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Macaé (RJ), domingo, 27 de novembro de 2016, Ano XLI, Nº 9187

Fundador/Diretor: Oscar Pires

EDUCAÇÃO O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

EDUCAÇÃO ATENDE BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA PÁG.2

EDUCAÇÃO ABRE INSCRIÇÕES PARA TIMES ESCOLARES DE CORFEBOL PÁG.14

Diploma inútil? Por que tantos brasileiros não conseguem trabalho em suas áreas

PROJETO PEDAGÓGICO INOVADOR COLOCA O COLÉGIO ATLÂNTICO ENTRE OS MELHORES DA REGIÃO PÁG.10

Com tantos graduados no mercado, muitos não conseguem exercer suas profissões. PÁG. 4


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Educação atende beneficiários do Bolsa Família

Rede municipal trabalha também para acompanhar situação de alunos faltosos

Serviço visa garantir que alunos permaneçam nas escolas

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rede municipal está orientando pais e responsáveis pelos alunos atendidos pelo programa Bolsa Família. Na ação, equipes da coordenação do Bolsa Família da secretaria de Educação esclarecem as garantias de direitos e deveres daqueles que são contemplados com o Cadastro único para Programas Sociais do Governo Federal. As estratégias desenvolvidas têm como finalidade democratizar as informações para assegurar a permanência na escola, além de reforçar a garantia do acesso aos programas sociais que são disponíveis à rede municipal. Atualmente, Macaé conta com cerca de 9.862 beneficiários no

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programa, segundo o último levantamento dos meses de agosto e setembro. Os atendidos são alunos das rede municipal, estadual, federal e particular. Deste total, 8.103 alunos encontram-se na faixa de 6 a 14 anos e 1.759 são estudantes com idade acima de 14 anos. Eles apresentam a idade de 6 a 17 anos, faixa de acompanhamento da Educação. A secretária de Educação interina, Leandra Lopes, explica que a ação da Educação visa estimular as famílias beneficiárias do Bolsa Família a consultar as mensagens divulgadas, mensalmente, no extrato do saque do benefício. “Orientar as famílias dos beneficiários quanto à

importância do cumprimento das condicionalidades e sobre a importância da participação efetiva no processo educacional para combater índices de baixa frequência, bem como contribuir para elevar o nível de escolarização”, conclui Leandra. O programa Bolsa Família é um programa do Governo Federal e visa a transferência direta de renda para famílias que se encontram em situação de vulnerabilidade social. Os valores repassados depende da idade dos integrantes da família e renda. A rede municipal segue a determinação do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, que estabe-

lece atribuições e normas para o cumprimento da condicionalidade da frequência escolar. Desta forma, cabe à coordenação do programa que atua na Secretaria de Educação orientar e sensibilizar as famílias sobre a importância da participação efetiva no processo educacional para combater a evasão e repetência; contribuir para a elevação do nível da escolarização,

bem como informar quanto ao cumprimento das condicionalidades para que o benefício não seja bloqueado ou cancelado. De acordo com a coordenação do programa na Secretaria de Educação, por meio da parceria com os diretores das escolas municipais, a equipe realiza reuniões com as famílias beneficiárias conforme cronograma previamente agendado.

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Castelo recebe “Cidade de Natal” A arte é feita com matéria reciclado - caixas de papelão (milk pack) e acompanha um presépio PAOLLA ITAGIBA - ACS

Simone Mendonça Assessoria de Imprensa – ACS

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ma cidade iluminada esperando a chegada do Menino Jesus. Esse é o significado da obra intitulada “Cidade Natal” que está em exposição no pátio da acolhida do Ensino Fundamental I. A arte é feita com matéria reciclado caixas de papelão (milk pack) e acompanha um presépio. A autora é Vera Lúcia Andrade Caldas, mais conhecida como “Tia Vera da van”, proprietária de transporte escolar que atua há mais de 38 anos conduzindo os estudantes do colégio Castelo. Muito conhecida pela alegria com que trata os alunos, ela costuma preparar surpresas para agradá-los de forma muito divertida, distribuindo doces e brindes e representando personagens do mundo infantil. - Fico sempre pensando em

alguma maneira para deixar minhas crianças mais felizes. Então escolho uma fantasia e entro no mundo delas – conta tia Vera. Para isso, todo mês ela se caracteriza de um personagem. Entre eles: Papai Noel, palhaço, Nega-Maluca, Banana de Pijama, Picachu e outros, incluindo o preferido da garotada - a Menina Maluquinha. Tia Vera é formada em Letras (Língua Inglesa e Língua Portuguesa), mas nunca pensou em exercer a profissão, já que é completamente realizada no trabalho que herdou do pai, Sr. Humberto Bittencourt Caldas, primeiro dono de transporte escolar em Macaé, da época em que o Castelo só recebia meninas. - Abracei a paixão do meu pai pela profissão e fui me envolvendo. Não saberia fazer outra coisa – conclui.

