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Outubro 2013 • Nº 62

Especial Infância:

Crianças Especiais Inclusão é desafio para sociedade, que ainda precisa aprender a dar oportunidades iguais a quem é diferente

E mais:

Saiba o que fazer quando o amor parece ter esfriado


Editorial

Mudança de Hábito

Pr. Ailton Gonçalves Desidério

A Primeira Igreja Batista em Lins tem sessenta e seis anos de organização e, no decorrer de todos esses anos, ela tem crescido junto com o bairro. Quando a igreja começou suas atividades na atual sede, as principais ruas do bairro não eram tomadas por tantos prédios como hoje. O comércio era modesto e os engarrafamentos simplesmente não existiam. Hoje em dia... só a Graça! Dessa forma, queremos retornar um pouco no tempo e apresentar alguns dados importantes e pitorescos do nosso bairro. Em 1954, o Imperator foi inaugurado, ostentando o título de ser, naquela época, a maior sala de cinema da américa latina e um dos mais badalados espaços de shows da cidade. Em 1963, foi inaugurado o shopping do Méier, o primeiro shopping center do país. Por conta desses e de outros fatores, como a proximidade com o centro da cidade, os bairros do Méier, Lins, Engenho de Dentro, Engenho Novo, e outros adjacentes foram crescendo cada vez mais. O bairro do Lins de Vasconcelos, por exemplo, era servido por diversas linhas de ônibus. Uma das mais antigas foi a linha 106, Lins-Urca (posteriormente, o número foi mudado para 442). Essa linha atravessava o centro da cidade e fazia ponto final na praia da Urca, onde ficava a sede da antiga TV Tupi. A praia da Urca era point de farofeiros. Entre moradores mais antigos, praticamente todos já fizeram uma farofada nessa praia. A minha saudosa mãe fazia e eu bem que gostava. Porém, com o crescimento, vieram os problemas, como o surgimento de grandes áreas de pobreza nos morros que cercam e embelezam o bairro. Quando criança, tomava banho nas cachoeiras que desciam pelas encostas da estrada Grajaú-Jacarepaguá. Infelizmente, nos dias de hoje, elas estão praticamente mortas. A água cristalina se transformou em água altamente poluída, valas negras, esgoto a céu aberto. Uma pena. Os morros que cercam o bairro, onde a grande maioria das famílias que lá residem são formadas por pessoas honestas, trabalhadoras,

foram se transformando em guetos de violência, por conta do tráfico de drogas. A violência cresceu de forma assustadora e gerou a cultura do medo, do isolamento. Por esses e muitos outros motivos nós não nos conhecemos mais. Também não nos cumprimentamos mais. Estamos andando tão rápido que nem mais um “oi” estamos dando uns para os outros. Mesmo a igreja tem se isolado, se fechado. Até parece que estamos defendendo a nossa crença como se alguém quisesse roubá-la. Não tem sentido agir e viver dessa maneira. Como igreja, nós queremos melhorar. Queremos construir novos relacionamentos e reconstruir os relacionamentos perdidos. Queremos promover e cultivar a paz entre os homens de boa vontade. Como igreja, queremos mudar os nossos maus hábitos. Não queremos ficar fechados, trancados entre quatro paredes do prédio que alguns, equivocadamente, chamam de igreja. Queremos construir relacionamentos. Jesus gostava de gente e por isso andava pelas ruas, conversava com as pessoas, brincava com as crianças, escutava o lamento dos que sofriam, curava os enfermos, abençoava os que queriam ser abençoados e salvava os que queriam ser salvos. Jesus não aceitou o hábito dos legalistas, dos escribas e fariseus, que se achavam superiores. Na verdade, Jesus nunca hesitou em quebrar todos os protocolos, as regras, para abençoar uma pessoa. Nós queremos ser como Jesus. Esse é o nosso alvo. Essa é a nossa meta. A Primeira Igreja Batista em Lins quer ser cada vez mais uma igreja aberta aos relacionamentos e acolhedora de pessoas. Uma agência de serviços do Reino de Deus. Queremos servir a Deus servindo as pessoas. Não queremos que os nossos maus hábitos, os nossos costumes, e, mais do que isso, o nosso mal testemunho impeçam qualquer pessoa de vir a Cristo e ter o pleno conhecimento da verdade. Portanto, seja sempre bem vindo em nosso meio. Nós estamos de braços abertos para receber você e sua família.


