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Kellogg´s anuncia revisão global de conta DAS ATUAIS 30 AGÊNCIAS, ANUNCIANTE PRETENDE TRABALHAR COM NO MÁXIMO CINCO; MAIORES VERBAS ESTÃO COM LEO BURNETT E JWT A Kellogg anunciou que irá reduzir a quantidade de agências com que trabalha de 30 para cinco, seguindo os passos de anunciantes como Anheuser-Busch, Bayer e Emirates Airlines. O esforço da empresa é conhecido internamente como Projeto Prata e é parte de um esforço global da área de logística para controlar custos e designar “fornecedores preferidos”, de acordo com fontes do Advertising Age.

As principais agências de Kellogg´s no mundo são Leo Burnett e JWT, mas não está claro o quanto essa concorrência, que começa em setembro, ameaçaria as duas. Mesmo que as agências afetadas sejam as que tem as verbas menores, o impacto em dólares será significante, já que a verba de Kellogg´s é a 29ª maior do mundo, cerca de US$ 1 bilhão, de acordo com ranking de anunciantes globais do Data Center de Advertising Age.

Uma porta-voz da empresa disse que “costumeiramente, a empresa tem discussões sobre todas as parcerias, buscando maximizar a efetividade das operações e esforços”. Ela ressaltou que tais discussões são confidenciais.

O anunciante trabalha também com Euro RSCG, Starcom, River, Arc, Cole&Weber, Marketing Drive, Amazon Advertising, Lapiz e WonderGroup, somente nos Estados Unidos. No Brasil, o anunciante tem parceria com Leo Burnett.

por Lucas Hertz

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Farinha Láctea Nestlé muda identidade visual

Depois de mais de 100 anos marcando presença na mesa dos brasileiros, a Farinha Láctea Nestlé terá uma nova identidade visual. Com a criação da B+G Designers, o novo desenho pretende reforçar a tradição e autenticidade do produto e destacar a longa trajetória de existência da Farinha Láctea. Com novos ícones gráficos, o rótulo da embalagem traz o conceito “A original desde 1867”. O novo design estampará a linha tradicional nas versões Cereal Integral e Frutas.

por Rodrigo Barbosa

Estudo aponta o que leva consumidor a shopping Na hora de apontar os atributos mais importantes que levam o consumidor a escolher um shopping center, freqüentadores e gestores tiveram opiniões semelhantes. Os fatores considerados mais importantes foram limpeza e manutenção, segurança dentro do shopping e a qualidade dos serviços prestados. A conclusão é de uma pesquisa da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEARP) da USP, realizada pelo administrador Vitor Edson Marques Junior. Ao todo, o pesquisador entrevistou 672 alunos de graduação em administração, residentes em quatro cidades da região de Ribeirão Preto (interior de São Paulo). “O

objetivo era identificar quais fatores motivacionais fazem com que as pessoas optem por um shopping center”, relata. “Foram testados 18 atributos que poderiam sensibilizar o consumidor neste processo de escolha”. Cada participante deveria dar uma nota de zero a 10 para cada um dos atributos, no shopping de sua preferência entre os três existentes na cidade de Ribeirão Preto. Em seguida, tinha de apontar os cinco fatores mais relevantes em sua escolha. “O mesmo questionário também foi aplicado com os gestores dos shoppings avaliados pelos freqüentadores”, conta o administrador. “O atributo mais valorizado pelos freqüentadores de shoppings

ouvidos na pesquisa foi limpeza e manutenção, com nota média variando entre 8,36 e 8,94. Logo depois, ficou a segurança dentro do shopping, com médias de 8,08 até 8,46”, diz Marques Junior. “Em terceiro lugar, foi apontada a qualidade dos serviços prestados, que variou entre 7,41 e 8,15”. “Para os gestores de shoppings, por exemplo, a presença de lojas de grifes famosas está entre os cinco atributos de escolha mais importantes, o que não acontece entre os freqüentadores”, afirma Marques Junior. “Por sua vez, um fator de grande importância para o público pesquisado, a existência de cinemas, não foi apontado na resposta dada pelos gestores como sendo um dos mais relevantes.”


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EXPEDIENTE

EDITORIAL

DIRETORES SUPERINTENDENTES: Lucas Hertz, Rodrigo Barbosa

Publicidade TEM design, mas NÃO É design.

