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nerdofobia

2013 - Ano I - Julho - #8

a revista do nerd que so teme outro nerd

EntrevistaFobia: com a galera do CineMasmorra: Ang茅lica Hellish e Marcos N贸riega PipocaFobia: Wolverine e a cultura do bad boy no cinema holywoodiano DadoRolado: Pathfinder RPG, o substituto do D&D 3.5 em sua melhor fase


nerdofobia editoriaL

S

entimos muito...sentimos muito mesmo. Apesar de todos os nossos esforços para trazer a revista sem atrasos infelizmente ela saiu com um atraso grande. Nós pedi... Pedimos desculpa porra nenhuma! Somos irresponsáveis mesmo e se achou ruim para de ler porra!

Bem a edição de julho está falando de um dos mais fodas personagens já criados. Falamos de Dexter Morgan e toda sua infinidade de perícias e sorte. Sua última temporada chega em boa hora e esperamos que seja satisfatória.

A seção FotoFobia como sempre tras seleções de fotos sem igual. Esse mês vamos de pontes e suas arquiteturas maneiras. Falamos também sobre rpg com o excelente Pathfinder e seu sucesso em continuar o legado de D&D, coisa que nem a própria wizards of the coast conseguiu. E ainda temos na Pipocafobia uma discussão sobre o cinema e seus estereotipos bad boys representados nas estréias de “O lugar onde tudo termina” e

no mais recente filme do mutante cascagrossa ever: Wolverine, o imortal. Falando no Carcajú ainda temos um perfil especial sobre ele e sua trajetória nos quadrinhos. Muita porrada e muita visibilidade para o baixinho e suas garras de Adamantium. Esperamos que tenham uma boa leitura e se por um acaso de todos os deuses, vocês não tiverem uma ótima leitura, nós estaremos muito preocupados com o bem estar de vocês e sua qualidade de vida. Só que não.

Jefferson Lobo

Um tweet na REDAÇÃO Quer ser um colaborador da Nerdofobia, mande seu texto pra gente: nerdofobiacolabore@hotmail.com

E não deixe de seguir o twitter da revista Nerdofobia @nerdofobia

Tininha Magalhães

Dizem que sou louca..Mas prefiro ser louca a não ter amado...Ser louca a não ter sonhado... No fim sou mais normal que vc... :/

@tininhaloira21

Anderson Veiga "A.K.A. Bobby, raposeiro de coração, jornalista, publicitário wannabe e nerd de plantão."

@andersonbobby

Cleriston Costa

Paulistano radicado na Paraíba, nerd admirador de HQ's e de boa música.

@cleristoncosta

Alan Rocha

Sou um cara simples dividido entre jornalismo e arquitetura. Antes de tudo gosto de escrever... Ah e sou Nerd!!

@alan_mancrazy


The MotherFuckers Say Hello! _ Eu sou um velho cansado mas continuo ativo. Acho que no dia que eu parar de trabalhar eu irei findar-me. Esse trampo aqui na revista só veio ressaltar minhas aptidões e deixarme esperto para as desventuras do outro lado. Pelo menos minha Smith &Wesson estará comigo no fim.

_ Fala Vince, o que tu acha de religiões? _ Qualé irmãozinho, falar de religião em um periódico voltado para nerds é meio ilógico. _ Fala porra! O que você acha da figura papal? _ Tá legal cara. Eu acho a figura do papa extremamente importante como canalizadora da fé das pessoas. _ É exatamente isso, é disso que estou falando. Eu tenho de me converter a uma religião oficial. _ E lá vamos nós outra vez...

Caralhooo!! Que revista massa veio! Dei muito valor a parte que vocês falaram de cinema. Curti geral o novo do super e ainda mais star trek. Dimas Filho

_ Cara você está com sorte pois nós também curtimos o novo star trek. Apesar de toda a falácia em cima do novo filme do azulão que tomou vergonha e pôs o cuecão pra dentro da calça, o vulcano mais foda de toda ga´laxia roubou a cena em seu embate com Khan!! E para quem não gosta de star trek engulam meu parceiro J.J. Abraams, que manda muito bem. Ah e vão se fuder que eu já falei demais.

As vezes me pergunto porque eu leio revistas digitais. Será o conteúdo? Será as imagens? Será uma tara minha em revistas? Bem não sei, só sei que tive uma boa surpresa com a revista de vocês e espero que continuem trazendo material para nós. Abraços!

Olha tenho pouco a falar. Não costumo mandar email para redações de revistas e tudo mais. Acontece que vejo que o trabalho de vocês está crescendo e as matérias ficando cada vez melhores. Espero que continuem com o trabalho. Revista está show! Luzinha Pederneiras

_ irmãozinho! Seus afagos só vão deixar esses editores filhos de uma puta mais convencidos! Essa revista é um cocô! Só estamos aqui passando um tempo até nosso potencial ser de novo reaproveitado para a nobre arte! Depois lhe conto uns lances de roteiro que tem por ai onde damos a volta por cima.

nerdofobiacontato@hotmail.com ou dê um curtir na nossa fanpage do facebook: facebook/Nerdofobia

Luander Souza

_ Urrrrr...Se tem uma coisa que não suporto é filósofos de quinta enchendo o saco por causa de razões da vida. Vão se fuder porra! O mundo não vai parar de girar porque vocês estão indecisos ou gostam de determinadas coisas. Minha solução para gente do seu tipo é mandar vocês pra Coréia. Vocês sabem o que eles fazem com os indecisos lá? Qualquer dia eu te conto. Tenho certeza que você vai adorar as formas de tratamento e sua indecisão de merda vai sumir rapidinho.


Diretório Quadrinhofobia Perfil Wolverine: O carcajú sanguinário!

DadoRolado Pathfinder Rpg e sua força no simples

Entrevistafobia Com a galera do Cinemasmorra!!!

Relatório Gamer Neverwinter MMO e sua luta contra a mesmice

Quadrinhos Shingeki no kyojin e o nosso medo de gigantes

PipocaFobia O lugar onde tudo termina ...Se finda... Evapora!!


