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Akadémicos Suplemento do JORNAL DE LEIRIA, da edição 1289, de 26 de Março de 2009 e não pode ser vendido separadamente.

FOTO: iolanda silva

Engenharia Medicina Comunicação Politécnico Leiria Sociologia Geografia Artes Desporto Aveiro Universidad Informática Coimbra Desporto Direito Design Línguas Ensino Engenharia Medicina Comunicação Politécnico Adelino Gomes Leiria Sociologia Geografia Artes Desporto Aveiro Universidade Informática Coimbra Desporto Direito Desi Línguas Ensino Engenharia Medicina Comunicação Politécnico Sociologia Leiria Geografia Artes Desporto Aveiro Universidade Informática Porto Desporto Relaçõe RumoDesign a umaLínguas formação Direito Ensino Engenharia Medicina Comunicação Politécnico Viseu Arquitectura Geografia Artes Desporto Aveiro Universidade Informática Coimbra Desporto Direito Design Línguas Ensino Porto Leiria Vis Jornalista

“O jornalismo não vai ser o mesmo que era no passado.”

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Tempo de (in)decisões

Ilustração: Luís Almeida

04 e 05

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Vai lá, vai... Abertura

Coordenadora de Redacção Alexandra Barata alexandra.barata@jornaldeleiria.pt Coordenadora Pedagógica Catarina Menezes cmenezes@esecs.ipleiria.pt Apoio à Edição Alexandre Soares asoares@esecs.ipleiria.pt Secretariado de Redacção André Mendonça, Sara Vieira Redacção e colaboradores Ana Catarina Arsénio, Andreia Antunes, Ânia Neves, André Mendonça, Dora Matos, Élio Salsinha, Inês Lopes, Iolanda Silva, João Marques, Luís Almeida, Marcelo Pereira, Mónica Carvalho, Nadir Silva, Nídia Menino, Patrícia Pereira, Sara Madeira, Sara Vieira, Tânia Marques, Tiago Gomes Departamento Gráfico Jorlis - Edições e Publicações, lda Isilda Trindade isilda.trindade@jornaldeleiria.pt Maquetização Leonel Brites – Centro de Recursos Multimédia ESECS–IPL leonel@esecs.ipleiria.pt

Presidente do Instituto Politécnico de Leiria Luciano de Almeida presidencia@ipleiria.pt

Presidente do Conselho Directivo da ESECS José Manuel Silva jmsilva@esecs.ipleiria.pt

Directora do Curso de Comunicação Social e Educação Multimédia Alda Mourão amourao@esecs.ipleiria.pt

Os textos e opiniões publicados não vinculam quaisquer orgãos do IPL e/ou da ESECS e são da responsabilidade exclusiva da equipa do Akadémicos.

akademicos@esecs.ipleiria.pt

Está aí mais um FITEC — Fórum de Inovação, Tecnologia, Formação e Emprego e, sobretudo, a aproximação de um período que será, para muitos, de importante definição de percursos. Para os que procuram ter um papel activo na construção da sua identidade profissional esta é uma de muitas oportunidades de recolher informação. Mais do que a procura ou descoberta de uma vocação profissional - conceito que é hoje amplamente contestado no meio académico, mas que está ainda bem presente nos espíritos inquietos dos estudantes e respectivas famílias – trata-se de um processo de construção identitária. Na verdade, o modelo da descoberta pressupõe que cada um de nós esteja vocacionado, à partida e de forma estável, para uma profissão. Daí à expectativa que o Psicólogo da escola, mediante “passes mágicos”, entregue a chave de um destino que se está disposto a aceitar, vai um passo! Em alternativa, as teorias mais recentes do desenvolvimento e da decisão vocacionais apontam para um processo de elaboração e realização de um projecto vocacional por parte do indivíduo. Isso, pressupõe já a exploração de diferentes saídas, o investimento na recolha da informação, a escolha e o risco. Daí, a importância do que alguns autores designam como a educação para escolha, isto é, um modelo de

JORNAL DE LEIRIA 26.03.2009

Susana Faria Docente ESECS/IPL

Uma agenda do mês

NaDir Silva

música

CINEMA

3, 4 e 5 de Abril, 21:30 XII Real Festa Como manda a tradição desde 1997, a Tuna Acanénica, tuna mista da Esecs, está de volta com o Real Festa, Festival de Tunas Académicas, na cidade de Leiria. Os espectáculos aliam boa música, boa disposição e muita diversão e o tema escolhido para este ano foi “A Noite”. O elenco conta com para além da tuna anfitriã (Tum’Acanénica), o elenco conta com a presença da TAISCTE (Lisboa), EnfTuna (Portalegre), Instituna (Leiria), K&Batuna (Coimbra) e Estatuna (Abrantes). Espectáculo no Teatro José Lúcio da Silva.

