AH - Principal |19 de janeiro de 2017

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Lajeado, quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Ano 14 - Nº 1765

Avulso: R$ 2,00

Fundado em julho de 2002

Fechamento da edição: 21h

TUBERCULOSE

Prédio escolar no bairro Conservas, em Lajeado, tem problemas de infraestrutura. Página 8

PONTE E TREVO

Reuniões tentam destravar as obras

Integrantes do Executivo de Lajeado e Daer regional realizaram, ontem, série de reuniões na Secretaria Estadual de Transportes. Um dos encontros foi com o chefe da pasta, Pedro Westphalen. O objetivo é agilizar os trâmites envolvendo a construção de uma nova ponte sobre o Arroio Saraquá, na ERS-413, e mudanças no entroncamento dessa rodovia com a ERS-130, em frente à BRF.

Página 4

Doença força produtor a sacrificar 190 animais

Um dos maiores produtores de leite do Vale do Sampaio, Heitor Kerber encerra atividade por, no mínimo, um ano. Após confirmar infecção de

Predomínio de sol Mínima: 18°C - Máxima: 30ºC

PROMESSAS ANTIGAS:

BOMBEIROS DE ESTRELA

tuberculose em mais de 70 animais, Kerber foi orientado a eliminar todo o rebanho e colocar a propriedade em período de vazio sanitário. Prejuízo chega a R$ 600 mil.

Página 6

CRIME ORGANIZADO

Estado corta hora extra e quartel fecha dez dias

O número de horas extras pagas aos bombeiros de Estrela para o mês de janeiro acaba amanhã. Se o Estado não quitar as outras 700 horas necessárias até amanhã, o serviço será paralisado até o fim do mês. Atendimento das ocorrências dos nove municípios, abrangidos por Estrela, deve ser absorvido por Lajeado, que já está com dificuldades também. Conta com apenas quatro servidores diários, para atender 13 municípios. Situação preocupa comando regional, que não acredita no pagamento das horas extras necessárias.

Troca de presos atrai gangues

Página 8

Polícia investiga presença de facções no Vale do Taquari. Para especialista, transferência de presos da capital para o interior possibilita avanço das quadrilhas. Página 13

RODRIGO

EXPEDIENTE

Diretor Geral Adair G. Weiss

Diretor de Conte˙do Fernando A. Weiss

Diretor de OperaÁıes Fabricio de Almeida

REDA« O

Av. Benjamin Constant, 1034/201 Fone: 51 3710-4200

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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.

Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)

INDICADORES

ECONÔMICOS

MOEDACOMPRA VENDA

Dólar Comercial3,213,21

Dólar Turismo3,153,34

Euro3,443,44

Libra3,983,98

Peso Argentino0,200,20

Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.

ÍNDICEMÊS% MÊS % ACUMULADO ANO

ICV (Dieese)12/20160,166,16

IGP - DI (FGV)12/20160,837,15

IGP - M (FGV)12/20160,547,19

INPC (IBGE)12/20160,146,43

INCC12/20160,366,33

IPC-A (IBGE)12/20160,306,28

SALÁRIO MÍNIMO ANO: 2017 - R$ 937,00

TAXAS E CERTIFICADOS MÊS% MÊS % ACUMULADO ANO

TJLP ANO12/20167,50

SELIC META12/201613,00

TR 12/2016 0,182,01

CDI MENSAL11/20161,0412,73

OURO E PETROLEO FECHAMENTO

Editorial Interdição alarmante

Ainterdição de três salas de vacinação no Vale do Taquari é alarmante. Em meio a um surto nacional de febre amarela, com escalada preocupante, a vigilância sanitária regional aponta graves problemas no armazenamento das vacinas em três cidades.

Uso de geladeiras domésticas e falta de higiene nos locais motivaram o pedido de interdição, que agora está sob investigação e análise do Ministério Público. O assunto requer atenção dos gestores públicos e denuncia uma prática costumeira país afora, segundo observa a coordenadora de Vigilância em Saúde, Érika Ribeiro.

Exposta a negligência, soluções urgentes precisam ser exigidas. É inadmissível acondicionar vacinas, que cumprem papel vital no combate ou prevenção de doenças, em

Na

rede

“É

inadmissível acondicionar vacinas, que cumprem papel vital no combate ou prevenção de

doenças, em locais inadequados.”

locais inadequados. A sociedade não pode ser prejudicada pela leviandade e irresponsabilidade de quem tem a obrigação de garantir o armazenamento ideal para as vacinas.

O caso ganha dimensão em meio ao avanço dos casos de febre amarela. Balanço da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, divulgado nessa terça-feira, aponta 184 casos suspeitos de febre amarela notificados, com 54 mortes suspeitas em 29 municípios. Desse total, 37 pacientes são considerados portadores da doença.

Para comparação, em 2016, foram confirmadas seis infecções pelo vírus da febre amarela, com cinco mortes no país inteiro; em 2015, nove ocorrências e cinco mortes.

Os números fizeram o governo de Minas Gerais decretar situação de emergência em saúde pública nas áreas atingidas pelo

Comentários postados na página do facebook e no site do A Hora. Participe e deixe sua opinião

Matéria:Governoaindaavaliadéficitnascreches

Fazumalimpanasmãesqueestãoemcasa“procurandoemprego”,entraemcadacreche,olhaaestrutura,vejaaslistas.Resolvam esseproblemaquesealastra.Fora,queagoranãoéobrigadomais contribuireospaisemestresseviramnos30paraterpapelhigiênico,comida,brinquedos,poisoqueerarepassadonãodavanempara metadedascrianças.Asoluçãoépraontem!

Greice Dietrich

Mais importante que essas mães paradas é a renda das famílias. Em todas, mas em todaaaaaas as emeis têm famílias com renda alta que poderiam pagar uma escola particular pros seus filhos e estão tirando o direito de outras famílias....Pra mim esse é o pior problema! Além dessa questão da contribuição que precisa ser revista também pra ontem! Contribuição ajuda, faz diferença e não prejudica a renda de ninguém.

Daiana Corbellini

E o Blau quer sede nova para a vereança? O cara não tem vergonha.

Alexandre Schneider

ComentáriosobreaColunadeFernandoWeiss

BOLSAS MUNDIAIS PONTOS % FECHAMENTO

IBOVESPA (BRA)64.370,350,02

DOWJONES (EUA) 19.788,03-0,20

S&P 500 (EUA)2.267,89-0,02

NASDAQ (EUA)5.540,310,03

DAX 30 (ALE)11.599,390,50

FSTE 100 (GRB)7.247,610,38

cotação do dia anterior até 17h45min

Isso é inadmissível. Como alguém pode provocar tal dano à administração pública sem responder por isso? Deveriam ser publicados os nomes dos responsáveis. Quem sabe o A Hora poderia entrevistar cada um deles? Afinal de contas, eles devem satisfação a quem trabalharam, ou seja, nós, o povo lajeadense!

surto. Além disso, são anunciadas campanhas de vacinação em diversas cidades mineiras e capixabas, ainda que, na maioria delas, trate-se meramente de ação preventiva.

A medida é mais do que necessária nessas circunstâncias. Mesmo que estejamos observando um crescimento cíclico da febre amarela silvestre, que de tempos em tempos ultrapassa os limites das florestas, não se pode hesitar diante do risco de a doença voltar às áreas urbanas, onde a última ocorrência se deu em 1942.

