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EDITORIAL

REVISTA LISTA DA SAÚDE: UM NOVO CONCEITO É com muita satisfação que lançamos a edição especial de 13 anos, trazendo mais informações e conhecimentos de assuntos relevantes ao bem estar e qualidade de vida. Nosso intuito é que o leitor esclareça suas dúvidas em diversos assuntos, como muitos já conhecem a lista da saúde por meio digital e guia impresso estamos trazendo uma nova ideia para a leitor. A Revista Lista da Saúde edição especial de 13 anos está trazendo diversos especialistas da nossa região com temas variados. Nossa capa conta com o Dr. Rodrigo Matos que possui mais de 10 anos de experiência em ortodontia e ortopedia facial e coordenador do curso de especialização em ortodontia na UNESC Criciúma falando sobre tratamento ortodôntico preventivo, ortodontia para adultos, aparelhos estéticos, tratamento das deformidades craniofaciais e tratamento do ronco e apneia. A Lista da Saúde também possui um portal na internet onde você leitor encontra os especialistas que necessita, onde você pode encontrar pelo nome, especialidade ou plano de saúde é só acessar www.listadasaude.com.br tudo isso para facilitar você leitor a ter mais acesso ao especialistas de nossa região. Nossas revistas vão circular em consultórios, clinicas, farmácias, hospitais, Academias, entre outros lugares na região da Amesc, Amrec e Amurel. Agradecemos a todos os nossos parceiros que confiam em nosso trabalho e que nos fazem a cada dia buscar a excelência e principalmente a Deus pela força que nós dá a cada dia. Boa Leitura; ‘’Tudo posso naquele que me fortalece” Filipenses 4:13

PRISCILLA CAMPOS AMARAL RODRIGO AMARAL GOMES

(48) 99608-2652 comercial@listadasaude.com.br www.listadasaude.com.br Rua Manoel Rufino da Silva, 246 - Mato Alto Araranguá - SC - 88.904-025

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ÍNDICE

10 AVALIAÇÃO PUBERAL:

QUANDO DEVE SER A PRIMEIRA CONSULTA GINECOLÓGICA? DRA. TÚLIA KLEVESTON

12 EU GOSTARIA DE FAZER UMA CIRURGIA PARA PERDER PESO,

SERÁ QUE EU POSSO? DR. GIANCARLO BÚRIGO

14 CONTRACEPÇÃO NA ADOLESCÊNCIA DRA. LETÍCIA VASCONCELOS DE MOURA

16 OS 3 R’S DO REJUVENESCIMENTO FACIAL DRA. RAFAELA FERREIRA ELIAS

18 TENHO TIDO ALGUNS ESQUECIMENTOS.

SERÁ QUE TENHO PROBLEMA DE MEMÓRIA? DR. ALLISON JOSÉ PIRES listadasaude.com.br


ÍNDICE

20 DEPRESSÃO: UMA DOENÇA MENTAL DRA. MILLIANE ROSSAFA

22 A ANEMIA É UMA DOENÇA FREQUENTE! DR. VITOR HUGO PARPINELLI RICCI

24 INCONTINÊNCIA URINÁRIA NÃO PODE SER IGNORADA DRA. SANDRA MANENTI

26 ALERGIA ALIMENTAR X INTOLERÂNCIA DRA. MARIANA MANGILLI DE MENEZES

28 CARÓTIDA E ANEURISMA DE AORTA DR. DANIEL LUPSELO listadasaude.com.br


ÍNDICE

30 MASTALGIA DR. ERIK PAUL WINNIKOW

32 ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL DR. RODRIGO MATOS

36 TROMBOCITOPENIA IMUNE PRIMÁRIA - PTI DR. THIAGO BARBIERI LOPES

38 ARTROPLASTIA DE QUADRIL E JOELHO DR. FERNANDO LUPSELO

40 TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA (TAG),

DEPRESSÃO E RISCO DE SUICÍDIO DR. RAFAEL RAMALHO E LETÍCIA C. GIURADELLI

42 OBESIDADE NA INFÂNCIA DRA. LETÍCIA SOARES BOING listadasaude.com.br


ÍNDICE

44 ESPINHAS E CRAVOS, UM PROBLEMA NÃO SÓ DOS ADOLESCENTES DRA. TATIANE WATANABE

46 DIABETES: UMA DOENÇA SILENCIOSA DR. DANIEL MELLER DAL TOÉ

48 RELAÇÃO DA DEPRESSÃO E DÉFICIT COGNITIVO NOS IDOSOS DR. TÚLYO SAVIO CARBONE

49 VOCÊ SABE O QUE É DOENÇA PERIODONTAL? DRA. DANY PAULA FURLANETTO

50 OS SEGREDOS DO EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL E DURADOURO LAURA CASTELLER PESCADOR

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GUIA

MÉDICO listadasaude.com.br


SAÚDE DO ADOLESCENTE

AVALIAÇÃO PUBERAL:

QUANDO DEVE SER A PRIMEIRA CONSULTA GINECOLÓGICA?

O

desenvolvimento sexual da mulher ocorre geralmente na transição da infância para adolescência. Neste período, muitas dúvidas surgem tanto para as meninas, que estão sofrendo as transformações, quanto para suas mães, muitas vezes, sendo necessária a avaliação e orientação médica. A identificação de anormalidades nas modificações hormonais, físicas e psicológicas se faz imprescindível para o desenvolvimento e crescimento adequados. O aparecimentos dos caracteres sexuais secundários, como aparecimento de broto mamário e pelos pubianos, pode iniciar a partir dos 8 anos até os 14 anos. Juntamente com eles, acontece o estirão puberal, que consiste numa fase de crescimento mais rápida, de extrema importância para a estatura final. Desvios da normalidade neste período podem influenciar de forma irreversível na estatura final e devem ser identificados precocemente. Portanto, meninas com aparecimento de caracteres sexuais antes dos 8 anos devem procurar avaliação médica. Uma queixa muito comum neste período é o aparecimento de secreções vaginais, mesmo antes de ocorrer a menarca – primeira menstruação. Isso ocorre deve ao estímulo hormonal sobre as glândulas da região genital, entretanto é importante observar se trata-se apenas de secreção vaginal fisiológica (secreção hialina ou clara e sem odor) ou corrimento vaginal.

Com o aparecimento da primeira menstruação (menarca), que ocorre geralmente após 2 anos do aparecimento dos caracteres sexuais secundários, outras queixas começam a surgir, como ciclos irregulares, fluxo menstrual intenso e cólicas. É importante desde o primeiro momento fazer o calendário menstrual, que consiste em anotar os dias do início e do término de cada menstruação, podendo existir uma certa irregularidade nos primeiros 2 anos após a menarca. Cólicas menstruais de fraca intensidade e de curta duração também são queixas frequentes deste período, podendo haver necessidade de uso de analgésicos. Porém, quando a dor for de forte intensidade, tiver aumento gradual com o tempo ou atrapalhar as atividades diárias, faz-se necessária avaliação, pois pode ser prenúncio da presença de algumas patologias como endometriose. Na adolescência, outras preocupações como início da vida sexual, prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e dúvidas sobre anticoncepção também surgem e necessitam ser avaliadas e, devidamente, orientadas para evitar resultados não desejados como: gravidez não desejada ou consequências da aquisição de DSTs, como infertidade por exemplo. Não existe uma idade específica para primeira avaliação com o ginecologista. No entanto, desde o início do desenvolvimento puberal é necessário ficar atento para anormalidades para que sejam avaliadas o mais precocemente. Além disso, iniciar uma relação de confiança com o ginecologista, tratar queixas, avaliar e sanar as dúvidas antes do início da vida sexual são iniciativas de suma importância na transição para uma vida adulta saudável.

DRA. TÚLIA KLEVESTON

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA - CRM/SC 15534 | RQE 11535 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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CIRURGIA BARIÁTRICA

EU GOSTARIA DE FAZER UMA CIRURGIA PARA PERDER PESO,

SERÁ QUE EU POSSO?

E

sta tem sido uma das perguntas frequentes que muitas pessoas me fazem. Sabemos que a obesidade é uma DOENÇA cada dia mais comum, atingindo proporções muito grandes. Os riscos das doenças associadas à obesidade, como diabetes, doenças cardíacas, respiratórias, renais e também alguns tipos de câncer, preocupam a classe médica.

Conhecer as comorbidades mais frequentes permite o diagnóstico precoce, a prevenção e o tratamento. Com o avanço científico, a cirurgia bariátrica tornou-se um tratamento eficaz para a obesidade mórbida, a curto e longo prazo. Mas para ser submetido a uma das técnicas de cirurgia bariátrica é necessário estar dentro dos critérios de indicação.

QUEM PODE FAZER A CIRURGIA?

QUE TÉCNICA DE CIRURGIA DEVO ESCOLHER COM MEU MÉDICO?

Se você tem um índice de massa corpórea acima de 35 kg/m² e é portador de uma doença agravada pela obesidade poderá se submeter à cirurgia. E se você tem um índice de massa corpórea acima de 40 kg/m², é necessário ter mais de 18 anos. Contudo, adolescentes acima de 16 anos e menores de 18 anos PODERÃO ser operados desde que tenham a concordâncias dos pais ou responsáveis legais. Além disso, é preciso ter a presença de um pediatra na equipe multiprofissional e a comprovação de consolidação das cartilagens das epífises de crescimento dos punhos. Em pacientes acima da 65 anos deve ser avaliada a presença de comorbidades, risco, benefício, expectativa de vida e os benefícios do emagrecimento. Ao ser estabelecido o diagnóstico clínico dentro de todas as características mencionadas, o paciente deverá ser tratado por um especialista médico, endocrinologista, por dois anos antes de ser submetido à cirurgia.

Esta é uma questão que você deverá conversar diretamente com o cirurgião assistente. Atualmente, as duas técnicas mais utilizada são Gastroplastia com By Pass e também a chamada Sleeve Gastrectomia. No primeiro tipo, temos uma combinação de cirurgia de restrição e disabsorção, hoje considerada a cirurgia que proporciona os melhores resultados a longo prazo. O segundo tipo é uma técnica mais recente, que tem aspecto restritivo e vem ocupando um espaço entre as cirurgias mais realizadas na atualidade.

E DEPOIS QUE OPERAR ESTARÁ RESOLVIDO? Absolutamente. Depois disso, começa sua nova vida e o papel principal é da equipe multiprofissional que o acompanhará por muito tempo. Você seguirá com o tratamento psicológico, avaliações sequências com a nutricionista, exames clínicos de controle e, logicamente, deverá praticar atividade física regularmente. Hábitos novos e saudáveis para uma vida nova.

MAS BASTA PROCURAR UM CIRURGIÃO E JÁ ME SUBMETEREI À CIRURGIA?

E PRECISAREI TOMAR ALGUMA VITAMINA?

Este é outro quesito importante e frequente dentre as perguntas mais corriqueiras. A reposta é não. Não basta simplesmente procurar um cirurgião habilitado para o procedimento. Você deverá ser avaliado, primeiramente, por médico endocrinologista, nutricionista e psicológico, que poderão ou não concordar com a realização da cirurgia bariátrica. Se você for aprovado por estes três profissionais, será dada continuidade à avaliação pré-operatória, que inclui a realização de uma série de exames laboratoriais, entre outros procedimentos.

