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EDIÇÃO 4 ANO 2 -

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EDITORIAL

EXPEDIENTE

Nossa saúde é o bem mais precioso que temos. Por isso, devemos sempre nos manter atentos aos sinais que nosso corpo dá e cuidar com bastante carinho da nossa saúde! A Revista Lista da Saúde chega à sua 4� edição. Nela trazemos uma série de informações para ter uma vida mais saudável, bem como artigos relacionados a diversas patologias. Se você tem alguma dúvida e busca informações sobre tratamento e cuidados, com certeza nossos especialistas irão te ajudar. Nossos profissionais da saúde elaboram com todo carinho e cuidado nosso conteúdo pensando em você. Nossa capa traz o odontologista Dr. José Augusto de Bem Pereira, especialista em implantodontia e cirurgia avançada. Ele trabalha com um novo conceito de cirurgias dentárias e tem um vasto conhecimento em cirurgia com sedação, de siso, estética orofacial, enxertos ósseos e implantes dentários. Desse modo, é certo que nas próximas páginas de mais edição da nossa Revista, o prezado leitor encontrará informações de grande interesse para a obtenção de uma maior qualidade de vida. Boa leitura! E um forte abraço!

DIREÇÃO GERAL Rodrigo Amaral Gomes EDIÇÃO Manuella Rosa - Jornalista DRT/SC 3119 PROJETO GRÁFICO Ender Resultados Criativos DESIGN E DIAGRAMAÇÃO Markus Phelipe Ribeiro Caroline Stefini FOTOGRÁFIA Anderson Cardoso Higor Campos Foto Stylo Gabriela Capra CAPA Thiago Fraga

Até a próxima edição. Boa leitura!

*Os anúncios e matérias são de responsabilidade dos seus autores.

RODRIGO AMARAL GOMES

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MATÉRIAS E ANÚNCIOS: (48) 99608-2652 comercial@listadasaude.com.br www.listadasaude.com.br


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ÍNDICE 10 Febre, quando se preocupar DRA. ELOISA DE LUCA CASAGRANDE

12 O que é AVC?

30 DPOC: saiba como indentificar os sintomas DRA. FLÁVIA CORRÊA GUERRA

DRA. AMANDA BITTENCOURT

14 Você já teve um desmaio? DR. ANDRÉ DE LUCA DOS SANTOS

16 Implantes Anticoncepcionais DRA. SANDRA MANENTI

com a alimentação 18 Cuidados antes e durante a gestação LAURA CASTELLER PESCADOR

22 Doença Renal Crônica DRA. MARIANA BACK LOCKS

a ansiedade passa 24 Quando a ser patológica DR. LUIZ FELIPE COUTINHO JARDIM

26 Consulta Médica Domiciliar DRA. ANDREA DA CONCEIÇÃO SPILLERE

26 Orelacionada que é degeneração macular à idade (DMRI)? DR. JETENDER SINGH KALSI

e obesidade: 34 Sobrepeso alternativas de tratamento DR. IRANI VALENTIN ALBERTON JUNIOR

36 Mioma Uterino: o que é, sintomas, cirurgia e tratamento DRA. CRISTIANNE PACHECO BOHME ALVES

38 Lúpus: uma doença sem cura mas que possui tratamento DR. DANIEL CASAGRANDE ANTERO

40 Toxoplasmose: entenda os sintomas e como se prevenir DRA. MÔNICA ANSELMO JUNKES ANTERO

42 Acupuntura: uma terapia eficaz para as dores crônicas DR. SÉRGIO KOLOSZWA

de doenças como o 44 Prevenção HPV e câncer de colo uterino DRA. SIMONE ANSELMO JUNKES

28 Endocardite Infecciosa: CAPA o coração e a boca DR. JOSÉ AUGUSTO DE BEM PEREIRA

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PEDIATRIA

FEBRE, QUANDO SE PREOCUPAR Ela é um mecanismo de defesa do corpo, que é desencadeada frente a infecções e inflamações

Febre é o aumento na temperatura corporal, devido a uma resposta organizada frente a doenças ou agressões ao organismo. É definida como temperatura retal ≥ 38O C ou axilar ≥ 37,8O C. A temperatura normal do corpo varia em 37O C, não havendo, no entanto um consenso definido de qual grau exato indica febre. A febre é a queixa mais comum nas consultas pediátricas.

Mecanismo da Febre

A febre é uma resposta desencadeada por substâncias presentes no corpo, as citocinas pirogênicas, que são sintetizadas e liberadas por estímulos como infecções bacterianas, virais, fúngicas, traumas e inflamações. Essas citocinas circulam no hipotálamo e induzem o aumento das prostaglandinas, que estimulam o ponto regulador da temperatura, provocando um ponto de referência mais alto. Para elevar a temperatura, entram em ação os mecanismos de aumento de calor, como aumento da taxa metabólica, atividade muscular e diminuição da perda de calor pela vasoconstrição da pele. A febre é, portanto parte de um mecanismo de defesa do corpo, que é desencadeada frente a infecções e inflamações.

Causas de febre

• Infecções: resfriados, gripes, meningite, encefalite, bronquite, pneumo-

nia, estomatite, faringite, cistite, pielonefrite, gastroenterite, celulite e outras. • Neurológicas: hemorragia, trombose cerebral. • Intra abdominal: apendicite, intussuscepção intestinal. • Hipersensibilidade: febre devido a drogas, eritema multiforme. • Intoxicação: medicamentos, picada de aranha. • Outras: trauma, queimaduras, pós vacinação.

Investigação

A maioria das causas de febre pode ser diagnosticada por anamnese e exame físico rotineiros, no entanto em 20% dos casos há necessidade de exames complementares para o diagnóstico. A grande maioria das crianças tem uma doença infecciosa aguda causada por vírus autolimitada ou está em fase inicial de uma doença infecciosa benigna. Mas quando investigar imediatamente criança com febre? • Quando menor de três meses de idade • Temperatura > 40,6O C • Queixosa ou choro inconsolável • Aspecto de doente • Dificuldade para ser acordada • Rigidez de nuca, petéquias ou manchas purpúricas

• Dificuldade respiratória • Salivando e não consegue engolir por mais de duas refeições • Apresentou ou está com crise convulsiva

Quando tratar a febre

Em geral, temperaturas moderadas parecem melhorar a resposta imunológica. Em altas temperaturas esses efeitos podem desaparecer: • Temperatura > 40 C • Idade entre seis meses e três anos • Idade menor de seis anos com história de convulsões • Doença cardiopulmonar, renal, neurológica • Sepse com ou sem choque • Anemia falciforme O tratamento sintomático é feito com antipiréticos como paracetamol e dipirona, sendo que o início de ação dessas medicações é de no mínimo 2 horas e a duração de 4-6 horas. Toda febre que não se resolve com tratamento sintomático deve ser reavaliada em 4872 h em busca de etiologia definida. Febre não é emergência pediátrica, não acarreta danos às crianças, é apenas um sinal de que o corpo está reagindo a alguma infecção ou inflamação.

DRA. ELOISA DE LUCA CASAGRANDE MÉDICA PEDIATRA CRM/SC 20685 | RQE 14950

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NEUROLOGIA

O QUE É AVC? Fique atento aos sinais de alerta que seu corpo dá

Desde o ano de 2006, temos celebrado o Dia Mundial do AVC, que ocorre em 29 de outubro. É tempo de conscientização sobre essa doença que causa 6,5 milhões de mortes a cada ano e deixa cerca de 26 milhões de sobreviventes no mundo. Mas afinal, o que é AVC? O acidente vascular cerebral (AVC), também conhecido como “derrame”, ocorre devido a uma alteração na circulação de sangue em uma parte do cérebro. Ele pode ser isquêmico, quando falta sangue em uma parte do cérebro, ou hemorrágico, quando um vaso sanguíneo rompe e derrama sangue. Se não for instituído o tratamento dentro das primeiras horas do início dos sintomas, as células do cérebro podem morrer e dependendo da parte do cérebro que é atingida, pode deixar sequelas no movimento do corpo, na fala, no equilíbrio, na visão e no modo como a pessoa interage com o mundo.

SINAIS DE ALERTA

É muito importante identificar os sinais de alerta que indicam que alguém esteja desenvolvendo um AVC. Estes sinais ocorrem de uma forma súbita, de um momento para o outro, e são eles: fraqueza, paralisia ou falta de coordenação em uma parte do corpo, especialmente braço e perna do mesmo lado; fraqueza de um lado da face, com desvio da boca para um lado; sensação de dormência ou redução da

sensibilidade de um lado do corpo; fala enrolada ou incapacidade de entender ou se expressar através da fala; perda de visão parcial ou completa em um ou ambos os olhos; perda de equilíbrio, dificuldade de caminhar e tontura; ou dor de cabeça insuportável, a pior que já teve na vida. Felizmente, o tipo de AVC mais comum, o isquêmico, tem tratamento que pode revertê-lo completamente. Se iniciado um medicamento endovenoso que dissolve o coágulo dentro das primeiras 4 horas e meia do início dos sintomas, a pessoa acometida pode melhorar ou reduzir as sequelas dessa doença tão comum. Portanto, lembre-se, tempo é cérebro! Não se deve esperar para ver se os sintomas vão melhorar, e sim, procurar um hospi-

tal imediatamente, até mesmo se eles melhorarem completamente, pois se trata, neste caso, de um ataque isquêmico transitório (AIT), o qual indica um maior risco de AVC.

PREVENINDO

Cerca de uma pessoa em cada seis, terá um AVC durante a vida. Então precisamos agir para reduzir os fatores que aumentam seu risco. Controlar a pressão arterial sistêmica, os níveis de colesterol, as taxas de açúcar no sangue (diabetes), praticar atividade física, cessar o tabagismo e reduzir o consumo de bebida alcoólica, ter uma alimentação saudável, controlar o peso corporal, além de tratar problemas no coração e arritmias, se presentes, são as maneiras que temos para reduzir o risco de ter um AVC.