De 29 a 1 de Abril, 21:30 29 de Março, 15:30; 1 de Abril, 18:30 Teatro Miguel Franco Frost/Nixon Após vários anos remetido ao silêncio, Richard Nixon, ex-Presidente dos EUA, que se destituí do cargo na sequência do caso Watergate, ressurge a falar ao mundo. David Frost, apresentador de talk-shows, de fraca reputação, decide entrevistar o homem que cometeu o considerado pior crime da história americana. Nixon e Frost agarram-se assim com “unhas e dentes” à contenda que os permitiria provar as suas reputações, e que levou Nixon a confessar e fazer declarações inéditas que surpreenderam o mundo.

25 de Abril, 21:30 UHF Os UHF, banda que está entre as principais causadoras do “boom” do rock português, vão estar em Leiria. A banda de António Manuel Ribeiro conta com uma carreira de mais de duas décadas e é a responsável por êxitos como Rua do Carmo, Cavalos de Corrida ou Matas-me com o Teu Olhar, o seu mais recente êxito. No Teatro José Lúcio da Silva.

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educação assente na responsabilização, passível de formar indivíduos conscientes das suas capacidades e aptos a analisar e problematizar as possibilidades que o meio lhes oferece. Nesta perspectiva, o conhecimento do “mercado” educativo e do universo profissional são ingredientes sem os quais a construção de uma identidade profissional se arrisca a sair frustrada. Mas, porque tal se insere num processo mais vasto, que é afinal o da construção de uma identidade pessoal e social, não podemos esquecer a importância de uma educação intercultural. É que uma das condições essenciais à escolha, parece ser a da percepção da variedade de alternativas, de objectivos, de valores e de crenças, nos mais variados domínios, bem como o consequente comportamento reflexivo face a essas possibilidades. Nesse sentido, a construção identitária terá de contemplar múltiplas perspectivas sobre o mundo, exigindo a exposição das crianças, dos adolescentes e dos jovens à diversidade social e étnica, às diferentes ideologias políticas e religiosas e, naturalmente, aos diferentes universos profissionais. Sem tudo isto, a escolha parece-nos tão limitada quanto próxima da sujeição.

DANçA 28 de Março, 21:30 Amar a Terra Inspirado nas necessidades urgentes do planeta, Amar a Terra, da Kamu Suna Ballet Company, apresenta-se como um espectáculo enriquecido com imagens digitais, com o objectivo de criar uma atmosfera onírica, poética, cientifica e mística, assente no desejo de manter “vivo“ o planeta. Conjuga dança e música ao vivo (ópera e rock), que se funde nos corpos dos intérpretes pretendendo sensibilizar as pessoas a recuperar a harmonia com a natureza e o meio ambiente. No Teatro Miguel Franco.

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Director Adjunto: João Nazário direccao@jornaldeleiria.pt

FOTO: Joana Soares

Director: José Ribeiro Vieira jose.vieira@movicortes.pt


Está a dar

4L Trophy

Missão cumprida para os dois estudantes do IPL

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Texto: Élio Salsinha e Luis Almeida

Chegou ao fim no passado dia 1 de Março a aventura de Diogo Nascimento e Pedro Brás. Os estudantes de 27 e 25 anos, finalistas do curso de Engenharia Automóvel da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria (ESTG), participaram no 4L Trophy, evento que ligou Paris a Marrocos, concluindo assim este “raid humanitário” na 188ª posição entre 1020 participantes. A “missão” partiu de Paris no dia 19 de Fevereiro e

ao longo do percurso cada equipa transportou 50 quilos de material de apoio humanitário, atingindo um total de seiscentas toneladas. Estes números superaram as expectativas da organização, ultrapassando assim os valores alcançados na edição do ano anterior. “Fantástica”, é assim que Diogo Nascimento descreve a experiência vivida ao longo dos dez dias em terras francesas e marroquinas. O jovem

salienta ainda o “espírito de entreajuda” e os conhecimentos que foi adquirindo, no contacto com culturas diferentes ao longo da viagem. Pedro Brás classifica a prova como “inesquecível” e lamenta que a televisão não tenha proporcionado a devida cobertura a este evento, pois acredita que “era bom para todos os estudantes poderem vir a participar.” Estes dois finalistas foram os únicos portugueses em prova, para além

de um Luso-Francês que conheceram no decorrer deste “Mini-Dakar”. “O carro correspondeu às exigências da prova”, afirmaram satisfeitos, pelo trabalho desenvolvido nos meses anteriores. A principal dificuldade encontrada por ambos foi mesmo a noite marroquina, onde “muitas vezes era complicado encontrar uma tomada para ligar o portátil”. Também o frio foi um grande entrave, ten-

do tido inclusivamente de passar uma noite no carro, para se aquecerem “através da chauffage”. Esta viagem inseriu-se no âmbito de um trabalho de final de curso realizado pelos dois alunos, e foi o “culminar de dois estudos realizados anteriormente”, um ao “chassis” e outro ao “motor de um 4L”. “Uma experiência para repetir”, é assim que Pedro e Diogo recordam, já com saudade, a participação nesta aventura.

