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A Matilha Brac 09

O AMOR DE LOCO Loco Remeere não sabia onde estava com a cabeça quando deixou que Cecil, o companheiro do Alfa, o convencesse a ajuda-lo em um plano maluco, mas desta vez a aventura de Cecil o leva direito a seu próprio companheiro. Tangee Highland tem dois empregos para sobreviver, e namorar é um sonho distante. Correndo atrasado, como de costume para o seu trabalho em um estúdio de tatuagem, se depara com a visão de um homem lindo de cabelos prateados que o atrai como nenhum outro. Tangee rapidamente se entrega ao seu desejo de tocar o cabelo prateado de Loco, mas o acasalamento para a vida toda é um pouco demais para um primeiro encontro. Ele se nega a Loco, e insiste em que o relacionamento vá mais devagar. Tudo muda quando a mãe de Tangee sofre um acidente de carro e ele fica responsável por sua irmã de cinco anos de idade, que agora ficará com ele. Agora Loco vai querer ficar com que ele com uma irmã mais nova em seu quadril? Ou anulara a reivindicação de Tangee?


A Matilha Brac 09

Nota > Os Dialogos de Keata estão em negrito para salientar sua má pronuncia do idioma. Nota> Shifer - Transmofo

CAPITULO UM

Tangee correu em volta de seu apartamento, tentando ficar pronto. Pulando em um só pé, lutando para por o sapato, com um pedaço de torrada em sua boca. Pegou as chaves da mesa ao lado da porta, e a fechou com um golpe, e saiu correndo do seu prédio de apartamentos, atrasado como de costume. Parecia que estava sempre atrasado para alguma coisa ou outra. — Merda. —

Ele correu escadas acima e trancou a porta. Tangee

esqueceria a cabeça se não fosse grudada. Isso era algo que a sua mãe sempre lhe dizia. Ele ficou lá por um momento, tentando pensar em qualquer coisa que poderia ter esquecido.


A Matilha Brac 09 Não se lembrando de nada, então correu escada abaixo. — Mark vai me matar — Tangee correu para o estúdio de tatuagem onde trabalhava. Mark tinha ligado para ele, dizendo que tinha um monte de tatuagem para fazer e precisava da ajuda de Tangee. Bem, tanto queria ajudar seu chefe. Ele tinha se esquecido de ligar o alarme de seu despertador. Tangee correu para a sala e parou. Estava lá, em pé, dois dos maiores homens que já tinha visto em sua vida. Engolindo em seco deu um passo atrás. Assustado chegou mais perto da porta. Todos na sala se voltaram para olhar para ele. Caramba, isso foi estranho. Seus olhos se fixaram no segundo homem grande que estava parado na parte de traz da loja. Seu cabelo era longo e prateado, prateado de verdade. Tangee não estava seguro se era a iluminação, mas os olhos do homem pareciam ser pretos. Calma. — Oi, Tangee, legal — disse Mark. Tangee deslizou para mais longe do cara na porta. Algo sobre ele gritou perigoso. Seus olhos se voltando para o homem de cabelos prateados. Tangee sentiu-se atraído por ele. — Certo — Mark afastou-se longe do cara que ele acabara de tatuar, a atenção de Tangee atraída mais uma vez para o homem de costas. Por que não podia parar de procurar os seus olhos? Desta vez, quando ele olhou novo o cara estava olhando diretamente para ele.

A tentação era sem

duvida quente pelo Senhor Sexy, e o seu corpo balançou. Parecia que ele vivia em um ginásio. Parecia muito poderoso, seu peito largo e musculoso, mas era seu rosto, que arrebatou os olhos de Tangee. Tinha um rosto bonito clássico que parecia suavizar assim que


A Matilha Brac 09 olhou para Tangee. Tangee desviou o olhar do misterioso homem, observando quando um dos pequenos homens pagou, e então todos eles saíram pela porta dos fundos. O estranho de cabelos prateados olhou por cima do ombro para Tangee uma última vez antes de partir. Droga, ele deveria ter pedido o número de seu telefone em vez de estar lá em uma nuvem cheia de luxúria. — Ei onde você estava? —

Mark estava limpando seu espaço de

trabalho, organizando tudo. Tangee voltou para a terra, olhando para seu chefe por um momento, a pergunta finalmente rompendo a nuvem. — Eu esqueci ligar meu despertador. Sinto muito. — Tangee correu e ajudou o seu chefe a terminar a limpeza. Olhando para a porta de trás, desejando que ele tivesse tido a coragem de abordar o homem de cabelos prateados. Oh, bem. Não que ele tivesse tempo para uma vida social ou pessoal de qualquer forma. — Não tem problema. Você só perdeu um grande extra, é tudo — Mark disse enquanto fechava a torneira. Mark realmente não precisava de ajuda, mas sabia que Tangee precisava de dinheiro. Mark estava sendo legal era seu estilo. — Droga. Eu realmente precisava do dinheiro. — Tangee varreu e reorganizou a vitrine. Guardou a pá de lixo, higienizou a cadeira e a área de trabalho que Mark tinha usado. Seu chefe era aficionado por um ambiente livre de germes, quando se tratava de sua loja de tatuagem. Depois de jogar a toalha no lixo, juntou-se a Mark no balcão. — Você precisa de um empréstimo? — Perguntou Mark preenchendo sua papelada, colocando tudo em um saco plástico para depositar no banco. Ele olhou para Tangee esperando por uma resposta. — Não, eu teria que pagar de volta. Além disso, talvez isso me ajude a lembrar de ligar meu despertador da próxima vez. — Seguiu Mark para


A Matilha Brac 09 fora do prédio, esperando ele trancar a porta. — Bem, eu preciso chegar ao meu outro trabalho. Sinto muito, Mark. — Sem problema. Vemo-nos amanhã, mano. — Mark bateu com os nós dos dedos de Tangee enquanto se dirigia para o banco. Droga, devia ter pelo menos sete pessoas que iniciaram as tatuagens. Ele teria feito uma festa. Memória estúpida. Tangee enfiou as mãos nos bolsos da frente e começou sua caminhada para o seu próximo trabalho. Parecia que tudo o que ele fazia era trabalhar. Não deveria estar tão atolado na idade de 23 anos. Seus pensamentos se voltaram para o homem da loja, enquanto caminhava para o seu segundo trabalho. Quem era aquele anjo de cabelos prateados? Havia sido imediatamente atraído para ele, algo que nunca tinha acontecido antes. Era como se uma linha invisível tentasse puxá-lo do outro lado da sala aos braços do homem sexy. Qual era o seu nome? Amaldiçoou-se por não conseguir pelo menos o nome do cara. Tangee entrou no minimercado, indo para a parte de traz em direção ao relógio ponto. — Eu preciso de um banheiro. — Uma mulher entrou correndo na loja, olhando em volta freneticamente. — Desculpe, não temos banheiros públicos — Tangee podia ver que sua noite ia ser divertida. A ação já havia começado, mas ninguém se preocupou em colocá-la para fora, sabendo que Tangee faria. Ele odiava as pessoas que assumiam coisas. — Bem, se eu não chegar a um banheiro, eu vou usar o banheiro no seu chão — ela gritou com ele, sacudindo a mão gorda. — Senhora, eu não posso te ajudar. Há um restaurante na rua. Eu


A Matilha Brac 09 sei que eles têm banheiro — . Tangee se abaixou quando a senhora jogou um saco de batatas fritas nele que ela pegou da prateleira. — Vou falar com o seu gerente amanhã. Qual é seu nome? — Ela colocou os punhos rechonchudos nos quadris, os lábios franzidos em desaprovação. — Sam — Tangee riu de si mesmo. Essa era a piada que haviam deixado para ele arrumar. Serviu-lhe bem. — Bem, Sam, você é um jovem muito grosseiro. — E foi embora. — Oh que seja — Tangee encostou-se no balcão, rezando por uma noite rápida.

Loco sentiu-se fodido pelo comandante Hawk. Quando concordou, estupidamente, em levar os sete companheiros a um estúdio de tatuagem sem conhecê-los. Um grande erro, e que não faria de novo. Quando ele iria aprender a não ouvir Cecil? Ele pensou no jovem tinha visto no local de tatuagem. O artista o chamou de Tangee. Homem, ele já amava esse nome. Era único, assim como seu companheiro recém-encontrado. Loco precisava voltar lá. Ele precisava ver seu companheiro. Ele odiara sair, mas os outros companheiros precisavam voltar para casa de forma segura. Loco planejava retornar amanhã. Seu companheiro era lindo. O cabelo castanho claro com reflexos vermelhos emoldurava um


A Matilha Brac 09 rosto

cheio

e

cativante.

As

tatuagens

visíveis

de

Tangee

apenas

aumentavam a beleza que já possuía. Mas Loco se concentrou em seus olhos, que era azul-petróleo esverdeado, simplesmente deslumbrante. Ele poderia tirar o medo dos olhos de seu companheiro. Encheram-no de um anseio profundo e curiosamente Loco se sentiu muito bem, mas essa ponta de medo tinha prejudicado a beleza deles. — Hey, Loco, quer jogar bilhar? —

Loco foi arrancado de sua

melancolia ao som da voz de Gunnar. O shifter estava com os tacos de bilhar nas mãos, com um olhar curioso em seu rosto. — Claro — . Ele estava escalado para o serviço de patrulha mais tarde, mas precisava de algo para tirar Tangee fora de sua mente por hora. Loco pegou o taco e empurrou seus pensamentos para o fundo de sua mente. Não tinha sentido se torturar com saudade de alguém que ele não seria capaz de ver até amanhã à noite. — Quer uma cerveja? — Gunnar jogou uma para dele. Loco torceu a tampa e tomou um longo gole. O ruim e que lobos madeira não poderiam ficar bêbado. Bebia, pelo sabor. Apoiando suas costas contra a parede, Loco esperou a sua vez. Pensamentos daquelas tatuagens correndo pelos braços de seu companheiro entraram na mente de Loco. Ele queria correr a sua língua do pulso ao ombro, traçando o contorno de cada dragão. Droga, tentou desviar seus pensamentos. Loco, sorriu quando o companheiro Keata chegou correndo a sala. Kyoshi, primo de Keata,

havia pedido para ele manter um olho sobre o

cara. Keata saia correndo ao primeiro sinal de algo brilhante. Era um trabalho enorme, e uma dor de cabeça enorme, acompanhá-lo. — Você viu Tank?


A Matilha Brac 09 Loco

riu

entre

dentes.

O

inglês

quebrado

de

Keata

estava

melhorando. — Na cozinha. — Era onde o guerreiro permanecia a maior parte do tempo quando não estava em patrulha. Ele terminou sua partida de bilhar com Sentinela e depois correu escada acima para o chuveiro antes de se transformar para a forma de lobo e rondar os arredores da propriedade. Em todos os momentos, seis Sentinelas percorriam a floresta, assegurando aos companheiros dos guerreiros que tiveram a sorte de encontrar os deles que estavam a salvo. Havia

lobos

desonestos

e

um

bando

de

vampiros

para

se

preocuparem. Como as coisas estavam indo ultimamente, Maverick achava necessário considerar alistar mais guerreiros. Seis simplesmente não pareciam ser mais suficientes. A pele de Loco ardia de desejo de ir a seu companheiro, reclamá-lo, e trazê-lo para casa. Sabia que tinha que esperar. Mesmo que Hawk fosse buscar Tangee, seu comandante não saberia onde procurar. O local devia estar fechado agora, e seu companheiro estava seguro em sua cama, um lugar que Loco queria estar, abraçado a ele. Fazer amor com ele e reivindicando-o. — Há sempre um amanhã —

ele murmurou enquanto se dirigia

escada acima.

Tangee xingou quando olhou para seu despertador. Ele precisava investir em um melhor ou em uma memória melhor que o lembrasse de ligar essa maldita coisa. Era o mesmo que tinha desde


A Matilha Brac 09 quando era criança e que trabalhava pela metade. Isso ou dormia até tarde. Jogou as cobertas para o lado e tomou um banho ligeiro e se preparou rapidamente para o trabalho. Parecia tudo o que fazia era trabalhar, sem vida social, sem tinha amigos de verdade, com exceção de Mark. Ele havia tentado namorar, mas nenhum de seus namorados permanecia ao redor quando viam as dificuldades financeiras de Tangee, e se cansaram de vê-lo. — Tem que haver algo melhor do que isso. —

Falando para si

mesmo, Tangee comeu uma tigela de cereal e olhou em volta para ter certeza de tudo o que precisava estava esperando por ele perto da porta. Colocou a tigela na pia, saiu de seu apartamento, tendo que voltar para trancá-lo. Por que, em um dia em que ele estava atrasado, como quase todos os dias, o ônibus estava atrasado? Tangee queria gritar a pleno pulmões com a injustiça do mundo. Sabia que estava espalhando seu mau humor , mas o que mais poderia fazer? Sempre dizia a si mesmo, que ele era jovem e poderia lidar com tudo, mas ultimamente não tinha tanta certeza assim. Dias como o de hoje o fazia querer fugir para longe de tudo, mas para onde iria? — Desculpe, Mark. —

Tangee arquejava enquanto corria para o

trabalho. Graças a Deus não havia ninguém na loja. Ele não precisava de uma repetição da perda de dinheiro de ontem. — Sem problemas, para mim. Eu tenho alguém que vem em uma hora e meia. — Mark disse e foi para o escritório atrás. Tangee tirou os equipamentos que precisaria. As várias cores de tinta utilizadas normalmente quando se fazia tatuagens, agulhas novas, arma e uma variedade de outras coisas foram colocadas em sua estação de trabalho. Ele ouviu o zumbido da porta quando alguém entrou, o cliente chegou cedo.


A Matilha Brac 09 Tangee apressou-se a deixar a área de Mark pronta, não queria perder esse emprego. Seu chefe era compreensivo e descontraído, o que era difícil de encontrar. Ele terminou e correu para trás para dizer a Mark que seu cliente tinha chegado. — Vai buscar algo para comermos enquanto trabalho. —

Mark

atirou-lhe uma nota de vinte antes de ir para frente. — Tudo bem — Tangee saiu pela porta dos fundos e pela rua abaixo para um daqueles lugares de comida rápida. O bagre frito estava aberto. Ele já sabia que Mark gostava de sanduíche de carne enlatada. Parecia ser o básico de todos os dias. — Ei, monstro tatuado. Você vai nos cortar. Tangee olhou ao redor para ver com quem os caras estavam falando. O fenômeno tatuado ali era ele. Merda, exatamente o que ele precisava. Tangee não poderia lutar de nenhuma maneira, mas não ia deixar que esses caras soubessem disso. Por que parecia que não importava aonde ele fosse, era seguido por problemas? — Desculpe. —

Ele deu um passo para trás dos homens que o

acusaram de cortar algo, embora não pudesse ter a certeza do que queria dizer. Ele não estava prestando atenção. — Você pode comprar nossa comida já que está sendo tão atencioso. — As palavras do acusador eram ameaçadoras e sem humor. Tangee virou para o lado, fazendo o possível para ignorá-los. Seu coração batia forte em seu peito, e ele podia sentir-se a tremer. Ele odiava brigar, porque nunca ganhava no final. Tangee pensou uma vez que ele se tornasse adulto, ele teria ultrapassado tudo isso, mas aparentemente não. — Está me ouvindo? —

O cara colocou a mão sobre o ombro de

Tangee, empurrando-o para trás alguns passos. Tangee precisava sair de lá.


A Matilha Brac 09 Derrubando os sanduiches na rua. Não valia a pena. Virando-se para sair, o cara empurrou-o novamente enquanto o insultava. Tangee podia sentir as lágrimas brotando e se amaldiçoou por sua fraqueza. — Desde que você vai comprar a minha comida... Tangee viu estrelas quando o cara socou seu olho, cacos de luz explodiram atrás de seus olhos. Droga, como doía. Com a cabeça doendo e a face latejando, saiu correndo, esquecendo de que Mark o tinha enviado para comprar o almoço enquanto corria para a porta dos fundos da loja e para o banheiro. — Você está bem? — Mark gritou do outro lado. — Sim — Tangee gritou de volta enquanto olhava para seu olho no espelho. Estava vermelho e irritado e já começando a inchar. A dor de cabeça parecia estar ficando pior quanto mais olhava para seus olhos. Ele sabia que Mark iria ver, e seu outro chefe no minimercado ia ter um ataque. Talvez ele pudesse usar óculos escuros daqueles que as pessoas usavam quando iam ao médico. Iria cobri-lo. Dez minutos depois, Mark estava na porta do banheiro. — Se você não sair, eu estou entrando — Mark ameaçava do outro lado enquanto ele sacudia o punho. Respirando fundo, Tangee entreabriu a porta aberta, e Mark empurrou-a abrindo. — Quem diabos fez isso, Tangee? — Mark rugiu. Seu chefe era um tipo grande com tatuagens em todas as partes. Ele era alto como o inferno e musculoso. Lembrava a Tangee um motociclista bruto. — Ninguém — Ele tentou se afastar, mas Mark agarrou seu braço, trazendo-o de volta para ver os danos.


A Matilha Brac 09 — Sim, eu gostaria de saber também. Tangee virou sua cabeça para o lado. O homem de cabelos prateados veio da parte de trás, olhando para ele como se fosse matar alguém, com a mandíbula tensa e seus olhos se estreitando. Se o bicho-papão fosse real, este cara tinha que ser ele. Tangee torceu os dedos nervosamente. — Merda, estes tipos comuns da rua de baixo indo para a loja de comida rápida. Disse que eu ia cortá-los e tentou me fazer pagar por sua comida. Bateu-me bem quando eu tentei ir embora. Tangee estava humilhado. O cara que assombrou o seu sonho na noite passada chegou para participar da sua vergonha. Ótimo. Ele não conseguia parar de pensar sobre o cabelo prateado e olhos negros, mas o que podia ter feito para que ele não visse Tangee em seu estado covarde. — E como eles se parecem? —

Mark agarrou seu braço, e ele

encolheu seus ombros. — Não, está tudo bem. Você tem um cliente que atender. — Tangee se voltou para o deus de sonho de cabelos prateados, — A menos que você seja o cliente? — Não, eu vim vê-lo. Agora comece a descrição, Tangee. Tangee descreveu os dois caras que o tinha perseguido e aquele que o atingiu. Mark e Prateado, nome que Tangee lhe havia dado, deixaram a loja e foram para rua. Isto foi ainda mais constrangedor, tinha dois caras Hulk correndo para defendê-lo. Ele era um homem adulto, de 23 anos de idade. Ele não precisa de ninguém correndo para matar seus dragões. Tangee sentiu-se como uma garota indefesa, em alguma torre enquanto seus cavaleiros partiam para proteger a sua virtude, se ele ainda a tivesse.


A Matilha Brac 09 Tangee andava para frente e para trás, olhando para fora da janela grande, querendo saber o que estava acontecendo. Por que não podia ser mais parecido com Mark? Ou mesmo com Prateado? Era quase como se o destino tivesse estampado covarde em sua testa no momento do nascimento. Havia sempre um valentão brincando com ele, tanto quanto ele conseguia se lembrar, pareciam saber que ele não tinha uma espinha dorsal. Não havia mais nada que auto aversão por saber que você não podia se defender. Se ao menos ele pudesse ganhar uma luta, apenas uma, ele iria se sentir melhor sobre si mesmo. Ele deveria ter ido com eles. Não, ele deveria ter ficado em casa hoje. Tangee se lembrou dos valentões no colégio. Eles sempre pareciam estar de olho nele, porque ele era alto e esguio. Seu físico gritava perdedor. Ele estava sempre deixando que os outros caras tomassem o que era seu, e ele nunca tentava recuperá-los. A graduação não veio rápida o suficiente. Sua mãe sempre lhe dizia para virar a outra face, use seu cérebro em vez de punhos. Bem, ele não precisava contar isso para ela. Tangee olhou para o relógio. Eles já tinham ido há 30 minutos. Por que estavam demorando tanto? Talvez os outros caras tivessem ido, e Mark e Prateado foram caçá-los. Ele esperava que não. O cliente de Mark estava sentado aqui esperando por uns bons 10 minutos, e Tangee tentando fazer o cara mais confortável possível. Ele esperava que o homem não se fosse. Isso significaria que Tangee tinha feito Mark perder o negócio. Tangee desejava que ele fosse mais forte e mais capaz de se defender, mas o destino tinha pensado de outra forma.


A Matilha Brac 09

Capítulo Dois

Loco se sentiu um pouco melhor depois que ele e Mark encontraram os três e ensinaram-lhes como tratar seu companheiro. Eles não iam incomodar a ninguém por um longo tempo. Vendo seu companheiro machucado só cimentou a sua decisão de levar Tangee para sua casa com ele esta noite. Não havia maneira de ele deixa-lo na cidade por sua conta sabendo aparentemente que ele não podia se defender. Não lhe importava se Tangee fosse débil. Era para isso que ele estava lá. Para protegê-lo, cuidar dele e amá-lo. Seu homem alto e esguio se encaixaria bem com os outros companheiros que viviam em casa. Loco teria que avisar Tangee para ficar longe de Cecil e suas maquinações descabeladas. O companheiro do Alfa tinha varias maneiras de ter os guerreiros correndo à procura deles. Cecil não era um mau companheiro, apenas extremamente aborrecido e que tinha o seu entretenimento em suas próprias mãos e arrastava o resto dos companheiros no mal com ele. Regressaram para a loja, Loco tirando o seu casaco e entrando com


A Matilha Brac 09 ele pela porta. Jogando-o em uma das cadeiras vazias, e foi em busca do seu amor tatuado. — Tangee? — Ele gritou para a sala de trás. — Estou indo — Tangee saiu correndo de um de bastidores, os braços cheios de muitas pequenas caixas que parecia que ia derrubá-las a qualquer minuto. Loco pegou algumas das caixas, ajudando-o a colocá-las atrás do balcão. Loco começou a abri-las e entregar a seu companheiro os suprimentos de dentro, inalando o cheiro magnífico, Tangee se ajoelhou ao lado dele e começou a abrir as caixas. Estando tão perto dele, sua ereção estava pressionando a frente de seu jeans. Maldição, ele o queria. — Então, qual é o seu nome, além de Prateado? —

Tangee

perguntou ao aceitar a bolsa de Loco. — Loco. — Sorriu quando as sobrancelhas de Tangee subiram. — É a sua personalidade, também? —

Loco teve que morder o

interior de sua bochecha para não rir. O olhar no rosto de seu companheiro era cômico. Os olhos de Tangee

estavam arregalados, e seus lábios se

separaram. Loco estava morrendo de vontade de inclinar-se e beijar aqueles lábios deliciosamente atraentes. — Só quando tenho que ser. —

Loco propositadamente segurou

uma das bolsas mais apertadas para que seu companheiro pegasse em sua mão. Ele queria contato, pele com pele. Fazer qualquer coisa neste momento. A eletricidade correu por seu braço quando os dedos de Tangee tocaram-no de raspão. — Oh, ok. Então por que você queria me ver? — Tangee empilhava o inventário na vitrine de vidro, procurando em todos os lugares, mas Loco sabia que seu companheiro era jovem e necessitava tempo para se ajustar a alguém tão grande como Loco estar interessado nele. O homem não sabia que ele era a pessoa mais segura no planeta quando se tratava da raiva de


A Matilha Brac 09 Loco. Ele nunca faria nada para machucá-lo. — Você me chamou a atenção na noite passada. Eu queria ver você de novo, conversar, e conhecer você. — Loco pegou as caixas vazias e as levou para os bastidores, empilhando-as perto da porta dos fundos. Tangee o seguiu.

