Lajeado, terça-feira, 14 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1802
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h
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Lajeado, terça-feira, 14 de março de 2017
Ano 14 - Nº 1802
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h
Três reuniões marcadas para hoje, em Brasília, debatem o modelo de concessão da BR-386, proposto pela Agência Nacional dos Transportes Terrestres. Comitiva regional, liderada pelo Codevat, tenta sensibilizar

EVERTON GIOVANELLA, presidente do Lajeadense sobre o pedido de alienar o patrimônio do clube Esportes
Página 3
Profissionais contestam mudanças sugeridas no serviço. Página 10 DISCUSSÃO RECORRENTE: Em um mês,
Terça-feira no Vale: predomínio do sol Mínima: 12°C - Máxima: 29°C TEMPO NO VALE
FONTE:CIH/UNIVATES

CEMITÉRIO MUNICIPAL
o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa, a atender as reivindicações do Vale. Deputados da bancada gaúcha acompanham o grupo, que também se encontra com o presidente do Congresso, Rodrigo Maia. CONTRA A LICITAÇÃO Taxistas
Não vou colocar mais dinheiro no clube. Não estou disposto a me comprometer para salvar uma coisa pela qual poucos se interessam. O governo de Lajeado investirá R$
Executivo deve apresentar novas regras para o comércio ambulante. Audiência entre vendedores, comerciantes e governo ocorre no dia 20. Página 8

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que era um rumor se confirmou. O Estado extinguiu a autonomia dos conselhos comunitários de pedágios em apresentar as prioridades de melhorias na infraestrutura viária. Essa tendência surgiu quando o governador José Ivo Sartori iniciou o chamado “diagnóstico” da EGR, logo nos primeiros meses de gestão. Criada nos anos de Tarso Genro, a estatal foi idealizada para ser um elo entre instituições locais e gestão dos pedágios, como uma forma de aprofundar o debate sobre as necessidades de obras em rodovias. Propósito que gerou otimismo em meio aos integrantes de entidades locais. Partia-se do pressuposto de que haveria mais controle da arrecadação, por conseguinte, mais facilidade em organizar quais despesas seriam fundamentais para garantir mais qualidade na infraestrutura viária. Com a troca de governo, a EGR passou por um processo constante de desmonte. Se tornou um peso

O conselho de pedágios se torna uma organização meramente ilustrativa. Sem poder de decisão e com pouca voz para sugerir. Nem mesmo um coadjuvante, o papel do Corepe passa a ser de figurante.
citado era desnecessário, pois tinha um trabalho equiparado ao do Daer. Nem de um lado, nem de outro. A EGR não mostrou a que veio, e o Daer está sucateado, como boa parte das repartições públicas do Estado.
Destituir a participação dos conselhos é uma mostra, mais uma, da falta de um planejamento de longo prazo para os setores públicos.
A cada troca de governo, uma nova ideia, um novo caminho. No fim das contas, o destino não se alcança. Não se chega ao objetivo central de dotar o poder público de ferramentas possíveis para atender o cidadão a contento.
O conselho de pedágios se torna uma organização meramente ilustrativa.
Sem poder de decisão e com pouca voz para sugerir. Nem mesmo um coadjuvante, o papel do Corepe passa a ser de figurante.
morto. Interpretação possível a partir dos discursos em que líderes do governo afirmavam que o órgão
Deputado Estadual Edson Brum PMDB Artigo
Ninguém contesta: o sistema previdenciário brasileiro precisa, de fato, ser reformulado. Já se confirmou que, matematicamente, a balança entre contribuição e benefício logo será insustentável. A Previdência se tornou pesada para o Estado e insuficiente para o cidadão. São raros os aposentados que recebem o necessário a uma maturidade digna. No entanto, no seu formato original, sua reforma não pode ser aprovada, sob pena de serem promovidas injustiças irreparáveis. Do jeito que está, sou contra. Antes de penalizar quem mais precisa dessa política pública, é preciso que se cortem gorduras e privilégios incompatíveis com um
país onde ainda se passa fome. As aposentadorias e pensões especiais, inclusive as da classe política, precisam ser revistas sob o mesmo rigor dos tecnocratas que defendem a atual proposta. Aliás, poucos deles um dia precisarão sobreviver do benefício do INSS comum à grande massa.
Reparadas as disparidades, é imperioso que se promova uma detalhada auditoria, um estudo de processos de gestão e do histórico do tão alarmado déficit. Contribuem com o INSS empregados e empresários de todos os portes. Paga-se, inclusive, no momento em que se faz qualquer pequeno reparo numa propriedade, como a construção de
A decisão do governo Sartori mostra que a proposta é retomar o modelo de pedágios privados,
nos moldes do apresentado pela ANTT para a BR-386. No plano em elaboração no Piratini, alguns sinais deixaram claro essa tendência. Sem dúvida, houve equívocos por parte do governo anterior em acelerar a atuação da EGR. O início dos trabalhos da autarquia foi repleto de problemas. Faltavam condições para acompanhar as melhorias necessárias nas rodovias.
Por outro lado, o sistema de pedágio comunitário estabelecia uma relação promissora nas diferentes regiões do RS. Tinha-se uma perspectiva de, a partir dos conselhos regionais, ter uma análise ampla e presente das demandas locais, com indicação das prioridades.
Agora o próximo passo é desmontar a EGR. Uma história meteórica. Da criação em 2012, com o início da administração no primeiro semestre de 2013, foram pouco mais de quatro anos. Tempo muito curto para ter uma avaliação definitiva sobre o modelo de pedágio comunitário.
um muro ou a instalação de uma cerca. A aposentadoria dos trabalhadores rurais, tida por muitos como onerosa, tem sua sustentabilidade econômica na mesma origem das demais. E não são poucos os recursos. É preciso, assim, especial atenção para que os trabalhadores e as trabalhadoras do campo não sofram qualquer prejuízo. Toda mudança em políticas sociais requer muito estudo e responsabilidade. Argumenta-se que a Previdência é responsável por 41% de todas as despesas da União. Mas são alegações contestáveis. Deixam de fora, no entanto, encargos e taxas da dívida pública. Na verdade, o Brasil ainda gasta mais com bancos
do que com os seus aposentados. Em 2015, pagamos R$ 502 bilhões em juros, enquanto o custo da Previdência ficou em R$ 436 bilhões. Somente com essa diferença, quantas injustiças seriam evitadas? Tributária, política, administrativa: há muitas reformas esperando que o Congresso Nacional as considere maduras para apreciação. Por que justo a da Previdência, frágil nos argumentos, precisaria ser votada com urgência? Aprofundemos a discussão até que os riscos de uma mudança para pior sejam superados. Os números, embora determinantes, devem estar a serviço do cidadão, e não o contrário.