DRA. AMANDA BITTENCOURT MÉDICA NEUROLOGISTA CRM-SC 19987 / RQE 14929

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CARDIOLOGIA

VOCÊ JÁ TEVE UM DESMAIO? Na maioria das vezes, os desmaios não indicam doenças graves. Mas, em algumas situações, ele pode ser um sintoma de um problema de saúde sério. De qualquer forma, os desmaios devem ser motivo para uma consulta médica Síncope, denominada popularmente por desmaio, é a perda momentânea de consciência, caracterizada por ser de aparecimento súbito, curta duração (menos de um minuto) e recuperação espontânea e completa. A condição tem origem na diminuição rápida do fluxo de sangue para o cérebro.

Quais os sinais e sintomas de desmaio? Geralmente antes de desmaiar surgem sinais e sintomas, como: palidez, tontura, enjoo, suor, visão turva e fraqueza.

O que pode levar uma pessoa a desmaiar?

Se o sangue não chega em quantidade suficiente no cérebro, a oxigenação diminui, o cérebro ‘desliga’ e a pessoa pode desmaiar. Uma das causas de desmaio é a síncope vasovagal. O nome é complicado, porém um quadro clássico, por exemplo, é da pessoa que desmaia na hora de tirar sangue para um exame.

O que fazer no caso de desmaio?

Se alguém desmaia, tente ficar calmo. Vire a pessoa de barriga para cima, com as costas no chão e cabeça virada para o lado, para facilitar a

respiração. Se ela está respirando, restaure o fluxo de sangue para o cérebro elevando as pernas da pessoa acima do nível do coração (30 centímetros). Apesar de parecer uma eternidade, os desmaios geralmente não duram mais do que um minuto. Após a pessoa recuperar a consciência a mantenha deitada por pelo menos 10 minutos, pois ela pode apresentar novo desmaio se tentar levantar-se rapidamente. Ofereça água assim que possível.

Quando o desmaio é considerado algo grave?

Desmaios que ocorrem dirigindo veículo, durante a caminhada, exercício ou com a pessoa já deitada, sem sintomas precedendo o desmaio, que levam a traumas físicos (bater a cabeça ou

fraturas, por exemplo) são indicativos de problemas cardíacos (geralmente arritmias) e requerem avaliação cardiológica urgente.

Como investigar um caso de desmaio?

A história do momento do desmaio é fundamental para o diagnóstico preciso. Situações de jejum prolongado, desidratação, medicamentos em uso, ambiente abafado, quente, com aglomeração de pessoas, estresse elevado, sono ruim, são ingredientes que contribuem para alguém desmaiar. Exames complementares podem ser necessários, especialmente o eletrocardiograma, Holter de 24h, Tilt Test ou Teste de Inclinação Ortostática e o Ecocardiograma.

DR. ANDRÉ DE LUCA DOS SANTOS MÉDICO CARDIOLOGISTA CRM-SC 11.807 | RQE 7679

Pós-Graduação em Arritmologia Clínica pelo Instituto do Coração da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – InCor-USP. Proficiência em Arritmologia Clínica e membro da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas - SOBRAC

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GINECOLOGIA

IMPLANTES ANTICONCEPCIONAIS: TUDO O QUE VOCÊ PRECISA SABER Método contraceptivo tem eficácia superior a 99%, dura 3 anos e atua liberando hormônio para o sangue, tal como a pílula, porém de forma contínua, impedindo a ovulação sem que seja necessário tomar um comprimido todos os dias

Nos últimos anos a procura por métodos mais seguros, com alta eficácia, praticidade e que acompanham o ritmo da mulher moderna popularizaram os progestágenos de longa duração que são o DIU de levonorgestrel (Mirena) e os implantes ou chips do qual falaremos neste artigo. A inserção dos implantes é fácil, rápida e com mínima dor e é realizada no consultório médico, porém

antes de se fazer o uso desse método contraceptivo, é preciso consultar o seu médico ginecologista e discutir com ele as indicações e contraindicações.

TIPOS DOS IMPLANTES ANTICONCEPCIONAIS Implante de nestorone: a elcometrina, que é conhecida nos Estados

Unidos com o nome de nestorone, é aprovada pelo Ministério da Saúde como método contraceptivo para lactantes. Duração de seis meses. Implante de gestrinona: com efeitos androgênico, anti estrogênico e anti progesterona, funciona como um método anticoncepcional e como método de reposição hormonal. Duração de um ano. Implante de etonogestrel (Implanon e ImplanonNXT): este é o mais utilizado como anticoncepcional no Brasil. Caso seja indicado, o próprio médico realizará a inserção do implante, que deve ocorrer entre os primeiros cinco dias do ciclo menstrual. Ele é um pequeno tubo de silicone, com cerca de 3 cm de comprimento e 2 mm de diâmetro, que é introduzido embaixo da pele do braço por meio de um aplicador descartável semelhante a uma injeção.

COMO FUNCIONA O IMPLANTE DE ETONOGESTREL • O Implante possui na sua haste a quantidade para 3 anos de um progestágeno: etonogestrel, que e libera

DRA. SANDRA MANENTI MÉDICA GINECOLOGIA E OBSTETRA CRM/SC 4740 | RQE 1897/1898

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diariamente a dose de equivalente a um comprimido de anticoncepcional. • Essa liberação é feita de forma contínua, impedindo a ovulação dessa forma, não existem óvulos maduros que possam ser fecundados por um espermatozoide. Este método também deixa o muco do útero mais espesso, o que dificulta a passagem dos espermatozoides até as trompas de falópio, o local onde normalmente acontece a fecundação. • Esse anticoncepcional pode ser inserido após o parto ou aborto (cerca de 21 dias depois).

PRINCIPAIS VANTAGENS DO IMPLANTE DE ETONOGESTREL • Não tem estrógeno na composição que é o principal responsável. pelos riscos cardiovasculares como a trombose. • Não causa o melasma que são as manchas escuras na pele. • Ideal para ser utilizado por quem tem náuseas com o anticoncepcional oral. • Adequado para mulheres que desejam um meio contraceptivo rever-

sível de longa duração por até 3 anos e querem evitar os esquemas de controle diário, semanal ou mensal, e as que esquecem de tomar o anticoncepcional oral. • Eficácia comprada a laqueadura tubária. • Melhora os sintomas da TPM. • Inserido durante a amamentação. • A maioria das mulheres param de menstruar. • Melhora dismenorreia (cólicas e dores menstruais). • Coadjuvante no tratamento da endometriose, adenomiose e leiomiomatose.

POSSÍVEIS DESVANTAGENS DO IMPLANTE DE ETONOGESTREL Embora tenha muitas vantagens, o implante não é o método contraceptivo ideal para todas as pessoas, já que também podem existir desvantagens como: • Pode haver sangramento irregular principalmente nos primeiros meses. • Ligeiro aumento do peso. • Não é indicado para pacientes que utilizam anticoncepcional para trata-

mento de pelo, acne e oleosidade da pele. • É mais caro, em um primeiro momento, porém dura 3 anos. • O implante apenas impede a gravidez, pois, como não impede contra o contato com fluídos corporais, não protege contra doenças sexualmente transmissíveis como AIDS ou sífilis, por exemplo. Para isso, deve-se sempre utilizar o preservativo. • Algumas mulheres podem apresentar tendência para engordar mais facilmente nos primeiros 6 meses. No entanto, caso se mantenha uma dieta equilibrada, é possível que o aumento de peso não aconteça.

QUEM NÃO DEVE USAR O IMPLANTE DE ETONOGESTREL O implante contraceptivo não deve ser usado por mulheres que possuem trombose venosa ativa, em caso de tumor no fígado benigno ou maligno, doença no fígado grave ou inexplicada, sangramento vaginal sem causa específica, durante a gravidez ou em caso de suspeita de gravidez. 

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NUTRIÇÃO

CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃO ANTES E DURANTE A GESTAÇÃO Muito antes de engravidar, cuidar da saúde dos pais é fundamental e deve ser prioridade A gestação é um período de grandes mudanças fisiológicas, onde todo cuidado deve ser tomado. Muito antes de engravidar, cuidar da saúde dos pais é fundamental e deve ser prioridade. Cuidados com alimentação, o uso de orgânicos, redução de contaminantes, são essenciais para que se tenha uma adequada concepção e uma gestação saudável. Orienta-se que 180 dias antes de ocorrer a concepção os pais já devem procurar mudar os hábitos alimentares e levar uma vida mais saudável. Toda mulher, quando deseja engravidar, deve estar consciente que o primeiro passo é pensar no peso. Engravidar com peso adequado e garantir o ganho de peso dentro do planejamento são fundamentais para a mãe e muito melhor para a criança, que terá seu desenvolvimento adequado, com menores riscos de desenvolver doenças crônicas na vida adulta. Alimentação balanceada e suplementação são essenciais. Ambos devem estar em equilíbrio para que a mulher ganhe o peso adequado e para que o bebê receba todos os nutrientes necessários. Fórmulas personalizadas de vitaminas e sais minerais são mais adequadas, considerando que cada gestante tem necessidades nutricionistas individuais que devem ser equilibradas com alimentos e, se necessários, suplemen-

tos. O uso de ômega 3 deve ser considerado, já que ele está relacionado com o desenvolvimento cognitivo das crianças. Além disso, contribui na redução do risco de problemas imunológicos. O tipo de ômega 3 teve ser avaliado criteriosamente, já que muitos possuem misturas de outras gorduras e presença de metais pesados, como mercúrio, totalmente contraindicado na gestação.

