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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE - UFS CIDADE UNIVERSITÁRIA PROF. JOSÉ ALOISIO DE CAMPOS DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS GRUPO DE PESQUISA EM INCLUSÃO ESCOLAR DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

I CONGRESSO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA

“ Múltiplos Olhares frente à Pessoa com Deficiência” ISSN 2178 – 9983

II ENCONTRO DE INCLUSÃO ESCOLAR DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA:

“Abordagens Metodológicas” ISSN 2176 - 8242

SÃO CRISTÓVÃO – SERGIPE 2010


© Antônio Vital Menezes de Souza; Verônica dos Reis Mariano Souza; Vinicius Silva Santos, 2010. Todos os direitos de produção técnica reservados aos organizadores. É proibida a reprodução ou transmissão desta obra, ou parte dela, por qualquer meio, sem a prévia autorização dos organizadores e autores. I CONGRESSO NACIONAL DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA

ISSN 2178 – 9983 II ENCONTRO DE INCLUSÃO ESCOLAR DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

ISSN 2176 – 8242

Projeto Gráfico, Diagramação e Capa Antônio Vital Menezes de Souza Vinicius Silva Santos

Coordenação Editorial Verônica dos Reis Mariano Souza Antônio Vital Menezes de Souza Vinicius Silva Santos

Conselho Científico Profª Dra. Anamaria Gonçalves Bueno de Freitas (UFS) Profª Dra. Anne Alilma Silva Souza Ferrete (UFS) Profº Dr. Antonio Vital Menezes de Souza (UFS) Profº Dr. Armando Valente (UNICAMP) Profº Dr. Dante Augusto Gallefi (UFBA) Profª Dra. Edilene Curvelo (UFS) Profª Dra. Eniceia Gonçalves (UFSCar) Profº Dr. Fabio Zoboli(UFS) Profª Dra. Iara Maria Campelo Lima Profª Dra. Ignez Aurora Anjos Hora(UFS) Profª Dra. Maria Inês Oliveira de Araujo (UFS) Profª Dra. Maria José Nascimento Soares (UFS) Profª Dra. Maria Neide Sobral (UFS) Profº Dr. Miguel Angel Garcia Bordas(UFBA) Profª Dra. Natália Ramos (Universidade Aberta de Portugal) Profº Dr. Nelson Dagoberto (UFS) Profª Dra. Rita de Cácia Santos Souza (NUPIEPED) Profª Dra. Rosana Givigi (UFS) Profª Dra. Silvana Cambiaghi (USP) Profª Dra. Teresinha Guimarães Miranda (UFBA) Profª Dra. Verônica dos Reis Mariano Souza (UFS)

Esta publicação faz parte dos Anais do I Congresso Nacional de Pesquisa em Educação Especial e Inclusiva & II Encontro de Inclusão Escolar da Pessoa com Deficiência

Universidade Federal de Sergipe Cidade Universitária Prof. Aloísio de Campos Centro de Ciências Humanas e de Educação Departamento de Educação Av. Marechal Rondom, Rosa Elze, s/n São Cristóvão – Sergipe 49.100 -000 Tel. (79) 2105 – 6757

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Núcleo de Pesquisa em Inclusão Escolar da Pessoa com Deficiência


CADERNO DE RESUMOS


SUMÁRIO

EIXO I EDUCAÇÃO E INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NO ENSINO FUNDAMENTAL A concepção de estudantes com deficiência sobre seu processo de permanência na escola regular

01

A corporeidade como fator de inclusão do síndrome de down

02

A criança autista no mundo chamado escola

03

A escola inclusiva e seus avanços em busca da aprendizagem

04

A inclusão de pessoas surdas no ensino regular: um guia para educadores

05

A Inclusão Escolar de um Aluno com Deficiência Visual: família X escola

06

Acessibilidade escolar e a criança cega: um estudo de caso no ensino fundamental

07

Ampliando a noção de sistema Braille e aprendizagem na escola

08

Capoeira: um conteúdo possível nas escolas para pessoas com deficiência visual na cidade de Aracaju

09

Competências e habilidades na formação dos professores de educação física para trabalhar com alunos com deficiência

10

Convivência com a Diferença: transformação atitudinal de alunos numa proposta de natação inclusiva

11

Educação Especial: inclusão de deficientes visuais na escola estadual Senador Leite Neto

12

Educação Física Inclusiva: A interação psico-social entre crianças “ditas normais”

13

Educação Inclusiva: inclusão ou exclusão dos alunos das séries iniciais nas escolas?

14

Escolarização de Alunos com Autismo: a educação infantil como cenário de práticas inclusivas

15

Estimulação Precoce: direito e possibilidades efetivas de inclusão

16

Estimulação precoce: uma nova perspectiva de inclusão

17

Formação continuada de professores: a experiência do núcleo de atividades em

18


altas habilidades/superdotação em Sergipe Inclusão e literatura infantil: um olhar sobre as diferenças

19

Inclusão na escola regular: o que pensam os pais de estudantes com deficiência?

20

Inclusão ou exclusão escolar?

21

Natação e Deficiência Visual: o desenvolvimento da Orientação e Mobilidade

22

O ensino de língua inglesa para pessoas cegas, um desafio para inclusão na era digital

23

O professor que sou: o sentido da inclusão na minha prática pedagógica

24

Orientação aos pais com filhos deficientes visuais

25

Processo de inclusão no ensino fundamental: o estudo de caso de Larissa

26

Psicomotricidade: uma análise acerca de problemas de aprendizagens escolares

27

Sala de Recursos Multifuncionais nas Escolas Municipais de Aracaju: desafios da prática docente

28

Síndrome de Down: um estudo de uma escola da rede particular de ensino de São Cristóvão

29

Turmas Especiais nas Escolas Estaduais de Aracaju: o papel da avaliação escolar nas aulas de educação física

30

EIXO II POLÍTICAS AFIRMATIVAS DE INCLUSÃO A dança: inclusão do deficiente visual na sociedade

31

A educação física desenvolvida no centro de apoio pedagógico para atendimento às pessoas com deficiência visual: o município de Aracaju como fator de inclusão social

32

A inclusão no ensino superior: portadores de deficiência auditiva na Universidade Federal de Sergipe

33

Acessibilidade nas igrejas católicas de Aracaju: um convite à inclusão

34

As políticas públicas que implementam a pedagogia hospitalar em uma perspectiva inclusiva

35

Educação Especial: perspectivas de inclusão em Sergipe

36

Estudo sobre o processo de inserção dos alunos em classes regulares de ensino

37

Ética e Políticas Afirmativas: análise do ENEM no que concerne o aprendizado de Física

38

Formação Continuada de Professor: a inclusão de uma proposta pedagógica

39


que atenda a diversidade dos aprendizes Formação docente e a Ecopedagogia na Perspectiva de Inclusão

40

Marquês de Condocet: instruir para a liberdade de pensamento

41

Memórias de alunos com cegueira e a inclusão escolar na prática

42

Novos Olhares para a educação especial no município de Nossa Senhora do socorro-SE

43

Políticas lingüísticas e os desafios da inclusão educacional das pessoas surdas

44

Possibilidades de lazer para a pessoa com deficiência

45

Um olhar contextualizado para baixa visão: entre relatos e confissões do caso Janisson

46

EIXO III TECNOLOGIA ASSISTIVA, INCLUSÃO E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA A inclusão nas diversas modalidades de ensino: um desafio a ser alcançado

47

As pessoas com deficiência e seus valores diante do mercado de trabalho sergipano

48

Audiodescrição: possibilidades de ver o corpo

49

CDI, telecentros, cultura e inclusão digital

50

Cursos a Distância como Alternativa de Inclusão da Pessoa com Deficiência no Ensino Superior em Sergipe

51

Educação Especial: TIC – Tecnologia, informação e comunicação transformando acessibilidade e inclusão do deficiente visual

52

Inclusão no ensino da matemática

53

O Computador no Ambiente de Salas de Recursos Multifuncionais: uma ferramenta de comunicação e construção do conhecimento do surdo

54

O implante coclear como tecnologia de acessibilidade do mundo dos sons e suas implicações no processo ensino-aprendizagem

55

O uso da informática na inclusão do surdo

56

O Uso de Ferramentas da Comunicação Alternativa e Ampliada no Contexto da Escola: um caminho para a inclusão sociodigital

57

Recursos Metodológicos de Ensino para a Inclusão do Aluno com Baixa Visão

58

Tecnologia assistiva: mediação instrumental na aprendizagem

59

EIXO IV SURDEZ E EDUCAÇÃO


A centralidade da língua para surdos: pelos espaços de convivência e uso da libras

60

A Comunicação visual na educação de surdos

61

A educação de pessoas com surdez e a etnomatemática: desafios e possibilidades

62

A importância da fluência em libras no processo educacional inclusivo do aluno surdo

63

A importância da língua de sinais no processo educacional do surdo e a relação com a escola

64

A língua escrita de alunos surdos: por um projeto de educação lingüística em libras

65

A Língua Portuguesa como segunda língua para o aluno surdo: aquisição ou aprendizagem como segunda língua?

66

Compreendendo a LIBRAS: conceitos e preconceitos em torno da língua de sinais e da educação bilíngüe

67

Educação de surdos: a língua de sinais como favorecedora no desempenho intelectual da criança surda

68

Educação dos surdos: aspectos históricos e legais

69

Educação inclusiva eficiente e surdocegueira

70

Escola especial x escola inclusiva para alunos com surdez: o que dizem as pesquisas

71

Importância do atendimento Educacional Especializado para aluno com necessidades educativas especiais: Um estudo sobre a Língua Brasileira de Sinais

72

Intérprete educacional: desafios profissionais e perspectivas

73

LIBRAS: da fala para o registro

74

Surdez e educação: visão para mudanças das práticas de letramento

75

EIXO V HISTÓRIA, HISTORIOGRAFIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL A história da educação de pessoas com deficiência no Brasil: da segregação à inclusão

76

A inclusão no contexto histórico da educação física brasileira

77

A pedagogia em ambiente hospitalar: a importância da humanização na oncologia pedriática

78


A política educacional em Sergipe: breve reflexão historiográfica

79

As contribuições do pensamento medicinal para história da Educação Especial no Brasil

80

História de corpo e de vida: imagem e autoimagem das pessoas com deficiência auditiva ou audição residual

81

História de corpo e de vida: imagem e auto imagem das pessoas com deficência física

82

História de corpo e de vida: imagem e auto-imagem das pessoas com deficiência visual e baixa visão

83

História Educacional do cego e seus aspectos legais

84

O desenvolver da educação especial no Brasil durante o século XIX: um olhar sócio-histórico

85

O professor frente a inclusão: uma perspectiva histórica que denota o preconceito e a ignorância no processo de inclusão dos deficientes

86

Políticas públicas educacionais voltadas para as pessoas com deficiência no Brasil: uma introdução ao debate

87

Reflexões sobre a contribuição do lazer no processo de ensino de pessoas com deficiência intelectual

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A CONCEPÇÃO DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA SOBRE O SEU PROCESSO DE PERMANÊNCIA NA ESCOLA REGULAR Susana Couto Pimentel – UFRB/CFP sucpimentel12@yahoo.com.br Lívia Menezes da Paz – UFRB/CETEC liviampaz@yahoo.com.br Edinéia Oliveira dos Santos – Bolsista PIBIC/FAPESB neia.oliver@yahoo.com.br Joselir Silva Santos – Bolsista PIBIC/CNPq joseni_02@hotmail.com

Este trabalho é resultado de uma pesquisa realizada em escolas municipais do ensino fundamental na sede do município de Amargosa/BA, com objetivo de analisar os fatores que favorecem a permanência do estudante com deficiência na escola regular. A metodologia utilizada envolveu a análise do conteúdo das falas de estudantes, levantadas através de entrevista semi-estruturada. Entre os anos letivos de 2005 e 2009, 131 alunos com deficiência permaneceram nas escolas regulares, embora muitos tenham se tornado multirrepetentes. Assim, os dados apontam que as escolas deste município ainda precisam avançar dentro da proposta inclusão, pois há práticas excludentes que levam a multirrepetentência dos estudantes com deficiência, demonstrando que a escola ainda não sabe trabalhar com quem aprende de forma diferente. Palavras-chave: Longevidade escolar – Estudante com deficiência – Inclusão escolar

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A CORPOREIDADE COMO FATOR DE INCLUSÃO DO PORTADOR DE SÍNDROME DE DOWN Fabio Zoboli – UFS zobolito@gmail.com Sidirley de Jesus Barreto – FURB sidbarreto@ibest.com.br Miguel Angel Garcia Bordas – UFBA sadrop@terra.com.br Angélica Cristina Santos Amorim – UFS angelicamorim@hotmail.com

O presente trabalho tem como objetivo discutir um novo paradigma de corporeidade que sustente as práticas de inclusão dos portadores de Síndrome de Down – SD. O texto – que é fruto de uma pesquisa de revisão bibliográfica – parte da apresentação do paradigma de corporeidade que abarca a multiplicidade na unidade e tem como ponto de referência o processo de inclusão. O texto apresenta a SD para em seguida dissertar sobre seus aspectos do desenvolvimento global. Na última parte do escrito a estimulação psicomotora e a visão de ser humano a partir da complexidade são discorridas como ferramentas que contribuem para a inclusão do portador de SD. O texto pretende incentivar novas reflexões no que se refere à corporeidade como meio de inclusão das pessoas em condição de deficiência em todos os âmbitos da vida humana. Palavras-chave: Síndrome de Down. Inclusão. Corporeidade.

