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232087050 Proposto novo regulamento de água e saneamento Documento reflete recomendações da entidade reguladora, mas mantém apoios sociais e familiares

Semanário Independente e Regionalista / Director e Fundador: Fernando de Abreu ANO XLV - Nº 2186 - Quinta-feira, 11 de abril 2019 - Preço: 0,60 Eur. - IVA incluído

Orçamento de 2019 reforçado

em 21 milhões de euros

O Executivo Municipal aprovou o projeto de alteração dos regulamentos do serviço de abastecimento público de água e de saneamento de águas residuais urbanas do Município de Viseu. Este projeto surge na sequência das recomendações da ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.

Município de Viseu diminui

25% do endividamento Executivo aprovou contas de 2018. Dívida global baixou 6,5 milhões e saldo de gerência situou-se acima dos 21 milhões de euros O Executivo Municipal aprovou, com a abstenção do PS, as contas relativas ao exercício de 2018, que revelam uma diminuição do endividamento e um saldo de gerência superior a 21 milhões de euros. Em 2018, o Município de Viseu deu continuidade ao Programa Viseu Primeiro, focalizando a sua atuação

nas pessoas, na qualidade de vida e na promoção do ecossistema da Smart and Happy City. Além de mostrar que Viseu é de boas contas, o exercício de 2018 reflete a aposta clara e inequívoca na Educação, Cultura, Desporto, Am biente, Solidariedade, Desenvolvimento Económico, modernização dos serviços e na mobilidade, pilares fundamentais ao ecossistema da qualidade de vida de Viseu cidaderegião.

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2 Opinião

11 abril 2019 Quinta-feira Registo DGCS 102220 Depósito Legal 182.842/02 Semanário - sai às 5ªs feiras SEDE e REDAÇÃO: Complexo Conventurispress Av. do Convento, nº 1 3510-674 Viseu Norte Tel: 232087050 email: geral@noticiasdeviseu.com http://noticiasdeviseu.com/ estatuto-editorial/ DIRETOR/EDITOR: Fernando de Abreu Av. do Convento, nº 1 3510-674 Viseu Norte Publicidade publicidade@noticiasdeviseu.com PROPRIEDADE Nodigráfica - Informação e Artes Gráficas, Lda. Empresa Jornalística nº 223518 Contribuinte: 501 511 784 Nº Registo Conservatória: 1299 Capital Social: 75.000,00 Euros SÓCIOS Fernando Mateus Rodrigues de Abreu - Administrador Graça Maria Lourenço de Abreu Anabela L. de Abreu - Gerentes COLABORADORES Isabel Marques Nogueira Acácio Pinto Laurinda Ribeiro Celso Neto Armindo Amaral Serafim Marques Maria Helena Marques Francisco da Paixão Humberto Pinho da Silva Gabriel Bocorny Guidotti Vitor Santos DELEGAÇÕES Lisboa - Pais da Rosa S. Paulo - Adriano Costa Filho Ourense - Sílvia Pardo Pau (França) - Laurinda Ribeiro Gabande (Esp.) - Enric Ribera TIPOGRAFIA: Exemplo - Artes Gráficas Lda. Castanheiro do Ouro 3610-119 Tarouca TIRAGEM Mês de março 30.000 ex Dec. Lei 645/76 de 30/7 ÍNDICE DESTA EDIÇÃO Opinião ....................................... 2 Viseu........................................... 3 Diversos...................................... 4/5/6 Saúde.......................................... 7 Publicidade................................ 8