DIRETORES DE NÚCLEO: Lucas Hertz, Rodrigo Barbosa DIRETOR DE REDAÇÃO: Rodrigo Barbosa DIRETOR DE ARTE: Lucas Hertz REDATOR-CHEFE: Rodrigo Barbosa MODA: Susana Barbosa (Editora), Renata Piza (Editora de Texto),Vera Basini (Acervo), Amanda Nunes (Estagiária Produção de FOTOS: Lucas Hertz, Rodrigo Barbosa ILUSTRAÇÕES: Lucas Hertz VARIEDADES: Rodrigo Barbosa

Há tempos o mercado confunde expressões forjadas lá fora que passam a fazer parte de nosso tempo e de nossas vidas. Durante décadas palavras como marketing, branding, design e outras, geraram interpretações errôneas que então são repetidas como se fossem da moda e fortalecem ainda mais a confusão por parte do mercado. Na ausência de profissionais da área, na época, o design foi admitido ao domínio da propaganda e da publicidade pelas agências já terem maior tempo de Brasil e profissionais antenados no design global. O que funcionou bem por um tempo. Com a complexidade do conhecimento aplicado, a experiência e o planejamento técnico obrigaram a formação de profissionais especializados em design gráfico, ou os designers. Daí vieram as diferenças visíveis. Na essência, publicidade e propaganda são, em síntese, passageiras, possuem um caráter pontual - campanhas solucionam problemas de comunicação, favorecem ações de venda e posicionam mercadologicamente a marca. Isso configura uma ação de curto prazo, que deve ser renovada mais freneticamente, pois é voltada ao tempo e contexto histórico e econômico. Perceba que, para a tradução de desenho, existe a palavra draw, então, é fácil compreender, Design não significa desenho. Design é um projeto de maior duração, ligado intimamente aos princípios da empresa, sua identidade e o contexto cultural e leva em consideração inúmeras matérias na sua aplicação técnica.

ARTE: Lucas Hertz, Rodrigo Barbosa CTI: Alvaro Zeni (supervisor), André Hauly, Edvânia Silva, Erika Nakamura, José Carlos, Juarez Macedo, Leandro Marcinari, Leo Ferreira, Regina Sano, Rodrigo Lemes, Vanessa Dalberto e Zeca França EDITORES: Lucas Hertz, Rodrigo Barbosa WEBMASTER: Rodrigo Barbosa

Planejar identidades corporativas, projetos de frotas, sistemas de uniformização, peças de mobiliário urbano, embalagens, fachadas, sistemas de sinalização, projetos editoriais, símbolos tipográficos e objetos são de competência do escritório de design. O designer trabalha com projetos de Comunicação Visual. Pode ser feito por agências de propaganda e publicidade, mas são de competência dos designers. Assim como um farmacêutico pode receitar uma aspirina. Mas, é melhor ir ao médico. Agências do mundo todo perceberam as implicações de misturarem áreas de publicidade e propaganda e design e as separaram. Hoje, funcionam como escritórios completamente independentes para prover soluções de publicidade e propaganda e design a seus clientes. Escritórios de design são responsáveis pelas estratégias de gestão de marca, pelo branding e pela identidade da empresa e seus produtos e serviços. O design estratégico faz parte de grandes e médias corporações e serve, quando feito acertivamente, por profissionais, para aumentar o valor de marca.

DESIGNERS: Lucas Hertz e Rodrigo Barbosa

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Onde as revistas estão fazendo receitas EMBORA A PUBLICIDADE IMPRESSA ESTEJA DECAINDO, ALGUMAS REVISTAS ESTÃO ENCONTRANDO NOVAS OPORTUNIDADES E DIVERSIFICANDO O MIX DE RECEITAS. CONFIRA EXEMPLOS PESQUISADOS POR ADVERTISING AGE Advertising Age pesquisou cinco revistas cujo mix de receitas sugerem modelos que podem se tornar cada vez mais comuns no mercado. Elas estão enfrentando a tendência de queda nas receitas publicitárias mas, independente de seu tamanho, circulação, situação financeira e público-alvo, encontraram soluções para se adequar à nova realidade. A revista tem uma edição impressa com circulação de 1,8 milhão e tem a publicidade em suas páginas como a maior receita. “Mas temos a sorte de ter uma marca presente em todos os lugares”, diz Jack Essig, publisher da Men’s Health. Isso inclui livros, como o da série Eat This, Not That. A queda nas receitas publicitárias causou feridas, mas também trouxe reflexões. “Se aprendemos algo foi de que temos um negócio real aqui. Durante a recessão, tivemos grande sucesso com os livros, que são muito lucrativos”, diz. A empresa apostou também em aplicativos para iPhone, pelo qual os usuários podem comprar conteúdos adicionais, e o site Men´s Health Personal Trainer, que exige assinatura. MEN´S HEALTH: Publicidade na revista - 30% Circulação - 22% Livros - 21% Interancional - 20% Publicidade Digital - 4% Assinatura Online - 2% Outros - 1%

“O que aprendemos de mais importante foi a diversificação”. A revista Make, da O´Reilly Media, é timestral e atende o público do estilo “Faça você mesmo”. Seu sucesso está no preço, segundo Fran Reilly, consultor e publisher na Make Media. A edição impressa custa US$ 14,95 ou US$ 34,95 por um ano, e a circulação paga é de 125 mil. Planos para buscar publicidade em escala nacional, o que não era prioridade, devem começar no próximo ano. Mas já há outros espaços de receitas. A feira Maker Faire atraiu 78 mil pessoas em maio passado, 20% a mais do que em 2008, com um preço de US$ 25 por dia. E o E-commerce contibuiu com mais de um quarto das receitas. “Eu entendo o modelo tradicional de crescer a audiência para aumentar o share de dólares na categoria. Mas não se trata mais disso. Não acho que qualquer revista deva ser lançada dessa maneira mais”, afirma Reilly. A revista não está lucrando, mas terá queda nos prejuízos, a melhor performance financeira na década, como afirma Justin Smith, presidente da Atlantic

