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ENTREVISTA

O entrevistado nesta edição é diretor de Gruas da ALEC e sócio da Locabens/Potain, proprietária da maior frota de gruas da América Latina.

SEGURANÇA

Gruas - Minigruas e Sua Aplicabilidade Nas Obras Urbanas

GESTÃO

Ética em Vendas - Conheça alguns dos expedientes que recorrentemente colocam em xeque os princípios éticos do profissional de vendas

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NOTÍCIAS DO MERCADO Criação da CLT

FIQUE POR DENTRO

ALEC Presente na Discussão da NR-18 para Elevadores e Gruas

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3 - Rental News - julho/2013


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O RENTAL NEWS é um informativo mensal exclusivo da ALEC distribuído para seus associados e locadoras do Brasil.

ASSOCIAÇÃO DE LOCADORAS Associação Brasileira das Empresas Locadoras de Bens Móveis Avenida Mandaqui, 67 - Bairro do Limão 02550-000 - São Paulo - SP - Tel: 11 3965-9819 www.alec.org.br Gerente Executivo: Adalberto C. Filho - grs@alec.org.br Comercial/Marketing: Allan Sicsic - mkt@alec.org.br Financeiro: Mirian Borges - financeiro@alec.org.br

GESTÃO 2012/2013 Diretoria Executiva Presidente: Marco Aurélio da Cunha Vice-presidente: Ronaldo Max Ertel Diretor Tesoureiro: Stavros E. Roussouglou Diretor Secretário: Cláudio Campana Rodrigues Diretoria Adjunta Diretor de Marketing - Fernando Forjaz Diretor de Relações Sociais - Carlos Arasanz Loeches Diretor de Relações Internacionais – Murilo Santos Conselho Consultivo Presidente - Durval C. Gasparetti 1º Vice-presidente do Conselho - Expedito Eloel Arena 2º Vice-presidente do Conselho - Seiji Ikeda 1º Conselheiro - Rui Manuel Ventura do Rosário e Silva 2º Conselheiro - Adilson Vicari 3º Conselheiro - Gilson Macedo Santana 4º Conselheiro - Euclides Carvalho Diretoria Regional Diretor Regional - Baixada Santista: Claudio Campana Rodrigues Diretor Regional - Bauru: Arlindo Kano Diretor Regional - Porto Alegre: Francisco Olendzki Reis Diretor Regional - Região Norte: Paulo Henrique Lobo Diretor Regional - Rio Claro: Expedito Eloel Arena Diretor Regional - Rio de Janeiro: Sebastião Rentes Diretor Regional - São José do Rio Preto: Carlos Cesar Galvão Teixeira Diretoria Distrital Diretor Distrital da cidade de São Paulo - Região Sul - Carlos Nunes Diretoria Setorial Diretor de Acesso - Rui Manuel Ventura do Rosário e Silva Diretor de Ar Comprimido - Eduardo Blinke Diretor de Canteiro de Obras - Élvio Luiz Lorieri Diretor de Elevadores - Maurício Dias Batista de Melo Diretor de Equipamentos - Francisco Maciel Diretores de Estruturas Tubulares - Joe Nicodemos Diretor de Fabricantes - Edmilson Silva Diretor de Gruas - Paulo M. A. Carvalho Diretor de Bombas de Concreto - Laércio Franza Diretor de Plataformas Aéreas - Armando Nassiff

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Redação, Edição e Produção Gráfica Multifoco Comunicação e Marketing Tel.: 11 3554-3503 | 3758-8138 www.multifocogroup.com.br Jornalista responsável: Marot Gandolfi - imprensa@alec.org.br Tiragem: 2500 - Periodicidade: mensal Edição: julho de 2013 As informações contidas nos anúncios são de inteira responsabilidade das empresas. Os artigos são de inteira responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente a opinião da Associação.

