

Aventura sob duas rodas
Casal vivencia percurso pelo litoral até Maquiné
Durante as próximas semanas, Carolina Leipnitz e Alexandre Schmidt vão percorrer 600 quilômetros de bicicleta pelo litoral gaúcho com destino a Maquiné. Eles querem experimentar a liberdade de percorrer o destino com pouca bagagem, de forma sustentável e gastando menos. Na última parada, participam de um curso de bioconstrução no Sítio Recanto da Mata, com Marcelo Tcheli.
É a primeira vez que escolhem viajar sob duas rodas, mas aventurar-se não é uma novidade para eles. Em 2015 foram protagonistas de uma expedição off-road pela América do Sul. Agora, a ideia é o desafio psicológico que está em jogo. “Queremos viver a experiência de pensar somente no presente. Estamos aprendendo a nos colocar em situações de vulnerabilidade em que dependemos do suporte e ajuda do outro.”
Para realizar o sonho de viajar de bicicleta, o casal acompanha uma rede social de hospedagem para ciclistas. Nos primeiros dias, já foram surpreendidos com gentilezas. Em Osório, um ferreiro chamado Juarez abriu um galpão para montarem a barraca. Em Gravataí, uma amiga de longa data proporcionou o pouso.
No litoral, Marcelo Petter, Lylian
Cândido e Dudu Palaoro também colaboraram. “A história vai se desenhando com a ajuda dessas famílias. Ao tecer essas redes, me dá esperança nas pessoas, na humanidade. Posso parecer utópica, mas acredito no poder da união”, comemora Carolina.
“A hospitalidade nos marca. Passamos por lugares onde fomos muito bem recebidos. Em outros, houve receio da nossa presença. São extremos”, comenta Alexandre.
Segundo eles, botar o pé na
estrada sem sofrer violência foi uma peleja. Ao percorrer dois dias de viagem pela BR-386, o casal entendeu o problema da mobilidade.”Um policial rodoviário nos orientou para que evitássemos pedalar na estrada e que aconselhassem os amigos ciclistas para que façam o mesmo. De fato é perigoso”, explica Carolina. Ela nunca havia percebido que no trecho não havia acostamento. “Por mais que a gente preze e queira a liberdade, ao viajar de bicicleta, seguimos presos ao fluxo dos carros e caminhões.” Para a lajeadense, as pessoas deveriam ter o direito de ir e vir, sem que representasse um risco mortal. “ Ficamos reféns do que o maior e mais forte quer”, lembra.
No trajeto
Por mais que a gente queira a liberdade, ao viajar de bicicleta, seguimos presos ao fluxo dos carros e caminhões
Carolina Leipnitz ciclista
De carona na bicicleta, o casal leva tudo que precisa para acampar. Para alimentação, somente o necessário. A roupa é utilizada por três dias. O lanche é feito na beira da estrada e água não pode faltar. Além disso, o casal enfrenta o embaraço de ter que explicar às pessoas que não come carne. “É difícil dizer isso porque é algo que está enraizado em nossa cultura. Nos faz sentir um pouco culpados. Parece que estamos fazendo uma desfeita.”





O casal Carolina e Alexandre vai passar duas semanas na estrada
Aventureiros contam com a gentileza de amigos para hospedagem
Carolina coloca em prática um antigo desejo de viajar de bicicleta
Associação surge como alternativa para o Carnaval
Governo e algumas entidades carnavalescas acreditam que a formação de um grupo seja a melhor opção para dar continuidade ao evento na cidade

Bloco dos Palhaços já teria investido R$ 20 mil nos preparativos. Mas acredita na renovação do evento
pesas, estimadas em R$ 100 mil.
Se contasse com um apoio maior das entidades, e mais tempo para organização, a festa poderia ser
Asuspensão do Carnaval pelo governo ainda causa polêmica. Representantes das escolas de samba reclamam da atitude. Mas acreditam que criar uma organização independente ao poder público seja uma das alternativas para viabilizar o evento em 2018.
A ideia foi levantada pelo próprio Executivo, durante o anúncio da suspensão, na quarta-feira, 25. De acordo com o prefeito Marcelo Caumo e o secretário da Cultura, Esporte e Lazer (Secel) Carlos Rodrigo Reckziegel, não haveria recursos para arcar com as des-
Pela prefeitura ficou cada vez mais difícil, e vai se tornar cada vez pior. Vai acabar não acontecendo mais se continuar assim”
Neusa
viabilizada.
O presidente do Bloco Samba Reggae Capoeira, Paulo Renato Narciso, o mestre Karkará, participou do encontro. Ele concorda com a elaboração de um projeto sustentável para manutenção do Carnaval, e necessidade de maior preparação para 2018.
A criação de uma associação das agremiações é essencial.“Por meio dal, poderíamos angariar recursos, e contrairmos as despesas com a bateria e fantasias. Deixando para a prefeitura somente os gastos com estrutura. Precisa ser algo conjunto.”
Com recursos próprios, o bloco participará como ala em escolas de Cachoeira do Sul e Rio Pardo No Vale, não prestigiará eventos. Cerca de 110 pessoas integram a agremiação.

