

Tricô: tradição que se perde
Páginas 8 e 9





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Tricô: tradição que se perde
Páginas 8 e 9





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Não é difícil encontrar quem já tenha se encantado ou caído de amores por peças e estampas vintage. O design é incrível e remete a itens usados entre 1920 e 1970, trazendo consigo uma grande bagagem sentimental. Charmosos, podem coexistir de maneira harmônica com objetos atuais, supertecnológicos e com designs diferentes. A indústria da decoração está cada vez mais atenta ao estilo “antigo” e as possibilidades são vastas. Vale deixar a casa mais retrô com um conjunto de cestas, uma kombi decorativa e até mesmo um fogão à lenha que remeta a décadas passadas. Se você é fã dessa pegada e quer seguir a tendência de misturar diferentes estilos na decoração, fique atento ao magnetismo desses objetos selecionados na Arla.



Direção Editorial e Coordenação: Fernando Weiss - Produção: Edmar Gomes e Carolina Chaves Arte: Gianini Oliveira e Fábio CostaFoto de capa: Anderson Lopes Tiragem: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)


Conteúdo patrocinado
O sistema hormonal é o maestro do corpo. Um desequilíbrio pode desencadear doenças e acelerar o envelhecimento
Os homens dificilmente se queixam de problemas de saúde, mesmo quando o vigor físico e o desejo sexual diminuem de uma hora para outra, a irritabilidade aumenta e os pelos começam a cair sem explicação.
Quando, por fim, decidem procurar um urologista (mais de 50% do público masculino nunca pisou no consultório desse especialista), os médicos nem sempre investigam os sintomas de forma adequada. Resultado: os casos de hipogonadismo, um distúrbio em que os testículos passam a produzir menos testosterona e que está presente em cerca de 15% dos homens entre 50 e 60 anos, são crescentes. Importante saber que mais de 57% dos homens nunca ouviram falar em andropausa e 71% desconhecem seus sintomas, segundo pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). O levantamento foi realizado com 3,2 mil homens acima de 35 anos em oito capitais


do país.
O aposentado Edson Seve ro, 68, faz reposição hormo nal há cinco anos. Ele conta que descobriu o problema por acaso, ao contar alguns sintomas para o clínico-geral, que o encaminhou a um en docrinologista. O aposenta do nunca havia visitado um doutor dessa especialidade, e achava que reposição hormo nal fosse algo exclusivo das mulheres.
Conforme Severo, o médi co explicou que a reposição hormonal masculina é reco mendada quando os níveis de testosterona estão abaixo da normalidade, isso é, me


Em poucos meses, senti a diferença e passei a ficar mais confiante”.
Edson Severo
nores que 230 ng/dL. No caso dele, estavam em 180 ng/dL.
Severo conta que sentiu queda de pelos, diminuição da força e insônia. Em alguns casos, o paciente com queda de testosterona costuma reclamar também de diminuição do interesse sexual; dificuldade de ereção; falta de concentração e comprometimento da capacidade intelectual; ganho de peso à custa de gordura; diminuição de massa e irritabilidade. O aposentado, que tinha um estilo de vida sedentário, mudou os hábitos alimementares, passou a se exercitar três vezes por semana em uma academia e entrou para a reposição hormonal. “Em poucos meses, senti a diferença e passei a ficar mais confiante”, afirma.
O tratamento, dependendo do caso, pode durar a vida toda. Normalmente, o paciente precisa tomar uma injeção de aplicação trimestral. O medicamento também pode ser usado em forma de gel ou adesivo. Entre as contraindicações da terapia hormonal masculina, está a suspeita ou confirmação de câncer de próstata ou de mama masculino.
Fonte:siteDrauzioVarella





Ooutono/inverno 2017 será marcado pelo conforto e praticidade. E a lã caiu no gosto dos principais estilistas por não amassar e ser de fácil combinação com qualquer outra peça.
Monocromáticas ou com desenhos ultramodernos que brincam com a geometria, roupas à base de lã grossa, com pontos grandes e volume, já são as queridinhas tanto dos homens quanto das mulheres antenados no visual.
Cachecóis, mantas, toucas e maxigolas chegam com tudo. Fundamental para enfrentar as baixas temperaturas, o tricô vai além de aquecer – imprime um toque moderno e sofisticado ao look. Dá ainda para brincar com a textura e o brilho dos fios.
Estilistas como Teresa Santos, Danielle Jensen, Oscar Metsavaht e Simone Nunes já apresentam peças tramadas em seus desfiles por aí.





