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7ÂŞ Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde


7ª BIENAL

INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM DE

VILA VERDE

30 de junho a 14 julho


Organização

Patrocinadores principais

Apoio


7ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM DE VILA VERDE SUPERVISÃO

Júlia Rodrigues Fernandes Vereadora da Educação, Cultura e Acão Social da Câmara Municipal de Vila Verde

Manuel Dias de Barros Presidente da PROVIVER EEM

COORDENAÇÃO

Delfina Mendonça Tiago Lopes

CONCEÇÃO DE ESPAÇOS Filomena Ferreira

FICHA TÉCNICA EXPOSIÇÃO, DIREÇÃO E MONTAGEM Município de Vila Verde

PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO PROVIVER EEM

CONCEÇÃO DA IMAGEM DA BIENAL Ana Cláudia Caldelas - D’Arte

CONCEÇÃO DE LOGOTIPO Gonçalo Gonçalves - Pintor e vencedor da 6ª edição da Bienal

DESIGN E FOTOGRAFIA DO CATÁLOGO

Sílvia Abreu [www.silviaabreu.com]

PAGINAÇÃO DO CATÁLOGO Sílvia Abreu

IMPRESSÃO

Gráfica Diário do Minho

EDIÇÃO Município de Vila Verde / PROVIVER EEM

DEPÓSITO LEGAL 166846/01

TIRAGEM 500 Exemplares


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COMISSÃO DE HONRA

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CATÁLOGO DO CONCURSO 2012

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REGULAMENTO

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JÚRI DE PREMIAÇÃO

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ATA DO JÚRI DE PREMIAÇÃO

33

ARTISTAS SELECIONADOS

37

CATÁLOGO DE ARTISTAS SELECIONADOS

41

PATROCINADORES PRINCIPAIS

69

CONTACTOS DOS ARTISTAS SELECIONADOS

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COMISSÃO DE HONRA Dr. Francisco José Viegas

Secretário de Estado da Cultura

Dr. Alexandre Mestre

Secretário de Estado da Juventude e do Desporto

Dr. António Vilela

Presidente do Município de Vila Verde

Dr. João Lobo

Presidente da Assembleia Municipal

Dr. Ricardo Araújo Vogal do Conselho Diretivo do Instituto Português do Desporto e da Juventude

Dr. Artur Santos Silva

Presidente do Conselho de Administração do BPI

Professor Doutor António M. Cunha Reitor da Universidade do Minho

Professor Doutor João Manuel Duque

Presidente da Universidade Católica Portuguesa/Centro Regional de Braga

Professor Doutor João Carvalho

Presidente do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

Dr. António Marques

Presidente da Associação Industrial do Minho

Dr. Domingos Macedo Barbosa

Presidente da Associação Comercial de Braga

Sr. António Sá

Administrador da DIVIMINHO SA

Dr. Melchior Moreira

Presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal

Eng. Luís Braga da Cruz

Presidente da Fundação de Serralves

Arquiteto Hugo Pires Presidente do Conselho de Administração da Fundação Bracara Augusta

Professor Doutor João Serra Presidente da Fundação Cidade de Guimarães

Dr.Carlos Páscoa

Administrador da Fundação Bissaya de Barreto

Dra. Maria Geraldes

Diretora Geral da Fundação da Juventude

Engº Luis Macedo Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Vale do Cávado

Pintor Luis Coquenão

Coordenador Artístico da 7ª Bienal

Mestre Mário Silva

Comissário da 7ª Bienal

Artista Plástico Henrique Silva

Diretor do Curso de Artes e Multimédia da Escola Superior Gallaecia Membro do Conselho de Fundadores da Bienal de Cerveira

Artista Plástico Maciel Cardeira Presidente da Associação D’Arte

Dr. Rui Madeira

Diretor Artístico da Companhia de Teatro de Braga

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CATÁLOGO DO CONCURSO 2012


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A Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde é uma iniciativa com grande impacto no meio artístico, fazendo já parte do roteiro das mais importantes realizações desta natureza em Portugal e em toda a Península Ibérica. Há 13 anos abriram-se as portas da Bienal ao Concelho de Vila Verde, ao país e ao mundo, proporcionando aos jovens um importante palco de divulgação das suas obras. Desde então tem vindo a conhecer uma evolução muito positiva mercê da participação de um número cada vez mais elevado e diversificado de artistas de enorme talento, cujas obras, originais e de excelente qualidade, despertam a atenção dos apreciadores de arte e do público em geral. Criar condições para que os jovens possam divulgar a sua obra é um dos grandes objetivos deste evento artístico, abrindo-lhes novas janelas de oportunidade, de promoção e de valorização, no complexo mundo da arte. Gustave Flaubert escreveu que “a moral da arte reside na sua própria beleza” e a exposição de trabalhos concorrentes que vamos ter patente na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela é uma excelente forma de cativar o público que vai, com toda a certeza, maravilhar-se com a beleza e diversidade das obras expostas. Acreditando que a sensibilidade estética e o gosto pela apreciação de obras de arte são valores fundamentais e é importante que façam parte da formação das nossas crianças e jovens, surgiu, no ano letivo 2008/2009, a Bienal na Escola, que estimula os alunos a darem asas à sua criatividade e a desenvolverem o seu talento em múltiplas áreas artísticas, premiando as que mais convencem o Júri. As escolas têm aderido a esta iniciativa com entusiasmo e continuam a surgir obras de excelente qualidade que são expostas nos estabelecimentos de ensino como forma de divulgar o que de muito positivo aí se faz no domínio das expressões e com o objetivo de fazer desabrochar e dar a conhecer outros talentos que ainda se encontram timidamente escondidos. Esta aproximação do meio artístico à escola é uma mais valia educativa que não posso deixar de sublinhar e de aplaudir. O Comissário Mestre Mário Silva e o Pintor Luís Coquenão concederam, incontestavelmente, uma maior notoriedade à Bienal, projetando-a para um patamar de excelência que elevou o seu prestígio, mas trouxe também uma maior responsabilidade, suscitando um reforçado empenho de todos para que o evento esteja sempre à altura das melhores expetativas. Quero também realçar o reforço das parcerias, uma estratégia fundamental para a realização de uma Bienal amplamente participada, e o apoio de vários agentes económicos na organização deste evento artístico de cariz internacional, contribuindo assim para a promoção do empreendedorismo criativo na região. A atual conjuntura económica exige maior contenção de despesas, mas, apesar do esforço no sentido de racionalizar os recursos, houve também a preocupação de apostar na qualidade e criar todas as condições para que os jovens artistas continuem a ver o seu trabalho reconhecido e devidamente valorizado. No final iremos fazer um balanço muito positivo de mais uma edição da Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, na certeza de que a mesma foi mais um hino à arte e ao enorme talento de jovens artistas que merecem ver reconhecida a qualidade do seu trabalho. O Presidente da Câmara Municipal de Vila Verde

Dr. António Vilela

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Vila Verde tem vindo a exercer um papel relevante ao nível da criatividade, da inovação e do conhecimento. O programa “Vila Verde, Vila Criativa”, a Bienal na Escola, as potencialidades das novas tecnologias e as atividades em torno da Casa do Conhecimento têm revelado novos talentos, fomentando nos mais jovens um sentido estético mais apurado e propiciando o aparecimento de novas formas de arte. A criação artística constitui uma das mais sublimes afirmações do talento e da genialidade do ser humano, que importa potenciar e promover. A Bienal Internacional de Arte Jovem tem realizado um percurso ascendente ao nível da qualidade e das figuras de referência nacional que tem conseguido atrair, representando um novo impulso rumo à emergência de novas formas de arte, num inequívoco sinal de originalidade e irreverência dos jovens artistas com um futuro brilhante pela frente. Com o apoio incondicional dos grandes mestres de pintura e escultura que connosco trilham este caminho tem sido possível marcar a agenda regional e nacional com iniciativas de inegável valor artístico, consolidando e assegurando a sua afirmação como evento de referência no roteiro da criação artística juvenil. Com um patamar de exigência muito considerável, a 7ª Bienal Internacional de Arte Jovem tem uma participação muito expressiva de jovens valores nacionais e internacionais, o que mostra bem o seu prestígio e a sua projeção além fronteiras. A qualidade inquestionável das obras a concurso, selecionadas por um júri de excelência, representam uma extraordinária oportunidade para todos os vilaverdenses e visitantes do Concelho se deliciarem com o talento criativo de todos os participantes. Com esta Bienal Internacional de Arte Jovem, Vila Verde continua a cumprir a sua missão de promover os mais jovens valores, valorizar os talentos, fomentar a criatividade e a inovação artísticas, consolidando o seu território como um dos destinos privilegiados de um turismo cultural de relevante importância para o desenvolvimento e projeção das potencialidades locais. A Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Vila Verde

