
ENERGIA ELÉTRICA
Licitação aberta para nova linha
MAIOR ASSALTANTE DO ESTADO
Fundado em julho de 2002
Lajeado, quarta-feira, 13 de abril de 2016
Ano 13 - Nº 1570
Avulso: R$ 1,00
Fechamento da edição: 21h
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ENERGIA ELÉTRICA
Licitação aberta para nova linha
MAIOR ASSALTANTE DO ESTADO
Fundado em julho de 2002
Lajeado, quarta-feira, 13 de abril de 2016
Ano 13 - Nº 1570
Avulso: R$ 1,00
Fechamento da edição: 21h
NPágina 9
Obra considerada prioridade em plano energético, ligação entre Garibaldi e Lajeado deve começar a operar em 2021
a madrugada de 13 de abril de 2006, José Carlos dos Santos, o “Seco”, foi preso após tiroteio no Posto do Rosinha, em Paverama. Era o criminoso número 1 da Região Sul. Polícia credita a ele 18 assaltos a banco,
carros-fortes e também à praça de pedágio de Marques de Souza. Estima-se que tenha roubado R$ 15 milhões entre 2002 e 2006. Reportagem entrevista personagens que participaram da prisão do assaltante. Páginas 4 a 6

o
Público de Lajeado e o município de Santa Clara do Sul, termo de ajustamento prevê ações de preservação e recuperação do arroio
Página 11
Convênio assinado em junho de 2014 previa investimento de R$ 65 milhões em saneamento básico. A demora da estatal em iniciar as obras resulta notificação do município. Entre os serviços em atraso, está a instalação de dez quilômetros de rede de água. ESTRELA
Página 8
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
Tiragem média por edição: 7.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
Fundado em 1º de julho de 2002
Vale do Taquari - Lajeado - RS
INDICADORES ECONÔMICOS
MOEDACOMPRAVENDA
Dólar Comercial3,48773,4898
Dólar Turismo3,47003,5406
Euro3,97293,9753
Libra5,04135,0436
Peso Argentino0,24340,2435
Yen Jap.0,03270,0327
Cotação do dia anterior até 17h45min, Valor econômico.
ÍNDICEMÊSÍNDICE
MÊS (%) ACUMULADO ANO (%)
ICV Mes (DIEESE)01/20161,8010,95
IGP-DI (FGV)01/20161,5311,62
IGP-M (FGV)02/20161,2912,09
INPC (IBGE)02/20160,9511,08
INCC02/20160,526,83
IPC-A (IBGE)02/20160,9010,36
Salário Mínimo/2016 R$ 880,00
TAXAS E CERTIFICADOS (%) MÊS ÍNDICE MÊS (%) ACUMULADO ANO (%)
TJLP7,5
Selic14.25%(meta) TR 03/20160,21680,4451
CDI(Mensal)02/20161,00142,0669
PrimeRate02/20163.253,25(Previsto)
Fedfundrate02/20160.250,25(Previsto)
Ouro (dólar) – Onça Troy – USD 1256.7 cotação do dia 12/04/2016
BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO (%) FECHAMENTO
Ibovespa (BRA)520023,66
DowJones(EUA)16.027-1,10
S&P 500 (EUA)1.853-1,42
Nasdaq (EUA)4.8720,80
DAX 30 (ALE)9.7610,81
Merval (EUA)11.4000,00
Oato de quebrar a socos vidros da UPA do bairro Moinhos
D’Água, em Lajeado, traduz descontrole. O homem, que acompanhava uma mulher com uma criança febril, teria se irritado com a demora para uma consulta, esbravejado contra os atendentes e danificado a sala de triagem quando saía do local.
Uma reação desmedida e injustificada. Apesar disso, conquistou simpatizantes nas redes sociais. Após o fato, pessoas começaram a relatar descontentamento com o serviço na unidade. As reclamações sobre o sistema de atendimento estão cada vez mais frequentes, apesar dos números apresentados pelo governo municipal. Em pesquisas de opinião, alegam que a unidade é a melhor do RS. Em comemoração ao aniversário de dois anos da UPA, a Fundação Hospitalar Getúlio Vargas (FHGV) apresentou dados que comprovariam a afirmação. Conforme o estudo,

[...] o modelo do contrato também
pesou para as contas municipais. O projeto inicial de transformar a UPA em uma unidade regional de atendimento não saiu do papel.
dos 12 mil usuários entrevistados, 99,9% falaram que voltariam a procurar o atendimento na UPA e 54,4% consideraram o atendimento muito bom. A pesquisa não diz qual o período das entrevistas, nem a metodologia aplicada.
A unidade, sem dúvida, trouxe mais garantia para pessoas que dependem da rede pública. Por outro lado, o modelo do contrato também pesou para as contas municipais. O projeto inicial de transformar a UPA em uma unidade regional de atendimento não saiu do papel. Municípios vizinhos mantiveram os contratos para urgência e emergência com os hospitais. Desde a abertura, erros de ordem administrativa se sucedem. A contratação da FHGV descumpriu a Lei Orgânica do município. Antes de firmar o contrato, o governo deveria ter encaminhado o convênio ao Legislativo para conceder o serviço à instituição. Também o formato de contratação dos funcionários, pelo Regime de
Pagamento Autônomo (RPA), trouxe críticas à unidade.
A confirmação da FHGV como prestadora do serviço foi assinada em fevereiro de 2014. Antes disso, o governo anterior já tinha um acordo firmado com outra empresa para gerir a unidade.
Ainda que o governo de Lajeado mantenha o discurso de que a UPA é fundamental, a pouca resolutividade dos atendimentos abre questionamentos. O custo para manter a unidade se aproxima dos R$ 700 mil, com verbas do Estado, União e do Executivo local. No primeiro ano, o custo mensal ultrapassou R$ 800 mil.
Mesmo com tudo isso, nada sustenta a atitude do cidadão que depredou a unidade de saúde. Se houve falha no atendimento, precisam ser apontadas mediante conduta ordeira e adequada. Afinal, para consertar os vidros quebrados, será usado dinheiro público, no qual o cidadão descontrolado tem efetiva participação.
cotação do dia anterior até 17h45min
Petróleo (dólar)/Brent Crude – barril – USD 42. 83 em 11/04/2016
SobrematériadaUPA
Violência não resolve. A criança estava assistida, foi medicada para controle da febre e aguardava reavaliação. Muitas pessoas aguardavam atendimento. Segundas e sextas-feiras são os dias mais atribulados. Quatro médicos mais equipe estavam completas. A pressa não combina com bom atendimento, especialmente quando a observação é necessária para prescrever.
GlademirSchwingel
Ele agiu errado quebrando um patrimônio que veio do dinheiro do povo. Se fosse o caso, xingasse, chamasse a polícia, filmava, mas jamais estragar algo.
ElianaLottermann
Triste isso!
Adiantou quebrar o vidro?
Mais respeito...
JulieteJohann
Concordo que violência não deve ser o caminho. Mas se o Sr secretário necessita-se, ou tivesse que depender dos médicos e enfermeiro, tendo seu filho nos braços por entorno de duas a quatro horas, sem saber o que fazer e depender totalmente destes profissionais, com certeza pensaria diferente.
CarinadeSiqueira