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ENTREVISTA

Paulo Carvalho O entrevistado nesta edição é diretor de Gruas da ALEC e sócio da Locabens/Potain, proprietária da maior frota de gruas da América Latina. Ele compartilha conosco as particularidades deste segmento e suas perspectivas para o futuro nesta área. 1 – Como orientar o cliente (construtora/empreiteiro/ indústria) a especificar uma grua? A especificação de uma grua requer um estudo de engenharia, não apenas o atendimento de um vendedor experiente. Há diversos aspectos a serem estudados. O posicionamento de uma grua requer um estudo que vai desde a interferência da base e torre com todos os pavimentos de uma edificação, bem como interferências com outras edificações, e condições de montagem - desmontagem. É importante também analisar questões de logística, levando em consideração os métodos construtivos da obra dentre outros aspectos. 2 - Como escolher o modelo ideal para um determinado tipo de trabalho? É responsabilidade do cliente ou da locadora? Há muitos clientes que abrem cotações já com o equipamento especificado. Por conta dos aspectos mencionados acima, é importante rever os estudos independentemente do cliente já ter a opinião formada. Quando o cliente tem uma má experiência com o uso de uma grua se torna um forte candidato a não utilizar mais este equipamento, além de difundir negativamente. Por conta da cultura de nossos construtores e do formato de contratação de obras geralmente adotado, a utilização deste tipo de máquina é bastante inferior ao do resto do mundo. A maioria das obras aqui usa apenas elevadores e guinchos de elevação. 3 – Quais são os principais modelos de gruas e suas aplicações? Há uma infinidade de modelos. Somente a Potain, empresa líder mundial com mais de 110 mil gruas produzidas (empresa que representamos), possui mais de 50 modelos. Normalmente, obras de edificações utilizam equipamento de pequeno e médio porte (independente da altura). Já obras de grande porte, barragens, etc. utilizam gruas de médio e grande porte em geral. Entende-se gruas de pequeno porte entre 10 e 70T.m, médio porte entre 70 e 200T.m e grande porte acima de 200T.m.

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4 – Quais são as principais medidas de segurança? O cliente está ciente da regulamentação ou a locadora deve informá-lo de alguma forma? A maior parte das questões de segurança está descritas na NR18. Modéstia à parte a NR18 (18.14.24 - Grua) vigente foi escrita dentro da ALEC e discutida com a participação da entidade dentro do GT (Grupo de Trabalho no Ministério do Trabalho) desde o início dos trabalhos até a votação em Brasília. Infelizmente, por mais que o cliente esteja estruturado na segurança do trabalho, é fundamental que o locador ofereça todo o suporte, além de “certa forma” atuar como fiscalizador, pois só assim é possível evitar situações de risco. Nossos operadores são sempre treinados para parar as operações sob qualquer suspeita de uma situação de risco. A operação da grua é partilhada entre operador e sinaleiro da obra, portanto não adianta utilizar um equipamento de primeira linha e um operador experiente se a obra não dispõe de um sinaleiro treinado e devidamente capacitado. 5 – Como está o mercado de gruas atualmente e qual a sua expectativa para o final do ano e 2014? O impacto das obras dos estádios e de algumas de infraestruturas para a Copa como aeroporto, por exemplo, já passou. O que não começou até agora certamente não será para junho de 2014. O que há no momento é uma certa incerteza com o mercado, principalmente o imobiliário. Algumas das principais empresas do mercado estão performando mal e apresentando resultados péssimos. O mercado não está ruim, mas considerando o grande aumento no número de “players”, acredito que a demanda não vai ser suficiente para o número de equipamentos que entraram no mercado de locação. Receio que haverá consolidações e outros ajustes nesta oferta. Isso já está ocorrendo de certa forma. Nos últimos 5 anos a quantidade de empresas locadoras de gruas mais que triplicou no país.


6 – Este segmento teve grandes avanços tecnológicos? Sim. De forma geral, as máquinas vem se tornando mais leves, compactas e com lanças mais longas, sobretudo nos modelos de menor porte. Há também grande avanço nas questões de controle e na eletrônica. 7 – Existem muitas empresas estrangeiras investindo no Brasil neste segmento? Como você vê a concorrência? Como disse na questão 5, há de fato muita concorrência nova no mercado, algumas inclusive são empresas de médio e grande porte no segmento de guindastes. Há também estrangeiros que chegaram com força. Na minha opinião, isso se deve ao número excessivo de reportagens e matérias veiculadas nas revistas e jornais, alertando sobre o aquecimento do mercado e da falta de equipamento em 2007 a 2009. Isso de fato ocorreu, mas em uma intensidade bastante menor que o barulho feito “O mercado não está ruim, mas considerando o grande por esta publicidade. A demanda aumento no número de “players”, acredito que a demanda equilibrou em 2009/2010, mas após isso o mercado começou a ser inundado por não vai ser suficiente para o número de equipamentos equipamentos, principalmente chineses que entraram no mercado de locação. Receio que haverá (de qualidade abaixo da crítica.)

consolidações e outros ajustes nesta oferta”.