Tia Vera é formada em Letras (Língua Inglesa e Língua Portuguesa)


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Diploma inútil? Por que tantos brasileiros não conseguem trabalho em suas áreas Com tantos graduados no mercado, muitos não conseguem exercer suas profissões

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s estudantes apostam na graduação no ensino superior para começar uma carreira. No entanto, muitos dos que pegam o diploma hoje não conseguem exercer sua profissão. A culpa não é só da crise econômica, que levou o desemprego a 11,8% no terceiro trimestre deste ano, segundo o IBGE, mas do perfil dos recém-formados. Eles se concentram em poucos cursos e, quando buscam uma vaga, percebem que não há tanto espaço para as mesmas funções. Essa análise foi feita pelo professor de economia da USP Hélio Zylberstajn, a partir de um cruzamento de dados do Censo do Ensino Superior e da Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho. Os números de 2014, os mais recentes disponíveis, mostram que 80% dos formandos estudavam em seis ramos: comércio e administração; formação de professor e ciências da educação; saúde; direito; engenharia e computação. Ao olhar o que faziam os trabalhadores com ensino superior, o professor notou que os cargos não existiam na mesma proporção dos diplomas. Um bom exemplo é o setor de administração que, em 2014, correspondia a 30% dos concluintes. Apesar da fatia expressiva, apenas 4,9% dos trabalhadores com graduação eram administradores de empresa. Outros 9,4% eram assistentes ou auxiliares administrativos, função que nem sempre exige faculdade. “As pessoas fazem esses cursos, mas evidentemente não há demanda para tantos advogados ou administradores. Elas acabam sendo são subutilizadas”, diz Zylberstajn. O professor também diz que o número total de graduados seria superior ao que o merca-

do brasileiro pode suportar. De acordo com o Censo do Ensino Superior, em 2014, um milhão de pessoas saíram das salas de aula. Em 2004, eram 630 mil. MAIS GENTE NO ENSINO SUPERIOR

Mas o que levou esse número a crescer tanto? A multiplicação das instituições privadas, ao lado da maior oferta das bolsas do Prouni e do Fies (Fundo de Financiamento Estudantil), facilitaram o acesso dos brasileiros à graduação. De 2000 a 2014, a quantidade de instituições dessa natureza cresceu 15%. Outro fator, dizem os entrevistados, é cultural: no país, a beca é sinônimo de status. “A gente despreza o técnico e supervaloriza o superior. É uma tradição ibérica. Como por muito tempo foi uma coisa da elite, passou a ser considerado um meio de ascender socialmente”, afirma Zylberstajn. Para a professora Elisabete Adami, da Administração da PUC-SP, esse objetivo está ligado à ideia de que o diploma basta para ganhar mais. Ela diz que deu aulas em faculdades privadas de São Paulo e notava o desejo de seus alunos de melhorar de vida. “Na sala, tinha três que eram carteiros, muitos motoboys, o pessoal que trabalhava em lojas. O que eles queriam ali? Subir.” Rodolfo Garrido pensava nisso quando largou o ensino técnico para entrar em uma faculdade privada. Ele ganhava R$ 2.600 como programador de produção em uma metalúrgica. Como engenheiro, diz, seu salário poderia subir para R$ 4.000. Com a oportunidade do financiamento estudantil, decidiu apostar. “Já trabalhava na área, então só juntei os estudos. Para poder me graduar e ter um salário melhor, poderia ganhar o dobro. Quando surgiu o incentivo do governo, comecei a pesquisar,

porque antes era uma bolada.” Depois de três semestres, teve que deixar as aulas porque ficou desempregado. Segundo a diretora do Escritório de Desenvolvimento de Carreiras da USP, Tania Casado, a crença de Rodolfo é endossada por pesquisas que indicam salários maiores para empregos de nível superior. Mas faz uma ressalva: os estudos são feitos com quem já está trabalhando nesses cargos. “Os dados são verdadeiros, só que é preciso lê-los corretamente. O fato de você fazer uma faculdade não significa que vai para um vaga desse tipo.” Os motivos pelos quais Rodolfo escolheu engenharia também ajudam a explicar a concentração dos estudantes em seis áreas, que incluem saúde, direito e computação. São profissões tradicionais, teoricamente mais estáveis e bem pagas. Além disso, são as mais oferecidas pelas instituições privadas, responsáveis por 87,4% da educação superior no país. “As pessoas vão para faculdades pagas, que têm cursos de menor custo, como direito e administração”, diz o professor Hélio Zylberstajn. Eles são mais baratos porque não usam outros equipamentos a não ser a sala de aula. Cursos de química, por exemplo, exigem laboratórios e substâncias controladas. Outro fator para decisões tão parecidas seria a pouca idade com que os brasileiros escolhem uma profissão. “É uma meninada de 17, 18 anos, que faz Administração porque o pai fez, ou porque acha legal ser CEO”, diz a professora Elisabete Adami, da PUC-SP. Com tantos professores, administradores e advogados no mercado, muita gente tem dificuldade de conseguir um bom cargo na sua área. Às vezes o jeito é aceitar vagas que pedem apenas ensino médio. Quando Evelyn Maranhão se formou, em 2011, pensava que seria administradora de empresas. Cinco anos e muitas negativas depois, trabalha como assistente administrativa. Ela registra pedidos e lança horasextras no sistema de uma empresa de manutenção predial. “Achei que ia lidar com estatística, relatório, análises, e, na verdade, faço o que uma secretária faria. Imaginava que estaria na tomada de decisões.” Há quem nem consiga exer-

