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1 ORTOGRAFIA E PONTUAÇÃO

1.1 (SBkBEFQBMBWSBT 1. R.: ferrolho Ë‹ 8 letras, 6 fonemas; água Ë‹ 4 letras, 4 fonemas; guerra Ë‹ 6 letras, 4 fonemas; hélice Ë‹ 6 letras, 5 fonemas; cama Ë‹ 4 letras, 4 fonemas; canto Ë‹ 5 letras, 4 fonemas; quilo Ë‹ 5 letras, 4 fonemas; tranquilo Ë‹ 9 letras, 8 fonemas; descer Ë‹ 6 letras, 5 fonemas; descascar Ë‹ 9 letras, 9 fonemas. 2. R.: haver (h); nascer (s); exDF§ªP Y lPSFscer (s); abscesso (s); excelente (x); quilo (u); guinada (u); queda (u); campo (m). 3. 3C "TMFUSBTT [FYDPSSFTQPOEFNBPGPOFNB[ 4. 3B ¬HVB MFUSBTFGPOFNBT mBQB[JHVBS MFUSBTFGPOFNBT C MJNQP MFUSBTFGPOF NBT mBHVFOUBS MFUSBTFGPOFNBT D Q¤TTFHP MFUSBTFGPOFNBT mlPSFT§BN MFUSBTF GPOFNBT E QSPSSPHBS MFUSBTFGPOFNBT mSJRVF[B MFUSBTFGPOFNBT F RVFCSBS (7 letras e 6 fonemas) – manha (5 letras e 4 fonemas). 5. R.: O i e o u são vogais em: Itajaí, dia, país; sa–de. São semivogais em: apoio, animais, papéis; água, céu. 6. 3&TUªPDPSSFUBTBTBkSNB§šFTC D F *ODPSSFUBTB E Pu de Grajaú é vogal e o e da palavra pães é semivogal. 7. R.: d). Nas palavras engenheiro, faixa, oito, o i é semivogal e forma com a vogal anterior um ditongo. 8. R.: c). Nas três palavras o u é semivogal. 9. 3E 'POFNBTHSBGBEPTD YD TT D Y 10. R.: e) nh, ss, rr, lh. 11. R.: Incorreta c), porque o h só forma dígrafos em nh (ninho), lh (kMIP) e ch (chato). 12. 3C /ªPI¬EJUPOHPFNB DSJBSFQB¡TFTD NFMIPSJBFDBNQBJOIBE NJPMPF  RVFTUJPOBSFFOKPBS 13. R.: d) desaforo, continue, magoe; nas demais alternativas há pelo menos uma palavra que se escreve com iFNB JOlVJ C SÂœJ D DPSSÂœJ JODFOEJBS F BUSBJ BOVODJBS 14. "MUFSOBUJWBDPSSFUBD &NB DBEFBEPFOªPDBEJBEPC BSFBMFOªPBSJBME BQB[JHVFF OªPBQB[JHVJF HBMFªPFOªPHBMJªP 15. R.: a) areento – meada – empecilho – cear; b) artimanha – passear – recear – antediluviano; c) anteontem – cesariana – cadeado – campeão; d) despencar – lampião – enteado – entupir; e) mentira – intolerância – mexerico – náusea. 16. 3B DPOGFUFmQBMFUÂœmTFSJOHBC EFOUJGS¡DJPmDBSFTUJBmJOlVJD NBHPFmDB§PFmUV multue; d) trai – dói – possui; e) camoniano – atribuis – atue. 17. 3B EFMBUBS EFOVODJBS EJMBUBS BMBSHBS FTUFOEFS C EFTDSJNJOBS UJSBSBDVMQB EJT DSJNJOBS EJTUJOHVJS D EFTQFOTB MPDBMPOEFTFHVBSEBNNBOUJNFOUPT EJTQFOTB BUP EFEJTQFOTBS E FNJHSBS EFJYBSVNQB¡T JNJHSBS FOUSBSOVNQB¡T F FNFSHJS WJS­ UPOB JNFSHJS BGVOEBS G QFªP BRVFMFRVFBOEBBQÂ¥ QF§BEFYBESF[ QJªP UJQPEF


18. 19.

20.

21. 22. 23. 24.

CSJORVFEP H SFDSFBS EJWFSUJS SFDSJBS DSJBSOPWBNFOUF I FNJTTÂŞP BUPEFFNJUJS Q›S FNDJSDVMB§ªP JNJTTÂŞP BUPEFJNJUJS GB[FSFOUSBS  3$PSSFUBB *ODPSSFUBTC SFWF[BSD CBMJ[BE EFTQSF[PF SFWF[BS 3B DBQB[mNBHSF[BmRVJTFTTFmJOEVTUSJBMJ[B§ªPmBUSBTBEPC FTUVQJEF[mB[BSm JOUSPEV[JSmDBGF[JOIPmUSBTFJSPD CV[JOBmB[FEPmDPODSFUJ[BSmkSNF[BmJNQFSBUSJ[ E DBTBSmVTVGSVUPmDFS[JSmQBSBMJTB§ªPmIFTJUBSF NBJTFOBmSJRVF[BmSFQSPEV[JSm USBVNBUJ[BSmDPMPOJ[BS 3B SFTTBSDJEPmSFTTFOUJBmBCTUFO§ªPmQSPHSFTTPmBDFMHBC B§BÂĄmB§BNCBSDBSm BEP§ªPmCP§BMmFOHVJ§PD JOUFSDFTTÂŞPmFTDBTTF[mEBO§BSmSFQSFTTÂŞPmFYQSFTTÂŞP E BSDBCPV§PmWBTTPVSBmBDFTTÂœSJPmEFQSFTTÂŞPmDFOTVSBF BTTFOUBNFOUPmFYDFTTP mEJTDVTTÂŞPmNBDJ§PmWBDJMBS R.: b) enxaguar – faixa – gueixa – lagartixa – enxertar. Nas demais: a) bonachĂŁo; c) fan toche, encharcar; d) colchĂŁo; e) garrancho. R.: Correta: c). Incorretas: a) rabugento e nĂŁo rabujento; b) coragem e nĂŁo corajem; d) berinjela e nĂŁo beringela; e) tigela e nĂŁo tijela. 3$PSSFUBE *ODPSSFUBTB –NJEPFOÂŞPI–NJEPFSWBFOÂŞPIFSWBC ÂŹSEVBFOÂŞPIÂŹSEVB c) ĂŞxodo e nĂŁo hĂŞxodo; e) ĂĄgil e nĂŁo hĂĄgil. R.: Corretas: d) e e). Incorretas: a) tigela e nĂŁo tijela; b) percevejo e nĂŁo persevejo; c) em QSFTBSJBEPFOÂŞPFNQSF[BSJBEP

1.2"DFOUVB¨PHS­kDB 1. R.: OxĂ­tonas: pontapĂŠ, dominĂł, chapĂŠu, anĂŠis, ninguĂŠm; paroxĂ­tonas: faĂ­sca, sĂłtĂŁo, heroĂ­smo, Ă´nus, carĂĄter; proparoxĂ­tonas: abĂłbada, autĂłctone, efĂŞmero, equĂ­voco, Ă­dolo; NPOPTTÂĄMBCBTU›OJDBTchĂĄ, cĂłs, pĂŠs, lĂŞ, crĂŞ. 2. 3FTU›NBHP QÂŹTTBSP MÂŤNQBEB DÂĽSFCSP TÂœMJEP DBSBDUFSÂĄTUJDB FDPO›NJDP QSPUÂœUJQP  WÂĄUJNB M–DJEP 3. R.: e) fĂĄbricaFTUBCFMFDJNFOUPJOEVTUSJBMPOEFTFUSBOTGPSNBNNBUÂĽSJBTQSJNBTFNQSPEV tos; fabrica: verbo fabricar; trânsito: movimento de veĂ­culos e de pedestres; transito: verbo transitar; sĂĄbia: que sabe muito; sabia: verbo saber; pĂşblico: coletivo; publico: verbo publicar; secretĂĄria: funcionĂĄria que assessora alguĂŠm; secretaria: verbo secretariar. 4. 3$PSSFUBE QBSPYÂĄUPOBTUFSNJOBEBTFNi(s), -l, -ĂŠis EJUPOHPDSFTDFOUFio. As demais alternativas apresentam palavras que seguem regras diferentes como: a) açaĂ­: oxĂ­tona; b) herĂłi: oxĂ­tona; c) canapĂŠ e hotĂŠis: oxĂ­tonas; e) guichĂŞ, aluguĂŠis: oxĂ­tonas. 5. R.: e). 6. d) fotĂłgrafo e etnĂłlogo sĂŁo proparoxĂ­tonas como inĂŠdito e Ă­dolo; francĂŞs e cortĂŞs, oxĂ­tonas terminadas em -es; paĂ­s e PiauĂ­, oxĂ­tonas terminadas com a vogal i, em hiato. 7. 34ÂŞPBDFOUVBEBTB NJTUÂĽSJP ÂĄOEJPT BNB[›OJDBT FTUÂŹC "NÂĽSJDB O›NBEFT BTJÂŹUJDPT D  TÂœ  NJHSBUÂœSJB E 4JCÂĽSJB  IÂŹ  NÂŹYJNP F  ÂĄOEJPT  BNB[›OJB  BTDFOE¤ODJB  HFOÂĽUJDB  aborĂ­genes. NĂŁo sĂŁo acentuadas: c) americano; d) travessia. ParoxĂ­tonas terminadas  |

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FNEJUPOHPDSFTDFOUFB NJTUÂĽSJP ÂĄOEJPTD NJHSBUÂœSJBE 4JCÂĽSJBF ÂĄOEJPT "NB[›OJB  ascendĂŞncia. R.: NĂŁo sĂŁo acentuadas: amor: oxĂ­tona terminada em -r; caju: oxĂ­tona terminada em -u; sĂŁo acentuadas: caĂ­: oxĂ­tona terminada em -i quando em hiato; cajĂĄ: oxĂ­tona terminada em -a; contĂŠm: oxĂ­tona terminada em -em; destrĂłi: oxĂ­tona terminada em ditongo de crescente aberto; dizĂŞlo: forma verbal terminada em -e seguida de pronome enclĂ­tico lo; freguĂŞs: oxĂ­tona terminada em -es. Observação: O acento na 3ÂŞ pessoa do plural, “contĂŞmâ€?, indica o plural e distingue do singular “contĂŠmâ€?, que ĂŠ o que carrega o acento por ser oxĂ­tona em -em, cf. o que foi visto no Saiba mais. R.: a) petrĂłleo do Oriente MĂŠdio; b) SuperintendĂŞncia da PolĂ­cia; c) repĂłrter polĂ­tico; d) BO–ODJPSÂŹQJEPF –MUJNPBEWFSTÂŹSJPG DSÂĽEJUPGÂŹDJMH JOÂĄDJPEPN¤TI QSÂœYJNBEÂĽDBEB J DBUÂŹTUSPGFHSBWÂĄTTJNBK ÂœSHÂŞPFDPO›NJDPL BSNB[ÂĽNEFB§–DBSM QBTTFJPQ–CMJDP N ÂŹMDPPMFUÂĄMJDPO TB–EFQ–CMJDBP JNQPSUÂŤODJBEBÂŹHVBQ 1S¤NJP/PCFM 3NPOPTTÂĄMBCPTU›OJDPTB Lu; b) vou, trem; c) NĂŁo PQSJNFJSPFP–MUJNP vou; d) ser; e) sol, sĂł, trĂŞs; monossĂ­labos ĂĄtonos: a) no; b) de, o, meu; c) nĂŁo (segundo); d) da, que; e) o, Ă s. R.: Correta: a) gĂĄs, mĂŞs, pĂ´s. Incorretas: b) cĂłs, rĂŠu, ele tem; c) fĂŠ, eu vi, hĂĄ; d) quem, eles vĂŞm, k[; e) pra, dor, pĂ´r (verbo). B "MBÂĄEF DBGFÂĄOB DJ–NF NJ–EP R.: Corretas: I e III. Incorreta: II. As palavras paroxĂ­tonas terminadas em -en deixam de ser acentuadas quando estiverem no plural: hĂ­fen, hifens; abdĂ´men, abdomens; pĂłlen, polens. B "TNFOJOBTWFFNUFMFWJTÂŞP­UBSEFC %FPOEFW¤NBRVFMBTFODPNFOEBT D &MFTU¤N competĂŞncia para julgar. d) Os diretores intervĂŞm demais nas decisĂľes dos gerentes. e) Os ministros mantĂŞm os diretores nos cargos. 3B PYÂĄUPOBTUFSNJOBEBTFNa e o. As demais alternativas nĂŁo atendem ao enunciado da questĂŁo: b) dĂłcil, Ăştil: paroxĂ­tonas terminadas em -l; armazĂŠns: oxĂ­tona terminada em -ns; c) nĂŠctar: paroxĂ­tona terminada em -r; saĂ­daTFHVOEBWPHBMU›OJDBEFIJBUPmĂĄgoa: pa roxĂ­tona terminada em ditongo crescente; d) ĂłrgĂŁo, ĂĄlbum: paroxĂ­tonas terminadas em -ĂŁo e -um; chapĂŠu: oxĂ­tona terminada em ditongo decrescente aberto; e) detĂŞm: o acento DJSDVOlFYPNBSDBBˆQFTTPBEPQMVSBMFNPQPTJ§ªP­ˆQFTTPBEPTJOHVMBSJOEJDBEBDPN acento agudo; contĂŠm: ditongo nasal grafado -em; anĂŠis: oxĂ­tona terminada em ditongo decrescente aberto. R.: oxĂ­tonas: harĂŠm, recĂŠm, refĂŠm, ruim, sutil. ParoxĂ­tonas: âmbar, barbaria, batavo, CFSCFSF DÂŤOPO DJDMPQF DMÂĄNBY EFDBOP FYFHFTF kMBOUSPQP GPSUVJUP EJUPOHPVJ IBSQJB IJBUP I–NVT ÂĄNQJP ÂĄNQBS NJTBOUSPQP QFHBEB U¤YUJM1SPQBSPYÂĄUPOBTBFSÂœMJUP ÂŹHBQF  ĂĄlacre, alcoĂłlatra, arquĂŠtipo, ĂĄvido, ĂŞxodo, invĂłlucro, leucĂłcito, plĂŞiade.

1.3&NQSFHPEFJOJDJBJTNBJ—TDVMBTFNJO—TDVMBT 1. 3B %PN$BTNVSSP .BDIBEPEF"TTJT MJWSBSJB(BSOJFS 4FV #FOUP4BOUJBHPC (VJNBSÂŞFT 3PTB $PSEJTCVSHP .JOBT(FSBJT 4FVTD 3BDIFMEF2VFJSP[ 'PSUBMF[B $FBSÂŹ 4VB EPOB SOLUĂ‡ĂƒO COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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2. 3. 4. 5.

.JMJRVJOIB +PT¼EF"MFODBS 0(VBSBOJE 0 .BOVFM#BOEFJSB $PM¼HJP1FESP** (JOTJP /BDJPOBM -JUFSBUVSBT)JTQBOP"NFSJDBOBTOB'BDVMEBEFEF'JMPTPkBEB6OJWFSTJEBEFEP #SBTJM 'BDVMEBEFEF-FUSBTEB6'3+ "DBEFNJB#SBTJMFJSBEF-FUSBTF $VQJEP R.: Incorreta d). Ocidente e Oriente, quando indicam regiþes do mundo, devem ser escritos DPNNBJ–TDVMB 3B 0TEJBTEBTFNBOBFPTNFTFTEPBOPEFWFNTFSFTDSJUPTDPNNJO–TDVMB 3F "TFTUB§šFTEPBOPDPNPPTEJBTEBTFNBOBFTDSFWFNTFDPNNJO–TDVMBgWFSªPF inverno�. R.: a) FinadosEBUBTJHOJkDBUJWBC senhora: substantivo comum; c) TFHVOEBGFJSB: dia da semana; d) Rei do futebol: epíteto dado a PelÊ por ser o mais famoso jogador de futebol EP#SBTJMFEPNVOEPAtleta do SÊculo: título; e) Minuano: nome do vento; Sul: ponto cardeal que indica região.

&NQSFHPEPI¢GFO 1. 3*ODPSSFUBB #BÂĄBEF(VBOBCBSBTFNIÂĄGFO 2. 3$PSSFUBE *ODPSSFUBTB KBSEJNEFJOGÂŤODJBC QBTTBUFNQPD $BCP'SJPF kNEFTFNBOB 3. R.: a) ĂĄgua de coco OÂŞPTFFNQSFHBIÂĄGFOFNMPDV§šFT C mal-agradecido (advĂŠrbio mal antes de elemento iniciado por vogal); conta-gotas (composta formada de verbo e TVCTUBOUJWP TFNO–NFSP DPNQPTUBDPNPFMFNFOUPsem); bem-te-vi (composta que JOEJDBFTQÂĽDJF[PPMÂœHJDB  4. 30DPSSFUPÂĽB EFDSFUPMFJC 1BTTB2VBUSPD #JDPEFMBDSFFCFJKPEFNP§BE NBM BHSBEFDJEPF SFDÂĽNBENJUJEPTG QJTDBQJTDBH DBMDBOIBSEFBRVJMFT 5. R.: Correta c) em quatro delas: vice-presidente, prĂŠ-carnavalesco, anti-hemorrĂĄgico, contra-ataque$PNPQSFkYPhiper TÂœTFFNQSFHBIÂĄGFOTFPTFHVOEPFMFNFOUPDPNF§BS por h, logo, hipercorreção sem hĂ­fen. 6. R.: d) anteprojeto nĂŁo ĂŠ separado por hĂ­fen. 7. R.: NĂŁo se emprega hĂ­fen nas palavras a) autorretrato, antirrĂĄbica, submundo, antessala. 8. R.: NĂŁo se emprega hĂ­fen em nenhuma dessas palavras: a) autoescola; b) antissequestro; D DPFEJ§ªPE TVQSBSSFOBM 9. 3$PSSFUBTB C E FF *ODPSSFUBD $PNPQSFkYPsemiTÂœTFFNQSFHBIÂĄGFOTFP segundo elemento iniciar com i ou h (semi-integral, semi-hipnotizado). Assim, nĂŁo se emprega hĂ­fen em TFNJkOBM, semiĂĄrido. 10. 3B $BMFJNFEJBOUFEBQSPQPTUBBCTVSEBC 4FTPVCFTTFPFOSFEPEPSPNBODF OÂŞP UFSJBDPNF§BEPBM¤MPD /ÂŞPQPTTPEFJYÂŹMBTP[JOIBVNJOTUBOUFE 2VFEJ[FSMIFEJBOUF EFUBOUBSFWPMUB F &ODPOUSFJPNVJUPUSJTUF 11. 3B /FTUFEFQBSUBNFOUP SFTPMWFSTFÂŞPBTQFOE¤ODJBTkOBODFJSBTC 2VBOEPSFDFCFSB GBUVSB QBHÂŹMBFJJNFEJBUBNFOUFD 0TVDFTTPOBTQSPWBTEBSMIFÂŹÂŤOJNPQBSBDPOUJOVBS PTFTUVEPTE "HSBOEFOPUÂĄDJBEBSUFFNPTOPQSÂœYJNPN¤TF 0BMNP§PEFEPNJOHP UFSMIFJBGFJUPNBM  |

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12. 3BOJNBJT IFSÂœJ B[VJT DÂŞJCSB QBQÂĽJT CMPDP BWFSJHVFJ ESBHÂŞP BDIBS JMIPUB  VOIB EFMJORVFOUF 13. 3$PSSFUBB *ODPSSFUBTC NJMIPD QOFVNPOJBE BCMV§ªPBO[ÂœJTF BSFBM 14. 3D "TFQBSB§ªPDPSSFUBÂĽjoi-as. 15. R.: a). As palavras devem ser separadas da seguinte maneira: pa-lha, cru-ĂŠis, lVJEP. 16. 3DPPQFSB§ªP TBÂĄNPT BCEJDBS TVCMJOHVBM TVQFSJOUFSFTTBOUF TFDDJPOBS CBJOIB PCTFTTÂŞP USBOTHSFTTÂŞP NJDSPTTJTUFNB 17. R.: e) bĂ­-ceps. Ps nĂŁo pode constituir uma sĂ­laba, porque nĂŁo hĂĄ sĂ­laba sem vogal em portuguĂŞs. 18. 3$PSSFUBC /BTEFNBJTIÂŹTFNQSFVNBUSBOTMJOFB§ªPJODPSSFUBB EJUPOHPoa de nĂŠvoa nĂŁo se separa; c) as letras do encontro consonantal gnkDBNFNTÂĄMBCBTEJGFSFOUFT  TJHOJkDBEP; d) o dĂ­grafo lh nĂŁo se separa,kMIBF EFWFTFTFQBSBSPFODPOUSPDPO sonantal sc, nas-cer. 19. 3BVU¤OUJDB BSSPVCPT EJTUJOHVJS TPDJBM JNQSFHOBWB BUNPTGFSB 20. R.: EstĂŁo corretas: a), b), c), e). Incorreta: d) os dĂ­grafos rr e ss se separam: car-ro, os-so.

$SBTF 1. 3C ­MJWSBSJB E ­RVBM F ­RVFMFTQSPDFTTPT 2. R.: b). O verbo ser (ĂŠ OÂŞPQFEFBQSFQPTJ§ªP MPHPFNaquela nĂŁo hĂĄ crase. 3. R.: Incorretas: a) porque a expressĂŁo “a entradaâ€? ĂŠ sujeito e como tal nĂŁo vem precedida EFQSFQPTJ§ªPF g#SBTÂĄMJBu TVCTUBOUJWPQSÂœQSJPRVFOÂŞPQFEFBSUJHP 4. 3C 'VJ­#BIJB 7JNEB#BIJB D 3FUPSOFJ­1BSBÂĄCB 7JNEB1BSBÂĄCB NBTB 'VJB .BDFJÂœ 7JNEF.BDFJÂœ E 3FUPSOFJB+PÂŞP1FTTPB 7JNEF+PÂŞP1FTTPB F 7PVB(PJÂŤ OJB 7JNEF(PJÂŤOJB  5. 3B ­C ­TD ­E ­F ­T 6. R.: Correta a). a, pronome pessoal oblĂ­quo ĂĄtono; hĂĄ, verbo haver indicando tempo de corrido; Ă MPDV§ªPBEWFSCJBMGFNJOJOBa, pronome pessoal oblĂ­quo ĂĄtono. 7. R.: Correta: e). Na frase III “Mudarei para a avenida Ayrton Senna na prĂłxima semanaâ€? nĂŁo hĂĄ crase porque, apesar de a expressĂŁo regida “avenida Ayrton Sennaâ€? admitir o artigo a, BQBMBWSBSFHFOUFgNVEBSFJuFYJHFBQSFQPTJ§ªPgQBSBuFOÂŞPBQSFQPTJ§ªPgBu 8. 3C /ÂŞPIÂŹDSBTFOBMPDV§ªPdaqui a RVBOEPJOEJDBUFNQP %BRVJBVNBIPSB FOUSFUBOUP EFQPJTEBMPDV§ªPdaqui a DPNTVCTUBOUJWPGFNJOJOPOBJOEJDB§ªPEFEJTUÂŤODJBVTBTF PBDFOUPHSBWF DPNPTFQPEFPCTFSWBSOBGSBTFEBBMUFSOBUJWBB F %JBOUFEBQBMBWSB terraFNPQPTJ§ªPBmar nĂŁo hĂĄ crase: chegaram a terra. (NĂŁo confundir com terra, pĂĄtria, que pode vir precedida de artigo e, consequentemente, com Ă 0QPSUVHV¤TGPJ­UFSSB pĂĄtria dele.) 9. 3 B 7BNPT ­ DPMPOJBM 0VSP 1SFUP C 4PMJDJUBNPT ­ EJSFUPSB P EFTQBDIP GBWPSÂŹWFM D  "TTJTUJNPTTFNQSF­TOPWFMBTEFÂĽQPDBE %FSBNVNQS¤NJP­QSPGFTTPSBF "OEB­ procura de apartamento. SOLUĂ‡ĂƒO COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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10. R.: a) a chegar: nĂŁo hĂĄ crase antes de verbo; a Manaus: nĂŁo hĂĄ crase antes de nome de lugar com que nĂŁo se emprega o artigo a; b) a rigor: nĂŁo hĂĄ crase porque rigor ĂŠ nome masculino e portanto nĂŁo comporta o artigo a; c) a crĂ­ticas: a no singular antes de subs UBOUJWPQMVSBMÂĽQSFQPTJ§ªP MPHPOÂŞPIÂŹDSBTFE a Santa Edwiges: antes de nomes de santas nĂŁo hĂĄ crase; e) durante a aulaTÂœIÂŹDSBTFDPNBQSFQPTJ§ªPa, logo, depois da QSFQPTJ§ªPdurante, nĂŁo hĂĄ crase.

1.61POUVB¨P 1. 3F g1FMBQSJNFJSBWF[uBEKVOUPBEWFSCJBMBOUFQPTUP 2. R.: Corretas: a), b), d), e) e incorreta: c) Em 1BVMP WPDÂĽQSFUFOEFQBTTBSPkNEFTFNBOB em IlhĂŠus? a vĂ­rgula foi empregada para isolar o vocativo “Pauloâ€?. 3. 3"BMUFSOBUJWBRVFOÂŞPKVTUJkDBDPSSFUBNFOUFÂĽF "WÂĄSHVMBGPJFNQSFHBEBEFQPJTEB palavra “educacionaisâ€? para separar o adjunto adverbial anteposto “Num paĂ­s ainda DBSFOUFEFFTUÂĄNVMPTBB§šFTDVMUVSBJTFFEVDBDJPOBJTu 4. 3$PSSFUBTC D E FJODPSSFUBTB 4BVEPTJTNP­QBSUF 4BOUB5FSFTB VNEPTCBJSSPTNBJT QJUPSFTDPTEP3JP TFSFTTFOUFEPTFGFJUPTEPEFTBTUSFEFF &TUÂŹOBNPEBGB[FSDFSDB dinho de grama sintĂŠtica dentro de casa, para criar jabuti, bichinho que nĂŁo dĂĄ trabalho e PDVQBQPVDPFTQB§P 5. 35PEBTBTKVTUJkDBUJWBTFTUÂŞPDPSSFUBT 6. R.: a). 7. 3B "C %D %E #F $ 8. 3/BTGSBTFTB D F EFWFTFDPMPDBSPQPOUPEFJOUFSSPHB§ªP QPSRVFBQFSHVOUBÂĽEJSFUB EJTDVSTPEJSFUP FNC FE QPOUPkOBM QPSRVFBQFSHVOUBÂĽJOEJSFUB EJTDVSTPJOEJSFUP  9. 31POUPkOBMOBTGSBTFTB C FF 1POUPEFJOUFSSPHB§ªPFND FE  10. 31POUPEFFYDMBNB§ªPFNB C E F QPOUPEFJOUFSSPHB§ªPD  11. R.: e). 12. R.: e). 13. R.: d). 14. 3*ODPSSFUBF "MPDV§ªPDPOKVOUJWBBEWFSTBUJWBgOPFOUBOUPuJOUFSDBMBEBEFWFWJSFOUSF vĂ­rgulas. 15. R.: c). Em II, as vĂ­rgulas foram empregadas para destacar o aposto. 16. R.: c). 17. c). As aspas foram usadas para distinguir as falas dos personagens Prima Justina e JosĂŠ %JBTEPEJTDVSTPEPOBSSBEPS 18. R.: b). 19. R.: b). 20. 3"–OJDBFYQMJDB§ªPJODPSSFUBE QPSRVFBPSB§ªPgRVFDIFHPVBGB[FSVNBFTQÂĽDJFEF trilogia sobre o bairro onde morouâ€? ĂŠ subordinada adjetiva explicativa e nĂŁo restritiva. 21. R.: e).  |

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2VFTUย›FTEP&/&.FEF7FTUJCVMBSFT 1. R.: c). TachadoTJHOJkDBBDVTBEP DPOTJEFSBEPtaxarTJHOJkDBUSJCVUBS kYBSJNQPTUP WFS 4BJCBNBJT Q 4PCSFBTQBMBWSBTQBSย›OJNBTFIPNย›OJNBTDVKBEJTUJOยงยชPTFGB[QFMB HSBkB PSBDPNx, ora com ch WFS(MPTTยฌSJPF4BJCBNBJT Q  2. 3F 0ย–MUJNP"DPSEP0SUPHSยฌkDPFOUSFPTQPWPTGBMBOUFTEFMยกOHVBQPSUVHVFTBBDPOUFDFV em 1990, ainda que haja divergรชncia entre alguns estudiosos. 3. 3B "DPOUFYUVBMJ[BยงยชPยฅGBUPSFTTFODJBMBPTFOUJEPEFVNUFYUP $G  4. 3E 4ยชPIPNย›OJNBTBTQBMBWSBTRVFTFQSPOVODJBNEBNFTNBNBOFJSB QPEFOEPUFS PVOยชPBNFTNBHSBkB/PDBTPQSFTFOUF sรฃo (verbo ser) e sรฃo (santo) sรฃo tidas como IPNย›OJNBT QFSGFJUBT IPNยœGPOBT  IPNยœHSBGBT  QPS UFSFN P NFTNP TPN F B NFTNB HSBkB $GQFJUFN  5. 3C *NQPSUBBUFOUBSNPTQBSBBSJRVF[BEBTMPDVยงยšFTQSFQPTJUJWBT $GJUFN 0MIPWJWP  p. 233). 6. 3D 4FBEJTDVTTยชPTPCSFP"DPSEP0SUPHSยฌkDPKยฌBDPOUFDFVFOUSFPTQPWPTGBMBOUFTEF -ยกOHVB1PSUVHVFTB FN BQSPQPTUBEFOPWBTNVEBOยงBTBHPSBยฅJNQSยœQSJB 7. 3C "PSFDFCFSBDBSUBEPBNJHPRVFTJOBMJ[BVNFSSPEFHSBkB DPNPYFSPYEBQยฌHJOBEF VNEJDJPOยฌSJP QBSBDPNQSPWBSPFSSP PBVUPSDPOTUBUBBFYJHยคODJBEPVTPEBOPSNBQBESยชP FNTJUVBยงยšFTGPSNBJTEBDPNVOJDBยงยชPFTDSJUB5BMDPOTUBUBยงยชPยฅDPOkSNBEBRVBOEPPBVUPS BkSNBRVFUBMFRVยกWPDP gOVNWFTUJCVMBS QPEFSJBNFWBMFSVNBSFQSPWBยงยชPu 8. 3B /PUFYUPEJTDVUFTFBNBOVUFOยงยชPEFVNBHSBkBQBSBEPJTTJHOJkDBEPTmgDPODFSUBSu mFBBMUFSBยงยชPEBSFQSFTFOUBยงยชPHSยฌkDBEFPVUSPTGPOFNBTFNEFUFSNJOBEBTQBMBWSBTm gIPOUFNu PgHFJUPuFPgQยคDFHPu2VBOEPBkSNBRVFPWPDยฌCVMPgDPODFSUBSuEFWFSJBTFS FTDSJUPDPNgDuFNRVBMRVFSDJSDVOTUยซODJBQPSFTUBSDPOTBHSBEPOBHSBkBEPTFTDSJUPSFT  PBVUPSDPOGFSFQSFWBMยคODJBBPVTPFNEFUSJNFOUPEBPCFEJยคODJBยญTSFHSBTPSUPHSยฌkDBT  NBTBPkOBMEPUFYUP FMFBkSNBRVFFMFNFTNPDFEFSJBBVNBSFGPSNBRVFPCSJHBTTFEVBT HSBkBTQBSBPWPDยฌCVMPFNRVFTUยชPmDPODFSUBS GB[FSTPBS IBSNPOJ[BS FDPOTFSUBS  reparar). 9. 3D %FOUSFPTUFYUPTPGFSFDJEPTOBTBMUFSOBUJWBT Pย–OJDPRVFOยชPUSBUBEP"DPSEP0SUP HSยฌkDPยฅPEF+"13JCFJSP RVFTFSFGFSFยญJOUFSOBDJPOBMJ[BยงยชPEB-ยกOHVB1PSUVHVFTB0T demais fragmentos tratam do assunto, ora apoiando ora rejeitando. 10. 3C "RVFTUยชPFYJHFRVFPDBOEJEBUPDPNQBSFBTNVEBOยงBTRVFPDPSSFNOPTQBSFTEF QBMBWSBTEFDBEBBMUFSOBUJWB0ย–OJDPQBSFNRVFPDPSSFBNFTNBSFHSBยฅgUBSWF[uFgTPS toโ€, em que houve a troca do l pelo r&TTFGFOย›NFOPGPOยฅUJDP DIBNBEPEFSPUBDJTNP ยฅ DPNVNFNBMHVNBTQSPOย–ODJBTEB-ยกOHVB1PSUVHVFTB 11. 3B "QBSUJSEBMFJUVSBEPUFYUP QFSDFCFTFRVFPUFNBยฅVNBSFlFYยชPTPCSFBQSPOย–O cia do povo brasileiro em vรกrias regiรตes do paรญs, isto รฉ, sobre os aspectos fonolรณgicos da lรญngua. Segundo a autora, โ€œos paulistas pensam que todo nordestino fala igual; contudo BTWBSJBยงยšFTTยชPNBJTOVNFSPTBTRVFBTOPUBTEFVNBFTDBMBNVTJDBMu&BUยฅEFTUBDB algumas variantes fonรฉticas: carnavaucarnavar, Raqueu3BRVFS SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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12. 3B 4FNPBDFOUPHSBWF BBkSNB§ªPkDBTFNTFOUJEPFQPSJTTPWFNBDPNQBOIBEBEP WPDÂŹCVMPFOUSFQBS¤OUFTFT TJD QBSBJOEJDBSRVFPUFYUPPSJHJOBMGPJSFQSPEV[JEPFYBUB mente, mesmo parecendo errado ou estranho. 13. 3$PSSFUBE /BTMPDV§šFTBEWFSCJBJTDPNTVCTUBOUJWPGFNJOJOP PVTPEPBDFOUPHSBWF ÂĽPCSJHBUÂœSJP $GQ 0TEFNBJTFNQSFHPTFTUÂŞPJODPSSFUPTQPSRVFB PUPQ›OJNP “SĂŁo Pauloâ€? ĂŠ masculino; b) o substantivo “anoâ€? idem; e) “JoĂŁo Carlos de Oliveiraâ€? idem; c) “partirâ€? ĂŠ verbo. 14. 3B /BTMPDV§šFTBEWFSCJBJTGFNJOJOBTPBDFOUPHSBWFÂĽPCSJHBUÂœSJP ­TWÂĽTQFSBT P WFSCPgMFWBSu OPTFOUJEPEFgDPOEV[JSu FYJHFQSFQPTJ§ªPFWFNTFHVJEPEFVNTVCTUBO UJWPGFNJOJOPPQSPOPNFJOEFkOJEPgPVUSBTuOÂŞPBDFJUBBSUJHP BMÂĽNEJTTPFTUÂŹOPQMVSBM 15. R.: d). Na primeira lacuna, “minha hostilidadeâ€? ĂŠ objeto direto, logo nĂŁo hĂĄ crase; na se HVOEBMBDVOB gJEFJBEFRVFPJOUSVTPUBMWF[TFKBFVuÂĽTVKFJUPEBGPSNBWFSCBMgGFSFu FP TVKFJUPOVODBWFNQSFQPTJDJPOBEPOBUFSDFJSBMBDVOB gSFQBSPT­DPNJEBu PTVCTUBOUJWP gSFQBSPTuFYJHFBQSFQPTJ§ªPa no seu complemento nominal e “comidaâ€? ĂŠ um substan UJWPGFNJOJOPOBRVBSUBMBDVOB gDPOkSNPBQSPJCJ§ªPu PWFSCPgDPOkSNBSuÂĽUSBOTJUJWP EJSFUP MPHPOÂŞPQFEFQSFQPTJ§ªPa. 16. R.: e). As demais estĂŁo incorretas: em a), a vĂ­rgula nĂŁo ĂŠ optativa, ĂŠ inadequada por separar elementos do sintagma usuĂĄrios dos fretados 0MIPWJWP Q FNC QPSSB[ÂŞPTFNFMIBOUF  jĂĄ que o sintagma completo ĂŠ pela pista Sul da Imigrantes; em c), nĂŁo hĂĄ obrigatoriedade de vĂ­rgula; em d), nĂŁo se usa vĂ­rgula separando termos que se relacionam, como o substantivo luta e seu complemento nominal pelo direito de descer a Serra (item 4 do Olho vivo, p. 79). 17. R.: d). As demais estĂŁo incorretas: a) NĂŁo hĂĄ necessidade de “em 2014â€? vir entre vĂ­rgulas nem da vĂ­rgula apĂłs o adjetivo “acumuladaâ€?; b) Os termos essenciais e integrantes da PSB§ªPOÂŞPQPEFNWJSTFQBSBEPTQPSWÂĄSHVMBD /ÂŞPTFQPEFTFQBSBSQPSWÂĄSHVMBUFSNPT RVFTFSFMBDJPOBN PBEKFUJWPgFTQFDÂĄkDBuEPTVCTUBOUJWPgBMUBuDPNPRVBMGPSNBVN sintagma; e) NĂŁo se separa sujeito do predicado por vĂ­rgula “esse reajuste seria condi §ªPu 0MIPWJWP Q  18. 3F "PSHBOJ[B§ªPTJOUÂŹUJDB OBDPOTUSV§ªPEFTTFQFSÂĄPEP GPJQPTTÂĄWFM QPSRVFUPEPT os termos separados por vĂ­rgula sĂŁo objeto indireto do verbo “falarâ€?. (Cf. 1.6.1.1) 19. 3B žTFNQSF–UJMSFWFSFNQSFHPEPTTJOBJTEFQPOUVB§ªP QFTT  20. 3E 0TEPJTQPOUPTGPSBNFNQSFHBEPTDPNBkOBMJEBEFEFJOUSPEV[JSVNBSHVNFOUP que esclarece o erro apontado pelo autor. 21. 3D 0TEPJTQPOUPTGPSBNFNQSFHBEPTQBSBJOUSPEV[JSVNBFYQMJDB§ªPTPCSFRVBMP fato curioso. 22. R.: b). O miniconto ĂŠ um gĂŞnero textual marcado, dentre outras caracterĂ­sticas, por elipses e implĂ­citos. No miniconto L.J.C, de Marcelo Coelho, as reticĂŞncias indicam que VNBJOGPSNB§ªPEFDPOIFDJNFOUPEPTQFSTPOBHFOTOÂŞPGPJFYQMJDJUBEBUSBUBTF QPJT  de deixar implĂ­cito que o policial provavelmente teria se equivocado e matado uma pessoa inocente. 23. 3 C  /P QSJNFJSP UFYUP  P BVUPS BkSNB TFS gEJGÂĄDJM BDFJUBSu RVF OÂŞP IBKB NBSDBT  OP QPSUVHV¤TEP#SBTJM EFMÂĄOHVBTJOEÂĄHFOBTPVBGSJDBOBT EFQPJTEFVNMPOHPQFSÂĄPEPEF  |