15h30min – Ministério dos Transportes
16h30min – Presidente da Câmara dos Deputados
17h30min – Bancada Gaúcha
ano de concessão. Em Brasília, comitiva regional cobra alterações
Vale do Taquari
Abancada gaúcha na Câmara dos Deputados promete pressionar o governo federal para modificar o contrato de concessões das rodovias federais, que inclui a BR-386. Uma comitiva do Vale do Taquari terá hoje uma série de reuniões, entre elas, uma com o ministro dos Transportes, Maurício Quintella Lessa, para debater mudanças no projeto.
Mesmo com opiniões divergêntess, deputados mostram contrariedade à proposta apresentada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A previ-
são inicial é de que as primeiras obras comecem apenas após o 12º ano de concessão.
Heitor Schuch (PSB) afirma que não existe uma articulação em conjunto da bancada gaúcha desde o afastamento do coordenador do grupo, Giovane Cherini (PR). “A bancada está um pouco fragilizada. Estamos fazendo ações mais isoladas, porque este ano não tivemos nenhuma reunião.”
Schuch afirma que os deputados agem de forma individual para cobrar mudanças por parte do governo.
O socialista garante que o partido não apoiará o modelo de privatização apresentado até agora.
“Nesses moldes, somos totalmente contrários à retomada dos pedágios.” Porém, ele não acredita que a Câmara possa interferir de forma direta nos contratos. “Se o texto passar pela deliberação do parlamento, o governo vai ter muita dificuldade para aprovar. Agora, sabemos que essas coisas normalmente não vão para o parlamento.”
Com mais cautela e otimismo, Jerônimo Goergen (PP) quer conhecer melhor a proposta.“O importante é que antes das audiências públicasagenteconheçaaideiado governo.” Goergen explica a posturadevidoàsinalizaçãodoministro Lessa de alterar a proposta.
na passada, que tem a intenção de antecipar a concessão da 386.” Sem detalhes sobre o que seria essa “antecipação”, Goergen acredita que ela trate de fazer antes a licitação e começar mais cedo as obras na rodovia. Goergen também defende uma alteração na proposta da ANTT.
Diferente de Schuch, o progressista garante que a bancada gaúcha está articulada. “Isso não é verdade, com isso, o Heitor (Schuch) fragiliza a bancada e o Cherini (Giovane). Tanto não é verdade que temos a reunião amanhã (hoje).”
Deputado federal e presidente do PDT gaúcho, Pompeo de Mattos diz não conhecer a proposta do governo. Acredita que o texto apresentado até agora seja levado adiante. “Na verdade o projeto não existe, o que tem é um debate. Mas na forma como está proposto até me custa acreditar que seja verdade. Se essas propostas forem reais, elas são um absurdo.”
Mattos considera “um presente” para as concessionárias o fato de a previsão das obras iniciar apenas após 12 anos de pedágios. Para o parlamentar, o governo está lançando uma espécie de “boi de piranha”, apresentando uma proposta para aprovar outra. Mattos também critica a postura dos deputados do RS diante das propostas do governo federal. “A bancada se reúne para dizer amém para o governo. Ela virou uma bancada do governo, e não é do gaúcho, mas do federal.”
A comitiva regional é composta pela presidente do Codevat, Cintia Agostini; secretário-executivo da Amvat, Paulo Schneider; diretor do Departamento de Relações com Entidades e com o Poder Público da CIC-VT, Oreno Ardêmio Heineck; prefeito de Taquari, Emanuel Hassen, o “Maneco”; e o ex-prefeito de Tio Hugo, no Alto da Serra do Botucaraí, e representante da Famurs, Verno Adair Müller. Além do encontro com o ministro, o grupo se reunirá com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ), e com toda a bancada gaúcha. A ideia é conseguir mais tempo para debater o edital de concessão, que ainda não tem data para ser aberto. Nesta quinta-feira, 16, uma audiência pública sobre o tema ocorre no Teatro da Univates, em Lajeado, a partir das 14h.
Arvorezinha
Com 3,9 mil votos Rogério Fachineto (PDT) foi eleito no domingo, 12, para comandar o município até 2020. A votação confirmou a vitória dos opositores no município, que haviam
vencido a disputa no pleito de outubro, quando o partido lançou Sérgio Reginatto Velere para a disputa.
A vitória de Fachineto sobre Jaime Borsatto (PP) foi apertada, com o pedetista conquistando 80,8% do eleitorado. Borsatto,
que ocupava a prefeitura interinamente, foi apoiado por oito partidos (PP\PTB\PMDB\PSB\PV\ PSDB\PSD e PCdoB). Em outubro, ele foi eleito vereador e escolhido para substituir Luiz Paulo Fontana (PSDB), prefeito que concorreu a reeleição em 2016.
A candidatura de Velere foi cassada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele foi impedido de assumir o cargo após o tribunal confirmar uma condenação de 2008, quando o pedetista era prefeito. Ele foi julgado
por contratar serviços de uma mecânica pesada e compra de peças.
Como o concorrente de Velere, o tucano Fontana, respondia a dois processos por compra de votos, a situação optou por trocar o candidato.
Oempresário Rafael Fontana é o novo presidente da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales), para o biênio 2017-2019.
Eleito na sexta-feira, ele já dirigiu a entidade entre 2007 e 2009. Mesmo depois de sete anos, enfrentará antigos desafios, como destravar o projeto do trem turístico. Disseminar o conceito de turismo como negócio também está entre as metas do novo gestor.
“Precisamos convencer o poder público e privado de que é interessante investir no turismo, que ele pode gerar desenvolvimento econômico”, cita Fontana.
No fim do ano, a entidade deverá analisar os indicadores econômicos do turismo no Vale, com base no consumo dos turistas na região. Dados que, para o presidente, facilitarão a visão dos empreendedores.
Junto à iniciativa pública, Fontana quer promover a implementação dos planos, conselhos e fundos de turismo. Auxiliares técnicas da Amturvales auxiliarão nesse processo.
“Hoje, a grande maioria não tem o que é algo básico. Com o plano em mãos, poderão formular suas próprias estratégias, definir critérios de investimento e olhar com mais intensidade para os


seus atrativos.”
Melhorias na infraestrutura e sinalização estão entre as principais demandas públicas para fortalecer o turismo.
Outro foco de Fontana será a criação de um roteiro turístico do Vale. Um produto que integre to-
dos os municípios, e facilite a venda da região como destino único pelas agências.
“Precisamos juntar tudo isso para que os turistas sintam-se motivados a passar mais que um dia no Vale. Hoje eles estão vindo, mas não permanecem.”
Conforme o novo presidente, entre 2009 e 2016, o número de vi-
sitantes quadruplicou na região, passando de 36 mil para 156 mil. Desses, 40 mil conheceram as Delícias da Colônia.
“Tem aumentado gradativamente, em alguns pontos. É necessário que isso seja mais geral.”
A vinculação do destino com Porto Alegre e a Serra Gaúcha facilitaria o processo, assim como a parceria com as agências de viagens, considera.
“Queremos conversar com os agentes. Verificar o que é necessário para que sintam-se atraídos a vender a nossa região.”
Fora dos trilhos
Lançado oficialmente em setembro de 2014 e pleiteado faz pelo menos dez anos, o trem turístico entre Estrela e Guaporé custa a sair do papel.
Fontana afirma que, em breve, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deve informar a Amturvales as normas de segurança necessárias para o transporte de passageiros.
Hoje a Ferrovia do Trigo só tem concessão para o transporte de carga, feito pela Rumo/ALL. “Vamos avaliar essas exigências e verificar o que pode ser feito.”
Depois, será preciso autorização do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e da Associação Nacional dos Transportes Ferroviários.
Somente a partir de então, a Serra Verde Express poderá usufruir do trecho. A empresa
Nova diretoria
Presidente: Rafael Fontana
Vice-presidente: prefeito de Muçum, Lourival Aparecido Bernardino de Seixas
Secretário: prefeito de Estrela, Carlos Rafael Mallmann
2º secretária: vice-prefeita de Arroio do Meio, Eluise Hammes
Tesoureiro: empresário de Anta Gorda,Vanildo Luiz Roman
2º tesoureiro: secretário do Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura de Lajeado, Douglas Sandri.
pretende investir mais de R$ 1 milhão no local. Os municípios ficarão responsáveis por melhorar a infraestrutura das estações. O Dnit já liberou os pontos para os municípios de Colinas, Guaporé e Muçum. Estrela, Dois Lajeados e Roca Sales ainda aguardam desvinculação do órgão, que estaria em fase de conclusão.
Estrela pretende construir uma nova estação em estilo alemão, ao custo de R$ 230 mil. O local contará com espaço para artesãos. Antes do trem, o município pensa em ofertar um passeio de barco.
“Há toda uma estrutura a ser feita. É difícil dar uma previsão de quando isso deve sair do papel. Mas é um de nossos principais objetivos”, prevê Fontana.