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A CRIANÇA AUTISTA NO MUNDO CHAMADO ESCOLA Márcia Mesquita Cardoso Alves Rita de Cácia Santos Souza

A palavra "autismo", atualmente pode ser associada a diversas síndromes, o que aumenta a possibilidade do autista ser considerado portador de deficiência mental. É um transtorno do desenvolvimento e quem o possui apresenta, em muitos quadros, quociente de inteligência (QI) abaixo da média. É um transtorno sem fronteiras geográficas e sociais. Os conteúdos citados serão utilizados para um diálogo com um estudo de caso, minha experiência de dois anos com um aluno autista. A metodologia utilizada será a bibliográfica. O artigo terá os seguintes objetivos, refletir sobre a importância do conhecimento básico da criança com autismo, a fim de desenvolver instrumentos adequados na prática educativa inclusiva. Palavras-chave: Autismo. Inclusão Escolar. Educação Especial

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A ESCOLA INCLUSIVA E SEUS AVANÇOS EM BUSCA DA APRENDIZAGEM

Márcia Mesquita Cardoso Alves Rita de Cácia Santos Souza

A escola tem um papel fundamental no processo de formação dos indivíduos. Entretanto, se a escola não estiver adequadamente preparada para receber qualitativamente os seus alunos, poderá imprimir uma marca negativa no seu processo de desenvolvimento escolar. Hoje, mais do que nunca a escola vivencia um novo desafio: incluir os alunos com necessidades educacionais especiais. A escola precisa tornar-se um espaço inclusivo, neste sentido, este artigo tem como objetivo refletir sobre o papel da escola no processo educativo, sobretudo, sobre o potencial inclusivo, pois, cada criança possui características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagem que lhe são próprias, por isso os sistemas educacionais deveriam ser projetados e aplicados de modo que tenham estas distinções especificadas e necessidades supridas para que ofereçam acessibilidade as escolas. Palavras-chave: Escolas Inclusivas. Educação Especial. Inclusão Escolar.

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A INCLUSÃO DE PESSOAS SURDAS NO ENSINO REGULAR: UM GUIA PARA EDUCADORES

Sandra Arnaldo de Amorim Lima sandy.pedago@yahoo.com.br O texto tem como condão a inclusão de pessoas surdas em rede regular de ensino, bem como a reflexão e a reconstrução diária de conhecimentos que darão embasamento ao trabalho a ser desenvolvido pelos educadores no ambiente escolar com esses alunos. O presente artigo foi expandido a partir de estudos bibliográficos que direcionaram a escolha do tema em evidência. Dentre, os principais autores pesquisados pode-se destacar BRITO CASTRO, MULLER e QUADROS. A inclusão de alunos surdos em escolas comuns deve acontecer com a participação plena destes indivíduos na vida escolar e social da comunidade escolar envolvida. Assim, as escolas precisam está abarcadas em uma preparação constante no tocante a reflexão de um planejamento de aula voltado para uma interação produtiva de todos aqueles envolvidos. Palavras-chave: Inclusão. Pessoas Surdas. Educadores.

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A INCLUSÃO ESCOLAR DE UM ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL: FAMÍLIA X ESCOLA

Renata Beatriz de Souza Prado rb.prado@yahoo.com.br Mayra Cristina Lima Oliveira mayrapedago@hotmail.com

O presente artigo refere-se a uma análise da inclusão escolar de crianças com baixa visão. Sendo que a inclusão, de todas as pessoas, em todos os graus e níveis de ensino, embora seja um direito, ainda é vista com reservas por muitos. Com isso, cogitamos sobre os conflitos existentes no exercício da inclusão. A metodologia utilizada foi a de entrevistas semi-estruturadas com a família (mãe) e a escola (professora), uma vez que analisando a importância da relação família/escola. Assim surgiu o estudo de caso de Marcelo, aluno do segundo ano do ensino fundamental de uma escola da rede particular de ensino que tem deficiência visual, baixa visão. Dessa forma, esse estudo nos permite refletir a cerca da importância da relação família-escola para o processo de ensino-aprendizagem e principalmente para o exercício da inclusão. Palavra-chave: Baixa visão, Escola e Família.

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ACESSIBILIDADE ESCOLAR E A CRIANÇA CEGA: UM ESTUDO DE CASO NO ENSINO FUNDAMENTAL Ana Bárbara Assunção Vazquez Correa (UFS) binha_avc@yahoo.com.br Renata Beatriz de Souza Prado (UFS) rb.prado@yahoo.com.br O presente artigo pretende realizar um recorte teórico sobre a inclusão escolar de alunos com deficiência visual no ensino regular e promover a discussão sobre a perspectiva de assistir esses alunos, de forma mais ampla, levantando possíveis questionamentos sobre a acessibilidade no âmbito escolar. A metodologia utilizada foi o estudo de caso construído a partir de entrevistas semi-estruturadas com a família (mãe) e a escola (professoras), para fomentar discussões a respeito da acessibilidade atual da escola. Com isso, obteve-se como resultado a inadequação da escola para receber crianças com deficiência, tanto na esfera arquitetônica, pedagógica como também atitudinal, já que há desconhecimento ainda por parte dos profissionais da escola sobre a inclusão de uma forma especifica. Palavras-chave: deficiência visual, acessibilidade e escola.

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AMPLIANDO A NOÇÃO DE SISTEMA BRAILLE E APRENDIZAGEM NA ESCOLA

Marleide dos Santos Cunha (UFS/NUPIEPED) marleidedossantoscunha@yahoo.com.br

Este trabalho tem como proposta descrever a importância do Sistema Braille na construção do processo de ensino-aprendizagem da pessoa com cegueira, ressaltando aspectos da inclusão de alunos cegos no ensino regular. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica unida a dados da visita prévia realizada numa Escola Pública em Aracaju-Sergipe. Na fundamentação teórica apoiou-se em Mantoan(2006); Raposo(2006); Stainback e Stainback (1996); Souza (2005) entre outros; para apoio metodológico contou-se com Richardson(2009); O estudo conclui que o aprendizado do sistema Braille possibilita o acesso à escrita e à leitura da pessoa com cegueira, o que proporciona ao aluno a condição mínima necessária para alcançar a educação escolar. Também, desperta a possibilidade do alcance de muitos outros recursos pedagógicos no processo de autonomia intelectual da pessoa cega. Palavras-chave: Aprendizagem, inclusão escolar, sistema Braille.

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CAPOEIRA: UM CONTEÚDO POSSÍVEL NAS ESCOLAS PARA PESSOAS COM DEFICIENCIA VISUAL NA CIDADE DE ARACAJU-SE Antenor de Oliveira Silva Neto Rita de Cácia Santos Souza

A capoeira é um esporte polissêmico possível de ser trabalhado com deficientes visuais – DV`s3 em sua totalidade a depender do profissional que a ensina. Este trabalho objetivou-se por analisar a concepção dos professores das instituições que trabalham com DV`s e identificar as possibilidades de inserir a capoeira como conteúdo escolar para esse grupo. O trabalho levanta a questão sobre quais as possibilidades de trabalhar a capoeira como conteúdo escolar para pessoas com deficiência visual. Justifica-se por contribuir através de estudos, possibilidades de trabalhar a capoeira como conteúdo escolar, possibilitando professores, acadêmicos de Educação Física e profissionais de áreas afins acerca do pensar e reavaliar a necessidade da atuação profissional com grupos de DV`s e sobre a educação inclusiva. Palavras-chave: Capoeira, educação especial, deficiente visual.

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COMPETÊNCIAS E HABILIDADES NA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA TRABALHAR COM ALUNOS COM DEFICIÊNCIA. Arielle Pedral de Sá Santos – UNIT ariellepedral@hotmail.com Luana da silva–UNIT Luana.silva2408@hotmail.com Marcélia Nery de Santana–UNIT marcelia_nery@hotmail.com

Este trabalho tem por objetivo analisar as competências e habilidades na formação dos professores de Educação Física para trabalhar com alunos com deficiência. Foram levantadas discussões a cerca da temática em relação à atuação dos profissionais da área, como também sua capacitação profissional. A presente pesquisa se caracteriza como estudo de campo do tipo descritivo. Foi utilizado para coleta de dados um questionário composto de quatro questões abertas, aplicadas a vinte acadêmicos do último período do curso de Licenciatura de Educação Física Noturno de uma Universidade da cidade de Aracaju – SE, escolhidos de forma aleatória. Como principal resultado verificou-se a falta de experiências pedagógicas dos futuros professores. Concluímos que apesar da legislação determinar que as pessoas com necessidades educacionais especiais precisem receber um tratamento adequado isto não acontece, pois, observamos que os profissionais e as instituições não estão preparados para receber estes alunos de maneira adequada. Palavras-chave: Educação física, formação de professor, deficiência.

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CONVIVÊNCIA COM A DIFERENÇA: TRANSFORMAÇÃO ATITUDINAL DE ALUNOS NUMA PROPOSTA DE NATAÇÃO INCLUSIVA

Suzana Alves Nogueira

A presente pesquisa utilizou-se de um estudo de caso para investigar o seguinte problema: Quais as relações existentes entre as estratégias pedagógicas do Projeto de natação Inclusiva “Golfinhos do Sertão” e a aprendizagem da convivência com a diferença em um grupo misto de alunos (com deficiência e sem deficiência aparente)? Foi realizada uma análise descritiva da metodologia de ensino adotada no Projeto e das estratégias pedagógicas para a aprendizagem da convivência com a diferença durante as aulas. Após delinear as características da metodologia e das estratégias foi realizada a análise do conteúdo dos relatórios acerca das atitudes dos alunos frente às estratégias de inclusão da diferença propostas nas atividades. Palavras-chave: inclusão; diversidade; natação

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EDUCAÇÃO ESPECIAL: INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS NA ESCOLA ESTADUAL “SENADOR LEITE NETO” Thatiana Almeida Lavigne Natália Keli Santos Araújo Thaís Almeida Lavigne O objetivo desse trabalho é despertar e sensibilizar a todos os educandos, visto que é possível, sim, a inclusão de “deficientes” no ensino regular, demonstrado através do Exemplo de Escola que o Colégio Estadual Senador Leite Neto representa. Realizou-se pois, uma pesquisa de campo nessa instituição através de questionários. Nas respostas obtidas observou-se que, se os profissionais envolvidos nesse processo receberem um assessoramento de técnicos e uma constante formulação do Currículo mais direcionado ao desenvolvimento da prática pedagógica, certamente serão minimizados em parte a problemática encontrada no processo de inclusão, já que esses profissionais terão como suporte a nova filosofia proposta pela “educação para todos”, incluindo portadores de necessidades educativas especiais ao processo de inclusão no Ensino Regular Palavras-chave: Educação Inclusiva na escola regular, deficiente visual, assessoramento

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EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA: A INTERAÇÃO PSICO-SOCIAL ENTRE CRIANÇAS DEFICIENTES E CRIANÇAS “DITAS NORMAIS”

Patrícia de Sousa Nunes Silva Ester Fraga Vilas-Bôas Carvalho do Nascimento A presente pesquisa tem como objetivo verificar de que forma ocorre a relação psico-social entre crianças deficientes e crianças “ditas normais” durante as aulas de educação física infantil. A Educação Física é reconhecida como um componente curricular obrigatório capaz de influir direta e favoravelmente na formação integral do indivíduo, incluindo aqueles indivíduos com deficiências apesar dos alunos deficientes sofrerem um tratamento social diferenciado desde a infância, no seio familiar, e continuado na sociedade. Para efetivação do estudo optou-se pela pesquisa descritiva, realizada por meio da técnica de coleta de dados através da entrevista padronizada e pela observação sistemática. Percebemos, durante o período de investigação, a existência de uma relação harmoniosa e afetiva entre as crianças deficientes e as “ditas normais”, ou seja, não presenciamos nenhuma atitude de preconceito e discriminação entre ambos os grupos. Palavras-chave: Educação Física. Inclusão. Crianças.

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EDUCAÇÃO INCLUSIVA: INCLUSÃO OU EXCLUSÃO DOS ALUNOS DAS SÉRIES INICIAIS NAS ESCOLAS? Cristiane Teixeira Machado rismachadoaju@hotmail.com Paula Maria Oliveira Santos ticiane_17paula@hotmail.com Ticiane Oliveira Santos ticiane_ufs@hotmail.com

Este artigo traz uma pequena discussão acerca da inclusão escolar dos portadores de necessidades especiais das séries iniciais nas escolas. Esse trabalho aborda questões relativas às barreiras físicas e atitudinais no meio escolar, trata também da formação de professores na perspectiva de incluir todos os alunos no espaço pedagógico da diversidade. Para tal foi desenvolvida uma pesquisa de revisão bibliográfica, necessária a fundamentação das reflexões aqui expostas. O objeto de estudo centrou-se na forma pelo qual a Educação Inclusiva está sendo implantada nas escolas e se esta implementação está de acordo com a lei. Por educação inclusiva, entendese aquela que se prepara para receber todos os membros de uma comunidade, ou seja, se prepara para receber a diversidade. Palavras- chave: Educação Inclusiva; Deficiência; Formação de Professores, Acessibilidade.

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ESCOLARIZAÇÃO DE ALUNOS COM AUTISMO: A EDUCAÇÃO INFANTIL COMO CENÁRIO DE PRÁTICAS INCLUSIVAS Chrystiane Vasconcelos Andrade Toscano Prof. Msc. da Universidade Federal de Alagoas chrystoscano@gmail.com O objetivo do estudo foi identificar e analisar as estratégias utilizadas na dinâmica de inclusão, de alunos pré-escolares com autismo, de uma instituição de ensino privada de Maceió-AL a luz da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. (METODOLOGIA) O tipo de estudo foi descritivo. Os sujeitos selecionados foram oito professores. Os instrumentos de coleta foram análise documental, entrevistas e observações. (CONCLUSÃO) Os resultados possibilitaram concluir que a experiência de inclusão de alunos pré-escolares com autismo exige: a construção de um novo modelo de atendimento educacional especializado e mudanças no saber-fazer pedagógico dos professores a partir da criação de um sistema de apoio articulado a formação continuada. Palavras-chave: Inclusão, Autismo e Pré-escola.