Comportamento
Arte com agulhas parece ter parado no tempo. São poucas tricoteiras da geração Y
Há algumas décadas, a mulher que sabia fazer arte com linhas era considerada perfeita para casar. Bordado, crochê ou tricô eram predicados intrínsecos àquelas que pretendiam dividir o teto com alguém e formar uma família. Hoje a história mudou e essas atividades manuais perderam o status de obrigatoriedade. Poucas gurias se aventuram no mundo das lãs e agulhas e preferem comprar as peças já prontas.
Para confirmar que a prática está cada vez mais escassa, basta uma visita a qualquer associação de artesanato à procura de jovens, ou ainda fazer uma breve pesquisa nas redes sociais para se deparar com a ausência das tricoteiras. O artesanato que tradicionalmente costuma ter origem nas avós tem se perdido nas mães e quase não chega nas filhas.
Leila Kaffmann, 59, presidente da Associação dos Artesãos de Lajeado e professora de Tricô, confirma a escassez do público jovem principalmente no tricô, e credita isso à desvalorização do que é manual. A entidade tem cerca de 40 sócios ativos, e apenas uma jovem na faixa dos 20 e poucos anos. O restante são “jovens de espírito”, já na casa dos “enta”, brinca Leila.
A presidente revela que a associação tinha um projeto em que pretendia chamar adolescentes para tricotar. Mas não saiu do papel por falta de dinheiro. “Precisaríamos de uma sala, cadeiras e, com a mensalidade dos sócios, isso é impossível de manter”, revela. De acordo com ela, a questão é cultural. “Esta geração deixou de valorizar o manual, o artesanato. As meni-
nas preferem procurar peças já prontas no comércio”, pondera.
Na contramão, há
quem resista
Seja para ganhar uma grana extra, presentear amigas ou incrementar o visual, fazer tricô ainda é uma boa pedida para Mariana Koling, 28, assistente comercial em Lajeado. Ela é antenada na moda e tem carinho por peças artesanais. Os primeiros pontos foram feitos aos 14 anos, com auxílio da avó, Marisa Wiebbelling, 76. Mais tarde, a técnica foi aperfeiçoada pela mãe, Adriane Wiebbelling, 50. A arte de tricotar, para Mariana, é sinônimo de lazer e terapia em tempos atribulados de rotina crescente. As primeiras pe-

Espero que ela [Valentina] faça como eu, aprenda primeiro com a avó dela e depois peça para eu complementar os ensinamentos, Mariana Koling
ças confeccionadas pela jovem serviram para dar mais charme para sua cachorrinha, a Malu. Foi só depois de um tempo que a vontade de vestir a própria arte surgiu. E não parou mais: de lá pra cá, foram dezenas de mantas, golas, toucas e blusões que incrementam ainda mais o visual e aquecem o corpo quando o frio bate.
No que depender de Mariana, a tradição familiar não deve ser interrompida. Ela revela que pretende inserir a filha, Maria Valentina, 4, no mundo das agulhas. “Espero que ela faça como eu, aprenda primeiro com a avó dela e depois peça para eu complementar os ensinamentos”, brinca.
Concorda que são poucas as
mulheres que seguem a tradição do tricô hoje. Ela própria não enche uma mão ao contar nos dedos quantas amigas se aventuram na arte. “Antigamente a prática era mais comum, era até mais barato comprar os materiais”, afirma. Contudo, ela defende a prática e se orgulha de ser uma tricoteira da geração Y. Para Mariana, tudo o que é feito à mão tem mais amor e carinho envolvido, uma carga de sentimentos, tradição que deve ser mantida.
Karina Julia Fleck, 22, estudante de Design na Univates, tricota faz cerca de quatro anos. Iniciante na técnica, ela gosta de confeccionar peças mais básicas, como mantas e toucas. Para Karina, a ideia de fazer as próprias
roupas a encanta. “Tem o lance de fazer como tu quer, além de não gastar muito e não incentivar a compra sempre”, tasca. Ela aprendeu a tricotar com a mãe, Vestina Schmidt Fleck, 62, e usa a prática como desculpa para passar mais tempo com ela. “Sinto que minha mãe tem um prazer enorme em me ensinar, e fica lembrando de quando aprendeu com a mãe dela”, conta. É um momento de intimidade muito valioso. Entre as amigas, apenas uma incrementa o hall de tricoteiras. Para Karina, isso é resultado da comodidade em comprar tudo pronto.
História do tricô O tricô é uma técnica para entrelaçar o fio de lã ou outra