Dra. Júlia Rodrigues Fernandes

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7ª Bienal Internacional de Arte Jovem, por um longo percurso de sucesso… A Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde é um testemunho forte da política cultural do Município que se consubstancia nas suas seis edições e no vasto conjunto de iniciativas (exposições, simpósios, workshops, oficinas, colóquios, publicações, programações), a que se vieram juntar as duas edições de “A Bienal na Escola”, com o envolvimento de todos os Agrupamentos Escolares do Concelho, a Escola Secundária e a EPATV – Escola Profissional Amar Terra Verde. Um certame artístico de grande relevo no panorama nacional, que apesar de dedicada aos jovens artistas e à formação de novos públicos junto dos mais novos, a Bienal de Arte de Vila Verde não esquece os artistas consagrados, através do comissariado do Mestre Mário Silva, da coordenação artística do Pintor Luís Coquenão, a experiência internacional e o talento do artista Albuquerque Mendes em representação do IPJ, e o conhecimento do Mestre Henrique Silva, que têm potenciado a sua dimensão internacional. A realização da sétima edição da Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, enquadrase no desafio de definir um novo conceito e de afirmação deste evento, que passará no futuro próximo pelo lançamento dos alicerces de um roteiro de criatividade e empreendedorismo cultural, a desenvolver em torno da dinâmica e da polarização da programação “Vila verde, vila criativa”. Reflexão desenvolvida no fórum realizado no ano transato, sobre conceito da Bienal Internacional de Arte, que mobilizou artistas, investigadores, empreendedores, empresários e mecenas, num debate muito produtivo sobre as novas tendências da criação artística, das indústrias criativas, e do impacto destas novas dinâmicas na produção de conhecimento e de riqueza, no contexto da economia local e nacional. Uma dinâmica apostada na valorização das correntes emergentes da criação artística (arte/ ciência/tecnologia/natureza) antecipando, o dinamismo das sinergias criativas em torno da “Casa do Conhecimento”, da “Casa das Artes” e da experiência acumulada pela incubadora de empresas de base tecnológica do IEMINHO- Instituto Empresarial do Minho. Convergência de vontades e interesses, numa espécie de “triângulo virtuoso” de promoção da criatividade e do empreendedorismo, no contexto das mudanças e dos desafios, que se anunciam no panorama artístico nacional e internacional, que continuará a apostar na parceria fundacional com a Biblioteca Municipal, a D’arte – Associação de Artistas de Vila Verde e com o Instituto Português do Desporto e da Juventude, na observância do convénio de cooperação firmado entre os municípios de Vila Verde e de Vila Nova de Cerveira, através da Fundação da Bienal de Cerveira, em Julho de 2009. Um percurso longo e um investimento do Município, a que se juntaram os patrocinadores, o Banco BPI e mais recentemente a empresa DIVIMINHO S.A., cujo apoio se tem assumido como uma garantia, fundamental, do seu financiamento. Mecenato acrescentado ao apoio institucional das principais fundações do país, e de estabelecimentos de ensino superior como a Universidade do Minho, o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e a Árvore – Cooperativa de Ensino Artístico, e outras escolas de arte. Em nota final podemos afirmar, que a dinâmica criada em torno da Bienal Internacional de Arte Jovem é um exemplo vivo, de que a política cultural do Município é, claramente, um fator de diferenciação e sustentabilidade do seu modelo de desenvolvimento para Vila Verde. Um modelo que se tem afirmado na vontade firme de preservar o património imaterial e a valorização da tradição, apostando na criatividade e na inovação, como estratégia de capacitação do território do Concelho. O Presidente da PROVIVER EEM

Manuel Dias de Barros

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«Ser-se de hoje é difícil…» É necessário, é urgente, vivermos plenamente o nosso tempo, como homens e como artistas, para sermos verdadeiramente do nosso tempo. Todo o artista que se queira realizar tem que estar enquadrado na vida do seu tempo. Aquele que se mantêm fora da luta pela vida nunca se poderá realizar. Necessariamente, para a felicidade dos homens quer sejam pintores, quer o não sejam, a pintura deverá vir a entregar-se no verdadeiro espirito da nossa época. SER-SE DE HOJE É DIFICIL! Aragon dirigiu-se aos artista plásticos…«Apelo que para vós contentes e descontentes que amais a vida e que sabeis o que é a luz, peço-vos que vireis os vossos olhos plenos de prismas e os vossos corações de poetas para a realidade triunfante, para o real, carne e substância da arte que vai nascer.»… Não confundir o real de Aragon com a cópia da realidade. «A Arte que vai nascer» é a arte dos nossos dias…a arte mais sentida do que compreendida, a «Arte encontro» na medida em que a mensagem do artista encontra em nós alguma repercussão. Sabemos que a sensibilidade artística pode nascer, evoluir, apurar-se, refinar-se exatamente como qualquer outro sentimento humano. Porque é que a maioria das pessoas que vêem uma obra de arte são acometidas de uma preguiça mental que as coloca logo em desvantagem para ultrapassar a série de barreiras entre elas e o acontecimento artístico? A obra de arte é por sua vez o nosso encontro com o artista, com o seu mundo todo particular. Pelo seu trabalho, podemos ver a sua sensibilidade e seus dramas, qual a mensagem que nos quis dar. Através desta «janela aberta» talvez possamos até ver a sua alma…Não é preciso ser-se inteligente para compreender a arte dos nossos dias, o que é preciso é ter-se um coração…«um coração novo» pois toda a obra de arte se coloca ao nível da nossa sensibilidade. O tempo da pintura cubista, futurista, expressionista, super realista, enfim, a época de toda essa batalha extraordinária acabou. Hoje, graças a uma noção de verdadeiros e atuais valores de humanidade culta, a arte encaminha-se para a sua forma clara e compreensível. O verdadeiro artista foi e será um humanista. Esperamos ver ainda a pintura afastar-se da sua escravidão de conceito limite de liberdade absoluta. Esperamos que todos os pintores se compenetrem do desejo ardente de serem homens livres e não homens escravos da sua condição de artista. O artista moderno é pela primeira vez homem e tem consciência que a arte é um mundo em si. Aragon formulou ainda um pedido: «desmitifiquem a vossa consciência, libertem-se das limitações de classe que entravam o vosso espirito, tenham a coragem de não ter medo da verdade da vida». A era da pintura de cavalete tecnicamente perfeitíssima morreu às necessidades de expressão plástica – mais vincadamente do nosso tempo. Esta libertação progressiva vai resultar na arte dos nossos dias, isto é, uma forma de arte totalmente independente da natureza e das suas figuras. É claro, à opinião pública, passa despercebida de toda esta grande revolução pictural dos últimos anos. Se a ciência põe ao alcance dos artistas novos meios técnicos, por que não utilizá-los? Não sentirão os artistas do nosso tempo, que se desenvolve também na Arte - «um coração novo»? O artista moderno descobriu o valor e a importância das tintas plásticas, das novas descobertas e dos novos materiais, capazes de resistir ao tempo. O pintor moderno deve sair para a rua, ser humano, monumental, colocar-se ao serviço da humanidade que trabalha e constrói. «Que fazem os pintores (portugueses) para que a pintura se coloque nos pontos estratégicos das grandes cidades acessíveis ás grandes massas dinâmicas dos tempos modernos»? Nós é que temos de ir ao encontro do público e não este ao nosso. Se a obra de arte nos traz qualquer mensagem do artista, e que possa encontrar em nós alguma repercussão, então essa obra deve ser vista por um maior número de pessoas possível. A comunicação entre o artista e o público é uma «relação humana» e o «encontro» entre o nosso mundo e o do artista, deve-se fazer com uma expressão emocional, complexa mas dinâmica. Nós podemos viver mais intensamente o nosso conflito quanto mais o humanizarmos e comunicarmos ao nosso semelhante, por isso a «pintura é arte por excelência da sociedade do futuro». Mestre Mário Silva