“Alimentação variada e saudável são as chaves para sucesso durante a gestação.” Alimentação variada e saudável são as chaves para sucesso durante a gestação. Um ponto que causa muita preocupação é o uso de alimentos com agrotóxicos. Atualmente, os estudos confirmam que o consumo excessivo de agrotóxicos ou mesmo a exposição elevada está relacionada a infertilidade em homens e mulheres devido a atuação das toxinas em eixos hormonais que prejudicam a ação fisiológica dos hormônios sexuais como estrógeno e testosterona, afetando assim a capacidade fisiológica dos espermatozoides e disfunções ovarianas. Não somente pesticidas, mas também ftalatos e bisfenol A, que são substâncias presentes em plásticos e garrafas pet, eles também

têm forte relação com infertilidade, causando depleção da fase folicular. A alimentação preconcepção e durante a gestação vai definir a saúde da criança no futuro. As escolhas serão impactantes, por isso há necessidade de reduzirmos as toxinas presentes no meio ambiente e realizar a inclusão de alimentos orgânicos, ricos em compostos bioativos que tem efeito protetor, reduzindo o risco de complicações e doenças crônicas. Além disso, acompanhamento nutricional durante a gestação é fundamental para organizar a alimentação e auxiliar a paciente nas escolhas alimentares e suplementações.

LAURA CASTELLER PESCADOR NUTRICIONISTA CRN 10 2326

Nutrição funcional e fitoterapia Prevenção e tratamento de doenças crônicas

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PUBLIEDITORIAL

MARIANO ODONTOLOGIA Há mais de 35 anos cuidando com exelencia da saúde do seu sorriso

Desde sua fundação em outubro de 1983 pelo Sr. Luiz Gonzaga Mariano a Mariano Odontologia tem como seu norte a busca pela inovação tecnológica e tratamento humanizado. Nossa família acompanha as mudanças de comportamento e conscientização quanto à necessidade de se manter uma correta saúde bucal, para a prevenção e, sobretudo, pelos resultados obtidos no restabelecimento dos sorrisos dos pacientes proporcionando um tratamento de alta qualidade com o mais elevado grau de satisfação dos pacientes. Com mais de 35 anos de mercado, a marca é reconhecida na região pelo pioneirismo em implantes dentários,

desde 1986, através de técnicas avançadas em Implantodontia, sendo mais de 10.000 implantes realizados por profissionais altamente qualificados. A clínica também oferece outros procedimentos que utilizam a mais alta tecnologia, com segurança e conforto, proporcionando excelência em todas as etapas de cada tratamento como: lentes de contato dental, próteses sobre implante, implantes dentários, enxertos ósseos, implantes zigomáticos, extrações de dentes inclusos, correção de sorriso gengival, periodontia, estética orofacial. Sendo todos estes tratamentos realizados por especialistas. Além dos inúmeros cursos de pós-graduações, contamos com um centro

cirúrgico avançado e um equipamento odontológico chamado CEREC que permite a produção inlays/onlays, coroas e facetas em uma única visita. Constituído por um computador acoplado a uma câmera intra oral 3D, software e uma fresadora local. Dentes com pouca ou extensa destruição podem ser tratados com inlays/onlays e coroas feitas de cerâmicas da cor do dente deixando a restauração praticamente invisível. Dentes anteriores podem ser melhorados com finas facetas em cerâmica ou se necessário recoberto por coroa. Coroas antigas com comprometimento estético podem facilmente ser refeitas por uma coroa CEREC totalmente cerâmica. Informações - Guia Saúde - Páginas 50 a 54

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NEFROLOGIA

DOENÇA RENAL CRÔNICA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE ESSA EPIDEMIA Aproximadamente 120 mil brasileiros estão no estágio final da doença, onde é necessária a hemodiálise ou diálise peritoneal. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Nefrologia, um em cada 10 brasileiros terá algum grau de lesão nos rins A Doença renal crônica é a alteração estrutural ou funcional dos rins, progressiva e irreversível que leva a sintomas variados a depender do estágio da doença.

Função dos rins: controle de líquidos, eletrólitos (potássio, sódio, cálcio, magnésio e fósforo), controle do Ph sanguíneo, ajuda na produção de hemoglobina (ou seja, a não ocasionar anemia) e na conversão da vitamina D. Fatores de risco e causas: hipertensão, diabetes, idade (menor de 5 anos e maiores de 60 anos), história familiar positiva de doença renal, obesidade, tabagismo, uso de medicamentos como antinflamatórios não esteroidais (AINE), doença autoimune como o lúpus, HIV, hepatite B e C, litíase renal, infecção urinária de repetição, obstrução urinária (ex. aumento do volume da próstata). Sintomas: falta de apetite, náusea e vômito,

edema agudo de pulmão, anemia, desnutrição, disfunção sexual, risco de sangramento aumentado, disfunção do sistema nervoso central, aumento do risco de infecções.

soluços, cansaço, redução da quantidade de urina, urina avermelhada ou escura e com espuma, inchaço nas pernas e rosto, falta de ar, palidez cutânea, câimbras, sonolência, dificuldade de aprendizagem e memória, hipertensão.

Tratamento: nas fases precoces, mudança do estilo de vida e controle de fatores de risco. Na fase final, hemodiálise ou diálise peritoneal, e transplante renal em alguns casos.

Consequências da doença: aumento do risco de

Prevenção: procure um especialista caso você tenha algum fator de risco. A principal arma é detectar a doença cedo para prevenir a sua progressão.

morte cardiovascular (infarto, AVC), fraturas espontâneas, calcificação dos vasos, hipertensão arterial sistêmica,

DRA. MARIANA BACK LOCKS MÉDICA NEFROLOGISTA | CLÍNICA MÉDICA CRM/SC 19958 | RQE 15931/15932

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BEM ESTAR

QUANDO A ANSIEDADE PASSA A SER PATOLÓGICA Ansiedade é uma emoção que ativa uma série de reações neuroendócrinas ocasionando um sentimento desagradável de medo e apreensão. Ocorre frente à antecipação de um perigo real ou imaginário, que pode ser conhecido ou desconhecido. O organismo então manifesta vários sintomas físicos que são úteis na vigência de uma situação de luta ou fuga. A ansiedade foi extremamente útil na sobrevivência da espécie humana, em períodos que o ambiente era inóspito. Ela se trona patológica quando ocorre de modo inadequado, por uma interpretação errônea da possibilidade, duração ou intensidade do perigo. Como consequência as reações neuroendócrinas se tornam disfuncionais, e os sintomas físicos, são percebidos com estranhamento e sofrimento pelo indivíduo. Quando a ansiedade patológica interfere de modo significativo no funcionamento normal do indivíduo podemos falar em Transtornos de Ansiedade. Transtornos de Ansiedade é o grupo de patologias psiquiátricas mais frequentes na população. Uma quantidade muito grande de pessoas sofrem em silêncio, pois demoram a buscar ajuda de profissionais de saúde.

Síndrome do Pânico

O transtorno do pânico é um transtorno de ansiedade em que ocorrem crises de ansiedade, conhecidos como “ataques de pânico”. Um ataque de pânico é caracterizado pelo aparecimento isolado de medo intenso ou desconforto, associado com quatro ou mais dos seguintes sintomas (de início súbito e com intensidade máxima dentro dos

primeiros 10 minutos): palpitações, taquicardia, sudorese, tremores ou agitação, a sensação de ser sufocado ou de asfixia (bola na garganta), dor no peito, desconforto gastrointestinal (náuseas, vômitos ou diarreia), instabilidade, vertigem ou desmaio, desrealização (sensação de estranhamento em relação ao ambiente em que está) ou despersonalização (sensação de não estar conectado com si mesmo), medo de perder o controle ou enlouquecer, medo de morrer, parestesias ou formigamento, calafrios ou ondas de calor. A fim de desenvolver o transtorno do pânico, a crise de ansiedade (inesperada e recorrente) deve ser seguida por um período de pelo menos um mês apresentando um medo persistente da possibilidade de ter uma nova crise, preocupação com as suas consequências ou mudança significativa no comportamento habitual. A doença pode apresentar-se com ou sem agorafobia. Esta última representa o aparecimento de sintomas de ansiedade em um lugar ou a situação a partir da qual pode ser difícil de escapar, ou em que, se uma crise inesperada viesse a ocorrer, com a sensação de ajuda indisponível no momento. Os pacientes passam a evitar estas situações (sair sozinho, viajar, permanecer em locais públicos) por causa de um temor de que possa ocorrer uma nova crise, ou exigem a presença de uma pessoa conhecida por eles, a fim de ser capaz de enfrentar essas situações. O tratamento habitual consiste de benzodiazepínicos para as crises e antidepressivos durante um tempo mais prolongado (ISRS, ISRNS, tricíclicos).

Transtorno de Ansiedade Generalizada

O Transtorno de Ansiedade Generalizada segue um padrão de ansiedade frequente e persistente desproporcional aos possíveis impactos que a situação temida possa causar. Para ser diagnosticado necessita ocorrer na maioria dos dias, por um período mínimo de seis meses de duração. Por mais que o indivíduo tente, ele não consegue controlar as preocupações. A ansiedade vem acompanhada de ao menos três dos seguintes sintomas: impressão de estar com nervos à flor da pele (inquietação), cansaço fácil, dificuldade de concentração ou falhas para lembrar memórias, nervosismo ou irritabilidade, tensão ou dor muscular, alterações na qualidade do sono. Esse conjunto de fatores ocasiona prejuízo no desempenho acadêmico / trabalho, ou prejuízo social / familiar. Alguns indivíduos experimentam outros sintomas físicos como dores de cabeça, náuseas, vômitos, taquicardia, etc. Tais sintomas inespecíficos frequentemente levam o indivíduo a procurar outros médicos como clínicos gerais, neurologistas, gastroenterologistas, cardiologistas, etc. Por isso, é tão comum médicos dessas especialidades recomendarem que o indivíduo vá a um médico psiquiatra ou a um psicólogo clínico. Também é frequente que os indivíduos notem de modo intenso as preocupações no momento em que se deita para dormir. O que causa muitas vezes a dificuldade de pegar no sono. O tratamento habitual inclui medicações da classe dos antidepressivos, psicoterapia e atividade física aeróbica (corrida, natação).

