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EXPEDIENTE

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B. FOREST

JohnDeere.com.br/Florestal


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EXPEDIENTE


EXPEDIENTE

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B. FOREST

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Indテュce

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EDITORIAL

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ENTREVISTA

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PRINCIPAL

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ESPECIAL

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NOTAS

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FOTOS

43

Vテ好EOS

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AGENDA

EXPEDIENTE


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B. FOREST Foto: Divulgação

EXPEDIENTE

“Estando à frente do Mapa, pretendo viabilizar políticas agrícolas que aumentem a produção e a produtividade das florestas plantadas” Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Kátia Abreu


B. FOREST

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EXPEDIENTE EDITORIAL

Novos Ventos O setor florestal entrou no ano novo com o pé direito e acreditamos que a partir de agora ele irá ganhar a atenção que merece. Pensamos desta forma, graças à inclusão do setor no MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), desde dezembro de 2014, e a atenção dada pela Ministra Kátia Abreu à Revista B.Forest, em uma entrevista exclusiva, publicada nesta edição.

Na primeira B.Forest do ano, leia uma reportagem que apresenta novas formas de treinar colaboradores e perspectivas que devem ser analisadas na seleção e recrutamento dos profissionais florestais. Os métodos apresentados por especialistas no assunto levam em conta não apenas o conhecimento técnico de cada um, mas principalmente o emocional, uma tendência identificada nas empresas com uma visão mais moderna de gestão. Confira ainda, uma matéria com dicas para a escolha do cabeçote Harvester mais adequado.

Saudações Florestais!

Expediente: Diretor Geral: Dr. Jorge R. Malinovski Diretor de Negócios: Dr. Rafael A. Malinovski Executiva Comercial: Josiana Camargo Jornalista Responsável: Giovana Massetto Designer Responsável: Vinícius Vilela Financeiro: Jaqueline Mulik

Conselho Técnico: Aires Galhardo (Diretor Florestal da Fibria), Antonio Solano Junior (Gerente de vendas para América do Norte e do Sul da Caterpillar), César Augusto Graeser (Diretor de Operações Florestais da Suzano), Edson Tadeu Iede (Chefe Geral da Embrapa Florestas), Germano Aguiar (Diretor Florestal da Eldorado Brasil), José Totti (Diretor Florestal da Klabin), Lonard dos Santos (Diretor de Vendas da Komatsu Forest), Mário Sant’Anna Junior (Diretor Executivo Floretal da Gerdau), Rodrigo Junqueira (Gerente de Vendas da John Deere Florestal), Sergio da Silveira Borenstain (Diretor Florestal da Veracel), Teemu Raitis (Diretor da Ponsse Latin America). B.Forest - A Revista Eletrônica do Setor Florestal Edição 04 - Ano 02 - N° 01 - Janeiro 2015 Foto de capa: Antônio Araujo Malinovski Florestal +55(41)3049-7888 Rua Itupava, 1541, Sobreloja - Alto da XV - Curitiba (PR) – CEP:80040-455 www.malinovski.com.br / comunicacao@malinovski.com.br © 2014 Malinovski Florestal. Todos os Direitos Reservados.


EXPEDIENTE

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ENTREVISTA


ENTREVISTA

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B. FOREST

Foto: Carlos Silva


B. FOREST 10

ENTREVISTA ENTREVISTA

O Poder de um Ministério! Kátia Abreu Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento A Ministra Kátia Abreu assumiu recen-

bre as florestas nativas.

temente um dos principais Ministérios do

Na visão da senhora, quais serão os be-

país e hoje faz parte do grupo das mulhe-

nefícios da inclusão do setor de florestas

res com maior poder no governo, já que

plantadas no MAPA?

representa um dos maiores percentuais do

Acredito que a implementação do PNDF

PIB do Brasil. Depois de muita luta, desde

(Plano Nacional de Desenvolvimento de

o final de 2014, o setor de florestas planta-

Florestas Plantadas) trará melhoria de ren-

das passou a fazer parte do MAPA (Minis-

da e qualidade de vida no meio rural e nas

tério da Agricultura, Pecuária e Abasteci-

pequenas e médias propriedades. Além

mento) e ser reconhecido como um setor

disso, pretendo estimular a integração en-

produtivo e representativo para o país. Em

tre os produtores e as agroindústrias, por

uma entrevista exclusiva, a Ministra Kátia

meio de medidas eficazes a serem desen-

Abreu fala sobre: as políticas do MAPA para

volvidas a partir do PNDF.

os próximos quatro anos; os projetos para melhorar a infraestrutura do país e para a

De que forma o Ministério irá gerir a Polí-

ampliação da Classe Média rural brasileira.

tica Agrícola para Florestas Plantadas? Já

Confira!

existe uma estratégia definida? No fim do ano passado, a presidente

Quais serão as políticas do MAPA para o

Dilma Rousseff assinou o decreto que es-

setor de florestas plantadas nos próximos

tabeleceu a criação PNDF, a ser elaborado

quatro anos?