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O Auto Passado-Presente O Passado e o Presente, amigos desde a fundação dos tempos, encontraram-se na Mesa dos Segundos, o umbigo de todas as gerações. Conversaram sem pudores ou muros impostos ao verbo. O Passado, impecavelmente vestido de sabedoria e virtudes, confrontava o jovem Presente, desleixado e um tanto confuso. Passado – Ó Presente, tu cujo oxigénio é a actualidade, qual o rumo das mais frescas gerações? Presente – Epá, tipo, vão tipo para ways muito nice. Passado – Presente, provecto amigo, não ostentes já as joias verbais de nações além, que afrontas a língua portuguesa. Presente – Mas eu falei, i guess,

português. Passado – Calamidade, ultraje! Amaldiçoas a pena de Fernando Pessoa, as rimas de Luís de Camões, o simples cruzar de perna de Cesário Verde. D. Afonso Henriques estará, certamente, desapontado, eu que assisti às suas bravas conquistas. Presente – Quem é esse madjé, esse Afonso? Não foi o primeiro presidente de Portugal? Passado – Maldição, a história da nação chora as lágrimas de feridas antigas. As quinas, na sua eternidade imobilizada, são cuspidas com palavras, ou falta delas. Meu Deus, Meu Deus, que futuro reservaste para este meu amigo de ponteiros?

DE MAÇÓNICO A CRISTO Por Humberto Pinho da Silva

Vitorino Nemésio era professor universitário, de cultura invulgar, e grande erudito; mas as lições monótonas e muito maçadoras, não despertavam o interesse dos alunos. Certa ocasião, João Nobre – conhecido maestro e compositor português, – ia adormecendo, ao assistir à aula, do professor. Cansado e entediado, resolveu levantar-se, e sair. O Mestre, estava atento. Parando a dissertação, virou-se, e perguntou-lhe: - “ Então, vai sair?!” João Nobre, jovem irreverente, respondeu-lhe, sem refletir: -” Não aguento mais. O Senhor Professor, é um grande maçador! …” E sem mais, abandonou a sala de aula. Vitorino Nemésio, retomou a exposição, como se nada tivesse passado. Mais tarde, João Nobre, pensando melhor, receou que a precipitada atitude, poderia ser considerada afronta, ao Mestre. Receoso, deixou de aparecer na Faculdade. Certificando-se, por colegas, que nada constava, sobre o assunto, começou a frequentar as aulas; mas não as do Professor Vitorino. Por fim, ganhando coragem, sorrateiramente, entrou na sala do Mestre, sentando-se na última fila. Mas, o Professor, ao vê-lo, disse-lhe, em alta voz:

-” Pensei no que me disse, e considerei: que tinha razão. Vou tentar ser menos pesado”. Nemésio tornou-se o intelectual mais popular do seu tempo, graças à rubrica: “ Se Bem me Lembro”, na televisão. O Professor nasceu, a 19/12/1901, na Terceira (Açores). Foi católico, mas no correr dos anos, afastou-se de Cristo. Em Coimbra colaborou em revistas culturais e aderiu à Maçonaria, na loja: “ A Revolta”. Formou-se com alta classificação em Filologia Românica, pela Faculdade de Lisboa. Casou, em 1926, com Dona Gabriela Monjardino Azevedo Gomes, e teve quatro filhos. Mas…Quarta - Feira - Santa, do ano de 1954, foi visitar D Manuel de Almeida Trindade (Bispo de Aveiro). Falaram durante três longas horas. No final, Vitorino Nemésio, tinha os olhos húmidos, e a voz trancada pela comoção. As lágrimas, escorriam-lhe pela face, quando o notável Professor – e futuro diretor do matutino: “ O Dia”, – rogava, ao sacerdote, a absolvição. Toda essa cena comovedora é narrado em: “ Memórias de um Bispo”, por D. Manuel Almeida Trindade. O Professor, congraçou-se, definitivamente, com Deus. O maçónico e “velho” republicano, nascera de novo.