cer sua profissão. Antes de cursar enfermagem, Vivian Oliveira trabalhava com eventos. Mesmo depois da formatura, continua organizando congressos, feiras e festas. Nesse meio tempo, diz, mandou incontáveis currículos, mas não foi chamada para entrevistas. Só foi contratada por uma clínica, onde ficou um ano. “Até há vagas, mas como não tenho muita experiência, eles não chamam.” Para a enfermeira, o fato de não ter estudado em uma universidade conceituada prejudicou sua trajetória “Se surgir uma posição no (hospital Albert) Einstein, vai entrar alguém de faculdade renomada. Vi que meus colegas buscam fazer pós em lugares reconhecidos, porque colocam esse nome no currículo.” FACULDADE RENOMADA

A falta de experiência e a formação em instituições pouco prestigiadas são os principais empecilhos que os formandos enfrentam nos processos de seleção, diz Luciane Prazeres, coordenadora de Recursos Humanos da agência de empregos Luandre. Prazeres relata que muitos profissionais chegam no mercado sem ter feito estágio, porque precisavam trabalhar para pagar os estudos. “A maioria são recepcionistas, operadores de call center que buscam o oposto do que estão fazendo. Mas, se ele não sai do mercado para fazer estágio, é difícil conseguir uma oportunidade.” Segundo ela, é comum que, ao abrir um posto, as empresas peçam candidatos formados em determinada universidade. Professora na PUC-SP, Elisabete Adami diz notar essa diferença ao ver que seus alunos saem empregados do curso. “Pega estudantes da PUC, da FGV, do Insper, da USP... eles não estão sem trabalho. O pessoal de faculdades de segunda linha não encontra espaço e vai ter que fazer uma pós para complementar a formação.” Para Adami, houve uma proliferação de escolas com menos qualidade, que entregariam profissionais deficientes. “Esses conglomerados pagam, em média, R$ 17 a hora-aula. Que tipo de professor você vai ter?” No entanto, pondera, a estrutura ruim não é sempre sinônimo de profissionais malpreparados. Só que, nesses ambientes, eles são mais fre-

quentes do que em instituições de ponta. “Sai gente boa, mas por conta própria, porque são esforçados.” Entre uma graduação ruim e uma boa formação técnica, diz Adami, ela aposta na segunda. “Essa mania de ser o primeiro da família de se formar é uma ilusão, mas é forte no Brasil. É algo secular. Na França e na Alemanha, você não tem esse percentual de jovens na universidade.” ENSINO TÉCNICO

O ensino técnico é citado pelos entrevistados como uma opção interessante profissionalmente. Hélio Zylberstajn, da USP, diz que o ensino é negligenciado e faz falta para o país. O professor sugere que disciplinas ligadas ao ensino técnico sejam incluídas na grade curricular do ensino médio, e não em institutos específicos, como acontece hoje. “Estamos carentes de técnicos. No ensino médio, deveríamos formar mão de obra em cooperação com as empresas.” Esse tipo de formação é uma possibilidade que precisa ser analisada antes da decisão definitiva pelo ensino superior, diz Tania Casado, do Escritório de Desenvolvimento de Carreiras da USP. “É preciso olhar para o lado e ver que há muitas posições não preenchidas, porque as pessoas não têm estudo específico. Os jovens precisam saber disso ao se lançarem em um curso.” Se a escolha for pelo ensino superior, no entanto, Casado diz que o estudante não deve conhecer apenas a profissão, mas as ocupações que ela abrange. Um graduado em Medicina, por exemplo, não precisa ser um médico e pode tornar-se um gestor de plano de saúde. Além de analisar o mercado, aconselha a diretora, o candidato deve olhar para si e escolher algo com o que se identifique. Se depois quiser mudar de área, a transição não precisa ser dolorosa. Nem sempre uma nova faculdade é necessária, afirma. Às vezes uma especialização ou cursos livres são suficientes. “Carreira é isto: olhar o entorno e se olhar, o tempo inteiro. E saber que à medida que você vai evoluindo, pode haver outros interesses, o que é bom. Mas é preciso se preparar para esses interesses, o que não necessariamente passa por uma graduação.”