— Por quê? —

Ficou surpreso que seu

companheiro estivesse tão aturdido. Será que ele não sabia quão lindo era? Regressou para a vitrine e pegou a última das caixas vazias. Tangee estava olhando para ele pelo canto do olho. Loco sentia uma necessidade de se pavonear, mas pensou melhor. Haveria tempo para mostrar seu talento mais tarde. Agora era o momento para conhecê-lo. — Se você tem que me perguntar isso, então você não esteve namorando a pessoa certa. —

Loco empurrou o pensamento de seu

companheiro nos braços de outro homem fora de sua cabeça. Esse era um pensamento que iria enviá-lo em uma onda de raiva. Ele seria realmente Loco se pensasse muito nisso. Mas, ainda assim, os caras devem estar alinhados na esquina para sair com ele. Pena que eles perderam a chance uma vez Loco entrou na vida do homem. — Acho que não. — Tangee esfregou o braço esquerdo, mordendo o lábio inferior enquanto olhava para o peito de Loco. Seu companheiro parecia inseguro do que dizer. Loco sorriu com a timidez e a incerteza cintilado nos olhos verde azulado de Tangee. — Posso levá-lo para comer, já que parece que você perdeu o almoço? —

Loco queria mais tempo com Tangee. Ele queria mais tempo

para conhecê-lo e convencê-lo que não era seguro para ele estar sozinho.


A Matilha Brac 09 — Eu gostaria, mas eu não posso. Eu tenho que ir trabalhar. — Tangee pegou as caixas que Loco tinha empilhado, dividiu-as em uma pilha plana. Loco pegou um pouco e fez o mesmo. — Uh, Tangee. Você já está no trabalho. — A testa de Loco enrugou em confusão. — O meu outro trabalho. — Tangee suspirou quando ele balançou a cabeça. — Sim, o outro. — Quantos empregos você tem? —

Oh, isso não era bom. Seu

companheiro não ia a trabalhar até morrer. Ele não precisava trabalhar. Loco tinha uma boa poupança, e Tangee estava prestes a ser cuidado por ele. Quando alguém vivia tanto quanto um shifter, não era difícil construir uma riqueza com o tempo. Especialmente quando você era bom em jogar no mercado de ações, o que Maverick provou ser. — Bem, este aqui e depois outro como balconista em um minimercado. — Tangee pegou a pilha de caixas e empurrou a porta dos fundos aberta, jogando-os no lixo. Loco checou o beco para ter certeza de que ninguém estava lá fora. Podia ser luz do dia, mas o crime acontecia em todas as horas, especialmente nas vielas. Ele segurou a porta aberta para seu companheiro entrar. — Você trabalha à noite? Onde mal pode vir para você? —

Loco

estava prestes a enlouquecer. E se alguém vinha para roubá-lo ou machucálo? Quem iria protegê-lo? Esses lugares eram notórios por serem violentos, e se fosse baleado e morto. Claro que não. — Tenho que pagar as contas. — Tangee riu nervosamente. — Nós precisamos conversar. Quanto tempo antes de ter que estar em seu outro trabalho? —

Isso é tudo, seu companheiro estava voltando


A Matilha Brac 09 para casa com ele. Ele ia explicar tudo e espero que o cara não se assuste, mas precisava ser feito. Não havia nenhuma maneira no inferno que Loco fosse deixá-lo aqui. — Em cerca de três horas. — Ei, Mark —Loco, gritou pela porta traseira.

— Estou levando

Tangee para casa. Legal? — — Sim, vá em frente — Mark gritou de volta para ele. — Você não pode fazer isso. Preciso do dinheiro — Tangee parecia à beira do pânico. — Então vou pagar por seu tempo. Vamos embora. — Loco puxou Tangee pelo braço e caminhou de volta para dentro do prédio, agarrando seu casaco e dizendo a Tangee para pegar o dele. Ele não estava esperando um não como resposta. Loco dirigia pela cidade, com os olhos observando como o bairro foi se tornando decadente quanto mais perto eles chegavam da casa de Tangee. Ele esfregou o queixo, morrendo de vontade de virar a picape de volta e seguir em frente para casa independentemente de qualquer protesto. Havia traficantes de drogas na esquina, pelo amor de Deus. Tangee apontou para seu edifício, e Loco parou sua picape na frente dele. Loco olhou para o grafite pintado nas paredes exteriores do edifício e gemeu. Meu Deus, Tangee arriscava sua vida cada vez que saia de seu apartamento pela aparência do bairro. Ele arriscava sua vida em seu apartamento desde que vivia nesta área. — Vamos lá — Loco desligou o motor e saiu, caminhando para o lado do passageiro para ajudá-lo. Sua picape era alta, apesar de Tangee não ser


A Matilha Brac 09 criança, ele sentia necessidade de mimá-lo, isso e o fato do lugar o deixar nervoso. Tangee levou Loco pelas escadas para seu apartamento. Loco notou as lâmpadas queimadas no corredor e o piso em mal estado que gemia sob seu peso. Este edifício devia ser condenado. Loco ficou horrorizado ao pensar na vida de seu companheiro aqui. Ele se manteve perto Tangee quando se aproximaram de uma porta que parecia que não podia manter fora uma maldita coisa, nem mesmo uma brisa fria. — Aqui estamos —

Tangee destrancou a porta e levou Loco para

dentro. Loco olhou em volta. Era um típico quarto de aluguel. A sala com escassos móveis, uma pequena cozinha com uma mesa de dois lugares, e havia um corredor fora da cozinha que devia levar a um quarto e um banheiro. Estava limpo e bem cuidado. Graças a Deus não refletia a habitação exterior do edifício. Parecia que Tangee tentara o seu melhor para tornar o lugar um lar. — Então, do que você quer falar? — Tangee deixou suas chaves em cima da mesa pequena perto da porta. Loco ergueu uma sobrancelha para a peça plana de um boneco de papelão em cima da mesa com contornos desenhados sobre ele para chaves, uma carteira, e algo que se assemelhava a um retângulo. Os contornos se assemelhava ao que você veria na cena do crime delineando um corpo. Era a sua memória tão ruim assim? Ele observava com curiosidade como Tangee pôs as chaves na forma apropriada, e a carteira também. O terceiro esboço deve ser para o correio, porque é isso que estava desenhado lá. O que estava acontecendo aqui?


A Matilha Brac 09 Desviando o olhar, ele limpou a garganta e olhou para seu companheiro. — É melhor você se sentar. — Loco acenou com a mão em direção ao sofá, tirando o casaco e jogando-o sobre o encosto. Por onde começar? — Ok, isso ruim? —

Tangee pegou o casaco e pendurou-o na porta.

Loco ficou surpreso por não haver um esboço sobre a parede para isso. — Não, apenas ... diferente. —

Loco sentou-se ao lado dele,

tentando pensar em uma maneira de dizer isso. — Você se sente atraído por mim? — Você é sexy, se é isso que você está perguntando. — corou e chegou uma polegada mais perto. Era

Tangee

luxúria nos olhos do seu

companheiro? Loco teve que lutar contra o desejo de deitá-lo no sofá. Primeira a explicação. — Não, mas obrigado. Quero dizer uma atração, uma necessidade de estar perto de mim? — Seu companheiro tinha que sentir isso. Loco sentia, e o estava deixando louco. — Um pouco . — Talvez eu não esteja perguntando a coisa certa. — Loco estava ficando frustrado. Como fazê-lo mais simples do que já era? Não estava acontecendo como ele tinha pensado que aconteceria. Ele passou a mão sobre o rosto, quebrando a cabeça por uma forma de fazer seu companheiro entender do que ele estava falando. — Você quer saber se eu sinto uma conexão? — Sim. Não é? — Um pouco — Tangee corou novamente, chegando um centímetro mais perto. Loco estava ficando cansado de tentar explicá-lo, enquanto lutava contra o desejo de puxar seu companheiro para seus braços, então por que


A Matilha Brac 09 tentar? Puxou Tangee para ele e beijou os lábios de aparência suave. Seu companheiro gemia e pegou um punhado de sua camisa enquanto chegava mais perto de Loco. Sabendo que aqueles lábios teria um sabor tão bom quanto parecia. Loco empurrou Tangee para trás, subiu em cima dele enquanto aprofundava o beijo, gemendo na boca do Tangee. Ele empurrou seu pênis duro contra Tangee, serpenteando a mão atrás da cabeça de Tangee. Para o inferno com ele. Explicação mas tarde, sexo em primeiro lugar. Tangee

puxou

sua

camisa.

Fora.

Se

agarrando

desesperadamente. Loco veio para trás, puxando a camisa acima da cabeça e jogando-a de lado. Ele puxou Tangee pelas axilas e mergulhou para chupar um mamilo em sua boca, o gosto salgado da pele fazendo rugir seus sentidos para a vida. Tangee arqueou as costas, agarrando Loco pelos cabelos e empurrou sua ereção em Loco. A ação fez Loco desesperado para enterrar seu pênis com profundidade em Tangee. Seu companheiro se contorcia sob ele, levantando sua virilha, balançando os quadris de um lado para o outro. Seus pênis bailavam um em volta do outro, e o atrito deixando Loco ofegante. Loco beijou o seu caminho pelo peito de Tangee, até chegar a parede de chamas em torno da garganta do Tangee. Loco traçou a tatuagem com a língua, pressionando seu corpo mais forte em Tangee. Ele mordiscava o pomo de Adão de Tangee, lambendo o ardor da mordida á distância. Loco lambeu seu caminho até o ombro de Tangee sobre sua tatuagem em forma de S, ficando louco de desejo.


A Matilha Brac 09 Loco não podia aguentar mais. Ele tinha que estar dentro desta criatura celestial. Sentando, Loco rapidamente chutou suas botas de lado e puxou o jeans para fora, então jogou suas meias na pilha de roupas descartadas. — Santo inferno, homem. — Seu companheiro olhou para ele com os olhos arregalados. Sua língua saiu para fora, correndo o lábio inferior. A visão daquele pequeno apêndice rosa tinha deixado seu pênis chorando com o liquido pré-sêmem. — Agora você —Loco puxou Tangee de pé, ajudando seu companheiro a tirar sua roupa para revelar um corpo tão perfeito que Loco teve que lutar contra a vontade de uivar. Loco estava fascinado pela pele cremosa de Tangee, compleição delgada e pênis duro como uma rocha que se sobressaia entre suas pernas. Inferno se ele não estava morrendo por afundar dentro dele neste exato momento. Agarrou Tangee em seus braços e levou-o através da cozinha e pelo corredor, chutando uma porta para abrir. — Esse é o banheiro. — Tangee riu quando Loco girou e empurrou a porta do quarto. — Eu teria tomado você lá dentro se eu não pudesse encontrar o seu quarto — Loco riu com ele. Ele subiu na cama de seu companheiro ainda com Tangee embalado em seus braços, esfregando sua pele nua sobre o corpo de seu companheiro. Arrepios crescendo com o contato. Seus pênis esfregando um no outro, ambos vazando no baixo ventre. A piscina reluzente fez água na boca de Loco. Tangee ficou de costas enquanto o Loco estava de quatro. Tangee deslizou para baixo até o pênis de Loco pender sobre ele. — Humm, o que temos aqui? —

Tangee agarrou seu pênis e lambeu o pré-semem que

estava escorrendo. — Mmm, sabor delicioso. — Oh, Deus — Loco gemeu enquanto seu companheiro se movia


A Matilha Brac 09 debaixo dele, sugando a cabeça de seu pênis em sua boca. — Tangee — Loco estava quase gozando com as mãos quentes de Tangee acariciando seu pênis. Loco estava perdido em um mundo de luxúria. Seu companheiro estava chupando a cabeça de seu pênis com tão grande entusiasmo que Loco estava para explodir a qualquer momento. — Tangee — Loco chamou novamente. Tangee o sugou mais profundo, o roçando seu saco, em seguida, rolando-os na mão, correndo os dedos sobre a pele entre suas bolas e seu traseiro. Ele ergueu a mão em torno da base, chupando forte. Loco estava enlouquecendo quando empurrou seu pênis até a parte de trás da garganta de seu companheiro. Loco, gritou o nome de Tangee quando jatos após jatos de seu sêmen banhavam a parte de trás da boca quente e suculenta de Tangee. Inclinou-se para trás e puxou seu companheiro até a cama. — Você tem uma boca linda — Loco beijou o próprio gosto direto de seu companheiro. — Foda-me — Tangee respirava. — Eu preciso de você dentro de mim agora. — Meu plano é tocar este traseiro. —

Loco pegou o lubrificante

empapando seus dedos e deslizando-os na entrada apertada de seu companheiro, fazendo uma tesoura e estirando até que seu companheiro estivesse solto e relaxado. A expectativa era quase insuportável. Loco tinha que chegar o mais profundo com a paciência que ele não sabia que possuía levou um tempo preparando Tangee. Loco limpou a mão sobre o cobertor e, em seguida, empurrou as pernas Tangee para trás, a ponta de seu pênis beijando a entrada apertada. Loco se abaixou e pegou seu pênis, usando a ponta dele para esfregar em torno da abertura de Tangee. Ele realmente podia sentir os músculos de


A Matilha Brac 09 Tangee se expandindo e contraindo contra a ponta de seu pênis. O jogo anal era enlouquecedor, mas a sensação era erótica. Empurrando para frente, podia sentir o calor invadir seu pênis sensível, tão logo entrou nele. A faixa elástica de músculos apertou o cerco sobre o seu eixo, acariciando seu pênis enquanto trabalhava em seu pênis polegada por polegada. — Oh, foda, sim. Mais — gritou Tangee, contraindo seus quadris para tomar tudo o que Loco tinha para dar. Seu companheiro agarrou seus ombros e empurrou para baixo até Loco senti suas bolas bater no traseiro de seu companheiro. — Tão bom — , Tangee gemeu. Seus dedos cravados nos ombros de Loco, o aguilhão das unhas rompendo a pele e apenas adicionando à experiência sexual. Loco veio para trás até ficar apenas com a ponta de seu pênis e logo impulsionou para frente, batendo sua pélvis no traseiro de Tangee. Empurrou as pernas de seu companheiro para trás ainda mais, tendo plena visão da abertura engolindo seu pênis. Seu pênis deslizou para dentro e para fora, e Loco olhava fascinado. A visão dos globos gêmeos de Tangee apertando o seu corpo enquanto os dentes de Loco teve que beliscá-los. — Prateado — a cabeça de Tangee se debatia. — O seu pênis é tão bom em meu traseiro . Loco moveu os quadris mais rápido, as palavras sexuais fazendo seu desejo disparar a um outro nível. Ele podia sentir o suor escorrendo pelas costas quando agarrou os tornozelos da Tangee mais forte. Loco notou os dedos do seu companheiro ondulando como se acariciando. Como? Sabia que não ia durar. Não com a visão debaixo dele. Ver Tangee no auge da paixão era inebriante, assim ele podia beber até se embebedar dele. Ele lutou para evitar gozar rapidamente, ofegou enquanto ele se


A Matilha Brac 09 concentrava em seu amante. Tangee era a criatura mais bela que ele já tinha visto. Loco acariciou o abdômen macio de Tangee, sentindo o tremor dos músculos debaixo de sua mão. — A sensação é boa, bebê? Você gosta do meu pau no seu traseiro? — Claro. Se continuar falando desse jeito eu vou gozar. Loco rosnou, usando mais palavras chulas. Ele nunca tinha tido um amante que verbalizasse seus pensamentos na cama, e foda-se se não era excitante. — Eu te reivindicar, Tangee — Loco estava ofegante com a necessidade de gozar. — Uh-huh. — A cabeça de Tangee rolava de lado a lado, com os lábios separados suas mãos deixaram os ombros de Loco e agarraram os lençóis, firmemente. Loco sabia que seu companheiro não entendia o que estava dizendo, mas quando Tangee gritou quando seu pênis explodiu sem sequer ser tocado, Loco esqueceu o que estava pensando. As mãos de Tangee foram para cima, empurrando os ombros de Loco quando viu os seus dentes se alongar e a mudança de seus olhos. — Não, não, não —

ele gritava enquanto tentava se libertar de

Loco. — Sim. Você me aceita como seu companheiro, Tangee? — Loco se inclinou para frente, seus caninos prontos para atacar. — Não. Loco, saia de mim — Tangee implorou. — Não tenha medo de mim. Eu nunca te faria mal. — Loco podia ver o medo nos olhos do seu companheiro. Ele queria substituí-lo com desejo novamente. Estava confuso por que Tangee tinha dito não à reivindicação. Ele se afastou, olhando para seu companheiro com espanto. Ninguém nunca disse que não. Teria anulado qualquer tentativa


A Matilha Brac 09 posterior? Puta merda, o que tinha feito Tangee? — Por que você não quer? —

Loco parecia realmente chateado.

Tangee não sabia o que fazer. Empurrou o peito musculoso, desta vez Loco se moveu para ele sair da cama. — O-o-oh merda — Tangee saiu correndo do quarto, com a cabeça em um turbilhão. Poderia ser? Seria possível? — Tangee, pare — Loco chamou atrás dele, mas Tangee não podia. As chances de encontrar outro como ele eram astronômicas. Nunca em seu 23 anos tinha cruzado caminho com qualquer um que poderia estender seus dentes. — Você tem que ir — gritou Tangee pegando seus jeans em suas mãos os apertou em suas pernas. Ele não conseguia lidar com isso agora, porque seus jeans estavam tão difíceis? Ele pulou até que o jeans, finalmente cedeu e seus pés apareceram. — Não até você me dizer o que está acontecendo — Loco, exigiu. O cara estava lá com os braços cruzados sobre o peito enorme, nu e glorioso. Tangee não conseguia pensar nisso agora. Havia apenas uma coisa a fazer. Mostrando seria melhor do que qualquer explicação que pudesse dar. — Isso — gritou Tangee com seu caninos descendo um pouco. Eles eram pequenos, aproximadamente do tamanho dos de um gato doméstico. Não grandes e grossos como os de Loco. — Nossa, você é um mestiço. — Diga-me, Tangee — Loco rosnou. — Se você é um homem-lobo, então você sabe sobre a reivindicação, e você sabe que não deveria ter dito não. Eu não tenho certeza das ramificações por trás da negação. Eu nem tenho certeza se posso te reivindicar agora. Ele deu um passo para trás, a parte detrás de suas pernas batendo no sofá. Tangee não gostava do olhar de raiva de Loco. Ele não o conhecia bem o suficiente para saber se o Prateado iria ficar violento.


A Matilha Brac 09 — Eu não sei de nada. Eu não sei o que sou ou porque eu tenho dentes que podem alongar. Por que meus olhos ficam vermelhos ou porque eu tenho o desejo de gritar às vezes. Tangee caiu no sofá, chorando em suas mãos. Ele não tinha qualquer esperança que Loco explicasse tudo a ele. Ele tinha procurado respostas por muitos anos, e ter alguém de pé em sua sala de estar que poderia lhe dar todas as respostas o assustava muito. Por que ele estava com medo era uma boa pergunta. Talvez ele estivesse com medo de finalmente descobrir o que era. — Como você não sabe? Qual dos seus pais é lobo? Tangee engasgou. — Eu sou um lobo?

Capítulo Três

Loco puxou Tangee para seus braços, fazendo o possível para aliviar a ansiedade do seu companheiro acariciando suas costas. — Meu pai, eu acho. Minha mãe me disse que teve uma aventura de uma noite, e nove meses depois eu nasci. Quando eu era criança, eu fiquei com raiva uma vez, você sabe, tive um ataque como tem as crianças. Bem, minha raiva fez com meus dentes se alongasse. Minha mãe disse que eu tinha que escondê-lo, e nunca voltamos a falar sobre isso. Então, não, eu


A Matilha Brac 09 não tenho nenhuma ideia do que é uma reivindicação — Tangee enxugou os olhos. Ver o pranto do seu companheiro magoou Loco. Ele faria qualquer coisa para tira essa dor do seu olhar. Ele se perguntava se seria capaz de tentar a reivindicação mais uma vez, ou era coisa do passado? Ele estava demasiado confuso agora, muito confuso, e muito ocupado acalmando Tangee para ficar irritado. Seu companheiro não sabia. Como ele poderia ficar chateado com ele se ele não tinha ideia do que era? — Oh, filhote. —

Loco puxou Tangee para o seu colo, beijando-o

suavemente enquanto passava a mão pelos cabelos do seu companheiro. — Você tem um meio lobo dentro de você. Sendo um lobo completo, eu posso mudar de forma. É nos concedido um companheiro por toda a vida, e você é o meu. Unindo-me a você ligara nossas almas. — Você está realmente louco? Você nem mesmo me conhece. Por que você faria algo assim? Este é um passo tão grande quando nos acabamos de nos conhecer. —

Loco, sorriu, seu companheiro havia

agarrado seus ombros tentando sacudi-lo. — Eu sei que eu pulei etapas ao dormir com você tão cedo. —

Tangee abaixou a cabeça.