Presente – Deus? O que é, tipo, isso? Passado – Desgraças maiores que o Monte Horeb! Ai, que te colocas no mais profundo abismo, onde a queda é não chegar a queda. A Providência, maior que tudo e todos, remetida para a interrogação. Presente – Vem tudo, né, de uma explosão buéda grande assim do nada. What the f..? Passado - E o que é feito das belas mulheres, superiores ao clarear da lua num sábado alentejano, fascinantes como a prata esguia do mar? Presente – Hey, não fales fales assim da mulher. Ela é top. Tipo, homens e mulheres já não existem,

ya? Somos só, tipo, humanos, i guess... Passado – Ai, poesia agrilhoada, o mais cândido elogio amarrado às lutas. Como chegaste a esse ponto, Presente? Presente – Aconteceram cenas. O Passado regressou à casa das suas costas, desgostoso com o seu Futuro. Leu os clássicos mais ilustres, recuperando do trauma da gíria, orou a Deus, salvando-se das alucinações mais antigas que a Europa e admirou as silhuetas e frontes mais florais que ofereceu aos séculos. Francisco Paixão


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Viseu

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Orçamento de 2019 reforçado em 21 milhões de euros O Executivo Municipal aprovou uma revisão orçamental para 2019 que incorpora o valor de saldo de gerência de 2018, que se cifra nos 21 milhões de euros. Do valor apresentado, apenas 5,1 milhões de euros são destinados a despesas correntes, expressas nas atividades mais relevantes das Grandes Opções do Plano (GOP), reservando-se os restantes 15,9 milhões de euros ao financiamento de despesas de capital. “Esta revisão espelha bem a saúde financeira do Município”, destaca o Presidente da Câmara Municipal, Almeida Henriques. As funções económicas representam a maior “fatia”, com um reforço de 10,1 milhões de euros, 48,1% do total da revisão das GOP.

Funções económicas e sociais em destaque na revisão orçamental aprovada pelo Executivo Municipal É na mobilidade que o reforço é sentido com maior intensidade, chegando aos 6,2 milhões de euros. No que respeita ao desenvolvimento económico e energia, o incremento é no valor de 2,1 milhões de euros. Ainda nesta função, também o aumento de 1,7 milhões de euros nos mercados e feiras merece destaque. Este robustecimento decorre de investimentos nas instalações municipais, tendo o mesmo maior expressão no Mercado Municipal 21 de Agosto e na Feira Semanal. A revisão orçamental destina

ainda 8,4 milhões de euros a funções sociais, o que representa 40% no total da revisão das Grandes Opções do Plano. O destaque nesta área vai para o reforço de 3,1 milhões de euros no ordenamento do território, ou seja, na reabilitação rural e urbana, nomeadamente em transferências de capital para as freguesias, a fim de serem executadas diversas intervenções em arruamentos e praças, e, especialmente, na requalificação de bairros. A revisão do Orçamento de 2019 prevê ainda o reforço de 2,5 milhões de euros para funções

gerais, nomeadamente para aquisição de material de transporte, modernização administrativa, investimentos na rede de wi-fi e de informação municipal e ainda à implementação de um sistema de videovigilância urbano, no âmbito da Proteção Civil. Na Educação, área de particular relevância na governação municipal, o incremento de 757 mil euros será, em grande parte, aplicado nos transportes escolares e ainda na requalificação de estabelecimentos de ensino, designadamente, na Escola Cásica da Póvoa de Abraveses e nos centros

escolares da Ribeira e de Jugueiros. No que diz respeito à Cultura e Desporto, o aumento irá rondar um montante superior a 1,9 milhões de euros, com maior intensidade na área do Desporto, à qual é alocada 1,5 milhões de euros, para investimentos no Estádio Municipal do Fontelo e no Complexo Desportivo de Ranhados. Já o reforço na Cultura irá ser especialmente aplicado no futuro Viseu Arena. Recorde-se que a 31 de outubro, o Executivo Municipal já havia aprovado a proposta de Orçamento do Município de Viseu e dos SMAS/Águas de Viseu para 2019 num montante global de 89,1 milhões de euros.