EFernando Weiss fernandoweiss@jornalahora.inf.br
stá marcada para as 14h deste domingo a votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara dos Deputados. Depois vai para o Senado e o STF.
Em 1992 eu tinha 10 anos. Lembro pouco do rito – afora os comentários de rua, nos ônibus e na televisão – que tirou Fernando Collor de Mello da Presidência da República. O que sei sobre o processo li e continuo lendo. Quem tem menos de 35 anos está em situação similar. Ainda mais, porque a degola de Collor ocorreu antes da era digital, quando os meios de comunicação restringiam-se aos métodos tradicionais. E olha lá!
Assisto perplexo à comemoração de políticos e parcela da população com a iminente derrocada da presidente Dilma. Impeachment é um processo dolorido, prejudicial para o desenvolvimento do país e não é garantia de dias melhores. Isso não representa que defendo a manutenção de Dilma ou do PT no poder. Pelo contrário. Os malfeitos, desgovernos, falcatruas, tramoias e tantas outras outras classificações cabíveis sustentam a insatisfação popular. Foram tantos “golpes” na sociedade brasileira que o resultado está aí: economia
Assisto perplexo à comemoração de políticos e parcela da população com a iminente derrocada da presidente Dilma. Impeachment é um processo dolorido, prejudicial para o desenvolvimento do país e não é garantia de dias melhores.”
abalada, desemprego subindo, desconfiança crescente. Sobram exemplos da incapacidade de Dilma e Temer – presidente e vice, e ninguém faz nada sozinho – em conduzirem os rumos do país. Mesmo com toda essa instabilidade econômica e política exposta, somada à dimensão e o rombo da Operação Lava-Jato, não vejo no impeachment qualquer luz de melhora. Dos integrantes da comissão de deputados que julga o processo, quase todos aparecem em alguma “lista negra”, fruto de um sistema político que abastece
os currais eleitorais e favorece manobras em favorecimento pessoal ou partidário.
Se Dilma cair – como parece mais evidente a cada dia – nada nos dá certeza de que o país voltará aos trilhos. Pior ainda, ao ver no retrovisor Temers, Cunhas, Calheiros, Neves e tantos outros sedentos para ocupar a cadeira do Planalto sem que haja um projeto, um compromisso, ou algo do tipo, capaz de nos devolver esperança. De hoje até domingo, muita coisa acontecerá, mas a votação está marcada, com hora acertada – e vejamos, até nisso tem estratégia de favorecimento. Eduardo Cunha começará a chamada nominal pela Região Sul, deixando os deputados do Nordeste e do Norte, teoricamente mais simpáticos à Dilma, para o final. Por tudo isso, a missão cidadã nos convoca a participarmos e nos aprofundarmos no processo de impeachment. Que façamos sem comemorações nem ilusões. Atentemos para os discursos ufanistas e oportunistas, sem cair nas armadilhas de quem está só esperando a queda de Dilma para subir ao cargo. Portanto, o domingo é de refletir, mas também de lamentar. Afinal, uma presidente eleita por milhões de brasileiros está sendo deposta.



do PRB, PPS e DEM. Joel, que foi vereador por três mandatos, entre 2001 e 2012, ainda tentará convencer o também ex-vereador Aloísio Mallmann (PSD), que almeja uma pré-candidatura a prefeito faz algum tempo, a integrar uma chapa única de oposição. Uma reunião marcada para

o próximo sábado trata do assunto, mas Aloísio insiste em ser cabeça de chapa, o que pode atrapalhar uma coligação entre todos os partidos de oposição. De qualquer modo, o governo atual desfruta de um prestígio considerável, indicado inclusive em pesquisas que mostram um bom percentual de aceitação da atual gestão. Se a oposição for dividida, como se apresenta neste momento, será ainda mais complicado tirar mais um mandato de Rafael Mallmann. Se as eleições tiverem três candidatos a prefeito, haja criatividade para os marqueteiros e publicitários. Cada um terá de lidar com um Mallmann diferente.
O namoro entre o PSDB de Ito Lanius e o PP de Lajeado custa a dar casamento. Nessa segunda-feira, mais uma reunião tratou sobre uma possível coligação entre os dois partidos. Ambos garantem avanços nas negociações, mas ninguém arrisca uma data para a definição. Também estiveram na reunião Leodir Degasperi do DEM e Adi Cerutti do PSD.


Preso durante uma ação comandada pela Polícia Civil, José Carlos dos Santos, o “Seco”, ostentava a primeira colocação entre os criminosos mais perigosos da Região Sul. Personagens da prisão recontam histórias do dia 13 de abril de 2006, quando o assaltante foi preso em um posto de combustíveis às margens da BR-386.
Especial
“Me chamo Rogério.” Foi assim, deitado e fingindo uma convulsão sobre o acostamento da BR-386 que José Carlos dos Santos, o Seco, se identificou ao comissário do Departamento Estadual de Investigações Criminais da Polícia Civil (PC), Mauro Alves. Era o fim da liberdade para o criminoso mais procurado da Região Sul.
A caçada policial perdurava por mais de quatro anos. O assaltante de carro-forte era alvo de, no mínimo, três dos mais expressivos departamentos da PC. O Deic, Roubo de Cargas e Equipe de Capturas da PC estavam atrás do homem de 26 anos, nascido no interior de Candelária. Seco aprendeu a manusear explosivos abrindo açudes e se tornou perito na direção de carros, caminhões e retroescavadeiras.
“ZédaRetro”,apelidoqueganhou pela habilidade com a máquina

agrícola, viu o cerco se fechar após o assalto contra o prédio da empresa de valores Proforte, no centro de Santa Cruz do Sul.
Estima-se que mais de R$ 3 mi-
Ele tentou fazer uma manobra e ficar de frente para a BR. Por pouco não conseguiu. Ele era muito ‘braço’.
lhõestenhamsidolevadospelobando de dez assaltantes. Foi considerado o maior roubo da história do RS. Eram quase 23h30min do dia 10 de abril de 2006. Um caminhão-guincho, roubado da Santa Cruz Rodovias minutos antes, foi usado para derrubar a parede da empresa e facilitar o acesso aos cofres.
Era essa a principal característica dos assaltos de Seco, que costumava usar caminhões para derrubar carros-fortes em rodovias estaduais. Protegido por colchões e usando capacete, ele mesmo costumava ficar na boleia orientando ou mesmo dirigindo.
Na fuga, o bando foi interceptado por quatro policiais militares. Houve intensa troca de tiros. O capitão da Brigada Militar (BM), André Sebastião dos Santos, foi morto com um disparo de fuzil 762 na cabeça. AsoldadoGheisaMarquesficouferida. Os quadrilheiros usavam munição “traçante”. Todos conseguiram fugir. Seco, por pouco tempo.
A equipe de Capturas da PC foi até Santa Cruz do Sul naquela segunda-feira. “Mas logo descobrimos que haviam fugido para a região de ‘Águas Claras’, em Viamão. Uma área rural extensa, com muitos sítios afastados”, conta o policial Alves. Os três departamentos da PC, com apoio da BM, estavam dedicados à prisão de Seco. As fugas depois dos crimes constrangiam os órgãos de segurança, tanto que o governo do Estado investiu alto. Levar o assaltante à Justiça virou prioridade.
A região de ‘Águas Claras’ e outras comunidades próximas foram sitiadas. Operações parecidas também ocorreram nos vales do Rio Pardo e Taquari. “Fizemos movimentos nas estradas vicinais. Ninguém passava sem se identificar”, relembra Alves.
Mas Seco estava bem escondido. E por volta de 1h do dia 13 de abril