NERD! ca O Vampiro Lestat Narrado em forma de autobiografia, o romance de Anne Ricce acompanha o vampiro através dos séculos enquanto ele busca sua origem e um significado para sua existência. Ao invés da figura sombria descrita pelo vampiro Louis no primeiro volume das Crônicas Vampirescas, encontramos um Lestat de Lioncourt simpático, sedutor, romântico e até moralista... O livro que mostra a força de um personagem que virou símbolo do vampirismo moderno e que nenhum nerd deve deixar de ler! Onde achar: Livraria Saraiva


God of War – Ascension A vingança nasce do fogo da traição neste prelúdio da mundialmente famosa série God of War. Seis meses se passaram desde que Kratos ficou diante dos corpos de sua mulher e filha, com suas mãos sujas com o sangue delas – ludibriado por Ares, ele matou as únicas pessoas que amou um dia. Disposto a vingá-las, Kratos quebrou o juramento de sangue que o prendia a Ares, mas juramentos ao Olimpo não são tão fáceis de serem quebrados... Mais um da série de jogos do espartano que redefiniu toda uma forma de jogar videogame. Procure aqui: Saraiva


entrevistafobia A entrevista desse mês está mais do que especial com uma galera muito bacana. Angélica Hellish e Marcos Noriega criaram o cinemasmorra e são uma fuga do mainstream quando a assunto é cinema e cultura. Eles falam dos desafios de manter um site com um público tão exigente. (Fica o agradecimento ao nosso amigo Iêdo Jr. que deu uma grande força para a entrevista acontecer.) Primeiramente Gostariamos de saber como foi que você embarcou nesse mundo da blogosfera/podosfera?

Com Angélica Hellish e Marcos Noriega criadores e mantenedores do Cinemasmorra

“Eu não fazia a mínima idéia do que era um podcast. Angélica é que me fez embarcar nessa barca furada.” (Marcos Nóriega)

Angélica: Eu escutava o Pauta Livre News, pensei em fazer algo no mesmo formato relacionado à cinema.

Angélica e Marcos: Sim. Podcast é um veículo de transmissão de idéias e troca de conhecimento que já se tornou indispensável para muitas pessoas. Só lamentamos que não seja amplamente conhecido. E como é manter um site voltado para um público tão exigente como o de cinema? Angélica: Ótimo. No nosso caso os leitores e ouvintes já conhecem a nossa abordagem e normalmente solicitam um ou mais diretores que ainda não conseguimos fazer um síntese de suas obras em um podcast.

Marcos: É um prazer. Assistir e comentar um conteúdo que nós gostamos e Marcos: Eu não fazia a mínima idéia do receber o feedback das pessoas que já que era um podcast. Angélica é que me conhecem os filmes ou os conheceram através do podcast. fez embarcar nessa barca furada. Também é legal quando os leitores/ ouvintes acabam se juntando à equipe. Como surgiu a idéia de criar o site e o podcast de vocês? O cinemasmorra é voltado para um segmento que foge um pouco (bastante) do Angélica e Marcos: Principalmente Mainstream, você acha que isso é mais para divulgar cinema de outros países uma dificuldade em se construir um púe que não tem tanta visibilidade na míblico? dia em geral. Afinal cinema não é só Hollywood, aleluia. Angélica: pode ser uma dificuldade no que se refere à feedback. Explico: As Você acredita que os podcasts são uma pessoas quando escutam pela primeievolução na forma de se comunicar?


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O nosso cinema já atingiu a maturidade faz muito tempo. Não dá pra reduzir a produção nacional ao que tem sido apresentado aos espectadores. ( Angélica )


ra vez um podcast sobre uma produção desconhecida, não tem muito o que acrescentar e no meu caso especificamente, pois acompanho diariamente as atualizações na página do site, é complicado (mas compreensível também) ver a quantidade crescente de downloads tão diferente da quantidade de comentários em cada postagem. Mas o que importa é que temos um público e ele sempre cresce, e assim quem ganha é o cinema pois cada vez mais produções de qualidade vem à luz e somos felizes pra caramba com isso.

muito numeroso porém fiel, participativo, vários ouvintes e leitores acabaram tornando-se amigos e colaboradores que ajudaram o projeto a continuar vivo. Falando em público e fuga do mainstream. Você acha que as produções mais culturais, e de cunho mais autoral ou independente, estão perdendo espaço em tempos de super-heróis nas telonas? Angélica: SIM! hahaha

Marcos: Eu creio que a hegemonia do cinemão americano nas salas de exibiMarcos:Creio que temos um público não ção e a consequente diminuição do es-

paço para produções de outros locais do mundo é um fenômeno que vem acontecendo desde o final dos anos setenta e início dos anos oitenta, e se completou com o surgimento dos multiplex, resta nadar contra a corrente e desafinar o coro dos contentes. Recentemente os anunciantes descobriram o nicho de mercado que é esse mundo de podcasts e sites para público web, e muitos blogueiros já fazem programas patrocinados. Você acredita que isso possa vir a contaminar a liberdade e a forma de produzir conteúdo na internet?


Angélica: Óbvio que sim. Inclusive falei sobre isso em minha participação no Randomcast comemorativo de um ano. Como pode você ter liberdade pra falar o que quiser sendo patrocinado? Basta ver a mídia tradicional no Brasil. E os grandes podcasts já são mais do mesmo faz muito tempo. Marketing não combina com espontaneidade. Recomendo muito a audição do Randomcast. Falei sinceramente por lá (como sempre faço, por sinal)

Marcos: Eu também acho que o desdobramento do trabalho que fazemos na internet deveria ser a criação de uma Cinemateca ou Cineclube na nossa região, o que infelizmente ainda não foi possível.

Desta feita, quais filmes que retratam o Nordeste Brasileiro merecem destaque sob sua avaliação?