pelo Mapa. O Plano terá um horizonte de

Estando à frente do Mapa, pretendo via-

uma década e deverá ser atualizado perio-

bilizar políticas agrícolas que aumentem a

dicamente. A partir dele, faremos um diag-

produção e a produtividade das florestas

nóstico da situação do setor de florestas

plantadas; e que promovam a utilização

plantadas, incluindo seu inventário flores-

do potencial produtivo de bens e serviços

tal. Também criaremos cenários favoráveis

econômicos destas áreas e contribuam

para este setor, abrangendo tendências in-

para a atenuação da pressão existente so-

ternacionais e macroeconômicas.


ENTREVISTA

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Foto: Ant么nio Ara煤jo


B. FOREST

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ENTREVISTA

“Estamos nos programando para dobrar a classe média rural nos próximos 4 anos” A Senhora envolverá as entidades de clas-

O Novo Código Florestal instituiu o CAR (Ca-

se florestal e a Câmara Setorial de Florestas

dastro Ambiental Rural) como instrumento

Plantadas no desenvolvimento de estraté-

nacional para todos os proprietários e pos-

gias que auxiliem no crescimento do setor?

suidores de imóveis rurais no Brasil. Acredita

Sim, o PNDF promoverá a integração com

que a adesão dos produtores irá alterar de

os setores da economia. Além disso, o Plano

alguma forma a produtividade?

estará em consulta pública depois de finali-

Acredito que a produção e as exportações

zado pelos nossos profissionais. Precisamos

geradas a partir do agronegócio são prepon-

do envolvimento dos setores, como também

derantes para o equilíbrio da economia bra-

dos interessados.

sileira. Os produtores e a indústria, como um todo, precisam atuar em um ambiente favo-

O setor florestal já representa 5,5% do PIB

rável à produção. Com o CAR, teremos in-

(Produto Interno Bruto) industrial do país.

formações sobre o uso do solo, as atividades

Existirá algum incentivo para que um maior

produtivas e outros conhecimentos impor-

crescimento ocorra?

tantes para o impulso do agronegócio. Vejo

Depois de analisar as atividades de pro-

com bons olhos a adesão dos produtores ao

dução, processamento e comercialização

CAR, como forma de avançar na direção de

dos produtos, subprodutos, serviços e insu-

uma produção cada dia mais sustentável.

mos relacionados ao setor de floresta plantada, iremos implementar o PNDF com um

Uma das grandes preocupações e queixas

conjunto de orientações condizentes com o

do empresário florestal é a questão logísti-

potencial do setor florestal, com o objetivo

ca do país para escoamento da produção.

de alavancar o desenvolvimento sustentável

Existe alguma política integrada com outros

do país.

ministérios para solucionar este problema


ENTREVISTA

13 B. FOREST

“O Ministério da Agricultura está liderando um grupo de trabalho conjunto com o Ministério dos Transportes e a Secretaria de Portos para solucionar alguns dos principais gargalos para o escoamento da produção” e ajudar o agronegócio a se destacar ainda

O setor produtivo florestal, da mesma for-

mais frente a outros países?

ma que o setor agrícola, tem dificuldade em

O Ministério da Agricultura está lideran-

encontrar e manter a mão de obra qualifi-

do um grupo de trabalho conjunto com o

cada no campo. Será desenvolvido algum

Ministério dos Transportes e a Secretaria de

programa que estimule a permanência das

Portos para solucionar alguns dos princi-

pessoas nessas regiões?

pais gargalos para o escoamento da pro-

Um dos desafios determinados pela

dução. Essa logística depende dessas três

Presidente Dilma foi recebido por mim

pastas e assim, vamos continuar a trabalhar

com muito entusiasmo: o de ampliar a

em conjunto, dando continuidade às ações

Classe Média rural brasileira. Estamos

que já estão sendo implantadas e trazendo

nos programando para dobrar esta clas-

ainda mais melhorias e modernidade para

se média rural nos próximos 4 anos. Te-

as rodovias, ferrovias e hidrovias. A nova

mos no nosso país, atualmente, mais de

logística que está sendo implementada no

5 milhões de produtores, sendo que 70%

Brasil pelo Arco Norte, região acima do pa-

estão nas classes D e E; 6% nas classes A

ralelo 16, além de outras alternativas que

e B; e apenas 15%, cerca de 800 mil pro-

serão criadas para o Centro-Oeste, Norte

dutores, na classe C. Pretendo atuar para

e Nordeste desafogarão o Sul e o Sudeste.

preencher as lacunas e elevar a produ-

Em termos de produção, isso viabilizará um

ção e a renda das pessoas que estão no

novo Brasil.

campo.


