Issuu on Google+

(...)eu + meus projetos


(..)Qualquer solução improvisada para resolver um problema, geralmente do ambiente doméstico. — gambiarra —

proposta para mostra SUSTENTABILIDADE: E EU COM ISSO? selecionado para Terceira Bienal de Design em Curitiba


proposta para mostra SUSTENTABILIDADE: E EU COM ISSO? Selecionado para uma das Mostras da Terceira Bienal de Design em Curitiba - 2010 (http://www.bienalbrasileiradedesign.com.br)

O que queremos para o nosso mundo? Como devemos solucionar todos os problemas que nos acometem após anos e anos de ignorância? Estamos cumprindo metas ou apenas tapando buracos fazendo gambiarras prolongando, assim, nossos erros? Em nada adianta virmos apenas com discursos encantadores e palavras que acolhem nossa ânsia por um futuro melhor se não tomarmos medidas reais. Só conseguiremos efetivamente transformar todas as adversidades em oportunidades, se soubermos agir com inteligência e, assim, moldar um futuro melhor. Caso contrário, faremos apenas meras gambiarras que não sustentarão o peso de nosso confortável estilo de vida. O concurso teve como objetivo selecionar 10 propostas dentro do tema SUSTENTABILIDADE: E EU COM ISSO? de todo Brasil para um workshop exclusivo com Daniel Trench, Marcos Minini e Rico Lins, durante o N Design Curitiba. Os resultados obtidos neste evento fará parte do conjunto de msotra da Terceira Bienal de Curitiba.


(..)Conta-me o teu passado e saberei o teu futuro — confúcio —

proposta premiado no concurso de cartaz comemorativo de 20 anos de Design FATEA


Cartaz premiado em primeiro lugar no concurso de comemoração aos 20 anos de curso de design da Faculdades Integradas Teresa D’Ávila

O projeto começou com um questionamento: Como repesentar a importância de um curso de design ao longo de 20 anos sem ser óbvio, porém ao mesmo tempo simples e direto? Tendo esta premissa como condutora do projeto, iniciou-se um processo de pesquisa e reflexão. Tomei como base meu próprio curso (e todos os demais) para chegar no seguinte conceito “design é feito de pessoas para pessoas”. Caso contrário, quebra-se a essência desta área. Tendo este conceito como alicerce, fui mais fundo. E comecei a pensar que a experiência é fruto do tempo e que esta que conseguirá, na maior parte das vezes, chegar a algum resultado mais satisfatório possível. E como a sociedade mede o tempo? Com números. Eu tenho 22 anos, minha irmã 19 e meu irmão 25. De uma forma lógica e racional, adestramos a temporalidade a fim de mostrar nossa própria existência. E o que é mais belo nisso? Utilizamos tipografia como uma forma de traduzir este conceito simbolicamente. E foi o que fiz. Mesclei toda esta “piração” e construi uma composição simplista com diversas tipografias diferentes (cada uma simbolizando 1 ano). Porém, elas todas fazem parte de uma “massa” uniforme que aguarda os próximos anos que virão para a ela juntar-se.


O mundo dos fenômenos,tal como o percebemos com os nossos sentidos, é uma geléia amorfa, e atrás desses fenômenos encontram-se ocultas as formas eternas, imutáveis, que podemos perceber graças à perspectiva suprasensível da teoria. — Vilém Flusser —

proposta em dupla concurso - FAU MOSTRA 2009/2010 realizado em parceria com Vinicius Franulovic Viana Ganhador da menção honrosa do concurso


proposta em dupla concurso - FAU MOSTRA 2009/2010 realizado em parceria com Vinicius Franulovic Viana Ganhador da menção honrosa do concurso

O que é a boa forma no design? O que os designers fazem para o design? Tendo em vista que informar pode ter o mesmo sentido que fabricar de acordo com Rafel Cardoso, será que o designer está conseguindo construir para pessoas, ou meramente para consumidores? Qual a função do design para uma sociedade que vive inserida num contexto no qual consumir, e não refletir, tornouse moda? Pode-se mudar este contexto? Podemos abrir os olhos dos designers? O que é um cartaz? Algumas destas frases (por mais desconexas que sejam) foram as provocações necessárias para chegarmos no resultado deste cartaz. O contexto conservador da FAU fez com que nos déssemos o direito de questionar e refletir até que ponto um determinado método e pensamento seria o mais próximo do pensar como designer e agir com o design. Direto. Provocativo. Angustiante. Fácil. Reflexivo. Polêmico. Foram alguns dos pré-requitios que adotamos para chegar neste resultado onde enaltecemos questões que o design muitas vezes ignora, porém que fazem parte da profissão.