— Mas isso é

físico. Loco enfiou um punho sob o queixo de Tangee, e levantou sua cabeça para que seus olhos pudessem se encontrar. — Porque nós vivemos mil anos, e isso é um tempo muito longo para estar sozinho. Eu já vivi cento e vinte e três destes. Eu sou um filhote em comparação com a maioria dos guerreiros. — Loco riu. — Mas não diga a eles que eu disse isso. — Uau, isso é muito tempo. Quanto tempo vou viver, sendo metade lobo? — Algumas das tensões deixou o corpo de seu companheiro, sendo substituído pela curiosidade.


A Matilha Brac 09 — Quinhentos, mas se você estiver colado a mim, você vivera tanto tempo como eu. — Os humanos nos matariam pela longevidade dos lobos experientes, entre outros atributos, e é por isso que guardamos segredo. Ninguém quer acabar como um experimento de laboratório. — É muita coisa para eu pensar, Loco. Me dá algum tempo? Eu prometo que não vou fugir. — arrependimento.

Tangee olhou em seus olhos, cheio de

— Me desculpe, por te dizer não. Eu não estou pronto,

mas eu não tive a intenção de cancelar nada. Pode ser corrigido? — Vou ter que ver isso. Nesse ínterim, podemos terminar de fazer sexo? Minhas bolas estão ficando azuis. — Loco pegou seu companheiro em seus braços, carregando-o em direção ao quarto. Ele deitou Tangee, passando a língua do estômago ao esterno de Tangee, lambendo cada mamilo, por vez. Loco

raspou

com

seus

caninos

o

disco

circular

direito,

seu

companheiro tremendo sob ele. Sua língua lambendo pelo caminho, depois para o outro lado. Loco não resistiu quando seu pau deslizou de novo, Tangee continuava estendido sob ele. Seu cabelo prateado criou um véu quando ele empurrou para cima as mãos e balançou os quadris para trás e para frente. Seu companheiro passou as mãos pelo cabelo de Loco enquanto arqueava suas costas. Loco mergulhou para baixo para capturar os lábios macios de Tangee. Ele mordeu e sugou, entrando fundo em sua boca. — Deus, você é bom nisso — disse Tangee suspirando. Loco sorriu de orelha a orelha. — Que bom que você pensa assim. — abrindo seus joelhos Loco impulsionava mais fundo. A sensação de carne macia se estendendo ao redor dele faria com que Loco a chegasse a uma liberação rápida. Estendeu a mão para baixo e


A Matilha Brac 09 agarrou o pau de seu companheiro que tinha voltado à vida e escorregou a mão, fazendo com seu companheiro gritasse de euforia. — É isso aí, bebê, goze para Loco. — Loco cantava. Loco levou a mão à boca, lambendo o sabor do seu companheiro de sua pele. O sabor explodiu em sua língua e Loco acelerou o ritmo, balançando duro em Tangee agora. Sua espinha formigava, em seguida subindo até suas bolas, e ele explodiu na entrada apertada do seu companheiro. — Merda. — Ele sibilou com toda a sua energia drenada para longe dele. Loco deitou atrás, caindo na cama e puxando o seu companheiro com ele. — Meu — Loco beijou a testa de seu companheiro. Se a reivindicação funcionasse ou não, Tangee seria sempre dele.

Tangee estava em sua cama com Loco saindo, explicando-lhe que tinha uma coisa chamada patrulha para fazer. Loco tinha discutido com ele por algum tempo sobre Tangee ir com ele, mas era algo que ele não estava pronto para fazer. Seu companheiro deixou Tangee saber que ele estaria de volta. Companheiro. A

mente

Tangee

estava

rodando

com

perguntas

incessantes.

Questões que ele esperava que Loco pudesse responder. A única coisa que voltava sempre era como o destino tinha escolhido ele para Loco? Em uma noite, ele descobriu que era um lobo e que ele tinha


A Matilha Brac 09 um companheiro. Sempre era muito tempo, e Tangee precisava de tempo para pensar. Era tão assustador. Será que poderia funcionar, e se não der certo. Isto era para toda a vida, e era um longo tempo. Loco tinha praticamente implorado a Tangee para morar com ele. Como ele poderia? Primeiro de tudo, ele não sabia se o cara era bom. E se fosse um movimento estúpido, embora ele fosse esquecido, ele sempre achava suas coisas. E sobre suas outras responsabilidades? Não, ele tinha tomado a decisão certa. Se Loco realmente queria estar com ele, o lobo teria que namorá-lo primeiro. Ele pode ter baixado a guarda e caindo na cama com Loco num piscar de olhos, mas queria um compromisso e levaria mais tempo.

— Que diabos eu vou fazer, Maverick? Ele se recusa a vir para casa comigo. Insiste em que em um primeiro encontro não dá para nos conhecer melhor. E a reivindicação está anulada? — Loco andava pelo tapete do escritório do Alfa Maverick. Depois de fazer amor com Tangee mais duas vezes, ele havia falado até ficar rouco, mas Tangee não veio para casa com ele, insistindo que ele precisava trabalhar e não ia morar com alguém que tinha acabado de conhecer. Loco não conseguia entender a lógica por trás disso. Eles eram companheiros. O que mais precisava saber um homem do que isso? — Dê-lhe tempo. O que se pode fazer?

Vou ver a reivindicação


A Matilha Brac 09 rejeitada para você. Ver se ela pode ser revertida. Para ser honesto, Loco, eu nunca ouvi falar de um companheiro dizendo não. Espero que haja algo nos pergaminhos para responder à sua pergunta. —

Maverick beliscou a

ponta de seu nariz. — Estou atônito . — Quer parar de dizer isso? Eu já me sinto um lixo —

Loco

resmungou enquanto continuava a andar. — Por que você não se mudar para a cidade com ele até ele concordar? — Maverick se recostou na cadeira, estudando Loco de perto. Loco parou de andar e olhou para Maverick. — Você sabe tão bem quanto eu que o meu lobo enlouqueceria vivendo em um espaço minúsculo, sem lugar para correr, mas irei lá sempre que puder. —

Loco caiu na

cadeira de couro que ficava em frente da mesa de seu Alfa. — Você não pode falar disso para ninguém mais? Eu não preciso de Cecil roubando um carro e correndo para a cidade para tentar chamar a razão ao seu companheiro. Maverick estremeceu. O companheiro do Alfa, Cecil, era travesso, mas bem-intencionado. Ele realmente iria tentar ajudar Loco. Ele sabia que Maverick amava a seu companheiro com cada respiração, mas todos desejavam, que às vezes pudessem amarrar Cecil no sofá na sala e nunca deixá-lo sair. Era cansativo acompanhar o homem, especialmente quando ele convencia os outros companheiros a sair com ele. — Nem uma palavra — Maverick prometeu. — Obrigado. Eu tenho que patrulhar esta noite, e então depois irei ver o meu companheiro. — Loco levantou-se e apertou a mão de seu Alfa, então virou-se para sair. — Vou fazer o possível por você. Você sabe que eu vou. Se você decidir que a cidade é o lugar onde você quer estar agora, apenas avise a


A Matilha Brac 09 mim e a Hawk, ninguém mais precisa saber sobre esse assunto, nunca iria impedi-lo de estar com seu companheiro. — Maverick bateu nas costas de Loco, e saíram do escritório. — Eu sei. Obrigado — Loco correu escadas acima enquanto tentava pensar em uma maneira de trazer seu companheiro para aqui. A cidade simplesmente não era segura para ele. Loco sentiu que nada seria o mesmo se não estivesse ao lado de Tangee. Ele balançou a cabeça enquanto entrava em seu quarto, abrindo a gaveta da cômoda e jogando a roupa em cima. Tinha que haver uma solução que não estava vendo ainda. Loco foi honesto quando disse a Maverick que não poderia se deslocar para a cidade. Ele e seu lobo iriam ficar loucos. Eles precisavam de espaço para correr e privacidade. A cidade não oferecia nada disso. Loco olhou para as roupas empilhadas em sua cômoda, quando voltou do chuveiro. A única razão que estava colocando qualquer roupa era porque os guerreiros ficariam chateados se ele andasse nu pela casa na frente de seus companheiros. Para um guerreiro, não era grande coisa, mas eles tendiam a ficar muito territoriais quando estavam com os seus homens.

Tinha passado um mês desde que Loco começou a ir à cidade para ver Tangee, nunca pressionando-o e sempre levava-o para fora da cidade quando seu companheiro não tinha que trabalhar, o que era raro.


A Matilha Brac 09 Loco estava loucamente enamorado do homem sexy. Sabia que estava apaixonado desde o momento em que colocou os olhos em Tangee, mas quanto mais tempo passavam juntos, mais conhecia seu companheiro, e gostou muito do que descobriu sobre ele. Eles tiveram relações sexuais toda vez em que tinham um momento de privacidade, mas Loco nunca tentou reivindicá-lo novamente. Ele ainda estava à espera que Maverick encontrasse uma resposta e que Tangee lhe dissesse que estava pronto. A atração o estava deixando louco, mas conseguiu manter a calma. Estava ficando cada vez mais difícil deixá-lo para trás. Quando voltava para a vila Brac, um pedaço dele permanecia com seu companheiro. Estas peças estavam começando a somar, deixando um grande buraco nele sem Tangee. Loco alimentou seu companheiro de outro pedaço da torta de limão que tinha comprado em uma padaria a poucos quarteirões dali. — Você está pronto? —

Loco tinha sido paciente, dando o tempo

que Tangee tinha pedido e passado tanto tempo juntos quanto seus horários permitidos, mas estava cansado de ir para a cama à noite sozinho, cansado do vazio. Esta era a primeira vez em que fazia a pergunta desde aquela noite desastrosa. — Não posso ainda. Eu não disse isso, mas... —

Tangee respirou

fundo e instável. — A razão é que eu estou sempre precisando de dinheiro, trabalho em dois empregos, porque eu ajudo minha mãe. Eu tenho uma irmã de cinco anos de idade chamado Melonee. Eu ajudo minha mãe financeiramente. Ela tem artrite e está bem ruim, e é difícil para ela trabalhar em tempo integral. Ela precisa de mim. Elas precisam de mim. — Eu posso ajudar. Seu companheiro levantou as mãos diante dele enquanto acenava para frente e para trás.

— Não. Eu é que tenho que apoiá-las. Essa é a

minha responsabilidade. Não vamos mais falar de dinheiro. —

Tangee


A Matilha Brac 09 pegou o garfo e alimentou Loco com um pedaço da torta. Ele se inclinou e beijou seu companheiro enquanto pensava em quão nobre era o ato, mas como ia ajudá-lo. Seu companheiro estava sempre cansado, e ele suspeitava que o seu esquecimento era por falta de sono. Loco sentou-se sobre a caixa na parte de trás da loja, admirando Tangee. — Eu perguntei a minha mãe sobre meu pai. — Tangee não olhou para Loco, jogando o recipiente de torta fora. — E o que ela disse? — Loco limpou a boca. Ele sabia que era um assunto delicado na família de seu companheiro, mas Tangee queria respostas. Ele estava assustado, pensando que talvez Loco pudesse ser seu pai, mas Loco tinha assegurado a Tangee que ele nunca tinha dormido com uma mulher em sua vida. Que teria sido muito asneira. Além disso, ele sabia que o pai de Tangee tinha que ser o companheiro de sua mãe, mas se perguntava como o lobo pode deixá-la. — Ela chorou e disse que não queria falar sobre isso. Nunca — . Tangee apertou sua mandíbula, e Loco podia ver que seu companheiro estava lutando contra as lágrimas. — Isso vai estar no topo da minha lista de prioridades, descobrir a sua linhagem — Loco deu um tapinha no traseiro de Tangee enquanto voltavam para frente. Um pouco mais para baixo. Imagens de se afundar de novo na carne tenra passou diante de seus olhos. Era muito ruim que Tangee tivesse que trabalhar, e depois trabalhar um pouco mais. Loco balançou a cabeça para a loucura de tudo isso. — Vocês acabaram? — uma revista de moto.

Mark perguntou, ele estava em pé lendo


A Matilha Brac 09 — Sim, obrigado — Loco sentou e puxou seu companheiro para seu colo. — Sem problemas. Tangee é um bom garoto. Eu tento ajudar o máximo que posso. — Mark virou a página, sem olhar para nenhum deles. — Olá. Aqui mesmo, pessoal. — Tangee acenou com as mãos no ar. Mark e Loco riram.

— Sabemos que você está aqui, moleque —

brincou Mark. Loco perguntou a Mark se ele era gay. Ele riu e negou com a cabeça, dizendo a Loco, que ele era heterossexual. Mark disse a Loco que não tinha problema com as preferências pessoais, por isso Loco poderia abraçar e beijar Tangee todo o dia que não iria incomodá-lo, não que ele teria parado o guerreiro. Os dois se tornaram bons amigos no mês em que Loco tinha vindo aqui. Mark estava descontraído e não parecia fora de forma. Seria um bom guerreiro se fosse lobo. O cara tinha o físico para isso, definitivamente tinha a atitude também. — Bem, eu tenho que me aprontar para o trabalho. — Tangee saiu de perto de Loco, indo para trás para pegar sua jaqueta. — Você sabe que ele não vai sair com sua mãe e irmã morando aqui. — Mark virou a revista para baixo em seu colo. Loco não tinha contado a Mark sobre seu lobo, e advertiu Tangee para não revelar sua existência também. Apenas um humano sabia o que eles eram, o Alfa Maverick, e o sentinela Cody, estava pronto para matá-lo pelo seu conhecimento. A única razão de Frank ainda respirar é porque ele se manteve fiel à sua palavra de não dizer a ninguém, mas se alguma vez Maverick sentisse


A Matilha Brac 09 uma ameaça, ele mataria Frank e Cody em um milissegundo. Proteger os companheiros era tudo que importava. Mas se Loco fosse revelasse a alguém, Mark seria o cara. Não faria isso com ele. Loco sentiu que seria mais um fardo para seu amigo do que uma vantagem. Assim guardou para si mesmo. — Eu sei. Eu tenho tentado pensar em uma solução para isso. — Loco se apressou quando Tangee saiu com sua jaqueta. — Pronto? — Sim . Loco segurou a porta aberta para seu companheiro e levou para sua picape. Ele levava Tangee ao trabalho toda vez que estava ali. Ele ainda tentou ficar um pouco no minimercado, mas o chefe de Tangee era meticuloso e assistia os vídeos de segurança todas as manhãs e verificava se Tangee deixava alguém entrar na loja à noite. Loco só o deixava e em seguida saía. Foi para o estacionamento, desligou o motor.

— Você está com o

telefone? — Sim — Tangee tirou do bolso o telefone que Loco havia comprado pra ele. Uma coisa que seu companheiro havia concordado em deixar Loco fazer. Loco havia insistido com Tangee que era por razões de segurança e para que eles pudessem entrar em contato um com o outro. Tangee concordou, afirmando que ele queria um já á algum tempo. — Chame-me se precisar de mim, mesmo que seja apenas para dizer oi. — Loco inclinou-se para Tangee, beijando-o varias vezes. Estava ficando cada vez mais difícil no carro. — Tenha cuidado, preste atenção ao seu redor, e me chame se os seus pelos arrepiarem. Tangee revirou os olhos. — É a mesma aula que você me dá toda vez antes de me deixar. Pelo menos desta vez você não tem que passar pelo


A Matilha Brac 09 meu apartamento porque eu esqueci o meu telefone. — Não esquece de deixá-lo perto, onde eu não possa chegar a ele ou esquecê-lo — Tangee recitou em voz monótona. — Espertinho, me dê outro beijo. — Loco esticou o braço e puxou Tangee para ele totalmente. — Eu vou sentir sua falta. — Loco tomou seus lábios em um beijo ardente. Houve algumas noites, em que se sentava no lote e via seu companheiro trabalhar, garantindo sua segurança, mas esta noite não ia ser uma dessas. Ele tinha mil coisas para fazer, coisas que tinha adiado ultimamente. — Fique seguro. — Loco beijou-lhe mais uma vez antes de Tangee deslizar para fora de sua picape. Ficou sentando olhando-o até que perdê-lo de vista. Loco guiou sua picape de onde tinha estacionado, em direção à estrada que o levaria de volta para casa.

Capitulo Quatro

Tangee pensou no pedido de Loco para ir embora com ele. Admitiu para si mesmo que estava intrigado. Será que tinha feito a escolha certa em dizer não a Loco? Não, era melhor não primeiro encontro. Ele sentiu-se confiante com sua decisão. Tangee tirou este pensamento de sua cabeça, abrindo os olhos e tirou o óleo do motor para fora.


A Matilha Brac 09 Arranjou-os na prateleira, puxando os mais velhos para frente. Chutando as caixas de papelão vazias para trás, Tangee começou a jogá-las dentro do lixo. Ninguém estava na loja no momento. Trancou a porta de trás e voltou a varrer. Tudo pronto, exceto a limpeza. Tangee pensou em Loco, em seu bonito cabelo prateado e nos olhos negros

como

carvão.

A

maneira

como

ele

pairava

sobre

Tangee,

protegendo-o do mal. Talvez estivesse sendo um pouco egoísta. Pode ser que haja alguma coisa com este acasalamento. Se fosse possível refazer, Tangee decidiu que queria que Loco o reivindicasse. O mês passado tinha sido o mais feliz de sua vida. Loco o fazia rir, fazia-o se sentir amado, e acima de tudo fazia-o sentir-se seguro. Não tinha percebido o que lhe faltava até Loco aparecer. Como resolver tudo sobre sua família, ele ainda não sabia, mas odiava quando Loco o deixava à noite e odiava trabalhar em dois empregos. Tangee ainda queria trabalhar, mas na pequena cidade que Loco havia descrito para ele. Que soava legal. Viveu na cidade toda a sua vida, nunca explorou fora de seus limites. Quão diferente poderia ser uma cidade pequena? — Bem, se não é o monstro tatuado que ia comprar-nos o jantar. Vejo que seu olho melhorou . Ah, merda. Eram os três rapazes da loja de alimentação. Isso não podia estar acontecendo. Agora não. Não quando ele tinha acabado de decidir deixar tudo para trás. Ele tinha a pior sorte do mundo. Tangee deixou a mão próxima ao registro, apertou o botão verde do seu celular. Mark foi a última pessoa que chamou. Ele chamaria Loco, mas


A Matilha Brac 09 era provável que ele estivesse em patrulha e não seria capaz de ajudar. Mark estava mais perto. Tangee olhou rapidamente para ver se a chamada tinha sido feita. Ele rezou para que não fosse para o correio de voz. Mark era sua única esperança. — Agora nos deve um jantar e uma boa transa. Achou bonito, enviar esses caras atrás de nós? — O líder disse rodeando Tangee, fechando os lábios em um rosnado. Que diabos qual era o problema desse cara? E o que ele tinha feito para que os agressores se concentrassem nele? Tangee estava apavorado. Ele não poderia com um, muito menos com três. Isto vai doer muito. Ele rezou para não precisar ir para um hospital, depois do que fariam com ele. Por que não poderia ser uma daquelas noites em que Loco ficava no estacionamento? Seu companheiro teria cuidado deles antes que entrassem na loja. — Vamos, rapazes. Vamos ter um pouco de diversão com o Sr. tenho-dois homens. Já que você pode lidar com dois, agora vai lidar com três. Espero que você esteja estirado e lubrificado. — O cara riu, agarrando sua virilha para mostrar a Tangee o que queria dizer. Pulando sobre o balcão agarrou Tangee, jogando os monitores no chão e o arrastando para o fundo da loja. Tangee lutou como um louco. Eles estavam prestes a estuprá-lo, e não havia nada que pudesse fazer a respeito. — Agarre as pernas — o líder gritou para um dos outros homens. Tangee abriu seus braços, batendo-lhes. Chutando as pernas para


A Matilha Brac 09 trás e para frente, tentando se libertar. Seu coração estava em sua garganta e seu estômago era um grande nó apertado. Por favor, alguém me ajude. Este era um pesadelo que não queria. Levaram-no para a sala de armazenamento. O líder jogou Tangee para baixo, seu ventre esmagando algumas caixas. — Oh deus, não ... Por favor, não — , ele implorava aos homens fechando os olhos, não querendo estar lá. Se ao menos pudesse fechar sua mente, levá-lo ao um lugar onde fosse apenas ele e Loco. Sinto muito, amigo. — Tiraria as mãos dele se eu fosse você . Tangee queria gritar de alegria ao ouvir aquela voz profunda. Seu coração estava batendo tão alto em seus ouvidos que ele pensou por um momento que ele estava ouvindo coisas. Era realmente Mark? — Nós estávamos apenas se divertindo um pouco. Ele pediu por isso. — O líder riu nervosamente. Tangee se livrou e correu para Mark, ficando atrás dele. — Não, não pedi. Eles estavam prestes a me estuprar. — Sua voz tremeu, beirando a histeria. As implicações do que estava prestes a acontecer a golpeá-lo. Lágrimas brotaram e desceram, o alívio por não ter sido violado inundando-o. O corpo inteiro de Tangee começou a tremer enquanto enxugava os olhos na manga. — Eu não acredito. — Mark balançou o primeiro punk que o atacou, nocauteando-o. Agarrando o segundo homem pela roupa, que se contorcia no chão, apertando sua garganta. — Eu pensei que tínhamos deixado claro que este homem aqui estava fora dos limites para vocês punks? — apontou para Tangee.