Festival de Animação regressa às Caldas TEXTO: Inês Lopes e Tânia Marques

EDP Ideias Luminosas

Alunos da ESTG vencem concurso

“animação”. Bruno Carnide, aluno do 1º ano de Som e Imagem afirma que “o FIRST além de ser um desafio é uma oportunidade de expor o trabalho dos alunos a nível internacional, o que o torna muito gratificante”. O aluno da ESAD.CR declara ainda: “para a participação no festival podemos contar com o apoio dos professores e do IPL”. Por outro lado, o professor e organizador do evento, Fernando Galrito refere que “o conceito do FIRST ultrapassa Américo Mónico e Marco Feliciano, alunos de Engenharia Electrótécnica, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria, venceram o concurso Ideias Luminosas 08 promovido pela EDP Distribuição em parceria com a Universidade de Coimbra. O prémio, no valor de 40 mil Euros, foi atribuído ao Projecto VASCOMP I, um trabalho de

o ecrã, para simbolizar também o encontro entre a arte da animação com as artes plásticas, performativas, o design, a multimédia, a música entre outros”. O festival pretende apresentar e explorar o carácter irreverente, artístico e experimental dos estudantes. Segundo o organizador “o FIRST não é somente um concurso, mas uma semana repleta de seminários, workshops e debates onde se pretende cruzar a animação com as restantes artes”. final de curso que permite corrigir a forma de onda da corrente eléctrica e compensar a energia reactiva. O VASCOMP I foi pensado para melhorar a qualidade do serviço, assim como aproveitar a capacidade instalada no sistema eléctrico de energia. Este concurso pretende aproximar a realidade empresarial e académica, atra-

Ainda que o IPL seja o grande dinamizador do evento, o FIRST conta ainda com o apoio da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e de alguns institutos públicos e privados. O professor relata que “para que o conceito “Animação” não seja esquecido são organizados anualmente encontros e exposições temáticas, com alunos e ex-alunos da ESAD.CR. A ideia central é dinamizar o conhecimento da arte da animação e a sua importância na transversalidade artística”.

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Irá decorrer, de 4 a 7 de Maio, na Escola Superior de Arte e Design das Caldas da Rainha a 4ª edição do FIRST. Este encontro internacional das artes da animação tem como objectivo divulgar trabalhos nacionais e internacionais de alunos envolvidos na área. Para além de concurso, o FIRST pretende também proporcionar uma interacção entre alunos e profissionais como estímulo a novos conceitos associados ao conceito

vés da atribuição de prémios a trabalhos de fim de curso de alunos de universidades e politécnicos, que contribuam para o aumento da eficiência energética e para o desenvolvimento sustentável nos sectores residencial, industrial ou de serviços, com aplicação num horizonte temporal imediato. JORNAL DE LEIRIA 26.03.2009

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E depois do secundário?

Traçar o futuro

Está a dar

O que queres ser quando fores grande? Com a resposta na ponta da língua, Diana, 8 anos, não hesitou em responder que quer ser médica evidenciando o gosto por essa profissão. Partilhando a mesma convicção, Emanuel, 9 anos, revela que quer ser engenheiro aeronáutico: “nasci com os aviões”, acrescentando que “estudar muito vai valer a pena”. As opções parecem ser definitivas, no entanto, ao longo da vida, essas “fantasias” dão lugar a interrogações mais reais sobre a melhor carreira a seguir. A escolha profissional é, assim, das decisões mais importantes e ao mesmo tempo mais difíceis que os jovens fazem nas suas vidas, nomeadamente na passagem do ensino secundário para o superior. Momento crítico, pressão absoluta. Para garantir o aconselhamento aos jovens com necessária antecipação, possibilitando-lhes todas as condições para tomar a decisão de uma forma consciente, existem psicólogos escolares bem como variados serviços privados de orientação vocacional. Cristina Marques, psicóloga na Escola Secundária Domingos Sequeira, em Leiria, diz que a procura de ajuda é mais frequente em alunos do 9º ano. Isabel, 17 anos, aluna de Ciências Sociais e Humanas do 12º ano da Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, em Leiria, diz que tem, desde o 5ºano, acompanhamento duma psicóloga. Nas sessões, explica, “fazíamos testes psicotécnicos e conversávamos.” No entanto, segundo Cristina

Perante as mais variadas ofertas de formação e futuro profissional, a escolha de um percurso nem sempre é tarefa simples e se uns acertam à primeira, casos há em que essa definição é mais difícil TEXTO: Iolanda Silva, Nídia Menino e Sara Vieira FOTOS: Iolanda Silva

O meu treinador foi uma grande influência na minha decisão

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Marques, o papel da psicóloga não é oferecer soluções de bandeja, mas “recolher elementos através de testes e entrevistas, ajudando os alunos a reflectirem e a tomarem decisões”. A técnica afirma não ser um processo simples pois “deve encaminhá-los para o caminho correcto, sem manipular decisões.”

