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Vivemos um tempo em que a educação é chamada a responder a desafios que ultrapassam a sala de aula e se afirmam como prioridades das políticas públicas. A educação ambiental assume, neste contexto, um papel estratégico, ao promover uma cidadania informada, responsável e comprometida com o desenvolvimento sustentável. As alterações climáticas, a proteção da biodiversidade e a valorização do território colocam-nos perante uma responsabilidade coletiva que exige respostas integradas. Neste percurso, as políticas públicas locais desempenham um papel determinante, uma vez que é no quotidiano das comunidades que a sustentabilidade se concretiza, se aprende e se transforma em prática.
Em Valongo, a educação ambiental tem sido assumida como um eixo estruturante da ação educativa e cívica. Mais do que iniciativas pontuais, trata-se de uma visão que reconhece crianças e jovens como cidadãos ativos, capazes de compreender os desafios do seu tempo, cuidar do território que habitam e participar na construção de soluções mais justas e sustentáveis.
A associação do Município de Valongo às comemorações do Dia Internacional da Educação Ambiental, no passado dia 26 de janeiro, é expressão dessa visão. As atividades de sensibilização desenvolvidas junto da comunidade educativa reforçam a importância de uma aprendizagem baseada na experiência, no contacto com a natureza e na reflexão crítica sobre os modos de vida contemporâneos. Hortas pedagógicas, projetos de biodiversidade, percursos ambientais e ações de economia circular são exemplos de como o território pode tornar-se uma verdadeira sala de aula alargada. Com o mesmo propósito, o apoio que temos vindo a dar à participação das escolas no Programa Eco-Escolas reforça a aposta clara na educação para a sustentabilidade. Ao envolver escolas, docentes, estudantes e famílias, este programa promove uma abordagem integrada a temas fundamentais como a água, a energia, os resíduos, a ação climática e a proteção dos ecossistemas. Mais do que trabalhar conteúdos, fomenta atitudes, hábitos e responsabilidades que se prolongam muito para além do percurso escolar.
Educar para o ambiente é, também, educar para a cidadania. Significa criar condições para que as crianças possam usufruir do espaço público e entender o seu valor. Por isso, uma rede de parcerias entre autarquia, escolas, associações e organizações da sociedade civil reforçam esta dimensão democrática da educação ambiental, em consonância com os princípios da Carta das Cidades Educadoras, que reconhecem a sustentabilidade como um compromisso com a dignidade da vida humana e com os limites do planeta. E num mundo marcado por desafios globais, as respostas locais ganham um significado acrescido. Cada ação desenvolvida nas escolas, cada projeto ambiental no território, cada investimento em eficiência energética ou em espaços verdes contribui para a construção de comunidades mais resilientes, inclusivas e conscientes. É neste cruzamento entre o local e o global que a educação ambiental revela todo o seu potencial transformador.
Este trabalho coletivo, contínuo e participado reflete uma convicção clara: investir em educação ambiental é investir no futuro comum. Um futuro que se constrói hoje, com políticas que educam, comunidades que se envolvem e crianças que aprendem a cuidar do mundo que lhes pertence.
+ Educação – Jornal da Educação de Valongo
Suplemento distribuído com a edição 134 do Jornal Novo Regional 26 de fevereiro de 2026 Coordenação: Divisão de Projetos Educativos do Município de Valongo
Parceiros: Agrupamentos de Escolas do Concelho de Valongo e CDI
Paginação: Letras e Melodias
Tiragem: 1500 exemplares

O Município de Valongo associou-se às comemorações do Dia Internacional da Educação Ambiental, assinalado a 26 de janeiro, reforçando o seu compromisso com a promoção da sustentabilidade, da cidada-

nia ambiental e da formação de uma comunidade mais consciente e responsável.
A Educação Ambiental é um pilar essencial para o desenvolvimento sustentável do território, desempenhando um papel determinante na sensibilização da população para a proteção do ambiente, o uso responsável dos recursos naturais e a adoção de comportamentos ambientalmente sustentáveis no quotidiano. Ao longo dos últimos anos, o Município de Valongo tem vindo a desenvolver diversas iniciativas dirigidas à comunidade educativa e à população em geral, promovendo projetos, ações de sensibilização e atividades pedagógicas que incentivam a preservação do património natural, a economia circular, a redução de resíduos e a valorização da biodiversidade local. Assinalar esta data é também uma oportunidade para reforçar a importância da educação como motor de mudança, capacitando cidadãos de todas as idades para enfrentarem os desafios ambientais atuais e futuros, de forma informada, participativa e solidária.


A Câmara Municipal de Valongo aprovou, por unanimidade, o pagamento das inscrições e o apoio à implementação do Programa Eco-Escolas no ano letivo em curso, reforçando o seu compromisso com a educação ambiental e o desenvolvimento sustentável.

No ano letivo de 2025/2026, o programa centra-se nos temas anuais Espaços Exteriores, Biodiversidade (Preservar e Regenerar) e Ação Climática, mantendo igualmente os temas-base Água, Energia e Resíduos. Entre as atividades promovidas destacam-se a implementação de hortas pedagógicas, a criação de trilhos ecológicos e o desenvolvimento de iniciativas de mitigação e adaptação às alterações climáticas, incluindo um projeto especial de reflorestação pós-incêndios.
No presente ano letivo, manifestaram intenção de inscrição no Programa Eco-Escolas 14 estabelecimentos de ensino do concelho: Escola Profissional de Valongo; Escola Básica e Secundária de Campo; Escola Básica de São Lourenço; Escola Secundária de Valongo; Escola Básica de Sobrado: Externato Santa Joana; Colégio Academia de Ensino Particular; Escola Básica de Alfena; Escola Secundária de Alfena; Escola Básica do Paço; Escola Básica D. António Ferreira Gomes; Escola Básica e Secundária de Ermesinde; ADICE – Associação para o Desenvolvimento Integrado da Cidade de Ermesinde; O Caminhar – Creche e Jardim de Infância.
O Centro de Cidadania Digital de Valongo (CCDV) tem vindo a afirmar-se como um espaço de aprendizagem, inclusão e inovação, colocando a tecnologia ao serviço das pessoas, da educação e da comunidade. Em 9 anos, milhares de crianças, jovens, adultos, seniores e professores passaram pelo CCDV, num percurso marcado pela capacitação digital, pela criatividade e pela participação ativa. O CCDV envolveu mais de 15.500 participantes, desenvolveu mais de 140 projetos, atividades e eventos, promoveu cerca de 4.300 horas de formação e emitiu 2.000 certificados através da Plataforma RECODE. A participação de 7.200 mulheres e o envolvimento ativo de escolas, associações e entidades locais reforçam o seu papel enquanto resposta pública às desigualdades de acesso e uso do digital. Mas o impacto vai muito além dos números, mede-se sobretudo na transformação concreta das pessoas. Crianças e jovens desenvolvem competências digitais, criativas e críticas; adultos reforçam qualificações relevantes para o mercado de trabalho; seniores ganham autonomia no uso da tecnologia;