MAKE: Circulação - 33% E-commerce - 26% Publicidade Digital - 17% Maker Faire - 16% Livros - 5% Publicidade na revista - 3%

THE ATLANTIC: Circulação - 45% Publicidade na revista - 31% Eventos - 14% Publicidade Digital - 10%

Consumer Media. A revista, que tem circulação paga de 450 mil exemplares, segue como produto principal. Mas muito da estratégia da The Atlantic, uma revista mensal que cobre uma gama que inclui política, esportes e finanças, significa diversificar suas receitas e atividades. O grupo mudou seu foco para eventos há dois anos, tornando-os pagos, ao invés de um valor extra para anunciantes que comprassem páginas publicitárias. E também está tentando mudar um pouco o foco das receitas para o leitor, que oferece um bolo maior do que os anunciantes. As atividades diversificadas, como a joint venture com o Aspen Institute para sediar o Aspen Ideas Festival ajuda a trazer anunciantes. “Anunciantes grandes buscam atingir seus públicos em diferentes mídias. Se você oferece essa capacidade, pode competir mais efetivamente”, diz Smith. A Complex tem uma importante receita digital, graças em parte a uma rede de sites parceiros, como Nice Kicks e Nah Right. “Estamos tentando dizer que

somos a marca mais relevante para homens jovens e legais”, diz Rich Antoniello, CEO e Publisher da Complex Media. A publicidade na revista, cuja circulação paga é de 345 mil, caiu até 15% nesta ano, mas a publicidade digital está crescendo a dois dígitos. “Mais do que cobre as perdas no impresso”, afirma Antoniello. “O impresso teve uma queda importante, mas o online e a parte de eventos estão subindo”, afirma Andy Cohn, publichser da Fader Media. “O impresso segue como o irmão mais importante, mas os irmãozinhos estão crescendo em torno dele”, resume. Ele diz que o lucro será menor neste ano, mesmo com o crescimento dessas áreas e cortes de custos. Com circulação paga de 95 mil e sete edições neste ano, a revista deverá se tornar bimestral de modo regular no ano que vem. “Não acho que a publicidade do impresso retornará aos níveis prérecessão. A quantidade de oportunidades de marketing não-tradicional estão apenas decolando. Há tantos canais agora que os anunciantes estão mais confortáveis”, analisa.

COMPLEX:

FADER:

Publicidade na revista - 40% Publicidade digital - 35% Circulação - 20% Marketing e programas customizados - 5%

Publicidade na revista - 45% Publicidade digital - 30% Eventos e vídeos patrocinados - 20% Circulação - 5%

Amazon, Microsoft e Yahoo contra Google A Amazon, Microsoft e o Yahoo estão formando uma coalizão chamada Open Book Alliance (Aliança para Livros Abertos) que visa combater o acordo feito entre o Google e as principais editoras dos Estados Unidos para a publicação de livros online. O esforço é liderado pela Internet Archive, entidade que há muito tempo critica a atitude do Google que,

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segundo as empresas, teria o monopólio do sistema de bibliotecas naquele país.

US$ 125 milhões por isso, de modo que essa entidade renumere as editoras e autores.

O Google havia conseguido recentemente a um acordo com editoras que acusavam a empresa de violar direitos autorais, por utilizar sem anuência das mesmas os livros digitais. O Google criou, então, a Book Rights Registry. Pagou

A Microsoft e o Yahoo poderiam sofrer danos se a expansão do Google para livros digitais trouxesse ainda mais tráfego para sua página de busca. Até o momento, o Internet Archive já digitalizou 1,5 milhão de livros, que podem ser acessados gratuitamente pelas pessoas.


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Vendas dos supermercados

cresceram 5% até julho As vendas dos supermercadistas em julho de 2009 cresceram 6,66%, em relação ao mesmo mês de 2008, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado mensalmente pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). Em comparação a junho de 2009, houve alta de 5,66%. No acumulado dos primeiros sete meses de 2009, em comparação

com o mesmo período do ano anterior, o resultado chega a 5,47%. Os índices já foram deflacionados pelo IPCA. Em valores nominais, o Índice de Vendas da Abras apresentou crescimento de 11,46%, em relação ao mesmo mês do ano anterior, e alta de 5,92% sobre o mês anterior. No acumulado dos sete primeiros meses, a alta é de 11,10%.

“O primeiro mês após a revisão da previsão de crescimento para 2009 confirma a tendência de bom desempenho do setor supermercadista. A alta real de 6,66% é um bom número e reflete que o brasileiro manteve a prioridade na compra de alimentos”, avalia o presidente da Abras, Sussumu Honda.

