se vê.


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opinião especial: 22 de Agosto de 2007

especial

Luís Barros representa concelho na Velocidade

"Vamos comprar dois carros"

Luís Barros

Com o interregno do campeonato, é tempo de Luís Barros fazer um balanço da época e perspectivar já o futuro. Sem ser uma temporada muito positiva, o piloto famalicense tem cumprido nas provas do campeonato. Como pretende continuar na senda dos bons resultados, Luís Barros promete já investimentos no futuro e pretende por isso comprar dois carros. As duas últimas provas realizadas foram no Circuito da Boavista e também em Braga. Após uma prestação positiva no Circuito da Boavista, Luís Barros voltou a brilhar no fim-de-semana seguinte mas no Circuito Vasco Sameiro, em Braga. Na categoria 3, o piloto famalicense conseguiu dois segundos lugares no Campeonato Nacional de Velocidade. Depois de ter conseguido o melhor tempo nos treinos cronometrados da categoria 3, Luís Barros terminou a primeira corrida na segunda posição, tendo Vasco Campos, em Alfa Romeo 147, sido o primeiro. O famalicense liderou mas foi ultrapassado no decorrer da oitava volta. Na segunda corrida, o lugar mais alto do pódio ficou para Tiago Marques, em Renault Clio, e Luís Barros vol-

tou a ocupar o segundo posto. Em terceiro lugar voltou a classificar-se Álvaro Figueira. Pode considerar-se que Luís Barros teve uma boa prestação, alcançando dois segundos lugares nas duas corridas disputadas, e por isso a classificação obtida pode considerar-se boa. Isto apesar de ter liderado nos treinos e na primeira prova. Quanto ao futuro, Luís Barros reforça a aposta. "Na próxima época vamos comprar dois carros, um para mim e outro para o Vaz Campos e esperamos que a pró-

xima época seja melhor que esta e que andemos sempre na frente. Por isso vamos fazer investimentos", destacou o piloto. O Campeonato Nacional de Velocidade encontra-se neste momento parado, regressando no fim-de-semana de 5 a 7 de Outubro no Circuito de Vila Real, organizado pelo Clube Automóvel local. Esta será a penúltima prova desta especialidade, sendo que a última prova está marcada para o Circuito do Estoril, realizando-se entre 2 e 4 de Novembro.

Classificação Categoria 2 1º José Monroy, 72 pontos 2º Ni Amorim, 62 pontos 3º César Campaniço, 60 pontos 4º João Figueiredo, 42 pontos 5º João Areal, 29 pontos 6º Vítor Mateus, 26 pontos 7º Luís Barros, 20 pontos

Classificação Categoria 3 1º António da Silva, 84 pontos 2º Tiago Marques, 47 pontos 3º Álvaro Figueira, 42 pontos (…) 5º Luís Barros, 35 pontos (…) 18º José Vaz Guedes, 1 ponto

Rui Lapa espera regresso rápido Após duas temporadas ao volante do Radical SR3 no Open Velocidade, Rui Lapa, piloto famalicense, tem-se mantido afastado dos palcos nacionais, estando a preparar um projecto internacional. O piloto de Famalicão tem feito alguns testes, um deles realizado no Circuito de Paul Ricard, em França, para um contacto com um Fórmula 1. "O facto de estar parado permiteme realizar alguns testes com vista a não perder o «pulso» do volante e preparar atempadamente um regresso que espero seja para breve", adianta Rui Lapa que aguarda a resposta de alguns apoios que poderão vir de Inglaterra. Rui Lapa esteve também em terras inglesas onde estabeleceu mais contactos e realizou testes para marcas estrangeiras. Lapa pretende regressar à competição ao mais alto nível e a experiência conseguida no Radical pode ser positiva para rápidas adaptações a novos carros e a novas aventuras em que possa vir a participar em termos de Velocidade.