Comissário da 7ª Bienal

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Desde que participei em 2009 na 6ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, na qualidade de artista convidado, que o meu envolvimento na organização deste evento tem vindo a aumentar. O sincero empenho e ambição da organização – Proviver EEM e Câmara Municipal de Vila Verde – foram em grande medida responsáveis por este meu crescente interesse numa futura Bienal de referência, que assentaria no aprofundamento do entendimento das virtudes criativas nas diversas atividades do concelho. Seria este o alicerce na relação entre arte, tecnologia, economia, ambiente e política, visando o despertar de jovens talentos, conscientes da necessidade de um novo paradigma. A arte, também vista como um exercício de síntese, seria útil no incremento desta interdisciplinaridade necessária numa sociedade fragmentada e fragilizada pela especialização, identificando uma raiz cultural e ambiental que, naturalmente, se afirmaria sem necessidade de uma competitividade agressiva e desigual. Do ponto de vista de um artista, uma região de toponímia Verde onde desagua um rio Homem, originário da mais antiga zona protegida de Portugal e também reserva mundial da biosfera (Peneda/Gerês), constituiria a alegoria perfeita a uma atitude e consciência exemplares. Neste contexto privilegiado, a preservação dos recursos naturais e a consciencialização e divulgação de uma identidade cultural, derivariam facilmente nas ansiadas «mais valias» e «atratividades». Esta orientação demonstrativa da utilidade das artes, enquanto pólo unificador dos diferentes saberes ou potenciadora de uma sensibilidade cultural, mantém-se e consta das iniciativas inseridas na programação da «Vila Verde, Vila criativa», assim como no projeto «A Bienal na Escola». De salientar, ainda, o esforço de investimento na futura «Casa do Conhecimento» como infrarestrutura essencial e fórum dedicado à criação de uma responsabilidade intelectual estruturada na validação científica, consubstanciando assim, a pertinência e o significado desta verdadeira obra de arte pública. É neste contexto, já de apreciável entendimento dos conceitos em causa, que se realiza a presente edição da Bienal, onde destaco o aumento significativo de candidaturas tanto nacionais como internacionais, assim como uma crescente qualidade das obras propostas, tornando mais difícil a tarefa do júri na seleção dos artistas em exposição. Na qualidade de artista plástico, deixo uma palavra de agradecimento solidário a todos os participantes, em especial àqueles que não foram selecionados, relembrando-lhes que foram avaliados pelo critério de um júri que, naturalmente, não atesta nenhum julgamento universal. Idealmente, nenhum exercício de criatividade deveria ser excluído, pois são sempre contributos para uma massa crítica necessária à consciência de um futuro desejável. Encorajo-os a persistirem em futuras participações e que não se esmoreça o prazer e a paixão que sentem pela arte. Luís Coquenão

Coordenador Artístico da 7ªBienal

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REGULAMENTO

7ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM DE VILA VERDE


Artigo 1º Âmbito

1. A Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde é uma iniciativa integrada na programação “Vila Verde, Vila Criativa”, promovida pelo Município de Vila Verde, pela PROVIVER EEM e pela Associação D’arte, em colaboração com o Instituto Português do Desporto e da Juventude/Direção Regional do Norte. 2. A Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, doravante designada apenas por Bienal, está aberta à participação de artistas nacionais e estrangeiros, residentes ou não em Portugal, até aos 35 anos de idade a concluir até 31 de Dezembro de 2012.

Artigo 2º Objetivos

a. Promover o desenvolvimento artístico dos jovens; b. Divulgar o trabalho de jovens artistas; c. Promover o contacto da população com várias formas de Arte; d. Formar novos públicos; e. Criar um espaço cultural de excelência, que promova o encontro entre jovens artistas nacionais e internacionais, agentes culturais especializados e públicos potenciais; f. Promover o desenvolvimento cultural do concelho de Vila Verde e da Região.

Artigo 3º Período de Realização

1. A Bienal realiza-se de dois em dois anos. 2. A 7ª edição da Bienal compreende as seguintes fases: a. Inscrição e entrega dos projetos propostos a Concurso - até 10 de Maio de 2012 b. Comunicação da decisão do Júri sobre a admissão ou recusa dos projetos apresentados – até 17 de Maio de 2012; c. Entrega das obras admitidas a concurso – até 4 de Junho de 2012; d. Divulgação dos premiados - até 18 de Junho; e. Exposição dos trabalhos admitidos a Concurso - de 30 de Junho a 14 de Julho (Biblioteca Professor Machado Vilela); f. Cerimónia de Entrega de prémios – 14 de Julho.

Artigo 4º Concurso

1. Os trabalhos propostos a Concurso estão sujeitos ao Júri que os poderá admitir ou recusar. 2. O Concurso e a Exposição da Bienal compreenderão as seguintes modalidades: a. Cerâmica; b. Desenho; c. Escultura, d. Gravura; e. Pintura; f. Técnica mista; g.Tapeçaria; h. Design; i. Fotografia plástica; j. Vídeo; k. Instalação.

Artigo 5º Condições de Participação

1. Cada concorrente poderá apresentar ao Concurso, no máximo, 2 (duas) obras, obrigatoriamente inéditas. 2. Cada concorrente poderá concorrer em mais do que uma modalidade. 3. Serão aceites para Concurso trabalhos coletivos.

Artigo 6º Especificações Técnicas

1. As obras apresentadas a Concurso deverão estar em condições de serem expostas. 2. No caso de a obra exigir tecnologias específicas, esta deverá dispor dos meios necessários à sua realização. 3. No caso de a obra necessitar de alguma proteção, deverá ser utilizado um material inquebrável. 4. A organização não aceitará obras de resistência precária ou enviadas em condições deficientes. 5. As obras a concurso não poderão ultrapassar os 200 cm em qualquer dos lados.

Artigo 7º Designação do Júri

1. Os elementos do Júri serão designados pela organização e divulgados através do site oficial da organização da Bienal (www.proviver.pt/bienal).

Artigo 8º Inscrição e Entrega dos Projetos

1. A inscrição no Concurso da Bienal será efetuada através do envio da Ficha de Inscrição (disponibilizada no site oficial da Bienal), devidamente preenchida e assinada, anexando os seguintes documentos: a. Cópia do Bilhete de Identidade e NIF; b. Sinopse da obra (máximo 500 caracteres); c. Memória descritiva (máximo 500 caracteres); 20


d. Ficha técnica da obra; e. 1 (uma) a 5 (cinco) fotografias a cores de cada obra. A quantidade de fotografias fica ao critério do concorrente, no sentido de assegurar uma melhor leitura da Obra a Concurso. f. Breve curriculum do/a autor/a; g. Declaração de aceitação das condições do presente Regulamento, devidamente assinada e datada. 2. Na descrição dos trabalhos a Concurso é obrigatório descriminar com o maior rigor possível os tipos de materiais utilizados e peso total das mesmas. 3. A Inscrição e Entrega de Projetos deverão ser efetuadas através dos serviços da Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, sita na Praça de Stº António, 4730 Vila Verde. 4. Os projetos serão apreciados pelo Júri, que decidirá se o trabalho é admitido a concurso ou recusado.

Artigo 9º Identificação das Obras

1. As obras a Concurso deverão estar devidamente identificadas no verso e acompanhadas por um exemplar da Ficha de Inscrição, no qual constará o nome, a morada, o telefone e a identificação expressa do nome artístico a figurar no catálogo. 2. No caso de Instalação, a montagem está a cargo do autor, assim como todo o material necessário à sua montagem.

Artigo 10º Entrega das Obras

1. As obras aceites a Concurso, deverão ser entregues ou enviadas por conta e expensas dos concorrentes, para a Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, até às 18h00 do dia 4 de Junho de 2012. 2. No momento da receção das obras, será assinado pela Organização uma cópia da Ficha de Inscrição, que funcionará como recibo, com qual o autor poderá proceder ao levantamento posterior da obra.

Artigo 11º Preço e Venda das Obras

1. Deverá ser atribuído a cada obra, pelo autor, o preço de venda ao público. 2. Da venda das obras, reverterá para a PROVIVER um cativo de 10% sobre o preço de venda ao público da obra.

Artigo 12º Reprodução Fotográfica

1. As obras selecionadas serão fotografadas pela Organização de modo a garantir a qualidade de reprodução. 2. Cada autor receberá um exemplar do catálogo da Bienal.