Em julho, o AbrasMercado, cesta de 35 produtos de largo consumo, analisada pela GfK, apresentou alta de 0,93%, em relação ao mês anterior. Já na comparação com julho de 2008, o AbrasMercado apresentou alta de 4,44%, passando de R$ 256,62 para R$ 268,02. Os produtos com as maiores altas foram: carne dianteiro, com 8,02%; queijo mussarela, com 5,68%; e feijão, com 4,75%. Já os produtos com as maiores quedas foram: batata, com -12,85%; tomate, com -8,99%; e arroz, com -4,53%. “Nesse mês, o AbrasMercado apontou uma leve alta nos preço, acima do IPCA. Com isso, o acumulado do ano já alcança o do IPCA”, afirma Sussumu Honda. A 9ª Avaliação de Perdas no Varejo Brasileiro Supermercadista 2009, elaborada pela Abras em conjunto com a Nielsen e GPP/Provar-FIA, mostra que as perdas nos supermercados brasileiros alcançaram 2,36% do faturamento em 2008 (que foi de R$ 158,5 bilhões). O resultado mostra um pequeno aumento, de 0,21 pontos percentuais, em relação ao índice apurado em 2007, que foi de 2,15%. Em 2006, o índice

médio de perdas foi de 1,97%; em 2005, de 2,05%; e em 2004, de 1,78%. A principal causa de perdas para os supermercados continuam sendo as quebras operacionais. De acordo com a pesquisa da Abras, esse fator foi responsável por 46,4% das perdas nos supermercados um aumento em relação a 2007, quando esse índice foi de 43,2%. Já os furtos (tanto externos quanto internos) apresentaram um pequeno recuo em relação ao ano anterior. Em 2008, representaram 35,5% das perdas, em comparação ao índice de 37,3% no ano anterior. A cesta de perecíveis representou 54,4% das perdas totais. De acordo com os números da Abras, o índice de perdas em perecíveis alcançou, em 2008, 4,44% do total de vendas da cesta. Em 2007, esse número foi ligeiramente maior: 4,48%. A pesquisa também mostra que 74,5% das empresas possuem área de prevenção de perdas. A pesquisa também indica que os supermercadistas estão investindo para reduzir as perdas. De com os dados da Abras, houve aumento do investimento em prevenção em 80,4% das empresas supermercadistas.

Posicionamento Profissional MUITO SE FALA DE SUSTENTABILIDADE RELACIONADA A MEIO AMBIENTE MAS É COMUM DEIXARMOS DE LADO SEUS ASPECTOS SOCIAIS E ECONÔMICOS. É IMPORTANTE CONSIDERARMOS TAMBÉM O RELACIONAMENTO SUSTENTÁVEL COM NOSSOS PARES E NOSSO MERCADO DE ATUAÇÃO. A base para atuar de forma sustentável começa com a definição clara e objetiva sobre o serviço que será prestado, independente da dificuldade que o público tem de entender seu segmento de atuação, é dever do profissional orientar. Clareza de proposta profissional reflete diretamente na percepção do valor do seu trabalho.

Design é uma área ampla do conhecimento e sua diversidade de aplicações exige uma definição clara do posicionamento de cada profissional. Quando isso não acontece todos são vistos da mesma maneira anulando a percepção desta diversidade, reduzindo o valor do segmento e restringindo sua função às mesmas demandas e aplicações. Um posicionamento profissional eficiente e sustentável acontece

a partir do alinhamento de algumas definições, dos interesses e da experiência adquirida. Ele possibilita a geração de relacionamentos saudáveis e duradouros com colegas, clientes, fornecedores e valoriza você e o mercado no qual está inserido. O posicionamento eficiente leva em consideração as seguintes questões:

* Quais seus pontos fortes e fracos (técnicos, humanos e políticos)? * O que o torna valioso ou qual seu diferencial? * Qual o perfil ideal de contratante para seus serviços ou quem contrataria o que você tem a oferecer? * Quais as experiências profissionais pelas quais você passou? * Como você é percebido por seus colegas e pelo mercado? * Com quais nichos de mercado você já possui algum relacionamento e como este relacionamento acontece? * Os projetos apresentados em seu portifólio e seu processo de trabalho atendem a seus interesses atuais? * Seus conhecimentos estão de acordo com sua proposta e o nicho que você está inserido?

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TIM começa vender iPhone 4 no Brasil OPERADORA IDEALIZOU UM ESQUEMA ESPECIAL PARA COMERCIALIZAR O APARELHO A PARTIR DA MEIANOITE DE SEXTA-FEIRA, 17 Nove lojas abrirão à meia-noite da próxima sexta-feira (17) para conter a demanda dos que desejam um iPhone 4. Os locais escolhidos para receber o aparelho foram: New York City Center (RJ), Shopping Eldorado (SP), BH Shopping (MG), Park Shopping (DF), Shopping Barigui (PR), Shopping Iguatemi Porto Alegre (RS), Shopping Recife (PE), Shopping Iguatemi Salvador (BA) e Shopping Iguatemi Belém (PA).