É sabido que a grande diferença do homem consiste em fabricar ferramentas separadas, transportando-as apenas quando quiser. Ou seja, se um inseto carrega um ferrão, carrega-o continuamente — Ezra Pound

proposta individual concurso - FAU MOSTRA 2009/2010


proposta individual concurso - FAU MOSTRA 2009/2010

“As máquinas são simulações dos órgãos do corpo humano” (...) Assim inicia o capítulo A ALAVANCA CONTRA-ATACA do livro O Mundo Codificado de Vilém Flusser. O ser humano, em busca da potencialização de suas habilidades intrínsecas, começou a utilizar ferramentas. Porém, tendo em vista que as ferramentas são simulações do próprio corpo humano a fim de esquivar das próprias limitações impostas pela naureza, as ferramentas são fruto da própria evolução do ser humano. Com isso, a série de cartazes refletem este diálogo entre homem-ferramenta e como elas estão estritamente ligadas às vontades, limitações e superação pela criatividade inovadora do ser humano.


Agir é construir, destruindo — Teixeira Pascoaes —

diagramação jornal - exercício FAU/USP - 2010


diagramação jornal - exercício FAU/USP - 2010

A proposta deste projeto teve como base a construção da diagramação de um jornal. Porém, logo na fase inicial do planejamento, surgiram as dúvidas: Qual é o propósito deste material visto que cada dia que passa esta mídia vem sendo questionada? O jornal como conhecemos sobreviverá à ascensão dos e-readers, e-books, ou mesmo da assinatura on-line? O jornal está fadado a desaparecer? Após uma pesquisa e uma breve leitura do livro CULTURA DA CONVERGÊNCIA, de Henry Jenkins, concluí que o jornal não irá exinguir. A experiência da leitura neste material traz sensações que, possivelmente, a internet e os meios digitais não irão conseguir atingir. Porém, em nada adianta não trazer novas sensações e experiências para o papel e enriquecê-lo não só com conteúdo, mas com conceito. Desta forma, resolvi fazer um projeto gráfico, no qual a experiência e a sensação visual ultrapassam a tradiconal leiturabilidade e legibilidade. Para tal, criei uma opção mais tradicional para a partir desta, construir algo da desconstrução.


TRAÇA

Título: Nation branding, a construção e comunicação de uma identidade.

O Mundo em 12 x 12

- “a iniciativa trouxe grandes mudanças na percepção de investidores, ao mesmo tempo em que colocou o país no mapa do turismo e dos negócios mundiais.”

17 de maio de 2010 | Ano 01 | Número 01 | edição 01 | distribuição gratuita

Quando a capa do cd define a cara da época Quando abro meu iTunes e me deparo com um sem número de imagens distintas preenchendo as capas dos quase 35Gb de álbuns que guardo em meu notebook, sem dúvidas não lhes dou a devida atenção. Talvez alguma atenção, mas com certeza não a que cada uma merece individualmente. Foi pensando nisso que, num desses sábados em que algumas horas livres aparecem sem a menor explicação, dediquei um tempo a analisar a importância das coverflows de alguns álbuns.

A Identidade Nacional costuma ser definida como o sentimento de pertencimento a um país partilhado por um grupo de pessoas. Esse sentimento se baseia em conteúdos que variam de pessoa pra pessoa, mas há sempre pontos comuns que definem mais claramente a cultura de um povo. No entanto, a imagem que uma nação tem de si não é sempre a mesma que tem o resto do mundo. A falta de conhecimento somada ao imaginário coletivo a respeito de determinado país, acaba distorcendo sua imagem diante do mundo, algumas vezes em seu benefício e outras, trazendo prejuízo ao local.

