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AH - Principal| 08 e 09 de abril de 2017

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Lajeado, fim de semana, 8 e 9 de abril de 2017

Ano 14 - Nº 1821

Avulso: R$ 3,50

Fundado em julho de 2002

Fechamento da edição: 19h

FLORESTAL, cinco anos depois

No início de 2012, o Lajeadense trocou de casa.

Em junho daquele ano, o Estádio Florestal foi demolido.

O velho gramado agora é usado por jovens atletas da escolinha do Alviazul. O centro de treinamento é improvisado em meio aos escombros. Grupo de investidores que pagou R$ 6,5 milhões pelo imóvel não anuncia as intenções de investimento. Por ora, só especulações sobre possíveis condomínios fechados, shopping center e até um hospital privado no local.

Páginas 10 e 11

Força para vencer o medo

Raquel Schmidt enfrenta o maior desafio da vida: superar o câncer. O diagnóstico trouxe aprendizado. A hora de ser feliz é agora.

TEMPO NO VALE

Entre as tarefas da Gincana do Ceat, estudantes visitaram lares assistenciais e buscaram mais doadores de sangue. LÚDICO E

TRANSPORTE URBANO

Lajeado aumenta tarifa

em R$ 0,30 nesta segunda

O Executivo estabeleceu o preço da passagem. Após a indicação do Conselho de Trânsito, com base no pedido das empresas, foi definido

o valor de R$ 3,70. A determinação considera os custos para manter os serviços e o percentual concedido em Porto Alegre

Conexão
Página 5
PASSADO E PRESENTE: do estádio lotado em dias de jogo do Alviazul, ao cenário atual. Torcedores guardam na memória os momentos no velho Florestal

EXPEDIENTE

Diretor Geral Adair G. Weiss

Diretor de Conte˙do Fernando A. Weiss

Diretor de OperaÁıes Fabricio de Almeida

REDA« O

Av. Benjamin Constant, 1034/201 Fone: 51 3710-4200 CEP 95900-000 - Lajeado - RS www.jornalahora.inf.br ahora@jornalahora.inf.br

COMERCIAL e ASSINATURAS

Av. Benjamin Constant, 1034/201 CEP 95900-000 - Lajeado - RS comercial@jornalahora.inf.br assinaturas@jornalahora.inf.br entrega@jornalahora.inf.br

Os artigos e colunas publicados não traduzem necessariamente a opinião do jornal e são de inteira responsabilidade de seus autores.

Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)

Fundado em 1º de julho de 2002 Vale do Taquari - Lajeado - RS

INDICADORES ECONÔMICOS

MOEDACOMPRA VENDA

Dólar Comercial3,1493,150

Dólar Turismo3,0203,280

Euro3,3373,337

Libra3,8943,897

Peso Argentino0,2050,206

Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.

ÍNDICEMÊS% MÊS % ACUMULADO ANO

ICV (Dieese)02/2017-0,140,90

IGP - DI (FGV)02/20170,060,49

IGP - M (FGV)02/20170,080,72

INPC (IBGE)02/20170,240,66

INCC02/20170,530,82

IPC-A (IBGE)02/20170,330,71

MÍNIMO ANO: 2017 - R$ 937,00

E CERTIFICADOS MÊS% MÊS % ACUMULADO ANO

TJLP ANO7,50

SELIC META12,25

TR 03/2017 0,150,35

CDI MENSAL02/20170,861,96

BOLSAS MUNDIAIS PONTOS % FECHAMENTO

DOWJONES (EUA) 1.819,000,17

S&P 500 (EUA)2.139,00-0,17 NASDAQ (EUA)5.886,000,13

IBOVESPA (BRA) 64.593,000,58 cotação do dia anterior até 17h45min

DAX 30 (ALE)12.225,00-0,05 FSTE

Planeta água e o Taquari Vivo

“Enquantoopoçonão

seca,nãosabemosdar valoràágua.”

Sisudos cientistas riem com emoção juvenil sempre que uma sonda espacial revela a existência de água em algum corpo celeste – vídeos e fotos informativos da Nasa mostram. Não comemoram a descoberta de ouro, diamante, petróleo, ou quaisquer desses valores fugazes criados por relações comerciais de sociedades pobres de ideias. Celebram a possibilidade de encontrar vida – ou preservar a daqui. Entre muitas lições, a astronomia, que lida com imensidões, ensina a humildade. Por maior que seja o astro, ainda é insignificante em relação ao universo. Nem todos pensam assim. Há líderes que não se importam com o risco de abrir a Caixa de Pandora em seu poder.

AMEAÇA. No meio desta semana, Donald Trump, cercado de mineiros, passou a executar o prometido. Ignorou todos os avanços para compreender a intrincada relação do homem com o ambiente natural e, em plena era da tecnologia e colaboração, botou fogo na Maria Fumaça do carvão. Milionário, não enxerga além dos ambientes climatizados, nos quais o dinheiro distribui água com fartura. Desconhece realidades de países miseráveis, assim como nós esquecemos a caatinga dos coronéis. Enquanto isso, o negócio não para. Na Austrália, país agrícola de clima seco, negocia-se contratos futuros de água. Como ocorre, com a soja e o petróleo.

O MUITO É POUCO. O planeta

EntreosdezriosmaispoluídosdoBrasil, trêsdelesenchemascuiasdemuitos matesgaúchos

Terra é coberto por 2/3 de água. Parece muito, mas é pouco. Explico: 97,% da água existente encontra-se nos mares. Apenas 2,5% é doce. Da pequena porção, 2% localiza-se nos polos, geleiras e aquíferos. Sobra 0,5% para formar rios, arroios, lagos e lagoas – a parte de extração mais fácil. A ilusão de muito induz o desperdício e o descaso. Poderia ser diferente se todos soubessem desta informação da respeitada National Geographic: “Não houve mudança no teor de umidade na Terra. A água

que os dinossauros beberam é a mesma que hoje vem com a chuva.”

O Brasil é uma potência hídrica com cerca de 11% de toda a água mundial e o Rio Grande do Sul é um nababo estendido sobre o Aquífero Guarani –Bagé, de tantas estiagens, está fora. Mesmo assim, atola-se em problemas criados pelo homem. Entre os dez rios mais poluídos do país, três deles enchem as cuias de muitos mates gaúchos: Sinos, Caí e Gravataí. É o que diz um estudo da Fundação SOS

Mata Atlântica. Fora do ranking das águas turvas, o Taquari vai mal na Resolução nº 20 do Conselho Nacional do Meio Ambiente, Conama. É classe 4 em uma tabela que se inicia com uma categoria especial e vai até... quatro. É próprio para navegação e harmonia paisagística. Banho, nem pensar.

VIVA. Havia tempo que não tocava no tema. E este texto passa pela reflexão sobre os 10 anos ininterruptos do Viva o Taquari Vivo.

A mais recente edição manteve a característica renovadora. Teve o mutirão para recolher o lixo. Obedeceu à cuidadosa metodologia e ganhou valiosos acréscimos: plantio de árvores e histórias do Taquari antes da barragem. Sem contar os encontros emocionados e a integração de pessoas, ONGs e organizações públicas e privadas.

CIDADANIA. Viver com plenitude define O Viva o Taquari Vivo. Interagir com o ambiente natural, descobrir o rio e compreendê-lo. Exercer a cidadania no trato com as coisas, na transmissão de uma nova mensagem, na formação de uma nova consciência. Há muito a comemorar. O recorde de quase mil voluntários e a consolidação do evento em Arroio do Meio, Bom Retiro, Cruzeiros do Sul, Estrela, Lajeado e Venâncio Aires. Mas poucas coisas emocionam tanto quanto a participação de crianças e jovens.

SABEDORIA. O aforisma é uma ferramenta poderosa para exercer a crítica. Poucos dominam essa arte. Entre muitos ditos de Décimo Júnio Juvenal (67 d.C.), poeta satírico romano, este ficou – com justiça – para a posteridade: “Nunca a natureza diz uma coisa e a sabedoria outra”.

Juvenal continua contemporâneo quase 2.000 anos depois.

Fonte: Infomoney (dia anterior até às 17h45).

Empresas pesadas perdem para as leves e inteligentes

Professor

faz analogia épica para alertar sobre mudanças

Arepresentação clássica do gigante Golias contra o jovem Davi foi a analogia utilizada pelo professor, Renato Oliveira, da Univates, durante reunião-almoço na Acil, nesta semana, para descrever o momento das organizações.

