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Edição 40 Setembro e Outubro | 2013 Distribuição dirigida

A FESTA MAIS ESPERADA DE SETEMBRO // HARMONIZAÇÃO DE CERVEJA COM DELÍCIAS GASTRONÔMICAS NOVO ESPAÇO GREEN GARDEN // LANÇAMENTO DO LIVRO HISTÓRICO // PATOTAS 2013


REVISTA MAIS BELA | edição 40

presidente executivo Fred Nelson Freygang Vice-presidente executivo Rodrigo Pitrez de Oliveira DIRETORIA Diretora e Vice-diretora de Academia Irene Maestre H. Vieira e Suzane Stael Coelho Diretor e Vice-diretor de Bocha Valdir Moacir Pereira e Icanor José Wiederkehr Diretora e Vice-diretora de Canastra Raquel Kock e Suely Prochnow Tibau Diretor Comercial Jean Marcel Floriano Modesto Diretor Financeiro Anisio Seibel Diretor de Futebol Volney Antônio Silvano Diretor e Vice-diretor de Futebol Menor Rui César Reichert e Claudio L. Stollmeier Diretor e Vice-diretora de Gente e Gestão Humana Werner Kurth e Flávia Iezzi P. Kurth Diretor e Vice-diretor de Jogging Ivan Martins Thomaz Jr e Raul Cardozo Diretora Jurídica Sandra Krieger Diretor Ouvidoria Andre Luiz Pinto Diretor de Patrimônio e Futevôlei Adriano Thomaz de Carvalho Diretor Sauna/Piscina/Lagoa Isaias Felsky Diretor Social Rodrigo Tavares Diretor de Tênis e Eventos Germano Adolfo Buss Gerente Executivo de Operações Ademir Graf Gerente Administrativo e Financeiro Denis Fernando Senem Peters

www.clubebelavista.com.br

EDITOr de conteúdo e imagem Eduardo Beltramini design@clubebelavista.com.br CONSELHO EDITORIAL Fred Nelson Freygang, Lucimar Sbaraini, Rodrigo Pitrez de Oliveira EDITORIA DE JORNALISMO Melz Assessoria de Imprensa jornalistas responsáveis Bruno Stolf, Marina Melz (SC 04191-JP) projeto gráfico e diagramação Eduardo Beltramini FOTOgrafia Eduardo Beltramini, Kako Waldrich, Pedro Waldrich Comercial Graciela Lagerma comercial@clubebelavista.com.br Tel.: (47) 3397-9708 | Cel.: (47) 9943-6262 Lisi Junkes comercialbvcc@clubebelavista.com.br Tel.: (47) 3397-9708 | Cel.: (47) 8498-8500 DISTRIBUIÇÃO Gattaes Distribuidora Tiragem 2.500 exemplares CAPA Concepção criativa: Eduardo Beltramini

presidente do conselho deliberativo César Narciso Deschamps vice-presidente do conselho deliberativo Renato Sergio Muller secretário do conselho deliberativo Alvin Estevão Bittencourt gestão 2011/2014 Alvin Estevão Bittencourt, Carla Falquetti, João Alberto Censi Pimentel, João Alberto Pradi, José Campestrini, Marcelino Campos, Nicolau Eloi dos Santos, Renato Sérgio Müller, Ricardo Guilherme Radunz, Valdecir Mengarda gestão 2012/2015 Almiro Schoening, Artur Barbedo Futuro, Carlos Alberto D’avilla, Claudio João Bucco, Cesar Alberto Müller, César Narciso Deschamps, Cleonice Regina Basi, Édio José Sofka, José Carlos Koerich, José Domingos Gavioli gestão 2013/2016 André Luciano Ern, Arilson Joel Siqueira, Cesário Afonso Zimmermann, Hellamari Hohl, Jorge Alberto Müller, José Abel do Nascimento, José Antonio Vieira, Lucimar Sbaraini, Nelson Simões Pires Gallois, Vicente Cesar Schmitt Conselho fiscal 2012/2013 Efetivos Alexandro Roberto Maba Assis Vianei Amaral de Arruda Erivaldo Nunes Caetano Junior Suplentes Robson José Dalmolin Marcelo Xavier Schmitz Jurandir Nicoletti

Todos os artigos aqui publicados são de ­responsabilidade de seus autores, colaboradores e sócios e não refletem necessariamente a opinião do Bela Vista Country Club.

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Bela Vista Country Club


REVISTA MAIS BELA | edição 40

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registro definitivo

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Mensagem ao leitor Esporte e diversão 51 com estilo registro definitivo jogo de família torneio de dominó eventos dos sócios prosit domingo mágico alegria na rua xv completa diversão e integração notas do esporte família futebol desafio: controle para celebrar vem de bike

vem de bike

em sintonia

cerveja, aí vou eu em sintonia passos firmes rainha da tribo social com pedro waldrich velhos conhecidos, novos nomes balanço patrimonial interação quadras impecáveis cult novos sócios palavra do conselho galerias sociais e esportivas

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MENSAGEM AO LEITOR

época de festa

S

ó de ouvir falar no mês de outubro, já se c­ omeça a ­pensar na maior festa alemã das Américas. A ­Oktoberfest deixa a região movimentada e as pessoas já começam a sair para as ruas celebrar as tradições germânicas. Para os nossos sócios, não faltam motivos para comemorar! O mais marcante de 2013 é, sem dúvida, a estreia da D ­ eutsches Leben Fest. O evento vai reunir o público de qualidade que é ­característico dos eventos do Bela Vista Country Club para celebrar as tradições germânicas. Há também os tradicionais desfiles pela Rua XV de Novembro que têm entre as suas atrações a nossa Bela Bike Bar, com toda a sua alegria. E, nesta edição, você aprende a cantar a música oficial para animar ainda mais a sua passagem. Nas áreas de gastronomia e viagens, mais influências da época mais festiva do ano: h­ armonizações especiais e destinos cervejeiros incríveis para os apreciadores da bebida. Mas a primavera também é marcada pelo clima gostoso para sair de casa, não é? Por isso, mostramos o bom exemplo da família Zucki, que tem o hábito de pedalar. E que tal colocar um objetivo claro nos treinamentos? André Puhlmann, sócio que vai competir no terceiro Iron Man, afirma que com força de vontade, treinamento adequado e acompanhamento profissional, é possível, sim. Além da Oktoberfest, outubro é marcado ainda pela reabertura da piscina no Clube com o tradicional Domingo Alegre. H ­ omenageamos o Dia das Crianças com a história de Carolina Ruschel Senger, uma adolescente que teve a infância marcada por desafios vencidos e realizou o sonho de muitas meninas: ser aluna da Escola do Bolshoi no Brasil. Seria redundante dizer que esta edição da Mais Bela está muito especial, não é? Então, fique a vontade para virar a página e saber um pouco mais sobre acontecimentos e pessoas que fazem do Bela Vista Country Club um clube único. equipe mais bela

Mais Bela 7


DIRETORIA

Foto: Eduardo Beltramini

esporte E DIVERSÃO

Aposta na confraternização depois de campeonatos é foco da Diretoria de ­Tênis. Bela Vista Country Club sediará etapa dos Jogos Abertos na ­modalidade.

G

ermano Buss é diretor de tênis no Bela Vista Country Club há quatro anos. Desde então, aposta na interação e ­ confraternização entre os jogadores ­ para atrair praticantes. “Como é um esporte individual e com pouco contato entre os adeptos, às vezes as pessoas não se motivam tanto. Então a intenção sempre foi reunir os esportistas, fazer com que eles trocassem mais ideias e motivassem uns aos outros”, comenta. Deu certo. No período, o número de praticantes subiu de 30 ativos para cerca de 200 – 120 participam ­também do ranking do Clube, que acumula pontos ­conforme a ­participação nos quatro torneios anuais. “É muito bom perceber que todos os dias as quadras estão cheias”, ­ ­comenta. Adepto da modalidade, Germano destaca que o tênis é um esporte ímpar. “Além de ser tranquilo, ainda exige do jogador uma postura profissional. Raramente acontece ­alguma atitude indisciplinar”, comenta. Por este perfil e também por não ser uma ­modalidade que exige que os jogadores tenham a mesma idade, é um esporte muito praticado por famílias. Pais acabam ­incentivando a prática com os seus filhos e ainda dividindo aquele tempo com eles. Foi também pensando nisso que, há cerca de um ano, foi criada a Escolinha de Tênis. Hoje são cerca de 10 alunos e a intenção é triplicar este número no próximo ano. Estrutura e Jogos Abertos O Bela Vista Country Club conta com 12 quadras. ­Destas, 10 são de saibro. Outras duas, reinauguradas no dia

8 Mais Mais Bela! Bela

­Mostraremos a nossa estrutura para todo o

Estado e tenho certeza que isso será muito importante 6 de setembro, receberam um novo revestimento, em Claytech. “A i­ntenção é possibilitar a prática em dias de chuva ou, então, fazer com que logo que o tempo volte a ficar seco já seja possível voltar a jogar”, diz Germano. O ­revestimento é usado para quadras consideradas rápidas. A iluminação dos espaços também foi melhorada com um novo sistema implantado. Toda esta estrutura fez com que o Clube fosse selecionado pela comissão organizadora dos Jogos Abertos de Santa Catarina para sediar as partidas de tênis. A 53ª edição acontece de 20 a 30 de novembro. Germano aponta que é uma honra pode sediar jogos deste porte que ­terão jogadores como, por exemplo, André Sá, que ainda atua no Grand Slam. Durante as partidas, não-sócios terão acesso liberado no Clube. Oficinas e workshops para crianças com mini-quadras e instrutores que ensinarão os ­primeiros movimentos no esporte também estão previstas. “Mostraremos a nossa estrutura para todo o Estado e tenho certeza que isso será muito importante não só para os nossos sócios quanto para os ­praticantes da modalidade que saberão que, no Vale do Itajaí, existe um ­espaço assim”, finaliza.


ACONTECEU

51 com estilo

1º Costelaço reuniu sócios para comemorar o aniversário do Bela Vista Country Club. Foi servida meia tonelada da carne no dia 7 de setembro. foto: eduardo beltramini

E

ste ano, o dia 7 de setembro, que é comemorada a ­independência do Brasil, aconteceu num sábado. E os sócios do Bela Vista Country Club tinham mais um ­motivo para celebrar: o Clube completou 51 anos com a primeira edição do Costelaço. Cerca de 600 ­pessoas prestigiaram o evento. O destaque ficou por conta da costela, que começou a ser preparada na madrugada. O evento aconteceu das 11h às 16h e teve como trilhas sonoras o cantor Diego Simas (com pop-rock) e o grupo Firmando o Batuque (com samba de raiz). O chopp oficial foi Schornstein. Até 2012, o aniversário do Clube era comemorado com um Stammtisch que reunia os sócios através das patotas de futebol.

10 Mais Bela

É essa integração que faz com que o slogan do

Clube

seja colocado em prática.


Este ano, a diretoria decidiu apostar em um evento focado na ­confraternização entre as famílias. Mas, as patotas ­seguiram s­ endo ­ valorizadas: o grupo que reunisse no mínimo 10 ­participantes, era contemplado com 20L de Chopp. Germano Buss, diretor de eventos, apontou que a mudança foi vista com bons olhos, pelo menos pela maioria dos sócios. “É um evento com uma proposta um pouco diferente e com uma estrutura maior do que a do nosso antigo Stammtisch. Mas ­procuramos manter o clima de ­celebração pelo ­aniversário do Clube”, disse. A intenção é que este evento faça parte do ­calendário anual. Sócio do Clube há seis anos, advogado e membro do ­conselho ­fiscal do Bela Vista Country Club, Alexandro Maba ­comentou que a m ­ udança do evento não aconteceu apenas no formato, mas também no ­perfil. “O Stammtisch é ótimo para estar com os amigos, mas não é um evento onde se ela a família. Já no Costelaço, vimos muitas famílias c­ onfraternizando umas com as outras. Isso, no meu ponto de vista, é muito positivo”, ponderou. Ele acredita que tanto o Clube quanto os sócios merecem

esse tipo de evento. “É essa integração que faz com que o ­slogan do Bela V ­ ista Country Club – ‘seus melhores momentos ­acontecem aqui’ – seja ­colocado em prática. Vários grupos se integraram num sábado muito especial”, destacou. Hellamari Holl, sócia do Clube há 26 anos, disse que a ­mudança de formato foi muito positiva. “A costela estava ­ótima e a diretoria acertou novamente na inovação do evento”, ­comentou. Para a publicitária, o dia 7 de setembro foi um sábado agradável no Clube, com um e­ vento ­familiar e bem frequentado. Ela destaca também o prestigio que as p­ atotas receberam. Entrega do livro histórico Outra ação que aconteceu durante o 1º Costelaço foi a ­entrega do livro Cinquenta Anos Compartilhando Histórias. A obra conta a t­rajetória do Bela Vista Country Club e aponta como o Clube contribuiu para ações sociais, esportivas e ligadas a qualidade de vida na nossa região. Para os sócios que ainda não retiraram a sua edição, a ­entrega ­continua acontecendo na secretaria do Clube. Mais ­informações através do telefone (47) 3397-9797.