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ESTIMULAÇÃO PRECOCE: DIREITO E POSSIBILIDADES EFETIVAS DE INCLUSÃO Aurora Ferreira Vilalba Professora da Faculdade Pio Décimo/ NUPIEPED auroraealexandre@hotmail.com Este artigo propõe analisar dispositivos legais que fundamentam a elaboração de políticas públicas e orientam o atendimento educacional às crianças na faixa etária de 0 a 3 anos. Enfatiza a importancia da intervenção pedagógica, principalmente, para as crianças com deficiência no sentido de proporcionar o desenvolvimento e as aprendizagens com base em teorias de desenvolvimento infantil que compreendam a criança como um ser integral e não somente pelo aspecto da sua limitação ou dificuldade, mas sim constituída de uma relação que vá além da objetividade pedagógica e sobretudo ser percebido de acordo com as suas potencialidades. Enfatiza os processos de avaliação e intervenção enquanto pincípios no desenvolvimento de um programa de estimulação precoce, onde as intervenções considere uma pedagogia centrada na criança a qual é beneficial e contemple todos os alunos, contribuindo efetivamente para o processo de inclusão na escola de educação infantil. Palavras-chave: Criança, Estimulação Precoce, Desenvolvimento Infantil, Inclusão.

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ESTIMULAÇÃO PRECOCE: UMA NOVA PERSPECTIVA DE INCLUSÃO Jailde Rezende da Costa Viana Especialização em Psicomotricidade/Pio X-SE jaildejal@hotmail.com Jailma Rezende da Costa Santos Especialização em Planejamento Educacional/USO-RJ jailma.costasantos@gmail.com A estimulação precoce outrora apresentada como uma nova perspectiva da educação inclusiva traz uma reflexão do fazer pedagógico teórico-prático como possibilidade de um melhor desenvolvimento para as crianças com deficiência, se na mais tenra idade começar a ser estimulada a criança pode corresponder às expectativas promissoras de comunicação, interação e correlação com as outras crianças. O trabalho aqui delineado objetiva confirmar que no processo inclusivo quanto mais cedo à criança com deficiência usufruir de seus direitos de ser estimulada precocemente mais cedo também a escola aprende a lidar com a diversidade de seus alunos. É fundamental a todos vislumbrar a partir deste estudo a democratização de novos paradigmas a respeito da inclusão, e sobremaneira construir uma educação de qualidade para todos os alunos, com deficiência ou não. Palavras chave: estimulação precoce, inclusão e educação.

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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: A EXPERIÊNCIA DO NÚCLEO DE ATIVIDADES EM ALTAS HABILIDADES/SUPERDOTAÇÃO EM SERGIPE Cristina Maria Rodrigues Secretaria de Estado da Educação/DIEESP Denise Emília Almeida Santos Secretaria de Estado da Educação/DIEESP Isa Regina Santos dos Anjos – UFS Leila dos Santos Cardoso Secretaria de Estado da Educação/DIEESP O presente relato de experiência traz reflexões sobre a atuação do Núcleo de Altas Habilidades/Superdotação (NAAH/S) em Sergipe no que se refere à formação continuada do professor no campo de conhecimento sobre altas habilidades/superdotação. O NAAH\S em Sergipe é subordinado à Divisão de Educação Especial (DIEESP) e desde 2006 vem desenvolvendo atividades que objetivam promover e executar ações para a identificação de pessoas com características de altas habilidades/superdotação com objetivos de oferecer oportunidades de aprendizagem que favoreçam o desenvolvimento das potencialidades e habilidades específicas de cada aluno. O texto pretende contribuir no sentido de empreender uma tentativa de levantar e elucidar questões referentes à temática das altas habilidades/superdotação associada ao processo de formação continuada do professor. Palavras-chave: altas habilidades, políticas públicas, NAAH/S Sergipe.

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INCLUSÃO E LITERATURA INFANTIL: UM OLHAR SOBRE AS DIFERENÇAS Priscila Dantas Fernandes (UFS/DED) Grupo de Pesquisa em Inclusão Escolar da Pessoa com Deficiência prifernandes_17@yahoo.com.br Este artigo, que traz o título “Inclusão e literatura infantil: um olhar sobre as diferenças” tem como objetivo analisar obras de literatura infantil que tratam de temas sobre a inclusão social e escolar, mostrando assim, a importância da valorização das diferenças. Utilizamos como recurso metodológico a pesquisa bibliográfica, em torno de questões relacionadas à leitura, à literatura e à inclusão social e escolar. Foram analisadas duas obras infantis que tratam de crianças observadas como destoantes do convencional perante a sociedade. A inclusão é o caminho ideal para se construir uma sociedade para todos. Portanto, a literatura é um meio fecundo para expandir nossos pensamentos, históricos, ideais, sentimentos, concepções, atitudes, afinal, por meio das narrativas levamos temáticas de interesse social aos cidadãos do mundo. Plavras-chave: Inclusão escolar, inclusão social, literatura infantil.

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INCLUSÃO NA ESCOLA REGULAR: O QUE PENSAM OS PAIS DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA?

Profª. Susana Couto Pimentel – UFRB/CFP Profª Lívia Menezes da Paz – UFRB/CETEC A proposta da inclusão de pessoas com deficiência na escola regular que vem sendo implementada no Brasil tem trazido enfoques diversos para agenda de discussões dos educadores. Este trabalho é resultado de uma investigação que busca dar voz a pais/responsáveis de estudantes com deficiência a fim de discutir o processo de inclusão educacional que vem sendo efetivado nessa região. Com base na abordagem qualitativa de pesquisa, foram realizados grupos focais com os sujeitos investigados e feita a análise do conteúdo das falas desses atores sociais. A investigação foi realizada em quatro municípios do Vale do Jiquiriçá – Bahia: Amargosa, Elísio Medrado, Mutuípe e Ubaíra. Os resultados dessa pesquisa apontam que os pais entendem a legitimidade do direito de seus filhos serem atendidos em escolas regulares, mas enfatizam a falta de condições das escolas, inclusive com classes numerosas, o que dificulta o processo de inclusão. Diante desse quadro, é possível concluir que embora em algumas escolas regulares dos municípios pesquisados por força da lei já tenha sido garantido o acesso de pessoas com deficiência, a inclusão não tem se efetivado tendo em vista que a escola não tem se re-organizado para atender à diversidade que se apresenta através das novas demandas dos cidadãos da comunidade. Isso aponta para a necessidade de efetivação de políticas públicas nesses municípios de modo a se garantir a verdadeira inclusão. Palavras-chave: inclusão educacional – estudantes com deficiência – concepção de familiares.

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INCLUSÃO OU EXCLUSÃO ESCOLAR? Ana Paula Soares Lima - UFS Membro da Sociedade Brasileira de História da Educação (SBHE) livrelima@yahoo.com.br Cora Linhares dos Santos - UFS coralinhares@yahoo.com.br Daisy Mara Moreira de Oliveira (UFS) Mestranda em Antropologia Grupo de Pesquisa em Inclusão Escolar da Pessoa com Deficiência dayseoliveira01@hotmail.com O artigo vai relatar como se da o processo de inserção da criança portadora de alguma deficiência no ambiente escolar de ensino regular envolvendo todo o desenvolvimento da mesma com os professores, alunos e outros profissionais mostrando que mesmo a inclusão sendo proposta de forma legal na prática encontra muitos empecilhos para ser desenvolvida. Temos como metodologia a utilização de observações feitas em uma escola da cidade de Aracaju, na qual existem alguns alunos com necessidades especiais e em entrevistas feitas com profissionais da instituição. Esses dados nos levaram a conclusão de que a inclusão que vemos atualmente consta apenas no papel, pois a realidade são crianças excluídas dentro das salas de aula, seja por atitudes, ou por despreparo do profissional que não sabe lidar com a sua deficiência.

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NATAÇÃO E DEFICIÊNCIA VISUAL: O DESENVOLVIMENTO DA ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE Valença, João Flávio Valença - UNIT flavio_vilao@hotmail.com Cândida Luísa Pinto Cruz – UNIT candida@infonet.com.br O presente trabalho analisou a utilização da natação e suas técnicas no desenvolvimento da orientação e mobilidade de pessoas com deficiência visual, cegos ou com reduzida visão. A metodologia foi à revisão bibliográfica. A escolha pelo tema partiu da necessidade de conhecer, produzir e compartilhar conhecimentos acerca do treinamento da orientação e mobilidade, utilizando para isso o meio aquático, minimizando possíveis medos no inicio do desenvolvimento da orientação e mobilidade. Dessa forma pode-se questionar: quais as possibilidades da Natação ser utilizado para ensinar orientação e mobilidade para deficientes visuais ou cegos? Pretendeu-se estudar a natação, como ferramenta pedagógica no trabalho da orientação e mobilidade das pessoas com deficiência, em especifico deficientes visuais ou cegos. Conclui-se que no inicio do desenvolvimento da orientação e mobilidade e após o seu desenvolvimento é pertinente como atividade desportivo. Palavras- chave: Natação, Mobilidade, Orientação.

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O ENSINO DA LÍNGUA INGLESA PARA PESSOAS CEGAS, UM DESAFIO PARA INCLUSÃO NA ERA DIFGITAL Vânia Queline Correia dos Santos quelinevcs@yahoo.com.br Márcia Elisiário Fontes marcia_elisiario@yahoo.com.br Este trabalho tem o propósito de oferecer alguns subsídios que contribuam para o ensino de Língua Inglesa de pessoas com deficiência visual. Além disso, ele vem mostrar como a utilização do computador pode ser uma ferramenta didático-pedagógica importante nas aulas de Inglês, uma vez que a internet se torna, a cada dia, um dos veículos de comunicação mais utilizados sendo uma grande aliada para o processo inclusivo de deficientes visuais. Este estudo justifica-se pela escassez de informações existentes a respeito desse assunto, e pela necessidade de contribuir para as pesquisas nessa área. Trata-se, pois, de um estudo baseado em pesquisa bibliográfica. Palavras-chave: tecnológicos.

Língua

Inglesa,

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Inclusão

escolar,

Cegueira,

recursos


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O PROFESSOR QUE SOU: O SENTIDO DA INCLUSÃO NA MINHA PRÁTICA PEDAGÓGICA Kátia Siene Santos Dias katiasiene@yahoo.com.br Iara Mª Campelo Lima - Orientadora Universidade Federal de Sergipe. Iara.campelo@terra.com.br O presente artigo tem como objetivo refletir e analisar os sentidos e significados constituídos na formação de professores e seus reflexos na prática pedagógica, no vivenciar da pesquisa “Tecendo saberes, dizeres, fazeres em formação contínua de professores: uma perspectiva de educação inclusiva”. A perspectiva metodológica desenvolvida foi a pesquisa-formação centrada na escuta, na narração e na dialogicidade, juntamente com sete professoras da rede pública municipal e estadual de Ensino de Aracaju. Em sua conclusão o artigo revela um movimento de um novo processo de formação que teve como eixo a significação e ressignificação do vivido, do lembrado e do experienciado na história de formação e no desenvolvimento de suas práticas pedagógicas com alunos com deficiência. Palavras-chave: pedagógica.

Educação

Inclusiva,

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Formação

de

professor.

Pratica


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ORIENTAÇÃO AOS PAIS COM FILHOS DEFICIENTES VISUAIS

Crislayne Lima Santana Verônica dos Reis Mariano Souza A proposta deste artigo é incitar a reflexão à cerca da orientação adequada aos pais com filhos deficientes visuais, pois alguns pais ao descobrirem que seu filho é cego o rejeitam inicialmente. Nesse caso, quais orientações se devem dar aos pais para com o deficiente visual? Para responder a essa questão foi realizada pesquisa bibliográfica com base nas idéias de Maria Inês Rubo de Souza Nobre, Rita de Cássia Ietto Montilha, Édmea Rita Temporini, Wilhelm Heimers e João Menescal Conde. Foi observado que a família, nos anos iniciais, desempenha papel fundamental no desenvolvimento e educação do deficiente, constituindo um dos passos fundamentais para o aumento da percepção tátil e visual e da interação social. Nesse sentido, diversas organizações e institutos, tal como o Instituto Benjamin Constant são disponibilizados como forma imediata de atender as necessidades do portador visual. Palavras-chave: pais, orientação, deficientes visuais.

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PROCESSO DE INCLUSÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL: O ESTUDO DE CASO LARISSA Rafaely Karolynnne do Nascimento Campos rafakarolynne@yahoo.com.br Raquel Paixão Mariano Souza kekanano@hotmail.com Renata Beatriz de Souza Prado rb.prado@yahoo.com.br

O presente artigo refere-se a uma análise da inclusão escolar no ensino regular de adolescentes com deficiência visual. Sendo a deficiência visual a perda parcial ou total da visão, em ambos os olhos, e de caráter definitivo; e inclusão escolar é a prática de inserir todas as crianças independentes das suas condições e limitações. Com isso, o nosso objetivo cogita os conflitos existentes no exercício da inclusão escolar. Através da pesquisa qualitativa na abordagem estudo de caso, buscou-se descrever a trajetória de vida de uma aluna com cegueira no segundo ano do ensino fundamental de uma escola da rede particular de ensino. Dessa forma, esse estudo nos permite refletir a cerca da importância da luta pela inclusão dos deficientes visuais e do direito ao convívio social igualitário no processo de ensino e de aprendizagem. Palavras-chave: Deficiência visual, inclusão, escola, educação e família.

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PSICOMOTRICIDADE: UMA ANALISE ACERCA DA PREVENÇÃO DE PROBLEMAS DE APRENDIZAGEM EM ESCOLARES

Valença, João Flávio - UNIT flavio_vilao@hotmail.com Cândida Luísa Pinto Cruz candida@infonet.com.br O processo de aprendizagem depende do desenvolvimento das habilidades motoras, cognitivas, sociais e relações afetivas. Avaliamos aspectos psicomotores em crianças na faixa etária de 8 a 10 anos, do ensino fundamental menor com o intuito de identificar alterações que comprometam o desenvolvimento global e educacional das mesmas. A metodologia utilizada foi à pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa. O instrumento de coleta de dados foi: a Tabela de Pontuação, com as sete áreas testadas ( Motricidade fina, motricidade global, equilíbrio, esquema corporal, organização espacial, organização temporal e lateralidade). Concluímos que os dados encontrados comprometem ou propiciem dificuldades na aprendizagem escolar, atrasos no desenvolvimento neuropsicomotor; alterações neurológicas e sensoriais. Palavras chave: Psicomotricidade; escolares; avaliação.