Como a nova tendência de comunicação visual dos países os tem tornado mais parecidos com empresas do que Estados. Forma, Diálogo e Fluidez: memória e formação da identidade

continua pag.6>> “o que explica o fato de tantas pessoas que nunca vivenciaram determinada situação incorporarem a correspondente memória à sua identidade?”

continua pag.4>> A ponte que liga visualmente as idéias das músicas, das letras, dos timbres, do comportamento de determinada banda ao público que ela pretende atingir (...)

Atravessando rios

De que é feito o corpo? Os dentes, os olhos, a pele, as tripas, seriam eles os componentes, os portadores daquilo que é uma pessoa? Talvez até a metade do século XX pudesse se afirmar que o continente da essência do Homem é o corpo. Não mais. Por mais que a medicina ainda lide com o sangue e tecidos orgânicos, não se trata mais da forma dada, mas da forma imaginada: o corpo agora é plástico. E os padrões de beleza mudam para acompanhar essa liberdade de ação sobre o inevitável vasilhame individual.

ato mais sem poesia que digitar? Ato mecânico,

que ao obter-se a resposta, ter-

feitas inúmeras renúncias. Renunciar significa que, pelo menos naquele momento, que você foi capaz de escolher o melhor para aquele ação. Há uma citação de Nietzsche que diz que “Quando se renuncia completamente a uma coisa e por muito tempo, se porventura a voltamos a encontrar, quase acreditamos que a descobrimos; e qual não é a felicidade do homem que descobre!(...) E que maior felicidade de experimentar diferentes papeies de carta com inúmeras canetas? O ato de apagar é por si só o rumo interrompido. No computador, em três ou dois cliques (para os experientes) apagam-se todas páginas possíveis e inimagináveis. inteiro escrito de uma Agora, tente apagar um

caderno

ponta a outra. Isso se o escritor for suficientemente cuidadoso de ter escrito suas memórias em lápis, pois se for a caneta, só as traças poderão fazer o serviço. A escrita manual te torna uma memória. Deixar de escrever com suas próprias palavras é abandonar suas raízes, sua

Como Vergílio Ferreira (Escritor/Ensaísta/ Professor português) dissera: “Escrever é ter companhia do outro de cultura, seus conhecimennós que escreve” tos e vivências eu em prol de uma padronização.

A escrita manual carrega informações que a linguagem via computador não carrega. Retiramos grafite (ou da tinta) o que somos até aquele momento. E o do

TRAÇA

“o que explica o fato de tantas pessoas que nunca vivenciaram determinada situação incorporarem a correspondente memória à sua identidade?”

continua pag.6>>

Tecnicamente, “grafologia é o estudo e a análise da escrita, em especial que tange a psicologia humana”. Ela é por vezes utilizada na medicina para identificar casos de doenças mentais, porém é pouco aceita por basear-se na subjetividade. Todavia, está ocorrendo uma universalização da escrita, devido a crescente utilização do computador, em detrimento do lápis e da caneta. O que será que estamos ganhando e perdendo com isso? Rapidez. Agilidade. Legibilidade. Leiturabilidade. Acessibilidade. Compreensibilidade. Superficialidade. Mas sem: Autenticidade. Particularidade. Paciência. Profundidade.Identidade.

continua pag.5>>

continua pag.5>>

que seremos em nossas palavras escritas no amanhã nada mais do que é mera previsão. Se existe uma coisa que deveríamos sentir faltas é a incompreensão das letras alheias: “Mas que garrancho deste fulano”. Porém, sabemos que ali fulano se encontra. Hoje, recebemos um e-mail e se nosso antivírus permitir (e se nos permitimos) resmungamos: um e-mail.. Sim, saudosismo de coisas boas não é melancolia, mas crítica de algo com que se está perdendo. Estamos perdendo romantismo, estamos perdendo a caligrafia, estamos nos perdendo, estamos perdendo personalidade, estamos perdendo identidade.

Smeyes A popular defesa da identidade pessoal através da modificação física "É difícil reconhecer um corpo humano com tantas alterações, tão diferente daquilo que nomeamos nariz, olho, pele."

