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TEXTO CURATORIAL

A exposição coletiva Territórios Internos é composta por obras de artistas, sobretudo, capixabas, visando ampliar o diálogo sobre as poéticas relacionadas ao corpo na contemporaneidade. O conceito de território é utilizado para delimitar e evidenciar a hierarquia existente sobre os espaços imaginados geograficamente, ou seja, no contexto geopolítico. Territórios, quando internos, se tornam metáforas para aludir ao que é subjetivo e pertencente ao próprio indivíduo, e dessa forma criar uma fricção sobre questões relacionadas à identidade, tolerância, ideologia dos corpos e seu uso no âmbito artístico. Vivenciar o corpo em situações não convencionais expande nossa percepção sobre a existência humana, levando-nos a sensações até então nunca experimentadas. O corpo na arte e na vida se torna potência expressiva quando das interações e trocas com o entorno social, político, histórico, familiar, subjetivo, poético, cotidiano. Nos trabalhos de Cristiane Reis e Bárbara Cani temos um debate sobre as relações que o corpo da mulher trava com o seu entorno social e político, criando assim um microterritório do corpo-enfrentamento: corpo que lida com as questões de constructos sociais acerca de suas vivências e potências. Herbert Baioco, João Victor Coser e Natalie Mirêdia trazem a noção de corpo-instalação:

corpo que abraça os excessos da utilização de objetos para definir a si próprio na condição de microterritório em transformação com as possibilidades entre corpo e material, estendendo suas vivências através de formulações espaciais que absorvem e desconstroem o entorno. Castiel Vitorino, Geovanni Lima, Marcus Vinícius, Carla Borba e Rubiane Maia apresentam a experiência entre arte e vida através do corpo-paisagem: corpo que habita os centros urbanos, mas que perscruta a permanência daquilo que nos é comum, seja pela nossa pequenez e impotência de capturar a paisagem como objeto físico ou pela possibilidade de transformação diante da natureza, através da interferência pelo convívio. Se a noção de corpo está ligada ao seu entrelaçamento e afetividade com o entorno, temos na exposição microterritórios que se agenciam formando um organismo que interage com suas partes. E se cada trabalho pode ser lido como um território próprio, porém em contato com os demais dentro desse espaço de convívio, a pluralidade e complexidade de suas partes se tornam ricas para que o visitante possa estender seu próprio território interno sobre a exposição: Como os presentes territórios nos afetam? Que tipos de territórios internos temos construído? Natalie Mirêdia


Objetos Deslocados Cristiane Reis, 2018

Para além do deslocamento A estranheza ao observar a imagem de um objeto doméstico que aparentemente é impessoal e neutro junto com um pequeno relato de violência demarca um território ocupado por diversas famílias na atualidade, o território da violência de gênero em âmbito doméstico. O objeto e o relato são parte fundamental da apropriação imagética de minha poiesis. Se antes a imagem violenta sobrepunha o relato, hoje o relato é que hierarquicamente dita o lugar da imagem, não mais violenta, pelo contrário, para “objetos deslocados” a imagem é industrial e impessoal. Se a violência possui a capacidade de deslocar os objetos de seu uso, a arte possui a capacidade de permitir que eu, enquanto artista retire os objetos de seu lugar habitual e os relatos dos jornais para criar um território que lhes confira uma significação singular. Um garfo, uma torneira, um cabo de carregador de celular, um cabo de energia de um eletrodoméstico,

um tijolo de construção, uma enxada, uma marreta, um pedaço de corda naval, uma barra de ferro e uma maquina de cortar cabelo compõe a série “Objetos deslocados”, dez relatos entre os 82 casos registrados entre 2017 e 2018 no estado do Espírito Santo.


