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PROCURANDO GRANDES RESULTADOS TODOS OS DIAS? DEIXE QUE A JOHN DEERE ACELERE ESTE PROCESSO PARA VOCÊ.

A nossa vida também é dentro da floresta. Os nossos engenheiros ficam junto com você, para compreender melhor os seus desafios. Essa visão, tão próxima da realidade, permite que a John Deere desenvolva a mais avançada tecnologia, atendendo a todas as necessidades dos clientes. Afinal, nós sabemos que trabalhar no ambiente florestal não é para qualquer um.


EXPEDIENTE

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B. FOREST

JohnDeere.com.br/Florestal


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EXPEDIENTE


EXPEDIENTE

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Indテュce 06

EDITORIAL

09

ENTREVISTA

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PRINCIPAL

24

ESPECIAL

34

TECNOLOGIA

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NOTAS

46

FOTOS

47

Vテ好EOS

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AGENDA

EXPEDIENTE


EXPEDIENTE

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B. FOREST Foto: Divulgação

“A população em geral tem uma visão distorcida do que o setor florestal faz, cabe a nós mostrar tudo o que fazemos de bom” Presidente da APRE e Diretor da Valor Florestal

Edson Antônio Balloni


B. FOREST

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EXPEDIENTE EDITORIAL

Análises ponderadas para o sucesso! Crescimento e expansão. Estas são as palavras de ordem para o setor de florestas plantadas no Brasil para a próxima década. Felizmente, a análise das oportunidades, de forma ponderada, e com ações planejadas já fazem parte do dia a dia florestal. Este é o conceito apresentado nas duas reportagens desta edição, uma sobre a mecanização em pequenas e médias propriedades, e a outra, sobre o material rodante adequado para as operações de colheita. Nesta edição, confira também uma entrevista exclusiva com o presidente da APRE e diretor da Valor Florestal, Edson Balloni. Para a edição de março, que já está sendo preparada por nossa equipe, traremos novidades sobre o mundo da silvicultura, área do setor florestal que está em plena expansão. Vale a pena conferir! Saudações Florestais!

Expediente: Diretor Geral: Dr. Jorge R. Malinovski Diretor de Negócios: Dr. Rafael A. Malinovski Executiva Comercial: Josiana Camargo Jornalista Responsável: Giovana Massetto Designer Responsável: Vinícius Vilela Financeiro: Jaqueline Mulik

Conselho Técnico: Aires Galhardo (Diretor Florestal da Fibria), Antonio Solano Junior (Gerente de vendas para América do Norte e do Sul da Caterpillar), César Augusto Graeser (Diretor de Operações Florestais da Suzano), Edson Tadeu Iede (Chefe Geral da Embrapa Florestas), Germano Aguiar (Diretor Florestal da Eldorado Brasil), José Totti (Diretor Florestal da Klabin), Lonard dos Santos (Diretor de Vendas da Komatsu Forest), Mário Sant’Anna Junior (Diretor Executivo Floretal da Gerdau), Rodrigo Junqueira (Gerente de Vendas da John Deere Florestal), Sergio da Silveira Borenstain (Diretor Florestal da Veracel), Teemu Raitis (Diretor da Ponsse Latin America). B.Forest - A Revista Eletrônica do Setor Florestal Edição 05 - Ano 02 - N° 02 - Fevereiro 2015 Malinovski Florestal +55(41)3049-7888 Rua Itupava, 1541, Sobreloja - Alto da XV - Curitiba (PR) – CEP:80040-455 www.malinovski.com.br / comunicacao@malinovski.com.br © 2014 Malinovski Florestal. Todos os Direitos Reservados.


EXPEDIENTE

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ENTREVISTA


ENTREVISTA

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B. FOREST

Foto: Gilziv창nio Siqueira Cursino


B. FOREST 10

ENTREVISTA ENTREVISTA

Exemplo de Simplicidade Edson Antônio Balloni Presidente da APRE e Diretor da Valor Florestal

Mesmo tendo desenvolvido projetos de

ro de pesquisa na Suzano, onde fiquei por

grande importância para a história do se-

um ano. Logo depois, a Ripasa me cha-

tor de florestas plantadas, ter inovado com

mou para ocupar o cargo de gerente de

uma das primeiras empresas de adminis-

pesquisa florestal, fiquei na empresa por

tração de ativos florestais e ter sido sem-

8 anos. Depois disto, me envolvi com o

pre presença marcante nas associações

Projeto Jari como consultor, para isto criei

florestais, Edson Antônio Balloni, ainda

uma pequena empresa, para poder via-

afirma que fez pouco pelo setor. Por isto,

bilizar a cultura do eucalipto naquela re-

hoje é presidente de uma das associações

gião, este projeto durou 2 anos. Também

florestais com maior representatividade

trabalhei na Celmar, hoje Suzano. Assumi

no país, a APRE (Associação Paranaen-

o cargo de diretor florestal para abrir um

se de Empresas de Base Florestal). Com a

projeto em Imperatriz, graças a ele, posso

mesma energia que começou sua vivência

dizer que parte da Suzano naquela unida-

profissional, Balloni acredita no potencial

de foi aberta com meu trabalho. Depois

do setor e na importância da visão ampla e

disto, entrei na Pisa Florestal e foi assim

de longo prazo de seus profissionais. Con-

que se iniciou a minha vida com o cultivo

fira a entrevista exclusiva!

do pinus e com a Valor Florestal.

