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PORTE PAGO

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Este é o deputado que quer ser presidente

Misericórdia da Batalha apresenta novos projetos

Aposta em exercício inspirado na tropa

Paulo Batista Santos é o candidato do PSD para a presidência da Câmara

Provedor em entrevista faz radiografia do apoio social no concelho

Militar quer transmitir valores da camaradagem através do treino

| DIRETOR: Carlos dos Santos Almeida | Preço 1 euro | e-mail: info@jornaldabatalha.pt | www.jornaldabatalha.pt | MENSÁRIO Ano XXIII nº 272 | Março de 2013 |

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Confira quanto vai subir a sua fatura de água W pág. 11

QUIOSQUE DA BATALHA De José Manuel Matos Guerra

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Wpág. 9 Reabilitação do Largo das Capelas Imperfeitas tem ordem do tribunal para avançar Prometidas há muitos anos, as obras vão finalmente avançar em abril, começando nas ruas vizinhas.

Wpág. 7 Banda da Batalha brilha em concurso que decorreu no Hard Rock Café Os End Land, estiveram no passado dia 4 na primeira semifinal do concurso Hard Rock Rising 2013

CMB

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Centenas de participantes na maratona que coloca o concelho na rota do BTT

Há um concurso que quer ajudar quem tem boas ideias na área do turismo iniciativa é da Câmara da Batalha e pretende premiar quem avançar com negócio inovador no desenvolvimento turístico.

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Opinião Espaço Público

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Jornal da Batalha

_ estatuto editorial

Baú da Memória

Em tempos perigosos para a diversidade de culturas e para a afirmação identitária dos povos, o folclore reveste-se de particular importância na medida em que investiga os aspectos distintivos de cada região e de cada país e tenta reutilizá-los como base para novíssimas e originais propostas que, com certeza, serão enriquecedoras para a Humanidade. Isto esteve patente na exposição inserida nas comemorações do meio século do Rancho Folclórico Rosas do Lena, na Galeria Mouzinho de Albuquerque, em que se mostrou o trabalho de recolha e de análise das diferenças que nos caracterizam. E a um aspecto ninguém ficou indiferente: ao da criatividade popular e da beleza que se reflete em cada uma das suas manifestações.

1. O Jornal da Batalha é um jornal mensal. 2. O Jornal da Batalha tem como preocupação dominante a defesa dos valores. 3. O Jornal da Batalha é um jornal independente de quaisquer forças políticas e/ou económicas. 4. O Jornal da Batalha rege-se, única e exclusivamente, pelos valores e princípios deontológicos que norteiam o exercício de uma Comunicação Social livre, democrática, aberta e responsável. 5. O Jornal da Batalha assume-se como palco privilegiado da reflexão necessária ao desenvolvimento do concelho da Batalha. 6. O Jornal da Batalha é pluralista na opinião. 7. O Jornal da Batalha é um espaço aberto a todas as opiniões, conscientes sobre temas de interesse para a região onde se insere.

José Travaços Santos

O Director

A exposição que tentou explicar o Folclore Tradição Tradição não é folha morta mas raiz que nutre de seiva as árvores frondosas que só crescem e florescem fiéis à matriz.

L Cartas

O entrudo da esperança Todas as civilizações procuram satirizar os aspetos mais pitorescos da sua sociedade. Ora, o Carnaval surge aqui como o meio mais usado para as pessoas poderem expressar de forma preocupada, mas divertida, o seu entendimento sobre aquilo que as rodeia. Na sua origem, o Carnaval está associado como um ritual associado à Primavera, onde se celebrava a chegada desta estação do ano, tão importante para as colheitas da época, o

Propriedade e edição Bom Senso - Edições e Aconselhamentos de Mercado, Lda. Diretor Carlos dos Santos Almeida (C.P. nº 2830)

que hoje ainda faz sentido, mas não este ano, com tão grande tempestade que afetou a nossa região. A pergunta torna-se pertinente: Eu terei motivos para festejar o Carnaval? Continuo a persistir com as raízes da tradição carnavalesca, que também estão relacionadas com o catolicismo lembrando aos crentes a chegada da Quaresma, o habitual jejum de carne a que os católicos são obrigados. Curioso! Com o facto de a pobreza estar cada vez

a aumentar mais, chegando mesmo a número de pobres a chegar a um milhão de portugueses. Com certeza que muitos crentes estarão incluídos, que certamente rogarão por um naco de carne que em muitas situações é dado por associações ligadas à Igreja Católica. Hoje em dia, o Carnaval é o palco para todos serem aquilo que projetaram para a sua vida, de sermos aquilo que nunca seremos na realidade. À parte as fantasias que perseguimos, o Carna-

Redatores e Colaboradores Armindo Vieira, Carlos Valverde, João Vilhena, José Travaços Santos, José Rebelo, Carlos Ferreira, Manuel Órfão, José Bairrada, Graça Santos, Ana Fetal, Bárbara Abraúl Departamento Comercial Teresa Santos (962108783)

val é a expressão visível do ridículo da sociedade, sempre ligado à expressão “É Carnaval, ninguém leva a mal!”, onde a “arraia-miúda” expressa a sua visão simples mas consciente do que vê. Todos os anos vemos gigantescos corsos no qual alinham os carros alegóricos onde grupos de artesãos e atores improvisados constroem verdadeiros cenários que fazem sobressair os políticos caricaturados em tamanho gigante em situações que todos conhecemos

Redação e Contactos Rua Infante D. Fernando, lote 2, porta 2 B - Apart. 81 2440-901 Batalha Telef.: 244 767 583 - Fax: 244 767 739 info@jornaldabatalha.pt Contribuinte: 502 870 540 Capital Social: 5.000 € Gerência Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos (detentores de mais de 10% do Capital:

e opinamos diariamente. Ao vermos um desfile, o riso solta-se instantaneamente nem que seja por um gesto mais divertido daquele vizinho que está a desfilar ou porque simplesmente porque temos necessidade de rir perante uma revolta cada vez mais eminente no olhar das pessoas. Nestes dias que correm em que somos levados por tantos castigos sem saber de onde vêm, o humor carnavalesco é uma lufada de ar fresco que temos direito a ter, a menos

Teresa R. F. M. Santos e Francisco M. G. R. Santos) Depósito Legal Nº 37017/90 Insc. no SRIP da I.C.S. sob o nº 114680 Empresa Jornalística Nº 217601 Produção Gráfica Semanário REGIÃO DE LEIRIA Rua D. Carlos I, 2-4 - 2415-405 Leiria-Gare Apartado 102 - 2401-971 Leiria Telef.: 244 819 950 - Fax 244 812 895

que qualquer dia até o riso seja taxado! No fundo, o que leva-me a festejar o Entrudo é o desejo que durante a Primavera, tal como os Romanos o faziam para as suas colheitas, que o nosso País possa colher bons sinais de uma nova esperança para trazer à mesa de todos mais comida e alegria. João Tomé Professor de História

Impressão: Diário do Minho, Lda. Tiragem 3.000 exemplares Assinatura anual (pagamento antecipado) 10 euros Portugal ; 20 euros outros países da Europa; 30 euros resto do mundo.

Jornal da Batalha

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Atualidade Batalha

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Atualidade

Paulo Batista Santos quer a Câmara para o PSD m Um deputado e um provedor da misericórdia. Estes são os nomes no topo da lista do PSD à presidência de câmara

Paulo Batista Santos, gestor, 44 anos, deputado do PSD na Assembleia da República, é o candidato que o PSD local escolheu para disputar a presidência da Câmara da Batalha, nas próximas eleições autárquicas. Carlos Agostinho, provedor da Santa Casa da

Misericórdia da Batalha deverá ser o número dois da lista. A escolha do deputado e líder da concelhia da Batalha foi tomada dia 11, em reunião da estrutura local do PSD. Paulo Batista, que já fora vereador pelo PSD entre 2005 e 2009, assume que este é um desafio que assume “com gosto”, revelando que se trata de uma candidatura que pretende “dar continuidade ao trabalho sério e sustentável de António Lucas”. O ainda presidente da Câmara da Batalha é mesmo o nome desejado pelo agora candidato à presidência para encabeçar a lista à Assem-

bleia Municipal, muito embora esse seja uma questão que ainda não está fechada. Certo é que, caso seja eleito presidente, Paulo Batista Santos deixará as funções de deputado. A lista encabeçada por Paulo Batista contará com as recandidaturas dos atuais vereadores da câmara, Carlos Henriques e Cíntia Silva. Na altura em que foi tornada pública a candidatura de Paulo Batista Santos, foi ainda anunciado que avançaria um independente para número dois da lista. Tudo indica que Carlos Agostinho, alto quadro da Câmara da Batalha e provedor da Mi-

sericórdia, ocupe esse lugar. A abertura a independentes e a outros partidos, é tónica da candidatura que está aberta a um cenário de coligação com o CDS. Contudo, esta é uma matéria que deverá ter de aguardar pela nova liderança da concelhia da Batalha do CDS-PP que será escolhida em eleições da concelhia, agendadas para a tarde de dia 6 de abril. Quanto ao PSD, adianta que as recandidaturas dos atuais presidentes das juntas de freguesia da Batalha e Golpilheira, respetivamente Germano Pragosa e Carlos Santos, está igualmente decidida.