B. FOREST

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PRINCIPAL

O Lado Humano das Operações Florestais Quais são os passos que uma empresa deve dar para ter um profissional eficiente, que atinja os resultados esperados, se comunique bem e esteja feliz com as atividades que desempenha? Segundo especialistas, a solução está ligada a gestão das empresas, o posicionamento dos gestores e a forma como as atividades de recrutamento, seleção, treinamento e aperfeiçoamento são executadas. Hoje modelos embasados na psicologia já estão sendo utilizados pelas empresas do setor para dar suporte aos colaboradores e os resultados já estão aparecendo.


PRINCIPAL

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Foto: Divulgação


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PRINCIPAL

T

alvez a proposta de aliar à gestão restal começou a ganhar espaço no agroneao emocional dos colaboradores, gócio brasileiro - ainda de forma incipiente gestores e instrutores soe estranha, na década de 60 - a gestão da mão de obra

porém independentemente do número de passou a ser essencial, já que na sequência o máquinas que estão em operação em uma

número de profissionais disponíveis no cam-

empresa, é importante ter em mente que ela po caiu vertiginosamente. Esta realidade deu é irrefutavelmente formada por seres huma- espaço a mecanização das operações de conos. Por isto, mesmo que o foco seja a efici- lheita, porém exigiu a busca por profissionais ência das operações e o aumento da produ- capacitados para operar as máquinas distividade, é importante pensar nos benefícios poníveis no mercado, graças a abertura das que uma nova visão vinculada a gestão dos processos pode trazer. Desde o momento que a produção flo-

fronteiras para importação. Quase 20 anos depois, ainda falta mão de obra mão de obra qualificada para executar

Foto: Ponsse


PRINCIPAL

as operações mecanizadas, semimecaniza-

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o psicólogo e administrador, Luciano Santos,

das e manuais. Por este motivo, as empresas um complexo processo de planejamento e florestais passam a apostar de forma mais

reconhecimento de situações que dizem res-

contundente nos processos de recrutamen-

peito à função devem ser levados em conta.

to, seleção e treinamento da mão de obra.

“Para que o planejamento de preenchimento

Quando existe uma vaga

seja efetivo, deve-se considerar não apenas as habilidades necessárias para se realizar a atividade, mas também a possibilidade futura da atividade e da empresa. Para tanto, é de fundamental importância que a empresa te-

O preenchimento de determinada vaga

nha conhecimento bastante preciso do que

não pode estar vinculado apenas a coloca-

é a atividade, quais as características do car-

ção de uma pessoa para ocupá-la. Segundo go, como as atividades precisam ser desen-

Foto: Komatsu Forest


B. FOREST

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PRINCIPAL

volvidas, e mais do que isto, que habilidades

os mecanismos para manter esta mão de

do funcionário devem estar presentes para o obra que está se mostrando eficiente e adapdesenvolvimento e execução de tal ativida-

tada? Uma das soluções é o aperfeiçoamen-

de”, esclarece.

to por meio dos treinamentos. Hoje existem

Quando a vaga é destinada a operadores

alguns modelos que estão sendo aplicados

de máquinas florestais, Luciano destaca que pelas empresas, um dos que tem mostrado deve-se levar em consideração a utilização

efetividade une o treinamento teórico aos

do aspecto racional do futuro colaborador,

simuladores e a prática em campo, sempre

procurando extrair dele o máximo possível, com a participação de colaboradores com afim de que aconteça o retorno do investi-

mais experiência. “Quando o treinamento

mento em menor prazo de tempo possível, deste modelo é aplicado os colaboradores sem que o equipamento sofra quebras devi-

percebem a oportunidade que estão tendo e

do à utilização indevida.

se tornam mais questionadores, e oferecem

Diversos aspectos extrínsecos aos candi-

mais oportunidades de melhoria para a em-

datos à vaga devem ser considerados, porém

presa. O gestor também cresce porque tem

existe um elemento fundamental, o desejo

que lidar com uma equipe mais questiona-

pela atividade florestal. “Sem tal caracterís-

dora”, afirma José Eduardo Paccola, diretor

tica, o processo torna-se falho, com riscos

executivo da ZDP Consultoria.

de perda no andamento do treinamento ou execução das atividades. Além disto, o custo de formação de um operador pode ultrapassar 50 mil reais, nenhuma empresa está disposta a investir este valor sem ter retor-

Treinamento Eficiente

no”, atesta Luciano Santos. Além do desejo, deve-se considerar sempre a adaptação ao

Empresas e profissionais não tem tempo

processo da atividade, regime e tempo de

a perder com treinamentos desnecessários,

deslocamento, o tipo de equipamento e o

por isto, eles devem ser efetivos, agregando

processo a ser operado. (Confira dicas para conhecimento aos participantes. De acordo contratação na página 25) Mas e depois da contratação? Quais são

com o personal e executive coach, facilitador Internacional do Eneagrama e administrador,