Sempre que compareceu a audiências em diversas comarcas do estado, Seco tentou escapar das fotos para preservar a imagem.
Comparsa Gordo estava junto do maior assaltante do estado no tiroteio ocorrido no Posto Rosinha, em Paverama
os chefes da chamada Operação Lince – alusão ao animal ágil e esguio – resolveram liberar os policiais para um descanso. Estavam todos desde a madrugada do dia 10 no encalço do criminoso. Foi nesse momento que Seco deixou o esconderijo, dirigindo um Audi A3, cor prata. Estava sozinho no carro. No caminho que o levou da área rural de Viamão até a BR-386, cruzou por ruas e estradas enlameadas, sem ser flagrado pela polícia, mas sujando de barro o veículo roubado em Vacaria dias antes.
“Segui na escuta. Percebi quando se movimentaram”
O comissário Mauro Alves não foi dormir. Ficou mais algum tempo ligado na central de monitoramento dos telefones grampeados e percebeu movimentação de Seco e dos comparsas. Um deles era Carlos Henrique Fernandes, o “Gordo”, então com 34 anos, que também participara do assalto à empresa Proforte.
“O Gordo não foi junto com eles até Viamão. Ficou no mato durante três dias, só comendo barra de cereal, e sempre próximo à BR-386, em Paverama. Naquela madrugada do dia 13, estava perto de casas noturnas, próximo ao Posto Rosinha.”
Ainda em Canoas, Alves chamou apoio de outros três colegas, os policiais civis Carlos Jannes Motta, Clairton Felix Segatto e Henrique Almeida da Costa. Certos de que Seco estava indo em direção ao Vale do Taquari para resgatar o comparsa, seguiram em dois veículos sem identificação – um Astra e um Vectra – pela BR-386 em direção a Lajeado
Os quatro policiais não tinham certeza sobre o carro de Seco. Mas sabiam: “Ele era muito cuidadoso nos telefonemas. Sabíamos, pelas investigações,queelegostavamuito do Audi A3. É um carro turbo. E pelas conversas interceptadas, tudo indicava ser da cor prata.”
“Eu vi o carro deles abastecendo”
No caminho entre Porto Alegre e Paverama, os policiais vieram monitorando Seco e um “batedor”. “Um motorista ia com outro carro na frente dele, passando informações sobre qualquer movimentação da polícia.”
Eram quase 3h quando os policiais chegaram ao Posto Rosinha,
Rodrigo Martini
em Paverama. Havia pelo menos cinco caminhões estacionados no pátio, onde também funcionam um hotel e um restaurante.
“Encostei o carro ao lado de um caminhão. O caminhoneiro comia um carreteiro. Iria perguntar se ele havia visto um Audi, mas parei no meio da pergunta. Sem os caminhões obstruindo a visão das bombas, eu vi o carro deles abastecendo”, conta Alves.
Nesse momento, um frentista conversava com os assaltantes. Estava ao lado da porta do motorista. Alves avisou os colegas que estavam no outro veículo, e os dois carros disfarçados da PC se movimentaram para bloquear a saída do Audi. Após se identificarem, foram recebidos a tiros.
“O Gordo começou a atirar de dentro do carro, pelo para-brisa. Usava uma pistola 9mm. Foram maisdedeztiros,masnenhumnos acertou.” Os policiais revidaram, utilizando-se também de um fuzil emprestado pela BM dias antes, e que apresentava alguns defeitos.


Seco tentou a fuga. De marcha à ré, e em alta velocidade, conseguiu desviar do carro dirigido por Alves. Mas não de um caminhão estacionado próximo à placa de identificação do posto, cujo motorista dormia na cabine. “Ele tentou fazer uma manobra e ficar de frente para a BR. Por pouco não conseguiu. Ele era muito ‘braço’. Muito bom motorista”, comenta Alves. Com a lataria do Audi presa no caminhão Mercedes-Benz, Seco e Gordo voltaram a disparar contra os quatro policiais. “O Gordo descarregou uma Ak-47 (fuzil) na gente. E o Seco estava com uma 9mm (pistola). Ele também descarregou na gente. Tudo de dentro do carro. Nos entrincheiramos atrás das viaturas e atiramos de volta.”
“E aí meu, qual o teu nome?”
Foram de três a quatro minutos de tiros. Diversas janelas do restaurante foram estilhaçadas. Até ali, mais de 200 disparos haviam sido efetuados, 12 deles atingindo as viaturas policiais. Um agente foi ferido no dedo.
Após o tiroteio, veio o silêncio. “De repente, todos pararam de atirar. A minha pistola estava descarregada. Acho que todos estavam carregando suas armas naquele mesmo momento.”
O silêncio foi quebrado pelo barulho de uma das portas do Audi abrindo. Era Gordo. O comparsa de Seco saiu correndo em direção à rodovia. Dois policiais foram atrás dele. Segundos depois, o bandido mais procurado do estado saiu rastejando – e atirando –do carro.
Seco também se movimentava em direção à BR-386, mas na direção oposta à Gordo. Alves foi atrás. “Ele já estava baleado nas costas, mas saiu atirando.”

Vocês não largavam do meu pé. Quando me pegaram, eu estava indo embora”
ao chegar à sede do Deic após a prisão
Sou gremista, mas ultimamente não ando ligando para o futebol” O meu crime é 157, assalto a banco, carro forte, nunca neguei, e não tráfico”
Seco aos policiais do Deic, enquanto era apresentado à imprensa durante julgamento sobre suposto trá co de drogas, em março de 2016
CONTINUE

O policial encontrou a arma de Seco ainda carregada no gramado entre o posto e a pista da BR. “Mas não via ele. Estava muito escuro.” Foi então que Alves olhou para o acostamento da rodovia. Sob as luzes de faróis, viu um vulto se arrastando. Correu até ele e o imobilizou. Secoestavadesarmadoesangrando. “E aí meu, qual o teu nome?”, questionou Alves. “Me chamo Rogério”, mentiu o criminoso. Patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF)jáestavamláparaauxiliarna custódia do criminoso e, segundo versões, teriam efetuado o disparo que atingiu o criminoso na perna, causando-lhe uma fratura exposta.
Seco estava preso. E fingindo-se de morto. Do outro lado da rodovia, quase dentro do mato, Gordo também sucumbira aos tiros e, ferido, recebia a voz de prisão. Em Lajeado, outro comparsa, Paulo Jusemar Landin,erapresonobairroPlanalto. No Audi, crivado de balas, ficaram uma granada, ‘miguelitos’, umapistola.40,doiscoletesàprova de bala, carregadores, uma touca ninja, dois celulares e o fuzil 762, usadonoassaltoàempresaProforte três dias antes.
O frentista que atendeu Seco antes da abordagem policial lembra com detalhes daquela madrugada de quinta-feira. Ele estava sozinho no posto. Havia apenas um segurança atuando no restaurante ao lado. “Eles pediram para encher

o tanque. Não desceram do carro. Abriram só uma ‘frestinha’ da janela.”
Após abastecer o veículo, Seco, que vestia uma jaqueta de couro preta, pediu um favor. “Ele me ofereceu R$ 10 a mais e pediu se era o suficiente para eu passar uma águanocarro.Estavacombastante barro”, lembra. O frentista aceitou a proposta. Usou uma mangueira para lavar o Audi.

Ele estava esguichando água na traseira do carro – que já estava ligado nesse momento – quando percebeu o Astra conduzido pelos policiais chegando. “Ouvi eles gritando alguma coisa. Mas com o barulho da água, não entendi. Então logo começou uma sequência de tiros.”
O frentista deitou no chão atrás do carro de Seco e protegeu a cabeça. Segundos depois, percebeu a luz de marcha à ré acendendo. “Rolei para o lado e o carro deles quase passou por cima de mim. Depois






disso, quando cessou um pouco os tiros,corriparaosfundosdopostoe só saí de lá quando as ambulâncias da Sulvias vieram buscar os feridos”, lembra.
Após abastecer as ambulâncias, seguiu trabalhando no restante do turno. O encontro com Seco e Gordo serácontadoaosnetosebisnetos,diz.