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CJMJOHVJTNP /P TFHVOEP  SFWFMBTF RVF GPJ QPTTยกWFM EFDJGSBS B BOUJHB FTDSJUB FHยกQDJB B partir do grego, mesmo nรฃo havendo mais falantes dessa lรญngua. 3D /PGSBHNFOUPEPTBNCBg/ยชPUFNUSBEVยงยชPu /PFM3PTBDSJUJDBBJOlVยคODJBGSBO DFTBFBNFSJDBOBOBOPTTBDVMUVSBFWBMPSJ[BBGBMBQPQVMBSCSBTJMFJSB DPNPQBUSJNย›OJP linguรญstico e sรญmbolo da identidade cultural nacional. 3F 4FHVOEP5FZTTJFS PQBUSJNย›OJPMJOHVยกTUJDPCSBTJMFJSPยฅSFTVMUBEPEBJOUFSBยงยชPEB lรญngua portuguesa e da lรญngua tupi, o que se pode comprovar no trecho em que Padre "OUย›OJP7JFJSBBkSNBRVF OBยฅQPDB BMยกOHVBVTBEBOPEJBBEJBFFNDBTBFSBPUVQJ  FORVBOUP B MยกOHVB QPSUVHVFTB FSB FOTJOBEB OB FTDPMB5BM GBUP SFWFMB DPNQSFFOTยชP F JOUFSBยงยชPQBDยกkDBFOUSFFMBT 3C /FTTFGSBHNFOUP %JOBI$BMMPVBkSNBRVFBTMยกOHVBTOยชPBQSFTFOUBNgVNBOPSNB ย–OJDB NBTVNBQMVSBMJEBEFEFOPSNBTu"kSNBUBNCยฅNBFYJTUยคODJBEFEVBTOPSNBTmB JEFBMJ[BEBFBFGFUJWBNFOUFQSBUJDBEBmFRVFBTUSBOTHSFTTยšFTยญTSFHSBTEBHSBNยฌUJDB OPSNBUJWBPDPSSFNBUยฅNFTNPFNGBMBOUFTNBJTFTDPMBSJ[BEPT R.: d). Segundo Sรญrio Possenti, โ€œnรฃo existe apenas um portuguรชs correto, que valeria para UPEBTBTPDBTJยšFTu QPSJTTP PGBMBOUFQSFDJTBEPNJOBSBTNย–MUJQMBTWBSJFEBEFTEBMยกOHVB FBEFRVยฌMBTBPTEJGFSFOUFTUJQPTEFUFYUPFDPOUFYUP 3D &NVNBDPSSFTQPOEยคODJBPkDJBM USPDBEBFOUSFPQSFGFJUPEFVNBDJEBEFFPHPWFS OBEPSEFVNFTUBEP EFWFTFVUJMJ[BSVNBMJOHVBHFNGPSNBM NFTNPRVFBNCPTTFKBN BNJHPT ยกOUJNPT 0 GBMBOUF QSFDJTB EPNJOBS BT Nย–MUJQMBT WBSJFEBEFT EB MยกOHVB F TBCFS BEFRVยฌMBTBPTEJGFSFOUFTUJQPTEFUFYUP DPOUFYUPFPCKFUJWPDPNVOJDBUJWP R.: d). No texto sรฃo apresentados exemplos de palavras e expressรตes caracterรญsticas da WBSJBOUFDBSJPDBFNTJUVBยงยšFTJOGPSNBJT 3F 0UFYUPPGFSFDFJOGPSNBยงยšFTย–UFJTTPCSFPCPNVTPEBMJOHVBHFNOBJOUFSOFU BkN EFFWJUBSNBMFOUFOEJEPTOBDPNVOJDBยงยชPFMFUSย›OJDB/BNPEBMJEBEFFTDSJUBEBMยกOHVB  JNQPSUB QPJT BUFOUBSQBSBPRVFkDPVDPOWFODJPOBEPFOUSFPTVTVยฌSJPT BJOEBRVFOยชP se trate de โ€œregrasโ€. 3B %FBDPSEPDPNPUFYUP BMยกOHVBQPSUVHVFTB BQFTBSEFTFSVNgQBUSJNย›OJPJNBUFSJBMu  QPEFTFSFYQPTUBFNVNNVTFVQPSTFSgVNJNQPSUBOUFJOTUSVNFOUPEFDPOTUJUVJยงยชPTPDJBM EFTFVTVTVยฌSJPTu"TTJN PTJTUFNBEFSFHSBTEFVNBMยกOHVBTยœQFSNJUFBDPNVOJDBยงยชP entre os falantes por ser conhecido de seus usuรกrios. 3D 0UFYUPg4041PSUVHVยคTuยฅEJSFDJPOBEPBVNQย–CMJDPFTQFDยกkDP PTQSPGFTTPSFT EF1PSUVHVยคT-PHP GB[TFVTPEFFYQSFTTยšFTMJOHVยกTUJDBTQSยœQSJBTEFTTBยฌSFBEPDPOIF DJNFOUPgDยœEJHPu gSFHSBTHSBNBUJDBJTuFgNPEBMJEBEFTEBMยกOHVBu PRVFDPOkSNBTFV carรกter tรฉcnico.

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2 MORFOLOGIA

2.17FSCP 1. R.: a) ĂŠ: verbo ser – exprime estado permanente; b) andam (esquecidos): verbo andar FTUBS mFTUBEPQSPWJTÂœSJPEBB§ªPEFFTRVFDFSD DBNJOIBWBWFSCPDBNJOIBSmB§ªP E  USPWFKPVWFSCP USPWFKBS m GFO›NFOP EB OBUVSF[B F  DIPWFSBN JNQSPQÂĽSJPT WFSCP DIPWFS TFOUJEPkHVSBEPEFDBJSmB§ªP 2. R.: a) viajou – aspecto concluso, modo indicativo, tempo pretĂŠrito perfeito, 3ÂŞ pessoa do singular; b) comprava – aspecto nĂŁo concluso, modo indicativo, tempo pretĂŠrito imperfei to, 3ÂŞ pessoa do singular; c) encontrarĂĄ – aspecto nĂŁo concluso, modo indicativo, tempo futuro do presente, 3ÂŞ pessoa do singular; d) estudĂĄramos – aspecto concluso, modo JOEJDBUJWP UFNQPQSFUÂĽSJUPNBJTRVFQFSGFJUP ˆQFTTPBEPQMVSBMF FTUVEBTUFTmBTQFDUP concluso, modo indicativo, tempo pretĂŠrito perfeito, 2ÂŞ pessoa do plural. 3. R.: a) obedeçamosmB§ªPOÂŞPDPODMVTB NPEPJNQFSBUJWP BkSNBUJWP ˆQFTTPBEPQMVSBM b) amamB§ªPOÂŞPDPODMVTB NPEPJNQFSBUJWP BkSNBUJWP ˆQFTTPBEPTJOHVMBS USBUB mento tu; c) respeitemB§ªPOÂŞPDPODMVTB NPEPJNQFSBUJWP BkSNBUJWP ˆQFTTPBEP singular, tratamento vocĂŞ; d) distribuĂ­mB§ªPOÂŞPDPODMVTB NPEPJNQFSBUJWP BkSNBUJWP  2ÂŞ pessoa do plural, tratamento vĂłs; e) nĂŁo vendaismB§ªPOÂŞPDPODMVTB NPEPJNQFSBUJWP  negativo, 2ÂŞ pessoa do plural, tratamento vĂłs. 4. R.: a). Os pronomes de tratamento (V. Ex.a ĂŠ um deles) pedem o verbo na 3ÂŞ pessoa. Assim nĂŁo se usarĂĄ verbo na 2ÂŞ do plural e se dirĂĄ V. Ex.akDBS­CFNJOTUBMBEPBRVJ, Sr. Ministro. 5. 3B JOkOJUJWPFRVJWBMFBPTVCTUBOUJWPvida; BTVCTUJUVJ§ªPQPSPSB§šFTGB[TFEFGPSNB GPS§BEB Que alguĂŠm viva C QBSUJDÂĄQJPFRVJWBMF­PSB§ªPTVCPSEJOBEBBEWFSCJBMUFNQP ral quando terminou PV­MPDV§ªPBEWFSCJBMao tĂŠrmino da guerraD HFS–OEJPFRVJWBMF ­PSB§ªPTVCPSEJOBEBBEWFSCJBM se sairmos PVBMPDV§šFTBEWFSCJBJTDPNPpela saĂ­da mais cedo, em função da saĂ­da mais cedoE JOkOJUJWPSFHJEPEFQSFQPTJ§ªPFRVJWBMF­ PSB§ªPTVCPSEJOBEBBEWFSCJBMquando sair PV­MPDV§ªPBEWFSCJBMantes da sua saĂ­da; e) HFS–OEJPFRVJWBMF­PSB§ªPBEKFUJWBSFTUSJUJWBque voa, ou ao adjetivo voador. 6. 3B TBJS QFSNBOFDFSFNm$POGPSNF$VOIB$JOUSB  Q PTJOkOJUJWPTQFTTPBJT FNQSFHBEPTDPNWFSCPTDBVTBUJWPTFPVTFOTJUJWPTBQSFTFOUBNQBSUJDVMBSJEBEFTEFlFYÂŞP RVBOEPPTVKFJUPFTUÂŹOPQMVSBMPJOkOJUJWPOÂŞPTFlFYJPOBRVBOEPPTVKFJUPGPSQSPOPNF PCMÂĄRVPÂŹUPOP PVTFPWFSCPEBQSJODJQBMWJFSTFHVJEPJNFEJBUBNFOUFEPJOkOJUJWPDVKP sujeito for substantivo plural. No presente caso, no entanto, o plural “permaneceremâ€? FYQMJDBTFQPSRVFPTVKFJUPQMVSBMFTUÂŹJOUFSDBMBEPFOUSFPTWFSCPTC BTEVBTGPSNBT viver e lutarTÂŞPEFJOkOJUJWPJNQFTTPBMD IPOSBSFNmJOkOJUJWPQFTTPBM ˆQFTTPBEP QMVSBME  EFQPJTEF JOJDJBSNPTmJOkOJUJWPQFTTPBMSFHJEPEFQSFQPTJ§ªP ˆQFTTPBEP QMVSBMF kDBSmJOkOJUJWPQFTTPBM RVFOÂŞPTFlFYJPOBQPSRVFPTVKFJUPEPJOkOJUJWPÂĽ o pronome oblĂ­quo nosF RVBOEPVNQSPOPNFPCMÂĄRVPÂĽTVKFJUPEFJOkOJUJWPBQÂœTVN WFSCPDBVTBUJWP OÂŞPTFlFYJPOBPJOkOJUJWP  |

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3B FODFSSBEPTmQBSUJDยกQJPEPWFSCPEBยˆDPOKVHBยงยชPencerrar, masculino plural, equi WBMFยญPSBยงยชPBEWFSCJBM Depois que foram encerrados...); b) solicitadas โ€“ particรญpio do WFSCPEBยˆDPOKVHBยงยชPsolicitar GFNJOJOPQMVSBM FRVJWBMFยญPSBยงยชPBEKFUJWB que foram solicitadas D TJEPmQBSUJDยกQJPEPWFSCPQSJODJQBM ยˆDPOKVHBยงยชP ser, conjugado com o auxiliar ter OBGPSNBยงยชPEPUFNQPDPNQPTUP DBTPFNRVFPQBSUJDยกQJPOยชPTFlFYJPOB E QBHBEPmQBSUJDยกQJPEPWFSCPQSJODJQBM ยˆDPOKVHBยงยชP pagar, conjugado com o auxiliar haver OBGPSNBยงยชPEPQBSUJDยกQJPDPNQPTUP TFNlFYยชP QPSUBOUPF FTHPUBEPTmQBSUJDยก QJPEPWFSCPEBยˆDPOKVHBยงยชPesgotar NBTDVMJOPQMVSBM FNQSFHBEPOBMPDVยงยชPWFSCBM da passiva analรญtica assim formada: verbo ser + particรญpio do verbo principal esgotar, lFYJPOBEPQBSBDPODPSEBSDPNPTVKFJUP R.: a) escrito; b) dito; c) feito; d) pago (usado com auxiliares estar e ser: A conta estรก paga.) QBHBEP VTBEPDPNBVYJMJBSFTter e haver: Eu tinha pagado a conta.); e) posto; f) vindo. 3 B  PSBยงยชP TVCPSEJOBEB BEWFSCJBM DPOEJDJPOBM se sair cedo  MPDVยงยชP BEWFSCJBM EF DPOEJยงยชP com a saรญda  C  PSBยงยชP TVCPSEJOBEB BEWFSCJBM UFNQPSBM quando ele saรญa), MPDVยงยชPBEWFSCJBMEFUFNQP na saรญda do trabalho D PSBยงยชPTVCPSEJOBEBBEWFSCJBMDBV sal (porque estava com febre MPDVยงยชPBEWFSCJBMEFDBVTB pelo estado febril E PSBยงยชP subordinada adverbial causal (QPSRVFDPNQSPVGSVUBTOPkOBMEBGFJSB MPDVยงยชPBEWFSCJBM de causa (DPNBQFMBDPNQSBEFGSVUBTOPkOBMEBGFJSB F PSBยงยชPTVCPSEJOBEBNPEBM OยชPQBTTJWBEFEFTEPCSBNFOUPFNPSBยงยชPDPNWFSCPFNGPSNBkOJUB PVBJOEBPSBยงยชP subordinada adverbial temporal (quando escrevia o diรกrio FMPDVยงยชPBEWFSCJBMEFNFJP (pela escrita do diรกrio). R.: a) substantivo โ€“ (o) estudoC MPDVยงยชPBEWFSCJBMmapรณs a vitรณria sobre seus temores; D MPDVยงยชPBEWFSCJBMm apรณs a conferรชncia da contaE MPDVยงยชPBEWFSCJBMm pelo canto/ com o cantoF MPDVยงยชPBEWFSCJBMm antes do recebimento da carta. R.: a) (1); b) (2); c) (1); d) (2); e) (1). Observaรงรฃo:0JOkOJUJWPWFJPSFHJEPEFQSFQPTJยงยšFT (BOUFTEF QBSB BkNEF PGVUVSPEPTVCKVOUJWPWFJPQSFDFEJEPEFDPOKVOยงยšFT quando, assim que). 3B BยงยชPOยชPDPODMVTB NPEPJOEJDBUJWP GVUVSPEPQSFUยฅSJUPDPNQPTUP ยˆQFTTPBEP TJOHVMBSC BยงยชPOยชPDPODMVTB NPEPJOEJDBUJWP GVUVSPEPQSFUยฅSJUPDPNQPTUP ยˆQFTTPB EPQMVSBMD BยงยชPOยชPDPODMVTB NPEPJOEJDBUJWP GVUVSPEPQSFTFOUFDPNQPTUP ยˆQFTTPB EPTJOHVMBS USBUBNFOUPWPDยคE BยงยชPDPODMVTB NPEPJOEJDBUJWP QSFUยฅSJUPNBJTRVFQFS GFJUPDPNQPTUP ยˆQFTTPBEPTJOHVMBSF BยงยชPOยชPDPODMVTB NPEPJOEJDBUJWP QSFUยฅSJUP perfeito composto, 3ยช pessoa do plural. 3B BยงยชPOยชPDPODMVTB NPEPTVCKVOUJWP GVUVSPDPNQPTUP ยˆQFTTPBEPTJOHVMBSC  BยงยชPDPODMVTB NPEPTVCKVOUJWP QSFUยฅSJUPNBJTRVFQFSGFJUP ยˆQFTTPBEPTJOHVMBSD  BยงยชPOยชPDPODMVTB NPEPTVCKVOUJWP GVUVSPDPNQPTUP ยˆQFTTPBEPQMVSBME BยงยชPOยชP conclusa, modo subjuntivo, pretรฉrito perfeito, 2ยช pessoa do plural, tratamento senhor; F BยงยชPDPODMVTB NPEPTVCKVOUJWP QSFUยฅSJUPNBJTRVFQFSGFJUP ยˆQFTTPBEPTJOHVMBS R.: a) kDPVBWFSDPOUJOVJEBEFEBBยงยชPC estava ganhandoDPOUJOVJEBEFEBBยงยชPD  quero convidar: propรณsito, desejo; d) iremos convidarBยงยชPEFGVUVSPQSยœYJNPF serรก interditadaBยงยชPGVUVSB WP[QBTTJWBBOBMยกUJDB SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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15. 3B WP[BUJWBmPTVKFJUPPDVMUPeuÂĽPBHFOUFEBB§ªPC WP[SFlFYJWBmPTVKFJUPvocĂŞ ĂŠ PBHFOUFFPQBDJFOUFEBB§ªPD WP[QBTTJWBmPTVKFJUPFernandoÂĽPQBDJFOUFEBB§ªP E WP[QBTTJWBmPTVKFJUPMariaÂĽPQBDJFOUFEBB§ªPF WP[SFlFYJWBmPTVKFJUPMĂĄrcia ÂĽPBHFOUFEBB§ªPFBQFTTPBBRVFNBB§ªPTFEJSJHF 16. R.: b). Em Romeu e Julieta amaram-se perdidamente, Romeu amou Julieta e esta amou 3PNFV$BEBVNBNPVFGPJBNBEP NBTBTB§šFTGPSBNUSPDBEBTFOUSFPTEPJT 17. R.: b). (o verbo ĂŠ pronominal) 18. 3B EJ[TFmQBTTJWBTJOUÂĽUJDBPVQSPOPNJOBM TFNBHFOUFEBB§ªPFYQSFTTPC OÂŞPGPJ SFDPOIFDJEBmQBTTJWBBOBMÂĄUJDB BHFOUFEBB§ªPm o amigo; c) estava cercada – passiva BOBMÂĄUJDB BHFOUFEBB§ªPmde inimigosE kDBSBGFSJEPmQBTTJWBBOBMÂĄUJDB TFNBHFOUF EFB§ªPFYQSFTTPF DPOIFDJBTFmQBTTJWBTJOUÂĽUJDBPVQSPOPNJOBM TFNBHFOUFEBB§ªP expresso. Observação: (FSBMNFOUFPBHFOUFEBB§ªP TFQSFTFOUF WFNSFHJEPEBQSFQP TJ§ªPpor3BSBNFOUFSFHJEPEBQSFQPTJ§ªPde, como no item c). 19. 3E 0DPSSFUPÂĽEJ[FSSe os soldados tivessem prendido o malfeitor JosĂŠ, hoje ele estaria preso QPJTUSBUBTFEPNBJTRVFQFSGFJUPEPTVCKVOUJWP UFNQPDPNQPTUP GPSNBEPDPN BVYJMJBSEBWP[BUJWB ter + a forma regular do particĂ­pio do verbo prender (prendido); a TFHVOEBPSB§ªPFTUÂŹDPOTUSVÂĄEBDPSSFUBNFOUF DPNBQBTTJWBBOBMÂĄUJDBEFFTUBEP BVYJ liar estar) + particĂ­pio irregular do verbo prender (preso). Em a), o verbo pagar tem duas formas para particĂ­pio e a forma para a passiva analĂ­tica ĂŠ a do particĂ­pio irregular foram pagosFNC W¤TFPQSFUÂĽSJUPNBJTRVFQFSGFJUPDPNQPTUPEPJOEJDBUJWPtinha estudado, devidamente acrescido do auxiliar ser, para formar a passiva analĂ­tica, de que resultou o JNQFSGFJUPEPBVYJMJBSEPQSFUÂĽSJUPNBJTRVFQFSGFJUPDPNQPTUPEPJOEJDBUJWP QBSUJDÂĄQJP do verbo auxiliar da passiva sido QBSUJDÂĄQJPSFHVMBSEPWFSCPQSJODJQBMlFYJPOBEPFN D W¤TFBDPOTUSV§ªPQBTTJWBBOBMÂĄUJDBDPNBVYJMJBSestar + particĂ­pio do verbo irregular principal posta; em e), o verbo aceitar tem duas formas e a forma para a passiva analĂ­tica, com auxiliar ser, ĂŠ a do particĂ­pio irregular aceito0CTFSWBSRVFPQBSUJDÂĄQJPEBWP[QBTTJWB DPODPSEPVDPNPTVKFJUPFNH¤OFSPFO–NFSP 20. 3B B§ªPOÂŞPDPODMVTB WFSCPOPNPEPTVCKVOUJWP TVQPTJ§ªPquero crer ĂŠ um modali [BEPSC B§ªPOÂŞPDPODMVTB WFSCPOPNPEPJOEJDBUJWP DFSUF[BBMPDV§ªPBEWFSCJBMcom certezaÂĽVNNPEBMJ[BEPSD B§ªPOÂŞPDPODMVTB WFSCPOPNPEPJOEJDBUJWP DFSUF[BĂŠ certo ÂĽVNNPEBMJ[BEPSE B§ªPOÂŞPDPODMVTB WFSCPOPNPEPJOEJDBUJWP E–WJEB TVQPTJ§ªP BPSB§ªPparece-meÂĽVNNPEBMJ[BEPSOBQSFWJTÂŞPEFDIVWBF B§ªPDPODMVTB WFSCPOP NPEPJOEJDBUJWP DFSUF[BBVT¤ODJBEFNPEBMJ[BEPS 21. 3B IJQÂœUFTFmQPEF UFSQSBUJDBEP C OFDFTTJEBEF PCSJHB§ªPmterĂĄ de (estar); c) con TFDV§ªPmconseguiu DIFHBS E EFTFKPPVWPMJ§ªPmquero WFODFS F E–WJEBmparece (estar) – e capacidade – poderĂĄ (vencer). 22. R.: a) aspecto progressivo: estĂĄ (nascendo); b) descontĂ­nuo: voltou a (cantar); incoativo, EFJOÂĄDJPEBB§ªPpĂ´s-se a BQMBVEJMP D continuação ou progresso da ação: continuava (chorando); d) hĂĄbito: tem (passado); e) ação concluĂ­da ou kOBM: acabou de (passar). 23. R.: a) kDBS + particĂ­pio rotuladomNVEBO§BEFFTUBEP QBTTJWBBOBMÂĄUJDBC kDBS QSFQPTJ§ªP a JOkOJUJWPolharmB§ªPEVSBEPVSB GPSNBEFFYQSFTTÂŞPQSFGFSJEBQFMPTQPSUVHVFTFT   |

NOVA GRAMà TICA PARA O ENSINO MÉDIO


c) kDBS HFS–OEJPolhandomB§ªPEVSBEPVSB GPSNBEFFYQSFTTªPQSFGFSJEBEPTCSBTJMFJSPT  d) kDBS QSFQPTJ§ªPpor JOkOJUJWP terminarmB§ªPOªPSFBMJ[BEBF kDBS HFS–OEJP esperandoB§ªPEVSBEPSB GPSNBQSFGFSJEBQFMPTCSBTJMFJSPT Observação: Em Portugal seria 5VkDBTBFTQFSBSBHSBEFDJNFOUPTEFMB 24. R.: a) vir  HFS–OEJP conversando m B§ªP QSPHSFTTJWB C  vir + a  JOkOJUJWP saber – SFTVMUBEPkOBMEBB§ªPD vir JOkOJUJWPfazermJOUFO§ªPE vir + de JOkOJUJWPesclarecer mSFTVMUBEPSFDFOUFEBB§ªPF vir JOkOJUJWP completarmJOUFO§ªP 25. 3B  ** C  *** D  7 E  * F  *7  26. 3B FTUVEBSmSFHVMBSRVFJYBSTFmQSPOPNJOBMC TVTQFOEFSmBCVOEBOUFVTBTFPQBS UJD¥QJPSFHVMBSOBGPSNB§ªPEPUFNQPDPNQPTUP UJOIBTVTQFOEJEP FPQBSUJD¥QJPJSSFHVMBS na passiva analítica de estado (estå suspenso); c) falir – defectivo; d) latir – unipessoal; F TFSmBO›NBMP

2.24VCTUBOUJWP 1. R.: a) fada – substantivo concreto (imaginĂĄrio), varinha – substantivo concreto, visita – TVCTUBOUJWPDPODSFUP QFTTPBRVFQSBUJDBBB§ªPEFWJTJUBS C crescimento – substantivo abstra UP GFO›NFOPOBUVSBM B§ªPWFSCBM beleza – substantivo abstrato (qualidade do adjetivo belo), cidade – substantivo concreto, visitamTVCTUBOUJWPBCTUSBUP B§ªPEFWJTJUBS UVSJTUBTmTVCT tantivo concreto; c) instabilidade – substantivo abstrato (estado do ser), homem – substan tivo concreto, doença – substantivo abstrato (estado do ser); d) ar – substantivo concreto, nĂŁo palpĂĄvel, peso – substantivo abstrato, tamanho – substantivo abstrato; e) construção mTVCTUBOUJWPBCTUSBUP B§ªPEFDPOTUSVJS armazĂŠns – substantivo concreto, construçþes mTVCTUBOUJWPDPODSFUP FEJGÂĄDJPTDPOTUSVÂĄEPT  2. R.: a) vermelho, amarelo – substantivos comuns, abstratos, simples, primitivos. b) oceano – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, inanimado, nĂŁo humano, real, palpĂĄ vel, contĂĄvel; minutos – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, inanimado, nĂŁo humano, real, nĂŁo palpĂĄvel, contĂĄvel. c) foliĂŁ – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, animado, humano, real, palpĂĄvel, contĂĄvel; fada – substantivo comum, con creto, simples, derivado, animado, nĂŁo real, nĂŁo palpĂĄvel, contĂĄvel; copo – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, inanimado, nĂŁo humano, real, palpĂĄvel, contĂĄvel; cobre (metal) – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, inanimado, nĂŁo humano, real, palpĂĄvel, nĂŁo contĂĄvel; vinho – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, inanimado, nĂŁo humano, real, palpĂĄvel, nĂŁo contĂĄvel. d) manhĂŁs – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, inanimado, nĂŁo humano, real, nĂŁo palpĂĄvel, contĂĄvel; outono – substantivo comum, concreto, simples, primitivo, inanimado, nĂŁo humano, real, nĂŁo palpĂĄvel, contĂĄvel. e) AntĂ´nio Carlos – substantivo concreto, prĂłprio personativo, composto, animado, humano, real, palpĂĄvel, contĂĄvel; Eduardo – substantivo concreto, prĂłprio personativo, simples, animado, humano, real, palpĂĄvel, contĂĄvel; SĂŁo Lourenço – substantivo concreto, prĂłprio locativo, composto, inanimado, nĂŁo humano, real, nĂŁo palpĂĄvel, contĂĄvel. SOLUĂ‡ĂƒO COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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3. 3D 0CWJBNFOUFVNTFSJOBOJNBEPOÂŞPWBJQSBUJDBSFTTBB§ªPWFSCBM FNCPSBQPTTBTFS TVKFJUPEFPVUSBTPSB§Â&#x161;FT UJQPA pedra-sabĂŁo ĂŠ uma riqueza daquela regiĂŁo. 4. 3B EF[FOB DPOKVOUPEFFMFNFOUPTmDPMFUJWPRVFFTQFDJkDBPOÂ&#x2013;NFSPEFPCKFUPT c) tropa, coletivo; e) bando, coletivo. Nos itens b e d â&#x20AC;&#x201C; todos e ambasDMBTTJkDBNTFSFT pectivamente como pronome e numeral. 5. R.: (3) madrepĂŠrola (2) lealdade (4) pernalta (2) ferreiro   DPVWFlPS  DJTCPSEP (4) aguardente (1) sobpĂŠ (3) pĂŠ de moleque (1) suburgo 6. R.: c). Podemos ter desinĂŞncias em ambos os processos: ferramentas, couveslPSFs. 7. R.: a). passatempoDMBTTJkDBTFDPNPDPNQPTJ§ªPQPSKVTUBQPTJ§ªP 8. R.: b). necessidadeDMBTTJkDBTFDPNPEFSJWB§ªPQPSTVkYB§ªP 9. R.: a) (apelo < apelar). 10. R.: e) O termo primeiro aqui estĂĄ empregado no sentido prĂłprio de numeral ordinal. Nas EFNBJTGSBTFT BEFSJWB§ªPÂĽJNQSÂ&#x153;QSJBQPSRVFGPJBMUFSBEBBDMBTTFEBQBMBWSBFNB F b) os substantivos feito, viver, lutar derivam de formas verbais; em c) o advĂŠrbio alto vem do adjetivo; em d) o adjetivo pelĂŠ CPNKPHBEPS WFNEPOPNFQSÂ&#x153;QSJP1FMÂĽ 11. R.: c). Cine nĂŁo ĂŠ sigla, mas abreviatura de cinematĂłgrafo > cinema. Exemplos de siglas: 4&/"*m4FSWJ§P/BDJPOBMEF"QSFOEJ[BHFN*OEVTUSJBM.&$m.JOJTUÂĽSJPEF&EVDB§ªPF $VMUVSB$0'*/4m$POUSJCVJ§ªPQBSBP'JOBODJBNFOUPEF4FHVSJEBEF4PDJBM$1.'m$PO USJCVJ§ªP1SPWJTÂ&#x153;SJBTPCSF.PWJNFOUB§ªP'JOBODFJSB."3m.VTFVEF"SUFEP3JP 12. 3B 5PEBTBTBMVOBTWJTJUBSBNBGSFJSB BNPOKBFBQJOUPSBC "DBNQPOFTBFBEBNB WJSBNVNBDPS§BD "NFTUSBDBTUJHPVBBMVOBWBEJBE "ÂĽHVBEBJOGBOUBÂĽVNCFMPBOJ NBMF .JOIBNBESJOIBGBOUBTJPVTFEFBCFMIB 13. 3B JNQFSBUSJ[C QBTUPSBD TFOBUSJ[ FNQSFHPSBSP FTFOBEPSB NVMIFSRVFFYFSDF esse cargo polĂ­tico); d) contestadora; e) trabalhadora (substantivo: a trabalhadora) e trabalhadeira (adjetivo: mulher trabalhadeira); f) matriarca. 14. 3B CPOBDIPOB BVNFOUBUJWP C MBESB ­TWF[FTFODPOUSBTFgMBESPOBu D FSNJUPB d) anciĂŁ; e) lebre; f) leoa. 15. 3B /PTTBBUVBMFNCBJYBUSJ[EBTJNQBUJBWJSÂŹQBSBPTGFTUFKPTKVOJOPTC "CBSPOFTB BUJSPVOBMFCSFFBDFSUPVOBQFSEJ[D "MBESB MBESPOB GPJNPSEJEBQFMBBCFMIBFBWBDB ainda veio atrĂĄs dela. d) A vilĂŁ (viloa) viu a nora da minha comadre roubar a ovelha. e) A sultana premiou a bretĂŁ e a maestrina. 16. 3B  B DFEJMIB B KVSJUJ P DIBNQBOIB PB TFOUJOFMB C  P TBOEVÂĄDIF B MBHBSUB B QFTTPB PB TPQSBOP D  B MJCJEP P GPOFNB P UFMFGPOFNB PB EJBCFUF E  P FDMJQTF P EJQMPNB B DPCSB PB TBCJÂŹ F  P CBUFCPDB P QBTTBUFNQP B BHVBSEFOUF P TBDBSPMIBT 17. 3B QPFUJTB<FNOPTTPTEJBTQSFGFSFTFEJ[FSa poeta>C QSPGFUJTBD D[BSJOBE TÂĄMkEFT F FNCBJYBUSJ[EJBDPOJTB  |

NOVA GRAMĂ TICA PARA O ENSINO MĂ&#x2030;DIO


18. 3B 0MFOUFEBFTDPMB %S'VMBOP UJSPVPTÂ&#x153;DVMPTQBSBMJNQBSBMFOUFC "DVSBEPEPFOUF EFWJBTFBP'VMBOP VNGBMFDJEPDVSBEBRVFMBGSFHVFTJBD 0MÂĄOHVBEFWFGBMBSNVJUPCFNB MÂĄOHVBQBSBBRVBMUSBEV[PUFYUPE 0DBCF§BEBSFWPMUBGPJQSFTPFDPSUBSBNMIFBDBCF§B F 7PD¤UFNBDJTNBEFRVFIBWFSÂŹVNDJTNBEFOUSPEPQBSUJEP 19. 3  DSV[FT   MÂĄRVFOFT   FOYBNFT   MFCSFT   NFTBT   IPNFO[BSSÂ&#x161;FT   JUFOT (2) caravanas, (1) sons, (2) manadas, (2) cardumes, (1) hifens. 20. R.: d). O plural de cartaz ĂŠ cartazes, como rapaz/rapazes. 21. 3B IBNCÂ&#x2013;SHVFSFTC GBY TFNBMUFSB§ªPOPQMVSBM D D[BSFTE ÂŹMCVOTF IJGFOT PC TFSWBSRVFPQMVSBMOÂŞPMFWBBDFOUPHSÂŹkDP  22. R.: c). O plural de real, nossa moeda atual, ĂŠ reais. Atenção: EstĂĄ correto o plural da forma projetil > projetis, por ser aqui oxĂ­tona em -il; a palavra apresenta a variante paroxĂ­tona cujo plural passa a projĂŠteis. 23. 3B TPMUFJSÂ&#x161;FTC JSNÂŞPTD OBWFHB§Â&#x161;FTE HVBSEJÂŞFT %JDJPOÂŹSJPTSFHJTUSBNUBNCÂĽN â&#x20AC;&#x153;guardiĂľesâ&#x20AC;?); e) tostĂľes; f) vagalhĂľes. 24. R.: b). O plural de colarzinho ĂŠ colarezinhos. 25. R.: b). O plural de dandy, em inglĂŞs, ĂŠ dandies e deve ser mantido. 26. R.: a) grilhĂľes; b) fortuna, propriedade de alguĂŠm; c) naipe de baralho; d) paixĂľes nega tivas, antipatias; e) ares, prosĂĄpia, jactância. 27. R.: a). Em â&#x20AC;&#x153;professor titularâ&#x20AC;? nĂŁo se tem composto, mas um sintagma, de modo que o ad KFUJWPEFWFJSQBSBPQMVSBMQBSBDPODPSEBSDPNPTVCTUBOUJWPRVFNPEJkDBgDBOEJEBUPT a professores titulares...â&#x20AC;?. 28. R.: e). O plural de leva e trazTFGB[BQFOBTOPEFUFSNJOBOUF incessantes leva e traz). O plural de QJTBlPSFT JOEJWÂĄEVPDIFJPEFBGFUB§ªP TBMUBQPDJOIB FTUÂŹDPSSFUPTPNFOUF o segundo elemento vai para o plural; o primeiro ĂŠ verbo e, portanto, invariĂĄvel. 29. R.: a) assunto longo demais â&#x20AC;&#x201C; grau aumentativo â&#x20AC;&#x201C; o substantivo assuntoÂĽNPEJkDBEPQFMB expressĂŁo longo demais BEKFUJWP BEWÂĽSCJP C NBO[PSSBmBVNFOUBUJWPEFmĂŁo, formado DPNPTVkYPorraD IPNÂ&#x2013;ODVMPmEJNJOVUJWPEFhomem DPNTVkYP -ulo; grande homem â&#x20AC;&#x201C; aumentativo de homem, formado com adjetivo anteposto grande BOUFQPTJ§ªPRVFQBTTBB TJHOJkDBSRVBMJEBEFTBCTUSBUBT IPOFTUJEBEF JOUFMJH¤ODJB E NÂŞPHSBOEFmBVNFOUBUJWPEF mĂŁo, formado com o adjetivo grande; pessoas pequenas â&#x20AC;&#x201C; diminutivo de pessoas, formado com o adjetivo pequenas; e) terrenĂŁo â&#x20AC;&#x201C; aumentativo de terreno GPSNBEPDPNPTVkYP-ĂŁo. 30. R.: a) O diminutivo da segunda frase explicita uma afetividade, nĂŁo dimensĂŁo. b) HĂĄ dois TFOUJEPTPBSUJTUBUFN EFGBUP POBSJ[HSBOEFFDPNFOUBTFRVFJTTPÂĽFYQMPSBEPOBDIBSHF No caso de narigĂŁo PBVNFOUBUJWPGPSNBEPDPNTVkYPQPEFJNQMJDBSBJOEBVNTFOUJEP QFKPSBUJWPD 0TFOUJEPEFEJNFOTÂŞPGPJFYQMPSBEPQBSBJOUFOTJkDBSPEJUPOBTFHVOEB frase: toda questĂŁo, inclusive a menor e aparentemente de menos importância, deve ser EJTDVUJEBE 4ÂŞPEPJTTVCTUBOUJWPTEFTJHOJkDBEPTEJTUJOUPTVNOÂŞPÂĽBVNFOUBUJWPEP PVUSPF 4ÂŞPTVCTUBOUJWPTEJTUJOUPT DPNTFNFMIBO§BEFTJHOJkDBEPJOTUSVNFOUPTEF corda, ambos dedilhĂĄveis, com forma e sonoridade semelhantes â&#x20AC;&#x201D; a viola ĂŠ mais popular. Cumpre, pois, observar que violĂŁo nĂŁo ĂŠ aumentativo de viola.

SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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2.3"EKFUJWP 1. 3B  4 7JTJUFJBTprincipaisMJWSBSJBTEPCBJSSPC  0 *EFOUJkDPVTFBEFGBTBHFNatual do PSยงBNFOUPD  4 "TTVBTmelhores obras nรฃo estavam ali. d) (O) Eles nรฃo tinham armas bastantes para enfrentar os invasores. e) (S) Havia bastantes homens na grandeQSBยงB 2. R.: b). O adjetivo amargo foi empregado respectivamente no sentido denotativo (gosto amargo, contrรกrio a gosto doce FOPTFOUJEPkHVSBEP tristeza). Nas demais frases, vemos: em a) o adjetivo velhoPSBWFNFNQSFHBEPTFNBMUFSBยงยชPEFHSBV PSBBBOUFQPTJยงยชPQSFT UPVTFBTFVFNQSFHPOPTVQFSMBUJWP TFNQSFDPNTFOUJEPEFOPUBUJWPFND IยฌRVFNWFKB RVFBJOWFSTยชPPQยšFPRVFBMHVยฅNEFTUBDBDPNPNFMIPSOBQSPEVยงยชPEFVNQPFUB suas melhores produรงรตes EFVNQPOUPEFWJTUBBUยฅTVCKFUJWP BWยฌSJBTQSPEVยงยšFTQPยฅUJDBT consideradas em um concurso (as que foram consideradas como produรงรตes melhores), DPNCBTFFNDSJUยฅSJPTNFOPTTVCKFUJWPTUBMWF[IยฌRVFNWFKBTFOUJEPMJUFSBMEPBEKFUJWP OBTEVBTDPOTUSVยงยšFT PRVFUBNCยฅNยฅQPTTยกWFMFNE BJOWFSTยชPMFWBBVNBDBSBDUFSJ[B ยงยชPEPRVFTFKBCPNQPFUBEPQPOUPEFWJTUBTVCKFUJWP EFQSFGFSยคODJBJOEJWJEVBM versus poeta bomEFVNEFUFSNJOBEPQPOUPEFWJTUB OยชPEFCFMF[BQPยฅUJDB NBTEPRVFTFKB CPN FOHBKBEP  QBSB B TPDJFEBEF FN F  IPVWF TVCTUBOUJWBยงยชP JOUFODJPOBMJEBEF  EP BEKFUJWP JOUFODJPOBM QPSVNBEFSJWBยงยชP 3. 3B BVSยกGFSBTC BSHยคOUFPBSHFOUJOPD QMย–NCFBE IJFSPTPMJNJUBOPF TPUFSPQPMJUBOP GPSNB BOUJHB  PV TBMWBEPSFOTF GPSNB BUVBMNFOUF VTBEB  TF P IPNFN ยฅ EB #BIJB  F salvadorenho, se a pessoa รฉ da Amรฉrica Central. 4. 3B lFYJCJMJEBEFEPBSCVTUPC BVUFOUJDJEBEFEBPCSBD JOEJWJTJCJMJEBEFEPOย–NFSP E JODPSSVQUJCJMJEBEFEPQPMยกUJDPF IFTJUBยงยชPEPIPNFN 5. 3 B  QSPDFEยคODJB DIJMFOP  C  FTQBยงP GSPOUFJSP  D  NBUยฅSJB EF PVSP  E  kOBMJEBEF BQB[JHVBEPSBT F NPEPEFTFS BOGยกCJB  6. 3B HSBยงBRVF+PTยฅBMDBOยงPVC IPNFNRVFQFSTJTUFD GSVUBRVFDPOUยฅNkCSBTE GBDB que tem ponta; e) homem que morreu. 7. 3B 0WJ[JOIPEPKPWFNHMVUยชPDPNQSPVQMBOUBTPSOBNFOUBJTFQSFTFOUFPVPHFOSPUSBCB MIBEPSC 0IJQยœDSJUBIPNFNDPSUยคTDPNQSPVVNQFSEJHยชPOPNFSDBEPD 6NKPWFNBOEB MV[BEPUPVVNHBSPUPTVSEPNVEPE 0ยœSGยชPDIJOยคTGPJBCBOEPOBEPOBFTUBยงยชPEPNFUSย› F 0NPยงPIJOEVWJTJUPVPTFOIPSIFCSFVFPNFOJOPTBOEFV 8. R.: a) A menina folgazรฃ รฉ glutona. b) A menina sandia saiu correndo da sala da mulher homicida. c) A guerreira surda-muda GPJ kMNBEB OBRVFMB TBMB E  " BMVOB francesa foi contemplada com prรชmios, apesar de ter sido descortรชs. e) A irmรฃ da senadora Fulana EF5BMDVNQSJNFOUPVBWJย–WBhebreia. 9. 3B "NPยงBmatogrossense foi cordialFDVNQSJNFOUPVBNPยงBBOEBMV[B. b) A menina nua saiu correndo da sala da mulher homicida. c) A gatinha espanhola foi separada das meninas tabaroas doentes. d) A aluna exemplar foi contemplada com prรชmios. e) A nora da senhora mais trabalhadeiraEBMJDPNQSPVQMBOUBTEBNPยงBhindu. 10. 3B "TยฌSWPSFTDJO[FOUBTFODBOUBSBNPTSBQB[FTMVTPCSBTJMFJSPTC &MBTWJTJUBSBNPT NยฅEJDPTDJSVSHJยšFTFMFWBSBNSPTBTWFSNFMIPTBOHVFQBSBFOGFJUBSPTDPOTVMUยœSJPTD 0T KPWFOTTVSEPTNVEPTDPNQSBSBNSPVQBTB[VJTE "TNPยงBTHFOUJTDFEFSBNTFVTMVHBSFT  |

NOVA GRAMรTICA PARA O ENSINO Mร‰DIO


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OPTÂ&#x203A;OJCVTQBSBBTTFOIPSBTTJNQMFTF %FTUBDBWBNTFBMJPTDIBQÂĽVTBNBSFMPPVSPEPT NÂĽEJDPMFHJTUBT R.: a) (4); b) (2); c) (4); d) (1); e) (5). 3B 7PD¤ÂĽVNTBCJDIÂŞPĂ?C .BSUBGPJTVUJMÂĄTTJNBOBTTVBTPCTFSWB§Â&#x161;FTD "NFOJOBFSB QVEJDÂĄTTJNBE 5BJTBUJUVEFTTÂŞPDPNVOÂĄTTJNBTBRVJF +PÂŞPÂĽDSVEFMÂĄTTJNP NBTPJSNÂŞP dele ĂŠ simplicĂ­ssimo e integĂŠrrimo. R.: a) O numeral primeiroFNQSFHBTFDPNPmais bem, para expressar o superlativo do BEKFUJWPRVBMJkDBEP &NB UFNPTBEKFUJWPĂ&#x17D;HSBOEFĂ&#x17D;FQSPHSFTTÂŞPUFYUVBMQPSBSHVNFOUB§ªPFNC UFNPT BEKFUJWPĂ&#x17D;CFOFWPMFOUFĂ&#x17D;FQSPHSFTTÂŞPUFYUVBMQPSKVTUJkDBUJWB

1SPOPNF 1. R.: a) sua â&#x20AC;&#x201C; pronome possessivo; a â&#x20AC;&#x201C; pronome pessoal; b) nĂłs â&#x20AC;&#x201C; pronome pessoal de primeira pessoa do plural; quem â&#x20AC;&#x201C; pronome relativo; c) que â&#x20AC;&#x201C; pronome interrogativo; d) ela â&#x20AC;&#x201C; pronome pessoal de terceira pessoa do singular; cujo â&#x20AC;&#x201C; pronome relativo; e) alguĂŠm mQSPOPNFJOEFkOJEPMPmQSPOPNFQFTTPBMRVFmQSPOPNFSFMBUJWP 2. R.: Espero que vĂłs tenhais sucesso na empreitada que ora iniciais. 3. 3&TQFSPRVFWPD¤UFOIBTVDFTTPOBFNQSFJUBEBRVFPSBJOJDJB&TQFSPRVF7&Ya tenha sucesso na empreitada que ora inicia. Observação: VocĂŞ e V. Ex.a sĂŁo pronomes de trata NFOUP MPHPPWFSCPFPVUSPTQSPOPNFTRVFBFMFTTFSFkSBNkDBNOBÂ&#x2C6;QFTTPB 4. 3B °OJDBPQ§ªPFNRVFPTVKFJUPtu TFHVOEBPSB§ªP BDPOUFDFDPNGPSNBkOJUBEF WFSCP  QSFDFEJEB EF DPOKVO§ªP TVCPSEJOBUJWB UFNQPSBM quando tu prometeres). Nos demais casos, o tu ÂĽTVKFJUPEPJOkOJUJWPQFTTPBM QSFDFEJEPEFQSFQPTJ§ªPMPDV§ªP QSFQPTJUJWB DPNPOBGSBTFEBEB5PEBTBTPSB§Â&#x161;FTDPNQSPOPNFeu apresentaram ver CPTOBGPSNBkOJUB 5. 3 B  "USBTPVTF P JOÂĄDJP EB TFTTÂŞP B kN EF FMFT assistirem a todo o evento. (NĂŁo se DPNCJOBNQSPOPNFFQSFQPTJ§ªP QPSRVFPQSPOPNFÂĽTVKFJUP C Antes deles, ninguĂŠm DPOIFDJBFTTFBUBMIP $PNCJOBNTFQSPOPNFFQSFQPTJ§ªPFGPSNBTFVNBMPDV§ªPBE WFSCJBMRVFOÂŞPFYFSDFGVO§ªPEFTVKFJUP D /BEBGBSFNPTcontra eles. (NĂŁo se combinam QSFQPTJ§ªPcontra e pronome.) d) NinguĂŠm entrou na casa depois de eles terem estado BMJ /ÂŞPTFDPNCJOBNQSPOPNFFQSFQPTJ§ªP QPSRVFPQSPOPNFÂĽTVKFJUP F /VODBFV agiria como elesĂ? /ÂŞPTFDPNCJOBNDPOKVO§ªPFQSPOPNF

6. 3B 7PD¤Tmesmos NFVTBNJHPT OÂŞPTFSJBNDBQB[FTEFUBMBUJUVEF DFSUP  0CTFSWBS a concordância no masculino: o pronome se refere a amigos.) b) Eu mesmo jamais faria JTTPĂ? 0QSPOPNFTFSFGFSFBVNTVKFJUPNBTDVMJOP D "OUFTEFOÂ&#x153;Tmesmos, Mauro e eu, termos saĂ­do, ela jĂĄ chegara. d) Sua atitude fala por si mesmaF 7&Ya mesmo vai dar o SFDBEP %S+PÂŞP  0CTFSWBSBDPODPSEÂŤODJBOPNBTDVMJOP QPSTFUSBUBSEFVNIPNFN P %S+PÂŞP/PGFNJOJOPTFSJB7&Ya mesmaWBJEBSPSFDBEP %SB.BSJB

7. R.: a) NinguĂŠm escreve como tu (2ÂŞ pessoa singular). b) Antes de ti (2ÂŞ pessoa singular), ninguĂŠm aqui conhecia o atalho. c) Maria ĂŠ mais inteligente que tu Â&#x2C6;QFTTPBTJOHVMBS

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d) Apesar dela (3ÂŞ pessoa singular, feminino), conseguimos o prĂŞmio. e) Anita atirou contra si Â&#x2C6;QFTTPBTJOHVMBS NFTNB Observação:1SFDFEJEPEFDPOKVO§ªPDPNQBSBUJWB JUFOT a e c VTBTFPQSPOPNFSFUP1SFDFEJEPEFMPDV§ªPQSFQPTJUJWB PVEFQSFQPTJ§ªPUÂ&#x203A;OJDB  VTBTFBGPSNBPCMÂĄRVB JUFOTb e e FTQFDÂĄkDB TFIPVWFS4FOÂŞPIPVWFSGPSNBPCMÂĄRVB FTQFDÂĄkDB VTBTFPQSPOPNFSFUP JUFNd). R.: a) me; b) mim; c) consigo; d) nos; e) a. Observação: Nos itens b e cFNQSFHBSBNTF GPSNBTUÂ&#x203A;OJDBTEPQSPOPNFPCMÂĄRVP 3C 0DPSSFUPTFSÂŹEJ[FSg5SPVYFSBNMJWSPTQBSBeu lerâ&#x20AC;?, pois nĂŁo se usa mim no sujeito, por TFSGPSNBFTQFDÂĄkDBQBSBQSFQPTJ§ªP&NB UFNPTQSPOPNFÂŹUPOPDPNPTVKFJUPEFJOkOJUJWP BQÂ&#x153;TWFSCPDBVTBUJWPFND OÂŞPTFDPNCJOBQSFQPTJ§ªP EF DPNQSPOPNF FMF TVKFJUP em d) o verbo ĂŠ pronominal; em e) o sujeito ĂŠ o pronome de 2ÂŞ pessoa do singular tu. 3B 4FFVWJTTFBNP§BseGFSJS U¤MBJBBKVEBEP DPNDFSUF[BC 4PNFOUFPOUFN.BSUB se tocou dos nossos problemas. c) Ela nĂŁo se referia ao irmĂŁo, mas a siNFTNBE 7PD¤ jĂĄ seWJVFNTJUVB§ªPTFNFMIBOUF F /BRVFMFNPNFOUPFMBse colocou no lugar dele e chorou. Observação: No item d QPSTFUSBUBSEPQSPOPNFEFUSBUBNFOUP VTBTFBGPSNB pronominal de terceira pessoa. 3B 1POIBNnosTPCSFBNFTB BUPEPTPTPCKFUPT QPSGBWPSĂ?C 1Â&#x161;Fna sobre a mesa, QPSGBWPSEFQPJTWPVBCSJSBDBJYBD -PVWBNPlo a todo o momento. d) As leis, devemos DVNQSJlas DPNDFSUF[BĂ?F 4Â&#x153;FOUÂŞPEFSBNno por falecido. R.: a) Nada lheEFSBNDPNPQS¤NJPEFDPOTPMB§ªP KVTUPBFMF C /JOHVÂĽNlhe obedece NBJT +PTÂĽ D 2VBOEPmeGPSEBEBPVUSBPQPSUVOJEBEF OÂŞPQFOTBSFJEVBTWF[FTĂ?E &TTBT verdades, ninguĂŠm vo-lasEJSÂŹ QPSTFSFNDSVÂĽJTĂ?F &MBOÂŞPse encontra em casa agora. 3B "DSJBO§BWJSJBconoscoC "DSJBO§BTFOUPVTF entre nĂłsD 7PD¤PVTBGBMBS de mim  E 1Â&#x161;FnoTPCSFBNFTB QPSGBWPSĂ?F 7PD¤lheQBHPVBEÂĄWJEB R.: a) Espero nĂŁo lheUFSPGFOEJEPPTCSJPT QPSDPNFOUBSUBMGBUPC 7PD¤me defendeu os JOUFSFTTFTOBRVFMBRVFTUÂŞP0CSJHBEPĂ?D /ÂŞPFSBNJOIBJOUFO§ªPDPCSBSlhe a dĂ­vida para DPNJHPBHPSBF 0DBCFMPFNPMEVSBWBlheBDBCF§B EFGPSNBFODBOUBEPSBObservação: No item d GSBTFFNRVFPQPTTFTTJWPÂĽQBSUFEPQSFEJDBUJWP OÂŞPTFSÂŹQPTTÂĄWFMBTVCTUJUVJ§ªP 3B   "NBNTFPTQSB[FSFTNBJTTJNQMFTEBWJEBĂ?C   %J[TFRVFCFCFSTVDPGB[CFN D   $PNFTFCFNOPSFTUBVSBOUFEP.JHVFME   1SFDJTBTFEFVNCPNNFDÂŤOJDP F   -PVWBTFB%FVT 3B  7 C  *mQSPOPNFUÂ&#x203A;OJDPnĂłs e II â&#x20AC;&#x201C; advĂŠrbio ainda D  *** E  *7 F  7*  3B F NFTÂ&#x153;DMJTFmWFSCPJOJDJBPSB§ªPFFTUÂŹOPGVUVSPEPQSFTFOUFC NFTÂ&#x153;DMJTFmMP DV§ªPWFSCBMJOJDJBPSB§ªPD E ¤ODMJTFmUFNQPTJNQMFTEPWFSCPJOJDJBPSB§ªP R.: a) pronome adjetivo demonstrativo esta: 1ÂŞ pessoa, objeto prĂłximo ao falante; b) prono me adjetivo demonstrativo esses: 2ÂŞ pessoa, objetos prĂłximos ao interlocutor; c) pronome substantivo demonstrativo aqueles: 3ÂŞ pessoa, substantivo distante dos falantes, no tempo; d) pronome adjetivo demonstrativo esse: 2ÂŞ pessoa, objeto imediatamente citado; e) pronome adjetivo demonstrativo esta: 1ÂŞ pessoa, tempo presente. R.: a) mesmos â&#x20AC;&#x201C; demonstrativo equivalente a exatos; b) tal â&#x20AC;&#x201C; demonstrativo equivalente a semelhanteD ­ QSFQPTJ§ªPB EFNPOTUSBUJWPBFTTB BRVFMB Observação:O

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primeiro aEBGSBTFD ÂĽBSUJHPmBTJUVB§ªP E PmEFNPOTUSBUJWPFRVJWBMFOUFBaquele; e) semelhante â&#x20AC;&#x201C; demonstrativo de identidade. 20. R.: a) suas â&#x20AC;&#x201C; pronome adjetivo possessivo, terceira pessoa do singular; acompanha substantivo ideias. b) meus â&#x20AC;&#x201C; pronome substantivo possessivo, primeira pessoa do singular; subentendido o substantivo familiares. c) seu â&#x20AC;&#x201C; pronome adjetivo possessivo, TFHVOEBQFTTPBEPTJOHVMBS SFGFSFOUFBQSPOPNFEFUSBUBNFOUP 7&Ya); acompanha o substantivo convidado. d) seu â&#x20AC;&#x201C; pronome adjetivo possessivo, segunda pessoa do singular, referente a pronome de tratamento (vocĂŞ); acompanha substantivo carro; nosso â&#x20AC;&#x201C; pronome substantivo possessivo, primeira pessoa do plural; subentendido o substantivo carro. e) vossos â&#x20AC;&#x201C; pronome adjetivo possessivo, segunda pessoa do plural; acompanha o substantivo kMIPT. 21. 3D 2VBMRVFSQBMBWSBQPEFTFSUPNBEBDPNPTVCTUBOUJWP DBTPFNRVFQPEFWJSQSF cedida de artigo. 22. 3B 0SBQB[DBSSFHBWBbastantes livros consigo. b) Pode me passar toda a papelada aĂ­ FYQPTUB D /FNtodosQVEFSBNFTUBSQSFTFOUFT­TPMFOJEBEFEFQPTTFEPQSFGFJUPE  AlgumasTFOIPSJOIBTkDBSBNEFQÂĽ outrasDPOTFHVJSBNTFOUBSTFF Algo estava errado ali. 23. 31 QSPOPNFJOEFkOJEP FNB FC " BEWÂĽSCJP FND FF  NPEJkDBNWFSCP FFN E  NPEJkDBBEKFUJWP  24. 3B   %FTDPOIF§Po queWPD¤WFJPGB[FSBRVJC   2VFNWPD¤QFOTBRVFÂĽ D   O queWPD¤QSFUFOEFDPNFTTBTBGSPOUBT E   2VBOUPTBOPTFMBUFN F   2VFSPTBCFS para que time ela torce. 25. 3B 3FkSPNF­RVFMFMJWSPcuja capaÂĽWFSNFMIBC +PBOBFPSBQB[do qual lhe falei ontem TÂŞPUFTUFNVOIBTEPDSJNFD 7JTJUFJPTMVHBSFT onde / em que aconteceu a tragĂŠdia. d) Re kSPNFBTFVQSJNP a quemWPD¤NFEJTTFPOUFNRVFBNBWBF 7JTJUFJNFVUJPFNJOIBUJB a qual ĂŠ irmĂŁ de minha mĂŁe. 26. 3C "NFMIPSSFEB§ªPTFSJBFugiu levando uma bolsa em que/ onde escondera mil reais. %JTQFOTBEPPQSPOPNFa qual, visto que nĂŁo hĂĄ antecedente a destacar, nem o pronome SFMBUJWPWFNSFHJEPEFMPDV§ªPQSFQPTJUJWB PVEFQSFQPTJ§ªPBDJEFOUBM

2.5"EWÂŚSCJP 1. 3B OÂŞPmBEWÂĽSCJPEFOFHB§ªP NPEJkDBPQSFEJDBUJWPnĂŁo foi satisfatĂłria; b) tarde â&#x20AC;&#x201C; BEWÂĽSCJPEFUFNQP NPEJkDBPWFSCPchegar; c) muito e cedo â&#x20AC;&#x201C; o primeiro ĂŠ advĂŠrbio de JOUFOTJEBEFFNPEJkDBPBEWÂĽSCJPEFUFNQPcedo; a expressĂŁo muito cedoNPEJkDBP verbo chegar; d) pra chuchumFYQSFTTÂŞPQPQVMBSBEWFSCJBMEFJOUFOTJEBEF JOUFOTJkDBB B§ªPEPWFSCPincomodar; e) de forma alguma, ali â&#x20AC;&#x201C; respectivamente expressĂŁo adverbial EFOFHB§ªPFBEWÂĽSCJPEFMVHBS BNCBTNPEJkDBOEPPWFSCPvoltar; a torto e a direito â&#x20AC;&#x201C; FYQSFTTÂŞPBEWFSCJBMEFNPEPRVFNPEJkDBPWFSCPatirar. 2. 3B   BkSNB§ªPC   UFNQPD   MVHBSE   DBVTBF   NPEP 3. 3B QSJNFJSBNFOUFmPSEFOBPTGBUPTOÂŞPNPEBMJ[B/PTEFNBJT IÂŹJOUFSWFO§ªPEPBVUPS OBGSBTFRVFEJ[C GFMJ[NFOUFD QBSBOPTTBBMFHSJBE DPNDFSUF[BF EFGPSNBBMHVNB SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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4. 3 &YQSFTTÂŞP SFUJkDBEPSB ou melhor M   SFGPS§P EF FYQSFTTÂŞP FN MJOHVBHFN PSBM lĂĄ M BQSPYJNB§ªPOVNÂĽSJDBquase (l. 2); partĂ­cula de inclusĂŁo tambĂŠm (l. 3); partĂ­cula de exclusĂŁo salvo (l. 4). 5. 3B NPEPC JOUFOTJkDB§ªPEPPVUSPBEWÂĽSCJP CFN D UFNQPE PSEFNF NPEP 6. 3E 2VBOEPTFUSBUBEFEPJTBEWÂĽSCJPTNPEJkDBOEPPNFTNPWFSCP PQSJNFJSPNBOUÂĽN BGPSNBQSJNJUJWBEPBEKFUJWPGFNJOJOPFPTFHVOEPÂĽRVFQPSUBPTVkYPmente (itens â&#x20AC;&#x153;a, b, D Fu /BPQ§ªPE UFNPTPBEKFUJWPoportunaRVFNPEJkDBPTVCTUBOUJWPpalavra; apenas adequadamenteÂĽBEWÂĽSCJPFNPEJkDBPWFSCPpronunciar-PHP OÂŞPUFNPTBKVO§ªPEF dois advĂŠrbios nesse item. 7. 3B DPNPmBEWÂĽSCJPQSPOPNJOBMJOUFSSPHBUJWPEFNPEPJOUFSSPHB§ªPEJSFUBC /ÂŞPIÂŹ BEWÂĽSCJPQSPOPNJOBMJOUFSSPHBUJWPOBGSBTFBJOUFSSPHB§ªPÂĽEJSFUB FYQSFTTBQFMPQSPOPNF JOEFkOJEPRVBOUPTD /ÂŞPIÂŹBEWÂĽSCJPQSPOPNJOBMJOUFSSPHBUJWPOBGSBTFBJOUFSSPHB§ªP JOEJSFUBÂĽNBSDBEBQFMBPSB§ªPvocĂŞ ainda nĂŁo me disse HPTUBSJBEFTBCFS TFHVJEB EPQSPOPNFBEKFUJWPJOUFSSPHBUJWPJOEFkOJEPquantos RVFNPEJkDBPTVCTUBOUJWPanos; E DPNPmBEWÂĽSCJPQSPOPNJOBMJOUFSSPHBUJWPEFNPEPJOUFSSPHB§ªPEJSFUBF POEFmBE WÂĽSCJPQSPOPNJOBMJOUFSSPHBUJWPEFMVHBSJOUFSSPHB§ªPJOEJSFUB 8. 3B 5SBUBTFEFFTQFDJkDB§ªPEPTJHOPWFSCBM VNTVCTUBOUJWP/ÂŞPTFUSBUBEFBEWÂĽSCJP 9. 3B QSBUJDBNFOUFmEFMJNJUBEPSC RVBTFmEFMJNJUBEPSD UBMWF[mBTTFWFSBUJWPE  PCSJHBUPSJBNFOUFmEFÂ&#x203A;OUJDPF MBNFOUBWFMNFOUFmBUJUVEJOBMPVBGFUJWP 10. 3B   6NUSBCBMIPQFTTJNBNFOUFGFJUPĂ?mpessimamenteNVJUPNBMC   7JNPNBJT cedo possĂ­vel. c) (1) Leio mais rapidamente que ele. d) (4) Ela caminha muito pouco. e) (2) Ela lĂŞ menos que eu. 11. R.: a) mais claramente â&#x20AC;&#x201C; superlativo absoluto analĂ­tico; b) mais claramente ... que â&#x20AC;&#x201C; comparativo de superioridade; c) o mais discretamente possĂ­vel â&#x20AC;&#x201C; superlativo relativo de superioridade; d) menos bem ... que â&#x20AC;&#x201C; comparativo de inferioridade; e) muito bem â&#x20AC;&#x201C; superlativo absoluto analĂ­tico. 12. R.: a) de forma algumamOFHB§ªPC a trouxe-mouxe (desordenadamente) â&#x20AC;&#x201C; modo; c) com certezamBkSNB§ªPE pra burro â&#x20AC;&#x201C; intensidade; e) em silĂŞncio â&#x20AC;&#x201C; modo. 13. 3D 6TBTFmais bemBOUFTEFBEKFUJWPQBSUJDÂĄQJP%FNBJTJUFOTFNB EFWFTFVTBS melhor, pois nĂŁo hĂĄ na frase adjetivo derivado de particĂ­pio; em b) nĂŁo se usou a inten TJkDB§ªPmaismenos; em d) melhor ĂŠ o comparativo de superioridade de bem e nĂŁo FYJTUFQBSUJDÂĄQJPFNF FNQSFHBTFPDPNQBSBUJWPEFTVQFSJPSJEBEFEFdistante com a JOUFOTJkDB§ªPEPBEWÂĽSCJPFOÂŞPIÂŹQBSUJDÂĄQJP 14. 3B JOUFSSPHB§ªPEFDBVTBC OFHB§ªPD NPEBMJ[B§ªPEBBkSNB§ªP DPNPQJOJÂŞPQFT soal de quem fala; d) lugar; e) tempo.

2.6"SUJHP 1. R.: a) uns m BSUJHP JOEFkOJEP  NBTDVMJOP  QMVSBM  JOEJDBOEP RVBOUJB BQSPYJNBEB  OªP EFkOJEB 0aOªP¼BSUJHP¼QSFQPTJ§ªP C as, a, (d)asmBSUJHPTEFkOJEPT GFNJOJOPT   |

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SFTQFDUJWBNFOUFQMVSBM TJOHVMBSFQMVSBM NPEJkDBOEPTVCTUBOUJWPTDPOIFDJEPTmmรฃos, EJkDVMEBEF NยญRVJOBT 0ย–MUJNPDPNCJOBEPยญQSFQPTJยงยชPde); c) osmBSUJHPEFkOJEP  NBTDVMJOP QMVSBM NPEJkDBOEPTVCTUBOUJWPDPOIFDJEPamigos BSUJHPOยชPDPNCJOBEPยญ QSFQPTJยงยชP QPSNPEJkDBSTVCTUBOUJWPTVKFJUP E unsmBSUJHPJOEFkOJEP NBTDVMJOP QMVSBM  JOEJDBOEPRVBOUJBBQSPYJNBEB OยชPEFkOJEBF ummBSUJHPJOEFkOJEP NBTDVMJOP TJO HVMBS NPEJkDBOEPPTVCTUBOUJWPOยชPEFkOJEPhomem; amBSUJHPEFkOJEP GFNJOJOP TJOHVMBS  NPEJkDBOEPTVCTUBOUJWPDPOIFDJEPmorte. R.: A jovem optou pela QPS B NBRVJBHFNQFTBEBRVFBWBMPSJ[B PVNFMIPS RVFEFT taca o que ela tem de bonito, no (em + o) caso, os olhos. O rosto da EF B NPยงBFTUBWB NVJUPCFNQJOUBEPร R.: o cornetaSยคTDPNVNTยœDIJGSFa cornetaJOTUSVNFOUPEFTPQSPo guarda WJHJB TFOUJOFMBa guardaBUPEFHVBSEBS WJHJMยซODJBo vogaSFNBEPSRVFTF TFOUBยญSยฅEBTFNCBSDBยงยšFTNJย–EBTa vogaBUPPVFGFJUPEFSFNBSQPQVMBSJEBEF  QSPQBHBยงยชP 3C 0CTFSWFBTPQPTJยงยšFTFNQSFHBEBTOPFYFSDยกDJPB PDBCFยงB PMยกEFSEFVNHSVQP  BDBCFยงB QBSUFEPDPSQP C PDBJYB MJWSPEFSFHJTUSPEFFOUSBEBFTBยกEBEFEJOIFJSP  BDBJYB SFDJQJFOUF FTUPKP DPGSF D PDBQJUBM EJOIFJSP BDBQJUBM DJEBEFFNRVF kDBBBENJOJTUSBยงยชPEPQBยกT EP&TUBEP E POBTDFOUF MPDBMFNRVFOBTDFPTPM B OBTDFOUF GPOUF F PHSBNB VOJEBEFEFQFTP BHSBNB SFMWB  3B 0QSPOPNFJOEFkOJEPtoda (equivalente a qualquer FNQSFHBTFTFNPBSUJHP R.: a) e d). Nos demais itens, observar que sรณ se emprega numeral ambos + artigo quando a expressรฃo precede imediatamente o substantivo. 3F 6TBTFBSUJHPRVBOEPPQPTTFTTJWPWJFSQPTQPTUPBPTVCTUBOUJWPmQuanta tristeza vejo nos olhos dela! Em a), nรฃo se emprega artigo antes de pronome de tratamento; o a EBGSBTFยฅQSFQPTJยงยชPQFEJEBQFMPPCKFUPJOEJSFUP&NC QPEFTFVTBS PVOยชP BSUJHP antes do possessivo. Em c), com expressรฃo feita, a seu bel-prazer, nรฃo se usa artigo; o a JOJDJBMEBFYQSFTTยชPยฅQSFQPTJยงยชP&NE DPNFYQSFTTยชPGFJUB por minha vontade, nรฃo se usa artigo. 3B $PNOPNFTEFNยคTHFSBMNFOUFOยชPTFFNQSFHBBSUJHPC %BUBDยฅMFCSFBENJUFBSUJ HPD *OEJDBยงยชPEFIPSBTTFGB[DPNBSUJHP RVBOEPBFYQSFTTยชPFRVJWBMFBBEWยฅSCJPE  %JBTEBTFNBOBQPEFNWJSPVOยชPDPNBSUJHPF /PNFEFNยคTBDPNQBOIBEPEFBUSJCVUP pede artigo. R.: a) no (geralmente se usa o artigo com a palavra palรกcio; no caso, a moradia da princesa); b) o; D OP PTVCTUBOUJWPFTUยฌNPEJkDBEP E P VTPOPSNBMEPBSUJHPDPNPOPNF F  do (idem). R.: a) Ela nem estava emDBTBOBRVFMFEJBรC 7JTJUBNPTNVJUPTQBMยฌDJPT NBTOยชPGPNPT ao1BMยฌDJPEB3FQย–CMJDBD 0(PWFSOBEPSFTUยฌem1BMยฌDJP $PNPBEKVOUPBEWFSCJBM SF GFSJOEPTFBPMPDBMEFUSBCBMIPEBTBVUPSJEBEFTE 7JTJUFJUPEBTas casas da rua. e) Nem sempre visitamos as belas casas e os palรกcios das cidades turรญsticas. R.: c) ...por ocasiรฃo do"OP/PWP QPSRVFFYJTUFVNBEFkOJยงยชPEBยฅQPDB$PNQBSFTFDPN o item e FNRVFPTFOUJEPยฅHFOFSBMJ[BEP SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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12. 3/ÂŞPTFDPNCJOBNQSFQPTJ§ªPFBSUJHPRVFQSFDFEFTVCTUBOUJWPTVKFJUP JUFOTC E F  PVQSFQPTJ§ªPFBSUJHPRVFGB§BQBSUFEPOPNFEFVNBPCSB JUFOTB D  13. 3B "¤OGBTFOÂŞPFTUÂŹOBDPNCJOB§ªPBSUJHPEFkOJEP TVCTUBOUJWPpara ressaltar um TJHOJkDBEPJOUFOTJWP NBTFNUPEBBGSBTF/BTEFNBJT QPEFTFWFSRVFC ÂĽPkNÂĽ PNÂŹYJNPEFBTQFDUPTOFHBUJWPTEFBMHPD ÂĽBQSPGFTTPSBÂĽBNFMIPSQSPGFTTPSBE  TFGPTTF BBNJHBDPNPGBSJBBNFMIPSBNJHBF PIFSÂ&#x153;JPIPNFNNBJTEFEJDBEP  valoroso. 14. R.: a). O artigo indica indivĂ­duos de mesmo nome e esse nome vem no plural. 15. R.: b). Como nome do paĂ­s, nĂŁo se emprega o artigo antes de Portugal2VBOEPEFUFSNJ nado (Portugal da ĂŠpoca dos reis FNQSFHBTFPBSUJHP 16. 36TBTFBSUJHPEFkOJEPRVBOEPPMPDBUJWPEFSJWBEFTVCTUBOUJWPDPNVNdiamantes; jĂĄ Santo AntĂ´nio ĂŠ substantivo prĂłprio. 17. R.: a) (1); b) (3); c) (2); d) (2); e) (3).

