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Ano V - Edição nº 56 - Agosto 2012

ISSN 2176-1345 | Distribuição Gratuita

NOTÍCIAS DO MEIO GRÁFICO, ESTAMPARIA & COMUNICAÇÃO VISUAL

FEBRATEX 2012 Blumenau/SC 14 a 17 de Agosto

FCEM

20 anos de sucesso!

De fio a fio e entre fios a indústria tece estilos com emoção e estampa muita cor JOBPLAS

O Mundo tecnológico que se faz no Brasil

Serigrafia

3D

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Qual o próximo passo da concorrência? Dê uma espiadinha. Dê uma espiadinha. vanguarda.art.br

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ção das imagens impressas em papel

tela de comando touchscreen.

vem a expansão do puff, produzindo um relevo

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editorial

Clic Eleitoral

Política, Imagem & Reprodução A imagem de uma candidatura no campo da política eleitoral obedece a mecanismos de consumo mercantil: a imagem vende a idéia, a ilusão, mas também a boa intenção e o bom trabalho. É pura propaganda. E nem sempre o conteúdo está em primeiro plano quando se trata de desencadear uma campanha eleitoral, por isso, a imagem de uma candidatura é estudada, planejada e construída entre profissionais da Comunicação Visual. Políticos querem imagens repetidas à exaustão em todos os suportes e canais possíveis de divulgação. Eis que aqui entra a arte do clic eleitoral: a fotografia especializada na captura de ângulos que possibilitem mostrar a característica humana e social de uma candidatura, ou, por outro lado, de mascarar uma realidade pouco social. Em ambos os casos, profissionais da Fotografia e da Reprodução Gráfica afinam o exercício estético com o objetivo único de gerar a imagem solicitada pela agência de propaganda que cuida da candidatura. Oficinas de serigrafistas, de tampógrafos e de impressores digitais, assim como o parque gráfico em geral, têm um gerenciamento já adequado para as épocas eleitorais, com estoques de suportes (papel, plástico, autoadesivo, lona, tecido, etc.) a par de impressoras e tintas. Então, existe para tais épocas uma conjuntura industrial que liga fábricas e oficinas de aplicação para dar conta da Comunicação Visual em demanda. Sabe-se que uma boa imagem é meio caminho para um bom resultado eleitoral e que nesse caminho não podem existir erros, logo, em todos os ramos de atividade da Comunicação Visual uma indústria, as especialidades gráficas (química e impressão) têm um peso profissional de alto nível. Ou seja, o clic eleitoral para uma campanha política depende der uma boa idéia e de uma gama de profissionais gráficos.

expediente

João Barcellos / escritor e conferencista

Título/Marca de TerraNova Comunic 02.206.278/0001-45 NAE 58822100 Certificado Digital // NF@

04 PUBLICIDADE & BRINDES Serigrafia 3D / opções tecnológicas

05 INDÚSTRIA & PRODUTOS Restac / qualidade em serigrafia e estamparia Sublimação Mogk 06 VITRINE EMPRESARIAL Histórico JOBPLAS

06 PERSONALIDADE Sr. Pompeo / 20 Anos de FCEM

08 NOSSA CAPA A Moda Sob Ponto de Vista Industrial

10 ESTAMPARIA & MODA Transfer

12 EMBALAGEM & RÓTULO Cores e Tintas

14 ESPECIAL Imagem Especializada / o livro

Corresp.: Cx. Postal nº16 06717-970 Cotia/SP Edição / Cristiane Ramos [Mtb 39615] & João Barcellos Dep Comercial / JUNIOR Dep Jurídico / Dr Luiz Silva Projeto Gráfico / Pedro Caetano Web / Georg Hans

15 NOTAS DE MERCADO Sefar / nova emulsão s/ pigmentação Metal Printer lança nova impressora serigráfica Prismablanco & HP látex

www.impressaocores.com.br

jb@impressaocores.com.br / comercial-junior@impressaocores.com.br

Redação 11 4703.3077 JB 9966.5246 Junior 9797.2753 Os artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores.

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Fortaleza/CE

2012

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12 Edições por R$50,00 Deposite R$50,00 p/ TerraNova Comunic Banco do Brasil Agª 0916-4 cc 29845X e envie cópia do doc c/ os seus dados p/ revista.ic@uol.com.br ou ligue 11-4703.3077

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publicidade e brinde

Serigrafia 3D

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m dos efeitos técnicos mais utilizados no ramo têxtil-serigráfico para confecção de artigos promocionais é o tridimensional. A técnica pode ser aplicada em tecidos [roupas, bonés, etc.], objetos para brindes e, por exemplo, capas de livros e agendas, a par da impressão de conteúdos em Braille [peças de leitura para pessoas cegas].