especial

Rali de Famalicão realizou-se no fim-de-semana de 26 de Março

Famalicenses dominaram o Rali da cidade

Pódio do rali de Famalicão

A dupla famalicense Alfredo Guimarães/Domingos Mendes conseguiu lograr a primeira posição, impondo-se a António Oliveira/Filipe Martins, por 19,5 segundos, e a Ricardo Costa/Nuno Almeida que fecharam os lugares do pódio. Na prova extra, o vencedor foi a dupla Nuno Pina/Guilherme Pereira seguidos de Jorge Lopes/Octávio Araújo, a 6,7 segundos, e da equipa do Team Famalicão, Pedro Reis/Paulo Costa. Com o atractivo das especiais serem um pouco diferentes e com o tempo a ajudar, o Rali de Famalicão demonstrou um bom tratamento a nível dos troços e capacidade para poder vir a integrar o Open de Ralis, saindo do campeonato regional de ralis norte. Embora seja precisa uma vaga para que tal aconteça, o vereador do desporto do município famalicense, Jorge Paulo Oliveira, afirmou que vai fazer todos os esforços para que o Rali da cidade consiga subir mais um degrau. Carlos Cruz, responsável da secção de desportos motorizados do FC Porto, alinha pelo mesmo

diapasão, mas realça que para o Rali famalicense poder integrar o Open é preciso "alguma desistência e por isso vamos dar tempo ao tempo para ver o que poderá acontecer", explicou o elemento

da organização. Quanto ao Rali propriamente dito, Alfredo Guimarães, com o seu Madza 323, apenas venceu uma prova de especial, mas a sua regularidade durante as quatro Pec's levou o carro amarelo à vitória final. Na segunda posição ficou António Oliveira/Filipe Martins que beneficiaram de uma penalização à dupla Ricardo Costa/Nuno Almeida que ficaram no degrau mais baixo do pódio. A prova extra foi vencida por Nuno Pina/Guilherme Pereira, no seu Nissan Micra. Com a concorrência a ficar para trás, nomeadamente Mário Almeida/Daniel Araújo, a dupla famalicense foi levando o seu pequeno Micra até à vitória final. Jorge Lopes ainda tentou intrometer-se na luta, mas não conseguiu melhor do que a segunda posição, sendo seguido por Pedro Reis.

Troféu Regional de Ralis Douro Neste Troféu do Douro, Bruno Costa pode estar perto de conseguir vencê-lo. O famalicense leva ao seu lado o navegador Filipe Martins, também ele integrado no Regional de Ralis do Norte. Embora a participação inicial não fosse para participarem neste Troféu Regional Douro o objectivo é ser campeões. Embora a concorrência seja muito forte, Bruno Costa está "optimista para conseguir o título. Para já pensamos no regional mas é muito difícil conseguirmos. Embora tenhamos começado neste troféu depois de um Rali de Amarante sem grandes perspectivas, com o desenrolar dos ralis correu muito bem e começamos a apostar no Douro", refere o piloto. "Embora saibamos que será difícil segurar esta vantagem estou optimista para continuarmos com este espírito ganhador e agarrarmos com unhas e dentes para terminarmos no topo da classificação", referiu Bruno Costa. Sobre a próxima temporada, o piloto do Mitsubishi espera "participar no Regional com um projecto mais sustentado num carro de quatro rodas motrizes mas para já o grande objectivo é segurar o primeiro lugar", conclui o famalicense.

No Regional de Ralis Norte

Alfredo Guimarães a um passo do título No Campeonato de Ralis Regional Norte, os três primeiros classificados têm elementos do concelho de Famalicão. Alfredo Guimarães e Domingos Mendes, vencedores do Rali de Famalicão, estão na pole position para serem campeões, detendo uma vantagem confortável de 39 pontos sobre o "manos" Hélder e Daniel Ribeiro. António Oliveira, vencedor deste campeonato na temporada transacta, está na terceira posição levando a seu lado Filipe Martins, navegador famalicense. A apenas duas provas para o final do campeonato, a dupla do Madza 323 tem tudo para conseguir vencer este título regional. Para além do Rali de

Famalicão, Alfredo Guimarães demonstrou sempre uma boa capacidade de gestão do seu Madza e sempre ao ataque acabaria por vencer o Rali de Famalicão, o Rali Sentir Penafiel e o Rali de Vila Verde, todos nesta categoria. Com muitos famalicenses a participarem neste Regional, Famalicão está bem representado. Exemplo disso mesmo foi o Rali de Famalicão onde os participantes do concelho foram muitos, demonstrando que os famalicenses continuam a vibrar e a participar nas provas de Rali. Para o final deste Troféu, faltam somente duas provas. A primeira no dia 3 de Novembro, o Rali de Esposende, e a segunda

Alfredo Guimarães, piloto famalicense

a 1 e 2 de Dezembro, no caso o Rali do Estrela Vigorosa Sport. A consagra-

ção de Alfredo Guimarães pode estar por isso para breve.

opinião especial: 22 de Agosto de 2007 XI


Saúdespecial: e XII opinião 22 de Agosto de 2007

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