2016
O Bloco dos Palhaços, Samba Reggae e Bloco da Prevenção participaram de uma espécie de baile a céu aberto, que encerrou com a apresentação da Banda Barbarella. Somente o grupo musical teria recebido. Conforme a titular da Secultur na época, Neca Dalmoro, R$ 10 mil foram pagos à banda. As escolas não teriam recebido nada, gerando economia de 30% em relação ao ano anterior.
“Em um mês não fazemos Carnaval”
O titular da Secel Carlos Reckziegel afirma que, a partir de abril, marcará reuniões periódicas com as agremia ções. O objetivo é definir em conjunto qual será o formato do Carnaval em 2018, e então, preparar-se financeira mente para o evento.
“Precisamos fazer licitação, e outras questões que demoram. Em um mês, não fazemos Carna val.” Ele defende a necessidade de as próprias agremiações se organizarem como associação.
O secretário ressalta que a administração não é contra a realização do Carnaval, mas precisa de contrapartidas. Ou tras entidades, como clubes de mãe, a Oclaje, grupos cultu rais alemães e italianos se mantêm com recursos próprios.
“Fazem outros eventos, realizam atividades durante o ano, buscam recursos na iniciativa privada, é isso que pre cisamos para o Carnaval.” Reckziegel aposta que no futuro será possível o poder público apoiar a folia, mas não como promotor oficial.
R$ 100 mil

O valor apontado pela administração para custeio do Carnaval neste ano motivou questionamentos. Ao contrário da afirmação do secretário, as escolas não teriam solicitado R$ 20 mil cada. Mas apenas indicado que esse seria o valor total para participar, em parte, custeado por elas próprias.
Porém, explica que não contabilizou apenas os valores gastos com as entidades, mas com toda a estrutura. “Não fizemos um levantamento detalhado. Mas acreditamos que ficaria mais ou menos nisso.” Ele cita que somente o Bloco dos Palhaços teria recebido R$ 11,5 mil em 2016. Em 2015, todo o evento teria custado R$ 89 mil.

presidente da escola Só Alegria
Maria dos Santos
Reportagem, Carolina Chaves
Lajeado
RODRIGO MARTINI
Problema gradual