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Senac lança pós-graduação em Segurança da Informação para 1° semestre de 2017 Curso da instituição poderá ser realizado a distância em qualquer local do país; inscrições abertas até 2 de março

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evido aos riscos que as informações estão correndo hoje no ambiente cibernético, as empresas estão cada vez mais estruturando áreas de Segurança de TI. Para os profissionais que desejam se preparar para esse segmento, o Senac lança a pós-graduação a distância em Segurança da Informação para o primeiro semestre de 2017. O objetivo do curso é preparar profissionais para melhorar a confidencialidade, integridade e disponibilidade das informações trafegadas pelos indivíduos e empresas, a fim de construir um ambiente estritamente seguro onde a informação é o bem mais importante. A nova pós-graduação tem a finalidade de formar profissionais capazes de desenvolver metodologias, processos e procedimentos para a proteção e a governança das questões de segurança da informação das organizações, de modo a aplicar padrões de mercado e políticas de segurança. “Os profissionais dessa área vem sendo disputados por empresas. Todos querem e precisam de um profissional qualificado para proteger e administrar a segurança de todas as informações que são geradas. É uma das áreas mais propícias ao desenvolvimento de uma carreira”, afirma Vladimir Esteves, professor e coordenador do curso Segurança da Informação do Senac EAD. A especialização em Segurança da Informação, ministrada pelo Senac EAD, é voltada para graduados nas áreas de computação e para interessados nesse segmento. O curso prevê diversas situações de ensino nas quais o conteúdo é trabalhado de forma contextualizada no ambiente virtual de aprendizagem. Para Márcio Roberto Seraggi, coordenador das áreas de redes e infraestrutura do Senac São Paulo, a proposta do curso lançado é abrangente e

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A nova pósgraduação tem a finalidade de formar profissionais capazes de desenvolver metodologias, processos e procedimentos para a proteção e a governança das questões de segurança da informação das organizações

está dividida em três blocos de conhecimentos. “Eles começam com os aspectos gerais da segurança da informação em redes computacionais, dispositivos wireless e cloud”. Em seguida, complementa Seraggi, o curso aborda a “organização da informação”, visando definir políticas e procedimentos voltados à segurança da informação, que incluem auditorias, criptografias e forense computacional. “A grade é finalizada com todos os aspectos ligados à gestão da segurança da informação, complementada com gestão de riscos e continuidade dos negócios”, descreve o especialista da instituição. Durante a especialização a

distância, os conhecimentos prévios dos alunos também são aproveitados como ponto de partida para a construção de novos aprendizados. Nesta modalidade do Senac, é preciso realizar uma avaliação presencial por semestre no polo escolhido no momento da matrícula. Há polos presenciais para a oferta EAD em todo território nacional, atualmente são 289 polos em todo país. Além da capilaridade da rede, a instituição é pioneira no ensino a distância, desde 1947, e foi avaliada com nota máxima (5) do MEC. PÓS-GRADUAÇÃO

Os 26 cursos a distância, sendo quatro deles novos

(Cloud Computing, Segurança da Informação, Inovação e Empreendedorismo em Negócios Turísticos Sustentáveis, e Gestão de Saúde), são ideais para quem não dispõe de tempo para deslocamento e precisam de mais flexibilidade no estudo. O Senac conta com a maior rede de ensino a distância do país, com 289 polos em todos os estados brasileiros. SOBRE O SENAC EAD

Com 70 anos de atuação em educação profissional, o Senac foi pioneiro no ensino a distância no Brasil. A primeira experiência nesta modalidade se deu em 1947 com a Universidade do Ar,

em parceria com o Sesc, que ministrava cursos por meio do rádio. Em 2013, com o lançamento do portal Senac EAD, a instituição ampliou a sua atuação em todo o país. Hoje, oferece um amplo portfólio de cursos livres, t é c n i c o s, d e g r a d u a ç ã o, pós-graduação e extensão a distância, atendendo todo o país e apoiados por mais de 289 polos presenciais para avaliações. Neste ano, os cursos superiores a distância foram reconhecidos com nota máxima 5, da comissão de recredenciamento do MEC para o Centro Universitário Senac.


