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especial: 26 de setembro de 2013
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José Carlos Paula, presidente do GD Louro
Fernando Martins, treinador do GD Louro
“As condições de trabalho no Louro são do melhor” Depois de uma época tranquila, na série B da 1ª Divisão da AF Braga na temporada passada, o Grupo Desportivo (GD) do Louro participa agora na Divisão de Honra, onde soma duas vitórias e uma derrota nas três jornadas já disputadas. O presidente da equipa de Louro, José Carlos Paula, independentemente das prestações ambiciosas neste início de época, afirma com clarividência que o objetivo principal é “fazer uma época tranquila, sem sobressaltos, e terminar a meio da tabela”. Para isso, o presidente conta com um plantel onde a juventude se mistura com os veteranos, como em quase todas as outras equipas do distrital, e é com afinco que afirma que “o plantel tem bastante qualidade”. Para atingir esse objetivo, o presidente conta com o novo treinador, Fernando Martins, em quem deposita grande confiança, apesar da inexperiência como técnico. “O treinador foi jogador durante 20 anos e chega em final de carreira, após ter aceitado o nosso convite”. O presidente da turma do Louro é, aliás, perentório em relação a esse assunto, afirmando que Fernando Martins “é o homem certo no lugar certo”. Mas nem só de plantel vive um clube e José Carlos Paula sabe bem disso, daí orgulhar-se bastante das infraestruturas disponíveis no Campo Comendador Cupertino de Miranda, garantindo que “as condições de trabalho são do melhor”. No que diz respeito ao orçamento para esta
Objetivo é manutenção o mais cedo possível
época, José Carlos Paula espera, sobretudo, que seja uma época “tranquila financeiramente”, e para isso conta com 75 mil euros para todo o ano desportivo, contando ainda com o apoio da Câmara Municipal, com a Junta de Freguesia, com os associados e com várias empresas que patrocinam o clube. “Temos o nosso orçamento e se formos rigorosos como na época passada, não teremos muitos problemas”, afiança. F.S./S.A.S. pub
Suou a camisola do Grupo Desportivo (GD) do Louro durante três épocas, mas uma lesão grave forçou-o a pendurar as chuteiras mais cedo do que o esperado. Fernando Martins é o novo treinador da equipa da freguesia do Louro e explica a sua contratação com um “é sempre bom verem em nós capacidade para treinar”. Martins mostra-se ansioso por cumprir a sua primeira época como treinador de futebol, afirmando que “está na altura de pôr em prática toda a aprendizagem com o futebol, ao longo dos anos”. Conhecedor do clube, o novo técnico espera conseguir fazer um “campeonato tranquilo”, onde a manutenção será o principal objetivo, reforçando que “quanto mais cedo, melhor”. Para preparar esse objetivo, o treinador, de 39 anos, manteve grande parte do conjunto de jogadores da época passada, afirmando que a “base do plantel dá garantias para se conseguir um campeonato engraçado”, mas decidiu, em conjunto com a direção, contratar alguma juventude, explicando que “são jovens que querem vencer e que querem fazer do futebol uma carreira”. Quanto à relação que o ex-jogador do Louro espera construir com o plantel é de “respeito e solidariedade”, mostrandose contente por os seus jogadores “dis-
tinguirem bem o Martins jogador, do Martins treinador”. O técnico, natural da freguesia do Louro, destaca ainda o “superior trabalho que se tem feito nas divisões mais baixas”, especialmente no próprio GD Louro, onde realça a “melhoria nas infraestruturas” e destaca a “melhoria que tem acontecido de ano para ano”, especialmente para um “clube pequeno, onde nem sempre é fácil aliciar atletas para jogarem, pois não há peso económico”. F.S/S.A.S. pub
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GRUPO DESPORTIVO LOURO
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especial: 26 de setembro de 2013
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Joaquim Macedo, presidente do Ruivanense AC
