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AH - Principal | 14 de setembro de 2016

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Lajeado, quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Ano 14 - Nº 1678

Avulso: R$ 2,00

Fundado em julho de 2002

Fechamento da edição: 21h

SÉRIO Reduzir êxodo rural é um desafio

OscandidatosElirSartori eMoacyrRodriguesavaliam comonecessáriomanteros jovensnocampo.Entreas possibilidades,acreditamnofortalecimento doturismo

Página 4

As parcerias são fundamentais para o desenvolvimento.”

Página 5

RODOVIAS FEDERAIS

Plano de concessões prevê volta do pedágio na BR-386

Programa do governo federal concede à iniciativa privada a manutenção de quatro rodovias federais no RS e do aeroporto Salgado Filho a partir de 2017 Mesmo sem definir os trechos concedidos, líderes do Vale

esperam retorno das praças de pedágios para a região. Apesar de impopular, medida é apontada como alternativa para garantir investimentos nas rodovias federais, como a duplicação da BR-386.

Página 7

THIAGOMAURIQUE

Marcelo Caumo, candidato a prefeito de Lajeado

TEMPO NO VALE

Sol com nuvens

Mínima: 11°C - Máxima: 18ºC

FONTE:CIH/UNIVATES

EXPEDIENTE

REDA« O

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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.

Tiragem média por edição: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)

AEditorial

Cidadania se faz com a participação da sociedade

participação social tem poder de transformar a cidade. Alterar a realidade e encontrar soluções para problemas históricos. Esse exemplo cabe perfeitamente para a atuação dos voluntários do Comitê Gestor do Centro Antigo de Lajeado. Ontem, o projeto de autoria comunitária chegou para análise dos vereadores. O texto estabelece regras para construções na orla do Rio Taquari. Uma medida postergada ao longo dos anos e de constante discussão na cidade. Essa atitude dos integrantes do

INDICADORES ECONÔMICOS

MOEDACOMPRAVENDA

Dólar Comercial3,313,31

Dólar Turismo3,253,46

Euro3,713,71

Libra4,344,34

Peso Argentino0,220,22

Yen Jap.0,030,03

Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.

ÍNDICEMÊSÍNDICE MÊS (%) ACUMULADO ANO (%)

ICV Mes (DIEESE)07/160,214,94

IGP-DI (FGV)08/160,436,04

IGP-M (FGV)08/160,156,26

INPC (IBGE)08/160,316,09

INCC08/160,265,20

IPC-A (IBGE)08/160,445,42

Salário Mínimo/2016 R$ 880,00 TAXAS E

Selic14.25%(meta) TR 08/160,25451,3570

Ouro (dólar) – Onça Troy – USD 1321.00 cotação do dia 13/09/2016

BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO (%) FECHAMENTO

Ibovespa(BRA)56776-3.08

DowJones(EUA)18075-1.36

S&P500(EUA)2159. 1.47

Nasdaq(EUA)5154-1.11

DAX30(ALE)10386-0.43

Merval(EUA)16058-3,7

cotação do dia anterior até 17h45min

Petróleo (dólar)/Brent Crude – barril – USD 46.29 em 13/09/2016

movimento, com destaque também às instituições públicas que deram guarida ao processo e com contribuição do Ministério Público, foi elaborada a base da proposta. É necessário aproveitar a beleza natural da cidade. Transformar o local onde ela nasceu em um atrativo turístico. Reverter o processo de abandono ao qual a margem do Taquari passou nas últimas décadas devido ao avanço urbano de Lajeado. A Beira Rio significa uma parte importante da história do município. Foi por ali que o vilarejo se tornou cidade.

Não basta reconhecer esse histórico apenas no discurso. São necessárias ações práticas. Essa foi a inspiração do comitê gestor para a elaboração do projeto de lei. O procedimento para concluir o trabalho também merece destaque. Passou por audiências públicas, por inúmeras reuniões com integrantes do governo e do Legislativo. Tudo para dar conta dos pormenores da situação na margem do rio, as construções consolidadas, os formatos para novas edificações, reforçando a área da rua Osvaldo Aranha como núcleo da cidade.

O Vale do Taquari tem como uma das suas características a participação da comunidade. O espírito comunitário é um dos fatores preponderantes para a solidez regional como área de trabalho, oportunidades e qualidade de vida. Esses aspectos ajudam a montar a identidade local. Ainda assim, há como avançar. É preciso engajar mais pessoas para que as ações de cidadania encontrem cada vez mais campo para evoluir. Algo construído por muitas mãos e mentes tem como tendência não ruir no primeiro obstáculo.

leitor@jornalahora.inf.br

Como leitor do A Hora, apreciei a interessante e ilustrativa reportagem sobre o “Passo do Corvo”. Em primeiro lugar, tentando colaborar, ponho em dúvida a data do momento de mudança do nome Corvo para Colinas.

Na publicação, define o ano de 1955. A emancipação do município deu-se em 20/3/1992, acredito que essa troca se deu no início dos anos 90. Estou enviando um texto meu, sobre os passos, e em seguida uma pequena e curiosa crônica do escritor, jornalista e historiador estrelense Lothar Hessel, que encontrei entre os documentos entregues a mim pelo autor.

Algo mais sobre os passos

Os passos eram as chamadas ligações entre as duas margens dos rios. No nosso Rio Taquari, até meados dos anos 1960, existiam mais de 15 passos. Iniciavam em Bom Retiro do Sul indo até Muçum

Os passos eram administrados e concedidos pelos municípios a

Passo do Corvo: herança da

eles vinculados, que, por licitação pública, entregavam à iniciativa privada para explorá-lo, mediante o pagamento anual de um pedágio. Lothar Hessel (1915-2007) escreveu a crônica abaixo.

O Passo do Corvo

Por volta de 1930, não havia pontes rodoviárias no Alto Taquari. Só existia, bem abaixo, a ponte ferroviária da linha Porto Alegre-Santa Maria, a qual cruzava o rio na localidade de Margem do Taquari, hoje General Câmara. O passo em Corvo era importante e

movimentado, pois ligava o Corvo, hoje Colinas, e todo o vale do Arroio da Seca à fértil várzea de São Caetano, município de Arroio do Meio

O passo ficava a montante uma ilha próxima. Interessante era a figura do barqueiro Albino Schuh, um negro corpulento e bem-humorado que falava tanto o português como o alemão (hunsrück). Tinha, e era preciso ter, um ajudante na pessoa de Trajano da Silva.