Ele alertou para os desafios do RS e do Vale do Taquari, ambos dependentes de um modelo econômico primário, baseado na mão de obra tradicional. “A musculatura pesada já não é a principal força”. Organizações leves e inteligentes ganham espaço sobre as demais, na opinião de Oliveira.

A propósito, estou esperançoso com a proposta de desenvolvimento estratégico em formatação pelo urbanista

Enio Perin, contratado pela governo de Lajeado. Na reunião da Acil, o próprio estava nas primeiras mesas, ao lado do prefeito de Lajeado, sua vice e alguns secretários.

Indústria das notícias falsas

Sexta-feira, 7, foi Dia do Jornalista. Imaginemos o Brasil e o mundo sem o jornalismo sério e responsável no atual momento.

“Notícias falsas sempre existiram, mas criou-se a indústria da pós-verdade com as mídias sociais, que utilizam recursos de geolocalização de anúncios e remuneram quem tem mais compartilhamentos”, avaliou Carlos Eduardo Lins, jornalista e ex-ombudsmann, da Folha de São Paulo, ao mencionar empresas criadas para divulgar notícias falsas, com fins econômicos e ideológicos. Exemplo recente do impacto desse desserviço foi a eleição de Trump que envolveu, por exemplo, adolescentes da Macedônia em busca de dinheiro.

Reside nessa estratégia a aposta da Univates em lançar dois cursos de graduação na área do conhecimento: Engenharia Biomédica e Inteligência Empreendedora e Inovação, esse último, inédito no país, por meio de uma parceria com instituições da Finlândia e Espanha. Pretende romper o ciclo do padrão tradicional na hora de conceber negócios na região.

Os dados apresentados pela diretora do Tecnovates, Simone Stülp, corroboram esse pensamento. O parque tecnológico instalado no câmpus da Univates é um embrião em potencial para conectar a iniciativa privada e pública à tecnologia, pesquisa e inovação. Não apenas os números favoráveis dos quase cem pesquisadores e 500 empregos gerados mostram isso, mas a vocação de um “Vale de Alimentos” que precisa evoluir no campo da pesquisa e conhecimento.

A jornada da Alimentação bate à porta.

E não falo apenas de alimentos. A quebra de paradigmas culturais deve alcançar a política, o terceiro setor e o desenvolvimento urbanístico.

As cooperativas e companhias de alimentos industrializam volume interessante da produção local. Ainda assim, a capacidade tecnológica da cadeia alimentícia no Vale está aquém. Se pretende competir com selo de qualidade em mercados internacionais, precisa mais. E não falo apenas de alimentos. A quebra de paradigmas culturais deve alcançar a política, o terceiro setor e o desenvolvimento urbanístico.

A tríplice hélice – universidade, governo e empresas – invocada por Simone abre fronteiras para o avanço desejado. O momento soa favorável. “O cosmos parece soprar os ventos à convergência” resumiu Perin a este colunista, após a explanação da Univates na Acil.

De fato, Lajeado está diante de uma oportunidade ímpar. Seu protagonismo estratégico tende a refletir na região. Perin já retomou os rascunhos do Projeto Lajeado Século 21 e quer mais. Reuniu ex-secretários do planejamento na mesma mesa, pretende trazer a sociedade ao centro da discussão para provocar o que chama de “convergência”. “Não será o governo quem definirá as coisas, mas o mercado e a população”, adverte.

A intenção é projetar Lajeado no contexto regional. Assumir sua posição de metrópole do Vale e abrir fronteiras aos demais municípios para transformar a região num “Davi” competitivo perante os oligopólios da economia.

Avante! Apenas cuidado com as vaidades e o pseudo crescimento.

Há poucos dias, anúncios no Google profanaram ódio e violência, causaram estragos para grandes marcas e reações. “Pela primeira vez após anos, houve uma interrupção no processo da glamourização das redes sociais, e empresas como Google e Facebook passaram a dar explicação sobre o efeito colateral e não planejado de seus algorítimos”, disse Marcelo Rech, presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), durante evento que debateu as alternativas de alfabetização midiática e o papel das empresas digitais. As pessoas consomem e compartilham informações falsas, conscientes ou não, quando lhes convêm. Com sua figura ressentida e intolerante, Trump foi o primeiro a usar o termo pós-verdade. E isso incomodou muita gente e, principalmente, professores em torno do tema. Felizmente.

Ensinar as pessoas a questionar e distinguir notícias verdadeiras de falsas é um dos principais desafios. Isso será fundamental para preservar o jornalismo.

Embora os internautas sejam menos imprudentes e ingênuos, o processo de reversão ainda é lento. Aos poucos, as pessoas começam a checar informações para não “passarem por tolas”. E as marcas adotam cautela para não colocar sua reputação em jogo, se atirando nas redes sociais de qualquer jeito.

Ilustração bíblica utilizada pelo palestrante

Comunidade debate punição para menores infratores

Seminário abordou sistema atual e as raízes da violência juvenil

Vale do Taquari

Educadores, profissionais da segurança pública e demais interessados participaram do Seminário Regional das Medidas Socioeducativas em Meio Aberto. O evento ocorreu nessa sexta-feira, 7, no prédio 11 da Univates. Entre os debatedores, estavam o advogado e consultor em Direito da Criança e do Adolescente, João Batista Saraiva, e o jornalista e doutor em sociologia, Marcos Rolim.

Durante a manhã, foram apresentados os resultados do trabalho desenvolvido pelo Serviço de Proteção Social a Adolescentes em Cumprimento de Medida Socioeducativa em Meio Aberto de Lajeado, que completa dez anos no município.

Nesta primeira década, o serviço atendeu 800 adolescentes que cumpriram medidas socioeducativas em liberdade. Desse total, que representa menos de 10% da população lajeadense, a reincidência registrada foi de 16%, índice considerado baixo em comparação com outros sistemas de punição.

Psicólogo e psicanalista do Creas, Sérgio Guimar Pezzi atua no serviço desde a fundação. Ele viu a estrutura do atendimento melhorar e o início da adoção de planejamento estratégico nas ações do serviço.

No evento de sexta-feira, foram apresentados os resultados dessas mudanças e as novas estratégias adotadas. “Convidamos a comunidade para dialogar conosco sobre aquilo que é pertinente em relação ao adolescente em conflito com a lei,” destaca Pezzi.

Socialização pelo crime

Ele destaca a mudança de perfil dos menores infratores nestes dez anos. Embora o tráfico de drogas ainda esteja ligado a maior parte dos atos cometidos pelos jovens, a relação dos infratores com as drogas mudou neste tempo. “Quando começamos, lidávamos com ado-

lescentes usuários de drogas, que produziam atos infracionais de pequeno porte.”

De acordo com Pezzi, o infrator juvenil tem um perfil mais “empreendedor” ocupando espaços cada vez maiores na rede do tráfico. “Observamos adolescentes de 14, 15 anos, ocupando uma hierarquia no tráfico que antes não tinham e usando poucas drogas.”

Especialista em Segurança Pública, Marcos Rolim estudou por

NECESSIDADE DE REVISÃO DO ECA

Crítico da redução da maioridade penal, Saraiva reconhece as limitações do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) na aplicação de punições a adolescentes infratores. “Em tese, um autor de uma tentativa de roubo sofre a mesma sanção de quem matou dois. Isso não é justo e nem pedagógico.”

Na avaliação dele, o fato de a punição aplicada ser a mesma para diferentes delitos torna a medida ineficaz, dificultando o trabalho de ressocialização. “O estatuto precisa ser reformulado no sentido de aumentar o tempo de privação de liberdade nos delitos de extrema violência.”

Mesmo reconhecendo os limites atuais do ECA, Saraiva é contráio à proposta de encarcerar menores de idade em presídios. “Alcançamos a redução da criminalidade com políticas públicas.” Saraiva acredita que a população precisa conhecer melhor o ECA. Na opinião dele, a sociedade ainda tem a imagem de que menores infratores não sofrem punições. De acordo com a legislação atual, jovens podem ser encarcerados em instituições como a Fase a partir dos 12 anos.