Opinião

A força de um povo As recentes manifestações no Brasil trazem a expectativa de transformações políticas e mostram aos representantes políticos o poder do povo nas ruas por Marcelo Barroso

“Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Constituição da República Federativa do Brasil/1988, artigo 1º, parágrafo único. Finalmente depois de muito tempo, temos vivido esta expressão como realidade em nosso país, o gigante não está mais adormecido, pelo menos aparentemente. As manifestações e protestos iniciados, principalmente a partir do mês de junho deste ano, mostraram a insatisfação dos brasileiros com a corrupção, com as manobras políticas, as promessas vãs, a volta da inflação, entre tantas outras coisas. Enfim, a insatisfação é muito mais profunda do que qualquer um poderia prever. Como já lemos e ouvimos em tantos meio de comunicação: “não é apenas por 20 centavos”, em referência ao aumento do preço das passagens de ônibus em algumas cidades do país. Há poucos dias atentei para a expressão de um jovem manifestante, publicada em uma revista de grande circulação nacional: “não estou aqui pelo meu emprego – não estou aqui pela baderna – não estou aqui por partido político – estou aqui pelo que é justo”. Parafraseando a fala do Salmista: “Justo és, ó Senhor, e os teus juízos são retos” (Salmo 119.137) - percebemos o quanto o

povo brasileiro amadureceu e entendeu que não pode mais ser enganado. Como dito anteriormente, parece que o gigante (o Brasil) aparentemente acordou, mas será que seremos capazes de lidar com essa democracia, ou poder exercido pelo povo? E o povo de Deus, tem consciência da justiça do nosso Deus? Através da democracia, elegemos aqueles que nos representam politicamente, embora em muitas situações, escolhendo mal e depois vamos para as ruas reclamar. Temos uma grande arma a nosso favor: o voto - basta sabermos usá-la. A palavra de Deus nos lembra ainda que toda pessoa tem que estar sujeita às autoridades superiores, pois não há autoridade que não venha de Deus (Romanos 13.1), portanto, todo tipo de protesto, sendo pacífico, é válido. Que possamos neste momento de crescimento e transformação política, entender qual a vontade de Deus para esta fase, afinal, ao longo da nossa História, e até mesmo da Bíblia, ocorreram diversas modificações a partir de manifestações populares e consequente aprovação de Deus. Que possamos declarar: “Pois os que ouvem a lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão se ser justificados” (Romanos 2:13). Que isto sirva para todos!

“Que possamos neste momento de crescimento e transformação política, entender qual a vontade de Deus”

Ação Social por Madalena Bitencourt

Uma história de amor “É possível receber sem amar, mas é impossível amar sem dar”. Há alguns domingos atrás, ao chegar à igreja, presenciei uma cena, que vou chamar de Uma história de amor. Começou assim: - Bom dia, Valdemir. - Bom dia. Ele respondeu. - Tome, essa é minha contribuição para campanha do quilo que a irmã Madalena fez, domingo passado, na classe da EBD. - Obrigado Irmã, respondeu ele. Era uma irmãzinha, beneficiada com a cesta básica que a igreja distribui mensalmente, dando sua contribuição. Em silêncio e emocionada, dei-lhe um abraço apertado. Pensei: que linda cena de amor.

Ela recebe uma cesta básica e ainda assim faz sua doação. É a história bíblica se repetindo na realidade. Estava ali a viúva pobre, ela deu tudo o que tinha, porque deu com amor. Como precisamos aprender o que é generosidade, o que é amar... Eu li em algum lugar: “Que, para receber, não precisamos de amor, mas, para dar, precisamos amar”. Paulo, em I Coríntios 13, diz que “ainda que distribuísse toda a minha fortuna para o sustento dos pobres e não tivesse amor, nada seria”. Se quisermos ser semelhantes a Deus, precisamos aprender a dar com amor, para suprir as necessidades de nossos irmãos e dos

amigos que batem a nossa porta. Devemos dar o melhor, não o que sobeja de nossa mesa, porque correremos o risco de não dar nada. Precisamos amar primeiro, depois dar. Sabe por quê? “Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele, que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” ( João 3:16). “Deem aos outros, e Deus dará a vocês. Ele será generoso, e as bênçãos que ele lhes dará serão tantas, que vocês não poderão segurá-las nas mãos”..(Lucas 6:38 – NTLH) Qual é a nossa capacidade de dar e receber? Qual o tamanho do nosso amor?


