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Processo Seletivo da Prefeitura de João Monlevade página 2.

27 de janeiro a 09 fevereiro 2017 - Edição 154 - R$ 1,00

Crise Arquivo UN

Comércio demite mais que outros setores No ano de 2016, o comércio foi o setor que mais demitiu em João Monlevade, sendo responsável por quase 50% das baixas em postos de trabalho. Página 2.

Semáforos são substituídos em João Monlevade As obras para a implantação dos novos semáforos já foram iniciadas e deverão ser concluídas dentro de 50 dias. Página 12.

Isenção de taxa mínima de água Página 12.

Febre amarela avança

e número de mortes aumenta

O último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), na quarta-feira (25), confirmou 38 mortes por febre amarela em Minas, sendo que duas se referem a pacientes residentes em cidades fora das áreas consideradas de emergência. Segundo dados do Ministério da Saúde, o surto de febre amarela já é o pior dos últimos 10 anos. Página 12.

Concurso público: Prefeitura de Nova Era

Desemprego Divulgação

Os salários podem chegar a até 2.539,91, dependendo do cargo pretendido e jornada de trabalho. Página 12.

Projeto aponta principais áreas de risco de deslizamentos de terra em João Monlevade Projeto desenvolvido por Anna Carolina Brasil Gonçalves Lacerda, Engenheira Ambiental formada pela UEMG/João Monlevade, propõem estudo sobre os deslizamentos de terra frequentes em períodos chuvosos na Microbacia Hidrográfica do Córrego Jacuí, em Monlevade. Página 2.

CAT/SINE Monlevade registra 282 requisições de seguro-desemprego nos primeiros 23 dias do ano Segundo o órgão, de 01/01/2017 a 23/01/2017, no geral, foram feitos 692 atendimentos. O CAT/SINE Monlevade informou que 92 pessoas foram encaminhadas para empregadores. E um dos dados que mais chama a atenção está relacionado ao seguro-desemprego. De acordo com o CAT/SINE, neste período, foram feitas 282 requisições de seguro-desemprego em Monlevade.


Cidades / Opinião

27/01 a 09/02/2017 - Pág. 2

Editorial

A saída é apertar o cinto O que está ruim pode piorar, é o que aponta alguns economistas. A expectativa para 2017 é que a taxa de desemprego continue alta. Este é o pior momento do mercado de trabalho desde 1991, com a maior taxa de desemprego. Até 2018, o emprego não deve voltar ao nível anterior de antes de 2015, porque para isto a economia brasileira precisa se recuperar e dentro de um

curto tempo não será possível. Apesar dos enormes desafios de recolocar as coisas nos eixos e uma aparente disposição do governo, a questão é que boas intenções não bastam para que a crise passe e os empregos voltem a surgir. É preciso ações efetivas, mesmo que os resultados demorem. Enquanto isso não acontece, o melhor a fazer é apertar o cinto.

Comércio é responsável por quase 50% das demissões em João Monlevade Arquivo UN

No comércio foram perdidos 205 postos de trabalho em 2016

No ano de 2016, João Monlevade perdeu 431empregos

formais segundo os dados do Cadastro Geral de Emprega-

dos e Desempregados (Caged), divulgados neste mês de janeiro, pelo Ministério do Trabalho. O setor do comércio registrou a maior baixa nas vagas, sendo responsável por 47,5% das demissões no município. O resultado mantém a tendência de mais demissões que contratações no mercado de trabalho. O setor da construção civil teve a segunda maior perda de postos, com fechamento de 177 vagas. A única atividade com novas

vagas abertas foi a administração pública, com 89 novos postos de trabalho. Apesar do saldo negativo em 2016, o número de desempregados é pelo menos três vezes menor do que 2015, que fechou com um déficit de 1.577 postos de trabalho. Divulgado desde 1992, o Caged registra as contratações e as demissões em empregos com carteira assinada com base em declarações enviadas pelos empregadores ao Ministério do Trabalho.

Projeto pode minimizar ocorrência de deslizamentos de terra em João Monlevade Divulgação

Anna Carolina realizando levantamentos em campo

O projeto de iniciação científica desenvolvido pela Engenheira Ambiental Anna Carolina Brasil Gonçalves Lacerda, durante a graduação, sobre os deslizamentos de terra frequentes em períodos chuvosos na Microbacia Hidrográfica do Córrego Jacuí, em João Monlevade,

pode ser uma importante ferramenta para planejamento do município. No estudo, que teve como objetivo minimizar os problemas socioambientais na região ficou constatado que as intervenções em áreas impróprias às ocupações, são fatores determinantes

para os deslizamentos. Com base na avaliação dos fatores ambientais e levando em consideração os períodos de precipitação de grandes intensidades, o estudo gerou um mapa de suscetibilidade de deslizamentos de terra da região analisada, por meio de notas (valores)

analisadas por profissionais da área. Por detectar áreas predispostas a deslizamentos, o trabalho desenvolvido por Anna Carolina, é uma ferramenta que pode contribuir muito para o planejamento do município, indicando as áreas mais apropriadas para a expansão urbana. “O estudo na Microbacia do Córrego Jacuí do município de João Monlevade foi de grande relevância por estar situada em um cenário muito propicio a ocorrência de deslizamentos. O fato de ser um terreno muito declivoso condiciona a água das chuvas fluírem rapidamente pelas encostas mais inclinadas, tanto sobre o terreno, quanto no processo de escoamento superficial e nas infiltrações no solo, o que eleva a suscetibilidade para a ocorrência do movimento de partículas de rocha e/ou solo. Diante a essa complexidade, deve-se atentar para um planejamento adequado do uso do solo, evitando intervenções em áreas impróprias à ocupação” pontua a engenheira.

Aprovados no Concurso Público de Monlevade começarão a ser chamados até final de fevereiro A Prefeitura de João Monlevade irá iniciar as contratações dos aprovados no Concurso Público assim que todo o processo estiver concluído, o que deverá se dar até o final de fevereiro. A informação é da prefeita Simone Carvalho Moreira (PSDB). A prefeita disse que contratações relacionadas ao concurso realizado no final do ano passado atenderão às necessidades de cada setor, notadamente o setor da Saúde.

Prefeitura publica Edital para contratar ajudantes A Prefeitura de João Monlevade publicou o Edital para a contratação, por tempo determinado (seis meses, podendo ser prorrogado por igual período), de 20 (vinte) pessoas para o cargo de ajudante geral. Segundo o Edital, as inscrições para o Processo Seletivo Público Simplificado acontecerão no período de 30 de janeiro a 03

de fevereiro, de 8h às 10h30 e de 13h às 15h30, na sede do CRAS, à Rua Nova York, nº 428, bairro Novo Cruzeiro. Para se inscrever, o candidato deverá apresentar os seguintes documentos: cópias autenticadas (ou cópias simples acompanhadas do documento original) de CPF, RG, comprovante de residência atualizado, com-

provante da situação regular com as obrigações eleitorais, Carteira de Trabalho (comprovando experiência no cargo de ajudante). O Edital encontra-se no Quadro de Avisos da Prefeitura ou pode ser acessado através do sitewww.pmjm. mg.gov.br.

Prefeitura de João Monlevade busca parceria para aniversária da cidade Divulgação/ Acom. PMJM

A prefeita Simone Carvalho (PSDB) e a diretora do SESI Jullie Cristiane

A prefeita de João Monlevade, Simone Carvalho Moreira (PSDB) reuniu-se com a diretora do SESI (Serviço Social da Indústria), Jullie Cristiane Fonseca para conversarem sobre a possibilidade da realização de uma “ação social”, em parceria com as empresas, em abril, mês de aniversário da cidade. Para a festa da cidade, além de variadas atrações culturais, a Prefeitura e o SESI estarão pleiteando junto

ao órgão ligado à Indústria, as tradicionais carretas com atendimentos como: “Cozinha Brasil” (com o programa de reeducação alimentar e melhor aproveitamento dos alimentos) e “Escola Móvel” (com cursos rápidos profissionalizantes). Segundo Simone, outras atrações serão programadas para o aniversário de João Monlevade e, em tempo oportuno, estarão sendo divulgadas para a comunidade.

Contatos:

Diretor Geral

contato@ultimanoticia.com.br / (31) 98959-1000

Alexandre Miquelete

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9. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIBELGO aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir27/01 de então, todos os -novos a 09/02/2017 Pág. 3 funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. Relatório da Administração

10. Sistema de Ouvidoria

Senhores Associados, Submetemos à apreciação de V.S.as as Demonstrações Contábeis do ano findo em 31/12/2016 da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda. – SICOOB CREDIBELGO, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 04 de junho de 2016 o SICOOB CREDIBELGO completou 49 anos, mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos.

A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No exercício de 2016, a Ouvidoria do SICOOB CREDIBELGO não registrou nenhuma manifestação de inconformidade por parte de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. 11. Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito - FGCoop

2. Avaliação de Resultados No exercício de 2016, o SICOOB CREDIBELGO obteve um resultado de R$ 290.301,19 representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 7,08%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$177.048,72.Por sua vez a carteira de créditos representava R$ 2.968.042,86. A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Carteira Comercial

R$ 2.968.042,86

100,%

Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/2016 o percentual de 17,76% da carteira, no montante de R$ 527.126,67.

Conforme previsto no artigo 2º da Resolução CMN nº 4.284/13, a contribuição mensal ordinária das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125%, dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos dos bancos, o FGC, ou seja, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, entre outros. As contribuições ao FGCoop pelas instituições a ele associadas tiveram início a partir do mês de março de 2014 e recolhidas no prazo estabelecido no § 4º do art. 3º da Circular Bacen nº 3.700/14.

4. Captação As captações, no total de R$ 6.648,11, apresentaram um decréscimo em relação ao mesmo período do exercício anterior de 303,84.%. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos a Prazo

De acordo com seu estatuto, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito- FGCoop tem por objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada, até o limite de R$ 250 mil por associado, bem como contratar operações de assistência, de suporte financeiro e de liquidez com essas instituições. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estabelece a forma de contribuição das instituições associadas ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), ratifica também seu estatuto e regulamento. Conforme previsto na Resolução CMN nº 4.150/12, esse fundo possui como instituições associadas todas as cooperativas singulares de crédito do Brasil e os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).