Como ingressou no setor florestal?

A Valor Florestal iniciou seus trabalhos em

Me formei na Esalq-USP (Escola Supe-

2001 para administrar os ativos florestais

rior de Agricultura “Luiz de Queiroz”). Ao

adquiridos pela Ubs Timber Investors da

mesmo tempo que trabalhava como pes-

Norske Skog Pisa. Como foi esta experi-

quisador do IPEF (Instituto de Pesquisas e

ência?

Estudos Florestais) por 6 anos, dava aula

Sempre trabalhei em grandes empresas,

de silvicultura tropical na Esalq como pro-

quando surgiu a oportunidade com a Pisa,

fessor convidado. Neste meio tempo, fui

criei a Valor Florestal junto com os meus

convidado para trabalhar como engenhei-

sócios. Sentimos “um frio na barriga” devido


ENTREVISTA

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Foto: Gilziv창nio Siqueira Cursino


B. FOREST

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ENTREVISTA

“Em 2015, a APRE quer mostrar ao público não especializado o que o setor faz” a responsabilidade de trabalhar com uma

um sistema de controle dentro da empre-

empresa daquele porte, mas por outro lado,

sa para atender as demandas dos investi-

tivemos a felicidade de ter contado com uma

dores internacionais da Pisa. Com o passar

equipe extremamente competente. Isto nos

dos anos, ele foi sendo adaptado de acor-

deu, de certa forma, a segurança necessária

do com as necessidades de cada investidor.

para constituir uma empresa. Na época, não

Nossa equipe já estava treinada para isto. Te-

existia no Brasil nenhuma empresa de gestão

mos tudo centralizado em Jaguariaíva (PR)

de ativos florestais, por isto, nosso primeiro

e as nossas unidades ao redor do país têm

desafio foi o de estruturar uma atividade

equipes enxutas, apenas com funcionários

como esta. Acredito que hoje, a Valor

de gestão que são treinados por nós. Todas

Florestal é uma empresa de sucesso, e ele se

as informações ficam online e são centrali-

deve a sociedade formada por mim e meus

zadas em nossa sede, assim como o suporte

dois sócios. O profundo conhecimento de

técnico e operacional. Apesar da logística ser

cada um nas atividades que desenvolve e

complicada, porque a presença física exige

a busca constante pelo avanço técnico fez

muito tempo de viagem, toda a parte passí-

com que a Valor Florestal se destacasse.

vel de comunicação a distância é feita com muita eficácia.

Mais de 10 anos depois, a Valor Florestal atende diversas empresas do setor. Qual é

Considera que plantar florestas é um bom

a dificuldade logística em gerenciar funcio-

negócio?

nários que, em muitos casos, estão espalhados pelo país? No início dos nossos trabalhos, criamos

Analisando o mercado de forma ampla, não há como negar que o Brasil é imbatível na produção florestal. Apesar de uma série


ENTREVISTA

de dificuldades que o governo impõe, a ren-

13 B. FOREST

Quais são os objetivos da APRE em 2015?

tabilidade do negócio florestal pode ser alta.

Tivemos uma participação importante na

A ampliação é inevitável até mesmo porque

transferência do setor de florestas plantadas

a bioenergia cresce de forma irreversível. O

do MMA (Ministério do Meio Ambiente) para

investidor deve ter visão de futuro, afinal o

o MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária

grande problema para se entrar no negó-

e Abastecimento), por isto, agora também

cio florestal é o tempo para se ter o retorno.

cabe a nós a consolidação do setor no Mi-

Quando o investidor se adapta a este pro-

nistério. A APRE como uma das instituições

cesso e o faz de forma planejada, pode sim

mais ativas do setor precisa participar ativa-

fazer um bom negócio.

mente deste processo. Além disto, em 2015, queremos mos-

Hoje atua também como presidente da

trar ao público em geral o que o setor faz. A

APRE, como encara este desafio?

grande massa tem uma visão distorcida das

Há algum tempo sinto a necessidade de dar a minha contribuição para o setor, pois

atividades do que o setor florestal faz, cabe a nós mostrar tudo o que fazemos de bom.

ele tem sido muito generoso comigo. Acabei contribuindo pouco, por isto, quando apare-

Quais são as perspectivas para o setor este

ceu esta oportunidade aceitei. Primeiro por-

ano? Acredita que o ritmo de crescimento

que tenho que dar meu retorno de uma for-

estabelecidos nos últimos anos seja manti-

ma mais efetiva e, segundo, vejo que a APRE

do?

foi muito bem estruturada em um passado

O setor florestal não pode pensar de for-

recente, onde criou uma equipe extrema-

ma tão conjuntural porque o nosso tempo

mente competente e profissional. É fácil ser

de maturação é diferente, temos sempre que

presidente de uma Associação que tem uma

pensar em longo prazo. Sabemos que 2015

diretoria executiva muito competente. Como

será um ano difícil para o Brasil, mas o setor

presidente, me cabe a orientação para de-

florestal não pode parar porque o tempo é

cisões estratégicas e uma participação mais

fundamental para os negócios e crescimen-

política, que gosto de fazer.

to do mesmo.