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SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS NAS ESCOLAS MUNICIPAIS DE ARACAJU: DESAFIOS DA PRÁTICA EDUCATIVA Cátia Matias dos Santos - UFS, catiamatias2@gmail.com

Este trabalho tem como objetivo discutir e refletir sobre as práticas de ensino nas salas de recursos multifuncionais das escolas municipais de Aracaju, a fim de entender como está organizado este espaço e quais as dificuldades e avanços presentes no Atendimento Educacional Especializado. Para tanto visitei duas salas de recursos multifuncionais da referida rede de ensino e apliquei quatro questionários com perguntas abertas para os professores que atua nesse atendimento. Dentre o leque de atividades a ser desenvolvidas por esse profissional a que tem acarretado maior esforço é o trabalho de conscientização dos pais e as tentativas de parcerias com os professores do ensino regular. No entanto, de acordo com o depoimento dos professores um dos principais avanços no campo da educação especial é a concepção de educação inclusiva que traz à tona a necessidade de inserir todos os alunos no ensino regular, outro avanço salientado é a inserção das tecnologias assistivas (altas tecnologia e baixas tecnologia) nas salas de recursos multifuncionais. Esse atendimento centra-se nas necessidades educacionais especiais das crianças, respeitando suas individualidades e contribuindo para a sua permanência no ensino regular. Palavras-chave: educação inclusiva, salas de recurso multifuncional, prática docente, necessidades educacionais especiais, Atendimento Educacional Especializado.

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SÍNDROME DE DOWN: UM ESTUDO DE CASO EM UMA ESCOLA DA REDE PARTICULAR DE ENSINO EM SÃO CRISTÓVÃO Tatiane Feitosa Nascimento - UFS tatianyfeitosa@hotmail.com Este artigo tem como objetivo analisar as metodologias de ensino utilizadas em uma escola da rede particular de ensino em São Cristóvão que inclui pessoas com Síndrome de Down. Trata-se de um estudo de caso que busca responder a seguinte questão: De que forma os professores alfabetizam os alunos com Síndrome de Down? Sabe-se que a alfabetização deste alunado se dá através de um processo lento, pois o mesmo apresenta capacidade cognitiva menor que a média, geralmente variando de retardo mental de leve a moderado, o que dificulta a sua aprendizagem. Por conta deste retardo mental, os resultados preliminares apontam que os alunos com Síndrome de Down permanecem vários anos na mesma série. Isto implica dizer que incluir um aluno em situação de deficiência exige um maior preparo dos sistemas de ensino e dos professores. Palavras-chave: educação inclusiva, metodologias de ensino, síndrome de down.

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TURMAS ESPECIAIS NAS ESCOLAS ESTADUAIS DA CIDADE DE ARACAJU: O PAPEL DA AVALIAÇÃO ESCOLAR NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA Maria Flaviane Costa Antônio Carlos Nogueira Santos Este trabalho, de caráter qualitativo, discute a compreensão que os professores de educação física tem sobre a importância da avaliação escolar nas suas aulas em turmas especiais das escolas estaduais da cidade de Aracaju. A avaliação escolar tem como objetivo orientar o trabalho do professor em sala de aula, para que este possa observar, diagnosticar e intervir no processo de ensino-aprendizagem, no qual o aluno esta inserido. Foi aplicado um questionário de perguntas abertas composto por 11 questões a quatro professoras de educação física que ensinam em turmas especiais. Observou-se que a aplicação da avaliação não é obrigatória em algumas escolas especiais, porém, alguns professores a realizam, pois acreditam ser essencial para auxiliar na evolução educacional do educando, tornando significativa a sua aprendizagem. Palavras-chave: Avaliação Escolar, Educação Física, Turmas Especiais

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A DANÇA: INCLUSÃO DO DEFICIENTE VISUAL NA SOCIEDADE Viviane Santos da Hora vivihora@hotmail.com) Marilene de Jesus Santos lene.letras@hotmail.com Rita De Cácia Santos Souza

A dança enquanto expressão corporal tem como meta principal levar o aluno a desenvolver suas capacidades físicas, ritmo próprio e a maneira de ser. Com a prática da dança os deficientes visuais vão estabelecendo seu ritmo próprio de aprendizagem sem esquecer suas limitações. Dessa forma, o presente artigo tem como principal objetivo relatar a importância da dança para o deficiente visual, sendo esta uma forma de inclusão na sociedade, este estudo foi conduzido a partir da abordagem da obra de Gândara (1992) onde a mesma faz toda trajetória de suas aulas de dança com alunos deficientes visuais. Concluiu-se que a dança para os deficientes visuais vem agregando valores que contribuem para o resgate e promoção do bem estar social, elevação da auto-estima, autonomia e inclusão do mesmo na sociedade. Palavras-chave: Inclusão,Dança, Deficiente Visual.

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A EDUCAÇÃO FÍSICA DESENVOLVIDA NO CENTRO DE APOIO PEDAGÓGICO PARA ATENDIMENTO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL NO MUNICÍPIO DE ARACAJU COMO FATOR DE INCLUSÃO SOCIAL Edilson de Oliveira Santos Junior Edilson_ufs20@hotmail.com Antônio Carlos Nogueira Santos acnsufs@yahoo.com.br

Muitos indivíduos que possuem deficiência visual passam por diversas dificuldades na vida diária. A orientação e a mobilidade são importantes para a locomoção destas pessoas, sendo que a acessibilidade é de fundamental importância a esses indivíduos. Esse trabalho surge para identificar se a educação física desenvolvida no Centro de Apoio Pedagógico para atendimento às pessoas com deficiência visual (CAP) contribui para a independência de locomoção da pessoa cega. O principal objetivo é saber se os exercícios físicos desenvolvidos lá podem contribuir na lateralidade e no equilíbrio desses cidadãos contribuindo como fator de inclusão social. Para a coleta de dados será utilizado um questionário semi-estruturado com 10 perguntas. Os indivíduos participantes são alunos da própria instituição que possui entre 24 a 75 anos de idade. Palavras-chave: Locomoção, deficiência visual, Inclusão.

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A INCLUSÃO NO ENSINO SUPERIOR: PORTADORES DE DEFICIÊNCIA AUDITIVA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE Silviane dos Santos Rocha silvianesrocha@bol.com.br Caroline Santos Siqueira carol18.siqueira@bol.com.br Simone Silvestre Santos Freitas silvestrebb@hotmail.com Margarida Maria Teles mm-teles@hotmail.com O acesso de alunos com surdez ao ensino superior já é uma realidade vivida em muitas universidades do Brasil. Em Sergipe, a Universidade Federal, no Processo Seletivo 2010, deu o primeiro passo na concretização das leis que asseguram o direito, desses alunos de cursar o ensino superior. Dessa forma foi garantido o acesso, contudo a permanência ainda é um desafio. O objetivo deste trabalho foi fazer um levantamento, através do estudo de caso, das condições de permanência que garantem o ensino/aprendizagem prevista na legislação vigente, dos alunos com deficiência auditiva que ingressaram no Sistema de Cotas, no primeiro semestre. Através de pesquisa qualitativa, respaldado na coleta de dados por meio de entrevistas, procuramos verificar as condições desses alunos dentro da universidade, nos âmbitos de sala de aula, como também o apoio pedagógico especializado disponibilizado pela universidade, amparado na lei 9394/96 da LDB. Palavras-chave: Ensino superior; Surdez; Leis.

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ACESSIBILIDADE NAS IGREJAS CATÓLICAS DE ARACAJU: UM CONVITE A INCLUSÃO Patrícia Batista dos Santos - UFS pet.bs@oi.com.br Edney Menezes Nogueira Faculdade Católica São Tomás de Aquino - FACESTA edneymenezes1@hotmail.com José Genivaldo Garcia Faculdade São Luís de França - FSL pgenivaldo@bol.com.br

Este artigo busca refletir sobre as condições de acesso que estão sendo oferecidas às pessoas em estado de deficiência ou mobilidade reduzida nas Igrejas Católicas da Arquidiocese de Aracaju, evidenciando a importância da tomada de consciência e da necessidade de ações a respeito das questões de acessibilidade. Compreendemos que a educação vai além dos muros da escola e toda a sociedade educa ao transmitir valores e repassar atitudes. Desta maneira, sendo a Igreja Católica uma instituição presente na nossa história há vários séculos tem papel importante para com a conscientização da sociedade. Palavras-chave: Acessibilidade, Igreja Católica, Arquidiocese de Aracaju.

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AS POLITICAS PÚBLICAS QUE IMPLEMENTAM A PEDAGOGIA HOSPITALAR EM UMA PERSPECTIVA INCLUSIVA Adriana Rocha Fontes - UNIT GECES. adrianarochafontes@bol.com.br Giovana Scareli - UNIT GECES. gscareli@yahoo.com.br

Este trabalho apresenta um estudo das políticas públicas existentes que regulamentam e norteiam as práticas educativas desenvolvidas nos hospitais pediátricos. Discorremos sobre a obrigatoriedade das brinquedotecas, onde além de brincar as crianças possam receber acompanhamento educacional. A intervenção pedagógica na pediatria e as práticas educativas realizadas com as crianças hospitalizadas é reconhecida na modalidade de educação especial, dispondo de leis e de uma secretaria, a Secretaria de Educação Especial, que regulamenta essas práticas educacionais dentro dos hospitais com ala pediátrica. Neste sentido, é necessário haver uma relação entre a equipe multidisciplinar de profissionais que atuam no desenvolvimento dessas atividades e, para isso, a formação desses profissionais deve ser diferenciada. A metodologia utilizada para a realização deste artigo é de revisão bibliográfica e documental, na qual se pode analisar e refletir sobre as leis que regulam essa prática educativa nos hospitais e a relevância do acompanhamento pedagógico à criança hospitalizada. Embora haja algumas iniciativas de hospitais em se adequar à essas leis, verificamos que ainda é necessária muita pesquisa sobre o assunto e a cobrança aos órgãos governamentais sobre a regulamentação e o cumprimento dessas leis por parte dos hospitais tanto da rede pública, quanto da rede privada. Palavras-chave: Pedagogia Hospitalar, Políticas Públicas, Práticas Educativas.

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EDUCAÇÃO ESPECIAL: PRESPECTIVAS DE INCLUSÃO EM SERGIPE Silviane dos Santos Rocha silvianesrocha@bol.com.br Simone silvestre S. Freitas ivestrebb@hotmail.com Viviane Santos da Hora vivihora@hotmail.com A Educação Especial em todo Brasil percorreu um caminho de luta, desinteresse, idas e vindas. A priori o deficiente físico é visto com preconceito, "uma pessoa incapaz", e apesar da ciência ter provado que várias deficiências não são empecilhos para freqüentar a escola ou desenvolver outras atividades. Aprender a ler e escrever é um direito universal e ninguém pode ser impedido de fazer parte desse universo. Contudo está se construindo uma nova mentalidade, de que é preciso proporcionar a inclusão dessas pessoas no meio social, sendo a escola o ambiente mais adequado. Não se pode esquecer que os professores devem ser capacitados, pois estes são agentes propiciadores da inclusão em sala de aula. Além de preparar atividades que ajudem no desenvolvimento, melhorar as instalações da escola para que se torne mais acessível, ou seja, fazer da escola um ambiente acolhedor que possa de fato proporcionar o ensino-aprendizagem. Palavras- chave: Educação Especial; Preconceito; Inclusão; Desenvolvimento.

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ESTUDO SOBRE O PROCESSO DE INSERÇÃO DOS ALUNOS EM CLASSES REGULARES DE ENSINO Micheline Idalga de Brito Simplicio Tarcisio Bruno Santos Silva Alberto Dantas de Souza Este trabalho tem como objetivo analisar a Educação Inclusiva descrevendo um breve percurso no desenvolvimento histórico da Educação Especial e relatando alguns de seus processos, com base nesta temática buscamos identificar a recente evolução do atendimento educacional em classes regulares do ensino básico. O texto destaca dados do INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira vinculado ao Ministério da Educação e procura analisar neste contexto os levantamentos estatísticos referentes à evolução das matrículas dos alunos com Necessidades Educacionais Especiais localizados na região Nordeste mais especificamente no Estado de Sergipe. Estes dados servirão como base para orientar questões pertinentes ao processo da inserção dos alunos com NEE nas classes regulares de ensino. Palavras-chave: Educação Inclusiva; Educação Especial; Censo Escolar.

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ÉTICA E POLÍTICAS AFIRMATIVAS: ANÁLISE DO ENEM E A RELAÇÃO COM O APRENDIZADO DE FÍSICA Michely Santos Araújo Márcio Batista Santos Natália Keli Santos Araújo

O Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM, é estruturado a partir de uma Matriz que contempla a indicação das competências e habilidades gerais próprias do aluno, na fase de desenvolvimento cognitivo correspondente ao término da escolaridade básica. Ao contrário da maioria dos vestibulares, o ENEM busca contextualizar as questões e integrá-las a outras áreas do saber. Tendo em vista que as competências e habilidades estão relacionadas ao saber fazer bem e considerando que elas emergem da prática social, devem portanto ser mediadas pela dimensão ética e também pela dimensão afetiva, uma vez que esta é importante para o entendimento dos processos psicológicos presentes na legitimação de regras morais. Assim, o presente trabalho busca refletir sobre as competências e habilidades desenvolvidas no ENEM, a partir de análises das provas de Física de 2005 a 2008 relacionando com as questões éticas e suas implicações no processo das minorias no ensino superior. Palavras-chave: Exame Nacional do Ensino Médio, Afetividade, Física.