Mais Bela 11


ACONTECEU

registro definitivo 12 Mais Bela

Lan莽amento do livro Cinquenta Anos Compartilhando Hist贸rias relembra e enaltece a trajet贸ria do Bela Vista Country Club. FOto: KAKO WALDRICH


Aqueles que, de alguma forma, estiveram l ­ igados à construção do Bela Vista Country Club, estão inseridos, m ­ esmo que não nominalmente, nesta obra.

A

Casa de Campo sediou, no dia 5 de setembro, mais um momento histórico do Bela Vista Country Club. Foi entregue aos convidados o livro Cinquenta Anos ­Compartilhando Histórias, que relata a trajetória do Clube. A iniciativa foi da Comissão de Eventos do ­Cinquentenário, que entendeu que, ao comemorar cinco décadas, era fundamental que o Clube recebesse um registro oficial e baseado em pesquisas históricas sobre a sua trajetória. As autoras da obra foram Sueli Maria Vanzuita Petry e Ana Maria Ludwig Moraes. Fred Nelson Freygang, presidente do Bela Vista Country Club, ­comenta que ficou muito feliz com o resultado. “É o presente que ­entregamos ao Clube pelo seu cinquentenário: um registro histórico que relata o seu surgimento e ressalta a sua importância”, comenta. “­Esperamos que seja o ponto de partida para outras publicações que enalteçam ainda mais histórias vividas aqui”. César Narciso Deschamps, presidente do Conselho Deliberativo e Fiscal do Bela Vista Country Club, diz que o evento de l­ançamento consolidou a obra e a importância do Clube para a comunidade. “É um dos mais bonitos e respeitados de Santa Catarina”, declara. “Este livro aumenta ainda mais a responsabilidade das próximas gerações de ­preservar o que foi construído e melhorar ainda mais o Clube”. A edição do livro foi coordenada por Eduardo Beltramini, que ­também dirige a revista Mais Bela. Os patrocinadores da obra são B­ anco Bradesco, B­ arbieri ­Painéis, ­Decanter Vinhos Finos, ­Excel ­Engenharia, Grupo Breitkopf (Audi/Volkswagen), ­ ­ Lancaster ­ Beneficiamentos Têxteis, Lojas ­ ­ Flamingo, ­ Magnus Consultoria e Contabilidade, ­Raymundi ­Construções, ­Strasbourg Veículos e Vidrolux. A honra de registrar A historiadora Sueli Maria Vanzuita Petry, reconhecida como uma das mais importantes guardiãs da história do Vale do Itajaí, foi autora do livro Cinquenta Anos Compartilhando Histórias em parceria com a

também historiadora Ana Maria Ludwig Moraes. Ela comenta que recebeu com muita alegria o convite para ­registrar as histórias do Bela Vista Country Club, ­especialmente por ser, há m ­ uitos anos, moradora de Gaspar. “Eu era muito ­jovem ­quando se ­falava do Clube e da importância para a região. A ­expectativa era muito grande em relação ao ganho em termos de qualidade de vida e lazer que o empreendimento traria”, lembra. Durante os cinco meses de construção da obra, esta r­ elevância se tornou ainda mais clara para a historiadora. “Ele foi fator ­preponderante para o crescimento do entorno. Enquanto as ­sociedades tanto de ­Blumenau quanto de Gaspar buscavam fazer uso desta área, ela foi se desenvolvendo”. O grande destaque da trajetória do Bela Vista Country Club é, para Sueli, o fato da iniciativa ter surgido de um grupo de jovens da ­década de 1960, que sentia a necessidade das suas famílias e ­acabaram ­desenvolvendo um espaço que atendesse todas as p­ essoas. “É, realmente, uma sociedade de família. As pessoas, ao longo de todos esses anos, se doaram muito para este Clube e isso é ­muito ­importante. Desde os eventos que eram realizados para ­angariar ­fundos para a sua construção, até os dias de hoje, em que todos ­participam e cuidam dos espaços”, comenta. Mesmo uma grande tragédia, como a enchente de 1983, não foi capaz de apagar o desejo por este espaço cada vez melhor. “Quando se esperava que o movimento enfraquecesse, ele ganhou ainda mais força para o planejamento da edificação da nova sede���, relata Sueli, que acrescenta que este é mais um fato que comprova a importância que as pessoas atribuem ao Bela Vista Country Club. A intenção do livro, segundo a historiadora, é, através de ­fatos-­chave para o Clube, mostrar que todos os que fizeram ­parte destes 50 anos tiveram sua importância. “Aqueles que, de a­ lguma forma, estiveram l­igados à construção do Bela Vista Country Club, ­estão inseridos, ­mesmo que não nominalmente, nesta importante obra ”, finaliza.

Mais Bela 13


ACONTECEU

jogo de família Mães e filhas aproveitam a prática da canastra no Bela Vista Country Club para viverem momentos de diversão juntas. Campeonatos acontecem durante todo ano na sede do Clube. fotos: eduardo beltramini

M

aria Helena Nihues aprendeu a jogar canastra com os pais. Desde então, nunca parou. Praticava com o marido, especialmente na casa de praia. Ensinou também a filha, Milena. Quando os compromissos do esposo fizeram com que ele deixasse o baralho um pouco de lado, veio a substituição. Há cerca de 10 anos, as duas jogam juntas no Bela Vista Country Club. “O legal de jogar com mãe é que temos liberdade. Mas é o nosso momento juntas como amigas”, comenta Milena. Para Maria Helena, o entrosamento que existe entre os participantes da Canastra no Clube é muito grande e motiva a dupla. “Todos querem ganhar, claro. J­ ogamos

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sério. Mas depois dos jogos sempre aproveitamos os momentos de ­confraternização. É muito gostoso”, diz. O baralho também é questão de família na casa de Romilda Silveira Pires. Ela aprendeu a modalidade quando mudou de cidade para fazer faculdade e foi morar com o avô. “Para mim é uma terapia, me distraio muito”, conta a economista e estudante de moda. Ela veio para o Vale do Itajaí em 2012, depois que a filha Lorraine, de 15 anos, passou no processo seletivo do IFSC para cursar o ensino médio integrado com o curso de química. “Em Lages, onde morávamos, íamos muito à sauna. Quando viemos, começamos a pesquisar os locais onde encontrávamos essa opção e logo achamos o Clube. Depois da


matrícula e da mudança, já estávamos aqui”, brinca a mãe. O convite para participar dos campeonatos de canastra surgiu por uma amiga. “Estamos aqui sozinhas, nós duas. Então as p­ essoas que ­jogam acabam fazendo parte da nossa família e nos fazendo ­companhia”, comenta. Mãe e filha também aproveitam às quartas-feiras de jogos para fazerem uma atividade juntas. O importante é se divertir “Seja entre amigos, mãe e filha, pai e filho ou casais. O que ­importa é participar”, diz Raquel Rocha Kock, diretora da canastra. Isso não quer dizer que os jogos são levados na brincadeira. “A competitividade é muito grande, mas é saudável. Todos estão aqui para se divertirem, não para se incomodarem”. Durante o ano inteiro, todas as quartas-feiras, grupos se reúnem no Bela Vista Country Club para jogar. Todos os sócios podem participar e, a cada noite, se reúnem cerca de trinta pessoas. As competições acontecem durante o ano inteiro. São dois g­ randes

campeonatos (um no primeiro semestre, outro no segundo) e jogos intermediários. É o caso do Torneio de Inverno do Bela Vista Country Club, que aconteceu em junho e reuniu 17 duplas. Nestes eventos de menor duração (são quatro semanas), não só sócios ­participam como também convidados. “A intenção é que pessoas que ­muitas ­vezes não conhecem a estrutura e as atividades do Clube se a­ proximem através da canastra”, explica Raquel. Independentemente da duração da competição, os ­encerramentos são sempre momentos muito festejados. “Há uma entrega de ­troféus, jantares e atividades de integração que reforçam ainda mais essa ­distração que todos os sócios buscam ao praticar a canastra”, comenta a diretora. A próxima atividade será o 2º Torneio de Canastra Casa de ­Campo, que acontece em 6 de outubro. Será um dia inteiro de ­competição, das 10h às 18h. “Convidamos a todos para que venham participar e ­conheçam essa modalidade e o nosso grupo”, convida Raquel.

Todos querem ganhar, claro. Jogamos sério. Mas depois dos jogos sempre aproveitamos os momentos de­

confraternização.

Milena e maria helena

Resultados 1º CAMPEONATO ANUAL DE CANASTRA 2013 1º lugar: Paulina e Fernanda 2º lugar: Eli e Neni 3º lugar: Maria Helena e Milena TORNEIO de INVERNO DE CANASTRA 2013 1º lugar: Ines e Nilta 2º lugar: Eli e Neni 3º lugar: Ester e Ada

Lorraine e romilda

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ACONTECEU

torneio de dominó 8º Torneio de Dominó – Taça Arnoldo Zimmermann reúne 78 duplas e se consolida como um dos mais tradicionais do Estado.

O

­excelentes e a competitividade muito acirrada”, apontou. Os vencedores A dupla que conquistou a primeira colocação foi Amarildo ­Berkenbrock e Hernani Junior, de Itajaí. Eles foram seguidos por Ismar Muller e Sérgio Baron (de Brusque), Valdomiro Márcio Quintino e ­Ademar França (de Joinville) e Juliano Zimmermann e Mario D ­ elabenta (de Gaspar). O nome do troféu entregue aos vencedores foi Taça Arnoldo ­Zimmermann, que faleceu este ano e era um dos praticantes assíduos da modalidade no Bela Vista Country Club. Foram distribuídos mais de R$ 8 mil reais em prêmios. Foto: Divulgação

inverno foi marcado pelo frio no Vale do Itajaí. Mas, no Ginásio de Esportes do Bela Vista Country Club, a disputa foi fervorosa no dia 3 de agosto. O 8º Torneio de Dominó – Taça Arnoldo Zimmermann, reuniu 78 duplas de diversos locais do país. Além de competidores das regiões ­catarinenses de Joinville, Brusque, Florianópolis e Blumenau, o torneio trouxe ­também três duplas do Distrito Federal. No total, foram 13 duplas compostas por sócios do Bela Vista Country Club. Esperidião e Angela Amim foram os convidados especiais. Márcio Maciel, gestor de esportes do Clube, comenta que o n­ ível dos atletas seguiu o ritmo dos anos anteriores. “As partidas foram

Hernani e Amarildo (centro) conquistaram a 1ª colocação.

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Mais Bela 17


ACONTECEU

Foto: Foto Edson

Foto: Arquivo pessoal

Confira os melhores momentos de nossos sócios em seus eventos particulares.

Victor Hugo Petris festejou seu primeiro aninho na Casa de Campo, no dia 4 de agosto. Juntamente com seus pais Evandro e Cintia Oneda Petris, recebeu amigos e familiares para deixar marcada esta data tão especial.

Larissa Teske e Marlon Bento escolheram a Casa de Campo para festejar uma data que ficará guardada para sempre. Eles disseram sim no dia 24 de agosto e nós fizemos questão de registrar esse momento especial aqui na Mais Bela.

Foi com muita alegria que os pais Giuliano e Karina Maestri comemoraram o ­aniversário de 1 aninho de sua querida filha Lara.

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O dia 30 de maio ficou marcado para os i­ntegrantes da ­patota ­Krocodillus que ­participaram da Copa ­Caribe, lá mesmo, no ­Caribe. A equipe s­ agrou-se campeã em quatro ­modalidades: Dança, Vôlei de Praia, Futebolito de Areia e Peteca.

Foto: Arquivo da patota

Foto: Patricia Muller

Foto: Arquivo da patota

Parceria. Esta é uma ­palavra que os i­ntegrantes da Patota Fominhas ­conhecem bem. Isso porque eles realizam, pelo menos, três eventos anuais para confraternizar. Foi o caso da peixada “meca na brasa”, que ­reuniu cerca de 65 ­pessoas na fogo de chão do futebol.


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VEM AÍ

prosit!

1ª Deutsches Leben Fest acontece no dia 21 de setembro e já estreia como um evento que ficará no calendário do Bela Vista Country Club.