professores integram novas práticas pedagógicas. Em paralelo, promovem-se o bem-estar digital, a empregabilidade e a inovação social com tecnologia. Na 9ª Edição 2025/2026, o CCDV reforça o seu impacto através de uma intervenção organizada por universos temáticos. Só entre outubro e janeiro, já envolveu 1.058 participantes. Um percurso que demonstra que investir em cidadania digital é investir numa comunidade mais qualificada, mais inclusiva e mais preparada para os desafios do presente e do futuro. Porque a inovação só faz sentido quando é para todos.



No dia 10 de fevereiro, realizou-se na Escola Básica de Alfena uma palestra dedicada à segurança na Internet, dirigida aos alunos do 7.º ano de escolaridade, uma iniciativa que teve a colaboração do Cabo Vicêncio, do programa Escola Segura, numa articulação entre a Biblioteca Escolar e a disciplina de Cidadania e Desenvolvimento. Sensibilizar os alunos para os perigos da Internet é fundamental, dado que a vida digital faz parte do seu quotidiano e influencia diretamente o seu desenvolvimento pessoal, social e académico. No contexto escolar, esta sensibilização deve ser contínua, para que as crianças e jovens reconheçam riscos como o cyberbullying, o grooming, as burlas online, o roubo de dados e a exposição excessiva da vida privada. Conhecer estes perigos ajuda a adotar comportamentos mais seguros e responsáveis, pretendendo-se também formar cidadãos conscientes e respeitadores no ambiente digital. Os alunos aprendem assim

que as suas ações online têm consequências reais sobre si próprios e sobre os outros. Esta temática será reforçada, ao longo do ano, nas aulas de Informática.
Moimenta da Beira acolheu, entre os dias 30 de janeiro e 1 de fevereiro, o Encontro das Escolas Amigas dos Direitos Humanos, promovido anualmente pela Amnistia Internacional – Portugal (AI), que contou com a participação de alunas do 9.º ano da Escola Secundária de Alfena, acompanhadas por duas docentes do Grupo de Trabalho.
Ao longo dos três dias, o Encontro reuniu jovens de diferentes escolas, cidades e nacionalidades, que integram o Programa, afirmando-se como um espaço privilegiado de intercâmbio, reflexão e partilha em torno dos Direitos Humanos. O programa incluiu sessões em plenário, grupos de trabalho fixos, sessões paralelas temáticas e momentos culturais, proporcionando uma experiência formativa intensa e diversificada.
Segundo as participantes, a iniciativa permitiu “conhecer novas pessoas, criar amizades que vão ficar para sempre” e debater “conceitos importantes presentes no nosso dia a dia, num ambiente de respeito, empatia e aceitação”. Uma das alunas destacou ainda que “viveu e aprendeu tanto em três dias que nem parece que foram apenas três dias”.
Durante o Encontro, os jovens aprofundaram o conhecimento sobre a ação da Amnistia Internacional, a relevância do ativismo juvenil, os desafios do mundo contemporâneo, os fenómenos de autoritarismo e a importância da defesa contínua dos Direitos Humanos. No regresso, no domingo à tarde, as participantes regressaram motivadas, com novas aprendizagens e competências, reforçando o compromisso com a construção de um mundo mais justo e mais livre.
Docentes responsáveis:
Mónica Pereira e Teresa Lourenço


Deixamos aqui uma merecida nota sobre o Clube de Ciência Viva, da Escola Secundária de Alfena, que tem desenvolvido várias dinâmicas que contribuem para uma escola mais dinâmica, inovadora e formadora de cidadãos curiosos, informados e capazes de compreender e intervir no mundo de forma crítica e responsável. A sua relevância advém do facto de se tratar de um espaço privilegiado de aprendizagem ativa, onde há lugar para a curiosidade e a descoberta, para o estudo e a divulgação da biodiversidade e da geodiversidade da região em que se insere o agrupamento de escolas. Complementa-se, assim, o trabalho desenvolvido nas disciplinas curriculares, desenvolvem-se competências transversais, valorizam-se e incluem-se talentos diversos, ao mesmo tempo que se promovem práticas de desenvolvimento sustentável.
Para a manhã do dia 21 de fevereiro, o clube tem prevista a realização de mais uma saída de campo ao vale da Ribeira de Tabãos, uma atividade dirigida a todos os elementos da comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Alfena (alunos, pais, professores, funcionários, amigos). Tem como objetivos: observar a geodiversidade e a biodiversidade; desenvolver uma atitude ecológica e de cidadania ambiental em prol do desenvolvimento sustentável; e promover a interação entre os diversos elementos da comunidade educativa.