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SEGURANÇA

GRUAS – MINIGRUAS E SUA APLICABILIDADE NAS OBRAS URBANAS Os terrenos urbanos edificáveis muitas vezes não têm as dimensões mínimas para possibilitar a instalação de grandes equipamentos de elevação, sendo que a resolução do transporte vertical de materiais torna-se verdadeiro quebracabeças e desafio de logística, uma vez que toda a legislação pertinente (Normas Regulamentadoras e posturas municipais) tem que ser respeitada. Por sua versatilidade de opções (ascendente, externa, lança fixa, lança móvel, sobre trilhos, além das diversas capacidades e tamanhos) as gruas tornaram-se as grandes ferramentas de elevação de materiais em obras.

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Porém, em virtude da expansão do mercado de uso das gruas, surgiram novos problemas de utilização que sempre devem ser equacionados pelos fornecedores, locadores e usuários destes equipamentos, como segue:

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As obras cada vez têm seu cronograma desenvolvido em dias, com a concretagem de lajes sendo feita semanalmente. Portanto, cada dia perdido com o equipamento parado por manutenção corretiva, significa atraso irrecuperável no prazo da obra.

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Devido à tensão elétrica fornecida pelas concessionárias nem sempre serem estáveis, bem como a perda de carga existente nas instalações das obras, o uso de transformadores e estabilizadores tornou-se necessário.

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Em outros países, principalmente na Europa, onde as obras tem que respeitar as normas de preservação histórica, as torres das gruas são montadas até mesmo no leito carroçável das vias públicas, o que é proibido no Brasil. Esta proibição, que praticamente confina a grua (lança e contra-peso) nos limites internos do terreno, implicará cada vez mais no uso de gruas com lança móvel.

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Por se tratar de um equipamento de alta responsabilidade, deve haver uma estrutura do fornecedor e/ou locador para atendimento ao cliente. Esta estrutura tem que ser de alto nível técnico, composta por engenheiros, técnicos, mecânicos, eletricistas, montadores, operadores, soldadores certificados e outros. Deve existir um programa de manutenção preventiva responsável (não somente a corretiva), tomando por base as recomendações dos fabricantes, visando principalmente o controle pelas horas trabalhadas, fadiga de materiais e incidentes que possam requerer revisões e outras manutenções.

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Também, se o equipamento tiver mais de 20 anos de fabricação será necessário que um engenheiro faça a verificação estrutural, emitindo um relatório, com a respectiva ART.

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Com o controle normativo cada vez maior sobre os elevadores de carga, o transporte da armação pelos elevadores respeitando-se às Normas Regulamentadoras tornou-se impossível, obrigando as obras a instalarem minigruas. Observe-se que, embora sejam de menores dimensões, as minigruas são na realidade gruas, sujeitas ao atendimento de toda a legislação de gruas, com plano de manutenção, plano de cargas, especificações e manuais, orientação e fornecimento de capacitação a quem for operá-las, ou mesmo exigir que a obra o faça. Empresas fornecedoras e locadoras estruturadas, sempre possibilitarão o bom atendimento a seus clientes, sendo por este motivo as que devem ser as preferidas na escolha dos construtores. É de suma importância que os construtores façam periodicamente uma visita técnica ao pátio, oficinas e escritórios de seus fornecedores, a fim de verificar in loco sua estrutura, o que sempre garantirá o atendimento desejado. Henrique Vainzof Engenheiro Civil e de Segurança do Trabalho

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GESTÃO

ÉTICA EM VENDAS Conheça alguns dos expedientes que recorrentemente colocam em xeque os princípios éticos do profissional de vendas A ética em vendas pode ser entendida como os padrões utilizados para avaliar se o comportamento do profissional de vendas é certo ou errado, bom ou mau, justo ou injusto. Muitas são as situações recorrentes na arena comercial que levam o vendedor consciente a um dilema moral. Alguns exemplos:

1- Propina É a oferta de algo de valor ao comprador com objetivo de influenciar seu julgamento ou sua conduta. Ao utilizar este expediente uma vez, como forma de acessar um novo cliente, incorre-se no risco – quase uma certeza – de que o procedimento se repetirá em todos os próximos pedidos. A propina passa a integrar o preço, podendo comprometer a margem líquida da empresa e até mesmo sua própria comissão.