Artigo 13º Seguro das Obras

1. Os concorrentes deverão contratar por sua conta e responsabilidade o (s) seguro(s) que entendam necessários. 2. A organização da Bienal não se responsabiliza por quaisquer danos causados nas obras, como estragos, perdas, furtos ou deterioração de obras frescas, comprometendo-se, no entanto, a tratar com o maior zelo e cuidado as obras recebidas.

Artigo 14º Prémios

1. Na 7ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde serão atribuídos os seguintes prémios: a. Grande Prémio Bienal Internacional de Arte Jovem, no valor de 5.000,00 Euros; b. Prémio Revelação (até aos 20 anos de idade), no valor de 2.500,00 Euros; c. Menções Honrosas por modalidade. 2. A atribuição dos Prémios da 7ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde será da responsabilidade do Júri designado para o efeito. 3. Os artistas comprometem-se a receber o valor dos prémios, independentemente do valor da obra.

Artigo 15º Obras Premiadas

1. As obras premiadas com o Grande Prémio Bienal Internacional de Arte Jovem e com o Prémio Revelação, tornam-se propriedade da PROVIVER.

Artigo 16º Levantamento das Obras

1. Nenhuma obra exposta poderá ser levantada antes do encerramento da exposição da Bienal. 2. Os autores comprometem-se a retirar as suas obras do local de entrega, até 10 de Agosto de 2012. No caso de as obras não serem levantadas dentro do prazo estabelecido, a Organização reserva-se o direito de lhes dar o destino que entender. Estas passarão a integrar o acervo da Bienal Internacional de Vila Verde.

Artigo 17º Autorização de Reprodução

1. Os autores autorizam a menção dos seus nomes e reprodução fotográfica ou digital das suas obras, nos instrumentos definidos pela Organização da Bienal para promoção e divulgação da iniciativa.

Artigo 18º Disposição Final e Transitória

1. Os casos omissos ou de interpretação duvidosa, serão resolvidos pela Organização da Bienal 21


JÚRI DE PREMIAÇÃO


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HENRIQUE SILVA Artista plástico, foi Diretor Executivo da Cooperativa Árvore, de 1978 a 1996, da Projeto Núcleo de Desenvolvimento Cultural e Diretor da Bienal de Cerveira, de 1995 a 2007, Diretor do Curso Superior de Design da Escola Superior Gallaecia. Foi bolseiro da Fundação Gulbenkian em Paris de 1961 a 1963, licenciou-se pela Universitée de Paris VIII, em 1977 em Artes Plásticas para o Ensino. Diretor Geral e Pedagógico da Escola Profissional de Economia Social em 1989/91 e 1998/2000, participou em seminários e reuniões internacionais em Varsóvia - 1983, Bruxelas - 1986, Creta - 1987, entre outras, sobre políticas de desenvolvimento territorial e cultural. Expõe regularmente desde 1958. Realizou mais de 50 exposições individuais em França, Espanha, Bélgica, Suiça e Portugal e mais de 200 exposições colectivas entre a Europa, América e Japão. É atualmente Diretor do curso ARTES PLÁSTICAS E MULTIMÉDIA, na Escola Superior Gallaecia e membro do Conselho de Fundadores da Fundação Bienal de Cerveira.

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MÁRIO SILVA Nasceu em 1929 – Portugal, Coimbra (Bencanta). Vive e trabalha na sua casa-atelier, em Lavos, Figueira da Foz. Frequentou a Faculdade de Engenharia da Universidade de Coimbra. Co-fundador do Círculo de Artes Plásticas da Associação Académica e interventor, com Reys Santos, no II Colóquio Internacional de Arte, onde conhece René Huyghe. Iniciada há 45 anos, a sua carreira profissional alcançou grande sucesso público, conquistando interesse crítico nacional e internacional. A sua obra estética consagra-se principalmente à pintura, mas alarga-se aos domínios das artes gráficas (monotipia, gravura, serigrafia, ilustração, cartaz), da cerâmica, escultura e arte pública monumental. Desde a década de 60, o seu trabalho percorre inúmeros Salões Institucionais, Bienais, Exposições Coletivas e Individuais (nacionais e internacionais). Possui inúmeros prémios nacionais e internacionais, como a Copa per il miglior Artista d’Avanguardia (Milão-Itália, 74), o Grande Prémio Galliano (Milão, 75), o Prémio Internacional da Paz (Instituto Internacional de Estudos Humanísticos de Roma - Fundação para os Poetas, Escritores, Pintores e Jornalistas, Itália, 83), entre outros. Obras suas figuram em vários Museus de Arte Moderna e Contemporânea (estrangeiro: Rio de Janeiro, S. Paulo, Boston, Anchorage, Amsterdão, Montecatini, Estocolmo; Portugal: Coimbra, Lisboa, Amarante, Castelo Branco, F. da Foz, V. F. de Xira, Viseu, Ovar), Galerias de Arte, Acervos Públicos e Coleções Particulares privadas, dispersas por todo o mundo. A sua obra plástica mereceu já sete Retrospectivas e, como homem de cultura e cidadão notável, foi objeto de homenagens públicas, a antepenúltima promovida pelo Museu da Resistência e Liberdade, (Município de Lisboa, 2001), a última pela C.M. de Vila Verde. É sócio da Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa), Vice-Presidente do Conselho de Direção da ANAP-Associação Nacional dos Artistas Portugueses (Porto) e foi eleito membro do Comité Português para a AIAP-Association Internationale des Arts Plastiques Unesco (Paris). Em 2006, o Município de Coimbra distinguiu-o com a Medalha de Mérito Cultural da Cidade e, em 2007, foi galardoado pelo Governo Português com a Medalha de Mérito Cultural, atribuída e entregue pela Ministra da Cultura. Tendo sido no ano de 2009 agraciado com prémio carreira pela “Biennale Internazionale Dell´Arte Contemporanea” em Florença. Relacionado com inúmeros artistas, homens de letras e cientistas, de múltiplas escolas e movimentos de todo o mundo, tem promovido a divulgação interdisciplinar da arte, em diálogo permanente com as gerações mais jovens.

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LÚIS COQUENÃO, 1953, Lobito (Angola) 1973 / 1975, estuda na E.S.B.A.P - Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. 1976 / 1979, estuda filosofia na FACFIL (Faculdade de Filosofia de Braga). Trabalha com a galeria Mário Sequeira (Braga), desde 1996, com quem participa nas feiras de arte nacionais e internacionais mais importantes, fazendo parte de coleções particulares de Espanha, França, Alemanha, Brasil e Portugal. Exposições individuais: 1989 - Cooperativa Árvore, Porto; 1994 - Museu Nogueira da Silva, Braga; 1997 - Galeria Mário Sequeira, Braga; 1998 - Feirarte 98 (Artista convidado), Braga; 1999 - Galeria Mário Sequeira, Braga; 2001 - Alejandro Sales, Barcelona; 2004 - Galeria Mário Sequeira, Braga; 2009 - Galeria Mário Sequeira, Braga; 6ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde (Artista convidado); 2010 - Galeria Astarté, Madrid; 2012 - Galeria Mário Sequeira, Braga. Vive e trabalha na Vila de Prado.