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FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSOR, A INCLUSÃO DE UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA QUE ATENDA A DIVERSIDADE DOS APRENDIZES UM BREVE OLHAR PARA O IDEB DE LARANJEIRAS-SERGIPE Rosemary Santos Universidade Federal de Sergipe maryrrose@ibest.com.br O presente artigo pretende discorrer sobre a formação docente e de uma escola enquanto espaço de inclusão, de diversidade, e construção de saberes, voltado para as competências, pautado em uma proposta pedagógica que contemple a realidade e a necessidade de cada aluno, de uma prática de ensino que possa ser capaz de inserir todos os aprendizes com igualdade de oportunidade, conforme previsto na LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), consubstanciado em uma política de formação continuada de professores, visando melhoria da prática docente na problemática dos alunos com dificuldade de aprendizagem, como ponto considerado relevante nesse trabalho de pesquisa e algumas reflexões para se pensar o ambiente escolar como espaço de aprendizagem, a partir da pesquisa bibliográfica e da pesquisa direta tendo como eixo norteador o IDEB de duas escolas do Município de Laranjeiras. Palavras chaves: Formação docente. Proposta pedagógica. Inclusão.

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FORMAÇÃO DOCENTE E A ECOPEDAGOGIA NA PERSPECTIVA DA INCLUSÃO

Rosemary Santos - UFS maryrrose@ibest.com.br O presente artigo tem o propósito abrir a possibilidade de uma discussão em torno do tema ecopedagogia e refletir a educação, para o desenvolvimento sustentável de forma igual e inclusiva. Em que essa educação perpasse não só pelo currículo formal, através dos temas transversais, mas pela educação informal através dos movimentos sociais. Pretende-se tecer alguns pontos para pensar em algumas mudanças paradigmáticas que possibilite outros hábitos e atitudes partindo de uma abordagem curricular interdisciplinar, e informal de ensino que reoriente os cidadãos e estudantes a tornarem-se consciente da sua responsabilidade no planeta. Tendo como foco central a ecopedagogia, centrada em inserir todos os habitantes em uma só aldeia plena e igualitária. Visto que o tema é pouco discutido no ambiente escolar. O pedagogo precisa ser o protagonista dessa história, visando mudança de hábitos nos aprendizes. Palavras-chave: docente.

Ecopedagogia.

Desenvolvimento

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sustentável.

Formação


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MARQUÊS DE CONDORCET: INSTRUIR PARA A LIBERDADE DE PENSAMENTO Josilene Souza Lima Barbosa Mestranda em Educação, NPGED-UFS Membro do NUPIPED e do GEPIED-UFS josylenelbarbosa@hotmail.com A educação no século XVIII era destinada à elite, e dificilmente a população das classes menos favorecidas tinha acesso à escolarização. Com a Revolução Francesa, cujo lema era “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. O então deputado do departamento de Paris, o Marquês de Condorcet, apresentou uma proposta para organizar a instrução pública francesa. Este filósofo associava a liberdade ao conhecimento, e que este poderia minimizar as desigualdades sociais. Para ele a instrução estava pautada em três princípios básicos: o acesso universal, a gratuidade e a independência. O texto é fruto de uma pesquisa bibliográfica e tem como objetivo socializar as contribuições deixadas por Condorcet no campo educacional. Contudo, as suas idéias estavam à frente do seu tempo, e muitas delas, só foram adotadas em séculos posteriores. Palavras-chave: Instrução Pública. Condorcet. Liberdade.

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MEMÓRIAS DE ALUNOS COM CEGUEIRA E A INCLUSÃO ESCOLAR NA PRÁTICA Marleide dos Santos Cunha (UFS/NUPIEPED) marleidedossantoscunha@yahoo.com.br Rita de Cácia Santos Souza (SEED/ NUPIEPED) ritacssouzaa@yahoo.com.br

Atualmente, escolas do ensino regular vem assegurando as matrículas dos alunos com necessidades educacionais especiais, baseadas em leis específicas. Esse estudo teve por objetivo estudar e analisar a realidade vivenciada pelos alunos com cegueira no ensino regular numa escola do ensino fundamental em Aracaju-SE. Optou-se pela pesquisa qualitativa, na modalidade estudo de caso, com entrevista semi-estruturada com oito alunos com cegueira regularmente matriculados. Contou-se na fundamentação teórica com Declaração de Salamanca(1994); González(2002); Souza (2005) entre outros. Ao término da pesquisa, concluiu-se que a sala de recursos pedagógicos tornase fundamental para diminuir as barreiras presentes no contexto da educação inclusiva para alunos com cegueira naquela instituição de ensino e, provavelmente, em todas as escolas que desejam desenvolver a educação inclusiva segundo seus princípios básicos. Palavras-chave: alunos com cegueira; escola; educação inclusiva.

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NOVOS OLHARES PARA A EDUCAÇÃO ESPECIAL DO MUNICÍPIO DE NOSSA SENHORA DO SOCORRO/SE Jacqueline Montalvão Etinger de Araujo jac_montalvao@yahoo.com.br Jaltaira Montalvão Etinger de Araujo jaltaira@yahoo.com.br Néclea Dantas de Carvalho -neclea@hotmail.com Este artigo trata das inovações da educação especial no município de Nossa Senhora do Socorro/SE baseado em princípios e valores. A Educação Inclusiva nos mostra benefícios e perpassa pelo caminho da mudança no âmbito escolar. Com isso a escola não consegue acompanhar esse avanço sendo possível verificar que os professores apresentam o desconforto em atender aos alunos de forma igualitária. Os vários discursos apresentados demonstram que é possível tornar as escolas inclusivas, principalmente, no que diz respeito à formação de professores. Objetiva-se com este trabalho sensibilizar e apoiar a formação dos profissionais da educação, para atuar como multiplicadores no processo de transformação do sistema educacional inclusivo, respeitando os valores sociais da comunidade escolar. Palavras-chave: Sensibilização, Formação de profissionais da educação, valores.

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POLÍTICAS LINGUÍSTICAS E OS DESAFIOS DA INCLUSÃO EDUCACIONAL DAS PESSOAS SURDAS Valéria Simplício vsimplicyo@hotmail.com Este artigo pretende fazer uma reflexão sobre aspectos da inclusão educacional das pessoas surdas em salas de aulas do ensino regular (de ouvintes), fazendo uma abordagem acerca das necessidades lingüísticas das mesmas. Sabendo que há um pressuposto tácito de que a inclusão escolar é um bem em si, pretende-se contribuir, com esse trabalho, para uma reflexão acerca da educação inclusiva envolvendo surdos, procurando compreender seus efeitos, limites e possibilidades, com o objetivo de buscar uma atitude educacional responsável frente a este grupo. As bases teóricas foram buscadas na Legislação Educacional e em estudiosos da Educação Brasileira, objetivando evidenciar, neste trabalho, a necessidade da atenção, reconhecimento e respeito aos direitos linguísticos dos surdos. Palavras-chave: Direitos linguísticos. Libras. Pessoa surda.

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POSSIBILIDADES DE LAZER PARA A PESSOA COM DEFICIÊNCIA Rosa Karla Cardoso Almeida Grupo de Pesquisa em Inclusão Escolar -UFS Rosa-karla@hotmail Patrícia Matos Souza Nunes Grupo de Pesquisa em Inclusão Escolar -UFS paty_matos@yahoo.com. O lazer, atividade da qual desfrutavam os homens livres, sempre esteve presente na humanidade e foi historicamente alcançado após o surgimento do capitalismo e engloba todas as esferas da sociedade. Com o advento da industrialização, o lazer passa a ser fenômeno histórico-social, relacionado ás questões e a vida como um todo, passando a ser uma reivindicação social, em busca pelo tempo ócio. Apesar de existirem leis específicas que garantem o acesso das Pessoas com Deficiência, porém por não serem respeitadas terminam excluindo estas pessoas desse direito. Discutiremos as políticas públicas necessárias para garantir a plena inclusão social do deficiente viabilizando espaços de lazer compatíveis. Contudo, O lazer é algo imprescindível para o homem do mundo moderno e deve ser usufruído por todos os cidadãos sem exceções. Palavras–chave: políticas públicas, lazer,pessoa com deficiência.

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UM OLHAR CONTEXTUALIZADO PARA A BAIXA VISÃO: ENTRE RELATOS E CONFISSÕES DO CASO JANISSON. Néclea Dantas de Carvalho UFS neclea@hotmail.com Luziete Rodrigues Santos Cássia de Fátima da Silva Souza - UFC cassiaprojec@yahoo.com.br O presente artigo tem como objetivo levantar questões acerca da baixa visão a partir do caso Janisson, discutindo a deficiência visual numa perspectiva inclusiva, a partir das Diretrizes da Política Nacional da Educação Especial numa Perspectiva Inclusiva (2008), colaborando para o entendimento da problemática em questão. Inicialmente, tratamos do conceito de baixa visão e retinose pigmentar, a seguir abordamos alguns mitos e crenças que contextualizam o entendimento do senso comum, no que se refere ao deficiente visual, além de abordar questões específicas da baixa visão a partir do que denomino de “caso Janisson”, um jovem que aos cinco anos inicia a trajetória em busco do diagnóstico, onde alguns anos depois se concretiza como RETINOSE PIGMENTAR. Palavras – chave: Baixa Visão, Inclusão, Retinose Pigmentar.

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A INCLUSÃO NAS DIVERSAS MODALIDADES DE ENSINO: UM DESAFIO A SER ALCANÇADO Mônica Andrade Modesto - UFS ma-modesto@bol.com.br Daniel Sousa Nascimento - UFS eng_daniell@hotmail.com O discurso da inclusão, nos últimos tempos vem ocupando um espaço cada vez maior nos livros, palestras, debates e na legislação. A escola como locus de produção de conhecimento é o espaço que vem ocupando maior destaque neste discurso em busca da efetivação da inclusão. E não só a escola presencial, mas todas as suas modalidades, inclusive a educação à distância. O presente trabalho se desenvolveu a partir da necessidade da efetivação da inclusão de alunos em situação de deficiência no sistema regular de ensino. O objetivo deste estudo é verificar se a inclusão que está acontecendo assegura ao aluno as devidas condições de entrada, permanência e terminalidade dos estudos. Para seu desenvolvimento foram realizadas observações na Universidade Federal de Sergipe e entrevista com um aluno deficiente físico da referida instituição e como resultado obteve-se a confecção de uma tecnologia assistiva apropriada para este aluno com o intuito de auxiliar seu processo inclusivo. Palavras-chave: Inclusão, Tecnologia Assistiva, Educação presencial e à distância.

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AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E SEUS VALORES DIANTE DO MERCADO DE TRABALHO SERGIPANO Jacqueline Montalvão Etinger de Araujo jac_montalvao@yahoo.com.br Jaltaira Montalvão Etinger de Araujo - UFS jaltaira@yahoo.com.br Mônica Bonfim Cruz monicaprof08@hotmail.com O referente artigo propõe fazer uma investigação da inclusão social das pessoas com deficiência nos Município de Nossa Senhora do Socorro/SE, bem como mostrar estratégias que possibilitem a inclusão dessas pessoas no mercado de trabalho e analisar a extensão do problema através dos valores que norteiam o tema. O princípio constitucional da igualdade, da diversidade concomitante com os valores humanos serviram de base teórica para o levantamento de dados diante da comunidade Sergipana sobre a convivência, o profissionalismo e os mitos que giram em torno dessa camada da população que encontra dificuldades não apenas pela sua condição física ou mental, mas pela falta de oportunidade, ou mesmo acessibilidade. Palavras-chave: Valores, Trabalho, Pessoa com deficiência.

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AUDIODESCRIÇÃO: POSSIBILIDADES DE VER O CORPO Sandra Regina Rosa Farias – UFBA – TRAMAD/GEINE ad-sandra@uol.com.br O objetivo deste trabalho é discutir as possibilidades de ver as imagens de corpo, por que buscar entender como o corpo esta sendo “produzido” pela audiodescrição e que corpo esta “chegando” às pessoas com deficiência visual pode apontar outros caminhos de compreensão deste organismo (corpo) de relação com o mundo. O corpo é um espaço fundador de um processo de apreensão e troca. Neste sentido, questionamos: qual a possibilidade de audiodescrever a necessidade de elaboração de imagem de corpo que a pessoa com deficiência visual tem? Apresentamos uma discussão geral e apontamos a Semiótica do encantamento como um dos caminhos possíveis da audiodescrição traduzir/ver o corpo, provocando processos de novas construções; já que não só o corpo do que vê para transmitir a imagem, mas também o da pessoa que recebe, assumem o papel de formação e informação. Palavras-chave: audiodescrição – corpo – semiótica.

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CDI, TELECENTROS, CULTURA E INCLUSÃO DIGITAL Enaura Vespasiano de Assis nau_kity@yahoo.com.br Edinísio de Assis edinisioadv@hotmail.com Henrique Nou Schneider hns@terra.com.br O presente artigo refere-se às Novas Tecnologias, como promotora de recursos que favorecem a inclusão digital, como cultura, frente à educação, na perspectiva da educação inclusiva também em meio à realidade virtual. Trata dos conceitos de Comitê Democrático da Informatização (CDI), Telecentros e Inclusão digital. Compreende o apoio de diversos e novos profissionais ao desenvolvimento da boa relação entre tecnologia e educação para a formação do cidadão universal; traz à tona questões políticas a respeito do trato com a coisa pública e ilustra como programas são confundidos com políticas públicas, sendo as novas tecnologias uma moeda de troca entre governantes e a população. A metodologia utilizada na sistematização deste artigo foi a da pesquisa bibliográfica e web-bibliográfica. Este estudo reconhece a importância dos recursos tecnológicos reconhecidos como TE – Tecnologias Educacionais e NTIC – Novas Tecnologias da Informação para a educação. Palavras-Chaves: Inclusão Digital; Educação Inclusiva; CDI; Telecentros; Políticas Públicas.

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CURSOS A DISTÂNCIA COMO ALTERNATIVA DE INCLUSÃO DA PESSOA EM SITUAÇÃO DE DEFICIÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR EM SERGIPE Marcio Batista Santos Michely Santos Araújo Thatiana Almeida Lavigne No contexto atual a tecnologia pode ser empregada para dirimir as adversidades encontradas no percurso escolar que as pessoas enfrentam em especial em cursos superiores. Tendo em vista este aspecto surge o seguinte questionamento: Em que medida os cursos superiores de educação a distância pode favorecer a inclusão de pessoa em situação de deficiência em Sergipe?. A principio a EAD se solidifica a partir de uma base tecnológica sofisticada e a própria metodologia empregada favorece uma nova concepção de espaço e tempo de forma que o aluno pode construir o seu ritmo de aprendizado no ambiente que mais lhe convém sendo reservado alguns momentos presenciais. Dessa forma, este trabalho busca contribuir com esta temática a partir de uma pesquisa exploratória cuja abordagem metodológica adotada foi a bibliográfica e um estudo de caso em uma instituição privada. Palavras- chave: Educação à distância, pessoa portadora de deficiência, inclusão.