O que acontece com esse grupo de jovens é que eles são socializados pelo tráfico. O que ele não aprendeu na escola aprende no tráfico.”

quatro anos o perfil dos adolescentes que cometem crimes violentos. Durante a pesquisa, ele confirmou que onde o Estado falha o crime toma o lugar.

Rolim destaca os problemas na educação para exemplificar esse fato. “A escola pública não está preparada para receber o aluno pobre, da periferia, que tem demandas muito particulares que não são consideradas pela escola.”

Durante a pesquisa, Rolim percebeu que a maior parte dos jovens envolvidos em assassinatos

deixou a escola entre 12 e 13 anos. Fora do sistema educacional, eles são recrutados por criminosos. “O que acontece com esse grupo de jovens é que eles são socializados pelo tráfico. O que ele não aprendeu na escola aprende no tráfico.”

Na avaliação de Rolim, a sensação de pertencer a um grupo e ter respeito da comunidade é tão decisiva quanto o dinheiro do crime para atrair esse jovem. Ele ressalta ainda que os crimes violentos são uma consequência da formação criminosa. “A predisposição de matar é um ato ensinado no mundo do tráfico, que vive em uma guerra particular brigando pelo domínio da venda de drogas.”

A maior parte dos envolvidos nesse contexto vive uma realidade de extrema dificuldade financeira, morando em regiões periféricas das cidades. De acordo com Rolim, o desejo de “ser alguém” é o mesmo entre os moradores dos bairros nobres e de áreas carentes, a diferença está no meio em que cada um encontra espaço para ter sucesso. “A gente veio ao mundo não apenas para conseguir comida, viemos ao mundo pra brilhar. O jovem de periferia tem o direito de brilhar.”

Em dez anos, 800 adolescentes de Lajeado cumpriram medidas socioeducativas e índice de reincidência é de 16%
EDUARDO AMARAL
Marcos Rolim condiciona o envolvimento dos jovens em homicídios ao tráfico

Passagem sobe R$ 0,30 a partir de segunda

Tarifa

Lajeado

Usuários do transporte urbano do município terão de desembolsar mais pela passagem a partir desta segunda-feira. O aumento de R$ 0,30 na tarifa foi confirmado pelo Executivo após análise de estudo técnico.

Conforme o diretor do Departamento de Trânsito, Carlos Kayser, dois aspectos foram analisados para chegar ao preço de R$ 3,70. O primeiro, do Conselho Municipal de Trânsito (Comtran), sugeria a passagem em R$ 3,85.

O outro, feito por uma equipe técnica do governo, usou como base dados das empresas e o estudo feito em Porto Alegre. Na capital, a passagem foi reajustada no dia 29 de março, passando de R$ 3,75 para R$ 4,05.

A partir dessas análises, a equipe do Executivo chegou ao valor de R$ 3,69. Para facilitar no troco, o preço foi arredondado. “Analisamos as planilhas entregues pelas empresas e comparamos com o que foi concedido em Porto Alegre”, realça Kayser.

Pelas informações das responsáveis pelo transporte urbano, houve um aumento de 9,3% para funcionários, além de 8,1% no combustível. “Não temos informações sobre as composições de custos do serviço, por isso, usamos como base o modelo da capital”, frisa o diretor.

O cálculo em Porto Alegre aponta que 49% dos custos para manter o transporte se referem ao quadro funcional. Combustível e

pneus alcança 22%. Demais itens representam 29%. Sobre esse último quesito, foi aplicado o IGP-M de 2016.

Estudo em análise

Diagnóstico sobre o serviço prestado em Lajeado, contratado em dezembro de 2013 e finalizado em

fevereiro de 2015, volta à análise do governo. No relatório, constam especificações sobre o número de veículos previstos para atender os usuários, a necessidade de reduzir os itinerários e a instalação de um anel viário, com possibilidade de implantar uma tarifa única em um determinado tempo quando o passageiro precisar de dois ônibus.

Conforme o diretor de Trânsito, as informações apuradas pela empresa contratada pelo governo de Luís Fernando Schmidt serão aproveitadas. “Vamos voltar a debater esse estudo com o Ministério Público. Não há necessidade de abrir mais uma despesa para algo que está pronto.”

Com relação a prazos ou ideia de abrir uma licitação para o transporte urbano, Kayser não estabelece uma data. “Muitas ideias previstas no edital anterior são de interesse do prefeito. Em especial, a implantação de linhas circulares.”

A partir de segunda-feira, um fiscal de trânsito atuará nas linhas de transporte municipal. O servidor verificará cumprimento dos horários, disponibilidade

das linhas e condições gerais dos veículos. O objetivo é fiscalizar o cumprimento do contrato.

Impasses nas licitações

O transporte público de Lajeado nunca foi licitado. As duas empresas responsáveis pelo serviço atuam por meio de contrato emergencial. A primeira tentativa ocorreu em 2007. O processo foi impugnado por uma das concorrentes.

Em 2013, o MP instaurou inquérito para acompanhar a regularização do serviço. Após o diagnóstico entregue, o governo Schmidt abriu a licitação. Devido a mandado de segurança de duas empresas, o processo foi suspenso.

O argumento central que culminou no encerramento da licitação se baseia na diferença do edital em relação à lei municipal, principalmente no item referente ao critério de escolha. Pela legislação, deve-se obedecer a “maior oferta e melhor técnica, com tarifa fixada no edital”. No texto do Executivo, a concorrência priorizava o menor preço da tarifa para determinar a empresa vencedora.

Os mesmos índices de reajuste foram aplicados às tarifas dos táxis.

A partir desta segunda-feira, o preço da bandeirada inicial será de R$ 5,90 e o valor do quilômetro rodado na bandeira 1 será de R$ 3,50.

Duas empresas são responsáveis pelo transporte urbano de Lajeado. Valor confirmado fica R$ 0,25 menor do que foi pedido

Temer cede à pressão e propõe mudar regras

Ajuste no texto visa atender relator, diz presidente

Ogoverno federal admitiu flexibilizar a Reforma da Previdência na tentativa de ganhar apoio no Congresso e aprovar a medida. O presidente Michel Temer autorizou o relator do projeto, deputado Arthur Maia (PPS-BA), a mudar cinco pontos do projeto em trâmite na Câmara.

O governo estuda mudar as regras para transição, os critérios para a aposentadoria rural, o regime especial para professores e policiais civil, o acúmulo de pensões e aposentadorias e o acesso ao benefício de prestação continuada.

As medidas reduziriam em 17% a economia gerada por meio da reforma. Em dez anos, as alterações representariam um acréscimo de R$ 115 bilhões nas despesas do INSS. Na proposta original, a economia prevista era de R$ 678 bilhões em uma década.

Representantes do movimento sindical afirmam que a mudança prevista não atende as necessidades e demandas dos trabalhadores. Conselheira do 8º Núcleo do Cpers, Luzia Hermann acredita que a intenção do governo é dividir as categorias para enfraquecer o movimento contrário à reforma.

“Algumas pessoas podem se sentir beneficiadas e afrouxar a luta”, avalia. Segundo ela, a reforma conduzida pelo Planalto afeta todos os trabalhadores, por isso, a importância de manter a pressão sobre deputados para rechaçar a medida.

“As eleições estão próximas e eles têm medo de não se reeleger”, aponta. Presidente do STR de Estrela, Rogério Heemann lembra que as alterações ainda não foram oficializadas, mas considera a proposta frágil.

“Nós não vamos desistir porque acreditamos que a aposentadoria do agricultor deve ficar como está”, assegura. Segundo Heemann, os produtores rurais são classificados como segurados especiais devido à insalubridade

do trabalho no campo.

Para ele, é preciso manter a fórmula de aposentadoria integral com 55 anos para mulheres e 60 para homens. “Nada mais justo do que quem produz o alimento ter uma recompensa no fim da vida.”

Abono pode acabar

Para reduzir o impacto das alterações no orçamento, o governo estuda cancelar o abono salarial. O benefício no valor de um salário mínimo é concedido uma vez por ano para trabalhadores que recebem até dois salários mínimos mensais.

O abono salarial custa R$ 18 bilhões por ano aos cofres públicos. O recurso beneficia 22 milhões de trabalhadores.

Regras de transição

Proposta original: mulheres com mais de 45 anos e homens com mais de 50 não precisariam esperar até os 65 anos para receber a aposentadoria integral. A intenção do governo era cobrar uma espécie de pedágio, equivalente a 50% do tempo estimado para a aposentadoria. No caso de um trabalhador cuja aposentadoria seria em dois anos, seria necessário contribuir para a Previdência por mais um ano.