Por enquanto, o alerta e a atenção recaem sobre Minas Gerais e a Região Sudeste. No RS, não há motivos para alarme ou pânico. No entanto, é imperioso providenciar vacinas, como anunciou o Ministério da Saúde, para atendar a demanda caso a doença se alastre para outras regiões.

Matéria:GovernoquerreunirApama,moradoreseMP

É necessário para bem dos animais, assim como para a sociedade, os animais não têm culpa da maldade humana. Além de ampliação, ou um lugar maior, é necessária uma campanha de conscientização em toda abrangência do vale. Como podemos esperar resolver os casos de abandono e maus-tratos sem começar a educar a sociedade em geral?

Thatiane Rodrigues

ERRAMOS

Diferente do que publicamos na edição de ontem, na reportagem “Surto de febre amarela alerta o país”, a vacina contra a enfermidade é eficaz tanto para o ciclo silvestre quanto para o ciclo urbano transmitido pelo aedesaegypti

Fundado em 1º de julho de 2002
Vale do Taquari - Lajeado - RS

N7.761 a favor X 401 contra

O nome dele era Manoel!

asci e cresci em Lajeado. Nestes quase 35 anos de vida, não foram poucas as vezes em que cruzei com um senhor magrinho, negro e quieto, sempre sentado sob marquises de lojas próximas à esquina da av. Alberto Pasqualini com a rua Pedro A. Müller. Faz poucos dias, o encontraram morto em um terreno próximo à Praça do Papai Noel. O nome dele era Manoel. E eu nunca conversei com ele.

O senhor magrinho, negro e quieto sempre foi um grande mistério para mim. Quando eu era pequeno, ele parecia estar sempre com um semblante brabo. Eu tinha medo dele. Por vezes, lembro de evitar caminhar por aqueles quarteirões. Quando cresci, minha percepção mudou. Ele parecia, mesmo, estar triste. Muito triste. Mesmo assim, eu nunca conversei com ele.

Aquele senhor magrinho, negro e quieto parecia me conhecer. Sempre me olhava com um ar de quem sabia tudo que eu havia feito de errado na vida, e também parecia saber todas as minhas virtudes e conquistas. Mesmo assim, eu nunca conversei com ele.

Sempre que eu e aquele senhor magrinho, negro e quieto nos cruzávamos pelas calçadas do bairro Americano, entre o

Kikão Lanches e a revenda da Fiat, principalmente, eu percebia aquela mesma sensação de impotência. Eu sabia que, de alguma forma, deveria ajudá-lo. Mas eu nunca soube exatamente como deveria agir para tal. E ele ali. Sempre com o mesmo olhar introspectivo. Firme. E eu sem falar com ele.

O Manoel morreu com 71 anos. Imagino quantas pessoas ele viu passar diante dele. Quantas pessoas que, assim como eu, não optaram por um dedo de prosa com aquele senhor magrinho, negro e quieto. É estranho. Mas, depois de tantas décadas passando em frente a ele, cruzando a mesma calçada quase que diariamente, eu nunca ouvi a voz do Manoel. E ele ali. Parecendo estar sempre com alguma frase ou pergunta presa na garganta.

Aquele velho senhor magrinho, negro e quieto se foi. E só o que sei da vida de 71 anos dele é que seu nome é Manoel. Nada mais. Eu não sei onde ele nasceu. Não sei se tem ou não filhos. Se já foi casado. Eu não sei, sequer, se ele tinha um teto decente para morar, ou o que mais gostava de comer. Não sei para qual time ele torcia. Eu simplesmente não perguntei nada disso a ele. Por quê? Pois eu nunca conversei com ele. Logo eu, jornalista. Sou um profissional que está sempre em

busca de novas e interessantes histórias. Mas nunca parei para ouvir qualquer história contada pelo Manoel. E haveriam de ser muitas. São 71 anos de vida. Mas o meu lado egoísta – sabe-se lá por que – preferiu ignorar aquele senhor magrinho, negro e quieto durante minhas – ainda – poucas décadas de vida. Uma pena. Me envergonho por isso.

Hoje, ao ouvir mais sobre a morte do Manoel – ou “Seu Mané” –, descubro que ele fora um inquilino sem teto do bairro, alimentado pelos caridosos vizinhos. Descubro que, em 1964, o cruzeirense se alistou no Exército e lá cumpriu um ano de serviço. Descubro, enfim, que ele pouco ou nada falou sobre a família durante sua livre estadia em casas abandonadas ou terrenos baldios, onde dormia sob as estrelas e sobre colchões improvisados. Manoel não é o único. Lajeado já teve outras figuras folclóricas. O Tafu. O “Seu” Aldino. E hoje ainda mantém outros tantos, como o Pelezinho, o Tunico, a Júlia. Quase sempre são moradores de rua. Com ou sem vícios. Magrinhos e tristes. Muito tristes. E eu insisto em pouco dialogar com eles, enquanto me meto em dezenas de conversas no Facebook, todo o santo dia, com desconhecidos.

Afinal, por que somos assim?

Rola no site do Senado uma pesquisa sobre a regulamentação do “uso medicinal, industrial e recreativo da maconha”. Até as 18h de ontem, o placar era de 7.761 a favor, e 401 contra. Apesar da esmagadora maioria, a última movimentação da matéria –sugerida por um eleitor, com apoio de outros 20 mil, por meio do Programa e-Cidadania–ocorreuemsetembrode 2015, quando a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa aprovou o parecer da sugestão.

Tiro Curto

– A Acil confirma a realização da primeira Jornada Técnica do Setor Alimentício 2017 – AlimentaAçãoRS. O evento ocorre entre os dias 18 e 19 de maio, no Hotel Weiand, em Lajeado, com palestras, oficinas e rodadas de negócios;

– Teutônia e Lajeado insistem na construção de custosos prédios para as câmaras legislativas. Em um momento de crise financeira, não há postura mais indigesta;

– A vereadora de Arroio do Meio, Adiles Meyer (PMDB), que trabalha na Secretaria da Saúde, teria feito 97 horas extras entre 16 de novembro e 15 de dezembro. A denúncia é do colega vereador, Darci Hergessel (PDT);

– Em Lajeado, tenho certeza que a ordem da empresa Compacta – responsável pelo recolhimento de lixo – não é para que os caminhões invadam e destruam calçadas ou para que os lixeiros gritem palavrões a esmo durante a noite, enquanto realizam esse importante trabalho para a comunidade;

– Em Colinas, um projeto de lei protocolado na câmara de vereadores sugere a possibilidade de estender o auxílio-maternidade dos atuais 120 dias para 180 dias;

– É uma questão de escolha. Mas pega mal. Na câmara de Lajeado, a nova mesa diretora opta por um profissional de publicidade no lugar de um jornalista para ocupar a função de assessor de imprensa. Os erros já surgiram. No site, por exemplo, Antônio Schefer aparece como líder de bancada do SDD. Dois erros: ele é do PMDB. E não foi eleito vereador;

– O TJ-RS negou o pagamento de indenização ao proprietário de um veículo furtado dentro da área de estacionamento rotativo de Rio Grande;

– O Sesc, em Lajeado, prorrogou por dez dias a exposição fotográfica sobre a Bacia Taquari-Antas. As fotos são do lajeadense Cláudio Zagonel Neto.