P

ela primeira vez nos seus 51 anos, o Bela Vista Country Club terá uma festa de celebração das tradições germânicas. A 1ª Deutsches Leben Fest acontece no dia 21 de setembro, a partir das 21h, na Sede Social. O evento é aberto a sócios e ­convidados. Germano Buss, diretor de eventos do Clube, comenta que a ideia surgiu para que o sócio começasse a entrar no clima da Oktoberfest, mas acabou se tornando tão importante ­quanto ­ outras atrações que estão há muitos anos no calendário. “A Deutsches Leben Fest, que em português significa festa da vida alemã, veio para ficar. Pela receptividade das pessoas em relação à ideia e a estrutura que será montada para receber os ­participantes, não tenho dúvidas disso”, comenta. O estilo da 1ª Deutsches Leben Fest lembra os tradicionais encontros nos Clubes de Caça e Tiro da região com as inovações características dos eventos no Bela Vista Country Club. “Será uma festa como as que o Clube costuma promover: com público de qualidade, uma excelente organização e muita celebração”, comenta Germano. A expectativa é reunir mil pessoas já nesta primeira edição. Para uma festa das tradições germânicas não poderia faltar um bom chopp. A marca oficial é a Schornstein, de Pomerode. Quem adquirir o ingresso terá também open bar das opções ­pilsen, weizen e bock. A gastronomia típica também estará presente. Os visitantes que quiserem jantar na festa terão acesso ao buffet típico, que será cobrado a parte. Além da decoração especial e da presença da Bela Bike Bar, que desfila tradicionalmente com o Clube pela Rua XV de

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­ ovembro durante a Oktoberfest, a organização aposta na ­utilização de N ­trajes típicos. “Não é obrigatório, mas acreditamos que muita gente vá ­aderir”, aponta Germano. As 250 primeiras pessoas trajadas receberão um brinde especial da Schornstein. Para animar a noite, foram convidadas a Banda do B­ arril e a Banda ­Cavalinho que são responsáveis pela agitação dos pavilhões da O ­ ktoberfest. A festa tem o apoio da ­Barbieri Paineis, Antena 1, Printset, Guinastes ­Constâncio e Câmara Brasil - Alemanha. A Zee Rucci é patrocinadora oficial do evento. Os ingressos estão à venda na secretaria do Clube. Para os sócios, o ticket feminino está disponível por R$ 30,00, o m ­ asculino por R$ 70,00 e para a mesa R$ 100,00 (mediante reserva). Para convidados, mulheres pagam R$ 55,00, homens R$ 95,00 e mesa (também mediante reserva) R$ 150,00. T­odos com direito a open bar.


Será uma

Clube costuma promover: com público de qualidade, uma excelente organização e muita celebração. festa como as que o

DEUTSCHES LEBEN FEST tradução:

A FESTA DA VIDA ALEMÃ

Interatividade Quem escolheu o nome da Deutsches Leben Fest foram os próprios sócios do Bela Vista Country Club, em uma votação no site do Clube. Foram 316 votantes e 52% deles preferiram este título para o baile mais esperado dos últimos tempos. As outras opções foram Deutsche Welt Fest (que significa festa do mundo alemão) com 37% dos votos e Deutsches Fest (que significa festa alemã) ficou com 11%. Para Germano, esta é mais uma ideia inovadora e que buscou aproximar o público desta primeira edição, que já entrou no calendário de ­eventos do Clube.

EVENTO OFICIAL O ano de estreia da Deutsches Leben Fest é também a época em que é comemorado o Ano da Alemanha no Brasil. A intenção da data é fazer um intercâmbio da cultura germânica para a brasileira, apontando a importância do relacionamento entre as etnias. Na região, a Câmara Brasil-Alemanha, entidade que preza pelo ­relacionamento entre empresas dos dois países, está a frente da organização das atividades. E foi através dela que a festa do Bela Vista Country Club entrou para a lista oficial das festividades.

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VEM AÍ

exames médicos: R$ 20,00 (pessoa)

Dia 26.10 (sáb): 13h30 às 17h30; Dia 27.10 (dom): 09h às 12h – 13h as 17h30; Dia 09.11 (sáb): 13h30 às 17h30; Dia 10.11 (dom): 09h às 13h.

domingo mágico

Evento de reabertura da piscina este ano traz a magia circense para o clube e ­promete alegrar crianças de todas as ­idades. fotos: eduardo Beltramini

É

só imaginar o circo que os olhos e os sorrisos de crianças e adultos já se iluminam. Os pequenos, ­ pelo colorido dos figurinos e pela representação do ­universo lúdico com magias, cheiros e sons. Quem já passou da idade de brincar, geralmente relembra os bons tempos em que a chegada de uma nova trupe na cidade representava a certeza de muita diversão. Este sentimento de alegria, aliado ao fato de aproveitar um ­delicioso dia em família no Bela Vista Country Club, é o que a ­organização da edição de 2013 do Domingo Alegre propõe para este ano. O evento marca a reabertura da piscina do Clube e este ano acontece em 27 de outubro, a partir das 10h. A opção pelo tema, segundo Germano Buss, diretor de eventos

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do Bela Vista Country Club, tem relação direta com o histórico do Domingo Alegre. “Quando vamos ao circo, mesmo antes de chegar, já temos certeza da diversão. É isso que acontece todos os anos com o Domingo Alegre: já é uma data marcada para um dia gostoso e divertido em família”, diz. Além das tradicionais atrações que encantam os pequenos, a ­decoração e algumas surpresas remeterão ao tema escolhido. E o melhor: o passaporte para este dia de alegria é gratuito. No dia do evento, também será possível fazer os exames para a concessão do atestado médico, que é uma das exigências para a ­utilização da piscina. Algumas semanas antes, já será possível a­ gendar o exame. Outras informações no site: www.clubebelavista.com.br.


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VEM AÍ

alegria na rua XV

Bela Vista Country Club participa este ano de cinco desfiles da Oktoberfest. A novidade será o rigor na obrigatoriedade da inscrição. fotos: eduardo Beltramini

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U

m dos momentos mais aguardados do ano para o Vale do Itajaí é a Oktoberfest. A festa mais a­ lemã das Américas é garantia de boa gastronomia, ­relembrar tradições dos colonizadores e, claro, muito chope. O Bela Vista Country Club participa todos os anos também do desfile que acontece na Rua XV de Novembro e encanta turistas e moradores. Em 2013, cinco datas contarão com a animação dos sócios e da Bela Bike Bar. Quem quiser participar do desfile, precisa encaminhar um ­e-mail de acordo com o cronograma abaixo para belavista@­ clubebelavista.com.br, com nome e número da carteirinha de ­sócio. Em seguida, o Clube enviará uma confirmação de ­participação. Só quem receber esta confirmação terá o nome da lista que n­ orteará a entrega das pulseiras no dia que são obrigatórias. Este c­ adastro ­prévio também é uma estratégia para fazer com que o maior ­número possível de sócios tenha a oportunidade de desfilar. Neste ano, não será permitida a participação de convidados. Isso porque serão 150 vagas e a procura é sempre muito grande. Quem não estiver com a pulseira identificando o cadastramento prévio será retirado pela organização no decorrer do trajeto. Ao todo, o Bela Vista Country Club terá 1.000 litros de chope disponíveis – 300 litros a cada desfile. A certeza de que, além da diversão, não faltará a bebida oficial da Oktoberfest. trilha sonora também da diversão Nada mais justo do que a alegoria que o Bela Vista ­Country Club criou para desfilar tivesse uma trilha sonora própria. Foi por isso que, em 2010, Lino Vieira e Marcos Rosa tiveram a missão de transformar a sensação de pedalar a Bela Bike Bar em canção. “Lembro que o briefing que recebemos foi: a Bela Bike é um l­ugar onde todos pedalam, todos bebem chope e todos se ­divertem. O refrão estava quase pronto”, diverte-se Lino. O e­ spírito que a c­ anção busca transmitir, segundo o autor, é de que vale a

pena t­odos se esforçarem e pedalarem juntos pela diversão que ­representa estar numa Oktoberfest com o Bela Vista Country Club. A canção também une o sotaque germânico e uma batida moderna. Na gravação, quando a voz foi gravada por Marcos, Lino lembra de ter se divertido muito. “Lembro que ainda ­comentamos de estarmos vivenciando o clima da Bela Bike Bar, com aquele sotaque alemão e muita diversão”, relembra. para decorar Se você quer chegar no desfile com a música da Bela Bike Bar na ponta da língua, já pode começar a ensaiar. Acompanhe a letra abaixo. Bela Bike Bar, Bela Bike Bar Pedalando de ladinho assim nunca se viu O carrinho mais alegre do Brasil O Bela Vista Country Club vem te convidar Levante o seu copo e vamos todos brindar Pedalando lado a lado com muita animação Muito chope e chucrute para manter a tradição Eins Prosit! Ein prosit der gemutlichkeit Pedala pra cá, pedala pra lá Vamos juntos na mesma direção Pedala pra cá, pedala pra lá Bela Bike, isso é pura diversão Pedala pra cá, pedala pra lá Vamos juntos na mesma direção Pedala pra cá, pedala pra lá Ein Prosit! Isso é muita emoção!

confira o cronograma de inscrição para os desfiles e garanta a sua participação! desfiles 3 de outubro 5 de outubro 9 de outubro 16 de outubro 19 de outubro

Início das inscrições 1º de outubro 4 de outubro 7 de outubro 14 de outubro 17 de outubro

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ESPORTES

completa

confira alguns registros da prova na página 64.

Meia Maratona reúne mais de mil atletas em 2013. Mudança de percurso agradou ­competidores que vieram de todo país e até do exterior. fotos: eduardo Beltramini

N

o calendário do atletismo do Vale do Itajaí, o dia 21 de julho teve um significado especial. A 29ª Meia Maratona do Bela Vista Country Club, com seu novo percurso, reuniu mais de mil atletas. Foi um ano ímpar na opinião do gestor de esportes do Clube, Márcio Maciel. Ele explica que foi a primeira vez que a prova envolveu apenas um município (os 21km ficaram localizados dentro de Gaspar e não divididos entre Gaspar e Blumenau como nas 28 edições anteriores) e, talvez o aspecto mais importante do novo percurso, a prova se tornou mais plana. “Se não é a competição mais nivelada do Brasil, tenho certeza que está entre elas”, comentou. José Antonio Vieira, coordenador da prova, concorda que a mudança de percurso agradou. “A mudança foi muito positiva para a prova em ­termos

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de tempo. Também facilitou bastante o trabalho da ­organização e no trânsito no local”, comenta Vieira. Para ele, a Meia Maratona atingiu o seu ápice em provas destas distâncias. “O número de atletas foi ­ ­fantástico e, mais do que isso, o nível dos participantes foi muito expressivo e condizente com a estrutura da competição”, opina. Vieira comenta que o Bela Vista Country Club é o único do Sul do país a realizar provas de corrida todos os meses e contar com iniciativas como os rankings, para acompanhamentos dos resultados. “A nossa Meia Maratona premia com grande apelo festivo todos esses corredores, sócios ou não, que tanto prestigiam o nosso


Clube”, finaliza o coordenador da prova. O que pensam os atletas Eduardo Reis Silva é sócio do Bela Vista Country Club ­desde 2008. Um ano depois, começou a correr. “É um esporte que eu sempre gostei, mas tinha dificuldades de ­encaixar na minha ­rotina. Então, em 2009, consegui inserir no meu dia a dia os treinamentos”, comenta. “Os ganhos de qualidade de vida foram consequência dessa persistência”. Desde 2010 ele participa das provas que o Clube realiza ­durante todo o ano e, também nos últimos três anos, compete na Meia Maratona. Para ele, a organização mais uma vez foi o destaque da prova. “Mesmo com o frio, a época é muito boa para competir”, diz Eduardo, que participa anualmente de cinco provas com percurso similar. “A Meia Maratona é sempre onde eu consigo os melhores tempos. Atribuo isso a uma série de fatores: a motivação de estar no Clube, a data e o percurso, que sempre teve características mais planas”, conta. “Parabenizo os sócios pelo engajamento na competição e a diretoria pela qualidade do evento”. Sócio do Clube há 32 anos, Marcius Telles Coelho corre há duas décadas e foi motivado pela estrutura do Bela Vista Country Club. “Fui fazendo amigos que também praticavam a modalidade

e um foi puxando o outro para o desafio de correr os 21km. Era um objetivo de todos nós”, lembra. Além da prova deste ano ter sido excelente, Marcius d­ estaca o histórico que a Meia Maratona tem. “Sempre foi uma das ­melhores provas do Sul. Mesmo na opinião dos competidores que vêm de fora para participar, o comentário é unânime: a q­ ualidade e a segurança em termos de organização são incomparáveis”, diz. O novo trajeto agradou ao corredor especialmente por ter ­tornado a prova ainda mais rápida. “Gostaria de destacar que o Bela Vista Country Club é um Clube muito especial. Não só por oportunidades de estar próximo a eventos como este, mas também pelo carinho que tem com os sócios, pelo zelo da equipe de profissionais, pelo reinvestimento sempre na estrutura e busca constante por melhorias. É uma segunda casa para muitos de nós”, finaliza. Os resultados Tanto para Vieira quanto para Maciel, a presença de cinco atletas africanos foi um dos alicerces importantes para o ­aumento do índice técnico da prova. Além dos estrangeiros, participaram da Meia Maratona atletas da elite paranaense do atletismo e os campeões das edições de 2008, 2009 e 2011 da prova do Bela Vista Country Club.