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Sim, independentemente da cirurgia a qual você se submeter deverá fazer uso de complementação com vitaminas. Se você se encontra dentro de uma destas características procure um cirurgião que realize a cirurgia bariátrica.

DR. GIANCARLO BÚRIGO

CIRURGIÃO GERAL - CRM/SC 6664/RQE 1659 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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CONTRACEPÇÃO ADOLESCENTE

CONTRACEPÇÃO NA ADOLESCÊNCIA

A

ções sejam dadas e as condutas estabelecidas. Os métodos comportamentais, sem dúvida, são os de menor índice de sucesso, quer pela dificuldade em executá-los, quer pelas oscilações hormonais a que todas as mulheres estão propensas. Foram, em outros tempos, muito utilizados. Já os métodos de barreira, podem ser vistos como coadjuvantes no afã da prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Muitos mitos ainda rondam o uso deste método, mas, atualmente é o que se dispõe de melhor para impedir tal transmissão. Como contraceptivo tem seu valor questionável.

idade de início da atividade sexual em nosso meio tem sido cada vez mais precoce e com isso, o número de gestações – muitas delas indesejadas – em pacientes jovens também aumentou. Importante se faz conversarmos sobre a necessidade de métodos contraceptivos destinados a esta faixa etária. É fundamental que os pais/cuidadores das adolescentes estejam atentos para uma conversa franca e honesta sobre sexualidade e anticoncepção. Inúmeros são os métodos oferecidos para prevenir uma gestação indesejada, não obstante a necessidade do uso obrigatório do preservativo, visando à proteção da paciente no que tange a aquisição de doenças sexualmente transmissíveis. Não há um "melhor método". Cada caso precisa ser individualizado e avaliado pelo especialista para que, juntamente com a adolescente – e muitas vezes com a família – possam eleger o que melhor se adapta a cada uma. Desde os métodos comportamentais, aqueles que definem determinadas práticas ou períodos onde deve haver a abstinência, passando pelos métodos de barreira, como preservativos femininos e masculinos até hormonais, quer em forma de contraceptivos orais (pílula), quer em forma de injeções ou implantes, discorrendo pelos dispositivos intrauterinos, nas suas mais diversas apresentações, podem ser escolhidos. Importante individualizar, para que seja feita a melhor escolha. Nem sempre a abordagem é fácil. Um sem número de motivos pode justificar, todavia, não fazê-lo pode acarretar em risco e prejuízos muito grandes. Alguns, irreversíveis. Neste momento, faz-se necessária a consulta com médico ginecologista para que as orienta-

OS DISPOSITIVOS INTRAUTERINOS merecem atenção redobrada, identificando o tipo de dispositivo a ser utilizado e a paciente que fará uso. Foi originalmente desenvolvido para uso em camelas, onde se colocava uma pedra no útero das mesmas para evitar que essas tivessem gestações o que as impediria de atravessar o deserto. Também cercado de tabus, em tempos atuais, dispomos de inúmeras apresentações, podendo o especialista, explicar de forma pormenorizada cada uma delas a fim de escolher a que melhor se adapta à paciente. OS MÉTODOS HORMONAIS, que são os "queridinhos" pela facilidade de aquisição e utilização, incorrem no risco de, se mal indicados, causar danos inimagináveis. Nem sempre o contraceptivo da amiga é o melhor para a paciente em questão. As formas de apresentação - oral, injetável, implantado - também devem ser discutidas e orientadas pelo profissional capacitado. Desde a década de 70, os laboratórios procuram usar uma menor quantidade de hormônios na sua fórmula, visando diminuir os riscos e efeitos colaterais do hormônio. Isso não significa dizer que a menor taxa hormonal seja definitivamente a melhor. Ajustes e individualizações são necessários. Aqui não vamos abordar os métodos ditos irreversíveis, ora que na adolescência, nada ou quase nada é definitivo.

DRA. LETÍCIA VASCONCELOS DE MOURA GINECOLOGISTA E OBSTETRA - CRM/SC 15470 | RQE 19127 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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MEDICINA ESTÉTICA

OS 3 R’S DO REJUVENESCIMENTO FACIAL

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os dias atuais buscamos a naturalidade, quando o assunto é rejuvenescimento facial. O tratamento global da face é o principal enfoque, o que significa não mais tratar uma ruguinha ou outra mas, sim olhar o rosto em sua totalidade, considerar todas as técnicas disponíveis e buscar em cada técnica sua melhor indicação e benefício. O resultado é um rejuvenescimento com harmonia, naturalidade e equilíbrio facial. Seguindo esta tendência, um dermatologista norte-americano criou os 3R´s do rejuvenescimento facial, que resumem perfeitamente as necessidades da face envelhecida: Renovar a pele, Relaxar

os músculos e Recuperar o volume e redefinir os contornos faciais. O envelhecimento natural e intrínseco provoca mudanças na aparência da pele, como perda de brilho, hidratação, flacidez, etc. Estas alterações são maximizadas pelo envelhecimento extrínseco, causado por fatores ambientais, principalmente o sol, tornando a pele mais grossa, seca, com manchas e rugas. A mesma perde o colágeno, elastina e o ácido hialurônico natural e, portanto, seu volume. De certa forma, ela murcha, resultando os sulcos mais profundos, as rugas estáticas e as sombras, características da face envelhecida. Os 3Rs:

RENOVAR RELAXAR RECUPERAR

E como abordamos os 3R’s ? Vamos ver cada um deles: R1- RENOVAR A PELE Renovar a pele significa tratar as manchas, atenuar as rugas mais superficiais e recuperar a firmeza e hidratação do rosto. Os tratamentos mais indicados para esta finalidade são: cremes, peelings, lasers (CO2 fracionado), microagulhamento, luz intensa pulsada, skinboosters (hidratação injetável).Eles atuam recuperando a qualidade e a uniformidade da pele, estimulam a produção de colágeno e a recuperação celular.

R3- RECUPERAR O VOLUME E REDEFINIR OS CONTORNOS FACIAIS Para recuperar o volume perdido, redefinir os contornos da face e preencher rugas mais profundas e estáticas podemos recorrer a: • Preenchedores de ácido hialurônico (MD Codes™). • Preenchedores de Hidroxiapatita de cálcio – que preenchem e estimulam o colágeno ao mesmo tempo.

R2- RELAXAR OS MÚSCULOS As rugas dinâmicas se formam pela ação dos músculos faciais, durante a mímica facial, portanto, para tratar estas rugas é necessário atuar nos músculos responsáveis por sua formação. BOTOX® (toxina botulínica) é o tratamento mais indicado para esta finalidade, pois quando aplicado, atua relaxando o músculo e atenuando as rugas.

• Injeção de ácido polilático (Sculptra ®) intenso estimulador da produção de colágeno. • Ultrassom microfocado de alta intensidade (Ulthera®) – considerado um lifting facial não cirúrgico.

DRA. RAFAELA FERREIRA ELIAS

DERMATOLOGISTA - CRM/SC 15174 / RQE 14076 MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA / SBD INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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PERDA DE MEMÓRIA

TENHO TIDO ALGUNS ESQUECIMENTOS.

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SERÁ QUE TENHO PROBLEMA DE MEMÓRIA?

uem nunca esqueceu o lugar onde deixou as chaves do carro ou não lembrou o que comeu no dia anterior? O nome daquela pessoa que você conheceu recentemente ou quando abrimos a geladeira e ficamos inertes sem saber o que estamos buscando? Até quando estes pequenos esquecimentos podem ser considerados normais ou fazerem parte de alguma doença, por exemplo, a Doença de Alzheimer? Na maioria das pessoas jovens, estas queixas de memória têm mais relação com a falta de atenção, do que com alguma doença, porém, nos idosos, estas queixas devem sempre ser investigadas, pois a Doença de Alzheimer é muito prevalente nessa faixa etária e é a forma mais comum de demência. Estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com a Doença de Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos, a maior parte deles ainda sem diagnóstico. A doença caracteriza-se por perda progressiva das funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem). Geralmente, na fase inicial, os pacientes apresentam pequenos esquecimentos (memória recente), contudo, com a evolução do quadro, os sintomas tornam-se mais acentuados, não reconhecendo familiares,

apresentando alterações comportamentais, como oscilação abrupta do humor, irritabilidade, choro fácil, confusão mental, desinibição, entre outros. No estágio final, o paciente tende a ficar acamado, sem reconhecer seus entes, usam fraldas e têm dificuldades para deglutir alimentos e medicamentos. Independente da causa, importante é conhecer como funciona o processo da memória e o que fazer para melhorá-la. O diagnóstico dos problemas de memória é feito mediante testes neuropsicológicos (testes de memória) aplicados por qualquer profissional médico capacitado (geralmente Geriatra, Neurologista ou Psiquiatra), associados a exames complementares para excluir outras causas que possam estar influenciando, negativamente, na cognição. As mais recentes descobertas indicam que a prática regular de exercícios ajuda a pensar com mais clareza, melhora a memória e proporciona ganho na aprendizagem. Essas são as conclusões de pesquisa que acaba de ser divulgada nos Estados Unidos, por uma das mais renomadas cientistas no campo da neurogênese, Henriette van Praag (Ph.D), do Laboratório de Neurociências do Instituto Nacional de Saúde. dos Estados Unidos.

Após o diagnóstico, o próximo passo será tratar a causa e procurar exercitar mais a memória: USE A MEMÓRIA Um bom exercício para memória é abrir mão de “facilitadores”, como sites de pesquisa, agenda de celular, e lembretes de tarefas e tentar lembrar-se de nomes, telefones e eventos, usando a ferramenta mais preciosa de todas: o cérebro.

REPITA PARA SI MESMO O QUE PRECISA LEMBRAR Para lembrar onde você deixou algum objeto, repita para si mesmo na hora que deixá-lo onde você está deixando, isso garante que sua atenção vai estar voltada para aquela informação na hora em que ela acontecer.

LEIA A leitura é um exercício extraordinário, um dos melhores para a memória. O bom da leitura é que ela facilita a formação de memórias novas e também a evocação de memórias que você já tem. Quando você lê, tem contato com milhares de palavras, imagens, histórias: o cérebro trabalha e a memória também.