Mas, o que é Serigrafia 3D?

Serigrafistas fazem impressões com relevo porque a estampa serigráfica é uma película de tinta sobre um objeto, e a idéia de uma estampa tridimensional surgiu dessa realidade: a aplicação de impressões com alta deposição de tinta e recorte da camada de emulsão. Isto é feito com emulsões para impressão em relevo. Elas são resistentes em relação a tintas base solvente, plastisol e base d´água, e permitem efeitos de texturização com uma cor e/ou em impressão sobre impressão múltipla. Neste tipo de aplicação, serigrafistas precisam ter experiência de rodo e bom conhecimento de emulsão e tinta. ILUSTRAÇÕES Fotos do BD I&C, SERVIÇO A empresa AGABÊ fabrica a UNIFILM 3D, emulsão fotográfica pré-sensibilizada com fotopolímero puro, indicada para preparação de matrizes de alto relevo para têxtil-serigrafia e cerâmica. Para mais informações consulte a AGABÊ. [www.agabe.com]

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indústria e produto

MOGK Transfer Contínuo Sublimação

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a inovação permanente que faz da Mogk um potencial na indústria brasileira surgiu a Máquina para Transfer Contínuo [MTC], modelo 1800... Imperatriz/MA · CARU · (99)3528.2681 Um sistema rápido e prático, além de silencioso e econômico, 6717 São Luis/MA · CARU · (99)3524.0472 para transferir por sublimação contínuo) imagens 1) Cascavel/PR · TUPYSCREEN –(de (45) modo 3224.5188 Santo Ângelo/RS SILKMAX – (55) 3312.5452 impressas em papel para tecidos à base de polyester. Asunción/Paraguay SERIMAX – (595-21) 297.575 636 3522.9999 A MTC 1800 tem largura útil de 1,80 m e profundidade de )3226.3555 1,72 Representantes: m, para uma velocidade variável de até 6 metros/minuto João Pessoa/PB · PB Papéis · (83) 3264.1366 76 por inversor de· freqüência, e com alinhamento pneumático de Goiânia/GO Silk Shop Serv. (62) 3223.6360 2450 SãoO Paulo/SP · Vera L. Guimarães 2731.5731 esteira. equipamento possui ´no(11) break´ para retirada (em caso de falta de energia) do produto a ser transferido. Entre os produtos Mogk você encontra a solução para a produtividade esperada em estamparia e serigrafia. www.mogk.com.br

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az 14 anos que a Restac está em atividade e o objetivo maior continua a ser a qualidade dos seus produtos, o que lhe garante, hoje, estar entre as empresas de referência do mercado da Serigrafia e da Estamparia. Com a produção das Tintas Base d´Água e Plastisol (completa), a empresa conquistou uma competitividade que a relaciona entre as fábricas com mais de duas décadas neste ramo. Ética e muita credibilidade conseguida com um quadro de funcionários de excelência profissional, a Restac é a ´cara´ do Brasil que dá certo. (11) 2717.2525 / 2717.6107 [www.restac.com.br]

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vitrine empresarial

personalidade

Jobplas

Sr. Pompeo

A excelência do

atendimento empresarial

pela dinâmica das vitrines de mercado.

M

ais de duas décadas de atividade industrial e de pura criatividade brasileira no universo dos plásticos... “Comecei na AraTec, em 1968, onde conheci os ´segredos´ da Solda Eletrônica, e depois apliquei esse conhecimento na Plásticos Joal, empresa que fundei com Alceu; e, em 1991, decidi continuar o meu caminho empresarial sozinho, e foi aí que estabeleci a Jobplas”, diz João Bosco. “Mas... olhe, a minha atividade industrial começou mesmo com a produção da Rebobinadeira para laminados de pvc, mas que por ser uma máquina multiuso me deu a visão da aplicação, também de multiuso, na máquina de Solda Eletrônica”. Com apenas um objeto importado, a lâmpada/válvula, a Jobplas fabrica equipamentos para solda eletrônica adequados a vários segmentos de mercado, desde o calçadista ao promocional, do automotivo ao eletro-eletrônico e eletrodoméstico, passando pela comunicação visual. A empresa, “...além de fabricar, também recupera as máquinas de outras marcas, a par da assistência imediata ao usuário”. Paralelamente, uma das unidades responde pela produção de acabamento em solda eletrônica para objetos do tipo promocional [bolsas, relógios, caixas, etc.], capas de cadernos, calendários, faixas reflexivas para cones de sinalização. “Fazemos a máquina e mostramos como funciona para que não haja dúvidas do seu desempenho. Por isso, a Jobplas tem máquinas de solda e rebobinadeiras em todo o Brasil”. Aspectos da famosa Rebobinadeira Jobplas

