
FÉRIAS ECONÔMICAS
Lajeado, quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Ano 14 - Nº 1754
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h
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FÉRIAS ECONÔMICAS
Lajeado, quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
Ano 14 - Nº 1754
Avulso: R$ 2,00
Fundado em julho de 2002
Fechamento da edição: 21h
A instabilidade na economia exige controle financeiro das famílias. Em meio a esse quadro, região dispõe de locais para diversão por um preço mais acessível.
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O prefeito Marcelo Caumo estipula, até o fim de fevereiro, a apresentação de um diagnóstico sobre o caixa do município. Página 11 NOVA

TEMPO
NO VALE
Nebulosidade e chance de chuva
Mínima: 24°C - Máxima: 37ºC
FONTE:CIH/UNIVATES

DISPUTA POR PONTOS DE TRÁFICO: Cristiano Mateus Soares, 39, saía do depósito do Detran em um Passat blindado quando foi atacado por um grupo em dois carros. Mais de 40 tiros foram disparados. Quinze pessoas estavam na borracharia, mas ninguém ficou ferido
“Foi o fim de um ciclo”, diz Vuaden
O árbitro morador de Estrela, Leandro Vuaden, não faz mais parte do quadro da Fifa. Foram oito anos apitando com o escudo da federação internacional no uniforme. Natural de Roca Sales, é o segundo juiz em atividade que mais atuou pela Série A. Para o futuro, projeta trabalhar na formação de árbitros e não descarta ser comentarista ou mesmo ingressar na política.
Esporte

Aprimeirasessãodacâmaraem Encantado foi marcada por acusações e xingamentos. Vereadores da oposição consideram uma traição o fato de Jaqueline Taborda (PDT) ter se aliado ao PP para compor a mesa diretora neste primeiro ano de legislatura. Página 6
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Tiragem média por edição: 6.000 exemplares. Disponível para verificação junto ao impressor (ZH Editora Jornalística)
OINDICADORES ECONÔMICOS
MOEDACOMPRAVENDA
Dólar Comercial3,253,25
Dólar Turismo3,23,39
Euro1,031,03
Libra1,221,22
Peso Argentino15,8815,89
Yen Jap.118,2188,3
Cotação do dia anterior até 17:45h, Valor econômico.
ÍNDICEMÊSÍNDICE MÊS(%) ACUMULADO ANO(%)
ICV Mes (DIEESE)10/160,375,74
IGP-DI (FGV)10/160,136,22
IGP-M (FGV)10/160,166,65
INPC (IBGE)10/160,176,36
INCC10/160,175,78
IPC-A (IBGE)10/160,265,97
Salário Mínimo/2016 R$ 880,00
TAXAS E CERTIFICADOS (%) MÊS ÍNDICE MÊS (%) ACUMULADO ANO (%) TJLP7,5
Selic14.25%(meta) TR 12/16 0,18492,0125
CDI (Mensal)11/161,036812,7333
Prime Rate12/163.253,25 (Previsto) Fed fund rate12/160.500,25 (Previsto)
///Ouro (dólar) – Onça Troy – USD 1150 cotação do dia 03/01/17
BOLSAS DE VALORES PONTO VARIAÇÃO (%) FECHAMENTO
Ibovespa(BRA)61423,07
Dow Jones (EUA)19800,21
S&P500(EUA)22380,35
Nasdaq(EUA)54090,49
DAX30(ALE)1158-0,12
Merval(EUA)17852
extermínio de 60 detentos em Manaus mostra a realidade caótica no sistema penitenciário do país. As ramificações dos grupos criminosos estendem seu alcance e aumentam o seu poder no local onde deveriam estar sob a tutela do Estado.
Com um modelo precário, praticamente não há chance de ressocializar os detentos. Sem uma política pública para atualizar o formato de prisões, sem investimentos capazes de arrefecer a crise, massacres como o do complexo penitenciário Anísio Jobim podem acontecer em qualquer casa prisional.
Alertas sobre essa situação são feitos há pelo menos três décadas. Um deles partiu de uma especialista em Direito Penitenciário do país. Em 1985, a professora Arminda Bergamini Miotto escreveu os fatores de incremento da reincidência. “Nas penitenciárias de grande porte […]onde convergem todos os condenados da respectiva Unidade da Federação, lotando-as e superlotando-as, as circunstâncias fazem com que a situação (reincidência) seja essa [...]”. Nas masmorras do país, dentro de celas minúsculas, a convivên-
cia forçada exacerba os ânimos e transforma qualquer incidente, qualquer antipatia ou dificuldade de relacionamento em um confronto inevitável. Do lado de fora, parte das autoridades atribui a responsabilidade pelas rebeliões e pelas mortes aos detentos. Frente à sociedade cada

Como,
ao que parece, o sistema de Justiça punitiva se comprova insuficiente, pois, mesmo com as prisões, a criminalidade não diminui e os crimes violentos fazem parte do cotidiano das cidades.
vez mais intolerante e temendo pela própria segurança, brada a máxima: “bandido bom é bandido morto.”
Esse sistema de punição também é responsável por elevar os índices de criminalidade. O juiz da Vara de Execuções Criminais de Porto Alegre, Sidinei Brzuska, em entrevista concedida ao A Hora em setembro, avaliou as condições das penitenciárias gaúchas. Atribui o crescimento da população carcerária à Lei 11.343, conhecida como a lei das drogas. “[...]é o maior fracasso legislativo da década. São fenômenos que não podem ser enfrentados só em âmbito policial. Nos anos 90, quando um traficante era preso, havia impacto no tráfico e demorava para aquele comércio se restabelecer. Hoje não abala em nada.” Essa consideração do magistrado apresenta um paradoxo social e traz incertezas sobre quando a comunidade gozará da paz social. Como, ao que parece, o sistema de Justiça punitiva se comprova insuficiente, pois, mesmo com as prisões, a criminalidade não diminui e os crimes violentos fazem parte do cotidiano das cidades. A população de presos no país se aproxima de 700 mil pessoas.
Está entre os quatro países do mundo com mais gente dentro de prisões. Desse total, cerca de 250 mil são provisórios. Significa que ainda não foram condenados, mas a Justiça considera necessária a privação da liberdade. Entre essas determinações, conforme dados do Infopen, dos crimes informados, o tráfico de drogas (27%) lidera a lista de prisões provisórias. Em seguida vem o roubo (21%). Importante analisar as condições das prisões por tráfico de drogas. A maioria dos detentos, de forma provisória, é de pequenos traficantes ou usuários que cedem uma pequena quantidade para a própria subsistência. Ao cair no presídio, esses “criminosos” de pequena escala são convocados por facções criminosas. Se tornam soldados de algo muito maior. Reforçam o estado paralelo.
O problema do sistema penitenciário não tem uma solução em curto prazo. Começa com uma profunda atualização do Código Penal. Mas isso não vai acontecer com itens aprovados como o fim da presunção da inocência, dando sentença de prisão antes mesmo de esgotadas as instâncias e os recursos.
Amadeu Roberto Garrido de Paula - advogado e membro da Academia Latino-Americana de Ciências Humanas.
cotação do dia anterior até 17h45min
Petróleo (dólar)/Brent Crude – barril – USD 5372 em 03/01/2017
O cidadão tende a confiar, em princípio, no discurso de seus governos legítimos. Por seu lado, os governos não podem e não devem mentir aos cidadãos. Lamentavelmente, o Brasil é um país de confiança fundada do povo e de escancaradas mentiras de seus governantes, num terreno de difícil acesso à compreensão da maioria da população – finanças públicas.
Há anos o Brasil vive sob grosseira inconstitucionalidade. O dispositivo nevrálgico, porém, maltratado, está no art. 167 de nossa Constituição da República, ao dispor: “É vedado: XI – a utilização de recursos provenientes das contribuições sociais de que trata o art. 195, I, a, e II, para a realização de despesas distintas do pagamento de benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. 201.” O art. 201 discrimina os benefícios.
Os mencionados recursos estão previstos no art. 195, nestes termos: “A seguridade social será financiada
por toda a sociedade, de forma direta e indireta, nos termos da lei, mediante recursos provenientes dos orçamentos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos municípios, e das seguintes contribuições sociais”. Nada mais claro. Contudo, desde 1994, esses recursos estão sendo desviados por sucessivos governos, supostamente para pagamento dos juros da dívida da União. Supostamente porque, no Brasil de hoje, não sabemos onde vão parar os desvios. No referido ano, foi criado o Fundo Social de Emergência. Depois passou-se à Desvinculação de Receitas Federais. Finalmente, por força da Emenda Constitucional no 68, Desvinculação das Receitas Federais (DRU). Consequência: no fim de 2015, dos 1,8 trilhão arrecadas pelo Tesouro por meio dessas receitas vinculadas, 1,1 trilhão foram apropriados pela União. Os governos, inclusive o atual, sempre sustentaram a constitucionalidade desse procedimento incor-
reto, jurídica e moralmente, socorrendo-se da Emenda Constitucional no 68, que deslocou 20% dos recolhimentos de seu caminho reto. Ocorre que Emenda Constitucional também pode ser inconstitucional, sendo entendimentos de Cortes Supremas internacionais e de nosso Supremo Tribunal Federal. Feita essa consideração, ao lado de outras, a Associação Nacional dos Auditores Fiscais do Brasil divulgou um quadro, com dados irrespondíveis, demonstrativo de que a Previdência não gera nenhum “déficit”, inclusive para o pagamento de aposentadorias, mas, ao contrário, produz “superavit”. Se considerarmos falsas as demonstrações dos auditores Fiscais, a República, efetivamente, está perdida.
O que nos leva a pôr de manifesto essa situação crônica é o sentimento, que o governo dissemina na sociedade, de que o grande vilão de nossas desgraças é a Previdên-
cia Social. Como se renúncia fiscal para indústrias automobilísticas não houvesse nos empobrecido, com carros na porta e em ruas intransitáveis. Várias outras isenções e imunidades foram concedidas, especialmente por meio de emendas “jabutis” contrabandeadas em leis de conversão em medida provisória, até que o STF as proibiu, porém, somente adfuturum, em ação direta de inconstitucionalidade subscrita pelo autor destas modestas linhas. Enfim, nossos trabalhadores vão pagar a corrupção, as irresponsabilidades e as bandalheiras mais uma vez em nossa sofrida história. No mínimo, deveriam vir à luz todas essas circunstâncias e não ficar-se no discurso único e equivocado de que o “saneamento” da Previdência Social saneará o Brasil. Entretanto, a divulgação da demonstração feita pelos auditores fiscais do Brasil permanece somente nas redes sociais, como se fosse algo impatriótico.




