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Norte 378.994

3.406.514 crianças e adolescentes trabalham no Brasil. Mapa com distribuição por região. De 10 a 17 anos de idade. Fonte: IBGE

Nordeste 1.019.855

Centro-Oeste 282.470 Sudeste 1.107.471

Sul 617.724

Comece a olhar com outros olhos situações de trabalho infantil ao seu redor. Participe, contamos com você! www.fundacaotelefonica.org.br/promenino www.facebook.com/redepromenino @promenino #semtrabalhoinfantil

Campanha da Fundação Telefônica Vivo com o Unicef e a OIT.

Parceiros

Imagem de oficina realizada com crianças em São Paulo

Fundação Telefônica Vivo e você pelo fim do trabalho infantil e pelo trabalho adolescente protegido.

sem trabalho infantil e pelo trabalho adolescente protegido

Promenino Fundação Telefônica Correalização


Muita gente não percebe que o trabalho prejudica a vida de crianças e adolescentes. Pelo contrário, acham até que é bom. E você? O que pensa sobre isso? Reconhecer e questionar são os primeiros passos para participar.

Reconheça

Qualquer trabalho infantil e o trabalho de um adolescente com menos de 14 anos é proibido, pois coloca em risco sua vida e seu desenvolvimento, afastando-o da escola, da família e dos amigos. O trabalho doméstico é proibido até os 18 anos. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, essas crianças e adolescentes estão expostas a riscos: acidentes, castigos, trabalho escravo e até mesmo exploração sexual. O trabalho adolescente precisa ser protegido seguindo a Lei do Aprendiz e a partir dos 14 anos. Dos 16 aos 18 anos, o adolescente pode trabalhar, mas só em período diurno e desde que não comprometa a frequência escolar. Você sabia que a exploração sexual, o tráfico de drogas e o trabalho na agricultura e na lavoura também são formas de trabalho infantil?

Questione

Muitos pais acreditam que crianças e adolescentes devem trabalhar e que, dessa forma, estão “encaminhando seus filhos na vida”, sem perceber os riscos e prejuízos dessa decisão. Crianças e adolescentes que trabalham ficam expostos a riscos físicos e morais e à exploração. Criança que trabalha corre o risco de abandonar a escola, o que compromete seu presente e seu futuro. Não é responsabilidade da criança ou do adolescente se sustentar. Se a família precisa de apoio, precisamos lutar por políticas que garantam seus direitos.

Participe

Denuncie uma situação de trabalho infantil pelo Disque 100, pelo site www.disque100.gov.br, ao Conselho Tutelar, ao Ministério Público do Trabalho ou a um Juiz da Infância. Não compre o que é vendido por uma criança ou um adolescente na rua, sinais de trânsito, bares ou praias. Você estará contribuindo para a exploração de sua mão-de-obra. Contribua com parte de seu imposto de renda para projetos sociais. Doe 6% do imposto devido ao Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente da sua cidade.

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