Sthas projeta investir R$ 385 mil na construção de 256 gavetas e 44 ossários
Lajeado
Ogoverno municipal publicou edital de chamamento para mais de cem famílias que têm parentes enterrados no Cemitério Municipal Travessa da Paz, do bairro Florestal. O documento chama os herdeiros e demais responsáveis a comparecer, no prazo de até 30 dias, à sede da secretaria de Habitação e Assistência Social (Sthas) para tratar sobre “a retirada de sepultura”.
De acordo com o secretário da Sthas, Lorival Silveira, a intenção é construir o bloco II de gavetas no espaço onde hoje estão as mais de 130 sepulturas. Para isso, o governo estima gastar cerca de R$ 385 mil na construção de 256 gavetas e mais 44 pequenos ossários.
As mudanças no cemitério municipal iniciaram na gestão passada, após aprovação de nova lei sobre as regras de funcionamento desses espaços públicos. Desde março de 2016, não houve enterros no local. Todos os mortos – desde aquela data – foram sepultados em 160 gavetas construídas a partir de novembro de 2015. Dessas, ainda restam cerca de 30.
“Com a estrutura atual, teremos espaço em gavetas só até maio. Nossa média é de dez a 11 mortos a cada mês. Vamos exumar esses corpos para garantir mais espaço. Creio que, com as 256, teremos mais dois anos de espaços garantidos”,

avalia Silveira.
A intenção da Sthas com o chamamento é encontrar os parentes para verificar um possível novo destino às ossadas. Nos casos em que não houver responsáveis, a intenção é resguardar os restos mortais em saco plástico especial e identificado.
“Esses restos mortais estão sendo colocados em uma vala comum, e cobertos com terra. É um improviso que vem da gestão passada, e que queremos encerrar com a construção dos ossários”, comenta o secretário. No local, de acordo com os últimos levantamentos, estão enterradas mais de três mil pessoas e, após esse novo investimento, serão 413 gavetas.
No fim de 2015, a legislação que trata dos cemitérios públicos – vigente desde 1986 – foi atualizada pelo Executivo, com aprovação e emendas do Legislativo. A principal mudança foi a proibição de sepultamentos em solo em dois espaços. Além disso, os arrendamentos passaram a ter prazo até cinco anos, podendo ser renovado por mais três, mediante pagamento.
Após o período, os restos mortais serão removidos ao ossário municipal. Familiares ou responsáveis poderão optar pela remoção a outro local. Além disso, em regra geral, nenhuma exumação poderá ser feita antes de três anos da data de sepultamento, e fica-
Teutônia
Na semana passada, o secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Gilson Hollmann, e a gestora ambiental, Priscila Cavalleri, estiveram na Fepam para buscar a liberação do processo de verticalização do aterro sanitário.
Com a campanha de conscientização da coleta seletiva de lixo e o cadastro de catadores, acre-
dita-se que a vida útil do aterro aumentará. Além da liberação de verticalizar o aterro em dois metros, há o estudo para a criação da terceira célula.
De acordo com o secretário Hollmann, a notícia da liberação trouxe um alívio. “Agora precisamos nos conscientizar cada vez mais que é necessário separar o lixo.”
Fonte de renda
Para o aposentado Osmar Stamm, trabalhar como catador de resíduos é uma forma de acrescentar renda. Por mês, o morador do bairro Teutônia recolhe mais de uma tonelada de lixo reciclável, entre garrafas PET e papelão. A renda chega a R$ 1 mil. Trabalha oito horas diárias, sem folga semanal. Stamm elogiou a organização da prefeitura, que cadastrou e distribuiu jalecos para identificar os catadores.
rão isentas de pagamento das taxas as famílias carentes registradas no Cadastro Único.
A estrutura do Travessa da Paz está em péssimas condições. Os parentes que visitam os túmulos enfrentam calçadas quebradas – ou a completa falta dessas –, capim alto sobre as sepulturas, proliferação de insetos, lixo e lápides quebradas. Pouca iluminação à noite e insegurança são outros problemas verificados no local.
De acordo com Silveira, a Sthas finaliza o planejamento para melhorias em todo o espaço localizado ao lado da rodoviária. O objetivo é construir outros blocos de gavetas – podendo chegar a até quatro mil espaços verticais – para receber, também, as ossadas enterradas em outro cemitério municipal, localizado entre os bairros Jardim do Cedro e Santo Antônio. A secretaria já tem um projeto arquitetônico para esse investimento.

Teutônia
Achuva de domingo levou lama a pelo menos duas residências no bairro Languiru. Pedras e troncos também invadiram casas. Os deslizamentos aconteceram no condomínio Costa Verde, construído na encosta do Morro das Antenas. Uma das famílias perdeu móveis e eletrodomésticos. Em menos de 30 dias, foi a segunda vez que a água invadiu casas naquela região. Na primeira, em fevereiro, a lama desceu do Morro das Antenas e interrompeu o tráfego na ERS-419. Os sedimentos tiveram de ser removidos com patrolas.
De acordo com uma moradora, um abaixo-assinado pede a interrupção das obras. Ela cobra um estudo mais detalhado sobre o impacto na fauna, flora e nas residências próximas à encosta do morro. “A gente tem medo que vá descer tudo para baixo, pois é uma terra arenosa e eles ficam implodindo rochas a todo momento.” A moradora não consegue dormir à noite, principalmente quando chove. “Dá para ouvir as pedras descendo.”
Para o professor de Engenharia Ambiental, Guilherme Garcia de Oliveira, o risco de um novo deslizamento é relativo. Conforme ele, para liberar uma obra dessas, depende do tipo de solo, do subtrato das rochas e da proximidade com rios e arroios. “Evidente que na medida que aumenta a declividade começam as restrições para ocupação.”
Sobre as enxurradas, afirma que esse tipo de fenômeno é típico no Vale. Só em 2010, houve mais de 130 deslizamentos na região. Para ele, o fato de ser a segunda enxurrada em menos de 30 dias é incomum. "Não temos outro registro neste período na região."
O professor alerta que em morros há vertentes e possivelmente deve ter mudado o curso natural da água. “É preciso ficar alerta. Talvez a obra esteja mesmo influenciando."

Em março de 2010, um abaixo-assinado foi entregue ao MP. A comunidade solicitava investigação sobre os riscos que a intervenção humana causaria à natureza e às moradias. O promotor Jair João Franz acatou o pedido e embargou a obra por dois anos. Foram realizadas audiências na Promotoria. Os proprietários do Condomínio Costa Verde apresentaram um Estudo de Impacto Ambiental e assinaram compromisso de compensação ambiental com o plantio de 720 mudas de árvores frutíferas nativas em Áreas de Proteção Permanente (APP). Outra ação devida é o plantio de 280 mudas na área do condomínio e a construção de uma praça junto à Associação de Moradores, na zona norte de Languiru. Em maio de 2012, o MP emitiu Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) e liberou o andamento da obra.
A gente tem medo que vá descer tudo para baixo, pois é uma terra arenosa e eles ficam implodindo rochas a todo momento. Dá para ouvir as pedras descendo
Moradora

temem deslizamentos maiores e cobram interrupção da obra
Os representantes do Costa Verde, engenheiros, Defesa Civil, administração municipal e Bombeiros Voluntários se reúnem hoje para encontrar soluções aos problemas gerados pelas obras. Conforme o secretário do Planejamento e coordenador da Defesa Civil, Ricardo Wagner, a única alternativa é acelerar a construção. “Não tem como trancar a obra. Eles têm que terminar mais rápido. Exigiremos um cronograma da obra”. Ele afirma que é emitido um relatório mensal sobre o impacto ambiental. Para o escoamento da água, foram construídas canalizações e tanques para armazenamento e liberação gradativa.
Segundo Wagner, um dos motivos da enxurrada foi o entupimento dos canos, gerando o deslocamento de terra e água até as casas. A construção no conhecido Morro das Antenas teve aprovação do Conselho Municipal de Meio Ambiente.