Mark


A Matilha Brac 09 — Vá a merda — . O terceiro babaca se lançado a Mark com uma navalha na mão. Mark ergueu o braço e bateu na cabeça do cara com o punho direito. O líder cambaleou para trás, sacudiu a cabeça e atacou Mark de novo. — Pedaço de merda persistente, não é? —

Mark colocou o pé

esquerdo pra frente, levantou o direito acertando o punk em seu plexo solar. O Sr. Líder bateu no chão, ofegante, e depois tentou se levantar novamente. — Eu acho que você precisa ficar ai embaixo. — Mark virou-se para um Tangee com medo em seus olhos. — Te machucaram? Chamou Loco? Por acaso eles ...? — Mark procurou marcas em seu rosto, agarrando seus antebraços com um aperto de morte. — Não, eles não fizeram nada. Você chegou a tempo. Eu não chamei Loco. Você estava mais perto. E eles não me machucaram. —

Tangee

abraçou Mark pela cintura, grato que seu telefone não estivesse na caixa postal e salvando sua sanidade. — Vá chamá-lo. certo. —

Mark puxou seu celular e chamou a

polícia. Tangee correu para o balcão, pegando seu celular e pressionou o número de Loco. Suas mãos tremiam violentamente, quase incapaz de manter o telefone em seu ouvido. — Tangee, o que há de errado? —

Loco, disse, assumindo

automaticamente o pior. Tangee nunca ligava quando estava trabalhando no minimercado. Tinha muito medo de se meter em encrencas. — Eles... — Ele começou a chorar no telefone, nada coerente que Loco não conseguia entender. — O estupro... — Tangee caiu de joelhos, deixando cair o telefone e chorando em suas mãos. Luzes começaram a piscar através das paredes, e Tangee soube que os policiais tinham chegado. O carro da polícia parou em frente da loja, e dois policiais saíram.


A Matilha Brac 09 Tangee se endireitou quando os ouviu entrar, esquecendo o telefone. Secando as lágrimas dos seus olhos e aclarando a garganta, fazendo o possível para se recompor. — Alguém ligou sobre um assalto e tentativa de estupro? — perguntou um dos policiais a Tangee. — Sim, foi eu que chamei. — Mark veio da parte de trás. — Os três homens no fundo da loja tentaram violentar o meu amigo aqui. — Mas ele é um homem — disse o outro policial com um olhar de total repulsa no rosto. — Seu ponto de vista? — Mark perguntou. — Precisamos interrogar os três. Você disse que eles estavam na parte de trás? — O policial falou entrando no corredor olhando para Mark com descrença. — Sim. Eles estão na parte de trás. — Mark mostrou com o polegar por cima do ombro e pôs o braço ao redor de Tangee, o policial estava visivelmente irritado. Um deles foi para onde Mark apontou enquanto o outro questionava Tangee. — Você conhece algum deles? Tangee passou a mão trêmula pelo cabelo. — Eu tive um encontro com eles há um mês. — Então você está dizendo que foi assaltado há um mês? — Sim, ali em baixo na esquina da loja de alimento na Lorain Avenue. Eles afirmam que eu corte-os na linha, em seguida, tentaram me fazer pagar por suas refeições. Quando tentei sair, um deles me deu um soco no olho. — Tangee passou os braços em volta da cintura, vendo que o policial não era amigo de gay. — Então por que você não relatou esse incidente?


A Matilha Brac 09 — Eu só queria esquecê-lo. —

Deus, por que não poderiam

simplesmente pegar os três nas costas e irem embora? — Tem certeza de que não são amigos e só tiveram uma discussão? Acontece o tempo todo. —

O oficial sacou seu bloco de notas para fora,

fazendo parecer que ele estava escrevendo algo nele. — Eu não os conheço. Nunca os havia visto antes. — Tangee estava quase chorando de novo. Por que este policial não poderia ser um profissional? Mark o puxou para mais perto, e Tangee estava agradecido por seu apoio. O outro oficial voltou para frente da loja. — Este homem disse que você concordou em fazer sexo com eles, e que seu namorado aqui ficou com inveja. — Ele está mentindo! — Tangee gritou. Isto era irreal. Estava com medo que os policiais acreditassem nos três punks. Eles não estavam sendo amigáveis com Tangee, e não estavam sendo útil.

— A câmera de

segurança irá mostrar-lhe que me agarraram e me forçaram a ir lá para os fundos. — Bem, acho que teremos que levá-los presos e diga a seu chefe que precisamos da fita. — Os dois policiais se afastaram de Tangee e Mark já solicitando pelo rádio as copias de segurança. — Será que vão prendê-los? —

Tangee rosnou para Mark.

— Eu

não fiz nada de errado e estou sendo tratado como um criminoso? — Ele tinha vontade de bater em suas cabeças com os seus próprios blocos de notas. — Relaxe, Tang, a fita vai provar que o obrigaram. Ignore esses policiais ignorantes. — Mark passou a mão sobre o ombro do Tangee. Outra viatura parou, e trouxeram os três lá detrás da loja. Os dois primeiros oficiais tomaram a declaração oficial Tangee, dizendo que ele tinha que ir até a delegacia pela manhã.


A Matilha Brac 09 — Imbecis — , Tangee disse quando se afastaram. Não só os três homens tentaram violá-lo, mas a polícia também tinha, com suas atitudes pouco profissionais. Ele esperava que se engasgasse com uma rosquinha. Uma picape azul escuro parou em seco em frente da loja, escutou-se um uivo vindo dela. Oh, merda, ele tinha esquecido o telefone. Ele se esqueceu de dizer a Loco, que estava bem. Tangee correu para trás do balcão, curvando-se e recuperou seu telefone celular. Ele ainda estava ligado ao numero de Loco. Loco entrou correndo, agarrando Tangee ao redor da cintura e puxando-o para seus braços. — bebê, Eu sinto muito — Loco desculpou-se no pescoço do Tangee. Ele podia sentir Loco tremendo. Ele não discutiu quando Loco levou-o para sua picape e subiu junto. — Por favor, me perdoe. Eu sabia que você estava sozinho e indefeso, e eu te deixei aqui. — Loco abraçou Tangee com força. — Loco, você vai me esmagar — Tangee protestou. Empurrou o peito do homem grande, tentando respirar de novo. — Eu deixei você, e se... onde diabos eles estão? — Os olhos de Loco ficando vermelho, e seus caninos desceram. A ira tomando conta de seu rosto. Tangee sabia que tinha que acalmá-lo e rápido. — Eles não fizeram nada. Mark me salvou a tempo. Os policiais já os levaram. —

Tangee passou a mão pela face de Loco. Ele ainda estava

tremendo, mas seus nervos estavam começando a se acalmar desde que seu companheiro tinha chegado. — Eu ouvi a conversa. Os lobos madeira têm uma audição excepcional. Eu não acho que a polícia acredita na maneira como esses bastardos trataram você. — rosto.

Loco beijou-o, com o alivio inundando seu


A Matilha Brac 09 — Você veio a 90 milhas por hora ou algo assim? Chegou aqui muito rápido. —

Tangee pousou sua cabeça sobre o peito de Loco, sentindo-se

seguro e aquecido, agora que seu homem estava aqui. Só confirmava sua decisão anterior de sair da cidade, mas o que fazer com sua mãe e irmã? Loco parecia acanhado. — Cem . — Loco, você poderia ter se matado ou alguém mas! Não faça isso de novo — , Tangee delicadamente o repreendeu. — Vou fazer de novo se eu receber um telefonema desse tipo.— Loco abriu a porta da picape, puxando-o para fora, e voltou para a loja onde Mark esperava. Os nervos de Tangee eram um desastre, mas fez o possível para parecer calmo. Se dissesse a um destes homens como estava abalado, não deixariam o assunto morrer, e Tangee queria desesperadamente esquecer o que tinha acontecido. — Obrigado. Qualquer coisa que você precisar, você me chame e será feito. Qualquer coisa. — Loco abraçou Mark. — Só fiz o que qualquer amigo faria. — Mark deu de ombros. — E você nunca terá que se preocupar. Seu segredo está seguro comigo. — Que segredo? — Loco olhou para ele com cautela. — Exatamente. —

Mark sorriu para Loco e depois se virou para

Tangee. — Você vai ficar bem? Não, — Sim. Obrigado por chegar aqui tão rápido. Mark assentiu com a cabeça a Tangee depois saiu da loja. — Você acha que ele sabe? — Tangee sussurrou para Loco. — Eu acho que sim —

Loco fez Tangee chamar o gerente para

explicar-lhe o que tinha acontecido e para dizer ao cara que ia sair. Loco ameaçou jogá-lo em sua picape e amarrá-lo se ele argumentasse sobre o assunto.


A Matilha Brac 09 — Preciso falar com você. — Tangee pegou seu casaco e apagou as luzes interiores em primeiro lugar, tornando conhecido que a loja estava fechada. Com a chave extra pendurada pelo registro, Tangee trancou a porta. — Qualquer coisa. O que é? — Loco o ajudou subir na picape, em seguida, passou para seu lado, deslizando para dentro e pondo em marcha. — Eu decidi, você sabe, estar com você. — Tangee teve um pensamento horrível. — Você ainda me quer? — Acrescentou depressa. — O que você acha? Claro que sim. Então você vai morar comigo? Eu já arranjei um novo emprego para você. Meu amigo Cody é sócio de um restaurante e concordou em lhe dar uma chance como garçom. Eu não quero que você trabalhe, mas eu sei que você quer sustentar sua família por conta própria. — Loco saiu do estacionamento. — Vou te levar para casa esta noite, em vez de amanhã. Você não fica mais um minuto aqui. — Eu não disse nada para Mark. Eu preciso dizer-lhe. — Com tudo o que tinha acontecido, Tangee se esqueceu de mencionar sua decisão ao seu amigo de longa data e patrão. — Falei com ele há algum tempo atrás. Ele está de acordo comigo. Você precisa sair da cidade — . Loco entrelaçou sua mão com a de Tangee, beijando os nós dos dedos enquanto dirigia com uma mão. Era estranho que alguém

como

Loco

o

quisesse

e

não

apenas

porque

eles

eram

companheiros. Qualquer um poderia ser companheiros, mas Loco agia como se o amasse. Talvez não fosse tão azarado, não com um cara como este sentado ao seu lado. — Sobre a minha família. Podemos vir aqui uma vez por semana para vê-las e deixar algum dinheiro para elas? Preciso que minha mãe saiba onde estou. — Tangee subiu os degraus até ao seu apartamento. — Podemos voltar em alguns dias. Qualquer coisa que você precisa. — Loco deu-lhe um sorriso gentil.


A Matilha Brac 09 — Aí está você. Eu não tenho visto você por aqui já algum tempo, — Mrs. Jackson disse enquanto permanecia em sua porta. Podia ouvir uma risada silenciosa que vinha de Loco. Mrs. Jackson era uma das mulheres idosas que viviam em seu prédio e tinha uma necessidade de falar em sua orelha o que lhe parecia por uma eternidade, quando tudo queria fazer era entrar em seu apartamento e dormir na maioria dos dias. Supôs que esta seria a última vez que a via. — Tenho trabalhado. Como está tudo? — Tangee queria cair fora, mas não podia ser rude. Ele sabia que ela era só e apenas procurava um ouvido para bate-papo. — Estou bem. O médico diz que estou em perfeita saúde para a minha idade. Bem, eu vejo que você tem companhia. —

Ela piscou para

Loco. — Vou deixá-lo ir. Lembre-se de parar para me ver. — Boa noite — . Tangee sorriu enquanto deixava Loco em seu lugar. Graças a Deus ele não parou muito. Tudo arrumado. Ele só tinha um punhado de caixas que ia usar. Indo para o armário na sala, tirou um rolo de fita adesiva transparente, em seguida, abriu a gaveta da cozinha por um marcador. Não tinha certeza do que ia levar e não poderia fazer sem ele. Apesar de Loco ter uma picape, depois de trabalhar em dois empregos ele estava cansado demais para ficar subindo e descendo escadas. —

Reúna

apenas

o

necessário.

Roupas,

fotos,

documentos

importantes, coisas assim. A casa tem tudo o resto que precisará, — Loco, disse a ele. Bem, resolveu o seu dilema. — Eu vou buscar as minhas coisas no meu quarto. Volto em seguida. — Tangee entrou em seu armário e pegou a mala que estava guardada lá. Ele não tinha muitas roupas. Cinco pares de jeans e cinco camisetas, roupas íntimas e meias. Ele não precisava de muito, a maior parte de seu dinheiro era para sustentar sua família. — Isso é tudo o que você tem? — Loco, perguntou quando Tangee


A Matilha Brac 09 trouxe a caixa com seus itens pessoais. — Eu nunca percebi que você vestia praticamente a mesma coisa o tempo todo. — Sim, um homem não precisa de muito. Algumas peças de roupa e um teto sobre sua cabeça. — Tangee fechou a mala e olhou em volta para ver se não tinha esquecido nada. Ele sempre esquecia alguma coisa. — Não se preocupe, vamos estar de volta em poucos dias para entregar suas chaves e ver se há qualquer coisa que você possa ter esquecido. — Loco empurrou Tangee em direção à porta. Estava grato que seu companheiro percebesse o quanto ele estava cansado. Uma viagem até as escadas era tudo que poderia lidar agora depois de sua provação. Uma vez que a adrenalina havia desaparecido, o deixou ainda mais cansado que o habitual. — Então eu acho que estou pronto. —

Tangee estava um pouco

nervoso, para dizer o mínimo, mas ele sabia que viver aqui não era mais seguro, e estava começando a doer fisicamente quando ele estava longe de Loco. Ele sentia um buraco vazio em seu peito com a saudade que sentia quando Loco não estava por perto. — Então vamos sair daqui. —

Pegando suas coisas e trancou a

porta.

Loco viu seu companheiro dormir no caminho de casa. Ainda não conseguia superar o que quase tinha acontecido. A necessidade de ir à


A Matilha Brac 09 delegacia e matar a todos aqueles bastardos montava-o com força. Agradeceu ao destino que envio Mark para lá. Se o homem soubesse ou não, Loco lhe devia o mundo por salvar seu companheiro. O destino parecia estar sorrindo para eles, sabia que os três punks receberiam o que mereciam. Cedo ou tarde, eles iriam mexer com a pessoa errada. Talvez tenha sido sorte que Mark tivesse chegado primeiro. Senão haveria três seres humanos mortos para esconder se Loco tivesse estado lá.

Capítulo Cinco

Eram três da manhã quando finalmente chegaram a casa. Loco ajudou Tangee a levar seus pertences para dentro. — Amanhã vou dar-lhe o tour, ou melhor dizendo ainda hoje. Descanse um pouco. —

Loco levou suas caixas e mala para o armário e

mostrou a Tangee onde era o banheiro para que pudesse tomar banho. — Estarei bem aqui fora. — Tangee fechou a porta do banheiro e encostou-se nela. Caramba, este lugar era incrível. Ele ficou surpreso que um mordomo não atendesse a porta quando chegaram. Tirando a roupa, regulou o chuveiro impressionante que tinha três cabeças de chuveiro. Entrando debaixo do chuveiro, mais uma vez aliviado que Mark tivesse chegado a tempo. Empurrando

o

pensamento

para

longe,

Tangee

lavou-se

rapidamente, em seguida, desligou a água e pegou uma toalha. Wow, estava aquecida.


A Matilha Brac 09 Envolveu-a na cintura e saiu do banheiro. Viu Loco de costas para ele. Estava colocando a roupa de Tangee na gaveta. Tangee deixou cair à toalha e subiu na cama de quatro, abaixando os ombros. — Santa merda — Loco rosnou atrás dele. — Faça amor comigo, Loco. — Tangee olhou por cima do ombro a boca aberta de seu companheiro. Ele precisava da conexão com o Loco, para apagar o que tinha acontecido. — Claro — . Seu companheiro tirou a roupa, jogando-as por cima do ombro enquanto pegava o lubrificante e subia atrás dele. — Espere — Loco pôs a mão nas costas de Tangee. — E se não funcionar? O Alfa Maverick não foi capaz de encontrar nada. — Não importa. Eu sempre vou pertencer somente a você. — Tangee moveu seus quadris, à espera de Loco para levá-lo e tentando não pensar na possibilidade de que a reivindicação poderia não funcionar. — Sempre, amor. —

Loco lubrificou os dedos, circulando-os ao

redor da entrada de Tangee. Tangee começou a tremer quando os lábios de Loco começaram a explorar suas costas com a língua. Podia sentir o dedo de Loco entrar lentamente nele, e a cabeça Tangee caiu para trás sobre seus ombros. Seus caninos alongados enquanto seus olhos mudavam. Tangee caiu de boca aberta, o quarto banhado em vermelho quando Loco o levou para outra esfera. Um lugar cheio de prazer erótico e delícias impertinentes. Tangee não tinha mais controle sobre seu corpo. Tinha uma mente própria, girando e dançando ao toque de Loco. As mãos de Tangee começaram a subir a cama por conta própria, pegando a cabeceira da cama com seu traseiro balançado para trás e para frente. — Você gosta disso, não é, bebê — A voz de Loco era baixa e profunda, trazendo mais euforia ao estado de Tangee. — Ah, ah, ah. —

Tangee respirou suavemente quando Loco


A Matilha Brac 09 mergulhou e chupou seu ânus, girando o pulso enquanto seus dedos massageavam seu canal. — Eu vou comê-lo vivo. —

Loco puxou a mão livre e agarrou os

quadris de Tangee, levantando-o do colchão enquanto lambia e chupava Tangee com maestria. — Faça-o, faça-o. Porra, não pare. Sim, sim, sim, chupe meu traseiro. — As palavras saíam de sua boca, sem censura, apenas palavras cheias de luxúria que seu cérebro sentia necessidade de empurrar para fora de sua boca. Loco lambeu a trilha de seu traseiro até suas bolas, fazendo Tangee guinchar com choque e aprovação. Na verdade, gritou tudo. — Diga-me, Tangee — A voz de Loco estava rouca. — Basta dizer, bebê. — Eu quero sentir você dentro de mim. Preencha meu traseiro com seu pau, meu Prateado — Tangee gritou para as paredes. Loco se abaixou para a cama, agarrando o lubrificante da gaveta. Tangee engasgou quando Loco o pegou e virou-lhe as costas em um movimento rápido, e com uma mão. Que lhe transformou num inferno, — Puxe as pernas para cima, bebê — . Loco rompeu a tampa e lubrificou seu pênis. Tangee estava hipnotizado pela visão. Sua cabeça caiu para trás, concentrando-se nas linhas no teto. Seu corpo estava em chamas. Tangee ficou mole, facilitando a entrada de Loco. — Isso não vai dar certo. — O que você quer dizer? — Loco saiu da cama, dando sua mão para Tangee. Tomou-a, perguntando o que estava acontecendo. Loco levou-o para o meio da sala e


A Matilha Brac 09 depois parou. Loco agarrou-o e levantou-o, Tangee envolveu suas pernas em torno da cintura de Loco. — Tenha paciência. Você vai ver — Loco, sorriu quando Tangee franziu a testa. Loco meteu a mão debaixo de Tangee, pegou seu pênis e, em seguida suas bolas. — Espere um pouco. Tangee estava mais apertado quando Loco atravessou a sala e apertou o botão do leitor de CD. O que ele estava fazendo? — Já transou e dançou ao mesmo tempo? Tangee arregalou os olhos negou com a cabeça. — Eu vou te mostrar como é feito. — Loco piscou para ele. Bruno Mars começou a cantar

"Grenada". Loco dançava como se estivesse em

uma boate, movendo só as pernas, Tangee riu quando saltou para cima e para baixo sobre o pênis de Loco. Empurrando varias dentro e fora de seu traseiro. — Onde diabos você aprendeu esse movimento? Eu amo isso. — Vamos lá, bebê. Vamos queimar esse tapete para cima. — Loco estalou os dedos, e o girou, virando seu quadril para o lado. Tangee inclinou-se para trás e riu do ridículo da situação. Tinha que admitir, dançar e transar valia a pena, somente para os bem coordenados. Loco agarrou os quadris de Tangee, encaixando-o enquanto dançava. Seus lábios pairando perto de Tangee, com os olhos cheios de luxuria e desejo. Loco puxou Tangee mais perto e depois empurrou seu quadril para frente, enfiando seu pênis mais fundo. — Eu posso andar. Vá em frente e dance. — Tangee sorriu e gemia ao mesmo tempo. — Você pediu por isso — . Loco arqueou as costas, balançando os quadris como uma dançarina de hula, mas mais lento, quando ergueu as suas mãos acima da cabeça.

— Me cavalgue, Tang. —

A música mudou


A Matilha Brac 09 para "Liquor store Blues". Oh inferno. Loco dançou para trás, suas mãos tocando todo o corpo Tangee, quando mordeu e chupou o pescoço de Tangee. Loco rosnou sedutoramente quando engatou seus quadris com poucas estocadas, enfiando seu pênis mais fundo no traseiro de Tangee. — Prateado, se você continuar assim, vou gozar. — Tangee agarrou os ombros de Loco mais forte, batendo-lhe quando seu companheiro balançava de um lado para outro. — Ainda não, bebê. Eu não quero que isso acabe ainda. —

Loco

abrandando sua dança um pouco, seus olhos negros olhando sedutoramente para Tangee. Sua pele formigava com arrepios, seus próprios olhos nunca deixando Loco. Eles dançaram uma música mais lenta, fazendo amor, não só no sentido físico, mas emocionalmente também. Os olhos de Loco seduzindo-o de maneira que um corpo nunca seria capaz de fazer.

Chegando

profundamente em sua alma, dizendo-lhe o quanto Loco se preocupava com ele, o quanto ele significava para Loco com apenas um olhar. — Eu te amo, Tangee — . Loco dançando lentamente, com as mãos acariciando a cabeça de Tangee, costas e a parte inferior. — Eu nunca fui tão feliz, de verdade. Enlouquecia toda vez que eu tinha que deixá-lo. Você honestamente não tem ideia de quanto eu te amo. Tangee engoliu o nó em sua garganta. — Eu também te amo. — Ele enterrou o rosto em seu pescoço, inalando profundamente.

— Eu nunca

amei ninguém tão profundamente antes. — Você está pronto? —

Loco o girou, balançando os quadris

preguiçosamente, com os pés tocando um ritmo lento. — Sim, me reivindique. — Tangee inclinou a cabeça para o lado, à espera de Loco para mordê-lo. — Eu te amo — Loco, disse suavemente enquanto beijava atrás da


A Matilha Brac 09 orelha de Tangee. — Você me aceita como seu companheiro, Tangee? — Sim, Loco. Agora e para além da morte. Loco mordeu seu ombro e depois afundou seus dentes, seu pênis balançando dentro e fora com a música. Tangee virou a cabeça para o lado, seu pênis borbulhando entre eles. Gemeu num eco estridente.