“Viveréacoisamaisraradomundo. Amaioriadaspessoasapenasexiste.” OscarWilde

Caumo inicia contatos no Daer para nova ponte na ERS-413

Reunião entre prefeito e diretores da autarquia ocorreu ontem

Lajeado

Comitiva formada pelo prefeito e integrantes do Executivo realizou ontem série de reuniões na Secretaria Estadual de Transportes. Um dos encontros foi com o chefe da pasta, Pedro Westphalen. O objetivo é agilizar os trâmites envolvendo a construção de uma nova ponte sobre o Arroio Saraquá, na ERS-413, e mudanças no entroncamento dessa rodovia com a ERS-130.

Sobre a ponte na ERS-413 – estrada geral que liga os municípios de Lajeado e Santa Clara do Sul, passando pelos bairros lajeadenses Moinhos d'Água e São Bento –o prefeito, Marcelo Caumo, ainda mantém cautela sobre qualquer confirmação referente ao início das obras. A expectativa é por uma estrutura com duas pistas, totalizando 30 metros de comprimento por 12 metros de largura.

“Estamos avançando bem. Mas ainda não dá para confirmar. Faltam algumas pequenas adequações no projeto”, observa. Entre as mudanças solicitadas pelo Daer, segundo Caumo, o aumento de 50 centímetros na altura proposta em uma licitação realizada em 2010, além de alterações no acesso e no aterro para as cabeceiras da estrutura.

A ponte sobre o Saraquá tem só uma via. Os acidentes são recorrentes no local, por onde passam em média quase três mil veículos todos os dias. Faz seis anos, a

estadual garantir R$ 542,9 mil para o projeto. No entanto, em função de trocas de gestores e divergências técnicas entre empresa, Executivo e Daer, a proposta não saiu do papel.

Hoje, o valor estimado para a obra chega a R$ 2 milhões. Entre as razões para justificar o aumento, está a mudança de traçado de um trecho da rodovia, para evitar curvas antes dos motoristas ingressarem na estrutura. Mudanças no modelo de construção e nas dimensões da ponte em relação ao projeto original também causaram reajuste nos valores.

“Não temos o orçamento, pois estamos resgatando um contrato que acabou sendo paralisado.

presa e Daer. O Daer, a princípio, concorda em atualizar os preços para sair a obra. Esse é o detalhe que falta. E só podemos acreditar quando o documento estiver assinado”, avalia Caumo.

Elevada no trevo da BRF

Também ontem, Caumo esteve reunido com o diretor-presidente da EGR, Nelson Lídio Nunes. Os dois agentes públicos debateram a possibilidade de construir uma elevada sobre o trevo da ERS-130, próximo à empresa BRF, no bairro Moinhos. O local também é o principal entroncamento com a ERS-413.

“Apresentamos nossa reivindicação. É uma obra onerosa. Mas

tanto, ainda não temos valores certos. Mas o projeto da elevada já existe. Consta na proposta coordenada pelo Codevat, que sugere a duplicação da rodovia entre Venâncio Aires e Muçum”, explica Caumo. Outra sugestão, sustentada pela Superintendência do Daer no Vale do Taquari, é a construção de um túnel sob a ERS-130, interligando a rua Carlos Spohr Filho com a ERS-413. No local, são corriqueiros os engarrafamentos – em ambos os lados – em horários de pico. Em 2012, município e departamento debatiam também a construção de uma passarela para pedestres naquele entroncamento.

• 2002 – O governo do Estado finaliza o asfaltamento de toda a extensão de 11 quilômetros da ERS-413, entre Lajeado e Santa Clara do Sul, sem o devido alargamento da ponte.

• 2010 – Em julho, o processo para licitação do alargamento da ponte é elaborado pelo Daer. Em seguida, o projeto foi encaminhado à Central de Compras do Estado (Cecon). Em novembro, o governo do Estado confirma R$ 542,9 mil para duplicar a ponte. Mas não houve autorização para o início da obra.

• 2012 – O então secretário de Infraestrutura e Logística do Estado, Beto Albuquerque, visitou a região e prometeu para maio o início das obras.

• 2013 – O Daer informa o município sobre erros no projeto licitado, e cancela a obra. O governo de Lajeado inicia as tratativas para conveniar com a autarquia um novo projeto para a passagem.

• 2015 – Em setembro, os moradores próximos ao local bloquearam a via por uma hora como forma de protesto pelo atraso na conclusão do processo.

RODRIGO MARTINI

Vigilância fiscaliza salas de vacinas

Em Taquari, entrega foi suspensa

Vale do Taquari

A16ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) vistoria hoje a sala de vacinas de Taquari para avaliar as condições do local. A entrega de doses está suspensa em razão da falta de condições de armazenamento. O principal problema são as más condições de refrigeração, o que compromete a eficácia da vacinação.

Desde o dia 12, a entrega de doses de vacinas foi cancelada depois que a 16ª CRS constatou que estavam sendo guardadas em condições precárias. O município foi o terceiro da região a ter a entrega suspensa por problemas de refrigeração. Em 2016, Putinga e Boqueirão do Leão passaram pelo mesmo problema.

Segundo o coordenador da CRS, Ramon Zuchetti, os dois municípios já fizeram as adequações exigidas e voltaram a receber as vacinas. De acordo com ele, o

problema em Taquari é simples de ser resolvido. “Pedimos, principalmente, o controle de temperatura. Solicitamos a compra de termômetros para resolver isso.”

Três salas apresentaram problemas de armazenamento no município. Em entrevista concedida ao A Hora ontem, 18, a coordenadora do Setor de Epidemiologia da CRS, Érika Ribeiro, destacou os problemas causados pela falta de refrigeração no armazenamento de vacinas. “Elas perdem o efeito se estiverem em ambientes com temperatura abaixo de 2ºC ou acima de 8ºC.”

Durante as inspeções, Érika encontrou vacinas guardadas em geladeiras domésticas, maneira totalmente imprópria. Além do armazenamento impróprio, ela constatou problemas de higiene, com uma grande rotatividade de funcionários e sem o sistema de nobreak, que garante o funcionamento dos refrigeradores em caso de falta de energia.

ATRASOS AOS MÉDICOS

Em reunião realizada ontem, representantes dos médicos que trabalham no Hospital São José, de Taquari, cobraram o pagamento de valores atrasados. Em outubro do ano passado, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) enviou ofício ao Ministério Público (MP) do município questionando o atraso dos honorários médicos.

O sindicato questionava o uso de R$ 4 milhões, depositados pelo governo estadual nos cofres do município. Segundo o ofício entregue ao MP, a direção do São José justificou o não pagamento dos salários em razão

de atrasos de repasses estaduais e municipais.

A gestão do hospital é feita pelo Instituto de Saúde e Educação Vida (Isev). No encontro de ontem, ficou definido que uma nova reunião será feita no fim de março, quando serão apresentados os dados corretos a respeito da situação do hospital. Zuchetti garante que ainda não foi calculado quanto é devido aos médicos. Também esteve presente o prefeito Emanuel Hassen de Jesus, o “Maneco”. A reportagem tentou contato com o gestor municipal, mas ele não atendeu até o fechamento da edição.

Tuberculose atinge rebanho e produtor perde 190 animais

Prejuízo passa de R$ 600 mil e área será interditada por um ano

Após a realização dos testes anuais de brucelose e tuberculose em abril de 2016, foram diagnosticados 28 animais doentes na propriedade de Heitor Kerber, 58, em Sampaio, Mato Leitão. No intervalo de três meses, outros 39 registraram as enfermidades e foram sacrificados.