Entre a Razão e o coração

Os factores para a escolha de determinado cursos são inúmeros e variam em função dos “interesses, das capacidades, do sentimento de autoeficácia, das expectativas, do mercado de emprego, entre outros” como afirma Cristina Marques. No entanto, ainda existem casos de influência dos pais neste processo. “Os meus pais empurraram-me um bocadinho para humanidades” confessa Isabel, que queria mesmo ter seguido artes. “Ter uma filha em medicina e outra em artes não era o que tinham idealizado para as carreiras das filhas”, desabafa a aluna, daí terem encaminhado Isabel para letras, onde o mercado de trabalho poderia ser mais favorável. André, 18 anos, aluno de Artes Visuais do 12º ano na Escola Secundária Francisco Rodrigues Lobo, optou por artes porque “tinha jeito” mas hoje decidiu que o que quer é engenharia mecânica. A razão diz ser óbvia: “se eu continuasse com artes não ia ter emprego”. De facto, os principais factores de ingresso no ensino superior prendem-se não só com questões de gosto mas

Konsumo Obrigatório

Creaminal

O crime da Moda

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Conhecida pela irreverência, pelo estilo alternativo e pela decoração criativa, a cadeia de lojas Creaminal, no centro histórico de Leiria,

oferece uma vasta diversidade de marcas e tendências singulares. Segundo Verónica Romão, proprietária da Creaminal, “o projecto nasceu de uma paixão pela moda, design e marketing”. A inovação do vestuário e a particularidade da estética deixam no ar uma imagem distinta das lojas. O ambiente assenta no contexto de modernidade e juventude, proporcio-

nado pela melodia e pela decoração original que assume um papel directo na identidade dos próprios estabelecimentos, o que atrai o público mais jovem e que faz com que nível das vendas se torne mais satisfatório. Verónica Romão, destaca que “a música aliada ao conceito da marca é uma receita poderosa para as vendas. A boa música impulsiona a vontade de entrar e o nosso objectivo

passa também por proporcionar um bom momento de lazer aos clientes.” Aliada ao seu estilo desigual, a Creaminal dispõe ainda de dois DJ’s residentes que vestem a marca Creaminal. Verónica Romão confessa que “A Rita Zukt e o Nélson (Z-Pax) trabalham na Creaminal por conhecimento pessoal e não por serem DJ’s profissionais. No entanto, esta feliz coinci-


também com as saídas profissionais dos cursos e até com factores económicos. Pedro Jerónimo, por exemplo, finalista do curso de Comunicação Social e Educação Multimédia, na ESECS, mas inicialmente estudante de engenharia civil, teve consciência de que “se fosse estudar para fora, estaria a exigir um esforço aos pais”. Foi um dos principais factores para não ter escolhido arquitectura, até porque “tinha média”, afirma Pedro. Tiago Cotrim, 24 anos, finalista do curso de Educação Física, vertente 1ºciclo, na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) conseguiu associar a sua escolha profissional ao seu gosto pelo Andebol: “pratico Andebol desde o 3ºano e o meu treinador foi uma grande influência na minha decisão”, remata o finalista. Depois de uma primeira temporada em Lisboa num curso parecido, Gestão do Desporto, mas que não tinha a vertente de educação, acabou por tentar a sorte no Instituto Politécnico de Leiria, optando por Educação Física e hoje reconhece que, como é de

Leiria, conseguiu juntar o útil ao agradável: “os meus pais têm menos problemas em darme dinheiro e em ter dinheiro para eles também.” Mas entre sonho e empregabilidade o ideal, para Pedro Jerónimo, seria equilibrar um pouco as coisas. “Se exercermos uma actividade para a qual temos motivação e da qual gostamos, iremos ter melhores resultados”, conclui. Marta, 18 anos e aluna do último ano do curso profissional de Administração na Escola Secundária Domingues Sequeira, subscreve: “se fores muito bom numa coisa, mesmo que haja pouco emprego, tens sempre sucesso”. A aluna, que em pequena queria ser costureira, mas decidiu trocar as agulhas pelas pastas de Administração, confessa que ainda não é esta a sua escolha e que não se identifica com o que está a fazer, colocando ainda a hipótese de vir a tirar outra coisa relacionada com o que gosta.

Tentativa e erro

E se há quem saiba desde sempre o que seguir, ou quem descubra atempadamente, tam-

bém há os que só conseguem definir-se mais tarde, muitas vezes após um percurso iniciado. Muitos alunos em início de faculdade são afectados de forma consciente por disfunções no processo de escolha. Ou seja, muitas vezes as dúvidas perduram mesmo quando já estão inseridos na comunidade académica. Cada vez existem mais estudantes que ingressam em cursos que nem conhecem. Desistem e andam de opção em opção até definirem a sua verdadeira vocação. “Descobri que a minha área não era comunicar com os tijolos e o balde da massa mas tinha a ver com a comunicação.” É assim que Pedro Jerónimo encara a sua “desistência” após oito anos do curso de Engenharia Civil na Escola Superior de Tecnologia e Gestão em prol do curso de Comunicação Social e Educação Multimédia. Pedro explica a mudança com quatro palavras “nada acontece por acaso”. O seu percurso de vida levou-o às redacções do Mensageiro, onde acabou por “escrever” o seu futuro. “Foi das decisões mais difíceis que eu fiz por todos os factores e mais