fibra de forma organizada para criar uma manha com textura e elasticidade ímpares. Pode ser manual, com cinco, duas ou apenas uma agulha. A técnica nasceu no Egito onde o entrelaçamento era feito com a ajuda de ossos ou madeira. Os belgas a levaram até a Inglaterra, onde as mulheres a desenvolveram para produzir meias e cachecóis.
Inicialmente feita à mão, a prática era destinada tanto para roupas funcionais quanto para peças decorativas, ocorrendo em regiões de lã abundante. A partir do século XIX, passaram a ser usadas máquinas de tricô. Durante as duas guerras mundiais, as mulheres tricotavam peças para os soldados, como a balaclava, item que se tornou moda.
1200 – Primeira peça de lã é descoberta, no Egito.
1700 – Técnica de costura chinesa, uma forma primitiva de bordado, é difundida no Oriente Médio e chega à Europa.
1824 – Aparece a primeira receita de tricô publicada na revista holandesa Penelope.
Século 19 – Técnica começa a ser utilizada na França, Reino Unido e na América como substituta mais barata para as outras formas de rendas. Trabalhos ganham mais cor.
1845 – Durante a Grande Fome Irlandesa, freiras ursulinas ensinam mulheres e crianças a fazer crochê e tricô para vender na Europa.
1900 – Moda no tricô muda, destaque para linhas brancas ou pálidas, surge o uso de miçangas e outros incrementos.
1918 – Artesanato reduz por causa da I Guerra Mundial. Poucas receitas de tricô são publicadas.
1940 – Ressurge o artesanato, particularmente nos Estados Unidos, com linhas mais grossas.
1960 – Prática permanece como arte da dona de casa e se populariza no mercado da moda.
1970 – Nova geração faz releitura dos quadrados da vovó e incorpora novas formas de tricotar. Retorno do tricô artesanal.
2000 – Interesse pela prática do tricô tem baixa; comércio passa a ser a principal alternativa para encontrar peças de lã.
Vivemos fases em nossas vidas em que o mundo parece ter encolhido. Por mais que busquemos manter os olhos abertos e enxergar o que se passa, por mais que busquemos uma verdade na mensagem do biscoitinho da sorte, ainda assim, tudo nos parece insuficiente. Por mais doce que esteja o sorvete, ainda assim, não adoça o nosso coração. São fases de introspecção, de silêncio, em alguns casos, até de luto.
Mas então, chega um dia em que, sem sabermos exatamente por que, decidimos abrir uma frestinha da janela e espiar por ela. O nosso olhar ainda pouco atrevido, com uma dose de desconfiança, um tanto descrente, busca enxergar algo que possa atrai-lo. Pela frestinha, acontece a descoberta de que ainda há luz. Ainda há esperança e se a esperança é mesmo verde, como dizem alguns, há uma floresta imensa e talvez esperar por algo seja melhor do que encontrar.
Fases de espera nos permitem construir expectativas do tamanho e no formato que desejarmos. O mundo pode ter o tamanho que quisermos e nele podemos colocar todos os nossos sonhos e nesse caso há um detalhe importante, saber quais são nossos sonhos. Busque responder prontamente qual é o seu sonho e talvez descubra que em algum momento você parou de sonhar.
Por outro lado, pergunte para uma criança qual é o sonho dela e ela, sem hesitar, irá entregar-te uma porção deles. Dos sonhos mais singelos até os mais encantados. Lembro-me que, quando era criança, sonhava com a ideia de ter uma cama mágica, com rodas e que pudesse me levar para escola em todas as manhãs frias permitindo-me usufruir do calor e do aconchego das cobertas por mais algum tempo.
Parece-lhe um sonho maluco? Pois saiba que maluca eu estive quando parei de sonhar com a tal cama mágica. Andei maluca por longos anos, mas agora sinto que estou sã outra vez. Voltei a ter sonhos mágicos e que colorem os meus dias com vários tons do verde da espera.
Espero tantas coisas! Espero tanto, mas tanto que mal caibo dentro dessa espera. É importante esclarecer que a minha espera não tem pressa alguma. Quero mesmo curtir a espera em si, porque ela me pertence, já é minha e por isso posso brincar com os fatos e com o conteúdo. Posso esperar algo novo quando desejar, sem pedir licença alguma.
Posso colocar na espera as vestes, os acontecimentos, pessoas, melodias que eu desejar. Posso esperar chuva ou sol. Posso esperar que o meu sonho aconteça no quintal da minha casa ou aos pés da Torre Eiffel. Sou absolutamente livre em minha espera e em meus sonhos.
No entanto, perco essa liberdade quando encontro o objeto da minha espera. Maravilhoso ou terrível, o encontro é concreto. A espera me pertence, o encontro não. O sonho está para a espera como o encontro está para a realidade da vida. E a realidade da vida, por vezes, me deixa feliz e outras me entristece.
Enfim, permita-se sonhar e renovar seus votos com novos sonhos. Sonhe com o que quiser. Liberte o seu querer. Casar? Ter filhos? Viajar? Comprar uma casa? Escrever um livro? Viajar para lua? Permita-se e então, valorize, encante-se com a espera. Não anseie tanto assim pelo encontro com a realidade.
Afinal, uma dose de sanidade (ou de sonhos) parece-me vital para uma vida cheia de en cantos, em que tenhamos camas com rodas, príncipes encantados, amores perfeitos e dores desfeitas. Sonhe e espere. E, quando finalmente o en contro chegar, crie novas esperas e assim siga.
Raquel Winter
cronicasraquel@gmail.com