O primeiro foco foi detectado em 2013, quando três vacas leiteiras foram abatidas. “Faço testes desde 1994. Nunca tivemos problemas. Nossa qualidade e a sanidade do rebanho sempre foram um diferencial elogiado pela cooperativa. Infelizmente precisamos nos desfazer de todo plantel (190 animais) e implantar um vazio sanitário de 12 meses.”

As causas são variadas – ataque de morcegos, gambá, cachorros infectados ou por meio de equipamentos de inseminadores e médicos-veterinários. “Não limparam as botinas ou trocaram de roupa entre um e outro atendimento nas propriedades. Com isso, a bactéria pode ter infectado meus animais.”

O prejuízo chega a R$ 600 mil. Com a paralisação das atividades, a filha caçula, Greice, 18, mudou os planos de ficar na propriedade e buscou emprego na cidade. “Difícil recomeçar. Só vamos ganhar a indenização do Fundesa. As demais entidades que integram a atividade não

ajudarão.” Nos últimos 15 anos, a família aplicou mais de 1,1 milhão em máquinas e infraestrutura para qualificar a produção leiteira.

Vou ganhar

Heitor Kerber

Produtor de leite

Para reiniciar a atividade, Kerber calcula um investimento de R$ 450 mil, somente na compra de animais. “Vamos investir na produção de grãos, já que do mesmo não teremos mais sucessores.”

Com a venda de leite, o rendimento chegava a R$ 85 mil mensais. A produção diária era de 1,8 mil litros, vendidos ao preço médio de R$ 1,60 o litro. “Estamos sem renda. O repasse do governo pelo vazio sanitário chega a ape-

nas R$ 30 mil”, comenta. Critica o baixo valor da indenização paga pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal (Fundesa), média de R$ 1,5 mil por animal. Cada vaca está avaliada em R$ 5,5 mil. “Quem pagará essa diferença? É fácil cobrar do produtor e não ter recursos para ressarcir as perdas e manter ele na propriedade.”

Conscientização é fundamental

Conforme o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, os testes são de livre adesão. Cabe ao produtor se conscientizar da importância da fazer esse controle e oferecer

Dos R$ 68 milhões arrecadados pelo Fundesa em 2016, R$ 2,4 milhões foram aplicados na indenização de famílias que tiveram animais abatidos por problemas sanitários. Segundo Kerber, isso significa que mais produtores buscaram sanear o rebanho para tuberculose e brucelose. Vemos como positiva essa adesão, atesta.

O Fundesa também recuperou mais de R$ 1,2 milhão em contribuições que estavam pendentes no ano de 2016. Dessa forma, mais empresas e produtores estão regularizados e aptos a receber indenizações. “Nossa intenção é trabalhar intensamente para que todos os produtores e agroindústrias recolham a contribuição. Sem isso, o pagamento é inviável.” Nos últimos três meses, foram abatidos 775 animais em 108 propriedades do RS.

tanto para a indústria como ao consumidor final um produto de excelente qualidade e de procedência garantida. “Não se pode comprar ou aceitar doação de animais sem fazer os testes. Esse descuido pode resultar em grandes perdas.”

Destaca o trabalho realizado por cooperativas e alguns municípios no Vale do Taquari para conseguir certificar as propriedades leiteiras. Para Kerber, esse status sanitário ajuda a elevar o consumo e garante acesso a novos mercados, como a Rússia, que exige o atestado de área livre de tuberculose e brucelose na compra de leite em pó.

Acidentes reduzem 16% na Via Láctea

Número caiu de 70 em 2015 para 60 em 2016. PRE pede respeito ao limite de velocidade

Teutônia

Aanálise sobre a ERS128, a Via Láctea, aponta queda no número de acidentes em 2016. Levantamento feito pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) mostra 16% menos casos em relação a 2015.

Foram registrados 60 acidentes no ano passado, ante 70 em 2015. A maioria acontece próximo aos trevos de acesso aos bairros. O horário de mair incidência é das 16h30min, quando o fluxo de veículos se acentua, especialmente nas interseções em Canabarro e Languiru. “É bom ver o número de acidentes cair, mas ainda estamos longe de comemorar os índices”, reconhece o sargento da PRE Radamés Fabiano Prediger.

Conforme Prediger, a principal causa é o desrespeito aos limites de velocidade. “Na maior parte da rodovia, o limite é de 60 km/h, mas os motoristas insistem em não respeitar.”

Os acidentes resultaram em lesões corporais e uma morte.

Outro alerta feito pelo sargento é quanto ao consumo de álcool antes de dirigir. Conta que na terça-feira, às 17h, um motorista

bêbado foi flagrado sem a mínima condição de dirigir. “Imagina o acidente que esse homem não poderia ter provocado.”

Iniciativa busca melhorias da via Audiência pública realizada no ano passado, na câmara de vereadores, reuniu o secretário esta-

dual de Transportes e Rodovias, Pedro Westphalen, e o diretor de Operações do Daer, Rogério Uberti Brasil.

Westphalen autorizou um estudo que foi realizado na semana seguinte. Uma comissão municipal foi formada para apontar as carências. Fechar os acessos irregulares foi o principal ponto ressaltado pelo secretário. Outra medida considerada possível é a instalação de uma lombada eletrônica.

Movimento discute duplicação

Desde 2011, líderes pedem a duplicação da Via Láctea. Documentos foram entregues à direção da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR), mas sem parecer favorável. O diretor-técnico Milton Cypel condiciona o atendimento do pedido à instalação de um pedágio na rodovia. O inves-

timento no trecho não é considerado prioritário. Na época, o Executivo requereu melhorias na iluminação, mas a solicitação também foi negada.

Saiba mais

A Via Láctea tem dez quilômetros de extensão, ligando a RSC453 à BR-386. Ao longo do percurso, apresenta 169 acessos, entre os quais, trevos perigosos que dão acesso aos principais bairros como Canabarro, Centro Administrativo, Languiru, Alesgut e Teutônia.

Em seus 10km de extensão, rodovia apresenta 169 acessos ou interseções
Ano

Falta de horas extras fecha sede dos bombeiros

Por dez dias, quartel de Lajeado atende 22 cidades

Estrela

OCorpo de Bombeiros de Estrela ficará fechado por dez dias, a partir deste sábado, 21. A medida é motivada pelo corte de horas extras no batalhão. Das 800 necessárias para este mês, apenas cem foram pagas pelo Estado e se esgotam amanhã.

Conforme o responsável interino pela unidade, sargento Milton Roque Rockenbach, o montante de horas é essencial para o funcionamento devido ao baixo efetivo. Dos 23 servidores do batalhão, oito estão na Operação Golfinho e outros dois estão afastados por férias e licença-paternidade. Um total de 13. “Não posso colocar ninguém na escala sem a garantia de pagamento. Como as horas normais e extras acabaram preciso desse valor”, explica.

Segundo o comandante regional do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Cesar Eduardo Bonfanti, a última solicitação de repasse foi feita na terça-feira. Mas até ontem o governo não havia dado qualquer retorno.

“Estamos priorizando Estrela. Qualquer dinheiro que entrar no comando será repassado para lá. Se conseguíssemos diminuir o número de dias, já estaria bom.” Ele relata que no mês passado o batalhão iria fecharia, e a verba chegou no dia anterior. Porém, desta vez, o montante é maior, o que complica a situação. “Mesmo assim, esperamos receber.”