DR. LUIZ FELIPE COUTINHO JARDIM Médico

CRM/SC 12767

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GERIATRIA

CONSULTA MÉDICA DOMICILIAR

A consulta médica domiciliar é uma alternativa ao atendimento ambulatorial e visa extinguir o transtorno causado pela locomoção e tempo investidos até o consultório médico, principalmente para paciente com necessidades especiais, como por exemplo, pacientes com demência moderada/avançada, acamados ou com alguma limitação de movimento e para pacientes em cuidados paliativos, promovendo um atendimento humanizado e programado conforme as necessidades de cada paciente.

ALGUMAS VANTAGENS DA CONSULTA MÉDICA DOMICILIAR: - Cuidado do paciente em seu domicílio ou de seus familiares, conferindo-lhe maior humanização. - Maior envolvimento dos familiares / cuidadores com a enfermidade do paciente. - Avaliação da rotina do paciente, revisão das medicações em uso, dicas individualizadas para auxiliar no cuidado com o paciente.

- Estreitamento da relação médico-paciente, resgatando o conceito de médico de família. – Atendimento em horários diferenciados: se o paciente ou familiares trabalham durante o dia e não tem tempo para ir ao consultório médico em horário comercial, a visita domiciliar pode ser marcada no período da noite ou finais de semana, no horário que mais se adapta a sua rotina. Esta consulta domiciliar possui toda a competência de um atendimento no consultório e na comodidade da sua casa.

DRA. ANDREA DA CONCEIÇÃO SPILLERE MÉDICA GERIATRA CRM/SC 17406 | RQE 14612

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ESPECIAL DE CAPA

ENDOCARDITE INFECCIOSA: O CORAÇÃO E A BOCA Endocardite é uma doença que provoca inflamação na membrana que reveste a parede interna do coração e uma de suas causas é a má conservação dos dentes A endocardite infecciosa é uma doença comum, que causa alto índice de mortalidade. Trata se de uma infecão da parede interna do coração ou das válvulas do coração e uma de suas causas é a má conservação dos dentes. Na passagem dos átrios para os ventrículos, existem válvulas que impedem a volta do sangue, mantendo o fluxo sempre em uma mesma direção. São estas as válvulas que podem ser infectadas, quando há presença de microorganismos, como bactérias na corrente sanguinea. Essa infecção pode atingir qualquer um, porém existe uma maior predisposição para aqueles pacientes que já sofrem com algum tipo de cardiopatia, ou até mesmo transplantados, que façam uso de medicamentos que usualmente baixam a atividade do sistema imunológico. Você deve estar se perguntando, o que isso tem haver com Odontologia não é mesmo? Pois bem, sabemos que em nossa boca existe um grande número de bactérias, e que as mesmas podem nos trazer graves prejuízos, se forem parar em lugares indevidos, como no coração. Segundo a literatura, um dos fatores, que aumentam as chances de se desenvolver essa doença do coração, são as doenças da boca, como cáries. Sim, isso mesmo. Cáries. Os procedimenos para o tratamento da

doença cárie inclusive, podem permitir a passagem destas bactérias para corrente sanguinea e consequentemente coração. Algumas doenças da gengiva, como gengivite e periodontite, também aumentam consideravelmente os riscos de endocardite infecciosa.

Por essa razão, precisam do atendimento de um cirurgião dentista especializado, principalmente aqueles pacientes que já tem histórico pessoal ou familiar, de problemas no coração. Procedimentos dentários como: extrações, cirurgias bucais em geral, Implantes e até mesmo limpeza dentária, podem ser feitos desde que o profissional esteja apto a tratar possíveis intercorrências, como por exemplo, eventuais hemorragias. Uma avaliação junto ao médico cardiologista , à respeito da necessidade de uma antibiótico terapia previa a qualquer intervenção deve ser conside-

rada. Como também, atentar para possíveis interações medicamentosas. Pessoas sem dentes, que utilizam próteses como “dentaduras” também correm o risco de ter essa doença. Geralmente iniciada pela presença de fungos que se instalam entre a prótese e a mucosa do “céu da boca”. Mesmo sem dentes, o Cirurgião dentista irá avaliar a saúde da mucosa oral, como também osso adjacente, através de radiografias. Podem ser descobertos remanescentes radiculares de dentes, que após tentativas falhas de extração, permaneceram dentro do osso ou gengiva. Lesões infecciosas oriundas de cáries no passado, como cistos residuais ou granulomas, ou outros que podem vir a representar focos infecciosos no futuro. O correto diagnóstico e tratamento, diminuirá as chances de o paciente vir a ter um possível quadro de Endocardite. Nosso corpo é um sistema complexo de múltiplas engrenagens, onde quando uma delas falha, todas as outras começam a sofrer as conseqüências. O problema é que muitas vezes o resultado só aparece a longo prazo, e de maneira silenciosa. Estar em dia com sua saúde oral e corporal faz com que tenhamos uma maior preservação destas preciosas engrenagens. Não esqueça! O melhor tratamento é sempre a prevenção. Faça sua visita ao médico e cirurgião dentista regularmente e esteja sempre saudável.

DR. JOSÉ AUGUSTO DE BEM PEREIRA CIRURGIÃO DENTISTA CRO/SC 13887

Graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Especialista em Implantodontia e Cirurgia Avançada pela Asssociação brasileira de cirurgiões dentistas. Capacitado em cirurgia orofacial. Capacitado em lentes de contato e sistemas cerâmicos: estetica avançada. Capacitado em tôxina botulinica e preenchimento facial. Informações - Guia Saúde - Páginas 50 a 54

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PNEUMOLOGIA

SINTOMAS COMO FALTA DE AR, TOSSE E DIFICULDADES RESPIRATÓRIAS PODEM INDICAR DPOC

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) está intimamente ligada ao tabagismo, pode se agravar sem o tratamento adequado, comprometendo significativamente a qualidade de vida

A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica, ou simplesmente DPOC, é uma doença que está diretamente relacionada com a exposição a fumaças, principalmente a fumaça do cigarro, tanto de quem fuma como de quem convive com o fumante. Ela causa inflamação crônica dos brônquios, que são as estruturas responsáveis por levar o ar respirado até os pulmões e depois devolver o ar ao ambiente. Essa inflamação é chamada de bronquite crônica, que cursa com estreitamento dos brônquios e produção de secreção. Também faz parte da DPOC o enfisema pulmonar, que nada mais é que a destruição dos alvéolos pulmonares, que são responsáveis pela oxigenação do sangue ao passar pelos pulmões. A DPOC ocorre em pessoas com mais de 40 anos, geralmente em tabagistas e pessoas que têm contato com poeiras e fumaças. O primeiro e principal sintoma é a falta de ar ou cansaço para respirar. Tosse com ou

sem expectoração também é comum. Se a pessoa continua tendo contato com os agentes causadores, por exemplo, continua fumando, a doença continua progredindo e os sintomas vão piorando. Ainda é uma doença pouco diagnosticada, onde a maioria das pessoas convivem com os sintomas de tosse e falta de ar acreditando que são decorrentes da idade, quando na verdade são portadores de uma doença progressiva mas, que tem tratamento. O diagnóstico da DPOC é feito de forma fácil, com um exame indolor, chamado espirometria, que avalia a capacidade respiratória e o funcionamento dos pulmões. Podem ser necessários outros exames complementares, dependendo de cada caso. A medida mais importante no tratamento da DPOC é parar de fumar. Para atingir esse objetivo, várias medidas podem ser tomadas, desde o uso de medicamentos até a psicoterapia. Além disso, existem medicações

que devem ser usadas continuamente com o objetivo de manter os brônquios abertos e diminuir a produção de secreção, o que vai reduzir os sintomas. Em períodos de piora das crises de falta de ar ou aumento da tosse e da expectoração, as chamadas exacerbações, podem ser necessárias outras medicações a fim de que a doença retorne às suas condições anteriores. Em casos graves, pode ser necessário o uso de oxigênio durante o sono ou durante todo o dia, preferencialmente através de um aparelho chamado concentrador. Para o tratamento de longo prazo, fisioterapia e exercícios físicos conforme a tolerância de cada pessoa também podem ser prescritas. Além disso, o acompanhamento do pneumologista é fundamental para que se atinja controle da doença, minimizando os sintomas e desconfortos e aumentando a expectativa de vida dos portadores.