2- Conluio Trata-se de acordo, alian��a ou combinação com intuito de prejudicar outrem. O objetivo pode ser evitar a entrada de um novo fornecedor, por exemplo, buscando desqualificá-lo por questões de preço, prazo ou qualidade, garantindo assim a manutenção de uma política que perpetue o pedido ao vendedor e a propina ao comprador.

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3. Espionagem

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Foi-se o tempo em que espiões camuflavam-se dentro das empresas, arrombavam portas ou furtavam fórmulas secretas. A contraespionagem virou uma indústria dos serviços, além de funcionar como uma das estratégias possíveis na política de BI, ou business intelligence, de algumas organizações. Os segredos corporativos estão por toda parte: nas lixeiras dos escritórios (daí a invenção das fragmentadoras de papel), nos relatórios postados sobre a mesa dos executivos e especialmente nos computadores. Acessar listas de preços, políticas de desconto, mailing de clientes e planos estratégicos, está a um clique do mouse. Por isso, a segurança de informações tornou-se vital para as corporações.

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4. Indução ao erro. Aqui presenciamos o profissional que oferece ao seu cliente o que lhe convém vender, independentemente de atender às necessidades e expectativas. E isso acontece em dois extremos. Se a disponibilidade financeira do comprador é limitada, o produto ou serviço ofertado é reduzido ao limite, muitas vezes sem atender à demanda. Em contrapartida, quando não há restrições orçamentárias, o vendedor impõe algo muito superior ao desejável, incluindo recursos ou opcionais que jamais serão utilizados, mas que oneram o valor da negociação.

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5. Conflito de interesses Esta situação fica caracterizada quando uma negociação é conduzida de forma a beneficiar o vendedor, mas não a empresa em que trabalha. A meta de vendas é atingida, a comissão é garantida, mas a rentabilidade do negócio fica comprometida. Diante de todas estas possibilidades, resta ao vendedor uma certeza. Evitar um conflito ético e pessoal está relacionado aos seus valores e também aos valores da organização na qual trabalha. Uma negociação conduzida de maneira lícita, íntegra e honrada, satisfaz o cliente garantindo uma repetição de compra ou, no mínimo, boas referências sobre sua conduta profissional e sobre os procedimentos de sua empresa. Valores são os princípios que guiam o processo decisório e que balizam seu comportamento no cumprimento de sua missão, sua razão de existir. São seus valores que lhe indicarão quando usar um dos artifícios apresentados acima – ou como buscar alternativas aos mesmos capazes de manter você no jogo das vendas. Lembre-se de que a ética é uma opção fundamentada no bem e na virtude. Confúcio dizia que “não são os princípios que dão grandeza ao homem, mas é o homem que dá grandeza aos princípios”. Negocie produtos, negocie serviços, mas não negocie princípios. A menos que você consiga dormir o sono dos justos agindo assim... Fonte: Tom Coelho publicado em www.administradores.com.br

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NOTÍCIAS DO MERCADO

A CRIAÇÃO DA CLT Em 1º de maio de 2013 a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho - completou 70 anos. Criada e sancionada por Getúlio Vargas, unificou a legislação trabalhista existente no Brasil e inseriu os direitos trabalhistas na legislação brasileira, regulamentando as relações individuais e coletivas do trabalho. No Brasil, desde a abolição da escravatura, a fase embrionária da consolidação dos direitos trabalhistas perdurou por quatro décadas. Após a Revolução de 1930, com a entrada de Getúlio Vargas é que a Justiça do Trabalho e a proteção dos direitos dos trabalhadores realmente despontaram. Foi criado o Ministério do Trabalho, instituídas as Comissões Mistas de Conciliação para os conflitos coletivos e as Juntas de Conciliação e Julgamento para os conflitos individuais. O passo decisivo para a criação da justiça trabalhista no Brasil, que passou a aplicar a CLT veio com a Constituição de 1934, mas sua regulamentação só ocorreu em 1940. A carta constitucional de 1934 instituiu o salário mínimo, jornada de trabalho de oito horas, repouso semanal, férias anuais remuneradas e indenização por dispensa sem justa causa. Sindicatos e associações profissionais foram reconhecidos, com o direito de funcionar autonomamente.

