Lajeado, fim de semana, 18 e 19 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1806
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h
![]()
Lajeado, fim de semana, 18 e 19 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1806
Avulso: R$ 3,50
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 19h
Pela primeira vez após 22 meses, o saldo de contratações foi positivo no país, com 35,6 mil pessoas empregadas. No Vale, nos dois primeiros meses do ano foram criados mais de mil postos de trabalho, resultado semelhante ao mesmo período de 2016.
EMANCIPAÇÕES
Santa Clara do Sul, Mato Leitão, Travesseiro, Capitão, Colinas e Sério comemoram a autonomia administrativa. Ainda assim, cidades enfrentam desafios opostos. Enquanto as duas primeiras contabilizam evolução, demais precisam encontrar formas de garantir mais oportunidades aos jovens.
Páginas 12 e 13
COMPORTAMENTO
Casamento sem cerimônia

O tradicional “sim” na igreja já não é mais ouvido com tanta frequência em Lajeado. Casais preferem o civil.
TEMPO NO VALE
Os dados foram comemorados pelo governo federal, mas economistas alertam que ainda é cedo para o otimismo. De acordo com os especialistas, os números refletem a sazonalidade de alguns setores da economia.
4 e 5

Presidente do conselho participou de audiência em Soledade. No encontro, líderes do Vale do Botucaraí reforçaram pedido para transferir uma praça naquele município. Representantes apelam para que ANTT não remova o pedágio ao Vale do Taquari.
6

Diretor Geral Adair G. Weiss
Diretor de Conte˙do Fernando A. Weiss
Diretor de OperaÁıes Fabricio de Almeida
REDA« O
Av. Benjamin Constant, 1034/201 Fone: 51 3710-4200 CEP 95900-000 - Lajeado - RS www.jornalahora.inf.br ahora@jornalahora.inf.br
COMERCIAL e ASSINATURAS
Av. Benjamin Constant, 1034/201 CEP 95900-000 - Lajeado - RS comercial@jornalahora.inf.br assinaturas@jornalahora.inf.br entrega@jornalahora.inf.br
Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS EXPEDIENTE
MOEDACOMPRA
Dólar Comercial3,103,10
Dólar Turismo3,053,25
Euro1,071,07
Libra1,241,23
Peso Argentino15,5315,54
Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.
s audiências públicas não são mais necessárias. Cumpriram com a função de dar voz às comunidades regionais. Também deixaram claro para o governo federal o descontentamento com a proposta de concessão das rodovias. Ainda há uma prevista no RS, em Montenegro, na próxima semana. Será protocolar, para cumprir tabela. Não há nada mais a se dizer. Agora resta o palanque para promoção política. Algo que pôde ser comprovado nessa quinta-feira em Lajeado Na exaustiva e longa audiência na Univates, muitos políticos – vereadores em especial –usaram os três minutos para considerações fora de contexto. Além de mostrarem desconhecimento sobre o conteúdo exposto no edital, talvez não tenham tido tempo para ler a proposta, desviaram o foco da discussão. Atribuíram pechas ao governo, seja o termo “golpista” ou “sem representatividade”.
Em alguns momentos, essa veia político-partidária atrapalhou a discussão e demonstrou o oportunismo de alguns. Até a idoneidade
ÍNDICEMÊS% MÊS % ACUMULADO ANO
ICV (Dieese)01/20171,045,37
IGP - DI (FGV)01/20170,435,99
IGP - M (FGV)02/20170,725,39
INPC (IBGE)01/20170,425,44
INCC02/20170,826,32
IPC-A (IBGE)01/20170,385,34
META12,25
TR 02/2017 0,150,35
CDI MENSAL02/20170,861,96
OURO E PETROLEO FECHAMENTO DATAHORÁRIO
OURO GOLD (Onça Troy) USD 1.226,50
BOLSAS MUNDIAIS PONTOS % FECHAMENTO
IBOVESPA (BRA)64.372,33-0,21
(EUA)5.902,060,02
DAX 30 (ALE)12.095,240,10
FSTE 100 (GRB)7.424,960,12

O plano elaborado a quatro paredes entre servidores da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Ministério dos Transportes não serve. Pode ter valido como um documento inicial, mas precisa ser refeito. No fim das contas, o texto do plano de concessão começou mal e termina mal.
dos técnicos da ANTT foi colocada em xeque. Foi questionado o salário dos servidores, dando a entender que eles ganhariam um por fora por conseguir aprovar a privatização da BR-386. Acusação vazia e sem sentido. A resposta foi um tapa de luva: “Se o senhor tem dúvidas, basta ver nossos salários no Portal da Transparência.” Esse tipo de consideração não acrescenta em nada.
Ao todo, foram quatro encontros. O mais recente em Soledade nessa sexta-feira. Em todas as reuniões, o coro da sociedade foi uníssono. O plano elaborado a quatro paredes entre servidores da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Ministério dos Transportes não serve. Pode ter valido como um documento inicial, mas precisa ser refeito. No fim das contas, o texto do plano de concessão começou mal e termina mal.
Com tamanha pressão, espera-se que o governo engavete esse projeto. É o mais correto a se fazer: não abrir o edital neste ano. Como as decisões políticas têm motivos que a própria razão desconhece, também não se pode
Comentários postados na página do facebook e no site do A Hora. Participe e deixe sua opinião
Comentáriosobreamatéria“Projetoparaliberarcaçagerapolêmica”
Em observância à matéria, o assunto deve ser visto com mais responsabilidade, principalmente pela parte dos ambientalistas, pois já existe uma grande vara de javalis nos estados do sul, e diga-se de passagem está fora do controle ou equilíbrio ambiental. Os animais fazem muito estrago sim, estra-
gos desordenados, é preciso haver um controle dessa invasão, talvez um meio é a caça legalizada. Estou para ver uma propriedade cercada, sem falar no custo, é um investimento que não dá certo, aparelhos de ruídos não espantam nem ratos, e choque, além de ser ineficaz, em grandes áreas necessita de uma
descartar a possibilidade de o governo federal passar por cima do clamor popular e efetivar, de cima para baixo, o plano para licitação.
Nessa hipótese, tudo o que foi feito não passaria de teatro. Uma peça aplicada sobre todo o estado. No melhor estilo da puxada do tapete. Como no eterno samba de Nelson Sargento: “O nosso amor é tão bonito. Ela finge que me ama e eu finjo que acredito.” Analogia à parte, a tarefa de sensibilizar a ANTT e mostrar a força e unidade regional foi cumprida. Afora as necessidades de melhorias na infraestrutura viária da BR-386, uma das rodovias mais perigosas do RS, da falta de poder de investimento do governo federal, se transferia mais uma conta à sociedade. Importante frisar, como o discurso é de que a União não tem condições de demandar recursos para obras estruturantes, repassar a responsabilidade às pessoas não é plausível. A dificuldade está em todas as esferas da sociedade. Se o governo está quebrado, o que dizer dos trabalhadores e dos empresários?
limpeza quase que diária. A ideia do político não deve ser vista com maus olhos, pois podemos legalizar propriedades com caça desportiva controlada, onde a carne da caça pode ser aproveitada e a fiscalização seria mais fácil.
Cristian Rodrigues









Adair Weiss
adairweiss@jornalahora.inf.br

Oúnico defensor do contrato original dos pedágios na audiência pública, ontem, na Univates, foi o secretário estadual dos Transportes, Pedro Westphalen. Apesar de vaiado, ele apresentou argumentos coerentes: o Estado está falido, a União não oferece perspectivas e a parceria público-privada é a única alternativa viável.
Ainda assim, seria imprudência não enfrentar o modus operandi como esse contrato foi concebido na origem. Nem comunidade, nem setores estratégicos da sociedade foram ouvidos. As audiências vieram atrasadas e são meras “coletadoras de críticas”, sem força jurídica de influência nas cláusulas do contrato, até aqui. É mais ou menos assim: o governo faz de conta que nos ouve e a sociedade finge que participa.
O contrato foi montado em gabinete e apresentado à população na tentativa de forçar goela abaixo. Se apega ao argumento de trazer quase R$ 8 bilhões de investimentos, dos quais R$ 3 bilhões na duplicação da BR 386, desde Lajeado a Carazinho
A geração de empregos e as oportunidades estratégicas que se abrem ao Vale do Taquari com tais investimentos não ecoam o suficiente para convencer. Há reações de toda ordem. Desde críticas coerentes até falácias que

