Lajeado, sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Ano 14 - Nº 1781
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h
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Lajeado, sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Ano 14 - Nº 1781
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h
Aprovação do texto pelo Senado divide opiniões e preocupa
edida Provisória (MP) que altera o currículo escolar do Ensino Médio avança em meio a polêmicas. Alvo de críticas de educadores, a proposta motivou a ocupação de mais de mil escolas no ano
No primeiro dia, comércio verifica movimento acima da média para o mês. Com descontos de até 70%, vendas comprovam importância da campanha organizada pela CDL de Lajeado. Na 12ª edição, Liquida Lajeado se fortalece no calendário dos lojistas como um momento para diminuir os estoques de verão. Frente ao quadro de estagnação da economia, lojistas enaltecem promoção como forma de recuperar perdas dos últimos meses. Setor estima superar em até 10% os resultados de 2016.
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passado e provoca divergências devido a redução de disciplinas obrigatórias, aumento da carga horária aos alunos e o fim da obrigatoriedade de conhecimento específico para a função de professor.
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Presidente do Banrisul e o líder do governo na Assembleia negam venda do banco para iniciativa privada. Para sindicalistas, discurso não condiz com a realidade, nem com as exigências da União para renegociar a dívida.

em três países. Despedida foi na Torre Eiffel.
Convênio entre o governo de Lajeado e a Susepe autoriza uso de mão de obra prisional para obras públicas. Projeto foi apresentado ontem e garante 75% do salário mínimo às famílias dos detentos.
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Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.
Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
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MÍNIMO ANO: 2017 - R$ 937,00
Editorial
aprovação do Senado sobre o projeto do Novo Ensino Médio foi enaltecida pelo governo como a segunda reforma essencial no país. A primeira foi o estabelecimento de um teto dos gastos públicos. Assuntos distintos. Enquanto um trata da recuperação econômica do país, o outro traça um caminho no qual se prevê a formação intelectual dos estudantes. Entre críticas e elogios, a mudança chega em uma hora conturbada da política nacional, da qual o líder máximo da República vê a pouca aprovação do seu governo cair cada vez mais. Também em meio a nomeação de Moreira Franco, um dos investigados pela Lava Jato, para Ministro da Secretaria-geral da União, numa manobra para

Neste cenário de desgaste político, a reformulação no modelo de ensino se torna um motivo de embate.”
dar foro privilegiado ao aliado e afastá-lo dos holofotes da Operação Lava Jato.
Neste cenário de desgaste político, a reformulação no modelo de ensino se torna um motivo de embate e polariza ainda mais as discussões entre esquerda e direita do país. É inegável a necessi-
dade de um novo sistema para a educação pública, mas deve ser feita de uma maneira ampla, com a participação de representantes de diversos setores ligados ao setor.
Entre as questões mais relevantes está a desconstrução da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, no que se refere a importância das disciplinas e a Educação Profissional. Estabelece uma educação incompleta. Volta-se aos anos em que o sistema de ensino dividia os alunos entre o clássico e o científico, quando na verdade, diante do avanço tecnológico e das novas ferramentas de informação, o conhecimento se faz a partir da inclusão e da capacidade de estabelecer relações entre o prático e o teórico. Não foi o caso dessa reforma. A proposta de Medida Provisó-
ria elaborada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho, foi feita entre quatro paredes, com a cúpula do presidente. Em um país heterogêneo como o Brasil, fazer uma reforma tão profunda sem a participação da sociedade abre espaço para dúvidas e diversas interpretações.
Também é curioso os senadores não terem votado mudanças na proposta. Foi apenas definido que a grade curricular será feita até o fim do ano. Aspecto que corrobora a falta de discussão sobre a reforma.
Impor a mudança da forma com que foi aprovada, onde a veiculação para o grande público foi de apenas propagandas na tevê aberta e no rádio, mostra que a reforma foi feita a toque de caixa. Sem dúvida o Ensino Médio precisa de mudanças.
NO que não
vendo no debate sobre a Escola Sem Partido
os últimos meses, um forte e acalorado debate envolvendo o projeto Escola Sem Partido vem ganhando destaque. Apoiadores e críticos estão apresentando seus pontos, sobre o polêmico assunto, em diversas discussões que, pouco a pouco, perderam seu foco. E se perdeu devido a forma que a questão é tratada, que considera toda a problematização com uma visão política, e não científica. Então, a conversa se transforma em um impasse. Mas qual seria esse o cerne da questão?
O primeiro passo é entender do que se trata o projeto Escola Sem Partido, firmado na figura do advogado Miguel Nagib. A proposta defende uma educação neutra, sem a interferência da posição política do professor, da instituição e muito menos do governo. Essa linha de pensamento já gera um espanto, pois não existe uma escola sem partido, a proposta e o projeto são utópicos. Ao entrar em sala de aula, o docente carrega consigo uma carga de conteúdo que, forçosamente, levará o juízo de valor do educador
e sua forma de ver o mundo, podendo ocorrer um exagero por parte daquele que está lecionando, mas que é inevitável deixar do lado de fora da escola. Existe uma politização, ainda mais quando um grupo de pessoas se reúne.
O histórico da educação levou a reação que estamos vendo nos últimos anos, em que uma parte da camada social não quer que a visão de mundo da esquerda seja apresentada aos seus filhos, e deseja que eles aprendam a partir de uma perspectiva liberal. E este é um assunto que não entra nas conversas sobre a Escola Sem Partido. Este é um ponto chave para se tratar. É tarefa do governo fazer isso, ou não? Qual o papel da escola no século XXI? Só ensinar as habilidades e competências de escrita, oralidade, matemática, ou também cabe à escola trazer esses debates sobre política, sociologia, filosofia e religião?
Essas questões demandam um debate, um grupo de estudo, mais afinado, que leve em consideração a realidade das salas de aula, que reproduzem a própria formação do professor. Apenas colocar cartazes
com os deveres do profissional é preocupante, e acaba por trazer uma imagem de policiamento e desconfiança, causando um ambiente de desrespeito e de indisciplina em sala de aula. O que acentua a importância de uma visão científica, e não só política, na discussão que aborda a educação nacional.
O que não se pode dizer é que a escola é neutra. Porque os professores têm sim um posicionamento, possuem uma opinião política e social.
A missão do professor tem que estar clara na relação com seu coordenador, seu diretor, e na própria missão da escola.
Cabe ao governo dar autonomia para as escolas se posicionarem de acordo com o seu nicho comunitário ou sua ideologia. Seria uma ideia saudável para todos. Deixando claro, para os pais, responsáveis e alunos, qual a linha de pensamento da escola, seja liberal, direita, esquerda, cristã, e assim possibilitar que se crie uma equipe que tenha harmonia com a devida visão. O Brasil precisa ficar mais maduro para esse debate. Respeitando as outras opiniões e buscando uma solução com bases cientificas, e não apenas pelos interesses políticos dos envolvidos.