/VNFSBM 1. 3B C F m /2 D E m /0

2. R.: a) numeral adjetivo dez; b) numeral substantivo dez; c) numeral adjetivo primeiro; d) numerais adjetivos meia, um terço; e) numerais adjetivos dupla, dobro. 3. R.: a) numeral adjetivo cardinal cinco; b) numeral substantivo cardinal trĂŞs; c) numeral adjetivo ordinal primeiro; d) numeral adjetivo fracionĂĄrio meia e numeral adjetivo fracio nĂĄrio um terço; e) numeral adjetivo multiplicativo triplo. 4. R.: b). 5. R.: a) Lerei atĂŠ a folha quatrocentos e seis. b) Leia a pĂĄgina cento e oito EPMJWSPD 2VBMGPJ o quadragĂŠsimo quintoSFJEBRVFMFQBÂĄT E #BTFJBTFOPBSUJHPprimeiro do Regimento *OUFSOPF 2VFSPtrĂŞs nonos da melancia e cinco doze avos da goiabada. 6. R.: a) meia (4); b) o algarismo romano LX; dupla, respectivamente (1 e 3); c) bilhĂľes (1); d) primeira, 43, respectivamente (2 e 1); e) metade (4). 7. 3B RVBUSPNJMIÂ&#x161;FTFRVBUSPDFOUPTFDJORVFOUBNJMSFBJTC 1BQB1JP%P[FD "SUJHP quinto; d) quadragĂŠsima primeira; e) capĂ­tulo vinte e um. 8. 3E HSPTBEÂ&#x2013;[JBT 9. 3B DBQÂĄUVMPEP[FC +PÂŞPWJOUFFUS¤TD BSUJHPRVBSFOUBFEPJTE DBTBRVBSFOUBFTFUF e) dia primeiro de maio. 10. 3D /BFTQFDJkDB§ªPFYBUBEFEJB BOPFIPSB VTBTFPOVNFSBMDBSEJOBM FYDF§ªPQBSB PQSJNFJSPEJBEPN¤T/ÂŞPDPOGVOEJSDPNNFSBPSEFOB§ªPEFUFNQP JUFNd).

$POKVO¨P 1. 3B +BOBÂĄOBCFNDPNP+BOFUFTBÂĄSBN­TIPSBTC +BDJOUPPV0SMBOEPTFSÂŹPGVUVSP QSFTJEFOUFEB3FQÂ&#x2013;CMJDBD 7JTJUFJP.VTFVEP.BSFB'POUFEPT4VTQJSPTE /FN.BVSP nem JoĂŁo serĂŁo eleitos. e) NĂŁo gosto de abacaxi nem de manga. 2. 3 B  /ÂŞP EFWFSÂŹ IBWFS BVMB IPKF  QPSRVF IPVWF VN JOD¤OEJP EF HSBOEFT QSPQPS§Â&#x161;FT  |

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OPQSยฅEJPEBFTDPMBC )PVWFVNJODยคOEJPEFHSBOEFTQSPQPSยงยšFTOPQSยฅEJPEBFTDPMB  logo nรฃo deverรก haver aula hoje. c) Provavelmente nรฃo haverรก aula hoje, pois houve um JODยคOEJPEFHSBOEFTQSPQPSยงยšFTOPQSยฅEJPEBFTDPMBE )PVWFVNJODยคOEJPEFHSBOEFT QSPQPSยงยšFTOPQSยฅEJPEBFTDPMB QPSยฅNOJOHVยฅNkDPVGFSJEPF +PTยฅBTTVNJSยฌBQSFTJ dรชncia da empresa e Joรฃo deixarรก a empresa. 3B .BSJB"NยฅMJBSFDMBNPVEPBUSBTP RVBOEPWJVBSFNBSDBยงยชPEPIPSยฌSJPEFQBSUJEB EPBWJยชPC "SFNBSDBยงยชPEPIPSยฌSJPEFQBSUJEBEPBWJยชPEFTHPTUPVBKPWFN QPSRVFFMB BTTVNJSBVNDPNQSPNJTTPFN4ยชP1BVMPD "OUย›OJPkDBSยฌOBEJSFยงยชPEBFNQSFTB QBSB RVF&EVBSEPQPTTBWJBKBSEFGยฅSJBTE "FNQSFTBEP&EVBSEPDSFTDFยญNFEJEBRVFBVNFOUB o interesse dele pelos negรณcios. e) A empresa do Joรฃo estรก crescendo, embora diminua o interesse dele pelos negรณcios. R.: a) Joรฃo encontrou, no Sul, um amigo, logo que chegou ao aeroporto. b) Sรณ lhe desejo uma coisa: que vocรช seja feliz! c) Estou aguardando que o prefeito construa casas populares. E .BSUBFMBCPSPVBSFEBยงยชPDPOGPSNFPQSPGFTTPSSFDPNFOEBSB RVFFMBPk[FTTF . e) A empresa do Joรฃo crescerรก, se ele aumentar seu interesse pelos negรณcios. R.: a) Seria melhor que ele estivesse ausente. b) Receio que ele se destempere. c) Nรฃo รฉ aconselhรกvel que o aluno seja readmitido. d) Sรณ receio isto: que vocรช se decepcione. e) &TUPVOBEย–WJEBTFWPVBPUFBUSP R.: a) Seria melhor sua saรญda; b) Preciso de sua ajuda; c) O trabalho foi feito por entendi EPOPBTTVOUPE %FTFKPTVBGFMJDJEBEFF 4ยœFOUFOEJVNBRVFTUยชPTVBGBMUBEFSB[ยชP 3B PQPTJยงยชP NBTmDPOKVOยงยชPDPPSEFOBUJWB DPODMVTยชP MPHPmDPPSEFOBUJWB C  kOBMJEBEF BkNEFRVFmDPOKVOยงยชPTVCPSEJOBUJWB DBVTBM KยฌRVFmTVCPSEJOBUJWB D  DPOTFDVUJWB RVFmDPOKVOยงยชPTVCPSEJOBUJWB QSPQPSDJPOBM ยญNFEJEBRVFmTVCPSEJOBUJ WB E DPODFTTJWB FNCPSBmDPOKVOยงยชPTVCPSEJOBUJWB DPNQBSBUJWB EPRVFmTVCPSEJOB UJWB F DPOEJDJPOBM TFmDPOKVOยงยชPTVCPSEJOBUJWB UFNQPSBM RVBOEPmTVCPSEJOBUJWB  R.: d). Ideia de causa. 3D *EFJBEFkOBMJEBEF5SBUBTFEFFNQSFHPSBSP IPKFFNEFTVTP0CTFSWFRVFPWFS CPkDBOPJNQFSGFJUPEPTVCKVOUJWP FYQSJNFBยงยชPOยชPDPODMVTBBDPOKVOยงยชPQPEFTFS substituรญda por para que. R.: a) coordenativa explicativa; b) coordenativa conclusiva; c) subordinativa causal (como QPSRVF E TVCPSEJOBUJWBNPEBMF TVCPSEJOBUJWBDPOGPSNBUJWB 3B $PNPOBEBNBJTIBWJBBUSBUBS GPJFODFSSBEBBTFTTยชPC "ENJSPBNPยงB FNCPSB me cause tรฉdio a companhia dela. c) Se a literatura fosse o tema do encontro, o que faria BRVFMFIPNFNBMJ E 2VBOEPUFSNJOPVBBVMB TBยกNPTMPHPF $PNPFVOยชPNFDPOTJ derava bastante seguro do assunto, nada disse. 3B UยชPRVFmDPOKVOยงยชPDPSSFMBUJWBTVCPSEJOBUJWBDPOTFDVUJWBC OยชPTยœNBT UBNCยฅNmDPOKVOยงยชPDPSSFMBUJWBDPPSEFOBUJWBBEJUJWBD OFNOFNmDPOKVOยงยชPDPS SFMBUJWBDPPSEFOBUJWBBEJUJWBE PSBPSBmDPOKVOยงยชPDPSSFMBUJWBDPPSEFOBUJWBBMUFS OBUJWBF RVBOUPNBJTNBJTmDPOKVOยงยชPDPSSFMBUJWBTVCPSEJOBUJWBQSPQPSDJPOBM&N B D E F UFNPTEVBTPSBยงยšFTFNC UFNPTVNBTยœPSBยงยชPDPNEPJTDPNQMFNFOUPT correlatos. SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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1SFQPTJ¨P 1. 3QSFQPTJ§Â&#x161;FTTJNQMFTB EF QBSBC EFF EFMPDV§Â&#x161;FTQSFQPTJUJWBTC BSFTQFJUPEF D ­NBOFJSBEFE QSFTUFTBF EJBOUFEF 2. 3-FUSB5OPTJUFOTB D F MFUSB0OPTJUFOTC E  3. R.: (PP) para a) e d); (LP) para b), c) e e). 4. R.: a) exceto; b) menos; c) fora; d) nĂŁo obstante; e) durante. Observação: NĂŁo foi pe EJEPRVFWPD¤EFTUBDBTTFQSFQPTJ§Â&#x161;FTFTTFODJBJTMPHPOÂŞPFTUÂŞPBQPOUBEBTOFTUB resposta. 5. R.: c). 6. 3B BTTVOUPC QPTTF SFMB§ªPMVHBS QSPDFE¤ODJBD NBUÂĽSJBE DBVTBF FTQÂĽDJF 7. 3B QSPDFE¤ODJBC DPNQBOIJBFQPTTFSFMB§ªPD DPODPSEÂŤODJBE MVHBSFJOTUSVNFOUP F NPWJNFOUPEJSF§ªP 8. 3D "QSFQPTJ§ªPdeQBSUJDJQBEBMPDV§ªPBEKFUJWBdo Brasil (brasileiro), ou seja, nĂŁo acompanha complemento. 9. 3B kOBMJEBEFC DBVTBD DPNQBSB§ªPE PQPTJ§ªPF PQPTJ§ªP 10. 3B 7PMUPVDFEP porque temia o trânsito. b) Saiu cedo, para que fosse evitado o trânsito difĂ­cil. c) Estava triste porque a amiga a traiu. d) Ficou revoltada porque a amiga a traiu. e) Preparou a carta de demissĂŁo antes que a amiga chegasse.

*OUFSKFJ¨P 1. 3B FE BVT¤ODJBEFJOUFSKFJ§ªPC JOUFSKFJ§ªPTJNQMFTSaĂşde!D JOUFSKFJ§ªPTJNQMFTAlĂ´!; F MPDV§ªPJOUFSKFUJWBOra bolas! 2. 3 B  *IĂ? BCPSSFDJNFOUP  C  0MÂŹĂ? JOWPDB§ªP PV DIBNBNFOUP  D  1TUĂ? JOWPDB§ªP PV DIBNBNFOUP E 1TJVĂ? JOWPDB§ªPPVDIBNBNFOUP F 1TJVĂ? JOWPDB§ªP Observação: Em a) temos uma frase exclamativa (quanta conversa paralelaĂ? BMÂĽNEBJOUFSKFJ§ªPih! 3. 3B 7JWBĂ?mBMFHSJBC 0IĂ?mFTQBOUPD 4JM¤ODJPĂ?mBEWFSU¤ODJBE 1TJVmJOWPDB§ªP F 0CBĂ?mBMFHSJB 4. 3B FTQBOUPC BCPSSFDJNFOUPD DIBNBNFOUP JOWPDB§ªPE BEWFSU¤ODJBF TVSQSFTB saudade. 5. 3/Â&#x2013;NFSPQBSBJUFOTC D F OÂ&#x2013;NFSPQBSBJUFOTB E  6. R.: (E) nos itens a) e d); (I) nos itens b), c), e) â&#x20AC;&#x201C; respectivamente sentido de aplauso, aplau TP JOWPDB§ªPDIBNBNFOUP 7. R.: (E) itens a) surpresa, b) alegria, c) alegria, elogio...; (I) itens d) aborrecimento, e) raiva, repulsa. 8. R: b). ComentĂĄrio:"PQ§ªPJOJDJBTFQPSGSBTFPSBDJPOBMFYDMBNBUJWBJOJDJBEBQFMPQSPOPNF BEKFUJWP JOEFkOJEP gRVBOUBu Ă&#x2020; GSBTF FYDMBNBUJWB TFHVF VNB JOUFSSPHB§ªP /BT EFNBJT TFNQSF FTUÂŹ QSFTFOUF VNB JOUFSKFJ§ªP B  CSBWP D  DIFHBĂ? E  DBMVEBĂ? UDIBVĂ? F  QTJVĂ? Observação:/BPQ§ªPgEuIÂŹEVBTJOUFSKFJ§Â&#x161;FTmBRVFSFDPNFOEBTJM¤ODJPFBRVFFY pressa a despedida.

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2.11"TDMBTTFTEFQBMBWSBTOPEJTDVSTP 1. R.: Não se usou o travessão inicial; foram usados dois pontos, verbo dicendi dizer, em QSFHPVTFWFSCPOBQSJNFJSBQFTTPBOBGBMBEBDSJBO§B BTQBT 2. R.: A criança infringiu uma regra de comportamento do colégio e foi enviada à diretoria. Lá chegando, foi logo dizendo que não podia ser castigado e exigiu que lessem o Código de direito da criança. E o diretor riu muito, pois o menino só tinha sete anos. Observar que foi usada a integrante que, o verbo do discurso direto passou da primeira para a terceira pessoa; EFTBQBSFDFBQPOUVB§ªPU¡QJDBEFEJTDVSTPEJSFUPFBPSB§ªPSF TVMUBOUFJODPSQPSBTFBPQFS¡PEP 3. 3"DSJBO§BJOGSJOHJVVNBSFHSBEFDPNQPSUBNFOUPEPDPM¥HJPFGPJFOWJBEB­EJSFUPSJB Lá chegando, foi logo se defendendo: Não posso ser castigado! Leiam o Código de direito da criança! E o diretor riu muito, pois o menino só tinha sete anos. Observação: O verbo dicendi EJ[FS GPJSFUJSBEP CFNDPNPBTBTQBTBGBMBEBDSJBO§B NBOUFWFTFOBQSJNFJSBQFTTPB DPNPOPEJTDVSTPEJSFUP 4. R.: a) apelativa ou conativa – busca convencer; b) fática 0MIFBRVJÏ mCVTDBBBUFO§ªP do interlocutor; e também metalinguística QBMBWSBDPNVOJDB§ªP mFNQSFHPEPDœEJHP MJOHV¡TUJDPQBSBFYQSFTTBSPBUPNFTNPEFDPNVOJDBSTFD poéticamQSFPDVQB§ªPDPN a estética da linguagem; d) referencial ou denotativamDPNVOJDB§ªPEFGPSNBPCKFUJWB e) emotivamDPNVOJDBFNP§ªP 5. R.: Em a), emprego do verbo substitutivo fazerFNC TVCTUJUVJ§ªPQFMPTQSPOPNFTQFT soais ela e osFND TVCTUJUVJ§ªPQFMPBEW¥SCJPaliFNE TVCTUJUVJ§ªPQFMPOVNFSBM ambasFNF TVCTUJUVJ§ªPQPSFMJQTF ele (sapato). 6. 3B g*TUPu¥QSPOPNFTVCTUBOUJWPEFNPOTUSBUJWP  Q FSFGFSFTF­PSB§ªP BQPTJUJWB BQœTPTEPJTQPOUPTmDBTPEFDBU¬GPSB 4BJCBNBJTQ gFSSPuSFGFSFTF ­PSB§ªPvocê errou ao prejulgar-me DBTPEFTVCTUJUVJ§ªPEFPSB§ªPQPSOPNF 4BJCB NBJT ‹JUFN Q C g"MJu¥BEW¥SCJPQSPOPNJOBM 4BJCBNBJT –MUJNPJUFN Q  FSFGFSFTFBgSFTUBVSBOUFuD gFNqueuUFNTFPQSPOPNFSFMBUJWP  Q RVF TF SFGFSF B gDMVCFu E  gBOJNBMu SFGFSFTF B gDBWBMPu  DBTP EF IJQFS›OJNP   p. 244); e) a expressão o fezDPOTUJUVJTFEPQSPOPNFEFNPOTUSBUJWPNBJTPWFSCPTVCT titutivo fazer. 7. 3&NB FNQSFHBTFPDPOIFDJNFOUPEFNVOEPmOPDBTP$BOUPSEBT.VMUJEšFT¥QFS¡GSBTF QBSBPSFGFSFOUF0SMBOEP4JMWBFNC GPJSFJUFSBEBBJEFJBEPIJQFS›OJNPmPUFSNPHFO¥SJDP torta doce –, ao falar da torta de maçãFND SFQFUFTFPNFTNPUFSNPQBSBJOUFOTJkDBSB JEFJBFNE FYQMPSBTFBTJOPO¡NJBEFlar e casa; em e), coisa¥IJQFS›OJNPEFbrinquedo. 8. R.: uma vez que, porque a ideia é de causa. 9. 3B .VJUPTQB¡TFTEB"N¥SJDB-BUJOBWPMUBNTFQBSBN¥UPEPTFEVDBDJPOBJTJOPWBEP SFT K¬RVFBUVBMNFOUFI¬VNFNQFOIPOBCVTDBEBDIBNBEBgBWBMJB§ªPFEVDBUJWBu C 7¬SJPTDSJU¥SJPTW¤NTFOEPEFCBUJEPT QBSBRVFBBWBMJB§ªPFEVDBUJWBTFKBFOUFOEJEB DPNPJOTFSJEBFNVNQSPKFUPQPM¡UJDPQFEBHœHJDPD "DSJBUJWJEBEFEF%SVNNPOE OP poema intitulado Letras louvando Pelé, é magistral, pois o poeta brinca com as palavras como Pelé com a bola, no futebol; d) Se você encarar de pronto os problemas encontra SOLUÇÃO COMENTADA DOS EXERCÍCIOS

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EPT kDBSÂŹNBJTGÂŹDJMBTPMV§ªPEFMFTF &NCPSBOÂŞPQBSF§B FMBFTUÂŹTFNQSFEFCFN com a vida. 10. 3m.BSJBFTUÂŹDIFHBOEP7PD¤WBJSFDFC¤MB m/ÂŞPRVFSPFODPOUSÂŹMB7PVQBSBPNFV RVBSUPm&TUÂŹCFN4FWPD¤OÂŞPRVFSFODPOUSÂŹMB WPVSFDFC¤MB 11. 3B E m$C D F m% 12. 3C /PDBTP EJ[TFRVFPTVKFJUPKPHBCFNPGVUFCPM NBTOÂŞPUFNBRVBMJEBEFNÂŹYJNB de um jogador, como ĂŠ o caso do Neymar. 13. R.: a), b), d) metonĂ­mia (emprego do nome do autor pela obra em a; do concreto bandeira pelo abstrato pĂĄtria em b; do continente copoQFMPDPOUFÂ&#x2013;EPsuco, em d); c) sinĂŠdoque (emprego do gĂŞnero mortais pela espĂŠcie homens); e) metĂĄfora (emprego do substantivo concreto cocadinha pelo abstrato cuidados). 14. R.: a) No caso, bebi foi o suco mesmo; emprego denotativo do termo. Nos demais temos DPOPUB§ªPC QPSDFMBOBmNBUÂĽSJBEBWBTJMIBQPSFMBD USBCBMIPmDBVTBQFMPFGFJUPE  DIBNQBHOFmDJEBEFDPOIFDJEBQPSFTTBCFCJEBQFMBQSÂ&#x153;QSJBCFCJEB WJOIP F #SBTJMm nome do paĂ­s pelo povo (brasileiros). 15. R.: a), b) e d) â&#x20AC;&#x201C; (AL); c) e e) â&#x20AC;&#x201C; AS. ObservaçãoFNC UFNPTBSFQFUJ§ªPEFDPOTPBOUFTIPNPSHÂŤOJDBTLmH CmQ  UmE 16. R.: a) pleonasmo; b) e d) assĂ­ndeto; c) anacoluto; e) polissĂ­ndeto. 17. R.: a) elipse da forma verbal temUBNCÂĽN[FVHNB QPSTFUSBUBSEFWFSCPC TJMFQTF QPJT BDPODPSEÂŤODJBTFGB[JEFPMPHJDBNFOUFDPNBQSJNFJSBQFTTPBEPQMVSBM DPOTJEFSBOEP que um dos falantes ĂŠ aluno(a); c) hipĂŠrbato ou inversĂŁo da ordem direta As margens plĂĄcidas do (rio) Ipiranga ouviramE [FVHNBF TJMFQTFEFQFTTPB 18. 3B HSBEB§ªPBTDFOEFOUFPVDMÂĄNBYC FF QBSBEPYPD BOÂŹGPSBE BOUÂĄUFTF 19. 3B FF QFSTPOJkDB§ªPC JSPOJBD FVGFNJTNPE IJQÂĽSCPMF 20. 3B  % C  %& D  / E  %" F  *  21. R.: a) e e) provĂŠrbio; b) lista de compras; c) telefonema; d) conversa pelo computador. 22. R.: a) pressuposto: EstĂĄ frio em Itaipava; subentendido: frio pede agasalho; b) pressu posto: Estrada com curva ĂŠ melhor ser frequentada sem chuva; subentendido: chuva aumenta perigo da estrada com curva. c) pressuposto: Mosquito sĂł entra em aberturas; TVCFOUFOEJEP2VFNOÂŞPRVFSRVFPNPTRVJUPFOUSFFNTVBCPDB RVFBNBOUFOIB GFDIBEB E  QSFTTVQPTUP5PSOBSTF QPMÂĄUJDP ÂĽ UPSOBSTF EFTPOFTUP TVCFOUFOEJEP 0T polĂ­ticos da terra em questĂŁo sĂŁo desonestos; e) pressuposto: IncidĂŞncia constante de ÂŹHVBEFTUSÂ&#x153;JBUÂĽEVSF[BEBQFESBTVCFOUFOEJEP7BMFBQFSTJTU¤ODJB 23. 3&NB FTUÂŹTVCFOUFOEJEPRVFBBNCJ§ªPEFTNFEJEBHFSBMNFOUFÂĽGBUPSOFHBUJWPFNC  o pressuposto ĂŠ que deixar de fumar vĂĄ aliviar o pulmĂŁo, ĂłrgĂŁo muito prejudicado pelo fumo; FND PTVCFOUFOEJEPÂĽRVFDPOTFHVJSQBTTFQBSBÂ&#x203A;OJCVTUSBHBBMFHSJBFNE PQSFTTVQPTUP ÂĽRVFPSBQB[UFOIBTFDBTBEPDPNVNBNVMIFS EBÂĄDJUB§ªPEBQSPkTTÂŞPEFMBOPGFNJOJOP FNF PTVCFOUFOEJEPÂĽRVFBEJTUSJCVJ§ªPEFMVHBSFTWÂŹCFOFkDJBSPTQSJNFJSPTBDIFHBS 24. R.: a) e d) IL â&#x20AC;&#x201C; incoerĂŞncias no emprego das formas verbais; b), c) e e) IC â&#x20AC;&#x201C; incoerĂŞncia pelo conhecimento de mundo.  |

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25. 3"QBSFOUFNFOUF OยชPIยฌSFMBยงยชPEFDBVTBFFGFJUPFOUSFPTEPJTGBUPTBQSFTFOUBEPT  DPNPEFWFSJBJOEJDBSPVTPEBDPOKVOยงยชP porque.BTBTJUVBยงยชPFNRVFPUFYUPFTUยฌ JOTFSJEP PDPOIFDJNFOUPDPNVNFOUSFPTGBMBOUFTQPEFUPSOยฌMPDPFSFOUFTFPFNJTTPS EBNFOTBHFNยฅBMHVยฅNRVFHPTUBNVJUPEBQFTTPBDPNRVFNFTUยฌGBMBOEP BSFMBยงยชP se estabelece. 26. R.: O humor (humor negro) da piada reside num subentendido (2.11.8, p. 256): o conhe cimento do choque do aviรฃo sequestrado por suicidas รกrabes contra as torres gรชmeas do 8PSME5SBEF$FOUFS EJBEFTFUFNCSPEF"TTJNTFOEP #JO-BEFODIFHBSEFBWJยชP poderia ser outro ataque suicida. 27. R.: a) oralidade, informal; b) e c) oralidade, formal; d) e e) escrita formal. 28. 30QSJNFJSPWFSTPยฅEF(%JBT g$BOยงยชPEPFYยกMJPu FEFTDSFWFFTUBUFSSB BQSJODยกQJP  uma bela terra com palmeiras (parรกfrase "EFUVSQBยงยชPEPTFHVOEPWFSTPKยฌQSFQBSB QBSBBMHPBQSJODยกQJPPWFSTPEF(%ยฅEFUVSQBEPFGBMBEPTBCJยฌRVFDBOUBFFODBOUB BTFHVJSQBSPEJBTFPgDBOUPuEPTQPMยกUJDPT RVFBRVJOยชPFODBOUBNNBJT PVUSPSBUJ WFNPTCPOTQPMยกUJDPT 1SFNJยฌMPTQFMBEFMBยงยชPQSFNJBEB QBSยœEJB DSยกUJDBยญTOPUยกDJBT DPOTUBOUFTEPTKPSOBJTOFTUF RVFNIยฌEF 1PJTOFNkDBNOBQSJTยชPร&EFJYBNB conta para o povo.

2VFTUย›FTEP&/&.FEF7FTUJCVMBSFT 1. R.: e). Comentรกrio: A conjunรงรฃo coordenativa adversativa (item 2.8.1, p. 216) mas na 4ยช linha do texto liga perรญodos opositivos e equivale a porรฉm QPSUVEPJTTP /PkOBMEPUFYUP (massenรฃo), correlaciona (item 2.8.7, p. 225) os pronomes outras (sementes) e essas, e destaca a exclusividade (essas apenas). 2. R.: c). Comentรกrio:"RVFTUยชPFYFNQMJkDBPFNQSFHPEPTVCTUBOUJWPOPmodo de organizaรงรฃo descritivo JUFN Q 1BSBEFTDSFWFSBTJUVBยงยชPHFPHSยฌkDBEBDJEBEFEP3JPEF+BOFJSPDPNP SFHJยชPQPMBSJ[BEB PBVUPSOPNFPVWยฌSJBTDJEBEFTMJHBEBTBP3JP$BSBDUFSยกTUJDBTEBEFTDSJยงยชP aqui presentes: ausรชncia de encadeamento lรณgico de raciocรญnio, verbo no presente, ausรชncia EFWFSCPEFBยงยชP QSFTFOยงBEFTVCTUBOUJWPTOBDBSBDUFSJ[BยงยชPEPTFMFNFOUPTEFTDSJUPT 3. R.: d). Comentรกrio: O texto รฉ uma EJTTFSUBยงยชP sem ponto de vista expresso do autor (item 2.11.6, Q "RVJTFOPUJDJBBJOTUBMBยงยชPEBQMBUBGPSNBQFUSPMยกGFSBFNยฌHVBTEP.BSEB$IJOB .FSJEJPOBM"TPQยงยšFTJOJDJBNTFDPNTVCTUBOUJWPTBCTUSBUPT  Q RVFTJOUFUJ[BN BยงยšFT$VNQSFPCTFSWBSBJOEBPFNQSFHPEPWFSCPgQSFUFOEFSu Pequim pretendeu ... demonstrar ...), um BVYJMJBSEFNPEBMJ[BยงยชPRVFJOEJDBEFTFKPPVWPMJยงยชP JUFN Q  QBSBFTDMBSFDFSPGPDPEBBยงยชPDIJOFTB 4. R.: e). Comentรกrio: A funรงรฃo da linguagem (2.11.2, p. 241) predominante รฉ a referencial, pois se trata de um texto informativo, cuja base รฉ a linguagem denotativa. SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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5. R.: c). Comentรกrio: O autor emprega vรกrios adjetivos (item 2.3, p. 146) na busca do melhor termo para expressar seu sentimento. O excesso de adjetivos para um mesmo substantivo nem sempre รฉ um recurso aconselhรกvel, a nรฃo ser, como neste caso, quando bem explorado: โ€œdemonstrarโ€ a busca do termo exato. 6. R.: a). Comentรกrio: Antรญtese รฉ a kHVSBEFMJOHVBHFN (item 2.11.5, p. 248) em que se aproximam mOPNFTNPTJOUBHNB OBNFTNBGSBTFmUFSNPTEFTFOUJEPTPQPTUPT"RVJPQยšFNTF "NBSJMEP PRVFEFTBQBSFDFVEBTWJTUBT B$MยฌVEJB BRVFTBMUBยญWJTUB /ยชPDPOGVOEJS antรญtese com paradoxo. 7. R.: b). Comentรกrio: A metรกfora JUFN Q JNQPSUBOUFSFDVSTPOBDPNVOJDBยงยชP DPOTJTUF no emprego do substantivo concreto (poste abandonado QBSBDBSBDUFSJ[BSPTVCTUBOUJWP abstrato (o estado emocional do poeta). 8. R.: d). Comentรกrio: %FOPNJOBTFsinestesia  Q BFTTBBTTPDJBยงยชPEFEPJTTFOUJEPT EF QFSDFQยงยชP IVNBOB  OB NFUยฌGPSB 0 UยกUVMP EP QPFNB SFย–OF EPJT TFOUJEPTaudiรงรฃo (canรงรฃo) + visรฃo (ver). 9. R.: d). Comentรกrio: O diminutivo 4BJCBNBJT JUFN Q GPJFNQSFHBEPDPNPJOUFOTJkDBEPS EBDPS&RVJWBMFBVNBEWยฅSCJPEFJOUFOTJEBEF muito verde). 10. R.: d). Comentรกrio: Alรฉm de empregar o pronome de primeira pessoa do plural nรณs, o autor emprega tambรฉm, no mesmo poema, a gente (Saiba mais, p. 163) em lugar do pronome nรณs (O mesmo poste de quando a gente brincava de pique). 11. R.: b). Comentรกrio: 'BMBTF EF EVBT funรงรตes da linguagem (2.11.2, p. 241): a referencial ou EFOPUBUJWB DPNVOJDBยงยชPPCKFUJWBEFBMHP TFNDPNFOUยฌSJPTQFTTPBJT FBDPOBUJWBPV BQFMBUJWB DPNVOJDBยงยชPFNRVFTFCVTDBDPOWFODFSPPVUSP  12. Sugestรตes de resposta aos itens a e b: B g2VBOEPyangBUJOHFTFVDMยกNBY SFUJSBTFFNGBWPSEPyin; (e) quando o yin atinge TFVDMยกNBY SFUJSBTFFNGBWPSEPyangโ€. Comentรกrio: %FWJEPBVNNBVFNQSFHPEPgerรบndioFNGSBTFTRVFFYQSFTTBNBยงยšFTOP GVUVSP ย‹ JUFN 4BJCB NBJT  Q   Iยฌ RVFN FWJUF FNQSFHยฌMP  EF VN NPEP HFSBM Isso explica a proposta do exercรญcio. C  " JOUFSBยงยชP EJOยซNJDB EFTTFT EPJT QPMPT BSRVFUยกQJDPT  OB DPODFQยงยชP DIJOFTB  HFSBUPEBTBTNBOJGFTUBยงยšFTEPtao.โ€ $PNFOUยฌSJP"QSPQPTUBEBRVFTUยชPยฅUSBOTGPSNBSPQFSยกPEPDPNWFSCPOBWP[QBTTJWBFN QFSยกPEPDPNWFSCPOBWP[BUJWB FTUFJOJDJBEP FOUยชP DPNPBHFOUFEBBยงยชP1FMBMFJUVSB de Vozes do verbo JUFN Q WPDยคFOUFOEFSยฌDPNPBBMUFSBยงยชPEBWP[EPWFSCP PDBTJPOBPVUSBTNPEJkDBยงยšFTTJOUยฌUJDBT  |