TRAÇA

arial(barra)corpo(barra) 10pt(barra)com(barra) espaçamento(barra) 14pt.ops...backspace. (barra).Consegue(barra) entender(barra)minha (barra)letra?(enter)

digitando. Se quero mudar o tipo de letra, vou no menu caracteres e altero a tipografia. Se quero aumentar a fonte basicamente faço o mesmo processo. E se erro? Basta utilizar o comando Backspace. Se preciso ir para outra linha utilizo enter e assim por adiante neste mundo do teclado de inúmeros códigos que em um instante realizam meus desejos. Mas, será que estou fadado a ser uma arial, uma garamond ou uma helvetica? Ou melhor, será que estas sabem quem eu sou? A escrita manual por si só já é uma poesia. Ela é um processo que se inicia em escolhas. Qual papel? Que gramatura? Que cor de caneta? Para quem? Pequenas perguntas se-á quase que instintivo. Neste exato momento, estou

A ponte que liga visualmente as idéias das músicas, das letras, dos timbres, do comportamento de determinada banda ao público que ela pretende atingir (...)

Divã de uma Bic

Tecnicamente, “grafologia é o estudo e a análise da escrita, em especial que tange a psicologia humana”. Ela é por vezes utilizada na medicina para identificar casos de doenças mentais, porém é pouco aceita por basear-se na subjetividade. Todavia, está ocorrendo uma universalização da escrita, devido a crescente utilização do computador, em detrimento do lápis e da caneta. O que será que estamos ganhando e perdendo com isso? Rapidez. Agilidade. Legibilidade. Leiturabilidade. Acessibilidade. Compreensibilidade. Superficialidade. Mas sem: Autenticidade. Particularidade. Paciência. Profundidade.Identidade. Digitar. Quer

Já na época pré-socrática, Heráclito dizia: “o homem não pode banhar-se duas vezes no mesmo rio”. Isto significa que uma pessoa, à medida que vive novas experiências e adquire novas memórias, modifica a si própria e a sua particular forma de ver o mundo, alterando sua identidade individual, que, portanto, se mostra fluída com o passar dos tempos. É por tal razão que não podemos querer nos colocar no lugar de outra pessoa, para julgar sua reação passional ou racional diante de determinado acontecimento, ainda que tenhamos passado por igual situação – não carregamos em nós as memórias e a identidade que levou àquela atitude. Mas a idéia de Heráclito não se resume somente à identidade(...)

Já na época pré-socrática, Heráclito dizia: “o homem não pode banhar-se duas vezes no mesmo rio”. Isto significa que uma pessoa, à medida que vive novas experiências e adquire novas memórias, modifica a si própria e a sua particular forma de ver o mundo, alterando sua identidade individual, que, portanto, se mostra fluída com o passar dos tempos. É por tal razão que não podemos querer nos colocar no lugar de outra pessoa, para julgar sua reação passional ou racional diante de determinado acontecimento, ainda que tenhamos passado por igual situação – não carregamos em nós as memórias e a identidade que levou àquela atitude. Mas a idéia de Heráclito não se resume somente à identidade(...)

“a iniciativa trouxe grandes mudanças na percepção de investidores, ao mesmo tempo em que colocou o país no mapa do turismo e dos negócios mundiais.”

De que é feito o corpo? Os dentes, os olhos, a pele, as tripas, seriam eles os componentes, os portadores daquilo que é uma pessoa? Talvez até a metade do século XX pudesse se afirmar que o continente da essência do Homem é o corpo. Não mais. Por mais que a medicina ainda lide com o sangue e tecidos orgânicos, não se trata mais da forma dada, mas da forma imaginada: o corpo agora é plástico. E os padrões de beleza mudam para acompanhar essa liberdade de ação sobre o inevitável vasilhame individual.