B. FOREST

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PRINCIPAL

Mecanização: solução para pequenas e médias propriedades A possibilidade de tornar as operações florestais mais dinâmicas, rentáveis e com maior qualidade agora é possível até mesmo para os pequenos produtores florestais. O que no início foi uma aposta das empresas produtoras de equipamentos, hoje se torna uma tendência real para os produtores em diversos estados do país!


PRINCIPAL

15 B. FOREST Foto: Palfinger Epsilon


B. FOREST

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PRINCIPAL

Foto: Roder

I

ndependentemente do tamanho da pro-

mão de obra qualificada e o aumento dos

priedade florestal algumas dificuldades

custos tem estimulado a mecanização. “Os

são vividas pelos produtores. A falta e

jovens não querem mais trabalhar com ser-

os elevados custos da mão de obra, a bai-

viços “brutos”, preferem um que empregue

xa produtividade e eficiência das operações

mecanização e tecnologia, por isto, a ten-

manuais são encontrados em quase todas

dência de mecanização das pequenas pro-

elas. Esta realidade impulsionou as empre-

priedades”, analisa Heuro Tortato, diretor

sas de máquinas e implementos a desen-

comercial da TMO.

volver inicialmente soluções para os gran-

Além das questões humanas, aspectos

des produtores, mas hoje já disponibilizam

técnicos da produção também são decisi-

equipamentos

vos para a aquisição de máquinas e imple-

perfeitamente

adequados

para as pequenas propriedades florestais. No que tange os profissionais, a falta de

mentos porque podem agregar valor à madeira. Um exemplo, é a extração da madeira


PRINCIPAL

17 B. FOREST

proveniente do primeiro, segundo e terceiro

áreas planas ou levemente inclinadas pode-

desbaste do pinus e no corte raso do euca-

-se utilizar um miniskidder, facilitando a tra-

lipto.

ção da madeira consideravelmente.”

Para Dyme Roder, diretor comercial da

Para a mecanização, o diretor da Tajfun

Roder Máquinas e Equipamentos, os pe-

no Brasil, Marlos Schmidt destaca ainda a

quenos proprietários já podem fazer todo

importância da análise da floresta para que

o processo de colheita - corte (traçamen-

os equipamentos possam beneficiar efeti-

to) na quadra ou na pilha, arraste ou baldeio

vamente a colheita quanto ao volume, se-

- de forma mecanizada, devido a gama de

gurança e custo da operação. “É imprescin-

equipamentos desenvolvida. Ele identifica,

dível que o produtor saiba se permanecerá

desde o último ano, uma maior procura dos

no segmento após a colheita da área e se

produtores por estas soluções. “O destaque

o empreendimento é autossustentável, ou

fica para São Paulo e Minas Gerais, mas ou-

seja, todo ano se planta e se colhe.”

tros estados também estão sentindo esta

A redução do número de funcionários

necessidade.” Na mecanização de volumes

e a mecanização também são apontados

menores, o Sul se destaca.

pelo gerente da unidade de negócios Epil-

Hora da Compra

son da empresa Palfinger, Evaldo Oliveira, como positivas. “A movimentação da madeira, que antes era feita manualmente, por

Levar alguns aspectos em consideração

diversos funcionários, hoje pode ser fei-

no momento da escolha das máquinas e

ta com apenas um operador qualificado e

implementos é essencial para que a compra

com uma produção superior ou em menor

seja positiva e traga benefícios para a ope-

tempo”, detalha.

ração. O consultor técnico de vendas da

Escala de Produção

Penzsaur, Anderli Bonini, explica que para o resultado ser eficiente é preciso estar atento às condições topográficas de cada proprie-

Mas a partir de qual volume de produção

dade. “Para áreas declivosas existe o siste-

o investimento em máquinas e implementos

ma de minitorre, que permite a extração de

deve ser feito? A respostas dos especialistas

madeira em locais de difícil acesso, já para

é ponderada: depende. O diretor comercial


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PRINCIPAL

“A mecanização foi uma maneira que encontramos para agregar valor ao produto, padronizando-o e trabalhando de maneira mais segura” Luiz Moesch.

Foto: Tajfun


PRINCIPAL

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da Roder máquinas e Equipamentos, expli- plemento já é viável. ca esta análise. “Nem sempre será necessá-

No caso do processamento pós-colhei-

rio mecanizar totalmente uma operação de

ta, uma das opções para os pequenos pro-

colheita florestal. Em muitos casos o cliente dutores florestais são as serras móveis, que pode optar pela derrubada manual e a me- agregam valor a madeira “Com o uso do canização do restante da operação. Desta equipamento, criou-se um novo conceito forma, posso afirmar que o investimento para o produtor, pois a partir de um pequeestá diretamente relacionado à necessidade no investimento, ele pode agregar de 300 e nem sempre a viabilidade mesmo em pe- a 500% de renda ao seu produto, por meio quenos volumes”.

do processo de serragem e comercialização

Para operações realizadas com autocar- de madeiras em tábuas, caibros, ripas, vigaregáveis, guinchos, skidders, cabeçotes fel- mentos, mata-juntas, madeira para caixaria ler e harvester, Heuro Tortato, elucida que (construção civil), enfim, com a mesma maa escala mínima de colheita que viabiliza a

deira em toras, que o silvicultor ganharia R$

utilização é de aproximadamente 1.500 to- 70,00 ele pode ganhar R$ 400,00 em maneladas por mês.