A sua barca transportava pedestre e outros mamíferos, veículos de tração animal ou automotores, inclusive caminhões de carga. O barqueiro deveria ter não só vigorosa força muscular como golpe de visão e conhecimento das águas. Sobretudo em caso de enchentes, com as águas revoltas, correntezas e, por vezes, redemoinhos. Em tais ocasiões, Albino costeava a margem, subindo o rio até um ponto calculado, de onde se lançava à travessia. Com bons remos, pulso firme e habilidade prática, ia dar certinho no ancoradouro da margem oposta. Nenhum advogado, engenheiro, médico ou mesmo patriótico político dos anos 2000 conseguiria efetuar essa manobra múltipla. Albino era por todos benquisto e ninguém o discriminava por sua negritude. Uma dúvida que paira, Schuh seria seu nome de cartório ou apelido posto mais tarde?

Erramos

Diferentemente do publicado na edição de ontem, na matéria da página “MP recebe abaixo-assinado contra baderna no Pico do 8”, a fala: “O barulho se propaga e deve atingir e incomodar pelo menos cem fa-

Fontes: Documentos do autor, Álbum do Cinquentenário de Município de Estrela (1926) e jornais O Paladino.

mílias que vivem nessa área.” foi erroneamente atribuída ao empresário Sidnei Schmidt. Na verdade, a citação foi do advogado Henrique Fröhlich, um dos autores do documento entregue ao Ministério Público.

Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS
travessia pelo Rio Taquari
Luís Roque Schwertner; empresário

Derrubado com o próprio veneno

Avotação que cassou o mandato do deputado fluminense Eduardo Cunha (PMDB) foi um massacre anunciado. Principal algoz do PT e grande responsável pela queda da ex-presidente Dilma Rousseff, Cunha provou do próprio veneno.

No púlpito da Câmara dos Deputados, agonizou, embargou a voz, ensaiou choro, mas não resistiu. Caiu, por razões múltiplas e certeiras. Apenas dois, dos quase 500 deputados federais, saíram em sua defesa. Os aliados até a votação do impeachment e o próprio presidente Michel Temer viraram de lado ou simplesmente deram uma de Pilatos: lavaram as mãos. Regente de uma orquestra predadora e gananciosa, Cunha sofre o revés com as mesmas armas com que construiu sua história pública.

Sente na pele a maldade da política brasileira. Para preservar o mínimo de decência que

Regente de uma orquestra predadora e gananciosa, Cunha sofre o revés com as mesmas armas com que construiu sua história pública”

ainda resistia no parlamento, Cunha precisava ser cassado. Mas não basta. Ainda é pouco para acreditarmos em moralidade ou decência.

A queda de Cunha, pela forma e morosidade, retrata o sistema político podre e a falta de ideologias dos partidos. Mudam de opinião e de lado da noite para o dia, mediante negociatas e interesses. Esse modelo fisiológico e corporativista não é exclusividade da ilha paradisíaca, carinhosamente chamada de Brasília.

Realidades à nossa volta, guardadas as proporções, esfregam em nosso nariz comportamentos e manobras muito parecidas. Partidos, ora aliados, noutra adversários. Políticos unidos, noutra, brigados. Alguém consegue nomear um único município na região onde os mesmos partidos coligados ou aliados em 2012 continuam juntos em 2016? Afinal, o que tanto muda em quatro anos?

Entidades assumem protagonismo saudável

Um dos grandes avanços na campanha eleitoral em curso é a intensidade de envolvimento das entidades de classe. Antes reservadas ao exagerado 'politicamente correto' e à margem das discussões políticas, as instituições protagonizam encontros e cobram mais comprometimento dos concorrentes a prefeito.

Fazem bem!

Já são quatro municípios onde as ACIs, CICs, CDLs e outras sabatinam os candidatos. Com diagnóstico das cidades e das principais demandas em mãos, colhem projetos e ideias de cada postulante ao cargo máximo. A

Schirmer em Lajeado

Se atender ao que prometera ao juiz Luís Antônio de Abreu Johnson, o novo – e não menos contestado – secretário estadual da Segurança, Cezar Schirmer, estará em Lajeado na próxima segunda ou terça-feira. Schirmer virá para conhecer a situação do presídio e definir uma data para inaugurar a ampliação da penitenciária, construída com suor e mobilização comunitários.

Líderes locais montam dossiê sobre a situação caótica do presídio lajeadense, um dos mais problemáticos do RS. A superlotação continua alarmante e requer intervenção do governo, seja na transferência de presos ou ampliação ainda maior dos espaços atuais.

Todos querem ser padrinho

franco tiroteio nestas eleições já sabemos. Mas chega a ser engraçada – para não dizer trágica – a tentativa dos candidatos a vereador de apadrinharem bandeiras e obras que faz anos estão na fila. Perdi a conta de quantos postaram foto e falaram sobre a importância de trabalhar a

favor da duplicação da ponte, Lajeado, por exemplo. Depois das eleições e de conhecidos os eleitos, a fogueira vira em cinzas e, pelo histórico, só ressurgirá quatro anos depois. Até 2 de outubro, tudo é prioridade e relevante. Depois, ninguém sabe!

mais recente a anunciar o encontro é a Associação Comercial e Industrial de Forquetinha, que no dia 21 reunirá os três concorrentes para exposição de ideias.

Os encontros com os candidatos legitimam as entidades a cobrarem dos eleitos as promessas

e medidas anunciadas à véspera das eleições. A vigilância nos próximos quatro anos também favorece um gradativo aprimoramento das propostas e planos de governo. Promessas ufanistas e aproveitadoras terão cada vez menos espaço diante do avanço da maturidade política.

SÉRIO

Candidatos reforçam o potencial turístico

Com paisagens privilegiadas em meio ao relevo montanhoso, o turismo é considerado uma das alternativas

Elir Sarotori (PMDB)

é o atual prefeito e tem 73 anos. Ele é natural de Lajeado.

A educação precisa se reformular na base por meio de um trabalho institucional. Iniciamos, neste governo, uma série de atividades pontuais, como oficinas e trabalhos diferenciados. Uma das metas será ofertar oficinas voltadas ao empreendedorismo rural. Quanto ao analfabetismo, dentro das possibilidades, pensamos em promover um programa para esse público.

Um dos aspectos que contribui para este índice é o êxodo rural, em especial dos jovens que são a principal força produtiva. Há casos de famílias em que a única fonte de renda são os benefícios da Previdência Social. Vamos oferecer políticas de incentivo para o desenvolvimento do setor primário. O desafio de todos os pequenos municípios é a criação de alternativas.

As agroindústrias podem impulsionar o setor. Mas algumas esbarram na legislação e nos custos para licenciar e viabilizar a comercialização. Existe uma tendência a consumir produtos coloniais e sem agrotóxicos. A manutenção dos incentivos para avicultura, suinocultura e leiteiro é importante para expandir o setor primário.