Para Rockenbach, o momento é doloroso. “Trabalho faz mais de 25 anos aqui e nunca passei por algo tão constrangedor.” Ele afirma que se solidariza com a população, mas por enquanto não há outra alternativa. “Para nós é extremamente difícil fazer isso”, enfatiza.

Sob a responsabilidade de Lajeado

Caso a falta de repasse se mantenha, apenas um servidor de plantão permanecerá na unidade a partir de sábado. Ele atenderá os telefonemas e passará as ocorrências a Lajeado, que deve prestar o atendimento. Em média,

são três por dia, que variam entre acidentes de trânsito, incêndios, quedas de árvores, afogamentos e remoção de fontes de perigo. Além disso, o batalhão realiza o trabalho de prevenção, que consiste na avaliação e liberação de alvarás.

O acúmulo de trabalho pode provocar um colapso no Corpo de Bombeiros do polo do Vale. Com um efetivo de apenas quatro ser-

Trabalho faz mais de 25 anos aqui e nunca passei por algo tão constrangedor”

Milton Roque Rockenbach, responsável interino dos Bombeiros de Estrela

vidores diários – um exclusivo para atender os telefonemas – o batalhão abrange 13 municípios. Após a paralisação de Estrela, ficará responsável por um total de 22 municípios.

As únicas alternativas de auxílio seriam a base de Encantado, que conta apenas com três servidores, e o batalhão de Venâncio Aires, localizado a pelo menos 30 quilômetros de distância de Lajeado – 40 minutos de viagem. Outra opção seria os Bombeiros Voluntários de Teutônia, que atendem a área específica do município. “O tempo de resposta será nosso pior problema se isso acontecer. Quando tínhamos algo mais distante, contávamos com Estrela. Agora ficaremos sem esse apoio”, cita o responsável interino pelo Corpo de Bombeiros de Lajeado, sargento Eloir Pasch. Além de Estrela, somente batalhões do Vale do Rio Pardo têm previsão de paralisação para este mês.

ALeidoAmor

Quinta – Vitória se desespera com a chegada de Ciro, que finge não a conhecer diante de Sílvia. Laura chega ao Brasil. Ciro arma para Vitória o flagrar com Magnólia. Antônio vê Marina e acredita que se trata de Isabela. Tião insinua que Laura acabará desejando permanecer no Brasil. Ciro marca um encontro com Magnólia. Luciane desconfia da saída de Magnólia. Fausto, Pedro e Ana Luiza registram, através das câmeras escondidas, o encontro amoroso entre Ciro e Magnólia. Vitória vai à casa do ex-marido e descobre que a amante dele é Magnólia.

Palavras Cruzadas

PALAVRAS CRUZADAS DIRETAS

das pessoas, algo importante para lidar com os conflitos sinalizados pela tensão com outros astros. Númerodasorte:892

Quinta – Júlia tenta convencer Alex a aceitar sua proposta dizendo que precisa do dinheiro para fugir do Brasil. Lázaro pede a Léo que reconsidere sua demissão. Os amigos de JF o criticam por ficar com Lia. Lorena conta a Alex que perdeu o emprego e a casa onde morava. JF promete a Nicolau que não ficará com mais ninguém além de Luana. Néia discute com Lázaro e Ramon. Zac mente para Gui e diz que não dá mais aulas para Yasmin. Alex não acredita em Júlia e se nega a participar do roubo. Júlia oferece dinheiro a Alex. Néia pede ajuda a Diana para convencer o filho a perdoá-la. Chiara reclama com a mãe que o pai não a deixa dormir em sua casa. Laila engana Gordo com Jorginho. Diana descobre que Júlia está grávida ao flagrar Edith dando um presente para o bebê.

Quinta – Mario decide investigar a vida de César. César diz para Alice que deixará Arraial por causa de seu amor por ela. Milena insiste para Loretta pedir desculpas a Nanda. Alice e Yumi comemoram a felicidade de seus relacionamentos amorosos. Nanda e Peppino reatam o namoro. Mieko confessa a Yumi que está amando Damasceno. Sinhá castiga João Amaro e recompensa César por seu ódio a Alice. César e João Amaro explicam para Sinhá como farão para Alice ser incriminada por lavagem de dinheiro.

Quinta – Joana insiste que Léo melhorou após frequentar a academia e sugere que Mauro procure Andrea. Jabá, Juliana, Júnior e Lucas convencem Martinha a voltar para a escola. Mauro revela a Joana que Léo não precisará de cirurgia. Joana insinua que Júnior pode entrar na Justiça contra Stella. Mauro decide manter a sociedade com Ricardo. A pedido de Rômulo, Krica e Cleyton despejam Clara. Stella pede desculpas a Joana e Júnior, e Mauro insiste para que a menina permaneça na academia. Joana desiste de voltar para Morro Branco. Gabriel revela a Giovane sobre o torneio de vôlei que definirá quem é o rei da praia.

Meios nos quais a propaganda eleitoral gratuita será permitida de 19/8 a 2/10 (2014)

Conecta ruas da cidade

Livres de dívida ou compromisso

Pronome comum na fala do gaúcho

Sobremesa com bolo e sorvete (fr.)

Steve (?), guitarrista de rock Instituições como a Uerj e a USP

Paloma Duarte, para Lima Duarte Rede social que consagrou Dilma Bolada

O maior do mundo é o Saara (?) Palmas, cidade espanhola

Animalsímbolo da Austrália (pl.) Thaís Vaz, atriz da minissérie "Rei Davi"

Ingerir (sorvete) A eternidade

Enfraqueça (fig.)

Indica o período matutino, no inglês

Concurso nº 1596

Timemania

Concurso nº 982

06-20-21-29-42-57-60

RD W T B ANELVIARIO DESASTROSA Q U ITESTATV OARCERUME MAREON TUENAGT PETITGATEAU LIRUGAGR EPORSARA VAIUCNI IVERSIDA D E S SOROGOLE ÃAAMALIS RODAANA L I SA AMADORIS M O

21/08 a 20/09

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Concurso nº 4287

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7 números acertados - Não houve acertador!

6 números acertados - 7 apostas ganhadoras, R$ 35.062,69

5 números acertados - 478 apostas ganhadoras, R$ 733,52

4 números acertados - 8372 apostas ganhadoras, R$ 6,00

3 números acertados - 77547 apostas ganhadoras, R$ 2,00

conforto emocional para lidar com os desafios apontados pela tensão com outros astros. Número da sorte: 821

Quina - 5 números acertados Não houve acertador

Quadra 4 números acertados 37 apostas ganhadoras, R$ 8.597,85

Terno 3 números acertados 3355 apostas ganhadoras, R$ 142,58

Duque - 2 números acertados 90127 apostas ganhadoras, R$ 2,91 Sorteio

a 20/01

tram-se conjuntamente aspectadas, despertando-lhe o desejo de buscar novas abordagens para sua vida. Número da sorte: 455 Peixes

A conjunção Lua-Júpiter desperta sua intuição como recurso poderoso frente a escolhas importantes, desde os caminhos a seguir até a seleção das companhias. Número da sorte: 820 toconfiança nos contatos interpessoais, levando-lhe a se manifestar com espontaneidade e firmeza. A tensão com outros astros alerta, contudo, para a necessidade de não se expor Número da sorte: 12

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Afalta de vagas para a pré-escola e Educação Infantil afeta a maioria dos municípios. Em Arroio do Meio, uma ação comunitária em parceria com o poder público garante o atendimento de quase 100% das crianças de até 3 anos.