No dia 1º de junho, reportagem do A Hora acompanhava julgamento de Seco e Gordo em Teutônia, onde ambos foram condenados a 21 anos de prisão
Seco foi visto outras vezes naquele mesmo posto. Esteve lá uma semana antes. Por vezes, até jantou no restaurante ao lado. “Poucos o conheciam. Nunca havia sido preso. As únicas fotos eram de documentos antigos”, lembra Alves. Mas alguns o conheciam. Por medo ou talvez algum outro sentimento, não o denunciavam. Bem articulado. Inteligente. Educado. Ousado. Corajoso. Boa pinta. São alguns adjetivos ditos por quem conviveu, mesmo que pouco, com Seco. O inspetor da PC, Alessandro Maeda, então na Delegacia de Repressão ao Roubo de Veículo, monitorou Seco por quase um ano. Recolhido à Pasc, o criminoso contava com pelo menos três chips de celular dentro da cela. “É um empresário do crime. Não se ‘embola’ com ladrão de galinha.”
Acabou preso mesmo já dentro da prisão de segurança máxima. Durante a Operação Trinca Ferro, do Deic, as interceptações telefônicas provaram que ele se articulava com outros criminosos – entre eles um dos principais traficantes do estado – e estaria migrando para outros delitos, entre eles, roubo, furtos e venda de carros, caminhões e retroescavadeiras.
Interrogado por Maeda e outros agentes, em novembro de 2014, riu quando ouviu detalhes das próprias conversas. “Ele não riu em tom de deboche. Mas porque sabia que tinha ‘caído’. E daí ‘caiu’ na elegância”, lembra o ins-

petor. Seco, acusado também de aliança com a facção “Balas na Cara” para traficar drogas, negou que fosse sua a voz nas gravações.
Os julgamentos de Seco e dos comparsas costumam parar as cidades. Foi assim em Lajeado, em setembro de 2006, quando até uma retroescavadeira foi usada para bloquear o acesso de veículos ao Fórum na av. Benjamin Constant. O mesmo ocorreu em Candelária, Caxias do Sul, Santa Cruz do Sul e Teutônia E foi em Teutônia que o criminoso recebeu a mais recente condenação. Acusado pelo promotor de Justiça, Jair Franz, o assaltante foi punido com mais 21 anos e dois meses de prisão pela tentativa de homicídio dos quatro policiais civis que atuaram durante a prisão. Com isso, soma uma pena total de 205 anos. O MP recorreu, pedindo uma punição mais severa. No sistema carcerário gaúcho, há só dois detentos que superam 200 anos. Além de Seco, o paranaense Adriano da Silva, preso em janeiro de 2004, acusado de matar 12 meninos entre 8 e 13 anos no norte gaúcho, é quem tem a maior pena, de 232 anos. Ambos estão recolhidos na Pasc, em Charqueadas
Como a legislação não prevê mais de 30 anos de regime fechado, o criminoso pode ser solto até 2036.



Lajeado
Abase governista no Legislativo volta a questionar a legalidade de contrato de publicidade firmado em 2015 pelo ex-presidente, Carlos Ranzi (PMDB). O acordo de três anos com uma produtora de vídeo teve a anuência da assessoria jurídica do Executivo e da agência de propaganda contratada pelo governo, e custa cerca de R$ 4,5 mil mensais.
Para a vereadora do PT, Eloede Conzatti, o contrato de três anos é inadequado. Ela critica a falta de repasse para veículos de comunicação que, segundo a petista, deixaram de receber recursos de publicidade em função do acordo firmado com a produtora.
Sérgio Kniphoff (PT) voltou a questionar o fato de o gerente da produtora ser filiado ao PMDB, mesmo partido do ex-presidente da câmara. Por sua vez, Carlos Ranzi se mostrou favorável à abertura de uma sindicância. “Não vou barrar”, salienta, criticando ainda o fato de a base do PT ser contra as aberturas das CPIs do PAC e do Lixo.
Além do contrato de produção de vídeo, responsável pela transmissão de todas as sessões ordinárias e extraordinárias por meio
do canal 16 da Net, Eloede questiona o aluguel da máquina de café “gourmet”, cuja compra do produto já foi cancelada pelo atual presidente, Heitor Hoppe (PT).
Eloede Conzatti também solicita à mesa diretora a abertura de uma sindicância para investigar a instalação do ponto eletrônico.
Outra medida tomada por Ranzi em 2015. Ela solicita cópia dos relatórios de presenças e ausências, e cita que recebeu denúncias de que “funcionários da câmara batiam ponto e iam para outras atividades profissionais.”
Entre os servidores comissionados que estariam atuando em outras atividades, estaria um advogado que atua como assessor de Comissão. Ontem, assessores da base governista apresentaram documento contendo série de processos verificados no Fórum de Lajeado, onde o CC aparece como representante.
Entre os processos em que o CC teria atuado durante o mesmo horário de serviço da câmara de vereadores, mesmo após bater o ponto eletrônica, consta um “inventário de partilha” registrado na Vara de Família e Sucessões, e cuja parte do processo é o prefeito Luís Fernando Schmidt.


ESTRELA - Os moradores dos bairros Centro, Estados e Oriental podem fazer o recadastramento dos seus cartões do SUS neste sábado, 16.Os atendimentos acontecem na sede da Secretaria Municipal da Saúde, das
9h às 17h, localizada na rua General Osório, 427, Bairro Oriental. Para fazer o recadastramento os usuários devem levar RG, CPF e comprovante de residência em nome do usuário.
Estatal recebe notificação por descumprir
Estrela
Oconvênio firmado em junho de 2014 entre administração municipal e Corsan, o qual prevê investimentos de R$ 65 milhões em abastecimento e esgotamento sanitário, enfrenta problemas de execução. Notificação expedida pelo Executivo, em meados de março, cobra explicações da estatal pelo descumprimento de uma série de itens previstos no acordo.
A questão foi levantada na última sessão da câmara de vereadores pelo parlamentar Marco Wermann (PV). “Um dos itens cumpridos foi o recurso de R$ 1,3 milhão para pavimentações. Mas muitos outros, como no caso da ampliação da rede de abastecimento, o prazo já venceu”, aponta ao citar que 20 famílias com casas às margens da BR-386 continuam sem água tratada. “Encaminhamos como sendo urgência e a Corsan tinha se comprometido a fazer, mas até agora nada.”
De acordo com o assessor jurídico da administração municipal, Guilherme Gewehr, os principais e mais urgentes investimentos não cumpridos são aqueles referentes aos serviços de água e esgoto dos loteamentos Jardim das Pedras e Werle, bem como serviços específicos no loteamento Nova Morada I e II. Além desses, o governo cobra a
Após quase quatro anos de debates sobre investimentos em saneamento básico, município e Corsan assinaram a renovação do contrato no dia 30 de junho de 2014, com validade de 25 anos. A estatal se comprometeu a investir R$ 15 milhões em abastecimento e outros R$ 50 milhões na implantação do SES.
O convênio tratou diversas prioridades, como a instalação de dez quilômetros de redes de água e esgoto em prazo de 18 meses. Os trechos contemplam áreas industriais, às margens da Transantarita, ERS-129 e BR-386. As obras também seriam realizadas novo loteamento na Rota do Sol (RSC-453). Segundo anunciado na época pelo governo, a diferença do novo contrato
ampliação de dez quilômetros de rede de abastecimento de água no município e a apresentação de uma solução ao tratamento dos efluentes domésticos. Em relação ao Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) em Jardim das Pedras, informa Gewehr, apenas metade