Bispo faz balanço em auditório cheio

Há dois mil euros para uma boa ideia

Com o auditório municipal repleto, D. António Marto, bispo de LeiriaFátima, esteve na Batalha dia 22 de março para ouvir a comunidade paroquial, numa ação especialmente direcionada para os mem-

Se é jovem (entre os 18 e os 34 anos), reside no concelho da Batalha e tem uma ideia de negócio original na área do turismo, o município da Batalha está disposto a dar uma mãozinha para ajudar o negócio a arrancar. Como? Bem, de acordo com a autarquia, através do concurso “Empreender BATALHA - TURISMO”. A ideia é dar mais um estímulo para a implementação de novos negócios nesta que é uma área com crescente relevância no concelho: “a iniciativa, resulta, assim, do facto de o Município da Batalha considerar que o Turismo se assume como um sec-

bros dos conselhos pastorais e para os assuntos económicos, catequistas e orientadores de grupos de jovens, ministros extraordinários da comunhão, animadores da liturgia e da ação sócio-caritativa,

entre outros. O Concílio Vaticano II e o balanço das principais iniciativas que surgiram nas paróquias nos últimos anos, foram os temas em destaque.

tor prioritário para o desenvolvimento concelhio, da região e do próprio país, tornando-se importante, junto da população jovem, alavancar ideias e projetos empreendedores, capazes de resultar em empresas originais e que atuem de forma concertada no território”, explica a autarquia em comunicado. O prazo de candidatura dos projetos candidatos decorre até 30 de Abril do corrente ano. Os projetos submetidos a concurso devem ser, obrigatoriamente, originais, e entre outros elementos, integrar um Plano de Negócios (Descrição do produto/serviços dispo-

nibilizado, mercado alvo, evolução previsional do mercado alvo, posicionamento face à concorrência, análise SWOT, fatores críticos de sucesso, plano de marketing-mix do produto/serviço, descrição e estimativa do investimento necessário, estimativa do emprego a criar, previsão dos proveitos e custos). O projeto vencedor receberá dois mil euros a integrar, em exclusivo, no capital social da empresa, bem como a cedência gratuita de um imóvel, por um período de 24 meses, capaz de permitir o arranque da empresa.

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Entrevista

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Entrevista

Jornal da Batalha

Carlos Agostinho, provedor da Santa Casa da Misericórdia da Batalha

“A nossa situação não é fabulosa mas é estável”

m Provedor faz o ponto de situação da instituição e apresenta projetos que estão na calha. A área da saúde e do apoio social continuam a ser o centro das atividades da misericórdia.

Qual é a situação atual da Misericórdia da Batalha? Atualmente temos uma serie de valências sociais, contratualizadas com a Segurança Social. Temos o serviço de apoio domiciliário que dá apoio diário a 57 utentes. E criamos recentemente a vertente de apoio ao fim de semana, para utentes mais isolados ou com maior nível de dependência. Temos 23 utentes

em apoio ao fim de semana. Estamos a requalificar o projeto do Centro Comunitário. Mediante um projeto no âmbito do PRODER, obtivemos um financiamento para restruturar e requalificar integralmente o edifício e as valências que serão modernizadas visando preparar o Centro Comunitário para respostas mais qualificadas: com a introdução de novas atividades ocupacionais para os idoso para lhes garantir maior autonomia. Até aqui, devido a patologias do edifício, não conseguíamos utilizar os dois pisos. É um edifício num local privilegiado voltado para a vila e com ajudas técnicas, com elevadores e com a requalificação interior nos conseguimos ter uma capacidade para 45 utentes diários. Estamos praticamente a dupli-

car essa capacidade. As obras estão a decorrer? A intervenção está a ser concluída. E que investimento está envolvido? Na ordem dos 135 mil euros, financiados a 75% pelo programa PRDODER a fundo perdido. O projeto tem a em vista uma complementaridade de respostas, e vamos poder introduzir atividades ocupacionais e geriátricas para estimular a autonomia dos idosos. Vamos ter programas de psicomotricidade para assegurar maior autonomia para os idosos. Temos já uma técnica em psicologia clínica para aplicar o programa nessa área e vamos apostar numa vertente reabilitativa em complemento da ação que desenvolve-

mos aqui no centro hospitalar. Vamos tentar paulatinamente, voluntários para criar oficinas de trabalho, de pintura, informática, atividades que dinamizem e ocupem os idosos com autonomia, num regime aberto à comunidade. Essa parte do projeto arranca ainda em 2013. Nas valências sociais, a misericórdia esta a gerir o Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados (PCAAC), contratualizado com a União Europeia e a Segurança Social. Atualmente estão a ser apoiadas 187 famílias do concelho. Para alem disso abrimos recentemente a cantina social e para nossa surpresa os números têm vindo a aumentar significativamente o que nos levará, em breve, a pedir um reforço. Neste momento temos 49 utentes a beneficiar

da cantina social e temos uma parceira para fazer estender esse apoio através do Centro Paroquial de São Mamede para, no âmbito desse protocolo, apoiar famílias naquela zona. Na área social, apoiámos 318 utentes em 2012. Na área da saúde temos a unidade hospitalar, uma unidade que foi certificada o ano passado pela Joint Comission International. Foi um processo complicadíssimo, mas que nos dá uma tranquilidade na segurança e no apoio aos utentes. São processos normalizados muito voltados para a área da saúde. Pelos indicadores de atividade que temos, na parte hospitalar o ano passado demos resposta a 176 pessoas que foram internadas na unidade de cuidados continuados. Número que se prevê que este ano seja

ultrapassado. É uma aposta ganha a unidade hospitalar? É. Penso que é uma valência consolidada e queremos reestruturar algumas áreas. Na área de reabilitação, no protocolo que temos com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), temos uma vertente de ambulatório na área reabilitativa e na qual só do SNS demos apoio a 1738 utentes. Na área da radiologia tivemos 9.900 utentes o ano passado. Depois temos as consultas externas. Têm vindo a crescer? Razoavelmente, embora abaixo das nossas expectativas. Porque nós não podemos ter contratualização direta com o Estado para as consultas externas. As pessoas continuam a de-

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Entrevista

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pender da prescrição médica do médico de família para obter os exames. E só podemos fazer em regime privado, mas as pessoas não têm capacidade financeira para pagar saúde privada. Este projeto sempre se assumiu como resposta complementar aos cuidados primários de saúde e ao SNS. É orientado para a comunidade, sem fins lucrativos e também nesta vertente, se pudermos incrementar respostas que se destinem a apoio social e de saúde mais voltados para comunidade, tentaremos reequacionar o projeto.

logias – pós-avc, pós-enfarte, os politraumatizados, os que tiveram intervenção cirúrgica e aguardam resposta contratualizada com o Estado -, mas terá também uma vertente dirigida para o descaso do cuidador. Porque também queremos apoiar a família. E outra vertente mais reabilitativa, que pode ser um apoio de internamento com componente de intervenção reabilitativa.

Faria sentido a contratualização ao nível da saúde,integrandoestaunidade na rede pública, ou não lhe parece provável? Já fizemos algumas abordagens junto da Administração Regional de Saúde do Centro (ARSC) e junto do Ministério da Saúde para dizer à tutela que sempre necessitassem da intervenção do Centro Hospitalar da Misericórdia da Batalha nesta área, entidade creditada, estaríamos lado a lado para apoiar na saúde pública. Não escondo que nós sempre entendemos o projeto como um complemento de intervenção dos cuidados primários de saúde. É evidente que não nos substituímos aos cuidados de saúde primários, mas dando respostas em complementaridade. Recentemente manifestámos a nossa disponibilidade para, em caso de necessidade, intervir na saúde domiciliaria. Sabemos das dificuldades que a administração central tem em mobilizar mais recursos humanos e técnicos para, no terreno, conseguir atingir os indicadores referenciados para os cuidados de saúde primários para o concelho.

Com a retração do apoio estatal, como se consegue que seja viável uma unidade hospitalar desta dimensão? Contratualizamos 42 camas com a ARSC e integramos as camas na rede nacional de cuidados continuados integrados. Até hoje, o problema que enfrentámos foram atrasos de pagamentos até determinada altura do projeto. Mas posso dizer que grande parte desses atrasos tem sido paulatinamente ultrapassados. Neste momento estamos a receber mais cedo e notamos que o Estadio faz um esforço para cumprir os pagamentos, o que permitiu maior estabilidade de tesouraria. No entanto constatamos que hoje em dia as pessoas não têm tanto dinheiro para comparticipar as despesas sociais ou de saúde. Verificamos que as comparticipações familiares têm vindo a diminuir porque o rendimento per capita é menor. Não será por acaso que muitas misericórdias do país estão em agonia. A nossa situação não é fabulosa, mas felizmente é um projeto sustentável com garantia de estabilidade, mas se mantivermos o mesmo modelo de financiamento, e se as famílias puderem continuar a comparticipar.