“Há um défice de apoio por parte da freguesia de Ruivães” Ao fim de 20 anos ligado à direção do Ruivanense Atlético Clube, sete dos quais como presidente, Joaquim Macedo afirma que esta será a última época à frente do clube de Ruivães e deixa no ar que a única mágoa que leva consigo é a do “défice de apoio por parte da freguesia de Ruivães”. Aliás, reconhece mesmo que este é o principal motivo de não se recandidatar no final do mandato, que terminará em 2014. Os objetivos, no entanto, não serão alterados por essa condicionante, garante Joaquim Macedo, afirmando que o clube “quer ficar em primeiro” da 1ª Divisão da AF Braga, garantindo assim a subida ao Pró-Nacional, onde, diz ainda o presidente, “o Ruivanense merecia estar, não fosse uma descida prematura onde todos reconheceram os erros gravíssimos” que ditaram a queda para o segundo escalão de futebol do nosso distrito. Mas essa descida já foi há 2 épocas e Joaquim Macedo conta com esta equipa técnica e com todo o plantel para regressarem à prova máxima da AF Braga, realçando que “o plantel irá ao encontro daquilo que a direção pretende, que é lutar jogo a jogo até aos lugares de subida”, deixando de parte qualquer contratação a curto prazo e garantindo que o Ruivanense tem jogadores “que reúnem todas as condições para lutar sempre pela vitória”. Para atingir esse objetivo, existe um orçamento que não é astronómico, de cerca de 15 mil euros, mas Joaquim Macedo relembra que o
clube tem “muitas condições”, especialmente nas camadas mais jovens, e isso permite que o clube não tenha de contratar muitos jogadores fora de portas, indo buscar “qualidade” à equipa dos juniores. No entanto, Joaquim Macedo não pode garantir que o clube vença sempre, mas deixa o repto aos habitantes de Ruivães para que, pelo menos “uma pessoa de cada família se torne sócia do clube”, ajudando assim o clube a sobreviver, uma vez que “não existem mecenas nem carolas para salvar o clube”, acrescenta ainda o presidente do Ruivanense. Fernando Silva pub
Fernando Ribeiro, treinador do Ruivanense AC
“Com ovos caseiros, faz-se uns bolos muito bons” Fernando Ribeiro, mais conhecido no mundo do futebol por “Nani”, mantém-se no comando técnico do Ruivanense Atlético Clube (AC), depois de duas temporadas ao leme da equipa sénior e uma na formação. E espera “fazer melhor” que na época passada, onde a equipa de Ruivães terminou em 2º lugar. “O objetivo é ir o mais longe possível, mas vamos caminhar andando”, reforçou, destacando a aposta na formação que o clube tem feito nos últimos anos e relembrando que “subiram cinco jovens da formação, que são sempre uma mais-valia para conseguirmos os objetivos”. Aliás, tem sido tradição no Ruivanense a promoção de juniores e os resultados têm sido positivos, com a equipa a manter-se nos lugares cimeiros da tabela nos últimos cinco anos. Com cerca de metade da equipa renovada, Nani está satisfeito com o plantel, destacando o reforço da parte defensiva e a aquisição de alguns jogadores experientes, para contrabalançarem a juventude do restante conjunto. Quanto ao orçamento disponível, o técnico realça que é menor do que nos anos anteriores, mas destaca a “particularidade” do clube de Ruivães, apelidando-o de “clube velho, com um pensar muito novo”, e evidenciando que conta com uma
direção “extremamente dinâmica”, que ajuda à falta de outros recursos indisponíveis. “Com ovos caseiros, faz-se uns bolos muito bons”, acrescenta, dizendo ainda que “com pouco dinheiro, consegue-se fazer equipas muito competitivas”, não achando que o baixo orçamento possa ser um empecilho para atingirem a promoção no final da época. O técnico, de 45 anos, mostra-se ambicioso neste arranque de época e espera inscrever o nome do clube ruivanense na galeria de campeões da divisão de honra da AF Braga, já no final desta temporada. Fernando Silva pub
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RUIVANENSE ATLÉTICO CLUB
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