No dia 21 de janeiro, os grupos de Desporto Escolar de Badminton, da Escola Básica e da Escola Secundária de Alfena, participaram no Primeiro Encontro do Torneio do Grupo de Badminton de Valongo. Graças ao seu empenho e dedicação à modalidade, os nossos alunos obtiveram excelentes resultados, pelo que irão representar o Agrupamento de Escolas de Alfena, a nível regional.
Na categoria Infantis B, o Rodrigo Peixoto, da BA obteve o 1.º lugar.; na categoria Iniciados, o Henrique Santos, da ESA, obteve o 1.º lugar; na categoria Juvenis Masculinos, os alunos Rafael
Carvalho e Miguel Cipriano, do 10.ºA, obtiveram o primeiro e o segundo lugar, respetivamente; na categoria de Juvenis Femininos, a aluna Jéssica Leal, do 12.º.C, obteve o terceiro lugar. Estão todos de parabéns, como está também de parabéns este programa educativo, pela sua importante contribuição para a formação integral dos alunos. Numa articulação entre a disciplina de Educação Física, a Educação para a Cidadania e o Projeto Educativo de Escola, o Desporto Escolar é essencial, pois articula corpo, mente e valores, ajudando a formar cidadãos mais saudáveis, equilibrados e socialmente responsáveis.



A Escola Secundária de Campo voltou, este ano letivo, a dinamizar o Programa Parlamento dos Jovens, uma iniciativa de grande relevância no âmbito da cidadania ativa, da educação para a democracia e da participação cívica dos jovens. O projeto foi desenvolvido numa estreita articulação entre várias disciplinas, nomeadamente Geografia e Cidadania e Desenvolvimento, contando ainda com o envolvimento da Equipa da Biblioteca Escolar.
Respeitando as diferentes fases da calendarização do programa, foi constituída a Comissão Eleitoral, formada por alunos do 9.º ano, que prontamente deram início aos trabalhos, assegurando que todo o processo decorresse de forma democrática, responsável e participada.
As eleições para a escolha da lista com as melhores medidas, subordinadas ao tema deste ano “Literacia Financeira: os jovens contam”, realizaram-se no dia 7 de janeiro, na Biblioteca da Escola, e registaram uma elevada afluência às urnas, demonstrando o interesse e o envolvimento da comunidade escolar.
A Sessão Escolar decorreu no dia 9 de janeiro e foram eleitos como deputados a aluna Bianca Colaço e o aluno Pedro Valente. O aluno Caio Goltara foi eleito Presidente da Mesa da Assembleia, cargo que lhe permitirá também representar a Escola na eleição para Presidente da Mesa da Assembleia da Sessão Distrital. No âmbito do programa, realizou-se ainda, no dia 26 de janeiro, um encontro com o Deputado João Torres. Este momento proporcionou um debate enriquecedor de temáticas atuais e fundamentais, como a Democracia, a Liberdade e a Literacia Financeira. O encontro contou igualmente com a presença da nossa Diretora, do Presidente da Câmara Municipal de Valongo e do Presidente da Junta de Freguesia.
Na sua intervenção, o Presidente da Câmara sublinhou a importância de iniciativas desta natureza, destacando que o município pretende promover sessões abertas com os jovens, com o objetivo de identificar e trabalhar as questões que mais os preocupam. Os alunos colocaram várias questões ao Senhor Deputado, que respondeu com clareza, honestidade e proximidade, debate marcado pelo respeito mútuo e entusiasmo.

O Programa Parlamento dos Jovens revelou-se, uma vez mais, uma experiência educativa de grande valor, reforçando o papel da Escola na formação de cidadãos informados, críticos e participativos, conscientes da importância do seu papel na sociedade democrática
No âmbito da iniciativa Parlamento Jovem, o Centro Cultural de Campo recebeu a visita do Deputado da Assembleia da República, João Torres, num encontro que contou com a participação de alunos do 9.º e do 12.º ano, bem como dos alunos da rádio escolar, responsáveis pela realização desta entrevista.
A sessão decorreu num ambiente de cumplicidade e discussão, permitindo que os alunos questionassem sobre o percurso pessoal e político do Deputado.
Quando questionado sobre se alguma vez sonhou ser Presidente da República, partilhou que esse foi um desejo de infância, recordando que, desde muito cedo, manifestava esse sonho. Contudo, sublinhou que, com a maturidade e a experiência adquirida, o mais importante é estar disponível para servir a comunidade e o país, independentemente do cargo ocupado. Relativamente ao seu percurso político, o Deputado esclareceu que não encara a política como uma profissão, identificando-se antes como engenheiro civil, formação que exerceu após concluir os seus estudos. A sua dedicação mais significativa ao âmbito político remonta a 2012, quando foi eleito secretário-geral da Juventude Socialista. Posteriormente, foi eleito deputado à Assembleia da República, integrou o Governo como secretário de Estado e assumiu funções de responsabilidade no Partido Socia-

lista. Atualmente, exerce o cargo de deputado e vice-presidente do Grupo Parlamentar do PS. Esta iniciativa revelou-se de grande relevância educativa e cívica, proporcionando aos alunos um contacto direto com a realidade política e com o funcionamento das instituições democráticas.
A entrevista completa, realizada pelos alunos da rádio escolar, encontra-se disponível no site da escola, convida-se toda a comunidade a visitar o site e a assistir à conversa na íntegra.
Os alunos: Gonçalo Faria e Tomé Rocha O Presidente da AE: Gabriel Barata


Na manhã do dia 08 de janeiro de 2026, a Escola Básica e Secundária de Campo recebeu a Visita Pastoral do Senhor Bispo Auxiliar do Porto, D. Joaquim Dionísio, acompanhado pelo Senhor Padre João, pároco da Vila de Campo. Esta visita constituiu um momento marcante de proximidade, diálogo e reforço dos valores humanos e cristãos que sustentam e enriquecem a cultura do nosso Agrupamento.
Num ambiente de grande alegria e acolhimento, os ilustres visitantes foram recebidos pela comunidade educativa no átrio da Palmeira, numa iniciativa organizada pela Associação de Estudantes, que contou ainda com a atuação dos alunos do Ensino Articulado da Música, proporcionando um momento cultural de especial significado.
Seguiu-se uma deslocação à Sala de Professores, onde foram dirigidas palavras de boas-vindas e agradecimento, sublinhando a importância da presença pastoral na vida da escola e o papel fundamental dos docentes na formação integral dos alunos.
Posteriormente, a Senhora Diretora e a comitiva de receção acompanharam o Senhor Bispo e o Senhor Padre numa visita pelas diferentes valências da escola, incluindo salas de ensino estruturado, salas de aula, a sala do PND e a Secretaria, destacando-se, ao longo de todo o percurso, um clima de alegria, partilha e gratidão.
Na Biblioteca Escolar teve lugar um encontro com os alunos, que