EXPEDIENTE

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EXPEDIENTE

A. Gheno J., muitas empresas tem levado em

nistração, planejamento, organização e con-

conta nos seus treinamentos, a abrangência trole, tem funções que vão além destas atidas três inteligências do ser humano: racio-

vidades. Conforme David Sasson, diretor da

nal, emocional e visceral. (Para saber mais Insights e especialista em Gestão Mediada, veja a página 24) “Quando as inteligências

o gestor-mediador deve dedicar uma parte

propostas pelo Eneagrama são levadas em

considerável de seu tempo à interação com

consideração, o processo de absorção do

seus colaboradores, inspirando e orientan-

conhecimento é facilitado porque todo ser do-os com o propósito de promover tanto humano é formado por elas. Quando apenas

o seu desenvolvimento pessoal quanto o

uma é mais utilizada, parte dos participantes seu desempenho profissional, este é o prinnão consegue absorver o conhecimento de

cípio da gestão mediada, baseada na teoria

forma significativa”, explica.

da Modificabilidade Cognitiva Estrutural e

Gheno detalha também que é papel do

da Aprendizagem Mediada do psicólogo is-

instrutor criar atmosferas diferenciadas den- raelense Reuven Feuerstein. “O pressupostro dos treinamentos. “O posicionamento das

to fundamental desta abordagem na área

cadeiras e música, por exemplo, ajuda a criar da gestão é que todos os indivíduos atuanuma atmosfera diferenciada. Quando isto

do em qualquer outro domínio de trabalho,

ocorre todos os participantes são envolvidos são modificáveis e possuem um potencial de por uma energia positiva que contagia a to-

aprendizagem”, detalha.

dos.” Também é essencial tirar o colabora-

Várias pesquisas na área da psicologia dos

dor da realidade esperada, ou seja, fazer com

recursos humanos demonstram que uma

que ele sai da realidade, tenha acesso a in-

parte significativa do potencial de aprendiza-

formações diferenciadas e que não esperava gem do colaborador não se materializa e não receber naquele treinamento.

beneficia sua performance profissional. Entre os fatores responsáveis por esta falta de

Papel do Gestor

aproveitamento, atribui-se um valor central à qualidade e ao valor da interação entre colaboradores e gestores no ambiente de traba-

O gestor, frequentemente visto somente lho. “Quando a gestão mediada é absorvida através das funções de recrutamento, admi- permite a tomada de consciência do gestor


EXPEDIENTE

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das ações e das atitudes responsáveis pela

O funcionário ganha porque pode se tornar

evolução dos colaboradores e pela promo-

um líder e se desenvolve profissional e emo-

ção de seu potencial isto, acaba contribuindo cionalmente”, afirma José Paccola. consideravelmente ao desenvolvimento da mão de obra”, elucida David. Ou seja, de nada adianta dar apenas uma

Quando uma empresa tem um modelo de gestão com metas e objetivos definidos com métodos e procedimentos para atingi-

formação técnica/operacional para os cola- -los, e alia isto ao desenvolvimento dos coboradores das empresas sem desenvolver o laboradores, o caminho para o sucesso está lado humano de cada um. “Quando o lado

trilhado independente do porte da empresa.

emocional é levado em consideração os Basta apenas o desejo de realizar uma gestão custos são reduzidos, assim como as perdas.

mais humanizada.

Case Klabin A Klabin ministra treinamentos para seus operadores há algum tempo, mas a partir de 2007 os ampliou para a operação das máquinas florestais. Com o passar do tempo sentiu necessidade de garantir ainda mais conhecimento a eles e acelerar o processo de desenvolvimento de novos colaboradores, por isso, em 2014 criou o Centro de Treinamento Florestal, uma estrutura física com salas e equipamentos que permitem o treinamento simulado, muito próximo a realidade de campo, e ampliou seu plano de qualificação. A empresa também conta com um time de instrutores qualificados para preparar e ministrar os treinamentos. Além da qualificação na formação do operador, utiliza-se a estrutura para o desenvolvimento, através de treinamentos para operadores e mecânicos mais experientes. Os três objetivos principais do programa de formação e aperfeiçoamento são: desenvolvimento do operador, melhoria de processos e integração das equipes. Até o momento, a companhia já treinou mais de 250 profissionais da área florestal.


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PRINCIPAL

Case Fibria Na Unidade Três Lagoas da Fibria a capacitação dos colaboradores começou a ser realizada antes mesmo da implantação da Unidade, afinal a região historicamente não tem origem florestal. O programa de treinamento da empresa é separado em grandes eixos, onde o primeiro deles visa a qualificação e o atendimento das normas regulamentadoras. O segundo tem como foco o desenvolvimento dos conhecimentos técnicos, devido ao desenvolvimento constante de novas tecnologias, este é destinado a mecânicos e operadores. E o terceiro tem como objetivo o desenvolvimento comportamental, voltado para o desenvolvimento de lideranças. Só em 2014, mais de 5 mil pessoas foram capacitadas técnica e operacionalmente. “Com o suporte dado pela empresa acreditamos que nossos colaboradores estão preparados e qualificados para as oportunidades. Com os treinamentos, os valores alcançados são intangíveis porque eles ganham em qualificação e qualidade de vida”, defende Evelise Souza, coordenadora de DHO (Desenvolvimento Humano e Organizacional) da Fibria.