O turismo não vai ser promovido de forma milagrosa e imediatista. A área requer planejamento. Município tem atuado na formação da comunidade e ofertou cursos aos condutores. Ainda carecemos de infraestrutura como sinalização, até espaços para alimentação. O turismo pode impulsionar o empreendedorismo rural, por meio da criação de uma rede de agroindústrias e do turismo ecológico.

para promover o desenvolvimento. Os candidatos acreditam que, por meio desse setor, é possível expandir a agricultura e estagnar o êxo-

do rural.

Na disputa, o atual prefeito

Elir Sartori (PMDB) e o vice Paulinho Aroldi (PT) buscam a reeleição. A aliança conta

com o apoio de quatro partidos (PMDB, PSDB, PT e PSB).

Moacyr Rodrigues (PDT) e a vice Dolores Kunzler (PP) compõem a coligação de oposição.

Sério tem uma alta taxa de evasão escolar. O analfabetismo supera os 11%. O que fará para reduzir esses números?

Município tem um dos Índices de Desenvolvimento Socioeconômico (Idese) mais baixos do Vale. Quais medidas devem ser adotadas para elevar esses números?

Setor primário movimenta a economia local. De que forma é possível expandir agricultura, atrair e diversificar investimentos?

Município tem potencial turístico. Ele está sendo explorado de forma adequada? Como impulsionar esse segmento?

Moacyr Rodrigues (PDT) é aposentado e tem 60 anos. Ele é natural de Sério.

Moac é apo El

Pretendo dialogar com os professores e analisar o que causou essa taxa de evasão e reprovação. Quanto ao analfabetismo, boa parte é de pessoas idosas e, no passado, por residir em locais de difícil acesso e trabalhar no meio rural, não estudaram.

Existem duas oportunidades. A primeira delas a partir da conclusão do acesso asfáltico. Isso contribuirá para atrair empresas. Na agricultura, vamos buscar empreendimentos ligados à produção de embutidos e conservas. Esses dois segmentos contribuirão para promover a diversificação. Vamos incentivar o aumento da produtividade da produção de suínos, aves e leite.

Investimentos precisam ser bem planejados. Hoje, existe uma lei que incentiva a construção de aviários e chiqueirões por meio de auxílio financeiro, mas não tem sido ofertado pela falta de recursos. Vamos retomar esse estímulo aos produtores. Os jovens serão incentivados a permanecer no campo.

Apoiaremos o turismo com planejamento. É necessário investir em infraestrutura e alimentação. Há vários locais lindos como castas e matas, mas a preocupação é ofertar bons espaços para os turistas se hospedarem. A conclusão do acesso asfáltico contribuirá para que o segmento seja impulsionado e ao mesmo tempo contribuirá para a elevação do orçamento do município.

FOTOSFELIPENEITZKE

PP quer retomar protagonismo regional

Marcelo Caumo e Glaucia Schumacher abriram rodada de sabatinas na Acil

Pensa em se utilizar de forma mais efetiva de entidades técnicas como o Crea e Seavat no planejamento do município?

– As parcerias são fundamentais para o desenvolvimento. A própria alteração do Plano Diretor, com regras mais rígidas, depende de cada uma dessas entidades. A

tes das entidades de classe em evento no auditório da Acil. Antes dos questionamentos, os progressistas tiveram 20 minutos para apresentar o plano de governo e demonstraram entrosamento ao comentar os assuntos referentes à gestão municipal.Umdostemasabordados foi a viabilidade de criação da guarda municipal. Caumo se disse simpático à ideia, mas ressaltou a necessidade de uma análise financeira.

blema de Lajeado? Caumo cigenação de culturas. Principais problemas

“Pelos dados que temos, o município não tem condições de instalar a guarda municipal neste momento”, afirma. Segundo ele, vários municípios do mesmo porte de Lajeado tiveram problemas com a criação, cujo custo pode chegar a R$ 5 milhões por ano para cin-

ra. A ideia é também agilizar as alterações e baixas. Podemos rever a lei municipal caso haja entraves, mas não questões

THIAGO MAURIQUE

Maioria aprova aditivo para obras do PAC

Projeto autoriza repasse de R$ 980 mil ao consórcio. Houve tumulto na sessão

Lajeado

Foi sob um clima tenso e com diversos bate-bocas entre parlamentares que o legislativo aprovou o projeto de lei que autoriza um aditivo de R$ 980 mil no contrato de R$ 20,5 milhões firmados com a Construtora Giovanella para as obras de pavimentação pelo PAC. Serviços devem reiniciar na próxima semana.

O valor, conforme mensagem justificativa do Executivo, é o montante avaliado pela empresa para compensar supostos prejuízos gerados com a paralisação de quase nove meses nas obras. Os serviços foram suspensos em janeiro a pedido do Ministério Público Federal (MPF), que acusa o governo de superfaturar em 11,09% o orçamento do contrato. No entanto, faz duas semanas o MPF firmou acordo com o Executivo, a empresa, a Justiça e a Caixa Econômica Federal (CEF), responsável pelos repasses do governo federal aos contratados. No documento, ficou acordado que os 11,09% suspeitos ficaram retidos em uma conta judicial, até o julgamento da ação civil pública. O restante do valor está liberado.

Mesmo com a liberação, o gerente da construtora, Nilson Giovanella, afirmou, ainda na audiência realizada na sede da Justiça Federal, que não iniciaria as obras sem a garantia do aditivo referente aos prejuízos calculados pela empresa. Ontem, ele estava presente na sessão e confirmou tal condição.

Bate-boca e suspensão

A sessão estava com plenário

Projeto do aditivo para pavimentação pelo PAC ocasionou a suspensão da sessão. Dez vereadores votaram a favor da proposta.

lotado nessa terça-feira. Segundo vereadores de oposição, o atual governo municipal teria patrocinado a vinda de dezenas de moradores para pressionar os parlamentares a aprovarem a proposta de lei. Autor das denúncias de superfaturamento acolhidas pelo MPF, Adi Cerutti (PSD) chegou a deixar o plenário após forte discussão.

Com o reinício da sessão, suspensa por 10 minutos em função do bate-boca, vereadores de situação tentaram evitar a votação. Alegavam, entre outras razões, a ausência de estudo e de uma auditoria feita por uma equipe da prefeitura, referentes ao valor solicitado pelo prefeito para repassar às empresas.

Lorival Silveira (PP) pediu vistas, mas o pedido foi derrubado com votos de Círio Schneider (PP), Waldir Gish (PP), Carlos

Kayser (PP), Antônio Schefer (PMDB), Delmar Portz (PSDB), Djalmo da Rosa (PMDB), Eloede Conzatti (PT), Élio Lenhart (PT), Sérgio Kniphoff (PT) e Sérgio Rambo (PT).