para o anterior consiste na inclusão do saneamento. Em até seis anos, a contar da data de assinatura, a Corsan deverá investir R$ 12 a 15 milhões para tratar 50% do esgoto da cidade. O texto possibilita a revisão do convênio a cada cinco anos para avaliar se houve atendimento das necessidades elencadas, sob risco de rompimento.
do valor para elaboração do projeto foi repassada. “Neste caso, a Corsan até aprovou o projeto, mas nega sua implantação.”
de Abastecimento de Água de Estrela, substituição das redes precárias (mínimo de 10% ao ano), sobre o projeto de SES de toda a área urbana (em um período de 18 meses), bem como sobre a implantação de redes de abastecimento de água em determinadas áreas do município.
Em decorrência dos fatos, o contrato garante ao município diversas sanções, desde multa até a possibilidade de rescisão. Mas, de acordo com Gewehr, é preciso obedecer o procedimento em andamento para apurar e verificar as infrações cometidas pela Corsan. Dessa forma, o Executivo poderá analisar as circunstâncias e adotar as ações necessárias.
Passados quatro meses da assinatura do contrato, o governo de Estrela autorizou o recapeamento asfáltico em 14 ruas do município, totalizando quase 45 mil metros quadrados. As vias foram afetadas por obras na rede de água e na manutenção das estações de tratamento de esgoto realizadas pela Corsan.
O investimento de R$ 1,3 milhão foi garantia da renovação do convênio e custeado pela estatal. As obras ocorreram por etapas. As primeiras ruas recuperadas foram a Frederico Sulzbach, do bairro das Indústrias, 1º de Maio, do Boa União, e a Arnaldo Balve, do ASSINATURA
A administração municipal pede ainda uma posição da estatal sobre o Estudo de Concepção para ampliação geral do Sistema
Oriental, totalizando investimento de R$ 300 mil. À medida que os trechos foram finalizados, os serviços começaram em outros.
PRINCIPAIS
– Serviços de água e esgoto dos loteamentos Jardim das Pedras e Werle, bem como serviços específicos no loteamento Nova Morada I e II.
– Ampliação de dez quilômetros de rede de abastecimento de água no município e apresentação de uma solução ao esgotamento sanitário de Estrela.
– Estudo de Concepção para ampliação geral do Sistema de Abastecimento de Água de Estrela.
– Substituição das redes precárias (mínimo de 10% ao ano).
– Projeto de SES de toda a área urbana (em um período de 18 meses).
– Implantação de redes de abastecimento de água em determinadas áreas do município.
Abriram ontem as inscrições para 400 vagas do curso de especialização em Elaboração e Gerenciamento de Projetos para a Gestão Municipal de Recursos Hídricos. Realizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) em
parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), a pós-graduação latosensué semipresencial e gratuita.
O adesão segue até o dia 13 de maio. O curso terá 18 meses de duração. Nos 12 primeiros, haverá três encontros presenciais
com três dias de duração cada. As atividades serão em Brasília, Florianópolis, Fortaleza, Manaus e São Paulo, com 80 vagas para cada região.
A pós-graduação é voltada para técnicos do serviço público que atuam em setores relacionados aos recursos hídricos, como agri-
cultura, saneamento e meio ambiente. Também é destinado às agências de desenvolvimento metropolitanas, reguladoras de saneamento, associações regionais e federações de municípios, além de secretarias de Desenvolvimento Regional e Política Urbana.
Os candidatos devem ter gra-
duação em qualquer área, atuar como servidores públicos com vínculo efetivo e terem autorização de suas instituições para participar das atividades do curso. O processo seletivo ocorrerá em fase única composta de análise dos currículos e de proposta de monografia.

Oimpasse para a construção da linha de transmissão entre Lajeado e Garibaldi pode estar próximo de terminar. Em visita ao estado, o gerente-executivo do Operador Nacional do Sistema (ONS), Manoel Botelho, confirmou a realização de um novo processo licitatório para a obra.
A construção é uma das prioridades do Plano Energético do RS. Sequer iniciada, a nova linha era prevista para ser entregue no primeiro semestre deste ano. Hoje, o Vale do Taquari tem apenas uma ligação com o sistema nacional, entre Lajeado e Nova Santa Rita, com capacidade para 230 kilowatts. Botelho alerta para a gravidade da situação. Em caso de pane, a região ficaria às escuras. Segundo ele, existe possibilidade de cortes devido à sobrecarga ou subtensão, especialmente no verão. Ressalta ainda a redução na confiabilidade do atendimento às cargas nos arredores de Lajeado.
A licitação é necessária devido a uma declaração publicada no dia 3 de março, definindo a caducidade da concessão outorgada à empresa MGF, vencedora do pri-
meiro processo. O secretário estadual de Minas e Energia, Lucas Redecker, defendeu a imediata realização do processo.
Segundo ele, é importante deixar a concorrência atrativa de modo que haja companhias interessadas realizar as obras. A expectativa é concluir a licitação ainda Neste ano. Porém, a entrada em operação deve ocorrer somente em 2021.
Redecker afirma que a segunda ligação para o Vale do Taquari esbarrou em problemas com a empresa vencedora do leilão realizado pela Eletrosul.
Conforme o secretário, desde o início especialistas questionavam a viabilidade econômica da obra, devido ao alto custo e baixo retorno ao investidor. Sem cumprir nenhum prazo, a MGF foi descredenciada do processo. O conjunto de obras compreende a linha de 47 quilômetros de extensão entre Garibaldi e Lajeado, e outra linha, com 16,4 quilômetros dentro de Lajeado. A capacidade de transmissão é de 160 megawatts.
Também estão incluídas duas subestações de energia, sendo uma em Lajeado e outra na Serra Gaúcha, e uma linha com 49
Estado
Empresas e usuários domésticos que investirem em pequenas centrais de energias renováveis serão isentos do ICMS a partir de junho. Decreto assinado pelo governador José Ivo Sartori pretende incentivar a eletricidade fotovoltaica, produzida por meio de painéis solares.
Para ter direito ao benefício, empresas ou residências com sistemas de geração de energia limpa precisam estar interligadas ao sistema das empresas concessionárias. Na prática, não serão cobrados os 30% de alíquota sobre o excedente ofertado na rede de distribuição.
arrecadação do Estado devido à baixa adesão desse tipo de central na rede estadual de energia. Ao todo, 186 conexões estão instaladas no estado.
A produção de energia limpa em casas cresce exponencialmente no Brasil. Entre 2014 e 2016, as adesões ao modelo de geração distribuída quadruplicaram, passando de 424 conexões para 1.930.
Relatório da Aneel estima que mais de 1,2 milhões de residências terão pequenos geradores de fontes renováveis, como painéis solares e microturbinas eólicas, até 2024.
quilômetros de extensão entre Candiota e Bagé
Também em março, uma reunião entre ONS, CEEE-GT, Eletrosul, RGE, Certel, AES Sul e a Empresa de Pesquisa Energética debateu medidas para evitar problemas no abastecimento.
Na ocasião, a AES Sul informou a necessidade de instalar um transformador provisório de 230/69 kilowatts na Subestação Lajeado 2 e outro na Subestação Venâncio Aires, além de recapacitar a linha de transmissão entre as duas subestações de Lajeado.
A CEEE-GT, companhia estatal para geração e transmissão, afirma ter condições de disponibilizar até quatro unidades reservas regionais desse tipo de transformador, o que seria suficiente para atender as necessidades provisórias necessárias.
Conforme Botelho, a empresa pública detalhará os prazos necessários para o início das instalações. “Antes é preciso que a AES Sul e Certel caracterizem adequadamente os maiores fluxos previstos nessas instalações.”
Segundo ele, também é preciso verificar se as medidas trarão o fôlego necessário até a entrada
O benefício também contempla a produção por meio de unidades eólicas ou dos sistemas de biomassa. De acordo com o secretário de Minas e Energia, Lucas Redecker, a medida visa estímular consumidores domésticos, comércios e pequenas indústrias a implantar centrais de energia limpa.
Conforme Redecker, o incetivo à energia solar é uma das prioridades do Estado, conforme previsto no recém-lançado Plano Energético do RS. Para o secretário, o fim da taxação de ICMS motiva investimentos. “O imposto vinha representando um obstáculo para ampliar este segmento, que representa custo menor e respeito ao meio ambiente.”
Secretário da Fazenda, Giovane Feltes afirma que a medida não terá grandes reflexos na
Em março, começaram a valer as novas regras para o setor. Entre as novidades, está a possibilidade de geração compartilhada, na qual um grupo de pessoas se une em um consórcio ou cooperativa para instalar sistemas de micro ou minigeração distribuída entre os participantes.
A Aneel também passou a permitir que a energia produzida em um determinado local possa ser utilizada em outro, do mesmo proprietário. A norma também permite a instalação de geração distribuída em condomínios.
Em todos os casos, quando a quantidade de energia gerada for superior à energia consumida, o cliente fica com créditos que podem ser utilizados para reduzir a fatura dos meses seguintes. O prazo de validade dos créditos é de 60 meses.
A isenção tributária segue diretrizes definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) quanto à definição do tipo de empreendimento passível de isenção. Também segue definições de convênio aprovado pelo Conselho Nacional de Política Fazendária.
São consideradas unidades de microgeração
centrais com potência instalada de 100 kW ou menos. No caso da minigeração, a potência instalada tem entre 100kW e 1 MW. Para estar incluída na desoneração, é preciso utilizar fontes de energia hidráulica, solar, eólica ou biomassa, além de estar conectado na rede de distribuição.
por um portão instalado