Município de Viseu diminui 25% do endividamento Executivo aprovou contas de 2018. Dívida global baixou 6,5 milhões e saldo de gerência situou-se acima dos 21 milhões de euros O Executivo Municipal aprovou, com a abstenção do PS, as contas relativas ao exercício de 2018, que revelam uma diminuição do endividamento e um saldo de gerência superior a 21 milhões de euros. Em 2018, o Município de Viseu deu continuidade ao Programa Viseu Primeiro, focalizando a sua atuação nas pessoas, na qualidade de vida e na promoção do ecossistema da Smart and Happy City. Além de mostrar que Viseu é de boas contas, o exercício de 2018 reflete a aposta clara e inequívoca na Educação, Cultura, Desporto,

Ambiente, Solidariedade, Desenvolvimento Económico, modernização dos serviços e na mobilidade, pilares fundamentais ao ecossistema da qualidade de vida de Viseu cidade-região. A solidez orçamental é transmitida pela poupança de 2,8 milhões de euros de receita corrente, que permitem criar superavit que financia a despesa de capital. “A Câmara Municipal de Viseu teve, assim, a sua situação financeira sólida e robusta, graças à boa gestão dos dinheiros públicos”, explica o Presidente da Câmara, Almeida Henriques. A execução da receita global alcançou em 2018 um montante de 78,3 milhões de euros. Desta forma, toda a despesa foi satisfeita, visto que a receita global foi supe-

rior à despesa global, exibindo-se um excedente orçamental nas contas da autarquia, justificado, em grande medida, pelo princípio da prudência adotado. As Grandes Opções do Plano traduziram-se num montante executado superior a 41,1 milhões de euros, que representam um crescimento de 3,3 milhões de euros face a 2017. No final de 2018, a dívida total das operações orçamentais do Município de Viseu baixou para os 19,3 milhões de euros, o que se expressou numa queda de 25%, ou seja, menos 6,5 milhões de euros face à dívida inicial. Já a poupança corrente permitiu que a Câmara Municipal de Viseu apresentasse no final do ano um saldo de gerência superior a

21,2 milhões de euros. As políticas inclusivas que o Município tem levado a cabo têm como pilar a assunção das preocupações sociais. À semelhança dos anos anteriores, em 2018, a função social teve um grande destaque, 50,6% e uma realização de 20,8 milhões de euros. Este valor, que se direciona no elevar do padrão da qualidade de vida, cresceu 6,4% face a 2017. O balanço das contas revela ainda um incremento de 1% na autonomia financeira, tendo a mesma alcançado um valor de 79%. “As contas refletem nos seus indicadores que há investimento no ecossistema da qualidade de vida e no conceito da melhor cidade para viver. Viseu é de boas

contas”, sintetiza Almeida Henriques. Já as contas da SRU e da Habisolvis, entidades do universo do Município de Viseu, encerraram 2018 com um saldo positivo. Por último, também as Águas de Viseu apresentaram contas saudáveis, com um acréscimo de investimento no sistema, refletindo também a evolução do número de clientes, tanto na rede de abastecimento de água, como na rede de drenagem de águas residuais. Face a 2017, a Águas de Viseu aumentou mais de 1.000 clientes. A execução total da receita totalizou 15 milhões de euros.

Proposto novo regulamento de água e saneamento Documento reflete recomendações da entidade reguladora, mas mantém apoios sociais e familiares O Executivo Municipal aprovou na passada quinta-feira o projeto de alteração dos regulamentos do serviço de abastecimento público de água e de saneamento de águas residuais urbanas do Município de Viseu. Este projeto surge na sequência das recomendações da ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos. Na revisão proposta pelo Município, além do cumprimento das normas do regulador, foi levada em conta a justiça, equilíbrio e coesão sociais. Desta forma, o documento propõe que se beneficiem, com

uma tarifa social, os agregados familiares mais desfavorecidos e as famílias numerosas, alargando-se esse âmbito às famílias numerosas monoparentais, cuja composição ultrapasse os três elementos. A proposta contemplará também uma revisão tarifária que diminui o custo do preço da água para os 1.º e 2.º escalões, mantendo os valores nos 3.º e 4.º escalões, promovendo-se desta forma um uso racional da água. Além disso, irá propor-se um ajustamento da tarifa do saneamento de águas residuais urbanas aos custos operacionais inerentes. Com esta medida pretende-se ainda chamar para o sistema os cerca de 12 mil utilizadores da rede de saneamento que por força da