“O berço da Jobplas está na usinagem e na ferramentaria com que construímos a estrutura da máquina, que depois passa para receber o material eletro-eletrônico e o acabamento. É da usinagem que partimos para o mundo...”, orgulha-se João Bosco. A escolha criteriosa de cada material que compõe a estrutura da máquina de Solda Eletrônica já revela uma produção de excelência industrial. Isto é a Jobplas.

U

m dia, inventaram uma empresa de serviços e deram-lhe o nome Feiras Congressos e Empreendimentos, mais conhecido pela sigla FCEM. Corria o ano muito especial de 1992, o ideal tinha uma bandeira social: promover a excelência do atendimento empresarial pela dinâmica das vitrines de mercado, principalmente os do ramo têxtil e os de tecnologias afins com a bela estampa em tecidos de fino recorte. “Precisamos de pessoas que se comprometam com um desafio: a qualidade. E, pela qualidade, outro desafio: o diálogo social e empresarial para gerar progresso e novas tecnologias. Obviamente, aqui surge uma necessidade, que é o desenvolvimento de serviços especializados em logística, montagem de eventos e divulgação dos mesmos...”, ouvi de um cara sentado a meu lado. Estávamos numa ´lotação´ que ligava o hotel a um centro de convenções. “Pois é, Sr. Pompeo, mas também é preciso educar, sempre educar”, disse uma jornalista olhando por cima dos ombros no banco da frente. “Não apenas educar. Não. É preciso ensinar comportamentos profissionais, e é nisso que as palestras e os congressos profissionais feitos por técnicos e professores têm de bom nas feiras mercadológicas, além de divulgarem instrumentos e tecnologias”, retrucou o cara. Sim, Hélvio Roberto Pompeo Madeira, o próprio.

Trago a estas páginas o diálogo do acaso no centro urbano de Fortaleza, em 2011, porque ele revela a personalidade e a dinâmica ética de um empresário do setor de serviços que mudou a ´cara´ das feiras setoriais no Brasil, a partir da feira de tecnologias têxteis, em Blumenau. [In IMAGEM ESPECIALIZADA, livro de João Barcellos

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12 Edições p/ R$50,00


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capa

Moda

Sob ponto de vista

Industrial

Ao debater, num bate-papo pós palestra, em São Paulo, o especialista Norberto Arena dizia que “os estilos permeiam ansiedades e espelham desejos”, o que é verdade. E mais: a Moda é uma maneira de dizermos de nós, mesmo quando esquina após esquina reencontramos o mesmo traço em outros corpos. Mas esse é o traço do acessório, não o traço psicológico do caráter de cada pessoa. Por causa disso, e o Mestre JB tinha razão no seu alerta sobre massificação, a Indústria da Moda sustenta hoje características mais envolventes a cada tipo de sociedade – e então, “de fio a fio, a indústria tece estilos com emoção e estampa muita cor”, na apreciação feita pela microemprespária serigrafista Maria C. Arruda. Hoje, na verdade, verifica-se já a sustentabilidade social no afazer industrial e “a Moda, como arte e como indústria, soube captar o momento de transição para configurar um traço mais adequado a cada emoção-comunidade separando-se da massificação puramente ideológica”, como pude anotar da última reflexão feita por João Barcellos acerca do assunto.

A sustentabilidade social no afazer industrial

O

conceito que temos sobre Moda remetenos a condicionalismos comportamentais, “regras que quase sempre são projetadas no nosso dia a dia como dogmas, onde cada pessoa é vista e tida como ´massa´ e, por isso, tenha de se enfileirar atrás de tendências”, como critica(va), e bem, o editor e historiador João Barcellos. É “o lado industrial das circunstâncias que geram o consumismo, mas, até no consumismo é preciso que cada pessoa exerça o (seu) senso crítico para não virar mero objeto no circo dos interesses mercantis” (idem). Sim, é preciso “olhar a Moda como exercício social e industrial entre a criação e o prazer do bem-estar” (ibidem). Quem cria a idéia e faz o traço da Moda (vestuário, calçado, chapéu, roupa íntima, etc.) tem a arte de assimilar um todo social, mas não massifica esse conteúdo, apenas cria coleções nesse e por esse conceito, o que vem depois é o jogo mercantil que projeta dezenas de tendências em cima de um estilo para atender a diversos públicos, e aqui está o núcleo onde surge a Indústria da Moda.