mais parecem um circo de oportunistas de plantão. Quanta bobagem já foi dita por quem quer faturar politicamente.
Três fatores precisam ser revistos, na opinião de quem mostra coerência: custo muito alto; número exagerado de praças em trechos curtos; e o início da duplicação só depois de uma década. Reside nesses três entraves a razão de quem peleia contra o contrato da ANTT.
A presidente do Codevat, Cintia Agostini, está empenhada em uma solução sensata. Defende a criação de um grupo de trabalho para acertar as “nuances capitais” para o projeto dos pedágios
As audiências vieram atrasadas e são meras “coletadoras de críticas”, sem força jurídica de influência nas cláusulas do contrato, até aqui. É mais ou menos assim: o governo faz de conta que nos ouve e a sociedade finge que participa.”
O prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, envia correspondência à coluna para informar que a decisão de contratar o urbanista, Ênio Perin, não foi unilateral do Executivo. Ele envia uma nota com respectivas assinaturas de quase 30 engenheiros e arquitetos, entre
se tornar saudável ao Vale e demais regiões envolvidas. Um novo estudo, mais abrangente e cotejado com os pontos negativos e positivos, é essencial para equacionar as diferenças.
Para citar apenas um exemplo de desiquilíbrio do contrato, a Cosuel projeta triplicar seu custo com pedágios, e alcançar uma cifra de R$ 6 milhões anuais. É quatro vezes o montante que Lajeado receberá de ISS por conta dos pedágios. Imaginamos a cifra volumosa quando levantados os custos de todas as empresas e proprietários de veículos do Vale. É dinheiro que sairá do bolso da nossa gente.
O retorno em impostos aos municípios é pífio perto do custo do pedágio, na forma como apresentado. De outra parte, não se pode ignorar o ganho em segurança nas rodovias, a economia de combustível e manutenção dos veículos, além da praticidade e agilidade de locomoção. De fato, assim se estabelece um grande paradoxo ao Vale: bater de frente ou lavar as mãos. Nenhuma e nem outra alternativa me parece acertada. O equilíbrio está em pressionar e negociar para equacionar as disparidades entre as partes envolvidas.
Os políticos, especialmente os deputados, são fundamentais nessa discussão. Mas a região precisa ficar vigilante e não aceitar algo que, talvez, já esteja decidido há muito tempo por interesses que por ora fogem da nossa alçada.
A peleia continua e, se não for possível o equilíbrio, sou contrário ao pedágio. Penso que esses também sejam o sentimento e vontade da maioria dos habitantes do Vale do Taquari.
Não podemos cair no canto da sereia carregada de promessas distantes e sacrificar a população durante dez anos sem receber melhorias substanciais para algo que já pagamos por meio de outros impostos.
Avante, Codevat, avante, líderes e comunidade do Vale! Não tá morto quem peleia.


os quais a ex-secretária do Planejamento Marta Peixoto, dando aval para efetivar a contratação do profissional. Ele custará R$ 192 mil, sem licitação, para elaborar um plano estratégico de urbanização em Lajeado. Feito o registro.


Após período em que as empresas demitiram mais do que contrataram, em fevereiro, o cenário foi outro. No primeiro mês com um saldo positivo, as admissões superaram as demissões em 35,6 mi. Economistas
Reportagemefotos, EduardoAmaral
No Vale do Taquari, os resultados pouco variaram em relação ao mesmo período de 2016. Em fevereiro deste ano, foram abertas 3,9 mil vagas e 3,2 mil foram demitidos na região. No mesmo mês do ano passado, foram abertos quatro mil postos de trabalho e 3,1 mil pessoas perderam o emprego.
O resultado positivo não foi uma constante durante todo 2016 na região, pois no fim do ano, o déficit foi de 478 demissões a mais do que contratações. Apesar de encerrar o ano em baixa, o Vale sofreu pouco com o desemprego durante o período mais duro da crise.
Professor da Univates, Eduardo Lamas destaca que, como sofreu menos nos últimos anos, o aumento da empregabilidade não deve ser grande nos próximos meses. “Muito provavelmente a região não vai mostrar uma grande alta, deve manter a mesma média, pois aqui nunca chegou a cair.”

De acordo com o docente, a característica da economia local foi fundamental para superar os piores momentos da instabilidade no país. “A região está muito ligada ao agronegócio, e ele vai bem”, ressalta Lamas. Ao falar desse segmento, ele chama a atenção para toda a cadeia produtiva, desde o trabalho no campo até a industrialização de alimentos.
Na região, o setor com melhor desempenho foi a indústria, que contratou 3,8 mil pessoas nos dois primeiros meses de 2017. A variação positiva é de 999 contratações

a mais do que as demissões. No campo, a situação é um pouco diferente, com 15 demissões a mais do que contratações entre janeiro e fevereiro. Neste período foram contratados 160 profissionais, enquanto 175 perderam o emprego.
Moradora de Lajeado, Amanda
Barcelos, 34, é um dos casos que comprova as diferenças da região. Após ficar desempregada, conseguiu se recolocar no mercado na metade de 2016. Ela foi demitida junto com outras quatro colegas no fim de 2015. Durante seis meses, Amanda buscou um emprego novo sem sucesso. Para voltar a trabalhar, precisou mudar de área.
çar em uma função que nunca tinha feito na vida.”
A necessidade de sustentar a casa e a filha de 6 anos foi determinante para a mudança. “Não tinha nada na minha área, e com família e filha para sustentar, entre nada e ter alguma coisa preferi mudar.”
Mesmo sem programar, a troca é comemorada por Amanda, que diz ganhar mais do que na antiga função.“Alémdeumsalárioumpouco melhor, agora não trabalho no fim de semana.”
Ela agora espera estar economicamente mais estável para voltar a estudar e concluir o técnico em segurançadotrabalho,oqualteve de abandonar quando prestes a se formar. “Assim que me estabilizar eu quero voltar a estudar e terminar meu curso.”
Em fevereiro, contratações superaram demissões em 35, 6 mil. Resultado é considerado insuficiente para apontar melhoria duradoura.
O professor Lamas destaca que o resultado positivo em fevereiro precisa ser analisado com cuidado. “Não podemos fazer a confusão entre recuperação e crescimento. Teremos alguma recuperação frágil, lenta, mas isso está longe de significar crescimento.”
Para ele, o aumento da empregabilidade é uma algo natural após tanto tempo de resultados negativos. “Vamos apenas parar de cair, depois de dois três anos de queda da economia, é natural que comecem a aparecer dados positivos.”

Lamas ressalta a estagnação de diversos setores econômicos, que impedem o desenvolvimento econômico do país. “É bom lembrar que o nosso PIB ainda está no nível de 2010, então a recuperação não é nada de excepcional.” Em razão disso, Lamas prefere manter a cautela ao projetar o restante do ano. “Nós temos um mês positivo, mas se somar o todo ainda continua negativo. O que deve acontecer é que o resultado fique cada vez menos negativo até virar positivo.”
Ele acredita que a comemoração do governo pelos resultados divulgados na quinta-feira, pode ser uma forma de combater o pessimismo o dos últimos meses. “Estávamos em um pessimismo exagerado, só não podemos entrar em um otimismo exagerado.”
A instabilidade política é um dos principais entraves para uma retomada da economia brasileira. De acorda com Lamas, o setor empresarial só retomará os investimentos quando a crise política, que atinge diretamente o Palácio do Planalto, for controlada. “Para desengavetar projeto de desenvolvimento é preciso ter estabilidade, e estamos longe disso.”
Para o professor da Univates,
uma recuperação econômica só ocorrerá quando os empresários estiverem seguros. “Para desengavetar projeto de desenvolvimento é preciso ter estabilidade, e estamos longe disso.”
Sem expectativa de investimentos governamentais, a alternativa apontada por lamas é recorrer ao setor privado através de concessões. “O que o governo tem tentado fazer é
O economista do Dieese, Ricardo Franzói, considera a melhora como um resultado natural para o período.
Jornal A Hora – O governo mostrou grande otimismo com o resultado divulgado na quinta-feira, 16. Esse dado é um sinal que a economia está melhorando?
Ricardo Franzói – Se pegarmos o RS como exemplo, o mês de fevereiro já foi positivo, aqui foram criados 6,7 mil postos de trabalho. Eles vêm do setor fumageiro, pois é o período de contratação. Além disso teve o setor calçadista e a área de educação. Todos esses setores têm uma sazonalidade na criação. O que houve foi que os outros setores pararam de demitir tanto, até porque passaram dois anos demitindo. “Não tem como demitir mais”. Então estabilizou e com a sazonalidade o dado ficou positivo. Mas não dá para dizer que isso é uma retomada econômica.
Para o senhor, esse resultado então é passageiro?
Franzói – O ensino no ano passa-
mudar o regime de concessões para ter o investimento privado em uma estrutura pública.”
Projetos nesse sentido já estão sendo feitos, como o caso dos aeroportos. “Isso tentará ser feito com as estradas, portos e outras partes da infra-estrutura. Assim, vai desonerar o setor público, que está completamente sem capacidade de investimento.”

Podemos terminar o ano com saldo positivo, mas projetar isso analisando apenas fevereiro é muito pouco.”
do criou 32 mil vagas, este ano 35 mil. Ou seja, o total do país 35 mil, o mesmo do ensino. Os outros setores compensaram o outro, que praticamente deu zero. Porém, esses que foram contratados no ensino serão demitidos entre novembro e dezembro. A economia não para, ela segue. Positivo zero depois de dois anos é um resultado ruim. Temos uma base baixa, e com isso deveríamos crescer 6% ou 7%, se tinha tanto otimismo com a mudança de governo. Podemos terminar o ano com saldo positivo, mas projetar isso analisando apenas fevereiro é muito pouco. Temos que esperar os próximos meses ver se isso se confirma.
Como a instabilidade política deve impactar na economia?
Franzói – Se confirmar o envolvimento destes dois frigoríficos investigados na Operação Carne Fraca, podemos ter problema inclusive com mercados que estavam sendo conquistados a duras penas como Estados Unidos e Japão. Isso pode prejudicar as importações, que é onde as empresas esperam lucrar, já que não deve ter muito consumo interno.