DRA. FLÁVIA CORRÊA GUERRA MÉDICA PNEUMOLOGISTA CRM/SC 11997 | RQE 9986

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HÁ MAIS DE 15 ANOS REFERÊNCIA EM OFTALMOLOGIA NA REGIÃO

CONSULTAS | EXAMES | CIRURGIAS

DRA. THAIS BACHA BERTI

DR. ANDREAS E. W. MOREIRA MAIA

DR. FLÁVIO A. LEMOS MARIANO

DR. SAMUEL ANGELO CORAL

DR. JAIRO TARCISIO TAMIOZZO

DR. JETENDER SINGH KALSI

DR. BRUNO SARAIVA ROCHA

DRA. MEIBAL J. PIEDADE

DR. VINICIUS M. M. DA SILVA

CRM/SC 13656 | RQE 11272 Médica Oftalmologista

CRM/SC 11777 | RQE 13371 Médico Oftalmologista

CRM/SC 22789 | RQE 13252 Médico Oftalmologista

CRM/SC 8324 | RQE 12394 Médico Oftalmologista

CRM/SC 7309 | RQE 8610 Médico Anestesiologista

CRM/SC 24550 Médica

DR. CARLOS ALBERTO S. TREMOÇO FILHO CRM/SC 10178 | RQE 4554 Médico Oftalmologista

CRM/SC 10.682 | RQE 7298 Médico Oftalmologista

CRM/SC 7826 | RQE 14663 Médico Oftalmologista

CRM/SC 13301 | RQE 15197 Médico Oftalmologista

DRA. SABRINA N. DA SILVA CRM/SC 14262 | RQE 10724 Médica Oftalmologista

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OFTALMOLOGIA

O QUE É DEGENERAÇÃO MACULAR RELACIONADA À IDADE (DMRI)? A DMRI é uma doença que ocorre em uma parte da retina e que leva a perda progressiva da visão central. Ela é a causa mais comum de perda da visão em pessoas acima de 50 anos A degeneração macular relacionada à idade (DMRI) é a principal causa de cegueira legal, em indivíduos acima de 50 anos de idade. Das quatro principais causas de cegueira, é a única em que a profilaxia e/ou o tratamento não foram ainda bem equacionados. A catarata, em geral, não pode ser prevenida, mas a cirurgia da catarata recupera a visão da grande maioria dos pacientes operados. O glaucoma também não pode ser prevenido, mas a cegueira causada pelo glaucoma pode ser evitada com os recursos atuais. A retinopatia diabética pode ser em grande parte, prevenida e tratada. Para a DMRI, entretanto, a prevenção como o tratamento, não atingiram níveis satisfatórios, permanecendo ainda como um desafio a ser vencido pela oftalmologia no início deste século. Valendo lembrar de que a mácula é uma pequena região no centro da retina, que permite que uma pessoa possa ver detalhes. As células sensíveis à luz da mácula conhecidas como fotorreceptores convertem a luz do campo visual em impulsos elétricos e, em seguida, transferem os impulsos para o cérebro através do nervo óptico. A perda da visão central na DMRI ocorre quando as células fotorreceptoras na mácula são degeneradas. A DMRI apresenta-se de duas for-

mas: uma forma “não exsudativa” ou seca e uma forma exsudativa ou neovascular. Inicialmente, a DMRI caracteriza-se pela presença de drusas e alterações do epitélio pigmentar da retina (EPR). Na forma seca há uma lesão progressiva do EPR, membrana de Bruch e coriocapilar, o que leva à atrofia secundária dos fotorreceptores e perda gradativa da visão. Na forma exsudativa há o aparecimento de uma membrana neovascular sub-retiniana (MNSR), que altera a anatomia macular, incluindo a interface fotorreceptor-EPR, permitindo o extravasamento de soro e/ou sangue, e levando à perda irreversível dos fotorreceptores adjacentes, com consequente baixa de visão, geralmente mais rápida e acentuada do que a observada na forma seca. A DMRI é uma doença multifatorial. Mas existem fatores que aumentam o risco de desenvolver DMRI, dentre os quais temos a idade, predisposição genética, exposição à luz solar, hipertensão arterial sistêmica, obesidade, ingestão de grandes quantidades de gordura e dietas pobres em frutas e verduras e o tabagismo. As reações fotoquímicas originadas na retina e no epitélio pigmentar da retina (EPR) tornam estas estruturas altamente suscetíveis aos danos causados pelo estresse oxidativo. O processo de oxidação gera moléculas instáveis, chamadas radicais livres,

os quais são altamente reativos com os tecidos oculares subjacentes. Assim, cogita-se que tais processos de Oxirredução podem estar envolvidos na gênese da DMRI. A perda da visão na DMRI ocorre em consequência da disfunção dos fotorreceptores, a qual pode estar relacionada com a atrofia geográfica (AG) ou com a neovascularização coroidiana (NC). Na AG ocorre atrofia da rede coriocapilar e do EPR a ela associado. Já na NC, os neovasos da coriocapilar rompem a membrana de Bruch e o EPR, invadindo a retina, onde podem sangrar e exsudar, o que justifica o nome DMRI exsudativa. Por último, nos estágios tardios da doença, existe a formação de um tecido fibroso (cicatriz) na região macular, com o consequente decréscimo da visão central.

Os sintomas e sinais observados na DMRI são:

1. A perda de visão para leitura; 2. Dificuldade em reconhecer o rosto

das pessoas; 3. Mancha escura na visão; O tratamento da DMRI do tipo seca é baseada no uso de vitaminas antioxidantes específicos, proteção contra raios solares e dieta rica em frutas e vegetais. A DMRI do tipo úmida o tratamento é baseado em uso de fatores antiangiogênicos.

DR. JETENDER SINGH KALSI MÉDICO OFTALMOLOGISTA CRM/SC 7826 | RQE 14663

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GASTROPLASTIA

SOBREPESO E OBESIDADE: ALTERNATIVAS DE TRATAMENTO A cirurgia bariátrica e o balão intragástrico são ótimas alternativas para o tratamento da obesidade nos dias atuais Atualmente o Brasil e o mundo vivem uma epidemia de obesidade. Hábitos errados de alimentação, vida agitada, estresse, falta de atividade física regular são apenas alguns fatores desencadeantes da obesidade e do sobrepeso. Muitos são os tratamentos existentes nos dias atuais para tratamento da obesidade, alguns com promessas milagrosas que não surtem efeito algum, em que o paciente até emagrece mais depois recupera todo o peso ou até mais do que tinha. Sabendo que a obesidade não é só uma questão estética, mas também de saúde, se faz necessário adotar tratamentos sérios de resultados comprovados para que o paciente emagreça com saúde, com acompanhamento médico, nutricional e psicológico. Muitas são as doenças associadas à obesidade, tais como: alterações endócrinas (como diabetes), doenças cardiovasculares (como pressão alta), doenças de pele, apneia do sono, distúrbios psiquiátricos e até câncer, por isso é tão importante tratar a obesidade. Várias são as opções de tratamentos como, por exemplo, o acompanhamento nutricional e psicológico aliado à atividade física regular, como também as técnicas cirúrgicas e o balão intragástrico. A cirurgia bariátrica ou gastroplastia está indicada segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) para pacientes com IMC acima de 35 kg/m2, para pa-

cientes com comorbidades ou para pacientes com IMC maior que 40 kg/m2 que não tenham obtido sucesso na perda de peso com outros tratamentos.

Quais os tipos de cirurgia para tratar a obesidade? Existem três tipos de cirurgias bariátricas: restritivas, mistas e disabsortivas. As cirurgias que apenas diminuem o tamanho do estômago são chamadas do tipo restritivo (banda gástrica, gastroplastia vertical em sleeve e gastroplastia vertical com bandagem). A perda de peso que faz é pela redução da ingestão de alimentos. Existem também as cirurgias mistas, nas quais há a redução do tamanho do estômago e um desvio do trânsito intestinal, nestas além da redução da ingestão há também a diminuição da absorção dos alimentos. Além dessas existe o balão intragástrico, que é uma bola de silicone, extremamente resistente que pode permanecer no estômago de 6 a 8 meses. É colocado através de endoscopia, portanto não é uma cirurgia, não necessita de internação hospitalar e sua retirada também é através de endoscopia. O principal efeito do balão vem da alteração da saciedade sentida pelo

paciente durante o período em que está com o balão, especialmente nos três primeiros meses onde mais de 70% do seu efeito ocorre. O balão pode atingir a uma média de perda 20% do peso total da pessoa, é um procedimento seguro com baixo índice de complicações. Ele pode ser uma boa alternativa para quem não quer realizar a cirurgia. Qualquer pessoa que não possui contra indicações formais pode colocar o balão intragástrico. Tanto na cirurgia bariátrica como no balão intragástrico há uma perda de peso significativa e isso traz benefícios no tratamento de todas as outras doenças relacionadas à obesidade. Do ponto de vista nutricional os pacientes submetidos à cirurgia bariátrica deverão ser acompanhados pelo resto da vida para receberem orientações e uma dieta adequada. Reposição de vitaminas, ferro, ácido fólico também se fazem necessárias após a cirurgia bariátrica e devem ser mantidas por tempo indeterminado, bem como as consultas semestrais ao médico que realizou a cirurgia para acompanhar devidamente o paciente e evitar complicações.

DR. IRANI VALENTIN ALBERTON JUNIOR CIRURGIÃO GERAL CRM/SC 5934 | RQE 3876

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GINECOLOGIA

MIOMA UTERINO: O QUE É, SINTOMAS, CIRURGIA E TRATAMENTO O mioma uterino, comum em mulheres entre os 40 e os 50 anos de idade, apresenta sintomas desconfortáveis, pode causar infertilidade e também passar despercebido na vida de uma mulher. O Leiomioma é um mioma uterino. É o tumor benigno mais frequente na mulher em idade reprodutiva com origem nas células musculares lisas do miométrio. Há incidência de até 70% na população feminina, se tornando a principal causa de histerectomia, remoção de parte ou da totalidade do útero. Não se sabe bem o que causa os miomas, sendo estes provavelmente o resultado de alterações genéticas, hormonais, vasculares e fatores externos. Os fatores de risco são idade, história familiar (1 grau), obesidade, raça negra, menarca precoce, nuliparidade, dieta (ricas em carne vermelha e álcool) e hipertensão arterial.