Angélica: Dentro desse conceito, aprecio bastante “O Auto da Compadecida” (Guel Arraes) e também “Morte e Vida Severina” que foi produzido para a tv Como você acompanha a produção ci(texto de João Cabral de Melo Neto) que nematográfica brasileira? A qualidade retratam o sofrimento mas também uma dos filmes mais recentes tem melhorado esperança de mudança ao povo dessa ou ainda nosso cinema precisa de mais região. tempo para atingir uma maturidade? Marcos: A monetização pode trazer Marcos: Gosto muito de “O Céu de mais profissionalismo e sustentabilidade Angélica: O nosso cinema já atingiu Suely” de Karim Aïnouz e de “O Som Ao para um podcast, o efeito colateral pode a maturidade faz muito tempo. Não dá Redor” de Kleber Mendonça Filho ser a interferência dos patrocinadores pra reduzir a produção nacional ao que no conteúdo e na abordagem, espero tem sido apresentado aos espectadores. Por fim gostaríamos de agradecer e dique seja possível um meio termo que Falta na verdade uma busca mais apro- zer que toda equipe Nerdofobia curte permita retorno financeiro sem perda da fundada pela parte do espectador de muito seu trabalho e de toda galera que autonomia, mas acho bastante difícil. cinema. Muitas produções de excelente faz parte do site e pedimos que você qualidade existiram, existem e sempre deixe uma mensagem pra galera que Você vislumbra o cinemasmorra, de alexistirão no nosso país. Existe cineassim como nós também curte o cineguma forma, produzindo conteúdo em ma fora da Globo Filmes como também masmorra. midia que não seja a internet...Como existe cinema fora de Hollywood. rádio e tv? Angélica e Marcos: Estamos muito Marcos: Não acho os filmes brasileiros felizes que gostem do nosso trabalho. Angélica: No rádio quem sabe? Já teda atualidade melhores que os de outras Convidamos todos a ouvir nossos podmos um canal no Youtube com conteúdo épocas, muitas das produções recentes casts e comentar no site. em vídeo (um espécie de podcast com que fizeram sucesso não me agradaram Participem do Cine Masmorra. O espaço imagens) o Masmorra Play. Mas particu- nada e outras muito interessantes acaé de todos que amam conhecer e divullarmente preferiria que na nossa cidade bam atingindo um público bem reduzido. gar o bom cinema. houvesse um espaço onde eventualmen- Muitas produções brasileiras exploram a Agradecemos o convite para essa entrete pudéssemos falar ao vivo depois de cultura nordestina em seus roteiros. vista e parabéns pelo excelente conteúuma sessão de cinema. Em uma Cinedo na Nerdofobia! Super abraço! mateca por exemplo. Acho muito mais Aqui na Paraíba, por exemplo, o municíinteressante essa interação presencial. pio de Cabaceiras já é conhecido como http://cinemasmorra.com.br/ A troca de idéias é sempre mais efetiva a “Roliúde Nordestina” devido a quanquando se fala sobre cinema. tidade de filmes que foram rodados lá.


Quadrinhofobia Perfil

Esquadrinhamos o Carcajú mais furisos dos quadrinhos... Logan e a razão de tanto carisma junto aos fãs. Mais um perfil da nossa parceria com a galera do InterruptorNerd


Sou o melhor no que faço!!! Por joão Gabriel

F

ala cambada, no perfil de hoje falarei sobre o mutante baixinho mais invocado e “To Puto” de Todos, TOdos, TODOS, James “Logan” Howllet, o Highlander do universo Marvel, Wolverine, ou segundo o Agustin, Deusverine(PS: Ainda acho Ferramenterine muito mais massa).

Criado por Lein Wein, John Buscema, teve sua estreia em 1974, em Incrivel Hulk #180, tendo sido enviado até lá para acabar com a briga entre o Hulk e Wendigo, antes que eles chegassem a uma região populada do Canadá, o que, sendo o menos bestial dos 3, consegue. Seu uniforme era bem, ahm, me desculpem os gays, bem aviadado, parecia que era um uniforme de gato, diferente do tradicional (mesmo que esse remeta muito o antigo) e só surgiu por que, Roy Thomas, Editor Chefe da Marvel na época, vendo que as revista da editora faziam muito sucesso no pais vizinho e mandou criarem um personagem canadense, além do que, ele não seria um cara mais velho fisicamente como nós o conhecemos, era pra ele

ser um cara jovem de uns 25 anos e as garras sairiam da luva, e não do próprio Wolverine, ainda bem que essa ideia não deu certo. Mas deixa isso pra lá e vamos com a história do personagem em si, por que é pra isso que o perfil serve. Nascido no século XIX, James Howllet era um garoto franzino , fraco e que vivia doente, filho de John e Elizabeth Howllet, James era ultra protegido pela mãe, não só pelo seu estado de saúde, mas também por ela já ter perdido um filho antes, suas únicas companhias eram Rose e Cão(é esse mesmo o nome do maluco produção? Pode isso Arnaldo?). Durante um ataque do ex-caseiro(Thomas Logan, e, suposto pai de James) junto com seu filho Cão, John é morto e James solta as suas garras pela primeira vez, matando o caseiro (chamado Logan) e ferindo Cão no rosto. Depois disso, acaba sendo expulso pela mãe, que o chama de monstro e se auto suicida a si mesma própria, dando assim, o primeiro trauma ao pequeno e futuro Carcaju. Rose e James(que assume o nome de Logan),


fogem e acabam chegando a Yukon, aonde James começa a trabalhar como minerador, e com o passar do tempo, ficando mais bruto e selvagem, passando dias vivendo entre lobos. Um dia, Cão(o filho do caseiro), reaparece e eles lutam, mas Rose, por quem Logan era apaixonado secretamente (ta ai aonde começa a tara violenta dele por ruivas) acaba sendo morta pelo jovem Carcaju, que, sendo procurado pelo assassinato da guria, foge para a floresta e começa a viver lá como um animal selvagem. Depois de recuperar seu lado racional, passa a viver com a índia Raposa de Prata em uma vila pacata, ou melhor, nem tão pacata, já que lá também era o lar de Victor Creed, que

mata Raposa Prateada e cai na porrada com Logan, que leva uma surra federal e só não morre por que seu fator de cura aparece para salvá-lo. Pouco tempo depois disso, Logan recebe o nome de Wolverine dos índios dos pés pretos. Nessa época, Logan começa a se aventurar pelo mundo, passando pela Espanha (na época da revolução espanhola, aonde conhece Milton Judd, o Pigmeu da Tropa Alfa), Japão(aonde foi treinado por Ogun em artes marciais e em como controlar seu instinto animal), Russia, Madripoor, e, um período muito conhecido, na Alemanha na Segunda Guerra Mundial, aonde conheceu o Capitas. Pouco depois da Segunda Guerra, Logan virou agente de inteligência para o governo canadense e para CIA, e é aqui que começaram a putaria dos implantes de memória, que fez o personagem ter uma das psiques mais zoadas da história, já que nunca se sabe o que