DR. ALLISON JOSÉ PIRES

GERIATRA - CRM-SC 12705 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

ESPECIALISTA EM GERIATRIA PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA – RQE 14017 ESPECIALISTA EM CLÍNICA MÉDICA PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CLÍNICA MÉDICA – RQE 12292 MESTRE EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

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SAÚDE MENTAL

DEPRESSÃO: UMA DOENÇA MENTAL

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epressão é uma doença de foro mental em que o indivíduo perde o controle do seu estado de humor e afeto, havendo grande sofrimento. Os pricipais sintomas da doença são: humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, acentuada diminuição do interesse ou prazer nas atividades diárias, alteração do peso, insônia ou sonolência excessiva, agitação ou lentificação psicomotota, perda de energia, sentimento de inutilidade ou culpa, capacidade diminuída de pensar, se concentrar, pensamentos de morte, ideias de suicídio, tentativas de suicídio. A idade média para o início da depressão é aos 40 anos, com 50% dos pacientes tendo início entre 20 e 50 anos de idade, poden-

do ocorrer ainda em idosos, jovens e crianças também, sendo duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Quando o dia a dia começa a ser afetado pelo desânimo ou tristeza, quando cuidar de suas tarefas diárias, como trabalhar, cuidar dos filhos, relacionar-se com outras pessoas começam a parecer um “peso”, deve-se procurar ajuda profissional. As causas para desenvolver a depressão podem ser várias e estudos mostram que interações entre fatores genéticos, neuroquímicos (neurotransmissores cerebrais) e fatores ambientais, sociais e psicológicos, como estresse, adoecimento, separação, perda de entes queridos, personalidade, uso de bebida alcoólica, questões hormonais, desemprego, entre outros possam ser causadores da doença.

TEM CURA? Sim. Tem cura se tratada corretamente. A indicação do uso de medicação é influenciada pela gravidade dos sintomas e das doenças clínicas associadas que o paciente possa ter. Na depressão leve, o tratamento pode ser a psicoterapia, sem uso da medicação. Nos casos moderados a graves, o tratamento é feito por meio da associação da psicoterapia e medicação. Associados ao tratamento, o paciente deve recorrer à prática de atividades que lhe conferem prazer, como atividades físicas ou outro tipo de ocupação. Talvez, a falta de esclarecimento sobre o que realmente é a doença, o preconceito em buscar tratamento especializado, dizendo que “isso é coisa de louco”, vergonha em expor o que sente a um profissional, não entender o que relamente estão sentindo, faz com que muitos demorem para procurar ajuda.

DRA. MILLIANE ROSSAFA

PSIQUIATRA - CRM/SC 21585 | RQE 13984 GRADUADA EM MEDICINA PELA UNIVERSIDADE CAMILO CASTELO BRANCO (ATUALMENTE CONHECIDA COMO UNIVERSIDADE BRASIL) PÓS-GRADUAÇÃO “LATU SENSU”- ESPECIALIZAÇÃO EM PSIQUIATRIA NA UNIVERSIDADE DO OESTE PAULISTA-UNOESTE E HOSPITAL REGIONAL DE PRESIDENTE PRUDENTE/SP MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PSIQUIATRIA-ABP INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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DOENÇAS NO SANGUE

A ANEMIA É UMA DOENÇA FREQUENTE!

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nemia é definida pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como a condição na qual o conteúdo de hemoglobina no sangue está abaixo do normal. Essa diminuição pode ser causada por diversos fatores, como deficiência de nutrientes (ferro, ácido fólico, vitamina B12), familiar (talassemia, anemia falciforme), doenças crônicas preexistentes (hipertensão arterial, diabetes, hipotireoidismo, doença renal). Os sintomas e sinais relacionados à anemia vão ocorrer, em geral, pela redução do transporte de oxigênio aos tecidos, e isto levará a graus variados de dispneia (falta de ar), palpitações, sonolência, entre outros, na dependência da gravidade da anemia, da velocidade de instalação (adaptação). Poderão ocorrer alterações de fâneros (queda de cabelos, unhas quebradiças, queilite angular, glossite). A abordagem do paciente com anemia deve ser completa, envolvendo a história, exame físico, hemograma completo, avaliação de comorbidades, como diabetes, doença renal, doenças neoplásicas, inflamatórias e, ainda, doenças da própria medula óssea, como as síndromes mielodisplásicas. O tratamento sempre deve basear-se na resolução da causa, ou seja, a anemia por deficiência de nutrientes é tratada com a correção destes nutrientes faltantes. Anemias familiares são genéticas e necessitam de acompanhamento com médico especialista, porém não apresentam cura, apenas controle. Anemia de doenças crônicas deve ser tratada com controle da doença de base e, em alguns casos, com suplementação de vitaminas. A anemia nunca deve ser considerada normal, inerente ao envelhecimento, e o seu tratamento pode ser simples e eficaz com grandes benefícios para a vida do paciente.

COMO COMBATER A ANEMIA: HÁ ALIMENTOS QUE AJUDAM A EVITAR A ANEMIA? Sim, a melhor maneira de se prevenir a anemia é comer sempre carnes, ovos e derivados de leite, além de vegetais verde-escuros, que são ricos em ferro. A vitamina B12 é encontrada nos alimentos de origem animal e o ácido fólico é encontrado nas frutas, verduras e folhas verdes. AS CRIANÇAS É comum a anemia ser causada pela presença de vermes no aparelho digestivo, que reduz o número de hemácias. NA GRAVIDEZ O pré-natal, com o ginecologista, identifica precocemente as gestantes com anemia e, então, devem ter sua anemia corrigida sempre que possível. FLUXO MENSTRUAL Na mulher, a menstruação é uma vilã. Se a mulher menstrua mais do que o normal, a perda de sangue diminui os estoques de ferro. ATENÇÃO AO IDOSO Neles, a anemia é mais perigosa e deve ser rastreada pelo hemograma. Ela pode ser causada por doenças mais graves, até neoplasias. CONSULTAS REGULARES Para dar fim à anemia, não basta alimentar-se bem. Por isso, é preciso consultar um médico, que poderá receitar o tratamento adequado para cada tipo de anemia.

DR. VITOR HUGO PARPINELLI RICCI

HEMATOLOGISTA E HEMOTERAPEUTA - CRM 16000; RQE 11684 HEMATOLOGISTA - HEMOSC, ONCOHEMATOLOGISTA - UNACON, HOSPITAL UNIMED PROFESSOR DE HEMATOLOGIA DO CURSO DE MEDICINA - UNESC INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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SAÚDE DOS RINS

INCONTINÊNCIA URINÁRIA NÃO PODE SER IGNORADA

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incontinência urinária (IU) constitui um importante problema médico, com repercussão social e econômica, acarretando problemas de saúde adicionais e piorando a qualidade de vida do doente. Trata-se de uma situação que não deve ser ignorada ou desvalorizada. Qualquer perda involuntária de urina, após os cinco anos de idade, deverá ser considerada e tratada como uma verdadeira incontinência urinária (SILVA, 2002). A vergonha, a ideia preconcebida de que a IU faz parte das alterações fisiológicas do envelhecimento e o receio de que os tratamentos acarretem dor ou necessidade de disponibilidade temporal, constituem-se como os principais fatores para que esta doença tenha sido mantida escondida (WEIN, 2000). Os efeitos da IU abrangem muito mais do que os aspectos físicos, influenciando o bem-estar psicológico, as funções sociais e as interações afetivas, bem como os relacionamentos sexuais e familiares e a qualidade de vida são afetados pela incontinência urinária THOM (2000). A incontinência urinária pode ser classificada em três tipos principais: a Incontinência Urinária de Esforço (IUE), que ocorre quando há perda involuntária de urina durante o esforço, exercício, ao espirrar ou tossir; a Incontinência Urinária de Urgência (IUU), que é caracterizada pela queixa de perda involuntária de urina acompanhada ou precedida por urgência e; a Incontinência Urinária Mista (IUM), que ocorre quando há queixa de perda involuntária de urina associada à urgência e também aos esforços. Dependendo das condições de saúde, tipo e estágio da incontinência, o tratamento pode ser cirúrgico, medicamentoso, fisioterápico ou comportamental. Através destas intervenções, a cura pode ser obtida, os sintomas podem ser minimizados ou a mulher pode aprender a lidar melhor com o problema. (CALDAS, 2010). Cada mulher precisa ser avaliada para o diagnóstico correto do tipo de perda e a escolha do tratamento também é individualizada. Converse com seu ginecologista para que o tratamento possa ser iniciado o mais precoce possível.

EFEITOS DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA DOMÉSTICOS Necessidade de roupa interior e de cama adequadas, bem como de cuidados especiais com a mesma (ex. roupa mais escura para esconder sinais de perdas de urina). Podem existir alterações na relação conjugal por afastamento e rejeição de contato sexual. MÉDICOS Maior risco de problemas cutâneos relacionados com a exposição frequente à urina, assim como de infecções urinárias. OCUPACIONAIS Falta ao emprego e/ou problemas no cumprimento dos horários devido à necessidade frequente de ida ao banheiro. ATIVIDADE FÍSICACA Limitação e/ou cessação da atividade física/exercício por receio de perdas frequentes e em abundante quantidade. PSICOLÓGICOS Diminuição da autoestima e autoconceito, sentimento de perda de controle e de nojo pelo próprio corpo. Surge também o receio e ansiedade de que os outros sintam o cheiro da urina. SEXUAIS Rejeição de contato mais íntimo, o que inclui relações sexuais, com o companheiro.

OS FATORES DE RISCO Idade, raça, tipo de parto, sexo feminino, IMC, tabagismo, álcool, medicações, uso de cafeína, Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS).

SOCIAIS Limitação e/ou cessação de atividades de tempos livres, limitação de viagens e passeios e diminuição de interações sociais e familiares.

DRA. SANDRA MANENTI

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA CRM/SC 4740 | RQE 1897

INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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ALERGIA ALIMENTAR

ALERGIA ALIMENTAR X INTOLERÂNCIA

A DRA. MARIANA MANGILLI DE MENEZES

ALERGISTA E IMUNOLOGISTA - CRM/SC 16003 / RQE 12486 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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lergia alimentar é definida como evento adverso resultante de uma resposta imunológica específica após exposição a um determinado alimento, sendo a alergia ao leite, ovo, soja, trigo, amendoim e frutos do mar, as mais comuns. Já a intolerância alimentar é definida como uma reação não imunológica, que inclui mecanismos metabólicos, tóxicos, farmacológicos e alguns mecanismos ainda não elucidados. Intolerância à lactose e Doença Celíaca são os melhores exemplos. A incidência dessas patologias vem aumentando nos últimos anos, sendo necessário um estudo adequado dos alimentos desencadeantes para melhor qualidade de vida e evitar a retirada de alimentos essenciais à nutrição. Excluir alimentos por completo da dieta, sem o acompanhamento adequado, pode predispor à doenças como Diabetes Mellitus, Esofagite Eosinofílica, Osteoporose, Anemias Carenciais, entre outras. Portanto, o primeiro passo é consultar um profissional especializado para tirar suas dúvidas, fazer os exames e acompanhamento necessário. Previna-se!