utilização de captações próprias de água, sobrecarregam o sistema de águas residuais sem o correspondente pagamento do serviço. O novo regulamento prevê também o serviço Viseu 100%, que inclui a recolha de lamas de fossas céticas aos utilizadores do sistema de abastecimento de água que não disponham do serviço de saneamento. A ERSAR prevê ainda que as tarifas possam ser diferenciadas consoante o período do ano, de modo a atender a situações excecionais, como a escassez de água. Depois da aprovação da proposta de novo regulamento, seguese o período de consulta pública do documento e parecer da entidade reguladora.

“Poderíamos adiar a aprovação desta proposta de regulamento, mas se Viseu assume o seu ecossistema de qualidade de vida en-

quanto fator de competitividade, não pode descurar as questões ambientais”, justificou o Presidente da Câmara, Almeida Henriques.


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Diversos

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EXCURSÃO DE 27 DE SETEMBRO A 2 DE OUTUBRO 2019 Com a colaboração do Jornal Notícias de Viseu, para os seus leitores e amigos, vai realizar-se uma excursão para visitar a Virgem Negra de Montserrat, na Catalunha, Andorra e ainda o Santuário de Lourdes-França com o seguinte itinerário

Dia 27 de setembro, saída junto ao Tribunal de Viseucom

passagem por Vilar Formoso; Sábado dia 28, pequeno-almoço livre, em Saragoça, às 13h horas, almoço ao ar livre, com leitões, frangos e costoletas, seguido de visita ao santuário da Virgem Negra, às 21 horas jantar em Andorra a Velh, hotel Saint Eloi e dormida.

Domingo, 29 de setembro, pelas 8 horas, pequeno almoço

buffet, ás 13 horas, almoço , e ás 21 horas jantar e dormida, no Saint Eloi- Andorra. Segunda-feira, dia 30, às 8 horas, pequeno almoço buffet, e ás 12 horas, almoço no hotel Saint

procissão das velas no santuário, dormida no mesmo hotel. Terça-feira, dia 1 de setembro, pequeno-almoço buffet e visita facultativa às grutas de Betharram. almoço buffet, participação na pro-

pequeno almoço buffet . visita ao santuário e compras ; às 12 horas almoço buffet e regresso a Portugal, com passagem por Biarritz, Vitória, Burgos, Valladollid e Salamanca .

Eloi-Andorra; às 13.30 horas, passagem por Pas de la Casa, às 20 horas, no hotel Wilson. de Lourdes, jantar buffet e participação na

cissão das velas, no santuário de Lourdes e dormida no mesmo hotel. Quarta-feira, dia 2 , às 8 horas,

Às 22,30 horas, jantar no restaurante “ O Velho “- -Vilar Formoso.

Preço por pessoa: 255 €, tudo incluído à exceção do pequeno almoço em Saragoça. No ato de inscrição- 55 €. Nota: A ordem de inscrição corresponde ao número de lugar que irá ocupar

Aceitam-se inscrições : Fernando de Abreu, tlm: 960100300 / Leonídio Silva, tlm: 962308080


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CICLISMO 2.ª Prova da Taça de Portugal de Cross Country Olímpico Realizou-se este domingo a segunda prova da Taça de Portugal de Cross Country Olímpico (XCO), em Marrazes, Leiria. Num percurso difícil e pesado devido à imensa quantidade de água caiu durante o fim-desemana a equipa do Viseu 2001 | BTT 100 Rumo esteve em bom plano. Na prova de Elites, que voltou a contar com a participação de vários atletas estrangeiros, os atletas da equipa Viseu 2001 | BTT 100 Rumo obtiveram as seguintes classificações: Simão Santos 21º (8º Sub 23) classificado, Dinis Rodrigues 22º (9º Sub 23) e Hélder Marques 42º (19º Sub 23) classificado. Estes resultados permitiram aos atletas pontuar para o Ranking da Taça de Portugal de XCO ocupando Simão Santos a 13ª posição, Dinis Rodrigues a 15ª posição e