PRINCIPAIS LOCALIZAÇÕES DOS MIOMAS

• Subserosos: porção externa do útero cresce para fora, não costumam afetar o fluxo menstrual, porém podem ser desconfortáveis pelo seu tamanho e compressão sobre outros órgãos da pelve. • Submucoso: crescem abaixo do miométrio, são menos comuns e provocam intensos e prolongados perío-

dos menstruais. • Intramurais: crescem no interior da parede uterina e se expandem fazendo com que o útero aumente de tamanho. São os mais comuns e mais sintomáticos. Os sintomas do leiomioma são diversos, incluindo sangramento uterino anormal (fluxo intenso e prolongado), dor pélvica, dismenorreia, dispareunia (dor genital ou pélvica durante o contato íntimo ou durante o clímax), alterações urinarias e intestinais (por compressão das estruturas). O diagnóstico é feito através de exame clínico, ultrassonografia transvaginal, histeroscopia e ressonância magnética pelve.

TRATAMENTO

Mulheres com miomas assintomáticos devem ser asseguradas que não existem grandes preocupações com malignidade e tratamento não é indicado. O tratamento de mulheres com sintomas deve ser individualizado, com base na sintomatologia, tamanho e localização dos miomas, idade, e desejos de

preservação da fertilidade ou do útero. A terapia medicamentosa é a comumente utilizada para o sangramento uterino anormal, em fase aguda ou de manutenção. Podem ser utilizados: AINES (anti-inflamatórios não esteroides); Ácido tranexâmico - agente antifibrinolítico; Contraceptivos orais combinados e progestogênios - induzem atrofia endometrial e reduzem a produção de prostaglandinas; Dispositivo intrauterino liberador de levonogestrel (SIU-LNG) não deve ser usado quando miomas distorcem cavidade endometrial; Análogos do GnRH - promove amenorreia e apresenta uma redução significativa (25% a 80%) do tamanho uterino .

TRATAMENTO CIRÚRGICO

O tratamento de eleição para leiomiomas é cirúrgico. A histerectomia é o tratamento definitivo, podendo ser realizada por via abdominal ou vaginal. A laparoscópica é o método recomendado para mulheres com prole completa, e a miomectomia por várias técnicas, ablação endometrial e embolização das artérias uterinas são procedimentos alternativos.

DRA. CRISTIANNE PACHECO BOHME ALVES MÉDICA GINECOLOGISTA E OBSTETRA CRM/SC 9568 | RQE 9580

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REUMATOLOGIA

LÚPUS, UMA DOENÇA SEM CURA E BASTANTE IMPREVISÍVEL, MAS QUE POSSUI TRATAMENTO O Lúpus é uma doença autoimune, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune. Ocorrem em pessoas de qualquer idade, raça e sexo, porém as mulheres são mais acometidas, principalmente entre 20 e 45 anos. É mais frequente em pessoas mestiças e nos afrodescendentes. Há dois tipos principais de lúpus: o cutâneo, que se manifesta com manchas avermelhadas na pele nas áreas expostas à luz solar e o sistêmico, no qual um ou mais órgãos internos são acometidos. Sua etiologia não é totalmente conhecida. Fatores genéticos, hormonais e ambientais participam de seu desenvolvimento. Indivíduos com susceptibilidade genética, em algum momento, após uma interação com fatores ambientais (irradiação solar, infecções virais ou por outros micro-organismos), passam a apresentar alterações imunológicas, com produção de autoanticorpos que reagem contra proteínas do próprio organismo e causam inflamação em diversos órgãos.

Sintomas

Os sintomas variam em intensidade de acordo com a fase da doença. É muito comum o cansaço, desânimo, febre baixa, emagrecimento e perda de apetite. Na pele são comuns manchas avermelhadas nas maçãs do rosto e dorso do nariz (lesões em asa de borboleta), le-

sões discoides e vasculite (inflamação de pequenos vasos). Dor e/ou inchaço nas juntas ocorrem em mais de 90% dos pacientes. Pleurite e pericardite podem se manifestar com dor no peito e ao respirar, tosse seca e falta de ar. Inflamação nos rins (nefrite) pode levar à insuficiência renal crônica e necessidade de hemodiálise ou transplante renal. Alterações neuropsiquiátricas são menos frequentes, mas podem causar convulsões, alterações de humor ou do comportamento. Alterações hematológicas incluem anemia, leucopenia e plaquetopenia. O diagnóstico é feito através do reconhecimento de um ou mais dos sintomas associados à presença de autoanticorpos

específicos nos exames de sangue. A presença do FAN (fator antinuclear) em uma pessoa com sinais e sintomas característicos de LES pode sugerir o diagnóstico. O tratamento depende do tipo de manifestação apresentada e deve, portanto, ser individualizado. Baseia-se no uso de corticoides, antimaláricos e imunossupressores que agem na modulação do sistema imunológico. Recomenda-se o uso de fotoprotetores, alimentação saudável, repouso adequado, atividade física regular, evitar o tabagismo, o estresse e bebidas alcoólicas. O LES não tem cura, portanto o objetivo do tratamento é a remissão clínica. O reumatologista é o médico responsável pelo acompanhamento do paciente com LES.

DR. DANIEL CASAGRANDE ANTERO MÉDICO REUMATOLOGISTA CRM/SC 12462 - RQE 8879

Área de Atuação em Densitometria Óssea Mestre em Ciências da Saúde - UNESC Professor do Curso de Medicina da UNESC - Criciúma/SC.

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INFECTOLOGIA

TOXOPLASMOSE: ENTENDA OS SINTOMAS E COMO SE PREVENIR Geralmente, a infecção não provoca sintomas, mas algumas pessoas apresentam linfonodos inchados, febre, uma vaga sensação de mal-estar, náuseas e dores musculares O Toxoplasma gondii é um protozoário. Aves, pássaros, mamíferos, inclusive os humanos, podem ser infectados por ele. A toxoplasmose infecciosa possui características muito variáveis. Na população adulta, 70% a 80% dos indivíduos têm exame sorológico identificando infecção pregressa. Ela é transmitida por ingestão de alimentos mal cozidos que contenham cistos do parasita, exposição a fezes de gato infetadas ou de mãe para filho durante a gravidez, se a mãe contrair a infeção durante a gestação.

“Em muitos casos, os sintomas da toxoplasmose podem não se manifestar.” Em muitos casos, os sintomas da toxoplasmose podem não se manifestar ou serem confundidos com os de uma gripe e a pessoa nem fica sabendo que se infectou. Os sintomas mais comuns são febre e, não obrigatoriamente, a presença de gânglios linfáticos que aumentados, ficam um pouco dolorosos e podem ser percebidos pela palpação no pescoço, na nuca, atrás da orelha, nas axilas e regiões inguinais. A pessoa pode sentir também mal-estar, náuseas e dores musculares. Doença de evolução lenta, dura se-

manas. Nas pessoas com a imunidade normal, pode ser tratada ou regredir espontaneamente, isto é, o parasita fica numa situação residual. O adoecimento da toxoplasmose na sua forma clássica acomete a minoria dos infectados, de 10% a 20% dos casos. Portanto, entre 80% e 90% tem infecção inaparente. O diagnóstico é pela sorologia, ou seja, detecção dos anticorpos específicos contra o parasita, como as imunoglobulinas IgM, que só existem nas fases agudas, e IgG que está aumentada na fase crônica/cura da doença.

“Se a infecção acontecer na gravidez os parasitas podem atravessar a placenta e infectar o feto, o que pode levar a abortos e a malformações.” Se a infecção acontecer na gravidez (0,5% das gestações), congênita, os parasitas podem atravessar a placenta e infectar o feto, o que pode levar a abortos e a malformações em um terço dos casos, como por exemplo, hidrocefalia, neuropatias e oftalmopatias na criança com défices neurológicos e cegueira. A realização do exame de toxoplasmose faz parte de um conjunto de exames rotineiros de assistência pré-natal.

Deve-se tratar o paciente que manifesta sintomas prejudiciais e gestantes, uma vez que dessa forma se acelera a recuperação. O tratamento é feito com antibióticos. A prevenção consiste em preparar e cozinhar adequadamente os alimentos. As grávidas devem evitar comer carne mal passada, alimentos crus e beber leite não pasteurizado. Recomenda-se ainda evitar a exposição a fezes de gato, evitar atividades de jardinagem ou, pelo menos, usar luvas. Alimentar os gatos com comida enlatada, ração, água fervida ou filtrada, e não lhes permitir caçar animais também reduz o risco.

DRA. MÔNICA ANSELMO JUNKES ANTERO MÉDICA INFECTOLOGISTA CRM/SC 13983 | RQE 9768

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ACUPUNTURIATRA

ACUPUNTURA: UMA TERAPIA EFICAZ PARA AS DORES CRÔNICAS A acupuntura é uma terapia milenar originária da China, que consiste na aplicação de agulhas em pontos específicos do corpo para tratar doenças e para promover saúde Dor crônica é aquela que persiste ou recorre por mais de três meses, persiste por mais de um mês após a resolução de uma lesão aguda ou acompanha uma lesão que não se cura. As causas incluem doenças crônicas (câncer, artrite, diabetes), dores musculoesqueléticas (dores musculares, hérnia de disco, tendinites) e várias doenças primárias (dor neuropática decorrente da diabetes, fibromialgia, cefaleia crônica). Um recente estudo, publicado em 2017 na The Journal of Pain, uma das mais importantes revistas sobre dor no mundo, reuniu informações de diversos estudos para avaliar a eficácia da acupuntura nas dores crônicas causadas por 4 condições: dor musculoesquelética (dor muscular) inespecífica, osteoartrite, dor de cabeça crônica e dor no ombro. No total, foram analisados os dados de 20.827 pacientes e a acupuntura foi superior ao placebo (chamada de acupuntura “Sham”, quando as agulhas são inseridas em locais incorretos e aleatórios) e aos grupos controle sem acupuntura, para cada condição de dor avaliada. Também verificaram que os efeitos da acupuntura são duradouros, perdendo apenas 15% dos benefícios dentro de 1 ano. A explicação para tal melhora vem

da comprovada liberação de opioides endógenos (analgésicos produzidos pelo próprio organismo) no Sistema Nervoso Central, entre eles a Endorfina e a Encefalina, além de neurotransmissores que ativam vias inibitórias da dor, como a Serotonina e Noradrenalina. Quando essas vias inibitórias são ativadas, promovem melhora da percepção dolorosa dos pacientes, especialmente em condições crônicas, quando ela se encontra exacerbada.