Foto: Fibria


EXPEDIENTE

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ESPECIAL PRINCIPAL

Característica das 3 Inteligências Segundo o Eneagrama - Inteligência Visceral – Práticos, ativos, funcionais, diretos, funcionam a partir do controle. - Inteligência Emocional – Afetivos, criativos, profundos, originais, funcionam a partir da imagem que passam. - Inteligência Mental - Racionais, diretos, frios, observadores, planejadores, funcionam a partir da informação que buscam ou têm. Para saber mais acesse: http://enneaway.com.br

Foto: Divulgação


PRINCIPAL

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Confira as dicas para um bom recrutamento e seleção dadas pelo psicólogo e administrador, Luciano Santos - Avaliação da localização geográfica do projeto, características culturais do ambiente, oferta de mão de obra; - Análise das características de escolaridade dos potenciais candidatos; - Análise da concorrência de mão de obra com outras empresas/atividades; - Levantamento dos valores pagos para os profissionais na região; - Definição do perfil de oferta de mão de obra (profissionais já treinados ou não).

Foto: Divulgação


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PRINCIPAL

Produtividade de Operadores No gráfico observa-se a variação da produtividade de operadores que passaram e que não passaram por um processo de recrutamento e seleção estruturado (selecionados). A média é quase 10% maior no mesmo período, reflexo de um alinhamento entre o perfil das pessoas e as reais necessidades de habilidades para operar os equipamentos.

Fonte: Luciano Santos


AGENDA

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Foto: Macedo Forest

ESPECIAL


ESPECIAL

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Saiba Como Escolher um Cabeçote Harvester Adequado O investimento no setor florestal exige planejamento e conhecimento técnico. Conhecer a região (solo, clima, índice pluviométrico) onde será realizado o investimento é essencial para que se defina qual será a espécie plantada. Obter informações do mercado também é importante, afinal de nada adianta apostar na produção e não ter lucro com a venda do produto. Outro aspecto essencial é a escolha das máquinas e equipamentos que serão utilizados na colheita. Quando ela é assertiva a viabilidade econômica do projeto aumenta. Mas quais são os princípios para se escolher um cabeçote Harvester adequado? Conheça algumas dicas dadas por profissionais do mercado!


ESPECIAL

Foto: Tracbel

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Operação Realizada

(Volume Médio Individual). “Entre os critérios dois se destacam, o VMI e a operação com ou sem descascamento. Isso define qual

A identificação do tipo de operação a

velocidade dos rolos poderemos aplicar e

ser realizada é o primeiro aspecto que deve

qual formato das facas facilitará a operação.

ser analisado no momento da escolha do

Estes pontos irão determinar o porte do

cabeçote. Uma vez definido o produto

cabeçote a ser aplicado”, explica Sandro

esperado da colheita é que os critérios

Soares, coordenador de engenharia da

técnicos para escolha do cabeçote são

Komatsu Forest.

conhecidos, seja com o sistema de toras

De acordo com Alceu Macedo, diretor

curtas, longas ou árvores inteiras; madeira

comercial da Macedo Forest saber se o

com ou sem casca; desbaste ou corte raso;

cabeçote será utilizado para desbaste ou

derrubada ou processamento; características

corte raso é essencial. “Quando apenas o

da floresta; espécie a ser colhida; e VMI

desbaste será realizado, o cabeçote pode


31 B. FOREST

ESPECIAL

ser um pouco menor e a máquina base

da velocidade linear para a qualidade do

também. Se a operação for de corte raso,

desgalhamento.

o cabeçote deve ser maior, assim como a máquina base”.

Quando a operação for realizada com eucalipto duas situações devem ser levadas

Quando as características da floresta não

em consideração: se haverá necessidade

são conhecidas o produto processado pode

do descascamento ou não. Se ele não for

não atender a qualidade necessária para

necessário o rolo deve ser menos agressivo,

serrarias ou fábricas de celulose, bem como

desta forma a casca será mantida durante

não ter a performance desejada naquela

o transporte da madeira até a unidade de

condição, o que, segundo Sandro Soares,

consumo. Quando o processamento for

poderá resultar no aumento de custo por

completo os rolos devem proporcionar

metro cúbico no processo. Por este motivo,

maior atrito entre rolo, faca e árvore.

saber antecipadamente qual será o futuro da madeira é essencial.