— Isso,

Prateado . Loco agarrou os lados de Tangee, seus quadris balançando para cima e para baixo tão rápido que Tangee gritou quando gozou. Seu traseiro apertado enquanto suas bolas se esvaziava. Loco lambeu o pescoço Tangee, e então gritou, com a cabeça caindo de volta enquanto o traseiro de Tangee era aquecido com sêmen de Loco. Loco apertou os braços em volta Tangee, apertando-o com força. — Funcionou, Tangee. — Sem fôlego. — Funcionou, somos companheiros. Tangee ficou surpreso quando sentiu o ombro molhado das lágrimas de Locos. Tangee começou a rir de alegria, o choro de Loco foi contagioso e chorou também. — Eu quis dizer o que eu disse. — Loco segurava seu rosto. — Eu te amo tanto. Tangee deitou sua cabeça em seu ombro, satisfeito.

— Eu te amo

tanto, Prateado .

Loco fechou a porta silenciosamente enquanto seu companheiro dormia tranquilamente. Tangee se via bem em sua cama. Foi um alívio


A Matilha Brac 09 finalmente tê-lo aqui. Não mais se preocupar com o que poderia estar acontecendo com ele, não estando mais no inferno longe dele. — Funcionou? Loco saltou.

— Você me assustou. —

Seu coração batia

descontroladamente em seu peito. Normalmente, um lobo madeira tinha audiência superior, tranquilamente, mas com a mente ocupada com a visão de Tangee em sua cama, tinha baixado a guarda. — Parece que você vai ter um recorde de primeira. Nunca pensei que eu poderia surpreendê-lo. — Maverick riu. — Então funcionou? Loco não pode evitar. Sorriu de orelha a orelha.

— Sim, claro. —

bateram as mãos, e Loco encheu seu peito com orgulho. — Você sabe que estão nos genes. — Geralmente é onde um pênis é mantido. — Maverick riu. — Engraçadinho — Loco, riu também. — Fico feliz em saber que funcionou. —

Maverick bateu-lhe nas

costas enquanto caminhava pelo corredor. — Eu também.

Tangee acordou cedo, deslizando para fora da cama e pegou algumas roupas. Olhou para ver se Loco ainda estava dormindo, seu cabelo prateado espalhado por trás dele. Tangee estava assombrado, e seu coração se apertava cada vez que olhava para o homem lindo. Nas pontas dos pés, saiu do quarto, fechando a porta silenciosamente


A Matilha Brac 09 atrás dele. Ele estava faminto. Tinha que haver uma cozinha neste lugar em alguma parte. Tangee desceu a escada em caracol, um barulho vindo de uma sala para a direita despertou seu interesse. Tangee andou devagar até que chegou a entrada. Estes devem ser os companheiros de quem Loco falava. Tangee tentou descobrir o que era um meio-lobo como ele, mas não soube dizer. Ele sabia que o nome do cara era Drew, mas não sabia qual era ele. — Ei, eu te conheço. Você estava na loja de tatuagem. — Era um tipo com piercings no rosto, de pé, atravessou a sala. Tangee estava um pouco nervoso. Ele não estava realmente certo se o acasalamento funcionou. Será que eles iriam aceitá-lo ou afastá-lo? — Sou Oliver. Qual é seu nome? — O cara com o piercings estendeu a mão. Tangee sacudiu-a, sentindo-se um pouco mais relaxado. — Tangee . — Eu gosto disso. Assim, o que o traz aqui? — Oliver puxou-o pra dentro do quarto. Todo o barulho tinha parado, e todo mundo estava olhando para ele. Tangee queria rastejar sob uma rocha. Ele estava incomodado com toda essa atenção. — Ele é meu companheiro. Tangee se virou para ver Loco sorrindo para ele.

— Eu disse que

tinha uma audição excepcional. Você realmente achou que poderia fugir? — Loco puxou-o para um abraço apertado, mordeu-o atrás da orelha. — De jeito nenhum! Sério?

Um cara baixinho com cabelo

castanho escuro saltou e correu até Loco, abraçando os dois. — Estou tão


A Matilha Brac 09 feliz por você. — Obrigado, Drew. Tangee, este é o meu bom amigo, Andrew. — Loco os apresentou. Drew segurou o braço de Loco.

— Drew. Oi, Tangee. Tatuagens

legais. — Drew sorriu para ele. — Ei, Drew — Tangee tentou ver os caninos do cara, mas parecia apenas um jovem comum. Tangee se encolheu quando um pequeno homem asiático chegou correndo, abrindo caminho até ele. — Loco, companheiro. Boom. — E riu. — E este é o meu amiguinho, Keata —

Loco sorriu para ele com

carinho. — Seu inglês não é muito bom, mas estamos trabalhando nisso. — Roger, aqui. — Keata sorriu. — Já vou, já vou. — Um homem com seus cachos louros dourado soltos sobre os seus ombros veio até eles. — Este é Johnny. Ele esta acasalado ao Comandante Hawk. — Loco revolveu o cabelo de Johnny. Loco apontou para outro cara. — Este é o irmão de Oliver, Blair. E este é o primo do Keata, Kyoshi. O outro, Kyoshi, se aproximou e fez uma mesura.

— É um prazer

conhecê-lo, Tangee . — Uh, a você também. — O cara era sempre tão formal? — Olá, Tangee. — Blair bateu as mãos com as deles. — Legal . — Obrigado — Tangee sorriu para todos em torno dele. — O fogo real? — Keata perguntou. — Não. — Tangee virou a cabeça e olhou para Keata. Ele tinha uma tatuagem de uma parede de chamas em torno de seu pescoço, lambendo o


A Matilha Brac 09 queixo e orelhas. Mas como alguém poderia confundi-lo com o real era intrigante. Talvez Keata estivesse confundido com o seu inglês. — Oh, está bem. Não precisa de água. — Keata pulando. Que homem estranho, Tangee pensou. — E este é o famoso Cecil, o companheiro do Alfa. — Loco deu a Cecil um mau-olhar. — Oh — Tangee se lembrou de Loco alertando-o uma e outra vez para não sair com esse cara em qualquer de suas aventuras descabeladas. O homem parecia inofensivo. Com que Loco estava tão preocupado? Tinha cerca de 1,68 m, com uma franja bonitinha do cabelo sobre seu olho direito e lindos olhos ametista. Parecia um jovem inocente, completamente inofensivo. — O que Loco lhe contou? — Cecil cruzou os braços sobre o peito, olhando para o guerreiro. — Uh, nada, só coisas boas? — O que Tangee deveria dizer "Meu companheiro me disse para correr de você como do Satanás?" — Vamos lá, bebê. Vamos conseguir alguma coisa para comer. Tangee olhou para cima para ver a adoração nos olhos de Loco. Ele prendeu a respiração. Era o mesmo olhar que ele tinha na noite passada, quando declarou seu amor. Tangee estava apaixonado por Loco, enquanto saia com ele, mas ontem à noite levou-o para outro nível. — Mostre-me o caminho. — Deslizou a mão na de Loco, o coração batendo um pouco mais rápido com o contato. — Ei, George, este é o meu companheiro, Tangee — . Loco o


A Matilha Brac 09 apresentou a um homem vestindo um chapéu de cowboy quando entraram na cozinha. Os cheiros provenientes dessa sala eram divinos. Tangee notou as frutas frescas sobre a tábua de corte e algo cheirava divino no fogo brando do fogão. Seu estômago rosnou para os aromas salgados. — Ei, Tangee, prazer em conhecê-lo. — George limpou as mãos em uma toalha, em seguida, esticou o braço e sacudiu. — O cheiro está maravilhoso. O que você está cozinhando? — Tangee inalou profundamente, o aroma flutuando em torno de suas narinas e abaixo em seus pulmões. George levantou um dedo para cima, em seguida, pegou uma colher e mergulhou-a na panela, trazendo-o e segurando-o até os lábios de Tangee. Tangee abriu e aceitou a colher, seus lábios fechando sobre ela. Especiarias imediatamente agredindo suas papilas gustativas. Picante. Muito picante, Tangee acenou com as mãos na frente de sua boca enquanto corria em torno tentando encontrar algo para apagar o fogo. George riu e entregou-lhe uma fatia de pão. — Coma isso. Vai tirar o ardido. Acho que você pegou o pote com o molho Tabasco. Eu faço os dois. Alguns companheiros amam as especiarias. Outros não podem tolerá-la, e pela maneira que você está pulando significa que você está na lista de número dois. Estava cozinhando ele para o almoço. Tangee deixou o pão absorver o fogo, depois pegou um pedaço de melão e colocou na boca, automaticamente pensou em sua irmã. Sentia falta dela. Talvez ele e Loco poderiam ir vê-la hoje. Seu companheiro disse em alguns dias. Embora tivesse passado só um, queria ir. — O que há de errado? — Loco, perguntou quando se acercou por


A Matilha Brac 09 trás de Tangee e passou os braços em torno dele. — Você está triste. — Beijou o lado da cabeça do Tangee. — Sinto falta da minha irmã. Podemos ir vê-la hoje? — Qualquer coisa que você quiser. Nós podemos ir depois do almoço. —

Loco beijou seu pescoço, em seguida, libertou-o, agarrando

alguns pedaços da fruta. — Ei, você tem que esperar como todo mundo. — George bateu em suas mãos.

— Diga aos companheiros para arrumar a sala de jantar de

cima. O almoço está pronto. — George se virou e desligou o fogão.

Por alguma razão Oliver tinha se ligado a Tangee. Eles estavam na loja de departamentos no shopping comprando mais roupas para Tangee. Sentia-se

estranho

gastando

o

dinheiro

de

Loco,

mas

seu

companheiro havia argumentado que ele precisava delas. Tangee protesto houve uma pequena batalha e perdeu. Tangee não prestou atenção ao que estava agarrando. Eram apenas camisetas e jeans. Nada extravagante. Loco jogou um pouco mais na pilha crescente. — Basta, companheiro. — Nunca é o suficiente. —

Loco rosnou. Ele pagou por suas

compras, em seguida, disse aos outros que iriam se encontrar com eles na praça de alimentação. — Para onde vamos?


A Matilha Brac 09 — Para a loja gótica — Loco passou os braços em volta da cintura de Tangee. — Eu amo essa loja. Foi aí que eu comprei duas das minhas camisetas. Não é por isso que estamos indo, Loco pensou consigo mesmo. Era uma surpresa. — O que estamos comprando? — Vou te dar uma dica. Quando você ativá-lo, ele vibra. — Loco riu quando Tangee corou.

Capítulo Seis

— Eu nunca trouxe ninguém para casa antes, então eu não sei como minha mãe vai reagir. — Tangee sentou no banco do passageiro, torcendo as mãos nervosamente. Loco

se

aproximou

e

segurou

a

mão

esquerda

de

Tangee,

entrelaçando os dedos enquanto dirigia. Ele podia senti-la tremer um pouco, estava fria e úmida. Quem não ficava nervoso quando tinha que apresentar o seu companheiro, amante ou noivo para a mãe? Tangee estava tendo uma reação típica. — Vai ficar tudo bem. —

Ele apertou a mão de Tangee


A Matilha Brac 09 delicadamente. Seu companheiro parecia uma pilha de nervos. Quão ruim poderia ser sua mãe? Seus braços doíam de vontade de abraçar Tangee, mas isso seria impossível de se fazer enquanto estivesse dirigindo. — Ela sabe que eu sou gay e nunca me censurou por isso, mas ela nunca me apoiou abertamente. Poderia ir para qualquer direção. — Pare de se preocupar. Se ficar ruim, então vamos embora. — Loco entrou na garagem que Tangee indicou. soltou seu companheiro e ajudou-o a descer. Tangee ficou lá. Loco revirou os olhos e agarrou a mão de seu companheiro, praticamente arrastando-o sobre o caminho de pedra até a porta da frente.

— Se você realmente não quer fazer isso, podemos ir

embora. Antes de Tangee poder abrir a boca, a porta se abriu. — Tangee! — Um querubim saiu correndo para fora e envolveu seu pequeno corpo ao redor de seu companheiro. Tangee levantou-a em seus braços, enquanto a carregava para dentro, e Loco o seguiu. — Melonee, este é Loco. — Seu companheiro apresentou-os quando Melonee olhou por cima do ombro do Tangee, de olhos arregalados. Loco estendeu a mão e Melonee sorriu quando ele a estreitou. — Encantado em conhecê-la, Melonee. — A irmã de Tangee apenas riu e escondeu o rosto no pescoço de seu irmão. Tangee sentiu, a menina esticando o pescoço para trás para olhar para ele. Ficou de joelho, sorrindo para ela. Loco achava que ela era bonita como um botão. Longo, marrom, ondulados seus cabelos descia pelas costas com um rosto pequeno de duende voltada para ele. Seus grandes, olhos azuis, de cachorrinho sorrindo para ele.


A Matilha Brac 09 — Tangee, é você? — Uma mulher gritou vindo pelo corredor. Ela parou quando viu Loco ajoelhado na frente de sua filha. — Oh — . Isso foi tudo que disse, seus olhos olhando de seu companheiro para ele, os olhos inquisitivos. Tangee virou-se e limpou as palmas das suas mãos na frente do seu jeans. — Oi, mamãe — Tangee beijou sua mãe na bochecha. — Este é Loco, o meu, uh, namorado. — Loco viu seu companheiro olhar nervosamente para ele e sua mãe. — Olá, Loco. — Ela o abraçou com força, em seguida, recuou. — Olá — Loco ficou tão surpreso quanto Tangee, deslocando desconfortavelmente de pé para pé. Ele olhou de soslaio para Tangee. Seu companheiro ficou lá com o queixo no peito, choque escrito claramente em seu rosto. Essa não deveria ser uma saudação típica para sua mãe. — Entre, entre —

a mãe de Tangee agarrou a mão de Loco e o

levou para a sala. Loco olhou por cima do ombro para Tangee pedindo ajuda, mas Tangee só ficou lá com a boca aberta. Bem, ele não ia ser de nenhuma ajuda. Ela deu um tapinha no espaço ao lado dela no sofá enquanto ela se sentava. — Tangee, pegue algumas bebidas. Tangee finalmente fechou a boca e obediente foi para a cozinha. Loco não tinha certeza do que fazer nesta situação. Lidar com os guerreiros em casa era fácil. Basta atirar alguns insultos para eles e jogar um jogo de bilhar. O que você faz com uma mãe humana? — Você é um deles, não é? — A mãe de Tangee perguntou a Loco quando seu companheiro desaparecia no que ele achou que fosse a cozinha. — Um deles, senhora? —

Loco estava confuso. Melonee pulou no


A Matilha Brac 09 sofá, descansando seus braços nas coxas de Loco. Ele sentiu que estava preso entre dois diabinhos curiosos. A necessidade de correr estava fazendo suas pernas tremerem. Ele sorriu para a menina, sem saber o que fazer a seguir. Tangee falava sem parar de Melonee. Ele podia ver o porquê. Ela era muito adorável. — Você sabe do que estou falando. —

Ela se inclinou para mais

perto. — Lobos — Ela endireitou as costas e lhe deu um tapinha no joelho. Loco se sentou ali, atordoado. Pensou que a visita seria um pouco desagradável, era a oportunidade de conhecer a mãe e a irmã mais nova de seu companheiro e sua irmã mais nova sobre quem falava constantemente. Mas essa merda ... santo, o que deveria dizer? Oh sim, eu sou um metamorfo, e eu reivindiquei seu filho. Certo, depois teria que explicar ao seu companheiro porque ele estava esperando por ele no degrau da frente. Não, ele iria ouvi-la. Ele tocou seus caninos com a ponta de sua língua. Pelo menos não eram salientes, nada fora do comum, eram tão comum quanto um shifter poderia ser. Como ela adivinhou? Ela se inclinou para o um lado, olhando por cima do ombro de Loco para a cozinha. O que ele também fez. — Como você pode ter visto, Tangee é um mestiço. Eu nunca quis lhe falar sobre isso porque dói até hoje. Meu... companheiro — ela deu em um soluço e continuou

— foi morto quando

estava grávida de Tangee . A cabeça de Loco deu voltas com esta informação. seu companheiro? —

— Quem era o

Talvez Tangee pudesse ter alguma paz de espírito

sabendo desta informação. Loco se perguntou por que ela estava dizendo a ele quando ela nunca iria discutir o assunto com Tangee. Que espécie de mulher faria isso? — Sky. Ele era um bravo guerreiro. — Suas lágrimas começaram a cair.

— Ele ficou muito feliz quando descobri que estava grávida. Sua

matilha me informou de sua morte. Eles se ofereceram para levar-me, mas


A Matilha Brac 09 eu recusei. Eu não queria ser lembrada todos os dias do que eu havia perdido. É por isso que eu me recusei a falar sobre isso, mas agora que meu filho foi, obviamente, acasalado, ele precisa saber. — Por quê? Por que diabos não poderia me dizer? — Tangee gritou enquanto deixava cair os copos que estava segurando em suas mãos. Eles caíram com um estilhaçar quando Tangee estava com seu rosto contorcido pela raiva. — Tangee, você vai manter um tom respeitoso com sua mãe. — Loco se levantou e cruzou a distância, puxando seu companheiro para seus braços. Ficou nervoso em ver Tangee como estava. — Eu entendo a raiva que está sentindo, mas você só tem uma mãe. Embora ela tenha agido errado, ela ainda é sua mãe. — Não. Eu implorei e insisti para saber por que eu não era como as outras crianças, mas ela nunca quis me dizer. —

Tangee agarrou a camisa

de Loco nos seus punhos, o olhar em seus olhos mudando da raiva para a dor. — Tudo o que eu queria saber era quem era meu pai, e você não pode nem me dar isso! —

Tangee gritou por cima do ombro de Loco. Loco puxou

Tangee ao redor, segurando-o quando o corpo de seu companheiro tremia de raiva. — Tangee, —

Sua mãe chorou então se levantou e desapareceu

pelo corredor. Loco viu Melonee sentada no sofá, com lágrimas nos olhos. Ele levantou uma das mãos por trás seu companheiro e acenou para que ela viesse até ele. Seu lábio inferior tremia. Loco beijou a bochecha de Tangee enquanto se abaixava para abraçar a menina e passando sua mão por seus cabelos. — Oh, Melonee. Sinto muito, querida. — Tangee puxou-a dos braços de Loco e a abraçou. A mãe de Tangee reapareceu com uma caixa de sapato na mão. —


A Matilha Brac 09 Aqui .

Ela deu a caixa de sapatos para Tangee . Ele olhou para ela por um momento, mágoa e amor se misturando dentro do seu peito. Como ela poderia dizer a um completo estranho, mas negar-lhe esse conhecimento precioso? — O que é isso? — Ele perguntou, olhando para a caixa depois para sua mãe. — Abra-a. Abriu a tampa. Ele sentiu uma paz e felicidade sem fim descendo sobre ele, enquanto olhava para o conteúdo da caixa. Tangee caiu de joelhos enquanto as lágrimas corriam sem controle pelo seu rosto. Havia uma foto por cima, e Tangee sabia em seu coração que era de seu pai. O homem que ele havia desejado conhecer estava olhando para ele. Suas mãos tremiam enquanto olhava pelas imagens e poemas que cobriam o cartão revestido. Seu pai era bonito, forte e de olhar orgulhoso. Ele tinha os olhos de seu pai, bem como a sua cor de cabelo. Sua mandíbula forte passou para Tangee também.

— Qual era o seu nome? — , Ele

perguntou em voz tensa. — Sky. Ele fazia parte da matilha do Leste. — Ela enxugou os olhos, as mãos tremendo sobre seus seios torcendo o tecido que estava segurando. — Sky — Tangee repetiu o nome, sentindo-se perto do homem que ele nunca havia encontrado apenas dizendo seu nome. Ele passou um dedo


A Matilha Brac 09 sobre o rosto de seu pai, desejando que o tivesse conhecido. Teria gostado de ser criado por este homem forte e de olhar orgulhoso? Ele engoliu em seco algumas vezes o nó na garganta e absorveu todas as características da face, gravando na memória. — Eu posso fazer arranjos para você encontrar a matilha —

Loco

ofereceu enquanto esfregava os braços de Tangee. Tangee apenas balançou a cabeça enquanto olhava para a foto. Queria explorar os outros itens da caixa, mas decidiu que iria fazer isso em particular, em seu quarto em casa. Enxugou os olhos e olhou para sua mãe.

— Eu vim para dizer-lhe

que me mudei. Eu vivo com Loco agora. Eu ainda vou ajudar você e Melonee. Aliás, eu gostaria que ela viesse para um longo fim de semana se for possível. — Acho que ela gostaria disso. — Sua mãe estendeu os braços. Chocado, Tangee caiu em si. Tanta coisa havia acontecido com ele, recentemente,

que

ele

provavelmente

se

desmoronaria

com

mais

revelações. Esta parte emocional estava esgotando-o. Ambos choraram por um momento, e então ele se endireitou e agarrou sua irmã em seus braços. — Você gostaria, Melonee? — Ele beijou sua testa, agradecendo a sua boa sorte pelo pequeno presente em seus braços. Ela balançou a cabeça rapidamente e colocou os braços ao redor dele. — Irei agora. —

Ele colocou a sua irmã de pé, bagunçando seu

cabelo bonito. Loco sorriu para sua mãe e irmã, em seguida, tomou sua mão, prometendo trazê-lo de volta para outra visita. Tangee puxou a mão livre e


A Matilha Brac 09 entregou um envelope para sua mãe. — Amo você . — Eu, também, bebê. —

Ela acariciou seu rosto, enquanto ele e

Loco saia.

Loco saiu com Tangee, observando-o segurar a caixa de sapatos com força no peito, era como se ele estivesse tentando fazê-la tornar-se uma parte dele. Ele segurou o cinto de segurança e seu companheiro ergueu os braços sem largar a caixa. Loco colocou a mão sob seu queixo, virando a cabeça para um beijo nos lábios. Tangee tinha passado por muita coisa ultimamente. Ele não sabia o que ele faria em uma situação como essa. Talvez ele pudesse tirar a foto de cinco por sete e ampliá-la para uma de oito por dez e emoldurar para colocar na cômoda de seu companheiro, onde Tangee poderia ver seu pai o tempo todo. Supôs que os papéis amarelados na caixa fossem cartas que precisariam ser preservadas. Ele tinha certeza que poderia encontrar um lugar que fizesse esse tipo de coisa. Agora não seria possível. A caixa continha o pequeno mundo de Tangee ele não iria permitir que qualquer pessoa mexesse nela.