Ney Arruda Filho
ney@jornalahora.inf.br

Como de costume, faço a leitura dos cronistas que mais me agradam e, entre eles, está o Rodrigo Martini. Na edição de ontem, ele abordou o tema do silêncio por ideologia ou por apego a algum dogma, que faz com que pessoas “de bem”, que há pouco tempo se indignavam, vestiam verde e amarelo e clamavam por ética e moralidade, agora estão em completo silêncio ou limitando suas manifestações às redes sociais. Nada mais de vem pra rua. Em contrapartida, há aqueles que antes silenciavam, justificavam atos, condutas e nomeações, sob as mais variadas justificativas. Desde a governabilidade, passando pela preservação do Estado Democrático de Direito, até a importância de se manter o “projeto de nação”. Tenho dúvidas se o problema está em algum modelo, ou mesmo no sistema. Sim, é importante que se discuta o que é foro privilegiado, qual o critério para se nomear um ministro da Suprema Corte. Me parece que a tendência de “grenalização” de tudo, desde as pessoas até as relações humanas, vai erguendo barreiras invisíveis que, como muros e bloqueios, nos impedem
de pensar com alguma clareza ou lógica. O pensamento binário, muito utilizado como ferramenta teórica para facilitar a compreensão das questões de gênero, de política, de ideologias, de crenças e de dogmas, acaba por encaixotar o raciocínio, prejudicando muitas vezes a percepção mais ampla do contexto. A cronista Joanna Borigo afirmou que os binários são maniqueístas. Para ela, a expressão originalmente utilizada em razão do dualismo religioso simplifica as relações ao afirmar a existência de um conflito entre o bem e o mal, numa concepção pós-moderna passou a significar
qualquer visão de mundo que divida poderes supostamente opostos e incompatíveis.
Afinal, as “pessoas de bem” que foram pra rua, que bateram panelas, não deveriam retomar suas expressões públicas de indignação e inconformidade? Sim, não ou talvez, é a resposta. Assim como as “pessoas de bem” que saquearam em Vitória, também saquearam a carga de um caminhão tombado em Teutônia. É que pensar unicamente separando pessoas, fatos e relações em dois conjuntos hermeticamente estanques, desconsidera a infinita variedade de combinações que podem ocorrer, para o bem e para o mal.
Na última terça feira, 07/02, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu que os recursos de sobras do Poder Judiciário não podem ser transferidos, doados ou emprestados ao Poder Executivo Estadual. Esse foi o entendimento do CNJ ao julgar o mérito de uma liminar que proibiu, em novembro passado, o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte de transferir, emprestar ou doar recursos do Judiciário potiguar ao Governo do Estado. No voto, a relatora do processo, conselheira Daldice Santana, impede que sejam transferidos R$ 100 milhões do Tribunal de Justiça para o
Executivo local pagar diárias da Polícia Militar, cirurgias e outras despesas dos hospitais públicos do Rio Grande do Norte. De acordo com o processo movido pela Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte (AMARN), o Desembargador Presidente do TJRN, Cláudio Santos, havia anunciado à imprensa a intenção de transferir os valores ao Executivo. Na prática, se mantido este entendimento, ainda que haja sobra orçamentária, os valores não poderão ser alocados em rubricas de outros Poderes. Nem mesmo para custear medicamentos, cirurgias, despesas hospitalares. Difícil de entender.
Cama de bronzeamento: proibição da Anvisa não gera direito a indenização.
“... a tendência de “grenalização” de tudo, desde as pessoas até as relações humanas, vai erguendo barreiras invisíveis ...”
Vivemos um momento muito rico em mudanças, muitas delas decorrentes da tecnologia da informação e da facilidade como grandes contingentes de pessoas que obtém acesso a notícias e fatos ocorridos há poucos instantes. A simples observação do cotidiano nos mostra que vivenciamos também um fenômeno de desintegração do tecido social. Se encontraremos ou não remédio para isso, só o futuro dirá. Mas que não podemos simplesmente aceitar o que os detentores do poder nos impõem, disso eu tenho plena convicção.
Por unanimidade de votos, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou pedido de indenização a uma profissional de estética que alegava prejuízos devido à edição da Resolução RDC 56/2009, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A resolução proibiu o uso de equipamentos de bronzeamento artificial baseados na emissão de radiação ultravioleta. Na ação que deu origem ao recurso, a profissional de estética, proprietária de uma cama de bronzeamento artificial, alegou que foi obrigada a encerrar de forma abrupta suas atividades após o cancelamento das autorizações de funcionamento. A autora afirmou que havia realizado a preparação de aparelhos e ambientes com base na RDC 308/02, editada anteriormente pela própria Anvisa. O pedido de indenização foi julgado improcedente em primeira instância. O juiz entendeu que a autarquia federal atuou de forma legítima ao editar a resolução, já que possui competência legal para regular o uso de equipamentos de bronzeamento.