é/ era verdade ou não. Ele agia com a Equipe X da OTAN, cumprindo missões especiais junto com os outros agentes(Dentes de Sabre, Maverick e, uma Raposa Prateada que não é a verdadeira), chamando mais atenção do que os outros, graças os seu fator de cura, e ele acaba sendo selecionado para o programa Arma X, que revestiria o esqueleto de Wolverine com Adamantium, dentre outros experimentos com mutantes, pra criar maquinas de matar. Mas algo deu errado no processo e Logan escapa matando 90% da galera que estava na instalação. Uma pequena pausa aqui, atualmente, lançaram um migué que o próprio Logan montou essa porra do Arma X e o cacete a 4, eu gostaria de falar uma coisa pro gênio que teve essa ideia: VAI TOMAR NO TEU CU, SEU PUTO. ARROMBADO FILHO DE UMA PUTA CHEIA DE GONORREIA. Pronto,


acho que agora eu posso voltar a falar sobre o Ferramenterine. Depois de desaparecer por meses, acaba sendo encontrado pelo casal James(que sabia da existência e localização de Logan, já que trabalhava no Departamento H do Canadá) e Heather(Detalhe: Ela é ruiva) Hudson, que o levaram de volta a civilização e propuseram a ele que participasse, ou melhor, liderasse a Tropa Alfa, a equipe super heroica canadense. No Retcoon (Que é o que mais tem nessa porra de universo Marvel), Wolverine entra para os X-Men por que foi enviado para matar o Professor Xavier, que, mexendo na mente do baixinho, o acalma e “sugere” que ele entre para os X-Men, pois seria muito útil ter alguém como ele na equipe, fazendo parte da nova formação dos X-Men, uma mais global, tanto que viajaram pra vários países, entre eles, o Japão, aonde Logan conhece Mariko Yashida, com quem teve um lance que mantinham, mesmo que a distancia. A Mente do Wolverine é uma puta, todo mundo mexe, coloca a mão e fode sem dar satisfação. Mas no grupo mutante, era só mais um cara, e quase que ele é abandonado(não lembro se sairia da equipe ou se seria morto), mas, finalmente teve o destaque que o levou ao estrelato, foi na história em que ele, sozinho, liberta os X-Men do grupo do inferno, botando pra fuder e retalhando a galera. E sua

eterna rixa com Ciclope, apimentada pela paixão do baixinho por Jean Grey, tornaram-no ainda mais querido pelos fãs. Depois da morte de Jean “Fênix” Grey, Logan vai para o Japão, pra se curar da dor. Mas como a vida, essa vadia, ta ai pra fuder com tudo(principalmente nos quadrinhos), Logan descobre que Mariko, foi obrigada a se casar com um escroto que a agredia(quem bate em mulher tem que se fuder mesmo) escolhido pelo pai dela(que tinha esquemas com o Tentáculo), e é claro, o baixinho não gostou dessa porra, e com a ajuda de Yukio, entra e bem, faz o que ele sabe fazer de melhor, ou seja, faz um regaço em todo mundo. Finalmente Mariko está livre e eles poderiam se casar finalmente, mas deu uma merda(com direito a controle mental e o cacete) e os pombinhos(que palavra de velho broxa eu usei agora, genesio) não acabam juntos. Depois disso, o Carcaju sangue nos zoio entra em uma das minhas fases favoritas, Madripoor, aonde ele assume o nome de Caolho(usando um tapa olho), e é nessa época que ele conhece a Robin dele Jubileu, a mutante com um dos poderes mais toscos da história. Mas, a vida mais uma vez fode Logan, e, em uma disputa pelo controle do submundo japonês, Matsuo(um líder mafioso) mata Mariko, ganhando assim a raiva pessoal e intransferível de Wolverine que, a cada aniversário de morte da es-


posa, corta uma parte do corpo de Matsuo. Voltando aos X-Men(a equipe Azul), Wolverine se fode de um jeito mais físico. Durante um ataque dos XMen a Magneto, Logan fere Eric seriamente, o que o deixa putaço e lança um CHEGA DESSA PORRA! E arranca o Adamantium de Wolverine PELOS PÓROS, e o baixinho só não morre por que Charles Xavier dá uma de Chico Xavier e diz: “Logan, Não Vá Para a Luz!”, e quase não sobrevive, e ainda volta ao seu estado animal, e apartir dai vem uma fase do Carcaju que eu, particularmente, acho uma merda, só melhora quando ele e Dentes de Sabre tem sua “luta final” denovo, mais uma vez, novamente. Essa fase, pós perda de adamantium é muito chata, e a forma como ele recupera(Apocalipse aparece, o transforma no cavaleiro Morte e enfia adamantium pelo cu dele até os ossos serem revestidos novamente. Tá, não foi exatamente assim, mas é essa a ideia geral). Pra quem acompanhou Dinastia M, sabe que agora Logan, finalmente, recuperou todas as suas memórias, um pouco depois disso, ele se junta os Novos Vingadores (junto com seu amigo cabeça de Teia), grupo que faz parte até hoje(fora os outros 45milhões de grupos que ele participa, tipo X-Men, X-Force, etc.), e não faz nada muito expressivo, pelo menos, até ele matar

Nitro, o filho da puta que explodiu 600 pessoas e deu inicio ao ato de registro dos Super Humanos, estopim pra Guerra Civil, nessa época, ele descobre que tem um filho, o surtado do Daken. Mais uma pausa aqui, o Wolverine tem garras, a X-23(um semi clone dele) tem garras, o Daken tem garras, só a Wanda e o Pietro que não puxam os poderes mutantes parecido com o do Pai? Que porra é essa? Mas, deixa pra lá, voltemos ao texto. Hoje em dia, aqui no Brasil, Logan está envolvido na saga Vingadores Vs X-Men, tentando impedir que a Força Fênix retorna a terra atrás de Esperança, a primeira mutante que nasceu depois do Dia M. Bem galera, é isso, acho que falei tudo de mais relevante(ou nem tanto) sobre o Carcaju, que já foi um dos meus personagens favoritos e realmente espero que volte a ser, pois ainda acho que ele pode voltar a ser Fudidão sem precisar virar Deusverine. Para o original: http://interruptornerd.blogspot.com.br