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ESPORTES

Equipe campeã: México

diversão e integração

S

eis equipes compuseram o quadro da disputa do ­Campeonato Escolha deste ano. O evento é marcado pela integração: os sócios se inscrevem individualmente e a formação dos times é realizada de maneira aleatória, através de um sorteio. É uma oportunidade para novos sócios conhecerem os praticantes do futebol no Bela Vista Country Club e, ao mesmo tempo, o único campeonato de futebol em que é possível a participação sem estar diretamente ligado a uma patota. Durante as sete semanas de partidas, 105 jogadores disputaram com suas equipes montadas através de sorteios. Outro diferencial do regulamento do Campeonato Escolha é a obrigatoriedade de entrar em campo: todos os inscritos precisam jogar pelo menos 15 minutos por partida. Márcio Maciel, gestor de esportes do Bela Vista Country Club, comenta que, mais uma vez, a competição se destacou por t­razer nomes desconhecidos pelo departamento de futebol do Clube. ­

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Campeonato Escolha se consolida como mais um sucesso de adesão entre os sócios do Bela Vista Country Club. Equipe do México foi a grande vencedora. foto: kako waldrich

“­Muitos participantes foram sócios novos, outros garotos que c­ hegaram a idade de competir e, ainda, pessoas que estavam afastadas e que ­acabaram voltando a praticar o esporte”, diz. A adesão é permitida a partir dos 16 anos. Até os 18, é necessária autorização dos pais. O Campeonato Escolha acaba se tornando também uma vitrine para os líderes das equipes do Campeonato de Patotas, que não exige que os integrantes das equipes participem de grupos que se reúnem todas as semanas (os chamados patota-feirinos). Márcio aponta que o nível técnico dos jogadores foi muito bom. “Este torneio sempre nos guarda boas surpresas. Como a­ lguns participantes não costumam jogar outras competições ou estão ­ ­estreando nos gramados do Clube, acabamos nos surpreendendo com a habilidade de muitos deles”, comenta. A equipe campeã foi o México. O artilheiro da competição foi Bruno Rosa, da equipe da Espanha, que também teve a defesa menos vazada do campeonato, com 11 gols sofridos.


confira alguns destaques e novidades da área esportiva do clube:

Bela Vista Country Club sedia circuito de futevôlei Genuinamente brasileiro e surgido na década de 1960 nas areias do Rio de Janeiro, o Futevôlei ganhou adeptos em todo país. Em Santa C ­ atarina, onde as condições para a prática são muito favoráveis, não poderia ser diferente. O Circuito Catarinense de Futevôlei reúne todos os anos os melhores atletas da modalidade em etapas que percorrem o Estado. A sexta etapa deste ano será no Vale do Itajaí e o Bela Vista Country Club sediará as partidas nos dias 9 e 10 de novembro. No primeiro dia, ocorrem a abertura e a fase classificatória. Já no segundo dia, ocorrem a fase final e a premiação. Os competidores estão nas categorias graduados, master (40 anos) e iniciantes. Mais informações no site do Clube: www.clubebelavista.com.br.

Aprendendo as primeiras raquetadas

Escolinha de Skate encerra atividades

A Escolinha de Tênis do Bela Vista Country Club segue a todo vapor. As aulas ensinam para crianças de 4 a 12 anos os primeiros m ­ ovimentos do esporte que se popularizou no país através dos passos firmes de Guga Kuerten. As aulas acontecem de segunda a quinta-feira, das 14h às 15h ou das 15h às 16h, e aproveitam toda a estrutura das 10 quadras de saibro e duas quadras rápidas do Clube. Mais informações na secretaria através do telefone (47) 3397-9797. Além de fazer com que os pequenos se apaixonem por uma atividade física e pelos seus benefícios, a Escolinha de Tênis tem por objetivo repassar as regras e costumes de um esporte que é reconhecido por ser extremamente ético e onde os problemas de comportamento são praticamente nulos.

No final de agosto a Escolinha de Skate do Bela Vista Country Club teve suas atividades interrompidas. A pausa aconteceu por conta da baixa procura do associado por inscrever os seus filhos na modalidade. “O Clube é feito para os sócios. Ao sentirmos que este não era mais um desejo da maioria, optamos por descontinuar”, comenta o g­ erente ­executivo de operações, Ademir Graf. A gestão dinâmica do Bela Vista Country Club não descarta a possibilidade de voltar com a atividade caso haja d­ emanda por parte dos sócios.

ops! erramos Na edição 39 da Mais Bela, mais p­ recisamente na matéria “Clima de festa” (sobre a Olimpíada dos Patota F­ eirinos), ­noticiamos que o vencedor geral foi a Patota Sukata, porém, a ­verdadeira patota campeã foi a Quinta Livre.

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ESPORTES

família futebol Pai e filhos apaixonados pelo esporte competem juntos no Campeonato de Patotas do Bela Vista Country Club. Competição vai até 5 de outubro. foto: eduardo beltramini

J

osé Carlos, o Calinho, é sócio do Bela Vista Country Club há 14 anos. Procurou o Clube quando se mudou com a família para um apartamento e buscou alternativas para seguir com o contato com o meio ambiente. Mas desde muito antes disso, sempre foi ligado ao futebol. Quando chegou ao Bela Vista, reencontrou amigos que, aos 13 ou 14 anos, jogavam com ele. As amizades que fez dentro de campo, desde as b­ rincadeiras com amigos até quando chegou a jogar profissionalmente ­futsal pela Sulfabril, são, para ele, a maior herança do esporte. “Sempre digo para os meus filhos que mais importante do que ser um bom jogador é ser uma boa pessoa. Toda a rivalidade do campo deve virar amizade fora dele”, comenta. Calinho participa das patotas Domingo 10 e Quinta-livre. Mas o coração de pai se emociona mesmo ao ver os filhos ­Vitor (21 anos) e Artur (17 anos) jogando com ele no time do ­Corsário, no Campeonato de Patotas do Bela Vista Country Club. A competição já está em andamento. Vitor começou a brincar com o pai em casa. A paixão que estava no sangue, e logo passou para as escolinhas e, em ­seguida, para os campeonatos. No segundo Campeonato de Patotas em que jogou, em 2009, aos 16 anos, recebeu o t­ roféu Revelação. “O grupo que a gente participa é muito bom. Não só nos jogos, mas depois deles. Sempre há uma confraternização. Nunca é só jogar e ir embora”, comenta o filho mais velho de Calinho. Quatro anos mais novo, Artur foi diretamente influenciado

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­Sempre digo para os meus filhos que mais importante do que ser um bom jogador é ser uma boa pessoa.


pela paixão do pai e do irmão pelo futebol. “Sempre vi eles ­jogando e falando muito sobre futebol. Logo que viemos para o Clube, ­comecei a aprender na Escolinha de Futebol”, diz. “A expectativa para a chegada dos 15 anos (idade em que é permitido o ingresso na patota Corsário) é quase comparada aquela de chegada aos 18 anos para tirar a carteira de motorista”, brinca. Ele jogou o primeiro Campeonato de Patotas em 2012. “Mais importante do que a técnica, são as pessoas. Fiz amigos no futebol que estarão sempre comigo, assim como meu pai e meu irmão”, aponta. Calinho diz que é um prazer ficar no banco de reservas para ver os filhos jogarem. “É divertido. Tive meus tempos de deixar os mais velhos na reserva enquanto jogava e agora passo por isso com eles. Mas o Vitor e o Artur também descansam para que eu possa entrar em campo”, brinca. Quando não estão entre quatro linhas no campo, os três se ­divertem no videogame. Artur garante que, no controle, não há quem ganhe dele. O jogo? Futebol, claro. Calinho comenta que o Campeonato de Patotas é ­muito ­esperado pelos sócios e ainda mais na casa dele, onde três j­ ogadores competem pelo mesmo time. “Esperamos muito por esse torneio, assim como todos os nossos colegas de patotas e amigos”, diz.

O pai de Vitor e Artur destaca também a importância das p­ atotas para a renovação no Clube. “Não só os meus filhos, mas os amigos ­deles querem participar dos grupos e dos campeonatos. Isso é muito bom para os pais, que têm uma atividade saudável com os filhos”, ­acrescenta. Normas mais rígidas Um dos destaques do Campeonato de Patotas de 2013, ­segundo o diretor de futebol, Volney Antônio Silvano, é a ­rigidez nas normas em relação a disciplina. “Algumas normas foram m ­ udadas exatamente para termos mais controle sobre isto. A c­ ompetição é muito acirrada e isso faz com que o espírito competitivo, por vezes, prevaleça”, comenta. Além do equilíbrio das equipes, que, para Volney, é um ­fator ­ímpar para a qualidade técnica da competição, ele destaca a ­organização e participação dos líderes de cada time. “Sem o ­empenho deles, o Campeonato de Patotas não seria o mesmo”, afirma. “A busca deles por melhorar sempre também nos motiva a isso”. Uma rodada especial aconteceu no dia 7 de setembro, para ­comemorar o aniversário do Clube. Este também é um fato inédito, segundo o diretor. A final está prevista para acontecer no dia 5 de outubro.

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ESTILO DE VIDA

desafio: controle

André Puhlmann se propôs a realizar o Iron Man no ano em que completou três décadas de vida. Mais do que mudar a rotina, aprendeu que o maior desafio é superar o seu próprio desempenho. fotos: eduardo beltramini

“S

ou muito competitivo, sim. Mas não com os outros: comigo. Eu não tenho o objetivo de superar ninguém, mas de melhorar os meus resultados”. É com este pensamento sereno, mas muito determinado, que André ­Puhlmann, conhecido também como Puma, resume o que o esporte e, especialmente, o triátlon representa na sua vida. O executivo, que é formado em fisioterapia, conheceu a modalidade durante a faculdade, em Florianópolis (SC). Foi cobrir o Iron Man e se propôs a um desafio: participar da p­ rova em 2010, ano em que completaria três décadas de vida. O Iron Man é composto de 3.800m de natação, 180 km de pedalada e 42,195km de corrida (o equivalente a uma ­maratona). O estímulo ao esporte que André recebeu desde criança contribuiu para a decisão. “Desde muito pequeno, até por questão de segurança, meus pais incentivaram a prática da natação. Depois que sabia nadar, comecei no atletismo e ­cheguei a competir e viajar para provas do esporte”, lembra. A partir da decisão, foram dois anos de preparação. D ­ esde o início, contou com o acompanhamento do técnico Paulo Domingos, da equipe Sprint. “Ele me indicou uma equipe de profissionais de área de saúde e comecei, em janeiro de 2008, uma série de preparativos para competir no Iron Man de 2010”, comenta. Desde então, tudo mudou: teve de abdicar de algumas

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com a família e os limites do próprio corpo. “Tenho plena consciência de que, se no próximo Iron Man, eu der tudo de mim e fizer um tempo superior aos anteriores, terei me esforçado e ganhado muita qualidade de vida no caminho”, afirma.

coisas, ter mais disciplina nos exercícios e na alimentação, além de treinar muito. Mas o maior desafio foi organizar os horários. “­Planejar cada hora do seu dia é muito difícil, mas hoje sei que não é impossível”, diz. Em 2010, como o previsto, André completou a prova em 10h50min. “Foi uma boa prova, mas muito cansativa. Apesar de todo o treinamento, neste tipo de competição, o resultado pode sofrer alterações pelos detalhes: o estado psicológico em que você acordou, como seu organismo vai reagir a toda aquela tensão e a preocupação com problemas mecânicos”. Para o esportista, é uma prova totalmente psicológica. “Você pode treinar muito, mas naquele dia vai ter um momento de ­ conflito com o teu corpo. É preciso ter um controle extremo. O tempo inteiro você precisa avaliar: se eu for um pouco mais forte agora, como será que estarei daqui três, quatro ou cinco horas?”, comenta. Foi exatamente esta característica – o controle psicológico e o desafio de superar a si mesmo não só fisicamente mas t­ambém emocionalmente – que fez com que a decisão de participar em 2010 se tornasse constante: de dois em dois anos, André quer ­participar do Iron Man. Foi assim em 2012, quando ele completou a prova em 9h42min. Será assim também em 2014, quando participa ­novamente. Mas não é apenas nestes momentos que o esporte faz parte da vida de André. Ele participa de provas menos intensas durante todo o ano e nunca mais parou de treinar, sempre respeitando o tempo