Aprovada na noite dessa quarta-feira no Senado, a Medida Provisória que altera o currículo escolar do Ensino Médio vai para sanção presidencial em meio a polêmicas. Criticada por educadores, proposta divide opiniões entre estudantes. Para a secretaria estadual de educação, não há estrutura para implementar as mudanças.
A reforma prevê uma drástica redução no número de disciplinas obrigatórias. Somente Português e Matemática farão parte do currículo comum de todos os alunos nos três anos do Ensino Médio. As demais disciplinas estão incluídas em cinco áreas do conhecimento.
A medida prevê que a opção de especialização fique por conta do estudante, mas as escolas não são obrigadas a oferecer mais de uma área de conhecimento. Aluna da escola Teutônia, Larissa Wessel Scheibler, 17, defende as alterações.
Segundo ela, os estudantes terão vantagem ao escolherem uma área de conhecimento da qual se interessem. “Teremos mais foco nos conteúdos que queremos seguir depois da escola”, alega. Mesmo assim, pondera que
nem todos os adolescentes tem o discernimento necessário para fazer uma opção tão importante.
Aluno da escola Érico Veríssimo, de Lajeado, Fábio Junior Blau, 15, é contra as mudanças. Para ele, a medida elimina conceitos culturais e disciplinas capazes de estimular o pensamento crítico. “Formará jovens sem opinião.”
Para Blau, a instituição de áreas optativas também é um pro-
blema, uma vez que a maioria dos adolescentes tem dificuldade para uma escolha definitiva. “Se na Faculdade vemos estudantes trocando uma área, imagina no Ensino Médio.”
Outra polêmica é em relação a qualificação dos professores. Pela proposta aprovada, não será obrigatória a formação específica em docência, e sim “notório saber” na área. Em nota, a Univates manifestou contrariedade à proposta. Para a instituição, a medida se afasta do princípio de valorização dos educadores.
A proposta ainda amplia a carga horária anual, passando de 800 para mil horas/aula. Além disso, cria a política de fomento ao ensino integral, com meta de incluir 25% dos alunos na modalidade até 2024.
ceira. Conforme Freitas, é possível implantar o currículo que será definido na base nacional, mas mas não o turno integral.
Apesar de prever a obrigatoriedade de Português e Matemática, a MP deixa em aberto a definição sobre a base nacional curricular, que corresponderá a 60% do conteúdo oferecido. A intenção do governo Federal é finalizar o processo até o fim do ano.
O cronograma de implantação será elaborado no primeiro ano letivo após a publicação da Base
Nacional, e a implementação das mudanças está prevista para o segundo ano letivo depois da homologação do texto, em 2019.
Anunciada em setembro do ano passado, a reforma do Ensino Médio motivou uma série de protestos em todo o país. Mais de mil escolas foram ocupadas por estudantes em 22 estados. No Rio Grande do Sul, 150 colégios ficaram sem aulas. O protesto foi encerrado após 36 dias, sem que houvesse impacto na medida provisória.
Senado aprovou a Medida provisória nessa quarta. Texto deve ser sancionado na próxima semana
As medidas foram anunciadas em setembro do ano passado. Na época, o secretário estadual de Educação, Luís Antônio Alcoba de Freitas alegou que o RS não tem estrutura suficiente para adotar as mudanças.
Segundo ele, com o aumento da carga horária será necessário contratar mais professores e funcionários, o que se tornaria impossível devido a crise finan-
Como é: O estudante precisa ficar na escola por pelo menos 800 horas anuais
Proposta aprovada: A carga mínima alcançará mil horas anuais, equivalentes a cinco horas diárias, em até cinco anos. Carga horária
Currículo
Como é: Alunos estudam 13 disciplinas obrigatórias nos três anos do Ensino Médio
Currículo
Proposta aprovada: Apenas a parte da grade curricular, correspondente a 60% da carga horária, será igual para todos. O estudante deverá optar uma área específica para o restante do ensino. São cinco campos: linguagens, matemática, ciências da natureza, ciências humanas e ensino técnico. Matérias como Filosofia, Sociologia, Educação Física e Artes serão optativas.
Tempo
Como é: O Ensino Médio é dividido em três anos
Proposta aprovada: As escolas poderão adotar um sistema de créditos em algumas disciplinas, semelhante ao que ocorre nas universidades.
Docentes
Como é: Podem lecionar somente os profissionais que passaram por curso específico para formação de professores.
Proposta aprovada: As escolas poderão contratar profissionais com “notório saber” na disciplina, mesmo que não tenham formação específica em docência. Professores do ensino público poderão ser contratados sem a necessidade de concurso público. Profissionais graduados em qualquer área poderão dar aulas desde que façam uma complementação pedagógica.


Lajeado
Os consumidores lotaram ontem as ruas e calçadas do centro. De loja em loja, buscavam as melhores promoções durante o primeiro dia do Liquida Lajeado. Movimento trouxe boas expectativas para os comerciantes, que esperam superar as vendas do ano passado entre hoje e amanhã.
O gerente de uma loja de artigos esportivos, Estanislau Borgelt, ficou animado. Ele conta que desde a manhã percebeu o aumento. “O pessoal já está ha-
Eduardo Schuh, 37, não perdeu tempo. No primeiro dia de Liquida, o comerciante estava de passagem pelo centro, e não pretendia fazer compras. Mas viu as promoções e resolveu aproveitar. “Está tentador. Os preços estão atrativos, acho que vou levar mais do que deveria”, admitiu. Pelo contrário, Daiane Esmeri, 21, estava ciente do que queria. Antes mesmo de iniciar o Liqui-
bituado com o Liquida. Os clientes esperam por isso.”
Para atrair os consumidores, Borgelt colocou todos os itens da loja em liquidação, de 30% até 50%. “Podem aproveitar tudo. Qualquer coisa vai ter desconto.” A expectativa é que as vendas cresçam 10% em relação ao Liquida passado.
Mesma estimativa da subgerente de uma loja de roupas e calçados, Eunice Bozzetti da Rosa. Toda a coleção de verão foi incluída na liquidação, para atender desde o público infantil ao adulto.
“Isso melhorou muito o movi-
da, ela já havia feito uma ronda pelas lojas com a amiga Gabriela Gomes. Comprou shorts e blusa. Ontem, até às 15h, havia passado por outras três.
Ainda queria calças e botas.
“Não estou encontrando. Mas vou continuar procurando.” Ela conta que sempre aproveita as liquidações para comprar além do normal. “É mais barato. Dá para levar mais.”
País
O calendário de saques de contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será anunciado pelo governo na próxima semana. O cronograma de liberação do dinheiro ainda não foi divulgado, mas os saques deverão ocorrer de acordo com o mês de aniversário do trabalhador.
Depois da divulgação, a Caixa deverá começar a receber demandas sobre a retirada do dinheiro. Segundo a Casa Civil, há R$ 42 bilhões retidos. O banco vai criar canais exclusivos para informar os trabalhadores sobre o saque.
Poderão ser sacados valores de todas as contas inativas até dia 31 de dezembro de 2015, sem limite de retirada.
mento, em relação aos últimos dias.” Outra estratégia foi colocar os produtos mais baratos como chamarisco, em frente a loja. “Chama a atenção. As pessoas acabam entrando para ver melhor.”
A procura na loja de calçados gerenciada por Fabiana Knopp começou antes mesmo do Liquida. “Durante a semana os clientes já vinha aqui perguntar sobre as promoções, ou ligavam para saber quais produtos estariam mais baratos.” Para ela, as oportunidades de comprar com descontos de 15 até 70% mobilizam os clientes. Frente a isso, projeta um incremento de 10% no volume de vendas em relação ao ano passado.
Em outro estabelecimento, de moda jovem, o movimento foi baixo neste início de Liquida. Por colocar toda a confecção e calçados com até 50% de desconto, a gerente Graziela Spohr espera melhora no movimento hoje e amanhã.
Ela relata que as vendas em janeiro foram ruins, inclusive em comparação aos anos anteriores. A promoção vem como uma chance de recuperação. “Aguardamos por mais movimento amanhã e sábado, para atingir de 3 a 5% de crescimento.”
A Univates encerra as matrículas para os cursos técnicos no próximo dia 16. As inscrições devem ser feitas no Atendimento Univates, localizado no Prédio 9. Candidatos menores de idade necessitam de acompanhamento de representante legal.
A instituição oferece 17 opções de cursos, entre Administração, Alimentos, Auxiliar de Saúde Bucal, Automação Industrial, Comunicação Visual, Edificações, Eletroeletrônica, Enfermagem, Informática, Manutenção Automotiva, Manutenção e Suporte em Informática, Química, Radiologia, Segurança do Trabalho, Serviços Jurídicos, Transações Imobiliárias e Vendas.
De acordo com a diretora do Centro de Educação Profissional (CEP), Edí Fassini, um maior número de disciplinas foi aberto para possibilitar o ingresso de novos alunos. Outra novidade
é que as vagas serão ocupadas por ordem de chegada. “O mercado profissional dos técnicos está em crescimento na região e no país inteiro. Esta é, sem dúvida, uma excelente opção de investimento com rápido retorno”, explica.
Documentos necessários
Interessados devem comparecer na Univates munidos de comprovante de matrícula no Ensino Médio (para estudantes que ainda não terminaram o 3º ano) ou Certificado de Conclusão do Ensino Médio original; fotocópias da carteira de identidade, CPF, certidão de nascimento ou de casamento, título eleitoral e quitação da última eleição (2016), além de documentação militar (candidatos do sexo masculino). Informações no site www.univates.br/ tecnicos ou pelo telefone (51) 3714-7000, ramal 5024, e e-mail cep@univates.br.