A Misericórdia tem os meios… A Misericórdia já manifestou ao Estado que estava

É para avançar este ano? Prevê-se que esteja concluída dentro de um mês, sensivelmente.

m “Constatamos que hoje em dia as pessoas não têm tanto dinheiro para comparticipar as despesas sociais ou de saúde. Verificamos que as comparticipações familiares têm vindo a diminuir porque o rendimento per capita é menor”

capacitada para atuar em complementaridade, se o Estado assim o entender. Não temos problema em fazê-lo. Houve resposta? Esta é uma solução atípica que foge ao modelo de contratualização e percebemos isso. Mas é uma disponibilidade da nossa parte, porque por um lado temos capacidade técnica e por outro lado, a nossa intervenção é feita junto da comunidade com os mesmos utentes e temos uma rede de apoio domiciliário na retaguarda e uma unidade de internamento. Falta dar continuidade ao apoio no domicílio a pessoas que necessitem dessa intervenção. No que se refere a outro projeto, percebendo as

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necessidades da comunidade, recentemente adjudicamos uma intervenção para instalar e reorganizar o projeto e dotar o centro hospitalar de mais uma unidade de internamento: designa-se por Unidade de Internamento de Proximidade Local. A unidade terá capacidade até oito camas, não está contratualizada no âmbito dos cuidados continuados, mas destina-se a fomentar respostas mais próximas da comunidade com outro padrão de referenciação e que intervenha em situações em que nem os hospitais de agudos nem as unidades de cuidados continuados têm possibilidade de dar resposta a estas intervenções. Vai destinarse ao ingresso de pessoas com determinadas pato-

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Ainda não há emergência social no concelho O facto de trabalhar de perto com alguns programas deapoiossocial,queperspetiva permite perceber sobre a situação no concelho?oc Penso que ainda não estamos numa situação de emergência social. Mas já começa a aparecer uma população diferente. Casais que deixaram de ter emprego e são mais jovens. São pessoas que tinham emprego, habitação e autonomia e viviam razoavelmente bem: de um momento para o outro, precisam de recorrer a apoio. Também percebemos que algumas pessoas estão numa linha ténue da vida e têm receio em pedir ajuda. Mas também há pessoas que gravitam em torno do sistema e se puderem recorrem a todos os apoios. O que estamos a tentar fazer é, em conjunto com a Rede Social, perceber quem são os nossos utentes e os da rede social, para darmos respostas mais justas e mais equilibradas e chegarmos mais longe. Mas a maioria das pessoas está de boa fé com o sistema? A realidade da Batalha está controlada. É evidente que há quem não perceba porque é dado determinado apoio. Mas não temos toda a gestão do programa na mão: recebemos uma lista referenciada pelos serviços da segurança social. Partimos do pressuposto que a triagem está corretamente avaliada e que é feita em função de rendimentos e de pedidos das pessoas. E nem

sempre as pessoas compreendem porque se dá a uns e não a outros. Mas se as pessoas dizem que determinada pessoa não tem direito por determinados motivos, vamos ao local e se verificamos que é assim, retificamos e não se volta a repetir. A nossa politicas é dar o beneficio da dúvida. Mas o número de pessoas que possa estar a abusar do sistema é significativo? Não. Não me parece. Não digo que estejam a abusar. Há pessoas desprovidas de competências técnicas que não conseguem aceder ao mercado de trabalho e tentam recorrer a todos os meios. Temos de perceber se há redundâncias e temos de agilizar o sistema. O cenário de abertura de uma unidade de cuidados continuados bem perto, em Porto de Mós, complica o projeto da batalha? Creio que não. É preciso perceber a intervenção daquela unidade e da nossa. A nossa é mais especializada para a meia duração. A nossa intervenção é feita e dirigida para fase da meia duração ou reabilitação, e a componente reabilitativa é mais intensiva. A unidade de Porto de Mos é integralmente de longa duração. São complementares? São e podem trabalhar em conjunto nalgumas situações. Não vejo mal nisso, e Porto de Mós precisa de uma unidade daquelas.

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Batalha Atualidade

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Treino com sabor militar junto ao Mosteiro m Prestes a cumprir um ano de atividades junto ao monumento, Pedro Madrugo continua apostado em mostrar as vantagens do exercício. Pedro Madrugo quer tirálo do sofá. Nem mais. Se ainda não foi a um dos seus treinos, ainda vai a tempo. Todas as segundas e quintas-feiras ao final da tarde (por volta das 19h15), desde o início de abril, junto ao Mosteiro da Batalha Pedro Madrugo, militar de profissão, prepara os seus “recrutas” para mais uma sessão de exercício físico. Aos poucos, o grupo vai crescendo. “Nós queremos é tirar as pessoas do sofá”, adianta. Durante cerca de cinco anos, e enquanto militar, Pedro Madrugo esteve envolvido na treino de pessoal militar e novos recru-

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Tribunal adia decisão sobre militar Foi adiada a decisão do Tribunal de Porto de Mós quanto ao caso do militar da GNR, José Pinto, que em outubro de 2010, disparou sobre a viatura que vinha a ser alvo de uma perseguição policial. O militar da GNR não estava de serviço, foi chamado para auxiliar nas diligências. Numa pedreira em Reguengo do Fetal, o suspeito não parou apesar da ordem nesse sentido, acabando por passar com a roda da viatura por cima do pé do militar que disparou apontando para os pneus. O suspeito acabaria por falecer. A decisão final do tribunal esteve agendada para dia 19 de março, mas foi adiada. O julgamento, afinal, vai prosseguir em abril, uma vez que o tribunal decidiu alterar a qualificação jurídica do crime. Em consequência de levar em conta novos factos que sustentam que o militar responda agora pelo crime, menos grave, de homicídio por negligência.

António Bastos estará no Dubai

p Treinos decorrem desde abril tas. Transferido para perto de casa, a Batalha, o militar não desistiu de transmitir a experiência. Batalha, Pia do Urso e Leiria são os locais onde a Ar Puro - assim se chama a empresa que promove esta atividade com um “cheirinho” militar -, leva o conceito. “As

pessoas saem cansadas da atividade, dormem bem e querem voltar. O treino é tão puxado quanto as pessoas quiserem”, revela. Pedro Madrugo afasta receios quanto à dureza militar da atividade. Do exército, vem mais a inspiração para o espírito de entreajuda que a

dureza física. Ainda assim, “puxamos pelas pessoas para que elas consigam superar os seus limites”. Em www.arpurotfm.com é possível conferir os detalhes da atividade e é por lá que os interessados devem começar a pesquisar.

Natural da Batalha, António Bastos, está desaparecido desde o final de novembro de 2011 e, de acordo com o jornal Correio da Manhã, está no Dubai. Condenado a uma pena de 13 anos de prisão em 2010, pelo homicídio de um homem que tentou assaltar a sua empresa quando este já se encontrava algemado pela GNR, este ex-dirigente da União de Leiria, ainda aguardou em prisão domiciliária e obrigado a usar pulseira electrónica, o resultado do recurso que interpôs. Contudo, dias antes de ser conhecida a decisão do Supremo Tribunal de Justiça que confirmava a condenação, António Bastos desapareceu. Para além de fugir à pena de prisão, permaneceu por pagar a indeminização decretada pelo tribunal e que deveria ser entregue à família da vítima mortal.

Nova clínica abre portas Ana Sousa quer “garantir uma prestação de serviços personalizados que vão de encontro com as necessidade dos utentes para promoção de saúde, bem-estar e qualidade de vida”. Como? Bem, a nova clínica FisioBatalha, situada na Jardoeira e inaugurada dia 23, pretende possibilitar isso mesmo. Licenciada e mestre em Fisioterapia e com o curso de Acunpuntura Estética Facial e Corporal, aposta num espaço que se reparte pela

intervenção em patologias músculo-esqueléticas, cardiorrespiratórias e neuromusculares, terapias manuais, medicina desportiva, tratamentos ao domicílio, classes de Pilates Clínico e de Mobilidade Sénior, bem como, na área de bem-estar, atividades como massagem de relaxamento e estética facial (melhorar a textura da pele, diminuir rugas) e corporal (diminuição de gordura e volume corporal).

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Esta é apenas uma das milhares de fotografias do concelho da Batalha disponibilizadas pelo serviço da gigante norteamericana, Google. Trata-se do serviço Google Street View, que na prática permite visualizar em imagens panorâmicas todas as ruas do concelho – e do distrito

e do país e de vários países do mundo – numa visita virtual. Basta um acesso à internet para, em www.maps.google.pt arrastar o ícone do boneco por cima da ferramenta de zoom para a rua que pretende “visitar” e descubra o concelho e o mundo.

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Cultura Batalha

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Cultura

Muita cultura no Mosteiro da Batalha em 2013 27 de abril Lançamento do livro “A Capela dos Sousas no Mosteiro da Batalha”.

m O monumento ganha um vasto programa cultural. Música, exposições e conferências são algumas das iniciativas previstas.