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DOENÇAS ARTERIAIS

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CARÓTIDA E ANEURISMA DE AORTA

s artérias carótidas são as principais responsáveis por levar sangue oxigenado ao cérebro. Com o passar da idade, as artérias podem apresentar estenoses e alterar o fluxo sanguíneo cerebral, em geral pelo depósito de placas de colesterol e cálcio, que levam à diminuição da quantidade de sangue e oxigênio ao cérebro. A obstrução das carótidas ou o descolamento de pequenas placas de gordura podem ocasionar o chamado acidente vascular cerebral (AVC). Fatores de risco: idade avançada, diabetes, fumo, hipertensão, colesterol elevado, obesidade, sedentarismo e história familiar de aterosclerose. Em geral, um AVC é precedido de pequenos sinais de aviso, ou um mini AVC, que permanecem por algumas horas e incluem: fraqueza e dormência de um dos lados do corpo; perda temporária de parte da visão; alteração da fala e confusão mental. Se os sintomas permanecerem por um período prolongado, podem deixar sequelas por toda a vida. O diagnóstico pode ser feito pelo exame de Doppler ou pela presença de sintomas compatíveis com ataque isquêmico transitório (AIT) ou AVC. Identificada a doença, o tratamento pode variar desde a mudança de estilo de vida e medicações, até a necessidade de uma cirurgia. O cirurgião vascular pode realizar dois tipos de tratamento: a cirurgia chamada endarterectomia, que consiste na retirada das placas do interior da artéria, ou a angioplastia de carótida: por meio da técnica endovascular, delicados balões e stents são utilizados para desobstruir as artérias doentes. Cada pessoa deve ter a conduta individualizada, pois nem todos os pacientes podem ser submetidos ao implante de stents com segurança, nesses casos, a cirurgia tradicional é a mais indicada.

ANEURISMA DE AORTA A aorta é a principal artéria de nosso corpo, responsável por distribuir o sangue oxigenado a todos os órgãos do corpo. A porção abdominal da aorta distribui sangue aos rins, ao trato gastrointestinal e às pernas, áreas suscetíveis à ocorrência do aneurisma da aorta abdominal (AAA), que acontece quando a aorta se dilata, podendo romper-se, levando a uma hemorragia fatal em 90% das vezes, daí a importância do tratamento precoce. Em outros casos, coágulos ou detritos podem se formar no interior do aneurisma e serem carregados pelo fluxo arterial, entupindo a circulação dos membros inferiores, o que causa dor severa e prolongada dos pés ou pernas ou mesmo do abdômen. A base da doença ainda não está completamente elucidada, mas sabemos que está relacionada a um enfraquecimento genético das proteínas estruturais da parede da artéria. Diversos fatores sabidamente influenciam nos AAA: idade acima de 60 anos, sexo masculino, história familiar de aterosclerose, história familiar de AAA, fumo, hipertensão arterial e doença pulmonar obstrutiva crônica. A maioria das pessoas não tem sintomas, e os AAA são frequentemente detectados em exames realizados por outros motivos, como uma ultrassonografia abdominal de rotina. Quando presentes, os sintomas podem ser: sensação de pulsação no abdômen, dor recorrente no abdômen e na região lombar, mais à esquerda; O tratamento pode requerer mudanças no estilo de vida, controle da pressão arterial ou mesmo cirurgia, que pode ser aberta ou endovascular, minimamente invasiva, com o implante de um tipo de stent, chamada endoprótese. Somente o cirurgião vascular treinado em técnicas endovasculares pode oferecer os dois tipos de cirurgia e saber qual é a mais indicada a cada caso.

DR. DANIEL LUPSELO

CIRURGIÃO VASCULAR E ENDOVASCULAR - CRM SC 16823 RQE 13634 RQE 14626 MEMBRO DO CORPO CLÍNICO DO HOSPITAL UNIMED CRICIÚMA RESIDÊNCIA DE CIRURGIA VASCULAR E ENDOVASCULAR NO INSTITUTO DE CARDIOLOGIA DE SANTA CATARINA INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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SAÚDE DAS MAMAS

MASTALGIA

M

astalgia é o termo que utilizamos para descrever o sintoma de dor nas mamas. É um sintoma frequente, já que cerca de 60 a 70% das mulheres, ao longo da vida reprodutiva, apresentarão esta queixa, mas apenas 10 a 20% das pacientes experimentarão uma mastalgia severa. É motivo frequente de consulta ao mastologista, seja pelo medo da associação com o câncer de mama ou pela intensidade da dor, que pode causar diminuição da qualidade de vida. O médico mastologista tem a responsabilidade de assegurar à paciente que o sintoma não tem nenhuma relação com o câncer de mama, através do exame físico das mamas e exames complementares como mamografia e ultrassom, de acordo com a necessidade de cada caso. Não existem causas muito bem estabelecidas, mas

TIPOS DE MASTALGIA NÃO CÍCLICA Este tipo de mastalgia ocorre mais em mulheres na faixa etária dos 40 aos 50 anos, em geral é unilateral e mais localizada, e parece estar relacionada ao período do climatério. Em 50% dos casos, a dor pode ter resolução espontânea, mas nos casos refratários, o alívio da dor tem baixa resposta aos tratamentos. DOR DE ORIGEM EXTRA-MAMÁRIA Neste tipo de dor há relato de sintoma na mama, porém a origem é em outro local ou órgão. A etiologia mais comum deste tipo de dor é osteomuscular. Outros exemplos são: angina pectoris, colelitíase (cálculos biliares), espondilite cervical, herpes zoster. CÍCLICA É o tipo mais comum de dor nas mamas, acomete principalmente mulheres na faixa dos 30 aos 40 anos. Como o nome diz, ela ocorre em ciclos, em geral 1 a 2 semanas antes do período menstrual, é de caráter bilateral e difusa, podendo irradiar para axila e braço. Costuma melhorar espontaneamente após a menstruação. DR. ERIK PAUL WINNIKOW MASTOLOGISTA CRM/SC 11249 | RQE 5324

evidências apontam para uma interação entre fatores hormonais, metabólicos e emocionais. A única causa hormonal bem estabelecida é a hiperprolactinemia. Na maioria dos casos não há necessidade de tratamentos medicamentosos, já que uma consulta com o mastologista pode ser muito tranquilizadora para a paciente. Algumas medidas não medicamentosas (comportamentais) também podem ser úteis e serão descritas ao final deste artigo. Apenas os casos de mastalgia muito intensa, que causam prejuízo para a vida pessoal e social, devem ser tratados com medicamentos (Ex. tamoxifeno) que serão escolhidos pelo profissional de acordo com o tipo de mastalgia, idade e preferência do próprio paciente, uma vez que algumas medicações podem apresentar efeitos colaterais indesejáveis.

DICAS PARA PACIENTES COM MASTALGIA EVITE USAR SUTIÃ MUITO APERTADO, especialmente aqueles que têm aro de metal para dar sustentação. Evite dormir com sutiã apertado, e caso já esteja acostumada, dê preferência para tops esportivos não muito apertados. SE VOCÊ ESTÁ NA MENOPAUSA E FAZ TERAPIA DE REPOSIÇÃO HORMONAL, considere a possibilidade de reduzir a dose do hormônio utilizado ou intercalar o uso em dias alternados. Em último caso, pode ser necessária a interrupção da terapia hormonal, caso a mastalgia seja muito severa. CONVERSE COM SEU MÉDICO sobre o uso de algumas vitaminas e produtos naturais. Apesar dos estudos clínicos não terem demonstrado uma eficácia significativa, algumas mulheres apresentam alívio da dor utilizando estas substâncias. (Ex. vitamina E, óleo de prímula). Caso não observe melhora após alguns meses de uso, interrompa a medicação. EVITE A INGESTÃO DE ALIMENTOS OU LÍQUIDOS que tenham xantinas (ex. café, chás, chocolates, refrigerantes).

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CAPA ESPECIAL

ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL

O

s objetivos da ortodontia moderna podem ser resumidos como a criação do melhor equilíbrio entre a estética dental e facial, função e estabilidade dos resultados obtidos. Para isso, conceitos básicos de biologia, diagnóstico, oclusão e mecânica devem ser rigorosamente aplicados. A escolha de profissionais capacitados e comprometidos com os resultados e a satisfação dos seus

clientes talvez seja a principal etapa antes de iniciar um tratamento ortodôntico. O ortodontista atua em diversos segmentos, podendo atuar desde a prevenção até tratamentos mais complexos envolvendo deformidades crânio facias e interação com a cirurgia ortognática. O tratamento do ronco e apnéia, através dos aparelhos intra orais, também é uma área de atuação do ortodontista.

TRATAMENTO ORTODÔNTICO PREVENTIVO A prevenção é sem dúvida a melhor maneira de se iniciar os cuidados com o posicionamento dos dentes. A partir do momento que a dentição decidua esteja completa, por volta dos 3 aos 4 anos de idade, uma visita ao ortodontista ja deve ser marcada. Para alguns casos, quanto mais cedo iniciarmos o tratamento melhor, podendo assim aproveitar a fase de crescimento.

ORTODONTIA PARA ADULTOS Atualmente sabe-se que não existe limite de idade para realização de tratamento ortodôntico, por isso, cada vez mais os pacientes adultos estão realizando este tipo de tratamento como parte de um plano multidisciplinar envolvendo outras especialidades. Perdas ósseas e retrações gengivais não contra indicam a utilização do aparelho ortodôntico, pelo contrário, o tratamento quando bem executado, vai melhorar a estética e função, ajudando a aumentar a longevidade dental.

APARELHOS ESTÉTICOS Os aparelhos estéticos são hoje uma realidade no consultório e possibilitam a realização do tratamento ortodôntico da mesma forma que os aparelhos convencionais, porém de uma maneira muito mais discreta. Os bráquetes de Safira se destacam pela excelente translucidez e estética. Seu aspecto altamente transparente e polido os tornam quase imperceptíveis. Os bráquetes cerâmicos autoligados também são outra ótima alternativa. Por não precisar das borrachinhas, não sofrem manchamento entre uma consulta e outra como os aparelhos de cerâmica convencional. Portanto o paciente pode manter sua dieta

normalmente, incluindo café, vinho, chimarrão, entre outros. O Invisalign é uma técnica americana de ortodontia que usa alinhadores transparentes para movimentar os dentes gerando muito mais conforto e comodidade para o paciente. Confeccionado de forma totalmente personalizada, é a técnica de escolha para quem não quer ter acessórios colados aos dentes. Apesar da infinidade de aparelhos novos que vão surgindo no mercado, nem todos os pacientes estão aptos a usar qualquer sistema, por isso um correto diagnóstico e um adequado plano de tratamento são fundamentais para se obter um resultado excelente e estável, evitando assim a necessidade de um retratamento futuro.

TRATAMENTO DAS DEFORMIDADES CRANIOFACIAIS

TRATAMENTO DO RONCO E APNEIA

As deformidades crânio faciais englobam desde leves alterações entre o posicionamento da maxila e da mandíbula, até síndromes complexas com grandes alterações faciais. O tratamento é multidisciplinar sendo que o Ortodontista desempenha um papel crucial, pois é ele que prepara o posicionamento dos dentes para permitir que seja feita uma boa cirurgia.

O tratamento dos distúrbios do sono, principalmente ronco e apnéia, tem se tornado cada vez mais frequente na sociedade moderna. Várias são as formas de tratamento, sendo necessária a interação entre diferentes profissionais da área da saúde. Os aparelhos intra orais, confeccionados pelo ortodontista, tem obtido excelentes resultados e tem ótima aceitação pelos pacientes.