Estado
As sucessivas negativas do governo sobre a venda do Banrisul não têm sido suficientes para convencer sindicais. O último a refutar a ideia de que o estado vá se desfazer do banco foi o presidente da instituição, Luiz Gonzaga Veras Mota. Na apresentação dos resultados de 2016, ocorrida na manhã de ontem, ele classificou os rumores a respeito da privatização como “uma conversa sem sentido.”
O discurso de Gonzaga está alinhado a outros representantes do governo,comoocasodosecretário da Fazenda, Giovani Feltes, que na semana passada negou a venda. O líder do governo na Assembleia, Gabriel Souza (PMDB), também garante que o Banrisul não será privatizado ou federalizado. No entanto as declarações não convencem o diretor jurídico da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS), Luiz Carlos Barbosa. “O Meirelles (Henrique) ministro da Fazenda, está exigindo garantias e já disse que quer o Banrisul”, cita o sindicalista ao lembrar da renegociação da dívida com a União.
Na avaliação de Barbosa, as declarações negando a venda fazem parte de uma estratégia para desviar a opinião pública. “As negativas não procedem, o presidente do banco responde ao governo e ele não vai dizer que vai vender.”

Integrante da base governista na Assembleia Legislativa, Gabriel Souza (PMDB) reconhece o desejo da União em vender o banco. “Nós teremos que federalizar ou privatizar alguns ativos para diminuir o tamanho do estado. Entre eles o melhor deles é o Banrisul, e de fato o governo federal tem interesse nos ativos mais atrativos.”
Mesmo com o interesse de Brasília, Souza garante que a proposta sequer é discutida no Palácio Piratini. “A hipótese do Banrisul ser negociado é zero, isso está completamente descartado e nunca sequer foi cogitado pelo governo.”
De acordo com o deputado um dos motivos para descartar essa
Travesseiro
A manutenção das estradas do interior tem sido umas das prioridades da secretaria de obras nesse início de ano. Mais de 30 quilômetros já foram patrolados e receberam manutenção. O objetivo é deixar todas as vias do município em boas condições de uso, especialmente para escoamento da produção das localidades do interior.
Segundo o coordenador da secretaria de Obras, Paulo César Ahne, as estradas estavam em precárias condições de trafegabilidade. Ele destacaqueoobjetivoéconcentrar o trabalho das equipes nas localidades, a fim de diminuir custos e otimizar a utilização das máquinas. "O mutirão começará na localidade de Barra do Fão e seguirá para as outras comunidades" explica Ahne.
possibilidade é a disparidade dos valores. “O banco está avaliado em torno de R$ 7 bilhões, em um leilão esse valor triplicaria, e devemos aproximadamente R$ 2,5 bilhões.”
O assédio do governo federal ao Banrisul não é uma novidade. As primeiras tentativas foram feitas no final dos anos 90 quando o então governador Antônio Britto promoveu uma série de privatizações de empresas estatais durante a primeira renegociação da dívida.
Ao comparar os dois momentos, Souza destaca o fortalecimento da instituição financeira.
“O Banrisul de 1998 é diferente do de 2017. Nesse tempo o banco se fortaleceu, hoje ele é minimamente atualizado e moderno.”
Barbosa vai ao encontro de Souza ao avaliar a importância da instituição financeira para a sociedade atualmente. “O Banrisul é quem financia o pequeno, e até o grande agricultor. O Banricompras permite à população fazer compras e movimentar o comércio.”
O sindicalista esteve ontem em Lajeado para debater com bancários sobre a privatização do banco. A categoria escolheu o município para iniciar uma série de ações que visa evitar o andamento de propostas de privatização.
Associações de produtores ganham máquinas e equipamentos
Nasexta-feirapassada,oprefeito Gilberto Gaspar Costantin realizou a entrega de diversas máquinas e equipamentos, por meio de contratos de cessão e uso, beneficiando três entidades (Associação De Produtores Rurais Caravaggio, de Batovi-
ra; Associação de Produtores Rurais, de Lajeado do Meio e a Associação de Produtores Rurais da Região Alta de Progresso, de Campo Branco). Os equipamentos foram adquiridos com recursos provenientes de uma emenda parlamentar no valor de R$ 170 mil, com uma contrapartida do município.
Na manhã de ontem o presidente do Banrisul, Luiz Gonzaga Veras Mota, divulgou o balanço de 2016. Os resultados ficaram abaixo de 2015, com o banco alcançando lucro líquido de 659,7 milhões, uma queda de 14% na comparação com o ano anterior. Na soma do lucro recorrente, a instituição alcançou 652,3 milhões.
Para os dirigentes da instituição, a queda na lucratividade foi consequência do aumento de despesas, especialmente com pessoal. Aliado a isso, houve uma queda nas receitas e despesas operacionais, como a recompra parcial da dívida subordinada e variação cambial, que garantiram receitas adicionais em 2015. Apesar da menor margem de lucro, o banco encerrou 2016 com um patrimônio líquido de R$ 6,4 bilhões. Os resultados abaixo do esperado não foram suficientes para o presidente da instituição admitir uma possível venda do banco. Durante a apresentação Segundo o dirigente, o assunto não está sendo debatido no momento. “O assunto não está no timing do governo e nem no nosso.” Ele garantiu “confiar no governo” quanto as negativas de privatização do Banrisul.
Evento do Sebrae aborda concessão de crédito
Lajeado
O Sebrae promove na próxima semana a “Sessão de Crédito e Negócios”. Voltado para micro e pequena empresas, o evento abordará as linhas de crédito disponíveis no mercado para o setor empresarial. Encontro ocorre na-feira, 16, à partir das 18h30min, no Salão de Eventos da ACIL.