Shingeki no kyojin


um mundo distópico onde os humanos são gado para gigantes, mas porque mostra cruelmente a fragilidade dos humanos perante uma raça superior. Imagine o desespero de ser comido vivo? Nada que possa despertar mais os sentimentos obscuros escondidos no amago de cada um de nós. O anime, como transcende o papel acaba por despertar mais esse sentimento. E com o “O desespero de ser comido ainda sucesso do anime e mangá já é prevista por um gigante desperta o uma versão cinematográfica live action que há de mais solidário na (com atores de carne e osso). Enquanto o filme não sai o anime atinge cada vez experiência humana.” mais espectadores e já está sendo pro Os protagonistas do anime são três duzido um game. jovens: Eren Jaeger, sua irmã adoti Se você ainda não conhece Shinva Mikasa Ackerman, e o amigo Armin geki no Kyojin, é só escolher uma das Arlelt, integrantes do exército que luta mídias em que os titãs têm atacado! O para manter os poucos humanos resanime está em seu início e tem poutantes a salvo. A saga do trio é contacos episódios, o que o torna fácil de da desde a infância, sempre permeada com muito mistério e uma boa carga de se acompanhar. Ainda neste ano, será lançado um OVA (Original Video Anidrama pessoal. mation), juntamente com uma edição especial do mangá. Um sucesso que Criação de Hajime Isayama a hisultrapassa fronteiras, assim com os titâs tória que teve inicio nos mangás em atravessam as muralhas! 2009 encanta não só por se passar em ter prazer em se alimentar de humanos. A primeira muralha tem 50 metros de altura e protege bem as pessoas durante curtos 100 anos, até que um titã colossal é avistado por cima dela (?!) e a destrói em parte. Os gigantes invadem e os humanos são obrigados a se recolherem ainda mais, para trás da segunda muralha.

“Shingeki no Kyojin – Attack on Titan”, anime lançado este ano e que vem chamando atenção do público em geral, não somente dos otakus expandiu seus horizontes e tomou dimensões tão colossais quantos os titâs em sua obra. Ambientado em um mundo apocalíptico que mescla elementos futuristas com medievais, Shingeki no Kyojin conta a história de uma humanidade acuada e auto-aprisionada por um trio de grandes muralhas, chamadas de Maria, Rose e Sina que mantiveram os sobreviventes a salvo por um século. Fora destes muros, vivem os chamados titãs, que são gigantes cujos tamanhos variam de 3 a 15 metros e que parecem


Lutar contra gigantes é só o plot inicial da obra, no fundo valores como coragem, honra, determinação e suas contrapartes: a covardia, a trapaça e a depressão são os motores de propulsão que a transformam em algo mais do que simples sobrevivência do mais forte. Uma obra que vale a pena alguns momentos de reflexão!


P a r c e i r o s


fotoFobia

As imagens de Pontes mais estupendas do Mundo E com mais uma FotoFobia chegando, venho agradecer por todos os emails que tem chegado lá na redação da Nerdofobia. A seleção que faço é sempre tentando captar uma algo a mais e se vocês curtem é porque eu devo estar acertando. Obrigada. Essa seleção de fotos me chamou atenção não só pela grandiosidade das construções mais pelos angulos e as paisagens que se formam de maneira única. Para muitos passar por uma ponte principalmente as mais altas é um desafio. Eu confesso que para mim é mais um prazer.

Para a lista completa veja: http://blogof.francescomugnai.com/2013/02/30-of-the-

most-fabulous-and-unique-bridges-of-the-world/

por

Tininha Magalhães


DurdevicaTara-BridgeMontenegro

Elevated-BasteiBridge-Germany


Golden Gate Bridge – Fullmoon. Photo by Dominique Palombieri

The Millau Viaduct, France. Photo by Vincent Lemonde


The Moon Bridge In Taipei

The Seven-mile Bridge in the Florida Keys


PIPOCAFOBIA

Nem só de garras vive o homem

E

vamos falar de anti-heróis e não pense que eu estou falando apenas do mutante mais esquentadinho do cinema. Ryan Gosling e seu tatuado Luke roubam a cena no novo filme do Cianfrace e representa muito bem o gênero bad boy. Mas o porque dos anti-heróis serem cultuados pelo público? Será o jeitão de cafajeste ou a maioria deles serem galãs? Talvez seja o espirito de revolta que ronda a sociedade e faz esses mesmos personagens terem significado. Resumindo eles seriam produtos de contracultura. E isso sempre é bom.


E

xistem tipos e tipos de filmes de quadrinhos, o novo filme do Wolverine é um que eu não saberia classificar... Tenta ser sério em alguns momentos, beira a galhofa em outros, se resume em uma falta de profundidade absurda. Bem na sexta vez que o ator Hugh Jackman interpreta o Carcajú, um recorde: nunca um intérprete passou tanto tempo ligado a um super-herói quanto ele. Na trilogia original dos X-Men, heróis cujos poderes derivam de mutações genéticas, o Wolverine era o tipo misterioso e carismático, o clássico “herói de poucas palavras”, mas com garras e um esqueleto indestrutível. No seu primeiro filme solo, o bagunçado e equivocado X-Men Origens: Wolverine (2009), o espectador pôde descobrir como o personagem surgiu. E depois Jackman voltou ao papel numa ponta no melhor filme da franquia, o ótimo X-Men: Primeira Clas-

6X

Adamantium e

nada de novo no fronte Por Alan Rocha


se (2011), onde tem uma cena hilária. O início deste novo filme solo do Wolverine é engenhoso. É o fim da Segunda Guerra Mundial, e o mutante salva a vida do soldado japonês Yashida (Haruhiko Yamanouchi) do bombardeio atômico em Nagasaki. Então a história dá um salto, para algum tempo depois do final de X-Men: O Confronto Final (2006). E nesse momento começa a pior sacada do filme na minha opinião..tendo um começo bacana ele poderia ter continuado assim, mas inserem a Jean Grey sem motivo algum para permeiar os sonhos do Logan e fica a troco de nada, não acrescenta, não aprofunda o perso-

nagem e não dá um tom dramático. A partir desse ponto eu já fiquei com um pé atrás quanto ao longa e dai pra frente só fez piorar. Outro plot besta é como ele resolve ir para tokyo, a mutante Yukio (Rila Fukushima) chega do nada em um bar dá uma surra em uns caçadores que mataram um urso e fala de Yashida, agora um milionário idoso que está à beira da morte. Yashida deseja usar o poder regenerativo de Logan para se curar. Porém a máfia japonesa, a Yakuza, tem planos de matar a neta de Yashida, a bela Mariko (Tao Okamoto) e na verdade aqui eu fiquei sem entender.