A Matilha Brac 09

— Você está bem? — Não — respondeu Tangee honestamente. Sua mente estava dispersa, suas emoções estavam em um torvelinho, e ele não sabia o que pensar. Finalmente tinha respostas para algumas perguntas ao longo de sua vida, mas agora ele tinha mais perguntas. Tangee acenou com a cabeça, vendo a floresta passar por eles enquanto Loco dirigia. Não era como a última viagem, onde conversou animadamente. Esta viagem para casa era mais um tempo de reflexão para ele. Tangee embalou a caixa preciosa em seus braços enquanto subia os degraus com Loco para seu quarto. Ele abriu a gaveta da cômoda e colocou dentro da caixa, olhando para ela por um momento. — Estou aqui se precisar de mim. — Loco veio por trás de Tangee e passou as mãos em suas costas. A cabeça de Tangee caiu para frente, fechando os olhos com o toque sensual. Ele jamais, nesta vida ou na próxima, se fartaria do toque, dos beijos ou da ternura de Loco. Tangee ansiava por isso agora, como um vício que não podia deixar, e não queria. Loco passou os braços em volta dos ombros de Tangee, beijando seu pescoço suavemente. Tangee segurou os braços de Loco, com a cabeça para frente, sua pele se arrepiando com o contato. Cada ponto onde Loco colocado os lábios quente e úmido fazia sua respiração mais pesada, seu coração bater mais rápido. — Eu quero você, Tangee — Loco, admitiu com seus dedos e suas mãos espalmadas em seu peito e abdômen. O pênis de Tangee endureceu,


A Matilha Brac 09 crescendo em comprimento com as mãos de Loco o explorando. Levantou as mãos quando Loco puxou a camisa para cima e para fora. Loco começou a beliscar seus mamilos enquanto sua língua percorria as costas de Tangee. Tangee sibilou, com as mãos em punho ao seu lado quando Loco abriu suas calças. Tangee empurrou seu traseiro na virilha de Loco, seu ânus se apertando em antecipação. — Você é lindo — Loco deslizou suas mãos na cintura de Tangee e empurrou as calças para baixo, beijando cada um dos montes de Tangee enquanto se ajoelhava atrás de Tangee. — Os homens não são bonitos. —

Tangee gemeu. Loco separou

suas nádegas, a ponta de sua língua dançando, entregando-se ao jogo anal. — Sim, você é — Loco cerrou os punhos, apertando os globos de Tangee enquanto sua língua mergulhava no orifício de Tangee. — Droga, Loco. —

Tangee exalou. Ele se inclinou para

frente,

agarrando seus tornozelos quando Loco lentamente empurrava sua língua dentro e fora do seu orifício. A mão de Loco apareceu entre as pernas de Tangee e depois subiu a parte inferior do estômago, envolvendo em torno de seus quadris, segurando Tangee no lugar. Tangee quase caiu quando Loco ultrapassava seu anel de músculos, agradecido Loco tinha um poder sobre ele. — Loco, use os dedos, por favor, use os dedos. Os caninos de Tangee apareceu quando um dos braços de Loco o soltou e, em seguida, sentiu seus dedos o violando. Tangee balançou a cabeça para trás e para frente na intimidade do tato de Loco. Loco estava atrás, passando por trás Tangee. — Não se mova. Como poderia? Tangee não conseguia sequer lembrar onde estava


A Matilha Brac 09 neste momento, suas funções motoras tinham parado, deixando-o inclinado e ofegante. Ele sorriu quando ouviu um zumbido atrás dele. — Eu sei que meu pau é muito maior do que isso, mas os brinquedos são muito divertidos — Loco sedutoramente brincou com ele. — Que os jogos comecem — Tangee balançou o seu traseiro, rindo quando Loco lhe beliscou. — Que comecem os jogos — , repetiu enquanto Loco lubrificava seu traseiro e, em seguida, rodeando seu orifício com o vibrador. O membro de Tangee saltou e gritou aleluia quando o pênis de silicone o penetrou.

Hmm, alguém está mais quente do que o inferno. Tangee deu uma gargalhada. — Você é um idiota. — Idiota, é? — Loco riu. — Olhe este idiota te fodendo até você gritar por seu tio, tia, primo, para removê-lo, o pregador. Tangee transformou seu riso rapidamente em gemido. Loco estava usando o brinquedo como se fosse seu próprio pênis no orifício de Tangee. As vibrações faziam seu corpo tenso se contorcer. Sua próstata estava sendo estimulada de uma maneira que nunca sonhou. — Vamos para a cama, está muito pesado para segurar e você está prestes a cair em meu rosto. —

Loco puxou o vibrador livre, pegando

Tangee pela cintura e o erguendo. Loco gentilmente o deitou na cama, usando um braço para levantar as pernas de Tangee para cima, e outro para reinserir o brinquedo. — Eu quero seu pau. Eu quero seu pau em mim. — Tangee gemia ofegante. Loco deu um passo atrás, seus olhos caíram sobre o peito e para o pênis de Tangee. Um sorriso lentamente se formando. Loco puxou Tangee para beira da cama, colocou os braços sob as pernas de Tangee e puxando


A Matilha Brac 09 seu traseiro para sua pélvis, o seu pênis duro como uma rocha tocando o vinco da Tangee. Tangee acolheu seu companheiro em seu corpo. Loco curvou-se para frente, seu corpo em fusão com o de Tangee e o mundo estava cheio de seu companheiro de cabelos prateados. Loco pressionou seus lábios aos de Tangee, acariciando a boca mais do que beijando. O beijo foi suave e leve como uma brisa de verão. Tangee enrolou os cabelos de Loco em suas mãos, puxando-o levemente quando o pênis de Loco acariciava repetidamente sua próstata. Loco quebrou o beijo, empurrando-o na cama e agarrando as pernas do Tangee, afastando-as enquanto suas estocadas se tornavam mais rápidas, mais exigentes. Tangee levantou os braços, a ponta dos dedos seguindo os lados e os quadris de Loco. Seus olhos se volveram quando viu os caninos de Loco emergir. Seus olhos se fecharam, e sua cabeça se inclinou quando a eletricidade subiu por sua espinha. Tangee segurou seu pau, dando-lhe alguns golpes rápidos, com as costas arqueadas quando sua semente pulsava para fora. — Vou gozar, também, bebê — Loco, o alertou quando, enrijeceu, e então rugiu sua liberação. A visão dos caninos a mostra de Loco quando ele jogou a cabeça para trás foi majestoso. Loco umedeceu os lábios e respirou fundo, seus olhos piscando como se estivesse tentando focalizá-los. — Você está bem? — Tangee começou a se preocupar quando Loco não conseguia se concentrar. Ele piscou algumas vezes mais e, em seguida, olhou para Tangee. Com a cabeça de Loco inclinada para o lado, e as sobrancelhas se


A Matilha Brac 09 unindo. — Nunca foi assim antes. Tangee rolou e levantou-se, batendo no peito de Loco. — Não faça isso de novo. Você me assustou. — Sua culpa — Loco brincou enquanto puxava Tangee para o banheiro.

Capítulo Sete

— Wow — Melonee arregalou os de olhos quando Tangee e Loco a levou pela porta da frente, Loco carregava sua sacola de roupas para o fim de semana. — O que é todo esse barulho? — Ela perguntou, olhando para Tangee com os olhos arregalados. — Seus novos amigos. — Ele levou-a para a toca, os companheiros fazendo seus habituais salto e gritando. — Você é um idiota, — Oliver gritou para Blair quando ele deixou cair o controlador. — Hey! Olha a boca — gritou Loco. Oliver se virou para discutir. Quando viu Loco, com Melonee em seus braços, bateu com a mão sobre sua boca, arregalando seus olhos. — Todo mundo, esta é Melonee — Loco puxou sua pequena irmã, tecnicamente, já que estava acasalado a Tangee, que estava com ela nos


A Matilha Brac 09 braços e levou-a para dentro. — É uma menina. —

Johnny falou, parecia que Loco estava

carregando um tumor em seus braços. Ele encolheu-se, com um olhar em seu rosto como se tivesse chupando um limão. — O que devemos fazer com ela? Falar sobre meninos e pintar as unhas? — Não, tonto, ela é jovem demais para ter as unhas pintadas. — Cecil acenou a distancia para Johnny.

— Ela é uma gracinha. Qual é seu

nome? — Melonee — Loco passou a mão nas costas dela, acalmando o seu olhar preocupado. — Oi, Melonee. — Kyoshi veio para a frente. Ele colocou a mão na menina assustada, dando-lhe um grande sorriso. — Oi — Sua voz era pequena, estava nos braços de Loco e olhou ao redor até que pousou seu olhar em Kyoshi. — Quantos anos você tem? — Kyoshi usou uma voz suave que a maioria das pessoas utilizava com crianças pequenas. Uma voz que Loco o ouvia utilizar com seu primo Keata. — Muitos. — Ela levantou cinco dedinhos. — Uau, você é velha. — Ele riu quando ela começou a rir. — É domesticada? — Johnny perguntou por trás de Cecil. — Ela não é um animal selvagem. Ela é uma criança. — Loco disse, abraçando-a para ter certeza que não se assustasse. — Quem é a menina? — Maverick perguntou entrando na toca. — Este é Melonee, irmã mais nova de Tangee. Ela vai ficar para o fim de semana, assim, você poderia avisar aos Sentinelas sobre suas bocas sujas... — Melonee deu outra risadinha. — E, uh, os barulhos que fazem quando dormem, eu gosto disso. — Eu vou me certificar de que suas orelhas continue inocentes. —


A Matilha Brac 09 Maverick curvou-se e apertou a mão do Melonee. — Você está com fome? Ela assentiu com a cabeça e sorriu para o Alfa. Loco tinha certeza de que ela estaria com medo de sua altura de 2.10m. Tangee deu um passo adiante, com a mão levantada como se estivesse prestes a arrebatar Melonee para longe de Maverick a qualquer momento, mas Loco deu um passo atrás.

— Ela está bem. Nenhum

guerreiro nesta casa iria fazer qualquer mal a ela. Tangee assentiu com a cabeça. Loco viu que ela estava sendo levado por seu Alfa. Ela parecia tão frágil em seus braços grandes. Ele tinha 2.10m e carregava uma criança de cinco anos de idade, mas ele parecia estar em seu elemento com ela, o que intrigou a Loco.

— Então vamos ver o que George tem na geladeira. — Maverick a ergueu em seus braços para que não ficasse atrás tentando andar e segurar a mão dele. — Bem, o que uma garota encantadora está fazendo com um brutamontes grande como você? —

George chegou ao lado do Maverick,

sorrindo para a menina. — Cuidado. Esta é Melonee, irmã mais nova de Tangee. Ela vai ficar para o fim de semana. — Maverick a passou para outro braço e estendeu a mão para a porta da geladeira. —

Ela está com fome. O que tem para

comer? — Tem uma tigela grande cheia de macarrão. — George puxou o grande recipiente para fora, e colocou um pouco em um prato para aquecer.


A Matilha Brac 09 — Acho que ela não come muito. — disse o companheiro de Tank olhando Maverick fazer um prato com uma porção grande o suficiente para alimentar um batalhão. — Desculpe. — George riu. — Usamos esta para alimentar vocês. — Devolveu a maioria da massa, colocando uma porção menor. — Macarrão. — Ela bateu palmas e pulou nos braços do Maverick. Ele teve que por às pressas a mão nas costas dela antes saltasse para a direita fora de seu alcance. — Eu acho que ela gosta de sua sugestão. —

Maverick olhou em

volta. Não seria melhor enviar um dos guerreiros para lhe comprar uma cadeira alta? Ela é muito pequena para se sentar em uma das cadeiras que rodeavam a mesa do café. Talvez ela precise de um desses assentos altos que vi crianças usando enquanto comia em um restaurante? Ele puxou o celular, equilibrando-a.

— Hey, Cody, venha na cozinha, por favor. —

Maverick desligou. — O que foi? —

Cody perguntou quando chegou poucos minutos

mais tarde. Ele sorriu quando viu Melonee empoleirada no braço do Maverick. — Eu não sabia que Cecil estava grávido. — Idiota, preciso que você vá a cidade comprar uma cadeira alta. — Acho que ela é um pouco grande para isso. Talvez um assento elevado? — Cody mexeu os dedos para Melonee. Ela sorriu e balançou seus dedos. — Ela é uma gracinha. Onde você a encontrou? Nós vamos ter que fugir, agora que você é um sequestrador? — Fu-cale a boca. Esta é Melonee, irmã de Tangee. Ela está aqui para o fim de semana, e eu quero que diminua os ruídos que você e Keata fazem. Vocês dois já trazem as paredes abaixo. Eu não preciso dela ficando surda.


A Matilha Brac 09 — Será feito, e logo estarei de volta com esse assento. — Vou alimentá-la em meus braços. — Maverick mexeu os dedos em direção a George, querendo o macarrão aquecido. — Você parece um garoto. — George sorriu enquanto lhe entregava o prato com um garfo de camarão. — Ela pode comer com isso? Não, ela precisa de um com a ponta de borracha? — Claro, sim. Só que não tenho nenhuma colherinha. —

George

encolheu os ombros. — Foi o melhor que eu encontrei. — Ela pode comer com isso e sentar à mesa. Ela é domesticada. — Tangee riu quando entrou na sala. — Mandei Cody comprar um assento elevado. —

Maverick

equilibrava o prato enquanto lhe dava de comer, cortando o macarrão em pequenas porções. — Ela tem cinco e não dois. — Ela é muito pequena para fazê-lo por conta própria. — Maverick bufou quando lhe dava outra garfada, limpando o macarrão do seu queixo com o garfo. Tangee revirou os olhos. — Se Melonee não está reclamando, então nem eu. É bom que ela finalmente tenha mais de uma figura masculina em sua vida, embora eu tenha estado com ela somente nos fim de semana. — Eu estou pensando em fazer seu próprio quarto, um quarto de princesa. — Maverick corou e acrescentou: — Para quando ela estiver aqui. — Eu estava pensando a mesma coisa. — Loco sorriu para Tangee. — Vocês vão estragá-la, e tenho a sensação que não há uma maldita coisa que eu possa fazer a respeito — , resmungou Tangee quando Maverick riu. — Não, nenhuma, então estamos de acordo. Vou a internet fazer


A Matilha Brac 09 compras para seu quarto depois que ela comer. —

Maverick pegou um

guardanapo e limpou o molho de seu rosto. — Olá? Eu tenho algo a dizer. — Tangee se adiantou, erguendo as mãos para sua irmã. — Não — Maverick e Loco, disseram em uníssono. Tangee cruzou os braços sobre o peito, olhando irritado que sua irmã fora reivindicada pelos guerreiros como um novo membro de sua pequena família. — Sem beicinho. — Loco puxou Tangee para seus braços, beijando seu lábio inferior que se projetava.

— Você esperava que esses caras

fossem durões o tempo todo? — Ela é minha irmã — disse Tangee com uma vozinha. — Sempre — assegurou-lhe Maverick. — Mas teremos uma criança em nossa casa. Será que não podemos cuidar dela? — Agora era Maverick quem fazia beicinho. — Bem —

Tangee ergueu os braços.

— Estou em desvantagem

numérica de qualquer maneira. Maverick sorriu, um sorriso bobo, e sorrindo carregou-a embora. Parou com os olhos entrecerrados. — Eu não tenho que trocar fraldas, não é? Melonee não tinha este tipo de problema.

Tangee escovou os cabelos, recém lavado de seu banho. Colocou seu


A Matilha Brac 09 pijama, e agora tinha que secar o cabelo antes de ir para a cama. Ele e Loco tinha trocado de quarto, mudado para um com uma sala adjacente para Melonee. Fiel à sua palavra, Maverick tinha enlouquecido na internet, até encomendou um mini playground para o quintal. Se Tangee não soubesse o que sabia, pensaria que o Alfa queria um filho. Não se importava em compartilhar sua irmã, mas quando todos os guerreiros descobriram que havia uma criança na casa, e uma menina pequena, todos estavam falando suave. Eles se revezavam para carregá-la, dando-lhe de comer sem parar e falando o jargão de bebê para ela, e Melonee estava adorando tudo. Pirralha. — Eu não quero ir para a cama — ela gemia pela milionésima vez. Ela tentava ficar em pé, mas Tangee chamou sua atenção sobre o seu comportamento, e ela prontamente deitou, não querendo perturbar seu irmão mais velho. — As meninas precisam de seu sono de beleza. — A sentou em seu colo, fazendo cócegas em sua barriga. Ela deu um grito estridente que trouxe os guerreiros correndo para a porta do quarto. — O que há de errado? — Storm olhou em volta. Seus olhos eram selvagens e correndo por toda parte. — Uh, rindo. Nenhuma ameaça — Tangee mordeu o interior de sua boca para parar o riso em seu comportamento. Parecia que ela era uma rainha e esses homens fossem sua guarda real. — Então ela está bem? — Micah perguntou, procurando ao redor da sala como Storm tinha feito. — Ela está bem. — Tangee os despediu com a mão. — Ela precisa que leiam uma história para dormir. —

Cecil sorriu


A Matilha Brac 09 quando se dirigiu até a cama de Tangee, rastejando sobre ela e se acomodando. Maverick não demorou a se juntar a eles, esparramou sobre a beirada da cama, as botas para fora e o queixo apoiado em suas mãos quando Cecil começava a história. Melonee estava escondida debaixo dos cobertores, e no meio da história, Cecil entregou o livro para Tangee e se arrastou até Maverick e deitou nos braços de seu companheiro. Depois de dez minutos a mais de agitação e de luta dos olhos caídos, Melonee estava dormindo. Os três foram para o quarto ao lado, Tangee ligou a lâmpada noturna antes de fechar a porta. — Obrigado. Não é tão fácil quanto a minha mãe faça com que pareça. — Riu entre dentes. — Você tem uma casa cheia de homens que vai ajudá-lo no que puderem. — Maverick deu um tapinha em seu ombro enquanto ele e Cecil saiam. Tangee tirou a roupa, deitando na cama com um grande bocejo. — Acho que isso significa que esta noite não vai ter qualquer diversão. Tangee sorriu quando Loco entrou no quarto, seus cabelos prateados soltos e os olhos cheios de luxúria. — Está louco? Só se eu estivesse morto para te rejeitar. Venha aqui.

— Mesmo? —

Loco se arrastou para a cama, ao estilo predador,


A Matilha Brac 09 traçando o seu caminho até o corpo de seu companheiro. Loco lambia os mamilos de Tangee, fazendo-os chegar a um pico em seu ministério. — Vou por tudo em você certo. Quando eu terminar com você, você não será capaz de andar em linha reta por uma semana. — Promessas, promessas. Então coloque o bandido pra dentro. Loco riu da tentativa de Tangee em falar sujo. Foi definitivamente único. — Você gosta de mim atrevido, não é? — Isso me deixa aceso, traga-o, velho. — Tangee virou para fora da cama, chutando os sapatos se esquivando dos dedos de Loco. — É melhor falar mais baixo. —

Loco apontou para o quarto de

Melonee, lembrando ao seu companheiro que eles tinham que ser silenciosos. Tangee dobrou a cintura, com as mãos esticadas para frente como se estivesse em uma partida de luta livre. Atravessou o pé esquerdo sobre o direito, em torno da cintura de Loco.

— Você quer, pegue-o. —

Tangee

desafiou, escapando da tentativa de Loco em pega-lo. Loco sorriu do desafio de Tangee, mexendo as sobrancelhas andando ao redor da cama, prendendo Tangee do outro lado. — Ha! Não tão rápido. — Tangee girou sobre a cama, jogando sua camisa em Loco, quando seus pés caíram do outro lado. — Vamos lá. Você está sem ar? Eu posso me mover um pouco mais lento. Deu dois passos muito lentos, os braços se movendo em câmera lenta virando a cabeça, sorrindo maldosamente para Loco. Ele estava caindo. Loco chutou os sapatos e puxou a camisa sobre a cabeça, jogando-a na cama. Ele revirou os ombros, girou o pescoço de lado a lado, e curvou a cintura.


A Matilha Brac 09 Tangee enfiou a mão na frente dele, a palma para cima, com seus dedos curvados para trás se movendo algumas vezes, dizendo a Loco para ir adiante. Loco com os caninos alongados, seus olhos mudados, e então levantou acampamento, atravessando a sala em um piscar de olhos, levando Tangee para o chão. Cobriu o peito de Tangee, seu caninos parado no lugar, mas não rompeu a pele. Tangee bateu a mão no tapete. — Eu me rendo. — Você se renderá toda a noite. — Os quadris de Loco se engatado a frente, empurrando seu pau coberto no traseiro coberto pelo jeans de Tangee.