A Assembleia Constituinte de 1946, após o fim da ditadura de Vargas, acrescentou à legislação o reconhecimento do direito de greve, repouso remunerado em domingo e feriados e extensão do direito à indenização de antiguidades, à estabilidade do trabalhador rural e a integração do seguro contra acidentes do trabalho no sistema da Previdência Social. A Constituição Federal de 1967 trouxe a aplicação da legislação trabalhista aos empregados temporários, valorização do trabalho como condição da dignidade humana, proibição da greve nos serviços públicos e atividades essenciais e direito à participação nos lucros das empresas. Limitou a idade mínima para o trabalho do menor, em 12 anos, com proibição de trabalho noturno, incluiu o direito ao seguro-desemprego (só foi realmente criado em 1986) e a aposentadoria para a mulher após 30 anos de trabalho, com salário integral. Fez previsão do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), da contribuição sindical e do voto sindical obrigatório. Com o fim do regime militar e a promulgação da Constituição de 5 de outubro de 1988 pela Assembleia Nacional Constituinte, começou uma nova era para os trabalhadores brasileiros com a proteção contra a despedida arbitrária ou sem justa causa; piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho prestado; licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de 120 dias, licença-paternidade; irredutibilidade salarial e limitação da jornada de trabalho para 8 horas diárias e 44 semanais, além da proibição de qualquer tipo de discriminação quanto a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. A palavra “trabalho”, que na concepção antiga tinha o sentido de sofrimento e esforço, ganhou, assim, uma roupagem social, relacionada ao conceito de dignidade da pessoa humana. Fonte: Baseado em texto da TST http://www.tst.jus.br

12 - Rental News - julho/2013


RESPONSABILIDADE SOCIAL – ALEC APOIA ESTA INICIATIVA

A Casa Amigos da Vida - Grupo de Apoio Dona Benedita é uma entidade 100% beneficente que abriga idosas carentes e portadoras de transtornos mentais, ex-moradoras de rua. A Casa fica na Zona Sul de São Paulo, no Jardim Ângela e oferece abrigo, tratamento médico, psicológico, alimentação e carinho para que estas senhoras tenham ao menos um final de vida digno. Não conta com auxílio financeiro governamental e é subsidiada pela boa vontade de pessoas e empresas dispostas a ajudar. Para gerar receita e depender cada vez menos de ajuda externa, a Casa Amigos da Vida criou um bazar/brechó que vende de tudo um pouco, fruto de doação, móveis, eletrodomésticos roupas, utensílios, brinquedos, todos usados. De um lado ajuda a Casa das Velhinhas e do outro a comunidade carente da região.

Se preferir, pode fazer uma colaboração através do sistema online do PagSeguro do Uol. Para conhecer mais sobre a Casa Amigos da Vida, acesse o site http://www.casaamigosdavida.org.br Grupo de Apoio Dona Benedita Casa Amigos da Vida Rodovia José Simões Louro Junior, 11290 Itapecerica da Serra - SP (11) 4669-2181 Brechó Casa Amigos da Vida Rua Monteiro Lobato, 395 Itapecerica da Serra – SP (11) 4669-6207 grupobenedita@ig.com.br

Eles não só aceitam como precisam de doação de móveis, eletrodomésticos e roupas usadas e podem retirar em qualquer lugar da Grande São Paulo. Se você tem na sua casa ou empresa algum móvel que não esteja mais sendo útil e não sabe o que fazer com ele, esta é uma excelente solução.

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NOTÍCIAS DO MERCADO Câmara extingue multa de 10% paga ao FGTS por demissão sem justa causa Proposta, não aceita pela liderança do governo na Casa, agora vai para sanção presidencial. A Câmara aprovou nesta quarta-feira (3) o projeto que acaba com a multa de 10% sobre o saldo do Fundo De Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do trabalhador, paga pelos empregadores ao governo em caso de demissão sem justa causa.

Setor comemora Dia Nacional da Construção Social em agosto A ação social deste ano terá como foco a Educação para a Vida.

A proposta, aprovada contra a vontade da liderança do governo na Casa, vai agora à sanção presidencial. O texto aprova extingue apenas a multa de 10% sobre o saldo do FGTS paga pela empresa ao governo, não a multa de 40% do saldo do fundo paga pelo empregador ao funcionário demitido sem justa causa. A multa de 10% havia sido estabelecida, de forma provisória, em 2001 para compensar perdas do FGTS por conta dos Planos Verão, em 1989, e Collor 1, em 1990. O governo vinha usando esses recursos para realizar superávit primário. No início do ano passado, a Caixa Econômica Federal passou a transferir a multa paga pelos empregadores diretamente ao Tesouro Nacional.