Capa

Crianças especiais, sejam bem vindas! No mês das crianças, por que não falar das nossas queridas crianças especiais? por Ana Maria Martins Pereira Desiderio Reis - Pedagoga e Arteterapeuta - Professora do Ensino Especial – Instituto Municipal Helena Antipoff

A criança especial deve ser considerada diferente sim, afinal, todos nós somos diferentes. O que não podemos deixar é que essa diferença se transforme em uma desigualdade. Nós temos que oferecer a mesma possibilidade que oferecemos às outras crianças à criança especial. Não temos o direito de rotular ninguém. A inclusão social tem sido um movimento de possibilidades dentro da sociedade, portanto, precisamos também inseri-la dentro da igreja. Incluir não é apenas aceitar o diferente, mas sim assegurar todo acesso de oportunidades. A inclusão das crianças na igreja é mais um desafio que precisa ser assumido. Sabemos que falar de inclusão é fácil, o difícil é fazer acontecer. Necessitamos mudar valores e realizar trabalhos que impeçam a exclusão dessas crianças.

São muitos os tipos de deficiência, algumas bem conhecidas por nós, como: deficiência auditiva, deficiência visual, deficiência motora, deficiência intelectual, dislexia, autismo, síndrome de Down etc. É importante compreender que as crianças com pouca habilidade social não são inconvenientes porque querem. Elas têm dificuldade para julgar o que é ou não pertinente a cada momento. Elas precisam de ajuda para entender as diferentes situações sociais. Eu ousaria dizer que vivemos numa sociedade cheia de preconceitos e desigualdades. Vale ressaltar que a desigualdade é o não respeito à diferença. Mas se faz necessário lembrar que todos nós temos alguma deficiência: algumas mais perceptíveis, outras não. Você gostaria de ser excluído pela sua deficiência?

Atualmente, trabalho com uma turma de crianças com Transtorno Global do Desenvolvimento (TGD). São manifestações de síndromes (exceto síndrome de Down) e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos, que ocasionam atrasos no desenvolvimento e prejuízos no relacionamento social. Posso dizer que conviver todos os dias com os meus alunos me fez perceber que eles podem e devem ser vistos além da aparência e da forma de comunicação, se forem dadas as oportunidades de avançarem nos seus potenciais. As famílias de crianças especiais também precisam de orientação, encorajamento, força e da tal expressão “tamo junto”. Ser pais de filhos especiais não é nada fácil. Precisam de força, apoio e do sustento em oração. Sei que é uma missão muitas vezes


Especial Infância

É bom demais!

No mês em que comemoramos o Dia da Criança, que tal refletir sobre as referências que os nossos pequenos têm recebido em casa? A família é o melhor lugar para aprender de Deus, e crescer espiritualmente é o maior presente! por Elaine Teixeira

“Se você tem uma criança especial em casa, saiba que Deus te escolheu para fazer a diferença na vida dela. Por que você? Não nos cabe questionar. Deixe Deus ser Deus!” difícil, mas se você tem uma criança especial em casa, saiba que Deus te escolheu para fazer a diferença na vida dela. Por que você? Não nos cabe questionar. Deixe Deus ser Deus! Indo um pouquinho mais longe: devemos aprender com Jesus. Jesus jamais deixou de se importar com alguém. Ele sempre deu o Seu amor, estendeu a Sua mão, derramou a Sua benção. Jesus é o nosso Mestre por excelência. É o primeiro a nos ensinar a não fazer acepção de pessoas. Não importa se com limitações ou não, eu creio que: “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e aqueles que nele habitam.” (Salmo 24.1) “...Ele mesmo é quem dá a respiração e todas as coisas; e de um só fez toda a geração dos homens...” (Atos 17. 25,26) Somos todos muito especiais para Deus!