Lajeado
Ocomércio de ambulantes volta ao debate. O governo municipal promete anunciar, hoje, medidas alternativas para o impasse histórico entre vendedores e comerciantes.
Detalhes finais da proposta foram firmados ainda ontem pela Secretaria de Planejamento e Urbanismo, que pretende disciplinar o comércio irregular.
Na semana passada, durante reunião-almoço na Associação Comercial e Industrial de Lajeado (Acil), o prefeito Marcelo Caumo já indicou providências que serão tomadas.
Ele anunciou a realização de uma audiência com os ambulantes, no dia 20, a fim de alertá-los sobre a necessidade de regularização, por meio da solicitação de alvará na prefeitura.
AfirmouaindaquearuaJúliode
Castilhos não pode ficar “do jeito que está.” Hoje, a via é o principal ponto de venda itinerante, e também de reclamação dos proprietários de comércios fixos. “Novo formato será apresentado e as regras precisam ser cumpridas”, disse Caumo aos empresários.
Somente ontem, havia mais de 15 ambulantes na rua central. A

maioria vendia produtos pirateados, proibidos pela legislação.
Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Heinz Rockenbach, a melhor alternativa seria aumentar a fiscalização.
O tema já foi tratado com a administração, que ainda estava se inteirando do caso, e não teria recursos humanos suficientes para atender a demanda.

Outra opção seria a instalação de um camelódromo, como suge-
Meu produto é artesanal, feito no Brasil, tudo taxado. Isso é meu ganha-pão. Pago imposto para vender e morar aqui, então, é um direito meu”
Arnóbio Monteiro Neto ambulante
rido pelo vereador Carlos Eduardo Ranzi. “Sei que não são coisas que podemos definir de uma hora para outra, mas algo precisa ser feito. Do jeito que está, não dá mais.”
Ele reclama que, além de atrapalhar a circulação pelas calçadas, parte dos ambulantes também não paga impostos. “Precisa haver também uma conscientização das pessoas. Elas nem sabem a origem desses produtos. Deveriam procurar saber a procedência.”
Rockenbach participará da audiência para auxiliar na busca por uma solução.

Daqui eu não saio”
Arnóbio Monteiro Neto, 43, também estará na audiência. Natural do Rio Grande do Norte, ele reside em Lajeado faz oito anos. Tem alvará do município, e vende redes e mantas.
Apesar de saber das regras, ontem era mais um na Júlio de Castilhos. “Daqui eu não saio. Não adianta eu ir para outro lugar, não tem movimento.”
Ele afirma que tem alvará para vender em Estrela, e lá não há restrições, assim comoemVenâncioAires.Na audiência, pretende abordar a situação, e mostrar a importância do trabalho que faz. “Meu produto é artesanal, feito no Brasil, tudo taxado. Isso é meu ganha-pão. Pago imposto para vender e morar aqui, então, é um direito meu.”
Abion Dia, 27, está na região faz dois anos. Veio do Senegal, com um grupo de amigos, e conhece a legislação. Mas, pelos mesmos motivos de Neto, não quer cumpri-la.
Ontem, ele também estava na Julio, com outros cinco ambulantes. Vendia óculos e capas de celulares em expositores improvisados no chão, e escorados na parede de um banco.
“Não querem nos dar alvará, então continuamos assim. Acho que se tivesse um local fixo seria melhor, porque assim complica para nós.”
Estrela
O Executivo publicou, nessa sexta-feira, o resultado e a classificação dos processos seletivos simplificados para a saúde. Os editais se referem aos cargos de médico psiquiatraCaps,enfermeiro,técnico em Enfermagem, enfermeiro ESF, técnico em enfermagem ESF, agente de combate às endemias e motorista. O resultado pode ser consultado no www.estrela.rs.gov.br
Um grupo de proprietários de lanchas, jet skis e embarcações reivindica melhorias na rampa ao leito do Rio Taquari. O local conhecido como Buraco dos Cachorros carece de sinalização, limpeza e iluminação. Frequentadores reclamam da insegurança.
Na sexta-feira, cerca de 30 pessoas se reuniram com o secretário de Obras, Cristiano Nogueira, e o vereador, Thiago Augosto Lehnen (PSDB). Eles apontaram uma série de melhorias.
Lajeado

O encontro foi articulado depois que um grupo solicitou ao prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, melhorias no acesso ao leito do rio, no Porto dos Bruder, no outro lado do Taquari. A reunião ocorreu na terça-feira. “Nesse encontro, houve resultado. De imediato, o governo de Lajeado se comprometeu em fazer algumas melhorias. Nossa intenção foi pleitear algumas em Estrela”, justifica a instrutora náutica, Josi Kafer.
Segundo ela, no Buraco dos Cachorros, faltam placas de sinalização. “É comum os banhistas não darem espaço para as embarcações passarem. Não sei de casos de acidente, mas é perigoso.” Na avaliação dela, é necessário delimitar os locais para banho e os de embarque e desembarque de veículos.
De acordo com Josi, o município se comprometeu a fazer reformas em até duas semanas. Todas as reivindicações devem ser atendidas em etapas. Segundo o secretário Nogueira, roçada, patrolamento da via e sinalização devem ser feitas logo.
Uma das ideias sugeridas durante o encontro é a ampliação do estacionamento. Outra é a correção e ampliação da rampa ao leito do rio. Segundo o secretário, isso dependerá de análise ambiental. “Essa sugestão pode demorar. Estamos falando de um ponto no leito do rio e precisamos de uma avaliação ambiental para evitar problemas.”
O município fará projeto para implantar iluminação. Nogueira
– Manutenção da estrada e rampa com patrolamento
– Roçadas
– Iluminação
– Demarcar as áreas de estacionamento, manobra e banho – Ampliar a área de estacionamento – Alargar a estrada – Asfaltar a rampa e aplainá-la
destaca que o Buraco dos Cachorros fica distante cerca de um quilômetro da rede elétrica. A execução deve demorar para sair do papel.
De acordo com Josi, o objetivo do grupo é transformar o local em um espaço de lazer para toda a comunidade. Hoje a falta de roçadas não atrai os moradores e oferece risco para quem frequenta.
Furtos têm sido comuns. “Muitas pessoas deixam os carros estacionados, vão para o rio e, quando voltam, se deparam com o veículo arrombado.” Segundo ela, com as roçadas, a área se torna mais segura.
Devido aos problemas no local, os proprietários de lanchas e jet skis têm frequentado o Porto dos Bruder, em Lajeado. Segundo Josi, o local foi adotado até que as melhorias sejam feitas em Estrela.
O escritor Deolí Gräff será nomeado presidente da Academia Literária do Vale do Taquari (Alivat). O evento de posse da nova diretoria ocorre hoje, às 19h30min, no Centro Cultural Dr. Wilson Dewes. É a segunda vez que o jornalista assume a função. O primeiro mandato ocorreu entre 2011 e 2012.
A gestão 2017/18 conta com exercício dos escritores: Ney Arruda Filho (vice-presidente), Vera Nicareta (1a secretária), Airto Gomes (2º secretário), Rudimar Haunstein (1º tesoureiro), João Paulo da Fontoura (2º tesoureiro), Nara Knaak (1a diretora de Acervo) e Marcos Frank (2º diretor de Acervo). No Conselho Fiscal estão: Alício de Assunção, Ana Cecília Togni e Marcos R. Frank. O mandato conta com os suplentes Márcio M. Caye e José A. Schierholt.
Ao assumir a presidência, Gräff terá o desafio de continuar ações da academia. Entre elas, a Caravana da Alivat. “Iniciamos esse evento no ano passado. Trata-se da formação de um grupo de escritores que visita municípios do Vale para participar de eventos culturais”, explica.
O escritor também quer que a Alivat marque presença na Feira do Livro de Lajeado. “Esta é uma oportunidade de divulgarmos nossos livros e de contato entre escritores e leitores”, lembra.
Para ele, o papel da Alivat é incentivar a produção literária. “Estimamos que há um grande número de escritores aqui, que produzem bons textos. Nossa atribuição é justamente incentivar a atuação desses talentos e incentivar a leitura e descobrir novos escritores”, comenta.