participaram de forma ativa e entusiasta, colocando questões de elevado interesse e demonstrando grande curiosidade e envolvimento no diálogo estabelecido com os convidados.
A Visita Pastoral terminou com a entrega de lembranças, elaboradas pelos alunos de Educação Especial, num gesto simbólico e carregado de significado, que assinalou de forma especial este momento tão relevante para a comunidade educativa. Em nome de toda a comunidade escolar, expressamos o nosso sincero agradecimento ao Senhor Bispo Auxiliar do Porto, D. Joaquim Dionísio, e ao Senhor Padre João, pároco da Vila de Campo, pela sua disponibilidade, presença e proximidade.
O Grupo de EMRC
A Escola Básica e Secundária de Campo recebeu recentemente a visita do Bispo Auxiliar do Porto, D. Joaquim Dionísio, num encontro marcado pela proximidade, pelo diálogo e pela partilha com a comunidade educativa. A visita contou igualmente com a presença do pároco da freguesia, Padre João Bizarro. Durante a sua passagem pela escola, D. Joaquim Dionísio teve a oportunidade de conhecer as instalações e contactar de perto com a realidade da comunidade escolar, dialogando com alunos e restantes intervenientes educativos. Um dos momentos centrais da visita foi a sessão de perguntas e respostas dinamizada pela Associação de Estudantes, que envolveu também alunos do 3.º ciclo. As questões, previamente recolhidas e debatidas entre os colegas, revelaram-se pertinentes e estimulantes, promovendo um diálogo aberto e enriquecedor. A iniciativa contou ainda com a participação dos dinamizadores da rádio escolar, Gonçalo Faria e Tomé Rocha, que colocaram diversas questões ao Bispo e recolheram as suas respostas. Deste trabalho resultou um artigo posteriormente divulgado no Instagram da Associação de Estudantes.
Este encontro destacou-se como um momento significativo de partilha, reflexão e envolvimento ativo dos alunos na vida escolar, reforçando a ligação entre a escola e a comunidade.
O Presidente da Associação Estudantes Gabriel Barata



O Agrupamento de Escolas de Ermesinde voltou a celebrar o Carnaval com grande entusiasmo e participação de toda a comunidade educativa. Na Escola Básica e Secundária de Ermesinde, realizou-se o já habitual espetáculo de Carnaval, marcado por atuações originais e surpreendentes, fruto do empenho dos alunos e professores. Esta atividade, já profundamente enraizada no agrupamento, continua a contribuir para o desenvolvimento global dos alunos, promovendo competências diversas — desde o conhecimento e a expressão artística, até à criatividade, sensibilidade estética e confiança em palco.
Nas escolas do 1.º Ciclo, apesar de o desfile conjunto inicialmente previsto ter sido cancelado devido às condições climatéricas, a festa não perdeu brilho. Cada escola organizou o seu próprio Carnaval interno, com desfiles, música e muita animação, garantindo que nenhum aluno ficasse sem celebrar este dia especial.
A Junta de Freguesia de Ermesinde marcou presença em todas as escolas, fazendo-se acompanhar dos animadores que estavam destinados ao desfile. A sua participação trouxe ainda mais cor e alegria às celebrações, transformando cada festa — que já seria animada por si só — em momentos verdadeiramente magníficos.
O Agrupamento de Escolas de Ermesinde agradece à Junta de Freguesia o seu apoio contínuo e a forma como contribuiu para tornar o Carnaval de 2026 inesquecível para todos os alunos.




A solidariedade voltou a marcar presença no Agrupamento de Escolas de Ermesinde. Através do projeto “Ensinar a Partilhar – do Pouco se Faz Muito”, a comunidade escolar uniu esforços com o Motoclube de Alfena para apoiar famílias do concelho de Leiria que atravessam momentos particularmente difíceis. Graças à generosidade de alunos, famílias, funcionários e professores, foi possível reunir uma quantidade significativa de bens essenciais. Cada contributo — por mais pequeno que parecesse — ajudou a levar conforto, esperança e apoio a quem mais precisa.
O Motoclube de Alfena assegurou o transporte dos bens recolhidos, que chegaram a Leiria na passada semana, permitindo que a ajuda chegasse de forma rápida e eficaz às famílias identificadas. Esta ação reforça, mais uma vez, o espírito solidário que caracteriza o nosso agrupamento. Mostra também que, quando a comunidade se mobiliza, é possível transformar pequenos gestos em grandes mudanças. Um enorme obrigado a todos os que participaram. Juntos provámos que, mesmo com pouco, é possível fazer muito.

Acompanha estas e outras notícias do Agrupamento de Escolas de Ermesinde no nosso site oficial, nas redes sociais (Facebook e Instagram) e no jornal escolar online. Juntos, celebramos a educação!
de Escolas de Ermesinde


De 9 a 13 de fevereiro de 2026, entre as 08h30 e as 16h30, a nossa escola dinamizou mais uma edição da Semana Ubuntu, uma iniciativa que se inspira na filosofia africana “Eu sou porque nós somos”, centrada na empatia, solidariedade e sentido de comunidade. Ao longo de toda a semana, os alunos participaram em diversas atividades que procuraram desenvolver competências essenciais para a convivência e para a construção de relações positivas dentro e fora da escola. Entre os principais objetivos estiveram:
•Promover o cuidado e o respeito mútuo, reforçando a importância de atitudes que contribuam para o bem-estar de todos;
•Construir pontes entre as pessoas, incentivando a comunicação, a escuta ativa e o entendimento entre colegas;
•Fomentar a liderança servidora, destacando o papel de cada aluno na criação de um ambiente escolar mais cooperativo;
•Valorizar a colaboração e o sentido de comunidade, através de dinâmicas práticas e reflexões orientadas.