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13. 3JOJOUFSSVQUB ย–MUJNBMJOIBEPUFYUP  Comentรกrio: 0QSFkYPin-OFTUFUFYUPJOEJDBOFHBยงยชPPVQSJWBยงยชPEFBMHPininterrupta = sem interrupรงรฃo; incessante = sem cessar. Pode indicar tambรฉm movimento para dentro (induzir), que nรฃo รฉ o caso. Nรฃo confundir com introduรงรฃo FNRVFPQSFkYPยฅintro-. Formaรงรฃo de palavras  Q QPSQSFkYBยงยชP 14. R.: c). Comentรกrio: No modo de organizaรงรฃo textual, ou tipologia textual  Q DMBTTJk DBNTFPTUFYUPTQFMPTTFVTBTQFDUPTMFYJDBJTFTJOUยฌUJDPT CFNDPNPQFMBTSFMBยงยšFTMยœHJDBT OBTVBFTUSVUVSBยงยชP%FGBUPยฅOBOBSSBUJWBRVFIยฌQSPHSFTTยชPEFBยงยšFTOPUFNQP BUSJCVยก das aos personagens, naturalmente com importรขncia no emprego dos modos e tempos. "PQยงยชPE GBMBEFUFYUPinjuntivo, (2.11.6, p. 254) aquele que objetiva instruir (ex.: bula de remรฉdio). 15. R.: d). Comentรกrio: O vocรกbulo sรณ estรก na lista de palavras denotativas (2.5.3, p. 184), aquelas RVF NPEJkDBN  FTQFDJBMNFOUF  TVCTUBOUJWPT F QSPOPNFT /P DBTP FN RVFTUยชP  P sรณ NPEJkDBUPEBBPSBยงยชPFFRVJWBMFBBEWยฅSCJP 16. R.: b). Comentรกrio: A expressรฃo comparativa seria como JOJDJBBDPOTUSVยงยชPEBkHVSBEFMJOHVBHFN EBDPNQBSBยงยชP  Q DPNQBSBNTFEPJTUFSNPT DPNCBTFOBTFNFMIBOยงBFOUSF FMFT OPDBTP PEFTFKPEBTFEVยงยชPRVFBDPNFUFBOBNPSBEBRVFWBJFODPOUSBSPOBNPSBEP 17. R.: a). Comentรกrio:0TTJOย›OJNPTOยชPTยชPFYBUPTOBTJHOJkDBยงยชPVNTJOย›OJNPBQSFTFOUBVNB VOJEBEFEFTJHOJkDBยงยชPBNBJTEPRVFPVUSP"TTJN FOUSFver e espiar IยฌVNBTJHOJkDBยงยชP de malรญcia no segundo (ex.: espiar pelo buraco da fechadura *TTPKVTUJkDBBCVTDBQFMB QBMBWSBFYBUBOPTDPOUFYUPTEFOPTTBSFEBยงยชP/PDBTP FYJTUFFNgorjeioBQSFPDVQBยงยชP DPNBTFEVยงยชP JOFYJTUFOUFFNcanto. 18. R.: c). Comentรกrio: O pronome isso รฉ um mecanismo de coesรฃo referencial (2.11.3, p. 242): remete ao que jรก foi dito no verso da linha 4. 19. R.: c). Comentรกrio: Na formaรงรฃo de palavras   Q   GBMBTF EB DPNQPTJยงยชP  FN RVF QBSUJDJQBNQSFQPOEFSBOUFNFOUFSBEJDBJTHSFHPTFSBEJDBJTMBUJOPT0SBEJDBMHSFHPdromo JOEJDBVNBEJSFยงยชPJOFYJTUFOUF DPSSFSQBSBGSFOUF OPTJHOJkDBEPEPUFSNPsambรณdromo. "GPSNBยงยชPsamba dromoFYQMJDBTFBOUFTQPSBOBMPHJTNP BPVUSBTGPSNBยงยšFT EP RVFQFMPTJHOJkDBEPEPSBEJDBMHSFHP 20. R: e). Comentรกrio: A MJOHVBHFNkHVSBEB  Q ยฅJNQPSUBOUFSFDVSTPOBDPNVOJDBยงยชP 4VCTUBOUJWPT BEKFUJWPT WFSCPTQPEFNTFSFNQSFHBEPTNFUBGPSJDBNFOUF OBDPOPUBยงยชP .BSHBSJEB#BTยกMJPg0QSJODยกQJPEBBOBMPHJBOBDPOTUJUVJยงยชPEPMยฅYJDPSFHSBTTยชPDMJDIยคTMFYJDBJTu*O6'+' Veredas WPM*mO Q EJTDVUFFTTBQPTTJCJMJEBEFEFGPSNBยงยšFTBOBMยœHJDBT VNDBTPFYDFQDJPOBMEF GPSNBยงยชPEFOPWBTQBMBWSBTQPSDPNQPTJยงยชP SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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21. R: d). ComentĂĄrio:5SBUBTFEFVNBpreposição como elo sintĂĄtico (2.9.3, p. 231), ou seja, ela nĂŁo FYQSFTTBTJHOJkDBEPT BQFOBTBDPNQBOIBDPNQMFNFOUP OPDBTP DPNQMFNFOUPOPNJOBM  22. R.: d). ComentĂĄrio: °OJDBPQ§ªPDPSSFUBÂĽBRVFGBMBEPconectivo concessivo: mesmoainda que, embora (2.8.2, p. 218). Os demais conectivos, independentemente de serem co ordenativos ou subordinativos, indicam: concomitância de tempo (enquanto), causa (por causa de PQPTJ§ªP no entanto), tempo (apĂłs). 23. R.: a). ComentĂĄrio:$BTPEBkHVSBEFMJOHVBHFN  Q JOUJUVMBEBsilepse â&#x20AC;&#x201C; concordância RVFTFGB[BOUFTDPNBJEFJBRVFTFEFTFKBEFTUBDBSRVFDPNPUFSNPHSBNBUJDBMFYQSFTTP na frase: a forma verbal acreditamos concorda com a ideia do sujeito nĂłs, em lugar de concordar com o termo expresso todos. 24. R.: d). ComentĂĄrio: Aforismo ĂŠ um gĂŞnero textual (Saiba mais apĂłs 2.11.7, p. 255) em que se USBEV[ FNQPVDBTQBMBWSBT VNQSFDFJUPNPSBM VNDPOIFDJNFOUPQSÂŹUJDP 25. R.: a). ComentĂĄrio:"TPQ§Â&#x161;FTUSBCBMIBNDPNpronomes demonstrativos (isso, essa â&#x20AC;&#x201C; 2.4.15, p. 172) e JOEFkOJEPT (alguns â&#x20AC;&#x201C; 2.4.18, p. 176), alĂŠm do advĂŠrbio pronominal de modo (assimmJUFNÂ&#x2039;4BJCBNBJT Q 5PEPTTVCTUJUVFNTVCTUBOUJWPT 26. R.: e). ComentĂĄrio:5BOUP/FSPEFkUBEFDJOFNB (l. 5), quanto anticristo da rua (l. 2) compreendem a kHVSBEFMJOHVBHFN dita metĂĄfora (2.11.5, p. 248) para o mesmo substantivo, o menino vizinho do autor&TJOÂ&#x203A;OJNBT QPJTBNCBTUSBOTNJUFNBJEFJBEFBMHVÂĽNBCPNJOÂŹWFM 27. R.: a). ComentĂĄrio:"TPQ§Â&#x161;FTTFDPOTUSPFNDPNadjetivos (2.3, p. 146), formados a partir de TVCTUBOUJWPBRVFTFBDSFTDFNUFSNJOB§Â&#x161;FTicoFĂłrio. Os adjetivos estabelecem um modo de ser  Q EPTVCTUBOUJWPRVFNPEJkDBN 28. R.: e). ComentĂĄrio:"SFTQPTUBCBTFJBTFOBDPNQSFFOTÂŞPEPgerĂşndio (2.1.7, p. 104): nĂŁo estĂĄ DPSSFUB QPSRVFPHFSÂ&#x2013;OEJPJOEJDBQSPDFTTPWFSCBMFNBOEBNFOUPFNUPEPTPTDBTPT 29. R.: c). ComentĂĄrio:"TPQ§Â&#x161;FTCBTFJBNTFOPDPOIFDJNFOUPEPTSFDVSTPTFODPOUSBEPTOBDPN QPTJ§ªPEFVNUFYUPinteração com o leitor (Sim, amigos: â&#x20AC;&#x201C; cada nome feio que a vida extrai de nĂłs ĂŠ um estĂ­mulo vital irresistĂ­vel); discurso direto e indireto (2.11.1, p. 239), intertextualidade (2.11.11, p. 260), ou seja, aparece no texto parte ou totalidade de outro texto (â&#x20AC;&#x153;NĂŁo brinca com Fulano, que ele diz nome feio!â&#x20AC;?), mistura de gĂŞneros na crĂ´nica sobre futebol misturada ao lirismoEBTTVBTMFNCSBO§BT 30. R.: e). ComentĂĄrio: Os gĂŞneros textuais  Q DBSBDUFSJ[BNTFQFMPPCKFUJWPEPBVUPSBP FMBCPSBSPUFYUP/PDBTP %SVNNPOEFTDSFWFVNBDSÂ&#x203A;OJDBFTQPSUJWB OPFTUJMPEF)PNFSP   |

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ou seja, como se fosse uma epopeia (2.11.9, Saiba mais, p. 258) futebolística, em que OªPGBMUBNDPNQBSB§šFTFNFU¬GPSBTGBOUBTJPTBTRVFMFNCSBNVNBFQPQFJB pés ligeiros, semelhante à chama, fera catadura, couro inquieto, aladas plantas). R.: a). Comentário: Estilo épico  Q QFMBTDPNQBSB§šFTGBOUBTJPTBT kHVSBTEFMJOHVBHFN EJWFSTJkDBEBT NFUPO¡NJBFQFSTPOJkDB§ªPFNcouro inquietoQFSTPOJkDB§ªPFNtarde de olhos radiososFNVJUPTPVUSPTFYFNQMPT OBFMBCPSB§ªPEBHSBOEJMPRV¤ODJBEPFTUJMP R.: c). Comentário: em couro inquieto, temos exemplo da kHVSBEFMJOHVBHFN (2.11.5, p. 248) denominada metonímia (emprego de matéria pelo objeto – o couro pela bola de futebol) FFYFNQMPEFQFSTPOJkDB§ªP BEKFUJWPBOJNBEPinquieto QBSBRVBMJkDBSTFSJOBOJNBEP  R.: d). Comentário: Publicidade e propaganda são gêneros de texto (2.11.7, p. 255) em que há CVTDBEFDPOWFODJNFOUPBEJGFSFO§BC¬TJDBFOUSFFMBTSFTJEFOPGBUPEFBQVCMJDJEBEF WJTBS­WFOEBEFVNQSPEVUP QSFPDVQB§ªPJOFYJTUFOUFOBQSPQBHBOEB R.: c). Comentário: Na tipologia textual  Q EJTUJOHVFNTFEPJTUJQPTEFUFYUPEJT TFSUBUJWPPNFSBNFOUFFYQPTJUJWP TFNBSHVNFOUB§ªPPEJTTFSUBUJWPBSHVNFOUBUJWP FN RVFI¬BQSFPDVQB§ªPEFDPOWFODFS0UFYUPFNRVFTUªPEJTTFSUBPSBTPCSFBQSPQBHBOEB  ora sobre a publicidade. Não busca convencer o leitor a optar por uma, ou por outra. R.: e). Comentário: A conjunção subordinativa embora¥DPODFTTJWB  Q JOJDJBPSB§ªP FNRVFTFGB[VNBSFTTBMWBBPRVFGPJEJUP1PEFTFSTVCTUJUV¡EBQPSainda que, conquanto. R.: b). Comentário: No poema temos dois exemplos de formação de palavras (2.2.3, p. 123) por EFSJWB¨«PTVkYBM: cavalinhos e cavalões. /FMBTTFPQšFNPTTVkYPTEJNJOVUJWPFBVNFO tativo, respectivamente. R.: d). Comentário: Estamos trabalhando com lFY«PEFO–NFSPEFBEKFUJWPT maior segue regra de substantivos em -r, em 2.2.13, p. 134), substantivo em -ão (2.2.15, item b, p. 137 – plural em -ãos) e adjetivo terminado em -o, derivado de forma nominal de verbo, que segue a SFHSBHFSBMEFGPSNB§ªPEFQMVSBM  Q  R.: c). Comentário: Sentido conotativo (2.11.4, p. 248) ¦PTFOUJEPkHVSBEPEPUFSNP. R: d) . Comentário: A norma culta recomenda que se diga “... apesar de o país ...”, já que somente QPEFNPTDPNCJOBSBSUJHPFQSFQPTJ§ªP  Q RVBOEPPTVCTUBOUJWPNPEJkDBEP QFMPBSUJHPOªPFYFS§BBGVO§ªPEFTVKFJUP R: a). Comentário:6NEPTFNQSFHPTEPWFSCPgIBWFSu  ¥DPNPWFSCPJNQFTTPBM TJO›OJNP EFFYJTUJS DPNBEJGFSFO§BEFTFSPFYJTUJSVNWFSCPQFTTPBM DPOKVHBTFFNUPEBTBTQFTTPBT  SOLUÇÃO COMENTADA DOS EXERCÍCIOS

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3 SINTAXE

3.1.FDBOJTNPTEFFTUSVUVSB¨PTJOU­UJDBDPPSEFOB¨PFTVCPSEJOB¨P 1. R.:&NB BTEVBTPSB§Â&#x161;FTBQSFTFOUBNFTUSVUVSBDPNQMFUBFTÂŞP FOUÂŞP JOEFQFOEFOUFTFN C BTFHVOEBPSB§ªPporque seu estilo ĂŠ eclĂŠtico ĂŠ adjunto adverbial da primeira e, portanto, IÂŹEFQFOE¤ODJBTJOUÂŹUJDBFOUSFFMBTFND BTFHVOEBPSB§ªPque o plano do governo nĂŁo darĂĄ certo ĂŠ objeto direto da primeira e aĂ­ tambĂŠm hĂĄ dependĂŞncia sintĂĄtica entre elas; em d), BTPSB§Â&#x161;FTde que choverĂĄ amanhĂŁ e nĂŁo haverĂĄ praia sĂŁo independentes entre si, pois nĂŁo FYFSDFNGVO§ªPVNBOBPVUSB NBTBNCBTTÂŞPEFQFOEFOUFTEBQSJNFJSBA previsĂŁo parece provĂĄvel EBRVBMTÂŞPDPNQMFNFOUPTOPNJOBJTFNF BPSB§ªPque correm ĂŠ adjunto adnomi nal de diasF QPSUBOUP NBOUÂĽNVNBSFMB§ªPEFEFQFOE¤ODJBTJOUÂŹUJDBDPNBQSJNFJSBPSB§ªP 2. R.:a) ao substantivo necessidade RVFBPSB§ªPDPNQMFNFOUBC ­GPSNBWFSCBMsabemos, EBRVBMÂĽTFVPCKFUPEJSFUPD ­GPSNBWFSCBMexplicou EFNPEPBJOEJDBSBTVBkOBMJEBEF d) ao substantivo certo RVFGVODJPOBDPNPOÂ&#x2013;DMFPEPTVKFJUPEBPSB§ªPQSJODJQBMF BP adjetivo certo QSFEJDBUJWPEPTVKFJUPFYQSFTTPQFMBPSB§ªPQSJODJQBM 3. R.:a) TeotĂ´nio e MarcosTÂŞPOÂ&#x2013;DMFPTEPTVKFJUPC positiva e agradĂĄvelTÂŞPOÂ&#x2013;DMFPTEP predicativo do sujeito; c) em sapatos novos e bonitos, os adjetivos novos e bonitos sĂŁo adjuntos adnominais de sapatos; d) Ă tarde e Ă  noite sĂŁo adjuntos adverbiais de tempo; e) bonita e arroganteTÂŞPOÂ&#x2013;DMFPTEPQSFEJDBUJWP DPPSEFOBEPTQFMBDPOKVO§ªPMAS. Em todos os itens, os termos referidos estĂŁo coordenados um ao outro e formam uma sequĂŞncia. 4. 3/PQMBOPEBPSB§ªP DBEBPSB§ªPDPPSEFOBEBUFNTFVTQSÂ&#x153;QSJPTUFSNPTF BTTJN OÂŞP BQSFTFOUBDPOTUJUVJOUFFYQSFTTPQPSPVUSBPSB§ªP0Â&#x2013;OJDPDBTPFNRVFUBMOÂŞPBDPOUFDFV ĂŠ o do item d FNRVFBTFHVOEBPSB§ªPÂĽTVKFJUPEBQSJNFJSBF QPSUBOUP ÂĽUFSNPEFMB 5. R.: a) exercĂ­cio ĂŠ subordinante, um e interessante sĂŁo subordinados; b) traje ĂŠ subordinante, da festaÂĽVNBMPDV§ªPBEKFUJWB ÂĽUFSNPTVCPSEJOBEPo tambĂŠm ĂŠ subordinado; c) blusas ĂŠ subordinante e aquelas, duas, amarelas sĂŁo termos subordinados ao substantivo como seus adjuntos adnominais; d) escrever ĂŠ subordinante, um romance atraente ĂŠ subordinado ao verbo, como seu objeto direto; em um romance atraente, romance ĂŠ subordinante e um e atraente sĂŁo subordinados ao substantivo como seus adjuntos adnominais; e) resuma ĂŠ o subordinante e o capĂ­tulo ĂŠ subordinado ao verbo como seu objeto direto. Em a), b), D PTUFSNPTEFTUBDBEPTTÂŞP4/TÂ&#x2020;TJOUBHNBTOPNJOBJTFNF 47Â&#x2020;TJOUBHNBWFSCBM FNE IÂŹ4/Â&#x2020;TJOUBHNBOPNJOBMF47Â&#x2020;TJOUBHNBWFSCBM 6. 3&NB E FF BTPSB§Â&#x161;FTFTUÂŞPFODBEFBEBTQFMPTFOUJEP NBTNBOU¤NTVBJOEFQFO E¤ODJBTJOUÂŹUJDB VNBWF[RVFBQSFTFOUBNFTUSVUVSBTDPNQMFUBT&NC FD BTJOGPSNB§Â&#x161;FT QSJODJQBJTFTUÂŞPDPOUJEBT SFTQFDUJWBNFOUF OBTPSB§Â&#x161;FTgBQPQVMB§ªPOÂŞPkDPVFTDMBSF DJEBuFgBNJOJTUSBFYQMJDPVPOPWPQMBOPFDPOÂ&#x203A;NJDPu ­TRVBJTBTPVUSBTEVBTPSB§Â&#x161;FT FTUÂŞPTVCPSEJOBEBT OVNBSFMB§ªPEFIJFSBSRVJBTJOUÂŹUJDB QPJTFYFSDFNBTGVO§Â&#x161;FTEF BEKVOUPTBEWFSCJBJTFNSFMB§ªPBPTWFSCPTEBTPSB§Â&#x161;FTQSJODJQBJT 7. R.: As respostas sĂŁo livres; seguem sugestĂľes: a) ...quando ela o conheceu. b) ...sem que PHPWFSOPMIFTQBHVFD Ă&#x2020;NFEJEBRVFBQSPGVOEPNJOIBTMFJUVSBTE 0BQBSUBNFOUPRVF comprei... e) Para cada assinatura que vocĂŞ comprar...  |

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8. 3"TSFTQPTUBTTยชPMJWSFTTFHVFNTVHFTUยšFTB USFJOBEPTFDMBTTJkDBEPTC EFFMJUFF FNCPBGPSNBD RVFDPOTFHVJSFNQBUSPDยกOJPF RVF TFDMBTTJkDBSFNOBTQSPWBTFMJNJOB tรณrias; d) que trabalham em casa e (que) diminuem os deslocamentos; e) quando adotam NPEFMPTlFYยกWFJTEFUSBCBMIPF RVBOEP QFSNBOFDFNNFOPTUFNQPOPTFTDSJUยœSJPT

3.20SBยจย›FTDPPSEFOBEBT 1. 3E "TUSยคTPSBยงยšFTTยชPDPPSEFOBEBT EVBTBTTJOEยฅUJDBTFVNBTJOEยฅUJDBBEJUJWB 2. 3&TUยชPDPPSEFOBEBTBTPSBยงยšFT<respeitar o ambiente] [e ser lucrativo], [crescer] [e ser ambiental e socialmente respeitรกvel]. 3. R.: b). 4. R.: a). Em I, ambas sรฃo assindรฉticas; em II, as duas primeiras sรฃo assindรฉticas e a terceira, sindรฉtica; em III, ambas sรฃo sindรฉticas. 5. 3D &NB PQFSยกPEPยฅTJNQMFTFNC ยฅDPNQPTUPQPSTVCPSEJOBยงยชPFND BNCBTTยชP DPPSEFOBEBTFNE IยฌDPPSEFOBยงยชPTPNFOUFOBTEVBTQSJNFJSBTPSBยงยšFTFNF BTUSยคT QSJNFJSBTPSBยงยšFTTยชPTVCPSEJOBEBTFBย–MUJNBยฅQSJODJQBM 6. 3D 0QFSยกPEPยฅTJNQMFT QPJTIยฌBQFOBTVNBPSBยงยชP 7. R.: b). A alternativa e) informa que hรก apenas 6." coordenada assindรฉtica, mas as duas sรฃo coordenadas assindรฉticas. 8. 3D "TFHVOEBPSBยงยชPKVTUJkDBBBkSNBยงยชPEBQSJNFJSB EFNPEPRVFยฅFYQMJDBUJWB FB DPOKVOยงยชPBEFRVBEBQBSBJOUSPEV[JMBยฅpois. 9. 3E "JEFJBFYQSFTTBQFMBTFHVOEBPSBยงยชPOยชPDPOUSBTUBDPNBNFOTBHFNEBQSJNFJSB  KVTUJkDBBPVTFSWFMIFDPNPBMUFSOBUJWBFMBJOEJDBPTFVSFTVMUBEP 10. 3D /PTEPJTQFSยกPEPTOยชPIยฌJOTUSVNFOUPTDPSSFMBUJWPTQBSBBSUJDVMBSBTPSBยงยšFT 11. R.: c). Comentรกrio: 0QFSยกPEPยฅGPSNBEPQPSDPPSEFOBยงยชPFTVCPSEJOBยงยชP"TPSBยงยšFT<RVFDJ EBEยชPTEPNVOEPJOUFJSPTยชPJOUPMFSBOUFTDPNBDPSSVQยงยชP>F<OยชPSFFMFHFN>TยชPTVCPS EJOBEBTยญPSBยงยชPQSJODJQBM "TQFTRVJTBTNPTUSBN FDPPSEFOBEBTFOUSFTJVNBWF[RVF FYFSDFNBNFTNBGVOยงยชPFNSFMBยงยชPBFMBmTยชPTFVTPCKFUPTEJSFUPT 12. 3&NB BPSBยงยชPEFTUBDBEBยฅFYQMJDBUJWBKVTUJkDBBBkSNBยงยชPRVFTFNBOJGFTUBOB QSJNFJSBFNC FD BTPSBยงยšFTEFTUBDBEBTTยชPDPODMVTJWBTFYQMJDJUBNBDPOTFRVยคODJB EPRVFTFBkSNBOBTQSJNFJSBTFNE FF BTPSBยงยšFTFNEFTUBRVFTยชPBEWFSTBUJWBT contrastam com aquelas a que se associam.

3.30SBยจย›FTTVCPSEJOBEBT 1. R.: a) Precisamos; a subordinada รฉ seu complemento; b) Medo; a subordinada รฉ seu complemento; c) Aquele sonhoBTVCPSEJOBEBยฅVNBPSBยงยชPBEKFUJWBFRVJWBMFBVN adjunto adnominal de sonho DPNWBMPSEFFYQMJDBยงยชPE Dรบvida dos policiais; a subor dinada รฉ seu predicativo; e) Importante; a subordinada รฉ sujeito. SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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2. R.: a) 26&mDPOKVO§ªPTVCPSEJOBUJWBJOUFHSBOUFC %&mQSFQPTJ§ªPD  EF 26& â&#x20AC;&#x201C; con KVO§ªP TVCPSEJOBUJWB JOUFHSBOUF E  26& â&#x20AC;&#x201C; pronome relativo; e) 26"/%0 m DPOKVO§ªP subordinativa temporal. 3. 3E QSFQPTJ§ªPJOkOJUJWP 4. 3D "PSB§ªPDPOUSBJDPNBGPSNBWFSCBMdecidimosBGVO§ªPEFPCKFUPEJSFUP MPHPUFSNP integrante da estrutura sintĂĄtica do verbo. 5. R.: a) subordinada substantiva completiva nominal; que; a impressĂŁo; b) subordinada substantiva completiva nominal; capazes; c) subordinada substantiva completiva nominal; lembranças; d) subordinada substantiva completiva nominal; que; favorĂĄvel; e) subordi nada substantiva objetiva direta; que; senti. 6. R.: a) ( 2 ); b) ( 2 ); c) ( 4 ); d) ( 6 ); e) ( 3 ) 7. R.: c). 8. R.: a) ser mais dedicado ao trabalho â&#x20AC;&#x201C; subjetiva; b) a estudar mais â&#x20AC;&#x201C; objetiva indireta; c) valo SJ[BSBFEVDB§ªPmBQPTJUJWBE DIPSBSmQSFEJDBUJWBF EFDSFSFNBMHPmDPNQMFUJWBOPNJOBM 9. 3B  13 C  46 D  46 E  46 F  46  10. R.: a) predicativa; b) subjetiva; c) predicativa; d) subjetiva; e) subjetiva. 11. R.:B "JOUFSOFUQSPQJDJBBQSFTFO§BTJNVMUÂŤOFBFNVOJWFSTPT<RVFOÂŞPU¤NkN>C &TUFÂĽ um caso [que nĂŁo se pode solucionar]. c) Engarrafamentos [que arrasam a cidade] pioram a cada dia. d) A obviedade, [que se repete constantemente], encobre questĂľes mais sĂŠrias. e) O homem [que ĂŠ sĂĄbio] fala pouco e muito ouve. 12. R.:B &TUFÂĽP[FMBEPSSFTJEFOUF OBFTDPMB C &TUBTTÂŞPBUJUVEFTBENJSÂŹWFJTD 6TPVVN HÂŹTNPSUBME "TTJOPVVNDPOUSBUPJOEJTTPMÂ&#x2013;WFMF &NQSFHPVQBMBWSBTJNQVCMJDÂŹWFJT 13. 3B 3C &D &E 3F 3&NB E FF BTPSB§Â&#x161;FTBEKFUJWBTBVYJMJBNBJEFOUJkDB§ªP do antecedente do relativo (kMNF DPNÂŚEJB QSPGFTTPSFT). Em b) e c), elas fornecem expli DB§Â&#x161;FTTVQMFNFOUBSFTBPTFOUJEPEPBOUFDFEFOUF 14. R.: Em 13 e) Os professores cujos salĂĄrios foram aumentados voltaram ao trabalho, hĂĄ pro GFTTPSFTRVFPCUJWFSBNBVNFOUPEFTBMÂŹSJPFPTRVFOÂŞPPPCUJWFSBN"PSB§ªPBEKFUJWB JOEJDBRVFWPMUBSBNBPUSBCBMIPPTRVFUJWFSBNPTBMÂŹSJPBVNFOUBEPBPSB§ªPÂĽTVCPSEJOBEB adjetiva restritiva. Em 14, Os professores, cujos salĂĄrios foram aumentados, voltaram ao trabalho BPSB§ªPBEKFUJWBUSB[VNBFYQMJDB§ªPRVFTFBQMJDBBUPEPTPTQSPGFTTPSFTmUJWFSBN TFVTTBMÂŹSJPTBVNFOUBEPTmF BTTJN DMBTTJkDBTFDPNPTVCPSEJOBEBBEKFUJWBFYQMJDBUJWB 15. 3B 0SJP"NB[POBT RVFÂĽPNBJPSFNWPMVNFEÂŹHVBEP#SBTJM ÂĽGPOUFEFWJEBQBSBVNB JOkOJEBEFEFTFSFTC 01ÂŞPEF"§Â&#x2013;DBS RVFkDBOBDJEBEFEP3JPEF+BOFJSP ÂĽVNCFMP DBSUÂŞPQPTUBMD "QJSÂŤNJEFEF2VÂĽPQT RVFkDBOP&HJUP ÂĽBNBJTWJTJUBEBE "TQSBJBT EBTRVBJTWPD¤GBMPVPOUFNkDBNFN#Â&#x2013;[JPTF "$PQBEP.VOEPRVFNBJTNFFNPDJPOPV foi a de 1958. As frases d) e e) nĂŁo sĂŁo explicativas, portanto nĂŁo precisam de vĂ­rgula. 16. 3B 7JTJUFJPNVTFVEP-PVWSFem cujas paredes estĂŁo obras consideradas as mais im portantes da pintura no mundo. b) Sua obra poĂŠtica, a cujas origens me referi hĂĄ pouco, ĂŠ notĂĄvel. c) O presidente convocou uma reuniĂŁo cujos convidados seriam os notĂĄveis da empresa. d) A epidemia, cujasQSJODJQBJTWÂĄUJNBTGPSBNBTDSJBO§BT GPSBBOVODJBEBIÂŹEPJT BOPTF 7JTJUFJPTBMÂŞPem cujaQBSFEFFTUÂŹVNBQJOUVSBEF7BO(PHI  |

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17. 3B &TUFÂĽPQSFTJEFOUFEBOB§ªPa qual BOB§ªP PVo qual (o presidente)... b) Os focos de dengue do depĂłsito o qual (o depĂłsito) ou os quais PTGPDPTEFEFOHVF D 0kMIP da coordenadora da campanha o qual PkMIP PVa qual (a coordenadora)... d) A estrela do musical o qual (o musical) ou a qual BFTUSFMB F /ÂŞPDPOIF§PPQBJEBHBSPUBo qual (o pai) ou a qual (a garota)... 18. 3B 7JTJUFJNFVUJPa quem devo meus estudos. b) O contrato que se celebrou por ques UÂ&#x161;FTEFTFHVSBO§BTFSÂŹSFTDJOEJEPD 7PD¤DPOIFDFPQSFGFJUPa quem a notĂ­cia se SFGFSF  d) A ideia foi do colunista a quem vocĂŞ admira. (ou que) e) O candidato nĂŁo aceitou as teses queEFGFOEFNPTOBÂ&#x2013;MUJNBSFVOJÂŞP 19. R.: a) em que; b) a que; c) em que; d) de que; e) a que. 20. R.: I. a) quem; b) a mulher; c) objeto direto (preposicionado) do verbo idolatrar; d) quem ÂĽFNQSFHBEPFNSFGFS¤ODJBBQFTTPBTF FTUFSFMBUJWPÂĽTFNQSFSFHJEPEFQSFQPTJ§ªPJO EFQFOEFOUFNFOUFEFTVBGVO§ªP**B cujo; b) o livro; c) adjunto adnominal; d) expressa OP§ªPEFQPTTF EF BOUFDFEFOUF F SFHFPPCKFUPJOEJSFUPEPWFSCPreferir. 21. R.: a) NĂŁo aceitara o convite porque nĂŁo vira a carta. b) Embora tenha um compromisso JNQPSUBOUF JSFJ­TVBGPSNBUVSBD /ÂŞPMIFQFSEPFJRVBOEPFMFNFQFEJVQFSEÂŞPE 5FN EFDIPWFSQBSBRVFBUFSSBTFUPSOFGÂĽSUJMF "DFJUBSFJPPGFSFDJNFOUPTFWPD¤k[FSVNB promessa. 22. R.: a) [SeOÂŞPNFUFMFGPOBS> WJBKBSFJBPBOPJUFDFS DPOEJ§ªPDPOEJDJPOBM C "QPOUFGPJDPOT truĂ­da [conformePQSFGFJUPOPTQSPNFUFV> DPOGPSNJEBEFDPOGPSNBUJWB D "QF§BGPJUÂŞP bem encenada [que todos aplaudiram os atores de pĂŠ]. (consequĂŞncia; consecutiva) d) [Quanto maisGBMBWB> NFOPTTFGB[JBFOUFOEFS QSPQPSDJPOBMJEBEFQSPQPSDJPOBM F 0T temporais este ano foram menos destrutivos [do quePTEPBOPQBTTBEP> DPNQBSB§ªP comparativa). 23. 35PEBTNBOJGFTUBNSFTVMUBEPTOÂŞPJOUFODJPOBJTEFVNBB§ªPFYQSFTTBOBPSB§ªPBRVFTF BTTPDJBN ­FYDF§ªPEBPSB§ªPEFTUBDBEBOPJUFNC FNRVFIÂŹBJOUFO§ªPEFTFBMDBO§BS VNEFUFSNJOBEPSFTVMUBEP&MBTTFDMBTTJkDBNDPNPB DPPSEFOBEBTJOEÂĽUJDBDPODMVTJWB C  TVCPSEJOBEB BEWFSCJBM kOBM D  TVCPSEJOBEB BEWFSCJBM DPOTFDVUJWB E  QSJODJQBM F  coordenada sindĂŠtica conclusiva. 24. R.: a) ...BQFTBSEFPDPSSFSFNEJkDVMEBEFT DPODFTTJWB C QPSRVFTFOUJVSBJWB DBVTBM  D RVBOEPPJOWFSOPUFSNJOBS UFNQPSBM E QBSBRVFTFPSHBOJ[BTTFBEFRVBEBNFOUF BGFTUB kOBM F DPOGPSNFPNBOVBMJOTUSVJS DPOGPSNBUJWB

25. R.: a) 4FPkOBMEPQFSÂĄPEPGPSBOUFDJQBEP, poucos alunos permanecerĂŁo na cidade. b) Como caiu um terrĂ­vel temporal, nenhum convidado chegou na hora. c) NĂŁo cancelaram o espetĂĄculo, apesar de ter faltado energia. d) Ela foi embora antes que a noite chegasse. e) Ă&#x2020; QSPQPS§ªPRVFBTIPSBTQBTTBWBN, mais angustiada se sentia com sua ausĂŞncia. a) subor dinada adverbial condicional; b) subordinada adverbial causal; c) subordinada adverbial concessiva; d) subordinada adverbial temporal; e) subordinada adverbial proporcional. 26. R.: livres. SugestĂľes: a) ...porque meus pais se opuseram. b) ...ainda que meus pais o exigissem. c) ...se obtiver ajuda. d) ...conforme o professor explicou na primeira aula. e) ...para que a guerra acabasse rapidamente. SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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5FSNPTEBPSB¨P 1. 3B VNCFMÂĄTTJNPDSFQÂ&#x2013;TDVMP/mDSFQÂ&#x2013;TDVMPC 5PEBTBTUSJOUBFEVBTTFMF§Â&#x161;FTEFGVUF CPM/mTFMF§Â&#x161;FTD 6NDPOKVOUPEFDIPSP/mDPOKVOUPE 'FTUBTBOJNBEBT/mGFTUBT e) O jornalista Fabiano; N â&#x20AC;&#x201C; jornalista. 2. R.: Nos primeiros colchetes estĂŁo os sujeitos, nos seguintes estĂŁo os predicados. B <"JOEJGFSFO§BBPBSHVNFOUPBMIFJP><ÂĽVNBFTUSBUÂĽHJBBSHVNFOUBUJWB> b) [AristĂłteles] [estabelecia as ... debates racionais.] c) [A culpa] [foi imputada ao casal ... sensacionalista] E <MJWSPTJNQPSUBOUFTTPCSFBSHVNFOUB§ªP><&TDSFWFSBNTF> e) [festas animadas e sem violĂŞncia] [Aconteceram durante a Copa do Mundo]. 3. 3B 0DB§BEPSmTVKFJUPTJNQMFTC PDB§BEPSmTVKFJUPTJNQMFTD FVmTVKFJUPTJNQMFT JEFOUJkDBEPQFMBEFTJO¤ODJBEPWFSCP E PTEPDVNFOUPTmTVKFJUPTJNQMFT PWFSCPFTUÂŹ OBWP[QBTTJWB F TVKFJUPJOEFUFSNJOBEP 4. 3&NB D FE FNQSFHBTFPWFSCPOBÂ&#x2C6;QFTTPBEPQMVSBMFNC FF PWFSCPÂĽlFYJP nado na 3ÂŞ do singular + pronome SE ÂĄOEJDFEFJOEFUFSNJOB§ªPEPTVKFJUP  5. 3B BPSB§ªPOÂŞPUFNTVKFJUPC PWFSCPÂĽJNQFTTPBMQPSRVFOÂŞPGB[SFGFS¤ODJBBTVKFJUP c) duas: a mĂŁe judia e a mĂŁe italiana; d) existir; e) â&#x20AC;&#x153;a mĂŁe judia e a mĂŁe italianaâ&#x20AC;?, que FTQFDJkDBNBTNÂŞFTRVFFYJTUFNEFWFSEBEF 6. 3B 5SBUBTFC GBSÂŹD OFWBE GB[F TÂŞP 7. R.: a) Houve; b) haviam; c) havia; d) haverĂĄ; e) havia. Em b PWFSCPÂĽBVYJMJBSFTFlFYJPOB OBTEFNBJTPQ§Â&#x161;FT PWFSCPhaverÂĽJNQFTTPBM BPSB§ªPOÂŞPUFNTVKFJUP 8. 3B  1/ C  17/ D  17/ E  1/ F  17  9. R.: a) feliz â&#x20AC;&#x201C; predicativo do sujeito; b) como o melhor da Copa â&#x20AC;&#x201C; predicativo do objeto; c) cansados â&#x20AC;&#x201C; predicativo do sujeito; d) empatado â&#x20AC;&#x201C; predicativo do sujeito; e) nĂŁo apre senta predicativo. 10. 3B 1/C 17D 17E 1/F 17 11. R.: c). Em a), ĂŠ verbo auxiliar; em b), d) e e), o verbo acabar ĂŠ nocional. 12. 3D "JOGPSNB§ªPEPTVKFJUPFTUÂŹDPOUJEBOPQSFEJDBUJWPum simples organismo vegetativo EFOÂ&#x2013;DMFPOPNJOBM 13. R.: a) de papelMPDV§ªPBEKFUJWBC que o torcedor...maisPSB§ªPTVCPSEJOBEBTVCTUBOUJWB predicativa; c) uma boneca de porcelanaTJOUBHNBOPNJOBM UFOEPDPNPOÂ&#x2013;DMFPPTVCT tantivo boneca; d) ministro: substantivo; e) dos nossos: sintagma nominal, tendo como OÂ&#x2013;DMFPPQSPOPNFnossos. 14. R.: a) o criminoso â&#x20AC;&#x201C; objeto direto; b) nossas aulas â&#x20AC;&#x201C; objeto direto; c) a seus pais â&#x20AC;&#x201C; objeto indireto; d) rios caudalosos; montanhas Ă­ngremes â&#x20AC;&#x201C; objeto direto; e) me â&#x20AC;&#x201C; objeto indireto de opiniĂŁo. 15. R.: a) paciente do sentimento expresso em amarC OP§ªPEFQPTTF PNFVQÂĽ D  PCKFUPJOEJSFUP PVEBUJWPÂĽUJDP E TFSFNQSPWFJUPEPRVBMTFSFBMJ[PVVNBB§ªPF TFS RVFSFDFCFBB§ªPWFSCBM 16. 3B SFBMDFEBJEFJBEFQBSUF QPS§ªPC P0%ÂĽPQSPOPNFSFMBUJWPquemD P0%ÂĽP pronome oblĂ­quo mimE P0%ÂĽDPNQPTUPEFVNQSPOPNFÂŹUPOPFVNTJOUBHNBOPNJOBM (o + aos seus respeitĂĄveis hĂłspedes); e) para evitar ambiguidade.  |