A troco de quê? E Lá vai Logan que caiu lá de paraquedas mas uma vez ser o herói. Extremamente batido e sem empolgação. Há preocupação do roteiro em tentar humanizar o personagem que perdeu várias pessoas queridas ao longo do tempo é superficial e confusa, e convenhamos que Hugh Jackman não ajuda com seu corpo bombado e vascularizado, lembramdo mais o Silvester Stallone que o Logan. O diretor James Mangold encena bem a ação, com destaque para a luta em cima do trem-bala, mas fica apenas

nisso, o destaque é todo em cima de Logan e em querer ver o que ele pode fazer com seu fator de cura falhando, apesar de ainda achar tal ato superficial. Em certa medida, Yukio eos demais personagens são todos indefinidos e sem personalidade. A produção abusa dos diálogos expositivos: quantas vezes alguém teve de explicar suas motivações bem explicadinhas para o espectador? A vilã Víbora (Svetlana Khodchenkova) é simplesmente bizarra demais e algumas revelações do ato final podem ser adivinhadas com vários minutos de antecedência. Wolverine: Imortal não chega perto do nível de outros exemplares de filmes de super-heróis como Batman ou o primeiro homem de ferro e fracassa mais uma vez em trazer um filme decente do maior ídolo da Marvel junto com o cabeça de teia, uma pena realmente que Hugh Jackman não tenha a oportunidade de fazer um filme que realmente valha a pena em se tratando de Wolverine, não se pode dizer que foi por falta de tentativas, sendo o sete, um número cabalístico vamos torcer para ele acertar no próximo.


O

cinema americano sempre se fundamenta em padrões, entre eles uma grande parcela de filmes retratam o modo americano de vida e dentre as películas que tratam desse assunto figura sua mais nova pérola. O filme do diretor Derek Cianfrance surgiu trazendo um pouco mais da pergunta o quanto somos responsáveis pelos nossos atos no ótimo “O lugar onde tudo termina”. O filme é dividido em partes, inicialmente somos apresentados a Luke (Ryan Gosling), um cara perturbado que vive as voltas com o mundo e se apresenta em um circo, valendo-se de suas habilidades com uma moto. Depois de descobrir que é pai, ele decide estabelecer-se em uma cidadezinha do Estado de New York e voltar para a mãe de seu filho (Eva mendes). Para se restabelecer financeiramente Luke tenta virar assaltante de bancos(surpreendente?Você não viu nada) Nesse ponto começa o segundo ato do filme com o surgimento de de Avery(Bradley Cooper), ferido em ação justamente para deter um dos assaltos perpetrados por Luke. Ele precisa resistir ao assédio de companheiros corruptos enquanto digere um trauma de sequelas ainda desconhecidas. E ai reside maior choque o filme avança 15 anos no tempo e mostra os filhos dos personagens


de Cooper e Gosling envolvidos em circunstâncias muito semelhantes quanto a dos seus pais fechando a ultima parte do longa. A ambição do roteiro impressiona, pois tenta balancear as três faixas de tempo do longa e suas tramas que são separadas e juntas ao mesmo tempo. Lógico que na escala de acontecimentos de cada trama, há desníveis, mas o mérito do diretor é a atração que ele consegue evocar pelos personagens em detrimento a história.

Os ciclos que se esgotam não tiram o brilho do filme de Cianfrance

As contradições da vida real e o que precisa ser feito para construir a imagem de um filme em holywood apenas enriquecem a construção de Cianfrance .O realismo entra em embate com qualquer facciosismo exagerado, ele dá o tom. Talvez sua composição exagere um pouco nas idas e vindas da trama, mas dado os parâmetros atuais de cinema é uma película que não pode deixar de ser vista.


Seasonfobia

DEXTER A Ăšltima Gota


F

alta pouco para nos despedirmos do maior serial killer da historia dos seriados! Dexter começou sua trajetória há algum tempo e acabou se tornando um ícone da cultura pop e da nova forma de ver tv. Segundo o próprio showrunner Scott Buck Dexter teve milhares de reviravoltas ao longo dessas oito temporadas. O que esperar dele no fina? “Dexter é um personagem que evoluiu tanto ao longo dos anos que é quase irreconhecível para quem ele era no começo, quando tinha o cérebro de um psicopata. Gradualmente nós fomos fazendo com que evoluísse, e se tornasse mais humano. Conforme isso aconteceu, a série em si se tornou mais real, porque a estamos vendo através dos olhos de Dexter. O truque da série é que ele é um serial killer gostável. Mas não queremos que o público esqueça que ele é um serial killer e acho que o levamos nesta jornada final nesta temporada. Essa é a pessoa a quem vocês tem amado por todos estes anos, mas no fim das contas, acontece que ele é um serial killer”. E essa deve ser a palavra... Depois de tanto sucesso Dexter passou a ser uma espécie de referência no que diz respeito ao mundo dos serias killers, com a sua ida para o seu gran finale já pipocaram séries pretendendo serem as substitutas diretas da atração. Entre elas figuram Hanibbal e Motel Battes, ou seja, Dexter criou um nicho de

"Em uma terra de predadores, um leão nunca teme um chacal."


mercado. O grande sucesso pode ser creditado em suma como os produtores e roteiristas vieram tratando a própria questão da adaptação dos livros de Jeff Lindsay, que explora basicamente o lado dubio de ser uma psicopata convivendo em uma sociedade e para superar sua fúria assassina mata outros seres tão doentios quanto ele. Impossível não se identificar com esses traços e com um sorriso e algumas rosquinhas está construído o caminho da perdição.

A Morte! O que muitos fãs aguardam e até com certa coletividade moral é a morte de Dexter, uma vez que ao longo de sua jornada ele quebrou várias vezes os princípios dele e seu código e até aqui saiu impune. Será que para não termos um anticlímax o nosso querido Dexter teria de morrer, ou cair dentro da amplitude do seu próprio código. Uma grande corrente de pensamento nos leva a pensar que Dexter é o fruto de sua própria sina assassina, uma vez que para sessar totalmente a onda de mortes ele precise se sacrificar. Eu particularmente acho que ao longo do seriado, principalmente suas últimas três temporadas, a história podia ter tomado outro rumo, colocando Dexter como o cara a ser caçado, o homem a ser batido, o serial

dos seriais. Mas infelizmente vendo o que está acontecendo até aqui nessa última temporada a boa e velha forma do serial que nos identificamos e se cobre sobre um véu de lobo em pele de cordeiro continua. Enfim ele deve morrer? Deve viver? Talvez seja justo mata-lo e satisfazer o que muitos querem, o que eu não desejo é que seja uma morte gratuita e que desvalorize todos os bons momentos que a série teve até aqui.