por: Leila Franz leilafranz@jornalahora.inf.br

No sábado, o CTC re cebeu amantes de cerveja artesanal. O Beer Fest Vale reuniu apreciadores de to dos os gostos para os es tilos apresentados por 14 produtores. Boa música e gastronomia em um am biente descontraído con quistaram o público.


Mudança de estação também requer alterações nos hábitos e no vestuário. A aposta da Tribo é uma nova coleção de inverno apresentada na semana passada no espaço da Don Capelli Barber Shop. Na noite, o público pôde conhecer as principais tendências com modelos vestindo os looks da coleção.



Concorrido foi o evento de abertura da Mostra Sierra Romanzza de Lajeado muito requinte e bom gosto, a família Mallmann recebeu arquitetos, clientes e amigos em uma noite agradável para mostrar os ambientes ecléti cos projetados e decorados por profissionais da região. A mos tra segue aberta para quem quiser conhecer e se inspirar.



A terça-feira foi especial para o setor supermercadista e a bandeira do Vale dos Alimentos. Pelo segundo ano consecutivo, Lajeado recebeu a programação do Jantando com a Agas. O evento possibilitou aos participantes rodada de negócios, troca de experiências e interação entre a cadeia varejista e industrial. Um jantar encerrou a programação no CTC.





Conhecer Paris era um desejo que Suzane Luíse Diel Pereira, 26, tinha desde a infância. Aos 3 anos de idade, já dizia para a mãe que um dia moraria na Cidade Luz. A partir de um convite do cunhado, no mês de abril, o sonho de criança se tornou realidade.
No dia 3, Suzane embarcou num voo rumo ao Velho Mundo, junto com o namorado, cunhados e sobrinha. Passou cerca de 20 dias conhecendo, além da capital da França, diferentes países do continente europeu. Foi ainda à Alemanha, Holanda, Bélgica e Inglaterra. Roteiro decidido em conjunto pelos viajantes. De São Paulo a Frankfurt, na Alemanha, a família enfrentou 12 horas de viagem.
Em frente ao terceiro aeroporto mais movimentado do continente, embarcaram em um trem com destino a Munique.
Receptividade
famoso chocolate até a cerveja, waffers e batata frita. Caminharam pelas ruelas e assistiram a diversos artistas de rua. Ainda se impressionaram com o Grand Place. A praça central de Bruxelas, cercada de prédios antigos com detalhes em ouro.
A França, especificamente Paris, foi o próximo destino. Por lá, conheceram o Rio Sena, a Torre Eiffel, Disney Land Paris. “Me senti criança de novo. Foi muito legal”. Ainda visitaram o Champs Elysées e o Museu do Louvre. “Sem palavras, me emocionei lá dentro.”
Aproveitaram para comprar perfumes, comer sopa de cebola, macroons, croissants e beber champanhe. “Foi o lugar que mais gostei. Realmente, é incrível.”
Liberdade à flor da pele
De Munique, o grupo seguiu de carro até Amsterdã, na Holanda. Na chegada, já encantaram-se com os campos de flores, resplandecentes neste período de primavera. Passearam de barco pelos canais que cruzam a cidade e se encontram com o mar. “Dão um charme especial à paisagem. É muito bonito. Lá vi um pôr-do-sol
Na capital alemã, ficaram hospedados por quatro dias. Visitaram a Allianz Arena, estádio do Bayern de Munique, BMW Welt e Museum e o Castelo de Neuschwanstein, além de parques e praças, monumentos, restaurantes e cervejarias como Hofbräuhaus, Paulander e Hard Rock Cafe Munique. Segurança, limpeza dos espaços públicos, educação e receptividade do povo – inclusive no esforço para comunicar-se com pessoas que não dominam o idioma – além de cenários cinematográficos convidativos não faltaram. “ Me apaixonei por esse lugar. É um país que tem muito a oferecer e ao qual, com certeza, quero voltar.”
magnífico”, comenta Suzane.
Eles ainda exploraram a cultura local, e sentiram na pele o frescor de uma liberdade sem tamanho. “Deu pra ver que é um local sem pudores.” As pessoas cos -
tumam sentar nas praças para tomar banho de sol e almoçar. Em bares e café, é comum presenciar o consumo de maconha. Passear de bicicleta é quase uma regra, assim como fazer longos trajetos a pé. “É também um local muito turístico. Não sei se conheci algum holandês.”
Gastronomia diversificada
Também de carro, a família foi para Bruxelas, na Bélgica, onde desfrutou dos bons preços. Aproveitaram para degustar todas as delícias locais, que vai desde o
Para encerrar a viagem, o grupo pegou mais um voo rumo à Inglaterra. Em Londres, conheceram diferentes museus com entradas gratuitas, inclusive o Museu Britânico, que tem diversas antiguidades egípcias, da história dos vikings, entre outras.
Foram ao Palácio de Buckingham – onde assistiram à troca de guarda – e ao Saint James Parke e também ao Big Ben. Experimentaram a gastronomia sofisticada dos ingleses que vai do