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EDUCAÇÃO ESPECIAL: TIC- TECNOLOGIA E INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TRANSFORMANDO ACESSIBILIDADE E INCLUSÃO DO DEFICIENTE VISUAL Elaine Almeida Aires Melnikoff elaine_almeida1974@hotmail.com

O avanço das novas tecnologias e a facilidade de acesso à informação vem transformando de maneira significativa a humanidade. E na educação, por sua vez, a discussão é estabelecida sobre o papel das novas tecnologias educacionais e os novos horizontes que se abrem para essa nova inserção. Desta forma o presente artigo tem por objetivo analisar como as TIC’s têm transformado a acessibilidade do deficiente visual a educação. Dentro dessa problemática resolvemos tomar como objeto de estudo e intervenção o Centro de Apoio Pedagógico a Pessoas com Deficiência Visual – CAP. Portanto a revisão literária abordará estudos bibliográficos e investigação histórica, a qual dará suporte a esse estudo, bem como a elaboração e aplicação de um questionário junto aos alunos do CAP, onde nos foi possível detectar o nível de acessibilidade e inclusão do deficiente visual no ambiente educacional. Desta forma conclui-se que as novas tecnologias têm grande contribuição para o avanço na educação especial contribuindo de forma significativa aos deficientes visuais, ao qual vem possibilitando avanços no progresso intelectual e social desses deficientes. Palavra-chave: Educação, deficiente visual, acessibilidade.

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INCLUSÃO NO ENSINO DA MATEMÁTICA Anne Alima Silva Souza Ferrete (UFS) alilma@infonet.com.br Verônica dos Reis Mariano Souza (UFS) veromar@infonet.com.br Rodrigo Bozi Ferrete (IFS) rodrigoferrete@jotmail.com O presente estudo tem por objetivo analisar o uso de tecnologias assistivas e da inclusão no ensino de matemática. O objeto de estudo centrou-se no acompanhamento de um deficiente visual no curso de Licenciatura em Matemática do Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia de Sergipe (IFS). A pesquisa se pautou metodologicamente no estudo de caso, adotando uma abordagem qualitativa e quantitativa de cunho interpretativoreflexivo. Os resultados demonstram a escassez de tecnologias assistivas, de recursos técnicos e tecnológicos para o ensino das disciplinas do curso de Licenciatura em Matemática para alunos deficientes visuais, uma vez que a maioria das pesquisas e dos recursos desenvolvidos é voltada para o ensino da matemática no nível fundamental e médio. Palavras-chave: Inclusão, Tecnologias Assistivas e Ensino de Matemática.

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O COMPUTADOR NO AMBIENTE DE SALAS MULTIFUNCIONAIS: UMA FERRAMENTA DE COMUNICAÇÃO E CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO DO SURDO Edna Maria dos Santos Instituto Federal de Sergipe - IFS andesan_1121@hotmail.com A Educação de surdos não é diferente da Educação Geral em seu objetivo porque ambas desejam o desenvolvimento dos educandos. Dependendo da clientela, diferentes estratégias são utilizadas, oferecendo alternativas de atendimento diversificado. Convicta disto surgiu a inspiração para este trabalho cujo objetivo é apresentar algumas tendências atuais, como as Tecnologias de Informação e Comunicação – TICs, em destaque o computador na educação de surdos. Inicia-se com a história da educação de Surdos, em seguida destaca-se a importância das salas multifuncionais e do computador como mediadores na comunicação e letramento do Surdo numa perspectiva bilíngue. A realização deste contribui para a mudança de postura das escolas com/sem salas multifuncionais bem como no desenvolvimento cognitivo e sócioafetivo dos alunos. Palavras-chave: Letramento do Surdo. Computador. Salas multifuncionais.

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O IMPLANTE COCLEAR COMO TECNOLOGIA DE ACESSIBILIDADE DO SUJEITO SURDO AO MUNDO DOS SONS E SUAS IMPLICAÇÕES NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM Soraya Cristina Pacheco de Meneses Secretaria de Educação do Estado de Sergipe soraya.meneses@yahoo.com.br

O presente estudo teve como intuito analisar o uso do Implante Coclear como tecnologia de acessibilidade do sujeito surdo ao mundo dos sons e suas implicações no processo ensino- aprendizagem, dando um enfoque especial à aquisição de interações comunicativas com pessoas ouvintes. Foi realizada uma pesquisa bibliográfica, com o objetivo de avaliar os benefícios sociais e educacionais adquiridos por esse grupo de pessoas enquanto usuárias de Implante Coclear, A relevância dar-se-á no sentido de contribuir para a melhoria dos processos de inclusão social e educacional da pessoa com surdez. Ao final da pesquisa, concluímos que ainda há dificuldades na sua inclusão. Apesar do avanço tecnológico, o sistema educacional ainda não contempla suas necessidades de acesso à comunicação, beneficiando assim seu desempenho escolar. Palavras-chave: Educação; Implante Coclear; Tecnologia Assistiva.

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O USO DA INFORMÁTICA NA INCLUSÃO DO SURDO NA ESCOLA Alberto Dantas de Souza Integrante do NUPIEPED(UFS), adsouza33@yahoo.com.br.

A lei de inclusão obriga as escolas a aceitar alunos com deficientes. Muitas não estão preparadas na estrutura física e nem na sua estrutura humana. É comum os alunos surdos reclamarem que não estão aprendendo nada. Incluir não é simplesmente colocar o aluno surdo ou deficiente em uma sala de aula e pronto, está feita a inclusão. É necessário que o assunto transmitido pelo professor possa ser entendido, assimilado e compreendo pelo aluno. Portando o presente artigo tem como objetivo principal a definição de uma tecnologia assistiva que funcione como tecnologia de inclusão para os alunos surdos, auxiliando os diversos professores e apresentadores transmitam o conhecimento português e em libras não excluindo as pessoas surdas e nem as com deficiência. Palavras-chave: Tecnologia Assistiva, Ouvir, Libras.

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O USO DAS FERRAMENTAS DA COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA E AMPLIADA NO CONTEXTO DA ESCOLA: UM CAMINHO PARA A INCLUSÃO SOCIOEDUCACIONAL Juliana Nascimento de Alcântara – UFS juzinha.alcantara@hotmail.com Rosana Carla do Nascimento Givigi – UFS rgivigi@uol.com.br O projeto de pesquisa “Comunicação Alternativa e Ampliada (CAA) como instrumento de inclusão social” com o intuito de efetivar as práticas propostas pela CAA na realidade de crianças de 04 a 12 anos, tem funcionado desde julho de 2009 no estado de Sergipe. Metodologicamente desenvolvemos um trabalho grupal baseado na pesquisa-ação. O grupo possui três eixos (criança, escola e família) que procuram estudar e atuar com a CAA. Este será um recorte do trabalho com a escola. Hoje, 80% das crianças estão em escola regular. Temos percorrido caminhos desejando atingir o lugar onde o encontro com a diferença permita o florescimento de possibilidades que movimentem e construam uma inclusão socioeducacional e é a escola o espaço onde a heterogeneidade se toca e se imbrica. Palavras-chave: pesquisa-ação colaborativa, discurso, escola.

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RECURSOS METODOLÓGICOS DE ENSINO PARA A INCLUSÃO DO ALUNO COM BAIXA VISÃO Laís Thiele Carvalho de Souza -UFS souza.lais@gmail.com Débora Evangelista Reis Oliveira - UFS deboraereis@yahoo.com.br Este artigo tem como finalidade colaborar para a articulação de metodologias que possam ser usadas no trabalho desenvolvido pelos professores de sala de aula, visando à formação escolar do aluno com baixa visão. Além de verificar, identificar e analisar as limitações a respeito de suas necessidades específicas, bem como suas causas e recursos de adequação que possibilite aos mesmos sua inclusão não só na escola como na sociedade. Partindo dessa finalidade, chegou-se a reconhecer a importância do pedagogo especializado e do Atendimento Educacional Especializado – AEE que tem como objetivo possibilitar aos professores quanto à necessidade de que revejam suas práticas a novos referenciais pedagógicos da inclusão. A metodologia desse trabalho foi levantamento da bibliografia existente sobre o tema; observações assistemáticas de experiências pessoais e a elaboração do texto final. Palavras-chave: inclusão, baixa visão, recursos metodológicos.

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TECNOLOGIA ASSISTIVA: mediação instrumental na aprendizagem Josilene Souza Lima Barbosa Mestranda em Educação, NPGED-UFS Membro do GEPIED e do NUPIEPED-UFS josylenelbarbosa@hotmail.com A inclusão das pessoas com deficiência na sociedade é resultado de uma trajetória histórica, marcada por muitos preconceitos e conquistas. Conquistaram a oportunidade de ter acesso à escolarização, porém, uma grande parcela deste alunado, necessita da acessibilidade pedagógica para que possam compreender os conteúdos abordados em sala de aula. A Tecnologia Assistiva pode ser utilizada como um instrumento mediador na aprendizagem, e em alguns casos, será a alternativa mais viável para que estes alunos possam interagir na sociedade. Este estudo é resultado de uma pesquisa bibliográfica, compõe o texto da dissertação, que está em fase de desenvolvimento, cuja orientação é do Prof. Dr.Henrique Nou Schneider e da Profª Drª Rita de Cácia Santos Souza. Palavras-chave: Tecnologia Assistiva. Inclusão. Aprendizagem.

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A CENTRALIDADE DA LÍNGUA PARA OS SURDOS: PELOS ESPAÇOS DE CONVIVÊNCIA E USO DA LIBRAS Larissa Silva Rebouças Professora Surda da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Mestra pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) larissasurda@yahoo.com.br Omar Barbosa Azevedo Doutorando em Educação pela UFBA omarbaz@ig.com.br No presente artigo, refletimos sobre temas como linguagem, língua, cultura, identidade e espaços de convivência, com o objetivo de defender um projeto de educação lingüística baseado no ensino da língua brasileira de sinais (LIBRAS). Queremos evidenciar que uma língua minoritária como a LIBRAS, bem como a cultura de solidariedade lingüística que se estabelece entre a comunidade surda e os ouvintes implicados, estão seriamente ameaçados por uma política equivocada de extinção de importantes espaços de convivência para crianças e jovens surdos: as escolas e classes especiais para surdos. Palavras-chave: LIBRAS, Surdos, Educação lingüística.

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A COMUNICAÇÃO VISUAL NA EDUCAÇÃO DOS SURDOS Genivaldo Oliveira Santos Filho grlibras@hotmail.com Rozilda Ramos dos Santos Oliveira rozildaramos@hotmail.com A importância da comunicação visual na educação do surdo tem sido meios de preocupação, por isso mostrar tanto Libras como primeiro meio de comunicação, como também outros subsídios como a semiótica imagética proporcionará a visualização eficaz que ocorrerá de estimulo para sua aprendizagem e habilidade dos surdos. Neste contexto da educação especial e a nova proposta educação inclusiva, há varias dificuldades na aprendizagem escolar, basicamente os surdos encontram-se excluídos da educação. Determinou-se para o estudo a pesquisa qualitativa, do tipo bibliográfico, baseado em teóricos a exemplo de: Ferraz, (1999), Ferreira, (2003), Capovilla, (2001). No campo visual, como as línguas de Sinais e a semiótica, opera para o desenvolvimento cognitivo dos surdos. Palavras-chave: Surdos, comunicação visual, aprendizagem.

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A EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM SURDEZ E A ETNOMATEMÁTICA: DESAFIOS E POSSIBILIDADES Camila Fonseca Ribeiro Luiz Antônio de Oliveira Menezes Sandra Rosa Baldin A presente pesquisa tem como objetivo fazer um estudo de revisão bibliográfica, onde apresentará a importância da utilização da etnomatemática para o aprendizado e desenvolvimento do sujeito com surdez. Aborda inicialmente aspectos acerca da educação das pessoas com surdez; conceitua a etnomatemática; e posteriormente apresenta pesquisas que foram realizadas sobre a etnomatemática para pessoas surdas. A partir de diversos autores foi possível verificar que a educação de surdos está cercada de um arcabouço de desafios, seja pela Língua, a Língua Brasileira de Sinais, seja pelas práticas adotadas para o ensino dos mesmos. A etnomatemática configura-se em uma importante forma de ensinar a matemática para alunos com surdez. Palavras-chave: Educação. Surdez. Etnomatemática.

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A IMPORTÂNCIA DA FLUÊNCIA EM LIBRAS NO PROCESSO EDUCACIONAL INCLUSIVO DO ALUNO SURDO Alda Valéria S. de Melo Secretaria de Estado da Educação aldam@yahoo.com.br Mônica de Góis Silva Barbosa Universidade Federal de Sergipe monicagsb@yahoo.com.br Genivaldo Oliveira Santos Filho UNICID – Universidade de São Paulo grlibras@hotmail.com Este artigo pretende levar a uma reflexão sobre a importância da língua de sinais no desenvolvimento da aprendizagem do aluno surdo, assim como ser de extrema necessidade adquirir fluência em Libras para com isso possibilitar sucesso no processo de inclusão educacional. Enfatiza-se ainda o valor do instrutor ou professor surdo durante este processo, uma vez que a aquisição da língua se faz através de contatos com os pares e participando de vários momentos que possam enriquecer seu vocabulário. Tendo um caráter de pesquisa qualitativa do tipo bibliográfica, a realização deste trabalho cumpri um principal papel que é o aceso da aprendizagem da LIBRAS pelos surdos. As Leis determinam o uso e acesso de todas as pessoas a língua de Sinais, principalmente da pessoa surda, utilizando-a como língua materna. Palavras-chave: Surdo. Inclusão. LIBRAS.