Mariana d´Almeida y Piñon – Profª de Artes Visuais. Paris/Fr., 2012. Associada ao Centro de Estudos do Humanismo Crítico / Diretório América Latina. [www.noetica.com.br] NOTAS: 1- João Barcellos, in “Indústria & Moda”. Palestra. Rio de Janeiro, 2001; 2- Norberto Arena, in “Calendário Brasileiro / Lançamentos”; 3- Maria do Carmo Arruda, in “Emoção e Cor na Sustentabilidade Social que surge na Indústria da Moda de hoje”. Palestra (noetica.com.br, web-chat / 2012).

MOGK Carrossel Mecânico de Giro Automático Com acionamento eletro-mecânico variável e controle de parada e movimento dos braços, esta máquina de estamparia serigráfica possui ainda funções para contar as peças e controlar os tempos para até 4 Flash Cure, além de um sistema de retorno dos berços para repique através de botoeira no painel de comando.

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Uma das ´estrelas´ entre os Produtos Mogk, o carrossel comprova, também a eficiência e a qualidade industrial desta empresa 100% brasileira. Quando o assunto é resultado em estampa otimizada, a máquina só pode ser Mogk! www.mogk.com.br


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A Termopress atua, há mais de 35 anos, no setor de confecção e estamparia fabricando máquinas, prensas térmicas, mesas com berços térmicos em alumínio, flash cure, estufa de ar quente e seladora / solda banner.

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estamparia e moda

Transfer

Processos & Tintas 1 Calandra & Prensa Com a calandra e a prensa produz-se uma estamparia de excelência em qualidade. É a termoimpressão que, de modo dom��stico, algumas pessoas ousam praticar até com ferro de passar roupa... No ramo têxtil faz-se estampa no formato 50x70 cm [pequeno] e no formato 70x100 cm [padrão]. Também, utilizam-se calandras térmicas com largura de 180 cm na transferência de bobinas com papel impresso sobre rolos de tecido. Folhas impressas avulsas e tecidos previamente recortados no formato idealizado podem ser colocados nas calandras para aumentar a flexibilidade, e esta é a operação padrão na produção industrial de, por exemplo, cortinas e fitas. A termoimpressão convencional utiliza prensas térmicas para estampar objetos com tamanhos de até 100x150 cm, que é a produção de estampas em peças menores, além de material rígido como madeira, alumínio, azulejo.

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2 Plotagem Assim como em outros ramos, a termoimpressão recebeu, e recebe, a modernidade da tecnologia digital. Primeiro, para recorte de peças, e, depois, para impressão e recorte, a era digital construiu a plotter e, logo, a plotagem interagiu com Comunicação Visual e Moda. Na impressão digital adequada às operações de estampa sublimada as cabeças de injeção da tinta são do tipo micropiezo para resolução de imagem em alta definição. Mais: na produção industrial com tinta de sublimação o equipamento, com boca de saída para 110 cm e 160 cm, possui secador e rebobinador para o papel e o tecido. 3 Tintas A impressão direta em tecido é feita com tinta base d´água – a saber: a) Tinta dispersa para tecidos de polyester; b) Tinta reativa para algodão e viscose; e c) Tinta ácida para seda, lã e nylon, é formulada com corantes e químicos diferentes, além de que o tecido deve ser tratado e receber cura após impresso. Os corantes aplicados na impressão do papel transfer e na impressão direta alteram a aparência quando fixados. É que temperatura e tempo de fixação geram variações na tonalidade final. Mas, existe solução... O processo de impressão e fixação podem ser controlados para reduzir as variáveis com programas computadorizados [software] especialmenre desenvolvidos para este fim, e as máquinas para produção industrial já são fabricadas com a inclusão deste recurso.

N. do E.: Resumo de artigos de Maria C. Arruda, Mariana d´Almeida y Piñon e J. C. Macedo. Imagens: Termopress e Ampla [Arq I&C].