Lajeado
Administração municipal e Susepe iniciaram ontem as primeiras tratativas para o uso da mão de obra de detentos do regime semiaberto. O encontro ocorreu no Salão de Eventos da prefeitura e contou com a participação da diretora do Departamento de Tratamento Penal da Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Mara Borba Minotto. O projeto promove a ressocialização dos presos lotados no Presídio Estadual de Lajeado, por meio da aprendizagem de uma profissão. A medida retira o detento das ruas e da possibilidade de reincidência de crimes.
Pela proposta, as atividades serão desenvolvidas de seis a oito horas. Cada um receberá cerca de 75% do salário mínimo. O recurso auxilia na aquisição de renda para suas famílias. Além disso, os detentos reduzem a pena conforme o número de dias trabalhados.
Conforme o Secretário Municipal de Segurança Pública (Sesp), Paulo Roberto Locatelli, nos próximos dias as secretarias se reú-
mão

nem para avaliar a demanda de mão-de-obra necessária. Ele estima que as primeiras atividades sejam destinadas para Secretaria de Meio Ambiente, no trabalho de poda de árvores e no canil municipal.
O serviço também será direcionado para pintura, obras, limpe-
za e construção. Passada a fase burocrática para firmar convênio, as atividades devem iniciar dentro de dois meses. O valor destinado ao convênio dependerá do número de presos solicitados para atender a demanda. Todas as atividades serão supervisionadas por agentes da Susepe.
O reforço de pessoal, agiliza as atividades executadas pelo Município. As solicitações pelos serviços são crescentes. Em virtude da extensão da área urbana, muitas demandas demoram para ser atendidas. Com o auxílio, a expectativa é acelerar a conclusão das tarefas.
Uma nova chance
O convênio promove a reinserção. Na avaliação de Locatelli, todas as pessoas merecem uma oportunidade. "O trabalho feito pelo apenado pode evitar com que ele volte ao crime, além de oportunizar uma nova profissão e uma oportunidade de confiança na sociedade", complementa Locatelli.
A diretora do Departamento de Tratamento Penal da Susepe, Mara Borba Minotto, explicou o funcionamento do projeto durante o encontro. Ela acredita que com educação e trabalho, os detentos podem sair melhores do que entraram. As vantagens para o apenado vão desde a remição da pena, recolocação no mercado de trabalho, aumento da autoestima até a vantagem de poder contribuir para a renda familiar. Pelo convênio é trabalhada a autoestima do preso, oportunidade e confiança.
Segurança (Abimde).
A Fiergs , junto do Comitê da Indústria de Defesa e Segurança (Comdefesa) confirma um dado elaborado pela Fundação Brasileira das Indústrias Econômicas (Fipe) e Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e
O levantamento aponta que o complexo produtivo da defesa e segurança movimentou cerca de R$ 202bilhões,em2014.Paraocálculo, é considerada uma perspectiva metodológica ampla, que contempla impactos diretos, indiretos e efeitos induzidos dos investimentos aplica-
dos no setor. O número representou 3,7% do PIB Brasileiro.
Para o Comdefesa, o aumento da insegurança no país, fez crescer estes investimentos na esfera pública e privada. Só para a área de defesa, por exemplo, o orçamento federal de 2017 prevê cerca de R$ 5,9 bilhões em projetos para as For-
ças Armadas e no atendimento de desafios tecnológicos e de serviços para o setor.
Um dos exemplos de novas perspectivas está na reforma do Exército, com atualização de equipamentos. Representará novos negócios às indústrias do segmento ótico, que fabricam binóculos, e calçadistas,
por exemplo, além do fornecimento de armas e sistemas.
Nas compras públicas para o segmento costuma priorizar a qualidade e não só o preço. O comitê defende que a indústria gaúcha possa incluir essa perspectiva no planejamento e se preparar para adequar os produtos e serviços a esse nicho .


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Município está sem convênio com serviço de obstetrícia do Hospital de Marques de Souza. A situação ocorre faz menos de um ano, depois do término do contrato com médico obstetra que prestava o serviço na instituição.
precisam se deslocar até Lajeado. Mulheres com intenção de ter a criança no município de origem precisam pagar pelo parto normal no Hospital de Marques. A situação frustra algumas mulheres. Muitas gostariam de ter a praticidade de dar a luz no próprio município, mas os custos afastam esse desejo.
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Com a contratação de um novo profissional pelo hospital, o governo anterior optou por não renovar o convênio. Segundo a gerente assistencial da casa de saúde, Maria Helena Fetgner, o médico atende apenas um dia por semana e só faz cesarianas agendados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Gestantes fora dessa condição
Na época, para garantir atendimento às gestantes, o município firmou um convênio com o Hospital Bruno Born (HBB). A nova administração manteve a referência. Com isso, o pré-natal é feito no posto de saúde, com obstetra contratadopelomunicípioeospartossão feitos no HBB.
A nova gestão avalia a retomada do convênio com o Hospital
de Marques de Souza. Para isso, o profissional contratado precisa ter disponibilidade para trabalhar mais do que um dia por semana. Também será avaliado o valor cobrado pela hora do profissional. De acordo com o responsável pela Secretaria de Saúde, o vice-prefeito, Lucas Stoll, o transporte das mães são feitos com ambulância. O serviço funciona 24h. Segundo ele, o convênio com o HBB garante mais cobertura. “O hospital de Lajeado dispõe de UTI e uma porção de outros benefícios. Com isso, a gestante ficará bem assistida durante o parto.”
Conforme ele, equipes avaliam a ampliação de convênios em diversos serviços com o HBB e outras instituições de saúde.
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O prefeito Marcelo Caumo participou do trabalho da Secretaria de Obras e Serviços Públicos (Seosp) ontem junto com o secretário Cassiano Jung. O objetivo é acompanhar de perto o trabalho dos servidores e verificar quais as demandas da comunidade. Segundo ele, a medida será estendida a outras secretarias. “Quero conhecer a rotina de quem atua na ponta, recebe pedidos e solucionando-os”, comenta.
Caumo percorreu a cidade. Acompanhou a recuperação de estradas não pavimentadas, patrolamento, limpeza de valetas e depósito de material britado no loteamento Alles Guth, no Bairro São Bento, e na Rua Elisabete Beuren, em Alto Conventos. No mesmo dia, conferiu a situação que envolve o abastecimento de água em Conventos. Conversou com moradores da Rua José Franz. No local, servidores trabalhavam no deslocamento da rede de água para viabilizar a conclu-