Exposições, concertos, lançamento de livros e comemorações. Em 2013, há muita cultura para fruir no Mosteiro da Batalha, que propõe quase duas dezenas de propostas até ao fim do ano. Já no fim de março é inaugurada da exposição de cultura de Mário Lopes, um artista de Leiria que começou o seu percurso na Escola de Artes e Ofício da Batalha. A exposição intitula-se “Jardins de Pedra”, é inaugurada dia 30, às 15 horas, e estará patente no Claustro de D. João I. Até ao fim do ano, realce também para os concertos

18 de maio Dia Internacional dos Museus 2 de junho Concerto do agrupamento Sete Lágrimas com Adufeiras de Monsanto 16 de junho Concerto pela Orquestra de Câmara Portuguesa 13 de julho Concerto por Mário Laginha Trio

p Mario Laginha estará no Mosteiro em julho do trio de Mário Laginha, Sete Lágrimas e Adufeiras de Monsanto e Leids Barock Ensemble, sem dúvida momentos altos numa programação que aposta forte noutras duas exposições: a partir de abril, “Emílio Biel e o Mosteiro da Batalha” e, mais para o fim do ano, uma outra dedicada aos lugares de oração do monumento. Ainda antes do fim do ano, a 9 de dezembro, o Mosteiro da Batalha vai assinalar a sua integração na lista do Património Mun-

dial da UNESCO, com um programa ainda a definir.

Atividades 30 de março a 29 de setembro Exposição “Jardins de Pedra”, do escultor Mário Lopes 6 de abril a 20 de outubro Exposição “Emílio Biel e o Mosteiro da Batalha” 6 de abril “João de Castilho no Mosteiro da Batalha”, conferência por María Ealo de Sá, seguida do lançamento do livro da autora, “Arquitecto Juan del Castillo: Constructor del Mundo” 18 de abril Dia Internacional dos Monumentos e Sítios

14 de julho Concerto pelos Leis Barock Ensemble 28 de julho Concerto final do Estágio de Orquestra do Orfeão de Leiria 10 de agosto Concerto pela Orquestra de Jazz de Matozinhos 27 a 29 de setembro Jornadas Europeias do Património Outubro de 2013 a março de 2014 Exposição temporária “Lugares de oração no Mosteiro da Batalha” 9 de dezembro Comemoração do 30º aniversário da integração do Mosteiro da Batalha na lista do Património Mundial da Humanidade da UNESCO

Banda da Batalha encheu Hard Rock Café Os End Land, esteve no passado dia 4 na primeira semifinal do concurso Hard Rock Rising 2013. A banda da Batalha não conseguiu o apuramento para a final, mas o Hard Rock Café Lisboa encheu com os apoiantes que se deslocaram de Leiria e Batalha para assistir ao concerto. Esta é uma banda composta por João Damasceno (guitarra e voz), Gonçalo Venceslau (bateria) e Jorge Dias (teclas). João Damasceno explica que começaram a dar concertos há cerca de dois anos e meio. “Somos feitos de respeito, de cumplicidade e de amizade, é esse o nosso estilo”,

p End Land no Hard Rock refere. No currículo, há já um E.P. gravado nas ESAD, nas Caldas da Rainha. Quanto à participação no Hard Rock Rising, João Damasceno confessa que “foi simplesmente a experiencia mais gratificante que ti-

vemos enquanto banda”. As votações decorreram durante duas semanas e João salienta o apoio conseguido na vila da Batalha, mas também junto dos “nossos amigos de Leiria, das Caldas da Rainha, até os dos Açores,

ninguém descansava enquanto não acabassem as duas semanas de votação”. Conseguiram o terceiro lugar em 150 bandas, o que lhes valeu o apuramento para a primeira semifinal. Não conseguiram chegar à final “mas mostrámos a nossa identidade a quem esteve presente, fizemo-nos ouvir”, refere. Pelo meio, encheram o clube com dezenas de pessoas da Batalha e não podiam estar mais agradecidos:”os heróis desta história, são os nossos amigos e família, que sentiram em nós a confiança necessária para nos levar a este concurso”.

p Formação do Sistema Solar (4600 Ma). Imagem cedida pelo European Southern Observatory

O MCCB desafia a uma longa viagem no tempo A Batalha é um grão de areia na imensa praia do Universo e a vida do ser humano é um instante de todo o tempo que conhecemos. É com esta frase que inicia a exposição do Museu, num explícito desafio a uma extensa viagem no tempo. Para situar no espaço as origens do território da Batalha, foi criada uma barra do tempo que representa principais acontecimentos desde o nascimento do Universo, em particular, aqueles relacionados com a evolução da Terra e da Vida. Tudo o que se encontra no Museu situa-se entre as duas últimas linhas que a dividem e as rochas e fósseis desse intervalo de mais de 200 milhões de anos (Ma) são testemunhos da evolução do território. Um “Princípio Comum” de uma narrativa que se conta em qualquer parte do Mundo. A gigantesca e controversa explosão do Big Bang de há 13.700 Ma dá início a percurso literalmente astronómico, com paragens obrigatórias na formação das Galáxias e das Estrelas (com 13.200 Ma). Aqui, o viajante é convidado a voltar-se para o meteorito, ali mesmo em frente. Este não veio da Rússia, mas da Argentina, onde caiu há cerca de 4000 anos. Composto por ferro e níquel, este pesado objeto ilustra a história da formação do Universo. Voltando à nossa galáctica viagem, paragem agora na formação do Sistema Solar (4600 Ma) onde brilha o rei sol rodeado pelos planetas, potenciando a criação da Terra, dos Oceanos e da Crosta Primitiva, há 4000 Ma. O aparecimento das primeiras formas de vida surge aos 3800 Ma, com umas células com a curiosa designação de “Procariotas”. As algas vermelhas são as primeiras plantas de que há conhecimento, com 1200 Ma. A explosão de vida na terra dá-se aos 550 Ma com a proliferação dos animais invertebrados, anunciando a chegada dos famosos e gigantescos répteis – os dinossáurios – e dos primeiros mamíferos, aos 230 Ma. Nesta longa barra do tempo, os primeiros hominídeos aprecem na última linha, contando uns “míseros” quatro milhões de anos. E está dado o mote para descobrir as origens deste território que é testemunha de um planeta que esteve (e está) em constante movimento. O Museu convida a conhecer os fósseis marinhos (moluscos, corais, gastrópodes…), de dinossáurios e dos grandes mamíferos que povoaram esta região que herda os calcários do Período Jurássico da Era Mesozóica. A equipa do MCCB

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Jornal da Batalha

Jornal da Batalha

março 2013

Economia Batalha

Confira quanto vai subir a sua fatura de água

Revolução urbana chega em abril

m Aumentos significativos estão na calha. A lei e recomendações do Tribunal de Contas são os argumentos avançados para ensaiar esta alteração de tarifário que implica aumentos na ordem dos 50 %

Exemplos de aumentos Fatura relativa a consumo 5 m3 de água Preço atual - 11,95 euros Com o aumento - 16 euros (+ 34%) Fatura relativa a consumo 10 m3 de água Preço atual - 15,8 euros

Há um aumento no preço da água que chega às torneiras dos batalhenses no horizonte. A medida foi anunciada pelo presidente da Câmara da Batalha, António Lucas, na sessão da assembleia municipal no passado dia 28 de fevereiro. E os aumentos em causa podem rondar os 50 por cento. Este cenário foi apresentado aos deputados municipais enquanto cenário que está em estudo, devendo ainda ser submetido a discussão pública e à análise da entidade reguladora do sector, explicou o presidente do município. Contudo, a confirmarem-se estes aumentos, eles serão bastante acentuados. Ainda assim, estão previstas exceções: os mais carenciados e as famílias numerosas, que contarão com um tarifário com preços mais reduzidos. Confira aqui exemplos dos aumentos previstos nos es-

Com o aumento - 24 euros (+ 54%) Fatura relativa a consumo 15 m3 de água Preço atual - 24,74 euros Com o aumento - 32 euros (+ 32%) Fatura relativa a consumo 50 m3 de água Preço atual - 167 euros Com o aumento -178 euros (+ 8%) Nota: Fatura de consumo doméstico, valor total, mensal

calões de consumo mais significativos, tal como foram apresentados pela autarquia. O autarca explicou que este novo tarifário resulta da aplicação da lei e das recomendações da entidade reguladora e de recomendações do Tribunal de Contas. António Lucas frisou mesmo que para evitar que os aumentos sejam ainda

mais acentuados, será proposto que seja o município – o principal cliente da empresa Águas do Lena, concessionária do serviço de abastecimento de água no concelho - a absorver metade dos aumentos previstos. Nos escalões faturados à autarquia, os aumentos agora estudados variam entre os 80 e os 137%.

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s Registo António Lucas adianta que, apesar dos aumentos, a concessionária não deverá aumentar o volume de negócios, esperando-se mesmo um ligeiro decréscimo. Mesmo que este incremento se aplique, implicando uma cobrança de 564 mil euros/anos pelo tratamento de efluentes e resíduos urbanos, o município continuará a despender 1,16 milhões de euros por ano nestas áreas.

Vão arrancar, finalmente, as obras de requalificação no largo próximo das Capelas Imperfeitas do Mosteiro da Batalha. O projeto, há muito anunciado, avança no terreno em abril. Em comunicado, o município da Batalha adianta que “no período estimado entre abril a setembro de 2013, vão decorrer diversos trabalhos no Largo D. Henrique, Praça Mouzinho de Albuquerque e Rua Nossa Senhora do Caminho, tendo em vista uma profunda requalificação e melhoria paisagística destas importantes e nobres áreas da vila da Batalha”. A autarquia explica que “depois de um longo processo de espera para que a respetiva candidatura fosse aprovada em sede de fundos comunitários”, o município recebeu há poucos dias“a devida autorização do Tribunal de Contas para que a obra se inicie, cumprindo todos os requisitos legais”. A requalificação terá início na Rua Nossa Senhora do Caminho e na Praça Mouzinho de Albuquerque. “O Largo Infante D. Henrique, pela sua localização e reduzido impacto na malha comercial da vila, será o último espaço a intervencionar ao abrigo desta empreitada”.