R$

6.648,11

100%

Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 31/12/20/16 o percentual de100% da captação, no montante de R$ 6.648,11.

Ainda nos termos de seu estatuto, a governança do Fundo será exercida pela Assembleia Geral, pelo Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, e está estruturada de modo a permitir a efetiva representatividade das associadas, sejam elas cooperativas independentes ou filiadas a sistemas cooperativistas de crédito, sendo o direito de voto proporcional às respectivas contribuições ordinárias. Agradecimentos

5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDIBELGO era de R$ 4.212.940,63. O quadro de associados era composto por 687 Cooperados, havendo um decréscimo de 6,55% em relação ao mesmo período do exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB CREDIBELGO adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº 2.682/99.

7. Governança Corporativa Governança corporativa é o conjunto de mecanismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembléia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal Eleito trienalmente na AGO, com mandato até a AGO de 2019, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CENCREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 9. Código de Ética Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDIBELGO aderiram, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por

Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. João Monlevade,16 de janeiro de 2017. Conselho de Administração e Diretoria JOSÉ GERALDO DE SOUZA – Diretor Presidente CARLOS GERALDO DA SILVA – Diretor Financeiro REGINALDO BRAZ – Diretor Administrativo ALESSANDRO DOS SANTOS ALVES JOSENIR EVALDO TIMÓTEO NATÁLIA CRISTINA DE OLIVEIRA MARTINS WELLINGTON CARLOS VENTURA COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETROMECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA SICOOB CREDIBELGO BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DEZEMBRO DE 2016 E 2015

ATIVO Circulante Disponibilidades Títulos e Valores Mobiliários (Nota 5) Carteira Própria Relações Interfinanceiras (Nota 6) Centralização Financeira - Cooperativas Operações de Crédito (Nota 7) Operações de Crédito (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) Outros Créditos (Nota 8) Rendas a Receber Diversos

31/12/2016 1.612.081,40 78.875,39 242.399,34 242.399,34 177.048,72 177.048,72 1.106.875,00 1.339.017,02 (232.142,02) 6.882,95 2.115,95 4.767,00

Em Reais 31/12/2015 1.744.273,44 45.635,81 126.751,31 126.751,31 190.302,05 190.302,05 1.377.562,36 1.702.187,85 (324.625,49) 4.021,91 1.238,18 2.783,73

Realizável a Longo Prazo Operações de Crédito (Nota 7) Operações de Crédito

1.629.025,84 1.629.025,84 1.629.025,84

1.988.530,51 1.988.530,51 1.988.530,51

Permanente Investimentos (Nota 9) Participações em Cooperativas Outros Investimentos (Provisões para Perdas) Imobilizado em Uso (Nota 10) Imóveis de Uso Outras Imobilizações de Uso (Depreciações Acumuladas) Diferido Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada)

2.146.530,60 470.215,91 460.309,76 14.223,15 (4.317,00) 1.676.314,69 174.194,28 1.766.839,67 (264.719,26) -

1.859.913,01 432.301,58 422.395,43 14.223,15 (4.317,00) 1.411.593,67 151.682,99 1.519.360,44 (259.449,76) 16.017,76 24.783,26 (8.765,50)

TOTAL DO ATIVO

5.387.637,84 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

PASSIVO Circulante Depósitos (Nota 11) Depósitos a Prazo Obrigações Por Empréstimos (Nota 12) Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações (Nota 13) Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Exigível a Longo Prazo Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações

5.592.716,96

31/12/2016 803.138,60 6.648,11 6.648,11 221.053,08 221.053,08 575.437,41 264,34 89.476,93 17.826,15 467.869,99

31/12/2015 758.078,61 26.847,80 26.847,80 101.568,43 101.568,43 629.662,38 287,05 135.752,61 14.839,38 478.783,34

224.232,54 224.232,54 224.232,54 -

518.496,51 118.496,51 118.496,51 400.000,00


Obrigações Por Empréstimos (Nota 12) Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações (Nota 13) Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Exigível a Longo Prazo Obrigações Por Empréstimos (Nota 13) Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Diversas Patrimônio Líquido (Nota 15) Capital Social De Domiciliados no País Reserva de Lucros Sobras Acumuladas

221.053,08 221.053,08 575.437,41 264,34 89.476,93 17.826,15 467.869,99

101.568,43 101.568,43 629.662,38 287,05 135.752,61 14.839,38 478.783,34

224.232,54 224.232,54 224.232,54 -

518.496,51 118.496,51 118.496,51 400.000,00 400.000,00

4.360.266,70 2.777.708,64 2.777.708,64 1.350.719,96 231.838,10

4.316.141,84 2.751.249,45 2.751.249,45 1.321.740,20 243.152,19

Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (redução) em passivos operacionais

438.828,18 10.365,91 4.165,80

722.675,50 (2.861,04)

(265.680,29) 2.222,31

Depósito Sob Aviso Depósito a Prazo Empréstimos Cecremge Outras Obrigações

(11.652,13) (36.669,75) (495.234,56)

(12.492,59)

Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais

(184.062,18)

574.680,90

1.418.174,08

Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Outros Ajustes

(78.167,45) (737,62)

(258.872,20) (37.914,33) (11.731,79)

(1.262.991,81) (33.898,53)

Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos

(78.905,07)

(308.518,32)

(1.296.890,34)

193.397,13 (256.346,40) -

406.936,10 (485.363,89) (11.825,94)

(503,57) (28.979,76) -

(126.439,27) (503,57) (28.979,76) -

378.555,46 (369.813,15) (11.822,77) (91,13) (163.634,49) (617,69) (30.394,02)

Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos

(92.432,60)

(246.176,33)

(197.817,80)

Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades

355.399,85

19.986,25

(76.534,06)

611.323,96 255.924,11 (355.399,85)

235.937,86 255.924,11 19.986,25

312.471,02 235.937,86 (76.534,06)

27/01 a 09/02/2017 (2.045,07) - Pág. 4 (20.199,69) 225.220,68 (454.224,97)

220.064,94 862.799,02

Atividades de Investimentos

Atividades de Financiamentos

TOTAL

5.387.637,84 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

5.592.716,96

COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E SICOOB CREDIBELGO DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 Em Reais Segundo Descriminação 31/12/2016 31/12/2015 Semestre/2016 RECEITAS(INGRESSOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 711.298,00 1.447.349,35 1.421.740,17 Operações de Crédito 711.298,00 1.447.349,35 1.439.321,88 Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários (17.581,71) DESPESAS(DISPÊNDIOS) DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa

(157.473,05) (889,93) (89.523,53) (67.059,59)

RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA

(241.770,56) (2.913,72) (96.229,09) (142.627,75)

553.824,95

OUTRAS RECEITAS/DESPESAS (INGRESSOS/DISPÊNDIOS) OPERACIONAIS Receitas(Ingressos) de Prestação de Serviços Despesas(Dispêndios) de Pessoal Outras Despesas(Dispêndios) Administrativas Despesas(Dispêndios) Tributárias Outras Receitas(Ingressos) Operacionais Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outras Despesas(Dispêndios) Operacionais

1.205.578,79

(298.104,79) (4.887,62) (13.894,76) (279.322,41)

(923.766,89) 76,68 (634.672,07) (403.680,47) (1.469,01) 93.252,14 27.954,42 (5.228,58)

(824.486,74) (504.763,98) (424.496,46) (1.021,43) 85.853,11 32.549,38 (12.607,36)

49.649,41

281.811,90

299.148,64

RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES

3.950,34

8.489,29

5.409,28

53.599,75

290.301,19

304.557,92

(58.463,09) (29.483,33) (28.979,76)

(61.405,73) (31.011,71) (30.394,02)

231.838,10

243.152,19

PARTICIPAÇÕES ESTATUTÁRIAS NO LUCRO FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social Reserva Legal

-

LUCRO/PREJUÍZO(SOBRA/PERDA) LÍQUIDO 53.599,75 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETROMECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA SICOOB CREDIBELGO DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 Em Reais Capital Reservas de Sobras Sobras ou Perdas Eventos Totais Capital Acumuladas Legal Subscrito Saldo em 31/12/2014 2.645.331,39 1.291.346,18 272.724,15 4.209.401,72 Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao FATES Em Conta Corrente do Associado Ao Capital Cotas de Capital à Pagar - Ex associados Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobras ou Perdas Líquidas FATES - Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/2015

(163.634,50) (91,13) (97.175,75) (11.822,77)

97.175,75

378.555,46 (369.813,15) 304.557,92 (617,69) 30.394,02 2.751.249,45

Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES Ao Capital Cotas de Capital à Pagar - Ex associados Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobras ou Perdas Líquidas FATES - Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/2016

2.777.708,64

Saldos em 30/06/2016

2.840.657,91

1.321.740,20

(30.394,02) (30.394,02) 243.152,19

(126.439,27) (104.886,98) (11.825,94)

104.886,98

(11.822,77) 378.555,46 (369.813,15) 304.557,92 (617,69) (30.394,02) 4.316.141,84

(126.439,27)

1.350.719,96

(28.979,76) (28.979,76) 231.838,10

1.321.740,20

236.701,44

4.399.099,55

290.301,19 (503,57) 28.979,76

Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização 193.397,13 Por Devolução ( - ) (256.346,40) Sobras ou Perdas Líquidas FATES - Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios: . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/2016 2.777.708,64 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

(163.634,50) (91,13)

(11.825,94) 406.936,10 (485.363,89) 290.301,19 (503,57) (28.979,76) 4.360.266,70

406.936,10 (485.363,89)

53.599,75 (503,57) 28.979,76 1.350.719,96

(28.979,76) (28.979,76) 231.838,10

193.397,13 (256.346,40) 53.599,75 (503,57) (28.979,76) 4.360.266,70

COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETROMECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA. SICOOB CREDIBELGO DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 Em Reais DESCRIÇÃO

Segundo Semestre/2016

31/12/2016

31/12/2015

Atividades Operacionais 53.681,95 (80.467,23) 10.861,24 (16.006,24)

290.784,01 (92.483,47) 21.900,73 219.718,45

304.557,92 199.198,06 21.169,57 524.925,55

(77.859,39) 438.828,18 10.365,91 4.165,80

(115.648,03) 722.675,50 (2.861,04)

88.380,21 (265.680,29) 2.222,31

Depósito Sob Aviso Depósito a Prazo Empréstimos Cecremge Outras Obrigações

(11.652,13) (36.669,75) (495.234,56)

(20.199,69) 225.220,68 (454.224,97)

(12.492,59) (2.045,07) 220.064,94 862.799,02

Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais

(184.062,18)

574.680,90

Sobras/Perdas do Exercício Provisão para Operações de Crédito Depreciações e Amortizações

Aumento (redução) em ativos operacionais Títulos e Valores Mobiliários Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (redução) em passivos operacionais

Atividades de Investimentos

Modificações em Disponibilidades Líquida No Ínicio do Período No Fim do Período Variação Líquida das Disponibilidades As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis.