Lajeado
AJustiça atendeu pedido do Ministério Público (MP) local e declarou inconstitucional a lei municipal de 2011 que concedeu o uso da rua Albert Schweitzer, no bairro São Cristóvão, ao Colégio Gustavo Adolfo. A via fica entre os dois prédios da instituição e passou a ser de responsabilidade da escola por um período de cinco anos, em comodato. Direção aguarda por uma notificação oficial.
O projeto que concedeu o uso
da via pública foi encaminhado à câmara de vereadores no dia 21 de dezembro de 2011. Ele é assinado pelo então vice-prefeito, Sidnei Zen. A publicação no Sistema de Leis Municipais ocorreu no dia 7 de fevereiro do ano seguinte.
A lei previa destinação de R$ 40 mil para auxiliar nas despesas de construção do ginásio de esportes da escola e, no artigo número 7, constava a autorização para que a direção usasse a via de forma privada. Conforme o texto, “a concessão será pelo
prazo de cinco anos, com possibilidade de prorrogação por igual período, devendo ser revogada quando a concessionária mudar a destinação do imóvel, por interesse público ou em caso de sua extinção.”
O projeto aprovado previa dispensa de licitação para a concessão de uso “por tratar-se de entidade comunitária e sem fins lucrativos.” Apesar de ter sido aprovada em dezembro de 2011, a lei teve conhecimento público só em 2013, quando a direção do colégio decidiu fechar a via para
o tráfego de veículos, instalando portões nas esquinas com a rua Miguel Tostes e com a Comandante Wagner.
Questionado sobre a decisão da juíza, o diretor da escola, Edson Wiethölter, afirma que ainda não foram comunicados oficialmen-
colégio
te. “Vou esperar a notificação antes de me manifestar. Vamos repassar o assunto para nosso setor jurídico.” Sobre o espaço destinado pelo governo ao educandário, garante ser um “benefício imensurável para a segurança dos alunos.”
O fechamento da rua já foi considerado ilegal pela Justiça após pedido de liminar em outubro de 2013, também referente à ação civil pública ajuizada pelo promotor de Justiça, Neidemar Fachinetto. Na época, o assunto gerou polêmica e até uma audiência pública foi organizada por moradores.
Também houve manifestações de vizinhos da escola que eram contrários ao fechamento.
Dessa vez, administração municipal e colégio foram condenados a “abster-se de impor qualquer obstáculo ao livre tráfego de veículos e pedestres no trecho da rua, sob pena de incidência de multa diária de R$ 2 mil, a ser arcada individualmente por cada um.”
Também condena os envolvidos a remover, em caráter definitivo, os portões metálicos insta-
lados em duas esquinas da rua Albert Schweitzer, “sob pena de incidência de multa diária de R$ 5 mil, também a ser arcada individualmente por cada um dos demandados.” Na ação, Fachinetto afirma que “o normativo afronta o princípio da impessoalidade, ao prever a desafetação de uma rua pública que é considerado bem de uso comum do povo.” O promotor defende também que a lei provocou “um desvio de finalidade, ao argumento de que, apesar da lei ter tido como norte a segurança dos alunos, destinou-se ao estacionamento de veículos de professores e de funcionários do colégio”. Ainda cita que a justificativa para o fechamento da rua teve como outro fundamento a construção de um ginásio esportivo, o que não se confirmou.
Projeções da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) indicam que o nível de emprego no comércio varejista deverá cair 3,3% até o fim do ano. O percentual representa um corte de cerca de 253,4 mil empregos com carteira de trabalho assinada no país.
Segundo dados divulgados nessa segunda-feira pela CNC, ao longo de 2015, o setor varejista fechou com queda de 2,3% no número de postos de trabalho, o que resultou no
fechamento líquido de 179,9 mil vagas formais, ritmo que se manteve tambémnoacumuladodosúltimos 12 meses encerrados em fevereiro.
As projeções da entidade indicam, ainda, que ao longo deste ano o volume de vendas do setor deverá recuar 8,3%, depois de ter fechado o ano passado em queda de 8,6%.
Segundo a nota da CNC, as projeções foram baseadas no comportamento do emprego celetista do setor, a partir de dados mensais do CadastroGeraldeEmpregadoseDesempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência Social. A
entidade lembra que o comércio foi um dos últimos setores a iniciar demissões por conta da recessão.
Na avaliação do economista da CNC, as projeções levam em conta o ajuste tardio no quadro de funcionários do varejo, associado à intensificação da retração das vendas em 2016, o que deverá levar o varejo a registrar queda no número de trabalhadores pelo segundo ano seguido.
As informações da confederação ressaltam que, apesar da “nítida
perda de ritmo de atividade”, a redução do número de empregados no varejo em relação ao mesmo período do ano anterior se deu somente a partir de agosto de 2015, quando as vendas já acumulavam recuo de 5,2% no mesmo intervalo de 12 meses.
Naquela ocasião, apenas três dos 25 subsetores da economia ainda registravam variações positivas no número de trabalhadores ocupados no intervalo de um ano: serviços de alojamento e alimentação (+0,1%), serviços médicos, odontológicos e veterinários (+3,7%) e atividades
de ensino (+1,3%). No mesmo período, ressalta a entidade, contabilizando todos os subsetores, o emprego celetista já acusava retração anual de 2,3%.
O quadro, de acordo com a CNC, considerando o mesmo período (janeiro-agosto de 2015), era mais grave nas lojas de artigos de uso pessoal e doméstico, onde o emprego já havia encolhido 15,2%. “Esse segmentodovarejonãoespecializado é formado, principalmente, por lojas de utilidades domésticas, eletroeletrônicos, brinquedos e joalherias”, finalizou a nota da entidade.
Vale do Taquari
Um dos mananciais mais poluídos do RS, o Arroio Saraquá, precisa de uma série de ações para se recuperar. Um Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC), entre o Ministério Público de Lajeado e o município de Santa Clara do Sul, estipula iniciativas necessárias.
O TAC será assinado amanhã, quando também inicia a fase de execução dos projetos. Estão incluídos o levantamento ambiental, o monitoramento do recurso hídrico, ações de educação, medidas de preservação das Áreas de Proteção Permanente (APPs) e de recomposição dos locais.
Realizada em 2012, a primeira parte do projeto consistiu no diagnóstico das APPs de Santa Clara do Sul. Nessa etapa, toda a extensão do manancial foi dividida em setores. Após, foram definidas as medidas necessárias para amenizar os impactos e promover a recuperação do ambiente.
Cada proprietário de terreno identificado deve firmar um termo. Em um primeiro momento, serão 29, todos do setor 1, localizado à esquerda do Saraquá, na divisa com Lajeado.
Com residência a cerca de 30 metros do córrego, Nelson Matthes convive com o Saraquá faz mais de 20 anos. Morador do Loteamento Santa Clara, diz que a poluição do local é percebida pelo cheiro, principalmente nos dias com menor correnteza.
“Acho importante a realização de projetos para limpar o arroio, não sei se serão efetivos porque a cidade cresce cada vez mais”,