No momento da votação, Carlos Ranzi (PMDB), Ildo Salvi (REDE) -- que haviam votado a favor do pedido de vistas -- e o próprio Silveira mudaram de opinião e foram favoráveis a aprovação do projeto de lei. A matéria foi então aprovada com 13 votos,. Cerutti se absteve do voto.

Conforme a mensagem justificativa do projeto de lei, o governo possui apenas "uma estimativa prévia de que o valor pode se aproximar de R$ 1 milhão". O Executivo cita ainda, na proposta, que "neste momento ainda não dispomos dos números exatos do futuro termo aditivo para 'refazimento' das obras."

O processo licitatório para as obras do PAC foi homologado em abril do ano passado. O contrato para pavimentar 14 vias foi assinado com o consórcio formado pelas empresas Construtora Giovanella e Coesul. O valor acordado era de R$ 20,5 milhões. No dia 17 de setembro de 2015, o jornal A Hora publicou matéria com o ex-secretário de Obras, Adi Cerutti. Ele questionava supostas cobranças irregulares e apresentou cinco notas fiscais que estariam superfaturadas pelo consórcio.

Após, o procurador da república, Cláudio Terre do Amaral, abriu inquérito civil. Duas perícias foram realizadas por uma engenheira civil do MPF. Na primeira, apontou superfaturamento de 17%. Na segunda, 11,09% sobre os R$ 20,5 milhões. Em maio, O MPF ajuizou ação para pedir a suspensão das obras e a devolução dos valores já liquidados. O procurador cita direcionamento do edital de licitação para o consórcio e possível ato de improbidade administrativa cometido pelo prefeito. O caso segue sob análise da Justiça.

Ex-presidente da OAS admite oferta de propina

País

O ex-presidente OAS, José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro, admitiu ontem ter se reunido com o ex-senador Gim Argello para tentar barrar as investigações da CPI da Petrobras. De acordo com o empreiteiro, Argello, que na época ocupava o cargo de vice-presidente da CPI, solicitou R$ 5 milhões para barrar as investigações da Comissão. Pinheiro garantiu não ter pago o valor pedido porque “fugia ao padrão de

doações eleitorais da OAS”. Em seu depoimento, Pinheiro ainda garantiu estarem presentes no encontro o ex-ministro e ex-presidente do PT, Ricardo Berzoini, e o ex-senador Vital do Rêgo. Ele garantiu ao juiz Moro estar disposto a “falar tudo o que sabe.”

A postura foi bem diferente do primeiro depoimento do homem forte da OAS. No dia 24 de agosto, Pinheiro optou por permanecer calado. Dois dias antes, a Procuradoria-geral da República (PGR) cancelou o acordo de Delação Premiada do empreiteiro.

Investigado na operação LavaJato, Pinheiro também responde por suposta participação no esquema de cartel de empreiteiras na Petrobras e por beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos casos do tríplex em Guarujá e do sítio em Atibaia.

Cerca de 100 pessoas lotaram o plenário durante a sessão de ontem. Projeto do PAC foi aprovado por 13 vereadores

Governo apresenta plano de concessões

Mesmo sem trecho definido, BR-386 é uma das contempladas na nova proposta

Vale do Taquari

AUnião anunciou ontem o projeto que prevê a concessão de rodovias.

A proposta pode trazer os pedágios de volta para o Vale na BR-386. No Programa de Parceria de Investimentos (PPI), estão previstos contratos com a iniciativa privada em quatro rodovias federais. Mesmo sem definição dos trechos que serão concedidos, líderes regionais avaliam a possibilidade de retorno como um mal necessário.

Para a presidente do Conselho de Desenvolvimento do Vale do Taquari (Codevat), Cíntia Agostini, a instalação de pedágios já era prevista desde 2013. “Quando retiraram as praças, nós sabíamos que um dia elas iriam voltar.” Na avaliação dela, os governos melhoraram os acordos com as empresas nos últimos anos. “Diferente dos contratos assinados na década de 90, agora esperamos a cobrança por investimentos e não apenas de manutenção das rodovias.”

Cíntia ressalta que, apesar de impopular, a cobrança pode ser a saída para garantir estradas melhores. “Ninguém gosta de pagar pedágio, mas essa é a alternativa para garantir investimentos, estamos falando de duplicação e não apenas manutenção das rodovias.”

O entendimento do presidente da Câmara de Indústria e Comércio do Vale do Taquari (CIC-VT), Ito Lanius, é parecido com o de Cintia. “O pedágio é um encargo a mais incorporado aos produtos e serviços, onera toda população. Porém, preferimos pagar e ter estradas.”

Mesmo aceitando a necessidade de instalação, Lanius é pessimista em relação a novos

investimentos. “Acredito que será feita apenas a manutenção e não grandes obras como a duplicação. Isso por que são investimentos muito altos e é difícil as empresas arrecadarem.”

Duplicação sem perspectiva

Sem previsão de recursos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do governo federal de 2017, a continuidade da duplicação da BR-386 ficou mais distante. Verbas destinadas para finalizar os 8,4% restantes só serão possíveis com emendas parlamentares ou por meio de repasses não previstos. Entre 2011 e 2012, o governo enviou cerca de R$ 4,4 milhões por

mês ao consórcio responsável pela duplicação do trecho de 33 quilômetros entre Estrela e Tabaí. Nos últimos meses de 2014, os recursos caíram para cerca de R$ 175 mil. O prazo para entrega venceu em 2013.

Ninguém gosta de pagar pedágio, mas essa é a alternativa para garantir investimentos
Cíntia

Mesmo com pouca verba, as obras seguiram durante o ano de 2015, mas em janeiro deste ano os serviços foram totalmente suspensos.

Pelo contrato, até janeiro faltavam R$ 15,5 milhões para conclusão o trecho. Em agosto, o consórcio previa a necessidade de investimentos na casa de R$ 25,5 milhões para término da obra.

A taxa mais cara do estado

Com operações encerradas em 2013, o trecho de Marques de Souza é um dos marcos dos contratos assinados na década de

1990. Pouco antes de ser fechada, astarifascobradasnapraçaeram as mais caras do estado – R$ 14 por veículo na época. Apesar do alto valor tarifário, usuários reclamavam das condições das estradas e do impacto nos custos de logística. As cancelas foram levantadas definitivamente em abril de 2013, com o fim dos contratos com as concessionárias.