1.123.635,38

(504.175,54) 76,20 (327.608,75) (214.481,12) (371,97) 28.603,59 12.723,00 (3.116,49)

RESULTADO OPERACIONAL

Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados Destinação de Sobras Exercício Anterior Cotas de Capital à Pagar Destinação de Sobras Exercício Anterior em C/C Associados Destinação de Sobras Exercício Anterior Ao FATES FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos FATES Sobras Exercício Subscrição do Juros ao Capital

1.418.174,08

COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CREDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETROMECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA – SICOOB CREDIBELGO LTDA NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2016 E 2015 1.

Contexto Operacional

A Cooperativa de Economia e de Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda.- Sicoob Credibelgo – CNPJ 24 235 459/0001-32, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 04 de junho de 1.967, filiada à Cooperativa Central de Economia e Crédito de Minas Gerais Ltda – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 4.434/15, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDIBELGO tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (I) Proporcionar, por meio da mutualidade, assistência financeira aos associados; (II) Oferecer formação educacional a seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado do crédito; e (III) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e remunerar os recursos. 2.

Apresentação das demonstrações contábeis

As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil – BACEN, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente àquelas aplicáveis às entidades Cooperativas, a Lei do Cooperativismo nº 5.764/71 e normas e instruções do BACEN, apresentadas conforme Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF, tendo sido aprovada pela Administração em sua reunião datada de.16/01/2017. Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar determinados ativos e passivos entre outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, às provisões necessárias para passivos contingentes, entre outras. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos Contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) Resolução CMN nº 4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº

3.823/09, CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Contábeis – Resolução CMN nº1.376/11, CPC 33(R1) - Benefícios a Empregados – Resolução CMN nº4.424/15, , CPC 02 (R2) - Efeitos das mudanças nas taxas de câmbio e conversão de demonstrações contábeis - Resolução CMN nº 4.524/16, CPC 04 (R1) - Ativo Intangível - Resolução CMN nº 4.534/16 e CPC 27 - Ativo Imobilizado - Resolução CMN nº 4.535/16. 3.

Resumo das principais práticas contábeis

a) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/2008, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. b) Aplicações em títulos e valores mobiliários As aplicações financeiras a serem mantidas até o seu vencimento são demonstradas ao custo, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço. c) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. d) Provisão para operações de crédito É constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica.


As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas por critério "pro rata temporis", com base na variação dos respectivos indexadores pactuados.

• eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e

d) Provisão para operações de crédito

• eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base 27/01 a 09/02/2017 - Pág. 5 das demonstrações contábeis.

É constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica.

Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2016 4.

Caixa e equivalentes de caixa

A Resolução CMN nº 2.682/99 estabeleceu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, sendo AA o risco mínimo e H o risco máximo.

O caixa e equivalentes de caixa compreendem: Descrição

31/12/2016

Disponibilidades

e) Depósitos em garantia

Relações interfinanceiras – centralização financeira Títulos e valores mobiliários

Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses questionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo.

Total

5.

31/12/2015

78.875,39

45.635,81

177.048,72

190.302,05

242.399,34

126.751,31

498.323,45-

362.689,17

Títulos e valores mobiliários

f) Investimentos São representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE, avaliadas pelo método de custo de aquisição.

Em 31 de dezembro de 2016 e 2015, as aplicações em Títulos e Valores Mobiliários estavam assim compostas: Descrição

g) Imobilizado

31/12/2016 242.399,34 242.399,34

Título De Renda Fixa Total

31/12/2015 126.751,31 126.751,31

Os equipamentos de processamento de dados, os móveis, os utensílios entre outros equipamentos, as instalações, terrenos, edificações, e as edificações em cursos, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para reduzir o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens.

Os Títulos de Renda Fixa referem-se, substancialmente, a aplicações em Certificados de Depósitos Interbancários – CDI, no Santander e na Caixa Econômica Federal, com remuneração de, aproximadamente, de cem por cento do CDI. Tal recurso tem por objetivo garantir futuras operações de empréstimos firmadas junto a seus cooperados.

h) Intangível

6.

Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada.

Em 31 de dezembro de 2016 e 2015, as aplicações em Relações Interfinanceiras estavam assim compostas:

Relações interfinanceiras

Descrição Centralização Financeira – Cooperativas Sicoob Central Cecremge Total

31/12/2016 177.048,72 177.048,72

31/12/2015 190.302,05 190.302,05

i) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis.

(a) Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE conforme determinado na Resolução CMN nº 4.434/15. 7.

Operações de crédito

a) Composição da carteira de crédito por modalidade:

j) Valor recuperável de ativos – "impairment" Modalidade

Circulante 1.339.017,02 1.339.017,02

31/12/2016 Não Circulante 1.629.025,84 1.629.025,84

31/12/2015

Total 2.968.042,86 (232.142,02) 2.735.900,84

A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas.

Empréstimos (-) Provisões para Operações de Crédito Total

Em 31 de dezembro de 2016 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros.

b) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/99: Nível / Percentual

k) Obrigações por empréstimos e repasses

de Risco / Situação

As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, que são os líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referentes aos encargos contratados até o fim do contrato, quando calculáveis. l) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. m) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. n) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas.

Empréstimo / TD

A

0,50%

B B C

3%

Normal

C

3%

Vencidas

D

10%

Normal

93.521,26

D

10%

Vencidas

191.544,21

E

30%

Normal

35.396,22

E

30%

Vencidas

13.042,36

F

50%

Normal

4.983,10

F

50%

Vencidas

66.497,72

G

70%

Normal

23.508,12

G

70%

Vencidas

50.969,51

H

100%

Normal

H

100%

Vencidas

Total em

Provisões

31/12/2016

10.625,85

1%

Normal

24.207,07

24.207,07

242,07

43.247,81

432,44

1%

Vencidas

95.508,46

95.508,46

955,08

127.021,67

1.270,22

58.805,46

58.805,46

1.764,16

116.099,56

3.482,99

100.254,70

100.254,70

3.007,64

202.610,75

6.078,32

93.521,26

9.352,12

60.675,01

6.067,50

191.544,21

19.154,42

60.768,49

6.076,84

35.396,22

10.618,87

4.021,28

1.206,38

13.042,36

3.912,70

53.545,51

16.063,65

4.983,10

2.491,55

12.704,97

6.352,48

66.497,72

33.248,86

22.889,84

11.444,92

23.508,12

16.455,68

14.252,01

9.976,40

50.969,51

35.678,66

55.787,66

39.051,36

51.962,46

51.962,46

51.962,46

32.682,47

32.682,47

32.671,88

32.671,88

32.671,88

170.871,76

170.871,76

2.154.927,84

2.154.927,84

10.351.276,00

2.836.351,77

73.768,42

813.115,02

813.115,02

12.862.926,00

854.366,59

250.857,07

2.968.042,86

2.968.042,86

232.142,02

3.690.718,36

324.625,49

232.142,02

232.142,02

324.625,49

2.735.900,84

2.735.900,84

3.366.092,87

Total Normal Total Vencidos Total Geral Provisões Total Líquido

Descrição Empréstimos Total

Os ingressos/receitas e os dispêndios/despesas são registrados de acordo com o regime de competência.

s) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e • eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2016 4.

Caixa e equivalentes de caixa

De 91 até 360 dias 816.010,69 816.010,69

Acima de 360 dias 1.629.025,84 1.629.025,84

13.567,70

Total 2.968.042,86 2.968.042,86

Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida.

d) Composição da carteira de crédito por tipo de produto, cliente e atividade econômica: Descrição Pessoa Física Total

Empréstimo / Financiamento 2.968.042,86 2.968.042,86

31/12/2016 2.968.042,86 2.968.042,86

% da Carteira 100% 100%

e) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito:

r) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação.

Até 90 dias 523.006,33 523.006,33

2.713.539,57

31/12/2015

2.125.170,33

São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou de outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz.

q) Apuração do resultado

Provisões

31/12/2015

2.125.170,33

c) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento:

Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante).

Total em

31/12/2016

Normal

o) Obrigações legais

p) Segregação em circulante e não circulante

3.690.718,36 (324.625,49) 3.366.092,87

Descrição

31/12/2016

Saldo Inicial Constituições / Reversões Transferência para prejuízo no período Total

324.625,49 101.495,07 (193.978,54) 232.142,02

31/12/2015 125.427,43 215.618,34 (16.420,28) 324.625,49

f) Concentração dos principais devedores: Descrição Maior Devedor

31/12/2016 34.140,19

% Carteira Total 1,15%

31/12/2015 35.759,42

10 Maiores Devedores

289.548,64

9,75%

318.527,27

50 Maiores Devedores

1.091.033,09

36,76%

1.192.351,42

% Carteira Total 0,88% 8,63% 32,30%

Obs.: Desconsiderados os grupos econômicos.

g) Movimentação de Créditos Baixados como Prejuízo: Descrição Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período

31/12/2016 375.386,38 193.978,54 (82.187,28)

31/12/2015 427.454,79 16.420,28 (68.488,69)


Descrição Maior Devedor

31/12/2016 34.140,19

% Carteira Total 1,15%

31/12/2015 35.759,42

10 Maiores Devedores

289.548,64

9,75%

318.527,27

50 Maiores Devedores

1.091.033,09

36,76%

1.192.351,42

% Carteira Total 0,88% 8,63%

Cooperativa Central

13. Outras obrigações

g) Movimentação de Créditos Baixados como Prejuízo:

13.1 Sociais e estatutárias 31/12/2016 375.386,38 193.978,54 (82.187,28) 487.177,64

8.