2013 2014 2015
Três equipes foram excluídas por descumprir o regulamento. Desfilaram apenas o Bloco dos Palhaços, a escola Unidos da Folia, do bairro Santo Antônio, e o Bloco da Prevenção. A Inhandava, de Bom Retiro do Sul, participou como convidada. Apenas R$ 15 mil teriam sido repassados às escolas.
Desmotivados
O Bloco dos Palhaços também se movimentará para angariar verbas, de modo independente. Prevê para fevereiro ou março a realização de uma gincana, a fim de repor parte dos R$ 20 mil já empenhados para participação no Carnaval.
A competição ocorre no Parque do Imigrante, local dos ensaios do bloco. “Queremos atrair a comunidade para participar. Vamos oferecer atrações próprias. Também é uma maneira de integrar o grupo”, explica Darci Possamai, presidente do bloco.
Além do dinheiro que será angariado com a atividade, a entidade tem verbas provenientes da anuidade dos associados. Neste ano, a agremiação se apresentará em Estrela e Bom Retiro do Sul Mas lamenta o cancelamento do
evento na cidade natal.
Esse corte total é ruim. Todo o grupo está desanimado. Fazemos o evento o ano inteiro esperando o Carnaval. Mas a gente vai em frente.”
Possamai acredita numa renovação para 2018, por meio da criação de uma associação carnavalesca.
“Seria muito bom. A verba viria por meio da associação. Poderíamos fazer projetos conjuntos. Tudo seria facilitado, não só para nós, mas para todas as entidades.”
Alternativa possível
A presidente da Escola de Samba Só Alegria, Neusa Maria dos Santos, acredita que o futuro do
O governo tentou a implementação de um novo formato, a partir da organização das escolas. Depois de várias reuniões e definições conjuntas, cada agremiação recebeu R$ 15 mil, em três repasses de R$ 5 mil.
Lojas de tecido, serigrafia, ferragens, música e artigos diversos foram estipuladas pela prefeitura, para a compra dos materiais, que deveriam ser reutilizados no ano seguinte. As entidades precisavam prestar contas da verba utilizada, porém, a maioria teria descartado os objetos já adquiridos e as apresentações não teriam ficado a contento da administração.
Carnaval depende da criação dessa associação.
“Pela prefeitura ficou cada vez mais difícil, e vai se tornar cada vez pior. Vai acabar não acontecendo mais se continuar assim.”
Ela aponta a burocracia e as trocas de governo como principais impedimentos para o projeto. “Cada gestão apresenta um plano diferente, promete incentivos e condições, mas nada sai do papel.” Por esses motivos, a entidade não participa do Carnaval faz dois anos.
“Sem uma organização para nós fica complicado. Não temos
Por meio de recursos captados pela Lei Rouanet, o governo realizou o Muamba em Concerto. Neguinho da Beija-Flor e 20 integrantes da escola de samba carioca foram as principais atrações do evento, que também contou com apresentações da Orquestra de Concertos de Lajeado (Oclaje), da Inhandava, de Bom Retiro do Sul, e outras agremiações carnavalescas de Lajeado.
Depois do evento, várias entidades se queixaram de falta de pagamento pelo governo, que teria prometido o repasse. O secretário de Cultura e Turismo de Lajeado, Eduardo Gomes Müller, foi acusado de utilizar de modo irregular a verba. Ele teria usado o presidente da escola Acadêmicos da Alegria, do bairro Hidráulica, Manoel da Silva, como laranja para receber recursos federais. Müller acabou exonerado do cargo, e as entidades continuariam sem ganhar a verba prometida: R$ 500. O secretário chegou a apresentar notas fiscais dos gastos, mas o caso não foi investigado a fundo.
barracão, ensaiávamos na rua e o pessoal usava minha cozinha e meu banheiro. Usávamos a conta da associação de moradores para receber os recursos, mas nem isso era mais permitido.”
Caso a associação seja fundada, a probabilidade de participação da escola aumenta. “Há pessoas interessadas nessa causa, que podem mudar essa trajetória. Acredito que seja possível.”
Recurso público
Já para a presidente da escola Academia do Samba, Teresinha Rosa da Silva, não há possibili-
dade de manter a entidade e o Carnaval sem a iniciativa pública. Desde 2015, a agremiação não participa do Carnaval, devido à baixa nos repasses.
“Não temos nenhuma sede, nenhuma escola para fazer uma festa. E a prefeitura não ajuda.” Cerca de 150 pessoas participariam da organização, caso houvesse alguma forma para manutenção. Agora ela aguarda um movimento do poder público para retomar as atividades. A reportagem tentou contato com representantes da Só Alegria, mas não obteve retorno.


1ª ColinasFest divulga atrações da feira agendada para março
Programação conta com show de Sandro Coelho, ex-Tchê
AMultishows Eventos e Feliz Produções Artísticas divulgou nessa sexta-feira a programação da 1ª ColinasFest. A feira alusiva aos 25 anos da cidade ocorre de 16 a 19 de março, nas imediações da Comunidade Rui Barbosa. O ingresso de R$ 5 dá acesso às exposições e shows.
O primeiro dia de evento conta com a apresentação das orquestras Municipal e do Sesi. Na sexta-feira à noite, a banda Rock And Beer, de Teutônia , e a Prô & Bidus sobem ao palco. No sábado, é a vez da dupla sertaneja Neto e Júnior animar a festa. Nesse dia, a atração principal é Sandro Coelho, ex-vocalista do Tchê Garotos. No domingo as apresentações começam às 16h, com o tradicionalismo de Luz de Candieiro, Champion e Loirinha do Forró.
Além de música, a feira comercial, industrial, de artesana -