Se Vênus pudesse falar Bárbara Cani, 2018

Em “Se Vênus Pudesse Falar”, produzo duas réplicas do busto de uma das esculturas femininas mais antigas da história da arte, usando a técnica de impressão 3D. Crio assim, um paradoxo entre o clássico e o contemporâneo. A produção manual talhada em mármore é substituída por uma fabricação industrial com o uso de materiais derivados do plástico. A figura em questão é a Vênus de Milo, interpretada como uma das representações gregas de Afrodite, deusa do Amor, da Beleza e da sexualidade. Nesse sentido, vinculo por meio de dispositivos de áudio anexado a escultura, questões sobre a beleza da mulher, seu corpo e sua sexualidade. Faço um parâmetro sobre os padrões que são estabelecidos diante aos pontos supracitados e de que forma esses se transformam, ou não, em relação ao tempo. Em contraponto com a tecnologia, algo que evolui de forma exponencial, constata-se que diversos padrões impostos a figura feminina continuam os mesmos.


Há uma luz que nuca se apaga / entre paisagens Herbert Baioco, 2014-18

A desta instalação tem uma rotina a seguir, apaga e acende reativamente. Já nós não precisamos reagir para respirar. As cores decompostas de minhas fotografias que viajam no ar em forma de luz, encontram a água em vapor assim como uma mensagem escrita e enviada chega a um destinatário, como uma parte de mim, o ar transporta meus afetos como se fossem seus. Ou então de forma ainda mais íntima, como um espirro, o ar não se contenta somente com o exterior. Desta vez o vapor frio não apaga o calor e a água se aquece.

A instalação foi pensada a partir da ideia de que ela repetidamente tome corpo ao responder o calor de quem adentra a sala. Mesmo que em funcionamento ou quase em funcionamento em uma meia penumbra de quatorze horas da tarde. A cada vez que a luz toma corpo no vapor frio um ponto de vista é lançado. O ponto de vista que proponho aqui é o da dúvida. Entre as paisagens está o ar. De vez em quando achamos que vemos alguma coisa tomando forma concreta de frente a nós, ou lateralmente. Não estamos certos do que vemos, se é que vemos, pois podemos nos adentrar e mergulhar no vapor, ou sermos ofuscados pela luz. O vapor é um hálito, uma ocupação do ar. A pergunta lançada, qual luz que nunca se apaga?


Comigo-Ninguém-Pode Castiel Vitorino, 2018

Coloquei um vazo com plantas vivas dentro da galeria da Casa Porto das Artes Plásticas. A planta - assim como meu corpo - não é arte, pois sua matéria antecede e independe da existência deste campo de saber. Mas, a manipulação dessas vidas pode vir a ser arte. Cabe ao sujeito que produz a manipulação escolher utiliza-la com/como ferramentas da arte, e eu decide que sim. Escolhi trabalhar minha efemeridade dentro de um espaço que almeja assegurar a infinidade de seus objetos; não sou um objeto, como então sobrevivo neste

território? Me comprometi em, durante 3 meses, criar condições que assegurem a sobrevivência dessas vidas; a minha e a das plantas. Tenho então convocado amigos a me ajudarem a retirar e recolar a vida dentro da galeria. Toda semana a planta é retirada do cubo branco, pois a biologia e a História da Arte me alertam que as galerias ainda são ambientes que paralisam os movimentos de expansão e modificação que produzem vida. Com esses deslocamentos, a planta/vida tem interferido na arquitetura que a violenta, produzindo desconforto em sujeitos e reterritorializações na expografia. Ao ocupar a galeria com vida de meu corpo-flor, tenho aprendido um pouco mais sobre criação de espaços perecíveis de liberdades e espaços de liberdades perecíveis.


O imprevisível, o acaso e o que não se sabe O visível e o inconsciente Marcus Vinicius, 2010