Deveria haver mais apoios de profissionais formados

alguns”, confessa o aluno, enquanto explica a sensação de “voltar atrás” quando se está a “chegar à meta”. É a relação que o aluno estabelece com a realidade psicossocial – pela procura, questionamento e experimentação – que transforma e reconstrói as suas vocações e nesse sentido, Cristina Marques afirma que muitas das escolhas profissionais são feitas “à sorte”, uma vez que “o desconhecimento do mundo profissional e a pouca maturidade geral não permitem escolhas autênticas”, justifica a psicóloga. Mas, para Pedro Jerónimo, os erros de diagnóstico devem ser vividos sem dramas porque fazem parte do percurso: “a vida é uma aprendizagem constante, por isso, não digo que aqueles oito anos foram perdidos.” Cristina Marques sublinha: “não ter medo do futuro é o melhor ponto de partida”.

Melhorar o processo

Como forma de ajudar a esclarecer eventuais dúvidas, Pedro Jerónimo salienta que, se houver oportunidade, devem acumular-se experiências pro-

fissionais na área que se pretende seguir. Mas estes jovens deixam outras sugestões. Apesar de considerar importante “o apoio no 9º ano para que os jovens possam perceber a área de que gostam mais”, Tiago Cotrim afirma que “no secundário é muito cedo para escolher uma área a seguir” e, como solução para minimizar o problema das escolhas erradas, defende que “deveria haver uma escolaridade menos direccionada até ao 12ºano”, a par de “uma maior divulgação e esclarecimento dos cursos existentes”. Também Tiago Faria, aluno do 1º ano de Comunicação Social e Educação Multimédia, na ESECS – que esteve quase para ser padre mas acabou por constatar que não era essa a sua vocação – refere que há ainda problemas de falta de informação que fragilizam o processo de escolha e nesse sentido “deveria haver mais apoios de profissionais formados, mais informação nas escolas secundárias sobre cada curso e as suas saídas”. O aluno refere que apenas lhe deram “um livro cheio de nomes e de cursos sem qualquer tipo de descrição dos mesmos”.

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Descobri que a minha área não era comunicar com os tijolos e o balde da massa >>

dora matos

dência de terem vindo trabalhar para nós, tem proporcionado uma simbiose positiva entre a música e a moda.” Nem o nome, nem o logótipo da Creaminal foram criados em vão. Verónica Romão adianta que “houve a necessidade de criar uma imagem que reflectisse um conceito de irreverência e paixão, por isso surgiu a fusão do criminal com cream.” O logótipo é

algo que a proprietária destas lojas também destaca com entusiasmo, visto que este teve tal sucesso que integrou o EULDA (European Logo Design Annual) de 2007. Verónica Romão, revela que o logótipo “foi feito em conjunto com um designer de Leiria, Paulo Silva, que logo percebeu o espírito e propôs a pistola com coração dentro do balão de banda desenhada”.

Verónica Romão confessa que “a falta de dinheiro dos consumidores é o principal problema, mas os consumidores continuam a existir. Compram menos e se possível com preços mais acessíveis.” Os estabelecimentos da Creaminal dividem-se em 3 lojas. A loja mais antiga encontra-se na Rua Gago Coutinho (Praça Rodrigues Lobo), cujas

marcas mais representativas são a Numph e a Reebook, maioritariamente direccionadas ao público feminino. A segunda situa-se na Rua Barão de Viamonte (Rua Direita) que também se direcciona ao público masculino. Nesta, as marcas que vigoram são a Adidas, a Tiger, a Fly, entre outras. Por último, a loja mais recente que oferece um maior espaço, possui as marcas das

lojas anteriores e localiza-se na rua Grão Vasco. A responsável pela cadeia de lojas Creaminal, adianta também que “tem ideias de expandir os espaços comerciais” e que “existem projectos novos para este ano, mas que ainda são surpresa!” Algo que encanta o público mais atento às novas tendências, e que com certeza, proporcionarão um feedback agradável à cadeia de lojas Creaminal.