Uma comitiva da região esteve em Soledade nessa sexta-feira para debater o plano de concessão de rodovias federais. A quarta audiência pública da ANTT serviu para líderes do Vale do Alto Botucaraí reforçarem o pedido por uma distância mínima de 100 quilômetros entre as praças de pedágios. Com isso, o ponto de cobrança poderia ser realocado ao Vale do Taquari.
O encontro foi no Centro Cultural de Soledade. Cerca de 350 pessoas estavam presentes, entre prefeitos, vereadores, deputados estaduais e comunidade local. Assim como em Porto Alegre, Brasília e Lajeado, assessores da agência nacional de transportes expuseram detalhes da minuta do edital de licitação, que prevê a concessão de 260 quilômetros da BR-386.
Presente na reunião dessa sexta-feira, Cintia Agostini, presidente do Codevat, reforça a necessidade de impedir a implantação de uma segunda praça de pedágio no Vale do Taquari. Por ora, a minuta do edital prevê só um ponto em Fazenda Vilanova Mas, com a reivindicação dos moradores de Soledade, que não querem cobrança naquele município, a União sinaliza com mudanças.
“O Corede do Alto do Botucaraí entregou uma carta sugerindo redimensionar as praças e colocar uma a cada 100 quilômetros. É uma sugestão”, informa. Cintia acrescenta ainda que a solicitação feita pela região de Soledade e Tio Hugo é “legítima”. “No entanto, essa praça não pode ser mais uma deslocada para a nossa região, onde já existem três praças de pedágio estaduais.”
Em ofício encaminhado à ANTT, assinado por Codevat, Amvat, Avat e CIC-Vale do Taquari, os representantes locais reiteram que o modelo de pedagiamento proposto é inadequado. “Não vamos admitir que a região, já prejudicada por pedágios estaduais, seja cercada, diferente de outras regi-


ões do estado. Essa perspectiva causa a perda de competitividade regional”, escrevem os líderes regionais.
Já sobre o evento dessa sexta-feira, Cintia afirma que a reunião foi “mais tranquila” em relação ao encontro realizado na quinta-feira, no Teatro da Univates, em Lajeado. Segundo a presidente do Codevat, a ANTT “não apresentou nada de novo”.
O Diretório Central de Estudantes (DCE) da Univates também se manifesta contrário ao projeto de
Não vamos admitir que a região, já prejudicada por pedágios estaduais, seja cercada [...]
Cintia Agostini
Presidente
do Codevat
concessão de rodovias no estado. Os dirigentes produzem um abaixo-assinado para ser entregue aos representantes da ANTT, a agência do governo federal responsável pela elaboração dos estudos técnicos e financeiros, bem como pela minuta do edital de licitação. Até a tarde dessa sexta-feira, o documento do DCE contava com 19 folhas de assinaturas. No total, estimam os estudantes, cerca de 800 pessoas já assinaram o requerimento contrário à instalação de praças de pedágios no Vale do Taquari. Além disso, alguns alunos e membros do diretório levaram outros documentos para residências e empresas, a fim de angariar mais apoio.
A ANTT confirma a realização de outras duas audiências públicas no RS e em Santa Catarina. Com isso, serão seis encontros desde a apresentação da minuta do edital, no início de fevereiro. A próxima reunião ocorre nesta quarta, 22, entre 14h e 18h, no Clube Riograndense, em Montenegro. Já no dia 24, o debate será na cidade catarinense de São João do Sul.
A ANTT projeta conceder trechos da BR-101/SC, do km 455,9 até a divisa SC/ RS; da BR-101/RS, entre a divisa SC/RS até o entroncamento com a BR-290 (Osório); da BR-290/RS, no entroncamento com a BR101 (A) (Osório) até o km 98; da BR-386, no entroncamento com a BR-285/377 até a BR448; e da BR-448, até o entroncamento com a BR-116/290.
São 467,7 quilômetros de extensão. O plano consiste na exploração por 30 anos da infraestrutura e projeta cerca de R$ 7,9 bilhões em investimentos – quase R$ 3 bilhões só na BR-386 – e R$ 5,31 bilhões em custos operacionais. Esses valores foram projetados em março de 2015, data-base dos estudos, e precisam ser reavaliados.
A proposta para o Programa de Exploração da Rodovia (PER) é que sejam implantados 22 quilômetros de vias marginais; 60 melhorias em acesso; 58 dispositivos, sendo 11 interconexões diamante, duas interconexões diamante invertidas, quatro interconexões trombeta, seis interconexões Parclo, 24 retornos em nível, seis meios-retornos em nível e cinco trevos completos; além da implantação de 27 passarelas.
Na BR-386, estão previstas quatro praças de pedágio: Montenegro, Fazenda Vilanova, Soledade e Tio Hugo. O contrato prevê duplicação do trecho de 160 quilômetros entre Lajeado e Carazinho, e multifaixas em 54 quilômetros entre Tabaí e Canoas. Já os preços das tarifas podem chegar a até R$ 11 iniciais, com previsão de reajuste já no primeiro ano de contrato.

Estrela
ASecretaria de Educação verifica irregularidades no preenchimento de vagas na rede municipal. A repartição faz um diagnóstico em todas as escolas de Ensino Fundamental e de Educação Infantil para impedir que estudantes de outros municípios ocupem vagas da rede.
O pente-fino segue as normas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e de lei municipal criada a partir de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
Pelo menos 12 casos estão em análise.Umdelesédeumamãeque mora em Lajeado desde o fim do ano passado. A secretaria verificou incoerência nos comprovantes de residência apresentados.
PararematrículadosfilhosdoEnsino Fundamental, apresentou documento que comprova residência em Lajeado. Na matrícula do filho quefrequentaaEducaçãoInfantil,o comprovante é de Estrela.
A incompatibilidade chamou a atenção. Segundo a diretora da escola, ainda em outubro, a mãe teria sido orientada a procurar uma instituição em Lajeado.
A mulher trabalha em Estrela, e mantém três dos quatro filhos matriculados no município. O bebê está inscrito na lista de espera para uma vaga em creche. Os mais velhos frequentam a Escola Municipal de Ensino Fundamental


Leo Joas e, o mais novo, a escola
Estrelinha. De acordo com ela, as crianças estudam nas instituições desde o 1º ano.
A família da mãe mora em Estrela. A irmã busca as crianças no fim da tarde. “Em Lajeado, elas ficariam sozinhas em casa até eu chegar.” A mãe trabalha das 14h às 22h. De acordo com ela, manter
os filhos em Estrela facilitaria a logística familiar.
O marido é motorista de uma empresa em Lajeado e, segundo ela, não tem horário definido para chegar em casa. Para tentar manter a rotina, procurou a Defensoria Pública e, de acordo com ela, foi orientada a levar os filhos para a escola de Estrela.
Segundo o secretário de Educação, Marcelo Mallmann, ela foi notificada faz 30 dias para resolver a situação. O prazo encerrou no dia 10.
Na quarta-feira, foi chamada para uma reunião na secretaria. “Nós explicamos que as crianças do Ensino Fundamental têm direito à vaga nas proximidades da residência em Lajeado.”
Conforme Mallmann, no caso da Educação Infantil, uma legislação municipal determina como critério a apresentação de documento que comprove residência no município. Assim, ela também não teria mais direito à vaga na escola de Educação Infantil.
A mãe foi orientada a procurar vaga em Lajeado e foi avisada que o Conselho Tutelar seria chamado. Segundo o secretário, o órgão avaliará como deve proceder, mas os pais podem ser responsabilizados por abandono e negligência.
A mãe questiona a conduta do município. “Seria abandono ou negligência se eles ficassem sozinhos em casa. Estou trazendo para escola.”
De acordo com a direção da escola, desde o início do ano letivo, as criançasparticipamdetodasasatividades e, em nenhum momento, foram impedidas de fazê-lo.
VAGAS DEVEM SER SOLICITADAS NA SED
Conforme Mallmann, a transferência das crianças pode ser emitida, mediante atestado de vaga em Lajeado. Para isso, a família precisa procurar a escola mais próxima da residência ou a Secretaria de Educação do município. “Isso depende da família.”
Na quinta-feira, a mãe procurou uma escola no bairro Jardim do Cedro em Lajeado. Segundo ela, no local, não havia vagas. Em nenhum momento, procurou a Secretaria de Educação. Outro temor dela é em relação ao filho mais novo. “Já me avisaram que não vou ter vaga pra ele nas Emeis em Lajeado.” Por meio de nota, a Secretaria de Educação de Lajeado (SED) afirma não ter conhecimento do caso. No Jardim do Cedro, a única escola municipal é a Dom Pedro, e não há registro da solicitação. “O atendimento do ensino regular pelo município é obrigatório por lei, mediante comprovação de residência da família. Até o momento, todas as crianças em idade escolar estão sendo atendidas, sem registro de falta de vagas nesta idade.”
Quando não há vaga, é necessário entrar contatar com a SED. Não existindo vagas na área pleiteada, a secretaria buscará a escola mais próxima e, se necessário, oferecerá transporte escolar.”
No caso da família, a SED sugere que contate para que possa ser verificado qual o melhor encaminhamento ao caso.