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03.02.11 17:07:43


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embalagem e rĂłtulo

Cores & Tintas Desenvolvimento de Conceitos que geram TendĂŞncias

são laboratórios), Ê comprada depois como produto acabado... e Ê só aplicar. Da prancheta de quem projeta [designer] uma idÊia à paleta digital de quem formula uma cor/tinta [químicos coloristas] surgem conceitos tão próximos do desejo alquímico das pessoas que logo criam tendências em vårios mercados. Tal genialidade tem um preço: apoio à intelectualidade criativa. E quem o faz obtÊm lucros econômicos e sociais. Pense nisto sempre que adquirir uma lata de tinta ou uma cartela de cores... jb [Fotos: DayGlo]

prodv

U

m produto acabado nem sempre Ê aquele que vai diretamente para o consumo, e este Ê o caso da formulação de Cores e de Tintas. No mundo industrial da química, vårias empresas dedicam parte da sua estrutura operacional ao desenvolvimento de novas Cores e novas Tintas, seja para o ramo imobiliårio e decorativo, seja para o automotivo e artístico; inúmeros e milionårios testes de aplicabilidade fazem dessas empresas laboratórios de excelência química, e toda a tecnologia aplicada, às vezes na carroceria de um carro de corrida (as corridas de carros tambÊm

SEGMENTOS: +pSVZZLXĂ˜LrLKVXZLŠ +pSVZZLXĂ˜LiTWXLYYÂťVdPNPZISŠ +m½}[PUIYĂ˜LsVSĂ˜IeSLZXĂŠUPKIŠ +fIJXPKIUZLYĂ˜LlVUIŠ +fIJXPKIUZLYĂ˜LaĂ˜LYP\VYŠ +iTWVXZIĂ˜VXLYĂ˜Ls[JYZXIZVYLTintas WIXIiTWXLYYÂťVdPNPZISŠ +fIJXPKIUZLYĂ˜Lm½}[PUIYĂ˜LSerigrafia WIXIcVT[UPKI”VvPY[ISŠ +q[IĂ˜XVYLrVSVYŠ +tPUZIYŠ +s[JYZXIZVYŠ +fIJXPKIUZLYĂ˜LpVUZLPXVYLbIYZÉLYŠ +cVTWSLTLUZVYpXĂ iTWXLYYÂťVŠ

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INFORMAÇÕES:

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DATA:

24 a 27 de outubro 2012 LOCAL:

Centro de Convençþes do Cearå – Fortaleza/CE

HORĂ RIO: das 15 Ă s 21 horas

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A FCEM lança no Nordeste a sPNUYnVXĂ˜LYZL7fLPXIĂ˜Le}[PWITLUZVY LsLX\P”VYWIXIIiUĂ˜Ă’YZXPIĂ˜LiTWXLYYÂťV sPUISP`I”VLsLXPNXIMPI}[LWXLZLUĂ˜L XL[UPXVYWXVMPYYPVUIPYLLTWXLYIYĂ˜IY TIPYĂ˜P\LXYIY½XLIYĂ˜IcVT[UPKI”V vPY[ISU[TĂ˜VYTLXKIĂ˜VY}[LTIPY KXLYKLUVWIÆY

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especial

Decoração & Personalização

A

quela arte milenar de dar a cara aos objetos mais familiares, e até de personalizar o objeto que mais se identifica com a pessoa na mesa do escritório, ainda é uma arte..., mas, o que as mãos tinham que fazer nos momentos de descanso, agora é uma operação de clic depois de se inserir no computador da impressora o motivo que irá decorar ou identificar determinado objeto. Durante muitos anos o transfer dominou o mercado da decoração e personalização de pequenos objetos, como canecas, copos, etc., mas agora, na combinação de um composto de vinil e autoadesivo e uma impressora de tinta látex faz-se a plotagem de produtos que permitem decorar um capacete de motociclista, canecas e copos. Isto significa que para uma carga reduzida de produção [baixa tiragem] o transfer continua como ferramenta otimizada, enquanto que a plotagem com tinta látex é uma autêntica fábrica que atende do pequeno ao grande consumo. Uma tecnologia nova não acaba com a estabelecida, na maioria das vezes completam-se entre segmentos mercadológicos – este é mais um caso. Ilustrações: transfer [convencional] e plotagem [com tinta látex].