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MACIEL CARDEIRA, 1978, Braga - Curso de Formação Artística na Sociedade Nacional Belas Artes de Lisboa. - Mestrando Educação Artística ESE Viana Castelo 2011/2012. - Curso D’Arte Cerâmica. - Professor oficina de artes. - C.A.O.- Centro Atividades Ocupacionais para pessoas com deficiência, desde 2004. - Prémio Jovem Revelação D’Arte 99. - Grande Prémio da Bienal Internacional de Arte Jovem 99. - Prémio Aquisição Serigrafia Falé. - 2006, Prémio “Atelier D’Arte 2006” (atelier Maciel Cardeira). - Prémio de Fotografia Associação Humanitária Habitat 2002. - Responsável pela cenografia do Grupo de Teatro X Acto 2003. - Inúmeras exposições individuais e coletivas, nomeadamente: - 1997, Café Viana – Braga; - 1997, Galeria Espaço Real – Braga; - 1998, Arte Jovem Bracarense, Casa dos Crivos – Braga; - 1998, Caixa Geral de Depósitos – Amares; - 1999, I Bienal Internacional de Arte Jovem – Vila Verde; - 2000, Polisarte - Museu do Surrealismo – Famalicão; - 2000, Projecto Baluarte na Fortaleza de Valença; - 2000, Minharte, Pintura – Vieira do Minho; - 2000, Biblioteca Municipal de Oliveira de Frades – Viseu; - 2001, Galeria Residencial Mestre D’Avis – Guimarães; - 2001, Arte do Fogo I, Galeria Municipal – Valença; - 2002, Bienal do Montijo – Montijo; - 2002, Museu Rural de Ponte de Lima (“Ruralidades”) - Ponte de Lima; - 2002, Periferias, Associação Humanitária Habitat, Galeria Museu Nogueira da Silva, Mosteiro de S. Martinho de Tibães, Fnac (Porto), Fnac (Chiado); - 2002, Galeria Dorian – Espanha; - 2003, III Bienal Int. Arte Jovem de Vila Verde; - 2003, Bienal de Nazaré – Nazaré; - 2004, II Concurso Artes da Raya, Monção; - 2004, Ilustrações para o livro “Lenda e Realidade” de Serra Nevada; - 2005, Ilustrações para o livro “No Nosso Mundo Cor-de-Rosa, de Sofia Colmier; - 2005, Ilustrações para o livro “Receptáculo” de José Fernandes da Silva; - 2005, Participação na Exposição “Prémio Bicentenário Andersen”, Póvoa de Lanhoso; - 2005, Escultura/Monumento ao Emigrante, Lage Vila Verde (obra pública); - 2005, Escultura/Monumento de Homenagem ao Escuteiro, Barbudo Vila Verde (obra pública); - 2005, Exposição aberta de Artes Plásticas, Vendas Novas; - 2006, Prémio “Atelier D’Arte 2006” (atelier Maciel Cardeira); - 2007, Exposição Coletiva Escultura de Exterior, Casa das Artes Famalicão; - 2007, Busto Dr.Sinzenando, Albergaria a Velha (obra publica); - 2008, Alto relevo bronze igreja Gafanha da Nazaré; - 2008, Arte na Rota Camilo, coletiva artes plásticas, Centro Estudos Camilianos Famalicão; - 2008, Monumento ao bombeiro, Vila Verde (obra pública); - 2009, Monumento as gentes da terra, Lanhas Vila Verde; - 2009, Mural cerâmico dia de ramos, Lanhas Vila Verde; - 2010, Busto S. Frutuoso Real Braga; - 2011, Monumento a mulher trabalhadora, Opino Espanha; - 2011, Estatuetas “Pela nossa terra”, prémio instituído eurodeputado José M Fernandes; - 2012, Busto padre Constantino Vilela, Lage Vila Verde. REPRESENTADO - Coleção Pública da Biblioteca Professor Machado Vilela; - Coleção Pública da Câmara Municipal de Vila Verde; - Coleção Pública da Câmara Municipal da Póvoa de Lanhoso; - Coleção Pública da Câmara Municipal do Montijo; - Coleção Pública do Centro Cultural Português de Dembury, Nova Iorque – EUA; - Força Aérea Portuguesa - Esquadra 502, Base Aérea do Montijo.

Paralelamente à obra pública escultórica Maciel Cardeira tem desenvolvido um trabalho de pesquisa e intervenção escultórica sustentado no movimento land art tendo neste momento intervenções em Portugal, Espanha, França, Luxemburgo, Suécia, Brasil, Dubai. 28


ALBUQUERQUE MENDES, 1953, Trancoso (Beira Alta) Entre 1970 e 1975, frequentou o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra. Participou na Vanguarda Alternativa Zero em 1977. Em Novembro 2001, realizou no Museu de Arte Contemporânea de Serralves a sua primeira exposição antológica “Confesso”. Tendo efectuado a sua segunda exposição antológica em 2005,”Natureza e Crueldade” no Museu de Arte Contemporânea de Niteroi, Brasil. Vive e trabalha em Leça da Palmeira.

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CLÁUDIO FERREIRA Nasceu em Reims - França em Outubro de 1978. Designer, Professor e Investigador. Para além da docência e da atividade projetual em design gráfico, tem dedicado grande parte da sua atividade profissional à investigação em multimédia e novas formas de comunicação gráfica através de artefactos digitais. Completou o curso de Licenciatura em Design de Comunicação na Universidade de Aveiro em 2003. Ao longo da licenciatura participou em vários projetos de design de comunicação Membro e cofundador do atelier 2 pontos (2001); Comunicação do Grupo de Teatro GRETUA (2002); Comunicação do Ícaro na competição EcoShell Maraton - França (2002). Especializou-se em Multimédia com o Mestrado em Arte Multimédia da Faculdade de Belas Artes do Porto que completou em 2009 com a classificação de Muito Bom por unanimidade. Focou a sua investigação nas questões de usabilidade de interfaces digitais, procurando entender de que forma os valores do Design podem tornar a realidade digital mais humanizada. Continua a focar a sua atenção e a sua investigação nos valores imagéticos que a tecnologia digital oferece. No seu projeto de Doutoramento, que está a concluir no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade da Beira Interior, procura entender quais as características intrínsecas do ciberespaço e de que forma estas podem constituir uma fonte para novas possibilidades de representação e visualização de informação. Dedicado em grande parte à investigação e ao ensino do Design, após a conclusão da licenciatura iniciou a sua carreira de docência nas áreas do Design e Multimédia na Escola Profissional do Alto Lima (2003 - 2006). Em 2006 fez parte da equipa responsável pela abertura do curso de Licenciatura em Design Gráfico do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, tendo sido diretor do mesmo entre os anos de 2006 e 2009. É Professor no Instituto Politécnico do Cávado e do Ave em Barcelos nos cursos de Design Gráfico e Design Industrial desde 2005. Faz parte da equipa responsável pelas conferências anuais “Dia D” promovidas pelo departamento de Design desde 2006. Promove, desde 2005, várias workshops nas áreas da tecnologia digital, do design e da tipografia: CMS - Tecnologia digital como disseminadora de informação local (Arcos de Valdevez - 2006); Escrita com Luz (Radar 2007 - Barcelos); Stencil digital (Radar 2008 Barcelos); Instalação tipográfica (Barcelos 2009); Infografia e desenho de instrução (Barcelos 2011). No âmbito da sua investigação tem estado presente em várias conferências nacionais e internacionais, contando de igual forma com alguns artigos publicados em revistas científicas internacionais a saber: “Defining the Field of Multimedia Infographics”, IADIS International Conference Information Systems 2011, Ávila, Espanha. “Modelos de desenvolvimento para uma infografia multimédia sustentável”, 1º Encontro de Jovens Investigadores das Ciências da Comunicação, Universidade do Minho, 07 de Janeiro de 2011, Braga, Portugal. “Military War Games Edutainment”, SeGAH 2011, IEEE 1st International Conference on Serious Games and Applications for Health, 16 de Novembro de 2011, Braga, Portugal. “A Alma dos Objectos”, Designa 2011 – International Design Conference, Universidade da Beira Interior, 25 a 26 de Novembro de 2011, Covilhã, Portugal. “Rotinas produtivas em Design de informação”, Designa 2011 – International Design Conference, Universidade da Beira Interior, 25 a 26 de Novembro de 2011, Covilhã, Portugal. Convidado a constituir júri em várias iniciativas culturais e artísticas, é pelo terceiro ano consecutivo membro do júri da Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde.

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GONÇALO GONÇALVES, 1988, Lisboa 2009, Março a Maio, Workshop “Documentação de Teatro em Vídeo” pela Associação Cultural Elemento Indesejado, produção de vídeo, pós-produção de vídeo. 2009/2010, Ao abrigo do programa Eramus, estudante nas turmas de Robert Lucander e Lothar Baumgarten, Universität der Kunst Berlin. 2011, Licenciatura de Pintura na Faculdade das Belas-Artes, Universidade de Lisboa. 2011, Fevereiro a Presente, Formação Web Creation (html, css, javascript, PHP, MySQL, Photoshop, Flash) pelo centro de formação Formabase.

EXPOSIÇÕES COLETIVAS 2009, “Bienal Internacional Arte Jovem”, Câmara Municipal de VilaVerde, Vila Verde, PT; 2010, “Gnadenlos”, The Forgotten Bar, Berlin, DE; 2010, “Remix 5”, The Forgotten Bar, Berlin, DE; 2010, “Umzetsen”, Freies Museum, Berlin, DE; 2011, “XXIV Salão de Primavera”, Galeria de Arte do Casino Estoril, Estoril, PT;

SELEÇÕES/PRÉMIOS 2009, Grande Prémio “Bienal Internacional Arte Jovem”, Câmara Municipal de Vila Verde; 2011, Menção Honrosa, “XXIV Salão de Primavera”, Galeria de Arte do Casino do Estoril; 2011, BES Revelação - BES / Fundação Serralves em colaboração com De Almeida e Silva e Giestas.