deira serrada e seca”, detalha o diretor geral

O engenheiro Anderli Bonini, destaca

da Máquinafort, José Anderle.

ainda que a utilização depende principal-

Operações primárias ou terceirizadas?

mente da necessidade e das particularidades de cada propriedade/cliente. “Não existe uma escala concreta”, afirma. O diretor de comércio e serviço da J de Souza, Anderson de Souza, também identifica esta realidade no mercado. “Existem

Em países com tradição florestal, como a

operações com processos mecanizados Finlândia e a Suécia, pequenos produtores adcom 1500, 2000, 3000 m³ por mês.” quirem equipamentos e operam os mesmos. Já no caso da utilização das gruas, Eval-

No Brasil, a maior parte das empresas, os pro-

do Oliveira, explica que a logística do cliente

prietários de pequenas propriedades florestais

é o que mais interfere, mas que em geral a ainda não operam as próprias máquinas e, partir de 60 a 80 m/dia a utilização do im- geralmente, contratam operadores ou tercei-


B. FOREST 20

PRINCIPAL

ros para realizar as atividades relacionadas à do nestes trabalhos com volumes menores.” colheita. Relacionando o Brasil com o exterior, Evaldo Oliveira, esclarece que na Europa os clientes normalmente operam equipamentos maiores para uma frequência de trabalho específica menor, porém este equipamento

Apostas que deram certo Buscando alternativas para o aumento da produtividade e soluções para a falta de mão

desempenha várias funções ao longo do ano,

de obra especializada, a CW Serviços, em-

havendo a necessidade até de engate rápido

presa prestadora de serviços para pequenos

de grua ao trator por exemplo. “Para o Bra-

proprietários florestais, localizada em Dou-

sil, normalmente são prestadores de serviços rados (MS), apostou na mecanização. Hoje, a que necessitam ter o menor custo do conjun-

empresa realizada a colheita de eucalipto para

to trator/ grua ou caminhão/ grua, o que limita

fins energéticos, com um feller, um slasher e

o tamanho e o desempenho dos equipamentos.” O consultor técnico de vendas da Penzsaur, elucida também que a realidade vivida

dois skidders. “Com o uso dos equipamentos, nove operadores realizam a colheita, anteriormente, no processo manual eram 30. Hoje com três turnos de trabalho, dobramos a pro-

dução, colhemos 5 mil m³ destinados para no Brasil está ligada diretamente à cultura do cavaco e aproximadamente 10 mil m³ para lesetor florestal. “Afirmo isto porque os equi- nha. Graças a estes resultados já planejamos a pamentos são relativamente fáceis de operar,

compra de mais equipamentos”, conta Rutinei

não demandam esforço físico ou técnica apu-

Cortazzo, gerente operacional da CW Serviços.

rada.” Mesmo sem os proprietários operarem os equipamentos, Anderson de Souza da J de Souza, explica que a presença dos mesmos nas operações acontece. “É raríssimo proprietários operarem suas máquinas, normalmente

A opção encontrada por Luiz Moesch, proprietário da Fazenda Água da Lontra e Lenha Fogo Bom, localizada em Iporã (PR), para otimizar os desbastes dos 200 hectares de eucalipto, foi a produção de lenha. No início, as atividades eram realizadas apenas com serra circular, em árvores de diâmetro peque-

trabalham na gestão do negócio, sendo que

no, mas com a visão das oportunidades do

alguns acompanham de perto as operações,

mercado, Luiz investiu em uma lascadora de

com presença constante no campo, sobretu-

lenha. “Esta foi uma maneira que encontramos


EXPEDIENTE

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Foto: J de Souza

“É raríssimo proprietários operarem suas máquinas, normalmente trabalham na gestão do negócio, sendo que alguns acompanham de perto as operações” J de Souza

Anderson de Souza


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PRINCIPAL

para agregar valor ao produto, padronizando-o mesmo com realidade distinta dos países com e trabalhando de maneira mais segura. Não dá tradição florestal, o pequeno e médio produtor nem para comparar a diferença de produção em

florestal brasileiro pode investir nas operações

velocidade e quantidade da produção. Hoje re- mecanizadas. Hoje para auxiliar na compra dos alizamos a atividade de corte apenas com duas equipamentos já estão disponíveis linhas de crépessoas”, afirma. Atualmente, a empresa também dito, vinculadas ao BNDES e as próprias instituiestá investindo em uma grua. “Os riscos da opera-

ções financeiras. Além disto, uma boa conversa

ção de movimentação das toras e a falta de mão com os engenheiros das empresas de máquinas de obra aliados a necessidade de otimização do e implementos também é importante para que trabalho nos levaram a investir no equipamento”,

os equipamentos adequados sejam adquiridos e

explica Luiz.

as vantagens econômicas da mecanização sejam

Os exemplos apresentados, mostram que alcançadas.