Posse de
crições para a 5ª edição do Concurso Literário. “Diferente do ano passado, em que abrimos inscrições para todo território nacional, este ano queremos dar ênfase ao trabalho feito na região de abrangência da entidade”, lembra. Outro evento que ganhará força é o Colóquio Literário. “São encontros mensais onde discutimos a literatura sob várias formas. Nossa diretoria vai incrementar esse evento, abrir para a participação da comunidade e envolver outras manifestações artísticas.”
A Alivat foi fundada em 4 de outubro de 2005. É formada por 40 cadeiras. Dessas, há 27 ocupadas. No ano passado, duas vagas de titulares foram renunciadas e uma foi aberta por conta da morte de Gino Ferri. “Nossa proposta é ocupar mais dez cadeiras. A escolha dos escritores é feita internamente, conforme estabelecido em estatuto. Cada acadêmico pode indicar sugestões, mas a decisão ocorre após assembleia. Os escolhidos só poderão ser relevados após a eleição”, explica.
A academia é mantida com a contribuição mensal dos escritores.

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ontrariado com a licitação para definir a permissão dos pontos de táxi, um grupo recorreu ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e à Justiça para anular o edital. Muitos profissionais temem perder o direito de explorar o serviço.
Os envelopes contendo a documentação e a proposta técnica serão abertos hoje, às 9h, na câmara de vereadores. Ontem pelo menos 24 taxistas protestaram em frente à prefeitura. Eles saíram em carreata do bairro Boa União e passaram pelo centro. Às 10h30min, foram recebidos pelo prefeito Rafael Mallmann. Os taxistas contestam as mudanças no modelo para exploração do serviço. A principal delas é o fim da transferência da permissão por hereditariedade ou venda do ponto. Com o edital, a concessão será de dez anos e pode ser renovada pelo mesmo período.
Mauro Aurélio Sthneider trabalha desde 1999 como taxista. Na época, adquiriu o ponto do primo. “Meu tio tinha placa desde meados de 1970. Ele morreu e meu primo teve direito de explorar. Ele não tinha interesse e eu adquiri o ponto e vivo desse trabalho.”
Para um dos líderes do grupo, José Carlos da Rosa Fagundes, 58, o edital fere a Constituição. “Estamos preocupados porque há colegas com mais de 40 anos de profissão que podem perder a permissão.”
Ele afirma que muitos adquiriram o direito pelo ponto antes de 1993, antes da vigência da lei das licitações. “Sugerimos que a licitação seja válida para quem adquiriu a permissão depois de 1993.” Pelo menos 36, dos 38 taxistas do município, atuam antes de 93.
Além disso, na avaliação dele, os táxis desempenham um trabalho de utilidade pública, da mesma forma que uma farmácia. “Nós não fazemos um ser-

viço público. Se uma farmácia não precisa passar por licitação, acredito que nós também não precisamos.”
Estrela tem 42 pontos de táxi registrados. Apenas 38 têm cadastro ativo. O edital prevê seleção de 42 novos permissionários. Outros dez farão parte de um cadastro reserva. Dos itens de maior pontuação na classificação, um é o tempo de habilitação.
Segundo Fagundes, isso beneficia motoristas mais antigos, mas prejudica os mais jovens. “Eu tenho carteira de habilitação faz 36 anos. Acredito que não vou perder minha permissão. Mas, no caso do Mauro, que é mais jovem, ele será prejudicado.”
Os outros itens com maior pontuação estão relacionados ao veículo e incluem segurança e conforto.
Os selecionados poderão escolher em quais pontos atuar. Os primeiros selecionados terão a possibilidade de optar, por exemplo, pelos locais de maior movimento. Isso também preocupa os taxistas. “Mesmo que mantenha minha permissão, dependendo da classificação, terei que mudar de ponto”, afirma Fagundes. Ele é um dos oito permissionários que atuam na rodoviária, um dos lugares de maior movimento.
Na avaliação de Ernani Ludwig, 59, o grupo começou a se articular de forma tardia. “Tentamos no fim do ano passado agendar uma reunião na Promotoria, mas em várias situaçõesnãodeucerto,veioorecesso de fim de ano e o encontro não aconteceu.”
A associação dos taxistas não se envolveu na mobilização. Um grupo que trabalha na rodoviária comenta que nem telefone o presidente atende. Eles também reclamam da falta de diálogo por parte do governo.
Por meio de nota, o município diz que não havia exigência de consulta com os atuais permissionários. Mesmo assim, afirma que proporcionou diversos encontros, inclusive, com os membros da associação, para ouvir os anseios e eventuais reclamações que pudessem ensejar um maior controle dos serviços dos futuros permissionários. Areportagemcontatouaassociação dos taxistas, mas não obteve retorno.
Segundo Fagundes, a reunião com o prefeito não teve resultados satisfatórios. “O prefeito disse que pode ser responsabilizado se não fizer licitação e, por isso, não havia nenhuma solução para essa situação.”
Lajeado
As 160 famílias contempladas no Programa Minha Casa Minha Vida conhecem a partir das 10h de hoje os apartamentos do condomínio Novo Tempo 2, no bairro Santo Antônio. A entrega ocorre no condomínio, construído pela empresa ALM Engenharia e Construções, sediada em Venâncio Aires
A construção iniciou em janeiro de 2014, com prazo inicial de término para julho de 2016. Uma série de problemas, entre eles, furtos frequentes, causaram o atraso das obras. Ontem à noite, os futuros moradores participaram de uma reunião de formação de condomínio. O encontro ocorreu no

ginásio Nelson Brancher, onde a representante da Alfa City, empresa com sede em Porto Alegre que fará a gestão do condomínio, explicou os principais direitos e deveres dos proprietários.
Mesmo recebendo as chaves dos imóveis, os proprietários não iniciam hoje a mudança para os apartamentos. O cro-
Lajeado
O espetáculo do Concerto da Orquestra Jovem do Sesi, Grupo Vocalize e Vocal Nota Livre reuniu fiéis da Comunidade Evangélica de Confissão Luterana em Lajeado (IECLB) e da Congregação Evangélica Luterana Cristo (IELB) no domingo, 12, no Teatro da Univates. O evento integra as festividades aos 500 anos da Reforma Luterana, comemorada no dia 31 de outubro.
A celebração quer resgatar o legado de Martinho Lutero. A mobilização começou no ano passado e une voluntários das duas entidades luteranas que atuam no Vale do Taquari. A receptividade do público agradou o pastor da IECLB, Eric Nelson. “Valorizamos a cultura e a música, veículos essenciais da palavra de Deus. A arte ensina a viver de forma leve, solta e alegre”, lembra. Já para o pastor Mário Hartmann, é preciso seguir construindo o aprendizado de Lutero.