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CAPA ESPECIAL

O Dr. Rodrigo Matos possui mais de 10 anos de experiência em Ortodontia e Ortopedia Facial. Cursou a graduação na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e posteriormente fez Especialização e Mestrado em Ortodontia e Ortopedia Facial na PUC/RS em regime integral, que foi concluído no ano de 2005. A partir desta data se dedicou exclusivamente a prática da Ortodontia e Ortopedia Facial e divide sua atuação profissonal entre Criciúma/SC e Lajeado/RS. Em Criciúma possui consultório privado onde realiza atendimento a crianças, adolescentes e adultos e é também coordenador do curso de Especialização em Ortodontia da Unesc. Em Lajeado sua atuação esta ligada a Fundação para Reabilitação de Deformidades Craniofaciais (FUNDEF) que é referência no atendimento de deformidades no Rio Grande do Sul. Atua como coordenador da equipe de Ortodontia e do Curso de Especialização em Ortodontia desta renomada instituição.

DR. RODRIGO MATOS

CIRURGIÃO DENTISTA - CRO/SC 6949 ESPECIALISTA E MESTRE EM ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL COORDENADOR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA UNESC-CRICIUMA/SC COORDENADOR DA EQUIPE E DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA FUNDEF-LAJEADO/RS

www.clinicarodrigomatos.com.br contato@clinicarodrigomatos.com.br (48) 3438.0367 Coronel Pedro Benedet, 505 – sala 508, Millenium Saúde Center, Criciúma.

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SAÚDE DO SANGUE

TROMBOCITOPENIA IMUNE PRIMÁRIA - PTI

A

resultantes de hemorragias sob a pele); manchinhas vermelhas ou azuladas na pele, conhecidas por petéquias; sangramentos espontâneos, com uma menstruação intensa em mulheres, hemorragias nasais frequentes, bolhas de sangue dentro da boca e sangramentos de gengiva, na urina e nas fezes. Não há um exame específico que detecte a PTI, mas o hemograma completo (exame de sangue) é o que deixa claro alguns pontos fundamentais: ele pode detectar a contagem de plaquetas abaixo de 100.000/mm³ (para se ter uma base de comparação, uma pessoa saudável apresenta o índice a partir de 150.000/mm³). Mas para descartar a possibilidade de outras doenças, que também podem causar a baixa de plaquetas, o especialista pode pedir alguns outros testes, que poderão verificar se, por exemplo, o número anormal de plaquetas não está relacionado ao uso de medicamentos, infecções ou doenças como hepatites e HIV. A PTI aguda pode requerer tratamento, porém é possível a doença entrar em remissao espontânea. Já a forma crônica pode exigir cuidados mais específicos. O mais importante é manter a contagem de plaquetas em um nível seguro, mesmo que não chegue ao normal, com o objetivo de eliminar as hemorragias. Para isso são utilizados medicamentos, como os corticoides e a imunoglobulina. Já as terapias conhecidas como agonistas estimulam a produção das plaquetas. Como grande parte da destruição das plaquetas ocorre no baço, em algumas situações, a remoção cirúrgica desse órgão (esplenectomia) também pode ser indicada.

ntes de explicar a Trombocitopenia Imune Primária (PTI), é muito importante ter em mente o que compõe o sangue. E você já vai saber o porquê! O sangue é composto por: glóbulos brancos, que têm a função de combater as infecções; glóbulos vermelhos, responsáveis pela oxigenação do organismo e plaquetas, responsáveis por coagular o sangue e impedir hemorragias. A PTI é uma doença do sangue causada pela baixa contagem das plaquetas – por isso sangramentos espontâneos e hematomas são bastante comuns aos pacientes. Isso acontece devido a uma deficiência na produção dessas células e, principalmente, por uma falha no sistema imunológico, que é a barreira composta por milhões de células que garantem a defesa do organismo contra as bactérias, vírus e outros micróbios. Ele passa a reconhecer as plaquetas como corpos estranhos e começa a atacá-las. Por este motivo, é classificada como uma doença autoimune. A PTI pode ser aguda ou crônica. A aguda é mais comum em crianças e, muitas vezes, o próprio organismo reverte o quadro e recupera o número normal de plaquetas, sem necessitar de um tratamento específico. Já a crônica, afeta mais adultos, tem longa duração e pede tratamento específico. Importante! A PTI não é um tipo de câncer, e também não é uma doença hereditária. Se você foi diagnosticado, não hesite em tirar todas as suas dúvidas com seu médico. O especialista responsável por tratar a PTI é o hematologista. Os principais sinais apresentados pelos pacientes são: hematomas que não tenham sido causados por traumas (manchas escuras

FIQUE ATENTO Se você notar qualquer diferença em seu corpo, procure um médico. No dia da consulta, conte sobre cada um dos sintomas, e fale também sobre os medicamentos dos quais fez uso. Tudo isso pode ajudar, e muito, na investigação.

DR. THIAGO BARBIERI LOPES

HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA CRM/SC 10979 – RQE 7043 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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DIRETOR DO HEMOCENTRO REGIONAL DE CRICIÚMA/SC RESPONSÁVEL TÉCNICO DA AGÊNCIA TRANSFUSIONAL DO HOSPITAL UNIMED CRICIÚMA HEMATOLOGISTA HOSPITAL SÃO JOSÉ – CRICIÚMA/SC HEMATOLOGISTA HOSPITAL UNIMED – CRICIÚMA/SC PROFESSOR DO CURSO DE MEDICINA DA UNESC/SC

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ARTROPLASTIA

ARTROPLASTIA DE QUADRIL E JOELHO

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termo artroplastia, ao invés de prótese, é o mais correto, pois refere-se ao procedimento cirúrgico em si, ou seja, a substituição da articulação. A artroplastia total do quadril consiste na substituição das superfícies articulares do fêmur e do acetábulo doentes por componentes protéticos, que irão articular entre si. No caso da artroplastia total de joelho, as porções distais do fêmur e proximal da tíbia são substituídas. Esses são procedimentos cirúrgicos com resultados realmente muito satisfatórios, atualmente. A indicação mais comum para estes procedimentos são a coxartrose e gonartrose (artrose, ou “desgaste” da cartilagem do quadril e joelho respectivamente). Quando o quadril ou o joelho sofrem um processo degenerativo e tornam-se dolorosos e com mobilidade e função limitados, esta cirurgia pode ser indicada para restaurar o movimento e aliviar a dor, melhorando a qualidade de vida. As próteses de quadril podem ser utilizadas ainda no tratamento de fraturas do colo femoral e em casos de osteonecrose da cabeça femoral. Os diferentes tipos de próteses divergem em relação ao tamanho, modelo, conceito, meio de fixação ao osso, superfícies de contato, etc. Existem implantes mais indicados para pacientes jovens (com superfícies articulares de cerâmica, com objetivo de terem menor desgaste ao longo do tempo, podendo durar 20-25 anos). Já em pacientes idosos, a escolha do implante visa uma melhor estabilidade da prótese (cabeças femorais maiores) e diminuição do risco de fraturas, durante a cirurgia (implantes cimentados).

Os materiais mais empregados na confecção dos implantes são as ligas metálicas de titânio, cromo-cobalto, aço inox, usadas na confecção de hastes e cabeças femorais. Existem ainda o polietileno, uma espécie de plástico muito resistente, usado em componentes acetabulares, a cerâmica para fabricação de cabeças femorais e componentes acetabulares não cimentados. São diversos modelos e variados fabricantes de próteses no mercado mundial. Em relação ao método de fixação ao osso, existem implantes que utilizam o cimento ortopédico, aplicado com técnica adequada, para a estabilização do componente, e próteses não cimentadas onde o componente protético é implantado sob pressão, conseguindo assim a estabilização. Pode ainda ser lançada mão de uma artroplastia híbrida, que mistura as duas técnicas. O método a ser utilizado é de escolha e preferência de cada cirurgião. A tendência atual em relação ao pós-operatório é a utilização de protocolos de reabilitação precoce, com período de hospitalização curto (48 horas) e recuperação acelerada. O paciente começa seu trabalho junto à equipe de fisioterapia já no dia seguinte à cirurgia, andando com auxílio de andador ou muletas. Nas artroplastias, como em toda cirurgia, há risco de possíveis complicações, como infecção, tromboembolismo, deslocamento da prótese (luxação) e dor nas fases mais iniciais. Medidas preventivas pré e pós-operatórias são adotadas como rotina para minimizar ao máximo essas intercorrências. O desgaste é a complicação mais comum a longo prazo, podendo ser retardado com a escolha do implante adequado e técnica cirúrgica apurada. Ao se tomar tais cuidados, as taxas de sucesso da cirurgia são muito satisfatórias.

COMPONENTES DA PRÓTESE TOTAL DO JOELHO:

Parte acetabular Cabeça

Componente do fêmur

Haste femoral

Espaçador plástico Componente da tíbia

DR. FERNANDO LUPSELO

ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA CRM/SC 17718 | RQE 12327 | TEOT 14190

COMPONENTES DA PRÓTESE TOTAL DO QUADRIL:

MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA (SBOT) ORTOPEDISTA E TRAUMATOLOGISTA PELO GOVERNADOR CELSO RAMOS - FLORIANÓPOLIS/SC. ESPECIALIZAÇÃO EM CIRURGIA DO QUADRIL PELA PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA (PUC) DO PARANÁ - HOSPITAL UNIVERSITÁRIO CAJURÚ - CURITIBA/PR INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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SAÚDE MENTAL

TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA (TAG), DEPRESSÃO E RISCO DE SUICÍDIO

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Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) e a Depressão constituem os transtornos mentais mais frequentes nos consultórios psiquiátricos e psicológicos, atualmente. Os referidos transtornos podem se apresentar isolados ou conjuntamente. Trazem profundo sofrimento psíquico para os portadores e familiares, bem como graves prejuízos funcionais. O Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) caracteriza-se, principalmente, por preocupação persistente e excessiva acompanhadas de sintomas físicos relacionados à hiperatividade autonômica e à tensão muscular. Entre os sintomas são comuns a taquicardia, sudorese, insônia, fadiga, dificuldade de relaxar e dores musculares. As preocupações são generalizadas, excessivas, por vezes envolvendo temas que não preocupam a maioria das pessoas e são de difícil controle. Muitas vezes, os sintomas ansiosos estão associados a sintomas depressivos. As pessoas com depressão costumam serem mais críticas com relação a sua própria atuação em eventos do passado, enquanto os pessoas com TAG tendem a se preocuparem com eventos futuros. A Depressão é considerada um grave problema mental de saúde pública e é caracterizada como uma mudança de estado de ânimo que surge de um sentimento generalizado de tristeza, sendo que o grau pode variar desde um desalento moderado até ao mais intenso desespero. É um dos transtornos mentais mais comuns, caracterizado por tristeza, perda de interesse e prazer em atividades, diminuição da energia gerando baixo rendimento, perda de vínculos, períodos de LETÍCIA C. GIURADELLI

PSICOLOGIA CRP 12/03772

ESPECIALIZANDA EM TERAPIA DE CASAL, FAMÍLIA E INDIVIDUAL. TRANSTORNOS ALIMENTARES E OBESIDADE

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choro, baixa autoestima, perda ou aumento de apetite, perda de interesse sexual, distúrbios de sono, passividade, evitação e déficits sociais. Importante salientar que não se pode definir a depressão com uma simples característica ou querer padronizá-la com os mesmos sintomas para todas as pessoas. Cada pessoa reagirá a ela com determinados sintomas e as variáveis causadoras da doença também serão diferentes. Eventos estressores como perdas, seja por separação, por decepção em relação aos outros ou até em relação a si mesmo, perda de status, perdas financeiras e materiais, uso de álcool e de drogas podem funcionar como desencadeantes de ideias suicidas em pessoas com doenças mentais. O suicídio é considerado um evento multicausal, mas que em 98% dos casos têm uma doença mental associada, e 90% podem ser prevenidos. Portanto, estar atento a sintomas ou a alteração comportamental de nossos familiares e amigos se faz necessário para que sejam devidamente encaminhados para tratamento psiquiátrico e psicológico, visando à remissão dos sintomas e a melhoria na qualidade de vida. Vale ressaltar que o transtorno mental mais associado ao suicídio é a Depressão, entretanto a Bipolaridade, Esquizofrenia e Transtornos de Personalidade, como o Transtorno Borderline, podem estar presente em pessoas com ideação suicida. A equipe de saúde mental da clínica LaVie conta com a colaboração dos psicólogos Letícia Coelho Giuradelli e Rafael Santos, e do dr. Rafael Ramalho Lima. Agende uma consulta com um de nossos colaboradores e tire suas dúvidas.