são da pavimentação asfáltica até a ERS-421, denominada Pedro Theobaldo Breintenbach. Para melhorar a vazão e a capacidade de abastecimento, a prefeitura propôs aumentar o diâmetro da tubulação de 50 para 60 milímetros. Já a rede captadora foi ampliada de 50 para 150 mm. A perspectiva é que o serviço seja concluído no fim de fevereiro. Ainda em Conventos, o prefeito visitou o aterro sanitário e o canil municipal. No Bairro Igrejinha foram fei-
tas desobstruções de bocas de lobo. No Jardim do Cedro, instalou-se 60 metros de canos para melhorar o escoamento pluvial. Para a iluminação pública, a equipe da Seosp trabalha no conserto e substituição de 247 pontos espalhados pelo município. Outros 397 demandam reparos, além de 141 pedidos de instalação de novos pontos de iluminação. Para semana que vem, estão programados patrolamentos e melhoria nos bairros Santo Antônio, Nações, Conservas e Morro 25.

O8ª Fimtur Business
Serra Gaúcha ocorre durante a próxima semana em Bento Gonçalves. O evento serve para impulsionar o turismo naquela região, mas pode trazer oportunidades ao Vale do Taquari.
O evento que começa no dia 12 e se estende até o dia 17 reserva um momento de visitação à cidade. Os 60 agentes turísticos oriundos de vários estados do país, visitarão o Cactário Horst, considerado maior reserva de cactus da América Latina e o centenário Convento Franciscano São Boaventura.
De acordo o proprietário de uma empresa de viagens e turismo de Imigrante, Jairo Gartner, trata-se de um oportunidade de incluir a região na rota turística da serra. “Não é preciso escolher uma região ou outra, afinal ficam no mesmo caminho. E nosso turismo é diferente de tudo que existe tradicionalmente.”
Afirma que o Fimtur serve para que os agentes conheçam os locais em potencial para vendê-los

em roteiros a turistas de todo Brasil e de outros países. Afirma que há regras para participar do Fimtur. Quem participou em um ano, só pode voltar no ano seguinte se vendeu roteiros a grupos.
Caso contrário, só depois de dois anos para fazer parte do evento naquele município, novamente.
Os participantes ficarão durante cinco dias conhecendo a serra
gaúcha. No último dia, na sexta-feira, dedicarão o tempo a conhecer Imigrante. “Vamos passar um vídeo sobre nossos potenciais e oferecer uym café colonial, que na última vez foi sucesso entre os agentes.”
Esta é a 4ª vez que os agentes visitam a cidade e desde então tem impulsionado a visitação de turistas que tem como roteiro a
Travesseiro
A Secretaria da Educação informa que nos dias 22, 23 e 24 de fevereiro a escola de Educação
Infantil Criança Esperança terá atendimento somente na parte da manhã para os alunos que necessitam de transporte escolar. Para o restante dos alunos as au-

las seguem normais. Já na EMEF Pedro Pretto as aulas ocorrem no turno da manhã para todos os alunos, não havendo aulas no turno da tarde.

serra gaúcha, mas dedicam um tempo à região dos vales. “Muitos deixam para o último dia e saem com uma boa impressão daqui.”
Gartner e a irmã Tatiane participam durante todo o ano de diversos seminários e eventos turísticos em todo país. “Participamos do Fimtur em Búzios. Naquele
dia tivemos a sorte de encontrar o idealizador do evento, Álvaro Paes. Nosso sonho sempre foi tentar ligar o turismo de São Paulo, Rio de janeiro ou serra gaúcha a nossa região.”
Neste evento, Gartner conversou com Paes e o dono da empresa recebendo a autorização para trazer os agentes à Imigrante. “Não precisa deixar de ir à serra para visitar o vale. Passando aqui, verá coisas diferentes e, se ficar dois dias com pernoite, já começa a movimentar o turismo regional.”
É um evento Técnico e Comercial , com o objetivo de ser uma feira de turismo, com workshops e visitação de um dia em cada uma das cidades dos roteiros. É oportunidade de fazer contatos com expositores, operadoras, hotéis, cias. aéreas, órgãos e secretarias de turismo. É uma forma ágil, produtiva e de baixo custo para manter e ampliar o potencial de vendas, divulgação e de negócios.
Vale do Taquari
Os prefeitos Genésio Hofstetter, de Travesseiro, e Klaus Schnack, deArroiodoMeio,sereúnemhoje com o secretário de Infraestrutura do Estado, Pedro Westphalen. Alémdoschefesdopoderexecutivo, estarão presentes vereadores e lideranças locais. O encontro é para tratar sobre o asfaltamento de 6 quilômetros VRS-811 que une as cidades.
Hofstetter relata que o encontroé paraver se oEstadodáuma garantia para a conclusão da obra, iniciada em 1997, e o que está acontecendo para ela não terminar.“Asgaleriasestãoprontas, os bueiros instalados, falta somente a colocação da base e o asfalta.”
O mandatário de Travesseiro descarta nova participação do
governo municipal. Em 2007, a cidade pagou R$ 1,7milhão para asfalta 40% do trecho. “Temos outras prioridades, sabemos que a rodovia é responsabilidade do Daer, então vamos deixar para eles terminar.”
Em 30 de maio de 2013, o então vice-prefeito de Arroio do Meio, Áurio Scherer informou a reportagem do Jornal A Hora, que as obras programadas para ocorrer em 2014, iniciariam ainda em 2013. Bastava apenas recalcular o valor da pavimentação.