O IPhone 4 enfrentou problemas quando lançado nos Estados Unidos. O caso, conhecido como “antenagate”, foi gerado por problemas na recepção do sinal do celular e ocorria, geralmente, quando as pessoas o seguravam com a mão esquerda. Lá fora, a Apple foi obrigada a oferecer alternativas ao comprador do iPhone 4: um isolante do sinal. Para aqueles não satisfeitos, se dispôs a devolver o aparelho com o valor gasto reembolsado.


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YouTube não matará a TV. A internet o fará A AFIRMAÇÃO É DE CHAD HURLEY, COFUNDADOR DO SITE DE VÍDEOS. EM CONFERÊNCIA EM SÃO PAULO, ELE DESTACOU O VALOR DO CONTEÚDO E DA EFICIÊNCIA NA DISTRIBUIÇÃO DIGITAL Chad Hurley, cofundador do YouTube, não fez rodeios. Convidado do Digital Age 2.0, evento organizado pelo IDG em São Paulo, ele foi claro ao ser questionado se o site mataria a TV: “O YouTube não. A internet matará a TV”. Hurley explicou que, com a distribuição digital, o caminho é a personalização do que se quer assistir, seja no computador, seja no celular. Ele não imagina o futuro com as pessoas se sentando diante da TV para acompanhar o programa das 20h, por exemplo. Hurley ainda brincou com o assunto. Contou que, vez por outra, ele assiste à programação da TV, mas disse também que o aparelho fica como um ruído enquanto ele está na web.

Ao falar sobre o futuro, Hurley afirmou que pretende oferecer melhores experiências aos usuários por meio de um streaming mais rápido e que planeja ampliar a plataforma de distribuição de conteúdo para que o serviço seja usufruído em qualquer aparelho, em qualquer formato e a qualquer hora. “A experiência do usuário tem de ser mais consistente”, observou. Nesse sentido, o YouTube continua a investir em tecnologia. O site estuda maneiras de viabilizar uploads de vídeos mais longos do que o limite atual (dez minutos) e com maior qualidade. Hurley declarou que a empresa quer criar mais ferramentas que promovam maior integração entre os usuários. Isso tanto no que se refere a compartilhamento como também a mecanismos que ampliem a recomendação de vídeos a assistir. Também deseja ampliar seu catálogo. A cada minuto, “sobem” no site 20 horas de produções. A respeito da necessidade de gerar receitas para o Google

(que comprou o site em 2006), o cofundador do YouTube assegurou que existe mais história da mídia do que real pressão. Questionado o que o CEO do Google costuma lhe perguntar sempre que se encontram, ele respondeu: “Eric Schmidt quer saber que vídeo deveria ver”. Novos modelos de publicidade estão sendo discutidos. Segundo Hurley, é preciso diversificar as oportunidades e também encontrar melhores meios para direcionar a publicidade aos usuários. O YouTube confirmou que irá dividir receita de publicidade com os usuários responsáveis pelos vídeos mais populares do site (leia mais aqui). Ele deverá avisar por e-mail que o pagamento será feito, mas ainda não estão claros os requisitos mínimos para que um vídeo seja remunerado dentro desse conceito de popularidade. Isso seria uma medida também para estimular a criação de conteúdos mais atraentes. Conteúdo foi um dos pontos que Hurley valorizou em

sua apresentação no Digital Age, que ocorreu na tarde desta quarta-feira, 26. Ele também salientou a importância da distribuição eficiente desse material. Hurley comentou ainda que um hit viral é muito raro. É praticamente como ganhar um Oscar. Ele disse que para se construir um hit é importante contar bem uma história, acredita que mostrar engraçadas .

Hurley observou que o Google acelerou o crescimento do YouTube. E que as duas companhias compartilham a mesma missão: organizar a informação no mundo digital. E distribuíla. “Os vídeos são uma parte importante da internet e vão continuar a ser. Temos foco na inovação e na melhora de nossos serviços. Mas ainda temos um longo caminho a percorrer”.

Cruz ficou mais de um ano sem entrar no Threadless, e chegou a receber um e-mail perguntando sobre sua ausência. Em seu trabalho, como diagramador e designer em uma editora ligada ao IFF, o site é bloqueado.

desenho por US$ 1.000. A cada novo produto que ele estampa e a cada novo lote de camisetas impressas, ele ganha US$ 500 --o notebook da Dell que ele decora custa mais de US$ 2.000 em sua versão mais cara.