Foto: Maquinafort


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ESPECIAL

Materiais rodantes: a essência da movimentação Planejamento constante. Este é o princípio de qualquer investimento florestal. A definição da área, preparo do solo, espécie a ser plantada, tratamentos, desbastes e corte raso devem ser previamente analisados e dimensionados para que o retorno financeiro exista. Neste processo, a escolha das máquinas que serão utilizadas e em consequência o material rodante acoplado a ela são essenciais. A definição equivocada pode trazer dezenas de dificuldades, mas que felizmente podem ser superadas com conhecimento técnico.


PRINCIPAL

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Foto: Divulgação


B. FOREST 26

O

ESPECIAL

primeiro ponto que deve ser leva-

racionais e pós-venda, cometendo um erro

do em consideração é que toda

no dimensionamento do equipamento. “Isto

máquina necessita de um mate-

pode ocasionar e comprometer o desem-

rial rodante para facilitar a sua locomoção.

penho final da operação, impactando no

São eles que permitem que ela provoque

custo do produto”, destaca.

menores danos ao solo, se desloque mais

Além de adequados aos fatores opera-

rápido e consuma uma quantidade aceitá-

cionais, os materiais rodantes também de-

vel de combustível, especialmente em terre-

vem ter algumas características que permi-

nos com grau de umidade elevado. Por isto,

tam a operação em áreas severas como as

a escolha entre um e outro, deve levar em

florestas. “A utilização no campo geralmen-

consideração diversos fatores operacionais

te impõe ao material rodante condições de

como: tipo de terreno, grau de declividade,

alto impacto, elevada abrasividade, perigo

limitações de compactação e distâncias a

de cortes e compactação de solo. Essas ca-

serem percorridas.

racterísticas são específicas e normalmente

De acordo com Edilson Fabre, diretor de

diferem os materiais rodantes utilizados na

grandes contas da Sotreq, dealer da Cater-

floresta das demais aplicações”, elucida Edil-

pillar, a somatória da influência e importân-

son.

cia de cada um destes fatores irá determinar

Segundo

Gunnar

Bygdén,

técnico

qual será o material rodante ideal a ser apli-

florestal e gerente de marketing de produtos

cado em uma operação florestal específica.

florestais da Olofsfors, revendida pela Atech

Dimensionar de forma inadequada o ma-

no Brasil, materiais rodantes adequados

terial rodante pode ocasionar dificuldades,

ajudam a evitar a perfuração do solo,

que vão desde a operação de colheita até

formação dos sulcos e compactação do

o não cumprimento de metas na entrega da

solo.

matéria-prima para o consumidor final. De

No caso especifico dos pneus, a resistên-

acordo com Giuseppe Rosa, coordenador

cia precisa estar presente devido aos tocos e

comercial da Minusa Forest, durante a fase

pedras por onde eles precisam passar. “Por

de desenvolvimento e planejamento, algu-

este motivo, na operação florestal, os pneus

mas empresas se esquecem de evidenciar e

têm as cintas de aço, proporcionando maior

levar em conta a totalidade dos fatores ope-

resistência a eles”, explica Rafaella Sene, res-


ESPECIAL

27 B. FOREST

ponsável pelo departamento de marketing e esteiras sobre o solo, isto irá depender de da Trelleborg Wheel Systems para América alguns fatores: o peso do veículo e área de do Sul.

contato dos mesmos com o solo. Estes são

Impacto no solo

os parâmetros mais importantes que se relacionam

podendo gerar compactação e

eventual erosão do solo. A compactação é Para analisar qual material rodante é mais

devida ao espessamento da densidade do

adequado ao solo deve-se levar em consi- solo, já a erosão é definida pelo carreamento deração a distribuição da pressão dos pneus

das partículas do mesmo.

Foto: Olofsfors


B. FOREST 28

ESPECIAL

Características dos Materiais Rodantes Pneus Os pneus proporcionam estabilidade, capacidade de amortecimento e maior área de contato e distribuição do peso da máquina. Para sua escolha analise os aspectos físicos como tipo de banda de rodagem, profundidade dos sulcos, relação entre a altura e largura do pneu; e também o desempenho em campo relacionado ao custo (por km, hora e tonelada transportada), vida útil (resistência ao desgaste, à separação e ao calor, cortes e impacto), mobilidade (tração e flutuação), custos de manutenção, comportamento do equipamento (dirigibilidade, estabilidade e fator de ajustes.

Pneus com correntes São indicados quando é necessário aumentar a tração, reduzir o consumo de energia, assim como a pressão no solo, os danos às raízes e o desgaste da máquina e dos pneus.

Esteiras flexíveis Quando os pneus são equipados com esteiras flexíveis apresentam bom desempenho em áreas com declividade acima de 20%, contando com menor tempo de operação para transporte somente em longas distâncias devido a maior mobilidade e menor patinação em relação aos pneumáticos. O seu uso proporciona menor impacto no solo e diminuição em 40% dos sulcos, sendo estas, excelentes para solos úmidos e sensíveis.

Esteiras fixas São indicadas para operações em locais que necessitam de estabilidade, tem baixa patinagem e compactação. Por outro lado, apresentam algumas desvantagens, como mobilidade, custo de manutenção e impossibilidade de circular em estradas asfaltadas.