Teutônia
Governo busca alternativas para obter mais espaço no pátio da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) 24 de Maio. Desde 2013, quando cerca de 540 pessoas se mudaram para o Residencial Morada do Sol, mais matrículas foram feitas no colégio. Isso obrigou a administração a ampliar as salas de aula no educandário.
Durante período de reformas às vésperas do ano letivo, a equipe de obras irá avançar a cerca até o limite com a calçada. No pátio, o piso será trocado e a pracinha receberá brinquedos novos.
Em 2016, a instituição de ensino atendeu 545 alunos, número que tende a aumentar neste e nos próximos anos, afirma o secretá-

rio de Educação, Paulo Brust. Segundo ele, a partir dessa tendência, será necessário construir um segundo piso na escola. Porém, a obra não está prevista no orçamento e pode constar nos investi-
algumas salas e a secretária registram alagamentos. Docentes relatam perdas de materiais pedagógicos e prejuízos em eletrônicos. Conforme o secretário, o problema foi resolvido em janeiro. A segurança no local é outra preocupação. A tela de proteção foi cortada. Invasores furtaram diversos equipamentos eletrônicos.
mentos do governo para o segundo ano de gestão.
Além da 24 de Maio, a Guilherme Sommer, da Vila Popular, está na lista de reformas para este primeiro semestre. A biblioteca,
A instituição de ensino superior (IES) de Estrela, integrada à Rede La Salle, está autorizada a prosseguir com o exercício educacional, oferecendo cursos de graduação e pós-graduação a toda população. O recredenciamento faz parte do processo de avaliação realizado pelo Ministério da
Educação (MEC), que periodicamente analisa as condições de infraestrutura, corpo docente e projeto pedagógico de instituições de todo o país.
Para o Diretor Geral da Faculdade La Salle, Irmão Marcos Corbellini, a conquista do recredenciamento aponta a qualidade de ensino e os bons resultados que a instituição vem alcançando em
seus sete anos de atividade. Instituições privadas de ensino superior (faculdades, centros universitários e universidades) só devem funcionar se estiverem credenciadas no MEC. As faculdades que passarem por essa etapa são autorizadas a funcionar durante três anos, e os centros universitários e universidades, durante cinco anos.
Estado
Durante a sessão plenária de ontem, na Assembleia Legislativa, o deputado Enio Bacci (PDT) ressaltou os altos índices de criminalidade no Estado e cobrou ações específicas do governo em relação aos ataques a agências bancárias. Desde dezembro do ano passado já foram sete ataques a bancos
com características de violência.
Aliado a isso, os números de homicídios também preocupam.
Somente na região metropolitana de Porto Alegre, durante o mês de janeiro, foram 200 assassinatos, uma média de seis mortes por dia. No Vale do Taquari o ano de 2016 registrou, segundo a Polícia Civil, 57 homicídios, sendo 25 apenas em Lajeado.
Para o parlamentar, com uma política de inteligência é possível acabar com os ataques a bancos. “Tudo depende de estratégia e de identificar quem são os que planejam e arquitetam os crimes. Essa é a fonte de dinheiro fácil das quadrilhas. Com esse dinheiro compram armamento e alimentam a prática de diversos outros crimes”, afirmou o deputado.
As duas maiores escolas da cidade, que totalizam 1.095 alunos por ano estão sem alvará de funcionamento. Desde 2013, quando ocorreu o incêndio na Boate Kiss, a cobrança sobre Plano de Pre-
venção Contra Incêndio (PPCI) foi intensificada. Conforme a atual gestão, os encaminhamentos com os bombeiros ficaram pendentes. Apesar da urgência em regularizar, a despesa de R$ 500 mil não está prevista na Lei Orçamentária Anual, aprovada em setembro. “Não há orçamento disponível. É preciso reajustar os recursos para que possamos dar andamento aos projetos”
A Alfredo Schneider, Guilherme Sommer e o Centro Municipal de Ensino Fundamental Leonel de Moura Brizola encaminharam o projeto aos bombeiros e realizam os ajustes necessários. A Leopoldo Klepker é a única com os documento em dia.

Cruzeiro do Sul
OHospital São Gabriel Arcanjo depende de recursos municipais para manter atividades. Sistema preocupa associação hospitalar. Instituição tem uma dívida de R$ 60 mil e encontra dificuldades para manter as despesas de manutenção. Todos os meses o município faz um repasse de R$ 300 mil para custear atendimentos e para pagamentos de despesas gerais. O valor é considerado insuficiente, na avaliação do contador do hospital São Gabriel Arcanjo, Vicente Kronbauer.
De acordo com ele, a instituição é um mero instrumento para serviços do município. Para amenizar as dificuldades, associação hospitalar solicitou no fim de janeiro, um repas-

se extra de R$ 60 mil. O grupo pede atualização no valor repassado todos os meses. Uma relação de nomes para integrar a Associação Hospitalar foi requisitada.
Para Kronbauer, a intenção é ampliar o grupo e o número de pessoas que colaboram com as
ideias voltadas ao hospital. A participação não envolve custos. Hoje a associação conta com 18 a 20 integrantes.
Segundo ele, uma das ações que auxiliaria a instituição seria o aumento de procedimentos particulares ou por convênios privados. Hoje, R$ 6 mil
por mês ingressam no caixa da instituição por esse meio. O valor é considerado baixo.
Na avaliação, do contador a situação da instituição não deve mudar em breve. No passado, o repasse feito pelo Estado por meio do Incentivo de Co-Financiamento da Assistência Hospitalar (IHOSP), auxiliava no custeio das despesas. Sem essa ajuda, os atendimentos via SUS dificultam os trabalhos.
O prefeito Lairton Hauschild concordou que o sistema adotado precisa mudar. Na avaliação da administração, os altos valores pagos todos os meses para a manutenção do plantão são inviáveis. Poucos procedimentos ocorrem durante o período.
O Município possui convênio com o Hospital Bruno Born, e realiza os procedimentos mais complexos. "Sabemos que haveria uma reunião na quarta-
-feira entre os membros da diretoria do Hospital, mas não fomos procurados para discutir o assunto", disse Hauschild. O prefeito afirma ter interesse em auxiliar a casa de saúde. Um pedido de emenda parlamentar será levado para Brasília. Hauschild vai pleitear R$ 600 mil para investir na instituição. Para Kronbauer, qualquer recurso é bem vindo. Mas ele lembra que emendas parlamentares demoram para vir e não ajudam nas despesas gerais, principal problema da casa de saúde.
As adequações no bloco cirúrgico não tem previsão de sair do papel. “O hospital não tem um centavo”, afirma Kronbauer. O bloco foi interditado no fim do ano passado. Segundo ele, existe a possibilidade de buscar projetos para viabilizar os ajustes.