ressalta.
Segundo ele, quanto maior o número de casas instaladas próximo ao manancial, mais esgoto é despejado no curso d'água, devido à falta de tratamento.
O Arroio Saraquá foi tema do trabalho de conclusão do curso do engenheiro ambiental Roger Franz, na Univates. Realizado no ano passado, o estudo analisou a composição química e microbiológica da água e apontou a presença de micro-organismos causadores de doenças.
Sob orientação do professor Rafael Rodrigo Eckhardt, Franz realizou coletas em cinco pontos do curso d'água. Três deles apresentaram resultados consi-
derados críticos, todos bem próximos ao centro de Santa Clara do Sul, nos trechos que perpassam as ruas 7 de Setembro, Alberto Schabbach e José Francisco Allgayer. “A pior situação ocorre na Alberto Schabbach, onde em todas as amostragens o resultado foi de 160 mil coliformes termotolerantes a cada 100 ml de água”, aponta.
Conforme resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), um manancial com mais de 2,5 mil coliformes a cada 100 ml já é considerado impróprio para banho.
Conforme o estudo, a origem e as causas da poluição do Saraquá estão associadas à urbanização em torno do manancial. A pesquisa indica o lançamento de esgoto
sanitário e efluentes de indústrias e comércios de pequeno porte na água.
Franz explica que o centro do município tem áreas úmidas onde o nível da água fica próximo da superfície. Por isso, muitas fossas acabam inundadas. “Existem muitos 'ladrões' feitos nessas fossas, ligados diretamente no canos pluviais que levam a chuva até o arroio.”
Para ele, a solução para o problema seria tratar ao menos o esgoto da área central da cidade. Porém, ainda não existe uma estação para esse fim. “Na minha infância, era um dos lugares onde brincávamos e pescávamos sem medo, algo que não pode ser cogitado hoje.”
O grupo Juventude Santa-Clarense promove neste domingo, 17, ação voluntária no Arroio Saraquá. Previsto para ocorrer no dia 10, o evento foi transferido devido ao mau tempo.
A iniciativa começa às 8h e parte de dois pontos distintos, um deles na rua Padre José Afonso Weiler, via de acesso à empresa Artefatos de Cimento Wickert, e a outro na rua José Francisco Allgayer, ao lado do Clube Esportivo.
Os dois grupos recolherão o lixo encontrado nas marges do manancial no trajeto até o local de encontro, nas proximidades da Calçados Beira Rio. O material recolhido passará por uma triagem para ser destinado da forma correta.
A organização disponibilizará varas com ganchos para facilitar a coleta dos resíduos. Voluntários devem usar calça comprida, sapato fechado e luvas. Em cada grupo, haverá uma pessoa responsável por abrir caminho para dar mais agilidade à caminhada.
Os coordenadores da atividade esperam reunir cerca de 30 pessoas. De acordo com um dos organizadores, Vanderson Stoll, a intenção é identificar os principais poluidores do arroio para elaborar uma estratégia mais eficaz em segunda edição do mutirão, prevista para o início de 2017.
Podas de árvores em espaços públicos começam em maio
Estrela
Prefeitura realizará manutenção em praças, calçadas e parques. Árvores nativas precisam de autorização da Secretaria do Meio Ambiente para serem cortadas. A prefeitura planeja iniciar as podas de árvores situadas em
áreas públicas no fim de maio. As podas devem ser feitas exclusivamente pelos profissionais habilitados, sob o risco de exposição do lenho a entrada de fungos, o que traria riscos à população de queda das árvores.
O pedidos de poda por parte dos moradores devem ser feitos
na Secretaria do Meio Ambiente ou por meio de protocolo na prefeitura. Os pedidos serão atendidos de acordo com o cronograma de trabalho da secretaria. A exceção acontecerá nos casos que as árvores representem risco para a população. Por ano, cerca de 50 árvores
em espaços públicos são derrubadas, enquanto em torno de duas mil mudas são plantadas. Porém, as plantas nativas precisam de licença para serem cortadas. O morador será multado se cortar uma planta nativa sem autorização.
A Secretaria do Meio Ambien-
te pode autorizar a poda ou corte de duas árvores nativas em propriedades particulares. Havendo um número maior, deve ser contratado um técnico, pois sempre há a necessidade de reposição. Todas essas situações, enfatiza, referem-se à área urbana da cidade.
As perspectivas da cadeia leiteira e seus derivados será abordada durante o II Seminário de Interação Tecnológica Universidade-Empresa (Situe). O encontro ocorre hoje, a partir das 9h, no auditório do Prédio 7, da Univates, em Lajeado Segundo o diretor administra-




tivo do Parque Científico e Tecnológico (Tecnovates), Eloni José Salvi, o Situe discute temas como conforto animal, dieta total, interação universidade-empresa na criação de novos produtos e serviços, além de tendências para a cadeia leiteira.
Um dos palestrantes é o médico-veterinário holandês Johannes Joephus Maria Driessen. Ele fala sobre o trabalho desenvolvido na área de saúde animal. Em 1999, desenvolveu o primeiro workshop sobre cow signals (sinais da vaca), em que analisa os padrões de comportamento dos animais e a influência disso na produtividade.
“A vaca que espera em um piso de cimento para ser ordenhada sente desconforto e isso causa estresse. Trocar esse ambiente por um emborrachado melhora em 20% o rendimento produtivo”, destaca Salvi.
9h às 11h – Comportamento animal – Johannes Joephus maria Driessen
11h às 12h – Dieta total equilibrada – Winston Giardini 14h às 15h – A importância e os caminhos da proteção do conhecimento – Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia da Univates (NITT) 15h às 17h – Apresentação projetos de pesquisa e desenvolvimento do Tecnovates – Cláucia Souza, Ivan Bustamante e Elisete Freitas
19h às 21h – Inovação em ambientes de interação universidade-empresa – Maurício Guedes
21h às 22h30min – Tendências no mercado do leite e derivados – Carlos Alberto de Figueiredo Freitas, Dirceu Bayer e Oreno Ardêmio Heineck
De acordo com ele, a busca por melhores condições de conforto ao rebanho fez com que o piso de borracha fosse expandido pela Europa nos últimos anos.
Em 2007, Driessen criou oficialmente uma empresa de trei-

namento sobre o cow signals e o conteúdo que já foi reaplicado em mais de 55 países. Além disso, desenvolveu o treinamento PeopleSignals, um modelo com o objetivo de motivar consultores e pecuaristas.
O palestrante Winston Giardini, zootecnista pela Universidade Estadual de Maringá, aborda a dieta total equilibrada e a sua interferência na produção em cada fase da vaca. “O manejo e a alimentação adequada, aliados ao conforto, são fundamentais para manter a viabilidade econômica da propriedade”, afirma Salvi.
À tarde, será apresentado o trabalho desenvolvido por empresas em parceria com a Tecnovates para criação de produtos e serviços. No período da noite, Carlos Alberto de Figueiredo Freitas, presidente-executivo da Dália Alimentos de Encantado, Dirceu Bayer, presidente da Cooperativa Languiru, e Oreno Ardêmio Heineck, diretor-executivo do Instituto Gaúcho do Leite, debatem tendências no mercado do leite e derivados.
As atividades serão ministradas por médicos-veterinários, zootecnistas, professores, pesquisadores, empresários, economistas e engenheiros agrônomos.
Há dois anos, o produtor Ilson Guillante, de Arroio do Meio, contratou um médico-veterinário para elaborar uma dieta equilibrada para o rebanho. Divididas em lotes, as vacas em lactação recebem um quilo de feno, 25 quilos de silagem e oito quilos de ração por dia. “A produtividade por vaca aumentou oito litros.”
Outra melhora percebida foi na taxa de reprodução. O intervalo entre uma prenhez e outra chegava a seis meses. Hoje reduziu para 60 dias. “O conforto e a alimentação interferem diretamente nos índices de produtividade.”



PATROCÍNIO:



ORenegados Futebol Clube sempre valorizou a família e tem os princípios baseados na amizade e companheirismo.
Neste ano, o clube inovou ao realizar um jogo beneficente em parceria com o time Ceva 20 de Lajeado. A partida realizada no domingo terminou em 2 a 2, mas quem saiu ganhando foi a comunidade lajeadense.
Foram arrecadados brinquedos, 150 quilos de alimentos e quantia em dinheiro referente aos 95 almoços servidos após o jogo.