O município repassa R$ 700, por criança atendida, para a Associação de Pais. Cada família paga R$ 180 para manter a criança na creche. A Secretaria de Educação oferece assessoria pedagógica. A contratação de professores e funcionários é responsabilidade da associação.

Para ter direito à vaga, os pais comprovam vínculo empregatício e uma comissão avalia cada caso. Famílias carentes, por exemplo, não pagam pelo serviço.

Segundo a vice-prefeita Eluise Hammes, o modelo funciona faz anos. “Na etapa de até 3 anos, temos retorno do Fundeb e a iniciativa é reconhecida pelo governo.” Pelo menos 750 são atendidas. Isso representa quase 90% das crianças nessa faixa etária. Existe fila pelo serviço, mas, conforme Eluise, os números não são expressivos. “Com certeza, menos de 100”.

Entrega

O Plano Nacional de Educação e o Plano Municipal preveem a municipalização do serviço. Porém, a intenção do Executivo é oferecer vagas sociais dentro do sistema.

Na avaliação de Eluise, a criação de uma escola pública seria um meio de segregação. “Não é justo manter o modelo comunitário e ter uma escola pública. Precisaremos ter critérios muito claros para definir quem ocuparia esse espaço.”

Na avaliação dela, incluir apenas crianças em condição de vulnerabilidade ou de baixa renda nesse espaço as afastaria do convívio social.

Organizando a casa

Os primeiros dias de gestão do novo governo de Arroio do Meio

têm sido de organização. O prefeito Klaus Schnack e a vice Eluise fizeram ajustes para enxugamento da máquina pública. As primeiras ações são de manutenção de serviços, em especial, aos de capina e roçadas.

Com quase 1/3 da equipe em férias, a articulação de projetos do plano de governo deve sair do papel a partir de fevereiro. Segundo Schnack, a mobilidade urbana é um dos primeiros temas analisados. Uma comissão está sendo formada para trabalhar o estacionamento na área central e alternativas para melhorar o acesso ao município. A intenção é ter resultados práticos até os cem primeiros dias de governo. “A proposta é elaborar um Plano de Mobilidade ao longo da gestão.”

de carnês de IPTU e alvarás inicia na próxima semana

O envio dos carnês do IPTU pelos Correios inicia na segunda-feira, 23. Os blocos serão entregues no endereço de correspondência do proprietário do imóvel registrado na prefeitura. Quempagardeformaantecipada receberá incentivos. Os pagamentos feitos até 15 de fevereiro geram desconto máximo de 9%. Quem quitar

até 15 de março ganha 6% de desconto e até 17 de abril, 3%. O prazo final para o pagamento em parcela única é dia 15 de maio, sem desconto. A partir de 16 de maio, quem não tiver quitado os impostos em cota única poderá pagá-los de maneira parcelada. Nesse caso, o contribuinte deve procurar o Setor de Tributação para realizar a negociação. Contribuintes com dívidas de anos anteriores devem

negociar a quitação para evitar a cobrança judicial.

Alvarás

Os carnês para pagamento de alvarás sanitários e de localização também serão recebidos por correspondência. No caso do alvará sanitário, o vencimento será no dia 30 de março. Quanto ao alvará de localização, o prazo para quitação encerra em 15 de maio.

Santa Clara do Sul

Mutirão de pais reforma escola infantil

Precariedade estrutural expõe crianças e funcionários ao risco no bairro Conservas

Lajeado

Os problemas hidráulicos, elétricos e de conservação na Escola de Educação Infantil Criança Esperança, no bairro Conservas, preocupam os pais. Essa é uma das escolas com piores condições físicas do município. Um mutirão para reparos ocorre no sábado, com auxílio das famílias e de voluntários.

Pelos menos 140 crianças frequentam a escola. Entre elas, os dois filhos e netos da empregada doméstica, Alexandrina da Gama, 43. Segundo ela, era comum a direção da escola contatar pais e responsáveis, em dias de chuva, para buscar as crianças. “Cada vez que chovia, voltava água pelo ralo. As crianças ficavam ilhadas.”

O berçário era o local mais atingido. Faz pouco tempo que foi transferido para outra sala, onde a chuva não atinge. Os problemas não param por aí.

A fossa está entupida. “Em um dia de chuva, minha filha veio buscar meu neto. Ele queria ir no banheiro. Na privada, volta-

va água com esgoto. Ninguém resolve isso.”

A maioria dos reparos é feita pelos pais. Alexandrina conta que o marido, Celso Antônio Wickert, 41, auxilia nos consertos mais complexos como os elétricos e hidráulicos. “Ajudamos sempre, mas tem coisas que a prefeitura precisa fazer. Uma delas é esse problema com o esgoto.”

Ao lado da escola, a gestão anterior fez pequenos ajustes para conter o avanço da água. Conforme a moradora Sueli Lopes de Souza, 52, quando

chovia, a área se transformava em um lago. “Colocaram duas cargas de brita aqui. Nos fundos, aterraram. Mesmo assim, acumula água em alguns pontos.”

O local serve de estacionamento para as professoras. A água fica parada em uma distância próxima da escola e oferece risco de proliferação de mosquitos.

Legislativo acionado

Para tentar amenizar alguns problemas, a direção da escola

pediu ao vereador Carlos Eduardo Ranzi (PMDB) uma visita. A intenção era buscar meios para dar celeridade à demanda.

O tema foi tratado por ele durante a sessão dessa terça-feira. O peemedebista disse que a precariedade da estrutura interfere no ensino e cobrou uma solução. Ele questionou a qualidade dos espaços adaptados para Educação Infantil. No passado, o local era um posto de saúde.

A reportagem do A Hora contatou a direção da escola para verificar os problemas apontados pelo vereador, mas a nova diretora preferiu não expor.

Reparos na próxima semana

Segundo a secretária de Educação, Vera Plein, o setor está ciente das necessidades. A demanda foi relatada pela nova diretora, Rosilene Magalhães. “Os consertos foram agendados com a equipe de manutenção da SED e devem ocorrer a partir da próxima semana.”

Conforme ela, o desnível no piso da escola é oriundo da reforma e ampliação realizada

na gestão anterior. As obras foram autorizadas e fiscalizadas pelo engenheiro responsável. No ano passado, a escola recebeu três parcelas de recursos para investir em pequenos reparos e aquisições.

Uma série de itens foi citada na sessão. Na cozinha, um ralo exposto, sem proteção. O local era o antigo berçário. Quando chove, a cozinha inundava com água da fossa séptica. O piso tem desnível em diversos cômodos. Os espelhos estão fixados com fita adesiva. A iluminação é precária. As calhas estão deterioradas. Os banheiros têm ralos entupidos e mau cheiro. Na área externa, parte da fiação elétrica está exposta e o teto tem sinais de apodrecimento.

G8 distribui lixeiras e moradores pedem limpeza

Os municípios participantes do Ciape-G8 começaram a receber nesta semana os contêineres que servirão como lixeiras para recolhimento de lixo para a futura central de triagem do consórcio.