DR. RAFAEL RAMALHO MÉDICO CRM/SC 24446 INFORMAÇÕES GUIA MÉDICO PÁGINAS 51 A 55

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OBESIDADE INFANTIL

OBESIDADE NA INFÂNCIA

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os últimos anos tem se observado um aumento importante na prevalência de obesidade infantil em todo o mundo. No Brasil, esses números podem variar de 10 a 23% das crianças, conforme a região do país, entre casos de sobrepeso e obesidade. Vários fatores estão relacionados à gênese da obesidade. Entre os mais comuns estão os fatores genéticos (ambos os pais obesos elevam em 80% o risco de obesidade nos filhos), metabólicos (consumo de alimentos ricos em açúcares simples e gorduras, com alta densidade energética), sedentarismo (aumento do tempo que as crianças destinam às telas, como computadores, videogames e tablets) ou a combinação desses fatores. Entretanto, uma parcela menor dos casos pode ser decorrente de alguma condição médica, como doenças hormonais ou uso contínuo de medicamentos à base de corticoides. O interesse maior na prevenção da obesidade infantil está em evitar a associação da mesma a outras doenças metabólicas, como a dislipidemia, hipertensão, resistência insulínica e doenças cardiovasculares. Ainda, o excesso de peso tem impacto imediato na aparência e autoestima das crianças e adolescentes. Crianças obesas estão expostas a estigmas de peso e podem ser vulneráveis a danos psicológicos, como depressão e ansiedade, além da repercussão negativa na vida social, incluindo bullying, isolamento e retraimento social, que podem levar a tendências desfavoráveis, como comer demais e praticar apenas atividades individuais e sedentárias.

O tratamento da obesidade é complexo e multidisciplinar, devendo envolver toda a família na busca por hábitos de alimentação saudável e prática de exercícios físicos. Algumas dicas são importantes: DAR PREFERÊNCIA Às frutas, legumes e vegetais. LIMITAR O CONSUMO DE LÍQUIDOS DOCES Como sucos industrializados e refrigerantes. OPTAR POR ALIMENTOS Integrais aos refinados. NÃO “BELISCAR” Entre as refeições. REDUZIR O TEMPO DE TELA A 2 horas ao dia (excluindo as horas destinadas a atividades escolares). PRATICAR EXERCÍCIOS FÍSICOS REGULARMENTE Seja ele programado (caminhadas, corridas, aula de dança) ou não programado (brincadeiras como pega-pega, esconde-esconde).

DRA. LETÍCIA SOARES BOING ENDOCRINOLOGIA PEDIÁTRICA CRM/SC 18912 RQE 14674

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SAÚDE DA PELE

ESPINHAS E CRAVOS, UM PROBLEMA NÃO SÓ DOS ADOLESCENTES

É

SEGUNDO, a acne não é uma doença só da adolescência, especialmente quando falamos das mulheres. Aproximadamente 40% das mulheres adultas têm acne. Essas lesões podem ser uma continuação da acne da adolescência ou surgir em pacientes que nunca tiveram espinhas antes. Outros fatores que, possivelmente, podem estar associados à acne, digamos “fora de época”, são alguns tipos de medicação, suplementos alimentares, vitaminas (especialmente a vitamina B12), uso inadequado de cremes, maquiagem ou protetores solares. Além disso, em um menor número de pacientes, a acne tem relação com doenças, como síndrome dos ovários policísticos, alterações hormonais e até tumores.

de conhecimento geral que os cravos e as espinhas, que em conjunto chamamos de acne, são problemas típicos da adolescência e podem até ser considerados como sinais dessa fase da vida. Sendo assim, também é comum considerarmos a acne como um problema passageiro, porém esse conceito tem algumas falhas. PRIMEIRO, embora grande parte das pessoas apresente de fato melhora das espinhas “mais feias” após a adolescência, muitas permanecem com cicatrizes de acne por toda a vida, que podem ser estigmatizantes e causar problemas de autoestima. Além disso, o tratamento das cicatrizes de acne costuma ser bem mais difícil do que o tratamento das espinhas, propriamente dito. Por isso, é importante não perder a oportunidade de prevenir o surgimento de cicatrizes, ou seja, tratar a acne de forma adequada.

TERCEIRO e último, nem tudo que parece espinha é acne. Lesões muito semelhantes a espinhas podem ter na realidade um diagnóstico diferente. Doenças como rosácea, hiperplasia sebácea, ceratose pilar ou dermatite periorificial podem ser facilmente confundidas com acne e cada uma dessas tem um tratamento diferente. Em resumo, embora a acne possa parecer um problema banal, é importante realizar o diagnóstico e o manejo adequado das espinhas e cravos porque essa doença pode esconder problemas maiores, além de interferir na qualidade de vida (atual e futura) dos acometidos. Por isso, se você tiver dúvidas, procure o médico especialista no cuidado da pele, o dermatologista.

DRA. TATIANE WATANABE

DERMATOLOGISTA CRM/SC 16762 / RQE 12745 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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DIABETES

DIABETES: UMA DOENÇA SILENCIOSA

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QUAIS SÃO OS TIPOS DE DIABETES? Existem vários tipos de Diabetes. Aproximadamente 90% dos diabéticos são do tipo 2.

proximadamente 14 milhões de brasileiros possuem a doença. Estima-se que, pelo menos, a metade não sabe.

O QUE É O DIABETES? Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz.

Diabetes tipo 1: aparece na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos. É sempre tratada com insulina. Porém, planejamento alimentar e atividades físicas regulares são excelentes coadjuvantes no controle do nível de glicose no sangue.

E AFINAL, O QUE É INSULINA? É o hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia. Quando se tem diabetes, não há produção de insulina pelo pâncreas ou, quando há, é em quantidade insuficiente. Como resultado, o açúcar permanece no sangue em vez de entrar nas células, acarretando um nível alto de açúcar no sangue – a famosa hiperglicemia. Se esse quadro permanecer por longos períodos, poderá haver danos nos rins, nos olhos e nos nervos em geral.

Diabetes tipo 2: surge quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controlar a glicemia. É mais frequentemente, em adultos, mas crianças também podem apresentar. FATORES DE RISCO Estar acima do peso, ter pré-diabetes, pressão alta, familiar próximo com a doença, colesterol elevado. Nas mulheres, a síndrome dos ovários policísticos, ganhar bebê com peso superior a quatro quilos ou apresentar diabetes gestacional são fatores de risco. Em alguns casos, no início, pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Porém, na maioria dos pacientes é necessário o uso de medicamentos para controlar a glicose. Nos casos mais avançados pode ser necessário o uso de insulina para o controle adequado.

É FÁCIL OUVIR QUE VOCÊ TEM DIABETES? Claro que não. Entretanto, se você tiver informação de qualidade e aprender tudo o que você precisa, pode ter vida longa, feliz e saudável. É normal que a cabeça gire, com muitas perguntas “martelando”, medo e ansiedade. Mas quem está bem orientado consegue substituir o medo pela precaução.

COMO VOU SABER QUAL O MELHOR MEDICAMENTO? Os medicamentos para controle do diabetes estão sempre evoluindo. Atualmente, existem medicamentos que além de tratar o diabetes, previnem doenças cardiovasculares e até o risco de morte (independente da causa). Em alguns casos, o controle glicêmico só é obtido com injeções de insulina. Os avanços científicos na área possibilitam tratamentos para todos os tipos de diabetes e o médico endocrinologista é o profissional especializado para indicar o tratamento adequado ao seu caso.

PRÉ-DIABETES O termo pré-diabetes é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo 2. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco. É importante destacar que 50% dos pacientes nesse estágio “pré” vão desenvolver a doença. O pré-diabetes é especialmente importante por ser a principal etapa em que pode ser revertida ou mesmo retardada a evolução para o diabetes e suas complicações. Perder de 5 a 10% do peso, por meio de alimentação saudável e exercícios faz uma grande diferença na qualidade de vida. Então o que você está esperando? Mexa-se!

DR. DANIEL MELLER DAL TOÉ

MEMBRO TITULAR DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA ENDOCRINOLOGISTA - CRM 12771 / RQE 6486 MEMBRO ATIVO DA ENDOCRINO SOCIETY - USA VICE-PRESIDENTE DA REGIONAL MÉDICA DA ZONA CARBONÍFERA (2014-2017) INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55 MÉDICO ENDOCRINOLOGISTA DO HOSPITAL SÃO JOÃO BATISTA - CRICIÚMA/SC

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SAÚDE DOS IDOSOS

RELAÇÃO DA DEPRESSÃO E DÉFICIT COGNITIVO NOS IDOSOS

D

de prejuízo cognitivo e à situação social precária. Essa patologia, associada à demência, vem incapacitando muitos idosos, já que leva à perda da independência e da autonomia e causa agravamento em quadros patológicos já existentes, levando a um maior risco de morbidade e de mortalidade. Desta forma, o papel do médico é extremamente importante, pois o idoso deve estar em ambiente seguro e o profissional deve estar disposto a ouvi-lo, de forma com que ele se sinta capaz de expressar seus pensamentos. Estudos apontam que a performance cognitiva diminui quando a gravidade da depressão aumenta. Os problemas cognitivos vão desde problemas de insônia e falta de memória (depressão menor) e problemas relacionados a habilidades cognitivas, tais como memória não-verbal, memória verbal, psicomotricidade, aprendizagem, compreensão de leitura, fluência verbal e funções executivas (depressão maior). O estudo do envelhecimento e da velhice, como processos do ciclo vital, é hoje um dos principais pontos de atenção dos agentes sociais e governamentais, bem como da Medicina em geral. A análise da depressão em idosos deve ser incluída enquanto uma variável importante para o campo da gerontologia e também da saúde pública, uma vez que compromete a qualidade de vida dessa faixa populacional e associa-se a diversos transtornos, inclusive o suicídio. O diagnóstico precoce e diferencial, bem como acesso a serviços assistenciais adequados devem integrar os cuidados primários de saúde. No contexto da atual edição da Política Nacional de Saúde do Idoso, e o veloz processo de envelhecimento que ocorre no Brasil, os esforços tendem a concentrar-se em manter o idoso na comunidade, com apoio social junto à sua família, da forma mais digna e confortável possível. É de grande importância fazer com que o idoso se sinta importante e útil, para isso existem programas de promoção à saúde do idoso que irão ajudá-lo a ter melhor qualidade de vida, mantendo sua mente ocupada e livre da depressão. O amor e o respeito pelos idosos é na verdade uma arma poderosa. Ajudar os idosos deveria estar longe de ser apenas um dever; deveria ser um prazer.