tos e agropecuária é atrativo. Os 48 estandes foram vendidos em três dias. Das 30 unidades externas ainda restam algumas. Conforme o prefeito Sandro Ranieri Herrmann, o objetivo é enaltecer o potencial turístico da cidade. “A realização é toda da comunidade. O Executivo não aplicará recursos. Os shows serão pagos com o arrecadado
Secel oferece aulas de Violão e Teclado
Lajeado
A Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) de Lajeado abre vagas para as aulas de Violão e Teclado, ministradas pela professora Silene Träsel. As aulas ocorrem na segun-
da à noite, terça à tarde e quinta de manhã, na Casa de Cultura. Começam nesta segunda-feira, 6, mas os alunos podem ingressar a qualquer momento. Os horários devem ser agendados com a professora, pelo 9 9699-8412.
Domingo tem Festa de Navegantes no bairro Carneiros
Lajeado
A Comunidade Nossa Senhora dos Navegantes, do bairro Carneiros, rende homenagem à sua padroeira no domingo, 5. A missa inicia às 9h45min na capela, seguida de procissão até o salão comunitário. Interessados podem comprar o cartão de almoço por R$ 25. À tarde ocorre reunião-dançante com o Musical Star 3, de Colinas
na bilheteria”, lembra.
História dos 25 anos Colinas pertencia a Corvo, quarto distrito de Estrela . Em 20 de março de 1992, se emancipou. Segundo censo do IBGE, o município tem 2,4 mil habitantes e está alicerçado na produção primária. É conhecido como Cidade Jardim pelo zelo da
Senac
Garotos
comunidade quanto aos jardins. A decoração das ruas durante a Páscoa e Natal se destaca. Coelhos e Papais Noéis ornamentam as ruas da cidade, que registra o maior número de visitantes nessas datas.
16 de março Orquestra Municipal Orquestra do Sesi
17 de março 21h30min – Rock and Bier 23h30min – Prô & Bidus
18 de março 21h30min – Neto e Júnior 23h30min – Sandro Coelho
19 de março 16h – Luz de Candieiro 17h45min – Champion Loirinha do Forró
promove
show acústico
Para lançar os cursos técnicos, o Senac Lajeado promove show acústico da dupla Claus e Vanessa. O evento ocorre no dia 16, às 20h, na sede da unidade, na av. Senador Alberto Pasqualini, 421. O evento é destinado à comunidade de Lajeado e região e tem o
objetivo de apresentar os cursos deste ano. A diversão segue durante a noite com a rádio Sorriso e a Banda Link. Para participar, é preciso se inscrever pelo site do Senac. O ingresso é um quilo de alimento não perecível, que será doado ao Programa Mesa Brasil do Sesc. Informações pelo 3748-4644.

Colinas
Programação
Feira vai celebrar o potencial turístico e as belezas da Cidade Jardim ARQUIVO
Lajeado
Claus e Vanessa animam noite de lançamento dos cursos técnicos
DIVULGAÇÃO
A Lei do Amor
21h10min
Helô revela a Marina o resultado do exame de DNA
Sábado – Tião leva Magnólia para sua casa. Ana Luiza conta para Tiago o resultado do exame de DNA. Augusto fala para Pedro que Magnólia matou Beth. Yara exige que Salete afaste Flávia de Misael. Augusto declara o desaparecimento de Beth. Helô revela a Marina o resultado do exame de DNA. Salete defende Flávia. O delegado aceita a denúncia de Augusto e traz Ciro para um novo depoimento. Sílvia avisa Yara que irá morar com Vitória. Magnólia vê o ferro com que marcou Tião no quarto e se assusta.
Jaílson e Du roubam a van com todos os instrumentos da banda
Sábado – Diana se surpreende com a proposta de Léo e afirma que Gordo não venderá a gravadora. Alex explica seu plano para Romildo e William. Gordo fica sensibilizado com o carinho de Nanda. Gilda percebe o olhar de Nicolau para Luana. Nelson tem uma ideia para conseguir uma nova integrante para o grupo. Tom pede para Zac ajudá-lo a conquistar Yasmin. Edith discute com Nelson por causa do concurso. Natália incentiva Yasmin a falar com Zac. Lázaro afirma que ajudará Léo a comprar a gravadora. Marisa se recusa a participar do plano de Alex. Tom e Paçoca colocam os instrumentos na van, mas esquecem de fechá-la. Yasmin conta para Zac que Léo comprará a gravadora e ele corre para falar com Gui. Eva vai ao restaurante onde se encontrou com Gordo. Jaílson e Du roubam a van com todos os instrumentos da banda.
Sábado – Patrick se preocupa com a sanidade de Wagner. Patrick avisa Mario que Wagner foi encontrado. César sente ciúmes de João Amaro e Sinhá estranha seu comportamento. Alice conta a Tanaka e Hirô que Wagner foi encontrado. César descobre que Wagner está vivo e fica transtornado. Lenita e Sirlene mostram a Alice detalhes da organização de seu casamento. Patrick conversa com o médico sobre a saúde de Wagner. João Amaro entrega a Louzada a escritura, em nome de Alice, da fazenda Mato Alto. César ameaça João Amaro com uma arma.
Malhação
Luíza termina o relacionamento com Lucas
Segunda – Ricardo afirma a Bárbara e Joana que elas estão afastadas da academia. Joana confessa a Tânia que aprova a atitude de Ricardo. Lucas garante a Martinha que gosta de Luiza. Jéssica se preocupa com o comportamento de Martinha. Jorjão alerta Ricardo sobre a demissão das filhas. Caio é rude com Fábio ao ensiná-lo a cozinhar. Luiza termina o relacionamento com Lucas.
Palavras Cruzadas
PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS
Travesso Manifestações que eclodiram nas cidades brasileiras em junho de 2013
Cargo de José Mujica no Uruguai (2014) (?)-pronóbis, planta espinhosa
Alex (?), chef paulistano
Verão "Que (?)?", expressão com que se pede a opinião do interlocutor
Pessoas que prejudicam outras, perseguindo-as
Doutora (abrev.)
Fazer uso da cola Grito de dor
Cantora carioca de "Resposta ao Tempo" e "Suave Veneno"
Orelha, em inglês Devasta; arrasa
Primeiro tempero da civilização
(?) falado: ajuda na captura de suspeitos "Quem (?) aos pobres, empresta a Deus" (dito)