Em estudo: uma das hipóteses é adotar uma idade mínima progressiva, de acordo com o tempo de contribuição previdenciária de cada trabalhador, abandonando assim o pedágio de 50%.

Trabalhadores rurais

Proposta original: hoje, os agricultores podem se aposentar aos 60 anos no caso dos homens e 55 no caso das mulheres, se comprovarem atividade no campo. A proposta do governo era de aumentar a idade mínima para 65 anos (homens e mulheres), além de incluir uma contribuição específica para a Previdência.

Em estudo: o governo avalia estabelecer um tempo mínimo de contribuição, de 15 anos ou 20 anos, além de idade mínima de 60 anos para homens e mulheres.

Benefício de prestação continuada

Proposta original: o benefício pago a idosos e deficientes de baixa renda não seria mais vinculado ao salário mínimo. A idade mínima para solicitar o benefício passaria de 65 anos para 70 anos.

Em estudo: o governo recuou da desvinculação ao salário mínimo e descartou mudanças para os deficientes. A idade mínima para requerer o benefício passa para 68 anos.

Pensões

Proposta original: o texto impedia o acúmulo de benefícios previdenciários. Pessoas que recebem aposentadoria do INSS e pensão por morte de cônjuge teriam que optar por uma das duas.

Em estudo: parlamentares tentam permitir o acúmulo de benefícios até um teto de R$ 5.531. O governo tenta limitar ao valor de dois salários mínimos.

Professores e policiais

Proposta original: o governo propôs o fim da aposentadoria especial de professores dos ensinos Fundamental e Médio e a extinção da aposentadoria especial para atividades de risco.

Em estudo: o governo retirou servidores estaduais e municipais da reforma, deixando aos estados e municípios a decisão sobre os regimes desses profissionais, e aceitou regras diferenciadas para professores e policiais federais que exerçam atividades de risco ou prejudiciais à saúde.

Meteorologia prevê chuva para os próximos dias

Os dias de sol e sem chuva perdem espaço neste fim de semana. Meteorologistas projetam chuva para sábado, com possiblidade de se estenderem domingo e segunda.

Conforme a coordenadora Núcleo de Informações Hidrometeorológicas da Univates, Carolina Jung Heinen, o amanhecer deste sábado apresenta temperaturas amenas. Já a tarde, a sensação de calor e abafamento aumenta e provoca a chuva.

No domingo, essas instabilidades atuam de forma alternada sobre o Vale. O dia deve ter períodos de sol, intercalados por outros de maior nebulosidade, com pequena chance de chuva.

Para segunda-feira, as condições do tempo pouco mudam, e ao longo do dia, ocorrem períodos de céu encoberto, com pancadas de chuva.

14,2mm em 20 dias

Desde o dia 20 de março, de acordo com os registros da estação meteorológica da Univates,

em Lajeado, ocorreram 14,2 mm de chuva. “É importante destacar que as chuvas foram irregulares na sua distribuição, havendo pontos do Vale onde os acumulados foram superiores e, outros, onde a precipitação ficou abaixo do mencionado”, salienta Carolina. Para ela, a sequência de dias com pouca chuva é resultado da atuação de uma massa de ar mais seco sobre a região, que acaba bloqueando a formação e o avanço de instabilidades.

Para o restante da estação, os

institutos nacionais de meteorologia indicam chuvas próximas à normalidade, havendo perí-

odos mais secos e outros mais chuvosos, mas, que na média, ficam em torno da normalidade.

PREVISÃO DO TEMPO

Sábado

Mínima – 19ºC

Máxima – 30ºC

Sol entre nuvens e pancadas de chuva

Domingo

Mínima – 20ºC

Máxima – 30ºC

Aberturas de sol e nebulosidade variada

Segunda-feira

Mínima – 21ºC

Máxima – 31ºC

Céu encoberto e pancadas de chuva

País
Mudanças
Movimento sindical promete manter mobilizações. Greve geral será no dia 28
THIAGO MAURIQUE/ARQUIVO
Vale do Taquari

Venda de chocolate deve subir até 70% na próxima semana

Em lojas especializadas, incremento esperado alcança 30%

Vale do Taquari

Os supermercados esperam um crescimento de até 70% nas vendas de chocolates até a véspera da Páscoa. Nas lojas especializadas, o incremento atinge 30% em relação ao ano passado. Gerentes de estabelecimentos percebem aumento na procura pelo produto, mas verificam que o consumidor tem trocado os ovos por kits mais baratos. Para o gerente de uma rede de mercados, Gelson Lima, o setor espera um desempenho melhor neste ano. “A data ajudou e com isso esperamos resultados mais positivos em relação ao ano passado. Em 2016, a data foi péssima para o setor.”

Segundo o gerente comercial

Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) aponta queda de 12% nas vendas de ovos.

Ao todo, os supermercados do RS devem comercializar oito milhões de ovos de chocolate. O mix de ovos também reduziu. Segundo a gestora comercial de outra rede, Adriane Hickmann, as indústrias reduziram a produção em virtude do cenário econômico. “Estamos dando maior destaque a outras opções de presentes como kits, cestas, bombons e barras de chocolate.”

Preço do chocolates aumenta 8%

ram um incremento de 8,5%. As barras, 11,6% e as caixas de bombom, 3,6%.

Lojas especializadas

O movimento em lojas especializadas também deve crescer a partir deste fim de semana. A projeção de crescimento deve superar os 30% se comparado ao ano passado.

Segundo a gerente de uma loja da região, Paula Cristina Girardi, nas últimas semanas, as vendas superaram as expectativas. “A partir deste sábado, esperamos que esse comportamento se repita e fique mais intenso.”

Para atender a demanda, a loja atende com horários especiais para atrair os trabalhadores no momento de início ou fim de expediente.

Ovos perdem espaço

Um levantamento feito pela

de uma rede de mercados de Lajeado, Elton Fisher, a perspectiva é negativa. Ele tem notado queda nas vendas de chocolates em todos os anos. No ano passado, a procura caiu 10%. “Neste ano, comprei o mesmo volume do ano passado. Espero vender tudo. Mas considero a procura baixa.”

Em relação aos preços, a pesquisa da Agas aponta que o valor médio dos produtos típicos de Páscoa está 8,5% superior ao ano passado. Os ovos tive-

As empresas oferecem produtos para todos os bolsos. Desde itens com brinquedos, para conquistar a atenção das crianças, e também kits de R$ 5 a R$10. O consumidor também tem a possibilidade de montar a própria cesta e encaixar o valor dentro do orçamento previsto para a data.

Consumidores se adaptam e apostam em bombons, barras e kits para a Páscoa
CÁSSIA PAULA COLLA

Executivo promove mutirão de limpeza

Ação aposta no engajamento da comunidade no cuidado com o espaço público

Aadministração municipal aposta no engajamento da comunidade para promover o embelezamento dos bairros. Neste sábado, a partir das 7h30min, o bairro São José recebe o primeiro mutirão de limpeza.

A ação conta com a participação comunitária e servidores de cinco secretarias. Desde o início da semana, funcionários da prefeitura fizeram roçadas nas vias do bairro. Mudas de árvores e de flores serão distribuídas e plantadas ao redor das lixeiras.

A moradora do bairro, Clarinda Soares da Silva, 58, está na expectativa. Ela reclama da atitude de vizinhos que depositam colchões, sofás e outros itens nas lixeiras e colocam fogo. “Isso faz uma fumaça horrível, vem pra dentro das casas, além de ficar feio e poluir o meio ambiente.”

Na avaliação dela, o plantio de árvores e flores ao redor das lixeiras pode inibir essa prática. “Além disso, vai deixar nossa vila mais bonita e as pessoas vão entender que precisam cuidar mais da via pública.”

Os moradores foram orientados a depositar na frente das casas móveis sem uso e outros entulhos que

desejam se desfazer. “Nós temos uma centrífuga e uma máquina de lavar roupa que vamos nos desfazer e estão aqui apenas ocupando espaço.”

Espaços públicos

A praça também receberá melhorias. Clarinda afirma que o local precisa passar por adequa-

ções. Segundo ela, crianças já se machucaram nos brinquedos. Os entulhos de uma cancha de bocha também serão retirados. O local apresentava risco de queda.