AApós a regulamentação dos consórcios, planos de saúde e a TV por assinatura, há um ano foram instituídas novas regras para a venda de Planos Funerários. O mercado funerário envolve 6 mil funerárias, mil cemitérios, 90 crematórios, possui reconhecida atividade essencial para sociedade e é responsável por empregar de forma direta mais de 50 mil pessoas.
Os consultores da G36, Clerton Alves da área comercial e Gilson Soares, da área contábil -
to do setor e a importância de possuir um plano de assistência funeral regulamentado.
Conforme Soares, o conjunto de regras precisam ser cumpridas por todas as empresas admi-
melhores serviços, atendimento e mais ganhos ao adquirir um plano”, destaca.
Ao oferecer mais direitos, às
novo mercado: Plano Seguro®.
Para Clerton, essa inovação
na hora de adquirir um plano, sem custos adicionais.
Na região, a Funerária Diersmann é a pioneira em seguir o regulamento proposto. Em parceria com uma das maiores seguradoras brasileiras a Mongeral -
tro novas modalidades de planos de assistência familiar. “Garante mais conveniências e por isso migrei para o novo modelo. Era -
merciante, Carlos Scherer, de Estrela, cliente há oito anos.
Além de expandir o atendimento com novas unidades, todo quadro de funcionários foi
capacitado. O plano oferece benefícios em vida como sorteiosria Federal da Caixa, via capita-plementa as despesas da família com funeral e auxilia na economia doméstica.
“Além de inovar e atender as exigências da lei,apresentou um
Para saber mais informações e detalhes sobre os novos planos, acesse: www.diersmann.com.br.


- Empresa pioneira em previdência no Brasil há quase 200 anos.
- Mais de R$ 270 bilhões em Capital segurado total - Mais de 2 milhões de vidas seguradas
- 60 unidades de vendas e atendimento
MERCADO FUNERAL NO BRASIL
- 1 milhão de óbitos por ano
- Mais de 6 mil empresas
- Faturamento de R$ 7 bilhões por ano
- 8% médio de crescimento anual
Para que serve um plano de assistência funeral?
Pensar sobre funeral nunca étanto pessoas que tiveram o cuidado destas disposições, se sentem mais tranquilas por terem decidido sobre isso.Um plano de Assistência Funeral, é uma solução e também uma previdente decisão: é complicado deixar para decidir entre um sepultamento tradicional ou cremação, tipo de cerimonial ou velório, por exemplo, em cima da hora e justamente em um momento de frágeis emoções.
Quando se tem um plano para a família essas questões de cus-
tos e responsabilidades já estão resolvidas. É um verdadeiro alí-
lar,como para seus dependentes. O plano serve para que você tenha tudo resolvido agora, e passe a não se preocupar com nada depois. É prático, econômico e pode ser pago por mês.
Como saber se uma empresacumprealei?
trato comercial (as condições gerais para a adesão ao plano), atende o artigo oitavo da lei,que expressamente.
A segunda é saber se a representação contábil da empresa, atende as exigências do dispos-
to nos artigos terceiro, quarto e sétimo da lei. O artigo quarto, trata da necessidade de auditoria contábil independente.É essa -
para cumprir o prometido em contrato.
Considerações
Esse foi um dos segmentos com maior crescimento em 2016. Independente da classe social, o conceito previdenciário começa a ser mais discutido pela família, principalmente quando há alguém com mais de 65 anos.
É importante deixar claro que mesmo antes da regulamentação, plano funerário já era algo legal como toda relação de con-
sumo.Cada empresa oferecia cobertura diferente,porém,mesmo com toda competência, tradição e reconhecimento e força da marca, não deixavam garantias ao consumidor.


País
APolícia Federal (PF) cumpriu 309 mandados no RS, São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal. A Operação Carne Fraca, desencadeada nessa sexta-feira, investiga o envolvimento de fiscais agropecuários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em um esquema de liberação de licenças irregulares para frigoríficos.
Executivos da BRF – dona das marcas Sadia, Perdigão e Qualy –, e da JBS – dona de Big Frango e Seara Alimentos –, duas das maiores empresas do setor no Brasil e no mundo, estão entre os presos. Além deles, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio (PMDB), também foi gravado em conversas com um dos supostos líderes do esquema criminoso.
Nenhuma unidade da BRF no Vale do Taquari foi alvo da ação. Essas estão localizadas em Lajeado, Arroio do Meio e Teutônia. Já a unidade mais próxima da JBS fica em Montenegro. Os principais supermercados da região mantêm a venda os produtos derivados e produzidos pelas duas empresas investigadas.
A PF verifica uma série de denúncias contra empresários e servidores da União e dos estados. Para a PF, agentes do governo teriam recebido propina para liberar licenças de frigoríficos

que estariam vendendo carne vencida ou estragada para o mercado interno e também para o exterior.
A investigação revela que as companhias estariam usando
Nenhuma unidade da BRF ou da JBS no Vale do Taquari foi alvo das buscas da PF
abate 455 mil aves e 3,9 mil suínos carnes podres com ácido ascórbico para disfarçar o gosto, além de frango com papelão, pedaços de cabeça e carnes estragadas como recheio de salsichas e linguiças. Muitas também estariam reencaminhando produtos vencidos para os mercados.
Mais de 1,1 mil policiais participaram da ação. Foram cumpridos 27 mandados de prisão preventiva e 11 de prisão temporária, 77 de condução coercitiva e 194 de busca e apreensão em residências e locais de trabalho dos investigados. Além das principais empresas do setor, a operação investiga outros frigoríficos menores, como o Mastercarnes e o Peccin.
De acordo com os investigadores e conforme o despacho do juiz, há provas para enquadrar os acusados em crimes de adulteração de produtos alimentícios,
associação criminosa, peculato, concussão, corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa, corrupção ativa, lavagem de dinheiro e ainda organização criminosa.
Desde 2010, a BRF investiu cerca de R$ 16 milhões em Arroio do Meio. Naquele município, o movimento econômico em 2016 foi de R$ 852,9 mil. Já em Lajeado, a movimentação financeira da empresa ultrapassou a cifra de R$ 2 milhões no ano passado. Em todo o RS, onde emprega mais de 8,8 mil pessoas, chegou a R$ 2 bilhões.
Hoje, mais de três mil trabalham em Lajeado e cerca de 150 em Arroio do Meio. A empresa tem 2.857 integrados no estado, sendo 1.390 no Vale do Taquari.
Em nota, a Associação dos Fiscais Estaduais Agropecuários do Rio Grande do Sul (Afagro-RS) aplaude a operação e as ações do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical). A entidade considera “de suma importância para o fortalecimento da atividade e demonstra a importância do serviço de inspeção, realizado de forma séria pela grande maioria”.
Já a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) afirma “que falhas da indústria de car-
nes investigada pela Polícia Federal, se comprovadas, seriam exceções em um modelo produtivo que é referência para o mundo. Segundo a ABPA, “o Brasil é reconhecido internacionalmente pela qualidade e status sanitário dos produtos, auditados também por técnicos de 160 países.”
Em dezembro de 2014, a PF deflagrou a Operação Pasteur, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) de Lajeado. Um fiscal do Mapa foi preso e quatro servidores afastados. Os réus se envolveram na prática de corrupção ativa e passiva e associação criminosa. Entre 2011 e 2013, fiscais teriam recebido propinas de R$ 5 mil para forjar análises de leite de empresas da região.
“A companhia reitera que cumpre as normas e regulamentos referentes à produção e comercialização de seus produtos, possui rigorosos processos e controles e não compactua com práticas ilícitas. A BRF assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua.”
Vale do Taquari
O Núcleo de Informações Hidrometeorológicas da Univates prevê um fim de semana com nebulosidade variável e temperaturas mais baixas do que as ocorridas no último mês. Neste sábado, os termômetros poderão marcar em média 14ºC. Em alguns períodos, a temperatura sobe, mas não deve ultrapassar os 27°C. De acordo com a coordenadora do Centro de Informações Hidrometeorológicas (CIH) Fabiane Gerhardt, a explicação se deve a uma massa ar seco e frio oriunda
do polo sul que avança sobre o estado. “Esta semana o clima mostrou os primeiros sinais de que estamos em um período de transição entre verão e o outono.”
Nos próximos dias, as manhãs deverão ser de temperaturas mais baixas. Nas partes mais altas do vale, haverá uma diferença de no mínimo 2oC. O fim de semana será de tempo seco, sem possibilidade de chuva. Durante as tardes, as temperaturas não se elevam tanto.
A partir de segunda-feira, aos poucos, o frio perde força e na quarta-feira a temperatura volta
a ficar elevada. Há possibilidade de chuva.
O mês de março registra chuvas acima do esperado para o período. Até agora, foram 187mm, sendo que a média é de 110mm, cerca de 60% a mais. A radiação ultravioleta tem registros de índice alto, alertando a população a utilizar protetor solar, mesmo no frio.
Nesta segunda-feira, às 7h29min, começa o outono no hemisfério sul, encerrando o ciclo do verão que durante três me-
ses marcou altas temperaturas. A previsão é de que a estação que será neutra, sem a influência de fenômenos El Niño e La Niña.
A estação marca a transição do
Sábado
Sol com nebulosidade variável
Mínima: 15°C
Máxima: 27°C
Domingo
verão, mais quente e mais úmido, para o inverno, mais frio e mais seco. No hemisfério sul gradativamente a radiação solar vai diminuindo.
Sol com nebulosidade variável
Mínima: 16°C
Máxima: 28°C
Segunda
Sol com muitas nuvens e períodos de nebulosidade. Mínima: 18°C
Máxima 30°C
Teutônia
OEstado atende pedido do município e autoriza a gestão plena da saúde. O pedido ocorreu no ano passado e foi reforçado pela atual gestão faz dois meses. Na quinta-feira, a Comissão Intergestora Bipartite divulgou a resposta favorável no Diário Oficial. Com isso, os recursos serão remanejados do Fundo Nacional ao Fundo Municipal, sem a intervenção do governo estadual.
A partir de abril, o Executivo será responsável por administrar R$ 522 mil mensais, totalizando R$ 6,2 milhões ao ano. O montante custeia procedimentos realizados por prestadores de serviços do SUS, públicos, privados, ambulatoriais ou hospitalares. Incentivo de Integração ao SUS (Integrasus), Incentivo de Adesão à Contratualização (IAC) e para os Leitos de Saúde Mental.
A mudança tem impacto direto no Hospital Ouro Branco (HOB). A instituição sofria com os atrasos no repasse. “Nossa expectativa é de que se tenha uma regularidade nos pagamentos, pois nos últimos