O QUE DIZ O PROGRAMA

Com previsão de recursos dos bancos estatais, o PPI prevê a concessões e privatizações de rodovias, aeroportos, portos, ferrovias ativos nos setores de óleo, gás e gás, saneamento e mineral. Quatro rodovias gaúchas estão contempladas no projeto (BRs-386/101/116 e 290) e também o aeroporto Salgado Filho. Os contratos de con-

cessão começam a ser elaborados a partir do mês de fevereiro. No anúncio, o presidente Michel Temer, destacou a geração de empregos através das concessões. Os bancos estatais serão os financiadores das obras de infraestrutura previstas no PPI, repetindo a estratégia adotada nos governos Lula e Dilma, em períodos de crise econômica.

Novo pacote é aposta de Temer para país voltar a criar vagas de emprego e retomar o crescimento econômico

Famurs quer antecipar da cobrança do IPVA

Proposta visa a facilitar o fechamento das contas

Estado

Uma pesquisa feita pela Famurs aponta que quase a metade dos municípios gaúchos terão dificuldades em fechar as contas neste ano. Para auxiliar os prefeitos, a entidade solicita a antecipação do calendário de pagamento do IPVA 2017 para dezembro.

Na sexta-feira passada, o pedido foi feito pelo presidente da Famurs, Luciano Pinto, ao secretário estadual da Fazenda, Giovani Feltes. “A cada ano as despesas têm aumentado ao passo que as receitas vêm diminuindo. A cobrança antecipada do IPVA é uma alternativa para os municípios", argumentou Pinto em oficio encaminhado por e-mail.

Conforme a assessora técnica de receitas municipais, Cinara Ritter, a medida adotada no ano passado resultou uma arrecadação de R$ 133 milhões. O calendário de pagamento do IPVA 2017 deve ser divulgado no início de dezembro.

“É um cobertor curto”

Presidente da Amvat e prefei-

to de Westfália, Sérgio Marasca percebe a importância da antecipação das cobranças do IPVA às administrações, mas aponta ressalvas na medida. “É um cobertor curto. Ajuda neste ano, mas falta para o próximo. Seria melhor se não fosse necessária essa medida.”

Marasca aponta a queda das arrecadações e atraso nos repasses dos governos estadual e federal como fatores para a crise financeira das administrações municipais. Além disso, afirma que os investimentos na saúde, segurança e educação “são cada vez mais responsabilidade dos prefeitos”.

AES Sul lança o terceiro ciclo do projeto educativo

Vale do Taquari

Proposta leva informações sobre energia e meio ambiente a alunos e professores de 118 municípios

A AES Sul realizou ontem, em Lajeado, o lançamento do terceiro ciclo do AES Sul na Comunidade – Educar para Transformar, projeto que busca inserir a temática da sustentabilidade no ambiente escolar.

44% dos municípios com dificuldades

Entre julho e agosto, a Famurs realizou um estudo sobre o fechamento das contas em 2016. O questionário foi respondido por 225 administrações municipais. Dessas, 98 afirmaram que a escassez de recursos pode deixar o municípios com as contas negativas no fim do ano.

A redução dos repasses estaduais e federais aos municípios, o aumento vegetativo dos gastos (combustível, energia elétrica, folha de pagamento) e a interferência do Judiciário na gestão municipal foram apontados pelos gestores como motivos para as dificuldades financeiras.

Os primeiros a conhecerem a nova estrutura do projeto foram os estudantes de Lajeado. Mais de 300 alunos da rede estadual, acompanhados dos professores, foram até o Parque do Imigrante, onde assistiram ao espetáculo teatral Inventário de seres e coisas e participaram de dinâmicas e brincadeiras relacionadas aos temas da proposta educativa. “

A educação precisa desse olhar diferenciado sobre o meio ambiente e sobre as pequenas coisas que cada um pode fazer para contribuir”, destacou a coordenadora de Educação, Greicy Weschenfelder, ao falar da importân-

cia da parceria entre a entidade e a AES Sul, firmada desde o primeiro ciclo do projeto. Hoje, é a vez de os estudantes da rede municipal vivenciarem as atividades. Elas ocorrem na Escola Municipal de Ensino Fundamental Nova Viena – rua Paulo Emílio Thiesen, 376, em dois turnos, com início às 9h e às 13h30min.

No dia 4 de outubro, o projeto retorna ao município com o Seminário Regional para Educadores. O encontro ocorre no Colégio Estadual Presidente Castelo Branco. Até setembro de 2017, serão realizadas 300 ações educativas gratuitas, que se dividem em dois momentos. Os seminários regionais – específicos para educadores – que têm como tema “Educação para a formação de sociedades sustentáveis” e contemplam oficinas, workshops e uma mesa- redonda. E as Ações – momentos de aprendizagem por meio de atividades lúdicas, desenvolvidos para alunos e educadores e realizadas em cada um dos municípios.

Feira ocorre no dia 24

Encantado

A Secretaria da Saúde e Meio Ambiente promove a Feira da Saúde no dia 24, das 8h às 11h. As atividades ocorrem no Posto do SUS pelos profissionais da secretaria. Serão feitos testes rápidos de hepatites, HIV e VDRL, teste de glicemia

(HGT), aferição de pressão arterial, exames citopatológicos e orientações do autoexame das mamas, solicitações de mamografias, avaliação bucal, acolhimento em saúde mental, atualização do cadastro municipal da saúde, elaboração e/ ou atualização do cartão SUS, além de orientações gerais.

União repõe médicos para atender na cidade

Três clínicos começam a atuar nesta semana

Lajeado

OMinistério da Saúde confirma três especialistas para o Programa Mais Médicos (PMM) do governo federal. Os profissionais chegaram na semana passada e já iniciaram alguns atendimentos para conhecer as rotinas das unidades básicas do município. Temporariamente, eles reforçam as equipes dos postos do Jardim do Cedro, Santo Antônio e Montanha. De acordo com o secretário de Saúde (Sesa), Glademir Schwingel, a vinda dos três profissionais “resolve a falta que vinha desde fim de abril”. “Eles já chegaram e estão se instalando. Começam a atender durante a semana. Estão acompanhando outros médicos para conhecer as rotinas”, avisa. São duas médicas e um médico. Após o período temporário nos três bairros, um dos profissionais será designado para o posto de saúde de São Bento, onde a mé-

dica anterior pediu demissão e se mudou para a Itália. “Os outros dois nós vamos fazer um remanejo no devido tempo”, informa o secretário.

Com a confirmação dos novos

profissionais da área da saúde, Schwingel garante que o déficit gerado desde abril, quando três médicos cubanos foram desligados do quadro de funcionários atuantes em Lajeado, será sanado.