“É bom, é muito bom ter Jesus no coração, viver com Ele, juntinho Dele, é muito bom ter Jesus no coração.” Essa música eu aprendi quando criança com a saudosa tia Nina, uma serva de Deus que se preocupava em passar as verdades bíblicas para os pequeninos com muito amor, alegria e dedicação. Meus pais sempre tiveram o cuidado de passar os ensinamentos bíblicos e assim aprendi que ter Jesus bem juntinho de mim era tudo de bom. Na Escola Bíblica Dominical, ocorria um reforço do que era ensinado dia a dia pelos meus pais, minhas referências na infância dos ensinamentos bíblicos. Como é que nós, que somos pais, temos referenciado as verdades bíblicas para os nossos filhos? Precisamos ter por referência Jesus Cristo! “Vocês são filhos queridos de Deus e por isso precisam ser como ele”. Efésios 5.1. O tempo de mostrarmos é agora que somos filhos de Deus. Então imitem a Cristo. Pais, tenham o coração voltado para as coisas de Deus, mostrem para o seu (a) filho (a) que ter Jesus é tudo de bom! Amar a Deus, obedecer e fazer a vontade Dele é o melhor para uma vida feliz! Pais, ensinem as verdades bíblicas para seus filhos, assim teremos crianças caminhando com intimidade e experiências com Jesus, crianças que adorem e louvem a Deus pelo que ele é e pelo que ele faz, crianças preocupadas em ter um coração voltado para o estudo da palavra de Deus. No mês de outubro, as crianças ficam em evidência e têm um dia específico: o dia 12. Como pais, queremos presenteá-las

nessa data com o fim de homenageá-las. Sem dúvida que é bom poder presentear, pois elas ficam muito felizes, mas é importante lembrar que é apenas um dia que se investe tanto para agradá-las, quando deve haver a mesma preocupação com todos os outros dias.

“Como é que nós, que somos pais, temos referenciado as verdades bíblicas para os nossos filhos? Precisamos ter por referência Jesus Cristo!” É preciso ter cuidado, pois deve-se investir tempo de qualidade para nossos filhos. Ensine a palavra de Deus, ore junto com seu filho (a), passeie, brinque, sorria, veja um filme com ele (a), sente para conversar com ele (a) e ouvi-lo (a). Demonstre cuidado, buscando-o (a) na escola, fazendo o dever de casa com ele (a). Participe das reuniões e festividades na escola, esteja presente no dia a dia de seu filho(a), porque as crianças precisam saber que seus pais são verdadeiros discípulos de Jesus e que os valores ensinados engrandecem o nome Deus! Crianças são verdadeiros adoradores em todo tempo! Tenha Jesus no coração e uma vida de amor, praticando as verdades bíblicas.


Saúde

Colesterol ainda é vilão dos brasileiros Nível alto de colesterol é fator de risco para doenças do coração. Saiba como manter ou alcançar as metas ideais e ter mais qualidade de vida

Cuidados com a pele: previna as manchas! por Drª Ana Maria Malta - Médica Dermatologista

por Dr. Carlos José F. Cardoso – Cardiologista - Colaborador do Projeto Amizade

Não temos muito o que comemorar em nosso país quando o assunto é colesterol, já que infelizmente os valores encontrados em nossa população vem se elevando nas últimas décadas, inclusive com o acometimento de um boa parcela de nossas mulheres e crianças. Certamente, precisamos dar a devida atenção aos distúrbios do colesterol, pois é uma das causas da chamada aterosclerose, patologia que obstrui as artérias, sendo um importante fator de risco para as doenças cardiovasculares que têm alta taxa de mortalidade mundial, como o infarto cardíaco e o acidente vascular cerebral, conhecido com “derrame”. O colesterol é um elemento do sangue que participa, dentre outras situações, da composição de algumas células, nervos, hormônios, secreções digestivas, além de participar na produção da vitamina D. A sua metabolização ocorre através da atividade do fígado e, quando isto não ocorre eficientemente, temos a elevação dos níveis de colesterol no sangue. O colesterol elevado pode ter origem familiar, pode ser consequência de problemas clínicos diversos e até do uso de medicamentos. Essa elevação geralmente não provoca sintomas, o que reforça a indicação da consulta médica e da realização de exames para dosagem do colesterol, inclusive para crianças acima de 10 anos de idade que possuam colesterol normal. Para os pacientes com história familiar ou história de dosagem elevada, recomendase acompanhamento médico com dosagem do colesterol no sangue ao menos anualmente. Alguns sinais clínicos, como dores abdominais, refletindo inflamação