O Fim Uma das coisas mais legais dessa reta final foi ver grande parte do elenco reunido na festa de lançamento da 8ª temporada. Atores como John Lithgow (Trinity), Julie Benz (Rita) e Jaime Murray (Lila) compareceram à festa e falaram sobre a série. Em sua entrevista, Julie Benz falou do clima das gravações do piloto em Miami, e quem é fã de Dexter Morgan e suas peripécias teve muito do que lembrar. Para aquele início marcado por uma fotografia clara e atores suados para mostrar o insuportável calor de Miami. Aquele início onde o protagonista me encantou logo de primeira por eu não fazer ideia do que/ quem ele era. Para aquele momento em que a série era orgânica, coerente, os personagens eram bem apresentados, construídos e desenvolvidos. Época em que a música latina dava o tom do clima alto astral e praieiro da cidade e a música instrumental dava o tom da escuridão do protagonista. Fui transportado para a época em que a série era preocupada

com detalhes e, principalmente, com o desenrolar conciso de sua trama. Talvez seja esse o momento em que nos damos conta de que Dexter é no fim das contas uma série muito legal, com três temporadas espetaculares, uma quarta sensacional e a quinta temporada deixando qualquer um maluco, tivemos muito do que lembrar vendo vários atores reunidos. Quando penso no quão profundo um seriado pode ter sido não só para minha vida pois mesmo por poucos momentos me fez refletir o conceito de vida, vejo que valeu a pena e continua valendo a pena acompanhar Dexter. Alguns deslizes ao longo do caminho, mas em um contexto geral uma das melhores séries já produzidas em anos. Ela sempre me faz lembrar que quando se olha muito tempo para o abismo, ele olha de volta para você...

“Se eu tivesse um coração, ele estaria se partindo agora.”


Dadorolado

O substituto da 3.5 em sua melhor forma! Por jefferson Lobo


O resgate do simples

E

ntão o que dizer do Pathfinder Rpg, o jogo que veio como um continuador da versão 3.5 de D&D e acabou se tornando um fenômeno entre os rpgistas de todo mundo, ainda mais com o fiasco que acabou se mostrando a quarta edição. Eu já ouvi pessoas dizerem que a Wizards of the Coast pulou fora muito cedo, com o lançamento da linha Essentials, que não é totalmente compatível com a “regular” quarta edição do D&D , mas que talvez mais chame atenção é que a quarta não tinha aquilo do que muitos gostavam na 3.5 que é o desafio e isso tem de sobra no Pathfinder. A estratégia da WotC foi não dar suporte a edição 3.5, deixada de lado para que eles pudessem lançar-se totalmente em seguir a quarta edição, mas muitos jogadores de longa data do D&D cagaram e andaram para a nova versão e seu designer inovador e viraram órfãos, então o que a inteligente Paizo fez, juntou vários autores fodões que já tinham até trabalhado na WoTC e lançaram seu próprio jogo que no inicio foi apelidado de D&D versão 3.75. Os reinados foram retomadas por ela, que essencialmente assumiu a coisa

toda, simplificado, melhorado e reembalado em algo novo, mas familiar sob a esplêndida bandeira do Pathfinder. E se você está demorando para entrar no jogo, é urgentemente recomendado que você pegue o Pathfinder Core Rulebook, 574 páginas que contém tudo o que um jogador precisa para rolar os dados. Apesar de ser inteiramente baseado na edição 3.5 de Dungeons & Dragons 3.5 e todo seu conjunto de regras, você não vai ver essas palavras mencionadas por aqui, ele é sempre referido como “mais antigo jogo de RPG de fantasia do mundo”, mas é evidente desde o início que todo o jogo é profundamente enraizada na lendária criação de Gary Gygax. Felizmente, ao invés de ser apenas uma repetição, a Paizo (sob a direção do designer-chefe Jason Bulmahn) têm realmente trabalhado para dar ao Pathfinder uma vida própria. Este não é um trabalho de copiar e colar, o Pathfinder é praticamente uma reconstrução total de 3.5, uma nova experiência em um mundo diferente, embora em alguns fundamentos muito resistente (e reconhecível).

Quando você pegar uma cópia do


O Pathfinder resgata o conceito de aventura, sem nunca perder a essĂŞncia de uma boa porradaria!


Core Rulebook, a primeira coisa que você vai notar primeiro que é enorme. Literalmente, todas as regras que você precisa de cobertura estão contidas em suas páginas. Quer saber como criar o seu primeiro personagem? Está lá, é claro. Já tenho alguma experiência em RPG e quer levar as coisas um pouco mais a fundo? Ter um olhar para as Classes de Prestígio que estão incluídas. Fantasias em enfrentar as coisas do outro lado da mesa? Há ajuda massiva sobre como mestres devem conduzir um jogo. Enfim, o Core tem tudo que você precisa em um único volume (pesado) , Além, é claro, de uma abundância de lançamentos extras disponíveis a partir da Paizo se você deseja expandir o seu jogo ainda mais.