Brasileiro estampa notebook da Dell Árvores que se transformam em prédios. Pássaros que são o reflexo de aviões. A ilustração que mostra como centros urbanos são florestas de concreto levou um brasileiro de Campos dos Goytacazes, no norte do Estado do Rio de Janeiro, para o mundo da tecnologia. A arte faz parte do acervo do site Threadless, que abriga mais de 80 mil designers e artistas. O desenho se chama “Stone Jungle”, foi criado pelo designer André da Silva Cruz e escolhido pela fabricante de computadores

Dell para estampar uma linha de notebooks que foi lançada em julho nos EUA. Além do trabalho de Cruz, outras dez ilustrações disponíveis no Threadless foram selecionadas pela empresa. Cruz, 39, é a antítese do que se imagina de um designer descolado e ultraco­ nectado. Ele passou anos entre os computadores do IFF (Instituto Federal Fluminense), onde se formou em design gráfico aos 33 anos, e um ultrapassado PC com chip Pentium 166 que tinha em casa e que fora comprado usado.

“Stone Jungle” começou a ser feita no Pentium 166, mas, claro, o equipamento não tinha memória suficiente. A cada retoque na imagem, o PC tinha que ser reiniciado; com paciência, conseguiu concluir o trabalho. Em 2005, por sugestão de um amigo, acabou mandando o desenho para o Threadless, que não conhecia --até um mês atrás, nem sequer tinha internet em casa. O acesso à rede era um luxo que não podia ter em casa com seu salário como diagramador e designer, de R$ 900, que paga o seu sustento e o do filho de 13 anos.

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Apesar do sucesso, o designer não está fazendo fortuna. O Threadless comprou seu

O dinheiro que vem de fora, porém, ajuda. Em 2008, ele até conseguiu trocar de PC. Sua máquina atual tem 1 Gbyte de memória e 40 Gbytes de HD.


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Fiat se

abre para os Abre realiza premiação consumidores

para os melhores das

embalagens

O EVENTO É CONSIDERADO O MAIS IMPORTANTE CONCURSO NACIONAL DE EMBALAGEM, COM RECONHECIMENTO INTERNACIONAL. AS EMBALAGENS VENCEDORAS SÃO EXPOSTAS NAS PRINCIPAIS FEIRAS MUNDIAIS E PODEM CONCORRER AO WORLDSTAR, PRÊMIO REALIZADO PELA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE EMBALAGEM. A Associação Brasileira das Embalagens (Abre) revelou nesta quarta-feira, 26, os vencedores da 9ª edição do Prêmio Abre de Design & Embalagem. As embalagens vencedoras podem concorrer ao WorldStar, prêmio realizado pela Organização Mundial de Embalagem. A avaliação é feita por uma comissão de profissionais especializados em diversas áreas do segmento. O Prêmio é realizado com o apoio da WPO - Organização Mundial de Embalagem; Ulade - União Latino Americana de Embalagem; PBD

- Programa Brasileiro de Design do Ministério de Indústria; Desenvolvimento e Comércio Exterior e CSPD - Centro São Paulo Design. Ao todo são seis módulos com 37 sub-categorias de premiação. A Bunge Alimentos foi a escolhida como a empresa do ano. O Prêmio para personalidade ficou com Elio Cepolina, profissional que em 2009 completou 87 anos, sendo 70 deles de contribuição para o mercado de embalagens. Atualmente é membro do Conselho da Cia. Metalúrgica Prada.

Entre as empresas vencedoras destaque para a Design Inverso, que ficou como a melhor em três categorias: embalagem para saúde e farmacêuticos, embalagem para produtos e miscelânea e embalagem para exportação. No módulo especial, a premiação para a categoria “Estudante” ficou com Cleiton Giacomozze da Silva, responsável pela “Caixa para Pizza 3 tamanhos em só modelo” e a categoria “Voto Popular” foi vencida pela Team Creatif para a embalagem do “Porta Club Social”.

Universal Channel muda identidade gráfica A partir de setembro, o Universal Channel renovará seu pacote gráfico. As mudanças acontecem no mês em que o canal comemora cinco anos de existência. As vinhetas gráficas terão nova identidade visual, com elementos adicionados na paisagem urbana, trabalhada em 3D. O projeto foi desenvolvido pelo escritório nova-iorquino de motion design NailGun, que é especializado no mercado de TV, é responsável pelo onair look de grandes emissoras americanas. Entre elas: ABC, CBS e Lifetime Television. Além disso, está sendo preparada uma ampla campanha de marca, criada pela agência Script, também veiculada em setembro.