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Batalha Opinião

março 2013

Jornal da Batalha

Opinião Novas regras de faturação (3) António Caseiro Mestre em Fiscalidade Pós-graduação em Contabilidade Avançada e Fiscalidade Licenciatura em Contabilidade e Administração

As faturas eletrónicas, de acordo n.º 10 do art.º 36.º do CIVA e art.º 3.º do D.L. n.º 196/2007, de 15 de maio, que entrou em vigor em 1 de outubro de 2012 – art.º 18.º do D.L. n.º 197/2012, podem, sob reserva de aceitação pelo destinatário, ser emitidas por via eletrónica, desde que seja garantida a autenticidade da sua origem e a integridade do seu conteúdo, a sua elegibilidade para efeitos de auditoria e adotado os seguintes procedimentos: a) Aposição de uma assinatura eletrónica avançada nos termos do D. L. n.º 290-D/99, de 2 de agosto, na redação que lhe foi dada pelos D. L. (s) n.os 62/2003, de 3 de abril, 165/2004, de 6 de julho, e 116-A/2006, de 16 de junho e b) Utilização de um sistema de intercâmbio eletró-

nico de dados, desde que os respetivos emitentes e destinatários outorguem um acordo que siga as condições jurídicas do «Acordo tipo EDI europeu», aprovado pela Recomendação n.º 1994/820/CE, da Comissão, de 19 de outubro. A entrada em vigor da fatura prevista na alínea b) do n.º 1 do artigo 29.º pode ser cumprida através da emissão de uma fatura simplificada, (art.º 40.º do CIVA), não permitindo mais a emissão de talão de venda em transmissões de bens e prestações de serviços cujo imposto seja devido em território nacional, nas seguintes situações: a) Transmissões de bens efetuadas por retalhistas ou vendedores ambulantes a não sujeitos passivos, quando o valor da fatura não for superior a

€1.000,00 e b) Outras transmissões de bens e prestações de serviços em que o montante da fatura não seja superior a € 100,00. As faturas referidas no número anterior devem ser datadas, numeradas sequencialmente e conter os seguintes elementos: a) Nome ou denominação social e número de identificação fiscal do fornecedor dos bens ou prestador dos serviços, b) Quantidade e denominação usual dos bens transmitidos ou dos serviços prestados, c) O preço líquido de imposto, as taxas aplicáveis e o montante de imposto devido, ou o preço com a inclusão do imposto e a taxa ou taxas aplicáveis e d) Número de identificação fiscal do adquirente ou destinatário, quando for sujeito passivo. A fatura simplificada deve conter, o n.º de identificação fiscal do adquirente ou destinatário que não seja sujeito passivo do imposto, quando este o solicite. Pode ser processada por máquinas registadoras; terminais eletrónicos e balanças eletrónicas,

com registo obrigatório das operações no rolo interno da fita da máquina ou em registo interno por cada transmissão de bens ou prestação de serviços. A obrigação de emitir fatura pode ser cumprida mediante a emissão de documentos ou de registos de operações, respetivamente, nas seguintes operações: a) transmissão de bens efetuadas através de aparelhos de distribuição automática e prestação de serviços de transporte, de estacionamento, portagens e entradas em espetáculos, quando seja emitido um bilhete de transporte, ingresso ou outro documento ao portador comprovativo do pagamento. Os sujeitos passivos que pretendam ver equiparados certos documentos de uso comercial a faturas, devem solicitar autorização ao Ministro das Finanças, nos termos do n.º 7 do art.º 40.º do CIVA. Os sujeitos passivos que emitam faturas nos termos do artigo 40.º e não utilizem sistemas informáticos inte-

grados de faturação e contabilidade podem efetuar o registo das operações, realizadas diariamente com não sujeitos passivos, pelo montante global das contraprestações recebidas pelas transmissões de bens e prestações de serviços tributáveis, imposto incluído, assim como pelo montante das contraprestações relativas às operações não tributáveis ou isentas. O registo deve ser efetuado, o mais tardar, no 1.º dia útil seguinte ao da realização das operações, com base em duplicados das faturas emitidas, em extratos diários produzidos pelos equipamentos eletrónicos relativos a todas as operações realizadas ou em folhas de caixa, que podem substituir o mesmo registo desde que contenham a indicação inequívoca de um único total diário. A opção pela elaboração de folhas de caixa não dispensa a obrigatoriedade de conservação dos duplicados das faturas e dos demais documentos durante os 10 anos civis subsequen-

tes todos os livros, registos e respetivos documentos de suporte, incluindo, quando a contabilidade é estabelecida por meios informáticos, os relativos à analise, programação e execução dos tratamentos. A partir de janeiro de 2013 todas as pessoas singulares e coletivas que pratiquem operações sujeitas a IVA deverão comunicar os elementos das faturas à Administração Tributária (AT), até ao dia 25 do mês seguinte ao da emissão da fatura. Essa comunicação deverá ocorrer por meio de transmissão eletrónica de dados, podendo ser efetuada em tempo real (integrada em programa de faturação eletrónica); mediante o envio de um ficheiro SAFT-PT contendo os elementos das faturas; por inserção direta no Portal das Finanças; ou através de outra via eletrónica, nos termos a definir por portaria do Ministério das Finanças.

ras de África, foram agraciados com condecorações, mas nunca as chegaram a receber. O Núcleo da Batalha está à disposição de todos os combatentes que nos contactem, para os ajudar perante as entidades militares competentes, a fim de lhes ser corrigida tal injustiça. Este Núcleo dispõe do impresso / requerimento a preencher pelos peticionários, o qual terá de ser acompanhado por uma cópia da folha da caderneta militar onde conste a atribuição da condecoração requerida. Terminamos por hoje, relembrando, mais uma vez, que, para além dos excombatentes, outros milita-

res e ex-militares, inclusive os que estiveram envolvidos nas “Missões de Paz”, os militares da GNR ou elementos da PSP, bem como qualquer outro cidadão ou cidadã, todos podem ser sócios da Liga dos Combatentes. Como saberão, a Liga dos Combatentes é uma IPSS, cujo objetivo principal é procurar ajudar os combatentes mais carenciados (que, infelizmente, devido à crise, são cada vez mais), seja em termos sócio-económicos, seja nos problemas de saúde mais graves, designadamente no âmbito do stress de guerra. Para além do custo da quota ser apenas de 18€

anuais, acontece que a Liga oferece a todos os associados, além de outros motivos de interesse, ainda a possibilidade de beneficiarem de significativos descontos em áreas de grande importância para todos, entre as quais destacamos Farmácias, Ópticas, Clínicas diversas, numa gasolineira, etc. Basta termos de gastar 200 € anuais, num ou vários destes estabelecimentos, para recuperarmos, nos descontos obtidos, mais do que a importância que despendemos com a quota. Não perca mais tempo: ajude-se, ajudando-nos! Os mais desafortunados agradecem! O NB-LC

Notícias dos Combatentes Como é do conhecimento dos nossos associados, culminou, em 19 de Fevereiro, a primeira fase do Rastreio da Hepatite C aos combatentes. Prevendo que esta informação poderá ter passado despercebida a uma parte significativa dos combatentes do nosso concelho, por ainda não serem sócios da Liga, esclarecemos que irá haver uma 2ª fase deste Rastreio, em princípio em meados de Maio próximo. Assim, qualquer combatente que esteja interessado em fazer o Rastreio poderá inscrever-se no Núcleo da Batalha, entre 15 e 19 de Abril, das 14H30 às 16H30. Nessa altura ou posteriormente, serlhe-á indicado o local e data

do Rastreio. Informa mos os batalhenses, em geral e os combatentes, em particular que, este ano, as comemorações nacionais do aniversário da batalha de La Lys (1ª Guerra Mundial 19141918), voltarão a realizarse na nossa Vila, no dia 06 de Abril, sábado, frente ao Mosteiro. Pela sua pompa e cerimonial, é um acontecimento a não perder pelos batalhenses. Mais informamos que, na véspera daquelas cerimónias, portanto, no dia 05 de Abril, e no âmbito da comemoração do 73º aniversário do nosso núcleo, pelas 18 horas, será inau-

gurada uma exposição no Museu Municipal, na Praça Mouzinho de Albuquerque, alusiva à Liga, aos Combatentes e às guerras em que Portugal esteve envolvido no século XX. Pelo interesse de que se reveste – quem não teve um familiar ou amigo envolvido numa daquelas guerras? - convidamos toda a população a não perder a oportunidade de apreciar a exposição, que irá estar patente ao público até ao dia 01 de Maio. De vez em quando cheganos ao conhecimento haver combatentes que, durante o cumprimento do seu serviço militar, incluindo a sua participação nas guer-

Jornal da Batalha

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Desporto Batalha

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Desporto

Batalha Todoo-Terreno m O BTT volta a marcar pontos na Batalha. A Maratona do Centro atraiu milhares e o Centro de BTT prepara-se para apresentar novo percurso em dia de aniversário.