Hélder Marques a 31ª posição. Diogo Gonçalves foi o melhor Junior da equipa viseense , finalizando a sua prova como 11º classificado. Na mesma prova Mauro Cruz foi 26º classificado e Guilherme Tomás, que estava a realizar

uma excelente prova, foi forçado a abandonar devido a avaria mecânica. Com este resultado Diogo Gonçalves passa para a 7ª posição do ranking da Taça de Portugal de XCO e Guilherme Tomás ocupa a 30ª posição.

Na corrida de Cadetes, Tiago Casimiro foi o 20º classificado, obtendo desta forma o primeiro

ponto para o ranking da Taça de Portugal de Cadetes. VISEU 2001 | HONRAR VISEU

VISEU MARCA E AHRESP PROMOVEM PLANO DE FORMAÇÕES, EM ANO DE “VISEU, DESTINO NACIONAL DE GASTRONOMIA” Cursos são direcionados a profissionais de turismo, hotelaria e restauração, mas também ao público-geral

Comemorações dos 100 anos da GNR em Viseu Celebração de Missa Pascal e Concerto O Comando Territorial de Viseu, no dia 11 de abril, no âmbito das comemorações dos 100 anos da presença da Guarda Nacional Republicana no distrito, vai assinalar a efeméride com vários eventos, nomeadamente: Missa Pascal, celebrada pelo Bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança, Dom Rui Valério, que se irá realizar na Igreja da Sé Catedral de Viseu, pelas 11:00 horas; Concerto com a Orquestra de Câmara da Guarda Nacional Republicana, pelas 21:00 horas, na Igreja da Sé Catedral de Viseu. Convida-se toda a população a participar nestes eventos.

No ano em que Viseu é “Destino Nacional de Gastronomia”, a VISEU MARCA e a Delegação da AHRESP - Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal de Viseu vão proporcionar uma série de formações sobre gastronomia e serviços de restauração, direcionadas aos operadores de turismo, hotelaria e restauração, mas também para interessados e potenciais profissionais. A iniciativa conta com o apoio do Município de Viseu e da Comissão Vitivinícola Regional do Dão (CVR Dão), tendo ainda como parceiro o CELF - Centro de Línguas e Formação. Com início a 17 de abril e término a 12 de junho, as temáticas das 10 formações já agendadas vão desde a iniciação em várias línguas a práticas de atendimento e à elaboração de cartas de ementas. Também a gastronomia da região e os Vinhos do Dão estão entre os temas lecionados nas formações. “Plano de Formação Viseu Sabe Bem 2019” é o nome da iniciativa, inserida no plano de ação 2019/2020 da ação de marketing territorial “Viseu 2019, Destino de Gastronomia”, que contempla 30 medidas de valorização e promoção da gastronomia da região. Também a iniciativa integra o plano de atividades anual da Delegação da AHRESP de Viseu. As formações são especialmente destinadas a profissionais dos setores da hotelaria, restauração, bares e simulares, mas são abertas a todos os cidadãos interessados. Constituindo pequenos cursos com 3 horas de duração, nas instalações da AHRESP

e no Solar do Vinho do Dão, das 15 às 18 horas, abrangem temas tão diversos como “Serviços de Vinhos: Harmonização, Temperaturas e Copos”, “Mise-en-place: Como Preparar, Apresentar e Atrair”, “A Restauração e Alojamento nas Redes Sociais: Práticas e Exemplos” e “Gastronomia Beirã: Identidade e História”, entre outras Valorizar cultural e economicamente o património gastronómico de Viseu, os seus ativos e operadores, aumentando os níveis do seu reconhecimento, qualidade e reputação é um dos objetivos deste plano de ação, no qual se insere a organização do conjunto de formações do “Plano de Formação Viseu Sabe Bem 2019”. As inscrições devem ser realizadas junto da AHRESP Viseu através do 232 458 328, do e-mail viseu@ahresp.com ou presencialmente, nas instalações da AHRESP, na Rua da Prebenda, nº72, em Viseu. A participação em cada uma das formações tem o custo de 10 Euros por formando que, depois de realizar a formação, receberá um certificado de participação.