do pâncreas e lesões características na pele, podem ser identificadas (xantelasmas e xantomas). As metas são: Colesterol= 200 mg/dl, HDL-c (Colesterol bom ) maior que 45 mg/dl, LDL-c (Colesterol ruim) menor que 160 mg/dl e Triglicerídeos menor que 150. Certamente, quanto mais riscos tiver o paciente, mais rigorosas serão as metas, por exemplo, para os pacientes diabéticos. O tratamento do “colesterol alto”, relevante problema de saúde pública, exige acompanhamento médico, mudanças do estilo de vida, com alimentação balanceada, perda de peso e prática de atividade física, que devem ser adotadas por toda a população. O tratamento medicamentoso será iniciado nos casos de maior risco, como nos pacientes que já possuam doença aterosclerótica cardiovascular, diabéticos, ou naqueles que não conseguem alcançar as metas apenas com as mudanças de estilo de vida. Lembre-se: pessoas com colesterol elevado geralmente não apresentam sintomas. Se, porventura, o seu está elevado, quero incentivá-lo a procurar acompanhamento médico e equipe multiprofissional, como nutricionista, psicólogo e educador físico. Mudar o estilo de vida é para todos. Saiba que ao suspender o medicamento por conta própria, o colesterol voltará a subir. Portanto, tende bom ânimo e alcance as metas! Esta vitória está ao seu alcance! “ Amados, acima de tudo,faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma.” 3 João:2.

A pele é o órgão que reveste o corpo. Pode apresentar manchas com as quais a pessoa já nasce e outras que surgem ao longo da vida. Estas podem ser causadas após ferimentos locais tais com: furúnculos, picadas de insetos, acne (espinhas), reações alérgicas a medicamentos, cosméticos, micose, roupas muito justas (sutiãs, cintas...), radioterapia, luz solar etc.

“Quando as manchas ou sinais na pele mudarem de cor, textura ou tamanho é necessário que se procure auxílio médico.”

As áreas da pele que mais refletem os efeitos nocivos da luz solar são: face, colo e braços. Observam-se nessas áreas manchas inestéticas acastanhadas e/ou esbranquiçadas que, com o passar do tempo, podem tornar-se ásperas e até sangrar. Por essa razão, é aconselhável o uso diário de protetores solares, não somente quando se vai à praia, piscina ou passeio ao ar livre. A prevenção é sempre melhor. Além da proteção solar, a alimentação balanceada, a ingestão de água e suco devem fazer parte dos cuidados que se tem que ter com a pele. Quando as manchas ou sinais na pele mudarem de cor, textura ou tamanho é necessário que se procure auxílio médico. O cuidado com a saúde do corpo é importante, pois ele é o templo do Espírito Santo.


Relacionamento

E quando o amor esfria? Diferenças cotidianas podem tirar o encantamento da vida a dois, mas diálogo e tolerância podem resgatar o que parece perdido por Almir Tabajara

Nossa neta está estudando para as provas do semestre, e o assunto é Ciências Naturais, um tema que todos nós já estudamos um dia, mas que deixamos de lado, embora vivenciemos isso no dia a dia. Um dos tópicos da prova será “Os Estados da Matéria”, e sabemos o quanto devemos entender e memorizar cada conceito. O casamento, embora pareça um despropósito a comparação, é a convivência de duas pessoas, de “matérias diferentes” (isto é, de origem, cultura e famílias diferentes) que procuram se consolidar, como em um amálgama de vidas e experiências, em quase 100% dos casos, totalmente diferentes. Pois bem, o que une pessoas e os leva ao casamento, em condições naturais e ideais, é o amor, o desejo de unir duas vidas para consolidar e eternizar um amor gostoso, com aquela necessidade de estar juntos e de se sentirem pertencendo ao outro.

No início do casamento, parece que não há espaço que comporte tanto amor, tanto afeto. Depois, com as lutas diárias, com o passar do tempo, com a descoberta das diferenças de gostos e opiniões, com o surgimento dos defeitos e manias, parece que, uma força sobrenatural, conspira para que aquele “encantamento” possa murchar a força do amor.

“É da natureza humana valorizar mais “os defeitos” que “as virtudes” A intolerância, a falta de paciência, e mesmo a incapacidade de suportar o outro manifestam-se, quer pela repetição daquilo que nos incomoda, quer pelas críticas ácidas sobre nossa maneira de ser. É assim, sempre foi assim e, certamente, continuará a ser.

Qual a validade do seu Casamento?

Encontro de Casais da Igreja Batista do Lins Setembro/2014 Um momento de reflexão, interação com outros casais e romantismo.