Características da Floresta

Cabeçote e Máquina Base Depois da definição do cabeçote mais adequado chega o momento da definição

A espécie florestal que será processada

da máquina base. Para Fernando Campos,

também serve como base para definição do

gerente de vendas e marketing da Ponsse

cabeçote e, neste caso, mais especificamente

Latin America, o desempenho do cabeçote

o rolo que faz parte do implemento. Em

em

linhas gerais, para coníferas o rolo deve

relacionado a potência hidráulica (pressão

ter maior agressividade para penetração

X vazão) oferecida pela máquina base,

na casca garantindo força de tração. Neste

além da velocidade de processamento,

caso, ele deve ter no desenho um design que

torque, etc. “Quando há potência hidráulica

proporcione força de elevação da árvore

em

reduzindo atrito e facilitando o alcance

movimentos simultâneos (processamento,

sua

plenitude

abundância,

é

está

diretamente

possível

realizar


B. FOREST 32

ESPECIAL

movimentação da grua e deslocamento da

máquina

base),

aumentando

significativamente produtividade.” Claudio Dardengo, especialista florestal da Tracbel, explica que quando a união do

Cabeçote para Derrubada ou Processamento?

cabeçote com a máquina não é adequada problemas operacionais podem ocorrer.

Estão disponíveis no mercado cabeçotes

“Quando a relação de peso, potência,

de

fluxo hidráulico e pressão para atender

configurações

necessidade solicitada não é levada em

prejudicar as operações de derrubada e

consideração pode ocorrer a instabilidade

processamento. Em muitos casos, para se

da máquina, problemas mecânicos, baixa

evitar um maior número de máquinas no

produtividade,

produto

campo, utiliza-se o mesmo cabeçote para

gerado, aquecimento, elevado consumo

a derrubada e processamento ou somente

de combustível”, enumera.

para processamento (quando a derrubada

qualidade

no

vários

modelos que

com

podem

diferentes ajudar

ou

Quando o equipamento é adquirido do

é por Feller ou manual). Porém, existem

mesmo fabricante do cabeçote o risco de

diferenças específicas no cabeçote de

incompatibilidade é minimizado porque as

derrubada e no processador. “Cabeçotes

variáveis já são tratadas durante o projeto

para derrubada, acumuladores ou não,

e testes de campo. Porém, Sandro Soares

são aplicados na operação de derrubada

elucida que os sistemas de controle das

e organização das árvores em feixe para

funções do cabeçote também colaboram

arraste, já os cabeçotes para processamento

para buscar a otimização independente da

são

marca/ modelo da máquina base. “Isto é

derrubada,

possível quando se parte da premissa que

desgalhar, descascar e traçar em toras com

as demandas do cabeçote sejam atendidas

comprimento pré-definido pelo usuário”,

(pressão, temperatura e fluxo hidráulico).”

explica o especialista florestal da Tracbel,

de

construção

diferente

preparados

para

aos

de

derrubar,


ESPECIAL

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NOVO ESPECIALISTA

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ESPECIAL

“Quando o equipamento é adquirido do mesmo fabricante do cabeçote o risco de incompatibilidade é minimizado”

Foto: Expoforest/Valterci Santos


ESPECIAL

Claudio Dardengo. Outras

diferenças

destacadas

pelo

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Recomendação

coordenador de engenharia da Komatsu Forest, estão na abertura e perfil das facas de desgalhamento frontal, quantidade de facas traseiras, bem como na abertura dos rolos. “Há uma certa vantagem em ter uma

Um ponto importante tem relação com

a

assistência

técnica

que

este

implemento receberá. O produtor deve procurar um cabeçote que tenha robustez, se adapte a máquina base, tenha baixa

ou nenhuma faca traseira no processamento manutenção, longa vida útil e um pósde árvores inteiras obtendo-se ganho

venda eficiente. Para que isto seja possível,

de ciclo na coleta individual (picking) de a recomendação é que no momento da compra seja analisada a distância da área cada árvore na pilha. Por outro lado, este de operação com a assistência técnica, mesmo cabeçote terá maior dificuldade na custos de manutenção e especialmente a derrubada com risco de danos ao material opinião de outros produtores do mercado de corte uma vez que a árvore não ficará sobre o equipamento. Assim os processos suficientemente firme para o controle do

realizados terão maior chance de sucesso

sabre.”

e rentabilidade.