dois anos em vários momentos, o Estado, além de não repassar os recursos que são oriundos do próprio Tesouro do Estado, também não repassou na integralidade o valor federal, por várias vezes repassou somente 70% do valor, o que praticamente inviabilizou o funcionamento do hospital”, explica o diretor André Lagemann.
Em janeiro, o Governo do Estado acumulava dívida de R$ 1,9
milhão com o HOB. No mês seguinte, quitou o valor por meio de Funafir IX. A medida garantiu os repasses atrasados de 2016 e antecipou o recurso dos dois primeiros meses de 2017. Em contrapartida, a instituição teve de fazer empréstimo no Banrisul.
Com o alívio trazido pela gestão
Estado
A Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa) anunciou esta semana a venda de seis unidades no interior: Júlio de Castilhos, Santa Rosa, Nova Prata, Cruz Alta, Santa Bárbara e Passo Fundo. As estruturas foram liberadas da penhora para constituir o primeiro lote de licitações do tipo concorrência pelo melhor preço, com o qual a companhia espera arrecadar cerca de R$ 54 milhões. Em acordo firmado com o Sindicato dos Trabalhadores na Justiça do Trabalho, a atual diretoria pôs fim a uma ação contra o Estado na ordem de R$ 280 milhões, reduzindo-a para 40%, com pagamento em 72 parcelas. Conforme o secretário da Agricul-
tura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, nesse acordo, se acertou que unidades seriam colocadas à venda para cobrir esse valor da dívida trabalhista. A partir da sua homologação, será iniciado o processo de venda.
No primeiro lote de vendas, todo o valor arrecadado será revertido para o pagamento dessa dívida.
Um segundo lote de unidades deverá ser vendido na sequência, em que 60% do valor vai para o pagamento da dívida, 30% para investimentos na companhia e 10% para um fundo para custear outras ações trabalhistas.
De acordo com o diretor-presidente da Cesa, Carlos Kercher, um outro grupo de unidades será negociado no segundo semestre e engloba as plantas de Erechim, São Gabriel 1 e 2, Bagé, Cacho-
eira do Sul e Palmeira das Missões. “Nesse caso, 60% do valor irá para o cumprimento do acordo, 30% para a Cesa e 10% para formar uma reserva para pagamento de outras ações”, afirma. Após essas duas fases, o governo tem planos de privatização ou de parcerias público-privadas para as demais unidades. As exceções são as portuárias – localizadas em Rio Grande, Estrela e Porto Alegre, que são concessões feitas ao Estado e, portanto, não podem ser negociadas.
A companhia tem 23 unidades, das quais 18 ativas. Dessas, 12 recebem grãos. A capacidade de armazenagem é de 600 mil toneladas – hoje estaria guardando 350 mil toneladas.
plena, Lagemann torce pela aprovação da PLS 744/2015. O projeto está no Senado e propõe a reestru-
turação das dívidas financeiras dos hospitais, oriundas da busca de capital de giro. O problema se instaurou por causa da defasagem da tabela de remuneração de serviços por parte do Ministério da Saúde e interrupção do Incentivo Hospitalar (Ihosp) – pago pelo Estado. Desde janeiro de 2015, o HOB registra perda de R$ 2,1 milhões.
Calendário regular de pagamentos e a busca por ampliação do custeio tanto do Estado quanto União são alternativas para equilibrar as finanças. Com isso, será possível projetar investimentos em infraestrutura. “Com apoio dos municípios da microregião de atuação do hospital, sem dúvida a retomada de obras e projetos estratégicos de qualificação e ampliação de serviços deverá ser retomada”, afirma.

Seis municípios do Vale completam 25 anos de emancipação nesta segunda-feira. Na maioria, a população e o orçamento aumentaram. Resultado é fruto da atuação comunitária. União contribui para o desenvolvimento
Reportagem, CarolinaChaves
Vale do Taquari
Criadosem20demarçode
1992, Capitão, Colinas, Mato Leitão, Santa Clara do Sul, Sério e Travesseiro completam 25 anos de emancipação nesta segunda-feira.
Com potenciais e desafios diversificados, celebram o desenvolvimento conquistado, e planejam a continuidade do crescimento com os pés no chão.
Colinas comemora o aniversário com a primeira ColinasFest. Planejado e executado em dois meses, o evento se concretiza por meio da junção de esforços da comunidade.
Cerca de 70 pessoas auxiliaram, de forma voluntária, nos preparativos da feira comercial, industrial e de serviços, com mostra agropecuária, que chega como uma aposta para atrair visitantes e possíveis investidores.
Até hoje, a maior força do município é a agricultura e agropecuária, na área dos suínos, aves e leite. O retorno de ICMS desses empreendedores rurais corresponde a 82%.
com hotéis e restaurantes, preparada para receber estas pessoas. Então perdemos na hora de vender”, afirma a vice-prefeita Regina Sulzbach.
Ela e o prefeito Sandro Herrmann enxergaram na feira a oportunidade de mostrar o município a pessoas de fora, que possam instalar empreendimentos do tipo na cidade.
“Nós já temos todo o acolhimento, a preocupação com a organização da cidade, e a forte produção agrícola. Acredito que agora é preciso buscar alternativas que agreguem a isso.”
Herrmann também visualiza
nos próprios agricultores uma opção. Ainda no primeiro semestre, a administração pretende criar um roteiro de turismo rural. Além das propriedades, os visitantes poderão conhecer as agroindústrias. Duas delas inauguradas ontem à tarde.
“A agricultura é a nossa base, foi o que nos trouxe até aqui. Então, queremos fortalece-los e dar novas perspectivas.”
Em Santa Clara do Sul, o empreendedorismo da população, aliado ao senso comunitário, de organização e trabalho, também foi o que trouxe avanços ao município.
Desde a emancipação, grupos de moradores têm a coragem necessária para melhorar, considera o prefeito Paulo Kolrausch.

Porém, faz alguns anos, que o turismo surgiu como uma segunda alternativa para a Cidade Jardim. O número de visitantes cresce a cada Páscoa e Natal, tanto no centro quanto em propriedades do interior. Mas ainda não fazem diferença na receita municipal.
“Possuímos atrativos naturais e investimos na decoração, mas ainda não temos uma estrutura,
A agricultura é a nossa base, foi o que nos trouxe até aqui. Então, queremos fortalecê-los e dar novas perspectivas”

Primeira ColinasFest apresenta potencialidades do município.
Hoje, a cidade tem o orçamento baseado na indústria calçadista, mas não pensa em parar por aí.
A ideia é abrir novas alternativas, e ao mesmo tempo ordenar o crescimento.
“É um desafio acelerar um, e desacelerar o outro, mas é isso que queremos. No futuro, não vejo Santa Clara como uma cidade grande, mas muito forte”, aponta o prefeito.
Para isso, nestes quatro anos de gestão, ele quer organizar a casa.
A primeira etapa é tornar a gestão interna mais enxuta e coesa.
Depois, o objetivo é provocar mudanças na estrutura, através da revisão do Plano Diretor, Código de Posturas, Código de Edificações.“Precisa haver um controle, para que a cidade se desenvolva, cresça, mas não inche.”