Meus trabalhos partem da observação e interpretação do espaço que me rodeia, enfrentando os embates éticos e estéticos de pensar esses espaços e as narrativas de intimidade. Defender o silêncio, o poético e a invisibilidade. Após essa aproximação aos lugares, intervenho com/no meu corpo em performances que estabelecem um dialogo entre o real e o imaginado. Inclinase, dessa maneira, pelo vivencial, as experiências próprias dos lugares habitados dia a dia. Quero estar conectado e explorar a relação entre o eu e seu entorno num mundo dilacerado pelas transformações urbanas e midiáticas, criando ações que manifestam transitoriedade e instabilidade. Tentativas de fazer um mundo para sobreviver... e viver minhas obsessões. Entender o cotidiano não só como espaço de sociabilidade, mas como paisagem. Uma busca de transcendência dos meus limites e de conexão com a totalidade, com a natureza idealizada, com o meu universo simbólico. Meus trabalhos traçam um mapa psíquico pessoal que expressa quem eu sou. Contudo, não são apenas sobre mim nem para mim. São profundamente tanto pessoais como arquetípicos. Tratam do escuro desejo que se desconhece. É uma busca de uma poética do cotidiano que vislumbra no limiar o excepcional, a transfiguração, o sublime, mas sei que esses são apenas instantes que ficam guardados em desenhos, instalações, fotografias e vídeos. Por ter vivido momentos-limites de tanta intensidade, esse homem, personagem, ser, segue caminhando, não se consome; e por mais que caminhe, olhe, viva e sofra, é um homem comum. Afinal, tudo é tão simples... E de uma forma ou de outra, é autobiográfico. avdemasiadamente delicados junto a outros que instauram uma contradição ou contraste. Tais materiais quando manuseados por mim trazem à tona a discussão a cerca da perversidade que é tornar a cor rosa e a boneca como algo imprescindível para minha identidade, dilacerando seu significado cotidiano, concedendolhes outras percepções.


A instalação “Processos Investigativos – Parte 1” inicia-se com um convite, infiltra-me e conheça-te. Nesse sentido, o trabalho acontece com escolhas, do espectador/ participador para reconhecer-se como corpo-casacasca. Para o participador, não há separação entre ele e o objeto de arte, ele torna-se parte, Arte. Permitir-se ir ao encontro das sensações, acolhido pelas linhas reconfortantes, de cor vibrante e flutuar sobre o mar de arroz, são escolha. O espectador/participador tem um encontro com o vídeo performance ao final, agora ele é convidado a assistir o outro, como voyeur e experimentar outros sentidos, expandir seus limites. Quem busca respostas prontas, não achara nesse corpo imersivo, cada um construirá seus próprios caminhos, através do seu universo de memórias, afetividades, paixões alegres ou tristes, são sempre escolhas. Adentre-me e reconhecer-te-á.

Processos Investigativos: Parte 1

João Victor Coser, 2018

Andando sobre o além. Exercício para o caminhar. Andando sob o branco, seguro sobre o vermelho, Casa matinal. Fragmentos de uma cor. Caminhos possíveis. O exercício para o além. Pequena experiência, grande ato. Tenha ação! Escolha. Adentre – me.


Mover o Branco/Esgotamento Geovanni Lima 2016-18

Mover: [...] transitivo direto e pronominal, fazer deslocar ou deslocar-se; fazer mudar ou mudar de lugar ou de posição [...] | Branco: [...] adjetivo substantivo masculino, por analogia que ou o que tem cor clara ou pálida, em confronto com um da mesma espécie, de cor mais escura [...] | Esgotamento: [...]substantivo masculino, ato ou efeito de esgotar-se; esgotadura, esgote, esgoto [...] | Corpo: [...] substantivo masculino, estrutura física de um organismo vivo (esp. o homem e o animal), englobando suas funções fisiológicas [...] Corpo preto que luta contra o legado doméstico herdado do período escravocrata, profundo conhecedor do local em que foi alocado dentro de uma sociedade fundamentada em processos euro-centrados, brancos. Corpo que se move na tentativa de re/construir. Corpo que se esgota e no processo de esgotar-se se renova. Parafraseando Abdias Nascimento (1968): “corpo revoltado” que encara as pedreiras desde de quando elas eram apenas tidas como físicas, e move-se e esgota-se e renovase e move-se e renova-se e esgota-se e move-se [...] Por fim, entregue ao processo devastador de uma civilização à mingua de sua própria existência, tenho na pedreira a certeza de que os corpos similares aos meu, explorados cotidianamente, tomarão de volto seus espaços, sua vida.