esde o século XX, ocorre uma mudança na pirâmide etária mundial. A diminuição da taxa de mortalidade e o declínio da fecundidade possibilitou a inversão na pirâmide das idades. A população de idosos está crescendo cada vez mais. Entre 2020 e 2025, estima-se que o Brasil será o 6º país no mundo em número de idosos, com 30 milhões de indivíduos acima dos 60 anos. Porém, em paralelo a isso, as doenças próprias do envelhecimento (crônicas e múltiplas) ganham maior expressão, decorrentes das mudanças morfofuncionais, e psicológicas e no ambiente que cerca o idoso. O processo de envelhecimento populacional em curso no país tem aumentado a frequência de doenças psiquiátricas. Nesse contexto, a depressão se destaca fortemente, sendo que as taxas de prevalência variam entre 5% e 35%, quando consideramos as diferentes formas e a gravidade. Os idosos que apresentam depressão também apresentam ansiedade em alguma intensidade. Os principais fatores de risco compreendem aspectos genéticos, eventos estressantes, deterioro cognitivo associado à idade e alterações neurobiológicas. Esses indivíduos, com maior frequência, apresentam quadros atípicos, ou particularidades, como problemas clínicos e sociais simultâneos. Quando o idoso, que tem uma vida totalmente ativa, se depara com as impossibilidades que a vida traz com o passar do tempo, começa a se sentir inútil e por vezes acaba se isolando, aumentando assim a probabilidade da depressão. Há uma diminuição da resposta emocional e, com isso, há um predomínio de sintomas como perda de peso, diminuição do sono, perda de prazer nas atividades habituais, ruminações sobre o passado, perda de energia, sentimento de culpa, hipocondria, ideação suicida, queixas álgicas e, eventualmente, psicose, que podem levar a dificuldades diagnósticas. Os sintomas depressivos podem variar conforme o sexo, nível socioeconômico, condições de saúde, escolaridade além de estar relacionada à presença

DR. TÚLYO SAVIO CARBONE

MÉDICO - CRM/SC 7878

GRADUADO EM MEDICINA PELA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS-RS ESPECIALIZAÇÃO EM GERIATRIA PELA PUC DE PORTO ALEGRE-RS INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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SAÚDE BUCAL

VOCÊ SABE O QUE É DOENÇA PERIODONTAL?

A

s doenças de origem periodontal são um dos maiores fatores da perda de dentes em adultos e crianças. É uma doença silenciosa e, normalmente, indolor que se caracteriza por uma infecção bacteriana da placa bacteriana (película incolor que cobre os dentes). O maior desencadeador da doença periodontal, assim como da cárie, é a placa bacteriana, por isso a importância da higiene bucal e de uma alimentação balanceada, com baixa presença de açúcares e carboidratos. Possui um forte fator genético, além disso, ela também pode estar relacionada a outras doenças como diabetes, artrites reumatoides, fumo, estresse, gestação, obesidade e outras alterações. Gengivite é a mais comum e conhecida, afetando somente as gengivas e sendo, quase que, imperceptível no começo. Essa doença causa inflamação e vermelhidão das gengivas, fazendo com que, muitas vezes, sangrem com facilidade. Quando a gengivite não é tratada, pode evoluir e levar à perda das estruturas de sustentação do dente (tecido ósseo, volume gengival) o que conhecemos como periodontite. Mulheres grávidas, garotas na puberdade e alguns medicamentos também podem ser fatores desencadeantes de gengivite. Em estágio inicial, o tratamento é simples e consiste em identificar a causa, fazer uma raspagem e corrigir os erros de higienização bucal, junto com seu dentista. Quando você identifica o sangramento, mas vai protelando a ida ao dentista, por um

DRA. DANY PAULA FURLANETTO

CIRURGIÃ DENTISTA - CRO/SC 5098

longo período, e vai deixando os fatores genéticos associados aos bucais e a técnica incorreta de higiene agirem, você pode desenvolver a periodontite. A periodontite pode evoluir até levar à perda do dente. No consultório, aliado ao exame clínico visual e radiografias, o principal exame para detectar a doença periodontal é o que chamamos de sondagem periodontal, feita com um instrumento específico. Por meio desse exame, é possível analisar toda a circunferência do dente, que pode estar comprometido em toda sua extensão ou somente algumas partes. Contudo, também há casos em que todos os dentes estão afetados ou somente alguns grupos. O periodontista é o profissional que faz o tratamento das doenças periodontais, cuidando também, quando necessário, da remoção do dente e substituindo-o por um implante para cumprir a função mastigatória e estética. Cirurgias estéticas gengivais também são responsabilidades deste profissional. Apesar das doenças periodontais serem causadas, em grande parte, por maus hábitos de higiene bucal, baixa imunidade e outras doenças também podem provocar tais problemas bucais.

ESPECIALISTA EM PERIODONTIA ATUALIZAÇÕES PRÓTESE, ESTÉTICA E IMPLANTES AVENIDA MUNICIPAL, 1182 CENTRO | TURVO/SC FONE: (48) 3525.0789 | 99110.5859 INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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EMAGRECER COM SAÚDE

OS SEGREDOS DO EMAGRECIMENTO SAUDÁVEL E DURADOURO

M

udar o comportamento é essencial, assim como ações e pensamentos positivos referentes à alimentação. Sabe aquela história de que eu tenho corpo de magro, porém continuo com mente de gordinho? A maioria das pessoas que faz dieta ou que teve um emagrecimento sem acompanhamento nutricional continua com pensamentos pouco saudáveis e sabotadores. Muitas pessoas iniciam o tratamento para emagrecimento e, logo, já perguntam quando poderão voltar a comer o que comiam antes. Muitas pessoas querem dietas que a ajudem a perder peso rapidamente e de preferência sem praticar exercícios físicos. Perder peso rápido sem a prática de exercícios físicos impõe que a dieta seja muito restrita e a alimentação restrita elimina muita massa muscular e pouca gordura. O ideal é perder peso de uma forma lenta e gradativa, comendo bem, com alimentação variada e nutritiva. Associar a alimentação saudável com exercícios aeróbicos e musculação não engorda e contribui com a mudança no estilo de vida. O exercício aumenta o metabolismo basal (gasto de calorias em repouso) e com gasto de calorias da atividade física, se elimina mais peso com a manutenção de uma estrutura corporal bonita. Ou seja, pele firme, corpo definido e o mínimo possível de flacidez. Além disso, quem malha, come menos, devido a liberação de substâncias que auxiliam no controle de fome e saciedade. Perder peso, é

perder gordura corporal e não massa muscular. Por isso, a dieta adequada associada à prática de exercícios físicos é fundamental. Musculação bem realizada, ajuda sim no emagrecimento! Após o emagrecimento, as pessoas pensam que não correm mais o risco de engordar. Infelizmente isso não é verdade. O cérebro tem memórias e mecanismos que lutam durante algum tempo, para que o corpo volte ao peso máximo que foi atingido. Por isso, a importância de iniciar o tratamento pensando que: “Eu vou eliminar peso e não vou mais engordar”. É necessário manter os novos hábitos adquiridos, que incluem alimentação saudável e atividade física. A maioria das pessoas nem se quer chega a voltar no consultório quando atinge seu peso e aí tudo foi por água a baixo. Você precisa de manutenção! Precisa continuar com os encontros com a nutricionista, necessita de adequação da dieta para o seu novo peso, orientação e acompanhamento. A alta quem vai dar a você é o seu nutricionista, quando ele achar que você está preparado para seguir adiante sozinho. Em muitos casos, essa alta demora 10 anos e às vezes não acontece. Lembre-se, que para estar de alta do acompanhamento nutricional, você precisa ter mudado o corpo e os pensamentos, deve estar consciente e seguro. Acima de qualquer coisa, você deve querer manter essa mudança para o resto da vida!

EFEITO PLATÔ O processo de emagrecimento possui várias fases, como o efeito platô. Você já ouviu falar nele? Ouço muitos dos meus pacientes relatarem que “sempre quando chego nesse peso não emagreço mais”, “uma vez era muito fácil perder peso, agora está mais difícil”. Efeito platô é uma estagnação no peso, é quando em determinado momento da dieta não conseguimos mais eliminar peso. O efeito platô acontece por várias causas: dietas restritas, alimentação monótona, baixo consumo de líquidos, sedentarismo ou mesmo exercícios físicos exaustivos. O corpo se acostuma com a nova condição que foi imposta e passa a gastar menos calorias, desacelerando o metabolismo. Saiba que é possível driblar o efeito platô.

LAURA CASTELLER PESCADOR

NUTRICIONISTA - CRN 10 2326

INFORMAÇÕES - GUIA MÉDICO - PÁGINAS 51 A 55

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NUTRIÇÃO FUNCIONAL E FITOTERAPIA. EMAGRECIMENTO, PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE DOENÇAS CRÔNICAS E ATEROSCLEROSE

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GUIA

MÉDICO

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REVISTA LISTA DA SAÚDE | 1ª ED.

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ALERGISTA

CLÍNICO GERAL

Dra. Mariana M.de Menezes

Dr. Rafael Ramalho

CRM/SC 16003 | RQE 12486/12485 Alergista e Imunologista e Medicina Interna

CRM/SC 24446 | CRM/RS 36737 Clínico Geral

Rua Vital Brasil, 295 - Cruzeiro do Sul - Cricíuma/SC Condomínio Sul Clínicas - (48) 3437-4588 Rua Vital Brasil, 455- Cruzeiro do Sul - Criciúma/SC H. S. João Batista - Centro Clínico (48) 3461.6111 | 99639.8151

Rua Teodoro Rodrigues de Oliveira 603 Centro - Sombrio/SC Clínica La Vie - (48) 3533-4085 | 99621-9430

DERMATOLOGIA

ANÁLISES CLÍNICAS

Dra. Ana Paula Naspolini CRM/SC 23009 | RQE 13597 Dermatologista

Rua Antônio de Luca, 91 Pio Corrêa - Criciúma/SC (48) 3413-6882 | 99865-3333 Rua Teodoro Rodrigues de Oliveira 603 Centro - Sombrio/SC Clínica La Vie (48) 3533-4085 | 99621-9430

GUIA MÉDICO

Bal. Arroio do Silva (48) 3526-2007 | Timbé do Sul (48) 3536-1095 Forquilhinha (48) 3463-3639 | Araranguá (48) 3522-0487 Maracajá (48) 3523-0223

Dra. Rafaela Ferreira Elias CRM/SC 15174 | RQE 14076 Dermatologista

Av. Sete de Setembro, 2277 - Araranguá/SC Clínica Ortotrauma - (48) 3524-0585 Rua Vital Brasil, 250 Cruzeiro do Sul - Criciúma/SC (48) 3437-7014

Av. Municipal, 2271 - Cidade Alta - Turvo/SC (48) 3525.0365

CIRURGIA GERAL

Dr. Irani V. Alberton Jr.