O apoio da esposa Tuany Maria Puhlmann, esposa de André, é uma parceira ­constante das aventuras do marido. “Desde quando ­namorávamos, ela já me acompanhava em algumas provas. Minha relação com o esporte sempre foi muito importante pra mim e ela sempre ­acompanhou e incentivou isso”, declara-se ele, que garante que ela gosta de participar fazendo fotos e escrevendo no blog Puma e Tuca em mais um Iron Man (www.andreiron.blogspot.com.br). Isso, claro, acabou incentivando a prática de uma ­atividade ­física de Tuany. André comenta que ela começou a correr por ­qualidade de vida, não para competir. “A Tuany deve começar a fazer algumas provas, mas no sentido de ter um objetivo”. André também destaca que a parceria é fundamental desde questões simples como a alimentação até a compreensão da rotina de treinamentos, especialmente nos meses que antecedem uma prova tão importante quanto o Iron Man. A Meia Maratona do Bela Vista Country Club “Eu nunca deixo de competir. Mesmo em provas de uma só modalidade. Isso, pra mim, é muito importante para manter o ­preparo físico e psicológico”, comenta ele, que, além das provas do Clube, participa também de travessias e outras provas de atletismo. “Não estou tão preocupado com os rankings, é mais para manter”. Exatamente um ano depois de ter feito uma cirurgia no j­oelho, André voltou a competir na 29ª Meia Maratona do Bela Vista Country Club, que aconteceu no dia 27 de julho. A prova, para ele, tem um significado especial. “É a nossa casa. Corremos com os nossos amigos, perto da nossa família, próximo a eles. Isso é muito legal”, diz. Apesar da despreocupação com os resultados, André ­conquistou o primeiro lugar entre os sócios e a terceira colocação na categoria de 30 a 34 anos. O tempo foi de 1h22min. A relação com o Clube também é muito forte. “Minha família toda vive aqui. Participo das provas desde quando era criança, com as modalidades infantis. Não tenho nem ideia de quantas Meias Maratonas eu corri. Mas garanto que foram muitas”, brinca. O incentivo da família para a prática de atividades físicas tem muita relação, também, com a proximidade com o Clube. Os pais, Guilherme e Liandir, e os irmãos Thayssa e Eduardo, estiveram sempre próximos. “O Bela Vista Country Club está inserido neste meu gosto por esporte. É quase uma coisa só”.

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ESTILO DE VIDA

para quem quer começar Pedimos para que André ajudasse quem quer começar a praticar esportes. As dicas são valiosas. Agora não tem desculpa para adiar a entrada do esporte.

Planejamento “Qualquer esporte precisa de ­planejamento. E, para qualquer planejamento, é preciso ter um ­objetivo. Mesmo que não seja uma prova tão complexa quanto o triátlon ou que seja uma ­ meta pessoal. Se, por exemplo, seu desejo seja emagrecer, que tenha um número na balança ­ que quer atingir. A qualidade de vida é um ganho ­trazido pela prática de qualquer atividade física. Mas, de qualquer forma, acredito que esse foco ajuda muito a manter o planejamento”.

planeje! procure ajuda

mudança não é imediatismo “Acredito que não adianta querer ser radical e mudar tudo de um dia para o outro. Este é o tipo de atitude que causa muito sofrimento e ­geralmente desrespeita o seu corpo. Isso nunca é bom. Seja qual for o objetivo, não vai adiantar iniciar com treinos extremamente pesados duas vezes ao dia, por exemplo. É preciso respeitar o tempo do seu organismo e a maneira como ele se comporta. De qualquer forma, o ganho da qualidade de vida será gradual”.

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Fotos: Divulgação

Ajuda profissional “Independentemente de qual a ­modalidade ou o objetivo, o acompanhamento de alguns ­profissionais é fundamental. A começar, claro, pelo médico. É ele quem vai dizer se você está apto a iniciar. Acredito que o educador físico também seja muito importante. Enfim: procurar ajuda. Se o ­objetivo for uma prova ou um volume – pode ser correr a próxima Meia Maratona, por exemplo! – eles vão conseguir ajudar no treinamento certo, com a intensidade certa”.

Vá com calma!


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ARQUITETURA

O Green Garden cumpre, simultaneamente, duas funções: aumenta o número de ambientes para eventos de menor capacidade quando dividido e possibilita um local para confraternizações com cerca de

180 pessoas que é uma demanda dos sócios.

para celebrar

Novo Green Garden comportará eventos para cerca de 180 pessoas com conforto e praticidade. o Espaço atende uma demanda dos sócios e da sociedade.

U

ma das principais características da atual d­ iretoria do Bela Vista Country Club é a atenção dada às demandas dos sócios e da comunidade. E um ­ dos pedidos mais presentes na área de espaços para eventos era para um local que atendesse ­confortavelmente cerca de 180 pessoas. Era. O novo Green Garden, com previsão de entrega para novembro ­deste ano, suprirá esta necessidade e tem tudo para surpreender quem ­optar pelo espaço. O novo ambiente ocupará onde antes estavam localizados o ­Salão do Mini Golfe e o Salão da Ginástica Antiga, que estavam entre os poucos espaços do Bela Vista Country Club que ainda não tinham

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recebido revitalização. No total, serão 370 metros quadrados. O grande diferencial do espaço será a possibilidade de divisão em dois ­salões ­distintos, que poderão ser utilizados juntos. Será simples: os ­banheiros e a cozinha foram unificados, com acesso para os dois salões. O ­espaço maior comporta 120 pessoas e o menor 60 pessoas. Para, Fred Nelson Freygang, atual presidente do Clube, o e­ spaço atende uma demanda que a Casa de Campo, com espaço para ­cerca de 100 pessoas, não consegue suprir. “O Green Garden cumpre, ­simultaneamente, duas funções: aumenta o número de ambientes para eventos de menor capacidade quando dividido e possibilita um local para confraternizações com cerca de 180 pessoas que é uma ­demanda dos sócios”, diz.


A decoração Entre as alterações realizadas, estiveram toda a reformulação do piso, das esquadrias das janelas, luminárias e melhorias na c­ ozinha. Francis Mischur de Carvalho, que faz parte da diretoria de patrimônio, comenta que o conceito é similar ao Espaço Gourmet. “A i­ntenção é deixar um ambiente clean, que possa ser utilizado sem nenhum complemento na decoração para comemorações simples e que ­ ­também se adeque a vários estilos de ornamentos”, comenta. O destaque também fica por conta das grandes janelas, que, além da sensação de amplificar o ambiente, ainda trazem mais charme ao espaço. A localização traz dois benefícios muito claros para quem ­utilizar

o Green Garden. O primeiro é a proximidade com o playground, que facilita a diversão das crianças e dá tranquilidade para que os­­adultos aproveitem a ocasião. Outra vantagem é a distância dos outros ­espaços que evitará que haja interferência entre eles. O Green Garden não terá ecônomo. A ideia é que cada ocupante possa levar a sua gastronomia preferida para o novo espaço. identidade Para representar o local, aconteceu o trabalho de d­ esenvolvimento do logotipo do novo espaço. Criado para reunir num único símbolo a essência da natureza que predomina aquela região, a arte é uma ­aposta do Clube para melhor identificação por parte dos sócios.

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VIDA SAUDÁVEL

vem de bike!

A família Zucki é um ótimo exemplo de que é possível se divertir sob duas rodas e ainda ter uma vida mais saudável. foto: eduardo beltramini

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foto desta matéria tem um significado muito especial. Não só por ser uma família bonita, mas, especialmente, por trazer um hábito que foi retomado com força total nos últimos anos: utilizar a bicicleta como meio de transporte. Edson Zucki andava sobre duas rodas na ­infância e retomou o hábito em 2006, quando saiu de um ­apartamento num dos bairros mais populosos de Blumenau para viver com a família numa casa próxima ao Bela Vista Country Club. “É mais rápido e mais gostoso ir ao Clube de bike e, aos poucos, fui gostando cada vez mais de fazer o trajeto”, conta. “O caminho também é plano, o que ajuda muito”, complementa. A esposa Bárbara logo aderiu a ideia e os filhos Luis Felipe (18 anos), Beatrice (10 anos) e Isabela (5 anos) acabaram se juntando aos pais. Hoje, os mais velhos pedalam enquanto a pequena Isabela se diverte na carona com o pai. Aos poucos, a família criou um trajeto próprio de passeio sobre duas r­ odas: ir até o Bela Vista Country Club, andar pelas calçadas até a ­churrasqueira e voltar. “Fazíamos isso cerca de duas vezes por semana. Todos aproveitavam os espaços do Clube e ainda ficávamos juntos”, lembra Zucki, que justifica que o inverno fez reduzir esta periodicidade. Desde que começou, o gosto pela bike se tornou tão grande que ele adotou as duas rodas também como atividade física em 2009. “Claro que cuidar da saúde é muito importante. Quando fizemos isso com prazer de ter momentos de lazer com a família e ainda evitar o estresse do trânsito, melhor ainda”, comenta. Questão de hábito Dos três filhos do casal, Luis Felipe é quem menos utiliza a bicicleta. O pai atribui isso ao hábito. “Ele viveu parte da juventude no apartamento, onde nós mesmos não tínhamos esse costume. Já a Beatrice e a Isabela vão até as aulas de tênis, por exemplo, de bike. Isso já faz parte da rotina delas”, conta o pai. Zucki acredita que, com uma melhoria na infraestrutura das estradas, mais pessoas poderiam levar as suas famílias para o saudável hábito das ­pedaladas. Os benefícios Ele tem razão quando diz que andar de bike faz bem para a saúde. E

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o ­primeiro motivo é, talvez, um dos mais i­mportantes: ­deixar de lado o estresse do trânsito. As filas ­intermináveis, a sensação de estar preso num congestionamento e o ­excesso de ar condicionado prejudicam (e muito!) a ­nossa qualidade de vida. Tirar um carro do meio ambiente também ­significa fazer um pouco da sua parte por um mundo mais ­sustentável. No que tange efetivamente os problemas de ­saúde, a bicicleta também é um excelente aliado. Segundo ­especialistas, realizar passeios de 40 minutos três vezes na semana já significa o abandono de diversos problemas decorrentes do sedentarismo. A resistência muscular ganha muito com as ­pedaladas, mesmo que leves. Como atividade aeróbica que é, andar de bicicleta também melhora as condições cardiorrespiratórias. E não adianta fugir: a atividade é indicada para ­pessoas de várias idades, porque tem baixo impacto.

o que acontece se você vem ao bela vista country club pedalando? 10 min pedalando: Beneficia as articulações; 20 min pedalando: Reforça o sistema imunológico; 30 min pedalando: Favorece o sistema c­ ardiovascular; 40 min pedalando: Aumenta a capacidade respiratória; 50 min pedalando: Acelera o metabolismo.


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DESTINO

cerveja, aí vou eu

Nesta edição da Mais Bela você vai conhecer três destinos imperdíveis para quem quer conhecer mais sobre a cultura cervejeira. Começando pelas tradicionais, explorando as exóticas e para quem não quer ir muito longe.