Foto: Ponsse


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EXPEDIENTE

Três Lagoas Florestal O Painel Florestal promoverá, entre os Estão entre as empresas já confirmadas: Atdias 02 e 04 de junho, a segunda edição da ta-Kill, Minusa e PenzSaur. feira Três Lagoas Florestal. De acordo com o

Além da exposição de máquinas e equi-

diretor executivo do Painel Florestal, Robson pamentos também serão realizados três Trevisan, a expectativa é de um crescimen- eventos paralelos: Ambienta – 1º Simpósio to de 40% em relação ao público da edição

Brasileiro Sobre Iniciativas Ambientais das

anterior, que foi de aproximadamente 15

Atividades Econômicas; Inova – 1º Simpó-

mil pessoas. “A infraestrutura do município sio Internacional de Inovação, Inteligência e melhorou muito nos últimos dois anos. Em Tecnologia para Florestas; e Floresta ABC – 2012, por exemplo, o aeroporto não estava

Workshop sobre Silvicultura e iLPF. A progra-

pronto. Hoje, são até cinco voos diários”, ex- mação será disponibilizada em breve. plica. Empresas do setor já estão com espa- Mais informações: ço garantido na Feira e prometem apresentar www.treslagoasflorestal.com.br novidades e estreitar laços com os clientes. contato@treslagoasflorestal.com.br

Foto: Divulgação


NOTAS

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NOTAS

Monitoramento da Fauna Com o objetivo de conscientizar os motoristas que trabalham para a empresa, a Eldorado Brasil Celulose iniciou um treinamento para a proteção da fauna e identificação de acidentes com animais nas estradas utilizadas pela empresa no transporte de madeira. A ação, pertencente ao Programa Rodobicho, faz parte de uma parceria da empresa com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), a Prefeitura de Três Lagoas e a Eldorado. Nele os colaboradores da empresa recebem um formulário do programa em que informam o trecho e horário do avistamento e também as características do animal. O documento é entregue junto com a nota fiscal da carga ao Centro de Controle Operacional da Eldorado. Este é enviado a área de Sustentabilidade para acréscimo ao banco de dados. Assim é possível identificar a causa das ocorrências.

Foto: Divulgação / Eldorado


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NOTAS

39 B. FOREST


B. FOREST 40

NOTAS

Fale com a B.Forest pelo WhatsApp Para aumentar ainda mais a conectivida-

canal para facilitar o envio de sugestões de

de entre os profissionais florestais e a B.Fo- reportagens, fotos e vídeos ligados às operest, a Malinovski Florestal, empresa respon- rações florestais para a B.Forest. sável pela publicação, disponibiliza a partir de agora aos seus leitores o novo canal, ex- Para adicionar, a B.Forest basta incluir na clusivo para smartphones. A Malinovski Florestal decidiu abrir este

agenda do seu smartphone o número +55(41) 9924-3993.

Exportação de Madeira apresentou alta em 2014 A exportação de produtos da indústria da madeira brasileira apresentou uma leve recuperação em 2014 frente aos resultados do ano anterior. Os dados apresentados pela Abimci (Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente), apesar de terem ficado aquém do necessário, deram estímulo para os produtores industriais e florestais. No segmento de madeira serrada de pinus, segundo o levantamento, as indústrias brasileiras exportaram 992.557 m³ do produto em 2014, contra 746.013 m³ enviados ao exterior no ano anterior. Entre os principais destinos do produto estão: EUA, Arábia Saudita e China. Outro segmento que teve leve crescimento foi o de compensado de pinus. No total, foram enviados ao mercado externo cerca de 1,27 milhão de m³ do produto, em 2013 foram 1,16 milhão de m³. A Europa ainda é o principal destino do produto, mas mercados importantes como África e América Central tem mostrado importante evolução.

Foto: Divulgação


NOTAS

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41 B. FOREST

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B. FOREST 42

NOTAS

Gestão Personalizada A possibilidade de coletar dados em de colheita; o Kersys Aprovador, utilizado campo, processá-los e depois realizar a quando necessário aprovação durante alanálise com maior eficiência, menor chan- guma etapa do processo; e o Kersys Paice de erros e retrabalho, foi o que motivou nel, desenvolvido para facilitar a análise a Kersys a desenvolver sistemas e aplicati-

dos dados operacionais e de produção.

vos para o setor florestal. Com as soluções

“Quando o cliente utiliza este conjunto de

da empresa é possível ter uma visão de-

soluções aumenta a confiança e agilidade

talhada do nível de eficiência dos proces- no input dos dados no sistema, na análise sos tanto sob o ponto de vista financeiro

e tomadas de decisões”, justifica José Ro-

quanto operacional. “A principal vantagem berto. dos nossos sistemas é a personalização. Mais informações: Fazemos com que o sistema se adéque ao processo do cliente e não o contrário. Cada cliente pode planejar e controlar o realizado em pouco tempo e de forma exclusiva”, destaca José Roberto Pereira Jr, diretor de projetos da Kersys. Hoje a empresa especialista no desenvolvimento de soluções para o setor florestal e do agronegócio, disponibiliza para os clientes, aplicativos em tablets e smartphones como: o Kersys Apontamento, utilizado para coleta em campo dos dados de silvicultura e operações das máquinas

http://www.kersys.com.br


EXPEDIENTE

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B. FOREST 44

EXPEDIENTE FOTOS


NOTAS Vテ好EOS

45 B. FOREST


B. FOREST 46 2015

FEV

AGENDA

FEVEREIRO Show Rural Coopavel 2015

02

Quando: 02 a 06 de Fevereiro de 2015 Onde: Cascavel (PR). Informações: www.showrural.com.br