CINCO MESES DE ESPERA

No dia 17 de maio, quase um mês após a saída de três médicos de Cuba, o MS anunciava ausência de prazo para repor os profissionais. Eles atuavam nos postos de saúde dos bairros Moinhos, Olarias e Santo André. Na época, Schwingel desabafou nas redes sociais queixando-se que a União informara, anteriormente, a substituição para o dia 20 de maio. Desde então, os atendimentos para essas comunidades ficaram prejudicados. Dívidas da União e do governo estadual com o município agravaram o proble-

ma. “Depois foram protelando os prazos. Nesse tempo, tivemos que readequar os quadros e contratamos dois de forma terceirizado para suprir a demanda”, salienta Schwingel.

Agora, em todos os 14 postos de saúde, há pelo menos um médico para atender a comunidade dos respectivos bairros. Segundo o secretário, o município conta com 34 médicos terceirizados, 11 cedidos pelo PMM e um concursado. Além deles, 65 profissionais atendem, em horários distintos, na UPA.

Problema no motor bomba prejudica abastecimento de água

Cruzeiro do Sul

A Corsan trabalha no conserto de um motor bomba no reservatório de água do município. Nos últimos cinco dias, o equipamento apresentou problemas mecânicos e atrapalhou o abastecimento aos 12 mil habitantes. Conforme o gerente substituto de Lajeado, Gerson Haas, o abastecimento será normalizado a partir de hoje.

Uma das moradoras prejudicadas pela falta de água em determinados horários do dia foi a aposentada Helena Maria Mallmann, 70. Ela relata transtornos devido ao abastecimento precário. “Às vezes não temos

água para tomar banho ou para cozinhar.”

A falta de água foi registrada pela última vez das 9h às 11h

de ontem, relata o morador João Soares. Mas por ter uma caixa d'água em casa, ele não chegou a registrar transtornos.

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FÁBIO KUHN

Obra de escola facilita regularização de áreas

Desapropriação soluciona impasse em loteamento

Teutônia

Aconstrução da Escola de Ensino Fundamental Bento Gonçalves, no bairro Boa Vista, resolve dois problemas. Primeiro um colégio novo. Em paralelo, permite que os moradores regularizem terrenos. A proposta é possível devido à desapropriação de uma área de terra próxima à ERS-419. Hoje a instituição de ensino funciona em prédio cedido pela Igreja Evangélica Betânia. Atende 48 alunos nos 180 metros quadrados. O projeto estipula investimento de R$ 726 mil, com 621,2 metros quadrados. Serão três salas de aula, ambiente para informática, sanitários, área coberta, refeitório, cozinha, lavanderia e sala administrativa.

Para colocar em prática o planejamento e atender a crescente demanda de vagas, o Executivo desapropriou dois hectares de terra próximos à igreja. A nova localização fica na área central bairro. A escola atenderá alunos residentes no interior.

A iniciativa também beneficiará os moradores do Lotea-

mento Lindemann onde os proprietários não têm escritura. Com a iniciativa, será possível liberar os documentos e agregar renda ao orçamento municipal.

A regularização fundiária garantirá retorno por meio do IPTU e também da emissão de guias de Imposto sobre Transição de Bens Imóveis (ITBI) em processos de compra e venda.

Além de se tornar objeto de imposto, permitirá projeção de investimentos na mobilidade urbana, agregando valor à localidade e proporcionando desenvolvimento. “A partir do exercício da regularização até podemos ter uma previsão de pavimentação na principal, até a escola”, diz o secretário do Planejamento, Rudimar Büneker.

Investimento

motiva comércio

Deivid Kosloski, 26, é auxiliar administrativo em uma padaria a poucos metros da nova escola. Os proprietários assumiram o ponto faz um ano e o objetivo era usufruir das perspectivas de crescimento. Com a construção da escola, modificaram a fachada e

reorganizaram o interior do estabelecimento. Móveis sob medidas foram instalados para acompanhar o desenvolvimento. Incrementaram os produtos convencionais e também apresentaram novidades. “A construção dessa escola será a melhor coisa que farão. Em breve podemos ter um calçamento ou asfalto na lateral. Sempre que abrimos um negócio, pensamos no crescimento e percebemos que Boa Vista desenvolverá mais ainda.”

A regularização dos terrenos também representa garantia aos moradores. Com os documentos em dia, podem fazer ampliações nas residências, acessando financiamentos públicos e privados.

A escola Bento Gonçalves é multisseriada e tem três professores, uma servidora e quatro oficineiros. Aulas de Música, Alemão, Dança e Informática ocorrem uma vez por semana.

SAIBA MAIS
Investimento na escola supera R$ 726 mil. Para conseguir fazer a obra, Executivo precisou regularizar terrenos vizinhos

Proposta isenta município de indenização

Projeto em trâmite no Legislativo permite regulamentação de imóveis sem recuo

Cruzeiro do Sul

Imóveis sem o recuo de jardim estabelecido pelo Plano Diretor poderão ser regulamentados caso a proposta do Executivo seja aprovada na câmara de vereadores. A medida inclui edificações residenciais, comerciais, industriais ou de prestação de serviços finalizadas até dezembro de 2012.

Pelo texto encaminhado ao Legislativo, os proprietários devem apresentar um laudo técnico para comprovar a data de conclusão da obra, além de garantir condições de segurança e moradia. No processo será exigida uma declaração que isente o Executivo de indenização em caso de alargamento da via. Outra determinação é o pagamento de multa de R$ 30 por metro quadrado irregular. A possibilidade de regulamen-

tação havia ficado de fora do Plano Diretor, aprovado em 2012. Na época, foram redefinidas as metragens consideradas válidas para o recuo de jardim. Em zonas residenciais, de comércio ou mista, passaram a ser exigidos 4 metros de recuo na frente do terreno.

Segundo Cesar Locatelli, da Secretaria de Administração e

Finanças, edificações antigas do município foram as mais afetadas com a mudança. Com a regulamentação, afirma, será possível evitar construções fora do padrão proposto. “Com isso esperamos facilitar o desenvolvimento urbano de forma organizada.”

Pela justificativa apresentada no projeto de lei, o prefeito Ce-

sar Leandro Marmitt salienta a necessidade do embasamento legal para a regulamentação dos protocolos pendentes. Até o início desta semana, quatro tra-

mitavam no Executivo. Não há um levantamento sobre quantas edificações em desconformidade com a regra existem no município.