Fernando Weiss fernandoweiss@jornalahora.inf.br
Oinconveniente
acordo entre o PP e o PT na última sessão legislativa do ano passado e os bastidores da composição da nova presidência da câmara da Lajeado denunciam oportunismo e maracutaia.
As malversações promovidas nas duas últimas semanas começam no gabinete do ex-prefeito Schmidt – no seu último voo – e terminam com a eleição de Waldir Blau (PMDB) para presidir a câmara em 2017.
O pedido de Marcelo Caumo em reduzir os Ccs na prefeitura transformou-se em moeda de troca. Luís Fernando Schmidt aproveitou a ocasião e condiciou ao projeto à liberação de mais 1% do orçamento para sua livre movimentação, algo na faixa de R$ 2 milhões. Por que o prefeito queria todo esse dinheiro três dias antes de entregar o cargo? Fazer obras, investir? Essa é uma parte do oportunismo.
A outra, foi o PP aceitar. Mas há uma razão. Além de reduzir os Ccs, o projeto viabilizava a acomodação de partidários progressistas – alguns caudilhos – no atual governo, numa clara manobra para contemplar interesses pessoais.
O revés. A resistência de Waldir Gisch ao projeto que concedia mais 1% de livre movimentação a Schmidt rachou o PP na câmara.
Cotado para assumir a presidência do Legislativo, sofreu represália dos colegas por dificultar a destinação do recurso e, por consequência, o projeto dos Ccs. O resultado veio na eleição da mesa diretora, no dia da posse dos novos eleitos.
O clima era tenso no Teatro da Univates enquanto vereadores estavam perfilados nas escadarias, prontos para subirem ao palco de promessas de honra, respeito e lealdade. O cheiro de manobra estava no ar e por todo lado. O PMDB comemorava, o PT assistia, o PP rachava, o PSDB se acomodava e o restante seguia a música.
Daqui pra frente. A primeira aparição prática do novo Legislativo de Lajeado foi assustadora. Uma negociata barata, de locupletação e de favorecimento pessoal e partidário.
Enquanto isso, Marcelo Caumo assistia. Garante, em nome da independência dos poderes, não ter interferido nem participado das negociações da livre movimentação, da barganha dos Ccs, nem da eleição da mesa diretora. Fez bem o prefeito recém-empossado em se descolar dessa maracutaia que marcou a posse.
Por outro lado, Caumo e a vice Glaucia Schumacher tiveram uma demonstração clara do que os espera no parlamento lajeadense. Se tudo isso ocorreu antes da posse, o que está reservado para os próximos quatro anos?

Em seu discurso apologético de posse, a vereadora Mariela Portz (PSDB) referendou o pai Delmar em vários momentos. Num deles, disse: “Quando fazíamos algumas visitas durante a campanha eleitoral, o pai dizia, Mana, se tu sempre for sincera assim, não sei se tu vai conseguir te eleger”. Delmar Portz foi vereador um par de vezes nos últimos anos.
Sérgio Kniphoff (PT), também no discurso de posse de mais um mandato de vereador, mirou a mídia para justificar o insucesso do seu partido em âmbito nacional. Nas entrelinhas, ainda culpou a imprensa de acobertar as manobras dos grandes grupos econômicos contra os trabalhadores. Elogiou Schmidt e citou o projeto popular no bairro Santo Antônio como exemplo de investimento social.
Osecretárioestadual daAgricultura,Ernani Polo,lidera–propositalou equivocadamente–um movimentopredadorque afetaaagriculturafamiliar eosetorleiteirogaúcho.Na semanapassada,véspera doAno-Novo,convocou oconselhoestadualpara umareuniãourgenteparaextinguiro Fundoleite.Trata-sedepagamentomensal dasindústriasdeleitedoRS,mediante cotadeleiteindustrializado.Odinheiro projetadoparaoProdeleiteeIGL,queseria reinvestidonaqualificação,ordenamento eaumentodaproduçãoleiteira,nãoserá maisrecolhido.Asgrandeslaticínios, comoElegêeLactalis,nuncacontribuíram.Parasetornaradimplenteereceber incentivosfiscaisdoEstado,afrancesa depositaemjuízo.Umaaberração. Polo quer criar uma nova entidade para substituir o fundo e, provavelmente, colocar todo recurso no caixa único do Estado. Tudo com o disfarçado aval e o interesse maquiavélico do

Sindilat e da Farsul. desserviço do secretário não acaba aqui. Em outra proposta casuística, quer retirar o lucro presumido das cooperativas gaúchas, o que abala imediatamente o poder de negociação fora do RS. A perda nas contas anuais das cooperativas do Vale será milionária. Novamente as grandes serão favorecidas.
Incompreensívelapolíticaadotadapelo governogaúcho.Enquantoatraiuma multinacional–Lactalis–elheconcede incentivosfiscaisastronômicos–semrevelaromontante–mudaasregrasdojogo paraatacarascooperativas.Nemparece quecumprempapelsocialeeconômico incomparável.
A propósito: comissãodelíderesda região,encabeçadapeloCodevat,tem audiênciacomPoloamanhã.Iniciamuma mobilizaçãoparasensibilizarosecretário, quepareceaserviçodemeiadúziade instituiçõesqueseservemdopoderpara atenderinteressesdeumaminoria.