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MONTADORA ANUNCIOU QUE PROJETARÁ SEU PRÓXIMO CARRO, BATIZADO DE “FIAT MIO” EM CONJUNTO COM OS CLIENTES Surfando a onda do Open Source, que atrai os internautas mais antenados e amantes da coletividade, a Fiat anunciou que projetará seu próximo carro conceito em conjunto com os consumidores. Batizada de “Fiat Mio”, a ideia consiste em convidar as pessoas a participar da criação do protótipo do terceiro Fiat Concept Car (FCC III) por meio de propostas para quesitos como propulsão, segurança, design, materiais e infotaiment - que nada mais é do que integrar inovações tecnológicas ao carro. Para participar, basta acessar o site fiatmio.cc e se cadastrar. A plataforma, que entra no ar nesta segunda-feira, 3, reunirá as sugestões dos internautas e terá o conteúdo em discussão licenciado pelo Creative Commons, democratizando, dessa forma, as informações. No total, serão quatro fases. A primeira consiste na investigação sobre como especialistas de

diferentes áreas enxergam o futuro do automóvel. Em seguida, acontecerá a elaboração de conceitos por meio da colaboração de internautas e equipes da Fiat. Na terceira etapa, a montadora fará a análise das contribuições e, por fim, os internautas ajudarão também a formatar a comunicação do carro, inclusive seu nome. “Esse é um projeto que nasce dentro do coração de uma indústria que é muito fechada em seus processos de desenvolvimento. É algo inovador, que aproximará ainda mais a Fiat dos consumidores”, diz João Ciaco, diretor de marketing da empresa. A AgênciaClick é a responsável pelo desenvolvimento da plataforma colaborativa, pela gestão operacional e pela estratégia de comunicação digital. O carro pensado em conjunto com os consumidores será apresentado no Salão do Automóvel em outubro de 2010.


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Ronaldo abre o jogo O CRAQUE REVELA COM EXCLUSIVIDADE OS DETALHES DA PARCERIA MILIONÁRIA COM O GRUPO WPP PARA CRIAR UMA EMPRESA DE MARKETING ESPORTIVO, CONTA QUAIS SÃO SEUS INVESTIMENTOS E COMO LIDA COM O DINHEIRO.

A ideia surgiu na casa do apresentador de tevê Fausto Silva, que todo mês reúne os amigos em torno de uma pizza. Do seleto grupo daquela noite de abril de 2009 faziam parte o publicitário e presidente do grupo Ogilvy no Brasil, Sérgio Amado, e o jovem empresário Marcus Buaiz, herdeiro do grupo capixaba Buaiz que tem negócios em diversas áreas, de alimentação a shopping center. Foi Buaiz o encarregado de levar o mais ilustre convidado da noite, o jogador Ronaldo Nazário de Lima, que entre uma garfada e outra comentava a preocupação em definir o futuro depois de encerrar a carreira no futebol. “Esta é uma operação que nasce no Brasil e vai para o mundo. A primeira parada será Londres” “O Faustão deu a ideia: por que não cria uma empresa de marketing e consultoria esportiva?”, diz Ronaldo. Na última segunda-feira, às vésperas do feriado de 7 de setembro, um ano e meio depois da pizza na casa de Fausto Silva, Ronaldo Fenômeno recebeu a reportagem de DINHEIRO para

falar com exclusividade de seu mais novo empreendimento, a 9INE, resultado da associação entre ele, o amigo Buaiz e o grupo britânico WPP – dono da Ogilvy e de um faturamento de US$ 6,8 bilhões no primeiro semestre deste ano.

quem tem um tino empresarial muito bem desenvolvido.

A 9INE nasce com investimentos de R$ 5 milhões – aplicados ao longo dos três primeiros anos – e potencial de receita de R$ 50 milhões dentro de quatro anos. Mais: antes mesmo de abrir as portas na arborizada avenida São Gualter, no elegante bairro de Alto de Pinheiros, a 9INE já registra uma base de pelo menos 100 marcas, que hoje estão na carteira de clientes do grupo WPP no Brasil e no Exterior.

Ronaldo não confirma, mas Kaká e Alexandre Pato estão prestes a assinar contrato com a 9INE para que o ex-camisa 9 da Seleção Brasileira cuide da vida empresarial dos dois fora das quatro linhas. Além disso, o craque dá pistas de que poderá entrar no disputado mercado de compra de jogadores. “É um negócio atraente. Você compra dez jogadores e, se um der certo, já paga os outros nove. Eu devia ter investido no Neymar um ano atrás. Agora passou. Putz! Perdi a oportunidade”, diz sorrindo. A princípio, o Fenômeno pretende entrar de cabeça na administração da carreira de outros jogadores.

Ronaldo se diz bastante animado com a ideia de trocar os gramados pela vida de empresário e faz planos que incluem seus colegas de profissão. “Quero dar consultoria a jogadores de futebol que mal sabem fazer uma declaração de Imposto de Renda. Tem gente com um potencial enorme e que está mal assessorado”, garante o Fenômeno, com a autoridade de

Administrar, aliás, é um verbo que Ronaldo sabe conjugar como poucos em seu meio. A fortuna do craque é estimada em US$ 250 milhões (leia quadro) e não para de crescer, graças ao perfil administrativo que Ronaldo forjou ao longo de 20 anos de carreira e à maturidade que adquiriu depois de alguns tropeços. Até a sua postura diante de impulsos consumistas mudou.