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ATA DO JÚRI DE PREMIAÇÃO


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-----Aos treze dias do mês de Junho de dois mil e doze, reuniu, às nove horas e trinta, no edifício da Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, o Júri de premiação das obras a concurso, constituído pelos seguintes elementos: Pintor Henrique Silva e Presidente do Júri, Pintor Luís Coquenão, Coordenador Artístico da Bienal, Mestre Mário Silva, Pintor Albuquerque Mendes, Artista Plástico Maciel Cardeira, Professor Cláudio Ferreira e Pintor Gonçalo Gonçalves.-------------------------------------------------------------------------------------------------Esta reunião teve como finalidade premiar as obras a concurso, das cinquenta e seis obras apresentadas que integrarão a exposição a decorrer no período de trinta de junho a catorze de julho de dois mil e doze. Foram atribuídos os seguintes prémios: Grande Prémio Bienal Internacional de Arte Jovem, Prémio Revelação, até aos vinte anos de idade e ainda seis Menções honrosas.---------------------------------------------------------------------------------Após ter observado os trabalhos selecionados, o júri deliberou atribuir os prémios às seguintes obras: Grande Prémio Bienal Internacional de Arte Jovem: “Insomnia”; Prémio Revelação: “Untitled”.-----------------------------------------------------------------------------------------------Atribuíram-se as seguintes Menções Honrosas: “Menina dos lábios pintados a brincar com bibelôs”; “02-03-11,[12:17;12:36]”; “Lampligt”; “Silence!”;” Grade Anti-Motim”; “Vibraciones Magmáticas”.----------------------------------------------------------------------------------------Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a sessão, da qual se lavrou a presente Ata que, depois de lida e aprovada, vai ser assinada pelos membros do Júri.----------------------

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ARTISTAS SELECIONADOS


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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PRADO AGRUPAMENTO DO PICO DE REGALADOS - MONSENHOR ELÍSIO ARAÚJO ALEX DAVICO ALEXANDRA CABRAL DE ANDRADE TEIXEIRA ANA ALMEIDA PINTO ANA FILIPA VIEIRA MONTEIRO CATARINA ALEXANDRA COSTA CUBELO MORAIS CATARINA MARIANA RODRIGUES MIRAGAIA CATARINA VIEIRA PEREIRA CRISTINA CLÁUDIA DA CUNHA OLIVEIRA/JORGE MANUEL GOMES ARAÚJO DAVID CRESPO VARELA DIOGO CARVALHO PINTO EDUARDA MANUELA DA CUNHA NOVO ENRIQUE ORTIZ CEBALLOS ESCOLA PROFISSIONAL AMAR TERRA VERDE FÁTIMA RITA PINTO DOS SANTOS MOURA FILIPE MANUEL CORTEZ DE ANDRADE FRANCISCO JOSÉ LACERDA DINIZ GUSTAVO MARQUES BAÍA HELDER DANIEL FERNANDES LOPES HORÁCIO JOSÉ DA CUNHA FRUTUOSO HUGO EMANUEL MOREIRA FLORES HUGO JORGE AFONSO PAIVA MACIEL ISABEL ALEXANDRA GONÇALVES COUTO DE ALMEIDA TRABULO JAVIER FERNÁNDEZ PÁIZ JÉRÉMY GOMES DE CARVALHO JOANA MARIA BRAVO DA SILVA PINTO JOÃO MIGUEL DA SILVA ALMEIDA DE ABREU FERNANDES JORGE MANUEL GOMES ARAÚJO JORGE MIGUEL DA SILVA LOURENÇO JOSÉ PAULO GARRIDO JULIANA MARIA MONTEIRO RIBEIRO LARA FILIPA VASCO ROSEIRO LEONEL GIL VIEIRA COELHO MARIA DO CARMO SOARES POTE PERRY DE AZEREDO MARIANA MARQUES OLIM MAROTE NATACHA MARIA GASPAR SIMÕES NURIA RODRIGUES FIGUEIREDO PATRÍCIA JOSÉ MACHADO OLIVEIRA PEDRO MIGUEL FERREIRA MACHADO PILAR LÓPEZ BÁEZ RAFAEL SANCHEZ-CARRALERO CARABIAS SARA MARGARIDA FIGUEIREDO ALMIRO SÍLVIA MARIA BARROS ABREU SYLVIE ALVES CASTRO TOMÁS ALMEIDA E SILVA MARTINS ALVES VANESSA SOFIA GONÇALVES NAMORA CAEIRO VERA LÚCIA DA SILVA MOTA VITOR MANUEL REIS PINTO DA SILVA 39


CATÁLOGO DE ARTISTAS SELECIONADOS

7ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM DE VILA VERDE


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PRADO [6ª ANO, TURMA D e C] “PINTAROLAS” E “1/2 PESSOA ½ CÃO”, A BIENAL NA ESCOLA, técnica mista 56x84 cm / 56x70 cm

AGRUPAMENTO DO PICO DE REGALADOS - MONSENHOR ELÍSIO ARAÚJO [CURSO CEF - FOTOGRAFIA] “CÃO TRASTE”, A BIENAL NA ESCOLA, instalação 180x180x120 cm

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ALEX DAVICO RITMO, pintura 120x120 cm

ALEXANDRA CABRAL DE ANDRADE TEIXEIRA [ALEXANDRA CABRAL] CALÇADA-MAR, TAMANHO 36 PARA SENHORA (2012), escultura (painel 60x30 cm / escultura 36x38x32 cm)

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ANA ALMEIDA PINTO [ANA ALMEIDA PINTO] TRAVESSIA, instalação/vídeo 200x200x200 cm

ANA FILIPA VIEIRA MONTEIRO [ANA MONTEIRO] DESPERDÍCIO 3, desenho 35x43 cm

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CATARINA ALEXANDRA COSTA CUBELO MORAIS [CATARINA CUBELO] “REPRODUÇÃO VEGETATIVA IN VITRO”, gravura 106x186 cm

CATARINA MARIANA RODRIGUES MIRAGAIA [MIRAGAIA] ADÃO E IVO, pintura a óleo 175x150 cm

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CATARINA VIEIRA PEREIRA [VIEIRA PEREIRA] 2660+0662, fotografia plástica 90x60 cm

CRISTINA CLÁUDIA DA CUNHA OLIVEIRA / JORGE MANUEL GOMES ARAÚJO [RUSGA] MESA NAPRON, design 200x76x100 cm

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DAVID CRESPO VARELA [DAVID CRESPO] ÁNIMO, vídeo arte 1 min. e 57 seg.

DIOGO CARVALHO PINTO [DIOGO PINTO] UNTITLED, pintura 40x30 cm PRÉMIO JOVEM REVELAÇÃO

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EDUARDA MANUELA DA CUNHA NOVO [EDUARDA NOVO] S/ TรTULO, pintura (รณleo s/tela) 120x100 cm

ENRIQUE ORTIZ CEBALLOS PELEA DE GALOS, pintura 65x54 cm

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ESCOLA PROFISSIONAL AMAR TERRA VERDE [CURSO TÉCNICO DE DESENHO DIGITAL 3D] “DIGIDOG”, A BIENAL NA ESCOLA, vídeo 12 seg.

FÁTIMA RITA PINTO DOS SANTOS MOURA [RITA MOURA] “MENINA DE LÁBIOS PINTADOS A BRINCAR COM BIBELÔS”, pintura 120x100 cm MENÇÃO HONROSA

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FILIPE MANUEL CORTEZ DE ANDRADE [FILIPE CORTEZ] CRUXIFIXUS I, pintura 150x100x8 cm

FRANCISCO JOSÉ LACERDA DINIZ [FRANCISCO DINIZ] PONTOS NEGROS, escultura 180x100 cm

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GUSTAVO MARQUES BAÍA [GUSTAVO BAÍA] ONRYÕ, vídeo 5 a 6 min.

HELDER DANIEL FERNANDES LOPES [HELDER LOPES] “GERAÇÃO PERPÉTUA”, vídeo - curta metragem 3 min. e 18 seg.