Paralelo a isso, a administração irá constituir conselhos. “Queremos tornar a participação da comunidade mais efetiva nas decisões da cidade, fiscalização dos projetos, e também na responsabilização pelos resultados.”
Outro foco será a execução do projeto Alimento Saudável, que terá como foco a qualidade na produção de alimentos. “Precisamos de algo inovador para gerar receita. Percebemos que a produção de orgânicos pode ser essa opção, que reposicione o município no mercado, junto às flores.”
Para Kolrausch, este planejamento da administração é essencial para que as pessoas possam continuar a se desenvolver, e assim melhorar o município. O desafio agora é trazer unidade à comunidade, e trabalhar para que a qualidade de vida seja garantida, considera.
Para crescer
O número da população também é uma preocupação para Sério. Mas, ao contrário de Santa Clara, a luta não é para controlar a demanda, mas para manter os
Na segunda-feira, ocorre Baile das Soberanas, a partir das 20h, com animação do grupo Kharisma. A entrada é liberada. Há 123 candidatas concorrendo ao posto de soberana da cidade. No próximo domingo, dia 26, ocorre encontro no ginásio multiesportivo, onde haverá passeio ciclístico, torneiro de futebol feminino, vôlei de areia e mateada.
A 1ª ColinasFest – Feira Comercial, Industrial e de Serviços iniciou na quinta-feira, e segue até domingo no Ginásio Municipal de Esportes e Centro Comunitário.
Mais de 80 expositores ofertam seus produtos no local, onde ainda serão realizadas oficinas, shows, bailes, apresentações artísticas e culturais e caça ao ninho.
Atrações fim de semana
18/3 – Sábado
13h30min às 17h30min – Show Gospel 14h às 18h – Caça ao Ninho
Dj Rangel Felipe Tropical FM Show Neto e Júnior Sandro Coelho
19/3 – Domingo – Show de Cães Adestrados
14h às 15h30min – Banda Barbarella 16h às 17h30min – Luz de Candieiro 17h45m
Programação do fim de semana
18/3
Local: Clube Centro de Reservistas
13h30min - Baile para a terceira idade com a Banda Show Brass; Brinquedos infláveis, Feira do Produtor Rural, Feira de Artesanato e Tenda do Chimarrão; 17h – Espetáculo A Princesa Engasgada; 20h - Sessão de Cinema: O Menino e o Mundo (traga sua pipoca e seu chimarrão).
19/3
Local: Parque Multiesportivo Odilo Klein 16h – Música ao vivo: Alison e Banda; 17h – Espetáculo O Homem Banda; 18h – Show da Orquestra OCLAJE (traga sua cadeira e seu chimarrão).in às 19h15min –Banda Champion 19h30min às 21h – Loirinha do Forró
moradores, e, se possível, ampliar a quantia atual.
O turismo foi a forma encontrada pela administração para isso. O objetivo é promover a visitação nas propriedades rurais, a fim de garantir maior renda aos agricultores, e manter a autoestima. “É um dos pontos de referencia no município”, afirma o secretário da Administração,
O lançamento das festividades ocorreu nesta sexta-feira com apresentação da Banda Barbarella e corte de um bolo de 25 metros. No domingo, a comemoração continua com a 4ª Festa Intercomunitária, na Seubv. Ao longo do mês, ainda ocorrem programações esportivas e culturais.
Programação do fim de semana 18/03
Local: Clube Centro de Reservistas 13h30min - Baile para a terceira idade com a Banda Show Brass; Brinquedos infláveis, Feira do Produtor Rural, Feira de Artesanato e Tenda do Chimarrão; 17h – Espetáculo “A Princesa Engasgada”; 20h - Sessão de Cinema: O Menino e o Mundo (traga sua pipoca e seu chimarrão).
19/03
Local: Parque Multiesportivo Odilo Klein 16h – Música ao vivo: Alison e Banda; 17h – Espetáculo “O Homem Banda”; 18h – Show da Orquestra OCLAJE (traga sua cadeira e seu chimarrão).
O baile do aniversário do município ocorreu no sábado passado, com a banda Rota Luminosa. O lucro foi revertido para Hospital de Caridade São José.
Neste domingo, ocorre outra festa, no salão da Paróquia São José. Haverá alvorada festiva, com missa às 10h e almoço no ginásio ao custo de R$ 25. A festa com a banda Portal da Serra inicia às 14h.
Sexta-feira (17/3) - Lançamento da programação do aniversário de 25 anos
No próximo fim de semana – dias 25 e 26Encontro de Trilheiros
Outros eventos serão realizados até março de 2018, em comemoração ao aniversário. Dentre eles, rústica, concurso fotográfico, baile das soberanas, feira do livro, passeio ciclístico e gincana.
Vagner Capoani. Ainda reforçamos a ampliação dos auxílios a eles, explica. “Queremos reforçar a independência deles, para que tenham sustentabilidade de suas propriedades, característica fundamental para o desenvolvimento do setor.”
O município também investe em um centro técnico de aprendizado e aperfeiçoamento, que
está em conclusão e possibilitará uma formação técnica aos jovens. “Queremos que eles se instalem aqui, e tenham condições para isso.”
Para ele, a tendência é o crescimento. “Com a conjuntura certa de medidas estratégicas, o desenvolvimento torna-se uma consequência comprovável a médio prazo.”


Teutônia
Sem reajuste desde 2015, programa de auxílio aos produtores rurais exige mudanças. A Secretaria de Meio Ambiente e Agricultura elaborou novo Pacote Agrícola. O projeto será encaminhado à câmara de vereadores e, com aprovação, deve vigorar a partir de abril. A medida visa a expansão e modernização do setor e beneficia 1,1 mil agricultores.
O antigo programa limitava o agricultor a comprar apenas sementes entre abril e outubro. Segundo o secretário Gilson Hollmann, o pacote terá reajuste de 17%. O período válido deve iniciar em janeiro e encerrar em 31 de dezembro.

A expectativa é que o produtor consiga acompanhar o mercado para comprar na menor faixa de preço. As sementes de azevém,
por exemplo, estão à venda por R$ 4 o quilo. De abril a maio do ano passado, custavam R$ 6. Agora o agricultor poderá aproveitar para comprar máquinas e implementos agrícolas. “Estamos propondo a modernização nas propriedades para impulsionar o setor.”
Para participar, o produtor não pode ter dívida com o município. O repasse ocorrerá após apresentação de nota fiscal. Sementes transgênicas, agrotóxicos e combustíveis fósseis estão fora do programa.
Os treineiros – candidatos que ainda não concluíram o Ensino

Médio – terão acesso às notas do Enem à meia-noite desta segunda-feira, 20. Para saber quanto tiraram nas provas, os estudantes terão que acessar o http://enem. inep.gov.br/participante/
As notas do Enem dos demais candidatos foram divulgadas no dia 18 de janeiro. Os treineiros, no entanto, têm o resultado divulgado depois para que não possam participar dos processos seletivos
para vagas no Ensino Superior público, como Sistema de Seleção Unificada, e bolsas em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni). As vagas no ensino superior são voltadas apenas aqueles que concluíram o Ensino Médio. Na edição do ano passado, foram 1.344.060 treineiros inscritos, o que representa 16% do total.



Uma nova data foi estabelecida para os produtores rurais usarem a nota fiscal eletrônica (NF-e). A exigência entraria em vigor no dia 1º de maio e foi adiada para 1º de janeiro de 2019. Apenas os integrados (aves, leite e suínos) necessitam se adaptar às normas até o dia 1º de outubro deste ano.
A decisão foi anunciada após reunião entre Secretaria da Fazenda e representantes da Fetag e Farsul. A deficiência no sinal de internet, sistema de telefonia precário e a falta de prática no uso de computadores motivaram a alteração.
Conforme o presidente do STR de Estrela, Rogério Heemann, existe a necessidade de melhorias e qualificação das famílias para manusear o programa.
“Em dois anos acreditamos que avance muito a cobertura de sinal no meio rural”, afirma Carlos Joel da Silva, presidente da Fetag.
A Farsul aprova o prazo ampliado. Segundo o diretor admi-

nistrativo, Francisco Schardong, a falta de conexão com a internet e a inconstância do sinal fora das cidades impossibilitariam ao produtor rural comercializar o seu produto, que precisa ser transportado da propriedade rural já com a nota emitida. O deputado estadual Elton Weber (PSB) é autor de projeto de lei (PL 34) que faz reenquadramento do microprodutor rural – que ficaria isento da nota até 2019. Amplia os limites de renda anual de R$ 257,16 mil para R$ 432,03 mil. O texto foi aprovado com 46 votos, mas teve veto do governa-


dor José Ivo Sartori. Agora, será levado ao plenário. “Precisamos atualizar o volume de vendas”, defende.
Outra cobrança recai sobre as operadoras responsáveis em distribuir o sinal de internet no campo. Isso precisa ser melhorado, afirma. O assunto foi tema de audiência pública no Plenarinho nesta semana. Para as propriedades onde não há internet, existe a possibilidade de emitir a nota fiscal manual, que acompanha o produto até o ponto com rede mais próxima.
A utilização da NF-e substituirá as mais de oito milhões de notas fiscais de produtor que circulam por ano, reduzindo o custo do Estado de R$ 3,5 milhões/ano na confecção e distribuição dos modelos em papel. Além de maior agilidade e segurança, os produtores terão despesas menores. Não precisam mais se deslocar até as prefeituras para retirar e devolver talões.
A implantação no RS começou em junho de 2013, com a obrigatoriedade da emissão da NF-e para o produtor rural nas operações interestaduais com arroz em casca. Hoje, estima-se que 800 mil blocos do produtor são emitidos por ano de forma manual. O talão de produtor foi instituído em 1963.