Representante do Ceva 20, Pablo Massotti conta que a ideia de um jogo beneficente vem de longa data. “Agradeço a todos que compareceram ao evento, são esses gestos que demonstram a força que conseguimos alcançar unindo equipes em prol de algo ainda maior,” salienta.
Um dos líderes do Renegados FC, Edson dos Santos Júnior, relata que esse tipo de campanha virou marca registrada do clube. “Vimos que com a força que tem nosso grupo podemos fazer muito mais do que só jogar futebol.”
Conforme Júnior, a equipe realizará dois desafios solidários por ano. O próximo será em maio, quando será lançada a terceira edição da Campanha Venceremos o Frio de Goleada!
Em 21 de julho de 1998, os irmãos Claiton, Edson e Marlon dos Santos convidaram amigos e familiares para criar o Renegados Futebol Clube. Desde o início,
Vimos que com a força que tem nosso grupo podemos fazer muito mais do que só jogar futebol.”
Edson dos Santos Júnior Atleta

brinquedos, 150kg de alimentos e
o clube sempre participou do interno do Clube Sete de Setembro.
As cores principais do fardamento são verde, azul e branco. O emblema é uma águia, em homenagem ao seriado norte-americano da década de 90 Renegade. O time tem cerca de 70 sócios.
O Ceva 20 foi fundado em 12 de março de 1983, quando um grupo
de 11 amigos se reuniu para organizar um time de futebol para jogar nos sábados à tarde. A sede da equipe está localizada no bairro Carneiros. Os cerca de 60 sócios se reúnem aos sábados para jogar futebol e carta e também para confraternizar. Disputam nas categorias master e veterano.
Apreparação do Grêmio para encarar a LDU hoje à noite está sendo positiva. Desde segunda-feira, o técnico Roger Machado conta com o zagueiro Fred e o volante Walace no trabalho tático da equipe, que enfrenta o time equatoriano, no Estádio Casa Blanca, às 21h45min.
Fred se recuperou de dores musculares nas duas pernas e esteve ao lado de Pedro Geromel no treino. Walace fez dupla com Edinho, atuando pela esquerda no meio-campo, sem aparentar dores no tornozelo esquerdo. A escalação montada por Roger teve: Marcelo Grohe, Wallace Oliveira, Pedro Geromel, Fred, Marcelo Hermes, Walace, Edinho, Giuliano, Douglas, Luan e Bobô.

Desde segunda-feira, são vendidos, para sócios-torcedores, os ingressos para o jogo contra o Toluca, do México, na próxima terça-feira, 19, às 21h45min, na Arena do Grêmio. Os ingressos
estão disponíveis no www.arenapoa.com.br
“A previsão inicial para a partida é de 38 mil torcedores”, antecipa o diretor de Operações da Arena do Grêmio, Marcelo Jorge. Demais sócios e pessoas interes-
O Internacional superou o Corinthians e acertou mais uma contratação para o restante da temporada. Brenner, atacante do Juventude, aceitou a proposta do Colorado e aguarda o fim do Campeonato Gaúcho para ser anunciado oficialmente no Beira-Rio O Inter ofereceu contrato de três anos.OTimão,umvínculodedois.
A vantagem do time paulista era a negociação iniciada direto com o Juventude e o pagamento de uma quantia ao jogador, à vista, no ato da assinatura do contrato.

no Gauchão. É elogiado no Beira-Rio pela capacidade física e arremate qualificado. No início da semana, o Colorado fechou com o goleiro Danilo Fernandes e o meia
Luis Manuel Seijas. O camisa 1 do Sport chega após a disputa dos estaduais. Já o venezuelano, que atua no Independiente Santa Fe-COL, desembarcará em Porto Alegre em junho.
sadas podem comprar pelo site a partir das 11h de amanhã. Crianças de 3 a 11 anos têm ingresso a R$ 10 em todos os setores, exceto
arquibancada norte e torcida adversária. Nas bilheterias da Arena e loja GrêmioMania do Bourbon, as vendas iniciam no domingo.
Libertadores
Hoje
17h45min – Cobresal x Cerro Porteño
19h30min – Olímpia x Deportivo Táchira
19h30min – Emelec x Pumas
19h30min – Racing x Boca Juniors
21h45min – São Paulo x River Plate
21h45min – LDU x Grêmio
Amanhã
19h30min – Atlético Mineiro x Melgar
21h45min – Palmeiras x River-Uru
21h45min – Nacional x Rosário Central
21h45min – Deportivo Cali x Bolívar
Copa do Brasil
Hoje
19h30min – Guarany de Sobral x Coritiba


19h30min – Colo-Colo x Independiente del Valle


19h30min – Atlético Paranaense x Brasil de Pelotas
20h30min – Parnahyba x Portuguesa
20h30min – Salgueiro x Ferroviária
21h30min – Naútico x Vitória-BA
21h45min – Remo x Vasco
Amanhã
21h30min – Chapecoense x Princesa de Solimões
21h30min – Lajeadense x Figueirense
21h30min – Ponte Preta x Caldense
Divisão de acesso
Hoje
15h30min – Inter-SM x Guarani-VA
20h – Caxias x Santo Ângelo
20h30min – Marau x Tupi
Amanhã
15h30min – Riograndense x Santa Cruz
20h – São Luiz x União Frederiquense
20h – Panambi x Esportivo
20h30min – Avenida x Pelotas

20h30min – São Gabriel x Brasil de Farroupilha


Fábio Kuhn
O segundo desafio ValeCiclismo já tem data marcada: 22 de maio. O percurso com trajetos de 50 e cem quilômetros passa por Lajeado, Arroio do Meio, Forquetinha e Canudos do Vale




Futebol Infantil (Noligafi) com uma vitória e uma derrota. Na categoria sub-12, conseguiu a virada contra o Novo Hamburgo e ganhou por 4 a 3. Pela categoria sub-14, foi goleada por 5 a 0.
Próximo adversário será o Ipiranga, de Sarandi. Confrontos ocorrem em Teutônia, com data a ser definida.

Primeira rodada ocorre nesta sexta-feira
O primeiro e único clube de rugby do Vale do Taquari comemora cinco anos de atividades. Neste sábado, ocorre almoço na sede da Linha Delfi-

No dia 17 de setembro, ocorrerá o Seminário KWF, com a participação do sensei Felipe Martins, na sede da comunidade evangélica em Lajeado. Conforme um dos organizadores, Edson Soares, a atividade reunirá caratecas gaúchos, catarinenses, paranaenses, cariocas e piauienses. Mais informações pelo kwflajeado@outlook.com

Aquarta edição do Campeonato Aberto de Futsal de Marques de Souza inicia nesta sexta-feira com cinco partidas. Os jogos começam às 19h30min no Ginásio da Sociedade Escolar, no centro. Na categoria masculino, 15 equipes estão divididas em três chaves de cinco. Classificam-se as duas primeiras colocadas, mais as duas melhores terceiras para as quartas de final. Na categoria feminino, são quatro times que jogam todos entre si, classificando-se os quatro para as semifinais. Atual campeão do Cafusal, o Coorevat busca mais um troféu para a galeria do clube. Nesta sexta-feira, a equipe faz o jogo de abertura da competição com o Tocafogo, de Marques de Souza. Campeão da primeira edição, o Sombras, de Estrela,
encara o Tulipas, de Arroio do Meio. O terceiro jogo será pelo naipe feminino entre Malaguetas e Mistura Loka. Campeão da segunda edição do Abertão, o Maravilha, de Marques de Souza, estreia na competição contra o Avenidas, de Pouso Novo. Também de Pouso Novo, o Reparação Automotiva Liberato enfrenta o Horriver Plate, de Forquetinha
EM TEMPOPrimeira rodada
•Coorevat x Tocafogo
•Sombras x Tulipas
•Malaguetas x Mistura Loka
•Avenidas x Maravilha
•Reparação Automotiva Liberato x Horriver Plate

Lajeado, quarta-feira, 13 de abril de 2016
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