“Também é comum o alívio de outros sintomas que estão presentes no paciente com dor crônica, como por exemplo a melhora da qualidade do sono e do humor.” Também é comum o alívio de outros sintomas que estão presentes no paciente com dor crônica, como por exemplo a melhora da qualidade do sono e do humor e a regularização do apetite e do sistema imunológico. Isso ocorre porque o procedimento invasivo (agulhamento) libera no Sis-

tema Nervoso Central, especialmente no Sistema Límbico (responsável pelo componente afetivo da dor), substâncias relacionadas ao controle das emoções, como é o caso da dopamina. Tais condições dolorosas mostram a importância do acupunturiatra ser médico por formação (com especialidade na área), pois cabe a ele investigar as causas, fazer o diagnóstico e prescrever o tratamento adequado. O conhecimento médico conduz a uma forma peculiar de manejar clinicamente os pacientes por meio do procedimento com agulhas.

DR. SÉRGIO KOLOSZWA MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO ACUPUNTURIATRA CRM/SC 25609 | RQE 16148/16149

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PROFISSIONAIS CMD ESPECIALIDADES: Dr. Alberto Boppre Filho Cirurgião Vascular - CRM/SC 8311 | RQE 6267

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Josias Bitencourt Torres Psicólogo - CRP 12/13861

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Dra. Gabriela Weber Ginecologia e Obstetrícia / Ultrassonografia CRM/SC 22125 | RQE 12947/13013

Jenifer Vieira Rodrigues Psicóloga - CRP 12/15755

Dr. Richard Vieira Campos Anestesiologia - CRM/SC 8032 | RQE 12187

Dra. Rossana Collaço Alberton Haas Ginecologia e Obstetrícia - CRM/SC 3048 | RQE 3852

Dr. Wanderlei Magrini Júnior Anestesiologia - CRM/SC 9557 | RQE 4642

Dr. Paulo Sergio Machado Urologia - CRM/SC 13638 | RQE 14385

Dr. Marco Aurélio N. Sotero Otorrinolaringologia - CRM/SC 9125 | RQE 5872

Dra. Eletânia Esteves de Almeida Infectologia - CRM/SC 14944 | RQE 9770

Dr. Henri Olivier Ortopedia e Traumatologia - CRM/SC 6227 | RQE 2708

Dr. Roberto Suaya Godinho Netto Dermatologia - CRM/SC 11968 | RQE 11266

Dr. Luiz Alan Zukoski Corrêa da Rosa Médico - CRM/SC 2980

Dr. Luiz Henrique L. Corrêa Cirurgião Oncológico - CRM/SC 17824 | RQE 16096

Marciéle Guisi Fonoaudióloga - CRFª 10880 Alexandra Aline Lewkowicz Fonoaudióloga - CRFª 8722 Silvânia G. F. Ascari Fonoaudióloga - CRFª 7934 Aline Soynara Buss Beger Nutricionista - CRN 1981

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Claudia Meurer Souza Nutricionista - CRN 4409

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GINECOLOGIA

SAÚDE DA MULHER: PREVENÇÃO DE DOENÇAS COMO O HPV E CÂNCER DE COLO UTERINO A colposcopia é um exame que permite visualizar melhor o colo uterino e a vagina e assim detectar possíveis lesões precursoras de HPV ou câncer

O ginecologista especialista em Patologia do Trato Genital Inferior atua no diagnóstico e acompanhamento de pacientes em relação às patologias vulvares, vaginais, anais e do colo uterino. Na consulta ginecológica, além de atendimento clínico, são realizados procedimentos diagnósticos como: citologia oncótica; colposcopia; vulvoscopia; anuscopia; biópsia de vulva, vagina, ânus e colo uterino; pesquisa de vários microorganismos por meios de culturas em meios líquidos e secreções; captura híbrida de papiloma

vírus humano de alto e baixo grau de patogenicidade. As pacientes com diagnóstico de lesões precursoras de câncer e câncer vulvar, vaginal, anal e colo uterino são encaminhadas para tratamento cirúrgico como vulvectomias, histerectomias, CAF (cirurgias de alta frequência), conização de colo uterino. HPV e câncer de colo uterino, vagina e vulva são termos que assustam. As ferramentas existentes na prevenção e no diagnóstico precoce de tais doenças estão acessíveis a todas as mulheres, por meio do Papanicolau

(exame citológico) e de sua complementação com o exame de colposcopia. A colposcopia é um exame que permite visualizar em um maior aumento o colo uterino e a vagina, podendo, dessa forma, identificar lesões cuja visualização seria impossível a olho nu. Consiste em um procedimento realizado no próprio consultório médico, indolor, no qual, com a ajuda de reagentes químicos, consegue-se identificar possíveis lesões precursoras de câncer de colo uterino e, desta forma, a partir da realização de uma biopsia dirigida, estabelecer a confirmação diagnóstica. A complementação do exame é feita com a vulvoscopia, na qual pequenas verrugas genitais e alterações de pele, podem ser visualizadas e diagnosticadas. Ademais, outras lesões tênues que podem evoluir para câncer de vulva também podem ser diagnosticadas e tratadas em sua fase inicial, permitindo tratamentos menos invasivos. O diagnóstico precoce permite um tratamento definitivo muito menos invasivo do que o realizado quando o diagnóstico é firmado em fases avançadas da doença. Todo esse acompanhamento pode ser feito pelo ginecologista da paciente em uma consulta com atendimento personalizado, humanizado e esclarecedor.

DRA. SIMONE ANSELMO JUNKES MÉDICA GINECOLOGISTA E OBSTETRA CRM/SC 14830 | RQE 11181

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NUTRIÇÃO

PRECISO EMAGRECER, POR ONDE COMEÇAR? Dicas básicas pra quem quer começar ou recomeçar

Definitivamente o que mais vejo no meu consultório são pessoas que já tentaram inúmeras dietas, já fizeram loucuras para tentar emagrecer, e na maioria das vezes vivem no efeito sanfona. Infelizmente não existe nenhuma pílula milagrosa para o emagrecimento, mas a boa notícia é que TODOS, sem exceção podem encontrar um estilo de vida que favorece o emagrecimento e que faça ele acontecer de forma sustentável, ou seja sem o reganho de peso. Primeiramente é importante você saber que não existe “alimento vilão”, na nutrição tudo depende do contexto, da mesma maneira que não existe alimento milagroso. Podemos dizer que não existe uma comida que engorda, e nem que emagrece. Exemplificando, não adianta incluir gengibre em uma

alimentação que é cheia de açúcares e industrializados, assim como, eventualmente comer um doce, não vai engordar uma pessoa que na maior parte do tempo tem uma rotina saudável. Esqueça o projeto verão e inicie o projeto VIDA, tudo que tem data pra começar e terminar só gera mais ansiedade, aumentando o risco de compulsão e consequentemente a famosa culpa. Tudo bem se a chegada dos dias mais quentes te motiva a começar a cuidar da sua alimentação, mas não deixe essa motivação acabar, pense sempre em nutrir seu corpo. Quando a motivação é SAÚDE o movimento é contínuo, duradouro e prazeroso. O resultado chega e se mantém, e junto com ele vão embora as dores de cabeça, problemas de digestão, imunidade baixa, falta de disposição e libido. Vai dizer que não vale a pena?

DICAS BÁSICAS PRA QUEM QUER COMEÇAR OU RECOMEÇAR: 1 - Baseie sua alimentação em comida de verdade: ‘desembale menos e descasque mais’, essa frase diz tudo. No mundo que vivemos atualmente, acabamos acostumando-nos a consumir muitos industrializados, tire o máximo que você puder, frequente feiras locais e tente basear sua alimentação em produtos que vem da natureza;

2 - Reduza drasticamente o consumo de açúcares e adoçantes: já parou pra pensar que os alimentos foram feitos para serem consumidos como são? O doce é doce, o amargo é amargo. Nosso paladar é adaptável, vá reduzindo aos poucos o consumo até conseguir excluir completamente da sua rotina, e deixar para os momentos de exceção. 3 - Se movimente: definitivamente nosso corpo não foi feito para ficar parado, coloque como meta da semana fazer algum tipo de exercício, pode ser qualquer um, apenas movimente-se. Durante o exercício nosso corpo libera substâncias importantes que ajudam a reduzir o estresse do dia a dia, e ainda por cima ajuda a deixar nosso metabolismo mais ativo, auxiliando na perda de peso. 4 - Durma bem: existe uma relação grande entre privação de sono e excesso de peso, isso acontece porque no momento que dormimos nosso corpo faz liberação de alguns hormônios que interferem na nossa sensação de fome e saciedade. 5 - Pare de dar desculpas a si mesmo: falta de tempo ou de dinheiro, genética ruim, metabolismo lento e por aí vai... Talvez você não tenha tentado da forma correta, com um plano alimentar feito especialmente para você, contemplando seus gostos pessoais e fazendo você gostar de se cuidar. Vamos tentar diferente dessa vez? Vem comigo que eu te ajudo.