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Adelino Gomes, jornalista

Sentado “Enquanto jornalistas temos sempre coração” no mocho Sentou, vai ter k explicar

Com experiência em jornais, rádio e televisão, o actual provedor do ouvinte da RDP explica porque escolheu o jornalismo como profissão. E, sobre o que lhe falta fazer, diz: “Tudo” TEXTO: Tiago gomes e andreia antunes FOTOS: IOLANDA SILVA

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Já foi correspondente de guerra. Nas guerras que cobriu, tanto em Angola como em Timor sentiu alguma vez que a sua vida corria perigo? Senti em ambos os sítios, mas sobretudo em Timor. Na noite de 15 para 16 de Outubro de 1975 e ao longo dos três dias seguintes senti que havia o início de uma invasão e que a minha vida estava em perigo. O que é mais difícil no trabalho em cenários dessa natureza? É conseguir perceber para onde nos devemos movimentar. Numa guerra há interacção entre os que dão o tiro e os que respondem. E onde é que o jornalista deve estar? Por um lado para não levar um tiro, mas por outro para ver os tiros que são dados. O jornalista tem de ter uma visão mais ampla, tem de ver a floresta e não apenas a árvore. O jornalismo tem a devida importância na construção histórica? Como o jornalismo se faz, escreve, produz, narra ao mesmo tempo que a realidade se desenvolve, às vezes ele interfere na realidade. Há

Mesmo sendo muitos os leitores e espectadores, são poucos os que participam

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um jornalista que disse “o drama de um repórter é que o repórter fala, tem que falar, da guerra, da paz, da alegria, da tristeza, enquanto as lágrimas caem dos olhos das pessoas, enquanto as pessoas sofrem, enquanto as pessoas são felizes.” Dizia ele: “o jornalista nada num mar de paixões”. O jornalista conta uma história que ainda se está a desenvolver, cujo resultado desconhece. Houve reportagens em que sentiu dificuldade em distanciar-se emocionalmente dos acontecimentos? Sim, muitas. Nós, enquanto jornalistas temos sempre coração. Estamos é treinados, exigimos pôr o coração e o sentimento entre parêntesis. O jornalismo é um acto de humanidade e, nesse sentido, o que é necessário é aprendermos técnicas que permitam ser-se pessoa e jornalista em simultâneo. E é desta conjugação que nasce o jornalismo. Nasce do coração, mas também da razão. Há dois ou três anos, em Timor, estava a trabalhar numa reportagem para o jornal Público, e houve parágrafos que escrevi a chorar, mas não deixei de escrever. E ninguém percebeu que estava a chorar.

Se fosse um “médico jornalista” como analisaria o estado da comunicação social portuguesa? Estava próximo do coma. Mas, se fosse médico, diria que é sempre possível salvarmonos mesmo quando a doença é complicada. A imprensa escrita está em risco de vida. E é uma pena, do meu ponto de vista. Uma crise da imprensa escrita é uma crise do jornalismo em geral. A rádio está a tornar-se menos relevante do que foi e a televisão está a sofrer uma tendência de aligeiramento na informação – o chamado infotainment e, conjuntamente com o fenómeno da Internet, o velho paradigma que estávamos acostumados da informação tradicional, está em crise. Dela o jornalismo pode emergir doente, agónico, morto, ou pode ressuscitar, espero que ressuscite e encontre um novo caminho. O jornalismo não vai ser o mesmo que era no passado. O que pensa funcionar menos na democracia portuguesa? A morosidade e falta de justiça. Hoje em dia pensa-se que há a possibilidade de se cometer crimes, nomeadamente os de “colarinho bran-

co”, sem que sejam condenados ou julgados com justiça pelos tribunais. Também há falta de uma igualdade económica. Apesar de nascermos todos com os mesmos direitos perante a Lei, na verdade não temos direito ao pão, habitação ou emprego. Esta democracia económica não foi conseguida com o 25 de Abril. Já trabalhou em imprensa, rádio e tv. Que meio mais aprecia? Imprensa escrita. Também gosto de rádio, e é aquele a que estou ligado historicamente, foi na rádio que comecei. É o meio mais pobre e o mais difícil. Apenas através da voz temos de conseguir que a mensagem seja transmitida, entendida e atractiva para os ouvintes. A televisão é o meio de maior impacto. Ou as pessoas têm telegenia ou não. O mais difícil é a imprensa escrita. Em primeiro lugar porque está em crise, em segundo porque exige raciocínio e inteligência, as pessoas têm de ter vontade de ler e nós temos de contar uma história. É, hoje, o meio de comunicação mais exigente, o último a chegar às pessoas. Significa que todo o nosso esforço deve estar na


KURTAS Um país Portugal, pelo bem e pelo mal Um jornalista Joaquim Furtado Um sonho Termos mais igualdade Um medo Dos meus fantasmas Um filme Verdes Anos – Paulo Rocha Uma reportagem 25 de Abril em Portugal Um livro Sermões de Padre António Vieira Um entrevistado Maria José Morgado

joão marques

The Wrestler Este drama, realizado por Darren Aronofsky (Requiem for a Dream\Pi) apresenta uma visão interessante sobre o mundo da luta livre. The Wrestler conta-nos a historia de Randy “The Ram” Robinson (Mickey Rourke), outrora uma grande vedeta no mundo do wrestling, agora sofrendo do desgaste da idade, do estilo de vida que levou durante o seu percurso como lutador profissional. É um filme sobre a sua tentativa de se agarrar a uma ténue luz de esperança num regresso à glória, participando em encontros de rua mal pagos. A oportunidade surge sob forma de uma reedição de um dos seus mais célebres combates, mas prontamente o destino se encarrega de lhe impor um novo obstáculo. Após um combate, o corpo de Randy cede aos abusos de substâncias que este utilizava para moldar a sua figura, culminando num ataque de coração e incapacitando-o. Fora do ringue, Randy é um homem abandonado, tendo apenas a companhia de Cassidy (Marisa Tomei), uma stripper. O filme relatanos a luta de um Randy que tenta voltar à sua antiga glória fazendo a única coisa que sabe fazer, ao mesmo tempo que se esforça para conseguir pagar a renda da casa, reatar os laços com a filha e avançar com uma relação com Cassidy.