Keanu Reeves, em "Matrix" (Cin.)
Caracteriza o desmaio Quantia imprecisa
Pôr (fogo) em Saudação telefônica
Atividade do guardanoturno
A cheia
desperta o lobisomem Sã e salva
(?) a natureza, objetivo de ecologistas Ave comum em praças
O positivo é o cátion Deus, em
Resposta cortês a "Com licença?"
Apenas Símbolo da Oktober
Acordar (?), dificuldade do notívago
Solução www.coquetel.com.br © Revistas COQUETEL
gastos imprudentes, sobretudo em decorrência de sua generosidade com pessoas próximas. Número da sorte: 805





3/ear — god. 5/atala — tanto. 6/grudar. 10/asas-negras — nana caymmi.
BANCO 60

LOTERIAS 2/2/2017
Dupla sena
Concurso nº 1603
05-07-22-30-36-40
06-15-21-28-36-43
Quina
Concurso nº 4301
01-03-20-23-35
O Museu de Ciências Naturais (MCN) da Univates recebe a exposição: “Infinitas Formas de Grande Beleza”, do biólogo e fotógrafo Claiton Martins Ferreira. Está aberta ao público até 9 de março.
21/08 a 20/09
Sol e Lua em quadratura tensionam



MCN recebe a exposição “Infinitas Formas de Grande Beleza”
A mostra reúne fotografias de exemplares do acervo da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB/RS), instituição de pesquisa científica e educação ambiental, sediada em Porto Alegre


trabalho, cujo ponto de partida tende a residir na comunicação. Número da sorte: 379


altos e baixos emocionais relacionados a conflitos entre a vida pessoal e a profissional, visto que Sol e Lua formam ângulo de quadratura no circuito. Número da sorte: 934 passo em que o Sol transita por seu signo, e a quadratura entre ambos revela-se instável para os relacionamentos familiares. Número da sorte:
Peixes
21/02 a 20/03
A Lua na terceira casa lhe motiva a ser mais espontâneo do que de costume, o que pode lhe render situações embaraçosas, visto a tensão com o Sol na área de crise. Número da sorte: 374