Ao todo, 1,6 mil lixeiras serão distribuídas entre Boqueirão do Leão, Canudos do Vale, Cruzeiro do Sul, Forquetinha, Marques de Souza, Progresso, Santa Clara do Sul e Sério. Na segunda-feira, 16, representantes do G8 se reuniram para tratar do tema e avaliar os passos necessários para dar início à obra da Central.

Em Cruzeiro do Sul, a instalação de contêineres motiva polêmica entre os moradores.

Professora aposentada, Helena Mallmann aponta que as novas lixeiras causam problemas de proliferação de insetos e mau cheiro porque o recolhimento do lixo é manual.

Segundo ela, a coleta correta deveria ser realizada com um caminhão adaptado, que ainda não existe na cidade. Lembra que em outros municípios o equipamento é higienizado logo após o recolhimento dos resíduos.

“Sem o equipamento instalado nos caminhões, as lixeiras, mesmo com tampa, se tornam ineficazes, pois acumulam entulhos e chorume ao fundo” afirma.

Funcionária pública aposentada, Eloísa Schneider afirma que houve aumento no número de baratas. “É uma forma higiênica de separar o lixo, mas do jeito

que está só piorou.”

Os moradores temem que a comunidade tente perfurar os contêineres para escoar o chorume. Em bairros mais retirados, o acúmulo fez com que a própria população efetuasse a limpeza

para reduzir os problemas. Em um dos pontos, no bairro Popular, os moradores viraram o lixo para retirar os resíduos do fundo e pediram auxílio de um posto de lavagem para limpar a lixeira.

Sem prazo para resolução

De acordo com o secretário de Obras, João Dullius, o ex-prefeito Cesar Marmitt distribuiu as lixeiras antes de acertar contratos de recolhimento especial. “Botou a carroça na frente dos bois, pois os caminhões não estão prontos.”

Segundo ele, não há prazo para resolver o problema. De acordo com o responsável pelo setor operacional da empresa Conesul, Jardel Wojahn, é preciso acoplar um equipamento aos caminhões para limpar o contêiner.

A empresa presta esse serviço em cidades como Taquari, Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul, mas o contrato estabelecido em Cruzeiro do Sul prevê a coleta tradicional. Segundo Wojahn, para mudar a forma de recolhimento, será preciso um aditivo contratual.

Vale do Taquari
Escola atende 140 crianças e carece de melhorias urgentes na infraestrutura
ANDERSON LOPES

Estudantes acessam notas do Enem e aguardam Sisu

MEC abre consulta sobre mudanças no exame

País

OMinistério da Educação (MEC) divulgou ontem as notas dos estudantes que realizaram o Enem. Aplicada em dezembro, a prova dá acesso a vagas na maior parte das universidades federais, além de financiamentos e bolsas de estudos.

Com as notas em mãos, os estudantes aguardam a abertura das inscrições para o Sisu, sistema de seleção que reúne 238 mil vagas em 131 universidades federais, estaduais e institutos públicos. Elas estão disponíveis para consulta a partir de hoje e o ingresso no Sisu começa na terça-feira, 24.

Para o estudante João Roberto Torrontengui, 18, a nota obtida no Enem ainda está longe do necessárioparaalcançaroobjetivodeconseguir uma vaga para o curso de Medicina. “Foi a primeira vez que fiz o Enem, uma prova cansativa, que exige conhecimentos aprofundados em todas as matérias. “

Por ser um exame com critérios de avaliação diferentes dos outros vestibulares, Torrontengui acredita ser necessário mais treinamento para conseguir uma vaga em Medicina. Mesmo assim, pretende acessar o sistema do Sisu e ver as oportunidades possíveis com a nota obtida.

Aluna da Escola Estadual Érico Veríssimo, Roberta Marques, 16, fez a prova como teste. A estudante ingressa no 3o ano do Ensino Médio em 2017, mas faz cursinhos preparatórios desde o ano passado, também pensando em uma vaga para Medicina.

“Ainda não acessei minha nota, pois, apesar de ter estudado, tive um branco na prova de exatas”,

lembra. Com mais um ano pela frente, pretende se preparar ainda mais para alcançar o objetivo de ingressar no curso mais disputado do Ensino Superior.

A nota do Enem está disponível no http://enem.inep.gov.br. Para acessar, é necessário informar o CPF e a senha escolhida na hora da inscrição. O Enem 2016 teve um total de 8.630.306 inscritos. O índice de abstenções foi de 28,9%.

Notas elevadas

Além de disponibilizar as notas individuais, o MEC divulgou as pontuações máximas e mínimas

obtidas no último exame. O principal destaque foi o desempenho em Matemática, cuja nota mais alta alcançou 991,5, e a mais baixa em 309,7. O segundo melhor desempenho foi em Ciências da Natureza, com 871,3 pontos. A nota mínima ficou em 316,5. Na prova de Ciências Humanas, a melhor avaliação ficou em 859,1 pontos e a pior em 317,4. Em Linguagens e Códigos, a máxima ficou em 846,4 e a mínima em 287,5. As notas do Enem também dão acesso ao Fies e ao Prouni, ambos do governo federal.

CONSULTA PÚBLICA

O MEC abriu ontem uma consulta on-line sobre possíveis mudanças no Enem. A principal alteração prevista é a realização da prova em apenas um dia e com menos questões. Hoje, são 180 questões divididas em dois dias.

Um dos questionamentos da consulta é sobre a possibilidade de realizar a prova por computador, ideia discutida desde 2012.

Também há espaço para sugestões aleatórias dos participantes.

Para 2017, o Ministério quer eliminar a certificação do Ensino Médio por meio do Enem. A intenção é desmembrar a prova para que apenas o certificado seja possível por meio do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja).

Famílias do Boa União recebem escrituras

Mais três famílias dos loteamentos populares do bairro Boa União receberam as escrituras dos imóveis. A entrega ocorreu ontem à tarde, 18, no Gabinete do Prefeito. Foi feita pelo prefeito em exercício, Valmor Griebeler, e pelo secretário do Planejamento e Desenvolvimento Econômico, Paulo Finck. Com essas, já são mais de 125 escrituras entregues. Conforme Griebeler, as escrituras representam um importante instrumento de cidadania. Enquanto as famílias não têm o documento em mãos, não são as donas de direito das propriedades, considera. Os moradores dos loteamentos aguardavam faz pelo menos 20 anos pelas escrituras.

Mais de 8,6 milhões de estudantes fizeram as provas do Enem em dezembro
Estrela

Troca de presos atrai facções para o Vale

Em uma semana, cinco homens foram presos suspeitos de integrar gangues de POA

Achegada das facções criminosas na região se torna cada vez mais real de acordo com a Polícia Civil. Desde quinta-feira passada, 12, cinco homens foram detidos suspeitos de integrar gangues originárias de Porto Alegre. Os três primeiros foram presos em um intervalo de menos de 12 horas em Lajeado. Os dois últimos foram detidos em Estrela Os primeiros presos confirmaram à Brigada Militar (BM) integrarem o grupo autointitulado Manos, gangue fundada pelo assaltante Dilonei Melara no fim da década de 90. As investigações apontaram a participação deles no atentado contra Cristiano Mateus Soares, conhecido como ‘Bilé”, pertencente a um grupo rival.