Oprimeiro encontro entre os 15 vereadores eleitos para a legislatura de 2017 a 2020 ocorreu ontem. Cinco deles nunca haviam participado de uma sessão plenária e aproveitaram o tempo de sete minutos para agradecer aos eleitores e apresentar as formas das respectivas atuações no Legislativo.
Fabiano Bergmann (PP), Marcos Schefer (PMDB), Eder Spohr (PMDB), Mariela Portz (PSDB) e Nilton do Arte (PT) são os estreantes no Legislativo. Além deles, Neca Dalmoro (PDT), também foi eleita pela primeira vez, mas já havia atuado na câmara como suplente de vereador.
Foi a primeira sessão sob comando da nova mesa diretora eleita na sexta-feira passada. Waldir Blau, agora no PMDB, é o presidente. Ildo Salvi, ex-líder do PT na câmara e agora o único representante do REDE, é o vice. Já a tucana Mariela Portz assume como secretária. Ela deve ser a presidente em 2018, conforme acordo entre partidos.
Entre os estreantes, Mariela foi a primeira a falar. Ela cita a importância de realizar um mandato propositivo e pretende desempenhar as funções legislativas de forma aberta com a comunidade. A vereadora também prestou homenagem ao pai, Delmar Portz, que abriu mão de concorrer e apoiou a

candidatura vitoriosa da filha.
“Vou fazer de tudo para representar o partido da melhor forma possível. Durante o ano passado, debatemos muito o apoio ao atual prefeito Marcelo Caumo. Deixo claro aqui, mais uma vez, meu apoio ao governo, composto por gente nova.”
Do Arte agradeceu aos eleitores que o apoiaram, e falou sobre a dificuldade de vencer o pleito para assumir uma cadeira no Legislativo. “A classe política em geral é rotulada como coisas absurdas, que não dá nem para falar. O lajeadense espera que
Novos vereadores:
Fabiano Bergmann (PP), Marcos Schefer (PMDB), Eder Spohr (PMDB), Mariela Portz (PSDB) e Nilton do Arte (PT)
Pedidos de recuperação judicial crescem 44% em 2016, diz Serasa
O número de empresas que pediram recuperação judicial no país cresceu 44%, em 2016, em comparação com 2015. Segundo a Serasa Experian, foram 1.863 solicitações, no ano passado, contra 1.287 no ano anterior. A maior parte dos pedidos (1.134) feitos em 2016 foram de micro e pequenas empresas. Os
empreendimentos de médio porte foram responsáveis por 470 das solicitações e 259 partiram de grandes empresas.
esse rótulo seja mudado. E eu prezo por isso. Estar aqui é um momento de alegria e muita responsabilidade.”
Já o peemedebista Eder Sphor, que em 2012 concorreu a vice-prefeito pela chapa do PP, já trata sobre algumas necessidades de mobilidade urbana, com destaque para a construção de uma nova ponte entre Santa Clara do Sul e Lajeado, próximo ao bairro São Bento. Segundo ele, já foram realizadas reuniões com parlamentares para agilizar o processo.
Marcos Schefer, filho do ex-vereador Antônio de Castro Sche-
fer, que passou por PTB e PMBD, pede urgência na contratação de médicos para postos de saúde do município.
Por fim, o também estreante, Fabiano Bergmann, conhecido como “Medonho”, agradeceu aos eleitores. “Vou representá-los com muito trabalho, honestidade e humildade.”
Nova sede da câmara
O vereador do PPL, Paulo Tóri, ex-secretário de Esporte e Lazer (Sejel) do governo de Luís Fernando Schmidt, falou sobre a importância de construir uma nova sede para a câmara de Lajeado. Hoje, as sessões são realizadas no antigo cinema do Genes WorkShop, e os gabinetes ficam em salas do terceiro e do segundo andar do mesmo prédio.
“Eu tenho dois assessores e não tem nem janela no meu gabinete, além de um computador que pouco funciona”, diz. Ele também criticou alguns colegas parlamentares que não aguardaram por um sorteio para a divisão das salas.
A proposta de construir uma nova sede já foi comentada na segunda-feira pelo presidente do Legislativo. Blau, em entrevista ao A Hora, garantiu que um ofício foi encaminhado ao Executivo, solicitando a devolução da área da antiga Praça Mário Lampert, na rua Júlio May, para a construção do novo prédio. Em 2008, ele estava orçado em R$ 4 milhões.
Os pedidos de falência tiveram crescimento menor (3,9%). Foram 1.852, em 2016, contra 1.783, em 2015. A maior parte dos requerimentos feitos no ano passado foi de micro e pequenas empresas (994). Em seguida, vêm os empreendimentos médios, com 426 solicitações, e os grandes, com 412.
A Serasa atribui o crescimento no número de pedidos de recuperação judicial à recessão enfrentada na economia e ao encarecimento do crédito. “Assim, houve deterioração da saúde financeira das empresas brasileiras, ocasionando patamar recorde dos pedidos de recuperações judiciais”, disse a empresa.
Estrela Nenhum projeto estava previsto para apreciação. A primeira sessão da câmara de vereadores do ano foi marcada pela posse de três suplentes. Nelson Tillwits (PMDB) assume a cadeira de Cristiano Nogueira da Rosa (PMDB), nomeado secretário de Obras. Já Gilberto Fenster-
seifer (PTB) entra para substituir José Itamar Alves (PTB), vereador que continua na equipe de governo como secretário de Desenvolvimento Social, Trabalho e Habitação. Por fim, Tiago Augusto “Chicó” Lehnen (PSDB), ingressa na vaga deixada por Marcelo Braun (PSDB), que agora responde pela Secretaria de Cultura e Turismo.
Lajeado
Um preso do regime semiaberto foi vítima da segunda tentativa de homicídio em menos de 20 dias. Cristiano Mateus Soares, 39, saía do depósito do Detran em um Passat blindado quando foi atacado por um grupo de pessoas em dois carros em frente a uma borracharia.
O crime ocorreu por volta das 9h, às margens da BR-386. Mais de 40 tiros foram disparados. De acordo com o proprietário da borracharia, Sérgio Dieter, cerca de 15 pessoas estavam no local no momento do atentado.
O carro de Soares estava com o pneu furado e ele parou na borracharia. Quando saiu do veículo, começaram os disparos. “Nessa hora todo mundo se abaixou para escapar dos tiros, o homem conseguiu entrar no carro e fugir.”
As balas atingiram três veículos estacionados próximo da borracharia, um muro que separa o estabelecimento de um posto de gasolina desativado e algumas árvores. Um dos disparos chegou a alcançar a parte interna da borracharia, mas
ninguém ficou ferido.
Em 45 anos trabalhando no estabelecimento, foi a primeira vez que Dieter enfrentou uma situação de violência. “Tivemos muita sorte diante da quantidade de disparos.”
A Brigada Militar fez buscas próximo ao local do crime, mas ninguém foi encontrado. Por volta das 9h30min, um dos veículos usados pelos atiradores, uma caminhonete Captiva, foi encontrada queimando na rua Bernardino Pinto, próximo à ERS-130, no bairro Santo Antônio. Os bombeiros foram chamados para conter as chamas.
A Polícia Civil investiga o caso. A suspeita é de que o crime tenha relação com o tráfico de drogas.