— Eu vou trabalhar nesse traseiro até que você pressione-o

novamente. — Então pare de falar sobre isso e faça Prateado — . Tangee disse ofegante. Loco chegou perto e abriu o jeans de Tangee, baixando-o até aos joelhos. — Eu estou tomando-o como está. Ele podia sentir multiplicar a luxuria de seu companheiro. Sentir o desejo de Tangee misturado com o seu próprio era o melhor afrodisíaco natural. Loco puxou seus jeans para baixo, nunca deixando Tangee para trás. Ele alinhou seu pênis e então se deteve. Tangee tinha um plug enfiado dentro de si, Oh inferno. Loco puxou-o para trás até que estivesse quase fora, e depois deslizou de volta, movendoo ao redor. — Não me provoque — Tangee lhe implorou. — Já bateu para fora? — Não. Não vou tocar para fora, agora me dá o tubo. Loco puxou o plug e colocou-a sobre o tapete. Ele alinhou seu pênis de novo e inclinando-se para a frente entrou fácil até o fundo, ele cerrou os


A Matilha Brac 09 dentes no ombro Tangee novamente. Loco chegou na frente de Tangee e agarrou seus pulsos, prendendo-o completamente sob seu corpo. — Forte. — Tangee assobiou. Loco, concordou. Manteve os olhos no quarto ao lado enquanto empurrava com tanta força, que Tangee saltou para frente. — Mais forte — Tangee sussurrou. Loco bateu sua pélvis contra o traseiro de Tangee, suas bolas batendo juntos enquanto montava rápido e forte. Loco abriu as pernas mais separadas, para obter uma melhor alavancagem. Agarrou os quadris de Tangee, lançando seu pênis para baixo em Tangee. Loco riu mentalmente. — Tome este traseiro, dê para mim. Forte, Prateado, mais forte. Faça-me gritar de novo — , Tangee sussurrou em voz alta. Suor eclodiu na testa e no lábio superior de Loco enquanto ele empurrava cada vez mais forte, o seu pênis duro dentro e fora do orifício estreito e inchado de Tangee. Loco soltou o pulso direito Tangee, segurou o pênis de seu companheiro e acaricio-o a velocidade da luz. Ele estava prestes a gozar e queria quem Tangee gozasse junto com ele. — Sim, sim. Assim mesmo. Oh merda. Loco. Não pare, não pare. — Tangee mexia os quadris, balançando o traseiro quando Loco se chocava contra ele. Loco choramingou e depois mordeu a pele do pescoço de Tangee, afundando seus dentes enquanto gemia mais alto, ficando rígido. — Efing1, efing, efing, o inferno. — Tangee tremia e exprimindo sob Loco, encheu a mão de Loco com sêmen. Tangee desmoronou sob ele, respirando forte, rolando de um lado 1 - Uma maneira de dizer censurado porra - (Dicionário Urbano)


A Matilha Brac 09 para outro no tapete. Loco queria sentar-se ali e desfrutar de seu companheiro, mas tinham que entrar no banheiro e lavar-se. Loco se desprendeu enquanto lambia a ferida para fechá-la. Ele ajudou a Tangee a levantar, pegando seu companheiro saciado em seus braços e levando-o até o banheiro.

— Onde vocês dois pensam que estão indo? —

Maverick rosnou

para Loco e Tangee com Melonee, envolta em seu casaco e sua bolsa de fim de semana rosa pendurada sobre o ombro de Loco. — É hora de levá-la para casa. — Tangee estendeu a mão para a maçaneta da porta, mas Maverick foi mais rápido, estava ao seu lado em um segundo. — Sem deixar-me dizer adeus? —

Isso era exatamente o que

Tangee e Loco estavam tentando fazer. Maverick iria apenas retardá-los por horas enquanto de despedia do pequeno duende. — Nós temos coisas para fazer, então eu queria levá-la para casa. — Espere, eu comprei-lhe um assento de carro. — Maverick gritou para Evan, um dos guerreiros que faziam Tangee ficar desconfortável. O cara nunca sorria, nem sequer ria. Sua aura gritava morte. — Mas, Maverick, ela já tem um — lamentou Tangee, querendo sair de lá antes de que o Alfa arrebatasse Melonee e a levasse embora com ele, como vinha fazendo praticamente todos os finais de semana. — É cor de rosa bebê com fadas? Tangee não poderia evitá-lo. Lutou sem sucesso, sua risada ecoando


A Matilha Brac 09 por todo o hall de entrada o lobo mal falando sobre fadas bebê. Para estar no lado receptor, quando ele estava no modo alfa total não era algo Tangee queria experimentar, mas testemunhar o pleno envolvimento em torno de Melonee valia a pena o preço do ingresso. — O que há de tão engraçado? Loco riu ao lado Tangee, enquanto levava a maior bolsa em seu ombro. — Estou testemunhando a queda do nosso Alfa por uma criança de cinco anos de idade — ele sussurrou no ouvido de Tangee. Maverick aceitou o assento de Evan, olhando Loco e Tangee ameaçadoramente enquanto saia a passos largos para garantir que o assento estivesse na picape de Loco, seu olhar desafiando-os a dizer uma palavra. — O que fazemos com o outro? —

Loco, perguntou enquanto

pegava a criança se contorcendo dos braços de Tangee. — Dá-lo para minha mãe. Ela vai precisar. Podemos manter o rosa bebê com fadas em sua picape para os fins de semana que ficamos com ela. —

Tangee sorriu para Maverick enquanto deslizava para a picape, seu

companheiro colocava sua irmã em seu assento de carro novo. Maverick deu um rosnado ameaçador em direção Tangee quando ele se inclinou para a cabine estendida e beijou Melonee em sua testa.

Quando ela vai estar de volta? Tangee encolheu os ombros. — Quando a minha mãe deixar. — Dê-me seu número de telefone. Eu quero verificar Melonee enquanto ela está fora visitando sua mãe. — Maverick esperou. — Visitar? Uh, tio, ela vive com ela. — Que seja. Apenas certifique-se que eu tenha esse número. — Maverick despenteou o cabelo de Melonee antes de voltar para a casa. Tangee viu que ele realmente parecia que ia chorar.


A Matilha Brac 09 Tangee riu para si mesmo. Ele conhecia o sentimento. Sua irmã tinha um jeito de fazer você se sentir terno e protetor, querendo matar qualquer coisa que respirasse perto dela. — Pronto? — Loco, perguntou enquanto saia com a picape.

Loco olhou para seu companheiro, quando entraram Pride Pack Valley, que era território da Matilha do Leste. Maverick havia telefonado para Alfa Zeus, informando-o da situação de Tangee. Zeus os havia convidado para vir então Tangee poderia conhecer seus parentes. Ele sabia que era uma grande coisa para Tangee, mas desejou poder aliviar a ansiedade que ele podia sentir saindo em ondas de seu companheiro. Ele levou a picape até a unidade, sorrindo amplamente quando Jasper, que tinha sido companheiro de matilha de Loco até que acasalou com Zeus, veio correndo para fora de casa, com um sorriso esticado em seu rosto. Loco fechou a porta de sua picape segundos antes de Jasper pular em seus braços. Um rosnado baixo veio da direção da casa, Loco olhou para cima para ver Zeus em pé ali, olhando tão feroz como sempre. — Oh, fique calmo. —

Jasper acenou para trás ao imenso Alfa.

Voltando sua atenção para Loco, Jasper o soltou e suspirou. — Você está


A Matilha Brac 09 ótimo. Estou tão feliz de ver alguém da minha antiga matilha. — Olhando para o bom Jazz. Como é a vida na matilha do Leste? Estão te tratando bem? — Loco, perguntou enquanto Jasper o beijava na bochecha, Tangee andando em volta, olhando o lobo ruivo e olhando de volta para Loco. Seus olhos estavam afiados e avaliador. Será que ele achava que tinha havido algo entre ele e Jasper? — Bem. Embora tentar fazer com que esses caras fiquem em forma tem sido um desafio. Eles são muito piores do que vocês eram antes de Cecil aparecer. Chato como todo o inferno. Eu até tenho uma nova versão do Remi aqui. — Jasper riu, seus olhos dardejando para Tangee depois de voltar para Loco — Quem é o garoto? Tangee bufou. — Jasper, este é o meu companheiro, Tangee — Loco o apresentou com orgulho. — Prazer em conhecê-lo, Tangee. Sou Jasper. tudo bem. — Jasper apertou a mão de seu companheiro antes de levá-los pelos degraus da frente. — Espere, eu esqueci a minha bolsa — Tangee virou-se para voltar a picape, mas Jasper levantou a mão. — Deixe que eu pego . Loco olhou para os pés de Zeus. Maldição, o cara era enorme. O lobo deve ter vindo direto do inferno, porque não havia nenhuma maneira que alguém desse a luz a ele. Loco deu um passo para trás, meio escondendo seu companheiro atrás dele. Se o Alfa viu a jogada, não disse uma palavra. Não estava com medo dele. Loco não o conhecia bem o suficiente para expor seu companheiro a alguém tão grande.


A Matilha Brac 09 Jasper gritou da picape,

— Hey, eu sei que o seu companheiro é

pequeno, mas realmente... um assento de carro? — Foda-se, Jazz — Loco, riu. Zeus rosnou. Tangee revirou os olhos quando Jasper saltou da picape aos pés do Alfa, beijando-o profundamente para silenciá-lo. — É para a minha irmãzinha. — Tangee rapidamente o defendeu. Loco pensou que era estranho que seu companheiro fosse tão protetor. — Não faça caso da rainha. Ele é um fofo. —

Loco piscou para

Tangee. — Vou te dar a rainha, seu Neandertal. — Jasper mostrou a língua para fora de brincadeira quando ele os levou para a casa. — Como está o trabalho de Jason? —

Zeus perguntou a Loco,

enquanto trazia as bebidas. Jason era o lobo que Zeus havia enviado para a matilha de Brac para substituir Jasper. Loco sabia que ele estava tentando ser hospitaleiro por causa de Jasper. O homem não parecia ser de muita conversa fiada. Dando ordens era mais seu jeito. — Bem. Tranquilo agora. Permanece na dele. —

Loco tomou a

bebida. Desfrutar de uma boa aguardente era sempre relaxante. Zeus virou-se para Tangee. — Sobre seu pai.

Capítulo Oito


A Matilha Brac 09

Tangee podia sentir seu coração batendo descontrolado. Toda a sua vida esteve desesperado por qualquer migalha de informação que poderia obter pertencentes a seu pai, e agora estava prestes a acontecer. — Eu sou o Alfa a menos de um ano, então eu não sabia nada sobre Sky, seu pai. Eu tive que perguntar por aí. Quando eu derrotei o Alfa anterior, alguns da matilha resolveram acompanhá-lo, transformando em bandidos, se você entende. Eu não tinha certeza se a família do seu pai tinha ido com eles. A cabeça de Tangee rodou. Seus parentes, desonestos? Por favor, Deus, não. Depois de esperar toda uma vida para saber mais sobre seu pai, ele não seria capaz de lidar com isso se seus parentes fossem bandidos. Tangee sentiu vertigens. — Companheiro, calma. Ouça-o antes de saltar a arma. —

Loco

beijou o lado do pescoço, dando-lhe conforto, quando sentiu nos ossos uma frieza profunda. — Relaxe, rapaz. A honra de teu pai parece ser da família inteira. Você tem um tio Windstorm. Helluva é seu nome antes que me pergunte. Ele tem um filho, Heaven. Boa família. Tive a honra de sentar com eles. Assumir uma matilha é trabalho duro. Eu não tive a oportunidade de se familiarizar com todo mundo ainda — disse o enorme Alfa Zeus enquanto se sentava atrás de sua mesa. Tangee ficou aliviado ao ouvir isso. Tangee voltou sua atenção aos seus pensamentos e apenas balançou a cabeça, sentindo como se isso fosse tudo um sonho. Ele tinha medo de acordar em seu apartamento para encontrar-se sozinho novamente.

Bem... eles querem me conhecer? — Não foi possível impedi-los de me chamar todos os dias para ver se você tinha concordado em vir. — Jasper sorriu calorosamente para ele. — Sério? —

Tangee sabia que parecia surpreso, e a sensação de


A Matilha Brac 09 tontura ameaçando fazê-lo explodir de riso. Queriam ele! — Sim, eles estão um bocado ansiosos para conhecê-lo. Venha, eu vou levá-lo até eles. Tangee estava de pé em segundos, seguindo atrás do ruivo enquanto Loco o seguia. Dirigiram-se para fora da casa e para uma grande picape. Zeus seguia todos os três, sentando no banco do motorista e levando-os para a casa dos Windstorm. Zeus parou na calçada em frente da garagem, e Tangee pensou que ia vomitar de nervoso. Ele saiu do banco de trás, pronto para fugir em vez de fazer a coisa mais difícil em sua vida, conhecer sua família desconhecida. O pensamento de se decepcionar passando por sua mente, fazendo com que seus pés tivessem vontade de correr e dar o fora daqui antes que a porta da frente se abrisse. Loco deve ter sentido o seu medo. Ele agarrou a mão Tangee e levou-o para a varanda da frente, dando-lhe um aperto para uma boa medida e depois deixá-lo ir. Tangee torceu as mãos, passando de um pé para o outro enquanto esperavam que alguém atendesse a porta. Excitação corria por ele, embora o medo de não ser aceito permanecia na vanguarda de sua mente. Ele não se parecia em nada com seu pai. Ele era magro, inferno, sem definição muscular. E que acontece se Windstorm franzisse o lábio em decepção e batesse a porta na cara dele? Tangee deu um passo para trás quando a porta se abriu. Um homem estava ali de pé parecendo uma cópia carbono de seu pai na foto que estava guardada em sua caixa de lembrança em sua gaveta. O desejo de chorar e cair nos braços do homem era forte. A ser abraçado por seu tio seria a segunda melhor coisa, superada apenas se fosse abraçado por seu pai. Gritou quando o homem passou por todo mundo, puxando Tangee


A Matilha Brac 09 em um abraço apertado. Loco rosnou, mas permaneceu a seu lado. Tangee choramingou com a perda quando o homem o apartou dele no comprimento do braço, mas ele não o soltou. Ele apenas olhou nos olhos de Tangee, os olhos de seu tio brilhantes quando sorriu.

— Você parece

exatamente com Sky, como se eu estivesse vendo mais uma vez o meu irmão em seus olhos. Tangee abaixou a cabeça. Ele sabia que não se parecia em nada com seu pai, e arrependimento o inundou enquanto tentava se afastar, mas o homem manteve uma enorme força o segurando firme. — Qual é seu nome? Ninguém quis me dizer, caso você não quisesse nada a ver conosco. —

Lágrimas escorreram dos olhos do homem mais

velho, e o coração Tangee se aqueceu com a ideia de que este homem estava tão desesperado para saber tudo sobre ele enquanto ele queira saber tudo sobre o seu lado paternal. — Tangee. — Saltou quando o homem jogou a cabeça para trás e riu, abraçando Tangee mais forte. — Você sabe de onde esse nome veio? — Eu pensei que minha mãe pensava só em frutas quando deu nomes a mim e a minha irmã. Seu tio sacudiu a cabeça. — Seu pai nunca foi visto sem uma laranja ou tangerina. O cara vivia para os cítricos, o que era estranho, considerando que os lobos, são comedores de carne. Nós o apelidamos de Tangee . O coração de Tangee ia explodir de alegria de ter uma ligação tão profunda quando foi nomeado com o apelido de seu pai. Não houve maneira de lutar. Lágrimas brotaram e se derramaram por seu rosto. Ele engoliu em seco algumas vezes para tentar parar a distribuição de água, mas elas continuavam vindo. Loco passou as mãos sobre o cabelo de Tangee, confortando-o. — Você é seu companheiro? — Windstorm perguntou a Loco.


A Matilha Brac 09 — Sim, Tangee pertence a mim. Tangee revirou os olhos pela declaração possessiva. Poderia Loco ser homem das cavernas mais? — Entrem. —

Windstorm os conduziu para dentro. Vou trazer as

bebidas. Observou quando seu tio desapareceu em outra sala. O homem era bonito, assim como seu pai. Tangee estava orgulhoso de fazer parte de sua família. — Tudo o que tenho para você é refrigerante de laranja. Está bem? Jasper insistiu que eu trouxesse para você. O lobo ruivo, juntamente com seu tio, esperavam pela sua resposta, com esperança em seus olhos, que tivessem agido certo. Na verdade não era. Ele gostava de qualquer tipo de suco, mas como ele poderia prejudicar suas tentativas de tentar agradá-lo? — Sim, todos os companheiros em casa a bebem. — Ele rezou que não vissem que ele estava apenas agradando-os. Loco sabia, mas manteve para si, pelo que Tangee ficou agradecido. Windstorm se sentou ao lado de Tangee, com Loco do outro lado. — Então, como é sua mãe? Você tem uma irmãzinha? Onde elas vivem? Como tem sido? A sua vida foi boa? Sua mãe se casou de novo? — Pergunta após pergunta saiam da boca de seu tio. Tangee ergueu uma mão para silenciá-lo. O inquérito estava deixando-o tonto.

— Minha mãe tem artrite e está muito mal. Sim, eu

tenho uma irmã pequena, mas minha mãe nunca se casou. Ela adotou. Minha vida tem sido boa, eu acho. Ela mora na cidade, em uma pequena casa com Melonee . — Melonee? — Acho que ela ficou com o tema de frutas. —

Tangee sorriu


A Matilha Brac 09 timidamente. Isso foi tão assustador. Seu tio riu mais uma vez. — Acho que ela ficou. Artrite? Sinto muito em ouvir isso. — Eu queria lhe perguntar sobre isso. — Tangee para olhar Windstorm.

Loco inclinou-se sobre

— Como ela pode estar doente, se ela foi

acasalada? Windstorm suspirou. cura em nossa saliva? —

— Você está consciente das propriedades de Loco assentiu.

— Desde que ela não foi mais

envolvida no, er, a cópula, ela já não tem a imunidade. Ela, por falta de um termo melhor, voltou a ser humana. Ela parece jovem? Tangee e Loco assentiram com a cabeça. — Isso é um problema. — Como? — Tangee se alarmou. Houve mais algo errado com sua mãe? — Ela não vai viver até os mil anos como o resto de nós, mas ela é diferente dos outros seres humanos. Quando ela tiver sessenta, vai parecer que tem vinte e tantos anos. Questões serão levantadas. Você acha que ela vai concordar em mudar-se para cá, comigo e com meu filho, Heaven? Tangee abaixou a cabeça quando negou.

— Ela diz que é muito

doloroso ser lembradas por todos ao seu redor do que ela perdeu. — Isso é o que ela disse quando Sky morreu e eu tentei levá-la a mudar-se para cá. Você acha que eu poderia falar com ela novamente? — Você poderia tentar. Eu vou lhe dar o endereço e número de telefone dela, mas você sabe, eu tenho que dizer a ela que eu falei com você e lhe dei a informação. Windstorm assentiu. — Entendo . Passaram o resto da tarde vendo fotos e histórias de Sky enquanto crescia, especialmente de que ele nunca foi esquecido.


A Matilha Brac 09 Tangee absorveu tudo o que seu tio lhe deu. Quando chegou a hora de partir, Tangee finalmente sentiu uma sensação de herança e de pertencer, mas ele também estava triste por ter que deixar sua família recém-descoberta. — Heaven não está aqui agora. Estaria tudo bem se eu o mandasse para você? — Windstorm estava pedindo permissão a Loco. Isto machucou Tangee. Ele era um homem adulto. Por que Loco teria que dar sua permissão? — Tudo bem. Vai ser bom ter mais familiares ao redor, — Tangee respondeu por si mesmo.

Cody pegou seu telefone vibrando em cima do balcão, estava fazendo um bule de café fresco. — Alo . — Isto é jeito de atender o telefone? — Jazz! Como tem passado? — Me virando. Como diabos você está, homem-código? — Ele riu. — Eu estou passando bem. O que você está fazendo com Zeus? — Cody acabou de preparar o café e depois entrou no escritório. — Estamos indo bem. Mas eu tenho algo a lhe dizer. Jasper e seus segredos. — Você nunca poderia segurar um copo de água — brincou ele. — O que significa isso? Que seu companheiro Keata agora tenta o


A Matilha Brac 09 som do quadril. — Ele riu. — Isso significa que você derrama a cada oportunidade que tiverem. Pare de dar voltas Jazz. Derrame os feijões. — Bem — ele arrastou-a palavra

— todos os meus companheiros

estão bem. — Sai fora! Dois?

— Cody ficou chocado com esta notícia. Sabia

que Jazz era um muito para o Alfa, mas dois companheiros? Isto surpreendeu Cody. — Sim, o nome do outro é Toby. Ele é adorável. — Aposto. Como Zeus lida com isso, ou ele te deu embrulhado para presente e esperando por você? — Cody se sentou e ouviu Jazz atualizá-lo nos sobre o que estava acontecendo na Matilha do leste. — Parece que você tem tido um monte de diversão. — Eu tenho tido. Não me interprete mal, não é nada com a toca , mas eu não mudaria nada do que tenho agora. Eu amo os dois com todo meu coração. Estou soando brega, não estou? — Não, o mesmo eu digo sobre Keata . — Como está o Sr. Keata? Sinto falta do homem, e dos outros companheiros. Loco acabou de sair não faz muito tempo com o seu companheiro. “Foi bom vê-lo.” Cody colocou os pés em cima da mesa e começou a contar sobre o sequestro de Keata para Jazz, do novo cozinheiro, George, e de todas as travessuras que Cecil estava fazendo. Explicou como ele se tornou proprietário de parte de um restaurante e de como a matilha estava indo bem. — Estou feliz por Tank. Ele merece alguém legal. E eu estou feliz que você tenha Keata. Eu teria ido ajudá-lo se você tivesse me chamado. Só


A Matilha Brac 09 porque eu estou em outra matilha agora, não significa que eu não iria ajudar a meu melhor amigo. Toby e eu teríamos chutado seu traseiro. — Jasper grunhiu. — Eu vou manter isso em mente. Quanto a George, ele estava tão enterrado no armário que não poderia muito bem ter sido um alçapão lá com um labirinto por trás disso. Jazz riu do outro lado, fazendo Cody sorrir. — Que mau, hein? — Ele está bem agora. Tank endireitou-o. — E onde está Keata? — Abaixo no centro recreação ajudando Thomas se preparar para a venda de bolos anual. Eu teria ido, mas Frank se ofereceu para ajudar então alguém tinha que ficar para trás e cuidar das coisas. — Um empresário, eu estou orgulhoso de você, Cody. — Obrigado. Dois companheiros? Estou orgulhoso de você — ele brincou. — Tem seus momentos, mas eu tenho dois dos melhores homens do mundo. — Fico feliz em ouvir isso. — Eles conversaram por uma hora antes de dizerem adeus. Foi bom saber de seu melhor amigo, e Cody estava feliz que tudo deu certo para Jazz. Ele sentia falta dele, sua boca esperta, e sua atitude esperta em todo a toca, mas ninguém poderia tomar o lugar de seu Keata, e ele não gostaria que ninguém tentasse.