Há 30 anos, Ilse Barth, 73, reside em uma das casas sem o recuo de jardim existentes no centro. Na época, afirma, a construção com cerca de 80 anos só passou por reformas internas. Mesmo com a nova exigência, ela vê a proposta como positiva e deve dar mais qualidade às edificações da cidade. Segundo Ilse, mesmo sem a regulamentação, em muitos casos, era indicada a necessidade do

recuo para habitações. O espaço foi respeitado por ela para a construção de uma garagem. Com as características dos terrenos e a ocupação da área central, ela projeta dificuldades para os construtores adaptarem novos prédios dentro das exigências. “É uma proposta boa para as próximas construções. Em muitas dessas antigas, não teria nem como adaptar”, resume.

Prédios antigos comuns na área central não estavam inclusos no Plano Diretor

Município adapta experiência de Israel

Convênio viabilizará instalação de 7 biodigestores

Vale do Taquari

Parte dos 100 mil metros cúbicos de dejetos gerados pela produção de suínos e gado leiteiro será tratada. Convênio assinado com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo (SDR) viabiliza a instalação de sete biodigestores em propriedades.

O financiamento no valor de R$ 10 mil, via Feaper, para construir cada unidade do sistema poderá ser pago pelos produtores em cinco anos, com juro zero e rebate de 80% do valor se o empréstimo for quitado em dia. Com isso, o custo poderá ficar em apenas R$ 2 mil.

Segundo o chefe do escritório da Emater, Claudiomiro da Silva Oliveira, os projetos são frutos de conhecimentos obtidos durante a missão a Israel pela comitiva do Vale do Rio Pardo que viajou ao país do Oriente Médio no fim de abril e início de maio de 2015.

aquecer a água usada na limpeza de salas de ordenha e aquecimento de creches de leitões. “Reduz os custos com energia elétrica e lenha nas granjas.”

Na época, começou a ser elaborado um projeto para reduzir o impacto ambiental e no futuro criar uma nova fonte de lucro ao produtor. Num primeiro momen-

Em Israel, visitaram a empresa Afimilk, no Kibutz Hof Hasharon. Segundo Oliveira, lá, o governo recolhe os dejetos e os leva para uma usina onde é gerada energia limpa. “Nenhum litro de esterco líquido é jogado no solo.”

Após o retorno a Mato Leitão, a secretaria buscou contato com uma empresa que atuava no ramo para verificar custos e a viabilidade do projeto. Num segundo momento, cinco produtores fizeram uma visita técnica à indústria para conhecer o sistema e o funcionamento. Três desistiram pelo custo elevado.

O financiamento oferecido pela SDR, com o propósito de construir 60 unidades no RS, permitiu o andamento do programa. Por escri-

to, o de , ao qual pertence Mato Leitão, recebeu 11. Há duas semanas, foram liberados quatro projetos. Os outros três estão em fase de análise. Praticamente todos os agricultores já têm tanques de alvenaria para armazenar os dejetos e dessa forma haverá necessidade apenas de colocar a armação com a lona de isolamento por cima das estruturas e uma cinta de concreto no entorno.

Potencial mapeado

Durante a Expointer, a Secretaria de Minas e Energia e a Companhia de Gás do Estado (Sulgás) apresentaram o Atlas das Biomassas, com amplo estudo sobre as regiões potenciais de produção de biogás e biometano no RS. No Vale do Taquari, são geradas 5,7 mil toneladas de resíduos e dejetos (agroindustriais, bovinos, suínos, aves, equinos e ovinos).

Estruturas ajudam a tratar parte dos 100 mil m³ de dejetos produzidos ao ano
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Estadual Judô

Associação de Lajeado ganha cinco medalhas

Atletas do Vale ficaram com um ouro, duas pratas e dois bronzes na nona etapa do estadual

Mais de 400 atletas representaram 20 equipes na Copa Lajeado de Judô. As lutas da nona etapa do circuito estadual foram disputadas no sábado, no Ginásio Nelson Brancher. Também foi definida a seleção sub-13 que participa do campeonato brasileiro, que ocorre em outubro na Bahia.

Cinco competidores representaram a Associação de Judô Lajeado. Todos conquistaram medalhas. Destaque ficou para Leandro Wachholz, que ficou campeão na categoria até 90 quilos.

Angel Granada Ferreira e Bruno Kercher Oliveira ficaram com a terceira colocação nas categorias infantil até 45 quilos e sub13 até 58 quilos respectivamente.

Edson Soares ficou com o segundo lugar no veterano. Tainá Daiana Thais ganhou a medalha de prata na categoria sub-18. Outra atleta lajeadense, Ane Cristine Vitória, representou o JC Campos, de Santa Cruz do Sul, e conquistou duas medalhas de ouro nas categorias sênior e veterano.

Competição estadual ocorreu no sábado e reuniu cerca de 400 judocas de vinte equipes no ginásio Nelson Brancher

colocação ao alcançar 231 pontos com 14 ouros, dez pratas e seis bronzes.

a Kiai, de Canoas, foi a vencedora da Copa Lajeado de Judô. Foram 16 ouros, 16 pratas e sete bronzes. O GN União, de Porto Alegre, ficou com a segunda

O Recreio da Juventude conquistou a terceira colocação, com 180 pontos. Sogipa teve 165 pontos e foi a quarta colocada. Fechando o pódio, o Judô Gaba ficou com o quinto lugar.

Kiai conquistou 39 pódios em Lajeado.

Leandro Wachholz

Colocação – Primeiro lugar

Categoria – Veterano Peso – Menos de 90 quilos

Edson Soares

Colocação – Segundo lugar Categoria – Veterano Peso – Mais de 100 quilos

Tainá Daiana Thais Colocação – Segundo lugar Categoria – Sub-18 Peso – Até 75 quilos

Angel Granada Ferreira Colocação – Terceiro lugar Categoria – Infantil Peso – Até 45 quilos

Bruno Kercher Oliveira Colocação – Terceiro lugar Categoria – Sub-13 Peso – Até 58 quilos

FÁBIO KUHN

Ariel tem lesão confirmada e é desfalque

Atleta deve ficar de fora das partidas contra Vitória e América-MG pelo Brasileirão

Oatacante Ariel Nahuelpan continua fora do time principal do Internacional. O jogador que não atuou contra o Atlético-PR teve confirmada nessa segunda-feira a lesão na panturrilha direita. Conforme os médicos, ele pode ser liberado em uma semana.

A previsão é que, além da partida contra o Vitória, o jogador não atue diante do América-MG, em Belo Horizonte. Retorna apenas na partida contra o Fortaleza, pela Copa do Brasil. Caso não fique à disposição no jogo de volta das oitavas de final, no Ceará, Ariel poderá ser relacionado para o duelo diante do Atlético-MG, também fora de casa.