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HORÁCIO JOSÉ DA CUNHA FRUTUOSO [HORÁCIO FRUTUOSO] “TAKE CARE OF ME”, pintura 35x185 cm

HUGO EMANUEL MOREIRA FLORES [HUGO FLORES] “2007/2012”, instalação 44,5x34x40 cm / 21x14,5x1,8 cm

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HUGO JORGE AFONSO PAIVA MACIEL [HUGO MACIEL] VIL HISTÓRIA DA INTERSEÇÃO I, escultura 80x30x25 cm

ISABEL ALEXANDRA GONÇALVES C. A. TRABULO [ISABEL TRABULO] “NO LIMIAR”, pintura 170x60 cm

ISABEL ALEXANDRA GONÇALVES C. A. TRABULO [ISABEL TRABULO] “NO LIMIAR”, pintura 170x60 cm

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JÁVIER FERNÁNDEZ PÁIZ [JÁVIER F. PÁIZ] BLACK HOLES IN THE SKY, desenho 190x190 cm

JÉRÉMY GOMES DE CARVALHO [JÉRÉMY PAJEANC] GRADE ANTI-MOTIM, instalação 150x150x100 cm MENÇÃO HONROSA

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JOANA MARIA BRAVO DA SILVA PINTO [JOANA BRAVO] INTERIOR, fotografia plástica 30,5x30,5 + 30,5x30,5 cm (díptico)

JOÃO MIGUEL DA SILVA ALMEIDA DE ABREU FERNANDES [JOÃO ABREU] “SILENCE!”, escultura 130x130 cm MENÇÃO HONROSA

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JOÃO MIGUEL DA SILVA ALMEIDA DE ABREU FERNANDES [JOÃO ABREU] NATUREZAS MORTAS, gravura 25x23 cm (cada peça) x 8 gravuras

JORGE MANUEL GOMES ARAÚJO [JORGE ARÁUJO] “SÓ SE VÊ COM O CORAÇÃO. O ESSENCIAL É INVISÍVEL AOS OLHOS”, escultura 150x105x60 cm

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JORGE MIGUEL DA SILVA LOURENÇO [JORGE LOURENÇO] SÓ EXISTE UM, escultura 110x60x200 cm

JOSÉ PAULO GARRIDO [PAULO GARRIDO] “QUERES FALAR?”, fotografia plástica 200x120 cm

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JULIANA MARIA MONTEIRO RIBEIRO [JULIANA RIBEIRO] SASHA, pintura 70x100 cm

LARA FILIPA VASCO ROSEIRO [LARA ROSEIRO] “FAZER CHORAR AS PEDRAS DA CALÇADA”, instalação 200x37x5 cm

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LEONEL GIL VIEIRA COELHO [LEONEL VIEIRA COELHO] INSOMNIA, instalação 120x200 cm GRANDE PRÉMIO BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM

MARIA DO CARMO SOARES POTE PERRY DE AZEREDO [MARIA OSUL] SPECS, instalação 280x130 cm

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MARIANA MARQUES OLIM MAROTE [MARIANA MAROTE] 02-03-11, [12:17;12:36], fotografia plástica 100x25 cm MENÇÃO HONROSA

MARIANA MARQUES OLIM MAROTE [MARIANA MAROTE] 02-03-11, [12:44,13:05], fotografia plástica 100x25 cm

NATACHA MARIA GASPAR SIMÕES [NATACHA SIMÕES] BUT (BATH), escultura 54x157x64 cm

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NATACHA MARIA GASPAR SIMÕES [NATACHA SIMÕES] LAMPLIGHT, escultura 250x30 cm MENÇÃO HONROSA

NURIA RODRIGUES FIGUEIREDO [NURIA FIGUEIREDO] ANTES DE QUE OCURRA, pintura 195x162 cm

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PATRICIA JOSÉ MACHADO OLIVEIRA [PATRÍCIA OLIVEIRA] PÁTHOS, fotografia 50x70 cm

PATRICÍA JOSÉ MACHADO OLIVEIRA [PATRÍCIA OLIVEIRA] RUTURA DE UM SISTEMA, instalação 200x200x200 cm

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PEDRO MIGUEL FERREIRA MACHADO [PEDRO MACHADO] DESPEDIDA E REENCONTRO, fotografia plástica 50x70 cm

PILAR LÓPEZ BÁEZ [PILAR LÓPEZ BÁEZ] ANTROPOLOGIA DE LA FAMILIA I, pintura 140x120 cm

PILAR LÓPEZ BÁEZ [PILAR LÓPEZ BÁEZ] ANTROPOLOGIA DE LA FAMILIA II, pintura 183x80 cm

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RAFAEL SANCHEZ-CARRALERO CARABIAS [RAFAEL CARRALEO CARABIAS] VIBRACIONES MAGMÁTICAS, pintura 200x200 cm MENÇÃO HONROSA

SARA MARGARIDA FIGUEIREDO ALMIRO [SARA ALMIRO] ANUNCIAÇÃO, fotografia plástica 110x110 cm

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SÍLVIA MARIA BARROS ABREU [WORKAHOLIC ANT] “VAIS TER VIDA?”, técnica mista 40x6O cm

SYLVIE ALVES CASTRO [SYLVIE CASTRO] CHAISE-ARTE, design 195X75 cm

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TOMÁS ALMEIDA E SILVA MARTINS ALVES [TOMÁS ALVES] LUTA INTEGRADA, vídeo 2 min. e 11 seg.

VANESSA SOFIA GONÇALVES NAMORA CAEIRO [NAMORA CAEIRO] ENJOO DE DA VINCI, pintura 200x110 cm + 52x35 cm

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VERA LÚCIA DA SILVA MOTA [VERA MOTA] TRANSPARÊNCIAS, pintura 124x144 cm

VITOR MANUEL REIS PINTO DA SILVA [REIS VALDREZ] RIDICULE, escultura dimensões variáveis

VITOR MANUEL REIS PINTO DA SILVA [REIS VALDREZ] APPAREL, técnica mista 23x16 cm

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PATROCINADORES PRINCIPAIS


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Conta Ordenado BPI

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FRANÇA

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CABO VERDE

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PORTUGAL

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DIVIMINHO S.A. A 7ª BIENAL INTERNACIONAL DE ARTE JOVEM DE VILA VERDE tem como principais objetivos a promoção do desenvolvimento artístico dos jovens, a divulgação do trabalho de jovens artistas, nacionais e internacionais, a promoção do contacto da população com várias formas de Arte e do desenvolvimento cultural do concelho de Vila Verde e da Região. A DIVIMINHO tem um compromisso com a Região e com a comunidade onde se insere! Não podia pois a DIVIMINHO deixar de se associar a um Evento de tão grande relevo no panorama nacional, com a participação direta e o prestígio de artistas consagrados, realizado na sua Região. É pois, com grande orgulho que nos associamos a esta iniciativa que visa promover a arte e a cultura, contribuindo igualmente para a projeção do concelho de Vila Verde, do Minho e do País. BREVE HISTÓRIA DA EMPRESA Desde a sua criação em 1997, a Diviminho, que iniciou a sua atividade com os tetos e divisórias de gesso cartonado, a partir do Minho (local e atividade que deu origem ao seu nome) fruto da qualidade, rigor e respeito pelos Clientes que sempre dedicou aos seus trabalhos, teve um crescimento exponencial que tornaram a região e o país “demasiado pequenos” para a sua ambição. Para além do reforço da atividade inicial foi igualmente necessário diversificar as áreas de atuação e leque de serviços prestados e, neste momento, a empresa realiza trabalhos de aplicação de revestimentos acústicos, tendo vindo a desenvolver a excelência nesta área através da utilização de técnicas e materiais avançados e, nos últimos anos, alargou e diversificou ainda mais a sua atividade, estando perfeitamente habilitada na aplicação de pavimentos, desde autonivelantes, flutuantes, linóleos, vinílicos, borrachas, cortiças, alcatifas, pisos técnicos, deck, soalhos, pavimentos desportivos, incluindo relva sintética, entre outros. O alargamento da oferta para garantir uma ainda maior complementaridade de serviços levou à expansão para outras atividades, na área da construção civil e industrial, através da criação de outras empresas associadas ou participadas, agregadas num Holding, criada em finais de 2008, designada por Diviminho SGPS que agrega as Participações Sociais nessas várias empresas. ONDE ESTAMOS A internacionalização, vista como uma parte importante da estratégia de consolidação, é um desafio que a Diviminho tem ganho no dia-a-dia, fruto de um forte espírito empreendedor e do esforço de todos os seus colaboradores. Para além do mercado português, onde está fortemente implantada, a Diviminho está presente em países como Espanha, França, Suíça, Angola, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, Tunísia, Moçambique, Argélia e Brasil.