continua pag.6>>

Quando abro meu iTunes e me deparo com um sem número de imagens distintas preenchendo as capas dos quase 35Gb de álbuns que guardo em meu notebook, sem dúvidas não lhes dou a devida atenção. Talvez alguma atenção, mas com certeza não a que cada uma merece individualmente. Foi pensando nisso que, num desses sábados em que algumas horas livres aparecem sem a menor explicação, dediquei um tempo a analisar a importância das coverflows

continua pag.8>>

A Identidade Nacional costuma ser definida como o sentimento de pertencimento a um país partilhado por um grupo de pessoas. Esse sentimento se baseia em conteúdos que variam de pessoa pra pessoa, mas há sempre pontos comuns que definem mais claramente a cultura de um povo. No entanto, a imagem que uma nação tem de si não é sempre a mesma que tem o resto do mundo. A falta de conhecimento somada ao imaginário coletivo a respeito de determinado país, acaba distorcendo sua imagem diante do mundo, algumas vezes em seu benefício e outras, trazendo prejuízo ao local.

17 de maio de 2010 | Ano 01 | Número 01 | edição 01 | distribuição gratuita

"É difícil reconhecer um corpo humano com tantas alterações, tão diferente daquilo que nomeamos nariz, olho, pele."

continua pag.5>>


O nosso eu é edificado pela superposição de estados sucessivos. Mas essa superposição não é imutável, como a estratificação de uma montanha. Levantamentos contínuos fazem aflorar à superfície camadas antigas — Marcel Proust

projeto experimental - FAU/USP - 2010


projeto experimental - FAU/USP

“A linha consta de um número infinito de pontos, o plano, de um número infinito de linhas; o volume, de um número infinito de planos, o hipervolume, de um número infinito de volumes... Não, decididamente não é este, more geométrico, o melhor modo de iniciar meu relato (...)” E assim começa o conto o Livro de Areia de Jorge Luís Borges. Como conseguir transmitir visualmente (utilizando principalmente tipografia) os conceitos implícitos nas linhas deste conto? Partindo do conceito de camadas infinitas e sobrepostas, adquiri malas gráficas de um gráfico chamado Heyder enquanto fazia suas impressões lá no Sesc (onde eu fiz estágio). Em cada folha, apesar da aleatoriedade com a qual era posta folha a folha para, simplesmente, ajustar as máquinas, incoscientemente, formavamse belas composições de impressão para impressão. Em cada uma dessas composições, encontravam-se informações justapostas que não necessariamente conversavavam e nem faziam parte do mesmo contexto, porém que podiam ser vistos conjuntamente, formando uma única peça.


O Brasileiro é o Português dilatado pelo calor —Eça de Queiroz —

Cartazes selecionados para exposição do concurso do Vale do Aço - MG 2008 e 2009 com as temáticas de Bossa Nova e Carmen Miranda, respectivamente


Cartazes selecionados para exposição no Vale do Aço - MG Selecionados para exposição 2008 e 2009, com os temas BOSSA NOVA e CARMEN MIRANDA, respectivamente.

“Olha que coisa mais linda Mais cheia de graça É ela menina Que vem e que passa Num doce balanço, a caminho do mar” (Tom Jobim) A primeira proposta realizada teve como temática a Bossa Nova. A construção deste cartaz faz referência direta ao nascimento de um movimento em plenas águas da capital fluminense. Tentei extrair o momento de inspiração de um daqueles poetas caminhando na beira das orlas cariocas.

“O que é que a baiana tem? O que é que a baiana tem? Tem torso de seda tem (tem) Tem brinco de ouro tem (tem) Corrente de ouro tem (tem) Tem pano da Costa tem (tem) Tem bata rendada tem (tem) Pulseira de ouro tem (tem) E tem saia engomada tem (tem) Tem sandália enfeitada tem (tem) E tem graça como ninguém...!” (Carmen Miranda) O segunda proposta teve como temática Carmen Miranda. Uma das artistas que revelou muito para o mundo um pouco das emoções e sentimentos intensos do Brasil. Em sua cabeça sempre carregava todo tropicalismo e identidade brasileira e com todo amor em seu coração enchia o ambiente com calor, feminilidade e sensualidade.


“Não basta ela parecer honesta - tem que ser honesta” —Adaptação da frase sobre a mulher de Cesar —

Diversas marcas criadas para os mais variados clientes


Marcas criadas durante gestão da empresa Junior de design da Unesp e estágio do SESC.