C

om a 1ª edição da Deutsches Leben Fest e a Oktoberfest cada vez mais perto, é ­quase possível sentir aquela sede por cerveja. Com o crescimento acelerado da produção de rótulos artesanais e a importação cada vez maior de cervejas de diferentes partes do mundo, é ­difícil encontrar alguém que não goste da bebida. Elas vêm nas mais diferentes cores, sabores e conseguem agradar a quase todos os gostos. Foi pensando nisso que a Mais Bela resolveu escolher destinos cervejeiros nessa edição. Quem já conheceu os ­lugares dos quais vamos falar, sabe que não tem erro, a ­cerveja é maravilhosa. Para quem ainda é novato na área, fica o convite para uma viagem pelo mundo de uma das bebidas mais antigas do mundo, porém cada vez mais ­moderna e inovadora. Confira três destinos espetaculares que prometem agradar desde os tradicionalistas até os mais curiosos. Alemanha Lar de um idioma forte, da comida de sustância, e da ­Reinheitsgebot – a Lei de Pureza da Cerveja. P­ romulgada pelo duque Guilherme IV da Baviera, em 23 de abril de 1516, é um dos mais antigos decretos alimentares da ­Europa e seu objetivo é simples e direto: a cerveja só ­poderia ser produzida com malte de cevada, água pura e lúpulo. O fermento foi introduzido posteriormente, por não ter sido descoberto na época. Tudo isto para assegurar de que as

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cervejas fossem de alta qualidade e não tivessem ingredientes duvidosos. Desde o século XVI, muitos países iniciaram seus próprios métodos de produção cervejeira e nem todos seguem a Lei de Pureza da Cerveja, mas a Alemanha continua com a tradição. A Escola Cervejeira Alemã é ­conhecida como a mais tradicional de todas e produz principalmente cervejas de baixa fermentação, ou lagers. Também é parte da cultura germânica a forte ­produção de cervejas de trigo, ou weizenbiers, originárias da região da Bavária. Não deixe de visitar a Weihenstephan, localizada na cidade de Freising, na região da Bavária. É, atualmente, a cervejaria mais antiga do mundo ainda em atividade. Para também conhecer mais de perto a cultura cervejeira do país, a cidade de Munique é o ponto certo. Lar da Oktoberfest alemã, também é ­residência da cervejaria Hofbräu München, produtora da cerveja oficial da festa. bavária, alemanha


Bélgica Possivelmente tudo que a Alemanha prega na cultura cervejeira, a Bélgica faz ao contrário. É claro que as duas escolas cervejeiras, Alemã e Belga, prezam pela qualidade. Mas enquanto a primeira luta para se manter tradicional em um mundo que muda constantemente, a Bélgica é famosa por explorar todas as possibilidades. O país é o lar das cervejas mais exóticas do mundo. ­Duvida? Que tal cerveja com canela? Ou você prefere ­cascas de laranja? Uma coisa é certa: os belgas são criativos. Com preferência pelas cervejas de alta fermentação, as ales, a Escola Cervejeira Belga não mede esforços na procura por diferentes rótulos. Um estilo originário do país é a lambic, que leva adição de frutas no processo de produção. Outra característica dela é a fermentação espontânea, que usa a

levedura local. Alguns destinos indispensáveis ao visitar a Bélgica em busca de cervejas especiais são os mosteiros dos monges da Ordem Trapista. Os senhores de ­idade que se encontram por lá, vestindo túnicas da antiguidade, são mestres das cervejas trapistas, conhecidas por serem únicas no mundo. Na Bélgica existem seis mosteiros cervejeiros que levam o selo da Ordem: Rochefort, Achel, Orval, Westmalle, Westvleteren e Chimay. Roteiro das Cervejarias Artesanais Se você quer conhecer a produção de cervejas especiais, mas prefere não ir tão longe, o Roteiro das Cervejarias Artesanais é pra você. A rota abrange 11 cervejarias espalhadas entre Blumenau, Brusque, Gaspar, Lontras, Jaraguá do Sul, Joinville, Forquilhinha e Pomerode. Todas produzem cerveja respeitando a Reinheitsgebot. Saiba mais: www.goo.gl/3h8bY

Cervejaria Schornstein, pomerode

mosteiro Achel

Fotos: Divulgação

cerveja na palma da mão Um aplicativo interessante para quem quer compartilhar informações sobre as diferentes cervejas que já experimentou ou quer saber mais sobre outros rótulos é o Bier Tab. Com ele, é possível encontrar e compartilhar teor alcoólico, tipo, família, cor, copo ideal e outras informações. O aplicativo foi desenvolvido pela Morphy Agência Interativa, está disponível para iOS e celulares com sistema Android. Já o Pivo iPhone é a maior mão na roda se você pensa em viajar pelo mundo para conhecer cervejas. Disponível somente para iOS, ele ensina a pedir uma cerveja em 59 idiomas diferentes. Desde a frase ­completa até a pronúncia, o Pivo – que significa ­cerveja em tcheco – tem um objetivo: garantir que você não passe sede jamais.

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SABOR

em sintonia Harmonização é a arte de transformar a soma de dois ingredientes em um único sabor especial. E o melhor? Qualquer um pode harmonizar. fotos: eduardo beltramini

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dicionário Aurélio define o ato de harmonizar como “pôr em harmonia; ­ harmonizar um casal”. Dessa definição, ­ pode-se partir do pressuposto de que para harmonizar algo é preciso de duas ­coisas. Se essas duas coisas c­ombinarem de ­verdade, fica difícil separá-las. Na harmonização g­ astronômica esse conceito cabe muito bem. Quem é do Sul do Brasil, por exemplo, não consegue c­ omer cuca sem tomar café. Já imaginou feijoada sem caipirinha? Quiçá uma porção de ­camarões à milanesa, na praia, sem uma ­cervejinha gelada? Como você pode ver, harmonizar está longe de ser difícil. É como somar dois mais dois. Mas em vez de ser apenas quatro, são ainda mais numerosas as possibilidades de combinar sabores. O ato de harmonizar, além daquele descrito pelo ­dicionário Aurélio, pode ser definido de forma mais simples. É ­combinar uma comida com uma bebida de forma que a soma seja ­melhor do que os dois ingredientes separados. Ao mesmo tempo em que há dicas que podem ser seguidas para acertar uma h­ armonização, vale lembrar que o importante é a pessoa gostar do resultado ­final. Assim como gosto não se discute, você ­também não pode se deixar limitar. Um tipo de harmonização que está cada vez mais popular é a de c­ omidas com cervejas. Com a rápida ascensão das c­ ervejarias

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SCHNEIDER WEISSE tAP 6 “AVENTINUS” sanduíche de gorgonzola com presunto, alface e tomate

A Aventinus é a mais antiga Weizendoppelbock da baviera, criada em 1907 por uma mulher: Mathilde Schneider. Possui elevado teor alcoólico, coloração escura e sabor adocicado. “Ela harmoniza com o sanduíche devido ao gorgonzola, que é um queijo intenso. A força e intensidade da Aventinus combinam com o sabor encorpado do prato”, explica Frank. “Esta cerveja também é ótima para acompanhar sobremesas com chocolate.”

artesanais no país, o b­ rasileiro começou a aprender mais sobre os novos estilos da bebida que ­conta com uma variedade cada vez maior nos mercados, bares e restaurantes. Cervejas com aromas e sabores exóticos passaram a ser bem v­ istas como acompanhantes em refeições onde antes não tinham espaço. Quem disse que uma massa pede por vinho? Ou uma sobremesa por licor? A c­ erveja está surpreendendo e você logo vai entender porquê. Frank Norman Hirt, gerente de marketing da Stuttgart ­Artigos ­Finos, é quem dá as sugestões nesta matéria. Confira as dicas de p­ ratos - desenvolvidos pelo Complexo da Bocha - e cervejas que, quando ­juntos, formam um v­ erdadeiro espetáculo ­gastronômico. E­ xperimente balancear os goles com cada garfada, assim a mistura acontece de ­forma ­natural.


SCHNEIDER WEISSE TAP 7 “ORIGINAL” Salmão grelhado a belle meunière

A Schneider Weisse Tap 7, conhecida como “Original”, é uma cerveja de trigo que segue a receita antiga do fundador da cervejaria, Georg Schneider I, que foi o primeiro cidadão comum a conseguir autorização do rei para produção de cervejas de trigo. “Por ser uma receita mais antiga, é mais escura, possui aromas de cravo e banana e seu sabor remete às especiarias. Combina bem com o molho deste prato por ser mais amanteigado, característica que pede uma cerveja mais encorpada”, explica Frank.

WERNESGRÜNER Petisco de linguiças e salames

Esta cerveja é uma Lager no estilo Pilsen. É tradicionalmente mais suave e levemente amarga. “Essa é uma combinação já enraizada na cultura brasileira. Porções de linguiças e salames como a calabresa são muito bem acompanhadas por uma Pilsen leve”, diz Frank.

SCHNEIDER WEISSE TAP 1 “LOIRA” Bolinho de bacalhau

A “Loira” é uma cerveja de trigo de alta fermentação (Ale) estilo Weizen Hell. É clara e levemente adocicada. “Essa cerveja segue uma receita tradicional que combina muito bem com o bolinho de bacalhau pelo seu caráter mais leve”, afirma Frank.

SCHNEIDER WEISSE TAP 5 “LUPULADA” Petisco de frango ao curry

É uma Ale no estilo Hopfenweisse. Ficou famosa mundialmente por ser ­resultado de uma parceria entre as cervejarias Schneider Weisse e Brooklyn (NY) e por ser ­produzida utilizando o dry hopping, que é uma infusão de flores de lúpulo na cerveja após a fermentação. Segundo Frank, este tipo “harmoniza ­perfeitamente com o frango ao curry devido às notas mais lupuladas e picantes da cerveja”.

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PERFIL

passos firmes

Depois de passar pela ginástica rítmica e viver o sonho de todas as bailarinas – estudar na Escola do Bolshoi, Carolina Ruschel Senger acumula vivências aos 15 anos.

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Foto: Eduardo Beltramini

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arolina Ruschel Senger tinha 11 anos e havia ­acabado de deixar a ginástica rítmica e, em 2009, procurava outra atividade. Foi quando, numa ­visita à casa da prima que fazia ballet, pode ver e pegar pela primeira vez uma sapatilha de ponta. A mãe, Berenice Ruschel Senger, comenta que no momento em que a sapatilha caiu nas mãos de Carol, elas trocaram um olhar revelador: era aquela a atividade que encantaria a filha. Mas o início foi mesmo na ginástica rítmica. Ela estava ­despretensiosamente brincando de se alongar quando a professora a chamou para fazer um teste para a modalidade. “Foi uma coisa boba, nem percebi que, naqueles movimentos, eu mostrava uma flexibilidade que ela considerava importante para estes atletas”, diz Carol. Um ano depois de treinar na equipe da escola onde estudava, foi convidada para integrar o time da cidade, onde praticou o esporte por mais três anos e chegou a ser campeã catarinense. Ela sempre foi encantada pela parte artística da modalidade. “­Parei com a ginástica pelo cansaço, mesmo. Eu era muito nova para ter ­aquela rotina de quatro horas de treinamento diárias, especialmente porque eu não tinha a pretensão de ser uma grande atleta”, diz. Enquanto as amigas foram para a dança de rua, Carolina viu a tal ­sapatilha de ponta e decidiu pelo ballet. “A estrutura do meu pé era ­forte por causa da ginástica. Coloquei a sapatilha da minha prima e ­fiquei andando pela sala”, comenta. Entrou para a Master Ballet em ­julho de 2009. Já no final do ano, apresentou-se com a companhia de dança e se apaixonou ainda mais pelo ballet. “O palco é muito legal. A luz te cega em relação à plateia, ao mesmo tempo, te protege”, declara-se. “Há também toda aquela magia dos figurinos, maquiagens, cenários”. No final de 2009, antes das férias, recebeu o seu primeiro solo. “Minha primeira reação foi não acreditar que eu conseguiria fazer ­aquilo. Passei as férias assistindo vídeos. Um dos mais inspiradores que eu encontrei foi o de uma bailarina americana que fazia parte do Bolshoi da Rússia”, lembra. Mal sabia ela que uma das mais respeitadas escolas de ballet do mundo também faria parte da sua história.

O Bolshoi Em julho de 2010, a professora comunicou a família sobre uma audição do Bolshoi que aconteceria naquele mês – exatamente um ano depois de Carol ter ingressado na modalidade. “Resolvi fazer para ver o meu nível. Não tinha a menor pretensão de passar ou expectativa em relação ao resultado quando fomos para Joinville”, comenta. “Estava muito tranquila. Não era um objetivo, não era uma obrigação”. Quando o piano começou a tocar as músicas para os testes, Carol lembra que as músicas eram exatamente as mesmas que a professora utilizava nas aulas. “Eu tive vontade de rir”, comenta. Depois do primeiro teste na barra, com as alunas todas ­sentadas no chão, algumas foram chamadas para o lado de fora da sala de aula. ­Carol, como não estava entre elas, pensou que não passaria pela ­primeira etapa. Foi quando um dos monitores avisou que aquelas que não foram chamadas eram as selecionadas para a prova seguinte. Mais algumas etapas aconteceram – de testes de sapatilha a f­ ísicos – até que, no final do dia, ela ligasse para a mãe e comentasse que “achava que tinha ido bem”. Poucas horas depois, e o resultado mostrou que a impressão era, na verdade, uma certeza: aos 12 anos, ela foi uma


das 12 selecionadas entre as 300 concorrentes. “Como não tínhamos pensado em como seria se eu p­assasse, não tínhamos decidido nada sobre como ­seria”, diz. O tio de Carol mora em Joinville e esse foi um ­fator ­preponderante para que a família concordasse com a ­mudança. A única condição foi que ela mantivesse os bons resultados da escola.