Participe deste espaço mandando e-mail: leitor@jornalahora.inf.br
Mise-en-scène dos “honestos”?
Em Vigiar e Punir, Michel Foucault convida a refletir sobre as razões indicadas pelos pensadores da Modernidade para a punição dos criminosos. Não é exatamente uma novidade para nós, quando ele escreve sobre o castigo com o propósito de “visar não à ofensa passada, mas à desordem futura” (FOUCAULT, 2011, p. 89). Esmiuçando, a penalização serve menos para quem cometeu ilícito, embora tenha como um de seus fins prevenir a reincidência, do que como exemplo para evitar a imitação. Tornando mais claro: deve deixar evidente para a sociedade que o crime não compensa. Observando o (des)enrolar da Operação Lava-Jato, especialmente as reações nas redes sociais, ignorando os vícios óbvios no processo e os embates virulentos entre esquerda e direita, cabe fazer uma primeira indagação. Se os letrados analisados por Foucault viam como pressuposto (e esse continua vigente) que “a pena deve ter efeitos mais intensos naqueles que não comete-
Hram a falta” (FOUCAULT, 2011, p. 91), a onda de combate à corrupção tem tido esse efeito lateral?
Tenho lido manifestações entusiasmadas com as delações, os indiciamentos e as prisões. Realmente, parece (e é) um avanço tocar em figuras até ontem “acima do bem e do mal”. Todavia, por que não somos desafiados a nos interrogar se a expiação pública (internética) de alguns bodes expiatórios, mesmo que culpados, é eficaz? Não deveríamos refletir, também, e cada vez mais, sobre nossas escolhas cotidianas?
Cabe perguntar se, além de amedrontar com o risco da expiação, existem outros meios para diminuir/prevenir os erros? O filósofo Immanuel Kant argumentava que devemos nos pautar por princípios morais (como a honestidade). Existe a coisa certa a fazer e devemos optar por essa coisa porque é nosso dever. Não por medo ou recompensa. Embora a Lava-Jato nos coloque mais defronte à relação crime-castigo, prefiro entender o momento
Jandiro Adriano Koch
Estudante de História da Univates jandirokoch@gmail.com

como propício para a (auto)crítica, exercício que apura as decisões. Existe uma rede rizomática (brincando com o conceito de Deleuze) de corrupção, que faz brotar em todos os cantos o desprezado (apenas?) discursivamente. Os rizomas são emaranhados abaixo do solo, não os atingimos sem alcançar os (nossos) subterrâneos. Talvez não passemos da superfície sem ponderar sobre a banalidade do mal (Hannah Arendt).
Penso ser necessário mais do que vigiar e punir, do que apontar o dedo e regozijar com a prisão (ou com a chacina em alguma penitenciária). Isso pode até – controversamente – fazer parte, mas quando é o fim do caminho, tudo parece apenas mise-en-scène dos “honestos”. É?
Aborto afetivo
á poucas semanas, conversando com amigos, veio à tona algumas situações que me fizeram refletir sobre a maneira como conduzimos a criação de nossos filhos.
Para isso, compilei alguns relatos que tinha na memória sobre a infância dos meus pais e tios e, em rascunho, desenhei um quadro comparativo colocando frente a frente aspectos relevantes da infância da década de 60 e as observações que presencio hoje.
Dentre os destaques, verifiquei que no contexto social vivemos em condições financeiras muito melhores que em outras épocas, mesmo em tempos de crise, sustentamos nossos luxos e ostentação, no entanto, com um preço muito alto, o nosso trabalho.
Estamos acostumados a pagar por qualquer serviço que nos permita um bem-estar, às vezes momentâneo, mas que reflete na maneira como administramos nossas economias e nosso tempo de trabalho para arcar com tal regalia. Não tenho autoridade, tampou-
co direito de afirmar que devemos parar de usufruir de nossos bens e muito menos deixar de trabalhar, apenas constato que hoje no contexto das famílias as crianças se perdem em meio às rotinas enlouquecidas dos pais.
E como aquele velho ditado “o exemplo vem de casa”, influenciamos nossos filhos a seguir o mesmo ritmo, os mesmos sonhos, as mesmas buscas insanas e que acabam por frustrá-los em suas próprias vidas.
Ao final da minha comparação, batizei as modificações visualizadas como “aborto afetivo”, não em seu sentido literal, mas devido à crueldade com que as crianças são esquecidas afetivamente dentro de seus próprios lares.
A sociedade moderna perdeu algumas características em detrimento a outras, em suma, a busca constante por riqueza e satisfação que mencionei tomou o espaço e o tempo com o qual os pais se dedicavam aos filhos, seja em casa, na praça ou andando de bicicleta.
Podemos refletir neste momen-
Luis Felipe Pissaia lpissaia@universo.univates.br