Fonte: Portal Colheita de Madeira - Equipe UFPR


ESPECIAL

Giuseppe Rosa explica que o conhecimento destes aspectos aliados às exigên-

29 B. FOREST

pactação e pressão sob o solo”, elucida. Por outro lado, o pneu, devido as suas

cias das certificações florestais, são decisi- características elásticas, tem a capacidade vos inclusive para as empresas fabricantes de amortecer e distribuir melhor o peso do de equipamentos e componentes do ma- equipamento no solo, a maior dissipação terial rodante. “Nestes casos, a escolha da do peso reduz a compactação do solo, o utilização de equipamentos montados so- que proporciona melhor rendimento da bre esteiras, determinam um menor impac- implantação florestal. “Além disso, o deto sobre o solo, onde sua área de atrito ou sign dos pneus auxilia também na maior contato é distribuída uniformemente com

área de contato com o solo e assim me-

relação ao peso, dimensões e modelo da

lhor distribuição do peso”, justifica Rafaella

máquina, reduzindo desta maneira a com- Sene.

Foto: Sotreq


B. FOREST 30

ESPECIAL

“Os materiais rodantes devem ter características que permitam a operação em áreas severas como as florestas” Foto: Trelleborg


ESPECIAL

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Durabilidade e Manutenção Determinar qual será a durabilidade dos materiais rodantes não é um processo simples, porque existem diversas variáveis que podem interferir nos desgastes como o peso, velocidade, pressão e aplicação dos materiais. Tudo isto, está diretamente ligado às variáveis controláveis e não controláveis.

Variáveis de Durabilidade do Material Rodante Variáveis Controláveis

Não Controláveis

- Manutenção preventiva do equipamento;

- Tipos de solo: arenoso, argiloso, calcário,

Tensionamento, pressão e reaperto corre- rochoso, humoso, siltoso e outros; to do conjunto de esteiras ou pneus, folgas

- Condições de solo: permeabilidade,

no implemento, empenamento estrutural

seco, úmido, encharcado, várzea e outros;

e outros;

- Topografia do terreno: plano, ondulado,

- Qualidade de peças e serviços;

acidentado, aclive, declive, semiondulado,

- Operação correta do equipamento;

erosões e outros;

- Velocidade e distância de deslocamento

- Extras: irregularidade nos terrenos com

do equipamento;

obstáculos;

- Acumulo de resíduos, terras e sujeiras;

- Abrasão: baixa, moderada ou alta.

- Vazamentos; - Travamentos. Fonte: Minusa Forest

Foto: Divulgação


B. FOREST 32

ESPECIAL

Foto: Divulgação

Conforme o coordenador comercial da adequada da máquina. “A calibragem não Minusa Forest, quando se analisa conjunta-

deve ultrapassar o limite adequado, o peso

mente o terreno, a aplicação do material ro-

limite não deve ser excedido, assim como a

dante, a operação e a manutenção pode-se velocidade recomendada para o pneu, já a determinar o comportamento da máquina. operação exige cuidado e atenção, afim de “Uma mesma máquina se comporta com-

evitar que ocorram acidentes de trabalho

pletamente diferente quando um dos fato-

no pneu e que o mesmo não tenha contato

res citados são alterados. Ou seja, cada tipo

com produtos derivados de petróleo onde a

de aplicação orientada pelos fatores, deter-

borracha pode sofrer danos”, orienta a res-

minarão significativamente a durabilidade e

ponsável pelo departamento de marketing

expectativa de cada componente”, justifica da Trelleborg Wheel Systems para América Giuseppe. Edilson Fabre, da Sotreq, aconselha que

do Sul. Dar atenção a todos estes aspectos é es-

após a definição do material rodante a ser sencial para o sucesso do empreendimento utilizado, o mesmo receba sempre limpezas florestal, já que o deslocamento das máquiperiódicas, ajustes de operação, monitora- nas dentro dos talhões é o que permite que mento do desgaste e a manutenção, quando a operação seja executada. A configuração necessária. “Estas ações serão preponderan- adequada e a escolha de um material de tes para uma maximização da sua vida útil do qualidade também são fundamentais, já que conjunto utilizado.”

interferem diretamente em toda a configura-

No caso dos pneus, a recomendação ção da máquina, por isto, é essencial a análienvolve a calibragem correta e a operação se ponderada da máquina e material rodante.


ESPECIAL

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B. FOREST 34

TECNOLOGIA ESPECIAL

Tradição e qualidade Eslovena O desenvolvimento da Tajfun é semelhante a de outras grandes empresas de máquinas florestais do mundo, ou seja, sua história está intimamente ligada à vida de seus fundadores e das gerações subsequentes. Desde 2013, o Brasil faz parte desta história, que está apenas começando.

Foto: Tajfun


ESPECIAL

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B. FOREST 36

F

TECNOLOGIA

oi nos idos anos 70, que o senhor

dores de lenha, mais tarde os carregadores

Joze Span criou uma pequena ofici-

de toras e guinchos hidráulicos. Hoje, a em-

na para fabricação de sopradores de

presa desponta entre os maiores produtores

feno, na cidade de Planina (Eslovênia). De lá

de guinchos florestais e processadores de

para cá, muita coisa mudou, mas estar na

lenha do mundo e está presente em 40 paí-

vanguarda sempre foi um dos seus objetivos

ses. Desde setembro de 2013, o Brasil conta

da empresa. Desde aquela época, o desen-

com a sua linha de produtos, que inclui a

volvimento e a produção das soluções para

processadora de lenha, os guinchos, os ca-

o setor florestal, sempre contaram com tec-

bos aéreos e as gruas.

nologia avançada e o íntimo relacionamento com os clientes.