capacidade de sabermos narrar bem o acontecimento, narrar uma história de uma forma que seja aliciante. Tem também várias experiências no ensino. Qual a mensagem mais importante sobre a profissão que faz questão de deixar aos seus alunos? É uma matéria da qual, mesmo quando se é doutor, nunca se sabe tudo. Temos de fazer todos os dias a revisão da matéria dada. Há doutores em jornalismo, porque têm doutoramento, mas o doutoramento é feito todos os dias no terreno. Os que estudam jornalismo devem ter consciência que o jornalismo vai ser uma constante aprendizagem. O jornalismo trata da novidade. Há uma aprendizagem constante nesta profissão. Hoje em dia os jornalistas saem do ensino superior bem preparados para o mercado de trabalho? Saem mais bem preparados do que nós. Hoje já há formação específica. Defendo, ao contrário de muitas pessoas, que o jornalismo está melhor do que no passado. O que acontece hoje é que ficamos indignados quando um licenciado comete um erro.

Ocupa actualmente o cargo de provedor do ouvinte, na RDP. Que reclamações lhe surgem com mais frequência? Apresentei há dias um relatório destes primeiros sete meses. A maior parte das reclamações são contra ou a propósito de situações que se passam na Antena 1. A segunda razão de queixa é relativa à Antena 2 e a terceira sobre desporto. Há também algumas reclamações relacionadas com a informação. Os portugueses são espectadores, leitores, ouvintes críticos? (risos) Os portugueses são complicados. Como provedor do ouvinte recebo muitas mensagens, mas é uma ínfima parte daqueles que ouvem. Logo, diria que mesmo sendo muitos os leitores e espectadores, são poucos os que participam. Tem um percurso profissional extenso e variado. O que lhe falta fazer? (risos) Tudo! Reportagem, sobretudo reportagens. Nós em Portugal somos enviados especiais intermitentes e senti sempre falta de poder ser enviado especial durante 5 anos seguidos.

Gostava de fazer uma revisitação dos lugares e das pessoas que entrevistei para escrever outra vez a história delas. Que memórias guarda de Leiria? São memórias grandes. Nasci nos Marrazes. Guardo memórias futebolísticas entre os jogos do Leiria e Marrazes e o União de Leiria. Conheci a minha esposa no liceu. Continuo a ir a Leiria de vez em quando. É uma terra a que me sinto ainda ligado, embora não acompanhe o dia-a-dia, mas sou um leiriense. Nós somos sempre da terra onde nascemos, mesmo quando estamos afastados. O que o levou a ser jornalista? O desejo de estar em todo o lado onde alguma coisa de interessante se passa. A vontade de ser porta-voz de anseios, queixas, súplicas de quem não tem outra maneira de chegar para lá da sua rua e dos seus conhecidos. O gosto pelo desafio de viver e relatar ao mesmo tempo, para os meus contemporâneos, o tempo em que vivo. A ambição de exercer um ofício em que autonomia, independência e responsabilidade constituem as palavras-chave.

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DR

Um acontecimento 25 de Abril de 1974 – enquanto jornalista e cidadão.

Kultos

Este é um filme mal apreciado. Apesar de não estar no mesmo patamar que os outros filmes de Aronofsky, The Wrestler é uma perspectiva humana e bruta sobre aquilo que realmente se passa dentro e fora dos ringues. Mostra-nos de forma crua como os lutadores profissionais ganham a vida. Quem pensa que não passa de um filme de pancada, enganase. The Wrestler permite-nos, entre cada golpe desferido, reflectir sobre a condição humana. Sem dúvida, merece ser visto. 8/10

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Últimas

A Fechar

sara madeira e ana catarina arsénio

IPL promove pós-graduação em cuidados paliativos

Exposalão recebe FITEC André Mendonça e Dora MatoS

Abriu na Escola Superior de Saúde uma Pós-Graduação em Cuidados Paliativos que terá início no próximo dia 16 de Abril e a duração de três meses e meio. Esta formação, destinada a licenciados nas áreas da saúde, social ou psicologia, tem como principal objectivo desenvolver as competências necessárias à prestação de cuidados físicos, psicológicos e psicossociais a doentes terminais e aos seus familiares. As candidaturas (via online) encontram-se abertas até dia 9 de Abril.

