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Material de Apoio

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MATERIAL DE APOIO

APRESENTAÇÃO

Esse é um material complementar para que você, professor, possa criar, da melhor maneira possível, seu plano de aula e um roteiro de visita à exposição adequado aos seus interesses pedagógicos. É clicar nos links disponíveis para ter acesso a um vasto conjunto de textos, imagens, músicas, filmes, documentários, livros, entrevistas, seminários, tanto sobre os assuntos da exposição, quanto a respeito das trajetórias de Homero Massena, Juliana Pessoa e Fernando Pessoa.

PREPARANDO SEU ROTEIRO

A exposição d’Os sertões acontece na Casa da Memória de Vila Velha, localizada no importante sítio histórico da Prainha, próxima a vários patrimônios históricos de nossa cidade. Nesse sentido, o que você acha de elaborar uma visita mais longa, aproveitando, ao máximo, esse cenário? Para te ajudar nessa tarefa, sugerimos que você clique nesse link, Educação Patrimonial Crítica, com um conteúdo específico sobre Vila Velha.

Caso você possa, nós também sugerimos uma visita ao Ateliê Kleber Galvêas, que foi amigo, aluno e biógrafo de Homero Massena e que é um dos maiores conhecedores de sua obra. O ateliê está localizado na Barra do Jucu, em Vila Velha.

EUCLIDES DA CUNHA

1. Os Sertões

FLAVIO DE BARROS

1. Guerra de Canudos pelo fotógrafo Flavio de Barros

2. As fotografias de Flavio de Barros em Canudos

1. Guerra de Canudos pelo fotógrafo Flavio de Barros

2. Rui Barbosa e sua visão crítica de Canudos

3. A oralidade na obra de José Calasans: o ciclo folclórico do Bom Jesus Conselheiro

4. Programa "Roda Viva", com Ariano Suassuna

5. Palestra de lançamento do livro "Antônio Conselheiro por ele mesmo“

6. Guerra de Canudos (Filme)

7. A matadeira (Documentário)

8. A matadeira, Cordel do Fogo Encantado (Música)

9. Canudos, Edu Lobo (Música)

O SERTÃO NA CULTURA BRASILEIRA

1. Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa

2. Pedra Bonita, de José Lins do Rego

3. Romance d’A pedra do reino, de Ariano Suassuna

4. Vidas secas, de Graciliano Ramos

5. O quinze, de Rachel de Queirós

6. Vidas secas, de Nelson Pereira dos Santos (Filme)

7. Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, de Rosemberg Cariry (Documentário)

8. Aula-espetáculo de Ariano Suassuna

9. A morte do vaqueiro, Luiz Gonzaga (Música)

10. Ave Maria sertaneja, Luiz Gonzaga (Música)

11. Asa branca/Volta da asa branca, Luiz Gonzaga (Música)

12. Notícias do Brasil, Milton Nascimento (Música)

13. Louvação, Gilberto Gil (Música)

14. Lamento sertanejo , Gilberto Gil (Música)

15. Do romance ao galope nordestino, Quinteto Armorial (Álbum de música)

16. Carcará , João do Vale (Música)

17. Meu divino São José, Maria Bethânia (Música)

18. Caderno de poesias, Maria Bethânia (Música – a partir de 2:19)

19. Carcará, Maria Bethânia (Show)

20. Sangue de bairro (cangaço), Chico Science e Nação Zumbi (Clipe)

21. Monólogo ao Pé do Ouvido/Banditismo Por uma Questão de Classe, Chico Science e Nação Zumbi (Show)

1. Autobiografia 2. Biografia (Vídeo) 3. Descobrindo Massena 4. Escola

5.

de Belas Artes HOMERO MASSENA
Massena, o escritor
6. Depoimento
7. Joia da Prainha
8. Sítio histórico da Prainha
9. Tour online pelo Museu Ateliê Casa Homero
Massena (Vídeo)

Cronologia*

1885. Nascimento, em Barbacena. Filho de mãe mineira e pai capixaba; 1905. Estuda na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, com Parreiras e Batista da Costa; 1911. Estuda na Academia Julien, na França, com Vinot; 1921. Conquista o prêmio de viagem, do estado de Minas Gerais e vai para a França aprimorar sua técnica de pintura, com Florentino Marchet;

* Fonte: https://patrimoniohomeromassena.blogspot.com/

1942. Mesmo ainda antes de morar em Vila Velha, participou da Família Prainha, grupo de pintores que se reunia, semanalmente, para a prática da pintura ao ar livre; 1950. Publica, no jornal Diário de Minas, um artigo sobre a morte de Euclides da Cunha pelas mãos do, então jovem, General Dilermando de Assis. Apontado pela opinião pública como o assassino do célebre escritor, Dilermando é visto, por Homero, como a verdadeira vítima da tragédia, pois é Euclides quem, em primeiro lugar, atenta contra a sua vida – ele em sua legítima defesa. Homero recebe uma carta de Dilermando em agradecimento pelo artigo.

1951. Fundou a Escola de Belas Artes do Espírito Santo, a sétima do país, a pedido do governador

Jones dos Santos Neves, em comemoração dos 400 anos da cidade de Vitória. Muda-se, finalmente, para Vila Velha – seu paraíso de infância. Torna-se diretor e professor da Escola de Belas Artes;

1974. Morre, no Hospital dos Servidores Públicos, na cidade de Vitória.

1982. Sua residência, na Prainha, é tombada pelo Conselho Estadual de Cultura;

1986. Inauguração do Museu Ateliê Homero Massena, em sua antiga residência.

Juliana Pessoa

1. Instagram

2. Exposição Anticorpos, no Museu de Arte do Espírito Santo

3. Memórias do Futuro, no Palácio Anchieta

4. Projeto Residência 8

5. Jovens artistas capixabas

6. Exposição Corpo Memória, na Galeria de Arte Espaço Universitário

Fernando Pessoa

1. Arte no pensamento – 1ª edição dos Seminários Internacionais Museu Vale

2. Bate-papo com Walter Firmo e Fernando Pessoa

3. Apresentação do projeto cidades (in)visíveis

4. Visita mediada à exposição cidades (in)visíveis, na Casa Porto das Artes Plásticas

5. Encontro de Formação de Professores, da mostra cidades (in)visíveis

6. 6º Encontros com a Arte Contemporânea

D’os sertões

Artistas

Homero Massena

Juliana Pessoa

Fernando Pessoa

Curador e assessor de comunicação

Manoel Góes

Arte-educadora

Juliana Pessoa

Montadora

Angélica Reckel

Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha

Presidente

Luiz Paulo Siqueira Rangel

Produtor cultural

Marcello França Furtado

Casa da Memória de Vila Velha

Coordenador

Paulo Sérgio Fehlberg Silvestre

Pedagoga

Alexandra Cristina Nunes Museóloga

Flávia Fernandes

Monitores

Marcos Gaudencio Cardoso

Clarissa Souza Xavier

Rodrigo Euzebio de Almeida

Jose Antonio Alvez Neto

Josmar Andrews da Costa Paterlini

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