27/01 a 09/02/2017 - Pág. 6

Descrição Resultado de Atos com Associados (a) Resultado de Atos com Não Associados Cotas de Capital a Pagar (b) Total

31/12/2015 427.454,79 16.420,28 (68.488,69) 375.386,38

31/12/2016 28.979,76 503,57 59.993,60 89.476,93

31/12/2015 49.994,82 617,69 85.140,10 135.752,61

(a) O Fates é destinado às atividades educacionais e à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos epor10% das sobras líquidas do ato cooperativo, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – Cosif.Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – Fates é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71.

h) Receitas de operações de crédito: Descrição Empréstimos e títulos descontados Recuperação de créditos baixados como prejuízo Total

(13.897,76) (13.894,76)

32,30%

Obs.: Desconsiderados os grupos econômicos.

Descrição Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período Total

(96.229,09) (96.229,09)

Total

31/12/2016 31/12/2015 1.324.029,39 1.307.229,12 132.092,76 123.319,96 1.447.349,35 1.439.321,88

Outros créditos

(b) Refere-se a cotas de capital a devolver de associados desligados.

Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: Descrição

31/12/2016 2.115,95 4.767,00 6.882,95

Rendas a Receber Diversos (b) Total

13.2 Fiscais e previdenciárias As obrigações fiscais e previdenciárias, classificadas no passivo na conta de Outras Obrigações estão assim compostas:

31/12/2015 1.238,18 2.783,73 4.021,91

Descrição Impostos e contribuições a recolher Total

31/12/2016 18.090,49 18.090,49

31/12/2015 15.126,43 15.126,43

9. Investimentos 13.3 Diversas

O saldo é, substancialmente, representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE e outros investimentos.

Descrição

31/12/2016

Obrigações por Aquisição de Bens e Direitos (a)

Movimentação dos investimentos:

Saldos em 31/12/2014 Investimentos Saldos em 31/12/2015

SICOOB CENTRAL CECREMGE 389.294,90 33.100,53 422.395,43

Saldos em 31/12/2015 Investimentos Saldos em 31/12/2016

422.395,43 37.914,33 460.309,76

Descrição

Outros Investimentos

398.403,05 33.898,53 432.301,58

9.906,15 9.906,15 9.906,15

432.301,58 37.914,33 470.215,91

É demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme demonstrado: 31/12/2016 1.528.037,80 29.859,55 144.334,73 31.912,79 103.200,94 5.455,00 68.448,24 8.431,00 21.353,90 (264.719,26) 1.676.314,69

31/12/2015 1.265.233,81 29.859,55 121.823,44 35.532,79 102.426,06 5.035,00 81.113,38 4.070,00 25.949,40 (259.449,76) 1.411.593,67

40.085,30

36.037,07

Credores Diversos - País

25.210,69

42.746,27

467.869,99

878.783,34

Total

(a) Referem-se a provisão para pagamento do Construtor Joaquim Coura Imóveis, referente à edificação da futura sede da Credibelgo. 14

Instrumentos financeiros O SICOOB CREDIBELGO opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, títulos e valores mobiliários, operações de crédito, depósitos a prazo, empréstimos.Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos.

10. Imobilizado de uso

Descrição Imobilizado em Curso (a) Terrenos Edificações Instalações Móveis e Utensílios de Uso Sistema de Comunicação Sistema de Processamento de Dados Sistema de Segurança Máquinas e Equipamentos (-) Total Depreciação Acumulada Total

800.000,00

Provisão para Pagamentos a Efetuar

Total

9.108,15 798,00 9.906,15

31/12/2015

402.574,00

15

Taxa Depreciação

Patrimônio líquido a) Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes.

4% 10% 10% 10% 20% 10% 10%

Descrição

31/12/2016 2.777.708,64 687

Capital Social Associados

31/12/2015 2.751.249,45 732

b) Reserva Legal

(a) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passaram a ser depreciadas.

Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades.

11. Depósitos

c) Sobras/Perdas Acumuladas

O Sicoob Credibelgo opera com depósitos a prazo, os quais são compostos por valores pactuados para disponibilidade em prazos pré estabelecidos, denominados depósitos a prazo, os quais recebem atualizações por encargos financeiros remuneratórios conforme a sua contratação em pós ou pré fixada. Suas remunerações pós fixadas são calculadas com base no critério de pro rata temporis, já a remunerações pré fixadas são calculadas o prazo final da operações, tendo o valor futuro, a data do demonstrativo contábil, apresentado em conta redutora.

As sobras são distribuídas e apropriadas conforme o Estatuto Social, as normas do Banco Central do Brasil e a posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO).

Descrição

31/12/2016 6.648,11 6.648,11

Depósito Sob Aviso Total

Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 04 de março de 2016, os cooperados deliberaram pelo aumento do capital social no valor de R$.116.712,92 e o restante do saldo das Sobras, do valor de R$.126.439,27 foi transferido para o FATES, por decisão desta AGO, referente ao balanço findo em 31 de dezembro de 2015.

31/12/2015 26.847,80 26.847,80

f) Destinações estatutárias e legais A sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação:

Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil (duzentos e cinquenta mil), por CPF/CNPJ, estão garantido pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), o qual é uma associação civil sem fins lucrativos, com personalidade jurídica de direito privado de abrangência nacional, regida pelo presente Estatuto e pelas disposições legais e regulamentares aplicáveis, conforme, constituído conforme Resoluções CMN n°4.284/13. As instituições associadas são todas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos. Descrição Maior Depositante 10 Maiores Depositantes

31/12/2016 6.648,11 6.648,11

% Carteira Total 100% 100%

31/12/2015 20.920,01 26.847,80

% Carteira Total 77,92% 100%

Descrição Sobra líquida do exercício Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao Fates Sobra líquida, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias Reserva legal - 10% Fundo de assistência técnica, educacional e social - 10% Sobra à disposição da Assembleia Geral

16

Despesas com operações de captação de mercado: Descrição Total

São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras. 31/12/2016 Circulante - Até 1 ano 221.053,08 221.053,08

Cooperativa Central Total

31/12/2015

Não Circulante - Acima de 1 ano 224.232,54 224.232,54

220.064,94 220.064,94

Resultado das relações interfinanceiras / obrigações por empréstimos e repasses: Instituições

31/12/2016

31/12/2015

Total

(96.229,09) (96.229,09)

(13.897,76) (13.894,76)

Cooperativa Central

2015 304.557,92 617,69 303.940,23 60.788,04 30.394,02 30.394,02 243.152,19

Resultado de atos não cooperativos

Descrição Receita de prestação de serviços Despesas específicas de atos não cooperativos Despesas apropriadas na proporção das receitas de atos não cooperativos Resultado operacional Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de Renda e Contribuição Social Resultado de atos não cooperativos (lucro líquido)

31/12/2015 4.887,62 4.887,62

12. Relações interfinanceiras / obrigações por empréstimos e repasses

Instituições

2016 290.301,19 503,57 289.797,62 57.959,52 28.979,76 28.979,76 231.838,10

O resultado de atos não cooperativos tem a seguinte composição: 31/12/2016 2.913,72 2.913,72

Depósitos a Prazo

10% utilizada para reparar

17

2016 8.565,97 674,15 6.905,43 986,39 986,39 482,82 503,57

2015 5.409,28 352,00 4.063,63 993,65 993,65 375,96 617,69

Partes Relacionadas As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da cooperativa e dos membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e se caracterizam basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do Banco Central, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. Montante das operações ativas e passivas no exercício de 2016:

13. Outras obrigações 13.1 Sociais e estatutárias Descrição Resultado de Atos com Associados (a) Resultado de Atos com Não Associados Cotas de Capital a Pagar (b) Total

31/12/2016 28.979,76 503,57 59.993,60 89.476,93

31/12/2015 49.994,82 617,69 85.140,10 135.752,61

MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS

% em relação à carteira total

R$.186.241,43

4,70%

Operações ativas e passivas – saldo em 2016: Natureza da Operação Valor da Operação de Crédito de Crédito

PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa)

% da Operação de Crédito em Relação à Carteira Total


MONTANTE DAS OPERAÇÕES ATIVAS

% em relação à carteira total

R$.186.241,43

4,70%

27/01 a 09/02/2017 - Pág. 7

Operações ativas e passivas – saldo em 2016: Natureza da Operação Valor da Operação de Crédito de Crédito Empréstimo 89.940,95

PCLD (Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa) 2.104,60

% da Operação de Crédito em Relação à Carteira Total 3,03%

Foram realizadas transações com partes relacionadas na forma de empréstimos relacionada no quadro abaixo, por modalidade: Natureza das Operações Ativas e Passivas Empréstimos

Taxas Aplicadas em Relação às Partes Relacionadas 3,5%

à taxa/remuneração

Taxa Aprovada pelo Conselho de Administração / Diretoria Executiva 3,5%

No exercício de 2016 os benefícios monetários destinados às partes relacionadas foram representados por honorários e cédula de presença, apresentando-se da seguinte forma: BENEFÍCIOS MONETÁRIOS NO EXERCÍCIO DE 2016 (R$) Honorários Cédulas de Presença