LAJEADO – Neste sábado, a Rede Black Belt Pró Academias realiza seminário técnico com professores, instrutores e alunos da instituição. Na ocasião, o
OEstádio Olímpico da Univates, projetado pela Tartan Arquitetura e Urbanismo, está entre as opções de Arquitetura Esportiva do Prêmio Obra do Ano 2017, promovido pela revista eletrônica ArchDaily. O concurso com votação popular contempla obras construídas em países de língua portuguesa. As 15 mais votadas serão divulgadas nesta terça-feira, 21, e passarão para a segunda fase.
Para o pró-reitor administrativo da Univates, professor Oto Moerschbaecher, a participação da estrutura no concurso, além de dar destaque nacional e internacional,mostraoacertonocompromisso que a instituição tem de oferecer o melhor à comunidade acadêmica. “A grande recompensa é que a gente consegue atender a um princípio nosso de disponibilizar para a comunidade acadêmica da Univates os melhores recursos possíveis para atender aos cursos e às necessidades das disciplinas que utilizam o espaço”, afirma.

Estádio Olímpico da Univates, que sedia competições da região, concorre por voto popular ao Prêmio Obra do Ano 2017
Entre as obras que concorrem namesmacategoriaqueoEstádio Olímpico, estão as da Olimpíada Rio 2016.
Cada usuário pode votar na
obra favorita até o dia 20, às 23h59min (horário de Brasília), no http://oda.archdaily.com.br/ br/2017. O Estádio Olímpico da Univates está na categoria Arquitetura Esportiva.
No dia 21, os 15 finalistas serão divulgados e novamente será permitido escolher o favorito. É possível votar na mesma obra mais de uma vez, porém, apenas uma vez por dia. Os vencedores serão divulgados no dia 29, no site da ArchDaily Brasil.
mestre Carlos Santos se aposentará e passará as responsabilidades de supervisão geral da Rede Black Belt para os filhos Luís e Jefferson.
O estádio conta com campo de futebol, com medidas oficiais e gramado certificado pela Fifa. A pista sintética de atletismo é certificada pela Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF) e apta a sediar competições internacionais. Pode receber provas em diversas modalidades de atletismo, como salto em distância, salto em altura, arremesso de disco, de dardo e martelo.
O ensino também tem espaço nas 25 salas de aula disponíveis no espaço. Elas estão localizadas na parte inferior das arquibancadas, com capacidade para receber 1.920 pessoas, incluindo espaço para deficientes.
A água que irriga o campo é proveniente de duas fontes: da chuva, por meio dos telhados do Complexo Esportivo e do reaproveitamento da água do próprio campo, e de um poço artesiano. A cisterna tem capacidade para armazenar 80 mil litros de água da chuva.


Três clássicos municipais são os destaques do futebol amador da região neste fim de semana. No total, 40 partidas ocorrem em nove cidades, no sábado e domingo.
Em Teutônia, Flamengo e União protagonizam o clássico de Linha Germano. As equipes, que ainda não pontuaram, dividem a lanterna. Quem vencer pode passar para a sexta colocação, caso o Saidera perca para o Esperança. A partida ocorre na praça de esportes do Flamengo. Após quatro rodadas, Esperança e Bangu têm 10 pontos. O atual campeão Catarinense soma 8 pontos. Gaúcho e Atlético Gaúcho dividem a quarta colocação, com 7. A classificação segue com Ribeirense (3), Saidera (2), Flamengo e União (sem pontuar).
O confronto entre Ecas, de Imigrante, e Juventude, de Westfália, é considerado o principal clássico do futebol regional. As equipes foram finalistas nas três últimas edições da competição. A partida deste fim de semana ocorre em Imigrante. No primeiro turno da Taça da Amizade, o Ecas venceu em Westfália por 5 a 3. Ambos os clubes dividem a liderança da chave B, com 9 pontos. Quem vencer encaminha a classificação. Com a mesma pontuação, o SERC Poço das Antas recebe o lanterna Riograndense. O quarto colocado Fluminense folga na rodada.

Sábado
Boqueirão do Leão
Centro – 5 de Junho x Independente
Domingo
Cruzeiro do Sul
Linha Sítio – Tamoio x Bom Fim
São Bento – Canarinho x Independente 22 de Novembro – 22 de Novembro x XV de Novembro
Folga: 25 de Julho
Arroio do Meio
Rui Barbosa – Rui Barbosa x Amigos
São Caetano – Sete de Setembro x Palmense
Linha 32 – Cruzeiro x Esperança
Copa Integração/Marques de Souza

Na chave A, a liderança é do Boavistense com 9 pontos. Seguem 11 Amigos (7), Rui Barbosa (6), Juventude Brochier (4) e Palmeiras (3).
A terceira rodada da Copa Integração será disputada em Bela Vista do Fão, Marques de Souza. O destaque fica para o jogo das 14h. Travesseirense e Juventude, principais rivais de Travesseiro, duelam por uma vaga na zona de classificação. O Juventude está invicto e aposta no bom entrosamento da dupla Alexandro Bertizzolo e Laerte Martini, autores dos gols na vitória sobre o São José na estreia.
Já o Travesseirense, após vencer na estreia o Juventus por 1 a 0, perdeu na segunda rodada para o Pouso Novo por 2 a 1 e busca a reabilitação no certame. Como o 7 de Setembro, líder com 6 pontos, folga, quem vencer o clássico pode assumir a liderança.
A três rodadas do fim da primeira fase, Botafogo e Copalto podem encaminhar a classificação se vencerem Real Lions e Juventude, respectivamente. Na classificação Botafogo e Copalto dividem a liderança com 6 pontos. Juventude (4), Esperança (3), Toma 10 (1) e Real Lions (sem pontuar).
Juventus x Pouso Novo
Travesseirense x Juventude
São José x Guarani
Folga: 7 de Setembro
Roca Sales
Campo do Concórdia
Copalto x Juventude
Esperança x Toma 10 Real Lions x Botafogo
Linha Germano – Flamengo x União
Bairro Languiru – Esperança x Saidera
Loteamento Oito – Atlético Gaúcho x
Bairro Teutônia – Gaúcho x Catarinen-
Folga: Ribeirense
Taça da Amizade
Linha Paissandu/Westfália – Palmeiras x Juventude Brochier
Centro/Boa Vista do Sul – Boavistense x Rui Barbosa
Centro/Poço das Antas – Serc Poço das Antas x Riograndense
Centro/Imigrante – Ecas x Juventude Berlim
Folga: 11 Amigos e Fluminense
Boqueirão do Leão
Matão – São José x Internacional
Progresso
Campo Branco
14h – Flamengo A x Amizade
16h – Internacional x Achados e Perdidos
Os confrontos da 4ª fase da Copa do Brasil foram sorteados nessa sexta-feira. O Internacional enfrentará o Corinthians. O jogo de ida será no Beira-Rio e o decisivo, em São Paulo. As partidas de ida serão nos dias 5/4 ou 12/4, enquanto os jogos de volta serão 12/4 ou 19/4.
Os cinco times que passarem pela fase avançarão para as oitavasdefinal.Láencontrarãooutros 11 clubes: os oito participantes da Libertadores 2017 (Atlético-MG, Atlético-PR, Botafogo, Chapecoense, Flamengo, Grêmio, Santos e Palmeiras), o campeão da Copa do Nordeste de 2016 (Santa Cruz), o campeão da Copa Verde de 2016 (Paysandu) e o campeão da Série B de 2016 (Atlético-GO).
Jogo contra o São Paulo será no Beira-Rio
Mesmo punido com a perda de dois mandos de campo, o Internacional jogará a partida diante

do São Paulo, de Rio Grande, no Estádio Beira-Rio. Isso porque o Estatuto do Torcedor define a confirmação da data do jogo com antecipação mínima, o que garante
portiva (STJD).
Para este sábado, o técnico Antônio Carlos Zago tem o retorno de D'Alessandro e Anselmo, que cumpriram suspensão contra o Juventude. O primeiro deve ser titular. O segundo deve figurar no banco de reservas. Recuperado de lesão no pé-esquerdo, Ceará também fica à disposição. Recém-contratado, o zagueiro Cuesta aguarda a regularização para estrear pelo Colorado e substituir o suspenso Paulão.
O provável time que entra em campo é: Danilo Fernandes, Alemão, Ortiz, Ernando (Eduardo), Willian, Uendel, Charles, Dourado, D'Alessandro, Nico López e Brenner.