No dia 17 de agosto, o setor da construção vai comemorar o Dia Nacional da Construção Social. A ação social deste ano terá como foco a Educação para a Vida.

O Projeto de Lei Orçamentária de 2013 também previa a utilização desses recursos para fazer superávit.

Promovido pelo Fórum de Ação Social e Cidadania (Fasc) da CBIC, a edição 2013 pretende abordar a questão do trabalhador como indivíduo, cidadão responsável pelo meio ambiente, consumo consciente e sobre saúde e segurança em seu ambiente de trabalho.

“Essa multa contribui para a estabilidade do trabalhador no emprego, nesse momento de crise mundial”, defendeu o líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), argumentando que parte do dinheiro também é usada no programa habitacional do governo Minha Casa, Minha Vida. Um grupo de entidades representantes do setor empresarial, liderado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), argumenta que o equilíbrio econômico-financeiro do fundo foi restabelecido no meio do ano passado e que a contribuição provisória não pode ser convertida em permanente. O grupo calcula que foram pagos indevidamente R$ 2,7 bilhões.

Na oportunidade, serão oferecidas iniciativas para uma melhor formação e qualificação profissional, ações que promovam a interação com a família e colegas de trabalho, possibilidades de geração de renda e diálogos sobre relação interpessoal e qualidade de vida, além dos serviços ofertados nas áreas de saúde, lazer e cidadania. Fonte: CBIC

Fonte: IG Economia

PRORROGADA EM 30 DIAS O PRAZO DA CONSULTA PÚBLICA DA NR-18 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA N.º 389, DE 18 DE JULHO DE 2013 - (D.O.U. de 19/07/2013 - Seção 1) Prorroga em 30 dias o prazo da consulta pública da Norma Regulamentadora n.º 18. O SECRETÁRIO DE INSPEÇÃO DO TRABALHO, no uso das atribuições conferidas pelo art. 14, incisos II e XIII, do Decreto n.º 5.063, de 3 de maio de 2004, em face do disposto no inciso I do art. 155 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto n.º 5.452, de 1º de maio de 1943, resolve: Art.1º Prorrogar por 30 (trinta) dias o prazo estabelecido na Portaria SIT n.º 383, de 21 de maio de 2013, publicada no DOU de 22 de maio de 2013, referente à consulta pública da Norma Regulamentadora n.º 18 - Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. Art. 2º Esta portaria entra em vigor na data de sua publicação. LUIZ FELIPE BRANDÃO DE MELLO

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FIQUE POR DENTRO

ALEC PRESENTE NA DISCUSSÃO DA NR-18 PARA ELEVADORES E GRUAS Grupo técnico da ALEC apresenta sugestões de melhoria ao texto da NR-18 para elevadores e gruas. Está em processo de consulta pública a Portaria SIT nº 383, publicada em 21 de maio de 2013. Trata-se de uma revisão geral no texto da Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18), uma proposta que apresenta várias alterações e novas diretrizes para o uso e requisitos de segurança em diversos equipamentos, principalmente, andaimes, elevadores e gruas. A consulta pública na NR-18 é uma forma democrática de participação da sociedade que contribui na elaboração e aperfeiçoamento das normas de segurança no processo de fabricação e uso de diversos equipamentos. A ALEC está trabalhando junto ao CPR-SP prestando apoio técnico no texto de elevadores de obras através de um grupo de trabalho, reunindo os principais fabricantes e locadores de elevadores do país, que disponibilizaram seu corpo técnico de engenheiros para analisarem a proposta em consulta, propondo adequações e melhorias no texto da NR-18.

As sugestões apresentadas tiveram como principal característica o forte embasamento técnico que propôs objetividade e uniformidade na interpretação de cada item. Para a apresentação da proposta ao comitê da NR-18, a ALEC contou com 8 representantes e a reunião aconteceu no auditório do Sinduscon em no dia 15/07/2013. A ALEC esteve presente também na reunião do grupo 4 de andaimes, que aconteceu no dia 16, acompanhando os trabalhos com as bancadas do CPR-SP Os trabalhos realizados pela Associação das Locadoras, além de contribuir com a melhoria contínua das normas e processos na indústria da construção, também busca organizar e profissionalizar o setor. Locador, junte-se a nós, unidos por uma causa podemos conseguir muito mais resultados. Renato Nunes Caetano Grupo de Trabalho de Elevadores – ALEC

Foram mais de 8 reuniões até que estivesse sendo apresentado uma versão final das sugestões para o grupo de estudo do CPR-SP.