18

116.316,80 27.155,38

Cooperativa central O SICOOB CENTRAL CECREMGE é uma sociedade cooperativista que tem por objetivo a organização em comum, em maior escala, dos serviços econômico-financeiros e assistenciais de suas filiadas (cooperativas singulares), integrando e orientando suas atividades, de forma autônoma e independente, por meio dos instrumentos previstos na legislação pertinente e pelas normas emitidas pelo Banco Central do Brasil, bem como a facilitação da utilização recíproca dos serviços, para consecução de seus objetivos. Para assegurar a consecução de seus objetivos, cabe ao SICOOB CENTRAL CECREMGE a coordenação das atividades de suas filiadas, a difusão e fomento do cooperativismo de crédito, a orientação e a aplicação dos recursos captados, a implantação e a implementação de controles internos voltados para os sistemas que acompanham informações econômico-financeiras, operacionais e gerenciais, entre outras medidas. O SICOOB CREDIBELGO responde solidariamente pelas obrigações contraídas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE perante terceiros, até o limite do valor das cotas-partes do capital que subscrever, proporcionalmente à sua participação nessas operações. Saldos das transações da Cooperativa com a SICOOB CENTRAL CECREMGE: Descrição Ativo - Relações interfinanceiras - centralização financeira Ativo - Investimentos Passivo -Obrigações por empréstimos e repasses

31/12/2016 177.048,72 460.309,76 445.285,62

31/12/2015 190.302,05 422.395,43 220.064,94

As demonstrações contábeis do SICOOB CENTRAL CECREMGE em 31/12/16, serão auditadas por outros auditores independentes, cujo trabalho de auditoria ainda não se encontra concluído até a data de aprovação das demonstrações contábeis, objeto dessa publicação. 19

Gerenciamento de Risco e de Capital 19.1 - Risco operacional O risco operacional é a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas, ou de eventos externos.

As diretrizes e responsabilidades aplicáveis ao gerenciamento do risco operacional das entidades do Sicoob encontram-se registradas na Política Institucional de Risco Operacional, aprovada no âmbito dos respectivos órgãos de administração (Conselho de Administração ou, na inexistência desse, Diretoria) das entidades do Sicoob, é revisada, no mínimo, anualmente por proposta da área responsável pelo gerenciamento do risco operacional do Sicoob Confederação, em decorrência de fatos relevantes e por sugestões encaminhadas pelas cooperativas do Sicoob.

c) elaboração de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências de controle e de gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez; d) acompanhamento, por meio da apreciação de relatórios periódicos para as entidades do Sicoob, fornecidos pela área responsável pela estrutura centralizada de gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez, que evidenciem, no mínimo: d.1) valor em Risco (Value at Risk – VaR); d.2) limites máximos de risco de mercado; d.3) cenários de stress para risco de mercado; d.4) limite mínimo de liquidez; d.5) cenários de stress para risco de liquidez. e) realização de testes de avaliação dos sistemas implementados de controle dos riscos de mercado e de liquidez; f) elaboração das demonstrações relativas aos riscos de mercado e de liquidez exigidas pelo Banco Central do Brasil, de acordo com as especificações normativas; g) existência de plano de contingência, contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar graves perdas decorrentes do risco de mercado e de liquidez. O processo de gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez é claramente segregado e a estrutura organizacional envolvida garante especialização, representação e racionalidade dos processos no âmbito do Sicoob. O relatório descritivo dessa estrutura encontra-se disponível no sítio do Sicoob www.sicoob.com.br. 19.3- Risco de crédito O risco de crédito é a possibilidade da contraparte não honrar o compromisso contratado e, também, da degradação da qualidade do crédito. O gerenciamento de risco de crédito do Sicoob é formalizado por meio da Política Institucional de Risco de Crédito em vigor, com característica sistêmica, e foi aprovada pelo Conselho de Administração do Sicoob Confederação, observando o que preceitua a Resolução CMN 3721/2009. O Bancoob é responsável pela estrutura centralizada de gerenciamento do risco de crédito do Sicoob, conforme prevê o Artigo 4º da Resolução CMN 4.388/2014, atuando na padronização de processos, metodologias de análise de risco de clientes e operações, monitoramento das carteiras de crédito e manutenção de política única de risco de crédito. A estrutura de gerenciamento de risco de crédito prevê: a) adequada validação dos sistemas, modelos e procedimentos internos; b) estimação (critérios consistentes e prudentes) de perdas associadas ao risco de crédito, bem como comparação dos valores estimados com as perdas efetivamente observadas; c) procedimentos para o monitoramento das carteiras de crédito; d) procedimentos para a recuperação de créditos; e) sistemas, rotinas e procedimentos para identificar, mensurar, controlar e mitigar a exposição ao risco de crédito; f) informações gerenciais periódicas para as entidades do Sistema; g) área responsável pelo cálculo e projeção do capital regulamentar necessário, bem como do nível adequado de provisão para créditos de liquidação duvidosa; h) modelos para avaliação do risco de crédito do cliente, de acordo com o público tomador, que levam em conta características específicas dos tomadores e questões setoriais e macroeconômicas; i) limites de crédito para cada cliente e limites globais por carteira ou por linha de crédito; j) modelo para avaliar o impacto na provisão para crédito de liquidação duvidosa bem como no capital regulamentar e índice de Basileia em condição extrema de risco de crédito. As normas internas do gerenciamento de risco de crédito incluem a estrutura organizacional e normativa, os modelos de classificação de risco de tomadores e de operações, os limites globais e individuais, a utilização de sistemas computacionais e o acompanhamento sistematizado, contemplando a validação de modelos e conformidade dos processos. Os processos de crédito e de gerenciamento de risco de crédito são claramente segregados e a estrutura organizacional envolvida garante especialização, representação e racionalidade no âmbito do Sicoob. A estrutura de gerenciamento de risco de crédito é compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e proporcionais à dimensão da exposição ao risco de crédito das entidades integrantes do Sistema Sicoob, sendo o descritivo disponibilizado no sítio do Sicoob www.sicoob.com.br.

O gerenciamento de risco operacional do Sicoob é realizado de forma centralizada pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), com amparo no art. 12 da Lei Complementar 130/2009 e no art. 34 da Resolução CMN 4.434/2015.

19.4 Gerenciamento de capital

A estrutura centralizada de gerenciamento do risco operacional do Sicoob prevê:

A estrutura de gerenciamento de capital do SICOOB CREDIBELGO objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011.

a) identificação, avaliação, monitoramento, controle e mitigação do risco operacional; b) documentação e armazenamento de informações referentes às perdas associadas ao risco operacional; c) elaboração, com periodicidade mínima anual, de relatórios que permitam a identificação e correção tempestiva das deficiências e de gerenciamento do risco operacional; d) realização, com periodicidade mínima anual, de testes de avaliação dos sistemas de controle de riscos operacionais implementados; e) elaboração de propostas de atualização da política; f) disseminação da Política de Gerenciamento de Risco Operacional aos empregados da entidade, em seus diversos níveis, estabelecendo papéis e responsabilidades, bem como as dos prestadores de serviços terceirizados; g) existência de plano de contingência, contendo as estratégias a serem adotadas para assegurar condições de continuidade das atividades e para limitar graves perdas decorrentes do risco operacional; h) implementação, manutenção e divulgação de processo estruturado de comunicação e informação sobre continuidade de atividades.

O gerenciamento de capital é realizado de forma centralizada pela Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), com amparo no Artigo 4º da Resolução CMN 4.388/2014, e é formalizada por meio da Política Institucional de Gerenciamento de Capital, aprovada pelos respectivos órgãos de administração (Conselho de Administração ou, na ausência desse, Diretoria) das entidades do Sicoob, que estabelece as diretrizes para o monitoramento e controle contínuo do capital, visando adotar uma postura prospectiva, antecipando necessidades de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições do mercado. A estrutura de gerenciamento de capital prevê: a) monitoramento e controle do capital mantido pelas entidades do Sicoob; b) avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades estão sujeitas; c) planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades e horizonte mínimo de 3 (três) anos; d) postura prospectiva, com antecipação da necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado; e) viabilização, por meio de planejamento adequado de capitalização e de condições necessárias para o crescimento de negócios, estabelecido nas diretrizes estratégicas.

As perdas operacionais são comunicadas à Área de Controles Internos que interage com os gestores das áreas e identifica formalmente as causas, a adequação dos controles implementados e a necessidade de aprimoramento dos processos, inclusive com a inserção de novos controles. Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de controles Internos e Riscos (ACIR).

Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob.

A metodologia de alocação de capital, para fins do Novo Acordo da Basileia, utilizada para determinação da parcela de risco operacional (RWAopad) é a Abordagem do Indicador Básico (BIA).

Em cumprimento à Resolução CMN 3.988/2011, a estrutura de gerenciamento de capital está evidenciada em relatório disponível no sítio do Sicoob www.sicoob.com.br .

Em cumprimento à Resolução CMN 3.380/06, encontra-se disponível no sítio do Sicoob www.sicoob.com.br relatório descritivo da estrutura de gerenciamento do risco operacional. 19.2- Risco de mercado e de Liquidez

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A Cooperativa adota política de contratar seguros de diversas modalidades, cujas coberturas são consideradas suficientes pela Administração e agentes seguradores para fazer face à ocorrência de sinistros. As premissas de riscos adotados, dada a sua natureza, não fazem parte do escopo de auditoria das demonstrações contábeis, consequentemente, não foram examinadas pelos nossos auditores independentes.

O gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez do SICOOB CREDIBELGO objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar os riscos de mercado e de liquidez, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN 3.464/2007 e 4.090/2012. Visando definir responsabilidades e diretrizes aplicadas à gestão de riscos de mercado e de liquidez e atender às exigências e normas legais, foram estabelecidas as Políticas Institucionais de Gerenciamento da Centralização Financeira de Riscos de Mercado e de Liquidez, aprovadas pelos respectivos órgãos de administração (Conselho de Administração ou, na ausência desse, Diretoria) das entidades do Sicoob. O gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez é realizado de forma centralizada pelo Banco Cooperativo do Brasil S.A (Bancoob), com amparo nos Artigos 2º e 6º da Resolução CMN 4.388/2014.