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JORNAL DE LEIRIA 26.03.2009

de actividades nos espaços de representação expostos, uma das novidades no evento. Para além de workshops, o IPL apresenta ainda a sua Bolsa de Emprego “a grande novidade e sem dúvida uma maisvalia para a Instituição”, como refere Leopoldina Alves, docente do IPL e membro da comissão de organização do FITEC.

A docente revela ainda que as expectativas “são altas” e que a organização espera superar os 25 mil visitantes do ano passado, acrescentando o facto de o recinto ter também aumentado. Ao longo destes quatro dias, é dada aos visitantes, a possibilidade de entrar no ponto de encontro de todos os agentes do mercado de trabalho.

INTERNETES Mónica CArvalho

útil

Campeonato Nacional Universitário

Futebol 11 e Andebol com apuramentos garantidos

Devido a razões culturais, falta de meios ou simples inibição, é difícil abordar de uma forma aberta e correcta a sexualidade, por isso foi criado este site. Contém notícias, sondagens, curiosidades, citações, fóruns, perguntas ao médico e, até, uma secção com links sobre questões importantes ligadas à sexualidade.

Ânia Neves e Marcelo pereira

Decorreu, entre os dias 1 e 4 de Março, o 2º Torneio de Apuramento de Futebol 11 feminino para o Campeonato Nacional Universitário (CNU). Com uma vitória por 3-0 sobre a Universidade do Algarve e dois empates, a equipa do IPL conseguiu o segundo lugar. Já nas meias-finais, a equipa feminina defrontou a Universidade de Coimbra, disputando depois a final contra a Associação Académica da Universidade do Minho. Após o prolongamento, apenas a “pontaria” dos penalties veio desfazer o empate, fazendo sorrir a vitória à equipa do IPL com a guarda-redes a defender 2 penalties. A fase final irá realizar-se na última semana de Abril na Cidade de Gaia.

Andebol

No que respeita ao Andebol Masculino, a equipa teve a prestação esperada e terminou este segundo torneio de apuramento em 5º lugar, igualando assim a classificação alcançada no primeiro. Marco Oliveira, Coordenador Desportivo do IPL considera que “esta foi uma boa classificação visto ser uma equipa não federada e constituída por atletas maioritariamente do 1º ano”. A equipa de Andebol Feminino, que nos últimos 6 anos foi 2 vezes campeã Nacional Universitária, e 4 vezes vice-campeã, apu-

rou-se também para a fase final, depois do 5º lugar no primeiro torneio de apuramento e 4º lugar no segundo. Marco Oliveira, Coordenador do Desportivo do IPL, sublinha que “este ano 80 por cento das atletas são alunas do 1º ano, que com estes resultados irão abrir boas perspectivas para o futuro da modalidade dentro do IPL”.

Futsal

Em Futsal, a equipa masculina do IPL participa no Grupo B de apuramento para o CNU. O Futsal masculino tem um modelo competitivo diferente das restantes modalidades e numa primeira fase as equipas, divididas por dois grupos, irão jogar todas contra todas, a duas voltas. Nesta fase a equipa do IPL já terminou a sua prestação, ficando apurada em 1º lugar para a fase seguinte que será disputada em sistema de final four e onde a equipa do IPL terá de ficar nos 3 primeiros lugares para que se possa apurar para a fase final. No Futsal Feminino o IPL terminou em 4º lugar no torneio. Entre 20 e 25 de Abril irão decorrer as Fases Finais dos Campeonatos Nacionais Universitários onde o IPL marcará presença com as equipas de Andebol Feminino e Futebol 11 já apuradas e também com atletas no ténis.

DR

Irá decorrer de 14 a 18 de Abril, na Universidade Lusófona, em Lisboa, o 6º congresso da SOPCOM Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação, o 8º congresso da LUSOCOM Federação Lusófona de Ciências da comunicação e o 4º congresso Ibérico. Os temas em debate serão: Sociedade dos media: Comunicação, Política e Tecnologia, Comunicação, Espaço global e Lusofonia e Redes, Meios e Diversidade cultural no espaço Ibérico. Para mais informações visite o site http://sopcom2009.ulusofona. pt/

e profissional; instituições de emprego e formação profissional; centros de investigação e desenvolvimento; centros tecnológicos; associações empresariais, estruturas de apoio à criação de empresas… Os alunos do IPL voltam a ter a oportunidade de poder divulgar as valências dos seus cursos, beneficiando da promoção

DR

Congressos de SOPCOM e LUSOCOM

A Exposalão, na Batalha, volta hoje a abrir as portas ao FITEC, Fórum de Inovação, Tecnologia e Emprego. A 2ª edição da Feira, que decorrerá até Domingo, dia 29 de Março, apresenta as cinco escolas do IPL em diferentes áreas do saber e do conhecimento, mas conta também com a presença de outras instituições de ensino superior

http://www.sexualidades.com

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Akademicos  

Jornal da ESECS—IPL

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