Em dezembro, a BM evitou outra tentativa de assassinato contra Cristiano Soares. Na ocasião, quatro homens foram presos com três pistolas 9mm, uma espingarda calibre 12, munição, coletes à prova de bala e um rádio na frequência da polícia.
Eles foram abordados nas imediações do presídio perto do horário de saída dos presos do
semiaberto. A suspeita é que os criminosos integrem uma facção que disputa os pontos de venda de droga na cidade.
Os quatro foram encaminhados ao presídio de Lajeado e depois transferidos para evitar confrontos na penitenciária.
Um mês antes, Soares chegou
a ser baleado em Estrela. Ele estava a bordo de um Celta quando foi abordado por um veículo não identificado, em frente à Lupus Land. Cerca de 30 disparos foram efetuados, mas a vítima conseguiu fugir em direção à igreja São Cristóvão e depois foi atendida no hospital de Estrela.
Em dezembro de 2015, outra tentativa de homicídio foi registrada contra Soares e o irmão, também no horário de saída dos presos do semiaberto. Eles estavam em um carro blindado quando foram fechados por duas caminhonetes. Mais de 20 disparos de fuzil e 9mm foram efetuados.
Nos últimos dias de 2016, a Receita Federal editou três normas que padronizam o compartilhamento de informações com outros países e facilitam a identificação dos beneficiários finais de empresas. O objetivo é coibir a evasão fiscal e a lavagem de dinheiro, crime em geral ligado à corrupção.
A instrução normativa 1684, publicada no dia 30 de dezembro, disciplina a nova figura de “beneficiário final”, que foi criada em maio pelo Fisco para facilitar a responsabilização jurídica de pessoas físicas por crimes cometidos com o uso do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) de corporações e empresas.
A partir do primeiro dia deste ano, os novos CNPJs devem identificar quem é beneficiário real dos negócios da empresa, mesmo que esse se encontre fora do país.
Segundo a Receita, a nova regra foi criada a partir de estudos da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), que constataram a dificuldade de autoridades policiais e judiciais em identificar os controladores efetivos das empresas.

Encantado
Acâmara de vereadores. A oposição considera uma traição a vereadora Jaqueline Taborda (PDT) ter formado uma chapa para compor a mesa diretora junto com o PP, partido da base governista.
A trabalhista fez parte da coligação de apoio ao candidato Agostinho José Orsolin (PMDB). Seis vereadores da coligação foram eleitos e tentavam, desde outubro, organizar articulação para compor a presidência da casa.
Alguns parlamentares usaram o tempo na tribuna para repudiar a decisão da trabalhista. Críticas incisivas partiram da peemedebista Andressa Souza Ye (PMDB). Os demais vereadores da oposição, na sequência, questionaram o caráter de Jaqueline e sugeriram que sua atitude pode simbolizar uma curta permanência na política.

Com o plenário lotado, Jaqueline solicitou a presença da Brigada Militar para evitar mais transtornos. A oposição, denominada maioria, durante algumas reuniões indicou o nome do vereador Valdecir Gonzatti (PMDB) para presidir a Casa.
Com isso, tentavam articular um acordo para cada um ocupar por determinado período a presidência. Segundo o peemedebista, cada legenda teria direito de indicar nomes para ocupar cargos dentro do Legislativo. “As indica-
A tendência é que o clima fique mais calmo [...],mas ela precisa enfrentar as consequências da sua decisão

ções não iriam partir apenas do presidente”, diz Gonzatti.
Na primeira reunião, a maioria dos vereadores se manifestou favorável à indicação dele para ocupar a função. Na terceira, Jaqueline expressou interesse em ocupar o cargo ainda neste ano. Segundo ela, isso resultou em uma série de desavenças, ameaças e agressões. A trabalhista relata dificuldade na relação e no diálogo com o grupo durante os encontros.
De acordo com ela, preferiu se afastar quando percebeu que a articulação estava sendo estabelecida para beneficiar interesses individuais. Nesse meio-tempo, foi procurada pelo PP para compor a mesa. Segundo Jaqueline, não foi exigido nada em troca.
A vereadora não se declara oposição ou situação e afirma trabalhar em favor do povo. Segundo ela, a decisão conta com o apoio da executiva do partido. O PDT deve publicar uma nota esclarecendo a posição. Confor-
me a trabalhista, ela promoverá um trabalho de fiscalização das ações do prefeito Adroaldo Conzatti e do vice Enoir Cardoso.
Na sessão de segunda-feira, durante o uso da tribuna pela presidente, os vereadores de oposição se retiraram. O ato foi mais uma forma de protesto e indignação. Desde a definição da mesa, diversas pessoas repudiaram a atitude de Jaqueline nas redes sociais. A parlamentar relata que recebeu uma série de ameaças e retaliações públicas. Ela pretende registrar os fatos na polícia.
O Ministério da Educação (MEC) vai abrir o Sistema Informatizado do Financiamento Estudantil (SisFies) a partir de segunda-feira, 9 . A nova etapa refere-se aos contratos deste primeiro semestre. De acordo com a pasta, a medida tem o objetivo de evitar problemas na conclusão do processo antes do início das aulas.
Dessa vez, já no início de janeiro, as instituições de Ensino Superior podem iniciar os processos de renovação que, posteriormente, devem ser validados pelos estudantes. O prazo vale somente para contratos formalizados até 31 de dezembro de 2016. As novas inscrições estão previstas para fevereiro, segundo processo de seleção conduzido pela Secretaria de Educação Superior (Sesu), do MEC.
clima de hostilidade é oriundo do resultado do pleito de outubro.
“Os vereadores e a população não esqueceram as eleições. A Jaqueline foi eleita graças a uma coligação.”
O peemedebista considera que a saída dela do grupo de oposição simboliza uma traição aos mais de seis mil eleitores.
De acordo com ele, a necessidade de reforço policial se deve ao modo “inexperiente” de Jaqueline conduzir a sessão.
“Um presidente deve ser imparcial, ela não foi, teve medo.” A próxima sessão será marcada, mais uma vez, por hostilidade.
“A tendência é que o clima fique mais calmo, com o passar do tempo, mas ela precisa enfrentar as consequências da sua decisão”, destaca.
De acordo com o ministério, cerca de 98% dos estudantes conseguiram renovar o financiamento, o que totalizou um orçamento de R$ 8,6 bilhões. O Fies oferece financiamento de cursos superiores em instituições privadas a uma taxa de juros de 6,5% ao ano. O aluno só começa a pagar a dívida após a formatura. O percentual do custeio é definido de acordo com o comprometimento da renda familiar mensal bruta per capita do estudante. Hoje 2,1 milhões de estudantes participam do programa.
Todo semestre os estudantes precisam fazer a renovação dos contratos. O aditamento do segundo semestre de 2016 foi liberado após a aprovação pelo Congresso Nacional de projeto de lei que concedia crédito suplementar ao MEC. Com isso, a pasta quitou dívidas relativas aos pagamentos com serviços de administração de contratos prestados por bancos. Dessa forma, os repasses às instituições privadas de Ensino Superior foram normalizados.
Lajeado
Um dos mercados mais importantes da economia brasileira, o setor de automóveis, sofreu um revés no último ano. Levantamento feito pelo jornal Folha de São Paulo aponta uma queda de 20% nas vendas de carros novos em 2016. Foram licenciados pouco mais de dois milhões de veículos em todo país. Números tão ruins não eram registrados desde o período entre 2006 e 2007.
A crise do setor foi sentida também em Lajeado, município com a maior frota da região. Ao longo do ano passado, o emplacamento de veículos novos foi 12% menor do que em 2015. Isso significou 499 registros a menos. Em 2016, 3,5 mil automóveis foram registrados no município, contra pouco mais de quatro mil no ano anterior. Concessionárias e montadoras mostram preocupação com os baixos índices. Supervisor em uma loja de carros de fabricação francesa,