Seguros contratados – Não auditado

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Índice de Basiléia As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter, permanentemente, o valor do Patrimônio de Referência (PR), apurado nos termos da Resolução CMN nº 4.192/13, compatível com os riscos de suas atividades.

A estrutura de gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez prevê:

O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos em 31 de dezembro de 2016.

a) realização de validação dos sistemas, modelos e procedimentos internos; b) procedimentos para identificação, avaliação, monitoramento e controle dos riscos de mercado e de liquidez;

João Monlevade, 16 de janeiro de 2017.

JOSÉ GERALDO DE SOUZA – Diretor Presidente CARLOS GERALDO DA SILVA – Diretor Financeiro


As instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil devem manter, permanentemente, o valor do Patrimônio de Referência (PR), apurado nos termos da Resolução CMN nº 4.192/13, compatível com os riscos de suas atividades. O Patrimônio de Referência (PR) da Cooperativa encontra-se compatível com o grau de risco da estrutura dos ativos em 31 de dezembro de 2016.

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João Monlevade, 16 de janeiro de 2017.

Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis

JOSÉ GERALDO DE SOUZA – Diretor Presidente

A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.

CARLOS GERALDO DA SILVA – Diretor Financeiro REGINALDO BRAZ – Diretor Administrativo DELCI SERGIO DO COUTO – Contador CRC/MG 23.550

PARECER DO CONSELHO FISCAL.

O Conselho Fiscal da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletro-Mecânicas de João Monlevade Ltda – Sicoob Credibelgo, pelos membros abaixo assinados, tendo em vista, os resultados das reuniões de verificações, realizadas no decorrer do ano de 2016,

Na elaboração das demonstrações contábeis, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a cooperativa continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a cooperativa ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da cooperativa são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis

com base no exame dos livros de atas, das notas fiscais, das conferências de caixa, dos extratos bancários, da auditoria independente realizada pela Confederação Nacional de Auditoria Cooperativa - CNAC e demais documentos que compõem o Balanço Geral, encerrado em 31 de dezembro de 2016, bem como das Demonstrações de Sobras e Perdas, declara que os mesmos refletem o resultado das operações do exercício findo, pelo que, são de parecer favorável , e recomendam a sua aprovação pela Assembleia. João Monlevade, 25 de janeiro de 2017.

Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Com parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional, e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:

Conselheiros Fiscais:

Efetivos

Identificamos e avaliamos o risco de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, e conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.

Obtemos o entendimento dos controles interno relevante para a auditoria para planejarmos procedimento de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles interno da cooperativa.

Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.

Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza significativa em relação a eventos ou circunstâncias que possa causar dúvida significativa em relação a capacidade de continuidade operacional da cooperativa. Se concluirmos que existe incerteza significativa devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a cooperativa a não mais se manter em continuidade operacional.

Suplentes

Evando Álvaro Carvalho

Ademar Carlos Leite

Lívia Cristina Miranda

Stênio Pereira Carvalho

Werton da Conceição Santos

Valdo Edno dos Reis

RELATÓRIO DE AUDITORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Ao Conselho de Administração, à Administração e aos Cooperados da COOPERATIVA DE ECONOMIA E DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS SIDERÚRGICAS, METALÚRGICAS E ELETROMECÂNICAS DE JOÃO MONLEVADE LTDA. - SICOOB CREDIBELGO João Monlevade - MG Opinião Examinamos as demonstrações contábeis da Cooperativa de Economia e de Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda.- SICOOB CREDIBELGO, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações de sobras ou perdas, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Economia e de Crédito Mútuo dos Empregados das Empresas Siderúrgicas, Metalúrgicas e Eletromecânicas de João Monlevade Ltda.- SICOOB CREDIBELGO em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada “Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis”. Somos independentes em relação à cooperativa, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A administração da cooperativa é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.

Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles interno que identificamos durante nossos trabalhos. Belo Horizonte/MG, 25 de janeiro de 2017.

Felipe Rodrigues Beiral Contador CRC MG 090.766/O-4 CNAI 2.994


Região

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Prefeitura de São Gonçalo abre edital para apoio aos blocos de rua do GonçaloFolia 2017 Divulgação/ Acom. PMSGRA

Fundação Crê-Ser abre inscrições para o Programa Trabalho Educativo

Blocos animam a festa todos os anos

Visando a transparência no repasse dos recursos públicos, a Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, recebe entre os dias 24 e 30 de janeiro, inscrições para a seleção pública de apoio aos blocos de rua do GonçaloFolia 2017. Os interessados devem observar as exigências dispostas no edital 01/2017, e instrução normativa que estão disponíveis para consulta e download

no sitewww.saogoncalo. mg.gov.br. Para concorrer ao benefício, os proponentes deverão apresentar os documentos exigidos no edital junto à Secretaria Municipal de Cultura para avaliação da Comissão de Análise de Projetos Culturais. Estarão habilitadas para participar do processo de seleção, agremiações que tenham participado por pelo menos uma vez do carnaval, nos últimos 2 anos.

Entre os critérios considerados para avaliação e seleção de projetos no edital, estão a manutenção das tradições carnavalescas, matrizes culturais, proposta clara e orçamento compatível, música, dança e roupa, número de integrantes, entre outros. O GonçaloFolia 2017 ocorre de 24 a 28 de fevereiro e terá o tema “Arte de Rua”. Informações pelo e-mail leideincentivo@saogoncalo. mg.gov.br, ou pelo telefone: 3820-1916.

Simone Carvalho garante recuperação redes pluviais danificadas pelas chuvas Divulgação/ Acom. PMJM

Rivaldo de Brito e Simone Moreira visitaram também a rua Nicarágua, onde uma das redes pluviais foi danificada pelas chuvas

No último dia 20, a prefeita de João Monlevade, Simone Carvalho (PSDB), esteve visitando vários pontos da região do Novo Cruzeiro. A prefeita esteve em locais como as ruas Peru, Nicarágua e Marquês de Valença. Alguns pontos da rede pluvial dessas ruas foram prejudicados pelas últimas chuvas, e a prefeita determinou a recuperação dos locais atingidos. Segundo Simone Carvalho, o processo de licitação já está em andamento, e as obras de recuperação das redes pluviais afetadas terão início em breve. A Chefe do Executivo monlevadense esteve conversando com alguns moradores, inclusive com Aparecida Batista, que mora na rua Peru e teve o terreno prejudicado por causa de uma das redes pluviais que estourou no local. Simone garantiu à moradora que, assim como os demais pontos danificados na região, as obras de recuperação irão beneficiar e revitalizar a área onde Aparecida reside.

Entre os dias 1º e 10 de fevereiro, a Fundação Crê-Ser estará com inscrições abertas para o Programa Trabalho Educativo. Os interessados devem ter 16 anos de idade. Os documentos a serem apresentados no ato da inscrição são: Carteira de Identidade, CPF, declaração de matrícula escolar, comprovante recente de endereço com CEP, comprovante de participação em núcleos da Fundação Crê-Ser, Casa do Adolescente e Unidade Acolhedora, se for o caso. As inscrições serão feitas na sede da Fundação, na Rua Palmas, 214, bairro

Alexandre Miquelete

As inscrições serão feitas na sede da Fundação, na Rua Palmas, 214, bairro Baú

Baú. O Edital do Processo Seletivo já está afixado no pátio da Fundação Crê-Ser e na portaria da Prefeitura

de João Monlevade. As informações também podem ser acessadas através do site pmjm.mg.gov.br.

Cerimônias fúnebres no Velório Municipal de Monlevade são suspensas para agilizar obra Desde que foram iniciadas as obras de reforma do Velório Municipal de João Monlevade, as cerimônias fúnebres que antecedem aos sepultamentos vinham sendo realizadas de forma precária no local, bem como nas capelas que foram improvisadas no espaço da antiga garagem da Enscon. A realização dos velórios no prédio público estava atra-

sando a continuidade das obras. Diante do fato, a prefeita Simone Carvalho Moreira determinou que todos os velórios sejam realizados nas capelas do espaço da Enscon ou em outros locais, conforme acordo com os familiares enlutados. A prefeita disse que a medida contribui para agilizar o andamento das obras, bem como proporcionar mais

conforto às pessoas em outro local, uma vez que, no Velório Municipal, a poeira e o barulho têm sido constantes, incomodando as pessoas. A revitalização do Velório Municipal proporcionará um espaço mais amplo e confortável. Agora, com um novo cronograma, as obras deverão ser agilizadas e concluídas em menor espaço de tempo.

Aula inaugural da Escola de Informática da Prefeitura de João Monlevade acontece no próximo dia 6 Com as inscrições abertas até o próximo dia 3, a Escola de Informática, que desenvolve o Projeto de Inclusão Digital em João Monlevade, terá aulas gratuitas a partir do dia 6 de fevereiro. Estão sendo disponibilizadas vagas para as seguintes turmas: Introdutório Jovem e Adulto (para as pessoas que nunca tiveram acesso ao uso do computador); Profissionalizante (para o aperfeiçoamento das pessoas que já tiveram acesso ao computador); Master (para pessoas com idade acima de 45 anos); Informática básica infantil. As inscrições estão sendo feitas no CDI Comunidade II, à Rua Noruega, 16, bairro Cruzeiro Celeste (próximo ao Supermercado Fraga e Depósito Vasconcelos). Segundo a Direção da Escola de Informática, a solenidade inaugural acontecerá no próximo dia 6, às 9 horas, no Centro Comunitário do Cruzeiro Celeste. Na oportunidade, haverá uma palestra ministrada por Júnior Ferreira, da Divisão de Tecnologia da Prefeitura monlevadense, e abertura oficial com a participação da prefeita Simone Carvalho Moreira.