O ponto fica ao lado da Sociedade Esportiva Palmeiras. Nesta semana, Carla Cristina Röhrig, 27, trabalhou na separação dos entulhos. “Assumimos em dezembro o Palmerinhas e pedimos ao prefeito auxílio para fazer adequações. Eles pediram que tirássemos o telhado, que está quase tudo podre.” Os materiais serão recolhidos por agentes da prefeitura neste sábado.

Ela aguarda resposta sobre uma possível parceria para reformar o piso. “Eu queria aproveitar o espaço para fazer lanches e comercializar. Hoje é um piso bruto que acumula muita sujeira e não tem como manipular alimento ali.” Segundo Carla, ela e o marido querem fazer melhorias no espaço para tornar mais bonito e atrativo para a comunidade.

Nossa Cidade, Meu Lar

O mutirão faz parte do 1º Jogue Limpo com a Sua Rua, uma ação do Programa Nossa Cidade, Meu Lar. Durante a semana, agentes de saúde e assistentes sociais visitaram as famílias para avisar sobre o mutirão.

Elas entregaram informações sobre o descarte correto de resíduos, dias de recolhimento de lixo e entulhos, entre outras questões de limpeza das ruas e saúde pública.

Segundo o prefeito Klaus Schnack, o projeto pretende conscientizar as comunidades sobre a importância do cuidado com o espaço, limpeza, manutenção e embelezamento da rua e do bairro.

“Queremos criar um ambiente que todos participem e ajudem a decidir. Vamos discutir com a comunidade uma forma de ordenar o descarte de móveis para que não fiquem mais depositados às margens da rua.”

Campanha de vacinação contra a gripe começa na segunda-feira

Vale do Taquari

A 16ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS) projeta imunizar pelo menos 90% do público-alvo contra a gripe H1N1. A campanha de vacinação inicia nesta segunda-feira, 10, e encerra no dia 25 de maio. As demais doses da vacina serão enviadas ao longo dos próximos meses.

Nesta primeira semana, serão vacinados, prioritariamente, profissionais de saúde. Também fazem parte os indígenas, crianças de 6 meses até cinco anos, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, idosos (60 anos ou mais), doentes crônicos, presidiários e agentes da Susepe. Outra diferença em relação ao ano passado é a elevação da meta de 80% para 90% de vacinação.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) recebeu o primeiro lote da vacina (mais seis serão enviados), o que representa quatro milhões de doses disponibilizadas pelo Ministério da Saúde. A recomen-

CRONOGRAMA DA CAMPANHA

10 de abril a 26 de maio – A primeira semana será de prioridade para os trabalhadores em saúde (postos e hospitais) Dia D será realizado em 6 de maio

• Pessoas com 60 anos ou mais

• Crianças de 6 meses a 5 anos

• Gestantes e puérperas

• Trabalhadores em saúde

• Professores Público-alvo

• Indígenas

• Doentes crônicos (com prescrição médica)

• Detentos e funcionários dos presídios

Transmissão

• Partículas de pessoas infectadas (mãos e objetos contaminados por secreções)

• Incubação 1 a 4 dias

• Ambiente domiciliar, creches, escolas, aviões, navios, ônibus

Sintomas

• Excreção viral surge 24 horas antes dos sintomas

• Excreção máxima nos primeiros três dias após o início dos sintomas

dação da secretaria é que os municípios façam o dia D até o dia 26 maio. No ano passado, a região da 16ª

CRS registrou 38 casos de contaminação pelo vírus Influenza A, com duas mortes. Em todo o RS, foram 1,3 mil casos e 209 mortes.

Durante a semana, moradores separaram materiais para fazer o descarte
CÁSSIA PAULA COLLA

Nova sede do Sicredi muda realidade local

Inauguração do complexo administrativo da cooperativa ocorre neste

Encantado

Asede administrativa do Sicredi Região dos Vales altera o cenário no bairro Planalto. Além disso, abre a possibilidade para o desenvolvimento do comércio local, em especial bares, restaurantes e lancherias. Impacto já sentido durante a construção do complexo. Moradores notam um incremento no movimento do bairro. Outro fator percebido foi o aumento da procura por casas e apartamentos para alugar. Segundo a empresária do ramo de alimentação, Maria Dolores Pittol, 66, conhecida por “Nona”, na cantina dela, houve um aumento de 50% no movimento. “Desde quando a obra iniciou, houve aumento no movimento na cantina, pois muitos dos profissionais que estavam trabalhando lá vinham aqui almoçar. Também muitos imóveis foram alugados. Isso mostra o desenvolvimento do nosso bairro que já tem muitas opções”, comenta.

Nova Sede do Sicredi Região dos Vales. Investimento reforça a identificação e o compromisso do Sicredi com a região

O presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços Planalto, Ivan Schnorrenberger, também destaca a importância da obra para o desenvolvimento local. “Com esta nova sede regional, muitas pessoas vão passar por aqui e isso vai trazer ainda

DETALHES DA INSTITUIÇÃO

Em 2016, a instituição financeira cooperativa finalizou o ano administrando R$ 1,9 bilhão em Ativos Financeiros e R$ 300,2 milhões de Patrimônio Líquido, com um crescimento médio de 20% em relação ao ano anterior. No ano passado, o Sicredi Região dos Vales disponibilizou, por meio do crédito, R$ 421,7 milhões de recursos em 31,5 mil operações realizadas nos 18 municípios da região. Compreendem a área de abrangência do Sicredi Região dos Vales os municípios de Anta Gorda, Arroio do Meio, Capitão, Coqueiro Baixo, Dois Lajeados, Doutor Ricardo, Encantado, Guaporé, Ilópolis, Muçum, Nova Bréscia, Putinga, Relvado, Roca Sales, São Valentim do Sul, União da Serra, Vespasiano Corrêa e Vista Alegre do Prata.

Mobilização combate o aedes

Imigrante

A cidade participou da Semana Nacional de Mobilização da Rede de Assistência Social contra o Mosquito. O Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e a equipe da Vigilância em Saúde realizaram ações com os grupos

do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif) e Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV). Os integrantes dos grupos receberam orientações de como combater o mosquito aedes aegypti e foram alertados sobre as doenças por ele transmitidas.

mais crescimento do comércio e os serviços do bairro”, menciona. A obra iniciada em 2015 tem como principal meta reforçar o compromisso da instituição com

a região. A sede foi projetada para atender o crescimento atual e futuro da cooperativa. Com 11 mil metros quadrados de área construída, a obra teve

sábado

um investimento de R$ 29,3 milhões. O prédio abrigará a superintendência regional, a agência Cidade Alta. O complexo também contempla espaço para reuniões, sede social, parque e o auditório com capacidade para 600 pessoas, objetivando ser um mecanismo de acesso ao conhecimento, cultura e relacionamento com o quadro social.

Para o presidente da Associação Comercial e Industrial de Encantado (Aci-e), Marcos Tonin, “a entidade está orgulhosa por esse empreendimento que representa uma das maiores empresas de nosso município e vem a fortalecer e ampliar o desenvolvimento.”

Conforme a assessoria do Sicredi Região dos Vales, a inauguração será para convidados. Posteriormente, o Sicredi organizará visitas para que os associados e a comunidade possam conhecer o empreendimento.

DIVULGAÇÃO

Cinco anos após perder o anfitrião, “Velho Florestal” ainda respira futebol

Escolinha do Lajeadense funciona desde janeiro de 2016 no antigo gramado do Estádio Florestal, deixando viva a lembrança do esporte no histórico – e já demolido – “pavilhão de concreto” erguido com a força da comunidade e dos fanáticos torcedores. O local, que já foi palco de grandes confrontos no passado, ainda tem o futuro incerto. Por ora, é celeiro de novos craques

Reportagemefotos, RodrigoMartini

Lajeado

Falcão e Renato Portaluppi talvez sejam os maiores ídolos do futebol gaúcho. Um pelo Internacional. Outro pelo Grêmio. Ronaldinho Gaúcho e Dalessandro são outros com histórias marcantes pela dupla Gre-Nal. A semelhança é que todos eles jogaram por diversas vezes no velho gramado do Estádio Florestal. Venceram e perderam. Sempre com grandes públicos os prestigiando. Hoje, apesar da demolição das antigas arquibancadas – local e visitante –, vestiários, banheiros e sede administrativa do clube, em junho de 2012, a grama ainda é pisoteada pelas chuteiras. Pelo menos 125 alunos da escolinha do clube – coordenada pela Associação Lajeado de Esporte (ALE) – utilizam o imóvel localizado na esquina das ruas Gal. Flores da Cunha e Clélia J. Betti, no bairro Florestal.