Promoções

nos ingressos

A luta contra o rebaixamento faz o Internacional buscar mobilização. Ontem, o clube

Centroavante argentino tem lesão na panturrilha direita e deve retornar contra o Fortaleza pela Copa do Brasil

anunciou nova promoção de ingressos. A tabela prevê entrada aos sócios para os jogos contra

Vitória e Figueirense por R$ 15. O sistema será o mesmo já empregado em outra sequência de

partidas em casa. Ao comprar a entrada para o próximo jogo, contra o time baiano amanhã, o

Negueba treina e vira opção para Roger

O técnico Roger Machado ganhou mais uma opção para a partida de hoje diante da Ponte Preta, em Campinas (SP). Recuperado de dores na panturrilha direita, Negueba voltou a treinar com o grupo nessa segunda-feira e tem boas chances de ser titular na vaga de Douglas, suspenso. Outro que embarcou com o restantedadelegaçãoéWalace.Ovolante chegou a ser substituído no empate sem gols contra o Palmei-

ras, por conta de dores na região do quadril, mas não preocupa. A tendência é de que o Grêmio vá a campo no sistema 4-2-3-1, com:

Marcelo Grohe, Edílson, Geromel, Kannemann, Marcelo Oliveira, Jailson, Walace (Ramiro), Negueba, Pedro Rocha, Luan e Bolaños.

Ingressos para Grêmio versus Fluminense

Estão à venda os ingressos para a partida entre Grêmio e Fluminense, que ocorre às 16h deste domingo, na Arena. As promoções para sócios com cadeira na Arena são ampliadas: o associado de Cadeira Superior (quarto anel) pode assistir ao jogo na Gramado Leste ou Gramado Sul adquirindo um ingresso no valor de R$ 20. Além disso, também terá direito a levar um acompanhante pelo mesmo custo O Sócio-Torcedor tem exclusividade de compra pelo www.arenapoa.com.br. A segunda etapa de vendas começa hoje, às 11h, pelo site, com ingressos disponíveis ao público em geral e demais sócios.

associado ganha o ingresso para o duelo diante do Figueirense, no dia 1º de outubro.

Além do preço promocional para os sócios, o Inter reduziu o valor dos ingressos os demais torcedores. A entrada mínima passou de R$ 40 para R$ 30.

CLASSIFICAÇÃO

ClubesPGSG

1º – Palmeiras4719

2º – Flamengo468

3º – Atlético-MG425

4º – Corinthians4011

5º – Santos 3916

6º – Grêmio374

7º – Fluminense374

8º – Atlético-PR361

9º – Botafogo351

10º – Ponte Preta35-5

11º – Chapecoense34-5

12º – São Paulo311

13º – Sport30-3 14º – Cruzeiro29-5

15º – Coritiba29-1

16º – Internacional27-3

17º – Figueirense27-8

18º – Vitória26-6

19º – Santa Cruz20-11

20º – América-MG14-23

Hoje

19h30minBotafogo x Santos

19h30minFigueirense x América-MG

21hPonte Preta x Grêmio

21hSanta Cruz x Atlético-PR

21h45minPalmeiras x Flamengo

21h45minCoritiba x Corinthians Amanhã

19h30minFluminense x Chapecoense

19h30minAtlético-MG x Sport

21hInternacional x Vitória

21hSão Paulo x Cruzeiro

Grêmio
25ª rodada
Fora dos últimos jogos, Negueba volta a ser relacionado para uma partida
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Lajeadense

Rodrigo Bandeira é o novo treinador

Comandante será apresentado na sexta

OLajeadense anunciou ontem à tarde o treinador que comandará a equipe na Divisão de Acesso. Trata-se de Rodrigo Bandeira. A apresentação oficial ocorre nesta sexta-feira, às 10h, na sala de imprensa do clube. Segundo o diretor de futebol, Tales Cabeceira, o nome de Bandeira é conhecido da diretoria e tem a experiência que clube procura para voltar à primeira divisão. “Acreditamos no trabalho dele, pois ajudou no acesso de algumas equipes nos últimos anos.” Além de Bandeira, deve ser apresentado o preparador físico Leonardo Bassotto.

Do elenco que disputou o Gauchão, oito atletas têm vínculo com o clube: Mateus Santana, Laercio, Quaresma, Paulo Henrique, Duh, Dieguinho, Vitor e Darlan. “Temos interesse também no Maurinho, volante que teve boa atuação conosco no primeiro semestre.”

Saiba mais

Natural de Porto Alegre, Bandeira tem 42 anos e trabalhou também no União de Frederiquense, onde obteve o acesso para a primeira divisão, Santa Cruz, Glória, Riograndense, Brasil de Farroupilha e Canoas, entre outros.

Arroio Alegrense e Juventude lideram

Regional Aslivata

Após quatro rodadas, o Juventude lidera a chave A da categoria veterano. Em seguida, vêm o Arroio do Ouro, com 7 pontos,

Nona pista da região

Parece que as constantes reivindicações dos skatist estão surtindo efeito, ao menos, em Cruzeiro do Sul de maio, a administração investe R$ 50 mil na const de uma pista de skate com 528 metros quadrados no P que Poliesportivo.

Esta será a nona pista de skate do Vale do Taquari. tros municípios que têm esse “luxo” são Lajeado Arroio do Meio, Estrela, Encantado, Taquari, Teutônia e Santa Clara do Sul

Bicampeão mundial no

A nona etapa do circuito gaúcho de judô, realizada em Lajeado, trouxe para o Vale do Taquari o bicampeão mundial e deputado federal João Derly. Na foto, o ex-judoca aparece ao lado de Leandro Wachholz e Edson Soares – dois grandes incentivadores da arte marcial

Trilhão MTB

Foto histórica

Uma das primeiras equipes do Forquetense na década de 1950. Ela era formada pelos atletas: (em pé) Zeno Lermenn, Armando Köelzer, Leopoldo Kunrath, Ilvo Nicolai e Miro Schneider; (no meio) Leopoldo Juncker, Armindo Guth e Celeste Kunrath; (deitados) Arno Bittinger, Elmo Schneider e Eldo Schneider.

Águia Azul e Pinheiros (4) e Guaíba (1). Na chave B, o líder é o Arroio Alegrense, de Forquetinha

Seguido de União (4 pontos), Imigrante (3), Estudiantes (2) e XV de Novembro (1).

A terceira edição ocorre no dia 23 de outubro. Serão cerca de 30 quilômetros pelo interior de Venâncio Aires. As inscrições podem ser feitas no Arly Bikes por R$ 35 (com direito a seguro pessoal, placas de sinalização e medalhas para quem completar o trajeto).

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Rodrigo Bandeira ajudou o União Frederiquense a subir para a primeira divisão

Jornalismo / redação: ahora@jornalahora.inf.br

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Lajeado, quarta-feira, 14 de setembro de 2016

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