LARISSA FOLLE NUTRICIONISTA

CRN10 – 2330 Especialista em nutrição, doenças crônicas e aterosclerose

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GUIA SAÚDE

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ACUPUNTURA Dr. Sérgio Koloszwa

Dra. Louise C. Scheweitzer

Rua Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa, Criciúma/SC - Salus Centro Médico (48) 3437.7885

Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa, Criciúma/SC - CardioClínica (48) 3413.9888

CRM/SC 25609 | RQE 16148/ 16149 Medicina Física e Reabilitação Acupuntura

CRM/SC 15068 | RQE 13029/14780 Cardiologia Pediátrica Ecocardiografia

CARDIOLOGIA Dr. André de Luca dos Santos

Dr. Luiz Humberto Marochi

Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa, Criciúma/SC - CardioClínica (48) 3413.9888

Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa, Criciúma/SC - CardioClínica (48) 3413.9888

CRM/SC 11807 | RQE 7679/6844 Cardiologia Clínica Médica

CRM/SC 17166 | RQE 10852/9186 Cardiologia Clínica Médica

CIRURGIA GERAL Dr. Cleriston da Silva Calheiros

Dr. Irani V. Alberton Junior

Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa, Criciúma/SC - CardioClínica (48) 3413.9888

Rua Augusto dos Anjos, 400 Pio Corrêa, Criciúma/SC (48) 3430.0604 | 3045.2037

CRM/SC 19952 | RQE 16017/16268 Cardiologia 7 Clínica Médica

CRM/SC 5934 | RQE 3876 Cirurgião Geral

CIRURGIA VASCULAR Dr. Davi Coelho Gründler

Dr. Pedro Lucyk Junior

Rua Luiz Coelho, 213, sala 207/209 Centro, Sombrio/SC (48) 3533.1342 / (48) 9 99690586 Rua Nereu Ramos, 800 Centro, Turvo/SC - Clínica Dr. Salvaro (48) 3525.3210 - 98847.9881

Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa, Criciúma/SC - CardioClínica (48) 3413.9888

CRM/SC 13028 | RQE 9846 | RQE 9727 Cardiologista

CRM/SC 14253 | RQE 8156/10862 Cirurgia Geral Cirurgia Vascular

DERMATOLOGIA Dr. Fabiano Coral Ceretta

Dra. Letícia Camilo

Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa, Criciúma/SC - CardioClínica (48) 3413.9888

Rua Caetano Lummertz, 1147, Coloninha 3522-0201 / 9 88317727

CRM/SC 7838 | RQE 5659/10904 Cardiologia Ecocardiografia

Dr. Fabio Coelho

CRM/SC 13414 | RQE 8016/8018 Cardiologia Ecocardiografia Rua Antônio de Lucca, 91 Pio Corrêa, Criciúma/SC - CardioClínica (48) 3413.9888

CRM/SC 16941 | RQE 16443 Dermatologia

Dra. Luciana Lentz Pereira CRM/SC 19607 | RQE 16093 Dermatologia

Rua Jorge Silva, 307 - Clínica São Roque Centro, Morro da Fumaça/SC (48) 3434.1824 | 3434. 1311 Rua Coronel Pedro Benedet, 288 Centro, Criciúma/SC - Clínica Bem Viver (48) 3433.3452 | (48) 3433.3457

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GERIATRIA

INFECTOLOGIA

Dra. Andrea da C. Spillere

Dra. Mônica Aneselmo Junkes

Rua João Cechinel,168, sala 107 Centro, Criciúma/SC - Centro Médico São José (48) 3433.6144 | 98402.8630 Rua: 15 de Novembro, 220 - Cliniçara Centro, Içara/SC (48) 3432.5636

Augusto dos Anjos, 270 - Salus Centro Médico Pio Corrêa, Criciúma/SC (48) 3437.7885

CRM/SC 17406 | RQE 14612 Médica Geriatra

GINECOLOGIA Dra. Simone Anselmo Junkes CRM/SC 14830 | RQE 11181 Ginecologia e Obstetrícia

Rua: Augusto dos Anjos, 270 Pio Corrêa, Criciúma/SC Salus Centro Médico (48) 3437.7885

CRM/SC 13983 | RQE 9768 Infectologia

MÉDICO Dr. Luiz Felipe Coutinho Jardim CRM/SC 12767 Médico

Rua Frei Protássio - Anexo Hospital Praia Grande Centro, Praia Grande/SC / (48) 3532.1106 Rua Luiz Coelho, 213, sala 207/209 Centro, Sombrio/SC (48) 3533.1342 | (48) 9 99690586

NEFROLOGIA Dra. Cristianne P. Bohme Alves

Dra. Mariana Back Locks

AV. Padre Antônio Luiz Dias, 81 Centro, Araranguá/SC Clínica Cepaas (48) 3522.0003 | 3522.0480

Rua Augusto dos Anjos, 270 - Salus Centro Médico Pio Corrêa, Criciúma/SC / (48) 3437.7885 Rua Nereu Ramos, 800 - Clínica Dr. Salvaro Centro, Turvo/SC / (48) 3525.3210 Rua Sete de Setembro, 399 Içara/SC Prime Clínica Médica / (48) 3432.5400

CRM/SC 9568 | RQE 9580 Ginecologista e Obstetrícia

CRM/SC 19958 | RQE 15931/15932 Clínica Médica | Nefrologia

NEUROLOGIA Dra. Túlia Kleveston

Dra.Amanda Bittencourt

AV. Sete de Setembro, 2277 - Centro Clínico São Lucas Centro, Araranguá/SC (48) 3524.0585 - 99619.9085 Rua Antônio Manoel Prudêncio, 37 - Clínicas Park Centro, Tubarão/SC (48) 3631.1500

Consultório Neurológico Dra Amanda Bittencourt: Rua Antônio de Lucca, 91 - Edifício Centro Clínico Luiz Zanette, sala 704 Pio Corrêa, Criciúma/SC. (48) 9 9654.2903

CRM/SC 15534 | RQE 11535 Ginecologia e Obstetrícia

CRM-SC 19987 RQE 14929 Médica Neurologista

NUTRICIONISTA Dra. Sandra Manenti CRM/SC 4740 | RQE 1897 / 1898 Ginecologia e Obstetrícia

Av. Municipal, 1182 Centro, Turvo/SC (48) 3525.0504

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Av. Municipal , 1182 Centro, Turvo/SC (48) 99926.9415 | (48) 99947.5647

Dr. Ricardo Costa Aliano

Larissa Folle

Rua Caetano Lummertz, 456, sala 210/212 Centro, Ararangua/SC (48) 3522.1556 | 9 9921.9918

Rua Caetano Lummertz, 456, Centro executivo, sala 401 Centro, Araranguá/SC - Clínica MedSpa (48) 3524.8238 | 9 9932.2069 Av. Getúlio Vargas, 1554 - STUDIOLIFE Urussanguinha, Araranguá/SC

CRM/SC 3918 | RQE 1016 / 1017 Ginecologia e Obstetrícia

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Laura Casteller Pescador

CRN 10 2326 Nutrição Funcional e Fitoterapia Prevenção e tratamento de doenças crônicas

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CRN10 – 2330 Especialista em Nutrição, doenças crônicas e aterosclerose


Jaqueline V. Gründler

Dr. Luiz Oscar H. Mariano

Rua Luiz Coelho, 213, sala 207/209 Centro, Sombrio/SC (48) 3533.1342 | (48) 9 99690586

Rua Cel. Benedet, 505 - sala 604 Edifício Millenium Saúde Center (48) 3433.0922 | 9 9167.4333

CRN/SC 10 3325 | RQE 11684 Nutricionista

CRO/SC 7198 Cirurgião Dentista Mestre e Especialista em Próteses Pós Graduação em Ortodontia

ODONTOLOGIA

OFTAMOLOGIA

Dra. Dany Paula Furlanetto

Dr. Jetender Singh Kalsi

Av. Municipal, 1182 sala 02 Centro, Turvo/SC (48) 3525.0789 | (48) 99102.2585 Av. Sete de Setembro, 2363 Centro, Araranguá/SC (48) 35242015

Rua: Frei Gregório Dal Monte, 950 Centro, Turvo/SC (48) 3525.3083 | 3525.3684 | 99107.8431| 99991.3736

CRO/SC 5098 Cirurgiã Dentista Especialista em Periodontia

CRM/SC 7826 | RQE 14663 Oftamologia

PEDIATRA Dra. Laís Miglioransa

Dra. Magda Lena Aliano

Rua: Frei Gregório Dal Monte, 950 Centro, Turvo/SC (48) 3525.3083 | 3525.3684 | 99107.8431| 99991.3736

Rua Caetano Lummertz, 456, sala 210/212 Centro, Ararangua/SC (48) 3522.1556 | 9 9921.9918

CRO/SC 16305 Cirurgiã Dentista

CRM/SC 4060 | RQE 1018 Pediatria

PNEUMOLOGIA Dr. José Augusto de B. Pereira

Dra. Flávia Corrêa Guerra

Rua: Caetano Lumertz, 1147 (Anexo Fisioclin) Coloninha, Araranguá/SC (48) 3522.0201 | 99955.1826

Rua Praça Hercílio Luz, 678 Centro, Araranguá/SC - Clínica Ceretta (48) 3524.0042

CRO/SC 13887 Especialista em Implantodontia e Cirurgia Avançada

CRM/SC 11997 | RQE 9986 Pneumologia

REUMATOLOGIA Dr. Luiz Gonzaga Mariano CRO/SC 1918 Cirururgião Dentista Odontologia Clínica Especialista em implante

Rua Cel. Benedet, 505 - sala 604 Edifício Millenium Saúde Center (48) 3433.0922 | 9 9167.4333

Dr. Bruno H. Mariano CRO/SC 8891 Cirurgião Dentista Odontologia Clínica Especialista em Periodontia Cirurgia Bucomaxilofacial

Rua Cel. Benedet, 505 - sala 604 Edifício Millenium Saúde Center (48) 3433.0922 | 9 9167.4333

Dr. Daniel Casagrande Antero

CRM/SC 12462 - RQE 8879 Reumatologia

Rua Augusto dos Anjos, 270 - Salus Centro Médico Pio Corrêa, Criciúma/SC (48) 3437.7885

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