a realização em Porto Alegre, neste sábado, às 19h.
Além da perda dos mandos, o Colorado terá de pagar multa de R$ 20 mil. Em primeira instân-
CONFRONTOS DA COPA DO BRASIL
cia, o Inter havia escapado sem punições de campo. O Veranópolis, por sua vez, foi absolvido. O Inter ainda poderá recorrer ao Superior Tribunal de Justiça Des-
Grêmio
A primeira parte do treino do Grêmio, no CT Luiz Carvalho, na manhã dessa sexta-feira, foi fechada. O técnico Renato Portaluppi elogiou as atuações do grupo, mas alertou para as chances desperdiçadas nas partidas anteriores.
Quando os portões foram abertos, a imprensa acompanhou um trabalho de finalização dos jogadores que não atuaram no jogo anterior. Participaram da atividade: Éverton, Fernandinho, Leonardo Gomes, Lucas Barrios, Lincoln, Kaio, Arthur, Bressan, Bruno Cortez, com os goleiros Bruno Grassi, Léo e Vitor.
Durante o período em que os portões estiveram abertos, não foi possível observar o goleiro Marcelo Grohe. Na
Jogadores se preparam para a partida da oitava rodada do Gauchão diante do Veranópolis, na Arena, neste domingo

quinta-feira, ele também não participou da atividade e dedicou a tarde para a realização de exames, que constata-
ram um edema muscular na coxa direita. Os atletas se reapresentam neste sábado, às 9h, na Arena,
para a atividade final antes da partida contra o Veranópolis. A disputa ocorre neste domingo, às 16h, na Arena.
Sábado
16hYpiranga x Novo Hamburgo
18h30minJuventude x Caxias 19hInternacional x São Paulo
Domingo
16hGrêmio x Veranópolis
18h30minPasso Fundo x Cruzeiro
Segunda-feira 20h30minSão José x Brasil

EquipesPGSG Novo Hamburgo1810 Grêmio124
Veranópolis122 Caxias114
Juventude11-1
Cruzeiro100 Brasil80
São Paulo8-3 Internacional7-1 São José7-1 Ypiranga4-6 Passo Fundo4-8





* Coroas Mirim é o segundo maior vencedor com sete títulos. No ano passado, ficou na segunda colocação, sendo derrotado na final pelo Banguzinho.
* A lista dos campeões continua com: Só Bala e Greminho (seis títulos), Atlanta (cinco), Fora D’Sério e Banguzinho (dois), Metralhas, Panelinha, AATT, AABB, Agricultura, CâmaraJunioreGalera.
Segunda divisão
de abertura terá 15 partidas nas três primeiras divisões. Jogos ocorrem a partir das 12h15min deste sábado
Com a participação de 43 equipes, a Copa CTC/ConstrutoraDiamondrealizaa primeira rodada no sábado. Quinze partidas serão disputadas a partir das 12h15min (vejano boxe). O certame é considerado um dasmaioresdoestado.
Os times competem em quatro divisões. Na primeira, segunda, terceira e quarta são 12. Eles jogam em turno único. Os seis melhores passam para a Série Ouro e os seis piores, à Prata. Outros sete disputam o título da primeira divisão. Eles jogam em dois turnos. Em cada turno, após a primeira
fase, serão divididos em um grupo comtrêsequipeseoutrocomquatro. Classificaram-seosdoisprimeirosde cada chave. O vencedor de cada turno disputa o título de campeão da temporada.
Até o fim da competição, em novembro, serão disputados 391 jogos. AarbitragemficaacargodaArbitragememFoco.
Para Ricardo Vargas Ferrão, coordenador esportivo do CTC, o torneio deste ano será o mais disputado. “Antigamentovocêsabiaquemseria o campeão, hoje não. A competição está muito parelha, com jogadores deexcelenteníveltécnico.”
*Em1973,oprimeirocampeãoda Copa CTC de Minifutebol foi o Metralhas.
*OtimemaisantigoaindaematividadeéoAliança.Formadopormédicos,advogadoseamigosfoifundado em 1974 – um ano após iniciar o campeonato. Entre os pioneiros, estavaomédicoLuizPauloBisogno.
* Com oito títulos, o Tocafogo é o maior campeão da elite. Das conquistas, sete foram de maneira consecutiva – 1986 a 1992 e 1994. Neste ano,disputaaprimeiradivisão.
Primeira divisão: Coroas Mirim/Charrua, Tocafogo, Rebordose, Aliança, Coroas Mirim D, EPTG
Segunda divisão: DK FC, Bitterflex, Lesionados, Coroas Mirim D, 100 Pressão, Pampero FC, S.E.R Falcatrua, Maragatos, AFE Executivos, No Migué, Metralhas e Coroas Mirim/ Arco Gás
Terceira divisão: S.O.S, Canhão, Toca Água, Supérfluos, Coroas Mirim/Posto do Arco, ADL, B.E.C, Coroas Mirim D, Ghost, Pumas, Dream Team e SER Sodabeb.
Quarta divisão: Lesionados/Velha Guarda, Limitados FA, Peladeiros, Baile de Monique, Descontrole, Aliança, Four, Kuasenada, La Barca, Dínamo, Kondenados S.A e Pampero.
O Clube Tiro e Caça abre neste sábado as disputas do Ranking CTC/Subway de tênis. O calendário de jogos do campeonato e calendário anual dos torneios de tênis para os atletas do CTC
foram apresentados em um coquetel nessa segunda-feira. As disputas das 1ª, 2ª, 3ª e 4ª classes e categoria iniciantes, todas masculinas, ocorrem nas sete quadras do clube.

Lajeado, Fim de semana, 18 e 19 de março de 2017
Com o objetivo de retornar à zona de classificação na próxima fase, o Lajeadense recebe neste domingo o Ser Panambi, de Panambi. A partida inicia às 17h, na Arena Alviazul. Ingressos são vendido somente na hora ao preço de R$ 10 (arquibancada), R$ 20 (cadeira), R$ 30 (visitante). Estudantes, com carteirinha, pagam meia-entrada. Sócios em dia não pagam.
Com 4 pontos, o representante do Vale do Taquari está na quinta colocação. Tem 1 ponto a menos que o terceiro colocado São Luiz, de Ijuí
O técnico Rodrigo Bandeira tem apenas o desfalque do zagueiro Danilo Mendes, expulso no empate com o União Frederiquense. Em contrapartida, o volante Josué, recuperado de lesão, retorna. O time que inicia a partida será confirmado apenas no treinamento deste sábado.
Como vem o adversário
Dono da pior campanha até o momento, o Ser Panambi, de Pa-
Jornalismo / redação: ahora@jornalahora.inf.br
Publicidade: comercial@jornalahora.inf.br
Assinaturas: assinaturas@jornalahora.inf.br
EquipePGSG
São Gabriel72
Aimoré53
Pelotas41
Santa Cruz40
Internacional4-2
Avenida2-1
Guarani1-1
Guarany1-2

nambi, perdeu os dois jogos que disputou, ambos por 1 a 0 para Brasil e União Frederiquense, respectivamente. O técnico Everson Aguiar enfrenta o desfalque do centroavante Vinícius de Oliveira, expulso na derrota para o Brasil. O provável substituto será Nilton Júnior.
A equipe que inicia o jogo é: Delone, Vacaria, Gandon (Muriel), Douglas, Samuel, Juninho, Alan, Pablo, Denílson, Dener e Nilton Júnior.
Líder do grupo do Lajeadense,
o União Frederiquense enfrenta o São Luiz, em Ijuí. Em Vacaria, o Glória recebe o Brasil. Em Bento Gonçalves, o Esportivo recebe o Tupi no confronto dos desesperados. Ambas as equipes ainda não venceram na competição e têm apenas 1 ponto.
Na chave A, o destaque fica para o clássico de Santa Cruz do Sul. Às 17h, o Avenida recebe o Santa Cruz, no Estádio dos Eucaliptos. Representante de Venâncio Aires, o Guarani vai a São Leopoldo, onde, às 16h, enfrenta o Aimoré.
EquipePGSG
U.Frederiquense72
Brasil61
São Luiz51
Glória51
Lajeadense43
Esportivo1-2
Tupi1-4
Panambi1-2
Domingo
16hPelotas x Guarany
16hAimoré x Guarani
16hInternacional x São Gabriel
16hEsportivo x Tupi
16h30minGlória x Brasil
17hAvenida x Santa Cruz
17hLajeadense x Panambi
18h30minSão Luiz x U.Frederiquense

As finais do Intercamping ocorrem neste sábado, no Camping da Pedra, em Picada May, Marques de Souza. A disputa do terceiro lugar inicia às 15h. A partida decisiva, entre Maravilha e Caí na Farra, ocorre às 16h.
Em busca do tetracampeonato, e segundo título consecutivo, o Maravilha terá a volta do volante Anderson Belmonte e do meia Dimitri Diehl, que não atuaram nas semifinais.
Campeão da edição 2011/12, o Caí na Farra, de Estrela, aposta no entrosamento dos atletas para ficar com o título. Fora da semifinal por causa de uma lesão, o meia Oscar Trapp retornar para a decisão. Na disputa do terceiro lugar, o Cruzeirinho, de Cruzeiro do Sul, enfrenta o Bohemios, de Arroio do Meio
Artilheiro: Fernando Roberto Rupp, “Fritz” (Ademar Gessos) – 11 gols Goleiro menos vazado: Miguel Bettio e Lucas Feil (Ademar Gessos)