O centro de treinamento é improvisado. Mas não tem custo. O grupo de investidores que comprou o imóvel por R$ 6,5 milhões, em 2009, cede o espaço. Para isso, cobra só a limpeza e manutenção do local. A água é “puxada” do restaurante localizado ao lado do estádio – a antiga Galeteria AlviAzul. Há um medidor próprio

da ALE para o custeio. A luz vem de uma empresa de lavagem vizinha. Com auxílio de patrocinadores e voluntários, dois banheiros foram construídos onde antes ficava a arquibancada principal. Ali, é possível visualizar um dos poucos vestígios do “Velho Florestal”: parte do parquêt do antigo vestiário ainda aparece em meio a vegetação. Além disto, os quatro postes com os refletores seguem de pé.

O muro que cerca o campo segue parcialmente de pé, com a tinta branca desgastada. Em alguns pontos onde a estrutura cedeu, placas de metal foram instaladas para impedir invasões. E o velho gramado é utilizado de forma diferente pelas crian-

Maninho Ex-jogador Hoje eu vou poucas vezes para a Arena. É ruim para voltar de ônibus. Até caminhando já tive que vir para casa.”

ças. São três campos menores no espaço do antigo, cujas dimensões variam de acordo com a idade dos jovens jogadores. Um deles é Jean Marco Krombauer, de 10 anos. Está faz quase dois na escolinha do Alviazul. Atua como volante. “E zagueiro, se precisar.” Morador do São Cristóvão, lembra – vagamente – de ter ido a dois jogos do Lajeadense no velho estádio. Um contra o Internacional. Outro contra o Juventude. “Era mais legal. A gente ficava muito próximo ao campo. Só tinha uma grade”, lembra. Questionado sobre qual grande craque

já pisou no gramado, responde rápido. “Ronaldinho Gaúcho”. Ao ser lembrado de outros nomes, demonstra surpresa e euforia. “Não sabia de tantos. Mas eu não era nascido”, brinca. O sonho dele, assim como a maioria dos jovens atletas, é jogar na “Europa e na Seleção Brasileira”. Muitos estão mais próximos disto. Hoje, a ALE e a escolinha do Alviazul comemoram três atletas treinando no Grêmio –mais quatro estão indo para um período de monitoramento no clube da capital gaúcha –, e 12 na Chapecoense. Também têm meninos fazendo estágios no Inter e

gramado onde pisaram milhares de atletas é usado como centro de treinamento para cerca
ARQUIVO

no Juventude.

Futuro incerto

A reportagem tentou, sem sucesso, contato com um dos investidores que compraram o imóvel faz quase oito anos. Enquanto esses não se manifestam, são diversas são as especulações sobre qual será o empreendimento construído naquela área: um hospital privado. Um condomínio fechado. E até um novo shopping. Mas nada de concreto ou oficial.

Essa incerteza preocupa um dos coordenadores da escolinha. Samuel Seben, que

ben. “E vamos pleitear junto ao governo uma área própria para garantir sequência deste trabalho”, completa.

Dias de festa. Dias de violência

A mudança de estádio foi concretizada em 2012, ano em que o clube oficialmente deixou as dependências do velho Florestal para iniciar nova história na Arena Alviazul, construída entre 2010 e 2011, no bairro Floresta. Muitos torcedores torcem o nariz quando questionados sobre a troca de campo. Outros não demonstram insatisfação. Walmir de Siqueira, o popular “Maninho”, é um entre tantos que lamentam a ida do clube para longe do bairro Florestal. Ele foi jogador do clube na década de 50. Era centroavante e ponta esquerda do time campeão Gaúcho de 1959 – sem a presença da dupla Gre-Nal –, montado pelo então presidente, Lourenço Mayer da Silva, e pelo treinador, Joaquim Inácio da Silveira Filho. Ele lembra dos irmãos Paulo e Nestor Heineck, e Roque e Rogério Lopes, que eram os craques da época. Lembra, também, que os salários na época eram quase simbólicos. Passados quase 40 anos daquela conquista, Maninho voltou ao estádio para vender espetinhos de carne em uma churrasqueira construída junto ao muro, e que até hoje permanece intacta.

aos 40 da segunda etapa. “Fui naquele jogo. Vi o gol e logo depois sair do estádio. Fui para casa. No caminho, pedia para conhecidos não atirarem pedras nos torcedores e no ônibus dos gremistas. Já havia muitos parabrisas quebrados”, lembra. Ele também deu “abrigo” para jovens torcedoras gremistas que estavam assustadas. “Eu e minha esposa demos água com açúcar para se acalmarem.”

Apesar da lembrança da violência, Tadeu se emociona ao lembrar das jovens torcedoras do Grêmio que se esconderam na casa dele. Isso porque, um mês depois, durante o período de natal, a família foi surpreendida com uma carta assinada pelas meninas. Era um agradecimento pela gentileza do casal de lajeadenses. “Foi de chorar. Mas eu disse: agora chega, não vou mais. Nem sei onde é o novo estádio.”

SAIBA MAIS

é sócio da ALE junto com o irmão, Alexandre. Ele afirma ser grato pela cedência do espaço e fala sobre os planos para o futuro. “Recebemos material de construção para construir um escritório e uma lavanderia. Mas, não sabemos o que vai ocorrer daqui um ou dois anos.”

A associação conta com apoio de empresários e pais dos jovens atletas. Outro que ajuda a escolinha é o ex-presidente do clube, Nilson Giovanella. “A luta agora é para garantir participação no campeonato gaúcho juvenil. Precisaríamos de R$ 80 mil para custear a competição”, diz Seb-

“Achei a mudança ruim, né. Sempre dava para ganhar uns ‘troquinhos’ a cada jogo. E tinha o privilégio de assistir o jogo da minha própria casa”, brinca. Maninho mora na rua Natalício Heineck. O muro dos fundos da residência é colado com o muro estádio. “Hoje eu vou poucas vezes para a Arena. É ruim para voltar de ônibus. Até caminhando já tive que vir para casa.”

Para outro vizinho do antigo estádio, o fim dos jogos não é motivo para lamentações. Tadeu Kreutz costumava assistir as partidas em décadas mais distantes. No entanto, algumas brigas o fizeram perder um pouco do gosto pelo esporte. Uma dessas ocorreu no início da década de 90, em uma partida entre Lajeadense e Grêmio. Vitória de 1x0 para o Alviazul, com gol de Denílson

O Estádio Florestal foi inaugurado em 1936 com uma partida diante do São José. O primeiro gol foi marcado por Antoninho, do Alviazul, e o goleiro era Eulálio Tombini. O padre Érico Schmidt deu o pontapé inicial do jogo. Um dos mais memoráveis jogos ocorreu em julho de 1981, quando mais de cinco mil pessoas compareceram ao estádio para um jogo entre Lajeadense e Internacional.

Falcão, craque do Internacional durante a década de 70 e início dos 80, havia sido vendido para a Roma e se despedia do time. Naquela noite de quinta-feira, o Lajeadense venceu por 1x0, com gol de Mauro Farias. Com o resultado, o Grêmio foi o campeão gaúcho. Pela Libertadores, o Inter disputaria o título na quarta-feira seguinte, contra o Nacional, em Montevidéu.

de 125 crianças e adolescentes. Futuro do antigo complexo esportivo ainda é incerto
Jogador na década de 50, Maninho vendia espetinhos nos últimos anos do Florestal
Jean sonha em jogar na Europa. Perguntado sobre quem já pisou no gramado, responde: Ronaldinho Gaúcho

Projeto instiga médicos a atenderem mais

Governo quer pagar 30% sobre hora trabalhada para cada consulta acima da meta

Teutônia

As reclamações sobre o sistema de saúde e a falta de fichas para consultas provocam mudanças. A SecretariadeSaúdeelaborouprojetode incentivo aos médicos da rede municipal. A iniciativa foi aprovada pelos vereadores nessa quinta-feira. Com isso, os profissionais terão metas a cumprir e devem receber adicional por atendimentos extras.