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Legislação é sancionada e Conselhos Escolares terá representantes eleitos O Conselho Escolar será constituído por assembléia geral, diretoria executiva, conselho fiscal e conselheiros suplentes

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instituição dos Conselhos Escolares nas escolas municipais já é oficial. Foi sancionada a Lei municipal 4.271-2016, que prevê a implementação dos conselhos escolares na rede municipal com a participação coletiva de diferentes segmentos. O objetivo é intensificar a aproximação da família com a escola permitindo com que familiares, responsáveis pelos alunos, estudantes e profissionais de ensino façam ainda mais parte do processo educacional. Com a implementação , a boa notícia é que a composição dos conselhos escolares contará com representantes eleitos para um mandato de dois anos com direito a reeleição por mais um ano. São eles: Comunidade atendida pela escola, alunos regularmente matriculados, pais ou responsáveis e

representantes da comunidade local aprovados pelos atendidos pela unidade, além de profissionais da escola, que são professores efetivos e servidores, diretor da unidade e presidente do conselho escolar. De acordo com a secretário de Educação interina, Leandra Lopes, com a determinação legal, os Conselhos Escolares vão promover ações junto à comunidade escolar em prol da qualidade do ensino e formação da cidadania do estudante. “Macaé segue a determinação do Programa Nacional de Fortalecimento de Conselhos Escolares, que tem o objetivo de contribuir com a gestão das escolas. A intenção é que os pais e responsáveis se envolvam junto às unidades municipais”, pontua. Já a coordenadora dos Conselhos Escolares, Márcia Correa,

destacou que a sanção da Lei dos Conselhos escolares atende um sonho antigo da pasta e de toda comunidade escolar. Aos conselhos escolares cabe deliberar sobre as normas internas e o funcionamento da escola, além de participar da elaboração do projeto político-pedagógico; analisar as questões encaminhadas pelos diversos segmentos da escola. Outros funções dos conselhos são propondo sugestões; acompanhar a execução das ações pedagógicas, administrativas e financeiras da escola e mobilizar a comunidade escolar e local para a participação ematividadesemproldamelhoria da qualidade da educação, como prevê a legislação”, explica. Seguindo a determinação legal, os conselhos escolares vão atuar de forma representativa da comunidade escolar e local servindo de

apoio à direção das unidades municipais. Com caráter colegiado, os conselhos escolares vão funcionar com funções mobilizadoras nos assuntos referentes a gestão pedagógica, administrativa e financeira. O Conselho Escolar será constituído por assembléia geral, diretoria executiva, conselho fiscal e conselheiros suplentes. Com a finalizar de reforçar a mobilização de pais, alunos e educadores, nas escolas municipais, os Conselhos vão trabalhar seguindo as funções financeira, consultiva, fiscalizadora e deliberativa. Diante das finanças os conselhos poderão participar de ações como planejar, executar, acompanhar e gerenciar o repasse financeiro das verbas federais e fomentar as atividades pedagógicas, a manutenção e conservação física de equipamentos e aquisi-

ção de materiais necessários ao funcionamento da escola. Com foco mobilizador, os Conselhos Escolares visam promover a participação de forma integrada dos segmentos representativos da escola e comunidade contribuindo para efetivação da democracia participativa e melhoria da qualidade da educação. Diante da atividade pedagógica, caberá aos conselhos contribuir na elaboração do projeto político pedagógico, debater situações da convivência na escola e estimular a promoção de eventos educativos. Já com atuação consultiva, os conselhos poderão analisar, discutir e apresentar sugestões ou soluções quanto às propostas e medidas, que visam a melhoria do ensino, avaliação da unidade e da aprendizagem do estudante.


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Projeto Pedagógico Inovador coloca o Colégio Atlântico entre os melhores da Região Sistema etapa, profissionais qualificados, infraestrutura estão entre os pilares de Ensino

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a hora de escolher uma escola, muitos pais enfrentam questões comuns no que ser refere a educação do seus filhos. Estrutura das salas, metodologia de ensino, o quadro de professes e resultados são as principais. E esta é uma das vantagens que tornaram o Colégio Atlântico referência em ensino em Macaé. Ele aliou suas principais qualidades em quatro pilares de trabalho: o sistema de ensino forte ( o SISTEMA ETAPA), a excelência profissional, sua infraestrutura moderna e Projeto pedagógico inovador. Segundo a Coordenadora Geral do Colégio, Adelina Ribeiro, esse resultado foi conquistado pensando principalmente em unir um ensino de qualidade com os desejos dos pais que buscam uma escola completa. “ Todos os nossos pilares foram pensados com essa proposta e o resultado vem sendo reconhecido a cada ano por pais e alunos”, destacou. O primeiro desses pilares é o Sistema de ensino forte. Ao adotar um dos mais importantes grupos educacionais do país e com mais de 40 anos de experiência, o Sistema Etapa, o Atlântico vem alcançando resultados significativos na preparação e aprovação de alunos para provas do ENEM e vestibulares, estando entre os 3 melhores Sistemas de Ensino do Brasil. Em 2015 conquistou o segundo lugar no ENEM em todo o país. O material didático do Sistema Etapa, utilizado pelo colégio foi concebido para que cada aluno desenvolva, ao máximo, o potencial de competências e habilidades que traz dentro de si, de maneira gradual e contínua ao longo de sua formação acadêmica que vai da Educação Infantil até o Ensino Médio. O Sistema Etapa criou e vem adotando, com exclusividade, o ensino em Espiral Crescente. Esse método distribui os conteúdos à medida que as séries avançam. Dentro de uma linha de coerência, ele permite que o aluno retome conceitos de