Júlio Diehl sentiu a redução no cotidiano. “Caiu muito o fluxo de clientes, as pessoas simplesmente sumiram da revenda.” O resultado prático da circulação menor de pessoas foi uma redução de 25% nas vendas ao longo do ano.
De acordo com Diehl, a instabilidade política e econômica do país foi determinante para os maus resultados. “As pessoas estão mais receosas e evitando acumular dívidas maiores e de longo prazo.” Para tentar reduzir o impacto negativo, a estratégia adotada pela empresa foi
apostar mais em mídia e em promoções. Mesmo assim, Diehl garante que os números só tiveram melhora em setembro e outubro, mas voltaram a cair nos dois meses seguintes.
Ponto fora da curva
Contrariando o panorama nacional, a empresa onde Marcelo Paim é gerente encerrou 2016 com boas vendas. “Não tivemos queda em nenhum segmento, não servimos de parâmetro pois conseguimos ir na contramão do mercado.”
Para conseguir um resultado
positivo em meio a um cenário complicado, foi necessário mudar a estratégia de vendas. “Durante o ano fizemos bons negócios com grandes empresas, participamos de muitos eventos e fomos ao encontro do cliente e não esperamos que ele viesse até nós”, exemplifica Paim. Mesmo com o resultado atípico, sentiu um cliente mais receoso na hora de se endividar. “Esse ano houve uma queda na venda do carro financiado, as pessoas estavam com receio de assumir dívidas a longo prazo.” A opção dos compradores foi encontrar alternativas para quitar os veículos à vista.
A aposta das concessionárias e montadoras é uma recuperação da economia do país e maior estabilidade política ao longo deste ano. “O país deve sair um pouco da crise, o que vai reverter em vendas melhores do setor,” avalia Diehl. Paim também prevê uma
melhora nas vendas neste ano, porém, mantém a cautela na previsão. “Somos muito precavidos, sabemos que com certeza para nós vai ter um crescimento, mas será modesto, nada extraordinário.”
culadas a esse tipo de acordo.
O governo federal publicou ontem portaria interministerial com regras para transferência de recursos da União a estados e municípios por meio de convênios e contratos. O objetivo é diminuir o número de obras paralisadas vin-
A portaria é assinada pelos ministérios do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão; da Fazenda, e da Transparência, Fiscalização e Controladoria-Geral da União.
A nova norma altera regras sobre o repasse das transferências voluntárias da União no início de
cada convênio ou contrato, determinando que o pagamento antes do começo das obras caia de 50% para 20%. Além disso, o adiantamento só poderá ser feito após a homologação da licitação.
A portaria também determina
a devolução dos recursos quando não houver início da obra em até seis meses após a liberação do adiantamento. O dinheiro também deverá ser devolvido quando houver a paralisação da obra.
Também está proibida a readequação de projetos de obras enquadrados na faixa simplificada, ou
seja, com valores entre R$ 250 mil e R$750mil.SegundooMinistériodo Planejamento, a portaria também facilita a fiscalização dessas obras de menor porte. Pelas novas regras, deve haver prestação de contas financeiras desde a liberação da primeira parcela até o último pagamento de despesas das obras.

As pendências financeiras do governo estadual com os municípios da região, em relação aos repasses da Saúde, somam mais de R$ 12 milhões. O valor é referente aos débitos de 2014 até 23 de dezembro de 2016.
Em todo RS, conforme estimativa da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), o total acumulado atinge R$ 330 milhões. Os números foram disponibilizados pela Secretaria Estadual de Saúde.
Na prática, os recursos pendentes são mais expressivos para alguns municípios. Enquanto algumas cidades asseguraram por meio judicial o pagamento, outras acumulam débitos expressivos e ultrapassam os dados do levantamento. Teutônia enfrenta essa situação.
Segundo a responsável pelo setor de orçamento e prestação de contas da Secretaria de Saúde, Marlise Scheoermann, os valores divulgados levam em consideração repasses para apenas dois programas.
De acordo com o levantamento da Famurs, o débito do governo gaúcho com Teutônia referente a 2015 é de R$ 89 mil. Porém, o montante é maior. Conforme Marlise, o Executivo estadual precisa quitar maisdeR$322milreferentesaoúltimo ano. O volume abrange todos os programas de saúde oferecidos àpopulação.OHospitalOuroBranco não entra nesse valor.


Referente a 2016, os dados apontam para R$ 194,6 mil. Os elencados pela pasta mostram R$ 388 mil. Pelo diagnóstico, Teutônia é o quarto município da região com maior montante a receber, um total de R$ 539,2 mil.
País
A vacina contra a dengue, que está sendo desenvolvida pelo Instituto Butantã, poderá ser usada em larga escala em 2019. Foram instalados centros em 13 cidades de cinco regiões do país visando imunizar voluntários e avaliar a eficácia do produto. Até o momento, já foram aplicadas doses em quatro mil pessoas, das 17 mil que deverão participar dos testes.
Essa é a última fase antes da vacina ser submetida à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Segundo o diretor do Butantã, Jorge Kalil, é possível que a vacina chegue à população em 2019.
“Acho difícil que ela esteja disponível já no ano que vem. Mas vamos trabalhar para que esteja. Mas talvez no outro verão possa estar disponível. Agora, depende de muitas coisas”, ressaltou.
A partir de 2017, diante de um cenário de estagnação da arrecadação, a alternativa ao município é otimizar os programas. Segundo ela, não há perspectivas de receber valores referentes a alguns programas de 2014.
Maiores volumes
O maior débito é em relação aos repasses de 2014. O Estado precisa pagar mais de R$ 6,3 milhões para a região. Desse montante, Lajeadoacumula o maiorvolume, R$ 1,5 milhão.
As pendências acumuladas até o fim de 2016 somam mais de R$ 2,9 milhões. Dessa fatia, pelo menos, R$ 700 mil devem ser destinados ao Hospital Bruno Born (HBB). Segundo o ex-secretário de Saúde, Glademir Schwingel, para evitar atrasos, uma liminar garante o pagamento regular dos repasses para Lajeado e outros municípios do RS. A gestão plena em saúde também teve papel importante. Conforme ele, nos últimos quatro anos, foi feito um manejo cuidadoso dos recursos para evitar prejuízo nos serviços.
Os atrasos nos repasses resultaram no parcelamento dos salários dos servidores do hospital de Taquari. O município é o segundo da região com maior débito, R$ 642,3 mil (vejarelação nográfico). A administração municipal repassa R$ 200 mil todos os meses para a instituição. Com a escassez de dinheiro, são usados recursos próprios para suprir a demanda. Em dezembro foi necessário repassar R$ 100 mil a mais. O valor médio mensal que deveria ser pago pelo Governo do Estado é de R$ 238 mil. Para tentar amenizar o cenário e evitar prejuízos no atendimento hospitalar, a administração municipal mobiliza a comunidade por meio de campanhas e segue cobrando os volumes em atraso.
A responsável pela pasta, Marlene Metz, atua no setor faz mais de 12 anos. Conforme ela, os atrasos nos repasses são um problema de anos. Para manter os serviços, os municípios usam recursos próprios.
Mesmo assim, a população sentiu alguns reflexos. Um dos problemas resultou em filas de espera em áreas de média e alta complexidade em procedimentos cirúrgicos e exames. Além disso, o governo tinha intenção de implantar duas equipes de Estratégia em Saúde da Família nos bairros Jardim do Cedro e Conventos. Mas o projeto não saiu do papel. Entre as cinco maiores cidades do Vale, Encantado é a terceira
com maior valor para receber. Desde 2014, o governo estadual deve mais de R$ 567,7 mil aos cofres municipais. Segundo a secretária de Saúde, Clarissa Scatola, até agora o município tem utilizado dotação própria para manter os serviços. Neste ano, com um cenário desanimador em relação às finanças públicas, o governo pretende reduzir despesas a fim de continuar com os programas em funcionamento.
O Executivo divulgou o ranking das cem maiores empresas do município em arrecadação de ISSQN, no ano base 2015. Três instituições bancárias encabeçam a lista: Caixa Econômica Federal (1º lugar), Banrisul (2o) e Banco do Brasil (3o). Na 4ª colocação, está a empresa Eduardo Stein e Cia. Ltda e na 5ª a NWasem Comércio e Tratamento de Resíduos.
Em comparação ao ano base de 2014, a Caixa Econômica Federal se manteve no topo do ranking. O Banrisul subiu três posições, passando do 5º para o 2º lugar, enquanto o Banco do Brasil também se manteve na 3ª colocação de 2014 para o ano passado. Segunda colocada em 2014, a empresa Eduardo Stein e Cia. Ltda. ocupa agora a 4ª posição. NWassem Comércio e Tratamento de Resíduos, o 29º lugar em 2014, está agora entre as cinco maiores. Em 2015 o 6º lugar ficou com a empresa Carvalho Manutenção de Veículos Ltda.; em 7º, Laboratório Estrela Ltda.; em 8º, Verde Vida Saúde Ambiental Ltda.; em 9º, Lucilene Maria do Nascimento e, em 10º lugar, a Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa). As cem maiores empresas em arrecadação de ISSQN geraram para o município o montante de R$ 2,6 milhões.
21h10min
Sábado – Magnólia fica furiosa com a revelação de Vitória. Salete exige que Gustavo vá à polícia. Tião se sensibiliza com os comentários de Helô. Magnólia pensa em como afastar Beth de Ciro. Augusto questiona Beth sobre Ciro. Edu sai de casa e Tião lamenta. Magnólia oferece dinheiro para Beth se afastar de Ciro. Pedro vai com Helô ao médico. Augusto procura Ciro. Pedro arma com Letícia uma surpresa para Helô. Hércules pede que Mileide faça um novo discurso para ele. Camila conta para Robinson que viajará para a Nova Zelândia. Bruno não dá atenção para Jéssica. Salete descobre que a filha mais nova estava envolvida no assalto a seu posto. Flávia convida Misael para cantar na festa em que se apresentará. Jéssica confessa a Salete seu envolvimento com Fininho. Vitória e Augusto seguem Beth. Magnólia vai ao encontro de Ciro, que se desespera ao ouvir a voz de Beth.
Veículo em que o motorista não precisa trocar a marcha
Cosméticos para disfarçar imperfeições
Em estado de inatividade (os vulcões)
Tecido de jeans
Bicarbonato de (?), ingrediente do fermento químico Partir; quebrar