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CONTACTOS DOS ARTISTAS SELECIONADOS


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE PRADO RUA DR. LIMA CRUZ, S/Nº - 4730-460 VILA DE PRADO

AGRUPAMENTO DO PICO DE REGALADOS - MONSENHOR ELÍSIO ARAÚJO EB 2,3 DO PICO DE REGALADOS - APART.105 - 4731-909 PICO DE REGALADOS

ALEX DAVICO RUA LUÍS ANTÓNIO VERNEY, Nº 29 - 4715-203 BRAGA

ALEXANDRA CABRAL DE ANDRADE TEIXEIRA CALÇADA DO TOJAL, Nº 8-4º DTO - 1500-549 LISBOA

ANA ALMEIDA PINTO RUA DAS OLIVEIRINHAS, Nº 66 - 4000-367 PORTO

ANA FILIPA VIEIRA MONTEIRO RUA DA CRUZ VERMELHA, Nº10, NOGUEIRA - 4715-176 BRAGA

CATARINA ALEXANDRA COSTA CUBELO MORAIS RUA DOUTOR MOREIRA PINTO, Nº 22 - 4740-371 FÃO

CATARINA MARIANA RODRIGUES MIRAGAIA BAIRRO DA LUZ, LUGAR DO MARGIO, LOTE 11 - 1º ESQº - 6300-582 GUARDA

CATARINA VIEIRA PEREIRA RUA MANUEL PINHEIRO CHAGAS, Nº 11 - AVENAL - 2500-233 CALDAS DA RAINHA

CRISTINA CLÁUDIA DA CUNHA OLIVEIRA/JORGE MANUEL GOMES ARAÚJO RUA DA PRESA, Nº 68 - PALMEIRA - 4700-710 BRAGA

DAVID CRESPO VARELA C/LA RAYA 20-22 -2º N - TROBAJO DEL CAMINO - 24010 LÉON

DIOGO CARVALHO PINTO AVENIDA DAS TULIPAS, Nº 41 - 8º ESQ. - MIRAFLORES - 1495-161 ALGÉS

EDUARDA MANUELA DA CUNHA NOVO RUA DO GIESTAL, Nº 163 - 4905-661 VILA DE PUNHE

ENRIQUE ORTIZ CEBALLOS C/ HERNÁN CORTÉS - 45º - 4º IZQ B SANTANDER (CANTRABIA) - 39003 ESPANHA

ESCOLA PROFISSIONAL AMAR TERRA VERDE PRAÇA DAS COMUNIDADES GEMINADAS, 1 - APART. 40 - 4731-909 VILA VERDE

FÁTIMA RITA PINTO DOS SANTOS MOURA RUA D. AFONSO HENRIQUES, Nº 4438 - 1º DT. - 4445-641 ERMESINDE

FILIPE MANUEL CORTEZ DE ANDRADE RUA JOSÉ JOAQUIM GOMES DA SILVA, Nº 35 - 2 DT. - 4450-171 MATOSINHOS

FRANCISCO JOSÉ LACERDA DINIZ BAIRRO SR.ª DA GLÓRIA, RUA DOS TRABALHADORES, PÁTEO MANUEL JOSÉ Nº 1 - 7000-294 ÉVORA

GUSTAVO MARQUES BAÍA RUA DA ALDEIA NOVA, Nº 225 - 4420-020 GONDOMAR

HELDER DANIEL FERNANDES LOPES AVENIDA GENERAL HUMBERTO DELGADO, Nº 631 - 1º DTº - 4730-719 VILA VERDE

HORÁCIO JOSÉ DA CUNHA FRUTUOSO PRACETA IRMÃ MARIA CAMPOS, Nº 256 - 1º DTº - 4490-445 PÓVOA DE VARZIM

HUGO EMANUEL MOREIRA FLORES AV. PADRE MOREIRA DAS NEVES LOT 10, 2º DRT. FRT. - 4580-163 PAREDES

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HUGO JORGE AFONSO PAIVA MACIEL RUA CIDADE DO PORTO, Nº 352 B - 2975-225 SESIMBRA

ISABEL ALEXANDRA GONÇALVES COUTO DE ALMEIDA TRABULO RUA FERNANDES TOMÁS, Nº633, 4º ESQ. - 4000-217 PORTO

JAVIER FERNÁNDEZ PÁIZ C/JOSÉ MARIA AGUIRRE 1, 2E-TRAPAGARAM, VIZCAYA - 48510-VIZCAYA

JÉRÉMY GOMES DE CARVALHO RUA FRANÇA BORGES, Nº 264 - 4465-635 LEÇA DO BALIO

JOANA MARIA BRAVO DA SILVA PINTO RUA DR. PAULO MARCELINO, Nº 86 - 4400-131 VILA NOVA DE GAIA

JOÃO MIGUEL DA SILVA ALMEIDA DE ABREU FERNANDES RUA DA CHAIMITE Nº156, 1º ANDAR - 4405-850 VILA NOVA DE GAIA

JORGE MANUEL GOMES ARAÚJO RUA DO CRUZEIRO, Nº 61 - 4705-716 AVELEDA

JORGE MIGUEL DA SILVA LOURENÇO RUA DO PINHAL, Nº132 - 4570-310 PÓVOA DE VARZIM

JOSÉ PAULO GARRIDO RUA DE S. MAMEDE, Nº101 - 4435-439 RIO TINTO

JULIANA MARIA MONTEIRO RIBEIRO TRAVESSA MARIA LUÍSA ALMEIDA MATOS, Nº 34 - 3º FRENTE - 4440-751 VALONGO

LARA FILIPA VASCO ROSEIRO RUA 9 DE ABRIL, Nº 32 - 2925-578 AZEITÃO

LEONEL GIL VIEIRA COELHO RUA DA ESTRADA NACIONAL, Nº 2025 - 4750-888 BARCELOS

MARIA DO CARMO SOARES POTE PERRY DE AZEREDO RUA SÁ DA BANDEIRA, Nº405, 3º ESQ. - 4000-435 PORTO

MARIANA MARQUES OLIM MAROTE RUA LUÍS DE FREITAS BRANCO, LOTE 1 - 5º B - 1600-488 LISBOA

NATACHA MARIA GASPAR SIMÕES RUA DO BARRACÃO, Nº 456 - 2420-195 COLMEIAS

NURIA RODRIGUES FIGUEIREDO GUILHAREI-SOUTO Nº 5 TUI - 36720-PONTEVEDRA

PATRÍCIA JOSÉ MACHADO OLIVEIRA RUA DUQUE DA TERCEIRA, Nº403, 4º ANDAR, ESQ. - 4000 PORTO

PEDRO MIGUEL FERREIRA MACHADO TRAV. DE VILA NOVA, Nº 3, Nº 47 - 4595-140 FRAZÃO

PILAR LÓPEZ BÁEZ ARANJUEZ - 28300 MADRID

RAFAEL SANCHEZ-CARRALERO CARABIAS CALLE BELLUS, Nº 2, PUERTA 6, VALENCIA ESPAÑA - 46010

SARA MARGARIDA FIGUEIREDO ALMIRO RUA REBELO DA SILVA, Nº 2 - 5º A - 1000-255 LISBOA

SILVIA MARIA BARROS ABREU RUA ANTÓNIO F. FEIRA GOMES, Nº 180- 4º ESQ. FRENTE - 4705-157 BRAGA

SYLVIE ALVES CASTRO RUA DO PAÇO Nº 1 - 4720-423 AMARES

TOMÁS ALMEIDA E SILVA MARTINS ALVES ESTRADA DA BOA VISTA - STO. ISIDRO - 2640-064 MAFRA

VANESSA SOFIA GONÇALVES NAMORA CAEIRO BELO DA LAPA, Nº 68, 4º ANDAR - 1100-301 LISBOA

VERA LÚCIA DA SILVA MOTA LUGAR DA IGREJA, Nº 72 - 4730-390 PICO DE REGALADOS

VITOR MANUEL REIS PINTO DA SILVA RUA JOÃO DAS REGRAS, Nº55, 3º ANDAR - 4000-292 PORTO

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7ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde -2012  
7ª Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde -2012  
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