O Prêmio de Produtividade Médica oferta 30% sobre o valor da hora para cada consulta excedente. Os médicos com 20 horas, 24 horas e 40 horas de trabalho devem garantir,

é alternativa para elevar índice de atendimento na rede pública

respectivamente, o mínimo de 60, 72 e 120 atendimentos por semana. Cada consulta com ginecologista e

obstetra conta como duas. A demandadetempoparaexaminaréajustificativa apresentada.

Considerando o salário de um profissional contratado para 20 horas (R$ 7.340,28), será pago R$ 220,20 a mais por consulta extra. Hoje o município conta com clínicos-gerais, cinco ginecologistas/obstetras e cinco pediatras.

Promessa de qualificação

O governo anunciou em março que alguns postos terão horário de funcionamento até as 20h. A alternativa deve vigorar em Canabarro. Com a oferta de consultas à noite, esperareduzirovolumedeatendimentos no Hospital Ouro Branco (HOB).

MUDANÇA NA GESTÃO DE SAÚDE

No fim de março, o prefeito Jonatan Brönstrup transferiu a responsabilidade sobre a secretaria. Desde então, o chefe de gabinete e secretário de Indústria, Comércio, Serviços e Turismo, Alexandre Peters, acumula a função. A mudança ocorreu devido à necessidade de acompanhamento integral no setor.

A equipe de trabalho terá a coordenação da subsecretária Marlene Metz. Ela trabalhou na prefeitura por quatro anos, na gestão de Ricardo Brönstrup, de 2001 a 2004. Em 2008, foi secretária por seis meses, na administração de Silvério Luersen. Renato Airton Altmann manteve Marlene de 2009 até o fim do ano passado.

Feiras oferecem mais de 358 toneladas de peixe

Emater estima elevação de 8% nas vendas

Vale do Taquari

Auma semana da Sexta-Feira Santa, a procura por peixes movimenta produtores e Emater. A entidade projeta um aumento de até 8% nas vendas em comparação ao ano passado. No período, foram comercializadas 332 mil toneladas em 304 pontos, nos 55 municípios atendidos.

Conforme o zootecnista e assistente técnico de Produção Animal, João Sampaio, o preço ficou estável – R$ 8,50 o quilo. A região tem 4,4 mil produtores, cujo espelho d'água é de 1,6 mil hectares divididos em 7.059 açudes e viveiros. São oferecidas carpa (capim, cabeça-grande, húngara e prateada), tilápia e jundiá.

Em Estrela, a Secretaria da Agricultura projeta comercializar dez toneladas. Até quinta-feira, 13, serão realizadas quatro feiras. A primeira ocorre neste sábado, na Praça Professor Henrique Roolaart, a partir das 7h. Serão oferecidos dois mil quilos de carpa.

Preço do quilo varia entre R$ 6 e R$ 10. Venda aumenta até 60% nesta época

Também haverá feiras nos dias 12 e 13, das 7h às 19h. No dia 12, será na Praça Henrique Roolaart. No dia 13, na praça e também na entrada do bairro das Indústrias, rua Max Henrique Erichen. Os preços variam entre R$ 8,50 e R$ 9. Será possível levar os peixes eviscerados e limpos, mediante taxa de R$ 3.

Em Lajeado, a venda será na Feira do Produtor, próximo ao Parque Professor Theobaldo Dick. No dia 11, das 14h às 18h, e nos dias 12 e 13, das 8h às 18h. No dia 14, das 8h às 12h, serão ofertados quatro

mil quilos de carpas da propriedade de Ademar Spohr, de São Bento. Em Arroio do Meio, a 23ª Feira do Peixe Vivo ocorre nos dias 12 e 13 na quadra coberta, nos fundos da Secretaria da Educação, no centro. O atendimento é das 9h às 18h. Além de porções de peixe frito, haverá escabeche preparado pelo pescador Ademir Bruismann. Serão comercializadas cerca de quatro toneladas de peixe (carpa-capim, cabeça- grande, húngara e prateada). É necessário levar sacola para acondicionar o pescado. Haverá limpeza no local.

Colinas: dia 13, das 9h às 12h, na Praça dos Pássaros

Cruzeiro do Sul: dia 13, das 15h às 18h, no Parque Poliesportivo Municipal no centro

Dia 14, das 8h30min às 11h, no mesmo local

Encantado: dias 12 e 13, a partir das 8h30min, na Feira do Produtor. Haverá venda pelo interior (informações na Emater pelo 3751-1707)

Lajeado: dias 8 e 9, na propriedade de Bruno Becker (rua Henrique Eckhardt, bairro Floresta)

Dias 11 e 13, na propriedade de Ademar Spohr (rua Aloisio Lenz, entrada para a Retromack)

Dia 13, propriedade de Oscar Muller (rua Aloisio Lenz, entrada para a Retromak)

Paverama: dia 8, na propriedade de Otanilo do Olavo e Arno Moinho, no Morro Bonito

Dias 8 e 9, na propriedade de André Hepp, na Fazenda São José.

Dia 12, na propriedade de Rosauro Cristiano de Azevedo

Dia 13, na propriedade de Valdir Kuhn, no centro, próximo ao Bar do Darlan

Dia 14, na propriedade de Osmar Hauenstein, no Morro Bonito, próximo à empresa Brilhatur Turismo

Roca Sales: dia 8, a partir das 9h na Praça Júlio Lengler

Travesseiro: dia 8, a partir das 8h, na propriedade de Vilson Kuhn

GIOVANE WEBER

Amadores

Fases classificatórias entram na fase final

Nove torneios movimentam 43 partidas no fim de sem

Se as condições meteorológicas permitirem, neste fim de semana, serão disputadas 43 partidas em nove compeonatos. O destaque fica para Roca Sales, onde ocorrem os jogos de ida das semifinais. Em Progresso, dois jogos marcam a primeira rodada das quartas de final.

Restando duas rodadas, Teutônia pode conhecer todos os classificados. Se o Saidera, com 2 pontos, vencer o Ribeirense e o União (sem pontuar) tropeçar no duelo com o Atlético Gaúcho, será o último classificado às quartas de final.

SÁBADO

Boqueirão do Leão

Clássico entre Rui

São Roque – EC São Roque X Internacional

Progresso – Quartas de final/jogo de ida

Alto Honorato – Cruzeiro x Flamengo A

DOMINGO

Progresso – Quartas de final/jogo de ida

Morro Azul – Amizade x São João

Roca Sales – Semifinal/jogo de ida

Linha Encruzilhada

14h – Botafogo x Toma 10 16h – Juventude x Copalto

Arroio do Meio

Linha 32 – Cruzeiro x Palmense

Picada Arroio do Meio – Amigos x Sete de Setembro

Rui Barbosa – Esperança x Rui Barbosa

Copa Integração – 6ª rodada

Travesseiro

10h – Travesseirense x 7 de Setembro

14h – São José x Pouso Novo

16h – Juventude x Guarani

Linha Sítio – Tamoio x Canarinho

Bom Fim – Bom Fim x XV de Novembro

Picada Aurora – 25 de Julho x 22 de Novembro

Bom Retiro do Sul – 7ª rodada

Linha Pinhal – Floriano x Aecosajo

Bairro São João – Palmeiras x Rudibar

Teutônia – 9ª rodada

Linha Posses – Bangu x Esperança

Bairro Teutônia – Gaúcho x Flamengo

Lotamento Oito – Atlético Gaúcho x União

Linha Ribeiro – Ribeirense x Saidera

Taça da Amizade – 10ª rodada

Centro/Boa Vista do Sul – Boavistense x 11

Amigos

Linha Paissandu/Westfália – Palmeiras x Rui

Barbosa

Centro/Poço das Antas – Serc Poço das Antas x Juventude-Westfália

Linha Schmidt/Westfália – Fluminense x Ecas

Boqueirão do Leão

Linha Data – Esportivo X Independente

Com desfalques, Lajeadense recebe o Esportivo

recém-contratado Nunes deve estrear com a camisa do clube.

Quarto colocado com 10 pontos, o Lajeadense inicia o returno da Divisão de Acesso neste domingo. Às 16h, a equipe recebe o Esportivo, de Bento Gonçalves, na Arena Alviazul. Ingressos custam R$ 10 (arquibancada social), R$ 20 (cadeira), R$ 30 (visitante). Sócios em dia não pagam. Estudantes, apresentando carteirinha, pagam metade.