Sua capital é Sanaa (?) Espíndola, cantora
A comida temperada com páprica
Profissional que atua em ONGs
As partes que apresentam o contrato
O gosto musical do eclético
Despida
Doce vendido em sinais de trânsito
“Coragem, o (?) Covarde”, desenho
Meios em que a luz não se propaga
Aranha-(?), animal conhecido como “comedor de pássaros”
Inclusive Água (?), bebida de drinques
comprometer seus julgamentos e a tomada de decisões. Ainda que determinados desafios lhe frustrem. Númerodasorte:726


Sábado – Léo e Néia se enfurecem com Yasmin por ela não contar que Zac está lhe dando aulas. Diana desconfia das intenções de Lázaro. Zac aconselha Tom a esquecer Yasmin. Júlia comenta com carinho sobre Lorena com Edith e Nelson. Alex diz a Lorena que o avião pegou fogo e eles perderam a mercadoria Lorena pede que Alex se afaste dela. Léo cobra satisfações de Gui, achando que ele colocou Zac em sua casa para espioná-lo. Diana não gosta de ver Laila dando entrevista em sua casa e expulsa os jornalistas. Gui repreende Zac por ter escondido que estava dando aulas para Yasmin. Chiara conta para Gordo que Diana e Laila brigaram. Marisa não gosta de ver Nicolau conversando com Luana. Marisa arma para engravidar de Nicolau. Haroldo diz a Gilda que ela precisa aceitar as escolhas de Nicolau. Néia se aproveita da briga entre Léo e Diana e manda Stefany ir ao quarto do filho. Diana chega à casa de Léo.
Sábado – João Amaro se preocupa com a ordem de César para sequestrar Mario. Loretta implora que Milena a acompanhe a uma festa em São Paulo. Alice tenta disfarçar a tristeza para Yumi. Gaetano briga com Tanaka. Alice pensa em Mario. Chica conversa com Quirino sobre a visão que teve envolvendo César e Massao. Loretta pede que Pietra apresente rapazes para Milena. Dora repreende Elisa por se embriagar. Tiago vê Dora com João Amaro e se incomoda. Damasceno questiona Ralf sobre uma tatuagem. Lenita e Vittorio conversam sobre o casamento. Geppina obriga Gaetano a fazer as pazes com Tanaka. Mieko se entende com Damasceno. Vittorio reclama por Milena viajar com Loretta. Mario pensa em Alice. João Amaro aconselha César a ter cuidado com Carol. Carol tem uma crise de choro e Ana se preocupa.
Sábado – Joana discute com Bárbara. Jéssica pensa em um lugar para ela e Martinha fazerem o teste de gravidez. Jorjão incentiva Nanda a procurar Rômulo. Jéssica observa a relação de Martinha com Júnior. Nanda flagra Clara no quarto de Rômulo. Toninho pede dinheiro para revelar o segredo de Joana. Caio comunica a Joana que ela não faz mais parte da equipe. Rômulo tenta se explicar para Nanda. Gabriel intriga Giovane contra Joana. Bárbara pede para Tita a quantia que Toninho exigiu. Artur sente ciúmes de Belinha com Dodô. Nanda deixa Jéssica e a irmã dormirem na casa dela. Juliana estranha a atitude de Jabá, Lucas e Júnior ao falar de Martinha. Martinha se recusa a contar quem é o pai do filho que acredita estar esperando. Toninho conta para Bárbara o segredo de Joana. Joana decide revelar o segredo para Tânia.
Dança moderna de origem argentina
Qualidade ausente na pessoa corrupta Situa-se do outro lado do ringue
O estado mais populoso e mais rico dos EUA
(?) bin Laden, terrorista morto em 2011
BANCO
Glândula que produz hormônios femininos
Autores (abrev.) (?) caipira, instrumento do cateretê, moda e ponteio
Barco recreativo Compa-
Lago, em francês Rede de arremesso

3/lac — one. 5/iêmen. 6/golias. 7/tarrafa.

evidencia o lado criativo e adaptável de sua personalidade. O desejo por novas experiências lhe tira da zona de conforto emocional.



Quina - 5 números acertados Não houve acertador
OSAMA A R EAL
SIPA CORRETIVOS ADORMECI D O S BRIMETAXI PROPONENTES OEPTOT ABRANGENTE NUACÃOION T A GOLACT HONESTIDADE MAAA C O S ADVERSARIO ETAIRTLC IOVARIOI CALIFORNIA
Quadra - 4 números acertados 31 apostas ganhadoras, R$ 9.562,66

21/08 a 20/09
Ingressando na área de relaciona-




Terno - 3 números acertados 2319 apostas ganhadoras, R$ 192,22
Duque - 2 números acertados 66807 apostas ganhadoras, R$ 3,66


tinas de um modo geral, tanto em casa como no trabalho. Número da sorte: 835
21/12 a 20/01


A partir de hoje, a energia venusiana transita por sua segunda casa, trazendo-lhe estímulos para investir em seu bem-estar. Número da sorte: 800
21/02 a 20/03 Lorenapedeque
Peixes
A energia venusiana passa a transitar por seu signo, elevando seu charme e magnetismo pessoal. Seus atributos lhe deixam em evidência e as pessoas tendem a notar mais a sua beleza. Número da sorte: 102