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17. 3 C  D  F  " PQ§ªP B  FTUÂŹ JODPSSFUB QPSRVF VNWFSCP TÂ&#x153; QPEF UFS VN PCKFUP EJSFUP GPSNBEPQPSVNPVNBJTOÂ&#x2013;DMFPT OPDBTPEBPQ§ªPE pobreza e inclusĂŁo social sĂŁo complementos dos verbos combater e promover. 18. 3C D E 6NWFSCPOÂŞPQPEFTFMFDJPOBSEPJTPCKFUPTJOEJSFUPT PRVFTFBkSNBOB PQ§ªPB lhe ĂŠ objeto indireto e prĂŞmio ĂŠ objeto direto EBMPDV§ªPWFSCBMvai tirar, o que DPOUSBSJBBPQ§ªPF . 19. R.: b), c), d), e). O verbo inculcar estĂĄ na passiva analĂ­tica â&#x20AC;&#x201C; com auxiliar â&#x20AC;&#x201C;, pois seu sujeito ÂĽQBDJFOUFEBB§ªP4FMFDJPOBOÂŞPTÂ&#x153;PCKFUPEJSFUP RVFPDPSSFOBWP[BUJWB NBTUBNCÂĽN objeto indireto, no caso representado pelo pronome ĂĄtono nos. 20. R.: a) esse dia e o (dia) de um autĂŞntico renascimento; b) objeto direto e predicativo do objeto direto; c) a vida anteriorÂĽ0%EFlembravaE MFNCSBWBTFPTFVDPNQMFNFOUPÂĽ OI: â&#x20AC;&#x153;lembrava-se da vida anterior; e) o acesso a um mundo rico ÂĽ0%EFadquiriu. 21. R.: a) O sujeito o iatista ÂĽ P QBDJFOUF EB B§ªP EP WFSCP TPGSFS  RVF FTUÂŹ OB WP[ BUJWB b) O termo de marrom glacĂŞ ĂŠ OI da forma gosto FSFQSFTFOUBPQBDJFOUFEBB§ªPFYQSFTTB pelo verbo gostar. c) O sintagma a nova obra de Zuenir VenturaÂĽP0%FQBDJFOUFEPWFSCPler. d) O verbo supervisionarFTUÂŹOBWP[QBTTJWBFPBHFOUFEFTTBB§ªPÂĽFYQSFTTPQFMPTJO tagma pelo CoordenadorF /ÂŞPIÂŹQBDJFOUFOFTTBPSB§ªPBQFTBSEBQSFQPTJ§ªPpor, o sintagma por necessidade de trabalhoOÂŞPÂĽQBDJFOUFPVBHFOUFEBB§ªPFYQSFTTBQFMP WFSCP NBTTFVBEKVOUPBEWFSCJBMEFDBVTB$PODMVTÂŞP)ÂŹGVO§Â&#x161;FTDPNPUSB§PTFNÂŤOUJDP de pacienteRVFOÂŞPTFBTTPDJBNBWFSCPTOBWP[QBTTJWB 22. 3C D FF &NB PTJOUBHNBJOEJDBBDBVTBEBSFQSFFOTÂŞPFFNE ÂĽPPCKFUPEBB§ªP do verbo conscientizar. 23. R.: a) (OI) (0%); b) (0%); c) (0%); d) (OI); e) (OI) (0%). 24. 3B 0GFSFDFSBNMIFC PTPGFOEFSJBD FOUSFHPVPE FOUSFHPVMIFTF PCFEF§BMIFT 25. 3B 0*C 0* 0*D 0%E 0%F 0% 26. R.: c) e e). Em c), para Londres expressa circunstância de lugar; em e), assĂ­duo ĂŠ adjun to adnominal de frequentador; os demais itens estĂŁo incorretos porque: em a), os dois enclĂ­ticos sĂŁo objetos diretos; em b), o SN destacado ĂŠ predicativo do sujeito, e em d), o sintagma ĂŠ objeto indireto. 27. 3B SPNBODFTFDPOUPT5%C JOUSBOTJUJWPD WÂŹSJBTMÂĄOHVBT5%E JOUSBOTJUJWPF B WFSEBEF BPNFVDIFGF5%* 28. 33FTQPTUBTMJWSFT4VHFSFNTFB PUFNB 5%C EPBTTVOUP 5*D EPGBUP 5*E BP QBUSÂŞP 5*F DPNQFTTPBT 5* 29. R.: A fome leva mais longe seus efeitos destrutivos, corroendo BBMNBEBSB§B e des truindo BkCSBEPTQJPOFJSPTMVUBEPSFT, que conseguiram de inĂ­cio vencer a hostilidade EPNFJPHFPHSÂŹkDPEFTDPOIFDJEP UJSBOEPlhes toda a iniciativauB 5%C 5%D 5% E 5%F 5%* 30. R.: a) (2); b) (3); c) (4); d) (3); e) (3). 31. 3B 0*C 0%D 0%QSFQPTJDJPOBEPE 0*F 0* 32. 3B DFSUF[BmTVCTUBOUJWPEFTVBWPMUBC DFSUPTmBEKFUJWPEBWJUÂ&#x153;SJBEFOPTTBDBOEJEBUB D FTQFSBO§BmTVCTUBOUJWPEBTPCSFWJW¤ODJBEPTOÂŹVGSBHPTTPCSFWJW¤ODJBmTVCTUBOUJWP SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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dos nĂĄufragos; d) apaixonados â&#x20AC;&#x201C; adjetivo; por samba e futebol; e) amor â&#x20AC;&#x201C; substantivo; ao kMIPJODFOUJWPmTVCTUBOUJWP­TVBMVUB 33. R.: a) sujeito; b) predicativo do sujeito; c) sujeito; d) predicativo do sujeito; e) sujeito; objeto direto. 34. 3B GBMUBmTVCTUBOUJWPC BOTJPTPmBEKFUJWPD BMVDJOBEBmBEKFUJWPE NFEPmTVCT tantivo; e) independentemente â&#x20AC;&#x201C; advĂŠrbio. 35. R.: a) A palestra do professor foi recebida com muitaBENJSB§ªP QBMFTUSBBENJSB§ªP  b) A lavoura cafeeiraBMDBO§PVseu ĂĄpice nos primeiros EF[ anos do sĂŠculo. (lavoura; ĂĄpice; anos) c) SeuOPNFUPSOPVTFum dos maiores pesadelos para os brasileiros. (nome; pesadelos; brasileiros) d) A atitude do aluno deixou seus colegas contrariados. (atitude; colegas) e) A forte pressĂŁo do cimento armado destruiu as vigas. (pressĂŁo; vigas) 36. 3FTQPTUBTMJWSFT4VHFTUÂ&#x161;FTB BQMJDBEB JOUFSFTTBEB JOUFMJHFOUFC NJOIB TVBBMHVNBT  muitas; c) primeira, segunda; d) aquele, esse, este; e) de concordância; de adjuntos; para JMVTUSB§ªP 37. 3B PT BSUJHP EPDPODVSTP MPDV§ªPBEKFUJWB C VNB BSUJHP USJTUF BEKFUJWP TFVT QPTTFTTJWP  DBOTBEPT BEKFUJWP  D  B BSUJHP  EP DBOUPS MPDV§ªP BEKFUJWB  FOPSNF BEKFUJWP E OFOIVN JOEFkOJEP Bo BSUJHP kOBM BEKFUJWP F B BSUJHP ; nossos (pos sessivo); no (artigo); seguinte (adjetivo); ao (artigo). 38. R.: a) CN; b) AA; c) CN; d) AA; e) CN. 39. R.: a) CN; b) AA; c) AA; d) CN; e) CN. 40. 3B DPNBkODPC "QFTBSEPEFTFRVJMÂĄCSJPFNPDJPOBMEPTKPHBEPSFTD $PNPGSJPNBJT cedo; d) para o concurso; e) com o pai; hoje. 41. 3B DPNBkODPNPEPC BQFTBSEPEFTFRVJMÂĄCSJPFNPDJPOBMEPTKPHBEPSFTDPODFTTÂŞP D DPNPGSJPDBVTBNBJTJOUFOTJEBEFDFEPUFNQPE QBSBPDPODVSTPkOBMJEBEFF  com o pai: companhia; hoje: tempo. 42. 3B PQPTJ§ªPC QSF§PD OFHB§ªPE DBVTBF NFJP 43. R.: a) cuidadosa; b) abriu; c) bemSFGFSFTFBcedo e cedoSFGFSFTFBacordo; d) feri; e) irei. 44. 3B PSB§ªPBEWFSCJBMC MPDV§ªPBEWFSCJBMD MPDV§ªPBEWFSCJBME PSB§ªPBEWFSCJBM MPDV§ªPBEWFSCJBM 45. 3B DPOEJ§ªPC NPEPD UFNQPE DBVTBF GBWPS DBVTB CFOFGÂĄDJP 46. 33FTQPTUBTMJWSFT4VHFTUÂ&#x161;FTB DPNPTBNJHPTC 5BMWF[D NVJUPE QPSSFNPSTP e) apesar da chuva. 47. R.: a) JNQPSUBOUFQPFUBQPSUVHV¤TC B$BNJMBFB5BUJBOBD %$SJTUJOBE EF4BMWBEPS F TFSNVJUPGFMJ[ 48. 3 B  %PN $BTNVSSP m FTQFDJkDBUJWP EF romance C  QBUSPOP EB "#- m FYQMJDBUJWP EF Machado de Assis; c) perestroika e glasnost â&#x20AC;&#x201C; enumerativo de duas palavras; algo como SFDPOTUSV§ªP m FYQMJDBUJWP EF perestroika; transparĂŞncia â&#x20AC;&#x201C; explicativo de glasnost; d) tudo â&#x20AC;&#x201C; recapitulativo de Um jeito de sorrir, um suspiro conformado, uma voz amiga; e) enumerativo de eles trĂŞs. 49. R.: a) (2); b) (3); c) (3) o demonstrativo oÂĽPOÂ&#x2013;DMFPEPBQPTUPE   F     |

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50. R.: a) concessĂŁo (embora fosse...); b) causa (porque era...); c) tempo (quando era...); E DPNQBSB§ªP DPNPTFGPTTFN F DPNQBSB§ªP UBMRVBMVNQFRVFOPHFOFSBM  51. R.: a) colega de universidade ĂŠ o aposto de ClĂĄudio BEKVOUPBEOPNJOBMEPOÂ&#x2013;DMFPEP sujeito; b) um jovem recĂŠm-formado ĂŠ o aposto de meu novo chefe, agente da passiva; c) grande astro da seleção brasileira ĂŠ o aposto de Neymar, sujeito; d) um anel e uma salva de prata ĂŠ o aposto de bons presentes, objeto direto; e) o prefeito e sua esposa ĂŠ o aposto de dois convidados ilustres, objeto indireto. 52. R.: b) (o e oTÂŞPOÂ&#x2013;DMFPTEPBQPTUPEFPSB§ªP D  que trazemos de casa e que aprendemos na escolaTÂŞPPSB§Â&#x161;FTRVFJEFOUJkDBNPTOÂ&#x2013;DMFPT 

3FHÂĽODJB 1. 3B  EF HPWFSOPTm37C  DPN BDBVTBQÂ&#x2013;CMJDBm3/D  QFMP SPNBODJTUB3/E  ­  OPUÂĄDJBm3/F  B PTKPHPTm37 2. R.: a) a; b) a; por; c) com; d) com; e) no; por. 3. 3B TJUVBEPOBC BVNBDJEFOUFF QSPUFTUPTDPOUSBQSJWBUJ[B§Â&#x161;FT 4. R.: a) pelos; b) da; c) com; d) de ou por; e) aos. 5. 3B 0GVNPÂĽQSFKVEJDJBM­TBÂ&#x2013;EFC 'JOBODJBNFOUPTJNPCJMJÂŹSJPTUPSOBSBNTFBDFTTÂĄ WFJT­QPQVMB§ªPD 4FVQSPKFUPÂĽQBTTÂĄWFMEFSFGPSNVMB§Â&#x161;FTE &TUFKBBUFOUPBUVEPRVF BDPOUFDFQPSBRVJF 4VBTJEFJBTTÂŞPTFNFMIBOUFT­TNJOIBT 6. R.: a) apegado a. 7. R.: a) ĂĄvido de ou por. 8. R.: a) ansiosos por; b) comum a todos; c) bacharel em %JSFJUPE alheia a; e) obediĂŞncia Ă s leis de trânsito. 9. 3B 57FNDPSFTC 0VUSPJHVBMBNJND CBDIBSFMFNDJ¤ODJBEBDPNQVUB§ªP E PQSPCMFNBDPNB(FS¤ODJBF SFDVSTPDPOUSBBEFDJTÂŞPSFDVSTPEBEFDJTÂŞP 10. R.: a) responderam, friamente, a todas as perguntas; b) nĂŁo lhes ensinam o concretismo brasileiro; c) prefere um quarto de carneiro aVNBQF§BEF5DIFDPWE JOGPSNBWBNOPT que imperava... a doutrina...; e) A previsĂŁo ĂŠ que ... 11. R.: a) I. O perfume a que aspiro ĂŠ agradĂĄvel. (I) que aspiro II. O tĂ­tulo a que aspiras ĂŠ co CJ§BEPQPSNVJUPT $  C *0kMNFBRVFBTTJTUJÂĽDBNQFÂŞPEFCJMIFUFSJB $ **4FNQSFBTTJTUP­TBVMBTEBRVFMF grande acadĂŞmico. (C) D  * 0 EPFOUF RVF P NÂĽEJDP BTTJTUJV KÂŹ FTUÂŹ DVSBEP $  ** "TTJTUFMIF BHPSB P EJSFJUP de defesa. (C) d) I. Chego sempre cedo em casa. (F) a casa II. A cidade em que cheguei ĂŠ uma metrĂłpole. (F) a que cheguei e) I. Lembrei do fato. (F) lembrei o fato**-FNCSFJNFPGBUP ' lembrei-me do fato 12. R.: a) A que lei...; b) ...pagou a seus empregados; c) Preferia trabalhar a estudar; d) ...ao amigo que estĂĄ fora; e) ...visavam Ă BQSPWB§ªP 13. R.: a) a cuja; c) ao melhor Carnaval do mundo; e) em cujas. SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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14. 3$PSSFUBE B DVNQSJNFOUÂŹMPC WJPD BNPP PVBNPB F FODPOUSÂŹMP 15. 3B &TRVFDJC &TRVFDJNFD NFFTRVFDFSFJE -FNCSPNFF MFNCSB 16. R.: a) aspiro a ele; b) a telenovelas; c) ao presidente; d) assistir a ela; e) o pĂł do armĂĄrio. 17. 3B BPEFOUJTUBFBPNÂĽEJDPD GVJBPUFSSB§PF BPTQSPGFTTPSFT 18. 3B 1SFkSPTFSQSFKVEJDBEPBQSFKVEJDBSPTPVUSPTD 1SFkSPDSÂĄUJDBTJODFSBBFMPHJPTFYB gerados; d) Preferia a cidade ao campo. 19. 3B ­TC ­D EFE DPNF BP 20. R.: a) ao; b) ao; c) ao; d) ao; e) o. 21. R.: a). 22. 3B BPC ­TD PE BF ­T 23. R.: b). O verbo chamarOBBDFQ§ªPEFapelidar, denominarDPOTUSÂ&#x153;JTFDPN0% GSBTFEP enunciado) ou com OI (item b). 24. R.: d). 25. 3E ­WP[ 26. R.: d). Os verbos facilitar e ignorar sĂŁo transitivos diretos, selecionam objeto direto, com QMFNFOUPOÂŞPSFHJEPEFQSFQPTJ§ªP/BGSBTFEPFOVODJBEP PPCKFUPÂĽgPUSBCBMIPuFOB GSBTFEBSFTQPTUBÂĽgDVKBJNQPSUÂŤODJBu/BTGSBTFTB F C F PTWFSCPTTÂŞPEFMJHB§ªP em c), ĂŠ transitivo direto e indireto. 27. 3D /BOPSNBQBESÂŞP PWFSCPpreferir ĂŠ transitivo direto e indireto; seu objeto direto ĂŠ o que se aprecia â&#x20AC;&#x201C; comida portuguesa â&#x20AC;&#x201C; e o indireto ĂŠ o que se pretere â&#x20AC;&#x201C; comida francesa.

3.6$PODPSEODJB 1. R.: a) premiados; b) fabulosa; c) fabulosas e fabulosa; d) fabulosos e fabulosa; e) cansa tivo e cansativos. 2. R.: b); c); d). 3. R.: a) em anexo; b) anexa; c) anexas; d) em anexo; e) anexos. 4. R.: a) bastantes; b) bastante; c) bastante; d) bastantes; e) bastante. 5. 3D 5SBUBTFEFVNBEKFUJWP QPSUBOUPEFWFFTUBSlFYJPOBEP 6. R.: a) E (meio); b) C; c) C; d) E (meio); e) C. 7. 3B USBCBMIBNNFMIPS NBJTCFN  8. R.: a) mesmos; b) mesma; c) mesmo; d) mesmos e mesmas; e) mesmas. 9. R.: a); c); e). Estão incorretas: b) porque o substantivo retirada estå determinado; d) o substantivo saída tambÊm estå determinado. 10. R.: a); b); c). Estão incorretas d): todo estado do Nordeste, e e): toda a cidade de São Paulo. 11. R.: a) vistos; b) haja vista; c) político; d) político; e) político. 12. R.: a) distinguia; b) distinguia ou distinguiam (concordância atrativa); c) distinguia; d) sustentava; e) sustentavas. 13. R.: a) sustentava: mais de um (verbo no singular); b) sustentava: nem um nem outro (ver bo no singular); c) sustentava: um ou outro (verbo no singular); d) apoiavam: um dos +  |

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substantivo plural + que (verbo no plural); e) apoiava (verbo concorda com o substantivo); G BQPJBWBNOÂ&#x2013;NFSPQFSDFOUVBM WFSCPOPTJOHVMBSPVQMVSBM EFQFOEFEPUFSNPFTQFDJ kDBEPSEBSFGFS¤ODJB  14. R.: a) muitos + de + nĂłs > 3ÂŞ do plural ou concorda com o pronome pessoal. b) alguns + dentre + nĂłs>3ÂŞ do plural ou concorda com o pronome pessoal. c) sujeito no plural> verbo na pessoa do sujeito no plural. d) sujeito no singular> verbo no singular (mesmo com o aposto no plural â&#x20AC;&#x201C; as frases longas e curtas). e) Qual + dentre + nĂłs > verbo na 3ÂŞ pessoa do singular. 15. R.: a) transformam-se; b) devem-se FDPOPNJ[BSD necessita-se; d) fazem; e) precisa-se. &NB C FE PTWFSCPTFTUÂŞPOBWP[QBTTJWBFDPODPSEBNDPNPTVKFJUP RVFWFN QPTQPTUPBPWFSCP&ND FF PTVKFJUPÂĽJOEFUFSNJOBEPFPWFSCPkDBOBÂ&#x2C6;QFTTPBEP singular. 16. R.: a) houve; b) existiram; c) deve haver; d) podem existir; e) havia. O verbo haver ĂŠ im QFTTPBMFDPOKVHBTFOBÂ&#x2C6;QFTTPBEPTJOHVMBS FPWFSCPexistir ĂŠ pessoal e concorda com seu sujeito. 17. 3&NUPEPTPTDBTPT ÂĽQPTTÂĄWFMBDPODPSEÂŤODJBDPNPOÂ&#x2013;DMFPNBJTQSÂ&#x153;YJNPB FF P TVKFJUPFTUÂŹQPTQPTUPBPWFSCPC PTOÂ&#x2013;DMFPTEPTVKFJUPEFTJHOBNOP§Â&#x161;FTFNHSBEB§ªP D PTTVKFJUPTBQSFTFOUBNTJHOJkDBEPTTFNFMIBOUFTE PTOÂ&#x2013;DMFPTGPSNBNVNBOP§ªP Â&#x2013;OJDB 18. R.: pode; b) recebam; c) estĂĄ; d) gosta; e) poderĂĄ. 19. 35PEBTBTMBDVOBTTÂŞPQSFFODIJEBTDPNBGPSNBsĂŁo.

2VFTUÂ&#x203A;FTEP&/&.FEF7FTUJCVMBSFT 1. R.: c). ComentĂĄrio:"PSB§ªPTVCPSEJOBEBSFEV[JEBEFHFSÂ&#x2013;OEJPg"DPOUFDFOEPEFPDJFOUJTUB QSPWPDBSVNEBOPFNVNMPDBMFTQFDÂĄkDPOPDÂĽSFCSPuFYQSFTTBVNBDPOEJ§ªPEFBDPSEP DPNBRVBMPGBUPFOVODJBEPOBPSB§ªPQSJODJQBMEFJYBSÂŹEFPDPSSFS PSBUPOÂŞPNBJTGBSÂŹ FTTBWPDBMJ[B§ªP  2. R.: e). ComentĂĄrio: O pronome oblĂ­quo â&#x20AC;&#x153;oâ&#x20AC;? assume a forma â&#x20AC;&#x153;noâ&#x20AC;? apĂłs a forma verbal terminada em nasal. Substitui o termo â&#x20AC;&#x153;presenteâ&#x20AC;? (que remete ao termo â&#x20AC;&#x153;cavalo de madeiraâ&#x20AC;?) e de TFNQFOIBBGVO§ªPEFPCKFUPEJSFUP BTTJNQSPNPWFOEPBQSPHSFTTÂŞPUFYUVBM 3. R.: a). ComentĂĄrio: O pronome relativo cujo concorda com o substantivo â&#x20AC;&#x153;maestroâ&#x20AC;? e retoma o antecedente do relativo, a palavra â&#x20AC;&#x153;orquestraâ&#x20AC;?. Cujo maestroNBFTUSPEBPSRVFTUSB /BPQ§ªPC BQBMBWSBSFUPNBEBÂĽgQFTTPBTuOBD gJTTPuTVCTUJUVJBPSB§ªPg7JTMVNCSBN DPJTBTUFSSÂĄWFJTuOBE PQSPOPNFÂŹUPOPSFDVQFSBgQFTTPBTuOBF BGPSNBgMBuSFGFSFTF BPUFSNPgOBUVSF[Bu&NUPEBTBTRVFTUÂ&#x161;FT PCTFSWBTFPFNQSFHPEFQSPOPNFTDPNP instrumentos de coesĂŁo. SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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4. R.: b). Comentรกrio:0DPOFDUJWPTFMFDJPOBEPFYQSFTTBVNBSFMBยงยชPMยœHJDPTFNยซOUJDBEFDPOUSBTUF FOUSFPTFOVODJBEPTRVFBTTPDJB%FBDPSEPDPNBQBTTBHFN BDSJTFEPQBยกTJNQยšFB SFEVยงยชPEFHBTUPT EFNPEPRVFTFFTQFSBSJBJHVBMNFOUFBSFEVยงยชPEFPCSBT NBTPT DBOEJEBUPTHBSBOUFNBSFBMJ[BยงยชPEBRVFMBTRVFTยชPOFDFTTยฌSJBT 5. R.: b). Comentรกrio: 0TWFSTPTEPJTFUSยคTFYQMJDBNBBkSNBยงยชPEPQSJNFJSPWFSTP1PSFTTBSB[ยชP  BDPOKVOยงยชPBTFSFNQSFHBEBยฅgQPSRVFu/BMFUSBB BDPOKVOยงยชPFYQSFTTBDPOUSBTUFOB MFUSBD BDPOKVOยงยชPยฅDPODFTTJWBOBMFUSBE ยฅDPODMVTJWB 6. R.: d). Comentรกrio: O trecho sublinhado exprime o fato ao qual o emissor do texto atribui a causa EFBQSPEVยงยชPUFYUVBMWJSBNQMJBOEPTF 7. R.: a). Comentรกrio:0GBUPEFPCJTBWย›EBBVUPSBFTUBSDPNFUFOEPEFTFSยงยชPmPVTFKB FMFFTUBWB GVHJOEPEBPCSJHBUPSJFEBEFEPTFSWJยงPNJMJUBSmGF[DPNRVFFMFUJWFTTFEFTFSMFWBEPEF CPUFBUยฅPOBWJPRVFKยฌTFBGBTUBWBEPQPSUP%FTTFNPEP PCTFSWBTFRVFPUSFDIPgDPNP EFTFSUBWBuJOEJDBVNBDBVTBEPRVFยฅFOVODJBEPMPHPFNTFHVJEB/PUFTF OFTUFDBTP  RVFBDPOKVOยงยชPgDPNPuUFNPNFTNPWBMPSEFgQPSRVFuPVgKยฌRVFu0CTFSWFTFRVFP conector โ€œcomoโ€ causal vem sempre no inรญcio de perรญodo. 8. R.: b). Comentรกrio:0BVUPSFNQSFHBFTUSVUVSBTEFNFTNPUJQP PSBยงยšFTTVCPSEJOBEBTBEKFUJWBT restritivas (que todos nรณs procuramos nas pรกginas dos livros e nas telas dos cinemas; na RVBMBTFTUSFMBTFFVยฅSBNPTPTQSPUBHPOJTUBT QBSBQBSUJDVMBSJ[BSPTFOUJEPEBQBMBWSB โ€œhistรณriaโ€. A histรณria que o emissor do texto encontrou nรฃo รฉ uma histรณria qualquer, mas uma determinada histรณria. 9. 3E "JEFJBFYQSFTTBOBTFHVOEBPSBยงยชPDPOUSBTUBDPNBEBQSJNFJSB 10. R.: a) A forma verbal estรก na terceira pessoa do plural para concordar com o seu sujeito โ€œdiversas formas de socialidadeโ€, que estรก posposto. C ยพQPTTยกWFMRVFBSFMBยงยชPJEFOUJkDBUยœSJBFOUSFFTUBEPOBยงยชPFTPDJFEBEFUFOIBQFSEJEPB PCWJFEBEFFOBUVSBMJEBEF RVBOEP OPDPOUFYUPEBHMPCBMJ[BยงยชP UPSOBSBNTFNBOJGFTUBT EJWFSTBTGPSNBTEFTPDJBMJEBEFDPNQMFUBNFOUFEFTWJODVMBEBTEPFTUBEPOBยงยชP Comentรกrio: A forma verbal โ€œperdeuโ€ do indicativo foi substituรญda pela forma โ€œtenha per EJEPuEPTVCKVOUJWP VNBWF[RVF DPNBOPWBFTUSVUVSB PGBUPEFQFSEFSDPOTJEFSBEP โ€œrealโ€ pelo autor do texto passa a ser encarado como uma possibilidade. Nesse caso, EFWFTFFNQSFHBSPTVCKVOUJWPFOยชPPJOEJDBUJWP 11. R.: a) De modo que, logo. Comentรกrio:&TTFTDPOFDUJWPTJOEJDBNRVFPGBUPFYQSFTTPOBPSBยงยชPJOJDJBEBQFMPDPOFD tivo e (e os que o substituem) รฉ uma conclusรฃo do fato enunciado anteriormente. C "JOGPSNBยงยชPJNQMยกDJUBยฅRVFPTJOEJWยกEVPTNBJTBVUย›OPNPTOยชPTFEFGSPOUBWBNBOUFT DPNBTTJUVBยงยšFTSFGFSJEBT F BQBSUJSEFVNDFSUPNPNFOUP FMBTQBTTBSBNBPDPSSFS 12. 3F /PJUFNB BPSBยงยชPDPPSEFOBEBยฅBEJUJWBOPC PQFSยกPEPยฅDPNQPTUPQPSTVCPS EJOBยงยชPOPJUFND , idem; no item d), o perรญodo รฉ simples.  |

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13. 3C /BGSBTF BTFHVOEBPSBยงยชPยฅDPOTFRVยคODJBEPGBUPFYQSFTTPOBQSJNFJSBOBGSBTF  BTFHVOEBPSBยงยชPยฅNPUJWPEPGBUPFYQSFTTPOBQSJNFJSBOBGSBTF BTFHVOEBPSBยงยชP DPOUSBTUBDPNPGBUPFYQSFTTPOBQSJNFJSBOBGSBTF BTFHVOEBPSBยงยชPยฅSFTVMUBEPEPGBUP FYQSFTTPOBQSJNFJSBOBGSBTF BTFHVOEBPSBยงยชPKVTUJkDBPDPOTFMIPFYQSFTTPOBQSJNFJSB 14. R.: a) Apesar de toda pessoa ser um indivรญduo singular, com desejos e interesses particu lares, รฉ tambรฉm โ€“ potencialmente โ€“ um representante da humanidade. Comentรกrio: /ยชP TF DPOTUSยœJ PSBยงยชP EFTFOWPMWJEB SFHJEB QPS MPDVยงยชP QSFQPTJUJWB  classe de apesar de"PSBยงยชPQBTTBBTFSSFEV[JEBDPNWFSCPFNVNBGPSNBOPNJOBM  OPDBTPPJOkOJUJWPTFS b) Embora toda pessoa seja um indivรญduo singular, com desejos e interesses particulares, รฉ tambรฉm โ€“ potencialmente โ€“ um representante da humanidade. Comentรกrio: $PN B DPOKVOยงยชP embora, a forma verbal deve aparecer no subjuntivo: โ€œembora seja...โ€ 15. 3/BQSJNFJSBGSBTF BQSFQPTJยงยชPJOUSPEV[VNUFSNPRVFTFFODPOUSBMJHBEPBPTVCT UBOUJWPgDPOEJยงยšFTu FTUBCFMFDFOEPFOUSFFMFFgWJEBยฅUJDBuBSFMBยงยชPEFQFSUFOยงB&TTF UFSNPGVODJPOBDPNPBEKVOUPBEOPNJOBMEFgDPOEJยงยšFTu/BTFHVOEBGSBTF BQSFQPTJยงยชP JOUSPEV[PDPNQMFNFOUPEPBEKFUJWPgJOEJTQFOTยฌWFJTu EFOPUBOEPBMWP5SBUBTFEFVN complemento nominal. 16. R.: a). Comentรกrio: "QSJNFJSBPSBยงยชPEPQFSยกPEPEBMFUSBB  2VBOEPTFBSSJTDBBFTDSFWFSVNB carta) expressa a circunstรขncia de tempo em que se dรก o fato enunciado na segunda PSBยงยชP TFOUFEJkDVMEBEFTJODSยกWFJT FGVODJPOB FOUยชP DPNPTFVBEKVOUPBEWFSCJBMEF UFNQP6NBPSBยงยชPRVFยฅGVOยงยชPEFPVUSBยฅTVBTVCPSEJOBEB 17. R.: a). Comentรกrio:0PCKFUPEJSFUPยฅPDPNQMFNFOUPEPWFSCPRVFFYQSFTTBPBMWPEBBยงยชPRVF PWFSCPTJHOJkDBFOยชPยฅSFHJEPEFQSFQPTJยงยชPOFDFTTยฌSJB 18. R.: b). Comentรกrio: "PSBยงยชPBEKFUJWBFYQMJDBUJWBBDSFTDFOUBVNBJOGPSNBยงยชPTVQMFNFOUBSBP antecedente do pronome relativo โ€“ as entradas โ€“, mas nรฃo รฉ indispensรกvel ao seu sentido, UBOUPRVFQPEFTFSSFUJSBEBEPQFSยกPEPTFNQSFKVยก[PEFTFVTFOUJEP%FWFTFDIBNBSB BUFOยงยชPQBSBPGBUPEFRVFBTFYQMJDBUJWBTTยชPQSFDFEJEBTQPSWยกSHVMB 19. R.: b). Comentรกrio: "DPOKVOยงยชPque correlata do advรฉrbio tรฃoJOUSPEV[VNBPSBยงยชPRVFFYQMJDJUB BDPOTFRVยคODJBEFVNGBUPBOUFSJPSBCFMF[BFPJOUFOTPCSJMIPEF7ยคOVTGB[JBBQBSFDFS escandalosa e dava vontade de morrer. 20. R.: e). Comentรกrio: Os termos separados por vรญrgulas desempenham o mesmo papel sintรกtico: sรฃo complementos do verbo falar. 21. R.: c). Comentรกrio: 0UFSNPEFTUBDBEPSFQSFTFOUBPBMWPEBBยงยชPRVFPWFSCPgSFDFCFSuFYQSFTTB  BMยฅNEFTFMJHBSBPWFSCPTFNQSFQPTJยงยชPยฅ QPSUBOUP TFVPCKFUPEJSFUP SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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22. R.: b). Comentรกrio:"DPOKVOยงยชPseFTUBCFMFDFFOUSFBPSBยงยชPRVFJOUSPEV[FBBOUFSJPSVNBSFMBยงยชP EFDPOEJยงยชPNVJUPTTFEFTUBDBSยชPOBWJEBOBDPOEJยงยชPEFQBSUJDJQBSFNEFVNHSVQP 23. R.: e). Comentรกrio:/PJUFNF BDPOKVOยงยชPeDPPSEFOBPTBEKFUJWPTgDJFOUยกkDBuFgUFDOPMยœHJDBu FNQSFHBEPTFNSFGFSยคODJBBPTVCTUBOUJWPgQFTRVJTBu*TUPTJHOJkDBRVFBQFTRVJTBUFN  ao mesmo tempo, as qualidades expressas pelos adjetivos. Em a), os instrumentos cor relatos tanto ... quantoMJHBNPTTVCTUBOUJWPT$IJOBFJOUFSOFU DPNยคOGBTFOBBkSNBยงยชP FNC BDPOKVOยงยชPeBTTPDJBGBUPTFNTFRVยคODJBUBNCยฅNFND BDPOKVOยงยชPe liga fatos FNPSEFNDSPOPMยœHJDBFNE BDPOKVOยงยชPseFTUBCFMFDFRVFBQSJWBยงยชPEPVTPEP(PPHMF ยฅVNBDPOEJยงยชPQBSBBQFSEBEFRVBMJEBEFEFHSBOEFQBSUFEBTQFTRVJTBT 24. R.: e). Comentรกrio:"DPOKVOยงยชPgQPSยฅNuNBOJGFTUBVNBSFMBยงยชPEFDPOUSBTUFFOUSFPTFOVO DJBEPTRVFBTTPDJB"ย–OJDBQBMBWSBRVFEFUยฅNFTUFWBMPSMยœHJDP OBTGSBTFTEPTJUFOT ยฅ BDPOKVOยงยชPgUPEBWJBu 25. R.: d). Comentรกrio:/PQFSยกPEP* gRVBOUPNBJTNBJTuTยชPJOTUSVNFOUPTEFDPSSFMBยงยชPFOUSF GBUPTRVFHVBSEBNFOUSFTJVNBSFMBยงยชPEFQSPQPSยงยชP"NCBTBTPSBยงยšFTTยชPDPSSFMBUBT QSPQPSDJPOBJTPV EFBDPSEPDPNB/(# BPSBยงยชPEFTUBDBEBยฅTVCPSEJOBEBBEWFSCJBM QSPQPSDJPOBM/PJUFN** BPSBยงยชPEFTUBDBEBFYQSFTTBVNBDPODMVTยชPEPGBUPFOVODJBEP FNQSJNFJSPMVHBSFDMBTTJkDBTFDPNPDPPSEFOBEBTJOEยฅUJDBDPODMVTJWB 26. R.: e). Comentรกrio:&N* gJTUPยฅuJOJDJBVNBFYQMJDBยงยชPFOยชPVNBSFUJkDBยงยชPFN** PSFMBUJWP OยชPFYQSFTTBJEFJBEFQPTTF SB[ยชPQBSBTFVTBSgDVKPuPVTVBTlFYยšFTFN*** BQBMBWSB gQPSRVFuJOUSPEV[BDBVTBEBBkSNBยงยชPBOUFSJPSFN*7 gPVBOUFTuJOEJDBSFGPSNVMBยงยชP do pensamento. 27. R.: c). Comentรกrio: Em a), b) e d), os pronomes relativos exigem a prรณclise do pronome รกtono: nรฃo me sinto completamente habilitado; que a escreve; que me foi narrado; em c), a รชn DMJTFBPJOkOJUJWPยฅTFNQSFQPTTยกWFMFNF OยชPTFJOJDJBQFSยกPEPDPNQSPOPNFยฌUPOPP QSPOPNFEFWFkDBSFODMยกUJDP FOUยชPg-FNCSFJme...โ€ 28. R: d). Comentรกrio:0QSPOPNFJOEFkOJEPgUVEPuGVODJPOBDPNPBQPTUPSFDBQJUVMBUJWPEPTTFH NFOUPTRVFQBSUJDVMBSJ[BNBTJOUFOTBTUSBOTGPSNBยงยšFTBRVFPFNJTTPSEPUFYUPTFSFGFSF 29. R.: d). Comentรกrio:"PSBยงยชPBTTJOBMBEBOยชPFYQSFTTBDJSDVOTUยซODJB NBTSFQSFTFOUBVNDPN QMFNFOUPEBGPSNBWFSCBMgDPOUBu PCKFUPEJSFUP5SBUBTFEFVNBPSBยงยชPTVCPSEJOBEB substantiva objetiva direta. 30. R.: b). Comentรกrio: O autor invoca os destinatรกrios do texto por meio do termo โ€œleitoresโ€, que TFDBSBDUFSJ[B FOUยชP DPNPWPDBUJWP  |