Estas atividades permitiram aos alunos refletir sobre a importância de estarmos ligados uns aos outros e compreender que o contributo individual tem impacto direto na construção de uma sociedade mais inclusiva, justa e humana. A Semana Ubuntu terminou com um sentimento comum entre os participantes: a certeza de que todos podemos ser líderes mais conscientes, responsáveis e comprometidos com o bem comum.
Um grupo de alunos do nosso Agrupamento participou no encontro nacional das escolas do programa EADH (Escolas Amigas dos Direitos Humanos), promovido pela Amnistia Internacional, que decorreu em Moimenta da Beira. Durante o fim de semana, alunos e professores envolveram se em momentos de reflexão, debate e partilha sobre o tema “Democracia/Autoritarismo – que caminho escolher?”.
Através de atividades dinâmicas e debates, os participantes foram desafiados a assumir diferentes papéis sociais e a refletir sobre a importância de defender os Direitos Humanos em contextos de ameaça ou desigualdade. A presença de uma representante da Amnistia Internacional permitiu aprofundar conhecimentos sobre regimes autoritários, envolvimento cívico e defesa dos di-

Os alunos destacaram a oportunidade de conhecer melhor o trabalho da Amnistia, conviver com colegas de outras escolas e reforçar o compromisso com uma sociedade mais justa, solidária e respeitadora dos Direitos Humanos.
No âmbito dos conteúdos trabalhados na disciplina de Geografia, nomeadamente sobre o papel das Organizações Não Governamentais (ONG) na redução das desigualdades entre países, um grupo de alunas do 9.ºC decidiu transformar o conhecimento teórico em ação concreta.
Após conhecerem o trabalho desenvolvido pela ONG Reino Mágico Mães do Mundo, as alunas abraçaram um projeto solidário que consiste na confeção de bonecos feitos a partir de meias. Com materiais simples — meias, linhas e botões — e muita dedicação, deram vida a bonecos que serão enviados para crianças de comunidades africanas, levando consigo uma dose extra de carinho, esperança e solidariedade.
Este projeto destaca não apenas a criatividade das estudantes,

mas também o seu sentido de empatia e responsabilidade social. Mostra como um gesto simples, nascido dentro da escola, pode ganhar asas e atravessar oceanos, chegando a quem mais precisa. Um exemplo inspirador de como a educação pode ir além dos manuais e tornar-se motor de transformação e cidadania ativa.
Acompanha estas e outras notícias do Agrupamento de Escolas de Ermesinde no nosso site oficial, nas redes sociais (Facebook e Instagram) e no jornal escolar online. Juntos, celebramos a educação!
Agrupamento de Escolas de Ermesinde


No dia 21 de janeiro, os alunos da Escola Básica de Carvalhal reuniram-se no Fórum Cultural de Ermesinde para celebrar a tradição das Janeiras, proporcionando um momento de convívio e partilha com toda a comunidade educativa. Esta atividade contou com a presença da Direção da escola, nomeadamente do diretor Rui Fidalgo, da professora Margarida Lucas e da professora Sónia Soeima, bem como da representante da Associação de Pais, do nosso estimado músico, o senhor Mário, do presidente da Junta de Freguesia de Ermesinde, o Dr. Miguel Oliveira, e da vice-presidente da Câmara Municipal de Valongo, a engenheira Ana Maria Rodrigues. Estiveram igualmente presentes familiares dos alunos e outros membros da comunidade. As Janeiras são uma tradição popular profundamente enraizada na cultura portuguesa, que consiste em cantar para dar as boas-vindas ao novo ano. As nossas crianças apresentaram quatro canções diferentes, acompanhadas por diversos instrumentos musicais, num momento marcado pela alegria, entusiasmo e envolvimento coletivo. As letras das músicas transmitiam votos de um feliz Ano Novo, desejando prosperidade e expressando gratidão pelo carinho e apoio das famílias e amigos. Os principais objetivos desta iniciativa foram assinalar o início do ano com mensagens de saúde, paz e bem-estar, preservar uma prática cultural secular, reforçar a identidade cultural e a memória coletiva, promover o espírito de comunidade através da parti-

cipação em atividades conjuntas e utilizar a música como forma de expressão artística e de celebração.
O Fórum Cultural encheu-se de familiares que, com grande entusiasmo, acompanharam as crianças nas canções interpretadas, criando um ambiente caloroso e de verdadeira partilha. Foi, sem dúvida, um momento especial de proximidade entre a escola e as famílias, que certamente se repetirá no futuro, fortalecendo os laços entre todos os intervenientes da comunidade educativa.
No dia 4 de dezembro de 2025, uma pequena constelação de olhares voltou-se para o céu: os alunos do 7.º ano e professores do Agrupamento de Escolas de São Lourenço. Cada passo pelos corredores da escola foi também um passo em direção ao infinito, onde o tempo se escreve em luz e silêncio. Tiveram a oportunidade de parar para escutar o tempo. Não o tempo dos relógios, nem o tempo dos números, mas aquele tempo antigo e profundo que nasce da dança das estrelas. Na atividade “O Cientista vem à Escola - Acertar o Relógio pelas Estrelas” descobriram que medir o tempo é também aprender a escutar o Universo.
O Círculo Meridiano de Espelho, instrumento histórico da Universidade do Porto, transformou o céu num relógio de luz. Guiados pelo Físico José Luís Santos (FCUP), viajaram pelas respostas da ciência: como contar o fluir dos dias, como ler os ritmos da Via Láctea, como o movimento das estrelas orienta a vida na Terra. Cada explicação era uma janela aberta, cada gesto do cientista uma ponte entre o humano e o cosmos. O tempo deixou de ser números. Tornou-se ponte, diálogo e presença. Entre o céu e a Terra, entre o olhar humano e o brilho das estrelas, aprender ciência tornou-se finalmente sintonizar o coração com o

ritmo do Universo. Um agradecimento especial ao Físico José Luís Santos, que, com generosidade e paixão, aceitou o convite de nos guiar por este céu silencioso. Transformou respostas em viagens, o tempo em música, e o céu em histórias que todos puderam sentir. Obrigado por nos ensinar a escutar as estrelas e a reconhecer, mesmo à distância, que cada um de nós tem um lugar no cosmos. E assim, medir o tempo deixou de ser apenas ciência: é levantar os olhos, respirar fundo e perceber o nosso lugar no Universo.
A CIÊNCIA faz bem, é inclusiva e é mesmo PARA TODOS.
A professora: Ana Cachide