Foi uma verdadeira invasão de praticantes de BTT nas ruas do concelho da Batalha. A Maratona do Centro em BTT decorreu dia 17 e mais uma vez marcou o arranque da Taça de Portugal em XCM. Para além do colorido

Anjos sobre rodas de regresso Já conhecido pelo convívio e pelas boas manobras que proporciona o passeio todo o terreno Anjos sobre Rodas, organizado pelo Centro Recreativo da Golpilheira, está de regresso. Com jipes, motos e quads, decorre a 6 de abril. Mais informações sobre esta 11ª edição do passeio podem ser obtidas contactando a coletividade para crgolpilheira@ sapo.pt

que emprestaram às ruas da vila da Batalha, num dia marcado pela chuva e pelo cinzento do céu, os participantes não esqueceram a vertente competitiva. Na edição deste ano, o mais rápido foi mesmo Tiago Ferreira, vencedor na geral, completando os 87 quilómetros em 3h30m. Maaris Meier liderou em senhoras com 4h29m. Foi mais um evento que colocou a Batalha na rota dos eventos em BTT, área que tem sido uma aposta local. Prova disso é o Centro de BTT da Batalha – Pia do Urso que dia 24 de Março completa o primeiro aniversário. Nesse dia será mesmo apresentado um

Karate em estágio no pavilhão

s registo Oferecendo, com o novo percurso a apresentar no dia 24 de março, às 9h30, na Aldeia da Pia do Urso cerca de 300 km de trilhos cicláveis e sinalizados, divididos em quatro níveis de dificuldade, o Centro de BTT da Batalha tem ainda à disposição dos praticantes desta modalidade, um moderno edifício com balneários e instalações sanitárias, espaço de lavagem de bicicletas e zona para pequenas reparações.

p Largas centenas participaram na prova novo percurso de dificuldade moderada, com cerca de 27 quilómetros. Sendo o primeiro Centro de BTT do país homologado pela

Federação Portuguesa de Ciclismo, esta infraestrutura desportiva e turística registou no primeiro ano de existência, mais de

5000 utilizadores, oriundos de Norte a Sul do país e mesmo do estrangeiro, segundo revela a Câmara da Batalha.

Golpilheira volta a brilhar no feminino

p Mais um título para a equipa

A equipa de futsal feminino do Centro Recreativo da Golpilheira somou mais um título ao seu já extenso palmarés, ao conquistar a Taça Distrital 2012/2013. O jogo decisivo ocorreu a 17 de março, com a equipa a levar de vencida a A.D.C. Vidais por 1-0, num jogo equilibrado. A vitória da turma liderada por Teresa Jordão foi possível graças

a um golo, de calcanhar, marcado por Tita. Foi um gesto técnico de grande qualidade, que fez desequilibrar definitivamente o resultado a favor da equipa do concelho da Batalha. Foi o pretexto para a explosão de alegria entre os apoiantes do Centro Recreativo da Golpilheira presentes no pavilhão do Casal Velho.

O desafio agora passa por chegar ao campeonato nacional. Para já, na Taça Nacional, a equipa de Teresa Jordão vai agora defrontar o Centro Desportivo de Fátima (Campeã Distrital da AF. Santarém) e o Serpinense (Vice-Campeão Distrital da AF.Coimbra).

Associação Tigre Shotokan Karatedo Batalha vai estar presente em Almeirim para mais um campeonato Nacional da JSKA-Portugal, que decorre a 7 de abril. Entretanto, em maio, a Batalha vai receber um estágio da modalidade. Será a 4 e 5 de maio, no pavilhão gimnodesportivo da vila. Trata-se de um estágio aberto a todos os estilos. Mais informações podem ser conferidas em http://www.shotokanbatalha.pt

Prova de atletismo na Jardoeira A Sociedade Recreativa da Jardoeira leva a cabo, dia 21 de abril, a partir das 10h30 o “1.º Corta-Mato S.R. Jardoeira”, que vai decorrer no perímetro das instalações da coletividade. O percurso é em piso misto e tem uma extensão 2600 metros/volta e é disputado numa corrida única para os vários escalões: Há vários prémios. Informações e contactos: socrecjardoeira@gmail.com

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Batalha Saúde

março 2013

Jornal da Batalha

Saúde

Hospital de Leiria conclui obras m As obras de recuperação e requalificação dos serviços de internamento do Hospital de Santo André (HSA), unidade de Leiria do Centro Hospitalar Leiria-Pombal (CHLP), terminaram no final do mês de fevereiro, com melhorias significativas para utentes e profissionais no que respeita à sua segurança, conforto e funcionalidade. Esta intervenção prolongou-se por cerca de três anos, com todos os serviços a manter o seu trabalho em pleno, o que se deve, acima de tudo, “à colaboração dos profissionais, nomeadamente na apresentação de sugestões de melhoria, e ao empenho e espírito de entreajuda entre as várias equipas envolvidas neste processo”, salienta Helder Roque, presidente do Con-

selho de Administração do CHLP. “Estas obras trazem aos utentes uma melhor qualidade e eficiência na assistência que lhes é prestada, ao mesmo tempo que as suas condições de bemestar durante o período em que permanecem internados foram significativamente melhoradas”, explica Helder Roque, acrescentando que “foi também aumentada a sua segurança através dos novos sistemas implementados”. “Da mesma forma, as alterações que foram executadas dotaram estes serviços de infraestruturas técnicas que permitem aos profissionais prestarem cuidados de saúde com maior qualidade e eficiência, trabalhando num ambiente mais saudável e com melhores condições de segurança e higiene”. “Este longo processo permite-nos aproximar as condições físicas que proporcionamos aos utentes, ao espírito de humanização que nos move e que tem sido a nossa base de traba-

lho ao longo dos últimos anos, sempre com o foco no doente”, explica o presidente do CA do CHLP. Este processo envolveu, desde o início, profissionais internos e externos à instituição, como diretores de serviço e enfermeiros chefes; elementos da Comissão de Controlo de Infecção, que deram a sua opinião sobre as alterações propostas, mas também sobre a escolha de materiais a aplicar; profissionais do Serviço de Instalações e Equipamentos e dos Serviços Gerais, que foram responsáveis por assegurar as mudanças internas necessárias; colaboradores do Serviço de Higiene e Segurança no Trabalho, responsáveis pela articulação que existiu entre as empresas externas afetas à empreitada (obra e fiscalização) e os serviços internos do Hospital; e ainda elementos da Associação Portuguesa da Cor, responsáveis pelo estudo e escolha das cores com que os serviços de internamento viriam a ser pintados.

Além da recuperação dos espaços, devido à sua degradação, foram também realizados outros trabalhos que permitiram uma melhoria significativa no funcionamento dos serviços, e ao mesmo tempo aumentaram a segurança e o conforto das instalações, nomeadamente: um novo sistema de deteção de incêndios; a alteração da infraestrutura da rede de dados, permitindo uma comunicação mais rápida e eficiente; o aumento do número de tomadas elétricas, assim como de gases

medicinais; a aplicação de novos revestimentos nos pavimentos e paredes das enfermarias, cuja palete de cores torna o espaço mais humanizado e valorizado; criação de novas instalações sanitárias adaptadas a pessoas com mobilidade condicionada; e ainda a aquisição de novas camas elétricas - que não só permitem aumentar o conforto dos utentes, como ajudam os profissionais nas suas tarefas do dia-a-dia -, de televisores LCD para quartos e enfermarias, e de novo mobiliário.

Paralelamente a estes trabalhos, foram ainda reforçadas as condições de climatização nos serviços de internamento, aumentando o conforto térmico e o bem-estar dos utentes e dos profissionais, e foi expandida a rede de transporte de amostras para a Patologia Clínica e Anatomia Patológica a todos os serviços de internamento, permitindo assim uma maior rapidez na obtenção dos resultados dos exames efetuados aos utentes, entre outros trabalhos de relevo. Fonte: Centro Hospitalar Leiria-Pombal

Pior que o peso das mochilas é a postura O projeto “Leiria, melhor postura, melhor saúde” tem-me levado um pouco a todo o distrito em palestras e Workshops organizadas por algumas das associações e escolas que se preocupam com o tema, conscientes de que para além da mochila e da forma como nos devemos sentar, há muito mais a saber e para aprender. Faço a abertura dessas palestras precisamente com a frase de que pior que o peso das mochilas

é a postura das crianças a escrever. As crianças passam grande parte do seu dia na escola a escrever, ganhando maus hábitos de postura e são pouco orientados sobre a forma correta de pegar no lápis ou na caneta, o que pode ser mais preocupante do que o peso das mochilas, pois o tempo da escrita é mais prolongado por isso merece maior atenção. A escrita à mão é cada vez menos valorizada na sociedade atual e a forma como as crianças

aprendem a escrever é deficiente. O alerta é para pais e professores que deverão ser chamados a contrariar esta tendência e a incutir o treino da escrita nos hábitos dos mais novos. A sobrevalorização crescente dos instrumentos de teclas, como o computador e o telemóvel, pode ser a chave para a negligência no campo da escrita. Numa altura em que o papel é abundante e, por isso, mal aproveitado, o controlo da escrita torna-

se mais difícil, não havendo uma intervenção educativa nesse sentido. A organização ineficaz do espaço escolar, com mobiliário muitas vezes inadaptado às características das crianças, é prejudicial a uma escrita eficiente e os hábitos de postura não são corrigidos porque não há um apelo dos responsáveis nesse sentido. As formas incorretas, próprias de cada criança, em agarrar os instrumentos deve ser corrigida, o que implica tempo e treino

pois é necessário maturar a pega com a ajuda dos pais e dos professores. O que acontece atualmente é que quase se permite que se aprenda a escrever por um processo de descoberta, um hábito que tem de ser corrigido pelo treino. A aprendizagem deve ser efetuada de forma eficiente e ao ritmo próprio de cada criança. A escrita experimental com diferentes formas e tamanhos e a garantia de uma posição para mão e braço poderá

causar menos desconforto e pode ainda resultar numa escrita mais capaz. Em última análise, os hábitos de escrita resultam da própria sociedade faço a comparação da nossa realidade com a dos asiáticos, que por prezarem mais a precisão da escrita têm uma competência muito superior a esse nível, por isso com o material adequado, tempo e treino seríamos, também nós, bem mais eficientes. Paulo Almeida Osteopata

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março 2013

Saúde Batalha

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do Jornal da Batalha

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5ª edição De 4 de fevereiro a 28 de março de 2013

Objectivos: Promover o género literário do Conto dando ênfase às histórias relacionadas com a realidade do concelho da Batalha.