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REALIZAÇÃO E ORGANIZAÇÃO:

Imagem Especializada

versão: jun/2012

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EXPO CENTER NORTE

novo livro de JOÃO BARCELLOS

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ma das facetas mais impressionantes do intelectual João Barcellos é a da pessoa que olha o mundo pelos feitos tecnológicos, e não apenas pelos livros COMUNICAÇÃO VISUAL (2008), ESTAMPARIA (2010) e IMAGEM ESPECIALIZADA (2012), também pelas inúmeras palestras e uma infinidade de artigos, reportagens e editoriais, enquanto editor do jornal O Serigráfico e da revista Impressão & Cores, correspondente do Science and Education Journal, da revista En Vivo y Arte, etc., além das suas ´crias´ (entre outras) Cult Jornal, Corpus, Vida & Construção, e das coleções lusófonas Debates Paralelos e Palavras Essenciais. A diversidade do Conhecimento é para João Barcellos a causa primeira da Vida – “a especialidade deve ser fruto dos Saberes gerais, ou a pessoa torna-se analfabeta funcional”, como ele diz, e bem. Ao receber o manuscrito final JOÃO BARCELLOS de IMAGEM ESPECIALIZADA / OS BASTIDORES DA COMUNICAÇÃO VISUAL para uma leitura crítica, dei-me conta da IMAGEM enorme contribuição cultural que ESPECIALIZADA João Barcellos dá ao Brasil e ao leque Aspectos de profissionais que faz a indústria dos bastidores da imagem da Comunicação Visual. Não é um [foto]graficamente especializada têxtil-serigráfica livro técnico, é uma abordagem aos & digital princípios tecnológicos que movem a Imagem Especializada, do desenho e da fotografia à impressão têxtil, serigráfica, flexográfica, tampográfica e digital. Uma visão holística que ajude a entender como atividades que parecem distantes no meio gráfico se encaixam perfeitamente para formarem uma das indústrias mais criativas que a humanidade inventou.

FESPA BRASIL 2013

DE 13 A 16 DE MARÇO DE 2013 EXPO CENTER NORTE | SÃO PAULO Mais que uma feira de negócios, a FESPA Brasil reunirá soluções incríveis que irão agregar valor à sua empresa. Explore as novidades, lançamentos e novas tecnologias com os principais fornecedores do mercado. • Acesso direto aos tomadores de decisão • Programa educacional com conteúdo de alta qualidade • Presença de especialistas internacionais, tratando de assuntos complexos relativos ao mercado • Mais que uma feira, um evento completo com soluções para a comunidade de impressão digital • Experiência e conhecimento de dois líderes do mercado de organização de eventos

Carlota Maria Moreyra Professora de Artes Gráficas. Paris/Fr., 2012. Membro do grupo internacional de debates “Noética” (www.noetica.com.br).

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mercado

Notas de Mercado

Q Polimérico PLAVITEC Com parque industrial próprio, desde 1997, em Cotia, na Grande São Paulo, a Plavitec desenvolve produtos para Comunicação Visual, Papelaria, Decoração e Automação Comercial. Para o ramo dos comunicadores visuais, que inclui oficinas de serigrafistas e de impressão digital, a Plavitec possui películas vinílicas, isentas de metais pesados na sua formulação, para diversas aplicações artísticas e profissionais. A última novidade da Plavitec é direcionada ao envelopamento e decoração de veículos: o Q Polimérico / Fibra de Carbono. // (11) 4613.4700 Metal Printer lança Small Print Impressora serigráfica semi-automática fabricada para atender a demanda em pequena dimensão [40x50 cm]. É um equipamento robusto, com Controlador Lógico Programável (CLP) que inclui funções manual e automática, para impressão normal e cromia, número de passadas, etc. Possui acionamento através de botoeiras ligadas em série e localizadas no painel, e com opção de pedal. Eis a máquina que tem tudo que é necessário para uma impressão com qualidade e satisfação dos clientes mais exigentes. // www.metalprinter.com.br Prismablanco Fornece a primeira plotter hp látex no Brasil e conquista prêmio corporativo. Parceira comercial da HP e fornecedora de soluções completas de impressão e imagem, a Prismablanco fez a primeira venda de uma impressora com tecnologia base látex – a HP DesignJet L288500 (104” ou 2,64 m de boca) para empresa de Teresina, no Piauí. Assim, a Prismablanco é o primeiro canal BIG Impression a promover venda do novo modelo, o que gerou uma premiação entregue no showroom da fabricante em São Paulo. // Prismablanco / 11-5574.5770

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Revista Impressão & Cores | Edição 56