O casal Lilian Petter, 55, e Erico Wallauer, 61, participou do espetáculo. Para eles, Lutero trouxe nova visão sobre o mundo e em relação à fé. A comemoração aos 500 anos da Reforma Luterana segue ao longo do ano. A festa culmina no dia 31 de outubro com um evento sediado pelo Colégio Evangélico Alberto Torres (Ceat).
O concerto foi dividido em blocos, com a participação especial do Grupo Vocalize e Nota Livre, além de quatro solistas. Para o
maestro da Orquestra Jovem, Edson Wiethölter, foi uma honra estar presente. “Foi um desafio reger o espetáculo, por ser luterano e ser tocado diretamente no que acredito e prego como gestor do Colégio Sinodal Gustavo Adolfo”, menciona.
Wiethölter criou um repertório com canções clássicas e com passagens bíblicas. “Juntamos a melodia profana com poesias sacras. É o que Lutero fazia há 500 anos. Acolhia o que a população cantava, mas incluía na melodia as passagens da bíblia”, lembra.
Santa Clara do Sul
nograma de mudança definido ainda hoje, de acordo com os andares dos apartamentos das famílias.
De acordo com a Secretaria de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sthas), os primeiros moradores começam a chegar ao condomínio a partir de amanhã, 15. A divisão é necessária para que as famílias não se mudem todas no mesmo dia.
Cada apartamento tem cerca de 50 metros quadrados, com sala, cozinha, dois quartos e banheiro. As parcelas variam entre R$ 80 e R$ 270.
Com o Minha Casa Minha Vida em Lajeado, 448 residências começaram a ser construídas.
Empreendimento maior, o Novo Tempo 1, com 288 imóveis, não tem previsão de entrega.
Para marcar a passagem dos 25 anos de emancipação político-administrativa, o governo programa atividades culturais e musicais entre os dias 16 e 20.
Uma das atrações é a unidade móvel do Sesc, denominada de RecreArt, onde ocorrerá a maioria das apresentações durante os cinco dias de festividades. Estão previstos vários espetáculos teatrais, com destaque para O Homem Banda. Outro show é o da Orquestra de Concertos de Lajeado (Oclaje). Também haverá contação de histórias com o escritor Kalunga, baile da terceira idade, sessão de cinema e reunião solene da câmara de vereadores. No domingo, 19, a programação ocorre no Parque Multiesportivo Odilo Klein.


Fonte:BlogTributário
As regras para as declarações do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017, ano-calendário 2016, que começaram a ser entregues no dia 2 de março, sofreram seis mudanças em relação ao ano anterior.
Foram mantidos os valores relativos à dedução de gastos, prazos para restituição e alguns pontos na tabela do IR. Confira as mudanças
A tabela do Imposto de Renda foi reajustada com porcentagem menor do que a inflação do período. Passam a ser obrigadas a declarar todas as pessoas com rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 – reajuste de 1,54% sobre o valor de R$ 28.123,91 no ano anterior. O reajuste de 1,54% também foi aplicado na tabela do imposto para quem realiza atividades ruraisR$ 142.798,50 ante a R$ 140.619,55. Para rendimentos não tributáveis ou tributados na fonte, a tabela não foi alterada. Fica obrigado a declarar quem recebeu mais de R$ 40 mil provindos dessa natureza, assim como o valor para propriedade de bens em R$ 300 mil.
Redução da idade mínima para apresentação de CPF para dependentes
Até 2016, todos os dependentes com mais de 14 anos precisavam ter o número do CPF informado na declaração. Neste ano, a obrigatoriedade passou para 12 anos completos até 31/12/2016.
Próximos cursos
A partir de 2017, o programa gerador do Imposto de Renda será atualizado automaticamente, não sendo necessário, portanto, baixar um novo arquivo em 2018.
Incorporação do programa de transmissão no programa de geração
O Receitanet agora está incorporado ao programa gerador do Imposto de Renda, logo não é necessário baixar o arquivo.
Mudanças no layout do programa
De acordo com a Receita Federal, a ficha de rendimentos isentos e não tributáveis ganhou uma aba a mais. Também há um campo para preenchimento (não obrigatório) de e-mail e celular do contribuinte.
Expectativa de recebimento de declarações
A Receita Federal estima 28,3 milhões de declarações a serem realizadas neste ano. Em 2016 foram recebidas 27.960.663. Os números não representam a quantidade de contribuintes, já que muitas pessoas fazem declarações retificadoras.
Publicado originalmente em http://www.blogtributario. com.br/2017/03/02/declaracao-do-imposto-de-renda-conheca-novas-regras/.

Vale do Taquari
As alterações propostas pelo governo do Estado aos Conselhos Comunitários das Rodovias Pedagiadas (Corepes) preocupam conselheiros da região. Desde fevereiro, o número de trechos foi reduzido de oito para cinco em todo RS.
As reuniões anuais com a presença de representantes da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) foi diminuída de quatro para, no mínimo, duas por ano. Em todo estado, eram feitas 32 e agora serão apenas dez.
De acordo com o presidente da entidade, Nelson Lidio Nunes, as mudanças buscam reduzir gastos públicos e tornar os conselhos mais racionais. “Em cada reunião, era necessário direcionar recursos para pagamento de diárias e deslocamentos. Na situação que o Estado está, devemos economizar o máximo possível.” O valor a ser poupado não foi divulgado pelo presidente. Para ele, na prática, nada muda e os atores locais participam da mes-
ma forma.
Conforme a presidente do Codevat, Cintia Agostini, as alterações comprometem a autonomia e a participaçãodosCorepes.“Essamudança tira o sentido da sociedade participardoprocesso.Deixamosde ter um olhar regional para ter um individualizado.”
Redução da participação
Pelo modelo anterior, cada conselho era composto por 16 membros titulares. Com o novo, cai para nove. De acordo com o decreto publicado do Diário Oficial do Estado, a partir de agora, três membros do Estado participam como titulares. A sociedade civil integra o grupo como convidada.
A indicação dos integrantes locais ocorre por meio de apresentação de lista tríplice encaminhada para a SecretariadeTransportes.Naavaliação de Cintia, esse arranjo mostra a reduçãodaparticipaçãoregional.
As atribuições dos Corepes mu-
dam. A função dos conselheiros fica centralizada na sugestão e acompanhamento dos trabalhos da EGR. Itens como o plano de exploração e o plano de obras e investimentos nas rodovias deixam de ser aprovados pelos membros. Agora, eles apenas podem opinar.
Alguns trechos são unificados. Com isso, o governo fez a junção do trecho 7 com o 8 que inclui as praças de Venâncio Aires e Candelária
Os conselheiros do Corepe 7 se reúnem no dia 20, na Câmara de Vereadores de Encantado, para debater o tema. “Vamos discutir o que vamos fazer e definir uma posição enquanto grupo”, finaliza Cintia.
Inscreva-se pelo www.sincovat.com.br
17 de março: Perícia Tributária
23 de março: Atualização de ICMS para 2017
27 de março: Tributação no Agronegócio
28 de março: ICMS Transporte Rodoviário