“Marca é a representação simbólica de uma entidade, qualquer que ela seja, algo que permite identificá-la de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença, uma simples pegada. Na teoria da comunicação, pode ser um signo, um símbolo ou um ícone. Uma simples palavra pode referir uma marca.”(Wikipedia) Segue diversas marcas criadas nestes 3 anos. Inicialmente, apresento os projetos realizados durante minha gestão na empresa Junior de Design da UNESP - BAURU foram realizados todos em equipe. Desta forma, ressalto que eles não possuem uma única autoria, mas participaão de todas daquela gestão no qual fiz parte. Na página conseguinte, é um projeto realizado durante o estágio no SESC. É uma marca criada para Festa Junina de 2010 sobre a temática de Festa Junina que resultou na identidade de todo evento.*

* Os conceitos completos das marcas não foram descritos, senão ocupariam uma considerável área neste portfólio.


Proposta criada para empresa júnior de informática da UNESP - Rio Claro

Proposta escolhida Proposta criada para empresa júnior relações públicas da UNESP - Bauru

Proposta escolhida Proposta criada para uma empresa de em Bauru

Proposta escolhida Proposta criada para um departamento da UNESP - BAURU

Proposta escolhida Proposta criada para projeto sobre a terceira idade e sua relação com as mídias emergentes da UNESP - BAURU

Proposta escolhida Marcas criadas para o projeto minuto consciente (programa exibido no canal UNESP) que estava vinculado agência propagação


Marca criada para festa junina de 2010 com a temática CIRANDA DO NORTE. Optou-se por projetar uma marca que pudesse se adequar para os mais variados usos mantendo a identidade. Para tal utilizou-se uma alfabeto de ícones da região norte brasileira com um tipografia marcante e descontraída, seguida de uma assinatura manuscrita dos subtemas.


Marca desenvolvida para um restaurante no Rio Grande do Sul a beira da praia com enfoque em comidas marítmas. Foi desenolvido todos materiais gráficos para o projeto (cartão de visita, cardápios, etc). Não houve registro fotográfico dos materiais.


Marca desenvolvida para fotógrafa Luna Garcia para seu Estúdio de fotografia voltado para área gastronômica, chamado Estúdio Gastronômico. Foi realizado, em parceria, toda papelaria do estúdio (sem registro fotográfico)


Projeto, criação e implementação do restaurante Barbacoa Milão.


1. Fachada do restaurante em milĂŁo 2 e 3. Design de interiores e alguns itens da papelaria sobre a mesa.


(...)+ alguns projetos

1. Projeto da matéria design de embalagem ministrada na USP - projeto gráfico (rótulo) e de produto (vidro para doces, compotas e conservas para produção standard) 2. Cartaz realizado durante minha gestão na empresa junior da Unesp para um evento de química 6 grande universidade públicas paulistas - 2008 3. Cartaz experimental FAU/USP - Tipografia - 2009 4. Panfleto criado para o SESC Itaquera em memória de Braguinha - 2009 5. Materiais diversos criados durante estágio no Sesc - 2009 6. Livreto criado para matéria de História da Arte na FAU - 2009 7. Panfleto criado para matéria de História das Técnicas na FAU sobre Matta-Clark e Jum Nakao - 20


Créditos

Contexto Histórico

Felipe Maruyama Gabriel Rodrigues Karina Izumi

“Os trabalhos gráficos de Toulouse-Lautrec (...)”

História do Cartaz “Um cartaz é, geralmente, um papel afixado em paredes (...)”

Toulouse Lautrec

Uma vida | muita influência

O Artista “Henri Marie Raymond de Toulouse-Lautrec Monfa foi (...)”

Cartazes de Toulouse

Bibliografia

Contexto Histórico “Os trabalhos gráficos de Toulouse-Lautrec (...)”

Divan Japonais, 1892-3


Felipe Massami Maruyama fe.massami.m@uol.com.br / felipe.maruyama@usp.br / f.massami.m@gmail.com (11) 94229191


Portfolio_felipe massami maruyama