Detalhes que fazem diferença! A quantidade de detalhes que é fornecido no livro é impressionante você vai ser capaz de criar e desenvolver seu personagem em qualquer direção que você quer ir, até ao mais ínfimo pormenor. Há uma enorme quantidade de Perícias e Talentos em oferta, mas um aceno realmente tem que ir para a Magia e Feitiços que estão sendo oferecidos, muita coisa mesmo ,e se você achar pouco ainda tem um suplemento chamado” Ultimate magic” com um kg de novas coisas, você pode ir por esse caminho, mais de um terço de todo o livro é indicado para as artes arcanas,

com enormes listas e descrições detalhadas de feitiços que permitem afinar seu personagem com você. O combate é fácil de entender (mesmo que pareça ser um pouco mais profunda do que a 4 ª Edição de D&D com seus combates de MMO) e tudo no livro é bem definido e fácil de encontrar. Pessoas que gostam de simplicidade podem achar negativo o tamanho do livro básico, mas se você está disposto a investir um pouco de tempo e está procurando algo um pouco mais hardcore do seu roleplaying, o Path pode muito bem ser para você. Não querendo entrar em detalhes sobre qual jogo é melhor, mas o Pathfinder certamente tem suas vantagens, pensando até mesmo na quantidade de conteúdo de qualidade. O fato de que ele é compatível com uma enorme quantidade de material já lançado é gigante e vem a calhar se você quiser ir a fundo no mundo do Pathfinder. O Pathfinder Core Rulebook tem uma proposta de ser lançado no Brasil pela Devir, mas procurei a editora para saber se era verdade e não consegui obter resposta. Na minha concepção pode se jogar muito bem com o importado, é bonito, tem ilustrações fantásticas do Wayne Reynolds e é indispensável para quem manja de um pouco de inglês. Enfim se você gostava da edição 3.5 de D&D ou se simplesmente ama um bom rpg medieval cheio de fantasia, o Pathfinder é a sua melhor opção!


Agora ĂŠ torcer pra que a devir traga o excelente Pathfinder para o paĂ­s. Os jogadores do amado hobby merecem.


Relat贸rio Gamer

Autor: NecroKure

www.coletivocult.com


Um mundo de magia

N

o dia trinta de abril desse ano, foi liberado o mais novo MMO da empresa Cryptic, a mesma responsável por Champions Online e Star Trek Online, e por já conhecer o bom trabalho dessa empresa (assim como poucos gigas de dowload, 3GB apenas) resolvi dar uma testada no game baseado no sistema D&D 4th e no mundo de Forgotten Realms. Mas não confunda com Neverwinter Nights, esse é outro game. Neverwinter MMOA estória do game gira em torno de um ataque de uma Necromante e seus servos contra o continente de Faerun, quatro aventureiros, um ligado a cada classe liberada no jogo, liderados pelo Guerreiro Sergeant Knox tentam deter esse avanço das forças mortas vivas em uma impressionante animação. Você é um dos heróis que sobreviveu ao ataque do terrível Dracolich controlado pela necromante, e por questões próprias resolve barrar o avanço de tais criaturas, sempre seguido de perto por essas quatro heróis que aparecem já na abertura do jogo. A criação de personagem segue o mesmo padrão já do RPG conhecido: Humano, Anão, Meio-Elfo, Elfo da Floresta, Halfling, Meio Orc, Tielflig (uma espécie de ser infernal favorito de jogadores

da 4th edição e futuramente de muitos nos games) e Drow (os famosos Elfos negros, ainda não liberado). E entre as “profissões“/classes temos dois tipos de guerreiro: Guardian Fighter e Great Weapon Fighter (um Dps e um tanque), Devoted Cleric, Trickster Rogue e Control Wizard, todos seguindo as classes e algumas de suas funções do Livro do Jogador 1 da 4th edição. O Grafico não tem nada de explendido, seguindo o padrão de muitos mmos antes da era SWtoR e Guild Wars 2, mas os 3GB de download e o cenario conhecido por RPGistas é mais que suficiente para agradar. Quanto a jogabilidade, bem ele me lembrou muito um MMO com o estilo de combate de Diablo 3, com os poderes At Will (a vontade) ficando nos dois botões do mouse, 3 poderes de encontro nos botões Q, E e R, e para concluir 2 poderes diários nos botões 1 e 2. Chega de milhares de poderes espalhados em vários quadradinhos espalhados pela tela de jogo, conforme avança de nível você poderá escolher novos poderes e trocar pelos antigos assim como melhorar os poderes possuídos também, aumentando seu dano ou efeito, como se fosse uma espécie de talento


usado em outros games. Uso de itens também funciona de igual forma ficando presos aos botões 3, 4 e 5, como disse fazendo fortemente lembrar as regras usando em Diablo 3 para uso de poderes. A interface tem um modelo diferente, não tem a idéia de usar a seta para mirar em coisas como nos mmos padrões, sua seta é sua mira e visão, usar ela serve para olhar em volta como um jogo de ação, para menus você fica preso ao uso dos botões de atalho ou usar o botão Alt que te permite acessar os ícones no topo da tela.

Q

uanto ao lançamento o jogo teve alguns problemas, mas que foi prontamente bem atendido pelo pessoal responsável, não cheguei a ler reclamações, diferente do que aconteceu no lançamento de outros games, algo que achei bem curioso. Mesmo as enormes filas para entrar no game e o extremo lag pareceu não causar essa raiva nos gamers, talvez por ser devido ao lançamento algo até em certo ponto comum ocorrer, mesmo no lançamento de expansões. Consegui entrar no game logo no horário de lançamento e o lag era grande, coisa que resolveram a tarde caindo drasticamente esse problema, mas a fila de espera mesmo possuindo 3 servidores (chamados de shards), e dividido em várias divisões internas para não super popular um mapa não deu conta da quantidade de jogadores.


O Game ainda conta com sistemas de profissões (mandando um contratado para construir ou buscar coisas dentro de um tempo limite), Companion (muito semelhante ao aliado de Star Wars Old Replubic mas sem a parte de enredo entre personagem apenas ajudinha nas batalhas), e missões criadas por jogadores chamadas de Foundry, assim como as já existentes em Star Trek Online, para quem conhece ja tem uma ideia do que esperar, e os já clássi-

cos de todos os MMOs como Dungeons e PVP. O jogo foi liberado gratuitamente (F2P), com limite cap até então de Lv60, podendo comprar itens usando dinheiro real, há tambem a possibilidade de conquistar Astral Diamonds (através de Foundrys, Dungeons e afins) que pode ser usado como dinheiro de troca para comprar esses mesmos itens pagos, algo demorado, mas provando que

é possível liberar tudo sem gastar um tostão, com dedicação (e perda de vida pessoal) no jogo diferente da maioria dos mmos f2p, entretanto até a liberação dos Drows, que serão os primeiros provavelmente a serem pagos para liberar, até então não a nada que valha tal dedicação. Site do Game http://nw.perfectworld.com/

Será que agora o D&D vai ter alguma chance de disputar com o todo poderoso WOW?


nerdofobia expediente EDITORES Jefferson Lobo Alan Rocha

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DIAGRAMAÇÃO Jefferson Lobo

REVISÃO Alan Rocha

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Revista digital nerdofobia ed #8