Foto: J. Fabio Sammarone

A temporada O primeiro dia, em 2011, no Bolshoi, foi muito diferente da realidade que se imagina. “Tinha uma menina que havia recebido alguns prêmios de destaque e eu assistia alguns ­vídeos dela. De repente, estava ao nosso lado”, comenta. ­Carol também diz que há uma estrutura incrível dentro da escola para atender os alunos: de cuidados para a parte física até estudos de artes. “Estudar no Bolshoi foi muito importante. Eu morei fora

de casa muito nova, tinha que seguir uma dieta, manter os meus estudos em dia com uma rotina muito apertada, me organizar de uma maneira que eu acho que não teria conseguido sem essa experiência”, diz. A saída A decisão de sair do Bolshoi não foi fácil. O pensamento começou a surgir na metade do ano, quando o período de provas do colégio começou a apertar. Outro pensamento de Carol foi em relação ao futuro no Bolshoi já que, a partir de um certo tempo, ela teria que mudar de escola para aumentar a dedicação ao ballet. “Comecei a pesar se eu queria aquela carreira para o futuro. Se valeria a pena tudo aquilo para não apostar nisso como profissão”, diz. “Percebi que eu era mais feliz na escola do que no Bolshoi”. Mesmo decidida a iniciar 2012 em casa, Carol não comentou sobre o assunto com as colegas. “Não queria que me vissem como uma pessoa que ia embora, ou que me cobrassem menos por isso”, diz. Ela fez a prova final, passou para a próxima etapa e então trancou a matrícula. A mãe de Carol comenta que as duas práticas – a ginástica e o b­ allet – foram muito importantes na formação da filha. “Desde organização, concentração até amadurecimento. Foram fatores fundamentais”, diz ­ ­Berenice. O retorno Uma decisão importante veio de Joinville. “Decidi fazer medicina. E, por isso, me dedicar ainda mais aos estudos”, comenta. Mas o ballet não saiu da sua vida. Em 2012, Carol dançou na companhia em que começou na modalidade e chegou a se apresentar como primeira bailarina no espetáculo O Corsário, no Teatro Carlos Gomes. Mas o desejo por mais tempo para se dedicar aos estudos falou mais alto e, em 2013, ela deixou as sapatilhas. A volta para o Vale do Itajaí também reaproximou Carol do Bela Vista Country Club. “Tive momentos muito legais no Clube. Celebrações muito importantes da minha vida e dos meus amigos, eventos em família. É um lugar especial”, diz. Ela também pratica tênis com o pai, Paulo Senger, no Clube aos domingos de manhã. “É o nosso momento juntos”. Hoje, além da dedicação aos estudos, ela começou a praticar violino. “Nunca vou conseguir ficar longe da arte”, finaliza.

Comecei a pesar se eu queria aquela carreira para o futuro.

Se

valeria a pena tudo aquilo para não apostar nisso como profissão quando foi campeã estadual de ginástica rítmica, em 2008 Mais Bela 45


MODA

rainha da tribo

A moda é um reflexo da cultura do seu povo. É por isso que nas, nas peças de roupas e ­acessórios que usamos, refletimos a história, os hábitos e ­costumes da nossa região e do nosso estilo de vida. Para a próxima estação, as estampas étnicas ligadas às regiões africanas, indígenas e tribais são o grande hit e vão aparecer não só nas roupas, mas também nos acessórios e calçados. Apesar de ser um estilo que exige cuidado na hora de compor a produção, é possível ficar chique ­adotando o estilo étnico no seu dia-a-dia. O truque é simples: ao escolher uma peça, procure combiná-la com outras mais neutras para não carregar o visual. Para quem quer ­começar a colocar essa tendência no seu closet, outra estratégia interessante optar, ­primeiramente, pelos acessórios. As peças com essa proposta demonstram ousadia e criatividade e são apostas certeiras para dar um up no visual na estação mais quente do ano. E para quem já está acostumado com ideias mais carregadas, vale a pena investir no over e coordenar roupas fluídas com uma mistura de acessórios para criar um estilo boho. Independentemente do seu estilo ou da peça, o que não vale é deixar passar a oportunidade de ousar, pelo menos um pouco, na próxima estação. Inspire-se nas imagens que preparamos ­exclusivamente para esta edição da Mais Bela e ouse o máximo que puder. Crie seu próprio estilo étnico! POR MERY TRIANTAFYLLON DE MAGALHÃES

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FOTOS: EDUARDO BELTRAMINI ACESSÓRIOS: ESTILO DONDOCA


PARA QUEM GOSTA DE OUSAR As diretrizes são simples: não ter medo das cores. Dar preferência às roupas soltas e leves e aprender a misturar acessórios. Nesse caso quanto mais, melhor.


MODA

MAXI Maxi colares suntuosos são perfeitos para dar um up naquele look básico. É aposta certeira para mudar completamente o visual.

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PARA QUEM TEM MEDO DO OVER

O maxi brinco prata é perfeito para começar a apostar nessa trend.

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SOCIAL COM PEDRO WALDRICH Confira os registros que O fotógrafo fez de alguns momentos especiais dos nossos sócios.

presença Marisa e Marcelino Campos em evento social realizado pelo CDL Blumenau.

Odineia Marchetti em jantar ­beneficente realizado pela APAE Blumenau.

parabéns! Andréia Quintino Sant’Ana foi uma das premiadas do Núcleo Catarinense de Decoração.

Fernanda Odorizzi comemorando seu aniversário junto com seu esposo Fabio Eduardo de Souza e sua filha Valentina Odorizzi de Souza na Casa de Campo.

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As autoras do livro Cinquenta Anos ­Compartilhando Histórias, Sueli Maria Vanzuita Petry e Ana Maria Ludwig Moraes.

histórico O Presidente Fred Nelson Freygang e sua esposa Marily Freygang prestigiando o coquetel de lançamento do livro histórico do Bela Vista Country Club.

Loynha May e Celso Garcia também ­prestigiaram o lançamento do livro que conta a história do Clube.

Erivaldo Caetano Junior e Jacqueline Caetano em evento social.

Um dos fundadores do Clube, Nicolau Elói dos Santos e César Deschamps, ­também no lançamento do livro.

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POR DENTRO DO BELA

velhos conhecidos novos nomes Quatro espaços do Bela Vista Country Club receberam novos nomes nas últimas semanas. Entenda porquê. fotos: divulgação

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ocê viveu excelentes momentos neles. Suas ­características mais marcantes estão nas ­fotografias com os sorrisos mais sinceros. A Churrasqueira da ­Bocha Antiga, o Salão Parte Maior e Menor, o ­Salão do Mini Golf e o Salão Superior da Sede ­Social são ­espaços muito especiais. Por isso receberam a ­atenção da diretoria do Bela Vista Country Club e agora têm novos ­nomes. Fred Nelson Freygang, presidente executivo do Clube, comenta que a motivação para a mudança foi a dificuldade que os sócios tinham para identificar estes locais. “Há, também, uma modernização, com nomes próprios que não só indicam a localização, mas buscam transmitir o

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­conceito de cada espaço”. A Churrasqueira da Bocha Antiga agora se chama Canto do Rio, o Salão Parte Maior e Menor é Salão Dourado, o Salão do Mini Golf agora é o Green Garden e o Salão Superior da Sede Social passa a ser denominado Salão Nobre.

fique atento ao site do clube para mais informações: www.clubebelavista.com.br


balanço patrimonial de 31/07/2013 ATIVO ATIVO CIRCULANTE DISPONIVEL Caixa e Bancos REALIZAVEL A CURTO PRAZO Adiantamentos/Outros Valores Realizáveis A receber de sócios (Mensalidades, Títulos e Jóias) A receber locação Sede Social REALIZAVEL A LONGO PRAZO Títulos de Capitalização ATIVO PERMANENTE Imobilizado

9.912.436,71 1.993.277,34 851.613,06 851.613,06 1.141.664,28 65.590,20 667.014,08 409.060,00 -

PASSIVO CIRCULANTE Fornecedores Emprestimos e Financiamentos Obrigações Trabalhistas, Sociais e Fiscais Receita de Eventos Futuros Receita de Mensalidades Futuras Outros Valores Circulantes Processos Judiciais PASSIVO RELIZÁVEL A LONGO PRAZO Provissões Para Contingências PATRIMÔNIO LIQUIDO Patrimônio Reservas Resultado do Período

9.912.436,71 1.414.540,19 242.329,69 26.979,17 360.955,07 581.640,00 202.636,26 28.500,00 28.500,00

7.919.159,37 7.919.159,37

8.469.396,52 7.915.555,54 553.840,98

Movimento do mês (31.602,79) RESULTADO OP. APÓS DESP. PATRIMONIAIS 6.969,27 RESULTADO OPERACIONAL 400.091,67 RECEITAS 295.639,32 RECEITAS FIXAS (Mensalidades + mensalidades artes marciais) 101.640,05 RECEITAS VARIAVEIS RECEITAS GERADAS PARA RECEBIMENTOS FUTUROS 2.812,30 RECEITAS FINANCEIRAS RECEITA NÃO OPERACIONAL 393.122,40 DESPESAS 285.537,17 DESPESAS FIXAS 156.120,82 Despesas com Pessoal 51.898,86 Despesas Gerais 10.016,88 Despesas Financeiras 67.500,61 Serviços Contratados de Terceiros 107.585,23 DESPESAS VARIÁVEIS 30.822,00 Despesas Gerais 76.763,23 Despesas Eventuais 38.572,06 DESPESA PATRIMONIAL 38.572,06 Depreciações/amortizações Bens de Natureza Permanente Baixa de Bens do Ativo Imobilizado

Saldos em 31/07/2013 553.840,98

Eliane Tambosi Contador

Fred Nelson Freygang Presidente

817.220,04 3.208.734,61 1.976.358,98 1.210.340,01 12.050,66 9.984.96 2.391.514,57 1.834.008,78 996.210,66 380.508,86 36.668,16 420.621,10 557.505,79 190.784,41 366.721,38 263.379,06 263.379,06 -

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POR DENTRO DO BELA

INTERAÇÃO Evento reúne colaboradores do Bela Vista Country Club para falarem de educação, saúde e lazer. fotos: acervo do clube

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Urante todo o ano, o setor de Recursos ­ umanos do Bela Vista Country Club realiza H ­diversas atividades através do projeto Bela Ação. O programa tem três pilares: educação, saúde e lazer. Para coroar este trabalho, há dois anos acontece o Bela Interação que reúne num só ­lugar os colaboradores e as suas famílias. A segunda edição aconteceu no dia 10 de agosto e teve a ­participação de cerca de 30 profissionais. Durante toda a tarde, eles receberam cortes de cabelo, massagens, manicure, curso de ­automaquiagem, aulas de culinária rápida, atendimento n­ utricional, palestras e caricaturas. As crianças (filhos dos colaboradores) ­também puderam participar com brinquedos montados ­especialmente para elas. O evento foi finalizado com um café da tarde. Jamile Meneghel, assistente de RH e departamento pessoal, ­comenta que o Bela Interação é uma possibilidade de o colaborador trazer os seus familiares para a estrutura do Clube. “A ideia é que, além de perceberem a importância que o Bela Vista Country Club dá a eles, nossos colaboradores possam mostrar às suas famílias o lugar onde trabalham e dividir com eles um pouco destes benefícios”, diz. Os três pilares Jamile explica que as atividades que acontecem envolvendo ­temáticas de educação, saúde e lazer são frequentes. “Existem ações periódicas, como as festas de aniversariantes e outras pontuais”, diz. Um dos exemplos foi uma conversa sobre saúde ­ auditiva que aconteceu no início de setembro. A ação foi estimulada ­pelos ­resultados de alguns exames que apontaram uma perda da ­audição leve em alguns trabalhadores. Os profissionais também tem ­autorização para utilizarem a pista de jogging e a academia do Clube para manter a saúde e qualidade de vida. A partir de outubro, outra novidade: a voluntária Rafaela Bartocz realizará atendimento psicológico gratuito aos colaboradores do Bela Vista Country Club. Mais uma iniciativa para promoção do bem-estar coletivo. Na área da educação, o Clube está em busca de alunos da região

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que integrem um projeto do Sesi Escola. “Serão duas turmas para pessoas acima de 18 anos. Uma de alfabetização e outra de 5ª a 8º série. O curso todo terá a duração de dois anos e o diploma será válido como o de um supletivo”, comenta. As aulas acontecerão a noite em uma sala já estruturada dentro do Bela Vista Country Club com participação aberta a c­ olaboradores, ­familiares e também pessoas que estejam na região e tenham ­interesse. “Como Gaspar não tem nenhum centro de educação do Sesi Escola, entendemos que, além de oportunizar aprendizado para os nossos trabalhadores, também estamos cumprindo o nosso papel social”, diz. Com vocês, nossos profissionais! A partir desta edição as páginas da revista Mais Bela servirão também para que você conheça um pouco melhor do nosso time de colaboradores. São mais de 50 profissionais de diversos setores que trabalham incansavelmente para tornar o Bela Vista Country Club cada vez melhor. O primeiro entrevistado é Joel Emilio dos Santos, conhecido como Índio. Ele é zelador das quadras de tênis.