Um dos pontos centrais para explicar essa disseminação de envio de presos da capital para o interior.”
Marcos Rolim Especialista em Segurança Pública

tração de poder com uso de armas de calibre pesado e de uso restrito das forças militares nos leva ao indicativo de que essas facções estão criando tentáculos no interior.”

tema, Marcos Rolim garante que as gangues de Porto Alegre têm aumentado a atuação no interior do estado. “Eu me surpreendi há dois anos quando percebi que em Santa Cruz do Sul já havia uma

divisão geográfica muito clara de domínio das facções.”

Ao diagnosticar as causas do problema, Rolim vê o sistema carcerário como motivo para essa situação. “Um dos pontos centrais para explicar essa disseminação de envio de presos da capital para o interior.”

Segundo ele, essa foi a mesma política adotada em São Paulo que culminou com o crescimento do Primeiro Comando da Capital (PCC), que enviou integrantes da quadrilha para outros estados. “O Estado é especialista em organizar o crime.” Apesar do crescimento, Rolim afirma que os grupos do RS estão longe da organização e perigo dos paulistas.

Diferente dos homens presos em Lajeado, os dois detidos em Estrela negaram participação em uma organização criminosa. Porém, a Polícia Civil afirma que a forma de atuação dos criminosos dá indícios da ligação deles com grupos da Região Metropolitana. O último detido foi Guilherme Henrique Araújo, com quem a polícia encontrou drogas embaladas para venda e dois revólveres, um calibre 38 e outro 32. De acordo com delegado regional do Vale do Taquari, Miguel Mendes Ribeiro, a ação de gangues é uma hipótese que vem

sendo investigada. “Nos chama a atenção a prisão de indivíduos de várias regiões, principalmente Metropolitana, o que robustece a presença dessas facções.” Além da presença de criminosos de outras cidades na região, outras características das ações também dão indícios do fortalecimento das gangues no Vale. “A demons-

Para tentar evitar o crescimento desses grupos, Ribeiro garante o fortalecimento de ações de combate à posse ilegal de armas. “Vamos focar as investigações dos homicídios e tentativas e apreensões de armas de fogo. E contamos com a ajuda da comunidade para denunciar os criminosos.”

“O estado organiza o crime”

Especialista em Segurança Pública e autor de livros sobre o

Política de transferências é apontada como razão para crescimento das quadrilhas
ANDERSON LOPES/ARQUIVO A HORA

Copa Cidade das Flores

A HORA · QUINTA-FEIRA, 19 DE JANEIRO DE 2017

Três primeiros títulos ficam no Vale

Finais das categorias 1999, 2000 e 2001 ocorrem hoje e encerram competição

Após 130 partidas, a Copa Cidade das Flores conheceu ontem os primeiros três campeões da quinta edição. Equipe da casa, o Santa Clara do Sul, e o Lajeadense, de Lajeado, foram os grandes vencedores. Hoje, a par-

tir das 8h30min, o campo do Clube Esportivo recebe as decisões das categorias 1999, 2000 e 2001. A categoria 1999 será a única sem representante do Vale do Taquari. Lajeadense/ALE e Santa Clara do Sul perderam as semifinais para Sporting Sul e CB

Sports, respectivamente. Depois de conquistar o título na categoria 2004, o Lajeadense/ALE busca também as taças nas categorias 2000 e 2001. Na primeira, o time do Vale do Taquari encara o Sporting Sul. Na 2001, o adversário é o Vila Nova.

Nas penalidades, Santa Clara do Sul é campeão da 2002

Foi dramática a conquista do título da categoria 2002. Santa Clara do Sul levantou a taça depois de um jogo movimentado contra o AD Guaru-

lhos. O representante do Vale conseguiu segurar o empate no tempo normal. Nas penalidades, o time comandado por Eduardo Castro venceu por 5

a 4. Nessa categoria, o Santa Clara do Sul terminou invicto com três vitórias e dois empates. No total, marcou 11 gols e sofreu quatro.

Santa Clara do Sul vence, nos pênaltis, clássico na 2003

poucas chances de gol, Santa Clara do Sul e Lajeadense/ALE disputaram o título da categoria nas penalidades. A estrela do goleiro Patrick brilhou e ele defendeu duas cobranças. O ção passada se tornou bi com três vitórias e dois empates. Nos cinco confrontos, os anfitriões balançaram as redes em oito oportunidades e sofreram apenas quatro gols.

Com gol no primeiro tempo, Lajeadense leva a taça na 2004

O gol do centroavante Kevin, aos 20 minutos da primeira etapa, deu o título para o Lajeadense/ALE na categoria 2004. A partida contra o Vila Nova, de Passo Fundo, foi a reedição

do jogo inaugural do Alviazul na competição. Na ocasião, o Vila Nova havia vencido por 1 a 0. Além do título, o Lajeadense teve o artilheiro e o goleiro menos vazado.

FOTOS EZEQUIEL NEITZKE

LUCAS UEBEL/DIVULGAÇÃO

O sétimo dia da pré-temporada teve treinamentos técnicos e físicos

Tricolor desiste

de Angelo Rodríguez

Grêmio

Próximo de anunciar a contratação do peruano Beto da Silva, a direção do Grêmio descarta fechar negócio com o atacante colombiano Angelo Rodríguez, por desacertos financeiros. Segundo informações divulgadas no site globoesporte.com, o atleta teria sido oferecido por um valor por um empresário, mas o Tolima pediu mais.

Segundo o vice de Futebol, Odorico Roman, a oferta gremista foi de cerca de US$ 1,5 milhão (R$ 5 milhões), en-

quanto os colombianos querem US$ 2 milhões (R$ 6,42 milhões).

Pré-temporada

O sétimo dia da pré-temporada do Tricolor teve treinamentos técnicos e físicos, com alternância de corridas e atividade de cabeceio no gol. Hoje os trabalhos continuam durante todo o dia.

A estreia do Grêmio no Gauchão ocorre no dia 2 de fevereiro, diante do Ypiranga, na Arena. Já na Primeira Liga, o primeiro jogo será no dia 8, contra o Flamengo, também na Arena.

Tite convoca jogadores para amistoso

Seleção brasileira

O técnico Tite convoca hoje os jogadores para o amistoso do dia 25, contra a Colôm-

Internacional Técnico Zago esboça primeira equipe titular

Otécnico Antônio Carlos Zago começa a definir o time titular do Internacional para a temporada. Em treinamento realizado na pré-temporada em Viamão, contou com o recém-contratado Uendel. Ontem Zago comandou um treino de ataque contra defesa. O

zagueiro Neris foi a novidade no setor defensivo que tinha Ceará, Ernando e Uendel. O ataque era formado pelo meia D’Alessandro e pelos atacantes Roberson e Diego. No decorrer das atividades no gramado, o treinador esboçou uma equipe na formação 4-2-31. No time estavam: Danilo Fernandes, Ceará, Neris, Ernando,

Uendel, Dourado, Anselmo, Seijas, D’Alessandro, Diego e Roberson. O grupo colorado permanece em Viamão nos próximos dias. No sábado e na terça-feira, realiza jogo-treino contra Inter e Tubarão, times de Santa Catarina. O clube se prepara para disputar o Campeonato Gaúcho. A estreia ocorre no dia 29, contra o Veranópolis.

bia. A renda será destinada aos famíliares das vítimas do acidente com a Chapecoense, na madrugada de 29 de novembro.

Lajeado, Quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Jornalismo / redação: ahora@jornalahora.inf.br

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Assinaturas: assinaturas@jornalahora.inf.br

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