Os índices de violência em Lajeado preocupam. No domingo à noite, dois homens foram mortos com disparos de arma de fogo. São dez homicídios em pouco mais de dois meses, números superiores ao início de 2014, ano em que 30 assassinatos foram registrados pela Polícia Civil (PC). Delegado responsável pelos casos pede auxílio da comunidade para informações.
A PC tem dificuldades para solucionar a maioria dos homicídios. São raras as testemunhas que prestam informações relevantes aos investigadores. O medo de represálias é a principal razão para isso. Também foi assim em 2014, um dos anos mais violentos da história de Lajeado. Até o início de março daquele ano, a polícia contabilizava nove vítimas.
As últimas mortes registradas em Lajeado ocorreram nesse domingo no bairro São Cristóvão. As duas vítimas – Ederson Tiago Pasa, 25, e o tio, Adenilso Pasa, 32, estavam em uma residência de alvenaria na rua Liberato Salzano Vieira da Cunha, próxima a uma pinguela que dá acesso à BR-386, ao lado do Arroio Engenho. Um bar funcionava no local há alguns anos.
Os dois foram mortos a tiros por volta das 22h30min. Chamada por moradores próximos, a Brigada Militar (BM) ainda encontrou Adenilso vivo, deitado na calçada em frente à casa. Levado ao Hospital Bruno Born (HBB), morreu após os primeiros atendimentos. Antes disso, forneceu informações aos policiais.

Com os relatos da vítima e de outras testemunhas, a PC investiga a participação de três indivíduos que estariam em um Ford Ka vermelho. De acordo com as primeiras investigações, sobrinho e tio mortos não tinham antecedentes criminais mais graves, e a principal linha de investigação indica relação de ambos com o uso de drogas.
Sem ligação com facções
Stobe não acredita em ligação desse duplo homicídio com a série de assassinatos ocorridos nos bairros Centro, Conservas e Santo Antônio, que estariam relacionados com facções e a tomada de pontos de tráfico de drogas. “Acreditamos que essa última ocorrência se trate de um caso isolado. Uma questão pontual ligada ao uso de drogas ou algum outro desentendimento.”


Ederson foi morto com três tiros. Um em cada braço, e um terceiro que entrou pelas costas, atingindo o coração.Jáotiofoialvejadoduasvezes. Uma no pescoço. Outra no pulmão. Testemunhas que ouviram os disparos falaram em cinco estopins. “Isso demonstra precisão nos tiros.

Sinal, talvez, de disparos à queima-roupa”, afirma o delegado. O sobrinho morava com a mulher e uma filha de 6 meses naquela residência. As duas não estavam em casa no momento do crime. Dias antes, a vítima havia pedido que elas deixassem a cidade. Os dois mortos, conforme a investigação, trabalhavam como pintores em algumas obras, e faziam outros bicos na cidade.
Uma briga generalizada resultou na morte de um homem de 40 anos, e deixou outro gravemente ferido. O fato aconteceu na madrugada de sábado, em frente a uma casa noturna em Alto Boqueirão, a um quilômetro do centro de Boqueirão do Leão. A vítima é Daniel da Rosa. Ele foi atingido no peito com golpes de facão. O homem que tentou socorrê-lo foi agredido com chutes e socos. Populares o encaminharam ao Hospital Dr. Anuar Elias Aesse, onde segue internado. O corpo de Rosa foi encaminhado ao Departamento Médico Legal de Porto Alegre De acordo com o comandante da Brigada Militar, Renato Almeida, o criminoso já foi identificado. “Não temos uma clareza quanto ao motivo. Não é descartada a hipótese de desavenças antigas entre autor e vítima. Temos a identificação com base no relato de testemunhas. A prisão deve ser solicitada a qualquer momento, com o avançar das investigações.”

Terça – Pedro tenta falar com Ana Luiza. Elio pede para um amigo invadir o celular de Tião. Flávia comemora a ligação de Vanessa. Pedro e Helô conversam. Vitória pede para Augusto acompanhá-la à clínica em Atibaia. Tião sente a falta de seu celular e Magnólia descobre que o aparelho está com Elio. Helô conta sobre sua gravidez e fica feliz com o apoio de Letícia e Edu. Zuza avisa a Pedro que Bruno virá ao Brasil. Salete descobre que Gustavo se afastou por causa de Luciane e fica furiosa. Magnólia dá um sonífero para Tião e sai de casa levando a arma do marido. Elio fica ansioso para ver o vídeo contido no celular de Tião. Ana Luiza conta para Tiago que falou com Marina. Laura fica tensa ao saber da gravidez de Helô. Magnólia atira contra Elio, mas não percebe que a câmera do notebook está ligada.
SuperHomem e Lex Luthor, por sua relação (HQ)
O caráter da música de protesto, durante a Ditadura Militar
Local de aplicação da heroína
Encontro (?): o sarau
Terça – Gui avisa a Nelson que bateu com o carro. Nanda conta a Syl que teve uma ideia para afastar Eva da vida de Gordo. A carcereira avisa a Júlia que Gui sofreu um acidente. Luana flagra Elias deixando a churrascaria com uma mochila. Júlia diz a Lorena que tem prejudicado a vida de Gui desde que o conheceu. Diana pede que Vanessa volte a trabalhar para ela. Nanda resolve ser paciente de Eva, como parte de seu plano para afastar a terapeuta de Gordo. Nanda inventa para Eva que é assediada por seu chefe. Alex pede ajuda a William e Romildo para voltar ao Rio, a fim de encontrar Lorena. Manu surpreende Eva ao dizer que passará um tempo no apartamento a que ela tem direito, como filha de Joel. Júlia pede a Gui para esquecê-la.
Estado do parque nacional de Ubajara (NE)
Primeira-dama dos EUA (2014)
Os retratos obtidos de câmeras como a Polaroid Forma reduzida de “muito”

Giorgio Armani, estilista italiano
(?) Verde: certificação que atesta quais produtos causam menos danos ambientais
Clássico adorno gaúcho de pescoço
(?) Ciata, ícone do Carnaval carioca
Copas, no baralho Causar raiva
1.000, em romanos Hiato de “baeta”
Viva (?), recurso de telefones
Cidade francesa que possui extensa rede de catacumbas
Filho, em inglês
afetiva que permeiam os relacionamentos. Númerodasorte:475


Réu (?): tem sua pena reduzida
Escanteio (fut.) Bel (símbolo)
Pizza, lasanha e macarronada
Fluido de isqueiros Adendo da conversa
Programa utilizado em smartphones
Fibra natural utilizada em tapetes
Cozinhar no forno (o bolo)


terceira casa, em decorrência da oposição a Vênus, traz-lhe o desafio de amadurecer seus argumentos antes de torná-los públicos, pois as críticas tendem a lhe deixar sensível Número da sorte: 264

Terça – Milena decide voltar para casa. Hideo e Flavinha viajam para encontrar a mãe biológica da menina. Milena afirma que Ralf precisa mudar. Elisa e padre Julião se declaram um para o outro. Bernardo consegue um curso internacional de arte para Yumi e Tiago. Mieko incentiva Tanaka a ir atrás de Mocinha. Sinhá explica seu plano contra Tanaka para Cristiano. Damasceno descobre que Sinhá é a chefe da quadrilha e avisa a Gaetano. Tanaka é sequestrado por Cristiano e seus capangas e Damasceno alerta Louzada. Sinhá se revela para Tanaka.
BANCO MOZ INIMIGOS URAVEL HTIALE VEIAMSON LNAIPEÇ LITERARIO APRNV C R E BOASSAR MASSASAM MIPONTE GASPESAL APARTEH APLICATIVO

Terça – Caio sugere a Joana que ela questione Ricardo sobre o relacionamento com Carmem. Ricardo insiste para que Tânia passe a noite em sua casa. Rômulo afirma a Jorjão que pode derrotar Vanderson, mesmo machucado. Nanda aceita fazer uma trilha com Renato. Ricardo acerta com Veiga o novo testamento, deixando parte do patrimônio a Joana. Dodô aconselha Arthur a se decidir entre Júlia e Belinha. Juliana agradece o apoio de Caio à sua autoescola. Ricardo e Tânia passam a noite juntos e Bárbara surpreende a namorada do pai.