Geral

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Presídio de Itabira inaugura escola para educação de detentos Indivíduos que estão cumprindo pena no Presídio de Itabira, ganharam nesta quarta-feira (25), um incentivo a mais para a ressocialização e a perspectiva de novas oportunidades, quando estiverem fora das grades. Na data foi inaugurado no local um anexo da Escola Estadual Dona Eleonora, que já existe na cidade. A obra, em parte financiada com recursos oriundos de penas pecuniárias, é resultado de parceria entre a Vara de Execução Criminal da Comarca de Itabira, a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), a Secretaria de Estado de Educação, o Conselho da Comunidade e o Conselho Comunitário de Segurança Pública de Minas Gerais (Consep). O anexo da Escola Estadual Dona Eleonora no presídio ocupa uma área de cerca de 300 metros quadrados. São duas salas de aula, com capacidade para atender 15 alunos cada, e uma biblioteca com um acervo de cerca de 800 livros. “As obras foram todas doadas, em 2015 e em 2016, pela comunidade”, conta a juíza Cibele Mourão Barroso, da 2ª Vara Criminal, de Execuções Penais e de Cartas Precatórias Criminais da comarca. As aulas serão ministradas em dois turnos – manhã e tarde – por professores da rede estadual de ensino; assim, ao todo 60 presos serão atendidos pela escola. Inicialmente, será oferecido o ensino fundamental, pois a maioria dos presos ainda não concluiu essa etapa escolar. Para o espaço que está sendo inaugurado foram transferidas áreas que ocupavam o anexo principal do presídio: salas de atendimento psicológico, odontológico, médico, assistência jurídica e o parlatório. “A obra teve um custo estimado de R$ 400 mil, sendo que R$ 65 mil são valores oriundos de penas pecuniárias, e o restante foi fruto de doação da comunidade – empresários e pessoas físicas. A população realmente abraçou a iniciativa”, observa a juíza. O presídio possui 450 presos.

Fotos: Marcelo Albert

tos interromperam os estudos ainda na infância e na adolescência; agora, terão uma

nova chance, irão também se beneficiar do contato com os professores, que, além dos

conteúdos das disciplinas, poderão transmitir a eles valores morais”, acrescentou.

Penas pecuniárias

O desembargador José Antônio Braga elogiou o esforço da comunidade para viabilizar o espaço de ensino

Aposta na recuperação

As prestações pecuniárias, que financiaram em parte o anexo da escola estadual, são valores pagos em dinheiro no caso das transações penais – quando é aplicada uma pena não privativa de liberdade ao acusado de um crime de menor potencial ofensivo – ou a partir de sentenças condenatórias. “As prestações pecuniárias ampliam a atuação do Judiciário, ao possibilitar que se destinem aos apenados direitos básicos e essenciais dos cidadãos, como a educação, por exemplo”, destaca o juiz auxiliar da Presidência do TJMG Thiago Colnago Cabral.

Biblioteca também foi composta com doações da população

O magistrado tem atuado especialmente em ações voltadas para o aprimoramento da justiça criminal, uma das

prioridades da atual gestão do Tribunal mineiro, sob a presidência do desembargador Herbert Carneiro.

Ministério do Trabalho começa a pagar o abono salarial ano-base 2015 O juiz Thiago Colnago Cabral apontou a educação como um direito básico que deve ser assegurado aos apenados

“Acreditamos na possibilidade de um tratamento humanizado das pessoas privadas de liberdade e cremos que isso pode fazer a diferença. Iniciativas como essa fazem os presos perceberem que podem de fato se recuperar e que nos importamos com eles”, afirma a juíza. “A escola permitirá que os recuperandos ocupem a mente, encontrem a oportunidade de começar uma vida nova quando ganharem liberdade, e faz com que tenham a certeza de que o Estado e os operadores do direito ainda apostam nele”, acrescenta. O desembargador José Antônio Braga, coordenador do programa Novos Rumos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), parabenizou a comunidade de Itabira por essa iniciativa, por ter se empenhado em levar

a escola pública para dentro dos limites do presídio. “No Novos Rumos, sempre repetimos: ‘Hoje, contido; amanhã, contigo’. Os indivíduos hoje encarcerados irão retornar à sociedade. Quando uma comunidade se conscientiza disso, ela se envolve e apoia iniciativas importantes como esta, que, entre outros benefícios, alivia custos para o Estado”, ressalta. O desembargador destacou também o mérito da juíza Cibele Mourão, que aproveitou a mão de obra de presos na construção da edificação. “Os recuperandos foram beneficiados com a remição da pena e com o fato de se sentirem úteis e não ficarem entregues ao ócio.” Mas, lembrou o magistrado, o benefício maior está nos potenciais resultados da iniciativa para os encarcerados. “Mui-

Benefício pode ser sacado em caixas eletrônicos, lotéricas e agências da Caixa e Banco do Brasil até 30 de junho O Ministério do Trabalho começou a pagar o Abono Salarial do PIS ano-base 2015 para os trabalhadores nascidos em janeiro e fevereiro. Quem possui o Cartão do Cidadão e registrou senha já pode retirar o benefício em caixas eletrônicos e casas lotéricas. Quem ainda não tem o cartão deve se dirigir a uma agência da Caixa. Quem trabalhou com carteira assinada por pelo menos 30 dias no ano-base e teve remuneração média de até dois salários mínimos tem direito ao abono ano-base 2015. Além disso, o trabalhador deve estar inscrito no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e a empresa onde ele trabalha deve ter informado seus dados corretamente na Relação Anual de Informação Social (RAIS). Segundo o chefe de divisão do Seguro-Desemprego e

Divulgação

Benefício já pode ser sacado em caixas eletrônicos, lotéricas e agências da Caixa e Banco do Brasil

Abono Salarial do Ministério do Trabalho, Márcio Ubiratan, a partir deste ano o abono é proporcional aos meses trabalhados durante o ano-base. “Quem trabalhou durante todo o ano de 2015 terá direito a um salário mínimo (R$ 937,00). Quem trabalhou apenas um mês receberá o equivalente a 1/12 do salário mínimo, e assim sucessivamente. A fração igual ou superior a 15 dias de tra-

balho será contada como mês integral”, explica. Os trabalhadores podem sacar o benefício até o dia 30 de junho de 2017, mas Ubiratan recomenda que não se deixe para última hora. “É importante que os trabalhadores fiquem atentos ao mês de nascimento e se dirijam às agências de acordo com o calendário divulgado. Essa programação evita tumultos”, destaca.


Geral

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Mochila escolar com excesso de peso pode trazer prejuízo a saúde Com a volta às aulas, programada para o início de fevereiro na maioria do país, o excesso de peso nas mochilas escolares preocupa os profissionais da saúde. “É um problema que preocupa porque o excesso de peso do material escolar tem dificultado a questão da saúde da coluna”, adverte o diretor do Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais no Estado do Rio de Janeiro (Sinfito-RJ), Júlio Guilherme. Segundo ele, é frequente uma criança carregar, às vezes, até dez quilos de material escolar. O diretor da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia do Rio de Janeiro (Sbot-RJ), Marcos Britto, informou que mochilas pesadas podem gerar nas crianças e adolescentes dores musculares e nas articulações, no pescoço e nos ombros. Para Júlio Guilherme, manter o excesso de peso no longo prazo pode causar problemas posturais.

Marcos Britto descartou que o peso da mochila possa causar escoliose, que é um desvio da coluna vertebral. “Escoliose é um problema estrutural. Peso não provoca escoliose”, afirmou Britto. Segundo ele, como a mochila pesada dá dor nas costas, é importante distribuir o peso, especialmente para crianças, evitando ultrapassar 15% do peso corporal. O ideal, segundo Júlio Guilherme, é que o peso total não ultrapasse 10% da massa corporal da criança. Até 15%, significa que, se uma criança pesa 50 quilos, a mochila deverá pesar entre cinco quilos e 7,5 quilos.

Recomendações Para crianças acostumadas com mochilas acima do peso, a recomendação do diretor do Sinfito-RJ são alongamentos e trabalho de reeducação postural, de modo que a musculatura consiga

Divulgação

Boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco a partir de março

O ideal é que o peso da mochila não ultrapasse 10% da massa corporal da criança

suportar maior carga. Outra dica é manter a postura reta. Júlio Guilherme acrescentou que, além do excesso de peso do material escolar, também podem contribuir para desvios de postura a forma de sentar, altura da carteira escolar e atividades com computador. De acordo com o ortopedista Marcos Britto, é importante a escolha da mochila, que deve ser acolchoada, ter duas alças largas para os ombros e tiras abdominais que a man-

tenham próxima ao corpo. “Interessante é a opção com rodinhas.” Britto se referiu ainda ao comprimento da mochila. “Ela não pode ficar abaixo da nádega, mas terminar pelo menos uns cinco centímetros acima. A mochila tem de ser proporcional ao tamanho da criança”, afirmou o diretor da Sbot-RJ, concluindo que as com apenas uma alça, do tipo “carteiro”, são recomendadas apenas para carregar pouco peso.

Sinal analógico de televisão será extinto neste ano

Telespectadores devem ficar atentos aos riscos na hora da instalação da antena externa Divulgação

Todo cuidado é pouco durante a instalação dos equipamentos

A transmissão de conteúdo televisivo via sinal analógico está sendo gradativamente desativada, e deve ser extinta ainda em 2017. Com a necessidade de instalação de antena externa para que os telespectadores continuem assistindo à programação dos canais abertos, a Cemig orienta a população sobre os riscos de choques elétricos e outros acidentes durante a instalação dos receptores de sinal e de equipamentos similares. O engenheiro eletricista Demetrio Venicio Aguiar, da Cemig, diz que todo cuidado é pouco durante estes procedimentos. “Os acidentes acontecem

porque as pessoas normalmente não tomam os devidos cuidados e não se preocupam em observar a posição da rede elétrica, se está próxima ou não. Somente nos últimos dois anos, sete pessoas foram vítimas de acidentes na área de concessão da Cemig, e dois deles foram fatais”, alerta. Ainda segundo Demetrio Venicio, o ideal é solicitar o serviço a um técnico especializado na área, “pois ele está habituado às ações preventivas de segurança, e as chances de um acidente ocorrer serão bem menores. Além disso, a qualidade do serviço será garantida”, ressalta.