forma atualizada e comparativa. O principal benefício do ensino em espiral crescente é a garantia de sedimentação do conhecimento. Outra característica é criação do ciclo de aprendizagem do Colégio Atlântico, dividido em 5 fases: Sala de aula, onde o aluno ENTENDE o conteúdo ministrado pelo professor. Na segunda fase, o aluno APRENDE estudando sozinho, fazendo exercícios, lista PE e resumos da matéria entendida. O sono é um momento em que o aluno fixa o que ele aprende, a terceira fase. A quarta fase e não menos importante é o esclarecimento de todas as dúvidas da matéria estudada. A quinta fase é a boa alimentação e a prática de exercícios físicos, pilares importantes para melhorar o aprendizado. Planejar o estudo da semana seguinte é a sexta e última fase do ciclo de aprendizagem Outro pilar de trabalho do Colégio Atlântico é sua equipe de professores. Todos têm amplo domínio do Sistema Etapa de Ensino e estão capacitados a auxiliar nossos alunos na busca dos melhores resultados. Além disso, seus educadores possuem, no mínimo, formação superior, significativa experiência docente e uma coisa em comum: são todos apaixonados pela ideia de ajudar nossos alunos a crescer. O colégio é a instituição de ensino de Macaé que possui os melhores profissionais do mercado. Dotados de uma infraestrutura completa o Atlântico se destaca pela variedade de espaços e conforto para os alunos. Sala de Música, Sala Multifuncional, Quadra oficial coberta. Salas climatizadas com equipamentos multimídia, Laboratório de Informática, Laboratório de Física, Química e Biologia, Sala de Estudos, Ateliê que atende a Educação Infantil e Ensino Fundamental I, Espaço para jogos, Cantina com almoço, Parquinho, Sala de Psicomotricidade entre outros. Seu projeto pedagógico inovador é outro diferencial entre

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as instituições da região. Ele é composto por 3 provas por semana, simulados bimestrais para alunos a partir do 4º ano do Ensino Fundamental I até o 2º ano do Ensino Médio e também simulados e avaliações semanais para os alunos do 3º ano e Pré Vestibular. Monitoria para o Ensino Médio, Aulas de apoio para o Ensino Fundamental, Aulas de Ciências dividida em: Física, Química e Biologia, a partir do sexto ano ( professores com formação específica atuando em cada disciplina). A disciplina de Língua Portuguesa dividida em: Gramática, Literatura e Redação, Matemática dividida em: Álgebra e Geometria, Aulas regulares de In-

glês, Filosofia, Sociologia, Atualidades, Artes, Educação Física e Informática Educativa. E ainda possui sua Coordenação por segmentos: Educação Infantil, Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio e Orientador Educacional para atender os pais e alunos. A Alfabetização (1º ano) utiliza o método fônico, concomitante ao Sistema Etapa. Já a Educação Infantil é baseada na abordagem Reggio Emilia. Uma das melhores filosofias educacionais do mundo para este segmento. Apostilas do Sistema Etapa também são utilizadas. No Projeto Bilíngue a disciplina de Inglês é ministrada de uma forma descontra-

ída, dinâmica e intensiva. Outro ponto destacado pela Adelina é a promoção da integração da escola com a família. “O Colégio Atlântico incentiva seus alunos à participação em Olimpíadas Brasileiras, Feiras de Ciências, Projetos Culturais, Ambientais, Científicos e Gincanas Culturais, promovendo assim a integração com a comunidade escolar e familiar”, disse. O Colégio Atlântico fica na Rua Prefeito Aristeu Ferreira da Silva, 1571 Granja dos Cavaleiros e está aberto de segunda a sexta em horário comercial. Mais informações podem ser obtidas em www.colegioatlanticomacae.com.br e pelo telefone 2772-1756.


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COLUNA

PRAZER DE LER

Ilcimar Abreu

101 canções que tocaram o Brasil

Clarice Lispector é um mundo

Um craque das crônicas de futebol Selecionado como um dos 100 melhores livros de 2015, a coletânea “Todos os contos” (Editora Rocco) reúne em um único volume 85 textos de Clarice Lispector, a escritora mais intrigante da literatura brasileira. Benjamin Moser, pesquisador e biógrafo, organizou esta edição e destaca: “A beleza

“Poemotes” estimula as crianças com versos Uma rima bacana. Uma rima engraçada. A escritora Sandra Ronca é craque em versos e ilustrações para crianças. Brinca com as palavras, seus sons e significados, fazendo nascer o estranhamento criativo nos pequenos leitores. “Poemotes” (Editora Bambolê) ora flerta com o humor, ora com a contemplação ou com a reflexão. E para ilustrar a obra, Sandra usou um pouco de tudo: tinta acrílica, guache, aquarela, giz pastel seco e oleoso e colagens. “Até alga seca... uma mistureba muito boa”, diz ela.

dos contos é que, neles, vemos a evolução do olhar de Clarice ao longo de toda a vida. Ler os contos, do primeiro ao último, é como ter a revelação de um espírito.” E se para o argentino Ricardo Piglia, verdadeiro especialista em leitura, Clarice parece uma escritora de outro planeta, para nós ela é um mundo.