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Saúde 7

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Investigação com assinatura da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro

Ataque de coração: recuperação feita em casa tem excelentes resultados Depois da alta hospitalar, o processo de reabilitação cardíaca, incluindo a componente de exercício físico, após um enfarte agudo do miocárdio pode ser feita em casa e com excelentes resultados. As conclusões de uma investigação com participação da Escola Superior de Saúde da Universidade de Aveiro (ESSUA) confirma isso mesmo e corrobora os resultados de vários estudos internacionais. O trabalho quer dar uma resposta domiciliária à maioria dos doentes que depois da alta se afastam dos programas de reabilitação dos centros hospitalares. A Sociedade Europeia de Cardiologia, a American Heart Association e o American College of Cardiology, classificam a reabilitação cardíaca (RC) como uma intervenção terapêutica com indicação de classe I (mandatória), fundamentada nos níveis de evidência científica mais elevados. Mas em Portugal, a percentagem de doentes que participaram nos últimos anos em programas de reabilitação cardíaca de fase III foi de cerca de 4 por cento. A distância entre a residência e os centros hospitalares e a falta de horários e de transportes são algumas das causas apontadas pelos doentes para participarem nos programas. Por outro lado, a falta de resposta adequada do Sistema Nacional de Saúde na reabilitação cardíaca, a falta de investimento em recursos humanos e materiais e a escassez de centros e a sua localização concentrada nas grandes cidades contribuem decisivamente para a baixa referenciação e adesão aos programas de reabilitação cardíaca.

“Contrariamente ao conceito generalizado de que a reabilitação cardíaca tem de ser feita sob vigilância direta há, nos casos de baixo risco cardiovascular, a possibilidade de efetuar reabilitação supervisionada à distância”, aponta Mesquita Bastos, professor na ESSUA e cardiologista no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro. “Esta é uma área de forte interesse na ESSUA, na qual temos vários projetos financiados e colaborações a decorrer com elevado impacto social,” refere Fernando Ribeiro, professor na ESSUA e investigador no Instituto de Biomedicina (iBiMED) da UA. O estudo que envolveu a ESSUA no âmbito do Doutoramento em Ciências e Tecnologia da Saúde de Andreia Noites, onde participaram também o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho e a Escola Superior de Saúde do Porto, envolveu um grupo de pessoas em recuperação de um enfarte do miocárdio, que realizou um programa de exercícios, três vezes por semana, em casa, durante oito semanas. Depois das informações e aconselhamentos ministrados presencialmente pelos investigadores, a atividade física e os sinais vitais dos doentes, com recurso a dispositivos eletrónicos, foram monitorizados continuamente à distância pela equipa de investigação. Sem desculpas, doentes dizem presente Sem os entraves dos quilómetros até aos hospitais centrais ou centros clínicos e a restrição dos horários das sessões, os doentes não só aderiram ao programa de