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A IMPORTÂNCIA DAS LÍNGUAS DE SINAIS NO PROCESSO EDUCACIONAL DO SURDO E A RELAÇÃO COM A ESCOLA Fabiana Bispo de Oliveira Universidade Federal de Sergipe fabinha.bispo@gmail.com Almir Barbosa dos Santos Universidade Federal de Sergipe almirbarsantos@yahoo.com.br O presente estudo é resultado de uma pesquisa que aborda a relação de alunos surdos com a escola, mediante a teoria da Relação com o Saber do autor francês Bernard Charlot. A Língua Brasileira de Sinais é uma língua natural, com sistema lingüístico legítimo que permite a expressão de quaisquer significados. O desenvolvimento educacional do surdo associa-se prioritariamente com a língua usada para sua instrução e exprime a relação do jovem surdo com o espaço escolar. O nosso estudo reflete sobre a importância da Língua Brasileira de Sinais no contexto escolar do surdo e analisa a(s) relação(s) que mantém com a escola. Percebemos que a língua de sinais é elemento indispensável no processo ensino-aprendizagem para o surdo. Seu reconhecimento revela valorização do jovem surdo e permite, através dela, desenvolvimento para acesso ao mundo cultural, acadêmico e profissional. Esse trabalho expressa o conjunto das informações coletadas dos alunos do Ensino Médio do IPAESE (Instituto Pedagógico de Apoio à Educação dos Surdos em Sergipe) resultado de questionários, visitas e conversas com os jovens surdos da Instituição. Palavras-chave: aluno surdo, relação com a escola, ensino/aprendizagem.

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A LÍNGUA ESCRITA DE ALUNOS SURDOS: POR UM PROJETO DE EDUCAÇÃO LINGUÍSTICA EM LIBRAS Omar Barbosa Azevedo omar040872@hotmail.com

No presente artigo, trato dos temas da Surdez, da língua escrita por pessoas Surdas e do papel da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) nestas produções. Partindo de fragmentos de textos recolhidos por Sueli Fernandes (1999), destaco algumas características gramaticais destes e seus fatores de produção. Citando Kristina Svartholm (1999) e Kerstin Heiling (1999), trago aspectos da proposta do modelo bilíngue sueco para a educação de Surdos. Citando Maria del Pilar Fernández-Viader (1992, 1996), procuro fundamentar a afirmação de que a LIBRAS deve ser ensinada como língua de prestígio e disciplina curricular. Entendo que uma proposta de educação linguística desta natureza, favorece uma aprendizagem significativa para as crianças surdas, já que lhes permite comparar as características das línguas para saber diferenciá-las. Palavras-chave: Surdez, escrita, educação linguística.

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A LÍNGUA PORTUGUESA COMO SEGUNDA LÍNGUA PARA O ALUNO SURDO: AQUISIÇÃO OU APRENDIZAGEM COMO SEGUNDA LÍNGUA? Almir Barbosa dos Santos Universidade Federal de Sergipe almirbarsantos@yahoo.com.br NUPIEPED/UFS Fabiana Bispo de Oliveira Universidade Federal de Sergipe Fabinha.bispo@gmail.com NUPIEPED/UFS Noeme Bezerra Costa dos Santos Universidade Federal de Sergipe noemebezerra@hotmail.com NUPIEPED/UFS Este artigo tem como objetivo apresentar um estudo sobre as concepções de aquisição e aprendizagem e aquisição de segunda língua da língua portuguesa para aluno surdo. Foi adotada para este trabalho uma revisão bibliográfica baseados nos autores Krasken, Quadros. Partindo da constatação de que a língua portuguesa não é a primeira língua do aluno surdo, sua a metodologia não é a mesma que aplica aos alunos ouvintes. Portanto, para obter um resultado eficaz, é preciso saber diferenciá-las. Palavras-chave: aluno surdo, língua portuguesa como segunda língua, aquisição/aprendizagem.

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COMPREENDENDO A LIBRAS: CONCEITOS E PRECONCEITOS EM TORNO DA LÍNGUA DE SINAIS E DA EDUCAÇÃO BILINGUE Jucélia Brasil Gomes de Oliveira jucelia-brasil@hotmail.com Paula Fernanda Correia de Carvalho pfcac@hotmail.com São comuns os depoimentos e indagações da sociedade em geral acerca da LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), que mesmo com o status de língua, tendo sido oficializada em 2002, através da Lei Federal nº10.436/02, como língua oficial das comunidades surdas brasileiras, continua sendo confundida e comparada a um código universal, desprovido de gramática, pobre e incapaz de representações abstratas. Os estudos realizados nesta pesquisa bibliográfica segundo Gil (2002) oferecem informações acerca da língua de sinais, sua gramática e escrita, e do modelo de educação Bilingue, com o intuito de provocar reflexões, principalmente, a comunidade escolar (professores, gestores, pais e funcionários em geral) sobre os conceitos e preconceitos que permeiam a educação do surdo, pois estamos certos de que estes são entraves no processo educacional do surdo. Palavras-chave: Bilinguismo, gramática e educação.

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EDUCAÇÃO DE SURDOS: A LÍNGUA DE SINAIS COMO FAVORECEDORA NO DESEMPENHO INTELECTUAL DA CRIANÇA SURDA. Daisy Mara Moreira de Oliveira Mestranda em Antropologia Social – UFS dayseoliveira01@hotmail.com Margarida Maria Teles -UFS mm-teles@hotmail.com O presente artigo se propõe a analisar a importância da Língua Brasileira de Sinais no processo de aquisição da leitura e escrita da pessoa surda que tem o Português como uma segunda língua-L2. Reconhecendo que o papel das instituições sociais, família e escola, são imprescindíveis no que tange ao conhecimento e utilização da língua de sinais o mais precoce possível, a fim de que o surdo tenha êxito na sua caminhada em busca do conhecimento universalizado. Como metodologia nos utilizamos de bibliografias que abordam o tema, dando assim o embasamento teórico ao trabalho, como também da observação participante em sala de aula com alunos surdos do 5º ano do Ensino Fundamental na capital de Sergipe. As conclusões apontam na direção teórica da perspectiva de um ensino bilíngüe de qualidade. Palavra-chave: Língua de sinais; educação dos surdos; surdos.

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EDUCAÇÃO DOS SURDOS: ASPECTOS HISTÓRICOS E LEGAIS Barbosa, Kátia Alves de Melo Barbosa Jucélia Brasil Gomes de Oliveira jucelia-brasil@hotmail.com Rosa Karla Cardoso Almeida rosa-karla@hotmail.com Analisando a trajetória histórica educacional da pessoa com deficiência até a atualidade, podemos perceber o quanto esses indivíduos foram e ainda são excluídos pela sociedade. Até o início da Idade Moderna não havia notícias de experiências educacionais com as crianças surdas, pois estas eram consideradas irracionais, primitivas, não educáveis. Nesta pesquisa bibliográfica, temos como objeto de estudo, a política educacional voltada à pessoa surda, com o intuito de compreendê-la historicamente, bem como analisarmos seus avanços, principalmente nos aspectos legais. No Brasil, temos uma legislação que da sustentação à política mundial pela inclusão, embora na prática, ainda estejamos bem distante do que as leis e decretos determinam. Justificamos a importância deste estudo, por se tratar de uma pesquisa que aborda um tema atual, atrelado a concepções tão retrógadas. Palavras-chave: Política Educacional; Educação do Surdo; Políticas Públicas.

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EDUCAÇÃO INCLUSIVA EFICIENTE E SURDOCEGUEIRA

Enaura Vespasiano de Assis nau_kity@yahoo.com.br Waldefrankly Rolim de A. Santos wrolim@hotmail.com O presente artigo refere-se à reflexão sobre uma educação inclusiva eficiente também para o surdocego. Considera a formação do educador, como fator preponderante para a inclusão deste sujeito. Conceitua a surdocegueira e tecnologias educacionais, trata as Tecnologias Assistivas como recurso viável na prática de ensino para o surdocego. Trabalha a importância das teorias pedagógicas de Paulo Freire, também para a relação de ensino aprendizagem entre o surdocego e o educador. A metodologia utilizada na sistematização deste artigo foi a da pesquisa bibliográfica e webbibliográfica. Este estudo conclui que há uma relação de importância entre o educador, o surdocego e os recursos tecnológicos reconhecidos como tecnologia assistiva. Palavras-chave: Educação Inclusiva; Surdocego; Formação de educadores.

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ESCOLA ESPECIAL X ESCOLA INCLUSIVA PARA ALUNOS COM SURDEZ: O QUE DIZEM AS PESQUISAS Sandra Rosa Baldin sandrarosabaldin@yahoo.com.br Este é um artigo de revisão do tipo bibliográfica que objetiva apresentar e discutir as diferentes visões sobre a inclusão escolar de pessoas com surdez na rede regular de ensino. Diante do movimento mundial da inclusão de todos nas escolas regulares de ensino, alguns autores defendem os ganhos que os surdos podem ter nesta escola, porquanto, na convivência entre surdos e ouvintes, todos acabam ganhando e aprendendo com a diferença. Por outro lado, alguns pesquisadores defendem a escola especial para surdos, onde estes podem se relacionar com seus pares, alegando que os surdos possuem cultura própria. Palavras-chave: Pessoas com Surdez. Escola Inclusiva. Escola Especial.

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IMPORTÂNCIA DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARA ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCATIVAS ESPECIAIS: UM ESTUDO SOBRE A LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS. Iadrelhe Souza de Oliveira Pós-graduação Faculdade Pio Décimo NPSE/NUPIEPED. iadrelhe@yahoo.com.br Sabendo do difícil acesso que os portadores de necessidades especiais possuem para alcançar diferentes níveis de educação, este artigo surge com o intuito de compreender melhor a dinâmica da inclusão e os fundamentos básicos indispensáveis para uma educação inclusiva de qualidade no que diz respeito a LIBRAS. O instrumento de coleta de dados utilizado foi a pesquisa bibliográfica. Em suma, concluímos que ao interprete assim como ao professor que se predispõe a ensinar alunos surdos, não basta conhecer a estrutura gramatical da língua, mas sim penetrar nos valores culturais da comunidade surda, afim de que não garanta somente a decodificação ou aprendizagem apenas de aspectos estruturais da língua em questão, mas sobretudo a constituição de sentidos instituída na relação entre os falantes. Palavras-chave: Inclusão, LIBRAS, Atendimento Educacional Especializado.

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INTÉRPRETE EDUCACIONAL: DESAFIOS PROFISSIONAIS E PERSPECTIVAS Joseneide Nunes dos Santos jokatica@yahoo.com.br Mônica de Góis Silva Barbosa monicagsb@yahoo.com.br O presente artigo traz uma reflexão a cerca da importância do intérprete educacional no processo inclusivo do aluno surdo. Expõe os desafios enfrentados por tais profissionais e perspectivas futuras. Para tanto, faz-se um retrospectiva histórica da educação de tais alunos para contextualizar melhor a situação atual. Em seguida, busca-se explanar sobre o processo de inclusão dos surdos no ensino regular, ressaltando a importância do intérprete e esclarecendo qual é o seu papel em sala de aula. Num terceiro momento, para embasar a reflexão, relata-se o depoimento de duas intérpretes educacionais. Expõem-se suas experiências vividas durante os anos de atuação. Relatam-se também os desafios enfrentados por elas e as expectativas existentes em relação à profissão e à inclusão de alunos surdos. Palavras-chave: Inclusão dos surdos. Interprete educacional. Desafios.

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LIBRAS: DA FALA PARA O REGISTRO Margarida Maria Teles - Profª. Esp. de LIBRAS Universidade Federal de Sergipe/UFS teles.guidamta@gmail.com O Brasil é um país constituído de comunidades linguísticas diferentes; de modalidade ora/auditiva e sinalizada, como português, a LIBRAS, etc. A Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS é uma língua espaço visual da comunidade surda brasileira. Este estudo tem como objetivo analisar comparativamente os sinais/palavras dessa língua, utilizados por meio fotográfico, pela instrutora surda, no caderno de LIBRAS do CESAD/UFS, com os mesmos itens lexicais do Dicionário Enciclopédico Ilustrado Trilíngue da Língua de Sinais Brasileira. Fundamentou-se principalmente em Quadros, Felipe e Brito. Nesta pesquisa foram enumerados 254 sinais/palavras e identificados quarenta sinais de diferentes classes gramaticais, que se apresentaram com mais de uma modificação/variações de parâmetros. Entretanto, oito itens lexicais do universo vocabular da instrutora não foram encontrados registros. Palavras-chave: Língua, sinais, variantes.

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SURDEZ E EDUCAÇÃO: VISÃO PARA MUDANÇAS DAS PRÁTICAS DE LETRAMENTO Genivaldo Oliveira Santos Filho grlibras@hotmail.com Rozilda Ramos dos Santos Oliveira rozildaramos@hotmail.com Este trabalho consiste em uma abordagem geral sobre surdez e educação, o objetivo não é apenas mostrar o ensino para os surdos em constantes perdas, mas, apresentar sugestões para mudança do mundo letrado dos surdos. Por ser uma pesquisa qualitativa do tipo bibliográfico, aqui estarão as concepções de Soares (2004), Ferreiro (1991). Em primeiro instante sobre as diferenças da alfabetização e letramentos, em segundo, sobre as características das teorias educacionais em contexto com o letramento e por último a visão para mudanças. Ao final retoma a idéia de que o leitor e escritor são resultados da combinação de estratégias de ensino; escolha do conteúdo e etc. para conseguir tornar prioritária a visão do mundo letrado dos surdos. Palavras-chave: letramento; mudanças; surdos.