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“Comprar aquela Ferrari foi uma das maiores bobagens que eu já fiz”, diz ele em relação ao carrão italiano, pelo qual pagou US$ 500 mil, 12 anos atrás. Hoje, Ronaldo diz ter uma relação tranquila com o dinheiro. “Gasto muito pouco comigo. Não que eu seja pão-duro. É desinteresse mesmo. Tenho tudo”, diz. A relação tranquila com a fortuna que amealhou, e continua amealhando, não significa, porém, que Ronaldo seja displicente em relação às próprias finanças. “Aplico em fundos de perfil conservador. Não se mete com as despesas de casa. Dessas, Bia Antony, sua mulher, se encarrega de cuidar. “Ela não esbanja, então fico sossegado”, diz o jogador, dando uma boa risada em seguida. Com a agenda carregada que tem, repleta de compromissos ora com o Corinthians, ora com patrocinadores (AmBev, Claro, Vale e Hypermarcas, além da Nike), Ronaldo conta com a assessoria de uma equipe que cuida de seu patrimônio. Segundo ele, são 20 profissionais entre advogados, economistas e contadores

espalhados por três países: Espanha, Suíça e Brasil. A cada trimestre, Ronaldo recebe, e diz ler atentamente, relatórios financeiros enviados pelos consultores e também pelo pessoal do Bradesco, encarregado de gerir os fundos de investimento do craque no Brasil. O lado empresarial do Fenômeno é conhecido apenas por aqueles que estão à sua volta e estes garantem: Ronaldo estipula metas, prazos para cumpri-las e cobra resultados. “Ele tem um tino comercial e uma capacidade analítica muito apurados”, descreve Fabiano Farah, empresário do jogador há oito anos. Segundo Farah, não é exagero afirmar que, a cada ano, Ronaldo recebe mais de uma centena de propostas para se tornar sócio de algum “negócio mirabolante” com taxas de retorno “excepcionais”. “Já propuseram sociedade num negócio com retorno sobre o capital investido acima de 30% em menos de um ano”, conta.

por Lucas Hertz


Creative

Edição 2010

ABA Branding 2009 apresenta as marcas fortes

É A SEXTA EDIÇÃO DO ESTUDO, FEITA COM 1640 ENTREVISTADOS NAS CIDADES DE SÃO PAULO, PORTO ALEGRE, CURITIBA, RIO DE JANEIRO, BELO HORIZONTE, RECIFE E SALVADOR

Fruto de parceria entre a Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e a Top Brands Consultoria e Gestão de Marcas, a sexta edição do estudo sobre a força das marcas brasileiras foi divulgado na manhã desta quarta-feira, 26, no Fórum Internacional ABA Branding 2009. O levantamento considerou lembrança, confiança, satisfação e intenção de compra em relação a automóveis (por fabricante e modelo), bancos, cartões de crédito, leites condensados,

televisores, jornais, biscoitos, operadoras de telefonia fixa, operadoras de telefonia móvel, planos de saúde, postos de combustível, companhias aéreas, emissoras de TV, revistas, provedores de internet e supermercados. A pesquisa foi realizada por telefone, nas capitais São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Recife e Salvador, com uma amostra de 1640 entrevistados, posteriormente divididos por sexo, idade e classe social.

“Esse estudo permite uma análise mais profunda da real força das marcas em cada categoria, indo além da leitura de Top of Mind, e também cruzamentos que fornecem análises de diferenças comportamentais por classe social, faixas etárias e regiões”, declarou Marcos Machado, sócio-diretor da Top Brands. Veja ao lado o ranking das marcas mais defendidas, que mostra o prestígio e a confiança em cada categoria:

Automóveis: Volkswagen (75%) Aparelho TV: Semp Toshiba (74%) Cartão de crédito: Hipercard (87%) Revista: Caras (72%) Operadora de telefonia fixa DDD: Embratel (58%) Provedor de Internet: UOL (50%) Operadora de telefonia móvel: Oi e Claro (48%) Plano de saúde: Bradesco Saúde (63%) Posto de combustível: Ipiranga (71%) Banco: Caixa Econômica Federal (67%) Supermercados: Carrefour/Bompreço (58%) Biscoitos: Trakinas (85%) Leite Condensado: Leite Moça/Nestlé (85%) Companhia aérea: Tam (52%) Emissora TV ou Canal TV: Record (não divulgou) Jornal: Diário Pernambuco (77%)

Onde as Revistas Estão Fazendo Receita Advertising Age pesquisou cinco revistas cujo mix de receitas sugerem modelos que podem se tornar cada vez mais comuns no mercado. Elas estão enfrentando a tendência de queda nas receitas publicitárias mas, independente de seu tamanho, circulação, situação financeira e público-alvo, encontraram soluções para se adequar à nova realidade.

A revista tem uma edição impressa com circulação de 1,8 milhão e tem a publicidade em suas páginas como a maior receita. “Mas temos a sorte de ter uma marca presente em todos os lugares”, diz Jack Essig, publisher da Men’s Health. Isso inclui livros, como o da série Eat This, Not That.

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Jornal Creative ESPM  

Jornal desenvolvido para cadeira de Tipografia

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