to! Enquanto eu trabalho, onde meu filho está? O que está fazendo? Provavelmente esteja em sua escola, que certamente você gasta 1/3 do salário para pagar, vestindo roupas caras com estampas de desenhos animados que você comprou em seis vezes no cartão de crédito, mas nem sequer conhece aqueles rostos, pois não tem tempo para assistir com seu filho. A realidade torna-se inflexível aos adultos, ao passo que os filhos crescem e replicam sua criação.
Nesse sentido, devemos estar cientes da nossa responsabilidade enquanto pais, deixar de sacrificar nosso tempo livre em nome do bom e do melhor, pois são crianças, e elas precisam de escolas qualificadas e roupas de seus animes favoritos, mas, acima de tudo, necessitam de afeto, atenção e de seus pais por perto.
10º Encontro reúne veículos antigos
Organização espera atrair 15 mil visitantes no evento que
Teutônia
As antiguidades sobre rodas terão destaque no mês de março. O 10º Encontro Nacional de Veículos Antigos receberá cerca de 15 mil visitantes. O evento é organizado pela Câmara de In dústria, Comércio e Serviços (CIC), com apoio da administração mu nicipal, Cooperativa Languiru e Poolseg Seguros. Durante os dias 11 e 12, a expectativa é que o Cen tro Administrativo receba mais de 500 veículos com a bagagem repleta de histórias.
A programação conta com ex posição comerciais, de artesanatos, atrações musicais, praça de alimentação e visita ao Museu Henrique Uebel. O pavilhão Multiuso oferta 3.600 metros quadrados de área para receber o Mercado das Antiguidades, com venda de peças e acessórios, e também

área comercial. A CIC também irá dispor de restaurante climatizado junto à instituição. Além disso, será realizado o 4º Encontro Sul-Brasileiro de Viaturas Militares Antigas.
Com a expectativa de visitantes oriundos de diferentes estados e até do exterior, a organização prepara área especial para receber motorhomes e acampamento. Na edição de 2015, o en-
reúne
contro reuniu 12 mil pessoas e 600 veículos antigos. Turistas de Argentina e Uruguai marcaram presença no evento. Para o público em geral haverá cobrança de ingressos e o valor arrecadado será revertido a instituições beneficentes da cidade.
O evento é aberto para automóveis, motocicletas, utilitários, caminhões e ônibus com mais de 25 anos de fabricação. Para participar da exposição, os interessados devem informar o ano, modelo e marca do veículo na ficha de inscrição. Os dados pordem ser fornecidos de forma antecipada pelo carrosantigosteutonia.com.br, carrosantigos@cicteutonia.com. br, na secretaria da CIC pelo 37621233 ou Whatsapp 9 8142-3742.
Dois dias de nostalgia
O 10º Encontro Nacional de
500 expositores
Veículos Antigos de Teutônia inicia no sábado, 11 de março. A partir das 8h, será realizado o credenciamento e recepção dos antigomobilistas. Até as 10h será servido café com cuca e linguiça no cardápio. O almoço terá o schweinbraten como prato principal, servido às 12h. Após a abertura oficial, às 14h, a música toma conta do palco. A comissão organizadora também busca outras atrações, com muito rock, especialmente para a noite de sábado e tarde de domingo. Na praça de alimentação, haverá a comercialização de chope Hopy Beer.
A premiação aos veículos destaques ocorre no domingo, a partir das 14h, seguida de show no palco principal às 16h. O encerramento está previsto para às 18 h.

O 10º Encontro Nacional de veículos antigos ocorre dia 11 e 12 de março
LEANDRO AUGUSTO HAMESTER
Projeto da Univates dá voz às diferenças
Iniciativa busca promover o respeito à individualidade e a conscientização dos alunos
Lajeado
AUnivates publicou um documento que formaliza o seu posicionamento de respeito às diferenças. A Política de Respeito às Individualidades fala sobre a importância do convívio de diferentes formas de ser e de pensar, que colaborem na produção de um ambiente cooperativo de valorização e promoção da dignidade humana em toda a diversidade. De acordo com o reitor, Ney José Lazzari, todos os membros da comunidade acadêmica têm o direito de aprender, trabalhar e desenvolver-se em um ambiente livre de discriminação, preconceito, violência e assédio, em uma atmosfera de respeito mútuo e apreço pelas diferenças individuais. “É papel da universidade promover o debate e enfrentar todas as situações de constrangimento e intimidação baseadas na falta de tolerância ou de respeito. Mais que uma política, esse documento é uma declaração do que a Univates aceita e não aceita em termos de respeito e tolerância com as pessoas”, afirma.
A partir dessa política, ficam estipuladas ações e incentivo a projetos de pesquisa e extensão sobre a temática, assim como a reflexão em sala de aula. Visa qualificar professores e funcionários técnico-administrativos e discutir temas relacionados, de forma transversal, nos currículos dos cursos e nas disciplinas. A questão do respeito será abordada em eventos como o Seminário Internacional Diálogos na Contemporaneidade. Agendado para setembro, terá como temática as transgeneralidades.
Comitê
A partir deste ano, também