MAILING ALEC TROQUE INFORMAÇÕES E DIVULGUE SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS A ALEC está disponibilizando o mailing das empresas associadas tanto em pdf, quanto em excel, mas somente para seus membros através da área restrita. Aproveite esta ferramenta para interagir com seus parceiros e fornecedores. Crie uma estratégia e amplie seu network. É bem simples. Acesse a área restrita no Portal ALEC, coloque seu login e senha e faça o download do mailing. Mais um benefício ao associado ALEC.

16 - Rental News - julho/2013


ESPAÇO DO LOCADOR

“Uma empresa de sucesso deve ter total conhecimento do ramo em que atua. Ao visitar o site da ALEC, me questionei: Por que uma empresa de 50 anos de mercado ainda não está afiliada a esta Organização? Após a afiliação, passei a receber informações sobre treinamentos para manutenção de equipamentos, eventos, feiras, novidades no setor e experiências de demais profissionais do mercado. Destaco a parceria entre as locadoras que compartilham informações sobre fraudes, possibilitando a adoção de medidas de segurança imediatamente. Independente da concorrência, a troca de experiências sempre é bem-vinda para fortalecer o setor. Recomendo a todas as locadoras, principalmente as novas no mercado, que associem-se à Alec. A relação custo-benefício vale cada centavo”. Angel Maris ALUGASOLDA

“Considero de importância vital para qualquer empresa estar associada à sua entidade de classe, pois unindo esforços e trocando experiências é possível o crescimento forte do setor. Só o adesivo e do banner da ALEC em nossa loja já transmitem ao cliente uma imagem mais qualificada do nosso negócio. É também através da ALEC que ficamos sabendo dos eventos ligados ao nosso ramo. Saudações e parabéns por esse trabalho”. Geraldo Santos de Andrade ALUGOSIM Salvador / Bahia


LISTA DE FABRICANTES ASSOCIADOS BAHIA

SANTA CATARINA

Salvador

São Bento do Sul

AMBA ANDAIMES

TUPER S.A TUBOS ESPECIAIS E COMPONENTES

MINAS GERAIS

São José MM-KAUFMANN BRASIL

Belo Horizonte BRAMEX BRASIL

Uberaba DEWALT

PARANÁ Curitiba

SÃO PAULO Araçariguama ANCORA ANDAIMES

Barueri ATLAS COPCO

TOYAMA

CHICAGO PNEUMATIC

São José dos Pinhais

HAULOTTE

SUPER ALPINA

HILTI

Sarandi

TEREX LATIN AMERICA

BUNKER LOCAÇÕES

Cabreúva

PERNAMBUCO

TYROLIT DO BRASIL

Cajamar

Recife

LAYHER

FORTEQUIP

METALPLAN

Campinas

RIO DE JANEIRO

BOSCH

Rio de Janeiro

MECAN

MULTIQUIP NHJ DO BRASIL

METAX

Diadema DIAMANTECNO

RIO GRANDE DO SUL Canoas RAISMAN

Novo Hamburgo WEBER

Porto Alegre STEMAC GRUPOS GERADORES

São Leopoldo STIHL

Sapucaia do Sul BARAM EQUIPAMENTOS

SANTA CATARINA

ROTHENBERGER DO BRASIL TORCISÃO

Embu MAGIKBAN

Guarulhos ANDMAX RAMGON SAINT-GOBAIN ABRASIVOS

Indaiatuba ANDAIMES FERRARI HITACHI KOKI JLG LATINO URBINA

Itu

Balneário Camboriú

ITUBOMBAS

VIATRADE ASSESSORIA

Jundiaí

Jaraguá do Sul

DEC SUPERABRASIVOS

CSM

JUND DIAMOND

MENEGOTTI

WACKER NEUSON

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SÃO PAULO Mairinque SOLDATOPO