No dia 7 de janeiro de 2026, realizou-se no Auditório da Escola Básica de São Lourenço, em Ermesinde, a ação de formação de curta duração acreditada “Promoção de Ambientes Educativos Inclusivos”. A formação foi dinamizada pela Professora Doutora Sónia Ruão, Professora Coordenadora de Ciências da Educação e Educação Inclusiva e Presidente do Conselho Pedagógico do IP Maia, destinou-se a docentes de todos os grupos disciplinares e técnicos especializados, promovendo a reflexão e a partilha de práticas no âmbito da educação inclusiva, à luz do Decreto-Lei n.º 54/2018 e do Decreto-Lei n.º 55/2018.
A iniciativa contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Valongo, sublinhando a importância da articulação entre a escola e o poder local na promoção de uma sociedade mais inclusiva.
A ação, promovida pelo Departamento de Educação Especial e EMAEI, em parceria com o Instituto Politécnico da Maia (IP Maia).

Foi organizada com o apoio da estagiária de Educação Social do IP Maia, reforçando a ligação entre a formação académica e a prática da Inclusão Escolar.
Foi um momento relevante de aprendizagem e sensibilização, reafirmando o compromisso da comunidade educativa com ambientes educativos mais equitativos e inclusivos.
Realizou-se nos dias 3 e 4 de fevereiro, no auditório da Escola Básica de São Lourenço, uma formação de nove horas dirigida a Assistentes Operacionais (AO) do Concelho de Valongo e da Escola Agrícola de Santo Tirso, subordinada ao tema Perturbações do Neurodesenvolvimento. A iniciativa foi promovida pelo CFAE Sebastião da Gama e foi dinamizada pela professora de Educação Especial Celina Martins, pela psicóloga Sandra Vieira e pela terapeuta da fala Filipa Branco. Ao longo da formação, foram abordadas as problemáticas mais desafiantes nas nossas escolas, nomeadamente o Autismo, a Perturbação de Hiperatividade com Défice de Atenção (PHDA), a Perturbação do Desenvolvimento Intelectual, entre outras. As formadoras apresentaram estratégias práticas para promover uma inclusão efetiva em meio escolar, reforçando o papel fundamental dos assistentes operacionais no acompanhamento e apoio diário às crianças e jovens. Destacaram-se ainda estratégias de comunicação com alunos não verbais e com dificuldades significativas ao nível da linguagem, proporcionando ferramentas concretas para facilitar a interação, a compreensão e a

participação destes alunos na vida escolar. O ambiente vivido ao longo das sessões foi marcado por uma forte partilha de experiências, experimentações de vivências e técnicas de reflexão conjunta. Houve um grande envolvimento dos participantes, num clima muito positivo e colaborativo. Esta formação constituiu, assim, um importante momento de capacitação e valorização profissional, reforçando o compromisso das escolas com uma educação cada vez mais inclusiva em que o papel destes profissionais necessita de mais valorização e envolvimento.
Durante o mês de janeiro, a Biblioteca Escolar (BE) levou a cabo a sua atividade anual denominada “Escritores/ Ilustradores no Agrupamento”. Esta consistiu em sessões de apresentação da obra “A Fada Menina” dirigidas a todas as turmas do 4º ano de escolaridade e contaram com a presença do autor Sérgio Firmino Mendes. Sendo as energias renováveis e o aquecimento global os aspetos centrais da obra, os alunos foram convocados a fazerem parte de uma mais ampla discussão que envolvem a sociedade em geral. Por isso os alunos receberam muito bem o tema, tendo colaborado e participado de modo efusiva. Paralelamente, durante os dias 8 e 15 de janeiro a BE, em articulação com a psicóloga Joana Cruz do projeto “Valongo a Ler” da Câmara Municipal de Valongo, a BE realizou duas palestras intituladas “Leitura em Família – Fluência Leitora”, para pais/ encarregados de educação das bibliotecas em avaliação (BE das Saibreiras e BE da Costa). As turmas abrangidas foram 2.º F, 2.º C, 2.º D e 1.º F. Estas palestras contaram com a participaram de catorze pais/encarregados de educação e oito docentes, dos quais dois elementos da Direção do Agrupamento de São Lourenço. Todos os participantes consideraram muito pertinente o tema em debate. A importância da leitura em família foi reconhecida por todos como tendo um papel fundamental no desenvolvimento cívico e cultural das crianças e jovens