Apanhador de Vento

Carla Borba e Rubiane Maia, 2017 Na tentativa de capturar o vento, as artistas Carla Borba e Rubiane Maia se aventuram entre o areal e o mar no sul do Rio Grande do Sul/ Brasil. Um trabalho árduo e até mesmo infundado pautou a busca que tinha como desejo fazer do vento o interlocutor dos anseios poéticos das artistas. Num enlace entre corpo, paisagem e câmera, de origem polar e de grande intensidade. a produção da experiência resultou A performance envolveu a manipulação de em um vídeo intitulado “Apanhador uma tela de construção civil com 80 metros de vento”. A potência do corpo num de comprimento. Metódicas e vestidas com ambiente insólito tinha como objetivo uniformes alaranjados e colete sinalizador, produzir imagens performadas que as artistas transformam o ato poético ativassem a paisagem de forma a gerar de apanhar o vento em procedimento mecanismos de criação a partir de protocientífico e lúdico. Através das imagens elementos da natureza, no caso o vento. percebe-se o esforço físico despendido em A ação foi produzida dentro do Parque contato com a intensidade do vento que Nacional da Lagoa do Peixe, uma extensão impõe sua força e protagonismo frente de terra-areia-estrada. Lugar plano de à tentativa de contato e conexão com a vegetação rasteira e formação de grandes natureza. O título “Apanhador de vento” areais. Região onde o vento modela as dunas é uma referência ao poema de Manoel e transforma a paisagem. Lugar de horizonte de Barros “Apanhador de desperdícios.” infinito soprado pelo vento ‘minuano’


Campo Mimado

Natalie Mirêdia, 2018

Campo Mimado parte do desejo de construir o permanente através do efêmero, ao mesmo tempo em que concede força e agressividade a signos tomados como infantis e feminilizantes. A instalação resultante da ação presencial foi construída como um trabalho para ser compreendido com a ausência do meu corpo, trazendo a intenção de problematizar signos do universo infantil e feminino já consolidados universalmente, como é o caso da proeminência do uso da cor rosa de partes fragmentadas de bonecas. Meu corpo já não se faz

necessário, após produzir essa situaçãoproblema sensível, que é como chamo a necessidade de construir a instalação a partir do uso desses materiais percebidos como frágeis ou demasiadamente delicados junto a outros que instauram uma contradição ou contraste. Tais materiais quando manuseados por mim trazem à tona a discussão a cerca da perversidade que é tornar a cor rosa e a boneca como algo imprescindível para minha identidade, dilacerando seu significado cotidiano, concedendo-lhes outras percepções.


Foto com a artista

Amora Gasparini, 2017 Com o intuito de estabelecer discussões acerca da participação com o público, Foto com a artista desenvolve um trabalho de inversão de valores mediante aos conceitos de consumo estabelecidos com o envolvimento entre artista e público.

Experimento Manequim #1 Julia Muniz, 2017 O corpo, este que não escolhemos e que, segundo a moralidade cristã incrustada na sociedade ocidental, não nos pertence, é posto aqui como experimento. Quantas ideias, valores, pesos e medidas cabem num corpo? A quem cabe a escolha sobre o que fazer com o corpo? Aqui cabe ao espectador, agora interlocutor, decidir.

No feeling da música

Underground Funkers, 2018 No Feeling da Música presentifica corporalmente as reações que os bailarinos-performers desenvolvem ao experienciar músicas diversas no espaço expositivo, apresentando ao público aspectos subjetivos de cada artista na ação, reverberando suas vivências cotidianas em movimentos. As diferentes partes melódicas, escutadas apenas pelos bailarinos-performers possibilitam reverberam movimentos originários de suas realidades, trazendo para a galeria a máxima da quebrada: “EU, NÓS, ELES”. O trabalho se constitui utilizando a linguagem da dança de rua, aproximando os corpos periféricos do espaço institucional da arte.