deve ser instituído um comitê composto por professores, funcionários, técnico-administrativos e estudantes para avaliar eventuais casos de infração à política. Os canais de comunicação da instituição estarão disponíveis para a escuta de quem quiser compartilhar experiências e fazer denúncia.
Vínculo
Segundo Fernanda Brod, diretora do Centro de Ciências Humanas e Sociais da Univates e coordenadora do grupo de estudos, que deu origem ao documento, a Política de Respeito às Individualidades considera diferenças relacionadas a questões de gênero, raça, religião, posicionamento político, entre outras. “Essa política deverá ser vinculada à política de inclusão da Univates, pois entende-se que a inclusão deve abranger todas as diferenças.” Para ela, o respeito às diferenças é princípio
Birdleegg, no Galera's Rock Bar
O mestre do Birdlegg vai mostrar o melhor do blues da Pensilvânia (USA) no dia 25 de fevereiro, no Galera's Rock Bar, em Lajeado. Ingressos antecipados por R$ 20. O artista tocar harmônica e já tocou em clubes de blues, ao lado de nomes como J.J. Malone, L.C. Robinson, Cool Papa e Sonny Rhodes.
de ações de comunicação, de educação, de pesquisa e de gestão da Univates.
Grupo de estudos
O documento é resultado do trabalho de um grupo de estudos composto por representantes de todos os centros. Conta também com a participação de funcionários e da diplomada em Direito Daniele Pimentel, que já atuou como coordenadora de Políticas Públicas para as Mulheres no Centro de Referência à Mulher de Lajeado (Cram).
O que pensa o Coletivo LGBT
Victor Alan Gomes, membro do Coletivo LGBT de Lajeado e região, acompanhou de perto o lançamento das novas políticas aplicadas à temática. “Quando soube da existência, expressei minha felicidade. Fica um sentimento de
'agora eu tenho amparo'.” Conforme ele, lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros (LGBTTT) relatam que já sofreram algum tipo de preconceito no meio acadêmico, seja por meio de piadas, chacotas ou até olhares de reprovação. “Essas novas políticas me dão o direito de questionamento, tiram o meu medo e dos meus amigos de serem quem eles realmente são.”
Ele acredita que não é algo que acabará com as agressões, mas ajudará a diminuir e dar voz para quem antes sentia desprezo.” Victor lembra que o coletivo sente o prazer de ver mais uma conquista saindo do papel. “Nós lutamos para que todos sejam incluídos na sociedade e não existe algo mais bonito do que ver uma garota trans entrar para a faculdade e ser acolhida com respeito à sua identidade de gênero e nome social”, lembra. Porém, faz uma ressalva. “Única falha é que não
Agenda cultural
Fábio Jr, na Univates
Em turnê pelas principais cidades do país, o cantor e compositor Fábio Jr. Apresenta o novo projeto O que importa é a gente ser feliz. O show ocorre dia 23 de março, no Teatro da Univates. O repertório apresenta grandes sucessos da carreira como Só você, O que que há, Alma gêmea e Caça e caçador.
vi representatividade na elaboração dessas novas políticas, não li nomes de pessoas do meio que ajudaram a criá-las”. De qualquer maneira, o sentimento é de que a universidade agora também representa a causa. “Com a nossa ajuda, espero que possa melhorar cada dia mais.”
Saiba mais
A Política de Respeito às Individualidades considera também o princípio fundamental da dignidade da pessoa humana, assim como os objetivos de construção de uma sociedade livre, justa e solidária e de promoção do bem-estar de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação inscritas na Constituição Federal de 1988; O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (2012), especialmente em sua dimensão atitudinal, que objetiva desenvolver valores e fortalecer atitudes e comportamentos que respeitem os direitos humanos; a missão, a visão e os princípios institucionais e, em especial, os princípios da pluralidade, da liberdade e da justiça e equidade previstos no Plano de Desenvolvimento Institucional da Univates (2017-2021); os Pontos de Balizamento da Conduta Ética, conforme Resolução 171/Reitoria/Univates, de 7/12/2011.
Teatro, no Porto Alegre em Cena
O Festival Internacional de Artes Cenas traz para Porto Alegre espetáculos com o acesso do público e com preços acessíveis. Entre as produções em cartaz, destaque para O que os homens pensam que as mulheres pensam, até domingo, às 21h, no Teatro Renascença, Centro Municipal de Cultura e Lazer Lupicínio Rodrigues.
Univates trabalha para desenvolver um ambiente livre de discriminação, preconceito, violência e assédio
ANDERSON LOPES