Caros leitores,
Fechámos um semestre e um novo se inicia. Chegamos a fevereiro, o mês que estabelece um novo momento no nosso calendário institucional, exigindo-nos uma capacidade de saber olhar para trás com rigor e para a frente com audácia. O encerramento do primeiro semestre não foi apenas um exercício de lançamento de níveis, uma reflexão sobre metas atingidas, mas sim uma oportunidade de análise sobre o trabalho realizado em busca de caminhos diferenciados e integrados na procura de um sucesso global. E, assim, com o arranque do 2.º semestre, renovamos as nossas prioridades, pois os desafios são constantes! A aprendizagem vai fazendo o seu caminho e com ele vêm as atividades, que são a imagem de uma escola viva e que pretende que o conhecimento seja significativo e não fugaz ou inútil. Com a colaboração
de todos os implicados, mais concretamente alunos, professores, educadores, pessoal não docente, pais e comunidade, pois todos são fundamentais, desejamos contribuir para a formação integral do indivíduo, que se quer interventivo, construtivo e Luz para o futuro.
Fevereiro é também o mês do Carnaval, uma celebração que nos recorda a importância da criatividade, da descontração e da união.
Que saibamos aproveitar esta pausa festiva para recarregar baterias; que a alegria e o dinamismo destas festividades contagiem o nosso espírito de trabalho para o novo semestre que agora começa.
Celebremos o presente!
Um excelente Carnaval a todos e boas leituras!
Isabel Timóteo e Isabel Beleza
No dia 30 de janeiro assinalou-se o Dia da Não Violência Escolar e da Paz, uma data que convida toda a comunidade educativa a refletir sobre a importância de valores como a empatia, a tolerância, o respeito e a convivência pacífica no contexto escolar.
A Direção-Geral da Educação sublinha a importância de promover uma cultura de paz nas escolas, incentivando atitudes de diálogo, justiça e solidariedade, fundamentais para a formação de cidadãos responsáveis e conscientes.
Ao longo desta semana, as Escolas Básicas Nova de Valongo e Susão assinalaram o Dia Escolar da Não Violência e da Paz, através de uma atividade educativa dinamizada pela Biblioteca Escolar, que envolveu ativamente os alunos, incluindo os da Valência, numa reflexão sobre valores fundamentais para a convivência em sociedade.
A iniciativa, intitulada Caça ao Tesouro da Paz, decorreu em contexto de biblioteca e teve como objetivo sensibilizar os alunos para a importância da palavra, da empatia, da cooperação e da resolução pacífica de conflitos. De forma lúdica e colaborativa, os alunos foram desafiados a cumprir diferentes etapas, cada uma associada a uma mensagem chave relacionada com a construção da paz.
Ao longo do percurso, os alunos exploraram livros e diferentes espaços da biblioteca, bem como desafios práticos associados a temas como o po-
A Biblioteca Escolar tem sido utilizada de forma autónoma por alunos e professores, individualmente ou em grupo, nos diferentes espaços disponíveis. Observa-se uma utilização responsável, ajustada às necessidades de trabalho, estudo e leitura. Os alunos demonstram respeito pelo silêncio, pelo trabalho dos colegas e pelo espaço comum, revelando atitudes de colaboração e sentido de responsabilidade. Também os professores têm valorizado a biblioteca como um espaço de apoio às aprendizagens.
A Biblioteca afirma-se, assim, como um local de trabalho, partilha e convivência, baseado no respeito e na autonomia de todos.

der das palavras, a resolução de conflitos sem violência, a cooperação e a empatia.

Eu gosto de ler” - alunos partilham o prazer da leitura na Biblioteca Escolar da Escola Básica do Susão. No âmbito das atividades dinamizadas pela Biblioteca Escolar, realizou-se a atividade “Eu gosto de ler”, em colaboração com uma professora da equipa da Biblioteca Escolar, Graça Fernandes. Durante a sessão, os alunos foram convidados a expressar, de forma escrita e criativa, os motivos pelos quais gostam de ler. As partilhas revelaram que a leitura é vista como uma forma de viajar por outros mundos, aprender coisas novas, conhecer personagens diferentes e viver aventuras imaginárias. Esta atividade promoveu o gosto pela leitura e a valorização das experiências individuais dos alunos, reforçando o papel da Biblioteca Escolar como um espaço de encontro, partilha e descoberta.
A Biblioteca Escolar continuará a desenvolver iniciativas que incentivem a leitura e o envolvimento ativo dos alunos com os livros.



No dia 27 de janeiro, assinalou-se o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto, um momento de grande importância para relembrar a tragédia vivida na Europa durante o século XX.
Num tempo em que as nossas sociedades enfrentam uma forte polarização e um apelo ao ódio, a preservação da memória do Holocausto torna-se não apenas uma questão de respeito, mas também uma tentativa de prevenir a repetição de tais atrocidades.
Imbuídos deste espírito, a Câmara Municipal de Valongo, no âmbito do projeto Valongo, Cidade pelos Direitos Humanos, organizou uma sessão especial dinamizada por Cookie Fischer. Cookie é a filha de uma jovem judia que, juntamente com a sua família, foi salva graças a um visto assinado pelo Cônsul de Portugal em Bordéus, Aristides de Sousa Mendes. A sua história é um poderoso testemunho de coragem e solidariedade em tempos de desespero.
A sessão decorreu no Fórum Vallis Longus (Sala das Artes), às 10h00, e contou com a participação especial dos alunos das turmas D e G do 9.º ano, acompanhados pelos seus professores de História e Português, bem como pelas professoras bibliotecárias. Os alunos tiveram a oportunidade de ouvir em primeira mão as experiências de Cookie Fischer, refletindo sobre a importância da memória, da luta pelos direitos humanos, do tema do Holocausto e do papel do Cônsul Aristides de Sousa Mendes no salvamento de milhares de judeus e

membros de outras minorias. Este evento não só proporcionou uma valiosa lição de História, mas também reforçou a necessidade de promover a empatia e o respeito entre todos, contribuindo para um futuro mais justo e solidário. Agradecemos a todos os que participaram e tornaram este momento tão significativo!


O Agrupamento de Escolas de Valongo reafirmou o seu compromisso com a excelência digital na edição 2025/2026 do Desafio Bebras PT. Os alunos do 1.º Ciclo, integrados na categoria “Castores”, participaram nesta iniciativa global que utiliza o jogo e a lógica para introduzir conceitos complexos de computação. Num ano marcado por um recorde nacional de 150 mil participantes, o desempenho dos nossos alunos foi extraordinário, destacando-se: um aluno que alcançou o Top 1% nacional; 24 alunos ficaram entre os 10% melhores participantes e 23 alunos integraram o Top 25%.
Estes resultados são o reflexo de um projeto pedagógico que prioriza o raciocínio lógico e a criatividade desde os primeiros anos de escolaridade. O Agrupamento felicita todos os pequenos “Castores”, professores e Departamento de Informática e Tecnologias e respetivas famílias, por este sucesso coletivo.
Professores Isabel Ramos e António Dantas