2015

FEV

17

FEVEREIRO Montreal Wood Convention 2015 Quando: 17 a 19 de Fevereiro de 2015 Onde: Montreal (Canadá). Informações: http://montrealwoodconvention.com/en/

2015

FEV

19

FEVEREIRO Oregon Logging Conference 2015 Quando: 19 a 21 de Fevereiro de 2015 Onde: Eugene (EUA) Informações: www.oregonloggingconference.com

2015

MAR

04

MARÇO The Work Truck Show 2015 Quando: 04 a 06 de Março de 2015 Onde: Indianápolis (EUA) Informações: www.ntea.com/worktruckshow/

2015

MAR

19

MARÇO 2° Excel Florestal - Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Microsoft Excel Quando: 19 e 20 de Março de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br


AGENDA

2015

ABR

16

47 B. FOREST

ABRIL 2° Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Gestão de Manutenção de Máquinas Florestais Quando: 16 a 17 de Abril de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

ABR

21 2015

MAI

11

ABRIL Forest Machine Technology Conference Quando: 21 a 23 de Abril de 2015 Onde: Montreal (Canadá). Informações: http://fmtc.fpinnovations.ca/

MAIO Ligna Quando: 11 a 15 de Maio de 2015 Onde: Hannover (Alemanha). Informações: www.ligna.de

2015

MAI

12 2015

MAI

14

MAIO 5ª Feira da Floresta Quando: 12 a 14 de Maio de 2015 Onde: Nova Prata (RS) Informações: www.feiradafloresta.com.br

MAIO 2° Curso de Aperfeiçoamento Técnico de Gestão Socioeconômica e Ambiental em Atividades Florestais Quando: 14 e 15 de Abril de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br


B. FOREST 48 2015

MAI

21

AGENDA

MAIO 1º Encontro Brasileiro sobre Segurança em Operações Florestais Quando: 21 e 22 de Maio de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

MAI

26

MAIO 7th ICEP – International Colloquium on Eucalyptus Pulp Quando: 26 a 29 de Maio de 2015 Onde: Vitória (ES). Informações: www.7thicep.com.br

2015

MAI

28

MAIO IV Workshop sobre Restauração Florestal Quando: 28 a 30 de Maio de 2015 Onde: Piracicaba (SP) Informações: http:fealq.org.br/informacoes-do-evento/?id=187

2015

JUN

01

JUNHO 2° Três Lagoas Florestal Quando: 01 a 04 de Junho de 2015 Onde: Três Lagoas (MS). Informações: www.painelflorestal.com.br

2015

JUN

01

JUNHO 23rd European Biomass Conference and Exhibition Quando: 01 a 04 de Junho de 2015 Onde: Viena (Áustria). Informações: www.eubce.com


AGENDA

2015

JUN

11

49 B. FOREST

JUNHO 1º Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Manejo Florestal para Produtos Sólidos e Qualidade da Madeira Quando: 11 e 12 de Junho de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

JUL

06

JULHO 4th International Conference on Forests and Water in a Changing Environment Quando: 06 a 09 de Julho de 2015 Onde: Kelowna (Canadá). Informações: www.forestandwater2015.com

2015

AGO

20

AGOSTO 4° Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Custos Florestais Quando: 20 e 21 de Agosto de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

SET

07

SETEMBRO XIV Congresso Florestal Mundial Quando: 07 a 11 de Setembro de 2015 Onde: Durban (África do Sul). Informações: www.fao.org/forestry/wfc

2015

SET

21

SETEMBRO 2° Encontro Brasileiro de Infraestrutura Florestal Quando: 21 a 23 de Setembro de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br


B. FOREST 50

AGENDA

2015

OUT

04

OUTUBRO 48th International Symposium on Forestry Mechanization Quando: 04 a 08 de Outubro de 2015 Onde: Linz (Áustria). Informações: www.formec.org

2015

OUT

OUTUBRO Austrofoma

06

Quando: 06 a 08 de Outubro de 2015 Onde: Hochficht (Áustria). Informações: www.austrofoma.at

2015

OUT

06

OUTUBRO V Congresso Florestal Paranaense Quando: 06 a 08 de Outubro de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.apreflorestas.com.br

2015

NOV

06 2015

NOV

19

NOVEMBRO Expocorma 2015 Quando: 06 a 08 de Novembro de 2015 Onde: Concepción (Chile). Informações: www.expocorma.cl

NOVEMBRO 3º Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Silvicultura de Florestas Plantadas Quando: 19 e 20 de Novembro de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br


EXPEDIENTE

51 B. FOREST

B.Forest - A Revista Eletrônica do Setor Florestal - Edição 04 Ano 02 N° 01 Janeiro 2015  

B.Forest - Edição 04 Ano 02 N° 01 Janeiro 2015

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