A Matilha Brac 09

A viagem de volta estava cheio de tagarelice animada, seu companheiro estava falando a Loco de seu pai como se ele não tivesse lá e escutado o Tio de Tangee. Loco foi indulgente, deixando-o aquecer-se ao brilho de sua família. Era uma noite de começos. Com toda a emoção e Tangee começando seu novo trabalho na parte da manhã, seu companheiro adormeceu. Loco ficou ali, dirigindo para casa, enquanto seu companheiro dormia. — Como foi? —

Gunnar perguntou da mesa de bilhar, ele estava

jogando com pequeno Evan. — Bem. Muito bem. Tangee finalmente sabe de onde veio. — Loco pegou uma cerveja no bar. Ele podia sentir a felicidade do seu companheiro toda a tarde. Windstorm parecia tão animado com a presença de seu sobrinho. De alguma forma Loco sabia que ele estaria fazendo mais viagens para a Matilha do Leste para visitas. Talvez eles pudessem conseguir que seu tio se unisse a sua matilha? Ele era definitivamente grande o suficiente para unir-se as suas fileiras. Uma conversa com Maverick estava em seu futuro sobre essa decisão. Claro, ele teria que conversar sobre isso com Windstorm também. — Fico feliz em ouvi-lo. Assim, Tangee começa a trabalhar no restaurante amanhã? — Gunnar perguntou enquanto dava uma tacada. Evan o olhou quando ele acertou bola após bola. Gunnar era o melhor jogador de bilhar na casa, com Johnny em segundo. O pequeno companheiro surpreendeu a todos. Johnny tinha sido


A Matilha Brac 09 diagnosticado como levemente retardado, mas homem deu um show uma vez e demonstrando que era um profissional. Todos ignoraram a etiqueta que tinha sido colocado no companheiro. Eles sabiam melhor. — Sim, Cody vai levá-lo —

Loco ergueu um dedo enquanto ele

atendia seu telefone que tocava. — Sim? —

Seus lábios fechados enquanto estalava os dedos,

ganhando a atenção dos outros dois lobos, gesticulando para segui-lo. Ele desligou o telefone.

— Era Drew. Há cinco vampiros atacando

Remi, Kota, e Hawk. Os companheiros estão na picape, mas mais dois apareceram, e eles estão tentando entrar. Os lobos malditos, Loco correu para informar Maverick da situação quando o Alfa não respondia ao seu telefone celular. Loco também queria deixá-lo saber que o Alfa seria a única proteção para os companheiros que ainda estavam na toca.

Espalhando cascalho sob o pneu quando corria para a cidade, batendo os freios direito para o centro de recreação. Gunnar e Evan pularam da picape direto para a briga. Loco correu para a picape onde os companheiros estavam trancados, Oliver abriu a porta quando viu que Loco se dirigia até eles. — Malditos — . Loco amaldiçoado quando alguém pulou sobre suas costas. Ele virou-se, caindo ao chão de costas para desalojar seu hóspede indesejado. — Sanguessugas miseráveis .


A Matilha Brac 09 Loco forçou contra o homem morto-vivo até que conseguiu se libertar. Ele estendeu suas garras e puxou a garganta do miserável. Foi o suficiente. Loco puxou seu braço para trás e deu um soco no próximo vampiro que estava o atacando. Mal registrados no rosto do miserável, Loco agitou sua mão com dor. — Tirem-nos daqui. — Hawk rosnou quando ele puxou o vampiro para longe de Loco. Loco golpeio o cara mais uma vez, antes de correr até o veículo onde os companheiros estavam tendo uma discussão sobre um mau dia para um bom dia. — Vocês, homens estão prontos para sair daqui? — Eu estava pronto para ir á 20 minutos atrás, mas Dakota se recusou a me deixar dirigir. Ele estava com medo que fossemos atacados em nosso caminho para casa — disse Blair do banco da frente. — Então vamos sair daqui. — Loco virou o volante, tirando-os do centro recreação sem incidentes. Os guerreiros poderiam lidar com eles, mas os companheiros deveriam chegar em casa onde era seguro, e os guerreiros podiam lutar sabendo que eles não teriam ficar olhando ao redor para garantir que os seus companheiros saíssem ilesos. Loco os fez entrar na toca. Maverick tinha o resto da casa sentado na toca quando Loco entrou, Loco verificou Tangee e Melonee antes de correr de volta para o centro de recreação para ajudar os outros guerreiros com os vampiros. De onde diabos eles vieram? Maverick tinha ficado furioso, chamando o príncipe Christian imediatamente para responder a demanda. Se não gostasse das respostas iria colocar os malditos vampiros pra correr. Loco parou a picape no mesmo local de antes e pulou de novo, chateado com todo o inferno por que ele não estava em casa com Tangee e


A Matilha Brac 09 Melonee. Os vampiros não têm respeito pelo tempo com a família? Ele havia prometido a Melonee um emocionante jogo de Snakes and Ladders2. O vencedor teria direito a um dos sorvetes de Maverick. Era difícil Maverick se separar deles. Em vez disso? Que diabos ele estava fazendo? Loco cortou através dos vampiros com uma vingança, chateado por estar aqui, em primeiro lugar. Dez minutos mais tarde, apenas dois estavam mortos. Eles eram mais difíceis de matar, então olhou. Evan e Hawk foram os únicos capazes de matá-los. Como diabos tinham George ido jantar fora do restaurante naquela noite com Tank? Loco tinha um novo respeito pelo vaqueiro. Loco lançou um olhar para trás quando um rugido alto surgiu no ar, Christian estava lá de pé, olhos vermelhos, dentes arreganhados. Ele pegou três em menos de um minuto. Os outros dois foram jogados na parte de trás de seu carro por seus guardas. — Minhas desculpas, lobos. Como já expliquei para o seu Alfa, esses vampiros não são do meu grupo. O grupo deles se mudou para o território, mas eu ainda tenho que descobrir onde eles dormem. — Christian sacudiu a poeira, limpando os cantos da sua boca com as mãos. Loco ajudou a lançar a outros cadáveres na picape do Príncipe, observando quando ele acenou com a cabeça para eles, e então entrou em seu carro e foi embora. — Parece haver um surto deles ultimamente — Loco resmungou, irritado. — Obrigado por levar nossos companheiros para a segurança. — Hawk bateu no ombro de Loco. — Sem problema. Eles estão na toca com os outros companheiros. Maverick está olhando por eles — Loco amaldiçoou quando seu telefone tocou novamente. Estava se transformando em uma noite de caos. 2 - Jogo de tabuleiro indiano.


A Matilha Brac 09 — O quê? — Retrucou. Os guerreiros viram como as emoções jogavam sobre o rosto de Loco. Ele assentiu com a cabeça algumas vezes, respondendo com sílabas simples, e depois desligou. — Eu preciso chegar à cidade. A mãe de Tangee sofreu um acidente de carro e Melonee estava com ela.

— Estou aqui por Olivia Highland. Eu sou seu filho — declarou Tangee freneticamente para a enfermeira atrás da mesa. A enfermeira fitou Loco, Tangee, e atrás o Alfa. Melonee parecia tão pequena naquela grande cama de hospital. O médico garantiu que Melonee estava apenas tomando antibióticos para um corte profundo que tinha na perna e só estava dormindo de exaustão. Olivia não teve tanta sorte. O motorista do caminhão tinha adormecido ao volante e tinha chocado contra a porta do motorista. Ela estava gravemente ferida. O médico disse que seu lado esquerdo todo tinha sido esmagado. Tinham-na em cirurgia agora tentando repará-la. O médico foi brutalmente honesto. Ele não estava esperando um bom prognóstico. As coisas pareciam sombrias.


A Matilha Brac 09

Loco estava cochilando em uma cadeira. Tangee estava na sala ao lado com Melonee, Loco tinha prometido ao seu companheiro que iria manter um olho em Olivia. A cirurgia tinha ido melhor do que o médico havia previsto, e mãe de Tangee estava estável agora. Estava deitada na cama do hospital, com um aspecto sereno em seu sono. Seu rosto não estava tão ruim, mas todo seu lado esquerdo estava envolto em gaze branca. Loco olhou para cima quando Windstorm entrou na sala. — Eu disse à enfermeira que era o marido de Olivia que eu poderia ficar aqui. — O lobo aproximou-se do lado da cama e olhou para ela. Loco jurou que viu algo perto de adoração ou até mesmo o amor em seus olhos. — Vou levá-la para casa comigo. Ela precisa descansar e se recuperar lá. — Windstorm levantou a mão e afastou os cabelos de cima de seu rosto. — Eu chequei a Melonee primeiro. O médico disse que ela irá ter uma recuperação completa.

— A mão de Windstorm pairou sobre Olivia,

mas nunca tocando seu rosto.

— Não é meu lugar, mas você acha que

Melonee pode ficar com você? Olivia não poderá correr atrás dela, e eu vou estar muito ocupado ajudando-a sarar. — Acho que a decisão deve ser da minha mãe, mas eu vou levá-la por agora — disse Tangee quando entrou na sala. — Vamos levá-la. Se Olivia protestar, então vamos trazer Melonee para você. Concordo com você. Ela deve se concentrar em sua recuperação agora. Melonee estará em boas mãos. — Windstorm acenou com a cabeça


A Matilha Brac 09 para Loco, nunca tirando os olhos da mãe de Tangee.

A corrida da noite havia feito Tangee correr de mesa em mesa, tentando manter o ritmo. Ele não estava tão ruim considerando que ele só errou um pedido. Apesar de que ele tinha o seu bloco de pedidos e caneta, ele continuava esquecendo as coisas. Excelente exemplo estaria dando ao homem no estande três sua bebida e deixando o seu jantar esfriando no balcão esfriar. George chamado, — Pedido em cima! Tangee pegou os pratos e serviu os clientes, finalmente, sentiu que estava pegando o jeito das coisas. Era um bom lugar para trabalhar. O outro chefe, Frank, era muito legal. Ele percebeu o deslize cara Keata uma batida cada as poucas horas. Era uma maravilha o companheiro de Cody não era £ 300. — Você fez bem, garoto — . Cody deu um tapinha nas costas dele uma vez que a corrida havia terminado. — Eu tomei a minha decisão. Você está contratado . Tangee vibrou. Apesar de que seu companheiro insistisse que ele não tinha que trabalhar, ele sentia que estava ajudando a cuidar de sua irmã e seu lugar em sua casa. Além disso, ele gostava de sair e conhecer novas pessoas. As pessoas que comiam aqui pareciam realmente agradáveis. Eles conversaram com Tangee, e alguns havia o convidado e a Loco para ir de suas fazendas para a equitação. Eles não precisam disso. George e Tank tinham dito que iria ensinar Tangee a montar. Maverick mencionou comprar um pônei para Melonee.


A Matilha Brac 09 Maverick iria estragar Melonee. O Alfa teve um ataque quando Tangee informou-lhe que ela iria para o jardim de infância no outono. Ele falou das doenças humanas e germes e sobre seu duende ficar fora todos os dias. No final, ele disse que ia ter uma conversa com Olivia quando ela se sentisse melhor e ver se ele podia convencê-la a não permitir que Melonee fosse para a creche mas que fosse ao centro de recreação como meio de socialização. Seu antigo patrão, Mark, havia chamado para vê-lo há poucos dias com a promessa de vir visitá-lo e a Loco em breve. Mark disse a Tangee que os três rapazes que o tinham assediado tinham ido longe demais com a sua próxima vítima, quase matando o cara. Os três estão atualmente cumprindo pena. Tangee sentiu-se melhor que eles conseguiram o que mereciam, embora tivesse ficado triste pelo o cara que eles tinham atacado. — Ei, amor. —

Loco beijou a nuca de Tangee enquanto ele

recarregava os dispensadores de guardanapo. Tangee estava grato por seu companheiro respeitar sua necessidade de contribuir e não fazê-lo ficar em casa. — Pronto? — Dê-me um segundo. —

Tangee terminou, registrou a saída, e

seguiu o seu companheiro para sua picape. Entraram no caos. Parecia haver uma festa acontecendo na toca. — Cecil tentou fugir novamente, mas em vez de ficar com raiva, Maverick decidiu trazer o clube para ele. —

Loco, informou-o enquanto o

puxava para a pista de dança improvisada. Tangee jogou a cabeça para trás e riu ao ver o que estava acontecendo. Melonee e Johnny estavam fazendo o robô de Nickelback "Burn it to the Ground". A dança não se encaixava na música, mas eles pareciam estar se divertindo.


A Matilha Brac 09 Tangee estava atordoado quando Loco mexendo seus quadris de um lado para o outro, rebolando sedutoramente para ele. O homem podia dançar! Mas isso foi provado a noite quando dançavam acima. Ele parecia diferente com roupas. — Olhe para Maverick — Loco riu por trás de Tangee. Tangee virou a cabeça para ver Maverick dançando a música. Ele era bem coordenado e tinha alguns movimentos agradáveis. Tangee ficou impressionado que um homem daquele tamanho pudesse dançar tão bem. Você pensaria que Maverick só tinha músculos. Isso só mostra que você não se pode julgar um livro pela capa. A música mudou e Cecil, Blair, e Oliver gritaram sua aprovação. Drew e Kyoshi eram melhores na mesa de bilhar estavam tentando Storm e Remi para um jogo. Quando Micah ouviu, o guerreiro fechou o laptop e levou Oliver, balançando-o para pista de dança. — Quem é esse? — Tangee perguntou enquanto dançava. Ele não era o melhor dançarino, mas também não eram alguns dos outros homens. Isso o deixou mais relaxado para ser ele mesmo. — Esse é Caden. Ele é um dos guerreiros. Tangee viu o riso do homem com outro guerreiro. Se ele se lembrava corretamente, o nome do outros guerreiro era Gunnar. Caden não se parecia com o resto do shifters. Suas feições eram um pouco mais suave, não tão feroz. — Tangee — Melonee sorriu quando correu para ele.

— Dance

comigo . Tangee se abaixou e pegou sua irmã, girando em torno dela enquanto ela ria. Ele simplesmente amava o seu sorriso. Ele iluminava a sala com sua beleza.


A Matilha Brac 09 — Loco é o próximo — Melonee se contorcia em seus braços enquanto estendia a mão para seu companheiro. Ele a entregou, vendo os olhos de Loco suavizar quando ele a pegou. — Vamos, duende, vamos mostrar a esses homens como se dança. — Loco colocou no chão e começou a dançar ao redor como um tolo com sua

irmãzinha.

Melonee

ria

e

dançava

com

suas

pernas

girando

rapidamente. Ela balançava sua cabeça de um lado para o outro, e seus cachos pareciam estar dançando, também. Cecil inclinou-se e pegou-a em seus braços, colocando Melonee em seus ombros enquanto ele dançava com Maverick. Loco dançou seu caminho de volta e ficou atrás de Tangee. — Estou me sentindo quente — Loco rosnou no ouvido do Tangee. — Você está sempre quente — brincou Tangee. — E isso é uma coisa ruim? — Loco, perguntou enquanto dançava com Tangee, agarrando suas mãos e girando em torno de Tangee. — Não —

Tangee balançou a cabeça.

— Você acha que alguém

sentiria falta de nós descemos o fora? — Vamos descobrir — Loco puxou Tangee junto com ele enquanto saiam da sala. Eles foram para o andar de cima, deixando os festeiros para trás. Tangee riu quando ele e Loco correram pelas escadas. Tangee virou quando entraram no quarto.

— Eu assisti esse filme

300 com Johnny e Oliver. Eu queria saber o que você acharia de uma tanga. Eu aposto que você ficaria mais sexy do que rei Leônidas. — Eu poderia por uma toalha sobre meu pênis, teria esse trabalho. — Loco riu, puxando Tangee em seus braços. — Hmm, talvez. —

Tangee saiu dos braços de Loco e ficou de

joelhos. Ele abriu os jeans de Loco e puxou o pênis de seu companheiro para


A Matilha Brac 09 fora. Sua boca encheu de água com a visão. Tangee olhou para cima quando Loco afastou seu cabelo de seus olhos. — Eu já te disse o quão feliz você me faz? Tangee estava sem palavras. Ele balançou a cabeça e sorriu para seu companheiro. — Tão feliz quanto você me faz. — Tangee abriu os lábios, tendo Loco em sua boca. O calor da sua carne endurecida foi inebriante. Loco passou as juntas da mão pelo rosto Tangee, o toque envio calafrios em seu rosto. Tangee puxou o pênis de Loco para trás, girando a língua ao redor da cabeça vermelha, inchada. Ele balançou a cabeça, tendo Loco palmo a palmo, trabalhando seu pênis como um tonto, desfrutando. Tangee pegou as bolas de Loco, passando as mãos sobre o saco. Loco balançou os quadris para trás e para frente, assobiando e gemendo. Ele correu os lábios para cima e para baixo o eixo que estava duro, mas sentia-se como seda contra sua boca. Sua língua serpenteava sobre as grandes veias, até que ele chegou à base, e depois lambia a pele entre pênis e os testículos. O cheiro almiscarado varonil estava colocando-lhe em fogo. Tangee não tinha o suficiente. Ele queria consumir Loco. Loco abriu as pernas mais separadas e começou a foder a boca de Tangee, tirando em estouros rápidos e curtos. Tangee usou seu dedo indicador para deslizar sobre o períneo de Loco. — Ahhh — Loco assobiou entre os dentes cerrados. Tangee bebeu seu sêmen, o calor salpicando a parte traseira de sua garganta. Ele engoliu o sêmen de Loco como um profissional, e nada foi desperdiçado. — bebê, eu estou prestes a levantar esse traseiro — . Loco chutou sua calça e o resto de suas roupas como um louco internado, depois ajudou Tangee a se livrar de suas próprias roupas. Loco pegou Tangee e jogou-o na


A Matilha Brac 09 cama. Whoo-hoo! Tangee ficou em suas mãos e de joelhos, rebolando seu traseiro, sorrindo para Loco sobre o seu ombro. Loco pegou o lubrificante da gaveta, vertendo o conteúdo do tubo em seu pênis. Seu pênis estava escorregadio mais do que um passeio de água. O que Loco estava pensando em fazer? Loco viu o olhar perplexo no rosto de Tangge e sorriu amplamente. — Eu não quero qualquer resistência — . Loco corou. Tangee ficou espantado que um homem tão seguro de si pudesse ser tímido sobre qualquer coisa. Especialmente porque Loco era o melhor que ele já teve. Loco alinhou o seu pênis e empurrou dentro de Tangee. Ele parou, deixando Tangee louco. Loco colocou a mão no peito Tangee, puxando-o de modo que o peito de Loco ficou pressionado nas costas do Tangee.

Segure no meu pescoço. Tangee entrelaçou os dedos por trás do pescoço de Loco. Loco saiu da cama e caminhou até a parede. — Agora, coloque as mãos na parede. Demorou um pouco de coordenação, mas Tangee conseguiu. Loco virou os braços sob as coxas Tangee e começou a empurrar para dentro dele. — Estou escorregando — Tangee riu. — Então, segure-se na cômoda. — Loco mudou-os, e Tangee pôs as mãos sobre a cômoda. — Nós não temos relações sexuais normais — Tangee observou. — Onde está a graça? —

Loco girou seus quadris, seus dedos se

cravaram na pele de Tangee enquanto levava Tangee para outro nível. Loco apresentou-o um lado da paixão que Tangee não tinha idéia que existisse. Seu companheiro era sensual e imaginativo. Sexo nunca iria ser chato, enquanto ele estivesse ligado a Loco. Loco puxou Tangee de volta para seu pênis, fazendo Tangee cravar


A Matilha Brac 09 suas unhas na madeira. Seus dedos dos pés curvados quando Loco usou sua força para segurá-lo. O pênis de Tangee balançava livremente, e ele não tinha como tocálo, enquanto Loco o mantinha sobre a cômoda. — Goze para mim, bebê — Loco ordenou com sua voz sensual. Tangee podia sentir seu pênis obedecendo. Tangee agarrou a borda da cômoda, usando-o para empurrar de volta para o pênis de Loco. Ele fechou seus tornozelos atrás das costas de Loco, curvando as costas enquanto Loco traçava sua língua sobre o pescoço do Tangee. Ele nunca tinha tido um homem tão sensual. Loco cravou os dentes no pescoço do Tangee, empurrando mais duro. Tangee gritou, seu pênis explodindo enquanto seu companheiro fazia amor com ele com seu coração, mente e alma. Tangee deitou sua parte superior do corpo em cima da cômoda quando Loco gritou a sua libertação. Loco puxou-o e levou-o para a cama. Ele se arrastou por trás Tangee, ficando perto de corpo sexy de seu companheiro enquanto beijava a nuca de Tangee.

Tangee estava em pé na borda do penhasco. Loco tinha trazido ele aqui. Era atrás do Den, uma longa caminhada, mas esquecido pela cidade. — É bonito aqui — Tangee olhou para cima para ver um céu claro e belo cheio de estrelas brilhantes e brilhantes. — Você já passou por muita coisa em tão pouco tempo. Pensei


A Matilha Brac 09 trazer você aqui seria ajudar a limpar sua cabeça, ajudá-lo a concentrar. — Assim é. Obrigado

— . Tangee inclinou a cabeça para trás e

respirou fundo, seu corpo drenou todo o estresse que ele sentiu ao longo das últimas semanas. Era tranquilo aqui. Loco passou os braços em volta da cintura de Tangee e trouxe suas costas para seu peito. Loco descansou o queixo sobre a cabeça de Tangee. — Eu te amo, bebê. A partir do momento que coloquei os olhos em você, eu sabia que estava perdido. Tangee riu. — E então você me deixou. Achei que nunca veria você novamente. Agora eu não consigo ver minha vida sem você nela. Sem você eu não sou nada. Eu nunca fui tão feliz como sou agora. Loco correu as mãos sobre os ombros do Tangee. — Você nunca vai ter que descobrir o que seria sua vida sem mim. Não importa o que aconteça, eu vou ficar ao seu lado para sempre. Tangee inclinou a cabeça para trás no peito de Loco. O que faria sem o amor de Loco não queria nem pensar, e seu companheiro prometeu estar lá para ele não importa o que acontecesse. Tangee sorriu para o céu da noite bonita, o seu coração estava cheio e sua vida completa. Eu te amo, Sky. Obrigado por me manter seguro e trazer o meu companheiro. Embora Tangee não tivesse conhecido seu pai, ele podia sentir sua presença. Espero que você esteja orgulhoso do homem que eu me tornei. Você sempre estará no meu coração. Tangee beijou seus dedos e, em seguida, os ergueu para o céu, passando-o para seu pai. Tangee se virou nos braços de Loco, beijando seu companheiro com todo o amor que ele sentia em seu coração. — Vamos para casa.


A Matilha Brac 09 Fim

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Lynn Hagen Fest de agosto 09 o amor de loco (homo)  

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