sorvete ao feijão no café da manhã. Além de visitar os diversos pubs da cidade.
“Viajar é uma das melhores coisas que a vida tem a nos oferecer. Viajem sempre que possível, sonhem e realizem. A gente com certeza volta diferente, tem o contato com outras culturas, idiomas. É uma experiência de vida que ninguém tira da gente.”
– Não vá a tantos países de uma vez só. A viagem acaba ficando corrida, sem chance de imersão cultural.
– Leve algum livro com instruções sobre os pontos turísticos.
– Utilize o transporte ferroviário da Europa. Além de ser prático, acessível e com muitos horários, é sempre uma ótima opção turística.


APRESENTA:



As prateleiras brancas sobre o sofá servem como galeria para objetos decorativos e de importância para o casal O banheiro foi promovido a um lavabo
Giovana Munhoz

9 8140.3012 arq@giovanamunhoz.com.br
Qcasal chegou até Giovana com o pedido de integração entre seus ambientes, com o pedido de respeito a suas personalidades e estilos, a arquiteta teve uma ideia certeira e, de pronto, soube o que fazer.
A área era grande e bastante fragmentada e, a partir de um estudo das tendências em
em um ambiente acolhedor, com muita sofisticação e funcionalidade.
O primeiro passo foi unir a cozinha com toda área social, para garantir fluidez entre os cômodos e criar uma sensação de espaço mais amplo. O apartamento, que fica no bairro Florestal, em Lajeado, tem 120m² e ganhou o status de lar dos sonhos após o projeto
de Giovana. A rotina atribulada, característica da juventude do casal, deu o tom ao projeto.
A atenção aos mínimos detalhes criou uma identidade única ao apartamento, o que repercute também nos itens da decoração.
Pelas mãos da arquiteta, cada ambiente foi revigorado. A iluminação, que é peça-chave no projeto, foi privilegiada, valorizando pequenos elementos

coloridos que garantiram uma verdadeira sensação de passeio pelo que há de melhor em design e modernidade. O projeto aberto da cozinha pediu a instalação de uma coifa de ilha. Além de manter a limpeza, a peça rica em design combina com os móveis e outros equipamentos. “Nesse apartamento decidimos apostar em uma cozinha de ilha envolvida por uma ampla



mesa de jantar, integrando todos os ambientes”, destaca Giovana.
Os volumes dos armários, em tons de cinza e marrom, dão forma a um espaço que se destaca pelas linhas retas e pela economia de elementos e tonalidades. As cores do piso e das paredes seguem a mesma inspiração, o que incrementa ainda mais a escolha cromática dos
móveis. Texturas e brilhos variados são garantia de sofisticação, valorizando cada um dos acabamentos em sua singularidade.
O banheiro social não ficou de fora e foi promovido a um lavabo. O ambiente ganhou um deck para nivelar o piso e imprimir mais conforto. Painéis revestidos com papel de parede deram o toque final à área de higiene.