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A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL: DA SEGREGAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR? Arlete Rodrigues dos Santos arspsi@ig.com.br Dra. Neiza de Lourdes Frederico Fumes neizaf@yahoo.com Este presente trabalho tem como objetivo recuperar as discussões que têm sido desenvolvidas no âmbito da legislação brasileira a respeito da educação especial, especialmente, no que se refere ao direito à educação e às diferentes perspectivas de escolarização Especial no Brasil. O movimento de expansão do atendimento ganha ainda maior impulso com a Declaração de Salamanca, obrigando a criação de uma nova ordem de sistema educacional e de serviços oferecidos: uma escola que garanta a aprendizagem de todos com base na diversidade como condição humana.Neste sentido, esta pesquisa tem como foco as políticas de educação especial brasileira, e seu impacto na escola, e no ensino. Utilizando-se da metodologia da pesquisa qualitativa - bibliográfica, demonstramos que a educação brasileira passou por momentos significativos: o tempo da exclusão e segregação; e da integração para a inclusão? Palavras-chave: Inclusão; integração; legislação brasileira.

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A INCLUSÃO NO CONTEXTO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA BRASILEIRA Fabio Zoboli – UFS zobolito@terra.com.br Miguel Angel Garcia Bordas – UFBA sadrob@terra.com.br Camila da Cunha Nunes – FURB mila_hand4@hotmail.com Adolfo Ramos Lamar – FURB ajemabra@yahoo.com.br

O presente trabalho tem como objetivo compreender os desafios da cultura inclusiva para a Educação Física escolar tendo como foco de análise os elementos legais que sustentaram a Educação Física escolar no Brasil desde 1800. O texto versa sobre os jogos tensivos da inclusão a partir da história da Educação Física a fim de promover a cultura inclusiva na sua práxis requerendo o respeito e o convívio com os diferentes corpos. Para tanto realizamos uma pesquisa bibliográfica, no qual apontamos para a necessidade de que os profissionais de Educação Física compreendam o indivíduo em sua totalidade, e, todavia urge ainda a necessidade de que as políticas públicas em educação se desprendam de valores comerciais e capitalistas. Palavras-chave: Educação Inclusiva. Políticas Públicas. Educação Física.

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A PEDAGOGIA EM AMBIENTE HOSPITALAR: A IMPORTÂNCIA DA HUMANIZAÇÃO NA ONCOLOGIA PEDIÁTRICA Daniela Lima da Silva Professora da Educação Infantil- SESC dani20a6@hotmail.com O presente artigo faz uma abordagem sobre a Pedagogia Hospitalar voltada para crianças com câncer e a contribuição do pedagogo para humanizar o ambiente hospitalar, que costuma ser um espaço frio e técnico. Este texto é uma pesquisa bibliográfica apoiada nos estudos de Matos e Mugiatti (2008), Valle (1999), dentre outros. Os objetivos dessa investigação perpassam o desejo de analisar a contribuição da Pedagogia no hospital, mas estudar e refletir sobre papel do pedagogo no processo de humanização na oncologia pediátrica. O tema deste estudo foi escolhido por acreditar que a Pedagogia no ambiente hospitalar, pode torná-lo mais alegre e menos traumatizante, favorecendo melhores condições para a recuperação da criança, pois o fazer pedagógico trabalha a imaginação, o lúdico e contribui para o processo de cura. Palavras-chave: Pedagogia Hospitalar, oncologia pediátrica, humanização.

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A POLÍTICA EDUCACIONAL EM SERGIPE: BREVE REFLEXÃO HISTORIOGRÁFICA Patrícia Batista dos Santos- UFS pet.bs@oi.com.br Edney Menezes Nogueira -- FACESTA edneymenezes1@hotmail.com José Genivaldo Garcia - FSLF pgenivaldo@bol.com.br O presente artigo tem por objetivo refletir as políticas educacionais implementadas no Estado de Sergipe, através do entendimento sobre educação de alguns ex-governantes. Muitas foram às mudanças ocorridas em Sergipe no tocante à instituição: Criação de grupos escolares, escolas profissionalizantes, separação de alunos por sexo como no caso da Escola Normal destinada a moça e do Atheneu Sergipense aos rapazes, surgimento de diversas faculdades e por fim da Universidade Federal de Sergipe. Todas essas transformações nos levam a compreender o processo educativo em Sergipe. Para realização deste trabalho foram utilizadas fontes, tais como: Leis e Literatura especializada. Palavras-chave: Política, Educação, História da Educação em Sergipe.

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AS CONTRIBUIÇÕES DO PENSAMENTO MEDICINAL PARA A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL Rita de Cácia Santos Souza (SEED/FA/NUPIEPED) ritacssouzaa@yahoo.com.br Anderson Pereira dos Santos (SEED/SESC/FA) anderson_evip@hotmail.com Patrícia Mara Medeiros (FA/ NUPIEPED) prof_patriciamara@hotmail.com Objetivo deste artigo é analisar as contribuições do pensamento medicinal para a história da educação especial no Brasil, dando relevância as contribuições dadas por médicos sergipanos e o discurso médico sobre as concepções de higiene pública e escolar e do papel do médico na escola no século XIX e XX. As origens históricas da patologização dos problemas de escolarização das crianças estão na defesa da importância da medicina para a escola, importância da presença médica nesta instituição e na concepção cultural do brasileiro. A investigação teve como metodologia de trabalho o método prosopográfico e o levantamento documental. Concluiu-se que apesar dos estudos médicos inicialmente darem enfoque patológico dos problemas de escolarização das crianças eles alicerçaram e impulsionaram novas pesquisas contribuindo para os avanços contemporâneos. Palavras-chave: Educação especial. Pensamento medicinal. História da educação.

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HISTÓRIA DE CORPO E DE VIDA: IMAGEM E AUTOIMAGEM DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA OU COM AUDIÇÃO RESIDUAL Christiane Freitas Luna – UESB/NEPEEL chrisluna@bol.com.br Miquéias Pereira do Santos mikeasps@hotmail.com Tássia Pereira Alves – UESB/NEPEEL Tassinha29@hotmail.com Esta é uma pesquisa matricial desenvolvida pela Linha de Educação Inclusiva do NEPEEL e busca vários aspectos do universo dos deficientes, tanto a sua história de vida e de corpo quanto a este corpo na sociedade. Foi evidenciado na historia deste corpo, como se processa a percepção da imagem e a autoimagem do deficiente. Trouxe como objetivo avaliar, a partir da história de vida de cada deficiente, a relação entre autoimagem e imagem atribuída aos deficientes auditivos ou com audição residual. Esta pesquisa é de caráter qualitativo, pois tem a intenção de fazer uma imersão na subjetividade. Tem como sujeitos os alunos do (Centro de Apoio Pedagógico - Jequié). O instrumento adotado foi uma entrevista de questões abertas. Foi percebido que há um conflito entre a autoimagem e a imagem construída por estas pessoas com deficiência. Palavras-chave: Imagem – Autoimagem – Deficientes Auditivos.

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HISTÓRIA DE CORPO E DE VIDA: IMAGEM E AUTOIMAGEM DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA FÍSICA Lívia Érica Barbosa de Brito liviaerica@gmail.com Christiane Freitas Luna – UESB/NEPEEL chrisluna@bol.com.br Leonardo de Carvalho Duarte – UESB/NEPEEL leoduarteef@hotmail.com

Esta é uma pesquisa matricial desenvolvida pela Linha de Educação Inclusiva do NEPEEL e busca vários aspectos do universo dos deficientes, tanto a sua história de vida e de corpo quanto a este corpo na sociedade. Neste primeiro momento foi evidenciado na historia deste corpo, como se processa a percepção da imagem e a autoimagem do deficiente. Este estudo teve como objetivo avaliar, a partir da história de vida de cada deficiente, a relação entre autoimagem e imagem atribuída aos deficientes físicos. Esta pesquisa é de caráter qualitativo, pois tem a intenção de fazer uma imersão na subjetividade. Tem como sujeitos os membros da Associação de Deficientes Físicos e amigos de Jequié (ADFIJ). O instrumento adotado foi à entrevista de questões abertas. Foi percebido que há um conflito entre a autoimagem e a imagem construída dos DV. Palavras-chave: Imagem – autoimagem – deficientes físicos.

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HISTÓRIA DE CORPO E DE VIDA: IMAGEM E AUTOIMAGEM DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL E DE BAIXA VISÃO

Christiane Freitas Luna – UESB/NEPEEL chrisluna@bol.com.br Giselle Galvão Barros – UESB/ NEPEEL giih_edfi@hotmail.com Adrielle Lopes de Souza– UESB/NEPEEL adrielle.lopes@gmail.com Esta é uma pesquisa matricial desenvolvida pela Linha de Educação Inclusiva do NEPEEL e busca vários aspectos do universo dos deficientes, tanto a sua história de vida e de corpo quanto a este corpo na sociedade. No primeiro momento foi evidenciado na história deste corpo, como se processa a percepção da imagem e a auto-imagem do deficiente. Este estudo teve como objetivo avaliar, a partir da história de vida de cada deficiente, a relação entre auto-imagem e imagem atribuída aos deficientes cegos e de baixa visão. Esta pesquisa é de caráter qualitativo, pois tem a intenção de fazer uma imersão na subjetividade. Tem como sujeitos os membros da Associação de Jequieense de Cegos (AJECE). O instrumento adotado foi uma entrevista de questões abertas. Foi percebido que há um conflito entre a auto-imagem e a imagem construída dos DV. Palavras-chave: Imagem – auto-imagem – deficientes visuais.

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HISTÓRIA EDUCACIONAL DO CEGO E SEUS ASPECTOS LEGAIS Patrícia Matos Souza Nunes paty_msn@yahoo.com.br Rosa Karla de Almeida

Ao fazer uma retrospectiva histórica das pessoas com deficiência podemos perceber mecanismos segregativos, marginalizados e excludentes, marcados por uma política assistencialista. Diante disso, surge a indagação: Como se deu a política educacional do cego? Com o objetivo de Compreender historicamente como se procedeu, onde pude contatar que historicamente tivemos uma evolução nos aspectos legais em relação ao processo educacional do cego, porém o que temos de concreto é algo que precisamos tornar mais visível e acessível ao conhecimento de todos. Palavras-chave: Política Educacional; Educação do Cego; Políticas Públicas.

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O DESENVOLVER DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL DURANTE O SÉCULO XIX: UM OLHAR SÓCIO-HISTÓRICO Vanessa Junqueira Rodrigues - NUPIEPED vanessa_jrm@yahoo.com.br

O presente artigo tem como intenção descrever o desenvolvimento da educação especial no Brasil durante o século XIX relatando fatos sóciohistóricos dos principais pensadores que influenciaram o nosso país na busca por uma educação de qualidade dos ditos anormais, a partir de uma pesquisa bibliográfica, utilizou-se como base de dados, acervos literários e tese de doutorado em Educação. Verificou-se que a Educação Especial no Brasil durante século XIX foi desenvolvida através de acontecimentos mundiais, onde o aspecto sócio-histórico nos permite observar as várias representação do deficiente. A evolução do processo educacional foi oriundo de diversos pensadores sensíveis com estes indivíduos e o Brasil sempre esteve atrás dos demais países europeus no que se refere a evolução da educação especial. Palavras-chave: História. Educação. Educação Especial.

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O PROFESSOR FRENTE À INCLUSÃO: UMA PERSPECTIVA HISTÓRICA QUE DENOTA O PRECONCEITO E A IGNORÂNCIA NO PROCESSO DE INCLUSÃO DOS DEFICIENTES Sandra Santos de Jesus suitsang@hotmail.com Mirian Pereira de Jesus mirianpereiradejesus@hotmail.com Este trabalho visa trazer à reflexão, a partir de uma perspectiva histórica, questões referentes à prática pedagógica de professores. Entretanto é necessário inicialmente situar que essa reflexão é parte de uma pesquisa em andamento que tem permeado nosso processo formativo no curso de Pedagogia. Sendo assim, temos direcionado estudos acerca do processo de inclusão nas escolas à luz de teóricos que referenciam uma educação inclusiva integrada e humanizadora. Com isso, pretende-se contribuir no enfrentamento de problemas centrais da inclusão a partir de um breve resgate histórico, para assim apontar aspectos fundamentais que fortaleçam a construção de outra situação, superadora da situação atual, qual seja a preparo da escola e a formação continuada para os professores numa perspectiva de educação inclusiva. Palavras-chave: Educação Inclusiva; Deficiente; Professor.

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POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS VOLTADAS PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO BRASIL:UMA INTRODUÇÃO AO DEBATE Flávia Augusta santos de Melo flavia.augustasm@hotmail.com O presente artigo é parte integrante do texto produzido para a disciplina Seminário de Pesquisa do programa de Pós-graduação em EducaçãoMestrado em Educação da Universidade Federal de Sergipe. Seus marcos estão norteados pela contextualização das políticas públicas voltadas para o atendimento de pessoas com deficiência no Brasil, especificamente no que diz respeito ao acesso a educação, situando o ensino superior. Foram utilizados referenciais trabalhados nas disciplinas Educação Brasileira e Pesquisa em Educação. Ademais, seu propósito está voltado para a sinalização dos marcos históricos do atendimento destas demandas no ensino superior. Palavras-chave: Educação. Políticias Públicas; Ensino Superior.

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REFLEXÕES SOBRE A CONTRIBUIÇÃO DO LAZER NO PROCESSO DE ENSINO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL Suzana Alves Nogueira suzanaufba@hotmail.com Miguel Angel Garcia Bordas bordas@ufba.br O ensaio trata de uma investigação acerca da importância que o lazer exerce sobre a vida das pessoas que têm deficiência. Considerando que o lazer tem a função não somente do descanso e do divertimento, mas de desenvolvimento pessoal e social é que surge o problema da pesquisa: Quais as contribuições do lazer no processo de ensino das pessoas com deficiência intelectual? Foi observado que a educação na perspectiva do lazer possibilita formar o indivíduo para que viva o seu tempo disponível da forma mais positiva, sendo um processo de desenvolvimento total através do qual a pessoa com deficiência intelectual expande o conhecimento de si próprio e das relações do lazer com a vida. Utilizando-se a metodologia de revisão de literatura foi perceptível que a educação através do lazer possibilita que a escola seja um espaço de criação, formação e liberdade. Palavras-chave: lazer; escola; deficiência.

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Caderno de reumos do II encontro de educação inclusiva