Oprefeito Marcelo Caumo (PP) vai expor a situação financeira do município no fim de fevereiro. A promessa do novo governo é realizar, nos próximos 50 dias, uma auditoria completa de todos os contratos, despesas, receitas, processos licitatórios e demais medidas necessárias para o funcionamento da máquina pública.
A administração municipal não repassa mais detalhes sobre a auditoria interna que será coordenada pelo secretário da Fazenda (Sefa), Guilherme Cé. O governo apenas confirma a intenção de finalizar os relatórios em menos de dois meses.
“Estamos em um momento de diagnóstico interno, avaliando toda a situação da prefeitura, o que inclui estrutura, organização administrativa, contratos
e projetos. Enfim, o conjunto de atividades realizados pelo poder público municipal”, informa Cé.
O secretário prefere não antecipar possíveis rompimentos de contratos, e também não confirma qualquer congelamento de despesas ou de valores não quitados pela gestão do ex-prefeito, Luís Fernando Schmidt (PT).
“Não temos como afirmar nada desse tipo neste momento. O que podemos garantir é que tudo será minuciosamente avaliado. Isso dependerá das avaliações que serão feitas. Qualquer eventual rescisão só se dará com devido amparo técnico legal”, complementa Cé.
As principais expectativas giram em torno dos contratos de limpeza urbana, questionados durante os quatro anos de mandato de Schmidt por diversos órgãos de fiscalização, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE), o Ministério Público de

Contas (MPC) e o próprio Ministério Público (MP) de Lajeado. Hoje, o município ainda mantém acordo com a Mecanicapina para serviços de capina mecanizada, mesmo após o MP pedir a devolução de quase R$ 5 milhões aos cofres públicos, valores referentes ao contrato firmado entre Lajeado e a empresa o grupo W.K. Borges. Para
o promotor, Neidemar Fachineto, houve fraude no processo licitatório.
“Estamos justamente realizando este período de diagnóstico inicial para poder avaliar com exatidão não só eventuais preocupações, mas também alternativas e soluções”, comenta o secretário. Outro contrato questionado por alguns verea-
dores é o que concede o controle sobre o estacionamento rotativo para a empresa Stacione.
Consultorias terceirizadas O novo governo não descarta instaurar sindicâncias para averiguar a efetividade de alguns contratos de consultorias externas firmados pela gestão passada. Esses serviços são contratados sem a necessidade de processo licitatório. Entre os mais questionáveis, está umacordocomaempresamineira R.Santana, contratada por R$ 250 mil em março de 2015. Segundo informações, faltam detalhes sobre o resultado efetivo do contrato firmado com aval do então assessor especial do prefeito, o advogado Edson Kober. No ano passado, o governo só citou uma sugestão de economia referente aos processos ajuizados pelo município como resultado do estudo realizado pela empresa com sede em Belo Horizonte.

As administrações municipais das maiores cidades da região oferecem descontos aos contribuintes que pagarem à vista o IPTU. Os descontos variam de 5% a 15%. A população também pode optar pelo parcelamento.
Apenas em Estrela o impos-
to já pode ser pago. O desconto máximo atinge 14%. A população pode retirar as guias na Secretaria da Fazenda ou imprimir pelo site da prefeitura. Os contribuintes podem quitar até 10 de março com desconto de 7%. Quem pagar até 7 de abril tem 3%.
Aqueles que tinham tributo em dia até 30 de dezembro de 2016 terão mais 7% de dedução


Imposto está liberado para pagamento apenas aos contribuintes de Estrela em ambos os vencimentos. O imposto também pode ser parcelado em 12 vezes, desde que o carnê não seja inferior a R$ 30.
O governo de Estrela espera arrecadar mais de R$ 1,2 milhão até 10 de março. Até este período, a expectativa é receber mais de R$ 7,1 milhão referente ao IPTU.
O Executivo de Lajeado deve disponibilizar as guias até o fim
desta semana. O vencimento se estende até 24 de fevereiro e garante redução de 15%. Até 31 de março, 7,5%, e 5% para quem quitar até 28 de abril.
Os contribuintes pagam o valor integral do imposto sem descontos até 26 de maio. O tributo pode ser parcelado em até sete vezes a partir de junho. A Taxa de Lixo pode ser paga junto com o valor.
Em Arroio do Meio, os carnês estarão disponíveis a partir do dia 17. Pagamentos até dia 10 de fevereiro garantem desconto de 5%. Aqueles que optarem por pagar até março podem se beneficiar com uma redução de 3%. Também podem pagar em até seis vezes a partir de abril.
A população de Encantado pode quitar em cota única até 18 de março. As guias ainda não estão disponíveis. Nessa modalidade há dedução de 10%. Após esse período, o tributo pode ser parcelado em até dez vezes.
Em Teutônia a Secretaria da Fazenda está sem expediente externo. As guias ainda não foram emitidas e as demais informações não foram divulgadas.
Aos contribuintes de Santa Clara do Sul que anteciparem o IPTU até 15 de fevereiro será concedido 9% de dedução.
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Teutônia
Uma terapia dentro da cozinha. É o que propõe a chef e psiquiatra Michele Valent e o jornalista e fotógrafo Peter Krause. Desde o ano passado, eles dão aulas de culinária com o propósito de reforçar nas pessoas o gosto pelo ato de cozinhar.
Os cursos ocorrem na escola Gastroterapia, no espaço Giardin 1I. Lá, o casal ensina todo o processo alimentar. Desde o plantio e cultivo, até a preparação e degustação. “É mais que curso ou uma experiência gastronômica, é um senso de comunidade e realização. Oferecemos a hospitalidade, o humor, a possibilidade de sair de nossos casulos e nos entendermos”, afirma Krause.
De acordo com ele, a ideia de criar a Gastroterapia surgiu em

2011, depois que Michele resolveu tirar um período sabático do trabalho para estudar gastronomia no Italian Culinary Institute for Foreigners. (ICIF). Depois de terminar o curso, ela passou a dar aulas de ervas e temperos no local.
Quando voltou a Teutônia, os ensinamentos se estenderam para uma turma de amigos.
“Eles que batizaram as aulas de Gastroterapia inicialmente porque era a psiquiatra que ensinava a cozinhar.”
Mais do que um empreendimento, a proposta representa um estilo de vida. “Brincamos que temos uma cozinha com uma sala e quartos.” Eles plantam feijão, milho, ervilha, morango, tomate, cenoura, além
dos temperos. “É um cultivo urbano, orgânico.”
Curso marcado
Neste sábado, 7, o casal faz o primeiro encontro do ano. A partir das 11h, ocorre um bate-papo com o acadêmico de Agronomia e estudioso de permacultura urbana Jefferson Pietro Mota. Ele ensinará técnicas sobre plantio na cidade, controle de pragas e identificação de plantas.
“Serão ensinadas técnicas de jardinagem e horticultura orgânicas em pequenos espaços.” Para participar, os interessados precisam escrever ao contato@ilgiardin.com.brou 99885-8821.
Noinícioosparticipantessãoapresentados à receita. Depois, vão para a horta a fim de colher os ingredientes necessários. Então vem o preparo coletivoe,porfim,adegustação.
Além da Gastroterapia, às quartas-feiras à noite, a escola realiza cursos de caráter sequencial. As turmas básicas focam no ensino de técnicas de cozinha. O intermediário diz respeito às culinárias do mundo. No avançado, as receitas são mais complexas e há participação de chefs ou professores convidados. Aos fins de semana, ainda é possível o encontro com grupos fechados. O tema pode ser elaborado em conjunto com os participantes.

Vale do Taquari
Odestino preferido dos turistas no verão é a praia. Mas para quem chegou a este período com problemas financeiros e sem férias a alternativa pode estar aqui na região. Locais para descansar, sem pesar no bolso, não faltam.
A afirmação é da turismóloga da Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales (Amturvales), Lizeli Bergamaschi. Ela afirma que a oferta de empreendimentos focados no veraneio tem ampliado na região. Principalmente para quem deseja ter um ou dois dias de descanso. “Notamos também que aqueles já existentes estão investindo para bem receber os turistas.”
Públicos ou privados, todos dão a possibilidade de apreciar paisagens naturais e sossegar, nem que seja por um curto período. O contato direto com a natureza, com trilhas, banhos de cascata e rio também são atrativos em comum.
Pelo caminho, é possível conhecer agroindústrias e conferir as delícias gastronômicas. Sinalização e acessos asfalta-
dos são algumas das facilidades garantidas pelos municípios que investem no turismo. As diferenças estão relacionadas à hospedagem, alimentação, oferta de passeios e outras atividades, como esportes radicais. Enquanto alguns podem optar apenas por um espaço para fazer churrasco e acampar, ou-
tros têm ainda a possibilidade de alugar um quarto, comer em restaurantes e se refrescar nas piscinas. A escolha da melhor opção dependerá de quanto o turista poderá investir na viagem, e qual o conforto desejado.
“As alternativas são inúmeras, basta escolher. Independente disso, é uma oportunidade de as pessoas conhecerem o que temos aqui”, ressalta.
Lizeli indica que, antes de partir, o turista busque detalhes sobre o destino. Entre em contato com os estabelecimentos para verificar horários e dias de funcionamento. Além de somar custos com combustível, pedágios, entradas, alimentação e hospedagem.