Um dos maiores jogadores de todos os tempos, Tostão é um dos poucos atletas que se dedicou a refletir sobre o futebol. Seja como comentarista ou cronista, suas observações sempre foram muito além do desempenho deste ou daquele jogador. Em “Tempos vividos, sonhados e perdidos” (Companhia das

Letras), Tostão revê as últimas seis décadas do futebol brasileiro à luz de uma vida dedicada a pensar o esporte. Mais do que uma autobiografia, o livro é um passeio pelos temas e ideias que ele cultivou, e dá ao leitor um acesso único não apenas ao jogador, mas também ao espectador, ao torcedor e ao fã.

Evanildo Bechara e o “Novo dicionário de dúvidas da língua portuguesa” Afinal, escreve-se bom dia ou bom-dia? Qual é a pronúncia certa de gratuito? Quando se deve usar a, há e à? Editada pela Nova Fronteira, e lançada na Academia Brasileira de Letras no último dia 17, no Rio de Janeiro, a obra do professor e filólogo Evanildo Bechara pretende esclarecer as diversas questões que surgem no uso cotidiano de nossa língua, através de uma consulta rápida e fácil, em ordem alfabética: “A língua portuguesa é rica e, em alguns pontos, bem complexa. Por isso, é natural que seus falantes tenham dúvidas”, afirmou Bechara, acrescentando que o livro abrange áreas de pronúncia, ortografia, novo acordo ortográfico, hífen, crase, conjugação, regência, concordância, entre outras informações.

Frutos da memória afetiva do jornalista e produtor Nelson Motta, as 101 músicas selecionadas para o livro recémlançado, pela Editora Sextante, podem ser consideradas aquelas que marcaram época e que mexeram com o país. Entre as músicas escolhidas estão obras de Noel Rosa, Pixinguinha, Cartola, Ary Barroso, Dorival Caymmi, Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Johnny Alf, Roberto Carlos, Paulinho da Viola. E mais Rita Lee, Lulu Santos, Legião Urbana, Tim Maia, Raul Seixas, e tantas outras. A conclusão, segundo o autor, é que as boas composições foram desaparecendo com o passar do tempo.


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Vem aí a 15ª Festa Literária Internacional de Paraty

Desde 2003, a FLIP acontece como uma verdadeira manifestação cultural. Cada edição presta homenagem a um nome importante da literatura brasileira – uma maneira de preservar, perpetuar, difundir e valorizar a língua portuguesa e a produção do Brasil. Em 2017, o evento será realizado de 26 a 30 de julho, prestando reverência ao legado literário do escritor carioca

Lima Barreto, autor de “Triste fim de Policarpo Quaresma”. Objeto de estudo de intelectuais de referência em diversas áreas da inteligência brasileira, como Antonio Candido, Alfredo Bosi, Beatriz Resende e Lilia Schwarcz, o olhar de Lima Barreto é determinado pela experiência do território onde viveu por quase toda a vida e pela criação de uma variedade de personagens.

Foi realizada a “Mexican Fiesta”, em que os alunos puderam aprender sobre a cultura mexicana

International School promove eventos bilíngues no INSG/Castelo SIMONE MENDONÇA - ACS

Simone Mendonça Assessoria de Imprensa – ACS

Lima Barreto em novas roupagens ● NA ÚLTIMA SEXTA-FEIRA (25),

a Editora Expressão Popular lançou o livro “A crônica militante”, com textos de Lima Barreto. Visando a formação de leitores, o livro conta com um glossário e um extenso elenco – que figura ao fim do volume – com referências a personagens históricos, mitológicos, ficcionais, a lugares nem sempre conhecidos dos leitores, a títulos e a associações hoje inexistentes.

está lançando uma coleção de minilivros (R$ 5 cada) com três contos de Lima Barreto: A Biblioteca; Carta de um defunto / A doença do Antunes e Quase ela deu um sim, mas... / A Barganha.