Lua e Vênus tensionadas no circuito



Quina
Concurso nº 4331 09-20-26-63-72
Premiação
Convém manter o autocontrole, evitando reagir de modo muito emocional perante os conflitos. Número da sorte: 561

21/12 a 20/01 21/08 a 20/09




Quina - 5 números acertados Não houve acertador
Quadra - 4 números acertados
ceira casas, decorrente da oposição Lua-Vênus, evidencia a necessidade de desacelerar da correria do cotidiano, programando afazeres que lhe ajudem a relaxar e poupar seu raciocínio. Número da sorte: 478
Peixes
Lua e Vênus opostas evidenciam uma fase de conflitos interiores que comprometem a tomada de decisões, deixando-lhe dividido entre dar vazão às emoções ou assumir uma postura racional. Número da sorte: 159
A HORA · TERÇA-FEIRA, 14 DE MARÇO DE 2017 PATROCÍNIO:

MUNICIPAL DE PROGRESSO –
A antepenúltima rodada do municipal de campo, realizada no sábado, apontou um novo líder.
O Flamengo A venceu o Sempre
Unidos por 1 a 0. A equipe foi a 17 pontos e abriu 2 do vice-líder São João, de folga na rodada. O Cruzeiro, de Tiririca, empatou em 2 a 2 com o Achados e Perdidos.
Com dívidas que ultrapassam R$ 1 milhão, a direção do Lajeadense apresentou uma proposta ao Conselho Deliberativo para sanar o déficit. Em um primeiro encontro, realizado na semana passada, nada foi decidido. Hoje ocorre mais uma reunião para definir o futuro do clube.
Sem apresentar muitos detalhes, o presidente do clube, Everton Giovanella, explica que o projeto é a única solução para manter a agremiação em atividade. Segundo ele, processos trabalhistas, que nos últimos anos vêm se acumulando, são as principais dívidas. “Virou moda o pessoal entrar na Justiça contra os clubes.”
Giovanella não descarta a possibilidade de o clube fechar as portas caso não haja acordo entre o conselho e a direção. “Se não tivermos uma solução, não vou colocar mais dinheiro no clube. Não estou disposto a me comprometer para salvar uma coisa pela qual poucos se interessam”, complementa.
Nilson Giovanella
pede desligamento
Em entrevista à Rádio Independente, o vice-presidente de Futebol, Nilson Giovanella, anunciou o desligamento do clube. Segundo ele, todos esforços extracampo não foram suficientes, ainda mais quando o Conselho Deliberativo não apoia as decisões do clube. Ele cita que o Lajeadense tinha em mente realizar empréstimos para quitar contas atrasadas, mas, para isso, se-

ria necessária a aprovação do conselho. Em troca do empréstimo, o clube teria de penhorar os bens. “O conselho não nos autorizou e com essa negativa não estou fazendo mais o meu papel no Lajeadense, que era tentar recuperar ele”, cita.
Procurado pela reportagem, o presidente do Conselho Deliberativo, Ney Fensterseifer, não quis falar antes da reunião, apenas manifestou descontamento com as propostas apresentadas.
Na estreia em casa, o Lajeadense goleou o Tupi, de Crissiumal, por 4 a 0. Gols de Flávio Torres, em três oportunidades e Anderson Ijuí.
O próximo compromisso da equipe do Vale do Taquari será amanhã, quando, às 15h30min enfrenta o União Frederiquense, em Frederico Westphalen

Grupo A: São Gabriel (6 pontos), Aimoré (4), Pelotas, Santa Cruz e Internacional (3), Avenida (1), Guarani-VA e Guarany-Bagé (sem pontuar).
Grupo B: União Frederiquense (6 pontos), São Luiz e Glória (4), Lajeadense e Brasil-Far (3), Panambi, Esportivo e Tupi (sem pontuar).
Torcedores promovem viagem a Farroupilha
O torcedor Estevão Seltenreich organiza uma van para o jogo do Lajeadense contra o Brasil, em Farroupilha, no dia 22. A saída ocorre às 19h. O valor da passagem é R$ 20. Ingresso custa R$ 20. Mais informações com Seltenreich pelo 9 9504-2525.

Lajeado, terça-feira, 14 de março de 2017
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Após folgar no fim de semana, os jogadores do Grêmio se preparam para uma maratona de jogos. Em 46 dias, o clube poderá disputar 14 jogos – caso avance até a decisão do estadual. Amanhã enfrenta o Brasil, em Pelotas, pelo complemento da 7ª rodada. Até o fim de março, os compromissos serão apenas pelo Gauchão.
A partir de abril, a maratona de jogos se intensifica. As datas, ainda em caráter preliminar, ocorrem nos dias 2 e 9 de abril (quartas de final), 16 e 23 (semifinais) e 30 (o primeiro da decisão). O segundo será realizado no dia 7 de maio. Além do Gauchão, o Tricolor dividirá as atenções com a Primeira Liga e a Libertadores. No dia 5 de abril, ocorre o duelo com o América-MG, o último pela fase de grupos da Primeira Liga.
Em 10 de abril, o Grêmio recebe o Iquique na Arena, pela Libertadores. No dia 20, encara o Guaraní, no Paraguai. Uma semana depois, dia 27, recebe o Guaraní na Arena.

No domingo à tarde, a equipe feminina do Tricolor estreou no Campeonato Brasileiro Feminino com vitória por 1 a 0 diante do Vitória de Santo Antão. O time gaúcho fez uma boa partida e chegou ao resultado final nos acréscimos, com Karina. A partida, válida pela 1° rodada do grupo 1, foi disputada no CFT Hélio Dourado, em Eldorado do Sul. A próxima será contra o Sport, no domingo, 19, às 16h, na Ilha do Retiro, em Recife.
EquipesPGSG
Novo Hamburgo1810
Veranópolis122
Caxias114
Grêmio*114
Juventude11-1
Cruzeiro100
São Paulo8-3
Brasil de Pelotas*70
Internacional7-1
São José7-1
Ypiranga4-6
Passo Fundo4-8
*Tem um jogo a menos


Internacional
O técnico Antônio Carlos Zago ganhou mais um desfalque para a próxima rodada do Gauchão. O zagueiro Paulão levou o terceiro cartão amarelo na derrota para o Juventude e não enfrenta o São Paulo, neste sábado, pela 8ª rodada. Com a necessidade de vitória para entrar na zona de classificação, Zago espera que o nome de Víctor Cuesta seja regularizado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF e, depois, inscrito para a disputa do Gauchão. Assim, ficaria à disposição para enfrentar o
time de Rio Grande Com o revés para o Juventude, o Inter está em nono entre 12 participantes e ficou fora da zona de classificação. Em sete rodadas, tem apenas 7 pontos em 21 disputados, 11 atrás do líder Novo Hamburgo e 3 a mais que o Ypiranga, penúltimo e primeiro na zona de rebaixamento. Antes do duelo contra o São Paulo, a equipe volta a concentrar forças na Copa do Brasil. Amanhã, realiza a partida de volta com o Sampaio Corrêa. Como fez 4 a 1 no Maranhão, pode perder por dois gols de diferença, ou até por 3 a 0, que garante classificação à quarta fase. Caso leve 4 a 1, a decisão será nos pênaltis.