Inscrições abertas a partir dezembro

É da natureza humana valorizar mais “os defeitos” que “as virtudes”. A partir das críticas, da falta de amor, ao abordar os defeitos do outro, mata-se os sentimentos de ternura, de amor, despertando o desprezo, as mágoas e os ressentimentos. O segredo para “esquentar o amor novamente” é por meio diálogo, é tratarmos o outro como gostaríamos de ser tratados. É ajudarmos ao nosso cônjuge a encontrar a motivação para corrigir as coisas que nos incomodam, com paciência e compreensão, procurando construir, juntos, uma relação de respeito e de amor. Dessa forma, podemos confirmar o que afirma o texto bíblico de Cântico dos Cânticos 8:7, quanto ao amor entre cônjuges: “As muitas águas não poderiam apagar o amor, nem os rios, afogá-los; ainda que alguém desse todos os bens da sua casa pelo amor, seria de todo desprezado.”


Profissão

Sete erros não-verbais para evitar em entrevistas de emprego Saiba o que o seu corpo NÃO pode “falar” na hora da entrevista por Verônica Casado

O corpo fala e quase todo mundo sabe disso. Mas, na hora de uma entrevista de emprego, o nervosismo e ansiedade podem fazer com que o candidato deixe essa informação passar batido. Aperto de mão frouxo ou forte demais, pigarrear excessivamente e gesticular demais: são alguns sinais que podem prejudicar sua imagem durante uma entrevista. Embora nem sempre decida-se contratar alguém baseada unicamente na comunicação não-verbal, essas informações são usadas para avaliar o que chama-se de “cenário maior”, por isso recomenda-se que os candidatos evitem os sete erros: 1. Aperto de mão estranho. Um aperto de mão frouxo pode indicar insegurança, enquanto um aperto de mão muito forte pode indicar arrogância. Um aperto de mão muito longo pode passar a impressão ao recrutador de que o candidato

está se esforçando demais para impressionar — e que você pode acabar “alongando” também suas realizações, conhecimentos e experiências. 2. Contato visual (em excesso ou quase nenhum). Pouco contato visual pode sugerir que o candidato não está realmente interessado na vaga. Por outro lado, contato visual em excesso pode intimidar o entrevistador e acabar levando a conversa para outros rumos. 3. Gestos sem controle. Isso inclui balançar a perna, bater o pé, apertar o botão da caneta insistentemente, ou gesticular demais com braços enquanto fala — tudo isso tira a atenção do recrutador no candidato. 4. Pigarro constante. Embora alguns considerem o pigarro como comunicação verbal, é um hábito nervoso que faz com que seja quase impossível

que o entrevistador preste atenção ao que o candidato está dizendo. 5. Falta de expressão facial. Se o candidato não sorrir ou demonstrar qualquer tipo de emoção em seu rosto, pode passar a impressão de que não é muito motivado ou interessado. 6. Postura ruim. Inclinar-se para trás ou cruzar braços e pernas podem demonstrar que o candidato não está interessado na discussão, ou ainda parecer arrogante ou confiante demais. 7. Traje inapropriado. A roupa também revela muito sobre um candidato e pode causar impacto negativo se for incompatível com o cargo pretendido. Fique de olho!

Na cozinha

Bolo Milharina Tentação por Márcia Coelho

Ingredientes Massa • 02 copos americanos de leite • 01 copo americano de fubá pré-cozido • 01 copo americano de farinha de trigo • 01 copo americano de açúcar • 01 copo americano de queijo ralado • 02 colheres de sopa de coco ralado • 01 colher de sopa cheia de margarina • 01 colher de sopa de fermento em pó • 02 ovos. Calda • 01 lata de leite condensado; • A mesma medida da lata, de leite • 01 vidro de leite de coco (200 ml) • Coco ralado a gosto. • Margarina para untar • Farinha de trigo para enfarinhar a fôrma

Preparo Calda Misture todos os ingredientes líquidos e bata bem. Reserve. Massa Bata todos os ingredientes no liquidificador até formar uma massa homogênea. Despeje em uma assadeira untada e enfarinhada e leve para assar em forno médio pré-aquecido. Retire do forno, fure toda a superfície com um palito e despeje toda a calda, sobre o bolo ainda quente. Polvilhe com o coco ralado e deixe esfriar para servir - se você aguentar esperar.

árcia Recadinho da M

nchinho Esse bolo é para um la o... da tarde...molhadinh hummmm!! diferente A receita é um pouco ternet, da que tenho visto na in tiga. talvez por ser mais an


Infolins outubro 2013 ok  
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