COLABORADORES

QUADRAS IMPECÁVEIS

Nesta edição você conhece um pouco mais sobre Joel Emilio dos Santos, conhecido como Índio. Graças a ele, os sócios praticantes do tênis encontram o local sempre organizado. foto: EDUARDO BELTRAMINI

o

tênis é um esporte que exige muita organização. Dos e­quipamentos às regras, tudo é muito rígido. Por isso mesmo – por ser uma ­ modalidade considerada “limpa”, em que os ­ problemas disciplinares raramente ­ acontecem – é tão adorado pelos praticantes. Mas também faz parte do esporte um ambiente sempre organizado e com condições de concentração para os jogadores. No Bela Vista Country Club, o responsável pela z­ eladoria das quadras é Joel Emilio dos Santos, conhecido como ­Índio. Ele começou a trabalhar no Clube há dois anos, como ­zelador das do tênis. É ele quem preza pela organização e limpeza das 12 quadras onde mais de 200 sócios praticam a ­modalidade diariamente. “Nunca tinha pensado em ­trabalhar com esse esporte. Nem sabia como funcionava”, diz. Índio mora em Gaspar há 10 anos. É natural de Xaxim (no Oeste de Santa Catarina) e veio para a região para ficar próximo a alguns amigos e em busca de possibilidades para a família. “É um lugar ótimo, com muitas oportunidades”, diz. “Venho a pé para o Clube. Em cinco minutos estou aqui”, comenta o profissional que trabalha das 13h às 22h. Índio tem 36 anos e é casado com Luci. Tem um filho de 20 anos chamado Fabiano. Um dos momentos mais marcantes nestes dois anos e meio de Clube foi o campeonato Banana Bowl, que ­aconteceu em 2012. “Veio gente de vários lugares, v­ ários jogos aconteceram simultaneamente, foi muito legal ­acompanhar de perto”, comenta. É exatamente esta movimentação o que Índio mais ­gosta de trabalhar no Bela Vista Country Club. Segundo ele, as pessoas são muito acessíveis. “É bom trabalhar em um lugar com muita gente diferente o tempo todo”, finaliza.

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CULT

Imagens: Divulgação

colegas Todo mundo já assistiu algum filme que deu vontade de sair correndo por aí atrás dos seus sonhos. Stalone (Ariel Goldenberg), Aninha (Rita Pokk) e Marcio (Breno Viola) resolveram fazer isso. Após fugirem de um i­nstituto para pessoas com síndrome de Down, roubam um carro e partem atrás dos desejos de ver o mar, casar com um cantor e voar. Esta é a história do primeiro longa-metragem brasileiro protagonizado por atores com Síndrome de Down. Inspirado nos filmes Thelma & Louise (1991) e Little Miss Sunshine (2006) – em ambos os personagens resolvem fugir da vida cotidiana atrás de seus sonhos -, Colegas estreou em 1º de março deste ano nos cinemas e já está disponível nas locadoras em DVD e Blu-ray.

a culpa é das estrelas O mais recente livro de John Green tem feito muito sucesso em todo o mundo e, agora, ficou conhecido no Brasil. A Culpa É Das Estrelas (­Editora Intrínseca) conta a história de Hazel, uma paciente terminal. O livro começa quando ela é diagnosticada, mas não demora para que o enredo dê uma reviravolta que tem nome – Augustus Waters. O garoto que aparece em uma reunião do Grupo de Apoio a Crianças com Câncer logo entra na vida de Hazel e, juntos, eles preenchem as páginas em branco do último capítulo dessa história. Quando foi lançado, em 2011, A Culpa É Das Estrelas ficou em primeiro lugar na lista de best-sellers da Amazon.com e Barnes & Noble e está há mais de 20 ­semanas entre os mais vendidos no país pela revista Veja.

THE MDNA Tour - Madonna Com 30 anos de carreira, a diva do POP, Madonna, continua mostrando um espetáculo em seus shows. Sua última turnê, The MDNA Tour, já passou por 30 países diferentes, entre eles o Brasil. Com um público de mais de três milhões de pessoas, conquistou o título de segunda maior turnê de todos os tempos de uma artista feminina. Com duas horas de puro glamour e algumas performances polêmicas, o DVD da sua turnê foi gravado no mês de agosto de 2012, em Miami. Clássicas como “Like a Virgin”, “Express Yourself” e “Vogue”, são parte do repertório alucinante desse show hipnótico e sensual da diva. envie sua sugestão! Que tal compartilhar com os leitores da Revista Mais Bela o seu filme favorito? O melhor livro que já tenha lido? Ou até mesmo a sua playlist atual? Envie sugestões para: design@clubebelavista.com.br

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NOVOS SÓCIOS

NOVOS SÓCIOs (1º semestre 2012) Joice Zimmermann Gonçalves Renato Bork Edson Schwartz Edson Sidney Possamai Tiziana Cristina Peroni De Manzano Izenildo Dos Santos Machado Isaira Maia De Lima Jair Decio Rocha Mauro Julio Steinhausen Mauro Marcelo Mattos Ana Lucia Koch Guilherme Torres Leoberto Jose Krauss Filho Adilson Claudio Oberthier Rogerio Kuritza Rafael Rolow Graziela Clara Bertelli Pinto Silva Adenilson Leite João Ademar Misturi Sandro Tobias Fabiano De Souza Rodrigo Lenzi Gilliard Testoni Teresa Cristina Zimmernann Ramos

João Vitor Zimmermann Geovaerto Deggau Giovani Bianchi Rafael Andre Dos Santos Wiviane Da Trindade Silva Rosangela De Souza Nogueira Mota Alecson Adriano Deschamps Erivaldo Reinert Maria De Lurdes Marques Vinicius Henrique De Souza Rubem Samuel De Souza Junior Rubem Samuel De Souza Amauri Berckenbrock Allan Dirk Weber James Alexander Toldo Balbinot Antonio Baliarda Tomas Marcelo Kamchen João Ferreira De Assis Carlos Alberto Ferreira Juliano Fonseca Tonello Sergio Augusto Skrobot Joao Victor Velho Da Silva Correa Sandra Regina Feler Michel Akrouche

Joao Carlos Redin Hernani Jose Pamplona Junior Jair Pacheco Antonio Gaspar Gerent Junior Daniel Chiesa Marco Antonio Felisberto Fernando Volpi Daros Adilson Grahl Junior Alexandre De Souza Da Luz Guilherme Augusto Mattos Voltolini Alvacir Ropelato Andre Flavio Scheidt Filipe Guilherme Dietrich Rodrigo Alves Andrey Amorim Sant’ana Fabiano Luiz Leite Rafael Oneda Leonardo Furtado Da Silva Ronaldo Loos Ana Paula Pamplona Batista Da Silva Laerte Costa Alberton Cristiane Bernez Zaghini Ricardo Stein Thiago Protski Martins

Anselmo Wilwert Renata Cristiane Piva Marcos Alexandre Claudino Felipe Rafael Buerger Juliano Laszuk Batista Joao Batista Melo Alencar Sobrinho Robson Martins Larissa Weise Ana Raquel Pfau Cleiton Da Silva Eder Lazaro Quintino Pereira Maria Eliana Da Silva Gomes Marcelo Souza

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PALAVRA DO CONSELHO

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oi com grande satisfação que tive a honra de ter sido eleito Conselheiro do nosso Clube em março de 2013, ­compondo assim, esse órgão que é composto por ­valorosos e ­abnegados associados, com a função de discutirem os ­temas atuais e futuros do Bela Vista Country Club. Conforme estabelece o Estatuto Social do Clube, cabe ao Conselho ­Deliberativo: Art. 55º - O Conselho Deliberativo é o órgão de deliberação e ­orientação da sociedade, decidindo sobre todos os assuntos que lhe ­forem ­submetidos, exceto aqueles que fogem a sua competência. Art. 56º - Compete ao Conselho Deliberativo: - eleger o Presidente e o Vice-Presidente do Clube; - fixar o valor da jóia e da mensalidade do clube, deliberando ­também, sobre outras contribuições que vierem a serem propostas pela diretoria; - aprovar e revisar o Regimento Interno do Clube, elaborado pela ­Diretoria; - interpretar os presentes Estatutos, inclusive nos casos omissos. - receber e decidir em grau de recurso, como instância final, todas as apelações encabeçadas por qualquer sócio do clube, contra ato ou ­decisão da diretoria executiva. - julgar qualquer um dos seus membros, que tenha cometido falta ­passível de penalização, através de uma comissão processante formada por 3 (três) Conselheiros escolhidos pelo Presidente, os quais instruirão o processo e ao seu término solicitarão pauta para julgamento, ficando, porém impedidos de votar, inclusive o denunciado. - Todas as decisões do Conselho Deliberativo serão tomadas por ­maioria simples de votos, devendo estar presentes à reunião, no ­mínimo, a ­metade e mais 1(um) dos seus membros. - homologar os demais cargos da Diretoria Executiva de livre ­escolha do Presidente. - apreciar e deliberar sobre o orçamento anual, enviado no mês de ­novembro de cada ano, pela diretoria Executiva. - indicar auditoria independente, se necessária, para cumprir o ­disposto no artigo 68 deste Estatuto. (...) Art. 58º - O Conselho Deliberativo, dentre os seus membros,

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e­ legerá o presidente, vice-presidente e secretário na primeira reunião ordinária do mês de novembro, sendo que os eleitos tomarão posse no primeiro dia útil do mês de janeiro, subseqüente à eleição. (...) São de responsabilidade do Conselho, a aprovação de obras, dentro dos limites estabelecidos pelo Estatuto, como segue: Art. 41º - A alienação e constituição de ônus reais sobre bens imóveis terá validade quando autorizada pela Assembléia Geral, ­especificamente convocada para este fim, com voto de no mínimo 2/3 dos sócios v­ otantes presentes. Parágrafo Único - Ficam excluída do “caput” deste artigo a ­aquisição de bens móveis e de materiais com valor não superior a 150 (­cento e cinqüenta) salários mínimos, desde que aprovados, por m ­ aioria ­simples, pela Diretoria Executiva do Clube, e até 2.500 (dois mil e quinhentos) salários mínimos proposto pela Diretoria Executiva e aprovado pelo Conselho Deliberativo, em maioria simples, devendo para tanto haver recursos disponíveis em caixa e /ou garantidos para tal. Por fim, as normas e deliberaçãos tomadas pelos Conselheiros, em suas reuniões, após discussão e votação, devem ser respeitadas pelo ­Presidente Executivo como expresso no Estatuto: Art. 69º - COMPETE AO PRESIDENTE: (...) - superintender e fiscalizar a administração da Sociedade; - cumprir e fazer cumprir os Estatutos, o Regimento Interno, as ­decisões do Conselho Deliberativo e da Assembléia Geral; Assim, dentro das competências do Conselho Deliberativo, órgão esse sempre aberto em receber as sugestões dos associados, posto que os Conselheiros os bem representam, cumpre ainda informar que no ­próximo mês de Novembro, ocorrerá a eleição para a próxima ­Diretoria Executiva do Clube, cujo colégio eleitoral é formado pelos C ­ onselheiros. Importante salientar que todo associado pode ser candidato a ­Presidente e Vice do Clube, bastando para tanto o preenchimento dos requisitos Estatutários. Por fim, como sócio há mais de 15 anos, posso testemunhar que a ­participação nos diversos eventos proporcionados pelo Clube tem ­trazido a renovação de amizades e confraternização com várias p­ essoas que ainda não conhecia, gerando assim muitos amigos.


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Um pouco diferente, este ano a comemoração do 51º aniversário do nosso querido bela aconteceu no complexo da bocha com um super costelaço. confira os registros deste dia.

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um dia antes de completar 51 anos, o bela vista country club ganhou de presente um registro hist贸rico dos seus cinquenta anos. confira os cliques da noite.


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considerada uma das mais tradicionais provas de atletismo do sul do país, a 29ª meia maratona contou com a participação em massa de atletas internacionais, da região e principalmente dos nossos sócios. confira!



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