Otécnico do Internacional Antonio Carlos Zago disse que o sistema utilizado contra o Fluminense na vitória por 1 a 0 nessa quarta-feira deve seguir sendo adotado, com três volantes, dois meias e apenas um atacante.
“A tendência, até o treino de amanhã cedo é seguir desta forma. Vamos ver depois do treino. Mas o pensamento é continuar deste jeito. Tivemos a volta do

DIVULGAÇÃO

A busca do Grêmio por um zagueiro continua. Depois de mostrar interesse por Xandão, do Anzhi, da Rússia, a direção tricolor enviou uma proposta ao Red Bull Salzburg, da Áustria, por Paulo Miranda. O jogador de 28 anos teve uma passagem vitoriosa pelo São Paulo. Além do Grêmio, outros dois times procuraram o jogador. O Tricolor, contudo, é o único que apresentou
proposta oficial. Com passagens por Bahia, Palmeiras e São Paulo, Paulo Miranda disse em entrevista ao UOL Esporte que deseja voltar ao Brasil. "Eu quero jogar no Brasil. Quero voltar, eu sinto falta do futebol brasileiro", afirmou no começo de janeiro.
Paulo Miranda entrou na pauta do Grêmio depois de outros nomes não avançarem. Analisou jogadores estrangeiros e confirmou que Xandão, ex-São Paulo, foi oferecido.
Valdívia que cumpre muito bem aquela função. Lentamente vamos encaixando e os jogadores entendendo o que queremos e traçamos como meta”, disse o comandante.
O Inter fez a melhor atuação no ano. Com três volantes, dois meias e um atacante, os atletas de criação posicionaram-se mais próximos e sobraram chances.
Além do gol, o Colorado ainda teve duas bolas na trave. E deve, caso nada mude, seguir com esta formação. “Hoje vi um time compacto em campo, jogadores com menos ansiedade para fazer as jogadas, tendo mais tranquilidade, se posicionando e não correndo tanto, o que é mais importante no começo do trabalho”, comentou. O Internacional chegou aos 6 pontos e se classificou para próxima fase da Primeira Liga. No fim de semana, o Colorado volta ao Gauchão para enfrentar o Caxias.
Abertão da Languiru
O Abertão da Languiru realiza hoje a penúltima rodada da fase classificatória. Os jogos iniciam às 19h30min e ocorrem na sede campestre da entidade, no Bairro Languiru, em Teutônia.
Teuto Luz versus Amigos do Elizeu, pelo master, e Karandiru versus Bebe Tudo, pelo sub 20 abrem a rodada. Às 20h20min o Eletro Diesel Hirt encara o Flamengo, no mesmo

Sistemas e Segurança volta a campo hoje contra o Amigos do Corvo
Bola Cheia pelo veterano. As partidas seguem com seis jogos na ca-
tegoria força livre. Às 21h10min Flamengo versus Alambique Original e Rudi Bar versus Coorevat.
Copa Pituca
A Associação Recreativa São Caetano (Pituca) programa para hoje a segunda rodada da Copa Pituca/
Bruxellas Esportes/Claro. Quatro jogos movimentam a competição realizada em Arroio do Meio. A organização é de Clério Varella e conta com o apoio do Sicredi.
A rodada abre com Os Metralhas versus Nova Geração, Ser Porque Nós versus Patroleiros, Esbórnia versus Terça 7 e Amigos do Schrek versus Contra Ordem 21.


Após disputar o Gauchão passado com o Ypiranga, de Erechim (foto), o goleiro Jonathan Walker acaba de acertar com o Guarany, de Bagé, para a disputa da Divisão de Acesso. O atleta é natural de Sério e teve passagem também por Brasil, de Pelotas e Lajeadense.


Desde abril de 2015 afastado dos gramados, Arthur Jungkenn (foto), o “Cacetinho” está aos poucos retornando. O jogador que nestes 24 meses se recuperou de lesões no púbis, menisco e fíbula retornou no domingo e já marcou dois gols na vitória do São João sobre o Cruzeiro por 6 a 0 no municipal de Progresso. Que a recuperação do atleta sirva de exemplo para outros jogadores lesionados na região. Aproveitando o espaço, desejo uma boa e rápida recuperação aos amigos Jonadas Sabka e João Lucas Feldens Catto.

Os Atletas de Muaythai da Rede Black Belt Pró Academias - Team Shark's seguem na preparação para a disputa da Copa Rio Grande do Sul de Muaythai. O evento que ocorre no sábado e será o primeiro de Muaythai do ano contará com as melhores equipes e atletas do estado.
A torcida organizada Fiel Alviazul programa uma excursão para assistir a partida de estreia do Lajeadense na Divisão de Acesso, no dia 5 de março, diante do Glória, em Vacaria. O preço é de R$ 45, sem o ingresso. Interessados podem entrar em contato com Estevão pelo telefone 995042525 ou Thiago no 992539515.
A direção da ALAF anunciou ontem a contratação do goleiro Bazilio. O atleta de 31 anos teve passagem por Assoeva (Venâncio Aires) Jaraguá Futsal (Jaraguá do Sul-SC) e Suzano Futsal (Suzano-SP). Na última temporada esteve na campanha do rebaixamento da Assaf, de Santa Cruz do Sul.
ezequiel@jornalahora.inf.br


OClube Esportivo Sete de Setembro através do Departamento de Minifutebol convida a todos os associados para mais uma edição da Copa Sete/STR/CBM de Minifutebol. A tradicional competição do Clube contará em 2017 com quatro divisões: primeira, segunda, veterano e master. As equipes interessadas em participar deverão preencher a ficha de inscrição que encontra-se no site do clube (www.setelajeado.com.br) e encaminhar para o e-mail esportes@setelajeado.com.br até a data limite de inscrição de cada divisão. Os jogos da primeira e segunda divisões serão realizados regularmente aos sábados a tarde a partir do dia 11 de março.
A expectativa é de que o número de 32 equipes de 2016 seja superado. As inscrições para estas duas divisões vão até o dia 15 de fevereiro. Já a reunião técnica com os representantes das equipes ocorre no dia 21 de fevereiro a partir das 19h30min no Salão Waldir Zarth com as equipes da segunda divisão e às 20h30min com as equipes da primeira divisão. Para as categorias veterano e master com jogos nas quintas-feiras e terça feiras a noite respectivamente, as inscrições vão até 15 de março e o inicio está previsto para a semana seguinte das inscrições. Maiores informações poderão ser obtidas na secretaria do clube com Luís Felipe Worm, coordenador esportivo do Clube.

Galera é o atual campeão da primeira divisão da Copa Sete/STR/CBM
O Torneio de Verão do Clube Sete de Setembro está entrando na reta final. Depois de definir as equipes que disputam as Série Ouro e Prata, o clube define na próxima semana os classificados para as semifinais nas duas modalidades. Os jogos ocorrem na segunda-feira, quarta-feira e quinta-feira, com inicio às 19h30min.
Lajeado, Sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
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