Destinatários: Alunos do concelho da Batalha matriculados num dos seguintes níveis de ensino: 2º, 3º ciclos e Ensino Secundário Podem participar alunos residentes no concelho da Batalha que frequentem estabelecimentos de ensino localizados noutros concelhos.

Entrega dos trabalhos: Os trabalhos a concurso poderão ser entregues em mão, via correio ou através de correio eletrónico até às 18h00 do dia 28 de março (quinta-feira) de 2013.

Prémios: 1º Prémio Um IPod Shuffle, no valor de €50 e um Cheque-Livro no valor de €30 2º Prémio Um Leitor MP4 no valor de €40 e um Cheque-Livro no valor de €20 3º Prémio Um Leitor MP3 no valor de €30 e um Cheque-Livro no valor de €15 O Regulamento e a Ficha de Inscrição encontram-se disponíveis no site da Biblioteca da Batalha: http://biblioteca.cm-batalha.pt

Entidade promotora: Município da Batalha Apoio: Jornal da Batalha

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Batalha Património

março 2013

Jornal da Batalha

Património Monumentos dentro do Monumento (III) Não há obra que não tenha quem a projecte e quem a execute e uma obra monumental como o Mosteiro de anta Maria da Vitória teve uma multidão de construtores desde os mestres aos cabouqueiros. Por escassearem, em diversos casos, os documentos, é natural que surjam todas as hipóteses sobre os factos e sobre as pessoas que neles intervieram como tem acontecido com alguns mestres do monumento. Como disse no apontamento de Fevereiro, sobre Afonso Domingues há dúvidas razoáveis que, contudo, não são suficientes opara o eliminar, sem mais ou menos, da história da Batalha. Em 1402, Huguet, que está praticamente provado que era catalão, começa a dirigir a obra. Ora, ela inicia-se cerca de 1388 e antes do seu início há inevitavelmente a elaboração do seu projecto. É lógico pensar-se que D. João I não teria logo a seguir à batalha real ordenado a construção. A sua principal preocupação centrava-se na reorganização do Reino e na sua defesa e só depois pensaria no cumprimento da promessa que fizera à Santíssima Virgem e na angariação de fundos, na escolha do arquitecto, na mobilização dos operários, na procura do local ideal e noutras coisas importantes e que levariam tempo a concretizar. A quem teria entregue a elaboração do projecto? Por mais voltas que se dêem só tem surgido um nome: Afonso Domingues, pois não há outro antes de 1402. Di-lo a tradição oral, mas sabemos que ela pode pregar-nos partidas, porém há dois documentos, pouco divulgados ou que passam despercebidos, que o confirmam. A propósito, transcrevo do 2º volume do notável “Dicionário Histórico e Documental dos Arquitectos, Engenheiros e Construtores Portugueses”, de Sousa

p Quadro a óleo do pintor João Ribeiro Cristino da Silva (1858-1948) denominado “Passeio no claustro da Batalha”, datado de 1891. No interior da casa do capítulo ainda se vê parte do túmulo de D. Afonso V e de D. Isabel de Coimbra que, como se sabe, estão desde 1901, bem como o seu neto Príncipe D. Afonso, sepultados na capela do fundador. Viterbo, esta informação sobre Afonso Domingues no capítulo sobre os “Arquitectos da Batalha”: “Não se conhece a sua carta de nomeação para mestre das obras da Batalha, nem tão pouco qualquer outra que lhe diga directamente respeito e em que se lhe conceda qualquer mercê ou se faça alusão aos seus serviços. Existem, porém, dois documentos em que se faz clara referência ao seu nome e ao seu ofício. Um deles encontrado por S. Luís, (Frei Francisco de São Luís, o célebre Cardeal Saraiva), no cartório do mosteiro e publicado por nós na íntegra (vol. I, pág. 288), é um aprazamento a Gonçalo Anes de três talhos de vinha, um dos quais pertencia a Margarida Anes, ama que foi de Afonso Domingues, mestre da obra do dito mosteiro. Tem a data de 27 de Dezembro…de 1402. (…) No citado diploma aparece como testemunha mestre Huguet, designado como mestre da obra, de onde se

vê que sucedera a Afonso Domingues, tendo talvez trabalhado com ele. “O segundo documento, que S. Luís desconheceu e que só encontrámos depois de publicado o primeiro volume, inserimo-lo no segundo, no artigo consagrado a Huguet. É uma carta de D. João I fazendo mercê a Ruy Garcia de duas moradas de casas junto da Madalena, em Lisboa, uma das quais entestava com a que trazia João Fernandes, seleiro, e a outra com a casa da mulher que foi de Afonso Domingues, mestre da obra da Batalha, é datado de 9 de Junho de…1406. Muito provavelmente foi ele que serviu de base a Fr. Manuel dos Santos para afirmar, na VII parte da “Monarquia Lusitana”, que Afonso Domingues era natural de Lisboa, freguesia da Madalena”. Embora se estranhe a falta doutras referências a Afonso Domingues, para as quais também servirá

como possível explicação a destruição dos documentos em tantos percalços que sofreram os nossos arquivos, também não há outra qualquer para a existência doutro arquitecto a projectar e a iniciar as obras. Sabe-se hoje, não obstante a muito bem entretecida lenda que Alexandre Herculano divulga em “A Abóbada” das suas “Lendas e Narrativas”, que não foi Afonso Domingues a acabar a Casa do Capítulo, que teria principiado e logicamente projectado, mas sim o seu sucessor Huguet. Mas há imensa obra feita no mosteiro por ele e que está assinalada pelo seu tipo de nervuras (redondas, enquanto as de Huguet são esquinadas): quatro capelas absidais, as duas naves laterais da igreja, a sacristia e os lanços sul e leste do claustro real. É provável que a celebrada abóbada tivesse sido terminada já depois da morte do segundo arquitecto, talvez

no tempo de regência do Infante D. Pedro. Mas seria ele a projectá-la ou o seu antecessor? Encomendada a obra por D. João I, o primeiro arquitecto teve, como é natural e lógico, de delinear o plano geral que incluía a igreja conventual, a sacristia, o claustro real, a casa do capítulo, o dormitório (hoje designado por “adega dos frades”), o refeitório e a cozinha. O segundo arquitecto, além de dar andamento ao que faltava fazer e fazia parte deste plano, acrescentou-lhe a capela do fundador e as capelas imperfeitas, os dois grandes e belíssimos panteões reais. Os terceiro e quarto arquitectos, Martim Vasques e Fernão de Évora, teriam construído o claustro de D. Afonso V. Não se verificando, como está assente, o que Herculano disse na lenda da abóbada, torno à pergunta do último apontamento: onde foi sepultado Afonso Domingues? É curioso referir que, nos anos 20 do século XX, o Sr. Pedro Jorge Ribeiro (avô do mestre Alfredo Neto Ribeiro), nas obras de que foi responsável assinalou, a meio da vasta quadra da casa do capítulo, uma sepultura que então se julgou ser a do primeiro arquitecto da Batalha. Não sei o que se apurou então, mas tudo leva a crer que se trataria da sepultura de um dos priores de Santa Maria da Vitória habitualmente sepultados naquele espaço. Afonso Domingues morreu e foi enterrado na Batalha ou em Lisboa, aonde teria regressado? Não me parece muito plausível esta hipótese, estando crente, embora sem certeza alguma, que foi sepultado na igreja de Santa Maria-a-Velha, panteão dos nossos mestres, mas a verdade é que a sua viúva, ao contrário dos familiares de vários mestre e os próprios mestres, incluindo os estrangeiros,

que acabaram por ficar para sempre na Batalha, é dada em 1406 a morar na capital em casas suas e na freguesia que se julga a do nascimento do arquitecto: a da Madalena, que fica próximo da sé lisboeta. Gostaria de ter possibilidade e capacidade para deslindar estes mistérios que se prestam a especulações tantas vezes sem a preocupação da verdade histórica mas unicamente a de apoucar a acção e o valor da nossa gente, retirandolhe todo o protagonismo naquilo que fez de louvável e grande, que foi muito e que no nosso tempo sem memória ora se ignora ora se altera e vitupera. Assistimos a este espectáculo de negações e extremamente negativo nos seus efeitos, sobretudo no que concerne à espantosa epopeia dos Descobrimentos, mas em tudo mais se nota este mesmo espírito destrutivo. Para quê? Cada parcela do Mosteiro de Santa Maria da Vitória é um monumento dentro do monumento, da igreja à casa do capítulo, do claustro de D. João I ao de D. Afonso V, da capela do fundador às capelas imperfeitas. E foram essencialmente dois grandes arquitectos a projectá-los: Afonso Domingues, cuja figura nos surge nublada por dúvidas, e o catalão Huguet. Obras de Apoio: Além da citada no texto, o “Dicionário…” de Sousa Viterbo, “Santa Maria da Vitória – Batalha”, do Dr. Sérgio Guimarães de Andrade, “Vésperas Batalhinas”, “O Mosteiro de Maria da Vitória no Século XV”, “Fontes Históricas e Artísticas do Mosteiro e da Vila da Batalha”(4 Volumes) do Prof. Doutor Saul António Gomes e “Memória Histórica sobre as obras do Real Mosteiro de Santa Maria da Vitória chamado vulgarmente da Batalha” de Frei Francisco de São Luís (Cardeal Saraiva).