O técnico Rodrigo Bandeira enfrenta o desfalque de Dieguinho, suspenso. Maranhão será o provável substituto. Recém-contratado, o atacante Dudu pode estrear neste domingo.

O Esportivo é o terceiro colocado com 11 pontos. Neste domingo, não conta com os volantes Márcio Hanh e Gustavo, suspensos pelo terceiro cartão amarelo. Em contrapartida, o

Média de público

Até o momento, foram disputados 56 jogos, com um total de 17.874 pagantes. A média é de 319 espectadores por confronto. O maior público foi registrado em Vacaria. No dia 5 de março, 1.585 pessoas assistiram à vitória de 1 a 0 do Glória sobre o Lajeadense. No dia 3 de abril, foi registradoopiorpúblico.39pessoas assistiram ao empate em 1 a 1 entre Aimoré e São Gabriel, em São Leopoldo

A melhor média é do Glória (1.025 pessoas), seguido de Pelotas (717), União Frederiquense (659), São Luiz (492), Avenida (460), Lajeadense (286), Esportivo (257), Panambi (231), Santa Cruz (222), Guarani (176), Tupi (131), São Gabriel (113), Brasil (111),Internacional(99),Aimoré (70) e Guarany-Bagé (69).

8ª rodada –chave B

Domingo

15h30minUnião

União Frederiquense 9-1 São Luiz80 Tupi6-10 Panambi2-6

Frederiquense x Tupi 16hLajeadense x Esportivo 18h30minPanambi x Glória 21hCoritiba x Atlético-PR

Segunda-feira 20hBrasil x São Luiz

Barbosa e Esperança marca a rodada em Arroio do Meio
EZEQUIEL NEITZKE
Divisão de Acesso
Dieguinho levou o terceiro cartão amarelo no domingo e desfalca o time

Aquarta rodada da Copa CTC/Construtora Diamond será disputada por equipes da segunda, terceira e quarta divisão. A elite folga neste sábado. As primeiras partidas de cada divisão iniciam às 12h15min.

Pela segundona, o Lesionados quer permanecer isolado na liderança. Com 6 pontos, o time enfrenta o nono colocado Ser Falcatrua, às 17h15min. A classificação aponta o Lesionados com 6 pontos, seguido de No Migué, Coroas Mirim/ Arco Gás e Pampero (4), Bitterflex e Coroas Mirim D (3), 100 Pressão e Maragatos (2), Ser Falcatrua, DK FC e Metralhas (1) e AFE Executivos (sem pontuar).

Terceira divisão

O Dream Team vive situação idêntica ao Lesionados. A equipe lidera sozinho a terceirona. Neste fim de semana, o time joga às 16h15min diante do Coroas Mirim D. A classificação registra o Dream Team com 6 pontos, seguido de Canhão FC e Supérfluos (4), Ghost

Galera do Tocafogo comemora a boa fase na primeira divisão. A equipe divide a liderança com Banguzinho e Coroas Mirim D, todos com 6 pontos.

Equipes buscam se isolar na ponta

GR, Pumas, ADL, Coroas Mirim/Posto do Arco, B.E.C e Ser Sodabeb (3), S.O.S e Toca Água (1) e Coroas Mirim D (sem pontuar).

Quarta divisão

Quatro times dividem a liderança com 6 pontos – Baile de Monique, Descontrole, Limitados e La Barca. O destaque da rodada fica por conta do confronto entre Baile de Monique e Descontrole, às 16h15min. O Limitados encara o Pampero, às 12h15min, e o La Barca duela com o Lesionados, às 15h15min. Na

classificação Baile de Monique, Descontrole, Limitados e La Barca lideram com 6. Depois vêm Lesionados (4), Pampero e Kondenados (3), Four (1), Aliança, Peladeiros, Dínamo e Kuasenada (sem pontuar).

Primeira divisão

Os times da elite folgam neste fim de semana. Banguzinho, Tocafogo e Coroas Mirim D estão empatados na ponta com 6 pontos. A tabela segue com Rebordose e Coroas Mirim/ Charrua (3 pontos), Aliança e EPTG (1).

16h15minCampo A

Migué xMaragatos 17h15minCampo A Ser Falcatrua xLesionados

divisão – 3ª rodada 12h15minCampo B Supérfluos xSer Sodabeb 13h15minCampo B ADL xPumas 14h15minCampo B Ghost xS.O.S 15h15minCampo B Canhão FC xCoroas Mirim/Posto

xCoroas

16h15minCampo B Dream

17h15minCampo B B.E.C xToca Água Quarta divisão – 3ª rodada 12h15minCampo C Limitados FA xPampero 13h15minCampo C Peladeiros xAliança 14h15minCampo C Kondenados S.A xFour 15h15minCampo C Lesionados xLa Barca 16h15minCampo C Descontrole xBaile do Monique 17h15minCampo C Dínamo xKuasenada

Torneio Interno de Tênis

As inscrições para o Torneio Interno de Simples CTC/Subway de Tênis estão abertas. O evento será realizado entre os dias 5, 6 e 7 de maio no Clube Tiro e Caça. As disputas ocorrem nas categorias 1ª, 2ª, 3ª, 4ª classes e iniciante masculina, classe feminina e ainda haverá o I Festival Infantil. Os sócios têm até 1º de maio para se inscrever na secretaria do clube. A confirmação será mediante a doação de três quilos de alimentos não perecíveis nos dias do evento. Eles serão destinados a uma entidade social de Lajeado

AGENDA
Fim de semana terá jogos pela segunda, terceira e quarta divisões. Partidas iniciam às 12h15min
EZEQUIEL NEITZKE

Lajeado, Fim de semana, 8 e 9 de abril de 2017

Gauchão Maicon desfalca o Grêmio neste sábado

Jogador sentiu desconforto no joelho e será reavaliado

Ovolante Maicon não enfrenta o Veranópolis neste sábado, às 16h, na partida de volta das quartas de final do Gauchão. A notícia foi confirmada pelo técnico Renato Portaluppi em entrevista coletiva depois do treino dessa sexta-feira.

O atleta sentiu um desconforto no joelho e será poupado do jogo. Michel será o substituto. O técnico

Sábado

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16h – Grêmio x Veranópolis

19h – Novo Hamburgo x São José

Domingo

11h – Caxias x Juventude

16h – Cruzeiro x Internacional

confirmou que continua com a equipe que tem atuado na competição estadual. “Temos que pensar no Gauchão, que é a partida do momento.”

O time que enfrenta o Veranópolis tem: Marcelo Grohe. Edílson, Geromel, Kannemann. Marcelo

Oliveira. Ramiro, Michel, Léo Moura, Miller Bolaños, Pedro Rocha e Luan. Como venceu o primeiro jogo, fora de casa, por 2 a 0, o Tricolor pode até perder pelo escore mínimo para avançar às semifinais. Derrota pelo mesmo resultado leva a decisão aos pênaltis.

Com vantagem, Inter joga domingo

Gauchão

Depois de vencer o Cruzeiro por 3 a 1 na quinta-feira, o Internacional se credenciou a uma vaga às semifinais do Gauchão. A partida de volta ocorre neste domingo, no Estádio Vieirão, em Gravataí, às 16h.

O técnico Antônio Carlos Zago realizará apenas uma atividade em preparação para o jogo. Neste sábado, ele comanda um treino fechado, no Hotel Vila Ventura, em Viamão

A tendência é que repita a escalação do jogo do Beira-Rio, com: Marcelo Lomba, William, Léo Ortiz, Victor Cuesta, Carlinhos, Rodrigo Dourado, Edenilson, Uendel, D'Alessandro, Nico López e Brenner.

Com o resultado do jogo de ida, o Inter pode perder por um gol de diferença ou dois a partir do resultado de 4 a 2 para garantir vaga às semifinais.

Caso o Cruzeiro vença por 2 a 0 ou a partir de três de diferença, estará classificado. Se o Estrelado devolver o placar do Beira-Rio, a decisão será nos pênaltis.

Volante Michel substitui Maicon na partida de volta das quartas de final
DIVULGAÇÃO
No jogo de ida das quartas de finais, o Inter venceu o Cruzeiro por 3 a 1
RICARDO DUARTE

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