Para aqueles que não dispuserem da ajuda de um especialista, o engenheiro lista algumas recomendações: • Verifique o posicionamento da rede de distribuição de energia elétrica antes de ir até o local onde a antena será instalada. • Instale a antena longe da rede de distribuição de energia elétrica, respeitando a distância mínima de segurança de 3 metros em relação ao circuito (quanto mais longe, melhor). • Passe o cabo da antena rente à parede da edificação e use sempre tubulações adequadas. Opte por fazer as compras em lojas especializadas. • Utilize torres e estais para a correta instalação de antenas. • Não utilize materiais flexíveis na instalação, como bambus e canos (PVC, ferro, alumínio), pois há risco da perda de equilíbrio durante a instalação e consequente queda sobre a rede de distribuição de energia elétrica. • Não utilize o cano da caixa de medição de consumo de energia elétrica (o “padrão”) como base de fixação, porque há risco de choque elétrico. • Na ocorrência de chuvas, ventos e relâmpagos, não tente fazer a instalação da antena, já que será maior o risco de quedas e choques elétricos. • Não encoste nem aproxime objetos na rede de distribuição de energia elétrica, pois isso pode causar graves acidentes, inclusive fatais, já que as tensões de operações variam entre 127 e 13.800 volts. • Use sempre equipamentos de segurança adequados à atividade. • Nunca instale antenas de TV e rádio, comuns ou parabólicas, próximo à rede de distribuição de energia elétrica. E Certifique-se que mesmo em caso de queda esses equipamentos não irão tocar ou se aproximar dos cabos da Cemig.

Boletos bancários que tenham passado da data de vencimento poderão ser pagos em qualquer banco a partir de março. A medida será implantada de forma escalonada e começará com os boletos de valor igual ou acima de R$ 50 mil, a partir do dia 13 de março. Em dezembro de 2017, a mudança será estendida para boletos de qualquer valor, seguindo cronograma divulgado pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). A ação será possível devido a um novo sistema de liquidação e compensação para os boletos bancários criado pela Febraban em parceria com a rede bancária. O novo mecanismo deve ainda reduzir inconsistências de dados, evitar pagamento em duplicidade e permitir a identificação do CPF do pagador, facilitando o rastreamento de pagamentos e coibindo fraudes. Segundo a Febraban, no país, são pagos cerca de 3,5

bilhões de boletos bancários de venda de produtos ou serviços. Todas as informações que obrigatoriamente devem constar no boleto (CPF ou CNPJ do emissor, data de vencimento, valor, nome e número do CPF ou CNPJ do pagador) vão continuar, além da permanência de um código de barras. Quando o consumidor, seja pessoa física ou empresa, fizer o pagamento de um boleto vencido, será feita uma consulta ao novo sistema para checar as informações. “Se os dados do boleto que estiver sendo pago coincidirem com aqueles que constam no sistema, a operação é validada. Se houver divergência de informações, o pagamento do boleto não será autorizado e o consumidor poderá fazer o pagamento exclusivamente no banco que emitiu a cobrança, uma vez que essa instituição terá condições de fazer as checagens necessárias”, informou a Febraban.

Chamadas de fixo para celular terão reajuste médio de 1,33% As ligações feitas de telefone fixo para celulares vão ficar mais caras a partir de próxima semana. Na quarta-feira (25), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorizou as operadoras a elevar a tarifa em média, 1,33%. Para que os novos valores possam ser aplicados, as prestadoras devem dar ampla publicidade ao reajuste nas localidades de prestação do serviço com antecedência mínima de dois dias. A Vivo poderá aumentar o valor das chamadas em 2,28%, a Oi em 1,67%, a Sercomtel em 1,35%, a Claro em 0,88% e a Algar Telecom em 0,10%. O valor da tarifa das chamadas de telefone fixo para aparelhos de comunicação

por rádio também sofrerá reajuste. Neste caso, segundo a Anatel, a Vivo poderá aumentar o valor das chamadas em 2,28%, a Sercomtel em 1,35% e a Algar Telecom em 0,10% e a Oi em 1,03%. A agência reguladora não estabeleceu reajuste desse tipo de serviço para a Claro. Os reajustes serão aplicados apenas para as linhas do plano básico da telefonia fixa em chamadas locais ou de longa distância nacional. De acordo com a Anatel, o último reajuste aplicado ao plano básico de serviço das concessionárias de telefonia fixa para chamadas para telefonia móvel ou truking (comunicação por rádio) foi em 29 de setembro de 2015.


Geral

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Prefeitura de Monlevade lançará isenção de Taxa Mínima de Água em Orçamento Anual de 2018 Arquivo UN

A isenção da taxa foi uma das promessas de campanha de Simone Carvalho (PSDB)

A implantação da isenção da Taxa Mínima de Água em João Monlevade depende de previsão no Orçamento Anual da Prefeitura, o que não foi feito pela Administração passada. O Orçamento para 2018 será votado pela Câmara Municipal até o final do ano, quando a isenção da Taxa Mínima deverá estar contemplada no Orçamento do atual Governo Municipal. A medida não acarretará prejuízos para o DAE (Departamento de Águas e Esgotos), pois toda a previsão será feita observando-se a Lei de

Responsabilidade Fiscal, não se configurando renúncia de receita. Serão levados em consideração, entre outros: diminuição do consumo de água, diminuição de horas de bombas trabalhadas e alguma medida compensatória que estará em estudo. Segundo a autarquia, o percentual de consumidores que deverão ser contemplados com a medida ficará em torno de 20% a 40% da população, dependendo da configuração do Projeto e das adequações para eliminar o impacto no DAE.

Settran dá início às obras para substituição dos semáforos em João Monlevade Divulgação/ Acom. PMJM

Número de mortes confirmadas por febre amarela em Minas Gerais chega a 38 Arquivo UN

estado. O número de mortes confirmadas chegou à 38, seis a mais do que o divulgado na última segunda-feira (23). Os óbitos confirmados ocorreram em 13 municípios. Outras 58 mortes suspeitas seguem em análise. Ao todo, Minas Gerais já soma 458 notificações, das quais 69 tiveram confirmação. Os casos e mortes são considerados confirmados quando o paciente apresenta exame positivo para febre amarela, exame negativo para dengue, exame que aponta disfunção renal, falta ou desconhecimento da vacinação, além dos sintomas compatíveis com a doença.

Regiões mais afetadas

A deputada Rosângela Reis interviu junto ao governo do estado para a utilização do carro fumacê no combate ao mosquito aedes aegypti

A Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) apresentou novo boletim epide-

miológico na quarta-feira (25) atualizando os dados referentes à febre amarela no

Os casos de Febre Amarela estão concentrados em quatro regiões de Minas. Essa área compreende 15 municípios das regiões de Teófilo Otoni (Vale do Mucuri), Coronel Fabriciano (Vale do Aço), Manhumirim (Zona da Mata) e Governador Valadares (Vale do Rio Doce),

mas os casos começam a surgir em cidades fora das áreas consideradas de emergência. O Secretário Regional de Saúde, Wagner Barbalho afirmou que a vacinação na região segue o calendário estabelecido pelo Ministério da Saúde e que 40 mil doses da vacina chegaram à Superintendência Regional de Saúde (SRS) de Coronel Fabriciano para serem distribuídas. A maior parte deste lote de vacinas será destinada para o município de Caratinga e região. Já foi autorizado pelo Ministério da Saúde, além de outra remessa que será destinada às cidades do Vale do Aço”, informa. A pedido da deputada Rosângela Reis, foi autorizado pelo Governo Estadual o uso do carro fumacê, inicialmente nas regiões de foco dos mosquitos, posteriormente nas áreas limítrofes. “A intenção é de conter o mosquito com esta medida e se necessário a usaremos novamente para o bloqueio”, explica Rosângela.

Prefeitura de Nova Era realiza concurso público A Prefeitura Municipal de Nova Era realizará concurso público para preencher 40 vagas em funções de nível médio e superior. Os salários variam de R$ 981,16 a R$ 2.539,91, dependendo do cargo pretendido, assim como a jornada de trabalho de até 40 horas. As inscrições devem ser realizadas no período das 00h 01min do dia 14 de fevereiro de 2017 até às 23h 59min do dia 27 de fevereiro de 2017 no endereço eletrônico www.oppusconcursos.com.br.

Novos semáfaros em LED estão sendo instalados na cidade

O Settran (Setor de Trânsito e Transportes) de João Monlevade iniciou as obras que irão melhorar as sinalizações semafóricas na cidade. Segundo o chefe do Settran, Brenno Lima, estão sendo substituídos os semáforos das avenidas Getúlio Vargas e Wilson Alvarenga, nos cruzamentos com as ruas Duque de Caxias, Andrade e Armando Batista, todos em Carneirinhos. As trocas dos faróis, cabos e controladores e instalação de caixa da Cemig, resultarão em economia para o município, devido ao baixo con-

sumo energético no referido sistema. Utilizando tecnologia em LED de alta resolução, os novos semáforos serão dotados de equipamentos para facilitar, inclusive, a interpretação visual também às pessoas com daltonismo (problema hereditário caracterizado por uma anomalia na visão das cores, que cria confusão entre o vermelho e o verde, por exemplo). As obras consistem na troca de faróis, postes e cabeamentos, entre outros, e deverão ser concluídas dentro de 50 dias.

Santa Efigênia e Piçarrão decidem o 12° Campeonato Amador Distrital de São Gonçalo As equipes Santa Efigênia e Piçarrão vão se enfrentar no próximo domingo (29), durante a grande final do 12º Campeonato Amador Distrital de São Gonçalo do Rio Abaixo. A partida será às 16h, no Estádio Célio Moreira (Campo do Operário). Os finalistas foram conhecidos no último domingo (22). No primeiro duelo das semifinais, o Piçarrão bateu a equipe de Pedras por 4 x

1. No segundo confronto do dia, em partida equilibrada, o Santa Efigênia venceu o time do São José pelo placar de 1 x 0. O Campeonato Amador Distrital é uma realização da Prefeitura de São Gonçalo do Rio Abaixo, por meio da Secretaria de Esportes, e tem o objetivo de promover a integração entre equipes e atletas dos bairros e comunidades rurais.

Ed 154  

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