Processo Educativo: Do Desejo à Construção de Territórios Internos O objeto de arte pode nos atrair, nos repelir, mas sempre causa uma inquietude que nos faz rever conceitos, criando outras perspectivas e pontos de vista diversificados. Saímos da certeza e penetramos no plano heterogêneo das incertezas, dos deslizes, dos quases e dos entres. E é no atravessamento de territórios do artista-mediador etc, que como um agenciador em seu campo de interlocução social, cultural e político, observa e interfere no plano do objeto de arte e sua diversidade de articulações. No processo de pensar o educativo para

a exposição Territórios Internos optamos em provocar o espaço do silêncio externo como falas internas nem sempre traduzíveis do fruidor, por meio do jogo reflexivo. Esse jogo é composto por 12 cartas com imagens dos trabalhos expostos e 12 cartas com frases que tentam promover um canal aberto para a imaginação, novas sensações pois a linguagem da arte também fala por sua própria língua e é por ela mesma que se lê. Frases como “O que pode um corpo? ou Se alguém está carente de algo, não é da pessoa, mas da potência produtiva do desejo para investir em novas direções”.


Deixamos pistas e rastros para que as vozes internas de quem visita a exposição constitua seu discurso narrativo. Assim provocamos um exercício permanente de descoberta de novos territórios onde o pensamento cria uma prática de problematizar a si mesmo em busca de respostas para suas indagações. Nesse sentido os trabalhos expostos tornam-se um campo aberto, expandido e a nós cabe agenciar a produção de subjetividades para que cada visitante tenha sua singularidade na leitura. E é nesse viés que os Objetos Deslocados de Cristiane Reis, Se Vênus pudesse falar de Bárbara Cani,

Há uma luz que nunca se apaga / entre paisagens de Herbert Baioco, Comigo-Ñinguém-Pode de Castiel Vitorino, O imprevisível, o acaso e o que não se sabe de Marcus Vinícius, Processos Investigativos - Parte 1 de João Victor Coser, Mover o Branco/Esgotamento de Giovanni Lima, Apanhador de Vento de Carla Borba e Rubiane Maia, Campo Mimado de Natalie Mirêdia instigam um pensamento que não considera a diferença um problema, mas sim ponto de partida para criar mais problemas, mais cartografias, mais linhas de fuga, mais devires, mais sobrevôos, mais liberdade, mais subjetividades.

Artista-Professora Dra Rosana Paste em liberdade poética na construção do texto com Mirian Celeste, Gilles Deleuze e Félix Guattari. Setembro 2018


Territórios Internos 1ª edição Vitória – ES 2018 Curadoria, Produção e Organização Natalie Mirêdia e João Victor Coser

Artistas

Bárbara Cani Castiel Vitorino Carla Borba Cristiane Reis Geovanni Lima Herbert Baioco João Victor Coser Natalie Mirêdia Marcus Vinicius Rubiane Maia

Apresentações

Julia Muniz Amora Gasparini Underground Funkers

Educativo

Rosana Paste

Consultoria Expográfica Clara Sampaio

Texto Curatorial Natalie Mirêdia

Montagem

Tuca Sarmento

Identidade Visual Bárbara Cani

Fotografa Luiza Grillo

Agradecimentos

CAS - Centro de Capacitação de Profissionais de Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez GAEU - Galeria de Arte Espaço Universitário da UFES NCD - Núcleo de Cidadania Digital da UFES


CASA PORTO DAS ARTES PLÁSTICAS Coordenadora Kênia Lyra

Assessor de Comunicação Leonardo Vais

Educativo

Franquilandia Raft

Mediadores Culturais Isabela Beraldi Murillo Paoli Raoni Iarin

Acervo e Patrimônio

Bernadette Rubim Teixeira

Equipe Administrativa

Ana Cristina Boldi Veiga dos Santos

Acessibilidade Cultural Lilian Menengucci

Equipe de Vigilância

Reinaldo do Santana Loureiro Ricardo Santos Gaspar Felipe da Silva Souza Silas Costa da Silva

Auxiliar de Serviços Gerais Júlia Mandelli

Realização:

Prefixo Editorial: 919103 ISBN: 978-85-919103-6-6


Profile for Natalie Mireya

Territórios Internos  

Publicação resultante da exposição coletiva Territórios Internos, 2018

Territórios Internos  

Publicação resultante da exposição coletiva Territórios Internos, 2018

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