Marília VIBROMAK

Mogi Guaçu SITI S/A

Paulínia KARCHER

Pedreira TRIUNFO ANDAIMES

Piracicaba GS GUITON SOCAGE

Pompéia BRUDDEN

Ribeirão Preto ROSMATECH

Santa Isabel GRUPO MONTARTE

São Bernardo do Campo MAKITA DO BRASIL

São Caetano do Sul GEOSINTER FERRAMENTAS

São Paulo ANVI AUTEL FERRAMENTAS E CONEXÕES BETOMAQ CONCRETE FINISHING SOLUTIONS CUMMINS VENDAS E SERVIÇOS EMIT EQUIPAMENTOS GRUPO TENSOR HONDA PRODUTOS DE FORÇA HUSQVARNA KAESER LOCGUEL - MORUMBI PEREIRA SERVICE TOWERS BRASIL U.T. CABOS

Sorocaba PRAMAC DO BRASIL

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CURSOS

FEIRAS

BOSCH Treinamento Técnico de Ferramentas Elétricas DATA 28 a 31/08 30/09 a 02/10

LOCAL Fábrica Bosch Campinas/SP Fábrica Bosch Campinas/SP

INSCRIÇÕES ATÉ 19/08 20/09

MENEGOTTI Treinamento Prático de Compactadores e Placas Vibratórias Menegotti com ênfase em motores Robin/Subaru DATA 15 e 16/08

LOCAL Sede ALEC São Paulo/SP

31 de julho a 03 de agosto de 2013 Fenac Novo Hamburgo Novo Hamburgo/RS www.fenac.com.br

INSCRIÇÕES ATÉ 07/08

Treinamento Prático de Projetores de Argamassas DATA 24/10

LOCAL Sede ALEC São Paulo/SP

INSCRIÇÕES ATÉ 16/10

NOVOS ASSOCIADOS • Alzintec Elevadores Ltda-Me • Ares Locadora de Maquinas • Autel Ferramentas e Conexões • CZLOC • Fenix Gruas • Mgs Montagens Ltda-Me • Mlteck Elevadores de Obra • Platafort Comercio de Equipamentos Industriais Ltda. • Sky Sul Elevadores Ltda-Me • Tuper S.A Tubos Especiais e Componentes

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14 a 17 de agosto 2013 Rio Centro - Rio de Janeiro/RJ www.feiraconstruir.com.br/rio

28 a 30 de agosto de 2013 Centro de Exposições Imigrantes São Paulo - SP www.concreteshow.com.br

28 a 31 de Agosto de 2013 Centro de Convenções da Bahia Salvador/BA www.feiraconstruir.com.br/bahia


LANÇAMENTOS

Plataformas telescópicas HT23RTJ Altura de trabalho de 22,5m e alcance horizontal 18,3m. Com relação à capacidade de carga, o equipamento tem como opcional a capacidade de carga dupla e pode operar com carga no cesto de 230 kg (sem restrição de alcance) ou 450 kg (com restrição de alcance).

11 4196-4300 haulottebrasil@haulotte.com www.haulotte.com

DEPOIMENTOS NOVOS ASSOCIADOS

“No mercado competitivo em que atuamos, as parcerias são determinantes para o fortalecimento das empresas. Ser associado à ALEC foi, sem dúvida, um importante passo rumo à concretização de novos negócios. Quando empresas sérias e comprometidas com o trabalho firmam parcerias, os resultados esperados sempre poderão ser alcançados.” Tulio Cesar Kock Tuper S/A - Tubos Especiais e Componentes

“A ML Teck associou-se à ALEC para estar presente nas decisões dos negócios no mercado, além de dar sugestões”. Luiz A. Souza ML Teck

“Somos uma empresa em fase de crescimento e nada melhor que investir em capacitação e divulgação. Através do Guia ALEC e do Portal ALEC na Internet, ampliamos nossa propaganda. Também temos a oportunidade de trocar conhecimento, sugestões e opiniões com outros profissionais da área, além de contar com consultoria e treinamentos disponibilizados. Por isso nos associamos à ALEC. Schwarleny Schwambach Matos MGS Montagens

“Decidimos nos afiliar à ALEC pela possibilidade de atingir um maior número de clientes e associar o nome ARES à qualidade já representada pelas empresas associadas. Com a ALEC temos a possibilidade de aprender cada dia mais e com isso prestar um serviço diferenciado aos nossos clientes”. Paulo Henrique Salomão Casarin ARES Locadora de Máquinas

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ANÚNCIOS ECONÔMICOS

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CANDOTTI CORRETORA DE SEGUROS Claudio Candotti 55 11 3819-33?? brugnara@candottiseguros.com.br www.candottiseguros.com.br

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Rental News Julho2013