Desde o início de 2026, a Escola Secundária de Valongo conta com o novo Centro Tecnológico Especializado (CTE) de Informática, um investimento estratégico que vem reforçar de forma significativa as condições de ensino e aprendizagem na área das tecnologias digitais.
Este CTE é composto por cinco salas especializadas, equipadas com equipamentos de topo de gama e mobiliário ergonómico e funcional, concebidos para responder às exigências pedagógicas atuais e às necessidades de metodologias de ensino inovadoras. Entre os equipamentos disponíveis destacam-se computadores portáteis de elevado desempenho, monitores de alta resolução, painéis interativos, soluções avançadas de infraestrutura de rede e um Micro Data Center, que permite a gestão centralizada de serviços, armazenamento e segurança dos sistemas informáticos.
O CTE integra também kits pedagógicos nas áreas da Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial e Programação, incluindo equipamentos como Arduino e sensores, possibilitando a realização de atividades práticas, experimentais e alinhadas com os desafios tecnológicos atuais.
Este novo espaço foi pensado para criar ambientes de aprendizagem modernos, flexíveis e seguros, promovendo o desenvolvimento de competências digitais, do pensamento crítico e da resolução de problemas, preparando os alunos para os desafios do futuro académico e profissional.
Foram ainda estabelecidas várias parcerias com entidades externas, potenciando a ligação à comunidade, ao tecido empresarial e a contextos reais de aprendizagem.
A entrada em funcionamento do CTE de Informática representa, assim, um passo decisivo na aposta na inovação educativa
Escolas
Valongo


e na valorização das áreas tecnológicas, colocando a escola na linha da frente da educação digital.


No dia 28 de janeiro, a Escola Secundária de Valongo acolheu mais uma edição da iniciativa “Praça Visconde do Paço”, um espaço de reflexão e debate promovido pelo Clube Europeu e pelo Projeto Eco-Escolas.
A sessão, que assinalou o Dia Internacional dos Direitos Humanos, teve como tema central a Igualdade de Género e contou com a participação ativa das turmas 11.º LH1, 11.º LH2 e 12.º LH2. O debate partiu da questão orientadora: “De que forma a igualdade de género é um direito humano fundamental e um pilar essencial para o desenvolvimento da sociedade?”
A partir desta problemática, os alunos foram convidados a expressar as suas opiniões e a refletir criticamente sobre diversas questões, nomeadamente: as desigualdades de género mais frequentes na atualidade; a necessidade de quotas femininas na política; os estereótipos e papéis femininos impostos pela sociedade; as diferenças e desigualdades no acesso e percurso educativo.
A pertinência das intervenções e a diversidade de perspetivas
deram origem a uma discussão dinâmica e enriquecedora, marcada por uma saudável troca de ideias. No final, foi consensual a conclusão de que promover a igualdade de género é cumprir os Direitos Fundamentais da União Europeia e contribuir para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. No mesmo contexto, e para assinalar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto (27 de janeiro), foi ainda apresentada uma reflexão sobre esta temática, com a colaboração do professor António Santos, do Grupo de História. As lições transmitidas pela História e a consciencialização das atrocidades cometidas pelo regime nazi constituíram um contributo fundamental para a formação cívica dos participantes, despertando grande interesse e envolvimento por parte de alunos e professores.
Professores José Monteiro e Ilda Moreira




Fevereiro traz novas oportunidades para aprender, criar e participar em projetos que aproximam a comunidade da tecnologia, de forma prática, criativa e colaborativa.
• Clube de Robótica
Novas sessões em formato de clube, com desafios de construção e programação de robôs, ideais para explorar a tecnologia de forma divertida, desenvolvendo raciocínio lógico, criatividade e trabalho em equipa.
CCD Ermesinde | 4ªs feiras – 15h30 às 17h30
CCD Valongo | 6ªs feiras – 13h25 às 15h45 +INFO: www.cdi.org.pt/clube-de-robotica
• Ethical Hacking
Formação certificada e financiada (125h) pelo CINFU em cibersegurança e sobre o uso ético da tecnologia, onde os participantes vão aprender a identificar vulnerabilidades, proteger dados e compreender como prevenir ataques digitais de forma responsável.
+INFO: www.cdi.org.pt/ethical-hacking CCD Valongo | 3ªs e 4ªs feiras – 10h00 às 17h00

O novo projeto de literacia mediática, que tem como parceiro o Jornal Novo Regional, convida crianças e jovens a experimentarem o papel de repórter, aprenderem a verificar informação e comunicarem com responsabilidade.
CCD Valongo | 2ªs feiras – 14h00 às 16h00
+INFO: www.cdi.org.pt/radio-ccdvalongo

O QUE
A ACONTECER no CCDV?
As sessões de sensibilização sobre bem-estar digital continuam a chegar às escolas do concelho, ajudando alunos a refletir sobre o uso equilibrado dos ecrãs. As escolas e alunos interessados podem inscrever-se.
+INFO: www.cdi.org.pt/ingaming-vai-as-escolas
• Clube de Rádio CCDValongo
Mantém-se em emissão contínua, dando voz aos jovens através de entrevistas, locução e produção de conteúdos para a comunidade.
CCD Valongo | 2ªs feiras – 16h00 às 17h30 ou 17h30 às 19h00
+INFO: www.cdi.org.pt/radio-ccdvalongo
• Literacia Digital Sénior
Sessões práticas de apoio ao uso de computadores, smartphones e serviços online, promovendo autonomia, confiança e inclusão digital para a população sénior. As inscrições continuam abertas para novos participantes.
CCD Valongo | 2ª feiras – 9h30 às 11h30
CCD Ermesinde | 3ªs feiras – 14h30 às 16h30
+INFO: www.cdi.org.pt/literacia-digital
Inscrições abertas para todas as iniciativas através do QR
Code ou das nossas redes sociais.
O Centro de Cidadania Digital de Valongo está ao serviço da comunidade educativa, promovendo literacia digital, cidadania ativa e criatividade. www.cdi.org.pt/centro-de-cidadania-digital