Dra. Tatiane Watanebe

Rua Augusto dos Anjos, 400 Pio Corrêa - Criciúma/SC Clinicon - (48) 3430-0604 | 3045-2037

Cel. Pedro Benedet , 505 Centro - Criciúma/SC (48) 3045-4590 | 99643-8080

CRM/SC 5934 | RQE 3876 Cirurgião Geral

CRM/SC 16762 | RQE 12745 Dermatologista

Dr. Giancarlo Búrigo

Dr. Luiz Felipe de Oliveira Blanco CRM/SC 10544 | RQE 15836 Dermatologista

CRM/SC 6664 | RQE 1659 Cirurgião Geral

Rua Cel. Pedro Benedet, 505 Edifício Mileniu Sala 306 - Centro - Criciúma/SC - (48) 3045-2569

Rua Coronel Pedro Benedet, 488 - Centro - Criciúma/SC (48) 3437-2985 | 3433-3457

Rua Caetano Lummertz, 456 - 1º Andar Sala 108 - Centro - Araranguá/SC - (48) 3524-5115

ENDOCRINOLOGIA

CIRURGIA VASCULAR E ENDOVASCULAR

Dr. Daniel Lupselo

Dr. Daniel Meller Dal-Toé

Rua Cruz e Souza, 103 - Pio Corrêa - Criciúma/SC Ergomed Especialidades (48) 3437-6621 | 99996-1008

Rua. Cel Pedro Benedet, 505 Sala 102 Centro - Criciúma/SC Millenium Saúde Center (48) 3430-1110 | 99943-4849

CRM/SC 16823 | RQE 13634 / 14626 Cirurgião Vascular e Endovascular

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CRM/SC 12771 | RQE 6486 Endocrinologista

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ENDOCRINOLOGIA

GASTROENTEROLOGIA

Dra. Letícia Soares Boing

Dr. Michel Faraco

CRM/SC 18912 | RQE 14674 Endocrinologia Pediátrica

CRM/SC 8801 | RQE 6931 Gastroenterologista

Av, Estevão Emílio de Souza, 87 - Ceará - Criciúma/SC Clínica Mova - (48) 3413-8808

Rua Antônio de Lucca, 91 Sala 504 - Criciúma/SC (48) 3045-7300

Rua Antônio de Lucca, 50 Pio Corrêa - Criciúma/SC Clinigastro Medicina Integrada - (48) 3431-9999

GERIATRIA

Dr. Allison José Pires

Dr. Túlyo Savio Carbone

Rua Coronel Pedro Benedet, 505 Centro - Criciúma/SC (48) 3045-3555

Rua Nereu Ramos, 1200 - Centro - Turvo/SC Hospital São Sebastião (48) 3525-0924 | 3525-0333

CRM/SC 12705 | RQE 14017/ RQE 12292 Geriatra

CRM/SC 7878 Geriatra

GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA

Dr. Ricardo Costa Aliano

Rua Teodoro Rodrigues de Oliveira 603 - Centro - Sombrio/SC Clínica La Vie (48) 3533-4085 | 99621-9430

Rua Caetano Lummertz, 456 - Sala 210/212 Centro - Araranguá/SC - Frente ao Giassi Clínica Aliano (48) 3522-1556 | 99921-9918

Dra. Cristiane Pacheco Bohme

Dra. Sandra Manenti

Av. Padre Antônio Luiz Dias, 81 Centro - Araranguá/SC Clínica Ceepas (48) 3522-0003 | 3522-0480

Av. Municipal , 1182 - Centro - Turvo/SC (48) 3525-0504

Dra. Letícia V. de Moura

Dra.Túlia Kleveston

CRM/SC 16277 | RQE 9381 Ginecologista e Obstetra

CRM/SC 3918 | RQE 1016 Ginecologista e Obstetra

CRM/SC 9568 | RQE 9580 Ginecologista e Obstetra

CRM/SC 4740 | RQE 1897/1898 Ginecologista e Obstetra

CRM/SC 15470 | RQE 19127 Ginecologista e Obstetra

CRM/SC 15534 | RQE 11535 Ginecologista e Obstetra

Av. Sete de Setembro, 2277 Centro Araranguá/SC - (48) 3524-0585

Av. Getúlio Vargas, 463 Centro - Araranguá/SC (48) 3527-0106

Av. Marcolino Martins Cabral, 2099 Centro - Tubarão/SC - (48) 3631-1500

Dra. Simone A. Junkes Vilhena

Dra. Dilvania Nicoletti

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885

CRM/SC 14.830 | RQE 11181 Ginecologista e Obstetra

CRM/SC 12.576 | RQE 9587 Ginecologista e Obstetra

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GUIA MÉDICO

Dra. Michele Wolf Pimentel


NEFROLOGIA

HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA

Dra. Thatyana Wendhausen

Dr. Thiago Barbieri Lopes

CRM/SC 15621| RQE 12521 Nefrologista

CRM/SC 10979 | RQE 7043 Hematologista e Hemoterapeuta

Rua Antônio de Lucca, 95 - Sala 601 Ed. Luiz Zanette - Criciúma/SC Clínica Médica Dal Pizzol e Ritter (48) 3045-2985 | 99163-7245

Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa - Criciúma/SC (48) 3413-7334 | 99915-6021

NUTRIÇÃO

Dr. Vitor Hugo P. Ricci

Laura Casteller Pescador

Hematologista e Hemoterapeuta

CRN 10 2326 Nutrição Funcional e Fitoterapia

Rua Antônio de Lucca, 50 Pio Correa - Criciúma/SC (48) 3431-9999 | 3431-9923 Vital Brasil, 455 Cruzeiro do Sul - CriciúmaSC (48) 3461-6111 Rua Antônio de Lucca, 50 Pio Corrêa - Criciúma/SC Onkológica Clinica Médica - (48) 3437-0878

Av. Municipal, 1182 - Centro - Turvo/SC (48) 99926-9415 | 99947-5647

CRM/SC 16000 | RQE 11684

GUIA MÉDICO

INFECTOLOGIA

Natana Angelino CRN 3734 Nutricionista

Dra. Mônica A. Junkes Antero CRM/SC 13.983 | RQE 9768 Infectologista

Rua Teodoro Rodrigues de Oliveira 603 Centro - Sombrio/SC Clínica La Vie (48) 3533-4085 | 99621-9430

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885

MASTOLOGIA

Caroline França Orben CRN 2686 Nutricionista

Dr. Gustavo Coral Silveira CRM/SC 15113 | RQE 11882 Mastologista

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885

Rua Coronel Pedro Benedet, 505 - Millenium Saúde Center - Sala 301/302 Centro, Criciúma/SC Mastoclínica (48) 3433-0406

ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

Dra. Thamyra M. Bonfante

Dr. Fernando Lupselo

Rua Coronel Pedro Benedet, 505 - Millenium Saúde Center - Sala 301/302 Centro - Criciúma/SC Mastoclínica (48) 3433-0406

Rua Cruz e Souza, 103 - Pio Corrêa - Criciúma/SC Clínica Ergomed Especialidades (48) 3437-6621

CRM/SC 15198 | RQE 13899 Mastologista

CRM/SC 17718 | RQE 12327 Ortopedista e Traumatologista

Dr. Erik Paul Winnikow

Dr. Roberto Fernando Kerber

CRM/SC 11249 | RQE 5324 Mastologista

CRM/SC 8579 | RQE 16477 Ortopedia e Traumatologia

Rua Coronel Pedro Benedet, 505 - Millenium Saúde Center - Sala 301/302 Centro - Criciúma/SC Mastoclínica (48) 3433-0406

listadasaude.com.br

Av. Sete de Setembro 2277 - Centro - Araranguá/SC Clínica São Lucas (48) 3524-0585 | 99619-9085

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OTORRINOLARINGOLOGIA

PSIQUIATRIA

Dr. José Antônio C. Pereira Jr.

Dra. Milliane Rossafa

Rua Antonio de Lucca, 50 Centro - Criciúma/SC (48) 3431-9999

Coronel Pedro Benedet, 505 Centro - Criciúma/SC Clínica Unna (48) 3433-3307 15 de Novembro - Cliniçara, 220 Centro - Içara/SC (48) 3432-5636

CRM/SC 10097 | RQE 13128 Otorrinolaringologia

CRM/SC 21585 | RQE 13984 Psiquiatra

REUMATOLOGIA

PEDIATRIA

Dra. Magda Lena Aliano

Dr. Daniel Casagrande Antero

Rua Caetano Lummertz, 456 - Sala 210/212 Centro - Araranguá/SC - Frente ao Giassi Clínica Aliano (48) 3522-1556 | 99921-9918

Rua Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885 Rua 15 de Novembro - Cliniçara, 220 Centro - Içara/SC (48) 3524-0042

CRM/SC 4060 | RQE 1018 Pediatra

CRM/SC 12.462 | RQE 8879 Reumatologista

ULTRASSONOGRAFIA

Dr. Fábio Almeida Morais

Dr. Giancarlo Bettin Sanchez CRM/SC 16140 Ultrassonografia

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885

Rua Teodoro Rodrigues de Oliveira 603 Centro - Sombrio/SC Clínica La Vie (48) 3533-4085 | 99621-9430

Dr. Glauco Danielle Fagundes

ODONTOLOGIA

CRM/SC 5722 | RQE 2868 Pediatra

Dra. Dany Paula Furlanetto CRO/SC 5098 Cirurgiã Dentista

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885

Av. Municipal, 1182 - Centro - Turvo/SC (48) 3525-0789 | 9102-2585 AV. Sete de Setembro, 2363 - Centro - Araranguá/SC (48) 3524-2015

Dra. Ana Olinda N. Fagundes CRM/SC 5692 | RQE 1396 Pediatra

Dr. Rodrigo Matos

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa - Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437-7885

CRO/SC 6949 Ortodontista e Ortopedista Facial

PSICOLOGIA

Rua Coronel Pedro Benedet, 505 sala 508 - Criciúma/SC Millenium Saúde Center (48) 3438.0367

Letícia C. Giuradelli CRP 12/03772 Psicóloga

Rua Teodoro Rodrigues de Oliveira 603 - Centro - Sombrio/SC Clínica La Vie (48) 3533-4085 | 99621-9430

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GUIA MÉDICO

CRM/SC 15.288 | RQE 7919 Pediatra


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