exercício físico e educação para hábitos de vida saudáveis proposto como obtiveram excelentes resultados na melhoria da saúde cardiovascular. “O estudo permitiu demonstrar que na fase IV de reabilitação cardíaca, o exercício no domicílio melhora a capacidade cardiorrespiratória, a frequência cardíaca no pico de esforço e a de recuperação num grupo de doentes que já tinha parado a fase III de reabilitação cardíaca há 9 meses atrás”, assegura Mesquita Bastos. Ou seja, aponta o cardiologista, “o estudo demonstrou que um programa de exercício efetuado em casa e supervisionado à distância foi capaz de aumentar a tolerância ao exercício ao fim de apenas 8 semanas”. Um ganho que está, naturalmente, associado a um menor risco de mortalidade e a um melhor prognóstico. Com as fases III / IV da reabilitação cardíaca a serem realizadas em casa de cada um dos doentes, antevê Mesquita Bastos, “é possível abranger uma maior população, incluindo a que se encontra impedida de o fazer pela distância até aos locais dos programas (hospitais, clinicas) e, desta forma, criar uma rede de reabilitação com todo o suporte tecnológico que hoje existe”. Por outro lado, os custos para o Sistema Nacional de Saúde, diz o cardiologista, serão proporcionalmente menores. De realçar, alerta o especialista, que este tipo de reabilitação “não substitui a reabilitação feita no internamento [fase I] nem na maioria dos doentes a feita logo após a alta [fase II]”.

mando para o coração contrair (uma espécie de “motor de arranque”), e o período de ejeção – o tempo que o ventrículo esquerdo está contraído para ejetar o sangue para a aorta. Com os dados obtidos durante esta dinâmica cardiovascular, a tecnologia desenvolvida pelos investigadores da FCTUC avalia continuamente a função cardíaca fornecendo aos cardiologistas o relatório sobre a situação do doente. Para tal, o sistema integra três componentes, designadamente sensores, que podem ser colocados, por exemplo, no vestuário; um telemóvel que agrega os sinais provenientes dos sensores e um servidor que armazena a informação. A grande vantagem desta tecnologia é permitir «o seguimento permanente de vários tipos de patologias cardiovasculares, em particular a insuficiência cardíaca, em ambulatório. Não estamos a inventar informação nova, já que a auscultação sempre foi e continua a ser uma fonte de informação extremamente relevante no diagnóstico e prognóstico médico, sobretudo em cardiologia, apenas encontrámos uma nova solução para fornecer ao clínico informação que ele já percebe. Ou seja, descobrimos uma

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DR. ADELINO BOTELHO

Investigadores da FCTUC criam tecnologia baseada no bater do coração Uma nova abordagem tecnológica baseada no som dos batimentos cardíacos, que permite a monitorização contínua das doenças do coração em casa, é o que propõe uma equipa de investigadores do Departamento de Engenharia de Informática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC). Liderada por Paulo de Carvalho, especialista em informática clínica, a equipa desenvolveu, com a colaboração de três médicos, uma tecnologia de baixo custo e não invasiva em que o som cardíaco é a chave de acesso a um conjunto de informação necessária para caracterizar e avaliar o funcionamento do coração. Basicamente, a partir do som do batimento cardíaco, «obtido com recurso a pequenos sensores, desenvolvemos um algoritmo [software] que permite extrair automaticamente os denominados tempos sistólicos do coração e estimar o débito cardíaco», refere o docente do Departamento de Engenharia Informática da FCTUC. Há dois tempos sistólicos que são fundamentais para a avaliação do estado de saúde do coração: o período de préejeção (PEP), que funciona como co-

Drª. M. Lurdes Botelho

forma de obter em casa informação que até agora só era possível adquirir no hospital. Com esta tecnologia, o doente tem um acompanhamento constante e de longo prazo no conforto do seu lar», sublinha Paulo de Carvalho. Atualmente, o acompanhamento dos doentes é realizado periodicamente, tipicamente em consultas de seis em seis meses. Com este tipo de sistemas de monitorização contínua, «consegue-se fazer uma correção muito mais fina evitando que o doente evolua para situações agudas. É uma ferramenta valiosa para o prognóstico e diagnóstico, de simples utilização», assevera o investigador. Por isso, estamos perante uma tecnologia que pode fazer a diferença na gestão das doenças cardiovasculares, que são a principal causa de morte em todo o mundo. A solução – que está pronta a entrar no mercado, assim a indústria a pretenda implementar – foi desenvolvida no âmbito do projeto “SoundForLife”, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), e testada em doentes internados no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e em pessoas saudáveis (grupo de controlo).

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Noticias de Viseu 11 de Abril 2019  

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