De acordo com o diretor mundial da Tajfun e representante da segunda geração

Na história da Tajfun, primeiramente,

fundadora da empresa, Iztok Span, o mer-

vieram os guinchos florestais e processa-

cado brasileiro é repleto de oportunidades

Foto: Tajfun


TECNOLOGIA

37 B. FOREST

e também pode ser considerado um pon-

as da Tajfun. Em 2014, as vendas superaram

to importante para os outros mercados da

as nossas expectativas, por se tratar de uma

América Latina. “Estar presente no Brasil,

marca nova. Para este ano, já observamos a

demonstra confiança para os outros mer-

abertura de novos mercados”.

cados do território, afinal podemos garantir

Atualmente, a empresa já presta assis-

uma comunicação efetiva com a empresa,

tência técnica no Rio Grande do Sul, Santa

assistência técnica e peças de reposição”,

Catarina, Paraná, São Paulo e Minas Gerais.

garante.

“Contamos com estoque de equipamentos

O diretor da Tajfun Brasil, Marlos Cé-

e peças de reposição em nossa sede em

sar Schmidt, conta que desde a entrada da

Curitiba (PR), um ponto logístico estratégico

marca no Brasil, a aceitação do mercado

para atendimento ao cliente florestal”, conta

tem sido positiva. “Percebemos que o mer-

Marlos.

cado brasileiro precisava de soluções como

Mais informações: www.tajfun.com.br

Foto: Tajfun


B. FOREST 38

NOTAS


NOTAS

39 B. FOREST

Ponsse Entrega a Máquina 10.000 Quarenta e quatro anos depois da entrega da primeira máquina Ponsse, por Einari Vidgrén, na pequena cidade de Karttula (Finlândia), a máquina número 10.000, um harvester FOX, foi entregue para um cliente finlandês. Na carta enviada para todos os colaboradores da empresa, Juha Vidgrén, presidente do conselho da Ponsse e filho do fundador da empresa, lembrou que o momento da fabricação e entrega da primeira máquina era difícil para a economia finlandesa. A industrialização estava apenas começando, os campos agrícolas sofriam com a crise, e centenas de milhares de pessoas haviam migrado para a Suécia para encontrar trabalho. No entanto, Einari acreditava na máquina recém-criada e afirmava que ela seria “O Mercedes das florestas”. Hoje, a Ponsse é uma das principais empresas de máquinas florestais do sistema CTL do mundo e está presente em mais de 40 países. Foto: Ponsse


B. FOREST 40

NOTAS

Encontro Brasileiro de Segurança Florestal A busca pela preservação da vida e o tra- segurança. Este assunto será discutido em balho em um ambiente produtivo e seguro 4 blocos: Criando a Segurança como Vafazem parte dos assuntos que serão discu- lor; Segurança, Produtividade e Custos em tidos no I Encontro Brasileiro de Segurança

Operações Florestais; Desenvolvimentos

Florestal, que será realizado nos dias 21 e 22 em Segurança; e Programas de Segurança: de maio, em Curitiba (PR), e que tem organização da Malinovski Florestal.

Cases de Empresas Florestais. A programação do Encontro Brasileiro

O principal objetivo do evento é dis- de Segurança Florestal já está disponível no cutir o que se tem feito hoje nas empre- site do evento: sas florestais para melhorar o processo de

www.segurancaflorestal.com.br

Foto: Divulgação


quando o as s u n t o F o R equipamento e l a F , l a t s e R o l F ! com a tRacbmaies valriados desafios,

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NOTAS

41 B. FOREST


B. FOREST 42

NOTAS

Biotecnologia florestal é tema de Simpósio Estão abertas as inscrições para o Sim-

cimentos e experiências sobre o uso de bio-

pósio Internacional sobre Biotecnologia tecnologias para melhorar a produtividade Florestal para Agricultura Familiar – Forest e o manejo florestal sustentável e apoiar a Biotech for Smallholders (FBS 2015), que produção de madeira industrial por agriculacontece de 19 a 22 de maio de 2015, em

tores familiares. Palestras, estudos de caso

Foz do Iguaçu (PR). O evento, organizado e apresentação de trabalhos científicos em pela Embrapa, FAO e Fetraf Sul, tem como formato pôster farão parte do Simpósio. objetivo compartilhar informações, conhe- Mais informações: www.fbs2015.com.br

Logset lança novo simulador A empresa finlandesa Logset acaba de lançar um novo simulador, que tem por objetivo oferecer oportunidades de formação para novos operadores e melhorar as habilidades de quem já possui experiência com as máquinas. Ele tem comportamento dinâmico e gráficos de alta resolução. Pressões, fluxos hidráulicos, forças mecânicas e o sistema de controle e medição agem como se ele fosse uma máquina real. Os ajustes de parâmetros têm efeito imediato na máquina simulada, possuindo os mesmos componentes de uma máquina Logset. O simulador também é uma boa ferramenta para quem trabalha com suporte técnico.