José Travaços Santos Apontamentos sobre a História da Batalha (120)

Jornal da Batalha

março 2013

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CARTÓRIO NOTARIAL DA BATALHA Notária: Sónia Marisa Pires Vala Certifico, para fins de publicação, que por escritura lavrada hoje, exarada de folhas vinte e sete a folhas vinte e oito, do Livro Cento e Oitenta e Oito -B, deste Cartório. António Horta Pedreiras, NIF 177 193 468 e mulher Gracinda Carreira Leal, NIF 177 193 450, casados sob o regime da comunhão geral, ambos naturais da freguesia e concelho da Batalha, onde residem na Rua da Faniqueira, nº 29, no lugar de Faniqueira, declaram que com exclusão de outrem, são donos e legítimos possuidores de dois quintos indivisos do prédio rústico, composto de terra de semeadura com figueira, com a área de mil quatrocentos e quarenta metros quadrados, sito em Faniqueira, freguesia e concelho da Batalha, a confrontar de norte e de nascente com Manuel Novo, de sul com caminho e habitação do próprio e de poente com caminho, descrito na Conservatória do Registo Predial da Batalha sob o numero oito mil setecentos e vinte e sete/Batalha, sem inscrição em vigor quanto ao referido direito, inscrito na matriz predial rústica sob o artigo 940, com o valor patrimonial correspondente para efeitos de IMT de €146,42. Que, adquiriram o identificado direito no prédio no ano de mil novecentos e setenta, por partilha verbal por óbito de Daniel Pedreiras, viúvo, pai do marido, residente que foi no dito lugar de Faniqueira, Batalha, não dispondo os justificantes de qualquer titulo formal para o registar na Conservatória, mas desde logo entraram na posse e fruição do mesmo. Que em consequência daquela partilha verbal, possuem aquele direito no prédio em nome próprio há mais de vinte anos sem a menor oposição de quem quer que seja desde o seu inicio, posse que sempre exerceram sem interrupção e ostensivamente com o conhecimento de toda a gente e a prática reiterada dos atos habituais de um proprietário pleno, com o amanho da terra, recolha de frutos, conservação e defesa da propriedade, pagamento das contribuições e demais encargos, pelo que, sendo uma posse pacífica, contínua, pública e de boa fé durante aquele período de tempo, adquiriram o referido direito predial por usucapião. Batalha, cinco de Março de dois mil e treze. A funcionária com delegação de poderes Liliana Santana dos Santos -46/4 Jornal da Batalha, ed.272, de 25 de março de 2013

Serviço fúnebre completo Trasladações e Cremações Serviços de documentação ADSE, Segurança Social, Estrangeiro Funeral Social Micael Cantanhede 912 331 162 Paulo Pragosa 916 002 216 Marinha Grande | Batalha/São Jorge

Necrologia / Publicidade Batalha

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EXTRACTO CERTIFICO, para fins de publicação e em conformidade com o seu original, que por escritura de Justificação lavrada neste Cartório, no dia um de Março de dois mil e treze, de folhas seis a folhas cento sete verso do respetivo Livro de Notas para Escrituras Diversas número CENTO E NOVENTA, César Carreira dos Reis, NIF 138.052.921 e mulher Lídia Maria Carreira Neves, NIF 162.820.801, casados sob o regime da comunhão geral, naturais ele da freguesia de Reguengo do Fetal, concelho de Batalha e ela da freguesia de Fátima, concelho de Ourém e na última residentes na Travessa Colégio de São Miguel, n.º49, Moita Redonda, declararam que, são com exclusão de outrem, donos e legítimos possuidores dos seguintes imóveis: 1- Metade indivisa do prédio rústico, terra de cultura e pinhal, com a área de dois mil quinhentos e cinquenta metros quadrados, sito em Sousa Mó, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho de Batalha, a confrontar do norte com Manuel de Oliveira Crespo, do sul com Joaquim Honório dos Santos, do nascente com José Pereira Romão e do poente com José Vieira Repolho, inscrito na matriz sob o artigo 8706, sendo de € 3,77 o valor patrimonial de metade. 2- Prédio rústico, terra de cultura, três tanchas e pinhal, com a área de dois mil e seiscentos metros quadrados, sito em Sousa Velha, freguesia de Reguengo do Fetal, concelho de Batalha, a confrontar do norte com herdeiros de José Oliveira Miguel, do sul com caminho, do nascente com José Honório dos Santos e do poente com Manuel Oliveira Miguel, inscrito na matriz sob o artigo 8962, com o valor patrimonial de € 12,70.Que o imóvel da verba um encontra-se descrito na Conservatória do Registo Predial de Batalha sob o número três mil seiscentos e oitenta e sete daquela freguesia, encontrando-se metade indivisa registada a seu favor, não incidindo sobre o direito justificado qualquer registo de transmissão em vigor e o da verba dois não se encontra descrito na dita Conservatória. Que o direito justificado da verba um e o imóvel da verba dois vieram à posse dos justificantes por doação verbal feita por Maria Águeda de Jesus, viúva, residente em Torre, Reguengo do Fetal, Batalha, em mil novecentos e setenta e cinco, sem que dela ficassem a dispor de título suficiente e formal que lhes permita fazer o respetivo registo. Que possuem os indicados imóveis em nome próprio, há mais de vinte anos, sem a menor oposição de quem quer que seja, desde o seu início, posse que sempre exerceram, sem interrupção e ostensivamente, com o conhecimento de toda a gente da freguesia de Reguengo do Fetal, lugares e freguesias vizinhas, traduzida em atos materiais de fruição, conservação e defesa, nomeadamente usufruindo dos seus rendimentos, cultivando e recolhendo os respetivos frutos, limpando-os de mato, pagando os respetivos impostos e contribuições, agindo sempre pela forma correspondente ao exercício do direito de propriedade, sendo, por isso, uma posse pública, pacífica, contínua e de boa fé, pelo que adquiriram os imóveis por USUCAPIÃO. Cartório Notarial de Ourém, a cargo da Notária Alexandra Heleno Ferreira, um de Março de dois mil e treze. A Colaboradora autorizada pela Notária em 02/01/2012, Cláudia Vieira Arrabaça, nº260/4 Jornal da Batalha, ed.272, de 25 de março de 2013

Emília Batista Padriano 73 anos 28.05.1939 - 16.03.2013 Alcanadas – Batalha AGRADECIMENTO

Seu marido: António Franco Silva, filhos: Elisabete, Rogério e Nelson Silva e restantes familiares, na impossibilidade de o fazer pessoalmente, como era seu desejo, vêm de forma reconhecida agradecer todas as manifestações de carinho, nesta altura de profunda dor e sentimento de perda, bem como agradecer a todos os que acompanharam a sua querida familiar até à última morada, esperando agora que descanse em Paz. A todos, muito obrigado. Tratou: Agência Funerária Santos & Matias, L.da – Batalha

Lucinda Maria Francisco 71 anos N. 01-05-1941 - 22-01-2013 Faniqueira – Batalha AGRADECIMENTO

Seu Marido, Filho e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente como era seu desejo, vêm por este meio agradecer de forma especial a todas as pessoas de suas relações e amizade que neste momento de dor e tristeza manifestaram o seu pesar. A todos, muito obrigado.

Álvaro Manuel Henriques Costa 50 anos 10.05.1962 - 05.02.2013 Golpilheira - Batalha AGRADECIMENTO Seus pais, irmãos e restante família na impossibilidade de o fazerem pessoalmente como era seu desejo, vêm por este meio agradecer de forma especial a todas as pessoas de suas relações e amizade que neste momento de dor e tristeza manifestaram o seu pesar. A todos, muito obrigado.

Funerária Santos & Matias, Lda. Serviços Fúnebres www.funerariasantosematias.pt.vu Telefone 244 768 685/244 765 764/967 027 733

E-mail: fune_santosematias@sapo.pt

Estrada de Fátima, nº 10 B - 2440-100 Batalha

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Jornal da Batalha, março 2013