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31. R.: b). ComentĂĄrio:DPOFDUPSgBMJÂŹTuÂĽFNQSFHBEPDPNPFMFNFOUPEFSFGPSNVMB§ªPEPRVFGPJ BOUFSJPSNFOUFBkSNBEPF OPDBTP FTTBSFGPSNVMB§ªPSFQSFTFOUBVNBJEFJBDPOUSÂŹSJB­ que o primeiro enunciado manifesta. 32. R.: a). ComentĂĄrio: O texto apresenta uma sequĂŞncia de argumentos que comprovam a im QPSUÂŤODJBEFVNBWJEBTBVEÂŹWFMQBSBEJNJOVJSPTSJTDPTEFEPFO§BT"FYQSFTTÂŞPgBMÂĽN EJTTPuNBSDBFTTBTFRV¤ODJBFSFGPS§BVNEPTBSHVNFOUPTRVFPFNJTTPSEPUFYUPKVMHB EPTNBJTTJHOJkDBUJWPT&NC PDPOFDUJWPFYQSFTTBBEJ§ªPEFJEFJBTEBNFTNBGPSNBRVF BQBMBWSBgUBNCÂĽNu OPJUFNE &ND PDPOFDUJWPJOUSPEV[VNBFYFNQMJkDB§ªP&NF  palavra â&#x20AC;&#x153;fatoresâ&#x20AC;? retoma coesivamente os fragmentos: â&#x20AC;&#x153;diminuir o estresseâ&#x20AC;? e â&#x20AC;&#x153;aumentar a capacidade fĂ­sicaâ&#x20AC;?. 33. R.: c). ComentĂĄrio: 0DPOFDUPSgNBTu BMÂĽNEFMJHBSFOVODJBEPTRVFDPOUSBTUBNRVBOUP­TJEFJBT RVFFYQSJNFN JOUSPEV[PGPDPBSHVNFOUBUJWP JTUPÂĽ PBSHVNFOUPNBJTJNQPSUBOUFEF uma sequĂŞncia de ideias. 34. R.: a). As demais estĂŁo incorretas: b) empenhado em; c) resolvido a; d) propenso a; e) disposto a. 35. R.: c). Incorretas: a) comentou que o livro; b) aderiu ao livro; d) a que o autor aludiu; e) a que o amigo se ateve. 36. 3D *ODPSSFUBTB SFDFJPEFC QSPDVSBEBE PSHVMIPEPF MFNCSBO§BEP 37. R.: c). ComentĂĄrio:0WFSCPgQSF[BSuÂĽUSBOTJUJWPEJSFUP EFNPEPRVFTFVDPNQMFNFOUPOÂŞPÂĽ SFHJEPEFQSFQPTJ§ªP&NB PWFSCPgSFOEFSuÂĽUSBOTJUJWPEJSFUPFJOEJSFUPTFVPCKFUP JOEJSFUPEFUFSDFJSBQFTTPB SFGFSFOUF­gDJEBEFu ÂĽSFQSFTFOUBEPQFMPQSPOPNFÂŹUPOP lhe: â&#x20AC;&#x153;que lhe rendemâ&#x20AC;?. Em b), o verbo â&#x20AC;&#x153;interessarâ&#x20AC;? ĂŠ transitivo indireto e o pronome que representa seu complemento ĂŠ lhe: â&#x20AC;&#x153;que mais lhe interesseâ&#x20AC;?. Em d), o verbo â&#x20AC;&#x153;acarretarâ&#x20AC;? ÂĽUSBOTJUJWPEJSFUPFTFVDPNQMFNFOUPOÂŞPÂĽSFHJEPEFQSFQPTJ§ªPgBDBSSFUPVHSBOEFT QSFKVÂĄ[PTu&NF PWFSCPgSFTQPOTBCJMJ[BSuEFWFUFSTFVDPNQMFNFOUPSFHJEPQFMBQSF QPTJ§ªPgQPSugQSFDJTBTFSFTQPOTBCJMJ[BSQFMBBCFSUVSBEPQSÂĽEJPu 38. R.: e). ComentĂĄrio:5SBUBTFEFFNQSFHPQBSB¤OGBTFEPJOUFSFTTFEPFNJTTPSEPUFYUP TFNF MIBOUFBPEPFOVODJBEPEBRVFTUÂŞPF QPSJTTP QPEFTFSSFUJSBEPEBGSBTF TFNQSFKVÂĄ[P do sentido. Em a), o pronome funciona como objeto indireto. Em b), c) e d), o pronome EFTFNQFOIBBGVO§ªPEFPCKFUPEJSFUP 39. R.: b). ComentĂĄrio: Na frase, o pronome se ĂŠ uma partĂ­cula apassivadora e indica que o sujeito gBTDBQBDJEBEFTIVNBOBTuTPGSFSBNBB§ªPFYQSFTTBQFMPWFSCPgBOVMBSuBTDBQBDJEBEFT humanas foram anuladas. Nos demais itens, o pronome indica que o sujeito ĂŠ, ao mesmo UFNQP BHFOUFFQBDJFOUFEBB§ªPRVFPTWFSCPTEFTVBTPSB§Â&#x161;FTFYQSFTTBN SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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40. R.: c). Comentรกrio: /FTUBRVFTUยชP PCTFSWBTFPFNQSFHPEPTUFSNPT TJOUBYF BTFSWJยงPEB QSPHSFTTยชPUFYUVBM/BMFUSBD PFNJTTPSEPUFYUPEJTUSJCVJTVBTBยงยšFTFNUSยคTNPNFOUPT EJGFSFOUFT Pย–MUJNPEPTRVBJTTFFODFSSBDPNPFNQSFHPEBFYQSFTTยชPEFUFNQPgQPS kNu/BMFUSBB PHFSย–OEJPJOEJDBBBยงยชPEFgMFSuFNQSPHSFTTP&NC UFNTFVNSFDVSTP EFDPFTยชPDBUBGยœSJDBQPSFNQSFHBSTFPQSPOPNFBOUFTEPSFGFSFOUF&NE BFYQSFTTยชP EFTUBDBEBยฅVNWPDBUJWPRVFJOJDJBVNQBSBMFMPFOUSFBMV[EPTPMFPPMIBSEBBNBEB 41. R.: a). Comentรกrio: "PSBยงยชPBCTPMVUBg/ยชPIยฌQJHNFOUPTuFYQMJDBBPSBยงยชPBOUFSJPSgBRVFMBT DPSFTUPEBTOยชPFYJTUFNOBQFOBEPQBWยชPu&TTBSFMBยงยชP EFVNNPEPHFSBM ยฅFYQMJDJ tada por um conector do tipo porque. No exemplo, nรฃo hรก conector, mas o leitor pode FTUBCFMFDFSBSFMBยงยชPQPSTFVDPOIFDJNFOUPEFNVOEP 42. R.: c). Comentรกrio:"QBMBWSBgBJOEBuยฅFNQSFHBEB OBNBJPSJBEBTWF[FT DPNPBEWยฅSCJPEF UFNQP DPNPTJHOJkDBEPEFgBUยฅFOUยชPu DPNPOPTJUFOTC FF /PJUFNB TJHOJkDB gBMยฅNEJTTPu/PJUFND BQSFTFOUB OPFOUBOUP VNBOPยงยชPEFDPODFTTยชPFFRVJWBMFB gFNCPSB BJOEBRVFu/BMFUSBE USB[ยญGSBTFVNBOPยงยชPEFBEJยงยชP DPNWBMPSEFgFNBJTu 43. 3C  **  Comentรกrio: O verbo recordar-seยฅTFHVJEPEFDPNQMFNFOUPSFHJEPEBQSFQPTJยงยชPde. No item I, o verbo alcanรงar รฉ transitivo direto e, portanto, seu complemento nรฃo รฉ regido de QSFQPTJยงยชPgPOย–NFSPRVFBMDBOยงBTTFu&N*** PWFSCPdescartar seleciona complemento SFHJEPEBQSFQPTJยงยชPdegDPJTBTEFRVFOPTEFTDBSUBNPTu/PJUFN*7 PWFSCPexistir รฉ QFTTPBMFEFWFTFSlFYJPOBEPQBSBNBSDBSBDPODPSEยซODJBDPNPTFVTVKFJUPgCPOEFTu 44. R.: e). Comentรกrio: O verbo implicarDPNPTJHOJkDBEPEFenvolver รฉ transitivo direto; o pronome ยฌUPOPBEFRVBEPยญSFQSFTFOUBยงยชPEPPCKFUPEJSFUPยฅgPu/PJUFND OยชPTFFNQSFHBQSP nome รกtono como complemento do verbo aderir%FWFTFVTBSBGPSNBUย›OJDBgBEFSJVB ele.โ€ Nos demais itens, deve ser empregado o pronome รกtono โ€œlheโ€, que funciona como objeto indireto. 45. R.: d). Comentรกrio:"QBMBWSBgDPNPuMJHBgMJUFSBUVSBuFgOBUVSF[Bu FMFNFOUPTRVFFTUยชPTFOEP comparados pelo autor do texto. 46. R: c). Comentรกrio: Nas duas estrofes, o substantivo Arminda รฉ objeto direto, respectivamente, EPTWFSCPTgBNBSuFgDBOUBSu MPVWBS 0PCKFUPEJSFUPยฅPQBDJFOUFEBBยงยชPRVFPWFSCP expressa. Assim, Arminda รฉ o alvo, o paciente, do amor e do canto do poeta. 47. R.: c). Comentรกrio: A questรฃo explora o emprego de palavras instrumentais do portuguรชs, como QSFQPTJยงยšFT QSPOPNFTSFMBUJWPTFDPOKVOยงยšFT/PDBTP BUFMFWJTยชPยฅPPCKFUPEFBOยฌMJTF FBQSFQPTJยงยชPBEFRVBEBยฅsob FNCBJYPEF "kSNBTFRVFBgBVEJยคODJBEBTOPWFMBTu ยฅTJHOJkDBUJWBFFTTBSFMBยงยชPยฅJOEJDBEBQPSVNBlFYยชPEPSFMBUJWPcujo (cuja). A terceira  |

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MBDVOBEFWFTFSQSFFODIJEBQPSVNDPOFDUJWPRVFFYQMJDJUFBSFMB§ªPEFDBVTBOVNBQFS HVOUBJOEJSFUB BTOPWFMBTQSFOEFNPTUFMFTQFDUBEPSFT1PSRV¤  R.: b). ComentĂĄrio:0OÂ&#x2013;DMFPEPTVKFJUPEPWFSCPgTVQFSBSuFTUÂŹOPTJOHVMBS WBMPS MPHPPWFSCP EFWFSJBUFSTJEPlFYJPOBEPOPTJOHVMBSFOÂŞPOPQMVSBM 3F /PTEFNBJTJUFOTPWFSCPÂĽBVYJMJBS B TJHOJkDBPCUFS C TJHOJkDBBDFSUBSBTDPOUBT D TJHOJkDBDPNQPSUBSTF E FÂĽlFYJPOBEPFNOÂ&#x2013;NFSPFQFTTPB R.: c). ComentĂĄrio: Os sintagmas grifados sĂŁo objetos diretos dos verbos que completam e, portanto, os pronomes que os substituem sĂŁo o, a, os, as. Como as formas verbais ter minam em r UFS FWPHBMOBTBM BCSBOHFN BTGPSNBTQBTTBN­TTVBTWBSJBOUFTla e no. R.: a). ComentĂĄrio: /PQSJNFJSPQFSÂĄPEP BPSB§ªPEFTUBDBEBFYQSFTTBPUFNQPQBSBRVFVNB QBMBWSBQPTTBTFSEJDJPOBSJ[BEBOP"VSÂĽMJP/PTFHVOEP JOEJDBPNPEPQFMPRVBMTFVM USBQBTTBPBEWFSTÂŹSJPQBSBESJCMÂŹMP4ÂŞPPSB§Â&#x161;FTRVFJOEJDBNDJSDVOTUÂŤODJBTEPTGBUPT NBOJGFTUBEPTOBPSB§ªPQSJODJQBM R.: e). ComentĂĄrio: O verbo preferir ĂŠ transitivo direto e indireto. Aquilo que se prefere ĂŠ objeto EJSFUPFPRVFTFQSFUFSFÂĽPPCKFUPJOEJSFUPSFHJEPQFMBQSFQPTJ§ªPgBu/BMFUSBB GBMUPV PBDFOUPHSBWF JOEJDBEPSEBDSBTFEPgBu QSFQPTJ§ªP DPNPgBu BSUJHP RVFEFUFSNJOB o substantivo â&#x20AC;&#x153;Reformaâ&#x20AC;?. R.: e). ComentĂĄrio: 4FHVOEPBUSBEJ§ªPHSBNBUJDBM RVBOEPPOÂ&#x2013;DMFPEPTVKFJUPÂĽGPSNBEPQPS VNBGSB§ªP PWFSCPEFWFDPODPSEBSDPNPnumerador OPDBTP6. EFNPEPRVFPWFSCP kDBSÂŹOPTJOHVMBS/PTEFNBJTJUFOT BTDPODPSEÂŤODJBTTÂŞPBDFJUÂŹWFJT R.: a). ComentĂĄrio: Embora o sujeito seja representado por um pronome de terceira pessoa (todos), o emprego do verbo na primeira pessoa do plural indica que a pessoa que fala se inclui entre os indivĂ­duos referidos pelo pronome. Nos demais itens, a concordância ÂĽHSBNBUJDBM7BMFTBMJFOUBSRVFOPJUFND PWFSCPFTUÂŹOPQMVSBMQPSRVFPTVCTUBOUJWP QSÂ&#x153;QSJPg&TUBEPT6OJEPTu BQFTBSEFOPNFBSVNÂ&#x2013;OJDPQBÂĄT BQSFTFOUBGPSNBQMVSBM R.: a). ComentĂĄrio: O verbo implicar ĂŠ transitivo direto, de modo que seu complemento nĂŁo ĂŠ SFHJEPEFQSFQPTJ§ªP/PJUFNC preferir ĂŠ transitivo direto e indireto: â&#x20AC;&#x153;preferir espio OBHFN 0% BTPMEBEPTu 0* FND PWFSCPassistir, no sentido de â&#x20AC;&#x153;presenciar, verâ&#x20AC;?, ÂĽUSBOTJUJWPJOEJSFUPFSFHFDPNQMFNFOUPDPNQSFQPTJ§ªPa. No sentido de â&#x20AC;&#x153;prestar as sistĂŞnciaâ&#x20AC;? ĂŠ transitivo direto, como no item d). No item e), o verbo visarDPNPTJHOJkDBEP EFgBMNFKBSuÂĽUSBOTJUJWPJOEJSFUPFSFHFDPNQMFNFOUPDPNQSFQPTJ§ªPa. R.: c). ComentĂĄrio:"QBMBWSBHSJGBEBEFWFSJBFTUBSOPNBTDVMJOP VNBWF[RVFPFMFNFOUPBP RVBMTFSFGFSF QSJTÂŞPQSFWFOUJWB OÂŞPFTUÂŹEFUFSNJOBEP/BTPSB§Â&#x161;FTgÂĽCPN ÂĽQFSNJUJEP  SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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รฉ proibidoโ€, os predicativos variam apenas se o sujeito estiver determinado por artigo ou outro determinante, o que ocorre nos demais itens. 57. R.: d). Comentรกrio: &N* PTVKFJUPQPTQPTUPยฅVNDBTBMEFWFMIJOIPTJEFOUJkDBEPQFMBEFTJ OยคODJBWFSCBMFQFMPDPOUFYUP&N** PWFSCPQPEFSJBDPODPSEBSDPNPOย–DMFPEPTVKFJUP  gDBTBMu&N*** PQSPOPNFFTUยฌFNQSFHBEPFNBEFRVBยงยชPยญOPSNBDVMUB QPJTGVODJPOB como sujeito da forma verbal โ€œdestinavamโ€.

4 SEMร‚NTICA E Lร‰XICO

5FYUPFTFOUJEP 1. R.: a) teto; b) lar; c) palรกcio; d) barraco; e) moradias. 2. R.: d). O gรชnero textual fรกbulaDBSBDUFSJ[BTFQPSQBTTBSVNFOTJOBNFOUP VNBgNPSBMu /FTUFDBTP BNFOTBHFNยฅBEFRVFUPEPTEFWFNGB[FSTVBQBSUF DVNQSJSTVBGVOยงยชP  DPNPPQBTTBSJOIPFTUBWBGB[FOEP&NTVBSFTQPTUBBPFMFGBOUF FMFDPOEFOBBPNJTTยชP  BJOEJGFSFOยงBEPTRVFOยชPTยชPQBSUJDJQBUJWPT 3. R.: a) trรกfego; b) cela; c) mal; d) prescreveu; e) deferir. 4. 3"BNCJHVJEBEFFTUยฌOPFNQSFHPEFGPSNBTIPNย›OJNBTQFSGFJUBTPBUPEFtorcer RVFPHBSPUPFNQSFHPVยฅFNSFMBยงยชPBPBUPEFgBCSJSBUBNQBDPNVNBUPSยงยชPuFB garota entendeu o ato de torcerDPNPPEFgGB[FSUPSDJEBQPSVNUJNFu$PNPTFUSBUB EP HยคOFSP UFYUVBM RVBESJOIPT  B FYQFDUBUJWB EF BMHVNB DPNJDJEBEF Kยฌ GB[ QBSUF EP contexto. 5. 3B /ยชPkDBDMBSPTFFSBFMBPVPOBNPSBEPRVFFTUBWBDPSSFOEPC FTUยฌWBNPTEFOUSP do carro e vimos o acidente, ou nรณs vimos o acidente de um carro (ou do carro), mas es UยฌWBNPTGPSBEFMFD RVFNFTUBWBEFCSVยงBEPOBKBOFMBFMFPVPSBQB[ E RVFNFTUBWB FOUVTJBTNBEBFSBBUVSNBPVBQSPGFTTPSB F 2VFNFTUFWFBRVJPOUFN PDPSPOFMPVB kMIBEFMF 'PSNBTEFTFFWJUBSBNCJHVJEBEFOBDPOTUSVยงยชPEBGSBTFB &ORVBOUPFMBDPSSJB no parque, encontrou o namorado. b) Estรกvamos dentro do carro e de lรก vimos o acidente EFPOEFWJNPTPBDJEFOUFD &MFGBMPVDPNPSBQB[RVFFTUBWBEFCSVยงBEPOBKBOFMBE  "QSPGFTTPSBTBJVEBTBMB EFJYBOEPBUVSNBUPEBFOUVTJBTNBEBF "kMIBEP$PSPOFM P qual esteve aqui ontem, quer falar com vocรช. 6. 3"TFNFMIBOยงBEFTPN OBFYQSFTTยชPPSBM QPEFMFWBSยญBNCJHVJEBEF NBTBTJUVBยงยชP BQSFTFOUBEBOPTDPOUFYUPTJNQFEFRVBMRVFSEย–WJEBFOUSFPnome do peixe (robalo) e o verbo roubar, seguido do pronome oblรญquo (lo). 7. 3"DPNQSBEPSBQPEFSJBEJ[FSgย†1PTTPFYQFSJNFOUBSFTTFWFTUJEPRVFFTUยฌOBWJUSJOF u 8. 3$PNFOUยฌSJPT0QSJNFJSPJOEJWยกEVPQSFUFOEJBEJ[FSRVFBDBDIPSSB%JBOBFTUBWBDIFJB de pulgas, daรญ pedir ao outro que impedisse a entrada dela em sua casa, mas o indivรญ EVP#gkOHJVuOยชPFOUFOEFSFGF[BBkSNBUJWBDPNPTFBDBTBFTUJWFTTFDIFJBEFQVMHBT  |

NOVA GRAMรTICA PARA O ENSINO Mร‰DIO


"BNCJHVJEBEFPDPSSFQPSDBVTBEPVTPEPQSPOPNFQFTTPBMgFMBuRVFQPEFSFGFSJSTF­ DBDIPSSBPV­DBTB1BSBFWJUBSBNCJHVJEBEF UBMWF[PQSJNFJSPEFWFTTFEJ[FSg/ÂŞPEFJYF sua cachorra, que estĂĄ cheia de pulgas, entrar em minha casa.â&#x20AC;? 9. 30EJÂŹMPHPNPTUSBVNBJODPNQBUJCJMJEBEFFOUSFPRVFEJ[FNQBUSPBFFNQSFHBEB"RVF MBOÂŞPFTUÂŹBQFOBTJOGPSNBOEP­FNQSFHBEBRVFPTDJO[FJSPTFTUBWBNTVKPT NBTTJN  QFEJOEPRVFPTFSWJ§PGPTTFGFJUPÂĽVNBPSEFN OÂŞPVNBBTTFS§ªP 10. 3"JOUFO§ªPEPBOÂ&#x2013;ODJP RVFQPEFTFSKPDPTP QBSFDFWBMPSJ[BSPTQSPEVUPTWFOEJEPT RVF UFSJBNNBJPSQSF§PQPSTFSFNDMBTTJkDBEPTDPNPgBOUJHVJEBEFTu QF§BTSBSBT FORVBOUP PRVFFMFDPNQSBTÂŞPgWFMIBSJBTu PRVFWFNJOEJDBSBEFQSFDJB§ªPEPTPCKFUPT FPQSF§P a ser pago deverĂĄ ser menor, evidentemente. 11. 30TUFSNPTOÂŞPTÂŞPTJOÂ&#x203A;OJNPT FNCPSBTFSFkSBNBPTNFTNPTPCKFUPTmcarros que nĂŁo sĂŁo novos5PEBWJB PVTPEFseminovosBQPOUBQBSBBWBMPSJ[B§ªP BQPTJUJWJEBEFEP objeto (quase novos), enquanto usados indica negatividade, jĂĄ que os carros jĂĄ nĂŁo sĂŁo novos e o termo empregado pode indicar defeitos no carro. 12. R.: a) rostoÂĽFNQSFHPNBJTOFVUSPQBSBTJHOJkDBSPTFNCMBOUFC focinho tem sentido pejorativo e bastante negativo de rosto; c) faceTJHOJkDBRVFFMFWJSPVPSPTUP KÂŹRVFUFN duas faces; d) cara, FNQSFHPEFQSFDJBUJWPRVFGB[QBSUFEPTFOUJEPEBFYQSFTTÂŞPgUFS ou nĂŁo ter vergonha na caraâ&#x20AC;?; e) semblante ĂŠ a parte do rosto que permite reconhecer FYQSFTTÂŞPGBDJBM QPSJTTPGPJVTBEPQBSBEFOPUBSUSJTUF[B BCBUJNFOUP OPDPOUFYUPEBEP 13. R.: a) aparelho; b) aviĂŁo; c) relĂłgio; d) letras; e) cabelo. 14. 3B PVWJOUFTC UFMFTQFDUBEPSFTVTVÂŹSJPTD WJTJUBOUFTGSFHVFTFTE QBDJFOUFTkÂĽJT 15. 3E 0TPVUSPTTJHOJkDBEPTEPTUFSNPTFNB riniteÂĽJOlBNB§ªPEBNVDPTBEPOBSJ[ em b), nefriteÂĽJOlBNB§ªPEPSJNFND tendiniteSFGFSFTF­JOlBNB§ªPOPUFOEÂŞPF em e), cavalheiro ĂŠ o homem gentil, educado. 16. 3/PFOVODJBEPB FMBFTUÂŹEJ[FOEPRVFWBJUFSNJOBSPOBNPSP QPJTFMFOÂŞPUFNgKVÂĄ [Pu OÂŞPFTUÂŹgDPNQSPNFUJEPuDPNPOBNPSP/PFOVODJBEPC PNÂĽEJDPUSBORVJMJ[BP QBDJFOUF EJ[FOEPRVFFMFOÂŞPUFNEPFO§BBMHVNBOBDBCF§B"NFTNBFYQSFTTÂŞP NBT FNDPOUFYUPEJGFSFOUF UFNPVUSPTJHOJkDBEP 17. R.: O termo congelar ĂŠ ambĂ­guo, por apresentar mais de um sentido: â&#x20AC;&#x153;tornar geladaâ&#x20AC;? e â&#x20AC;&#x153;parar a imagemâ&#x20AC;?, que ĂŠ o objetivo do garoto. Ele apenas usou o processo errado de co locar o aparelho no refrigerador. 18. 3B kPC MJOIBGÂĽSSFBD TFOUJEP EJSF§ªPE QBMBWSBT DBSUBTF EJSF§ªP 19. 3"FYQSFTTÂŞPgCPNQSBCVSSPuUFNWBMPSTFNÂŤOUJDPEFJOUFOTJEBEF KÂŹRVFSFBM§BBRVBMJ dade do dicionĂĄrio, e ĂŠ uma expressĂŁo adequada a um gĂŞnero de texto propagandĂ­stico; a ambiguidade reside na expressĂŁo polissĂŞmica pra burro, que poderia indicar tambĂŠm que o dicionĂĄrio ĂŠ bom para quem nĂŁo sabe portuguĂŞs, sentido esse derivado da expressĂŁo QPQVMBSQBSBEFkOJSRVBMRVFSEJDJPOÂŹSJPO pai dos burros. 20. R.: O verbo torcer ĂŠ polissĂŞmico e mantĂŠm o sentido denotativo de Fazer girar uma coisa sobre si mesma, mudando sua posição, como em b), e o sentido derivado (conotativo) de desejar a vitĂłria de seu grupo desportivo, em a). Ainda poderĂ­amos ter outros sentidos deri vados, como torcer o nariz em sinal de desagrado, ou torcer o pescoço, sufocar alguĂŠm etc. SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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21. R.: Esse enunciado pode ser analisado pelo âmbito da Semântica ou da PragmĂĄtica, de QFOEFOEPEPWJÂĽTBOBMÂĄUJDPUSBUBTFEFVNBJOUFSB§ªPFNVNDPOUFYUPEFCBS FNRVFVN GSFHV¤TFTUÂŹQFEJOEPVNDBGÂĽFBDPOUBQBSBQBHBSĂ&#x2020;4FNÂŤOUJDBDBCFSJBFYQMJDBSRVFBMHVÂĽN estĂĄ pedindo um cafĂŠ e a conta NBTÂĽBFYQSFTTÂŞPVUJMJ[BEBOPDPOUFYUPEFrestaurante FNVNBTJUVB§ªPDPSSJRVFJSBEPEJBBEJBRVFWBJFTQFDJkDBSPTFOUJEPkOBM do texto: no BUPEPQFEJEPQPSNBJTVNDBGÂĽ QFEFTFBDPOUBRVFPGSFHV¤TEFOPNJOBEFdolorosa, e todos entendem o termo, pressupondo que ela seria cara, salgada.

3FMB¨Â&#x203A;FTMFYJDBJT 1. 2. 3. 4.

R.: a) palavrĂľes; b) impropriedade; c) vergonhosa; d) inabitĂĄvel; e) receitou. R.: a) estudantes; b) militar; c) los; d) propriedade; e) o ato. R.: a) torrenciais; b) experiente; c) legĂ­vel; d) duradoura; e) imberbe. 3B "QF§BQVCMJDJUÂŹSJBVTBEFMJOHVBHFNEJSFUB EJSJHFTFBVNKPWFNRVFÂĽNPUPRVFJSP  EFGPSNBBJOlVFODJBSTFVDPNQPSUBNFOUPEFWFTFBUFOUBSQBSBBJNQPSUÂŤODJBEPEJÂŹMPHP OBQSPQBHBOEBFBGVO§ªPSFUÂ&#x153;SJDBEPVTPEPNPEPJNQFSBUJWPEPWFSCPFTFVWBMPSBSHV mentativo para convencer o jovem sobre o uso do capacete. O texto busca convencer por QFSTVBTÂŞPFUBNCÂĽNQPSTFEV§ªP RVBOEPTFWBMFEBBNCJHVJEBEFEFTFOUJEP BPFNQSFHBS o pronome isso (â&#x20AC;&#x153;Ponha issoOBDBCF§Bu RVFQPEFTJHOJkDBSUBOUPPDBQBDFUFRVBOUPP BWJTP BSFDPNFOEB§ªPEFTFHVSBO§B%FTTBGPSNB PQSJNFJSPUFYUPÂĽNBJTQFSTVBTJWPRVF PTFHVOEPC /PTFHVOEPUFYUP IÂŹVNBNVEBO§BOPFNQSFHPEPNPEPWFSCBM QSFTFOUF EPJOEJDBUJWP FOPFNQSFHPVTPEBQFTTPBEPEJTDVSTP RVFQBTTBBTFSEFUFSDFJSBQFTTPB 0UFYUPBTTVNFBPSHBOJ[B§ªPUFYUVBMNBJTEFNPOTUSBUJWB PRVFDBVTBNBJPSBGBTUBNFOUP EPBVUPSEPEJTDVSTP5FNPTBQFOBTVNBEFTDSJ§ªPUÂĽDOJDBEPDBQBDFUF BRVBMQSPDVSB convencer o motociclista por meio de uma linguagem mais racional e objetiva. Nesse caso, FNCPSBTJOÂ&#x203A;OJNPT PTFHVOEPUFYUPÂĽNFOPTQFSTVBTJWPEPRVFPQSJNFJSP FNUFSNPT retĂłricos ou discursivamente falando. 5. 3B kOHJEBT GBMTBT IJQÂ&#x153;DSJUBTC CFOFkDJÂŹSJB CFOFkDFOUFD EFTQVEPSBEB TFNWFSHP nha; d) inertes, inanimados; e) irados, nervosos, enraivecidos; f) sedentos, ansiosos por. 6. 30TUFSNPTBOUÂ&#x203A;OJNPTTÂŞPVTBEPTQBSBJOEJDBSPQPTJ§ªPEFTFOUJEP FNB BQSPQSJF dade que se quer saber ĂŠ a profundidade do rio. Em b), sĂŁo açþes opostas â&#x20AC;&#x201C; entrar e sair mQSBUJDBEBTQFMBNFTNBQFTTPB&ND BEWÂĽSCJPTEFMVHBS MPDBMJ[B§ªPDPOUSÂŹSJB&NE  estados d'alma opostos, de felicidade e de infelicidade. Em e), a velocidade do aviĂŁo. 7. 3 BEP§BOUF PWP DBJQJSB IJESÂŹVMJDB JNQPSUBEP FYFDVUJWP FYQSFTTP FTRVFSEJTUBT republicanos. 8. 33FMB§ªPEFBOUPOÂĄNJB QPJTBJOUFO§ªPÂĽGB[FSVNKPHPFOUSFgTFSNBVu DBSÂŹUFSEP personagem, e â&#x20AC;&#x153;ser bomâ&#x20AC;? ator, jĂĄ que, pelo contexto da novela, o ator Mateus Solano FTUBSJBDPORVJTUBOEPVNBBVEJ¤ODJBDBEBWF[NBJPSDPNPÂ&#x153;UJNPEFTFNQFOIPEFTFV personagem Felix, considerado o â&#x20AC;&#x153;vilĂŁoâ&#x20AC;?. 9. R.: b), sĂŁo formas do mesmo verbo consumir. 10. 3D "TQBMBWSBTTÂŞPIPNÂ&#x203A;OJNBTIPNÂ&#x153;GPOBT

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NOVA GRAMĂ TICA PARA O ENSINO MĂ&#x2030;DIO


11. R.: As correspondĂŞncias da forma sĂŁo QPEFN TF SFGFSJS ­ GPSNB QMVSBM EP QSFTFOUF EP indicativo do verbo ser em portuguĂŞs â&#x20AC;&#x201D; eles sĂŁo â&#x20AC;&#x201D; que deriva do verbo latino esse na terceira pessoa do plural do presente do indicativo: sunt. â&#x20AC;&#x201D; como se vĂŞ em a) e em d); e UBNCÂĽNSFGFSFNTFBPWPDÂŹCVMPsĂŁo (sadio TFNQSPCMFNBTEFTBÂ&#x2013;EF EFSJWBEPEPBEKF tivo latino sanu DPNPPDPSSFNFNC FFNF BJOEBSFGFSFTF­BCSFWJB§ªPEFSanto (do latim sanctusan: SĂŁo Paulo), como em c). 12. R.: a) (1); b) (3); c) (1); d) (2); e) (2). 13. 30DIFGFVUJMJ[PVTFEPKPHPEFTFOUJEPFOUSFPQBSUJDÂĄQJPQBTTBEPFPQSFTFOUFEP JOEJDBUJWP GPSNBTIPNÂ&#x203A;OJNBT EPTWFSCPTtragar e trazer QBSBDIBNBSBBUFO§ªPEP FNQSFHBEP2VBOEPFTUFEJ[trago SFGFSFTFBPQSFTFOUFEPWFSCPtragar, e o chefe se refere a trago, presente do verbo trazer SFGFSJOEPTFBPGBUPEFPFNQSFHBEPOÂŞPtrazer o prĂłprio cigarro. 14. R.: a) ambos tĂŞm cabo; b) ambos nĂŁo passam; c) ambos dĂŁo na vista; d) ambos jĂĄ criaram SBÂĄ[FTF BNCPTU¤NCBOEFJSJOIBT 15. R.: a) agasalho; b) objeto; c) talher; d) igreja; e) laticĂ­nios. 16. R.: a) portava, carregava; b) colhem; c) provou, demonstrou; d) contĂŠm; e) contou com. 17. R.: a) notĂĄvel e imediato; b) homem que anda a cavalo e homem gentil, educado, cortĂŞs; D WJS­UPOBFTVCNFSHJSE PGFOEFSFSFTDJOEJSVNDPOUSBUPF PGFHBOUFFBQBWPSBEP 18. R.: SugestĂŁo de respostas: a) Foi apanhado em lBHSBOUF(PTUBEFBNCJFOUFTfragrantes­CBTF EFlPSFTTJMWFTUSFTC &SBVNKBSEJNlPSFTDFOUF; Lâmpada com propriedade de lVPSFTDFOUF; D %FJYBBÂŹHVBlVJSQPSFOUSFPTEFEPT2VFSJBfruir cada momento da festa; c) Aquele governo pleiteia descriminar as drogas leves; Precisa aprender a discriminar bem as coisas; e) NĂŁo deferiuPQFEJEP5FOUBWBdiferir o certo do errado. 19. R.: a) endereço: residĂŞncia; adereços: enfeites; b) acidente: desastre; incidente: algo ines perado; c) descrição: ato de descrever; discrição: ato de ser discreto; d) SBUJkDBSDPOkSNBS SFUJkDBS: corrigir; e) docentes: professores; discentes: alunos.