Há piscinas, restaurante, cancha de bocha e campo d futebol 7. Oferece diversos passeios, dentre eles, de pedalinho, de toro e no castelo labirinto. Está aberto ao público em sextas, sábados, domingos e feriados. Terças, quartas e quintas somente via agendamento.
O valor por pessoa para acessar o parque varia de R$ 22 a R$ 89, de acordo com a idade e pacote adquirido. O cartão para as piscinas fica entre R$ 17 e R$ 22. Passeios extras podem ser adquiridos por fora. Todos os detalhes e valores podem ser conferidos no parquedenardi.com.br
“As alternativas são inúmeras, basta escolher”
Lizeli Bergamaschi, turismóloga da Amturvales

Para quem gosta de caminhar, e não teme altura, o V13 é uma opção. Construído pelo Exército, o viaduto tem 509 de extensão. No local, são realizados esportes radicais como rapel. Turistas aproveitam o Rio Guaporé, nos pés da construção, para praticar raffting. Próximo há opções para alimentação.
Mais informações sobre os pontos turísticos da região podem ser conferidas no site da Amturvales. Na página, há detalhes sobre as rotas mais comuns e locais menos visitados, com telefones de empreendimentos, formas de chegar, além de indicações de restaurantes e hotéis. Ela os indica como espaços ideais para fugir do calor, para deitar numa rede e curtir com a família.

É um conjunto de ambientes instalados em Colinas. Há uma casa de hóspedes, no centro, onde os frequentadores podem fazer passeios com a família. O valor é de R$ 170 a diária para o casal, com café da manhã.
Já no Espaço Retiro e Espaço Zen, em Linha Roncadorzinho, é possível tomar banho de piscina e conhecer paisagens naturais. No retiro, também há local para hospedagem, preparo ou apenas consumo de refeições. O valor de entrada é R$ 20. Quem desfrutar do serviço ainda pode praticar esportes aquáticos no Rio Taquari.

descanso e churrasqueiras, ao custo de R$ 7,50 nos fins de semana, e com acesso gratuito de segunda a sexta-feira. Ainda oferta chalés e apartamentos, mediante reserva, com diária mínima de R$ 150 e máxima R$ 235 por casal, com café incluído. O espaço ainda conta com restaurante e lancheria. Trilhas são oferecidas sem cobrança.

Administrada pelo município, a Lagoa da Garibaldi tem um hectare para acampamento. Há chuveiros, churrasqueiras, água potável e energia elétrica. O banho na lagoa não é permitido. Não há cobrança de taxa para entrada ou permanência no local.

Dono de um estilo único na arbitragem brasileira, no qual permite mais contato físico entre os atletas, Leandro Vuaden deixou de ser um árbitro Fifa. A decisão foi divulgada nessa segunda-feira. Com isso, ele não apitará mais jogos internacionais. Natural de Roca Sales e hoje morando em Estrela, Vuaden, 41, poderia estar integrado ao quadro da federação máxima do futebol até completar 45 anos. Porém, a Comissão de arbitragem da CBF optouporretirardogaúchooescudo da Fifa depois de oito anos. Junto com ele, foram afastados Heber Roberto Lopes e Péricles Bassols. Vuaden recebeu a notícia com tranquilidade e garante estar satisfeito com a trajetória como juiz internacional. Segundo árbitro em atividade que mais apitou jogos da Série A do Brasileiro, ele também comandou dez Gre-Nais desde 2006. Agora, o RS tem apenas Anderson Daronco como juiz internacional.
Não fica um sentimento de decepção por não ter apitado uma Copa do Mundo?
Vuaden - Quando comecei eu tinha uma expectativa muito grande, de primeiro fazer um curso, apitar um Gauchão, depois apitar o Brasileiro e entrar no quadro da Fifa. Eu consegui cumprir todas as metas, e o fato de não ter ido para uma Copa do Mundo foi uma soma de fatores, que muitas vezes é de cunho interno. Me sinto realizado, e o fato de não ter ido para uma Copa é uma vida que não foi apaga. Hoje se for feita uma pesquisa do nome Vuaden como árbitro de futebol, vai encontrar uma grande aceitação do meu nome. A minha fase já passou, são 20 anos nisso, e acho que é um ciclo que precisava ser superado. Continuo apitando, mas futuramente tenho interesse de trabalhar, quem sabe como comentarista de arbitragem, na formação de novos árbitros ou na política.
Leandro Vuaden é o segundo árbitro em atividade no Brasil que mais apitou na Série A. Também atuou em dez Gre-Nais.
O que deve ser trabalhado na formação da arbitragem brasileira? Vuaden – Nunca vamos conseguir zerar os erros, sempre haverá algum equívoco seja cometido pelo árbitro, jogador ou técnico do time. As críticas tem aumentado porque a forma como os jogos tem sido acompanhados, com até 36 câme-
ras disponíveis, e isso tem exposto muito o árbitro. As coisas evoluíram em todos os aspectos e na arbitragem está faltando alguma coisa, como por exemplo profissionalizar o árbitro e dar a ele uma garantia maior. Enquanto isso não acontece tem sido adotas medidas para minimizar os erros, mas nós não conseguimos ganhar do replay. Mesmo assim, temos conseguido acertos muito altos, mas ocorrem erros muito grandes, mas isso é uma questão de formação pessoal. Acredito que nem com o árbitro de vídeo, os quais possivelmente serão árbitros atuantes que vão estar em uma cabine, vamos acabar com os erros.
O senhor citou um interesse em ingressar na carreira política. Isso é pensado para logo?
Vuaden – Já mencionei isso há uns seis anos, já fui cobrado e recebi muitos convites. Eu penso que por mais descrédito que a classe política tenha, a sociedade clama por renovação, novas ideias e uma transparência maior. Isso é tema para futuramente, mas eu gosto, assim como gosto de apitar futebol e eu gosto da política.
O senhor diz que o grande jogo que apitou foi Uruguai e Argentina, que enfrentaram pelas Eliminatórias da Copa em 2012. Por que essa partida marcou

sua carreira?
Vuaden – Porque depois de Brasil e Argentina, este é o maior clássico do futebol sulamericano. Isso ninguém apaga, está no currículo. Tinha o Messi jogando de um lado, Suárez do outro, as duas seleções completas. E além de estar no jogo, tem a questão da confiança porque a Fifa escala os árbitros, não faz sorteio. Então eles escolherem me colocar, quer dizer que naquele momento eu estava apto para fazer e fiz o jogo. E graças a Deus foi tudo bem, e este é um dos DVDs que guardo com muito carinho. São jogos especiais, como os
Grenais, que lembro desde o primeiro que apitei em 2006.
Com a sua saída não teremos mais um árbitro gaúcho com o escudo Fifa. Por que isso aconteceu?
Vuaden – No ano passado no ranking oficial dos melhores árbitros, nós não figuramos em nenhuma das posições. O estado sempre teve bons nomes. Ano passado era eu e Anderson Daronco e agora só o Daronco. Então perdemos três vagas. Gostaria de ter entregue o escudo para um colega gaúcho.
Lajeado, quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
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