Foto: Divulgação


NOTAS

43 B. FOREST


B. FOREST 44

NOTAS

EUA: lugar de destaque na produção de pellets Apostando nas oportunidades de mer-

trial, novas fábricas, hoje em construção

cado da produção energética renovável, os ou na fase de planejamento, acrescentarão Estados Unidos investem na produção de outros 6 milhões de toneladas nos próxipellets de madeira. A produção de dezenas

mos anos, o que tornará os norte-ameri-

de fabricantes, concentrados principalmen- canos os maiores produtores de pellets do te na região sudeste do país, está chegando

mundo. O principal destino do combustível

perto de 10 milhões de toneladas anuais.

de origem florestal continua sendo o conti-

De acordo com dados do setor indus-

nente europeu.

Foto: Divulgação


EXPEDIENTE

45 B. FOREST


B. FOREST 46

EXPEDIENTE FOTOS


NOTAS Vテ好EOS

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B. FOREST 48

AGENDA

2015

MAR

04

MARÇO The Work Truck Show 2015 Quando: 04 a 06 de Março de 2015 Onde: Indianápolis (EUA) Informações: www.ntea.com/worktruckshow/

2015

MAR

19

MARÇO 2° Excel Florestal - Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Microsoft Excel Quando: 19 e 20 de Março de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

ABR

21 2015

MAI

11

ABRIL Forest Machine Technology Conference Quando: 21 a 23 de Abril de 2015 Onde: Montreal (Canadá). Informações: http://fmtc.fpinnovations.ca/

MAIO Ligna Quando: 11 a 15 de Maio de 2015 Onde: Hannover (Alemanha). Informações: www.ligna.de

2015

MAI

12

MAIO 5ª Feira da Floresta Quando: 12 a 14 de Maio de 2015 Onde: Nova Prata (RS) Informações: www.feiradafloresta.com.br


AGENDA

2015

MAI

21

49 B. FOREST

MAIO 1º Encontro Brasileiro sobre Segurança em Operações Florestais Quando: 21 e 22 de Maio de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

MAI

26

MAIO 7th ICEP – International Colloquium on Eucalyptus Pulp Quando: 26 a 29 de Maio de 2015 Onde: Vitória (ES). Informações: www.7thicep.com.br

2015

MAI

28

MAIO IV Workshop sobre Restauração Florestal Quando: 28 a 30 de Maio de 2015 Onde: Piracicaba (SP) Informações: http:fealq.org.br/informacoes-do-evento/?id=187

2015

JUN

01

JUNHO 2° Três Lagoas Florestal Quando: 01 a 04 de Junho de 2015 Onde: Três Lagoas (MS). Informações: www.painelflorestal.com.br

2015

JUN

01

JUNHO 23rd European Biomass Conference and Exhibition Quando: 01 a 04 de Junho de 2015 Onde: Viena (Áustria). Informações: www.eubce.com


B. FOREST 50 2015

JUN

11

AGENDA

JUNHO 1º Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Manejo Florestal para Produtos Sólidos e Qualidade da Madeira Quando: 11 e 12 de Junho de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

JUN

18

JUNHO 2° Curso de Aperfeiçoamento Técnico de Gestão Socioeconômica e Ambiental em Atividades Florestais Quando: 18 e 19 de Junho de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

JUL

06

JULHO 4th International Conference on Forests and Water in a Changing Environment Quando: 06 a 09 de Julho de 2015 Onde: Kelowna (Canadá). Informações: www.forestandwater2015.com

2015

AGO

20

AGOSTO 4° Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Custos Florestais Quando: 20 e 21 de Agosto de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

SET

07

SETEMBRO XIV Congresso Florestal Mundial Quando: 07 a 11 de Setembro de 2015 Onde: Durban (África do Sul). Informações: www.fao.org/forestry/wfc


AGENDA

51 B. FOREST

2015

SET

21

SETEMBRO 2° Encontro Brasileiro de Infraestrutura Florestal Quando: 21 a 23 de Setembro de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

2015

OUT

04

OUTUBRO 48th International Symposium on Forestry Mechanization Quando: 04 a 08 de Outubro de 2015 Onde: Linz (Áustria). Informações: www.formec.org

2015

OUT

OUTUBRO Austrofoma

06

Quando: 06 a 08 de Outubro de 2015 Onde: Hochficht (Áustria). Informações: www.austrofoma.at

2015

OUT

06 2015

OUT

22

OUTUBRO V Congresso Florestal Paranaense Quando: 06 a 08 de Outubro de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.apreflorestas.com.br

OUTUBRO 5° Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Gestão de Manutenção de Máquinas Florestais Quando: 22 e 23 de Outubro de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br


B. FOREST 52

AGENDA

2015

NOV

06 2015

NOV

19

NOVEMBRO Expocorma 2015 Quando: 06 a 08 de Novembro de 2015 Onde: Concepción (Chile). Informações: www.expocorma.cl

NOVEMBRO 3º Curso de Aperfeiçoamento Técnico em Silvicultura de Florestas Plantadas Quando: 19 e 20 de Novembro de 2015 Onde: Curitiba (PR). Informações: www.malinovski.com.br

Programe-se


EXPEDIENTE

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B. Forest - A Revista Eletrônica do Setor Florestal - Edição 05 Ano 02 n° 02 2015  

B. Forest - A Revista Eletrônica do Setor Florestal - Edição 05 Ano 02 n° 02 2015

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