● A EDITORA SESI-SP

Educação Um levantamento realizado pelo Ministério da Educação mostra um alarmante aumento no índice de analfabetismo entre jovens de 15 a 29 anos em seis Estados brasileiros, desde 2013. Foi o primeiro registro dessa natureza em décadas. Nas palavras da secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães, os integrantes desse grupo são uma “geração perdida”. (A ruína da Pátria Educadora, Isto É)

A

Semana da Criança teve uma programação divertida no Ensino Bilíngue do Instituto Nossa Senhora da Glória – INSG/ Castelo. Alunos e professores apresentaram a peça “The Wizard of Oz”, em inglês, para todas as turmas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I. Além da apresentação teatral, foi realizada a “Mexican Fiesta”, em que os alunos puderam aprender sobre a cultura mexicana e os pontos turísticos do país, além de provar diversos itens da culinária local. - Com a apresentação teatral nossa intenção foi a de oferecer um momento de arte para todos. E quanto à “Mexican Fiesta”, em todos os bimestres falamos sobre um país diferente. Foram oportunidades para os alunos utilizarem a língua Inglesa em um ambiente divertido – afirmou a Coordenadora Pedagógica da International School, Raphaella Souza.

PAOLLA ITAGIBA - ACS


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EDUCAÇÃO

O DEBATE DIÁRIO DE MACAÉ

Macaé, domingo, 27 de novembro de 2016

Educação abre inscrições para times escolares de Corfebol Interessados devem procurar o Polo Fronteira para participar das aulas e dos treinos

O

s amantes dos esportes e interessados em conhecer o Corfebol, jogo misto proveniente da Holanda, e que faz parte da rede municipal, podem se cadastrar no Polo Fronteira. O espaço conta com uma equipe de atletas que se dedicam à modalidade e treinam todas às terças-feiras, às 17h30, na Praça Washington Luiz. Para se cadastrar no esporte, o interessado deve ter acima de 12 anos, e deve comparecer no polo de inclusão social, que funciona das 8h às 17h, na Rua Manoel Marques Monteiro, nº 724, na Fronteira. A modalidade que caiu no gosto dos alunos do ensino municipal conta com dois times formados por oito pessoas cada um: quatro do sexo masculino e quatro do sexo feminino. São

dois atletas no ataque e dois na defesa, sendo que, a cada duas cestas, eles trocam de posição e com a bola na mão o atleta não pode correr. Em Macaé, o Corfebol conquistou alunos e moradores da região serrana e bairros. Um dos exemplos é a atuação da equipe Corfebol Macaé, que integra atendidos do polo Fronteira e estudantes das proximidades e do Colégio Municipal Pedro Adami, localizado em Córrego do Ouro. A prática do corfebol no município tem revelado atletas. Recentemente, quatro jovens jogadores das unidades municipais Sana e Pedro Adami, que integraram a seleção brasileira da modalidade faturaram medalha de ouro no Torneio Latino Americano de Corfebol, em

Montevidéu. Os representantes de Macaé que fizeram parte delegação brasileira são os estudantes do Colégio Municipal Sana; Victória Régia Monteiro, Amanda Sandre e Nilo Joshua (Sana); além de Kassiane Araújo, aluna da unidade municipal Pedro Adami e Thiago Rangel da unidade Natálio Salvador Antunes. E para se destacar ainda mais no cenário nacional e internacional, a garotada intensificou o ritmo dos treinos nas quadras. No Colégio Municipal Sana, por exemplo, os alunos treinam todas as sextas, nos horários divergentes aos de aula.O reforço tem como objetivo a participação na Taça Rio de Corfebol, campeonato tradicional, previsto para a primeira quinzena mês de dezembro, em

Macaé. A expectativa é receber 90 atletas das seguintes equipes: Rio de Janeiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro (polo carioca), Casimiro de Abreu, Sana, Macaé, polo Fronteira e Pedro Adami. Satisfeito, o professor responsável, Juan Leal, lembra que a dedicação e comprometimento dos atletas e equipes gestoras das escolas participantes está contribuindo para a conquista de medalhas. A equipe Serra Macaé faturou medalha de bronze na Taça Rio Corfebol, programação realizada no Rio de Janeiro. CORFEBOL SOBE A SERRA

O Corfebol está conseguindo atrair cada vez mais adeptos no município. A região serrana, por exemplo,

tornou-se um dos points da modalidade: a quadra do Colégio Municipal do Sana recebeu, neste ano, o Campeonato Estadual de Corfebol. A disputa integrou equipes representantes do Estado do Rio de Janeiro como Sana, Pedro Adami, polo Fronteira, além dos times do Rio de Janeiro, Casimiro de Abreu e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A competição contou com alunos das categorias sub 12, sub 14 e sênior. A região também foi agitada pelo Campeonato Serrano de Corfebol, que recebeu os atletas de Casimiro de Abreu, Fronteira e Serra Macaé 1 e 2, que envolve alunos-atletas das unidades municipais Sana e Pedro Adami.


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Macaé, domingo, 27 de novembro de 2016

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Macaé, domingo, 27 de novembro de 2016

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Educação 27 11 2016  
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