4FMF¨PWPDBCVMBS 20. Reposta livre. SugestĂŁo: HĂĄ muitas evidĂŞncias de linguagem informal no texto do aluno, expres TBTFNHÂĄSJBTEFÂĽQPDB PRVFDPNQSPWBRVFBTJUVB§ªPEFQSPEV§ªP BkOBMJEBEFDPNVOJDBUJWBF PH¤OFSPUFYUVBMJOlVFODJBNBDPNQPTJ§ªPEPUFYUP"MHVOTFYFNQMPTEFHÂĄSJBTOPUFYUPpintou o quente; Foi aĂ­, Ă´ meu, que pintou o lance; chocante. 21. 3"PQ§ªPDPSSFUBÂĽBMFUSBF QPSRVFBTUS¤TQBMBWSBTFTUÂŞPHSBGBEBTDPSSFUBNFOUF"MHV NBTJOBEFRVB§Â&#x161;FTEFTTFTFYFNQMPTQSPW¤NEPFOHBOPOPVTPEFQBMBWSBTRVFHVBSEBN TFNFMIBO§BTOBGPSNBIPNÂ&#x203A;OJNBT NFTNBHSBkB PVQBSÂ&#x203A;OJNBT QBSFDJEBTOBHSBkB  &NB FNWF[EFvestuĂĄrio â&#x20AC;&#x201C; traje â&#x20AC;&#x201C;, o correto ĂŠ vestiĂĄrio (local prĂłprio para mudar de SPVQB FNC FNWF[EFhospedadas, o correto seria aquarteladas, termo tĂŠcnico; em c), FNWF[EFPSUPHSBkB, o correto ĂŠ pronĂşncia, pois se trata de texto oral; alĂŠm disso, nĂŁo se DPNFUFFSSPEFPSUPHSBkB FTJNEFHSBkB KÂŹRVFPSUPHSBkBTÂ&#x153;EJ[SFTQFJUP­GPSNBDPSSFUB  e em d), trĂĄfegoÂĽRVFTFSFGFSF­NPWJNFOUB§ªP SOLUĂ&#x2021;Ă&#x192;O COMENTADA DOS EXERCĂ?CIOS

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22. 3B EFQSFEBSC FTUVQSPD FOHBKBSE JOWÂ&#x153;MVDSPF NV§VMNBOP 23. R.: a) 5; b) 4; c) 1; d) 2; e) 3. 24. R.: a) bebedouro; b) veicularam; c) inalam gĂĄs; d) sensĂ­vel; e) ao encontro das. 25. R.: a) cara â&#x20AC;&#x201C; rosto; b) solteirona â&#x20AC;&#x201C; solteira; c) entornou e de porre â&#x20AC;&#x201C; bebeu e se embriagou; d) calhambeque â&#x20AC;&#x201C; carro; e) focinho â&#x20AC;&#x201C; rosto. 26. R.: 1. a); 2. d); 3. b); 4. c); 5. e). 27. 3B FTUÂŹNVJUPCFN NBSBWJMIBC DIBNPVD EFV­MV[E GBMFDJEPNPSSJEPF FTDSFWFV FNVNQBQFMDBQSJDIPV 28. R.: a) 1; b) 2; c) 2; d) 4; e) 1. 29. 3B SFBMJ[BEPTC DPNF§PVD DBSBE FMBCPSBSF PCUJWFSBN 30. R.: a). 31. R.: (3); (4); (10); (5); (2); (7); (9); (1); (8); (6). 32. 3"TFHVOEBGPSNBEFHSBkBÂĽBDPSSFUB TFOEPRVFOBTMFUSBTD  G F N BNCBTBTGPSNBT sĂŁo aceitas como corretas. 33. R.: a) sofre de; b) desfrutem; c) possuem; d) sentindo; e) passaram por. 34. 3­QSBJBNBJÂ&#x203A;DBSSPSFTGSJBEPQBSRVFNVMIFS

*NQSPQSJFEBEFTFNÂŹOUJDB 1. SugestĂŁo de resposta: Mediante o excesso de trabalho, sĂł tive uma alternativa: pedir a meu estagiĂĄrio que redigisse uma petição ao MeritĂ­ssimo Juiz, solicitando urgĂŞncia nos trâmites do processo, uma vez que o mesmo jĂĄ tinha sido apresentado inĂşmeras vezes, sem solução. Pedi que providenciasse xerocĂłpia das peças principais e se encontrasse comigo para assinar a petição, o que foi feito. Outra sugestĂŁo: (...) Mediante o excesso de trabalho, minha alternativa foi solicitar a meu estagiĂĄrio que redigisse uma petição ao MeritĂ­ssimo Juiz solicitando urgĂŞncia nos trâmites do processo, uma vez que o mesmo jĂĄ tinha sido apresentado vĂĄrias vezes, sem solução. InstruĂ­ que ele providenciasse cĂłpias YFSPHS­kDBTEBTQF¨BTQSJODJQBJTFTFFODPOUSBTTFDPNJHPQBSBBTTJOBSBQFUJ¨P*TTP foi feito. 2. R.: a) 2; b) 5; c) 4; d) 3; e) 1. 3. R.: a) benefĂ­cios; b) cumprir; c) executar; d) no Rio; e) causam. 4. 3B BQBSBSBSFTUBTC BNFVWFSD UJOIBNE ÂĽF JOWFO§ªP DSJB§ªP 5. 3B PVWJVC BMUFSOBUJWBTD UFSE EFTFOWPMWJNFOUPF kTJDBNFOUF 6. R.: a) 4; b) 1; c) 2; d) 3; e) 5. 7. 3&NB C D FF PTBEWÂĽSCJPTTÂŞPSFEVOEBOUFTFOÂŞPBDSFTDFOUBNOPWBTJOGPSNB§Â&#x161;FT  por isso podem ser retirados; jĂĄ em d), nĂŁo hĂĄ termo redundante estando pois correta. 8. R.: a) contraĂ­; b) quitei; c) expirou; d) abriu; e) impetrou. 9. 3 B  FTQFDJBMJTUB F TÂŹCJP C  PMIBWB F QVSHBWBN D  DPSSJHJEB F DPOkSNBEB E  PSEFN KVEJDJBMFUFNQPOPDBSHPF TVCNFSHJVFWFJP­UPOB  |

NOVA GRAMĂ TICA PARA O ENSINO MĂ&#x2030;DIO


10. 30TTJOย›OJNPTVTBEPTOPUFYUP sรฃo: reclusos, detentos, detidos; prisรฃo, estabelecimento e penitenciรกria.%FOUSFFMFTUFNPTPTTJOย›OJNPTmdetentos e detidos; prisรฃo e penitenciรกria FDPNPIJQFSย›OJNP estabelecimento. 11. 3g  JOJDJBTFPDPOUBUPFOUSFPTEPJTNVOEPTย†PEPTQPSUVHVFTFTFPEPTยกOEJPTย†RVFBO UFTFSBNTFQBSBEPTQFMPPDFBOPu0Vg"QBSUJSEFJOJDJBTFPDPOUBUPFOUSFEPJTNVOEPT  que antes eram separados pelo oceano: o dos portugueses e o dos รญndios.โ€ 12. 4VHFTUยšFTEFSFTQPTUBB HSBOEFC DPOkSNBND EFDPSSFNE USBCBMIBS NBOVTFBS e) vivenciados. 13. 3B TVCTUยซODJBTC BUPBยงยชPD FYFSDยกDJPBUJWJEBEFE IยฌCJUPF JOTUSVNFOUPDJSย–SHJDP 14. R.: Sugestรตes de resposta: a)ยพVNยœUJNPkMNFde รฉpoca, bem realista, que retrata com detalhes a vida no Brasil colonial, desde o inรญcio atรฉ a Independรชncia WยฌBTTJTUJSรC 4VBQSFPDVQBยงยชP BUJUVEF FNOยชPDPOUSBSJยฌMB QPJTTFFODPOUSBWBHSBWFNFOUFEPFOUF GPJmuito educada, polida, cavalheiresca. c) Apresentou uma resposta pertinente, inteligente, brilhante (produtiva para a questรฃo ยญQFSHVOUBEPQSPGFTTPSE 4FJRVFTFVJSNยชPยฅVNBQFTTPBinteligente, muito instruรญda, simpรกtica, amigรกvel, culta QPSJTTPRVFSPDPOWJEยฌMPQBSBBGFTUBF "QBJ sagem vista da janela era muito interessante, pois mostrava um cenรกrio verde, exuberante. 15. 34VHFTUยชPEFSFTQPTUBB QPTTBOUF DPOGPSUยฌWFM NPEFSOPC CFNGFJUB TPCNFEJEB FMF HBOUF MVYVPTB BEFRVBEBยญTJUVBยงยชPTPDJBMGPSNBM JOGPSNBM EFGFTUB FTQPSUJWB EFWFSยชP  JOWFSOPD DPOGPSUยฌWFM FTQBยงPTB WFOUJMBEBBSFKBEB DMBSB BDPODIFHBOUFE PFOUSFWJTUBEP FSBNVJUPTJNQยฌUJDPFQSFOEFVBBUFOยงยชPEPTPVWJOUFTF BTPOEBTFSBNHJHBOUFTDBTFFMF conseguiu vencer o campeonato de surfe. 16. 3B NPWJNFOUPC ESPHBD QBยกTFTE EPFOยงBF CSJORVFEP 17. R.: a) livroTVCTUBOUJWPNBTDVMJOP4FHVOEPB6OFTDP QVCMJDBยงยชPOยชPQFSJยœEJDBDPOUFOEP pelo menos 48 pรกginas, excluรญda a capa. b) bicicletaTVCTUBOUJWPGFNJOJOP7FMPDยกQFEFEF duas rodas iguais, movido a pedal para transporte de uma pessoa. c) garfo: substantivo NBTDVMJOP1FยงBEPUBMIFS FNHFSBMDPNRVBUSPEFOUFT RVFTFVTBQBSBTFHVSBSOPQSBUP PRVFTFDPSUBFQBSBMFWBSยญCPDBBMJNFOUPTTยœMJEPT 18. R.: a) alegriaTVCTUBOUJWPGFNJOJOP BCTUSBUP2VBMJEBEFSFGFSFOUFBBMFHSF$POUFOUBNFOUP  Kย–CJMP QSB[FSNPSBM SFHP[JKP FODBOUBNFOUPC entusiasmo: adjetivo. &YDJUBยงยชPEBBMNB  arrebatamento, paixรฃo, vida. c) lastimรกvelBEKFUJWP2VFยฅEJHOPEFMยฌTUJNB EFQMPSยฌWFM  lamentรกvel, que merece compaixรฃo. 19. R.: grandes animais marinhos; elas; as mesmas; os animais; delas (ou elipse); esses mamรญferos aquรกticos; seu cรฉrebro.

/Pยจย›FTEFUFYUPFDPOUFYUP 1. 3DBNJOIBEBEPHVBSEBOPUVSOPQFMBDJEBEF BTFSWJยงP Comentรกrio:"BVUPSBEFTDSFWF OBDSย›OJDB BQBTTBHFNWBHBSPTBFEFMJDBEBEFVNHVBSEB OPUVSOP QFMBTSVBTEFVNBDJEBEF5SBUBTFEFVNBEFTDSJยงยชPEFBยงยšFT QPSJTTPBJEFJB EFNPWJNFOUP RVFDPOUSBTUBDPNVNBEFTDSJยงยชPFTUยฌUJDBRVFTFEFUยฅNFNEFUBMIFTEF objetos e coisas. (Cf. 2.11.6) SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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2. R.: Notรญcia sobre protestos de moradores de Realengo, contra os atropelamentos. Comentรกrio:5SFDIPOBSSBUJWP VNBOPUยกDJBQVCMJDBEBOPKPSOBM TPCSFQSPUFTUPTEFNPSB EPSFTDPOUSBBUSPQFMBNFOUPTOB"WFOJEB#SBTJM"OPUยกDJBยฅJOGPSNBยงยชPBSFTQFJUPEFBDPO UFDJNFOUPTRVFJOUFSFTTBNยญTPDJFEBEF QPSJTTPUFOEFBTFSOPWJEBEFFCVTDBSFTQPOEFS BRVFTUยšFTCยฌTJDBTPRVยค RVFN RVBOEP POEF QPSRVยค  $G  3. 3%FTDSJยงยชPEPEJBBEJBEFVNUSBCBMIBEPS Comentรกrio:1SJNFJSBFTUSPGFEBDBOยงยชP FNRVFPBVUPSGB[EFTDSJยงยชPPVSFMBUPEPDP tidiano de um casal. Por ser um poema, o gรชnero textual apresenta sua forma em verso, DPNNFUSJkDBยงยชP SJUNP SJNBFUD 4. 3%FTDSJยงยชPEFVNBOPJUFOBNBUB Comentรกrio: Primeira estrofe do poema de Augusto de Campos, em linguagem inovadora FJOWFOUBEB OVNBEFTDSJยงยชPFNRVFTFFYQMPSBNPTTPOT0MFJUPSEFWFCVTDBSPTFOUJEP CBTFBOEPTFFNQJTUBTGPSOFDJEBT DPNPFNgCSJMV[u KVOยงยชPEFUFSNPTRVFEยชPJEFJB EFCSJMIPFMV[ 5. R.: Atendimento de um telefonema. Comentรกrio:5SFDIPEFVNEJยฌMPHPJOGPSNBM DVKPTFOUJEPQSPWยฅNEPTJNQMยกDJUPTTJUVBDJP nais; basta uma palavra como โ€œtelefoneโ€ para entendermos que o aparelho estรก tocando. (Cf. 2.11.8) 6. R.: Propaganda de geladeira. Comentรกrio: A linguagem da propaganda busca aproveitar algum tema comum no mo NFOUPFยฅOPSNBMOFTUFHยคOFSPEFUFYUPRVFTFFYBMUFNBTRVBMJEBEFTEPQSPEVUP BkN EFDPOWFODFSPMFJUPSBDPNQSยฌMP $G

7. 34JN ยฅVNUFYUPDPFSFOUF QPJTUVEPJOEJDBUSBUBSTFEFVNBDFOBRVFTFQBTTBUBNCยฅN em um hospรญcio, onde a lรณgica que impera entre os loucos รฉ outra. Pertence ao gรชnero textual โ€œpiadaโ€. 8. Comentรกrio: A questรฃo trata da similaridade temรกtica entre o texto โ€œSanto do pau ocoโ€ e o tรญtulo do livro โ€œO pulo do gatoโ€ โ€“ de onde o texto foi retirado. A temรกtica comum: ยฅBFTQFSUF[BQBSBESJCMBSFNBGJTDBMJ[BยงยชPQPSUVHVFTB PTHSBOEFTTFOIPSFTVUJMJ[B WBNTFEP4BOUPEF1BV0DPQBSBFTDPOEFSPDPOUSBCBOEPEFPVSPF EFTTBGPSNB  BHJBNDPNPPHBUPFTQFSUPEBGยฌCVMBRVFFOTJOPVUVEPยญPOยงBTPCSFQVMPT NBTOยชP P WFSEBEFJSP gQVMP EP HBUPu  RVF VTPV QBSB GVHJS EFMB  RVBOEP FMB RVJT DPNยคMP F QVMPVTPCSFFMF0UยกUVMPEPMJWSPCBTFJBTFOFTTBGยฌCVMB TFVTJHOJGJDBEPยฅ FNQBSUF  TFNFMIBOUFBPRVFEJ[PUFYUPg4BOUPEPQBVPDPuusar a esperteza para enganar o outro&OGJN SFMBDJPOBNTFDPODFJUPTEFSJWBEPTEFGBUPTEJGFSFOUFT $GF

9. 3"FYQSFTTยชPg4BOUPEPQBVPDPuUFNTJEPVTBEBQBSBRVBMJkDBSQFTTPBTRVFTFkOHFN EFJOPDFOUFT RVBOEP OBWFSEBEF FTUยชPFTDPOEFOEPBMHPFSSBEPRVFk[FSBN 10. 30TFYFSDยกDJPTFUยคNQPSPCKFUJWPDIBNBSBBUFOยงยชPQBSBPTTJHOJkDBEPTDPOUFYUVB MJ[BEPTFN BTJUVBยงยชPSFUSBUBPFNQSFHPEPTWPDยฌCVMPTgQBSPVยกNQBSu DVKBQSPOย–ODJB MVTJUBOBQPEFSJBTFDPOGVOEJSDPNPWFSCPOPJNQFSBUJWPgQBSFรu NBTPEJยฌMPHPUFNQPS PCKFUJWPgKPHBSuDPNPTEPJTTFOUJEPTgQBSFuEPWFSCPQBSBSmOBTJUVBยงยชPEFBTTBMUPmF  |

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BFYQSFTTยชPgQBS F PVยกNQBS F OBTJUVBยงยชPEFKPHP5SBUBTFEBSFMBยงยชPBNCยกHVBFOUSF os dois vocรกbulos. (Cf. 4.1.2 e 4.4.7) 11. 3/PDBTPEPWPDยฌCVMPgQยชPu PBVUPS %SVNNPOE GBMBEBJNQSFDJTยชPEBMJOHVBHFNF KPHBDPNBTTVBTWยฌSJBTBDFQยงยšFTOPTEJWFSTPTDPOUFYUPT DPNPTFQPEFWFSFNg2VFSP EPJTQยชFTEFNFMu EVSBOUFBDPNQSBEPQSPEVUPPVg(BOIPNFVQยชPDPNPTVPSEFNFV SPTUP FNCPSBNVJUBTWF[FTUFOIBEFDPNFSPQยชPRVFPEJBCPBNBTTPVu QBMBWSBTEF alguรฉm que trabalha duro para โ€œganhar a vidaโ€. (cf. 4.1.5) 12. 31BSBFOUFOEFSUPEBBUFJBEFSFMBยงยšFTRVFFOWPMWFPUFYUPOPUJDJPTP ยฅQSFDJTPRVFP leitor compartilhe determinados conhecimentos da รฉpoca: que Tigresas รฉ o tรญtulo de uma Nย–TJDBEF$BFUBOP7FMPTP RVFFMPHJBBTFOTVBMJEBEFEBNVMIFS FRVFBGFTUBRVFPDPSSFV no apartamento de sua mulher, Paula Lavigne, contou com vรกrios convidados tambรฉm BSUJTUBT FOUSFFMFT.BSJTB.POUF DPOIFDJEBDBOUPSBEFNย–TJDBQPQVMBSCSBTJMFJSB NBT RVFFOUSPVOBgPOEBuEBNย–TJDBgGVOLu BPQBSUJDJQBSEFVNBCSJODBEFJSBmPBOJNBEP trenzinho mUยกQJDPEBEBOยงB5VEPJTTPBTTPNCSPVBDPMVOJTUB%BOV[B RVFDPNFOUPVP GBUPBENJSBEB DPNBFYQSFTTยชPg2VFDPJTBรu $GF

2VFTUย›FTEP&/&.FEF7FTUJCVMBSFT 1. R.: e). Comentรกrio:0FOVODJBEPFYQMJDBBEFkOJยงยชPEBkHVSBEBNFUยฌGPSBDPNQBSBยงยชPTVCKFUJWB  QFMBTFNFMIBOยงBEFTFOUJEPFBRVFTUยชPDPCSBBQFOBTBJEFOUJkDBยงยชPEPWFSTPNFUBGยœSJDP 2. R.: e). Comentรกrio: "RVFTUยชPBCPSEBBSFMBยงยชPMJOHVBHFNGPSNBMJOGPSNBM DIBNBOEPBBUFO ยงยชPQBSBPTJHOJkDBEPEBTgHยกSJBTuFTFVDPSSFTQPOEFOUFOPSFHJTUSPMJOHVยกTUJDPGPSNBM (Cf. 4.2.1) 3. 3F /PTEPJTUFYUPT PTSFDVSTPTFYQSFTTJWPTQBSBEFkOJSBTGBTFTEBWJEBSFNFUFNยญ GVOยงยชPEBMJOHVBHFNDIBNBEBEFNFUBMJOHVยกTUJDB RVFTFSFGFSFBPBQBSBUPUFยœSJDPPVยญ NFUBMJOHVBHFNVTBEBQBSBEFTDSFWFSVNBPVUSBMJOHVBHFNFNTJNFTNB PVTFKB FYQMJDB TFBMHVNBDPJTBEBMยกOHVBQPSNFJPEPVTPEBQSยœQSJBMยกOHVBOFTTBEFTDSJยงยชP $G

4. 3B 0BEWยฅSCJPgOยชPgNPEJkDBDPNQMFUBNFOUFPTFOUJEPEBJOGPSNBยงยชP KยฌRVFPNPOHF nรฃo se imolaria e, evidentemente, nada precisaria ser feito. C 0BVUPSRVJTBkSNBSRVFPKPSOBMJTUB.BMDPMN#SPXOFEFWFSJBUFSJNQFEJEPPNPOHF de se imolar. 5. R.: d). Comentรกrio: O objetivo do item รฉ avaliar se o candidato tem a competรชncia de reconhecer BBEFRVBยงยชPEPOยกWFMEFMJOHVBHFNFTVBTJOUFOยงยšFTยญTJUVBยงยชPFยญQFTTPBDPNRVFN TFGBMB0UFYUPQFSUFODFBPHยคOFSPgMFUSBEFNย–TJDBuRVFBDFJUBPUPNJOGPSNBMFPUPN de diรกlogo. 6. R.: d). Comentรกrio:"BMUFSOBUJWBBQSFTFOUB OBPSEFN BTDJSDVOTUยซODJBTFYQSFTTBTQFMBTPSBยงยšFT destacadas e pelos conectivos. SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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7. 8.

9. 10. 11. 12. 13. 14. 15.

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3F 5FOEPFNWJTUBPDPOUFYUP PWFSCPemborcar TJHOJkDBvirar, tomar de um gole sรณ. (Cf.4.1.6) R.: a). Comentรกrio: "RVFTUยชPQFEFRVFTFJOEJRVFPTFOUJEPkHVSBEP JTUPยฅ PDPOPUBUJWP"T PVUSBTPQยงยšFTFTUยชPOPTFOUJEPEFOPUBUJWP $G

R.: d). 3B "TNVEBOยงBTEPTFHVOEPUFYUPFTUยชPSFMBDJPOBEBTBPMยฅYJDP BPWPDBCVMยฌSJP 3F "OUยกUFTFยฅPQPTJยงยชPRVFTFGB[FOUSFBยงย–DBSbranco e o trabalho duro em usinas escuras5SBUBTFEFVNBSFMBยงยชPMFYJDBMQPSBOUPOยกNJB $G

3F 6NEPTJOUFSMPDVUPSFTEPEJยฌMPHPOยชPFOUFOEFVBEย–WJEBEPPVUSPDPNSFMBยงยชPยญ QSPOย–ODJB MBSHBUPPVMBHBSUP PRVFHFSPVPNBMFOUFOEJEPFPIVNPS R.: a). R.: e). R.: d). Comentรกrio:0WFSCFUFg$Sย›OJDBuEPDicionรกrio de comunicaรงรฃo serviu de fonte para trรชs RVFTUยšFTSFMBDJPOBEBT SFTQFDUJWBNFOUF ยญTDBSBDUFSยกTUJDBTEPHยคOFSPUFYUVBMgDSย›OJDBu  ยญDBSBDUFSยกTUJDBQSJODJQBMEPHยคOFSPFEJUPSJBM FBPTJHOJkDBEPEPUFSNPgEPHNBUJTNPu empregado no texto. (Cf. 2.11.7 e 4.2.1) R.: c) Comentรกrios: A questรฃo aborda o problema da sinonรญmia em registro linguรญstico popular EFHยกSJBFQFEFBPBMVOPRVFSFDPOIFยงBBBMUFSOBUJWBRVFOยชPUSBEV[PSFHJTUSPFNQSFHBEP 0UFSNPgMIVGBTuTJHOJkDBgDPJTBBMHVNBu gOBEBu"BMUFSOBUJWBD QSPQยšFgNVJUBDPJTBu  RVFOยชPDPSSFTQPOEFBPTJHOJkDBEPEPUFSNP $G  3C "ย–OJDBGPSNBWFSCBMDPNBSFHยคODJBDPSSFUBยฅBMFUSBCSFDPSSFNยญ 30SFHJTUSPEFMJOHVBHFNGPSNBMFEFOPUBUJWB QSยœQSJBEBDPNVOJDBยงยชPFTDSJUBPkDJBM  sรณ รฉ encontrada na letra c). 3 /FTUB RVFTUยชP FTUยฌ FN KPHP P VTP EB GPSNB DPSSFUB EP JNQFSBUJWP BkSNBUJWP F B concordรขncia de pessoa verbal; a correta รฉ a letra d), escrita na segunda pessoa, tra tamento vocรช. R.: d). Comentรกrio: O item รฉ sobre o uso do recurso expressivo que serve para designar a fun ยงยชPEPTQSPOPNFTEFUSBUBNFOUP/PDBTPEFTUFUFYUPQVCMJDJUยฌSJP PQSPOPNFmvocรช โ€“ รฉ VUJMJ[BEPQBSBJOUFSQFMBSPJOUFSMPDVUPS QBSBTJNVMBSVNEJยฌMPHP VNBJOUJNJEBEFDPNP MFJUPS5SBUBTFEPVTPEFQSPOPNFEFUSBUBNFOUPmvocรช โ€“ no lugar do โ€“ tu โ€“, segunda QFTTPB FBDPODPSEยซODJBWFSCBMยฅSFBMJ[BEBOBUFSDFJSBQFTTPB DPNPEFWFTFS R.: b). Sinonรญmia adequada para โ€œexauridos em nรญveis alarmantesโ€. R.: b). Comentรกrio:0GBUPEFTFSVNBQFTRVJTBDJFOUยกkDBEFDJSDVMBยงยชPFNVNBSFWJTUBSFWFMBB JOUFOยงยชPEPBVUPSEFWFJDVMBSPTEBEPTDJFOUยกkDPTBkNEFDPOEV[JSยญBEPยงยชPEFVNFTUJMP PCKFUJWPFQSFDJTP QSยœQSJPEBGVOยงยชPSFGFSFODJBMEBMJOHVBHFN $G  3B "TEJGFSFOยงBTEFRVFGBMBPUFYUPFTUยชPOPยซNCJUPEPWPDBCVMยฌSJP OPOยกWFMMFYJDBM

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24. 3B 0VTPEBMJOHVBHFNJOGPSNBMFYQMJDBTFQFMPGBUPEFPTFOWPMWJEPTTFDPOIFDFSFN (Cf. 4.3.1) 25. R.: b). O vocรกbulo รฉ um neologismo formado a partir de mecanismos que o sistema da MยกOHVBEJTQPOJCJMJ[BQSFkYPT TVkYPT KVTUBQPTJยงยชPFUD 26. R.: b). Comentรกrio: O tema รฉ variedade linguรญstica e o poema procura retratar um falante ser UBOFKPEB[POBSVSBM 27. 3C 0QSยœQSJPUFYUPEJ[RVFgBNFMIPSFYQSFTTยชPEBCSBTJMJEBEFgยฅBGPSNBDPNPGBMBNPT  EBยกTFDPODMVJBJNQPSUยซODJBEBMยกOHVBQBSBBDPOTUSVยงยชPEFOPTTBJEFOUJEBEF 28. R.: a). Porque os vรกrios nomes para a mesma planta existem em diferentes regiรตes brasi MFJSBT PRVFEFNPOTUSBRVFBMยกOHVBWBSJBOPFTQBยงP $G

29. 3D 0UFYUPGBMBEBOPSNBEFDBEBQBยกT DIBNBOEPBBUFOยงยชPQBSBBTOPSNBTEBMยกOHVB EP#SBTJMEJTUJOUBTEBTEPQPSUVHVยคTFVSPQFV $G

30. 3F 0TUFYUPTSFWFMBNEJGFSFOยงBTFOUSFPMยฅYJDPEFVNQFSยกPEPNBJTBOUJHPEPQPSUVHVยคT comparado com um perรญodo mais atual. (Cf. 4.3.8) 31. 3C 0FOVODJBEPEPJUFNNFODJPOBBUFNยฌUJDBEBWBSJBยงยชPMJOHVยกTUJDBOPUFNQP FTQBยงP e classe social, mas o texto selecionado aborda somente referente ao tempo โ€œA prรณpria MJOHVBHFNWBJTFSFOPWBOEPFBDBEBEJBVNBQBSUFEPMยฅYJDPDBJFNEFTVTPu PRVFBGFUB HFSBยงยšFT $G

32. R.: c). 33. R.: b). Comentรกrio: A questรฃo trata das ideias centrais transmitidas por provรฉrbios. A alternativa C USB[BDPSSFUBJOUFSQSFUBยงยชPSFTQFDUJWBNFOUFยญPSEFNEPTFOVODJBEPT 34. 3B 1PJTยฅPย–OJDPDBTPFNRVFTยชPFYJHJEPTPTEPJTFMFNFOUPTOBGPSNBยงยชPEPWPDยฌ bulo, como se vรช na parassรญntese. 35. R.: c). As expressรตes โ€œSรณ queโ€ e โ€œfunil editorialโ€ denotam exemplos de linguagem colo quial e metafรณrica. 36. R.: a). Pleonasmo vicioso em I; prolixidade em II e ambiguidade em III sรฃo os problemas FYJTUFOUFTOPTFOVODJBEPT RVFFTUยชPDPOUSBBTSFHSBTEP$ยœEJHP(SBNBUJDBM $G

37. 3F /FTTFDBTP VTPVTFOPTFOUJEPNFUBGยœSJDPEFQFTTPBRVFFTUยฌQSFTFOUFFNUPEBT BTGFTUBT EBยกBBOBMPHJBDPNBSSP[ 38. R.: d). Os termos erudita e popular PQยšFNTF OPUFYUP RVBOUPBPTFOUJEP 39. R.: a). Comentรกrio:&NCPSBPUFYUPGBMFEFWBSJFEBEFMJOHVยกTUJDB BEBQUBEBยญTEJTUJOUBTTJUVBยงยšFT  TPCSFUVEPEJBOUFEBTOPWBTUFDOPMPHJBTEJHJUBJT DIBNBBBUFOยงยชPQBSBBOFDFTTJEBEF EPFOTJOPEBMJOHVBHFNGPSNBMQFMBFTDPMB BkNEFRVFPBMVOPQPTTBEJTQPSEFPVUSPT DยœEJHPT F BEFRVBS TFVT VTPT &TUB RVFTUยชP GBMB EBWBSJBยงยชP MJOHVยกTUJDB  NBT DIBNB B BUFOยงยชPQBSBPVTPGPSNBMEPJEJPNB RVFยฅVNBEBTGVOยงยšFTEBFTDPMB $GF

40. R.: d). Comentรกrio: Os termos โ€œme deixa viverโ€ e โ€œnessa que morreโ€ expressam sentidos opos UPT DPOkHVSBOEPVNPYJNPSP NBTRVFยฅVTBEPQBSBSFGPSยงBSJEFJBT SOLUร‡รƒO COMENTADA DOS EXERCรCIOS

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41. 3F *EFJBEFDPOUSBTUFPVPQPTJยงยชPRVFSFGPSยงBBBSHVNFOUBยงยชP 42. R.: c). Comentรกrio: A escolha de se representar por extenso o sinal โ€œde dois pontosโ€ foi um re DVSTPFTUJMยกTUJDPEPBVUPS QBSBJOUSPEV[JSPTBQPTUPTFYQMJDBUJWPT1PEFSJBVTBSPTTJOBJT EFQPOUVBยงยชP  NBTPQUPVQPSFTDSFWFSQPSFYUFOTP 43. R.: d). A expressรฃo โ€œpra valerโ€ pertence ao registro informal de linguagem. 44. R.: a). Comentรกrio:0JUFNDPOUFNQMBBkOBMJEBEFEPVTPEBGVOยงยชPEBMJOHVBHFN4FOEPBTTJN  BGVOยงยชPQPยฅUJDBEBMJOHVBHFNยฅDBSBDUFSJ[BEBQFMBVUJMJ[BยงยชPEFSFDVSTPTMJOHVยกTUJDPT DPNPDPNCJOBยงยšFTTPOPSBTFSยกUNJDBT+ยฌBGVOยงยชPFNPUJWB PVFYQSFTTJWB EBMJOHVBHFN ยฅSFTQPOTยฌWFMQPSNBOJGFTUBS OPQMBOPEPDPOUFย–EP PTPGSJNFOUPBNPSPTPEPFVMยกSJDP โ€œAtรฉ me consumir ou consumir toda essa dorโ€. (Cf. 2.11. 2) 45. R.: b). Comentรกrio: "RVFTUยชPJOEBHBTPCSFRVBMยฅPHยคOFSPUFYUVBMmUSBUBTFEFVNBOPUยกDJBRVF ยฅVNSFMBUPEFVNGBUP DPNEBEPTFYQMJDBUJWPTFRVFSFTQPOEFยญTRVFTUยšFTTPCSFRVFN  RVBOEP POEF QPSRVยค 0JOUFSFTTBOUFBOPUBSยฅBUFNยฌUJDBEBOPUยกDJBmVNGSBVEBEPSGPJ EFTDPCFSUPQPSDBVTBEPTFSSPTGSFRVFOUFTEFHSBkBRVFEFJYBWBQBTTBSOPTCPMFUJOTEF PDPSSยคODJB PRVFMIFTUJSBWBBDSFEJCJMJEBEFFEFOVODJBWBPTFVBVUPS5BMBTTVOUPDIBNB BBUFOยงยชPQBSBBJNQPSUยซODJBEPVTPEPSFHJTUSPMJOHVยกTUJDPGPSNBM PCFEJยคODJBยญOPSNB DVMUBQBESยชP mOBDPOTUSVยงยชPEFVNUFYUPPkDJBM $GFTFHVJOUFT  46. R.: e). O texto fala em โ€œmuitas casas encobertasโ€ e nรฃo em โ€œtodas as casas...โ€ 47. 3C 0VTPEPTEPJTQPOUPTJOEJDBVNBFYQMJDJUBยงยชP DPNPQSPQยšFBBMUFSOBUJWBDPSSFUB 48. R.: b). Comentรกrio: Mantรฉm o sentido original e estรก escrito em norma padrรฃo. 49. R.: b). Comentรกrio:"RVFTUยชPQFEFRVFPDBOEJEBUPJEFOUJkRVFDBSBDUFSยกTUJDBTEBGVOยงยชPFNPUJWB PVFYQSFTTJWBEBMJOHVBHFN BRVBMCVTDBFYQSFTTBSBTFNPยงยšFT PFTUBEPEFFTQยกSJUPEP MPDVUPS TVBBUJUVEFFNSFMBยงยชPBPRVFGBMB $G

50. R: a) Comentรกrio: Com o objetivo de provocar ironia, o autor narra que o bรชbado deixou de โ€œbeberโ€ denotativamente e foi se embebedar conotativamente ou seja, de โ€œarteโ€, de Nย–TJDBu EFgQBJTBHFOTu FOkNEFVNgFUJMJTNPBCTUSBUPuRVFSFQSFTFOUBBNFUBGPSJ[BยงยชP de โ€œbeberโ€.

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NOVA GRAMรTICA PARA O ENSINO Mร‰DIO

Gabarito Nova gramática para o Ensino médio: reflexões e práticas em língua portuguesa  

Gabarito Nova gramática para o Ensino médio: reflexões e práticas em língua portuguesa. Saiba mais: http://lexikon.com.br/nova-gramatica-par...

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